July 13, 2026

Nocturna

 






Sempre bonito, o amarelo

 

Uma amiga brasileira esteve há muito pouco tempo na China. Foi com um grupo de reformadas, acho. O guia era o tradutor deste livro. Trouxe de lá um chá maravilhoso que partilhou comigo e emprestou-em este livro de poemas. Cai neste.




Kaja Kallas, isso não chega



Vai falar com os teus colegas europeus e diz-lhes para darem armas de defesa à Ucrânia e diz-lhe para decidirem, na NATO, que têm de fechar os céus da Ucrânia. 


What?! Isto é outro nível...

 

https://www.nytimes.com/2026/07/13/us/politics/israel-mahmoud-ahmadinejad-iran.html?eafs_enabled


Coisas boas

 

Em apenas uma semana, a Ucrânia destruiu ou imobilizou 105 navios russos que operavam nos mares de Azov e Negro.

Foram precisos 3 anos para a ONU admitir que o Hamas rouba a comida em Gaza

 

Rouba a ajuda humanitária para poder acusar Israel de deixar os palestinianos à fome, de genocídio e outras mentiras.




🎯

 

 

Tinham que começar pelos jornais

 

Teriam que começar pelos jornais, cuja maioria vive de ler redes sociais e depois reproduzir conteúdos com manipulações e notícias enviesadas. E escândalos para os cliques. Tirando o Sol, o CM e alguns jornais novos que surgiram como o Página Um, que têm ainda jornalismo de investigação e fazem o seu trabalho de questionar os poderes, o resto são redes sociais com com linguagem mais cuidada. A irresponsabilidade dos jornais é melhor que a das redes sociais? 



David Pontes: “É preciso ter tribunais a julgar a irresponsabilidade das redes sociais”

A crise dos media é o tema deste episódio.

Ana Sá Lopes e
Tiago Orato

Público

Exames - outras questões

 

A plataforma não tem possibilidade de fazer uma busca. Um professor quer rever a classificação de três respostas já classificadas (uma situação que acontece sempre por diversas razões) e não tem maneira de ir directo a essas respostas. Tem que andar a ver todas as respostas e às vezes, tendo perdido nisso mais de uma hora, não as encontra.

As respostas chegam tão espaçadas no tempo -com dias de intervalo- que a ideia da correcção ser mais objectiva por o professor classificar as respostas no mesmo modo cai completamente por terra. 

As respostas chegarem a 3 ou 4 dias do fim do prazo na ordem de centenas tira qualquer possibilidade de cuidadoso rigor na correcção.

Deviam adiar a 2ª fase para Setembro. Já agora o trabalho de turmas, horários e matrículas está atrasado com estes atrasos causados pelos problemas dos exames. Não podendo resolver esta catadupa de problemas até lá, voltar ao teste em papel até tudo estar resolvido. Senão, transferem para a 2ª fase os problemas da 1ª fase.

Levem o ano que vem a preparar como deve ser a próxima época de exames.

As notícias de andarem pessoas alheias e estranhas aos exames a 'visitar' os pacotes abertos de exames é grave.


Para onde vai o dinheiro? Em que se investe? Um exemplo

 

Na agricultura para melhorar a economia, a vida das pessoas e chamar gente a essa área? Não. Deixa lá estar a agricultura na miséria. Vamos antes desperdiçar 6 milhões em mudar a percepção das pessoas sobre a agricultura. E sobre a diversidade. Cheira a terra fresca? Não. Cheira a primismo.

 

"Resiliência da banca, sim. Mas a que preço?"

 

Este artigo é uma resposta a um artigo de Vítor Bento (www.publico). Muito resumidamente, o que diz este senhor, António Mendonça Pinto, é que a recuperação da banca portuguesa deve-se mais ao BCE que ao mérito da banca portuguesa e que os lucros recentes da banca se devem a procedimentos temporários que a banca transformou, por interesse, em definitivos, como o caso das comissões que cobram - ainda critica as comissões cobradas por serviços inerentes ao trabalho de qualquer banco e as que se referem a serviços inexistentes. Diz ainda que a banca tem serviço a fazer no que concerne ao apoio à vida económica do país, à poupança, etc. 

Portanto, digo, eu, haja humildade, haja consciência do que custaram ao país em empobrecimento da população e desenvolvimento e haja decência para contribuir para o desenvolvimento do país e não procurarem dinheiro fácil com práticas duvidosas.


Resiliência da banca, sim. Mas a que preço?

Não esqueçamos os custos nem confundamos os lucros com mérito.

António Mendonça Pinto

Afinal os imigrantes já são 1 milhão e 600 mil?!

 

Não admira que os serviços públicos estejam nesta miséria.


PSD forçou o adiamento da votação de um requerimento do PS para que o Parlamento ouvisse o Instituto Nacional de Estatística (INE) a propósito das inúmeras implicações da revisão das estimativas da população em Portugal, que conta agora com 11.424.031 pessoas residentes, das quais 1.597.539 são estrangeiros. -https://sol.iol.pt/politica/noticias

Exames - dá ideia que o Eduqa e o JNE não pensaram no assunto e não coordenaram procedimentos

 

E depois tentam atirar as culpas para cima de outros. É inútil porque as perguntas dos classificadores e as respostas dos supervisores estão gravadas e calculo que os classificadores, dada esta enorme barraca e tentativa de sacudir a água do capote, façam print screen de todas as trocas de mensagens.

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EDUQA "COLOCOU EM CAUSA" A "CREDIBILIDADE" DE PROFESSORES
Na semana passada, tal como alertou o MEP, alguns docentes foram orientados a classificar respostas incompletas com as informações que tinham, caso não lhes fosse entregues as folhas de continuação até dia 14. Num fórum da plataforma, um supervisor pediu aos professores que aguardassem o envio das páginas em falta. Porém, acrescentou que, se isso não acontecesse até “ao fim do processo”, os docentes teriam de “classificar [as perguntas dos exames] com os dados" de que dispõem. Noutro caso, um supervisor deixou uma resposta idêntica, depois de um docente questionar, no fórum da plataforma, o que deveria fazer caso as folhas de continuação não aparecessem: "Deve aguardar a colocação da folha em falta. Se, por alguma razão, isso não acontecer, deverá classificá-la com os elementos que lá constam para poder concluir o processo".

Este sábado, o EduQa - Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação negou a denúncia feita pelo MEP, afirmando que "as orientações emitidas" pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (Eduqa) e pelo Júri Nacional de Exames (JNE) "não contemplam a situação descrita" pelo movimento.

Consequentemente, o MEP decidiu responder às declarações do EduQa, este domingo, e tornar públicas as mensagens partilhadas pelos supervisores com os professores. De acordo com o movimento, o comunicado do EduQa evita responder à questão que esteve na origem da denúncia do MEP. “Porque motivo nada refere sobre as indicações transmitidas aos classificadores de que, caso as folhas de continuação não fossem disponibilizadas até ao final do processo de classificação, deveriam classificar os itens apenas com a informação disponível?”, aponta o documento partilhado com as redações.

De acordo com o comunicado do MEP, "ao permitir que fosse transmitida para a opinião pública a ideia de que a Missão Escola Pública divulgou informações falsas, quando existiam orientações escritas exatamente no sentido denunciado, o EduQa colocou injustamente em causa a credibilidade de um grupo de professores que, desde o primeiro dia, tem procurado contribuir para a transparência e para o rigor da avaliação externa".


July 12, 2026

Russos percebendo os custos do imperialismo

 

Começaram as teorias da conspiração


 Isto porque todos sabem que a Rússia é um Estado Terrorista.



Esta gente devia ser presa e impedida de voltar a aproximar-se de doentes

 

🎯 A Ordem dos Engenheiros emitiu um comunicado sobre o desastre destes exames nacionais

 



Gente violenta, cruel e perigosa que a esquerda importou para o Ocidente

 

Uma investigação publicada pelo principal jornal australiano, «The Australian», revela que o pessoal médico pró-palestina do país agride fisicamente, causa dor deliberadamente e nega tratamento médico e analgésicos aos doentes judeus. 

De acordo com a reportagem, desde 7 de Outubro que os doentes judeus temem pela sua vida e saúde e ocultam a sua identidade por receio de receberem tratamento hostil, politizado ou de má qualidade, que possa pôr em risco as suas vidas. https://www.theaustralian.com.au/

A investigação, baseada em testemunhos de mais de 30 médicos, enfermeiros, parteiras e profissionais de saúde, apresenta casos graves de discriminação deliberada e tratamento hostil motivados por uma agenda política. Os doentes testemunharam que, enquanto recebiam cuidados médicos, os membros da equipa gritavam-lhes slogans e comentários como Free Palestine.

Num dos casos mais graves, uma doente judia, filha de um sobrevivente do Holocausto, afirmou que membros do pessoal pró-palestinianos tentaram repetidamente colocar-lhe cateteres intravenosos, contrariando o protocolo, causando-lhe dores intensas e hematomas, e que tal prática cessou imediatamente assim que os profissionais de saúde foram substituídos. 

Outro testemunho chocante, prestado por uma parteira, descreveu uma mãe judia que foi deixada durante horas sem analgésicos após uma cesariana, deitada numa poça de sangue enquanto o seu bebé chorava ao seu lado, devido ao tratamento discriminatório.

Para além dos danos causados aos doentes, a investigação revela um ambiente hostil de assédio, boicotes e ataques verbais contra médicos e estudantes de medicina judeus. 

O clima anti-Israel chegou mesmo a levar ao cancelamento de uma conferência internacional sobre traumatologia em Perth, apenas porque estava previsto que um professor israelita, antigo director médico das Forças de Defesa de Israel (IDF), desse uma palestra sobre métodos de salvamento durante bombardeamentos e ataques a tiro.

O artigo está a ser publicado num contexto de controvérsia jurídica em torno de duas enfermeiras de Sydney que foram filmadas a afirmar que não tratariam israelitas e a ameaçar matá-los caso estes fossem ao seu hospital. Apesar da gravidade das imagens, um tribunal australiano rejeitou recentemente o vídeo como prova por motivos relacionados com as leis locais sobre escutas e gravações.

A kind of peace



At lake's edge, when the world is quiet

Whitney Barkman



There’s a stillness. A hush. Softness clings to the edges.

To be awake, to witness.

Dew caught in the dim light. A glittering blanket rests upon green leaves, drops onto white petals, adorns green stalks in fairy lights.











Moments pass. 

The forest changes quickly now, from dimness to light.

A propósito desta frase

 

“If you pay people not to work and tax them when they do, don’t be surprised if you get unemployment.”

— Milton Friedman

Lembrei-me de uma mulher que conheço há bastante anos e que tem uma pequena empresa de limpezas há três ou quatro anos. Não é uma pessoa com estudos universitários, com posses ou com família que pudesse ajudá-la com investimentos. Em contrapartida, é inteligente e muito empreendedora e fez tudo sozinha, desde pesquisar esse tipo de negócio a montá-lo e a divulgá-lo. Fez o logótipo, fez tudo. 

Como ela é conhecida na zona -tinha um táxi seu, que entretanto vendeu, com dezenas de clientes fiéis (foi aí que a conheci) e excelente reputação-, é muito exigente consigo mesma e trabalha que nem uma maluca, o negócio vai de vento em popa (trabalha sobretudo para empresas, clínicas, pequenos hotéis, etc.) e é obrigada a recusar muitos trabalhos porque não tem pessoal que chegue. 

Está sempre aflita com falta de pessoal. Outro dia dizia-me, "É difícil arranjar pessoal e mesmo quando se arranja, muitas trabalhadoras vão-se embora ao fim de pouco tempo porque o trabalho é cansativo e eu sou exigente, tem que ficar tudo excelente. Então, preferem receber o subsídio de desemprego, apesar de ficarem a perder dinheiro relativamente ao que ganhariam de salário, pois em contrapartida poupam dinheiro na creche dos filhos e não têm que se chatear com ir trabalhar."

Noto isso nos alunos, cada vez mais. Querem começar pelo tecto. Querem ter grande notas sem ter que estudar. Estão sempre a falar nos seus direitos mas não reconhecem nenhum dever. Querem este ou aquele curso a pensar num certo emprego com expectativa de começar logo a ganhar muito dinheiro e ter um certo estilo de vida que vêem na internet e nos programas idiotas da TV. 

Se tiram esse curso aparecem na entrevista de trabalho com quinhentas exigências como se fossem o supra-sumo da área. Se não entram no curso que queriam e se as coisas não correm de acordo com essa expectativa, desistem. Vão para casa e ficam à espera que alguém os sustente. Vão fazendo trabalhos: ora fazem entregas na Uber, ora arrumam prateleiras no supermercado, mas tudo por pouco tempo porque o trabalho é cansativo e paga mal. 

Entretanto, odeiam os que estudaram e fizerem o que tinham de fazer para melhorar a vida, sem a mínima noção de como esses se fartam de trabalhar e de como muitas vezes começam por ganhar pouco e mal. Vão para a internet queixar-se da vida, fazer-se de vítimas e chamar nomes a quem está a seguir um caminho e melhorou a sua situação, mas entretanto recusam mexer uma palha para melhorar a sua própria situação. Esta mulher que tem esta empresa de limpezas tem uma fila grande de homens, ex-colegas de trabalho, a dizer mal dela, por pura inveja.