September 14, 2026

Há um problema de gestão de sala de aula?

 

Não. Há um problema de educação parental laxista que nunca diz não aos filhos, há um problema de desregulação de comportamento por ausência de limites, há um problema de educação pelos telemóveis, redes sociais, violência e pornografia, há um problema de doenças mentais (ansiedade, bulimia, depressão) e uma exigência de que sejam os professores a gerir e corrigir todos estes problemas em 90 minutos de aula, 2 vezes por semana com 30 alunos dentro da sala, com o «desapoio» do ministério da educação. Loucura, não? Sim, completamente. 


O que pode ser feito para regular estes comportamentos que são cada vez mais comuns? Regras de comportamento inegociáveis e consistência no cumprimento das regras por parte de toda a comunidade escolar.

De vez em quando temos turmas de comportamento péssimo, do género delinquentes sinalizados na polícia, ladrões, fraudulentos e etc. Claro que entre esses alunos há ali gente que vem de famílias problemáticas, com violência, completamente desreguladas, etc. Como não foram logo ajudados logo desde a entrada na escola primária (imensas vezes os pais não deixam que se ajude os filhos) vão alargando e refinando o seu mau comportamento e quando chegam ao 10º ano, já com idade e força física, são muito difíceis de controlar e intimidam os colegas e por vezes, os professores. Alguns são violentos e habituados a essa táctica. A única maneira de os re-educar é com regras de comportamento inegociáveis e consistência no cumprimento das regras por parte de toda a comunidade escolar.


'Yes, minister' não existira nos dias de hoje. Seria considerado racista

 


🎯

 

O indivíduo à esquerda é um esquerdista progressista defensor da liberdade e dos direitos humanos, mas defende o islamismo que é o oposto de tudo o que diz defender e que tem todas as características que o indivíduo da direita expõe.

September 13, 2026

Quanto mais ele pedir mais bombas lá hão-de cair

 

Que descaramento, pedir tal coisa!


Metamorfose clorada


Vikki Day
Arte Botânica

Esta é uma aguarela que fiz de uma buganvília vermelha que encontrei a flutuar numa piscina em Palm Springs. O cloro da água criou estas cores fantásticas!



Well, well, well

 

A sofisticação da propaganda política atual é impressionante

 

Este é um vídeo da IA de propaganda a Bukele, presidente de El Salvador. Muito bem feito! Desde a imagem à música, ao salero da cantora e à canção. A sofisticação da propaganda política atual é impressionante. Olé!

«Caro Senhor Presidente! Caro Donald!



Ad van der Flier 🇳🇱🇲🇰🇪🇺🌍👨🏻‍🦳

@Adush_25

O conhecido realizador e escritor de cinema soviético e russo EDUARD TOPOL (Edmond Topelberg) escreveu uma carta aberta ao Presidente dos EUA, Donald Trump.


«Caro Senhor Presidente!

Caro Donald!

Como autor de cinquenta livros e de uma dúzia de filmes sobre a Rússia, considero-me no direito de o informar, antes do seu encontro com Putin.

Deve saber que ele não consegue pôr fim à guerra na Ucrânia, mesmo que lhe ofereça a sua villa de Mar-a-Lago, em Palm Beach, a Trump Tower, em Nova Iorque, e uma dúzia dos seus campos de golfe.

E não porque não queira fazer uma pausa na guerra, mas porque não consegue.

Porque conhece a história russa, não através de um manual de Medinsky, mas da história real:

O regresso das tropas russas da Europa para a Rússia, depois da vitória sobre Napoleão, conduziu à revolta anticzarista dos Dezembristas, em 1825.

A derrota da Rússia na Guerra Russo-Japonesa conduziu à revolução de 1905.

A fuga de um milhão de soldados russos da frente russo-alemã durante a Primeira Guerra Mundial conduziu à abdicação do imperador Nicolau II e à Revolução de Fevereiro de 1917.

A paz assinada por Lenine com a Alemanha permitiu aos bolcheviques fuzilar toda a família imperial.

Com o regresso das tropas soviéticas do Afeganistão, em Fevereiro de 1989, começou o colapso da URSS.

Sabendo isto, Putin não pode pôr fim à guerra na Ucrânia e mandar as suas tropas regressar a casa.

Só a possibilidade de deixar praticamente todo o seu exército na Europa como tropas de ocupação, em maio de 1945, permitiu a Estaline evitar um golpe no pós-guerra.

É por isso que Putin sonha em ocupar a Ucrânia, bem como os Estados Bálticos, a Finlândia, a Polónia, etc., para manter o seu exército afastado de Moscovo.

Ele lembra-se de como 525 mil soldados que regressaram do Afeganistão em 1989 se transformaram em bandidos — os chamados «afegãos» — aterrorizando toda a população da URSS.

E sabe o que acontecerá se um milhão e meio de soldados capazes de matar, roubar e violar profissionalmente regressarem da frente ucraniana.

A guerra contra a Ucrânia permitiu a Putin livrar-se de dois milhões dos seus opositores mais activos, que obrigou a fugir da Rússia, enquanto os restantes jovens russos foram enviados para a frente ou recrutados para os serviços repressivos.

Hoje, qualquer guerra — com a Ucrânia, com os Estados Bálticos, com a NATO — e com qualquer outro país — é a melhor maneira de obrigar a Rússia a submeter-se a Putin e à sua junta.

Infelizmente, nenhum dos seus conselheiros lhe explicará isto antes do encontro com Putin, mas pode verificar os meus argumentos junto de Jack Matlock e Michael McFaul.

Não quero que Putin, um gangster, ladrão e assassino de milhões de pessoas, continue descaradamente a enganá-lo, a mentir-lhe e a ludibriar o meu Presidente.

Naturalmente, não sou especialista militar nem cientista político, mas sou um escritor com boa memória.

Lembro-me de como Ronald Reagan, Margaret Thatcher e o Papa João Paulo II conseguiram fazer baixar o preço do petróleo para 9 dólares por barril, forneceram aos afegãos mísseis Stinger e, desse modo, travaram a conquista do Afeganistão por Moscovo e destruíram a URSS.

Se quiser travar Putin e as ambições imperiais de pelo menos metade da população russa, precisa de fazer o mesmo — baixar o preço do petróleo para, pelo menos, 25 dólares por barril e fornecer à Ucrânia as armas que a ajudarão a esmagar o agressor.

Quanto ao seu desejo de estabelecer relações empresariais de parceria entre os EUA e a Rússia, não apenas em palavras mas na prática, isso poderá acontecer daqui a cem anos ou, em geral, nunca.

Se estiver interessado em saber porquê, telefone-me e eu explicar-lhe-ei.

Respeitosamente,

EDWARD TOPOLE,
cidadão dos EUA e de Israel.

No ano passado tive um aluno chinês numa turma do 10º ano

 

No ano passado tive um aluno chinês numa turma do 10º ano que não falava português, inglês ou outra língua que não a sua. Entrou em Portugal em Julho e em Setembro estava nas aulas. Calculo que isso também seja culpa dos professores. 
É evidente que não conseguia acompanhar as aulas, mesmo podendo usar o telemóvel nas aulas para traduzir. Geralmente estes alunos falam ou percebem inglês e podemos dar-lhes outros materiais, mas não este. Calculo que isso também seja culpa dos professores. 
Não tinha nenhum assistente cultural a ajudá-lo nesta transição tão abrupta, apenas outros alunos chineses que já estão em Portugal há muito tempo. Calculo que isso também seja culpa dos professores. 
Alunos estrangeiros têm aulas de Português Língua Não Materna, duas ou três vezes por semana, de 90 minutos. Calculo que isso também seja culpa dos professores. 
Enfim, um dia pedi-lhe para fazer um trabalho escrito sobre as diferenças entre a China e Portugal em termos de valores e cultura para substituir o trabalho de discussão oral que a turma estava a fazer sobre esse tema. Escreveu que na China os alunos do secundário têm mais disciplinas do que cá e, portanto, mais tempo lectivo e que lá os professores nunca perdem tempo a explicar com paciência conteúdos ou conceitos ou técnicas ou seja o que for a alunos que não estudam e não trazem os trabalhos feitos. E mesmo aos que estudam, não páram as aulas para explicar a um aluno qualquer coisa mais que uma vez. O aluno no fim da aula que vá ter com um tutor da disciplina e peça explicação. O ensino é muito mais exigente. Não se atrasa a aprendizagem de todos por causa de um. Aqui, as políticas dos optimates ditam exactamente o oposto e os pais esperam exactamente isso. Calculo que isso também seja culpa dos professores. 
Há um par de anos uma mãe queixou-se do professor de matemática numa reunião de EEs. Disse que a filha já por duas vezes tinha saído da aula sem perceber a matéria e que o professor recusava-se a explicar. Como conheço o professor há mais de 30 anos sei perfeitamente que aquilo não é verdade e comecei a fazer perguntas até que a senhora disse que o professor estava a trabalhar uma matéria que precisava de conhecimentos do 7º e 8º anos que a filha não tinha, porque sempre passou com negativa a matemática. Mas que a culpa não é dela, os professores é que a passavam. -Então mas a senhora não via que ela tinha sempre negativas? Não fez nada? - Não, porque ela passava e pensou que is ser sempre assim até ao 12º ano. 
Expliquei à senhora o óbvio: um professor não pode parar a aula para explicar temas do 7º, 8º ou 9º ano (às vezes do 5º ano) a cada aluno que está num curso de matemática tendo tido sempre negativa a matemática. Ela já devia ter pedido apoio. Pois, isso nunca se tinha lembrado mas ia pedir agora. Só que agora é tarde, porque a falta de professores obrigou os professores que davam apoio a largá-lo para terem mais turmas. Estava revoltada porque tinha que pô-la numa explicação.
A culpa é dos professores que passam alunos com negativas recorrentes num currículo já de si facilitado? É e não é. Se um aluno não passa no básico, mesmo que só tenha negativas e mais de 300 faltas, faz queixa e vêm ordens encapotadas do ME para passar os alunos. 
Porque é que os alunos têm tantas dificuldades? Porque a ordem é de não-exigência. Validar muito os alunos e os seus sentimentos. Se um professor é minimamente exigente cai-lhe tudo em cima: os alunos queixam-se que o professor não é fofinho e não tem empatia pelo sofrimento em que ficam quando não passam (lembram-se dos alunos de medicina que puserem um processo ao reitor da faculdade por falta de empatia com o sofrimento de não entrarem onde queriam?), os pais queixam-se que o professor não ajuda nas médias para a faculdade, outros professores pressionam porque têm receio dos pais e do ME  ou porque engoliram as pedagogias miserabilistas da nova-esquerda...
Quem é que iniciou esta mediocridade e assédio aos professores exigindo submissão ao miserabilismo: João Costa, logo no tempo em que era SE. É só ir ver os documentos e decretos que esse indivíduo vomitava para as escolas e os artigos que escrevia e mandava (calculo) escrever nos jornais. 
Li algures numa entrevista, penso que no Expresso, mas já não tenho a certeza, que ele estava com uma grande depressão quando aceitou o cargo de SE. A ser verdade, significa que, sabendo disso ainda foi aceitar o cargo de Ministro da Educação. Portanto, tivemos uma pessoa com uma doença mental muito incapacitante e que altera a percepção do real no sentido do desequilíbrio (e sabe-se lá se a tomar certos medicamentos neurológicos), à frente das políticas educativas...
Calculo que isso também seja culpa dos professores. 

A contrariar os discursos panglossistas acerca de não haver crime ligado a imigração sem controlo


(a imigração em massa descontrolada é um trabalhinho do governo de Costa e tem crentes seguidores no BE, no Livre e no PCP)

 

Paulo Penteado: "Há razões para Portugal estar preocupado com a presença do PCC"

O promotor de Justiça brasileiro veio a Portugal participar num Congresso Internacional de Cooperação Jurídica e Combate ao Crime Transnacional. Ao SOL, Paulo Penteado, lusodescendente, alerta para os perigos que a máfia brasileira representa e diz só haver duas formas de a combater: com mais investigação e penas efetivas mais duras.
(...)
Se você anda em Portugal na rua com um relógio, qual é a probabilidade de você ser roubado? Ou seja, você ter aquele bem subtraído mediante emprego de violência ou de arma de fogo?
(...)
Era baixo até há pouco tempo.
Ela continua ainda a ser baixa. E o que é importante? É que se mantenha baixa essa probabilidade, o crime sempre vai existir. Qual é a conta? É a conta do risco-benefício. Se a conta do benefício começa a ficar maior do que a conta do risco, você vai ter o quê? Você vai ter uma explosão de criminalidade e uma explosão de criminalidade violenta.
A Polícia e a Justiça Brasileira têm conhecimento concreto que há pessoas que vieram de lá para cá para cometer crimes ou não?
É muito complicado, tanto pelo nosso sistema jurídico, como pelo sistema jurídico de vocês, fazer uma afirmação de culpa sem trânsito em julgado. De uma pessoa A, de uma pessoa B, etc. Mas sim, é provável, ou pelo menos é possível que criminosos que atuavam no Brasil tenham vindo atuar em outros países da Europa. Sim, isso é possível.

Especialmente em Portugal e Espanha, como estava a dizer.
Há uma proximidade maior com Portugal, cultural, linguística, mas que pode existir também em outros países, em especial Espanha e Itália.

Percebi, não sei se mal, que uma das formas de enfrentar essa rede criminosa é obviamente ser mais eficaz nas penas. Será inevitável, falando filosoficamente, Portugal agravar as penas em relação à violência? Há quem diga que muitos grupos vêm para cá porque sabem precisamente disso, que assaltam alguém, cumprem pouco tempo de cadeia e depois saem. E que isso se começa a espalhar.
Em dado momento, nos anos 2000 e alguma coisa, eu fiz uma pesquisa com números, tanto do Ministério Público como do Poder Judiciário, para concatenar os dados e vi que cerca de 5% dos casos de roubo resultavam em condenação, e falo de crime cometido com violência ou grave ameaça. E se você usasse a estatística de subnotificação desses crimes, esse índice cairia para 1,9%. De cada 100 roubos havidos no Estado, 1,9% resultavam em efetiva condenação. Ou seja, tem um número muito baixo. Mas desses 1,9%, o sujeito cumpria um sexto da pena e ia para outro regime, ia para o regime semiaberto. E depois de um sexto do semiaberto, como é que funcionava o regime semiaberto? Autorização para trabalho externo, para estudo. Então, o sujeito saía de manhã, voltava no final da tarde e dormia na cadeia se tivesse autorização ou trabalhava ainda. Mas muito bem. O sujeito cumpria, na realidade, 16% da pena. Porque ele já estava numa situação de facto de liberdade, ao menos durante o dia.
Isso é que contribuiu para o aumento da criminalidade?
Sim. É um único fenómeno? Não. Você tem causas sociais, económicas, mas a fragilidade do sistema, você punir pouco, e nem punir o pouco que eu digo, quantitativo, aí o sistema não traz um cumprimento.
Qual vai ser a sua grande mensagem neste Congresso em relação às preocupações que os portugueses devem ter?
Mais do que a preocupação é o sentimento. Evitar que em Portugal, não diria de forma messiânica, ou noutros países da Europa se vivam fenómenos de violência urbana que se vivem em países da América Latina e talvez em alguns outros países do mundo. Talvez o índice mais preocupante de violência seja a violência urbana difusa
.
Tem havido uma grande discussão em Portugal, por se dizer que, se tínhamos 10 milhões de habitantes e se temos 11 milhões e 600 mil, a criminalidade vai aumentar.
Pois isso é malthusiano. Se o mundo tinha 3 mil milhões de pessoas em 1960 e hoje tem 8 mil milhões de pessoas, é evidente que só por uma questão numérica a criminalidade vai aumentar. O que o Estado e a própria sociedade precisam fazer? Buscar fórmulas de, se não diminuir, pelo menos evitar uma expansão de criminalidade que traga aí um risco ao cidadão comum.

Mas como é que isso pode ser feito?
Investigação e lei. O Estado serve para quê? O Estado serve para controlar o ambiente social. Como é que se dá essa regulamentação? Essa regulamentação está em abstrato por leis, está em concreto por atos administrativos, atos de administração, atos de polícia e judiciária, atos de investigação, etc. Essa é a finalidade do Estado. Quem não acredita nisso, não acredita na própria finalidade do Estado. E aí tem o quê? Aí vem a justiça paralela e os ‘justiçamentos’ que vão trazer uma barbárie ruim, uma barbárie efetiva. Nós vivemos isso no Brasil.
(...) isso pode aumentar, de um lado, a sensação de segurança, mas, de outro, o criminoso sabe que tem de ser muito rápido. Ele tem ali 10, 15 segundos, o tempo estimado de um assalto urbano, mas em que pode acontecer uma tragédia – em qualquer lugar do mundo –, mas na falsa sensação do sujeito, se você olhar, ele pode cometer outro. Isso vocês não têm em Portugal. A figura do latrocínio. É um crime contra o património, mas que também atinge a vida. Porque a intenção do sujeito não foi inicialmente de matar, mas praticar uma subtração patrimonial e, na consecução desse roubo, ele acaba por cometer um homicídio.
A propósito de telemóveis. Nos últimos festivais de música em Portugal vieram gangues da América Latina roubar os telemóveis dos festivaleiros. Foram apanhados vários assaltantes, com 100 telemóveis, mas só roubavam telemóveis de mais de 1000 euros.
Você veja que aí o interesse, propriamente dito, era o uso do aparelho. Grosso modo, no Brasil – claro que o aparelho é um proveito económico e ele não o vai desperdiçar –, se você for a uma grande cidade brasileira hoje, se sair lá com o seu telemóvel e com uma aliança andando na orla ou numa avenida movimentada, existe, sim, uma possibilidade real de você ter esse aparelho subtraído mediante emprego de violência ou grave ameaça. Mas, se for subtraído, provavelmente em cinco ou seis minutos o dinheiro já saiu, pelo menos em parte, do seu banco. É muito rápido. Então, a subtração não é tanto pelo aparelho em si, mas pelo que contém o aparelho. Acesso imediato a contas bancárias.
Não tem uma ideia de quantos elementos do PCC estão em Portugal?
Não consigo mensurar isso. O que posso dizer é que o PCC virou uma das maiores transnacionais do mundo. 

O que entende por transnacionais? Quer dizer uma empresa? Um gangue?
Na verdade não é uma empresa. É uma organização criminosa e em expansão económica. Assim como você teve os grandes cartéis colombianos dos anos 80 e 90, os grandes cartéis mexicanos dos anos 90 e 2000. Você tem uma organização criminosa em ascensão, que é o PCC. Porquê? Porque controla, senão a primeira, a segunda maior rota de tráfico de cocaína no mundo.
Vítor Rainho, https://sol.iol.pt/ (excertos)

 

Mais um optimate incompetente a quem dão palco




O PISA e as lições da Ásia: “Na China não se nota o impacto da origem social nos resultados dos alunos como em Portugal”



É preciso rigor, ambição e relação forte com professores e pais. “Quando os alunos não têm bons resultados, não lhes estamos a fazer um favor se dissermos: ‘Mesmo assim dou-te uma boa nota’.”

Andreas Schleicher, director para a Educação e Competências da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), esteve em Lisboa para falar dos resultados do PISA,

https://www.publico.pt/

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Este indivíduo lidera o PISA desde o ano 2000. É um dos dirigentes da OCDE, essa instituição que anda, há mais de 20 anos, a aconselhar políticas educativas miserabilistas, emocionalistas e medíocres, que Portugal segue como se fossem as palavras de Moisés. E qual é a conclusão dele quanto aos resultados portugueses? Não sabe nem tem ideia, pode ter sido ou aquilo, mas o que ele repete à exaustão é que a culpa é dos professores.

- os professores precisam de melhor formação: esta é uma lenga-lenga do costume. Se os professores tivessem melhor formação os alunos, como que por magia, tornavam-se excelentes. E o que é ter melhor formação? No tempo de Guterres era dar prazer aos alunos; no da Rodrigues era tirar tempo às aulas para criar evidências e fazer portefólios para os seus esbirros; no de Crato era fazerem exames para ver se ainda se lembravam da matemática do 5º ano; no tempo de Brandão/Costa era usar os telemóveis e as novas tecnologias digitais a par de educar para os afectos e para a cidadania woke; e no tempo de todos eles e mais outros é: mudar métodos de ensino porque se um professor tiver 'outro' método de ensino os alunos, como que por magia tornam-se óptimos.

- os professores terem expectativas positivas dos alunos, porque se os alunos acreditam em si transformam-se magicamente em óptimos.  (os governos incentivarem ao facilitismo...?)

- os professores são uns privilegiados que ganham muito bem e têm boas condições de trabalho, logo... o problema é dos professores. (Exacto e é por isso que há tantos candidatos a ser professor...)

- os professores passam alunos que não sabem nada, vá-se lá saber porquê... (Os governos punirem professores que não passam todos mesmo com negativas a tudo e 500 faltas...?)

- os professores ensinam emoções mas não conteúdos e se calhar têm que ir estudar. (A degradação dos currículos na direcção da mediocridade e do senso comum...?)

As raízes dos problemas são os professores e tudo seria excelente se não fossem os professores. 

Lemos isto e percebemos porque a OCDE é o pináculo das políticas de miserabilismo. O Home diz tudo e o seu contrário. Não sabem nada sobre coisa alguma acerca de educação escolar, de maneira que puxam da velha fórmula de atacar professores porque sabem que isso é popular e desvia a atenção da sua incompetência para os professores, mas dão conselhos como se fossem óptimos. São os optimates que mandam nisto.

Outra coisa: li algures que uma estação de TV convidou a Lurdes Rodrigues e o João Costa para comentarem os resultados e dizerem mal deste ministro/governo. Não vou ver cette merde porque seria como entrevistar Cabrita sobre a importância de cumprir os limites de velocidade para não matar pessoas na estrada. Porém, que os media dêem palco a gente do mais incompetente que há, com provas dadas dessa incompetência, só porque tiveram títulos, mostra a sua mediocridade. 


Conheço uma pessoa a quem isto aconteceu



Nova burla por WhatsApp explora fragilidades de versões antigas do iPhone
Em Portugal, ainda não há registo de ataques semelhantes aos que já geraram alarme em Espanha, mas PSP admite “ameaça revelante”. Falta de actualização no sistema iOS aumenta riscos.

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Há cerca de um ano e foi num Samsung. Recebeu uma mensagem de um irmão a pedir dinheiro com urgência e apesar de estranhar o irmão pedir dinheiro e sobretudo daquela maneira, como não conseguiu falar com ele, transferiu-lhe uns milhares de euros. No dia seguinte recebeu nova mensagem a pedir mais dinheiro mas nessa altura já tinha percebido que era esquema e já tinha ido à polícia e ao banco. Conseguiram travar a transferência do dinheiro e a polícia ficou com cópia de todas as mensagens. Nos dias seguintes recebeu mais mensagens da conta do irmão com ameaças de suicídio se não transferisse dinheiro, mas então, já tinha conseguido falado com o irmão e sabia que ele não tinha enviado nenhuma mensagem a pedir dinheiro. Na altura disse isto a muita gente para avisar desta nova burla.

Fotografia oficial dos melhores empregados do mês

 




Jake Broe

September 12, 2026

Ombra mai fu

 


Nunca vi tanto chorrilho de aldrabices aliada a ganância de poder




A liberdade vem primeiro mas para entrares no Livre tens que te submeter aos meus 4 pilares.

Nós nascemos do zero mas com uma identidade definida (não há ninguém ali que perceba o princípio da contradição?)

Os estatutos não prevêem tendências internas. Sou o líder e todos seguem o meu pseudo-pensamento.

"a construção de “uma sociedade com direitos para todos, não só para alguns" - diz o tipo que defende uma escola pobrezinha para as classes baixas enquanto tem as filhas num colégio caríssimo que é o oposto da escola publica desinvestida.

Reclama ser o herdeiro de Passos Manuel e outros da 1ª República. 

A ganância de poder escorre-lhe por todos os lados. Querem governar e estão a inventar uma identidade como se não estivessem na cena política há anos, como se fossem desconhecidos e nós não soubéssemos o que fizeram no Verão passado.

Uma página inteira de publicidade do jornal da nova-esquerda.

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“A liberdade é o início da nossa acção política”: rentrée do Livre prepara nova geração de quadros

Dos Setembristas a Flora Tristan, Rui Tavares recupera referências da esquerda progressista e libertária para explicar a identidade do Livre, numa rentréededicada à formação de novos quadros.

O Livre chega à rentrée deste fim-de-semana, no Porto, com uma tarefa que é simultaneamente ideológica e organizativa: formar uma nova geração de quadros sem diluir a identidade de um partido que quer crescer e preparar-se para governar. Sob o nome “Os Setembristas”, a iniciativa recupera uma tradição política que Rui Tavares identifica como antecessora do próprio partido: uma esquerda progressista, europeísta e libertária, que coloca a liberdade e os direitos humanos no centro da acção política.

Tavares, agora responsável pela estratégia, comunicação e formação, parte de uma premissa: o Livre não precisa de voltar a discutir quem é. “Nós nascemos desde logo como um partido criado do zero, sem tendências internas”, diz ao PÚBLICO. Ao contrário de outras forças da esquerda, construídas a partir da junção de partidos ou correntes políticas, o Livre nasceu já com uma identidade definida: “Essa questão ideológica está muito clarificada desde o início.”

Os quatro pilares — liberdade, esquerda, europeísmo e ecologia — não são, na leitura de Tavares, dimensões que possam ser escolhidas separadamente. “Toda a gente que entra no Livre tem de se rever nestes quatro pilares.” E a liberdade vem primeiro: “Só vale a pena fazer política se for de uma forma livre e para os humanos serem mais livres.”

É também aí que o partido estabelece uma fronteira com outras esquerdas. A defesa dos direitos humanos não pode depender da identidade política de quem os viola, argumenta. “Para nós, uma violação de direitos humanos é sempre uma violação de direitos humanos, seja por parte de um governo que se diz de direita ou esquerda.” Além disso, justifica, os estatutos não prevêem tendências internas ecologistas, libertárias ou europeístas: esses elementos não são correntes dentro do Livre, mas parte da sua identidade comum.

É para explicar essa identidade que a rentrée recupera o nome dos Setembristas. “Não é por acaso que esta nossa rentrée política tem este nome”, nota Tavares, recordando até que a designação desta iniciativa é anterior ao próprio partido e remonta a 2013, quando o Livre começou a construir a sua identidade política.

Do passado para o futuro

Com Passos Manuel — uma das figuras máximas do liberalismo português — como uma das principais referências, os Setembristas representam para o dirigente “a primeira esquerda que se afirmou esquerda em Portugal”, associada à educação, à cultura e à construção de “uma sociedade com direitos para todos, não só para alguns”. “Se nós olharmos para as raízes da história política de Portugal antes da ditadura do Estado Novo, desde o fim da monarquia até toda a primeira República, existe uma tradição que alia o progressismo e uma esquerda libertária”, afirma.

É a esse percurso que associa nomes como os de Fernão Botto Machado, Angelina Vidal e Adelaide Cabete, ligados a diferentes expressões do progressismo, do anarco-sindicalismo e do feminismo português. O Estado Novo, considera, “cortou essa tradição política e cortou a memória dessa tradição política”. Depois da ditadura, a esquerda portuguesa passou a organizar-se sobretudo em torno dos partidos da resistência e das forças que se consolidaram com a democracia.

Desde o fim da monarquia até toda a primeira República, existe uma tradição que alia o progressismo e uma esquerda libertária 

Rui Tavares, co-fundador e dirigente do Livre

São esses os “os traços gerais dessa história política portuguesa” que o Livre quer levar às novas gerações, continua o dirigente e co-fundador do partido. A genealogia é também europeia, com referências a Victor Hugo e a Flora Tristan, figura do socialismo e do feminismo que Tavares quer incluir nas acções de formação do partido. Não se trata, porém, apenas de recuperar nomes ou correntes esquecidas, mas de sustentar uma ideia de sociedade, que, defende, “deve estar organizada de forma a que cada um possa florescer no seu máximo potencial”.

Do património à organização

É nesta concepção de sociedade que o Livre inclui o mutualismo, o associativismo e o cooperativismo. A aposta não é nova, mas ganhou outra importância depois do último congresso. “Mais do que apenas património ideológico”, passam a ser ferramentas de “crescimento e de enraizamento”. Enquanto o associativismo pode permitir criar meios de comunicação próprios, escolas de formação e capacidade de organização, o cooperativismo pode traduzir essa lógica em áreas como a habitação, o consumo e a produção, exemplifica. Paralelamente, explica, essa estratégia servirá também para disputar espaço político, construindo estruturas colectivas capazes de criar conhecimento, organização e influência fora do aparelho partidário.

Também Jorge Pinto, co-porta-voz do Livre, posiciona essa passagem da identidade à acção no centro da formação dos novos quadros. O partido quer transmitir os “princípios de esquerda do século XXI”, assentes no ecologismo e no europeísmo, mas também uma determinada cultura política. No Livre, “é a acção, a concretização, o tornar real as políticas que defendemos” que deve funcionar como motor, diz, traçando diferenças em relação ao PCP e ao BE. A luta e a resistência são essenciais, reconhece, mas “não o fim último da política”.

Para Pinto, o problema do Livre não é preencher uma lacuna ideológica, dado que acredita que “a base ideológica do Livre é sólida”. O desafio está em garantir que o crescimento acontece “de forma coesa à volta desse quadro ideológico” e que o partido consegue transformar princípios em políticas.

É essa passagem que a rentrée procura trabalhar. O programa que se prolonga até domingo inclui sessões sobre oposição construtiva, participação cívica, comunicação e capacidade de influência num executivo sem maioria, preparando o partido não apenas para fazer oposição, mas para exercer influência e, eventualmente, governar.

Liliana Borges, Público


#GiveUkraineWeapons


Apontem à cabeça da hidra

 

NEXTA

⚡️Os mísseis balísticos da Ucrânia estão prontos: podem ocorrer ataques contundentes contra a Rússia muito em breve
Os mísseis desenvolvidos pela Fire Point poderão atingir alvos na Rússia pela primeira vez nas próximas semanas.
«O míssil táctico FP-7 concluiu com sucesso duas fases de testes e está agora a ser preparado para ensaios em condições de combate», afirmou a CEO da empresa, Iryna Terekh, na exposição de defesa MSPO 2026, na Polónia.
O míssil FP-7, capaz de transportar uma ogiva com um peso até 150 kg, é um sistema de mísseis lançado a partir do solo com uma velocidade máxima de voo de 1 500 m/s. Em Abril, o fundador e projectista-chefe da Fire Point, Denis Shtylerman, comparou o míssil ao sistema ATACMS fabricado nos EUA pela Lockheed Martin, numa entrevista à Reuters.
Além disso, estão em curso testes com o míssil balístico FP-9, que possui um alcance ainda maior.
Devido ao seu alcance alargado, não é possível realizar um teste em escala real da arma em território ucraniano, o que significa que a próxima fase poderá envolver imediatamente a sua utilização em combate contra alvos russos.


Well

 

Fui ao mercado. Encontrei uma colega que esteve lá na escola durante um ano, há vários anos. Se ela não me falasse nem a reconhecia. Estivemos a falar e às tantas ela começou com uma conversa dos neoliberais serem os culpados de tudo e a Europa estar com problemas por causa da Ucrânia e Zelensky ser igual a Putin. Disse-lhe logo que dizer isso é negar todas as evidências e que estou no lado oposto dessas ideias com enorme convicção baseada nos factos e que a Ucrânia está a lutar pelos europeus e de repente a conversa esmoreceu.


O caso Epstein desapareceu?

 

Weird Books?

 


Or something else?