No matter how many times I listen to this, I cannot get over how incredible this sounds live! #TalkTalk pic.twitter.com/qDp0xIVJzP
— JukeBox (@JukeBoxNonStop) April 17, 2026
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— JukeBox (@JukeBoxNonStop) April 17, 2026
Mas tem como SG um machista dogmático que só dá poder a homens misóginos. A próxima SG da ONU tem de ser uma mulher esclarecida, não uma dessas burras submissas ao islamofascismo ou aos evangélicos.
Uma bebé acabadinha de chegar ao mundo e vão logo mutilá-la e estragar-lhe a vida.
FGM doesn’t just happen in Africa and the Middle East. It also happens in the Embera Katio community in South America. Baby girls have their clitorises and labia minora removed shortly after birth, either with a blade or using heated metal, such as a spoon or a red hot nail, to… https://t.co/h0sNmV7ZF3
— Diana Alastair💚🤍💜 ⚢ ❌❌ (@sappholives83) April 19, 2026
5 reasons to abandon preferred pronouns pic.twitter.com/O6BcFn0Kyq
— MJ Murphy (@hothingsgirlsay) April 19, 2026
The state of Washington State:
— PNW Conservative (@PNWConservative) April 19, 2026
- 15-year-old girl refuses to play basketball against 18-year-old man.
-15-year-old girl is charged with bullying, harassment, intimidation and “misgender*ng” him. pic.twitter.com/8q9PHrym5X
🚨 A devastated husband took his own life after regime agents raped his dead wife’s body and sent him the photos.
— The Iran Watcher 🇮🇷 (@TheIranWatcher) April 19, 2026
Islamic Republic security forces raided the home of Saleheh Akbari and her husband Ahmad Khodaei.
Saleheh, a 38-year-old nurse, operating room technician, and… https://t.co/1XEOm2tLu4 pic.twitter.com/jNiGgoqyP8
As raparigas estão a formar grupos para tirar os rapazes e homens das suas casas-de-banho e balneários porque os adultos que deviam falar por elas e defendê-las estão a defender com armas e dentes o sentimento masculino de ter direitos sobre as mulheres. E o cúmulo desta traição é a consideração de que o sacrifício das raparigas e mulheres é aceitável para suporte da cultura mais criminosa e misógina do planeta e da sua lei do ódio.
One day, people will look back with horror on the women who supported this without ever waking up.
— Stellar_Fox (@StellarFox16) April 18, 2026
When teen girls are banding together to get boys out of their locker rooms and bathrooms, you know adults have failed. pic.twitter.com/zTCZbisyRI
Enquanto as mulheres partilham dicas para não serem esfaqueadas por homens rejeitados, para não serem drogadas pelos maridos e namorados e violadas pelos seus amigos, tapam as bebidas nas festas e bares, vão às casa-de-banho em grupo para se defenderem de homens que agora podem lá estar e em grupos, partilham a sua localização com amigas e familiares quando saem, evitam andar em certos locais e horas, com medo de serem violados e/ou mortas, os homens estão online a queixar-se que as mulheres já não falam com eles como dantes, não sorriem como dantes e já não é fácil sair com uma mulher e que o feminismo está a estragar as mulheres. Total alienação da realidade.
She is Alana Rosa, 20 years old, who was stabbed 40 times after refusing to date a man, attends the first trial hearing of the criminal. All the strength to her, I hope she gets justice for what was done to her. pic.twitter.com/ysR6cINaKr
— Dewy.dee (@deebayleaf) April 18, 2026
Em todo o lado homens estão a partilhar online como drogar as mulheres e namoradas e convidar outros homens para violá-las.
Feeling the urge to say “not all men” about CNN‘s Rape Academy story? pic.twitter.com/M1mut7ZEDA
— Mark Greene (@RemakingManhood) April 18, 2026
Abril é reconhecido como o Mês da Sensibilização para a Violência Sexual (SAAM), dedicado a sensibilizar a população, apoiar as vítimas e promover a educação para a prevenção. 2026 marca o 25.º aniversário da campanha.
Houve uma interacção em que penso sempre que somos colectivamente confrontados com a natureza absolutamente habitual da violência masculina contra as mulheres. Foi numa conferência, há cerca de um ano, da jornalista do Le Monde, Lorraine de Foucher, que ganhou um Pulitzer pela sua cobertura da indústria pornográfica, prostituição infantil e tráfico sexual em França.
Os julgamentos de Pelicot surgiram durante a sessão de perguntas e respostas, e um homem na casa dos setenta, na primeira fila, levantou timidamente a mão. Dava para perceber que estava a formular cuidadosamente a sua pergunta e a escolher as palavras à medida que falava.
Ele disse: «Então, deixe-me ver se percebi bem. Na pequena cidade de Mazan, Dominique Pélicot encontrou facilmente mais de 90 homens dispostos a violar a sua mulher enquanto ela estava drogada e inconsciente. Centenas de outros viram as mensagens no fórum e nem um único decidiu avisar a polícia.»
Nesse momento, muitos de nós preparávamo-nos para uma negação dos factos ou alguma explicação rebuscada sobre como aqueles homens seriam excepcionais. Mas não. Ele continuou:
«Então isso quer dizer que, em todas as cidades, em todas as aldeias do nosso país, há tantos homens dispostos a violar uma mulher inconsciente?»
Lorraine de Foucher respondeu: «Sim.»
«Mas então isso significa que há milhares, dezenas de milhares, talvez centenas de milhares!» (Dava para ouvir, nesse momento, as engrenagens a rodar na cabeça dele).
«Sim», acenou ela novamente.
«Mas… isso é abominável! É uma catástrofe! É uma emergência nacional!»
«…… Sim. É.» — Mélina Magdelénat
Sim. É.
“Há evidência de que não é uma agressividade inata que torna os homens violentos, mas sim a crença internalizada de que ficam aquém dos padrões de masculinidade percebidos pela sociedade. Os psicólogos chamam a este fenómeno ‘stress de discrepância masculina’, e a investigação mostra que quanto mais intensamente um homem sofre com isto, maior a probabilidade de cometer quase todos os tipos de violência, incluindo agressão sexual, violência contra a parceira íntima e agressão com arma.” — Ruth WhippmanAh, sim — masculinidade — essa estrela-guia que a sociedade oferece aos homens e que diz que o pior que podem fazer não é ser cruéis, mas sim comportarem-se “como uma rapariga”.
“A violência contra as mulheres é uma pandemia global: entre 15% e 76% das mulheres experienciam-na em algum momento das suas vidas. A violência contra as mulheres está profundamente enraizada na discriminação e na desigualdade entre homens e mulheres. Acabar com ela exige investimento no empoderamento das mulheres e na igualdade de género, nomeadamente na educação, na saúde e direitos reprodutivos, e no empoderamento económico e político.”Portanto, é assim que se previne a violência contra as mulheres — mas sabes quantas vezes a igualdade educacional, financeira, política e reprodutiva das mulheres surge como solução ou explicação nos ficheiros Epstein? Explora as principais notícias e vê por ti mesma (mas tenho más notícias para ti).
“Um dos grandes problemas que enfrentamos como sociedade neste momento é a forma como os ficheiros Epstein estão a ser tratados (ou ignorados). Não é apenas o facto de não estarmos a investigar e a processar activamente os homens envolvidos neste empreendimento criminoso, abominável e abusivo. É o enquadramento deste comportamento como algo ‘outro’. Como o comportamento marginal de alguns ricos mimados que já não tinham outras formas de se entreter. Não algo com que as pessoas comuns tenham de se preocupar.”Jo-Ann Finkelstein, PhD, escreveu: “Epstein é a conclusão lógica do patriarcado. Fazemo-nos um mau serviço quando o classificamos, e aos seus semelhantes, como monstros ou como uma falha bizarra da decadência das elites.”
“Dizer ‘todos os homens’ não significa que todos os homens violem ou agridam mulheres; significa que todos os homens são criados dentro do mesmo sistema que ensina o sentimento masculino de direitos sobre as mulheres… E esse condicionamento existe, quer seja ou não posto em prática… Todos os homens criados no patriarcado recebem o mesmo ‘sistema operativo’ básico.”Lane Anderson, do Matriarchy Report, escreveu: “os ficheiros Epstein levantam o véu sobre as estruturas de poder patriarcais americanas. Durante 249 anos, celebrámos uma nação que deixou mulheres e raparigas fora da definição de humanidade, apagando-as. O que estamos a viver agora é a conclusão lógica desse legado.”
“Não estou interessado num mundo em que os homens querem realmente ver pornografia, mas resistem por vergonha. Estou interessado num mundo em que os homens são criados desde o nascimento com uma compreensão tão inabalável das mulheres como seres humanos vivos que são incapazes de se excitar com a sua exploração.” — Jonah MixSim! Exatamente!
Para que já se peça publicamente a cabeça de Putin e seus capangas com aplausos e sem medo de cair de uma janela... de qualquer modo ele não percebe que faz parte do problema, pois só a questão económica o fez falar. Que a Rússia ande a matar ucranianos, a raptar crianças e a destruir um país não lhe causou nenhuma febre.
To raucous applause in Moscow, Russian academician Nigmatulin cites that as Russia now ranks 51st out of 53 developed nations on economic parameters, that it's time to oust the leadership responsible for the catastrophe. pic.twitter.com/jWfIz4tco6
— Jay in Kyiv (@JayinKyiv) April 18, 2026
Péter Magyar esteve um ano e meio sem aparecer na TV pública húngara, tempo esse em que Orban fez uma campanha suja para destruir a sua imagem, a sua pessoa e as suas possibilidades de ganhar. Orban estava convencido de que não podia perder: o adversário sem tempo de antena, a TV pública manipulada contra ele, a intervenção do Presidente e Vice-Presidente americanos... o que que é que podia correr mal? A resposta: Putin. Os húngaros não querem Putin a mandar na Hungria.
De maneira que a vitória dele com uma enorme maioria de votos tem um peso extraordinário porque a luta não foi justa, muito pelo contrário. Seria conveniente que a oposição nos EUA retirasse daqui lições porque Trump, de certeza que está a tirá-las e e congeminar maneiras de não ser afastado como Orban.
Penso que Péter Magyar não teria esta votação se fosso o típico político de esquerda ocidental: desprezo pela democracia da cultura ocidental, apologia da imigração em massa, legitimação do islamismo, censura e cancelamento das vozes contrárias e da literatura e história ocidental, legitimação da destruição da ciência e sua substituição pelo subjetivismo radical da ideologia dos homens biológicos trans e da sua obsessão em destruir as mulheres.
Para além das questões da economia, penso que muito votos de Trump foram votos negativos: foram votos para evitar a imposição da ideologia dos homens biológicos trans, a medicina de mutilar crianças e adolescentes, a ideologia de retirar os filhos aos pais que não aceitem esta ideologia e que lutem para que as suas filhas crianças e adolescentes não tenham que partilhar casas de banho e balneários com adultos violadores vestidos de mulher. Foram votos contra a ideia de que a imigração em massa de culturas que não se integram e lutam pela destruição do Ocidente e a imposição de teocracias.
Sim, as pessoas sabiam que Trump foi condenado por violação e que é um predador, mas pelo menos não anuncia que as mulheres não existem e que doravante são homens biológicos trans que dizem às mulheres se são, ou não, mulheres; não manda os homens invadir os seus espaços e acabar com elas no desporto. Não diz que as mulheres devem pagar o preço da importação de islamitas incivilizados.
Em suma: a oposição da esquerda devia rever a sua ordem de prioridades porque visto do lado do povo não acéfalo, só falam em pronomes, em homens biológicos terem o direito de tirar direitos às mulheres, em glorificar as culturas islamitas como estando muito acima da cultura europeia, em acabar com autores clássicos europeus - que, no entanto, foram quem levou a Europa a acabar com a escravatura em grande parte do mundo.
Precisamos de pessoas governantes não radicais. Pessoas que não sejam fanáticos dogmáticos, seja a sua religião a da crença em um Deus ou a religião da crença em ideologias que contrariam todas as evidências científicas e as de bom senso.
A oposição dos EUA devia estar a tirar lições do que se passou na Hungria, antes que seja tarde demais.