Uma fotografia com as campeãs do ténis feminino. Hã...? Onde estão elas...? Já vi! Foram escondidas atrás dos homens que não são capazes de ver uma mulher à frente deles.
Uma fotografia com as campeãs do ténis feminino. Hã...? Onde estão elas...? Já vi! Foram escondidas atrás dos homens que não são capazes de ver uma mulher à frente deles.
Num ano avisa que os exames vão ser sempre iguais de ano para ano - que melhor maneira de facilitar a fraude? Noutro ano avisa que a digitalização e tratamento dos dados das provas vão ser escondidas e não ter controlo democrático, mas que não faz mal porque "assegura" que tudo será limpo e puro. Opá, andamos nós preocupados com os processos de controlo público da democracia para evitar abusos de poder e afinal bastava os responsáveis dizerem, "fiquem descansados que asseguramos que tudo será democrático." Aqui há um par de anos, na França, mandou-se o operador do sistema programar a subida de um valor na nota de todos os alunos a exame para subir a média nacional. Mandaram adulterar as classificações que os professores correctores atribuíram aos alunos. Acho que lá também asseguravam que era tudo muito bem feito. Foi um escândalo. Quando tudo for digital, incluindo a cabeça dos alunos, tudo será manipulável ao gosto dos políticos e lobbies da sua preferência.
No âmbito da digitalização das folhas de resposta dos alunos, para efeitos de classificação electrónica, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação assegura o cumprimento de todas as condições de segurança, confidencialidade e integridade aplicáveis", informou. "Por essa razão, não será divulgada informação adicional sobre os respectivos procedimentos administrativos e operacionais, uma vez que a sua publicitação poderá comprometer a segurança das provas, interferir com o processo de digitalização e, consequentemente, prejudicar a avaliação externa e os alunos", acrescentou.
- Público https:professores preocupados com digitalizacao de provas nacionais sem transparencia
Kaja Kallas
O impasse chegou ao fim. A UE acaba de abrir caminho para o empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia e para o 20.º pacote de sanções.
A economia de guerra da Rússia está sob pressão crescente, enquanto a Ucrânia recebe um grande impulso.
Forneceremos à Ucrânia o que ela precisa para se manter firme, até que Putin compreenda que a sua guerra não leva a lado nenhum.
A geração dos alunos que não podiam fazer um cálculo ou um ditado porque traumatiza...
Dois mitos interligados, sendo o segundo uma consequência do primeiro.
Mito nº 1 - Cada criança/adolescente aprende à sua maneira e o professor tem de ensinar de maneira diferenciada de acordo com as diferenças de cada um.
Mito nº 2 - O professor tem de fazer o currículo ir ao encontro do aluno.
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Mito nº 1
As pessoas não aprendem, cada um à sua maneira. Somos seres biológicos com as mesmas estruturas cerebrais (cortex visual, pré-frontal, somatossensorial, etc.) que funcionam mais ou menos da mesma maneira, com os mesmos padrões e que progridem mais ou menos do mesmo modo.
O que torna a aprendizagem diferente é a experiência de vida e o lugar em que cada um está no desenvolvimento. Há crianças e adolescentes mais maduros e desenvolvidos e outros mais lentos. Por exemplo, a criança na 3ª classe já está plenamente no estádio das operações concretas ou está a entrar nele? Aos 14 anos já consegue mover-se com alguma facilidade no pensamento abstracto?
Da minha experiência, é comum alunos entrarem no 10º ano muito novos, com 14 anos, ainda sem essa capacidade de entreterem hipóteses abstractas na sua mente, enquanto outros na mesma turma, já plenamente nos 15 anos a caminho dos 16, já o fazem com muito à-vontade (penso que só em casos excepcionais de crianças muito precoces se deve deixar entrar alunos muito cedo para a 1ª classe). Depois, acontece os alunos não terem tido professor e estarem atrasados nos conhecimentos (hoje-em-dia são raros os que não passaram por isso) ou terem entrado na turma a meio do ano ou os pais marcarem férias para a semana dos exames e os filhos faltarem (sim, acontece com alguma frequência).
Portanto, os alunos têm duas ou três maneiras de aprender: uns são mais extrovertidos e precisam de mais interacção, outros mais introvertidos e precisam de mais tempo de processamento interno, uns (poucos) são mais analíticos, outros (a maioria) são mais descritivos e precisam de muitas aplicações práticas, uns são mais metódicos, outros são desorganizados.
Agora, todos aprendem melhor se houver silêncio e concentração na sala de aula, se o professor explica exemplificando e aplicando, se o professor enraizar as aprendizagens numa contextualização, com exemplos e aplicações práticas, se os conteúdos vão sendo regurgitados e introduzidos nos novos temas, etc.
A narrativa dos pseudo-pedagogos e dos governos de que cada aluno é totalmente diferente e aprende de modo totalmente diferente e que os professores dentro da sala de aula devem ensinar cada aluno de maneira diferente, embora todos ao mesmo tempo, não só é falsa como absurda, da ordem do pensamento mágico.
Imagine-se um professor a ensinar uma turma ao mesmo tempo que não ensina a turma mas cada aluno individualmente; ao mesmo tempo ser muito concreto e muito abstracto; ao mesmo tempo ser interactivo e pouco interactivo; ao mesmo tempo ser sintético e analítico. Um professor ensinar uma turma de 30 alunos ao mesmo tempo mas não ensinar uma turma de 30 alunos ao mesmo tempo e em vez disso ensinar 30 alunos individualmente, como um explicador; um professor que prepara 30 planos de aula diferentes para cada aula, um para cada aluno.
Os (i)responsáveis dizem cada barbaridade...
O que fazem os professores é ir ajustando o ensino de maneira a homogeneizar mais ou menos a turma, tendo o cuidado de ter alimento preparado para os que estão muito avançados, para que não atrofiem as suas potencialidades. Quanto aos que estão muito atrasados, se for uma questão de desenvolvimento cognitivo, psicossocial, a única coisa a fazer é ir insistindo até que dêem o salto, mas se for o caso de terem grandes falhas nos conhecimentos por falta de professor ou por nunca terem estudado (as situações cada vez mais vulgares), não é possível o professor colmatar isso na aula. Não é possível o professor no 10º ano parar as aulas para explicar a esses alunos o que é a regra de três simples ou ensiná-los a escrever. Para isso tem de haver uma margem de professores que tenha horas no seu horário, para dar explicações a esses alunos, individualmente ou em pequenos grupos idênticos. No passado havia sempre professores efectivos nas escolas que tinham horários com algumas horas dedicadas a esse trabalho. Agora não há professores para as aulas com as turmas, quanto mais para dar apoios/explicações.
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Mito nº 2 - O professor tem de fazer o currículo ir ao encontro do aluno.
Sala de aula: o lugar que o professor arruma e o mundo desarruma. ~Lúcia Vaz Pedro in .jn.pt/opiniao
Toma lá um ecrã e vai aprender a não saber fazer coisa alguma e depois queixa-te o tempo todo de não saberes fazer nada.
Nomeadamente o mito de que ser professor é uma vocação interna, um 'chamamento'. Ser professor é uma profissão que requer certas capacidades, muitas das quais se desenvolvem com a experiência. Há muitas razões para se seguir essa carreira e acontece muito que quem foi parar à profissão sem nenhuma vocação interna as desenvolva e aqueles que desde sempre quiseram ser professor e amam a ideia da profissão não tenham nenhum jeito para ela. Calculo que isto deva ser verdade em relação à maioria, se não todas, as profissões. O que importa quando se discute a profissão de professor, não é quem sempre teve esse 'chamamento' interno mas que condições existem para o trabalho de ensinar crianças e adolescentes hoje e, se essas condições são suficientes ou se estão abaixo do suficiente. Estão abaixo e por isso são muito poucos os que querem a profissão. Se a questão importante fosse o 'chamamento' interior, porque é que no passado não muito longínquo havia excesso de candidatos, na ordem das dezenas de milhar e de repente desapareceram todos? Começaram a nascer pessoas sem chamamento interno para a profissão? Não. Havia muitos candidatos porque a profissão, sendo difícil, tinha atractivos que chamavam as pessoas para dentro de si. O chamamento não é interior, é exterior e traduz-se em condições de trabalho e salários adequados. Dizer que tudo se reduz ao 'chamamento' interno do professor é uma maneira dos governos poderem varrer para debaixo do tapete todos os problemas sistémicos da profissão e não terem de resolver coisa alguma.
As crianças fazem outsourcing do pensamento, do esforço, da relação social e não se desenvolvem cognitiva e socialmente. As evidências de prejuízo são muitas.
Uma escola preparada para crianças com necessidades especiais é o ideal mas custa caro. Talvez algumas crianças dessas possam estar preparadas para estar numa turma regular, tendo um acompanhante especializado em permanência que trabalhe com elas -cegos (amblíopes), com algum tipo de paralisia, etc.- mas a maioria, sobretudo se os seus problemas são mais profundos, postos em turmas regulares, não conseguem integrar-se e são um prejuízo para todos, porque a integração não é uma questão de vontade ou boa vontade, é uma questão de desadequação das suas capacidades aos padrões curriculares. O que é bom e tem qualidade custa dinheiro e isso também se aplica à educação, nomeadamente à educação de crianças com necessidades especiais.
As Big Tech têm uma mão oculta na investigação, o que quer dizer que pagam a investigadores para inclinarem a investigação a seu favor. É preciso pensa nas tecnologias de IA como drogas farmacêuticas e ter muito cuidado com a sua introdução em crianças e adolescentes.
E choca ver que, nem a ONU, nem a UE, nem o Papa, são capazes de dizer uma palavra em relação aos horrores bárbaros que as raparigas e mulheres passam no Irão.
Michael Weiss
«A Ucrânia tornou-se um adversário formidável da Rússia e continuará a sê-lo. Está também a tornar-se um garante da segurança da Europa e, à medida que esta consciência for crescendo, a Europa tornar-se-á mais forte.»
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A Ucrânia partiu de uma posição de fraqueza face à Rússia e às grande potências e mostrou a força. Ninguém hoje tem dúvidas acerca da formidabilidade da Ucrânia e da sua tenacidade. São um muro em que a Rússia marra, marra mas não derruba - e perde marradores às centenas de milhar.
Já os EUA partiram de uma posição de maior força e só têm revelado a sua fraqueza nesta guerra a na ligação com Putin. E estão cada vez mais sozinhos porque usam a força, não contra os inimigos, mas contra os seus (já não tanto) amigos..
Obama e o mayor de N.Y fazem-se filmar a brincar com crianças para ficarem muito populares. Os miúdos devem ter uns 5 anos. Uma das raparigas já está amortalhada no pano do ódio às mulheres dos islamitas. Que o mayor de N.Y. vá legitimar a opressão de criancinhas raparigas com hijabs, é uma desgraça mas percebe-se porque ele é um fanático islamita apoiante da sharia, mas Obama? Ir ali nestas condições é igual a dizer: eu respeito e aceito a sharia. Só que a sharia é, em primeiro lugar, a opressão e morte social das raparigas e mulheres. Que desilusão. Ele não sabe que no Irão as raparigas são violadas e mortas a lutar contra essa opressão? Sabe mas não quer saber. Ele quer é ser popular e ser contra Trump. Mais uma desgraça de homem que apregoa a igualdade mas age pela dlegitima a opressão das raparigas.
Spent Saturday with President Obama and New York's Cutest — turns out my first name is Mayor and I need to be doing more squats.
— Mayor Zohran Kwame Mamdani (@NYCMayor) April 21, 2026
Here’s to building a City where families can thrive and every classroom is full of this much joy. pic.twitter.com/f9VeoVc0YI