April 19, 2026

JukeBox

 

A ONU tinha aqui um papel relevante

 

Mas tem como SG um machista dogmático que só dá poder a homens misóginos. A próxima SG da ONU tem de ser uma mulher esclarecida, não uma dessas burras submissas ao islamofascismo ou aos evangélicos.

Uma bebé acabadinha de chegar ao mundo e vão logo mutilá-la e estragar-lhe a vida.

Educação

 


E ser intransigente com todos os violadores e pedófilos.




🎯

 

Ideologia misógina - os violentos acusam as sua vítimas de violência por não se submeterem à sua violência

 

Ninguém leva as mulheres a sério na questão da violência dos homens contra as mulheres

 


E que tal fazer essa conversa no Linkedin?

 




A cultura de maior violência sexual contra mulheres e crianças?

 

A esquerda todos os dias trai as raparigas e as mulheres

 

As raparigas estão a formar grupos para tirar os rapazes e homens das suas casas-de-banho e balneários porque os adultos que deviam falar por elas e defendê-las estão a defender com armas e dentes o sentimento masculino de ter direitos sobre as mulheres. E o cúmulo desta traição é a consideração de que o sacrifício das raparigas e mulheres é aceitável para suporte da cultura mais criminosa e misógina do planeta e da sua lei do ódio.


Alana, 20 anos, 40 facadas por não querer sair com um homem

 

Enquanto as mulheres partilham dicas para não serem esfaqueadas por homens rejeitados, para não serem drogadas pelos maridos e namorados e violadas pelos seus amigos, tapam as bebidas nas festas e bares, vão às casa-de-banho em grupo para se defenderem de homens que agora podem lá estar e em grupos, partilham a sua localização com amigas e familiares quando saem, evitam andar em certos locais e horas, com medo de serem violados e/ou mortas, os homens estão online a queixar-se que as mulheres já não falam com eles como dantes, não sorriem como dantes e já não é fácil sair com uma mulher e que o feminismo está a estragar as mulheres. Total alienação da realidade.


A propósito da reportagem da CNN que mostra que o caso Pelicot não é isolado e único

 

Em todo o lado homens estão a partilhar online como drogar as mulheres e namoradas e convidar outros homens para violá-las.


Abril é o Mês da Sensibilização para a Violência Sexual

 

Abril é reconhecido como o Mês da Sensibilização para a Violência Sexual (SAAM), dedicado a sensibilizar a população, apoiar as vítimas e promover a educação para a prevenção. 2026 marca o 25.º aniversário da campanha.


Há uma palavra que explica como tantos homens podem constar nos ficheiros de Epstein. Então por que razão ninguém a diz?

Falamos incessantemente sobre os factores que tornam a violação mais fácil, mas nunca mas nunca sobre os factores que causam a violação em primeiro lugar.

Celeste Davis


A menos que tenhas andado a viver debaixo de uma pedra, as últimas semanas terão provavelmente sido marcadas por um deslizar incessante por nomes outrora pronunciados com reverência, agora associados às palavras “ficheiros de Epstein”.

A lista de pessoas a negociar e a manter relações com Epstein depois de ele ter ido para a prisão por pedofilia é atordoante:

- alegados medicamentos para DST para Bill Gates;
- o líder espiritual Deepak Chopra a enviar a mensagem: Deus é um constructo. Raparigas giras são reais;
- o nome do respeitado médico Peter Attia a aparecer 1700 vezes,
- pagamentos ao linguista Noam Chomsky;
- ligações à realeza britânica, ao primeiro-ministro israelita, a autoridades russas, a numerosos senadores dos EUA e, claro, a presidentes dos Estados Unidos.

Nenhum sector da sociedade está imune.

Líderes de todas e cada uma das instituições que estruturam o nosso mundo — política, negócios, tecnologia, academia, bem-estar, filantropia, entretenimento, espiritualidade — surgem por toda a parte nestes ficheiros.

É repugnante e está por todo o lado. É desestabilizador.

Deixa-nos a perguntar… como? Como pôde isto acontecer? Como puderam tantas pessoas permitir que isto acontecesse? À vista de todos? Durante tanto tempo?

Os meios de comunicação tradicionais têm-se centrado em quatro respostas:

1. Riqueza
The New York Times: COMO O JPMORGAN PERMITIU OS CRIMES DE JEFFREY EPSTEIN

Real News Network: JEFFREY EPSTEIN: COMO A RIQUEZA PROTEGEU O PIOR CRIMINOSO SEXUAL DE CRIANÇAS DA AMÉRICA

Jacobin: O CAPITALISMO PERMITIU OS CRIMES DE JEFFREY EPSTEIN

2. Redes de elite
The New York Times: OS FICHEIROS EPSTEIN E O MUNDO OCULTO DE UMA ELITE SEM RESPONSABILIZAÇÃO

Vox: O CLUBE DE RAPAZES QUE PROTEGEU EPSTEIN

PBS: E-MAILS REVELAM A REDE DE EPSTEIN ENTRE RICOS E PODEROSOS, APESAR DO ESTATUTO DE AGRESSOR SEXUAL

3. Falha institucional
The Guardian: OS FICHEIROS EPSTEIN VOLTAM A CHAMAR A ATENÇÃO PARA A FALHA DAS AUTORIDADES DOS EUA EM DETÊ-LO

China Daily: O CASO EPSTEIN E A FACE FEIA DA FALHA INSTITUCIONAL

Helsinki Times: DENTRO DE UMA ELITE TRANSATLÂNTICA DEPRAVADA E DAS INSTITUIÇÕES QUE A PROTEGERAM

4. Chantagem
TIME: SECRETÁRIO DO COMÉRCIO CHAMA JEFFREY EPSTEIN “O MAIOR CHANTAGISTA DE SEMPRE”

The New York Times: “COISAS DE GANG” E “ENCONTROS ILÍCITOS”: COMO EPSTEIN PROCURAVA GANHAR ASCENDENTE SOBRE OS RICOS

BBC: O MILIARDÁRIO LES WEXNER DIZ A LEGISLADORES DOS EUA QUE FOI ENGANADO POR EPSTEIN

Surgiu em mim uma frustração profunda em relação à cobertura mediática e às discussões sobre os ficheiros Epstein. A maior parte da atenção converge em perceber quem e o que permitiu exactamente os abusos sexuais sistemáticos de Epstein — riqueza, redes de elite, falhas institucionais e chantagem. Toda a gente pergunta como é que estes homens conseguiram escapar a tantos actos de violação.

Ninguém pergunta o que levaria tantos a querer violar tanto, em primeiro lugar.

É como se os ficheiros Epstein tivessem exposto um campo inteiro tomado por ervas daninhas — quilómetros e quilómetros de infestação — e, em vez de escavar até à raiz para erradicar a semente dessas ervas, estivéssemos hiperfocados em identificar exatamente que água e fertilizante permitiram que crescessem tanto.

Estamos a agir como se as ervas daninhas/os violadores fossem simplesmente um dado adquirido.

“Bem, claro que os homens querem violar! É só que a maioria dos homens não pode violar porque há regras, mas as regras não se aplicam aos bilionários, por isso eles podem violar. O problema não é a violação, é que os bilionários conseguem escapar à violação.”

Desculpa, o quê...?

Porque é que não estamos a falar sobre por que razão tantos homens, quando lhes é dado poder, escolhem repetidamente usar esse poder para violar mulheres?

PORQUE É QUE NÃO ESTAMOS A FALAR DISSO?!

O dinheiro e as redes corruptas de elites bilionárias certamente não ficam isentos de responsabilidade. São conversas importantes a ter. Mas, embora o dinheiro possa ter permitido os abusos sexuais de Epstein, não os criou.

Uma em cada quatro mulheres já sofreu abuso sexual. Os bilionários parecem violar muito, mas não conseguem violar ASSIM tantas mulheres.

Esta semana deparei-me com a seguinte nota no Substack de Mélina Magdelénat sobre os julgamentos de Gisele Pelicot, em que 90 homens, numa pequena cidade francesa, violaram uma única mulher, e pensei: isto precisa de entrar imediatamente na discussão sobre os ficheiros Epstein.

Eis o que disse Magdelénat:

Houve uma interacção em que penso sempre que somos colectivamente confrontados com a natureza absolutamente habitual da violência masculina contra as mulheres. Foi numa conferência, há cerca de um ano, da jornalista do Le Monde, Lorraine de Foucher, que ganhou um Pulitzer pela sua cobertura da indústria pornográfica, prostituição infantil e tráfico sexual em França.

Os julgamentos de Pelicot surgiram durante a sessão de perguntas e respostas, e um homem na casa dos setenta, na primeira fila, levantou timidamente a mão. Dava para perceber que estava a formular cuidadosamente a sua pergunta e a escolher as palavras à medida que falava.

Ele disse: «Então, deixe-me ver se percebi bem. Na pequena cidade de Mazan, Dominique Pélicot encontrou facilmente mais de 90 homens dispostos a violar a sua mulher enquanto ela estava drogada e inconsciente. Centenas de outros viram as mensagens no fórum e nem um único decidiu avisar a polícia.»

Nesse momento, muitos de nós preparávamo-nos para uma negação dos factos ou alguma explicação rebuscada sobre como aqueles homens seriam excepcionais. Mas não. Ele continuou:

«Então isso quer dizer que, em todas as cidades, em todas as aldeias do nosso país, há tantos homens dispostos a violar uma mulher inconsciente?»

Lorraine de Foucher respondeu: «Sim.»

«Mas então isso significa que há milhares, dezenas de milhares, talvez centenas de milhares!» (Dava para ouvir, nesse momento, as engrenagens a rodar na cabeça dele).

«Sim», acenou ela novamente.

«Mas… isso é abominável! É uma catástrofe! É uma emergência nacional!»

«…… Sim. É.» — Mélina Magdelénat

Sim. É.

source: The Guardian

Os mais de 90 homens que violaram Gisele Pelicot não eram bilionários.

Eram enfermeiros, professores, bombeiros, pais, avôs, autarcas, trabalhadores agrícolas. Não podemos culpar o dinheiro ou redes de elite pelo que fizeram.

No entanto, podemos perguntar que “semente” foi plantada nestes homens comuns que os levaria a querer violar uma mulher quando surgiu a oportunidade. Porque é a mesma semente que terá sido plantada em Epstein. Em Bill Clinton, P. Diddy, Harvey Weinstein, Bill Cosby e em tantos outros.

Elementos diferentes podem ter facilitado diferentes violações, mas algo que todos tinham em comum era o desejo de violar. A certa altura, temos de reconhecer que o mundo não está dividido entre homens bons e homens monstruosos.

Outro aspecto frustrante no debate sobre os ficheiros Epstein é a reacção comum: “Uau! Pensava que era um bom homem, mas afinal é um monstro?!” O mundo não está dividido entre monstros e homens bons.

O mundo em que vivemos parece plantar uma semente na mente dos homens que, quando regada com poder, oportunidade ou anonimato, muitas vezes floresce em violência sexual.

Nem todas as sementes dão origem a ervas daninhas. Nem todos os homens violam. Mas todos existem no mesmo “solo fértil” que torna isso possível.

Acreditar que os violadores são monstros anormais, casos isolados, leva-nos a tratar incessantemente essas “anomalias”, em vez de ir à raiz do problema e tornar o solo menos propício a que essas “ervas” cresçam.

O que foi plantado na mente do pequeno Bill Gates que ficou latente até, um dia, ao ser regado com poder, dinheiro e impunidade, o levar alegadamente a aproximar-se de um pedófilo, a trair a mulher e a dar-lhe secretamente medicação para DST sem que ela soubesse?

source: CNBC

Se recuarmos à raiz — antes das mais de 3400 menções nos ficheiros Epstein — que semente foi plantada na mente ou no coração do pequeno Deepak Chopra que, mais tarde, ao ser regada com estatuto, dinheiro e anonimato, o levaria a convidar um pedófilo para uma viagem e a dizer “traz as tuas raparigas”? O que foi plantado nas mentes e nos corações daquele bombeiro, professor e enfermeiro em Mazan, França, que, ao saberem da oportunidade de violar uma mulher drogada, se meteram no carro e foram fazê-lo?

Qual é a raiz da erva daninha?

Comecemos pelo que não é.

Porque sei que alguém está prestes a dizer que os homens querem violar porque são naturalmente sexuais e agressivos. Não há nada a fazer, é biologia. A testosterona leva os homens a querer violar. Pronto.

Vamos tratar disso desde já.

Se a testosterona fosse a causa da violação, então os homens com níveis mais elevados de testosterona violariam mais do que os homens com níveis baixos.

Mas os cientistas mediram os níveis de testosterona e refutaram essa teoria.

A Biblioteca Nacional de Medicina concluiu que os agressores sexuais não têm níveis de testosterona mais elevados do que os não agressores.

Mulheres biológicas trans que aumentam os seus níveis de testosterona não se tornam mais abusivas nem começam a violar.

Quando os cientistas reduziram a testosterona em agressores de violência doméstica, não encontraram nisso uma solução eficaz para reduzir o comportamento abusivo.

Sabes o que se revelou eficaz na redução do comportamento de agressores de violência doméstica?

“Mudar as suas crenças profundamente enraizadas sobre o seu sentimento de direitos [sobre as mulheres].”

(Agora estamos a chegar à raiz da questão.)

Se os homens não conseguissem evitar o impulso de violar por causa da sua biologia, então as estatísticas de violação seriam constantes em todas as culturas — mas isso está longe de ser verdade.

O que explica a diferença entre culturas com taxas mais elevadas de abuso sexual e aquelas com taxas mais baixas?

A Organização Mundial da Saúde concluiu que “a violência contra as mulheres tem raízes e é perpetuada por desigualdades de género.”

A ONU também publicou um relatório que relaciona a violação com a desigualdade de género, afirmando: “À medida que a igualdade de género melhora, a prevalência de violência contra as mulheres diminui… Isto verifica-se tanto para formas físicas como sexuais de abuso. Como se observa no gráfico, os países com maior igualdade entre mulheres e homens apresentam níveis mais baixos de violência contra as mulheres.”

source: UN


Um relatório do CDC que analisou os Estados dos EUA encontrou exactamente o mesmo: “Estados com um elevado grau de desigualdade de género também apresentam estimativas mais altas de prevalência entre mulheres para violação consumada ou tentativa de violação com recurso à força física.”

Agora estamos a ir à raiz. Que outros factores é que os cientistas identificaram como estando associados à agressão sexual?
“Há evidência de que não é uma agressividade inata que torna os homens violentos, mas sim a crença internalizada de que ficam aquém dos padrões de masculinidade percebidos pela sociedade. Os psicólogos chamam a este fenómeno ‘stress de discrepância masculina’, e a investigação mostra que quanto mais intensamente um homem sofre com isto, maior a probabilidade de cometer quase todos os tipos de violência, incluindo agressão sexual, violência contra a parceira íntima e agressão com arma.” — Ruth Whippman
Ah, sim — masculinidade — essa estrela-guia que a sociedade oferece aos homens e que diz que o pior que podem fazer não é ser cruéis, mas sim comportarem-se “como uma rapariga”.

Então: sentimento de direitos sobre as mulheres, desigualdade de género e stress de discrepância masculina foram todos correlacionados com a violação.

Se ao menos tivéssemos um nome para isto…

E como se chama este sistema que perpetua a desigualdade de género, a dominação e o sentimento de direito entre os homens?

Patriarcado.

O nome desse sistema é patriarcado.

Se pudéssemos ampliar essa “semente” plantada naqueles rapazes que mais tarde se tornariam homens que violam — essa semente teria o rótulo “patriarcado”.

Um sistema onde ser “emasculado” é muito mais embaraçoso e desestabilizador do que ser imoral. As violações associadas a Epstein foram facilitadas pelo dinheiro, por redes de elite e por corrupção institucional, mas, no seu núcleo, são explicadas pelo patriarcado.

Talvez estejas a pensar: “isso é óbvio”.

Eu também acho.

E, no entanto, sabes quantas vezes a palavra “patriarcado” aparece naqueles 12 artigos mencionados acima? Aqueles em que o New York Times, a BBC, a PBS e a TIME tentam explicar os ficheiros Epstein?

Zero.

Zero vezes.

Está bem, mas “patriarcado” é uma palavra impopular. Então quantas vezes aparece “desigualdade de género”?

Também zero.

O patriarcado oferece tanto a explicação como a possível solução para os escândalos Epstein — e, ainda assim, quase nunca é mencionado nas discussões sobre o tema. Em vez disso, repetidamente, falamos de como poderíamos punir melhor a violação, em vez de como poderíamos preveni-la.

69% dos americanos disseram [num questionário] que os ficheiros mostram que as pessoas poderosas raramente são responsabilizadas. 53% disseram que os ficheiros diminuíram a sua confiança nos líderes políticos e empresariais.

Preocupações perfeitamente válidas. Mas quantos disseram que os ficheiros mostram que temos um grande problema de desigualdade de género, de sentimento de direitos sobre as mulheres masculino ou de patriarcado?

Não sei — não lhes foi perguntado. Essas questões parecem nunca ser levantadas.

(Sei, no entanto, que 22% dos homens americanos dizem acreditar que a desigualdade de género não existe realmente, e que um terço dos homens americanos acredita que o feminismo está a piorar as coisas.)

E, mais uma vez, deixe-me ser clara: a falta de responsabilização das pessoas poderosas é, sem dúvida, um problema que merece ser discutido, mas como é que o patriarcado nunca é mencionado quando falamos de prevenir epidemias massivas de abuso sexual???

ISSO É UM PROBLEMA!

Isso garante que continuemos a cortar as ervas daninhas (os factores que facilitam a violação), sem nunca atacar a raiz da própria violação (o patriarcado).

Para citar esse relatório da ONU: 
“A violência contra as mulheres é uma pandemia global: entre 15% e 76% das mulheres experienciam-na em algum momento das suas vidas. A violência contra as mulheres está profundamente enraizada na discriminação e na desigualdade entre homens e mulheres. Acabar com ela exige investimento no empoderamento das mulheres e na igualdade de género, nomeadamente na educação, na saúde e direitos reprodutivos, e no empoderamento económico e político.”
Portanto, é assim que se previne a violência contra as mulheres — mas sabes quantas vezes a igualdade educacional, financeira, política e reprodutiva das mulheres surge como solução ou explicação nos ficheiros Epstein? Explora as principais notícias e vê por ti mesma (mas tenho más notícias para ti).

Ainda assim, há quem aponte para o patriarcado.

Estou há três dias a escrever este artigo e, esta tarde, decidi espreitar o Substack para ver o que as pessoas estão a escrever sobre os ficheiros Epstein.

E, para minha surpresa, percebi rapidamente que não sou a única pessoa a perguntar: “porque raio não estamos a falar de patriarcado quando falamos de Epstein?”

Até tive de me rir por achar que tinha tido uma observação original ao ler as notícias — porque afinal muitas outras mulheres repararam exactamente na mesma omissão e escreveram sobre isso:

Jude Doyle escreveu um artigo intitulado: “Sabes que podes simplesmente dizer ‘patriarcado’: estas análises do caso Epstein estão… a falhar algo.”

Linda Caroll escreveu: “Toda a gente quer saber que pessoas foram tão desprezíveis ao ponto de violar meninas. Tantas meninas. Mais de 1200… Queres saber quem são os homens que abusaram de crianças? Olha à tua volta.”

Liz Plank escreveu: “o que está a ter tanto impacto é perceber que não estávamos de todo a exagerar os danos do patriarcado — na verdade, estávamos a subestimá-los…

Kara Post-Kennedy, no The Good Men Project, escreveu: 
“Um dos grandes problemas que enfrentamos como sociedade neste momento é a forma como os ficheiros Epstein estão a ser tratados (ou ignorados). Não é apenas o facto de não estarmos a investigar e a processar activamente os homens envolvidos neste empreendimento criminoso, abominável e abusivo. É o enquadramento deste comportamento como algo ‘outro’. Como o comportamento marginal de alguns ricos mimados que já não tinham outras formas de se entreter. Não algo com que as pessoas comuns tenham de se preocupar.”
Jo-Ann Finkelstein, PhD, escreveu: “Epstein é a conclusão lógica do patriarcado. Fazemo-nos um mau serviço quando o classificamos, e aos seus semelhantes, como monstros ou como uma falha bizarra da decadência das elites.

Kristen Shelt escreveu: 
“Dizer ‘todos os homens’ não significa que todos os homens violem ou agridam mulheres; significa que todos os homens são criados dentro do mesmo sistema que ensina o sentimento masculino de direitos sobre as mulheres… E esse condicionamento existe, quer seja ou não posto em prática… Todos os homens criados no patriarcado recebem o mesmo ‘sistema operativo’ básico.”
Lane Anderson, do Matriarchy Report, escreveu: “os ficheiros Epstein levantam o véu sobre as estruturas de poder patriarcais americanas. Durante 249 anos, celebrámos uma nação que deixou mulheres e raparigas fora da definição de humanidade, apagando-as. O que estamos a viver agora é a conclusão lógica desse legado.

Tracy Clark-Flory e Amanda Montei dizem: “Os ficheiros dizem-nos aquilo que já sabemos: a conspiração do patriarcado. A violência sexual não é apenas um problema da elite global.”

As mulheres no Substack estão a ligar o patriarcado aos ficheiros Epstein. Infelizmente, as mulheres do Substack raramente são convidadas a participar nas conversas globais.

Académicos e especialistas em riqueza e corrupção são citados nos artigos dos grandes meios de comunicação referidos acima. São regularmente consultados para explicar este fenómeno de como os bilionários escapam com as violações.

Já as académicas e especialistas em patriarcado? Bem, muitas vezes são descartados como “histéricas” ou as suas ideias relegadas para textos de opinião lidos quase exclusivamente por outras mulheres.

Porque é que os homens violam parece ser um tema de nicho, reservado às mulheres.

Já a questão de saber porque é que os homens são ou não apanhados a violar — isso sim, é de interesse universal. Chamem os especialistas.

A excelente citação de Jonah Mix sobre pornografia vem-me aqui à mente:
“Não estou interessado num mundo em que os homens querem realmente ver pornografia, mas resistem por vergonha. Estou interessado num mundo em que os homens são criados desde o nascimento com uma compreensão tão inabalável das mulheres como seres humanos vivos que são incapazes de se excitar com a sua exploração.” — Jonah Mix
Sim! Exatamente!

Não estou interessada num mundo em que os homens querem violar, mas não o fazem porque não são extremamente ricos e poderosos.

Não estou interessada num mundo em que a única coisa que impede os homens de violar é não terem uma elite que encubra os seus segredos.

Estou interessada num mundo em que OS HOMENS NÃO QUEREM VIOLAR, ponto final!

Estou interessada num mundo em que os homens não se excitam com a exploração das mulheres.

Estou interessada num mundo em que o sentido de valor de um homem não tem absolutamente nada a ver com dominação.

Mas se continuarmos apenas a falar de tudo o que torna a violação mais fácil (dinheiro, poder, redes de elite, anonimato) e nunca falarmos das coisas que realmente alimentam o desejo de violar em primeiro lugar (sentimento de direitos sobre as mulheres, dominação, patriarcado), então vamos continuar nesta busca insana e interminável de cortar ervas daninhas, sem nunca arrancar a raiz.

https://celestemdavis.substack.com/p/epstein-files-patriarchy



As coisas na Rússia estarão muito pior do que parecem?

 

Para que já se peça publicamente a cabeça de Putin e seus capangas com aplausos e sem medo de cair de uma janela... de qualquer modo ele não percebe que faz parte do problema, pois só a questão económica o fez falar. Que a Rússia ande a matar ucranianos, a raptar crianças e a destruir um país não lhe causou nenhuma febre.


Para quem estiver interessado sobre o que esconde a operação de pedofilia e chantagem de Epstein



Esta é uma investigação exaustiva e muito bem urdida com base em documentos e factos públicos, apesar da autora não ter provas tangíveis do que diz. O que lemos ultrapassa a mais vívida imaginação. Acontece que os textos são muito grandes e não tenho pachorra para traduzi-los. Mas ficam aqui os links.

Jeffrey Epstein's New Mexico Ranch Sought Private Military-Grade Communications Network — With Help From a Neighbor
Federal documents, FCC records, and property filings reveal an unusual technical relationship between Zorro Ranch and the adjacent San Cristobal Ranch…
APR 7 • ALISA VALDES-RODRIGUEZ


The Huge San Cristobal Ranch Shared 2 Miles of Fence Line with Epstein's Zorro Ranch. He Had Their Modem Number. He Asked Them to Share…
APR 7 • ALISA VALDES-RODRIGUEZ



Por falar em cultura e a propósito das leituras escolares obrigatórias

 


Não vejo razão para tirar Saramago do programa. Quer dizer, é o único Prémio Nobel da nossa cultura. Talvez muitos preferíssemos outro nome com esse título -a mim ele perde-me com aquela maneira feia de escrever- mas é ele que o tem e algumas das suas obras são importantes, fazem pensar. 

Nós temos alguns grandes escritores de prosa mas acima de tudo somos um país de poetas e a mim parece-me que faltam poetas na educação escolar. 

O que quero dizer é que o programa podia organizar-se em torno de grandes textos da língua/cultura portuguesa. Isto para dizer que faz sentido dar alguns autores mais extensamente, com a leitura de uma obra na totalidade, mas outros podem ser abordados de outra maneira: escolher contos ou crónicas ou poemas sem ter que dar a obra toda ou um livro inteiro do autor.

Os poemas podem começar a entrar na educação logo na escola primária. Todos nós que estudámos antes do 25 de Abril tomámos contacto com a poesia ainda na escola primária, com poemas e quadrinhas adequadas à idade - a escola primária era obrigatória, não era uma educação de elite e todos apendíamos esses mesmos poemas de cor - e é por isso que as pessoas de uma certa idade, independentemente da sua condição social, sabiam poemas de cor e sabiam ler os poetas.

Há autores que têm que estudar-se lendo uma obra ou partes extensas de obras, como Camões ou Eça, Pessoa ou Saramago e mais alguns que marcaram épocas, mas os outros escritores podem aparecer ao longo de todo o percurso escolar em forma de textos e poemas que marcaram a nossa cultura sem ter que ler-se uma obra inteira deles. Os alunos são muito sensíveis a certos temas de certas poesias na adolescência. Só não o sabem porque não contactam com elas. Quer dizer, contactam muito pouco. Lêem uma coisinha aqui e outra ali. Temos tantos poetas, mas tantos...

Para além dos autores obrigatórios, há outros que têm textos que para mim são incontornáveis, não apenas na escrita mas também na vivência da nossa cultura, como por exemplo, assim de repente e sem nenhuma ordem, José Régio, Florbela Espanca, Miguel Torga, Sophia, Aquilino, Lídia Jorge, Ruy Belo, Lobo Antunes, Vergílio Ferreira, Agustina, David Mourão Ferreira, Alexandre O’neill, Herberto Helder e outros que não me vêm agora à cabeça.

Quando fiz exame no ano propedêutico -agora 12º ano- as obras obrigatórias de Português a exame eram 14. Talvez fosse demais, mas a questão é que dava-se muita literatura ao longo dos anos de escola e começava-se logo na 1ª classe de maneira que ninguém a estranhava mais tarde. Habituávamo-nos à complexidade da língua, ao pensamento profundo, à reflexão sobre a nossa cultura e os seus vultos.

É na literatura que aprendemos a língua e a cultura do nosso povo, não é na TV, nos Big Brothers, ou nos programas da Cristina. Não me parece que as pessoas agora nasçam menos capazes, de tal modo que só se lhes possa dar papinhas nestum: um textinho aqui, outro ali, pequeninhinhos, para não ficarem traumatizados... um exame só com espacinhos para preencher com palavras que estão ao lado e é só escolher ou para pôr cruzinhas e no fim um textozinho com palavrinhas simples. Nenhum esforço, nenhum pensamento. Uma educação miserabilista. 

Os alunos de hoje gabam-se de nunca ter lido um livro e não são capazes de dizer umas quadrinhas ou um pequeno poema, referir um texto de autores portugueses. Não conhecem nada, não têm palavras... são como as pessoas com Alzheimer quando já não conseguem exprimir-se ou pensar porque já perderam as palavras, mas ao contrário: nunca as tiveram.

A quem é que isto beneficia? Ao país não certamente, nem aos portugueses do futuro.

Portanto, não vejo razão para diminuir o número de textos e penso que deviam aumentá-los logo desde o 1º ano.

Citações deste dia

 









A vitória de Péter Magyar é mais vitoriosa do que parece


Péter Magyar esteve um ano e meio sem aparecer na TV pública húngara, tempo esse em que Orban fez uma campanha suja para destruir a sua imagem, a sua pessoa e as suas possibilidades de ganhar. Orban estava convencido de que não podia perder: o adversário sem tempo de antena, a TV pública manipulada contra ele, a intervenção do Presidente e Vice-Presidente americanos... o que que é que podia correr mal? A resposta: Putin. Os húngaros não querem Putin a mandar na Hungria.

De maneira que a vitória dele com uma enorme maioria de votos tem um peso extraordinário porque a luta não foi justa, muito pelo contrário. Seria conveniente que a oposição nos EUA retirasse daqui lições porque Trump, de certeza que está a tirá-las e e congeminar maneiras de não ser afastado como Orban.

Penso que Péter Magyar não teria esta votação se fosso o típico político de esquerda ocidental: desprezo pela democracia da cultura ocidental, apologia da imigração em massa, legitimação do islamismo, censura e cancelamento das vozes contrárias e da literatura e história ocidental, legitimação da destruição da ciência e sua substituição pelo subjetivismo radical da ideologia dos homens biológicos trans e da sua obsessão em destruir as mulheres. 

Para além das questões da economia, penso que muito votos de Trump foram votos negativos: foram votos para evitar a imposição da ideologia dos homens biológicos trans, a medicina de mutilar crianças e adolescentes, a ideologia de retirar os filhos aos pais que não aceitem esta ideologia e que lutem para que as suas filhas crianças e adolescentes não tenham que partilhar casas de banho e balneários com adultos violadores vestidos de mulher. Foram votos contra a ideia de que a imigração em massa de culturas que não se integram e lutam pela destruição do Ocidente e a imposição de teocracias.

Sim, as pessoas sabiam que Trump foi condenado por violação e que é um predador, mas pelo menos não anuncia que as mulheres não existem e que doravante são homens biológicos trans que dizem às mulheres se são, ou não, mulheres; não manda os homens invadir os seus espaços e acabar com elas no desporto. Não diz que as mulheres devem pagar o preço da importação de islamitas incivilizados.

Em suma: a oposição da esquerda devia rever a sua ordem de prioridades porque visto do lado do povo não acéfalo, só falam em pronomes, em homens biológicos terem o direito de tirar direitos às mulheres, em glorificar as culturas islamitas como estando muito acima da cultura europeia, em acabar com autores clássicos europeus - que, no entanto, foram quem levou a Europa a acabar com a escravatura em grande parte do mundo.

Precisamos de pessoas governantes não radicais. Pessoas que não sejam fanáticos dogmáticos, seja a sua religião a da crença em um Deus ou a religião da crença em ideologias que contrariam todas as evidências científicas e as de bom senso.

A oposição dos EUA devia estar a tirar lições do que se passou na Hungria, antes que seja tarde demais.


Cientistas de topo andam a desaparecer misteriosamente nos EUA




Série de cientistas desaparecidos ou mortos é «demasiado coincidente» para não ser motivo de grande preocupação, afirma congressista — à medida que surge o 11.º caso misterioso

Um famoso físico teórico, autor de best-sellers e professor de física está alarmado com a tendência documentada de cientistas de alto nível que desapareceram ou morreram de forma misteriosa nos últimos anos

«Se um cientista desaparece, é motivo de alguma preocupação. Mas se 10 cientistas morrem ou desaparecem de repente, todos com autorização de segurança de alto nível e acesso a investigação sensível, isso é motivo de preocupação nacional», disse o Dr. Michio Kaku à Fox News Digital.

«Isto é inédito», afirmou. «Isto nunca aconteceu antes. O próximo passo é determinar se existe um único fio condutor comum nas suas investigações que os ligue a um aspeto específico da segurança nacional.»

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O jornal «The Mail» citou as preocupações expressas por Chris Swecker, antigo funcionário do FBI que se tornou comentador frequente da Fox News, o qual especulou que «várias potências estrangeiras» poderiam estar a «raptar, chantagear, torturar e até mesmo matar» cientistas e outros funcionários, no âmbito de um complot para obter acesso a informações de segurança nacional dos Estados Unidos.

No início deste mês, o Daily Mail publicou uma notícia sugerindo que poderia haver uma ligação entre o desaparecimento de McCasland e o desaparecimento, em junho passado, de Monica Reza, uma cientista da NASA de 60 anos, além de outros oito casos.

Reza, que foi vista pela última vez em junho de 2025, tinha trabalhado no Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA em projetos metalúrgicos avançados com utilidade em aplicações aeroespaciais. Desapareceu durante uma caminhada na Califórnia com amigos. O Mail citou as preocupações expressas pelo ex-funcionário do FBI e actual comentador frequente da Fox News, Chris Swecker, que especulou que «várias potências estrangeiras» poderiam estar a «raptar, chantagear, torturar e até mesmo matar» cientistas e outros funcionários como parte de um complot para obter acesso a informações de segurança nacional americanas.

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WASHINGTON — As mortes ou desaparecimentos de 11 cientistas e investigadores de renome dos EUA constituem uma questão de importância nacional urgente, insistiu na sexta-feira um membro da Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes.

O deputado Eric Burlison (R-Mo.) afirmou que o seu gabinete já estava a investigar alguns dos desaparecimentos «demasiado coincidentes» um ano antes de o presidente Trump ter dito aos jornalistas, na quinta-feira, que tinha ordenado uma investigação.

O legislador argumentou que o destino dos cientistas está quase «certamente» ligado ao acesso que alguns tinham a informações classificadas sobre o sector aeroespacial, a defesa e os OVNIs — e pode envolver agentes mal-intencionados da China, da Rússia ou do Irão.

«Isto é demasiado coincidente e, por isso, temos de investigar isto. Precisamos que os melhores investigadores do nosso país, o FBI e todas as agências, analisem este assunto.»

Alguns dos cientistas, observou Burlison, “literalmente desapareceram” sem deixar rasto — incluindo o Major-General da Força Aérea William “Neil” McCasland, que desapareceu em Fevereiro.

Os investigadores afirmaram que McCasland tinha sofrido de “confusão mental” antes de desaparecer da sua casa em Albuquerque, no Novo México.

O general reformado ocupara cargos de topo na área da investigação espacial e aquisições, tendo o seu nome chegado a aparecer na divulgação pelo WikiLeaks dos e-mails de John Podesta, presidente da campanha de Hillary Clinton, com o ex-vocalista dos Blink-182, Tom DeLonge, a afirmar ter conversado com ele sobre UAPs.

Em muitos casos, continuou o congressista, estes cientistas «sentiram algum tipo de ameaça» e «deixaram todos os seus dispositivos em casa» antes de desaparecerem sem deixar rasto.

«Isto não é normal», disse Burlison na Fox. «Estes são alguns dos cientistas e investigadores mais avançados do nosso país, algumas das pessoas mais importantes para os esforços de segurança nacional. E todos eles desapareceram misteriosamente.»

O apelo de Burlison a um «apoio bipartidário» para uma investigação federal sobre os casos preocupantes surge depois de a morte misteriosa de outro cientista ter sido alvo de escrutínio na quinta-feira, informou a NewsNation.

Amy Eskridge, de 34 anos, que estava envolvida em investigação exaustiva sobre tecnologia anti-gravitacional, OVNIs e vida extraterrestre, morreu de um ferimento de bala auto-infligido na cabeça na sua casa em Huntsville, Alabama, em 2022, de acordo com o Daily Mail.

A sua morte foi considerada suicídio e não foram divulgadas informações públicas.

Antes da sua morte, Eskridge tinha lançado uma empresa de investigação, «The Institute for Exotic Science», com o objetivo de criar uma «figura pública para divulgar a tecnologia anti-gravitacional».

Ela afirmou que tinha fundado a empresa porque «se nos arriscarmos na vida privada… eles vão enterrar-nos, vão incendiar a nossa casa enquanto dormimos na nossa cama e isso nem sequer vai chegar às notícias».

Eskridge revelou numa entrevista de 2020 que tinha planos para divulgar informações sobre OVNIs e extraterrestres ao público — e que, por isso, estava a receber ameaças.

«Tenho de divulgar isto em breve, meu. Tenho de publicar em breve porque isto está a escalar. Está a ficar cada vez mais agressivo», disse ela.

«Isto já se arrasta há uns quatro ou cinco anos e, nos últimos 12 meses, tem vindo a escalar, ficando mais agressivo, com invasões mais intensas, como vasculhar a minha gaveta da roupa interior e ameaças de carácter sexual.»

Eskridge associou-se ao oficial de inteligência britânico aposentado Franc Milburn para investigar o alegado assédio, de acordo com o Daily Mail.

Milburn, que apresentou as suas conclusões ao Congresso em 2023, concluiu que Eskridge não se suicidou e que, a certa altura, foi atacada por uma «arma de energia direcionada» que queimou o seu corpo com micro-ondas.

Os outros cientistas desaparecidos ou mortos incluem:

* Melissa Casias, que tinha uma autorização de segurança no Laboratório Nacional de Los Alamos e desapareceu em Junho passado.

* Anthony Chavez, um trabalhador aposentado do Laboratório Nacional de Los Alamos que desapareceu em Maio passado.

* Jason Thomas, que liderava a equipa de biologia química da Novartis e foi encontrado morto em Março passado.

* O engenheiro do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, Frank Maiwald, que morreu em 2024.

* O famoso físico do MIT Nuno Loureiro, morto a tiro em Dezembro passado.

* Carl Grillmair, investigador de exoplanetas, assassinado em Fevereiro.

* Steven Garcia, que trabalhava na área de segurança de um fabricante de componentes não nucleares para armas nucleares de fabrico americano e desapareceu em Agosto do ano passado.

* A engenheira aeroespacial Monica Jacinto Reza, que desapareceu em Junho passado.

Embora tenham surgido online várias teorias sobre os investigadores e o seu destino, as autoridades não identificaram qualquer ligação entre essas mortes e desaparecimentos.

Trump anunciou na quinta-feira que a sua administração iria fornecer respostas ao público nos próximos dias.

«Não será poupado qualquer esforço nesta investigação, e a Casa Branca fornecerá atualizações assim que as tivermos.»

Um porta-voz da Administração Nacional de Segurança Nuclear (NNSA) disse ao Post que «está ciente dos relatos relacionados com funcionários dos nossos laboratórios, centrais e instalações e está a investigar o assunto».

https://nypost.com/2026/04/17/us-news/string-of-missing-of-dead-scientists-too-coincidental-congressman-says-as-a-11th-researcher-revealed/