February 27, 2026

Nocturna - Long Road (música para dormir em paz)

 









👩‍⚕️💪 🇺🇦

 

Como lidar com putineiros

 

Neste caso a verdade é o cenário mais simples

 

Toda a Rússia militar e económica é um alvo legítimo

 

"muitas vezes as investigações do Congresso são um teatro político partidário"

 





DECLARAÇÃO DE ABERTURA DA SECRETÁRIA CLINTON À COMISSÃO DE SUPERVISÃO E REFORMA GOVERNAMENTAL DA CÂMARA DOS REPRESENTANTES

26 de Fevereiro de 2026

Senhor Presidente, Senhores Vice-Presidentes, Senhores Membros da Comissão... como ex-senadora, tenho respeito pela supervisão legislativa e espero que o seu exercício, tal como o povo americano, seja baseado em princípios e destemido na busca da verdade e da responsabilização.

Como todos sabemos, porém, muitas vezes as investigações do Congresso são um teatro político partidário, o que é uma renúncia ao dever e um insulto ao povo americano.

A Comissão justificou a minha intimação com base na suposição de que eu tenho informações sobre as investigações das atividades criminosas de Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell. Deixe-me ser o mais clara possível. Não tenho.

Como afirmei na minha declaração sob juramento em 13 de Janeiro, não tinha conhecimento das actividades criminosas deles. Não me lembro de ter encontrado o Sr. Epstein. Nunca voei no seu avião nem visitei a sua ilha, casas ou escritórios. Não tenho nada a acrescentar a isso.

Como qualquer pessoa decente, fiquei horrorizada com o que descobrimos sobre os crimes deles. É incompreensível que o Sr. Epstein tenha inicialmente recebido uma leve palmadinha na mão em 2008, o que lhe permitiu continuar com as suas práticas predatórias por mais uma década.

Senhor Presidente, a sua investigação deve avaliar a forma como o governo federal lidou com as investigações e processos judiciais contra Epstein e os seus crimes. O senhor intimou oito autoridades policiais, todas elas responsáveis pelo Departamento de Justiça ou pela supervisão de investigações e processos judiciais contra Epstein e os seus crimes.

Dessas oito, apenas uma compareceu perante a Comissão. Cinco dos seis ex-procuradores-gerais foram autorizados a apresentar declarações breves afirmando que não tinham informações a fornecer.

Não realizou nenhuma audiência pública, recusou-se a permitir a presença da imprensa, incluindo hoje, apesar de ter defendido a necessidade de transparência em dezenas de ocasiões.

Fez pouco esforço para convocar as pessoas que mais se destacam nos arquivos de Epstein. E quando o fez, nenhum membro republicano compareceu para ouvir Les Wexner.

Esta falha institucional tem como objectivo proteger um partido político e um funcionário público, em vez de buscar a verdade e a justiça para as vítimas e sobreviventes, bem como para o público que também deseja chegar ao fundo desta questão. O meu coração parte-se pelas sobreviventes. E estou furiosa em nome delas.

Passei a minha vida a defender mulheres e meninas. Trabalhei arduamente para acabar com os terríveis abusos que tantas mulheres e meninas enfrentam aqui e em todo o mundo, incluindo tráfico humano, trabalho forçado e escravidão sexual. Por muito tempo, esses crimes foram amplamente invisíveis ou nem sequer eram tratados como crimes. Mas as sobreviventes são reais e têm direito a uma vida melhor.

No Sudeste Asiático, conheci meninas de apenas 12 anos que foram forçadas à prostituição e estupradas repetidamente. Algumas estavam a morrer de SIDA. Na Europa Oriental, conheci mães que me contaram como perderam as filhas para o tráfico e não sabiam a quem recorrer. Em vários lugares do mundo, conheci sobreviventes a tentar reconstruir as suas vidas e ajudar a resgatar outras pessoas — com pouco apoio das pessoas no poder, que muitas vezes fechavam os olhos e viravam as costas.

Se o senhor não está familiarizado com esta questão, deixe-me dizer-lhe: Jeffrey Epstein era um indivíduo hediondo, mas está longe de ser o único. Não se trata de uma sensação isolada da imprensa sensacionalista ou de um escândalo político.

É um flagelo global com um custo humano inimaginável.

O meu trabalho no combate ao tráfico sexual remonta aos meus dias como primeira-dama. Trabalhei para aprovar a primeira legislação federal contra o tráfico e fiquei orgulhosa quando o meu marido assinou a Lei de Proteção às Vítimas de Tráfico, que aumentou o apoio aos sobreviventes e deu aos promotores melhores ferramentas para perseguir os traficantes.

Como Secretária de Estado, nomeei um ex-procurador federal, Lou CdeBaca, para intensificar os nossos esforços globais contra o tráfico humano. Supervisionei cerca de 170 programas contra o tráfico humano em 70 países e pressionei diretamente líderes estrangeiros para que reprimissem as redes de tráfico nos seus países. Todos os anos, publicávamos um relatório global para destacar os abusos.

As conclusões desses relatórios desencadearam sanções contra os países que não conseguiam avançar, tornando-se assim uma poderosa ferramenta diplomática para impulsionar ações concretas.

Insisti que os Estados Unidos fossem incluídos no relatório pela primeira vez em 2011. Porque devemos manter-nos não apenas ao mesmo nível do resto do mundo, mas a um nível ainda mais elevado. O tráfico sexual e a escravatura moderna não devem ter lugar na América. Nenhum.

Irritantemente, a administração Trump destruiu o Gabinete de Tráfico de Pessoas do Departamento de Estado, cortando mais de 70% dos funcionários públicos e especialistas do serviço diplomático que trabalhavam arduamente para prevenir crimes de tráfico. O relatório anual sobre tráfico, exigido por lei, foi adiado por meses. A mensagem da administração Trump ao povo americano e ao mundo não poderia ser mais clara: combater o tráfico de pessoas não é mais uma prioridade americana sob a Casa Branca de Trump.

Isso é uma tragédia. É um escândalo. Merece uma investigação e supervisão rigorosas.

Uma comissão empenhada em acabar com o tráfico humano procuraria compreender quais as medidas específicas necessárias para corrigir um sistema que permitiu a Epstein escapar impune dos seus crimes em 2008.

Uma comissão dirigida por funcionários eleitos com um compromisso com a transparência garantiria a divulgação completa de todos os arquivos.

Garantiria que as edições legais desses arquivos protegessem as vítimas e sobreviventes, e não homens poderosos e aliados políticos.

Iria ao fundo das denúncias de que o Departamento de Justiça reteve entrevistas do FBI nas quais uma sobrevivente acusa o presidente Trump de crimes hediondos.

Intimaria qualquer pessoa que perguntasse em que noite haveria a «festa mais louca» na ilha de Epstein.

Exigiria o testemunho de promotores na Flórida e em Nova Iorque sobre por que deram a Epstein um acordo favorável e optaram por não perseguir outros que poderiam estar implicados.

Exigiria que o secretário Rubio e a procuradora-geral Bondi testemunhassem sobre por que este governo está a abandonar os sobreviventes e a fazer o jogo dos traficantes.

Procuraria os agentes na linha da frente desta luta e perguntaria-lhes de que apoio precisam.

Apresentaria legislação para fornecer mais recursos e forçar este governo a agir.

Mas isso não está a acontecer.

Em vez disso, obrigaram-me a testemunhar, sabendo perfeitamente que não tenho nenhum conhecimento que possa ajudar na vossa investigação, com o objetivo de desviar a atenção das ações do presidente Trump e encobri-las, apesar dos pedidos legítimos por respostas.

Se esta comissão estivesse realmente interessada em descobrir a verdade sobre os crimes de tráfico de Epstein, não dependeria de colectivas de imprensa para obter respostas do nosso actual presidente sobre o seu envolvimento; perguntar-lh-ia diretamente, sob juramento, sobre as dezenas de milhares de vezes em que ele aparece nos arquivos de Epstein.

Se a maioria estivesse realmente interessada, não perderia tempo com investigações aleatórias. Há muito a ser feito.

O que está a ser ocultado? Quem está a ser protegido? E porquê o encobrimento?

O meu desafio para si, Sr. Presidente, membros da Comissão, é o mesmo desafio que coloquei a mim mesmo ao longo do meu longo serviço a esta nação. Como ser digno da confiança que o povo americano depositou em si. Eles esperam habilidade política, não jogos políticos. Liderança, não exibicionismo. Eles esperam que use o seu poder para chegar à verdade e fazer mais para ajudar as sobreviventes dos crimes de Epstein, bem como os milhões de outras vítimas do tráfico sexual.

via Rachel Maddow Fans · Steve Eskey

"É quase racista: «deixa-os fazer o que querem, não são capazes de melhor»"

 

Aurora

 


Florença, por Davide


February 26, 2026

Soluções - Propostas para a agricultura

 


A agricultura é a nossa primeira linha de defesa

Um novo contrato de soberania face à encruzilhada de 2028.

Gonçalo Caleia Rodrigues
Público

Portugal encontra-se numa encruzilhada histórica definida por uma nova realidade orçamental em Bruxelas. A Comissão Europeia sinalizou claramente as suas prioridades para o pós-2027: menos “Agricultura”, e muito mais “Defesa” e “Coesão” (através do novo Fundo Único).

Perante este cenário, temos duas opções. A primeira é continuarmos a lamentar os cortes na PAC e aceitarmos o declínio do setor (o que aparenta ser a postura do Governo...). A segunda, e talvez única solução, é mudarmos radicalmente o nosso posicionamento estratégico. Se a Europa prioriza a Defesa e a Coesão, então Portugal tem de ter a inteligência política de reconhecer e classificar a Agricultura como uma ferramenta de Defesa Nacional e de Coesão Territorial.

Portugal tem de ter a inteligência política de reconhecer e classificar a Agricultura como uma ferramenta de Defesa Nacional e de Coesão Territorial

Esta mudança semântica e política não é retórica; é posicionamento.

Um país que não consegue alimentar o seu povo é um país vulnerável e refém de terceiros — logo, a soberania alimentar é Defesa.

Um território de fronteira despovoado, onde a presença humana é baixa, é um território que não é coeso — logo, a ocupação rural é Coesão Territorial.

Ao assumirmos este desígnio, deixamos de pedir “esmola” para “garantir rendimentos” e passamos a exigir investimento para “garantir o Estado”. Isto permite-nos ir buscar financiamento às rubricas mais robustas do orçamento europeu (Defesa e Coesão) para financiar infraestruturas hídricas, fixação de pessoas e gestão da paisagem.

É com base nesta premissa — de que investir na terra é armar o país contra o abandono e a dependência externa — que apresento estas seis propostas.

1. Regionalizar: ocupar o território é defender o país


A proposta europeia de um “Fundo Único” gerido centralmente pelos Estados corre o risco de criar um “funil” em Lisboa. Um Estado que concentra a decisão na capital e ignora o interior é um Estado estrategicamente vulnerável. A defesa da integridade territorial exige comando e meios no terreno.

Proposta: Comando de Proximidade. A gestão da nova PAC não pode ser um monopólio do Terreiro do Paço. Devemos garantir a criação e implementação de Planos Nacionais Regionais, nos quais a alocação de fundos é contratualizada e gerida pelas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional e pelas Comunidades Intermunicipais.
Justificação: Isto garante que a estratégia não é desenhada na metrópole, mas por quem conhece o terreno. Descentralizar não é dividir; é garantir que existe capacidade de resposta e ocupação humana em todo o espaço nacional, evitando os “vazios” que convidam ao abandono e à insegurança.
2. Água: a independência estratégica

A nova arquitetura da PAC é omissa sobre o regadio e o Governo já fez o setor precipitar-se na escassez, não reforçando verbas no atual quadro. Num contexto de alterações climáticas, a escassez hídrica e a dependência alimentar são falhas graves de segurança nacional. Um país que não procura alcançar equilíbrio na sua balança comercial agroalimentar é um país refém. A água não deve ser paga apenas por fundos agrícolas, mas por fundos da Segurança e Coesão.

Proposta: Investimento Blindado na “Água que Une”. A execução desta estratégia deve ter a mesma prioridade que um programa de investimento militar. É imperativo blindar financeiramente a construção de barragens, charcas e sistemas de reutilização, apostando no conhecimento e na eficiência.
Justificação: A água é o recurso geopolítico mais valioso do século XXI. Levar a água ao interior é a única forma de garantir a fixação de pessoas e empresas em territórios de baixa densidade. A água é a infraestrutura crítica que segura a população e garante a nossa soberania alimentar face a crises externas.
3. Os três modelos de produção: um “exército”produtivo completo

A visão liberal de Bruxelas foca-se apenas na competitividade financeira, favorecendo as grandes escalas. Mas a defesa do território exige uma ocupação total, que a grande agroindústria sozinha não consegue garantir, financiando a ocupação territorial pelo orçamento de Segurança e Coesão.

Proposta: Uma política que integre taticamente três “corpos” de agricultores

* Modelo Tecnológico: A “força de elite” da agricultura de maior escala e mais intensiva, que garante a competitividade externa e o equilíbrio da balança comercial.
* Modelo Territorial: A produção extensiva, que assume o papel de “guardiã” da paisagem e da biodiversidade.
* Modelo Familiar: a pequena agricultura tal com a “infantaria” da coesão.

Devemos apostar num estatuto de discriminação positiva, majorando apoios não apenas pela quantidade produzida, mas pela função de ocupação do território.
Justificação: Precisamos de todos. Sem os modelos territorial e familiar, as aldeias fecham e o território fica “indefeso” e vazio. O Estado deve pagar por essa presença física que garante a continuidade da nação em cada vale e serra.
4. Os jovens: o rejuvenescimento das fileiras

Com uma população agrícola envelhecida, com média de idades a rondar os 65 anos, enfrentamos um “inverno demográfico”. Junta-se a proposta de eliminar os pagamentos a agricultores na idade da reforma. Um sector sem jovens é um sector em colapso iminente, o que representa um risco de segurança interna.

Proposta: Mobilização Nacional. Assumir a meta de 20% de jovens agricultores até 2035 como um desígnio estratégico. Devemos garantir não só terra e crédito, mas a “logística” da vida: redes de creches, habitação e digitalização.
Justificação: A fixação de jovens no interior é a garantia de continuidade do Estado. Investir na sua instalação é investir na manutenção da soberania sobre o próprio território nas próximas décadas.
5. Floresta: A Proteção Civil Preventiva

A política atual falhou e a PAC pós-2027 tende a ignorar a floresta não produtiva. O resultado é o abandono, que transforma a paisagem num barril de pólvora, ameaçando populações e infraestruturas críticas.

Proposta: Remuneração de Segurança. Mudar radicalmente o paradigma. Quem gere a floresta, limpando e sequestrando carbono, deve receber um pagamento por serviços de ecossistema, por toda a externalidade positiva criada pela atividade. Para tal devemos utilizar fundos de Proteção Civil e Ambiente para pagar aos produtores florestais.
Justificação: Não é um subsídio agrícola; é o pagamento de um serviço de segurança pública. O agricultor florestal é o agente de proteção civil mais eficaz e barato que o Estado pode ter. Pagar-lhe é investir na prevenção de catástrofes.
6. Resiliência: O Escudo Financeiro do Capital Nacional

A volatilidade climática destrói capital fixo (pomares, infraestruturas) que demora anos a repor. Basta recorrer à infeliz memória recente. O sistema atual de seguros não se adequa à necessidade e o Estado responde tarde. Permitir a destruição deste capital é enfraquecer a economia nacional.

Proposta: Seguro Universal e Fundo de Catástrofes. Implementar seguros obrigatórios e um Fundo com ativação automática baseada na ciência (dados meteorológicos), focado em reconstruir imediatamente o potencial produtivo.
Justificação: Trata-se de proteger o “capital fixo” da nação. Garantir que, após um “ataque” climático, a capacidade produtiva do país é reposta de imediato, é uma questão de resiliência e segurança económica.
Não podemos aceitar que a agricultura seja tratada como o “parente pobre” do Orçamento Europeu. Ao reclassificarmos a agricultura como um pilar de Coesão e Defesa, legitimamos o uso de fundos mais robustos para o setor.

As propostas que aqui deixo nascem da convicção de que a agricultura é muito mais do que a produção de alimentos: é a ferramenta mais poderosa que temos para manter Portugal inteiro, coeso e soberano. Porque agricultura é Defesa! Cabe-nos a nós, agora, ter a coragem política de transformar esta visão em realidade.

Isto é na Universidade de Manchester

 

Isto não é numa madrassa, é na Universidade de Manchester. A Irmandade Muçulmana já manda nas Universidades inglesas? Isto é o resultado do trabalho de normalização do islamismo e das suas leis selvagens do século VII pela esquerda ocidental. O resultado de anos de encobrimento dos crimes dos islamitas, nomeadamente dos gangs de violadores, mas não só, também da apologia e normalização de uma cultura extremamente violenta como é a islamitas, por parte dos jornais, da BBC e das estruturas do governo inglês. Ainda ontem no Parlamento inglês, Starmer disse que não percebe porque é que os ingleses são contra os islamitas. Este Verão houve problemas nas regiões com edilidade islâmica porque proibiram haver bandeiras inglesas à vista para não ofender os islamitas... que é isto senão desequilíbrio mental? 


Quem paga ao Público para fazer a normalização do islamismo e, portanto da vida sob a sharia?

 


Trump sugere enviar congressistas muçulmanas que o interromperam “de volta para onde vieram”

Público

Durante a intervenção de Trump, na terça-feira, Tlaib, norte-americana de origem palestiniana, e Omar, norte-americana de origem somali, criticaram o Presidente enquanto este destacava a política de repressão rigorosa da imigração da sua Administração e as respectivas acções de fiscalização. Ambas fizeram-se ouvir durante o discurso para acusar Trump de “matar norte-americanos”, tendo Omar chamado o Presidente de “mentiroso”​​.
(...)
Numa publicação na sua Truth Social, na quarta-feira, Trump afirmou que as duas legisladoras “tinham os olhos esbugalhados e ensanguentados, como pessoas loucas, lunáticas, mentalmente perturbadas e doentes.
(...)
Durante o discurso de terça-feira, Trump acusou também comunidades somalis nos Estados Unidos de estarem envolvidas em fraude e afirmou que “piratas somalis” saquearam o estado do Minnesota, depois de, no início do mês, ter divulgado um vídeo racista com uma representação do ex-presidente Barack Obama e da sua mulher, Michelle Obama.

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Criticam Trump por ser racista e proto-ditador, ao mesmo tempo que defendem uma cultura muito pior que Trump, tanto no racismo, como na ideologia ditatorial teocrática.

São incapazes mentais que não vêem esta contradição nos termos, ou estão a pagamento?

Porque é que o islamismo é uma cultura ainda pior que Trump? São extremamente racistas contra todas as pessoas do planeta que não sejam muçulmanas e estão obrigadas, pelo livro do ódio, à jihad (guerra total) contra elas. Entre os mais de 50 países islamitas, há um ou dois que não são ditaduras ferozes. A cultura muçulmana é hiper-patriarcal e na maioria dos países muçulmanos as mulheres não têm direito a ser vistas como seres humanos. São coisas, propriedade dos homens como um carro ou um animal de estimação. Em muitos desses países não tratadas como escravas sexuais. A PEDOFILIA É LEGAL e a compra e venda de crianças para violar é legal e fomentada pelo Estado. Como é que isto é melhor que Trump?

Todo este artigo é enviesado e cheio de falácias: veja-se como refere que Trump acusou comunidades somalis de fraude e, em vez de esclarecer essa acusação, conclui dizendo, na mesma frase, que Trump publicou um vídeo racista do casal Obama. Porque é que não esclareceu o caso dos somalis do Minnesota? Porque é verdade. Roubaram milhões de dólares em subsídios para uma escola de acolhimento de crianças que nunca existiu. Sim, Trump foi e é racista, mas que tem isso que ver com a fraude ao Estado do Minnesota por parte da comunidade somali? Por ventura o racismo de Trump torna aceitável a fraude de milhões de dólares ao erário público? 

Independentemente das parvoíces que Trump escreve na Truth Social, e do racismo que mostra, também eu penso que as pessoas que defendem a importação do islamismo para o Ocidente, têm problemas de objectividade, pensamento racional e independente e equilíbrio mental. 

Se falamos de palestinianas e somalis (como é o caso) endoutrinadas desde pequenas para serem escravas de homens extremamente violentos que defendem uma lei dos primórdios da época medieval, ainda se percebe, mas se são pessoas educadas nas sociedade ocidentais, livres e habituadas ao exercícios de direitos humanos é difícil perceber a não ser como incapacidade mental de ajuizar as situações.

Vejamos, se estivessem a ler um livro sobre as práticas islamitas das sociedades do século VII, ficavam chocadas, assim como ficam chocadas (espero) quando lêem sobre a pedofilia e tráfico e escravidão sexual de Epstein, mas assim que lhes dizem que são os 'coitadinhos do Hamas', de repente acham normal e querem logo importar isto para as nossas sociedades. Que é isto senão um desequilíbrio mental? 

Ou, não sendo um desequilíbrio mental, é um serviço. E se é um serviço, perguntamos: quem é que está a pagar para que certos jornais de esquerda advoguem a normalização de uma cultura hiper-patriarcal com uma lei teocrática totalitária extremamente violenta, sobretudo para as mulheres e crianças como é a lei muçulmana da sharia?

Quem é o patrocinador desta endoutrinação?

February 25, 2026

#StandWithUkraine

 

February 24, 2026

Os EUA não votaram contra a Ucrânia na ONU? Que surpresa!

 

Só se abstiveram. Deve ter custado não terem votado ao lado do amado Putin.




Ucrânia recupera numa semana território que a Rússia demorou dois meses a conquistar


Fevereiro de 2022




Fevereiro de 2026


Fui ver o que escrevi no dia 24 de Fevereiro de 2022



(mantenho tudo o que disse)

Putin ameaçou uma guerra nuclear?

Não percebi bem o que quis dizer com, 'todo o país que interferir connosco vai sofrer consequências como nunca houve na História".

Não há muitas opções para responder à invasão russa sem piorar a situação a não ser ajudar a Ucrânia a resistir e alargar as sanções à maneira do que foi feito à África do Sul na altura do Apartheid: ninguém fazia negócios com eles, nem podiam participar em eventos culturais ou desportivos internacionais... nada. Ficaram cortados da convivência internacional -económica e cultural- até que de dentro do regime começaram eles mesmos a inverter a ordem instituída.

(era o que deviam estar a fazer aos talibãs em vez de os receber e negociar com eles como têm estado a fazer)

Biden disse algo muito importante: as sanções à Rússia têm que ser fortes e, para serem eficazes, têm de ser, muito provavelmente, longas no tempo, o que significa que o Ocidente tem que estar disposto a sofrer o que for preciso para apoiar a democracia e a liberdade, sejam consequências económicas, refugiados ou o que for. 

Significa que a EU tem que manter-se unida nesta questão e não deixar que sejam os países de fronteira com a Ucrânia a arcar com os problemas sozinhos.

Se a Rússia levar a sua avante acaba-se a ordem internacional baseada na lei e entregamos o mundo à lei do mais forte, onde um país pode decidir que outro não tem direito a existir se a sua existência incomodar os seus interesses ou desejos.


A Polónia vai investigar independentemente os ficheiros da pocilga americana

 

Isto não tem fim?


Todos os dias sabemos novos casos e o que sabemos é que há um círculo de pedófilos e violadores nos mais altos cargos das nações ocidentais que cometem violência sobre crianças e miudinhas adolescentes de modo continuo numa escala que não se imaginava. 


Perguntas de retórica


Trump é um atrasado mental com tendências psicopatas?

 

Zelenskyy - quatro anos de invasão russa

 

Quatro anos de guerra na Ucrânia

 

Por esta altura, há 4 anos, já a invasão total da Ucrânia pela Rússia decorria há 6 ou 7 horas. Putin já tinha gravado o discurso da vitória para transmitir na TV na sexta-feira seguinte, após o que se seguiria um fim-de-semana de festejos.

Não aconteceu. Aconteceram outras coisas e agora a 4 anos de distância vemos que a guerra podia ter sido resolvida em um ano ou dois, no máximo. O que correu mal?




2022
Fev -
Biden, Macron, Scholz - A Rússia entrou pela Ucrânia adentro. O que fazemos? A Ucrânia não tem hipótese nenhuma. A Rússia é uma grande potência e Putin é muito superior.
Biden - Vou oferecer o exílio a Zelensky.
Macron - Vou falar com Putin e dizer-lhe para ter juízo. Dou-me bem com ele.
Scholz - Meu Deus! Não sei o que fazer. Vou falar com a mamã. Será que a ONU tem influência nele?
Guterres - Eu falo com ele. Ele tem-me imenso respeito.

Biden - Zelensky não sai de lá e quer armas.

Macron, Scholz - Armas? Para quê? Putin é o maior, ninguém o vence.

Biden, Macron, Scholz - O melhor é empatar até os ucranianos verem que não têm hipótese.
Scholz - A mamã disse-me para não pôr em causa o gás e o petróleo por causa da Ucrânia.

Putin - Ninguém ainda matou o Zelensky? Epá, estou piurso! Quero bombas para cima disso tudo. Matem civis, destruam prédios. Roubem as crianças. 

Shoigu - Mas todo o mundo vai ver o que estamos a fazer.

Putin - Quero lá saber! Sempre fizémos isto nos países vizinhos e nunca ninguém deixou de dar-se connosco ou de fazer negócios connosco. Matem-nos todos. Destruam tudo. E MATAEM AQUELE ZELENSKY. ODEIO-O! (repete para si: ele não é melhor que eu, ele não é melhor que eu, ele não é melhor que eu, ele não é melhor que eu)

Outubro -
Biden, Macron, Scholz - Os ucranianos estão a bater-se e não se vão render. O que fazemos?
Scholz - Pois, não se percebe como é que Putin não ganha. Vou mandar uns capacetes da 2ª guerra para não dizerem que não mando nada.
Macron - Vou mandar tanques e armas. 
Biden - Vou mandar umas armas mas sem autorização para dispararem, senão a guerra prolonga-se. 
Boris Johnson - Epá, temos que ajudar a Ucrânia. Putin não é o que pensávamos e Zelensky está a fazer um grande trabalho de liderança. Ele diz que Putin não vai ficar por ali. Não podemos deixar a Rússia invadir a Europa.
Biden, Macron, Scholz - Isso é um disparate. Putin não quer invadir a Europa.

Putin - Vou reconstruir a URSS. Sou a reincarnação do Império Russo. Sou Pedro, O Grande.

2023
Macron - Putin não é a pessoa que pensávamos e temos de ajudar a Ucrânia. Vamos pedir ajuda aos EUA porque sozinhos não somos capazes.
Scholz - Sim! Tenho medo de Putin e dos russos.
Biden -Ok, ok, vamos dar-lhe armas para se defenderem.
Inglaterra - Temos que dar à Ucrânia tudo o que for preciso. A Rússia tem de ser parada.

UE - Vamos sancionar a Rússia.

Orban - Não contem comigo.

Putin - Vou lançar armas nucleares em cima de vocês todos se não ficarem parados e calados. A Ucrânia é minha. Ajudem-me que não sei como derrotar aquela gente. Não se rendem! Nunca me aconteceu isto!

2024
Biden - Queremos que os ucranianos se defendam mas não queremos que ganhem. Precisamos da Rússia por causa da China. E já dissemos aos ucranianos para não atacarem o petróleo russo.

Macron - Epá, os ucranianos atacam o que quiserem. Ó Scholz, temos que nos armar depressa e não estar dependentes dos EUA.
Scholz - Não sei, é perigoso, tenho medo.
Macron - Livrem-me deste gajo que tem medo até da sua sombra. Espero que em 2025 os alemães elejam outro tipo senão estamos tramados.
Inglaterra - Nós juntamo-nos contigo e vamos fazer um acordo para nos armarmos.
Países Bálticos - Nós entramos nesse acordo. Estamos com a Ucrânia.

Putin - Se vocês se armarem mando armas nucleares para cima de todos. Ó Shoigu, mata mais ucranianos. Começa pelas maternidades.

Zelensky - Vocês não podem ligar às ameaças de Putin. Ele é um merdas, um bully que não vale nada. É só conversa. Quando Prigojin avançou ele fugiu a correr para o bunker. (estou tramado com estes tipos... todos os dias desde Fevereiro de 2022 que somos bombardeados e eles só fazem reuniões)

Polónia, países do Báltico e nórdicos - A gente vai juntar-se a vocês e fazer uma coluna de resistência à Rússia.

Dezembro - 
Putin - Se Trump não for eleito não duramos mais um mês.

2025
Trump é eleito com os votos da Rússia, de Musk e outros bilionários.

Trump -A Europa faz o favor de não incomodar Putin, de me dar dinheiro, de me comprar armas e de estar calada e não interferir nos meus roubos, negócios de Ndrangheta, acordos de paz. E a Ucrânia faz o favor de render-se o mais depressa possível. Quero fazer negócios. O meu genro tem ideias de negócios. Eu sou o maior, o mais esperto e Putin tem muito respeito por mim. Eu mando no mundo inteiro e se quiser destruo tudo. E vou começar por anexar ilhas, países inteiros e obrigar todos a pagar-me tarifas feudais. Sou um rei. Sou um imperador. Sou como Putin. Adoro Putin! ♥️

Putin - Saiu-me a sorte grande com este palerma. Vamos lá bombardear mais ucranianos e raptar crianças.

Inglaterra - Vamos convidar Trump e dar-lhe graxa a ver se resulta.

Macron - Ingleses, isso não resulta, já tentei. Temos que nos separar dos EUA o mais depressa possível. Temos de nos armar rapidamente.

Merz - Agora mando eu e vamos apoiar a Ucrânia, fazer um acordo com Inglaterra e França para a nossa defesa, armar a Europa e derrotar a Rússia. Vamos todos fazer uma reunião.

2026
Putin- Tarefas para este ano: matar ucranianos e lamber o rabo a Xi.

UE - Vamos dar armas e dinheiro aos ucranianos antes que os russos cheguem aqui. Não tínhamos percebido bem que estamos sozinhos na nossa defesa e que os EUA já não são nossos amigos. Este é o momento de nos afirmarmos. 
Vamos fazer uma reunião com Orban e pedir-lhe para não ser desmancha-prazeres.

Zelensky - Epá, dêem-me armas, caraças, que sabemos muito bem usá-las! E venham defender os nossos céus. Os russos não vão deixar uma única casa de pé. 


Será este o ano da mudança? Esperamos todos que sim. O Inverno está a começar a derreter. A única mudança que era preciso, a das mentalidades, já se fez. Foi a ferros, mas está quase feita. Agora é acompanhá-la com actos significantes e consequentes.



russian colonialism 101.
RUSSIAN COLONIALISM 101.
Ukrainian Spaces. Six windows…
0:0053:16


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