February 08, 2026

Estamos num impasse da guerra

 

Porque a Rússia não consegue ganhar a guerra mas os EUA e outros que não fazem o que devem, mantêm-na ligada a um pulmão artificial. A única maneira de sair deste impasse é a Europa e os outros aliados fazerem tudo agora, já: providenciar a defesa aérea, enviar tropas, pelo menos para ajuda humanitária, sancionarem todas as empresas ocidentais que ainda vendem alguma coisa aos russos e apreender todos os navios de petróleo que andam no mar Báltico. Enquanto Putin não estiver de joelhos, não cai e enquanto não se resolve este impasse os ucranianos morrem de frio. Qual é a justificação pragmática ou moral para deixarmos os ucranianos morrer de frio ou atingidos por bombas, para que estejamos nós em paz?


Suíça ou... como porcos atraem porcos

 

Nenhum país do mundo deve ser deixado sozinho e sem assistência a lutar pelo outros

 

Vatícinos fáceis

 


Os vampiros do PS que lutaram contra Seguro com todas as suas forças hão-de agora aparecer com sorrisos a adejar à sua volta com pedidos de amancebagem como se nada se houvera passado. Apesar de Seguro ter sido eleito justamente por não ter o apoio da vampiragem do PS.

Temos dois ouvidos e uma boca para que possamos ouvir duas vezes mais do que falamos - Epitectus




Matt Oliver


🇺🇦 💪

 

5 lições intemporais de Sir Humphrey

 


Quando a democracia é vista como um problema

 

Muitos bilionários que governam os políticos que governam o mundo são psicopatas

 

As sociedades têm uma história global de premiar psicopatas, pessoas extremamente violentas, mesmo que não expressem a violência fisicamente? Todos estes predadores, grupos de violadores, de pedófilos, de exploradores do outro, de criminosos que estão à frente de governos...

Aqui vai uma opinião impopular

 


Nunca vi a série, The Handmaid's Tale. Vi o trailer e percebi que se tratava de uma série sobre uma sociedade patriarcal teocrática onde as mulheres são obrigadas a ser bonecas sexuais dos homens. Dado que não é uma situação futurista, nem imaginária mas muito real, ainda em funcionamento em tantos de países do mundo, pareceu-me logo uma ideia estúpida, pois em vez de servir de aviso, pareceu-me que seria um manancial de ideias (e ideais) para todos os machos teocráticos -ou não- e incels que continuam com esse sonho de escravizar sexualmente as mulheres - desde logo as sociedades islâmicas que ainda mantêm escravas sexuais que raptam, vendem e compram e matam como lhes aprouver. As sociedades em geral têm um problema gravíssimo de violência masculina sobre as mulheres -estamos a falar na ordem do bilião- e em vez de lidar com essa violência alguém resolver dar-lhes mais ideias de violência.

🎯 O direito à violência? Não é um direito humano

 


🎯 O direito à violência? Não é um direito humano

 


🎯 O direito à violência? Não é um direito humano

 

Esta mentalidade das mulheres de extrema-direita e extrema-esquerda completamente capturada pela violência do patriarcado, é muito perturbadora. Aqui no país representadas pelas cristãs extremistas que advogam a punição moral das mulheres que não se prestem a ser empregadas domésticas dos maridos e pela esquerda extrema como o BE e o PCP -e mesmo algum PS- que aprovam a vinda de imigrantes de uma religião totalitária que exige a total da subjugação das mulheres a uma lei de violência. Compreendo que raparigas menores, educadas nessa aceitação de violência ainda não se consigam livrar-se mentalmente dela, mas mulheres adultas...? Já compreendo mal que homens que se dizem e, pensam, boas pessoas, achem normal sacrificar as raparigas e mulheres a esta violência com o argumento de 'precisamos de pessoas para construir estradas', como se não houvesse uma centena de milhar de pessoas a querer imigrar para aqui sem essa matriz de violência patriarcal, mas mulheres? Adultas? Aquela Raquel Varela que foi para a rua com mulheres de burka defender a liberdade da submissão das mulheres? Platão atingiu uma verdade na sua Alegoria da Caverna.


🎯 O direito à violência? Não é um direito humano

 

🎯 O direito à violência? Não é um direito humano

 


Como destruir a credibilidade científica

 

E, com ela, a ciência.

February 07, 2026

Donald Trump

 


Donald Trump é tão psicopata que às vezes nos esquecemos do quão racista é, e é tão racista, que às vezes nos esquecemos do quão sexista é, e tão sexista, que às vezes nos esquecemos de como ele é totalmente estúpido, e tão estúpido, que às vezes nos esquecemos de como ele é maligno, e é tão maligno, que às vezes nos esquecemos do quão corrupto é, e é tão corrupto, que às vezes nos esquecemos de como é incompetente, e tão incompetente, que às vezes nos esquecemos de como é um depravado, e tão depravado, que às vezes nos esquecemos de que é um psicopata.

Jo

Numa época em que se transporta qualquer coisa em três horas de um país da Europa a outro, morre-se de frio na Ucrânia

 

Alguém que dê sentido a isto.


Giovanni Paisiello - quarteto para cordas

 


Paisiello foi um compositor italiano de Nápoles. 
Em seu tempo era um compositor muito famoso, convidado pela corte russa, por Napoleão e outros notáveis. 
Infelizmente para si, era contemporâneo de Rossini que estreou o seu Barbeiro pouco antes da morte de Paisiello, eclipsando o anterior e popular Barbeiro de Paisielli. Também foi contemporâneo de Mozart, que compôs As Bodas de Fígaro como uma sequela do Barbeiro de Paisiello. A música de Mozart é galante e elegante evocando amiúde Piasiello.

Por exemplo, no início deste quarteto para cordas ouve-se o Porgi Amor.


Paisiello compôs umas oitenta óperas, quarenta missas, sinfonias, concertos, quartetos e sei lá mais o quê. Hoje-em-dia é quase desconhecido e os poucos que o conhecem chamam-lhe «o outro Barbeiro»



O ciclo da anaciclosis segundo Políbio

 


De acordo com Políbio (c. 200–118 BC), os governos seguem um ciclo repetitivo, previsível de ascensão, decadência e substituição ao qual chama Anaciclosis. 
https://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Polybius/6

O ciclo da anaciclosis

O processo repetitivo tem fases cíclicas que se sucedem num loop inescapável e é impulsionado pela natureza humana e pela inevitável corrupção do poder. 

- Monarquia: inicialmente, um único líder virtuoso aparece e galvaniza o povo. Ganha poder por meio da sua força exemplar e da sua moralidade.

- Da monarquia à tirania: à medida que a sua descendência luta pelo poder, a sucessão hereditária leva à corrupção, transformando a monarquia numa tirania opressiva.

- Tirania - governo pela opressão e pela crueldade. 

- Aristocracia: a tirania colapsa com uma revolução dos nobres. Os nobres mais capazes da monarquia aliam-se e derrubam o tirano.

- Oligarquia: o governo aristocrático constituído pelos mais capazes degenera num governo virado para a acumulação de riqueza egoísta.

- Democracia: a certa altura, o povo revolta-se contra a oligarquia e estabelece um auto-governo pela maioria.

- Demagogia: o governo da maioria leva ao populismo que desemboca na demagogia. A demagogia é o governo dos restos da democracia que apela ao medo e às emoções. Leva à formação de grupos polarizados.

- Oclocracia (governo da multidão): a democracia demagoga decaí com o governo dos incapazes, que a torna caótica, sem lei e sem ordem racional. A ordem pública entra em colapso e as decisões são tomadas por grupos que se impõem pela força. 

- Desse caos, surge um líder forte e virtuoso que se impõe de novo, restaurando a monarquia, e o ciclo recomeça.

Políbio acreditava que a Constituição mista de Roma, combinando elementos da monarquia, aristocracia e democracia, ajudava a retardar esse ciclo, equilibrando forças concorrentes. Pensadores posteriores, como Maquiavel, foram influenciados por essa ideia.