July 07, 2026

Isto é verdade?



Em março, o Parlamento Europeu REJEITOU a prorrogação do «Chat Control».
Então, o que fez Bruxelas?
Enquanto toda a gente está distraída com o Mundial, reintroduziram a medida furtivamente através de um procedimento raramente utilizado e estão a tentar novamente.
O objectivo é permitir que as comunicações privadas sejam analisadas ao abrigo de uma derrogação às proteções normais da ePrivacy.
Terão acesso às suas mensagens privadas e às suas fotografias. E, como sempre, a vigilância em massa está a ser-lhe vendida sob o pretexto da «segurança».
Os burocratas da UE não confiam em si.
Querem urgentemente a infraestrutura necessária para o vigiar.
E quando o seu próprio Parlamento vota contra, a máquina burocrática e antidemocrática simplesmente encontra outro procedimento e tenta novamente.
A União Europeia não está a proteger a democracia.


Isto é a sério?

 

Uma pessoa é constantemente vigiada? De quem foi esta ideia? Em vez de tratarem de assuntos da segurança e defesa da Europa tratam de implantar sistemas chineses de vigilância?


A UE introduziu hoje a nova exigência de que todos os automóveis novos matriculados na Europa tenham instaladas câmaras que filmem o rosto do condutor.
O sistema denomina-se «Advanced Driver Distraction Warning» (ADDW) e faz parte do Regulamento Geral de Segurança da UE.
A câmara monitoriza o olhar, os movimentos da cabeça e a atenção do condutor.
De acordo com a regulamentação, o sistema deve estar ativo a partir dos 20 quilómetros por hora. A velocidades mais baixas, deve ser capaz de alertar se o condutor desviar o olhar durante demasiado tempo, enquanto os requisitos se tornam mais rigorosos a velocidades mais elevadas.
Esta exigência ainda não implica qualquer obrigação de gravar o condutor para as autoridades.
Os críticos alertam que a tecnologia poderá abrir caminho a uma monitorização e gravação mais extensivas no interior do automóvel, assim que as câmaras, os sensores e o software forem instalados.

Aqui em Portugal considera-se errado, não o crime, mas a deportação de criminosos

 


A Suécia levou a ONU a atualizar as suas diretrizes, de modo que a violação é agora considerada um crime grave que justifica a deportação.
Isto surge na sequência do caso chocante ocorrido na Suécia, em que um homem da Eritreia foi condenado por violar uma rapariga de 16 anos.
No entanto, o tribunal determinou que ele não podia ser deportado, uma vez que o crime não era considerado suficientemente grave para justificar a deportação.
É claro que esta história foi abafada pelos meios de comunicação social.
Mas foi noticiada no X e causou uma indignação generalizada na Suécia.

PeterSweden

Prognósticos

 

Agora há medo mas antes disso houve intenção deliberada de fazer entrar milhões de islamitas: temos Tony Blair em vídeo a dizê-lo indirectamente, temos David Cameron em vídeo a dizê-lo abertamente, temos o rei inglês a dizê-lo indirectamente e temos Starmer a dizê-lo pelos seus actos todos os dias.

Em Espanha temos Sánchez a dizê-lo e fazê-lo. E em Portugal: Costa desmantelou o SEF mesmo antes de fazer entrar 250 mil islamitas e ainda  agora Santos Silva defende publicamente que o fizeram conscientemente para estar em linha com outros países, depreende-se que socialistas. Socialistas e comunistas têm esse hábito de ir ver o que fazem os socialistas 'lá fora' e depois imitar. A sua lealdade é à ideologia, não ao povo.

Homens venais, servos de Socas e seus companheiros de crime, de um arrogância desmedida. Nunca representam os interesses ou a vontade do povo, apenas a sua auto-indulgência. Deviam chamar-se, não Partido Socialista mas, partido dos Socialistas.


Damn right!

 


É preciso dizer o óbvio 400 vezes

 

Citação deste dia

 

«Aqueles que estão dispostos a abdicar da Liberdade essencial para obter um pouco de Segurança temporária não merecem nem a Liberdade nem a Segurança.»

— Benjamin Franklin (1706–1790)

President Zelenskyy at the NATO Summit in Ankara

 

"Não custa nada proibir"



O deputado do PS (Partido Socialista) Francisco César, defendeu a aplicação da "lógica da pandemia" a períodos de calor extremo em Portugal.
O deputado argumentou que se deviam impor proibições e restrições à circulação em momentos de muito calor (como 45 graus), justificando que "há casos específicos em que não custa nada proibir" por serem situações de apenas "dois, três dias".


Sem comentários. PS: proibir, cancelar, censurar. Resolver os problemas 0 - assediar as pessoas 20. 


Sou só eu que vejo aqui um certo caos?

 

Não sei, mas na escolas, os pacotes de exames estão guardados no cofre, selados. São entregues aos classificadores, selados. Antes do classificador os devolver ao agrupamento de exames são conferidos, um a um, entre ambos que assinam um termo de responsabilidade pelos exames, entregues e recebidos. Aqui vejo caixotes com pacotes de exames abertos, uns no chão outros em cadeiras, ao molho, pessoas a mexer em pacotes abertos. Dá ideia de desorganização e amadorismo. Ao menos têm seguranças a guardar o dito armazém?







"O exame, realizado em casa com um código de honra" LOL




Estas universidades também precisam de contratar pensadores de Filosofia que lhes expliquem noções básicas de natureza humana.



Professor da Universidade Brown horrorizado ao descobrir o maior escândalo de fraude com IA da história da Ivy League

"As provas empíricas da fraude são esmagadoras."

Por Victor Tangermann

O economista premiado e professor da Universidade Brown, Roberto Serrano, afirma ter detectado o que parece ser o maior escândalo de fraude com recurso à inteligência artificial na história da Ivy League.

Como noticia o jornal espanhol El País, Serrano começou a suspeitar assim que analisou os resultados de um exame intermédio realizado em Março numa das disciplinas que lecciona, uma cadeira avançada de Economia Matemática destinada a estudantes de licenciatura.

O exame, realizado em casa e sem consulta — um teste baseado no chamado «Código de Honra», característico das universidades da Ivy League — teve um resultado surpreendente: 40 dos 86 estudantes obtiveram a pontuação máxima de 100 valores. A média da turma foi igualmente suspeita: 96 em 100.

Por outras palavras, não é exagerado supor que muitos estudantes cederam à tentação de recorrer a um chatbot de IA para obter respostas, sobretudo estando em casa, sem um assistente de ensino a supervisioná-los. Segundo os testes efectuados por Serrano, foi exactamente isso que aconteceu.

«Algumas respostas continham passagens invulgares que coincidiam com os resultados obtidos depois de submeter as perguntas ao ChatGPT», afirmou Serrano ao El País.

Talvez ainda mais revelador tenha sido o exame final presencial, que representava metade da classificação final da disciplina. A média foi de apenas 48 valores em 100. Dos 27 estudantes que nem sequer compareceram para realizar essa prova, 22 tinham obtido 100 valores no exame intermédio, reforçando substancialmente a teoria de Serrano.

«As provas empíricas da fraude são esmagadoras», declarou ao jornal.

O incidente evidencia até que ponto a utilização da inteligência artificial se tornou omnipresente nas salas de aula. Até estudantes de universidades altamente prestigiadas da Ivy League estão a recorrer a estas ferramentas para obter classificações elevadas com pouco esforço, mesmo quando isso viola diretamente o Código de Honra que todos se comprometeram a respeitar.

A agravar esta situação, os níveis de literacia e numeracia sofreram uma quebra significativa nos últimos anos. Professores universitários alertam que se está a atingir um ponto crítico, com muitos estudantes que ingressam no ensino superior a demonstrarem apenas um nível de conhecimentos em matemática e noutras disciplinas equivalente ao do ensino básico.

Alguns docentes lamentam ter-se transformado rapidamente em «polícias do plágio», cuja principal função passou a ser detectar fraudes facilitadas pela IA, em vez de ensinarem efetivamente os seus alunos. Trata-se de um jogo constante de «gato e rato», cada vez mais difícil devido ao rápido aperfeiçoamento da tecnologia, que torna as fraudes mais difíceis de identificar.

Ao mesmo tempo, especialistas alertam que a utilização destas ferramentas está a destruir a capacidade de pensamento crítico dos estudantes, tornando-os perigosamente dependentes da tecnologia.

Não surpreende, por isso, que Serrano tenha decidido deixar de realizar exames feitos em casa.

Uma situação semelhante está a ocorrer noutras universidades da Ivy League. Como noticiou a revista The Atlantic no mês passado, a Universidade de Princeton abandonou recentemente uma tradição do seu Código de Honra com 133 anos, segundo a qual os professores saíam da sala enquanto os estudantes realizavam os exames finais, depois de assinarem um compromisso de que não fariam batota.

Face ao aumento dramático da utilização da IA e da desonestidade académica nas salas de aula, Princeton acabou por pôr termo a essa tradição.

«Há uma percepção generalizada de que as pessoas fazem batota nos exames realizados em casa e simplesmente usam o ChatGPT», afirmou Nadia Makuc, estudante finalista de Princeton e antiga presidente da Comissão de Honra, à The Atlantic. Quando as pessoas acreditam que existe mais fraude, isso acaba por incentivar ainda mais fraude.

Para além da perda de integridade académica, a fraude com recurso à IA está a corroer a confiança entre estudantes e professores, ao mesmo tempo que os docentes manifestam preocupação com a desvalorização crescente de um diploma universitário.

«Se deixarmos de defender a verdade, a decência e a honestidade, que tipo de credibilidade teremos como académicos?», questionou Serrano.

 em declarações ao El País.

Porque é que os grandes laboratórios de IA estão a contratar cada vez mais filósofos

 


Porque é que os grandes laboratórios de IA estão a contratar cada vez mais filósofos


Existe a convicção de que o treino da inteligência artificial poderá beneficiar de algumas das lições milenares da filosofia.

A ascensão da era da inteligência artificial está a alterar as expectativas em relação às carreiras profissionais. Se anteriormente havia receios de que as áreas das artes e das humanidades fossem as mais afetadas, a tendência parece ter mudado.

Segundo, The Economist, as empresas de inteligência artificial estão a recrutar filósofos de forma activa, por vezes ainda antes de estes concluírem os seus cursos. Este aumento da procura por filósofos resulta de um reconhecimento mais amplo de que a filosofia oferece ferramentas úteis para o desenvolvimento da IA. Existe a convicção de que o treino da inteligência artificial poderá beneficiar de algumas das lições transmitidas pela tradição filosófica ao longo dos séculos.

Por exemplo, o método socrático, desenvolvido na Grécia Antiga e descrito por Platão, incentiva o questionamento estruturado como forma de testar ideias e revelar contradições. De acordo com, The Economist, o investigador Jörg Noller defende que esta abordagem pode ajudar a tornar os sistemas de IA menos complacentes e mais orientados para a procura da verdade, em vez de procurarem apenas agradar aos utilizadores.

Outra ideia semelhante é a da «ignorância socrática». Na Apologia de Platão, Sócrates afirma que a verdadeira sabedoria consiste em reconhecer o quão pouco se sabe. Especialistas consideram que incorporar esta humildade nos sistemas de IA poderá reduzir a sua excessiva confiança. 

Iason Gabriel, filósofo sénior da Google DeepMind, um laboratório de IA sediado em Londres, atribuiu a esta linha de trabalho parte da diminuição generalizada das chamadas «alucinações» nos sistemas de inteligência artificial.

A filosofia pode também influenciar a forma como os sistemas de IA se comportam. Thomas Powers, da Universidade de Delaware, defende que, se um assistente jurídico baseado em IA for treinado com os escritos de John Locke, poderá atribuir uma importância particularmente elevada aos direitos de propriedade enquanto elemento da liberdade política.

A reportagem acrescenta que alguns programadores permitem mesmo que os utilizadores ajustem esses valores. Por exemplo, a série de modelos «Granite», da IBM, empresa norte-americana do sector da informática, inclui definições que permitem às organizações adaptar as respostas dos modelos para refletirem diferentes filosofias empresariais.

Ao mesmo tempo, a filosofia pode igualmente contribuir para reforçar a segurança das ferramentas de IA. Para evitar comportamentos nocivos, como a manipulação, o engano ou a chantagem, alguns sistemas recorrem ao chamado «constitucionalismo da IA», baseado em princípios morais e jurídicos. A Anthropic desenvolveu constituições para os seus modelos Claude recorrendo a ideias de Immanuel Kant, aos termos de serviço da Apple e à Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Existe também um debate sobre quais os princípios morais que devem orientar os sistemas de IA. Segundo, The Economist, uma das principais abordagens é a deontologia, associada a Immanuel Kant. Esta corrente defende que a IA deve obedecer a regras rigorosas, como não mentir, não coagir pessoas e não utilizar os seres humanos apenas como instrumentos, mesmo que a violação dessas regras pudesse conduzir a um resultado considerado «melhor». Alguns laboratórios de IA, como a Anthropic, incorporam este tipo de princípios nos seus sistemas.

«Estas regras podem tornar o comportamento da IA mais consistente… o que constitui uma vantagem para a implementação de robôs em casas e espaços públicos», afirmou o Dr. Powers à The Economist.

A segunda grande abordagem ética aplicada à IA é o «consequencialismo», que privilegia a escolha da acção que produza os melhores resultados globais. Segundo a reportagem, esta perspectiva é utilizada em sistemas como o ChatGPT e o Gemini.

Embora seja provável que, nos próximos anos, os modelos de IA venham a ser cada vez mais ajustados de acordo com estas correntes filosóficas, alguns críticos alertam para o risco da «desqualificação moral» (moral deskilling), em que as pessoas perdem gradualmente a capacidade de tomar decisões éticas por delegarem essa responsabilidade na inteligência artificial.

«A moralidade é historicamente instável, culturalmente variável, estrategicamente manipulável e, muitas vezes, apenas compreensível em retrospectiva», argumentou Roman Yampolskiy, teórico da inteligência artificial na Universidade de Louisville, salientando que estas características tornam extremamente difícil formalizar a tomada de decisões éticas em sistemas de IA.

NDTV

Como??!! Alguém descobriu a árvore das patacas?

 

(...) o património financeiro declarado por António José Seguro passou de 188 mil euros, em dezembro, para 1,2 milhões de euros, enquanto Presidente da República (...) - dn.pt/opiniao

Em seis meses passou de 200 mil euros para 1 milhão e 200 mil euros? Como? O PR já explicou este milagre das patacas? Que se passa aqui?

Exames: demasiados erros para serem 'meros erros'

 


A quantidade de erros e falhas no processo é demasiado grande para que não tirem ilações quanto à empresa a quem se pagou para pôr este processo em funcionamento, dado que quase nada funciona como devia. Isto sem ter em conta questões pedagógicas como um classificador já ter classificado 80 e tal questões e sem aviso caírem-lhe em cima mais 60 e tal. Como é possível planificar o trabalho para fazê-lo bem e com rigor? Então a pessoa está presa ao computador 24 horas por dia, não vá caírem mais 60 respostas para classificar e depois mais e mais até ao dia da entrega? Os 'informáticos' que fazem estas 'brincadeiras' claramente não têm a mínima noção do que implica classificar respostas de exames.

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António Carlos Cortez, que tem denunciado a situação, reportou, há uns dias, os seguintes casos de colegas seus:

"Passei de 36 para 162 respostas para classificar do exame de Português. Deparei-me com uma situação insólita: numa resposta ao Grupo III, falta a primeira folha e vem só a folha de continuação”

"Literatura Portuguesa... classifiquei ontem 86 respostas. Qd atualizei, apareceram mais 2. Total 88. No entanto, as respostas já lá não estão. Quando os critérios de classificação definitivos forem divulgados, se houver alterações, onde estão as respostas?"

"O maior problema que deteto é a ausência de folhas de continuação, deixando raciocínios e frases a meio. Os professores classificadores já receiam de que em provas que não é tão facilmente detetável também possa acontecer, pois a própria estrutura da prova remete para uma continuação que não existe. Temos que estar sempre a reportar estes casos e pode haver situações em que isso aconteça e o professor não o consiga detetar, com grave prejuízo para os alunos. Esta situação já foi reportada mais que uma vez, sem obter esclarecimentos! Acresce que não cabe ao professor classificador averiguar se as folhas de continuação estão em falta ou não, fazemos o nosso trabalho o melhor que podemos, para o bem dos nossos alunos, sendo esta situação, no mínimo, deplorável."

"Respostas de Matemática A sem a folha de continuação anexada. E agora, como classifico?"

'Desde 2.ª feira tenho acesso a provas de Economia A. Ontem recebi nova tranche de provas na plataforma (quase duplicou) sem respeitar o planeamento do meu trabalho. HOJE (03/07) ainda não consegui entrar na plataforma – tem dado erro a manhã toda quando tento autenticar."

"Não vou validar/submeter provas que não foram classificadas por mim.”

“(Português) Tenho cento e tal itens para corrigir, mas o mais fantástico é que das 36 questões que tinha classificadas só me aparecem 16. As outras nem sei se desapareceram! Precisava de revê-las e nada!!!! Também recebi provas já classificadas."

"Ao 3.º dia de classificação, entro na plataforma e está tudo vazio. Nada na supervisão e, quando clico nos itens de classificação, entro noutra página do IAVE, que simplesmente fica parada no ENTRAR. Não tenho qualquer item ou informação para trabalhar."

"Exame de História A. O meu testemunho do que aconteceu às 10.30. Estava a classificar e, de repente, desapareceu tudo. Já não tenho itens. Espero que isto queira dizer que estão a pôr as folhas de continuação em falta."

Tenho 58 provas classificadas, das quais 9 entretanto desapareceram. Tenho 8 provas sem folhas de continuação (as respostas estão incompletas). Situação reportada, mas sem resposta."

(Testemunho de classificador dos Açores) "Uma semana depois do prazo previsto, as respostas aos itens continuam a não estar acessíveis para classificar. Agora, o prazo foi prolongado em três dias. Mas, a verdade é que o processo de classificação ainda não começou, em algumas disciplinas. É uma trapalhada de tal ordem que, se não fosse tão grave, seria uma anedota!"

"Sou professora classificadora da Prova de Física e Química A. Estou desde 01/07/2026 a tentar constantemente, aceder à plataforma, mas sem conseguir.'

"Atribuíram-me 20 itens / composições do exame de Inglês para classificar, mas 8 estão claramente incompletos, pois as frases terminam a meio e não há folhas de continuação."

"Continuo sem conseguir aceder à plataforma. Nas minhas relações próximas, ninguém conseguiu entrar. Todos estamos a tentar desde 25/06, dia previsto para se iniciar a classificação das provas de Biologia e Geologia."

"1- Em 20 provas atribuídas, 6 carecem de folha de continuação.

2- Sistemática impossibilidade de acesso a sala de supervisão, fóruns / mensagens, não obstante ter seguido os passos indicados várias vezes e usado diferentes motores de busca.'

"A grande maioria das provas não têm folha de continuação, no item 2 grupo 2, embora se perceba que as respostas dos alunos continuam. No item 3 do grupo 4, uma prova não tem folha de continuação."

"Sou classificador o exame de Filosofia. Ao entrar na plataforma, a página fica bloqueada e completamente branca."

"Tenho mais 63 questões referentes a 2 itens diferentes do exame de Economia A. Já tinha classificado 83. Até quando vou continuar a receber questões para classificar?"

"No último lote recebido no dia 2 de Julho, tenho itens em que falta claramente a folha de continuação. Após horas de sucessivas alterações no número de itens, itens de outros classificadores a aparecerem na minha conta, o sistema parecia ter estabilizado. Na verdade, mantém-se este problema já reportado por muitos colegas e que, agora, também afeta os meus itens. Feedback sobre como proceder, nenhum."

"Hoje, recebi os itens de História A para classificar. No entanto, em 13 respostas faltam as folhas de continuação.”


Qualquer dia não temos país

 

Todos os anos a área ardida é maior que a anterior numa escala de triplo e quádruplo. Como é possível que de ano para ano nada se faça para evitar que o desastre esteja sempre a crescer? Vivemos num mundo de ciência e tecnologia mas é como se estivéssemos na Idade Média. Pior, pois nessa altura havia muita gente nos campos que sabia o que fazer.

Vouzela atira Portugal para recorde da Europa de área ardida em 2026

Balanço: com a destruição a quase quadruplicar face a 2025, fogos deste ano marcam já o pior registo acumulado desde o trágico ano de 2017 e do ocorrido em Pedrógão Grande.
Adelaide Cabral

July 06, 2026

🇵🇱 💪

 

Exames: uma pergunta

 

Alunos vão ter acesso aos exames nacionais classificados sem terem de pedir a sua consulta

Ministério vai permitir aos alunos o acesso gratuito e automático a uma cópia digital dos exames que fizeram, de modo a reforçar a transparência sobre este processo que tem tido vários problemas.
Cristiana Faria Moreira - Público 
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Se a intenção é tornar todo o processo digital, porque é que os alunos não fazem o exame num computador, acedendo a uma plataforma digital, como aconteceu com os exames do 9º ano? Evitava-se a confusão de digitalizar provas. Fazem o exame numa plataforma, cada um com a sua senha, etc. Isso é difícil de fazer? Não há computadores para todos?
A mim agrada-me a ideia de não ter de levar-se os pacotes com os exames para casa. Por acaso nunca aconteceu nenhum percalço mas neste trinta e tal anos a classificar exames, de cada vez que saia da escola com um pacote de exames, passava-me pela cabeça 20 situações desde acontecer-me qualquer coisa a caminho de casa e perderem-se os exames a acontecer qualquer coisa em casa e inutilizar exames. Enquanto não os entregava não estava descansada.
Nesta confusão deste ano, o pior, quanto a mim, foi a situação de um professor entrar com as suas credenciais e ir parar à conta de outro. Isso é um nível de incompetência informática gravíssima. Imagine-se isto a acontecer com contas bancárias...

" A lição poética de Cabo Verde no Mundial" é a violência contra as mulheres ser considerada normal no mundo da bola



A lição poética de Cabo Verde no Mundial

Norberto A. Lopes
JN

A lição de Cabo Verde foi construída à custa de uma simplicidade desarmante de jogadores sem tiques de vedetismo, solidários no campo, compactos, mas conscientes de que o valor atribuído estava longe de corresponder às verdadeiras qualidades.
Esta magia africana teve ainda o mérito de ser conseguida num país onde as minorias e os imigrantes são desconsiderados pela Administração de Donald Trump, o que também representa uma bofetada de luva branca a quem governa numa posição de autoridade sobre o planeta.


ENTRETANTO:

Capitão de Cabo Verde é investigado por estupro de tradutora brasileira durante passagem da seleção pela Nova Zelândia 
Em março, a seleção do Cabo Verde esteve na Nova Zelândia para disputar duas partidas. Os caboverdianos perderam de 4 a 2 para o Chile no dia 27, data em que o crime teria acontecido. 
Em depoimento, ela contou às autoridades que foi convidada para um evento em uma sala reservada do hotel em que estava hospedada junto com os jogadores. Ela foi até o local acreditando que estava sendo chamada para cumprir suas funções como intérprete, entretanto, acontecia uma festa no local.

A brasileira retornou ao seu quarto ao se sentir fisicamente mal. Ela relatou que pouco tempo após chegar ao seu aposento, ouviu batidas na porta do quarto e abriu, pensando se tratar de outra solicitação para trabalhar. Porém, de acordo com a intérprete, nesta hora, Ryan Mendes invadiu o cômodo e a violentou.
A mulher recebeu apoio em uma clínica que auxilia sobreviventes de violência sexual, onde realizou exame forense. O relatório médico identificou lesões no genital, múltiplas manchas roxas nas mamas, no pescoço e nos lábios, além de áreas de sensibilidade no couro cabeludo e nas nádegas. Na sequência do atendimento, a vítima fez um registro de ocorrência contra Ryan Mendes em uma delegacia local. Ela relatou ao ge que procurou a Federação Cabo Verdiana de Futebol, mas não obteve apoio. Procurada, a Fifa disse que não vai se manifestar.

O jogador denunciado é atacante do Igdir FK, da Segunda Divisão da Turquia. Aos 36 anos, ele é capitão da seleção de Cabo Verde.
Por O GLOBO

Ucrânia. É isto. Um terramoto por dia

 

«Um míssil russo exterminou uma família inteira. Será que esta fotografia vai pôr fim à guerra? Provavelmente não. Mas acredito que o mundo precisa de ver a verdade», afirmou o fotógrafo Yefrem Lukatsky. «Espero que aqueles a quem esta fotografia possa magoar consigam perdoar-me. Kiev, 6 de julho de 2026».

Quando é que os aliados tomam a decisão de acabar com este horror diário?




Ucrânia: pôr as coisas em perspectiva

 

Ainda há pouco tempo o mundo parou por causa do terramoto devastador na Venezuela. Prédios destruídos, pessoas presas nos escombros. Cerca de 3.500 pessoas mortas. Na Ucrânia, esse é mais ou menos o número de pessoas civis mortas pela Rússia, em cada ano. Todos os dias um prédio ou um hospital ou uma creche são destruídos à bomba - um terramoto diário. As pessoas presas nos escombros, milhares de feridos, crianças sem pernas, sem braços, sem mãe nem pai... mas o mundo já se habituou a esta carnificina, agora quase diária. Porque não fecham os céus da Ucrânia ou lhes entregam armas para se defenderem? A Rússia lançou 23 mísseis balísticos esta noite. A Ucrânia não consegue interceptá-los devido à falta de mísseis interceptores Patriot.


Uma das piores noites em Kiev. Os russos assassinaram pelo menos 11 pessoas e feriram mais de 60. O massacre de ucranianos continua — como se fosse numa linha de montagem.