July 02, 2026

Absolutely right

 

“The problem with Nord Stream 2 is not that it was blown up. The problem is that it was built.”
- Donald Tusk

💥 BUM!

 




Isto serve que propósito?

 

Canícula

 


Canícula


Quando até os pelos do corpo
me doem
e as horas derretem-se
em caldas de tempo
que não foi,
sei que poderia matar na praia
um árabe
ou aceitar a eternidade no inferno
gelado de Dante.

(...)

Algum Lucas
https://www.algumlucas.com/


www.accuweather.com/pt/pt/setubal


Uóte?

 



Um pai ensina a filha pequena a reconhecer e proteger-se de predadores sexuais

 


Há alguma vacina para estes vídeos de 20 segundos?

 

São mesmo perigosos. Vê-se um e depois fica-se ali um ror de tempo perdido e só de vez em quando se apanha algo com 15 segundos de interesse. Este trecho de música é mesmerizante. Embala.

🎯

 


Os russos começam o dia com uma bomba em cima de civis ucranianos


O Kremlin, onde essa gente planeia o terrorismo dia após dia, não é um alvo legítimo? 



E acabam o dia com mais outras, para irem deitar-se satisfeitos de terem morto mais civis.


Archi-Pélagos





O «arqui-mar»

No início, havia o mar Egeu.

Este «pequeno Mediterrâneo» grego, salpicado por duas mil ilhas. As mais conhecidas são as «Cíclades», assim chamadas porque parecem formar uma espécie de círculo [κύκλος (kuklos)] em torno de Delos, como que para honrar esta ilha sagrada. Em grego, «mar Egeu» podia, entre outras formas, ser designado por Αἰγαῖον πέλαγος [Aïgaïon pélagos] [literalmente: «o alto mar Egeu»].

Os venezianos, que controlavam a zona no século XII, adoptaram a expressão Αἰγαῖον πέλαγος [Aïgaïon pélagos] e italianizaram-na para «Arcipelago» [início do século XIII] = «mar Egeu». A palavra passou para o francês, tornando-se «Archepélague» [século XIV] = «mar Egeu», depois «archipellegue» [século XVI] no sentido lato de «mar salpicado de ilhas»; o que resultou em «archipel» [início do século XIX] = «conjunto de ilhas».

Mas como explicar a transição de «arci-» para «archi-»? Uma hipótese: sob a influência das palavras com «archi-»* [de ἀρχή (arkhè) = «começo» / «comando»], o mar Egeu, o «Archi-pélago»**, o «archi-mar», era de certa forma considerado como o mar dos mares ou, melhor ainda... a mãe dos mares!

* «arquiduque», «arcipreste», «arquitecto», etc.
** Note-se que outras línguas mantiveram uma forma mais próxima do original. Por exemplo, em inglês: «archipelago»; em espanhol: «archipiélago»; em romeno: «arhipelag», etc. Em russo, a palavra diz-se архипелаг [arkhipelag]. Cf. o famoso livro de A. Solzhenitsyn, que denuncia o sistema de campos de concentração soviético, publicado em francês em 1973, intitulado  «L’archipel du GOULAG». Em russo, o título soa melhor, com uma rima interna: Архипелаг ГУЛАГ [Arkhipelag GOULAG].

Benoit Grimonprez (amigos do grego e do latim)


Insónias? Yo-Yo Ma e Fritz Kreisler

 

Que amava a música e a humanidade.


July 01, 2026

Ou taxas os ricos ou desmantelas os serviços públicos

 

O que aconteceu aos ingleses?

 

Detestam o seu próprio povo, são anti-semitas, obcecados em importar islmitas. O que aconteceu aos ingleses?
A revista britânica «The Lancet» publicou um apelo para que Israel fosse excluído da Associação Médica Mundial.
Depois disso, 5 000 médicos de 46 países assinaram uma petição dirigida à Associação Médica Mundial para que esta tome medidas contra a discriminação e os boicotes médicos.

A petição, assinada por médicos do Canadá, Brasil, Alemanha, Espanha, França e Itália, entre outros, afirma que «as organizações médicas devem continuar a ser espaços de cooperação científica e universal, e não servir como instrumento de exclusão política».

Os médicos acrescentaram que a revista The Lancet «ignora completamente qualquer papel que o Hamas tenha na destruição do sistema de saúde em Gaza».

Vários reféns testemunharam que o Hamas os mantinha detidos em hospitais. A refém Noa Marciano foi assassinada por um médico do Hamas no Hospital Al-Shifa. Este injetou-lhe ar nas veias. A família dela recebeu um vídeo deste terrível acto de violência.

Excluir os médicos israelitas, cuja investigação salva inúmeras vidas, das instituições médicas globais não ajudará em nada os palestinianos.

Isso apenas aumentará o ódio que os judeus, incluindo os médicos judeus, enfrentam.

Diferença entre etnias e culturas

 

As sociedades podem ter muitas etnias diferentes e cada uma não tem que rejeitar a herança dos seus antepassados, mas todas têm que abraçar o projecto da sociedade para a qual querem imigrar. Grupos estanques com culturas opostas em valores a querem mudar as leis e os próprios fundamentos das sociedades estão destinados ao desastre. Logo, não devemos aceitar pessoas que não estão dispostas e abraçar os nossos valores e modo de vida e até querem destrui-lo. Isto é óbvio. Não por acaso, todos os que não querem integrar-se, resistem a que as raparigas estudem depois de entrarem na puberdade, no pressuposto que as raparigas são sempre submissas aos rapazes e, por isso, podem escapar ao seu controlo e fazer uma revisão racional da sua herança cultural.


Escolhas

 

Mais um capítulo do circo dos horrores inglês

 


Uma criança vítima de violação neste país bateu a SEIS portas à procura de ajuda. A polícia. Os assistentes sociais. Os procuradores. A Câmara Municipal. O presidente da Câmara. O governo. Todas elas foram fechadas na sua cara.
Quase todas essas portas pertencem às pessoas que governam a Grã-Bretanha neste momento.


A reforma da Igreja Católica não será no meu tempo, nem de nenhum dos vivos

 



Se é que alguma vez aconteça. Era necessário que os homens, seres masculinos, lutarem dentro dela pelo fim da discriminação das mulheres, da perseguição das mulheres, do controlo das mulheres e da imposição de sofrimento gratuito às mulheres. A Igreja são as pessoas que a fazem. Ora o que vejo, cada vez mais, são homens a defender que pôr as mulheres em casa a procriar como animais da quinta faz bem à família, ou seja, faz bem aos homens. Outros homens a criarem novas versões ainda mais retrogradas. As religiões, todas as religiões organizadas são instrumentos de opressão de mulheres. Algumas, como as islâmicas, mais que isso, são instrumentos de violência e morte. Vejo este Papa como um retrocesso. Alguém que alinha com o Islão por ser uma religião, do mesmo modo que os homens alinham uns com os outros e são cúmplices da violência do outro. Alguém que não tem o menor interesse na humanidade das mulheres, na voz das mulheres e, muito menos, em partilhar poder com mulheres. Se as mulheres não se tornarem todas cobardes, cúmplices de opressores violentos de mulheres, como vemos as da extrema esquerda fazerem aliando-se aos mais violentos extremistas islâmicos, e se lutarem pelo direito a existirem com voz própria em liberdade, esta religião católica tem os dias contados, mesmo que a conta só se feche daqui a 500 anos.


É preciso coragem moral

 


Dearborn é uma cidade no estado americano do Michigan com 55% de população islamita. São perto de 50% da força policial. O chefe da polícia aparece aqui a gabar-se disso e a promover o hijab, logo, a sharia. Como podem as mulheres defender-se da violência desses homens defensores da sharia se eles são o braço armado da lei?

Os nossos antepassados construíram nações livres, derrotaram a tirania, fizeram avançar a ciência e o espírito científico, derrotaram doenças aterradoras que pareciam eternas, estabeleceram o Estado de Direito, criaram prosperidade numa escala que durante toda a História não parecia ser possível, evoluíram no conhecimento a uma escala nunca vista, criaram uma Carta de compromissos de Direitos Humanos para que a Humanidade tivesse um chão comum de civilização, as mulheres conseguiram, com o apoio de muitos homens, ascender a uma vida livre de escravidão, social e religiosa, baixaram o nível de violência das sociedades, fomentaram a civilidade e o respeito, a tolerância e o diálogo, os direitos dos cidadãos. Temos Parlamentos em vez de ditadura e imposição. Criaram instituições que se controlam umas às outras para que haja justiça. Fizeram-no com perfeição? Não. Não há civilizações perfeitas, totalmente livres de violência, de injustiças e de abusos de poder. Houve muitas guerras, muitos atropelos aos Direitos Humanos mas conseguiu para si e espalhou pelo planeta o ideal da liberdade, da democracia, da indústria que trouxe o bem-estar a tantos, da educação universal e do princípio de que todos os indivíduos devem ser iguais perante a lei.

No entanto, dizem-nos agora que esta história foi extraordinariamente perversa, que a nossa herança é ilegítima e que a nossa cultura não merece ser preservada, que temos de pedir desculpa a outros cuja história é tão violenta ou muito mais violenta que a nossa, sem nunca se terem reformado ou admitido culpa, como nós fizemos e fazemos, sem terem contribuído para o avanço da humanidade em nenhum campo há mais de mil anos, a não ser o do dogmatismo violento e teocrático. Dizem-nos que não podemos ensinar a História sem constante recriminação e negação da nossa cultura. Se falas na Expansão tens que acrescentar logo a seguir que és um racista esclavagista e tens a culpa original. Que todos os outros são vítimas. Dizem-nos que temos de importar milhões de pessoas de culturas das 'vítimas', culturas retrógradas, violentas, que exigem a submissão das mulheres, a pedofilia, o fim da liberdade, a submissão de todos à religião sob pena de morte. Pessoas cujo objectivo de vida é a destruição de tudo o que conseguimos, de todos os valores que nos definem, enquanto nações livres, democráticas e em busca da justiça social.

Esta loucura suicida já fez surgir extremistas da direita a fundar uma versão de religião cristã ainda mais retrógrada com missas em latim (para o povo depender dos líderes) e obrigação das mulheres se cobrirem - sempre o desejo de violência contra as mulheres.

Precisamos de pessoas decentes e de bom senso que pensem para lá do imediato e levantem a voz e usem a sua agência para defender a nossa civilização da extrema-esquerda cobarde que à maneira de Putin, mais depressa vê o seu país a arder do que reconhece o erro, tal é o medo que lhes chamem não-progressistas, racistas ou islamofóbicos, essa palavra inventada para impedir a discussão lúcida e amedrontar os cobardes. 

Em Portugal, pensava eu que tínhamos espaço para prevenir esta loucura, mas agora sabemos que os islamitas não são 30 mil como nos disse Costa, mas sim 300 mil. Pelo menos 200 mil são ilegais. Não irregulares como a extrema-esquerda gosta de dizer para parecer que a legalidade é um mero pormenor: ilegais, quer dizer, contra a lei. Muçulmanos individuais são uma coisa diferente do islamismo em massas de centenas de milhar. Olhe-se para todas as civilizações canibalizadas por essa ideologia-religião-cultura: do Afeganistão ao Egipto, da Índia à Síria. Olhe-se para a Palestina. É só destruição, opressão e culto da morte.

É preciso coragem moral em vez de medo dos canceladores, dos ditadores de opinião e dos extremistas, de direita e de esquerda.

Hipocrisias e imoralidades

 

A mesma extrema-esquerda que se opõe à castração química de violadores adultos, conscientes e renitentes alegando os direitos humanos dos violadores celebra a castração química de crianças e adolescentes com bloqueadores de puberdade e mutilações cirúrgicas. Chamam-lhe progresso.




Alguém se espanta do estado em que está a Inglaterra?

 

E falta o Starmer.