VÍTOR GONÇALVES QUER CENSURA SOBRE QUEM LANÇA "ANÁTEMA INDISCRIMINADO SOBRE A CLASSE POLÍTICA"
Director de informação da RTP defende a eliminação de opiniões sobre “os milhões” que a RTP gasta
Pedro Almeida Vieira
To już wygląda naprawdę źle.
— Koneser Związku Radzieckiego/X (@KrzysiekWSK) May 23, 2026
TASS opublikowało nagranie, na którym widać, jak Putin nie zdołał trzykrotnie wykrzyczeć „ura”. Nagranie zostało opublikowane na stronie Kremla, ale potem usunięte. pic.twitter.com/HRb60l1GB3
E é uma necessidade cada vez mais urgente.
Kaja Kallas is saying out loud what many European leaders quietly understand:
— AnatolijUkraine (@AnatoliUkraine) May 23, 2026
A united Europe is one of the few entities on Earth large enough to resist pressure from Washington, Moscow and Beijing at the same time.
That’s exactly why extremists, oligarchs and foreign influence… pic.twitter.com/tA8rGG1jML
Li que a Rússia compra cerca de 80% dos componente que precisa para as armas porque já não fabrica nada no seu território. Também li que esses componentes não são só provenientes da China. Incluem empresas de países que têm sanções contra a Rússia. Como é possível? Sancionem-se essas empresas.
russia bombed Kyiv's sleeping civilians for five hours. russia wants to terrorise a peaceful population into submission.
— Akash Maniam (@ManiamAkash) May 24, 2026
Why do we let them?
Close the skies. Use their assets to arm Ukraine. Stop buying their energy. Isolate them from the world. Come onpic.twitter.com/IbzvzM9sJu
Entretanto, o que fazem os europeus? Sugerem que a Ucrânia possa assistir a reuniões da UE... isto ajuda a Ucrânia em quê? Qual é o argumento para não fecharem os céus da Ucrânia como fizeram em Israel que já não me lembro. Ah, pois, é verdade, não têm argumentos. Putin voltou a fazer ameaças de destruir o mundo com armas nucleares. Esta é a altura de acabar com esta guerra e com Putin, não de recuar.
A reminder that Russia is waging a terrorist war on Ukraine, and a reminder that standing by and watching are the richest nations on Earth, controlling the most powerful military alliance in history, an alliance created specifically to stop Russia in Europe. Sickening. https://t.co/A4CLOZfooE
— Garry Kasparov (@Kasparov63) May 24, 2026
Mais de um em cada cinco trabalhadores é agora de origem estrangeira – um número recorde, muito superior ao registado na altura do referendo sobre a UE.
Entretanto, há mais britânicos inactivos, com 604 000 pessoas a abandonarem a população activa desde a Covid. Entre os jovens britânicos, quase um milhão não estudam nem trabalham. Isto significa que, sem intervenção, correm o risco de permanecer dependentes de prestações sociais. Entretanto, empregadores em sectores de ponta alertam que o sistema de imigração dispendioso do Reino Unido está a dificultar a contratação de trabalhadores altamente qualificados.
Os estrangeiros têm mais probabilidades de estar empregados do que os britânicos em idade activa. Como resultado, dependemos mais do que nunca dos imigrantes – o que não agrada ao público.Estimativas anteriores do Gabinete para a Responsabilidade Orçamental (OBR) concluem que um aumento de 100 000 na migração líquida reduz o endividemento em 6,6 mil milhões de libras até ao final de um período de cinco anos.Mas os padrões de vida não seriam diferentes, afirma Brindle. «A variação do PIB per capita e o montante que estamos a produzir por pessoa permanecem praticamente os mesmos em resultado da migração. Também se verifica uma maior procura de serviços públicos», afirma.«Ter uma política de imigração selectiva e inteligente tornar-se-á mais importante na próxima década. É possível ter números bastante baixos, mas atrair pessoas de grande qualidade. Concentrar-se apenas em números globais esconde essa nuance, e o actual Governo provavelmente não está a cumprir essa agenda de talentos», acrescenta Sim.«Este sistema está a impedir que as pessoas qualificadas e talentosas contribuam para a economia do Reino Unido», afirma Dighton. Este problema só tenderá a agravar-se sem uma intervenção, sugerem os dados mais recentes.«A composição da migração é menos favorável do que era. As quedas devem-se principalmente a um menor número de trabalhadores e estudantes, enquanto o número de migrantes que procuram asilo no Reino Unido se manteve bastante estável», afirma Brindle.
Para ministros das Finanças como Rachel Reeves e os seus antecessores conservadores, a elevada imigração permitiu-lhes adiar decisões difíceis. Apoiar o sector dos cuidados de saúde, financiar o sistema de ensino superior e fazer face à enorme dívida pública são todos exemplos disso.Agora, chegou a hora de pagar a conta.(resumo)
Os outros somos nós
Sílvia Sousa, Expresso
O nosso passado recente tem sido profícuo na demonstração de que algo está, de facto, mudado no nosso país. A ausência de vergonha ou pudor que permitiu normalizar um discurso maniqueísta aparentemente também conferiu um conjunto de direitos a parte da nossa sociedade, entre os quais o de desrespeitar e o de maltratar os “outros”. O facto de forças políticas, eleitas democraticamente, apresentarem um discurso e um comportamento conivente com tal perceção de direitos vem de alguma forma, ainda que erradamente, sugerir que o direito de desrespeitar ou de maltratar os “outros” decorre do nosso sistema democrático ou, simplisticamente, se enquadra na nossa liberdade de expressão.
Paradoxalmente, num país de emigrantes destila-se ódio e preconceito relativamente aos imigrantes, seja de forma mais subtil nas propostas legislativas associadas à nacionalidade, seja de forma despudorada no resguardo de uma esquadra ou descaradamente numa rua ou praça do nosso país, pelo poder político, pelas forças de segurança, pela população em geral.
A universidade que optou por reduzir a sua dimensão
«Minha Queridíssima Esposa
Se for necessário que eu caia no campo de batalha pelo meu país, estou pronto. Não tenho dúvidas nem falta de confiança na causa em que estou empenhado e a minha coragem não vacila nem enfraquece. Sei o quanto a civilização americana depende agora do triunfo do governo e quão grande é a dívida que temos para com aqueles que nos precederam através do sangue e do sofrimento da Revolução e, estou disposto, perfeitamente disposto a abdicar de todas as minhas alegrias nesta vida para ajudar a manter este governo e para pagar essa dívida.
Sarah, o meu amor por ti é eterno. Parece prender-me com laços indestrutíveis, que só a Onipotência poderá romper; e, no entanto, o meu amor pela pátria invade-me como um vento forte e leva-me irresistivelmente, com todas essas correntes, para o campo de batalha.
As memórias de todos os momentos felizes que passei contigo vêm-me à mente e sinto-me profundamente grato a Deus e a ti por ter desfrutado deles durante tanto tempo. E como é difícil para mim abdicar deles e reduzir a cinzas as esperanças dos anos futuros, quando, se Deus quiser, ainda poderíamos ter vivido e amado juntos e visto os nossos rapazes crescerem ao nosso redoraté uma honrosa idade adulta.”
Outro pacífico excelso de algibeira.
He has never walked his entire life pic.twitter.com/SPhnO0r22v
— Movie Magic (@marcel_aromeh) May 23, 2026
Talvez não. Estes chegaram a Espanha, atacaram polícias, barraram as portas do aeroporto para tirar selfies e gritar free palestine e acabaram presos, depois de resistir à prisão. Uma coisa é o comportamento de um ministro israelita ser execrável e indigno, outra é os flotilhos dizerem que são vítimas.
We demand an explanation from the Spanish government regarding its treatment of the flotilla anarchists pic.twitter.com/k2bbkKq7tm
— Israel Foreign Ministry (@IsraelMFA) May 23, 2026
Tom Clancy? Em 1984 (uma coincidência Orwelliana), no ano da chegada de Putin ao KGB de Moscovo (outra coincidência) Clancy escreveu o seu romance de estreia, The Hunt for Red October, um thriller de espionagem naval passado em submarinos - o 1º livro da série de Jack Ryan. No livro, o comandante Marko Ramius, um capitão de submarino soviético, tenta desertar para os Estados Unidos com o «Outubro Vermelho» — um submarino nuclear experimental, praticamente indetectável. O nome da doninha do KGB a bordo do submarino da URSS, responsável por controlar Ramius chamava-se Putin. Putin não é um nome vulgar na Rússia nem em lado algum. Clancy deve ter feito uma grande pesquisa para o filme e deve ter ido dar com Putin. Conheceu-o, de uma maneira ou de outra, e topou-o pelo que é. No livro, o comandante Ramius não tem dúvidas sobre o tipo de pessoa que ele é e dá-lhe sumiço antes que ele estrague tudo e mate todos.
Quem também o topou muito bem foi Margaret Thatcher. Quanto a essa não há dúvida, pois Clancy tê-lo topado é uma suposição. Porém, Thatcher disse-o publicamente aquando do desastre do submarino Kursk em 2000 (outra coincidência). Falou do seu desinteresse e total desrespeito pela vida humana, They still do not value human life in the same way that we do.
Li que Christopher Nolan está a rodar um filme sobre a Odisseia e resolvi reler o livro. Li a Odisseia quando era adolescente numa versão resumida para adolescentes de uma coleção de clássicos para a juventude que a minha mãe comprava para nós.
Depois, comprei-o quando acabei o curso numa altura em que andava muito interessada em ler gregos e medievais. Essa edição era uma tradução inglesa e nessa altura ainda tinha dificuldade com poesia em inglês e ia lendo pedaços. Entretanto, há uns anos saiu esta edição da Quetzal e comprei-a mas ainda não tinha lido, só folheado.
Há uns meses comprei outra edição da obra numa tradução inglesa de uma mulher (esta aqui ao lado) porque li um artigo a dizer que era a primeira tradução da Odisseia feita por uma mulher e que a perspectiva era algo diferente das dos homens. Fiquei com curiosidade.
Então, ontem comecei a ler a tradução portuguesa, depois de ler sobre umas polémicas com a abordagem de Nolen.
Estou a ler o livro como quem lê um romance, isto é, não páro para ir ler as notas (a não ser que alguma passagem me desperte curiosidade ou dúvida), dado que já conheço as histórias e as personagens principais - não todas, pois são muitas, mas não preciso de saber o nome de todos.
O que estou a fazer é a comparar com a versão inglesa de Emily Wilson, nas passagens que me parecem ter um olhar masculino na tradução. Não há grandes diferenças -até agora- mas há nuances.
Estou a ler um canto por dia. São mais ou menos 15 páginas. Sendo que são 24 cantos, no fim de Junho está lido. Por acaso lembrei-me que podia ler esta obra e gravar no YouTube como fiz com o Guerra e Paz. Essa obra levou-me pelo menos 9 meses a ler e gravar as leituras. Esta levaria um mês. Podia fazer isso nas férias. Quinze páginas lêem-se num instante. Se tiver disposição logo faço. Para quem nunca leu e não lhe apetece ler, mas gostava de conhecer e gosta que lhe leiam. Veremos.
Tenho pena de saber quase nada de grego antigo. O suficiente para perceber umas citações de filosofia que aparecem nos livros, mas não para ler um livro, nem de longe nem de perto. Se tivesse menos vinte anos ia aprender grego antigo porque uma obra desta deve perder muito na tradução, por muito boa que seja. Dantes era mais difícil aceder ao conhecimento. Conciliar um trabalho desgastante física e intelectualmente, mais a vida particular com filhos e o estudo, sobretudo em outra cidade. Pelo menos para as mulheres. Hoje-em-dia os miúdos queixam-se de muitas dificuldades, o que é verdade, mas têm enormes facilidades no acesso à informação que nós não tínhamos.
Francis Fukuyama on the U.S. as a declining power:
— Clash Report (@clashreport) May 23, 2026
American decline is a direct product of Trump's rise since 2016.
It is as if Trump had decided to do everything in his power to weaken the United States vis-à-vis China.
He has polarized an already polarized country, cut… pic.twitter.com/JK9FRw1Krv
Ontem aproveitei, para as aulas do 10º ano, uma declaração de uma psiquiatra numa TV sobre o caso das crianças abandonadas, para mostrar como podemos conhecer a posição metafísica de uma pessoa relativamente a um problema, neste caso à questão do livre-arbítrio, mesmo sem a pessoa no-lo dizer clara e explicitamente. Mesmo que ela não soubesse -o que não será o caso- que está a mostrar uma posição filosófica numa questão metafísica. Habituar os alunos a saber ler nas entrelinhas, fazendo uso de temas que trabalhámos nas aulas para fazer inferências significativas e ganhar conhecimentos sobre os outros e o mundo. A psiquiatra em questão usou um argumento determinista sem o referir enquanto tal. A 3ª formulação do imperativo kantiano, sobre os outros seres racionais serem, e deverem, ser tratados, também como legisladores universais, parece-me muitas vezes uma prevenção do determinismo que nega aos outros autonomia moral. As ciências, em especial as ciências duras, são muito deterministas e há uma fatia grande da realidade que não se submete ao método experimental e lhes escapa.
Ainda assim, o passivo ultrapassa os 133 mil processos. Por isso, numa iniciativa do CSTAF, ao verificar-se o aumento diário do número de processos contra a AIMA, foi criada esta task force. No total, são 28 juízes e juízas em regime de acumulação de funções durante três meses, sendo possível prorrogar esse período por igual duração. https://www.dn.pt/sociedade/aima
Quem deixou este caos foi o governo de Costa, que era do PS, suportado pela geringonça implícita. Do que li em jornais, o BE até tinha, ou tem, uma morada onde estão referidos milhares de processos de entrada em Portugal de imigrantes ilegais, completamente à revelia de qualquer verificação de cadastro. Isto é que me parecem crimes e não este governo estar a tentar regularizar a situação. Há falta de agentes na AIMA? Isso é outra história mas que vem da mesma história de Costa ter desfeito os serviços de estrangeiros e fronteiras, provavelmente para safar um amigo que só fez porcaria no governo.