Porque estão nos governos, nas autarquias, nas instituições e em todo o lado. Ontem li que a Lolita Island de Epstein tinha reservas astronómicas de ácido súlfurico e que se pensa que serviam para dissolver os corpos das raparigas depois de se servirem delas até à morte. Tiravam-lhes os dentes para não poderem ser identificadas e dissolviam tudo em ácido súlfurico e atiravam para o mar. Um dia que tudo se saiba nem se vai acreditar no que fizeram esses homens todos. Excepto Epstein, nem um único foi acusado. O mundo ao contrário...
Le Maire de Paris annonce qu'il poursuivra ceux qui évoquent la responsabilité de la Mairie sur le périscolaire.
Alors je le redis : la Mairie de Paris est responsable du plus grave scandale pédophile du siècle dans la capitale.
Ninguém os incomoda porque seria islamofobia. Onde estão as feministas? Caladinhas e obedientes a estes machos cujo nome não se pode dizer. Até quando?
🔶️Sur le compte instagram d'une librairie islamique d'Ivry-Sur-Seine, cette jeune voilée fait la pub pour le livre d'un savant saoudien légitimant le mariage forcé des fillettes prépubaires, insultant les femmes européennes de prostituées, reléguant la femme au statut d'esclave… pic.twitter.com/UqjdnIim2c
Em França todos os dias há 10 igrejas vandalizadas, algumas incendiadas até ao chão. Destroem as esculturas dos santos. Em Inglaterra e no Canadá e outros países do Norte da Europa não sei quantas são mas sei que há muitas porque aparecem constantemente nas notícias e nas redes socais. Quem vandaliza sistematicamente igrejas de culto diferente do seu são os islamitas radicais. Entraram no Afeganistão e destruíram os Budas de Bamiã, estátuas milenares. Entraram no Iraque, na Síria e destruíram os templos antigos - Palmira, Nínive... em seis anos destruíram tudo, desde templos, sítios arqueológicos e artefactos, decapitaram arqueólogos e outros defensores da cultura. Entraram agora na Europa e destroem igrejas e artefactos. A religião do livro do ódio manda destruir tudo o que não serve a Alá. É a jihad com os seus fachos de caos e morte. É preciso lidar com os factos.
A margine del Consiglio europeo, insieme ai Primi Ministri di Danimarca e Paesi Bassi, Mette Frederiksen e Rob Jetten, abbiamo promosso una nuova riunione informale tra alcuni degli Stati membri maggiormente interessati al tema delle soluzioni innovative da applicare alla… pic.twitter.com/TfsBRURwNy
(Em 2022 foi esfaqueado quando defendia publicamente, numa palestra, a liberdade de expressão. Esta é a consequência lógica dos 'colectivos' defensores do lápis azul)
Hoje, Salman Rushdie faz 79 anos. Em 1989, o regime de Teerão condenou-o à morte. O aiatolá Khomeini exortou todos os muçulmanos do mundo a assassinarem um escritor simplesmente porque não gostava do seu romance. Khomeini já faleceu há mais de 35 anos. Mas a sua sentença de morte continua em vigor; ainda em 2017, o seu sucessor, Khamenei, reafirmou o veredicto.
E nunca se tratou apenas de palavras. O tradutor japonês de Rushdie foi assassinado, o seu tradutor italiano esfaqueado e o seu editor norueguês alvejado. O terrorismo islâmico contra um único livro chegou até Tóquio, Milão e Oslo. Em 2022, Rushdie foi finalmente esfaqueado em público, no palco, precisamente durante uma palestra sobre a liberdade de expressão. Perdeu um olho; o agressor venerava um fanático morto há décadas.
Essa é a essência do islamismo. Não tolera nenhuma palavra livre, nem um romance nem sequer uma piada. E enquanto um escritor teme pela sua vida há quase quarenta anos, o Ocidente negocia com os seus perseguidores, corteja o regime e, no final, chega mesmo a transferir-lhe dinheiro.
Quem leva a liberdade a sério não negocia com aqueles que colocam escritores em listas de morte. Chama-lhes pelo nome: inimigos de toda a sociedade livre.
Heute wird Salman Rushdie 79. 1989 verurteilte ihn das Regime in Teheran zum Tode. Ayatollah Khomeini rief alle Muslime der Welt dazu auf, einen Schriftsteller zu ermorden, nur weil ihm dessen Roman nicht passte. Khomeini lebt seit über 35 Jahren nicht mehr. Sein Mordbefehl aber… pic.twitter.com/lMLW1dYMKr
Diz que é perseguido por "ações em solidariedade com a Palestina". Calculo que irão acusar a PJ de discurso de ódio, incitamento ao ódio contra a Palestina, etc.
PJ faz buscas a elementos do Coletivo pela Libertação da Palestina por suspeitas de associação criminosa
Os suspeitos são investigados por crimes de associação criminosa, instigação pública a um crime, apologia pública de um crime, dano qualificado e ofensa a pessoa coletiva.
O coletivo confirmou, em comunicado, as buscas na manhã de quinta-feira, adiantando que foram efetuadas "à casa de várias pessoas, alegando o seu envolvimento em ações em solidariedade com a Palestina".
Ou o racismo e discurso de ódio só existem da parte de brancos?
🇵🇹 African thug intimidates and steals from a 73-year-old Portuguese street vendor who's still working to make ends meet.
He records himself disrespecting the senior citizen and stealing the fruit, refusing to pay, and demanding reparations for slavery. pic.twitter.com/fbWP8Qi6Ft
A esquerda em geral, por essa Europa fora, onde consegue chegar ao poder distribui logo lápis azuis por todas as instituições e ordena a condenação de pessoas que desobedeçam à ditadura do seu pensamento unicelular. Ao ponto de mandar para a cadeia quem não usa o dicionário das palavras permitidas e tem o despudor de usar palavras não autorizadas. Isto, ao mesmo tempo que incitam ao ódio contra os que não gostam. O caso da professora do politécnico que avalia alunos com textos de insultos contra Ventura foi só mais um exemplo, mas que não motivou a esquerda para o discurso contra o ódio... porque o objecto do discurso de ódio, em sua opinião, é merecido? Pois, estes grupos por detrás destes projectos usam o 'discurso de ódio' e uma interpretação politicamente enviesada de direitos humanos como um míssil dirigido a quem pensa diferentemente para impedir a discussão e a liberdade de expressão. São o novo 'lápis azul'. Como este articulista, também faço parte dos outros.
Criminalizar palavras
Francisco Teixeira da Mota
A necessidade de criminalização da palavra é algo de evidente para uns e de muito lamentável para outros. Faço parte dos outros.
Faço parte dos outros e, por isso, na semana passada, acompanhei com toda a atenção possível os debates na Assembleia da República sobre os vários projectos de legislação à volta da linguagem do ódio.
No essencial, o que está em causa é o art.º 240.º do Código Penal (CP) que criminaliza a “discriminação e incitamento ao ódio e à violência”, e que, na parte que agora interessa, o artigo determine que “quem, publicamente, por qualquer meio destinado a divulgação (…), difamar ou injuriar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua origem étnico-racial, origem nacional ou religiosa, cor, nacionalidade, ascendência, território de origem, religião, língua, sexo, orientação sexual, identidade ou expressão de género ou características sexuais, deficiência física ou psíquica, é punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos”.
O projecto apresentado pelo Grupo de Acção Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia (GAC) era o mais repressivo: para além de aumentar o máximo da pena de prisão para oito anos, criava no art. 240.º CP um novo crime, punível com a pena de seis meses a oito anos, quanto a “condutas discriminatórias”, tais como recusar o acesso a locais públicos, serviços, saúde, educação, habitação, emprego, que são hoje consideradas contraordenações puníveis com multa. Aproveitavam os 24 mil cidadãos que subscreveram o projecto para agravar as penas de difamação e injúria quando motivadas por discriminação, criando ainda uma agravação adicional quando a difamação e injúria fossem praticadas por titulares de cargos públicos, académicos ou jornalistas, ou através de meios de divulgação. Um arraial censório em nome do “combate cultural e civilizacional contra a discriminação e o racismo” que, em boa hora, foi chumbado pela direita. Como igualmente foi chumbado, também pela direita, o projecto do Livre, realmente bem estruturado, e que procurava separar realidades distintas na criminalização da palavra, mas que, essencialmente, visava alargar, de diversas formas, o âmbito e a gravidade da censura penal ao nosso uso da palavra e à manifestação do pensamento, por muito imbecil que seja.
Estão 10 cargueiros amontoados -alguns não consegue ver na fotografia- no Sado, só aqui em frente da minha janela. Em tantos anos a morar aqui nunca tinha visto isto.
Parsifal - Siegfried Jerusalem (tenor) Klingsor - Pamela Coburn (soprano) Kundry - Waltraud Meier (mezzo-soprano) Amfortas - José van Dam (baritono) Maestro - Daniel Barenboim Berliner Philharmoniker
(esta é a versão que prefiro, embora para ouvir uma Kundry absolutamente superior tem que ir ouvir-se a Jessye Norman numa versão de Levine no MET)
Parsifal foi a última ópera de Wagner e foi também a gota de água que fez ruir a, já frágil, amizade e respeito de Nietzsche por ele. A ópera reflecte sobre o tema da compaixão cristã. Nietzsche, que tinha exultado as óperas de Wagner como uma afirmação de vida com os seus heróis pagãos dionísicos de sentido renovado e uma libertação do cristianismo, que ele considerava uma religião de servos amarrados à culpa e à submissão, viu em Parsifal uma fraqueza e, acima de tudo, uma traição à arte. Ainda por cima, Nietzsche estava convencido que Wagner tinha enfiado no Parsifal mensagens pessoais para si, nada simpáticas. Esta ruptura veio na sequência do seu afastamento geográfico e, por consequência, emocional, bem como de mal entendidos entre ambos e da sua profunda história intelectual e pessoal, que passou de uma relação de mentoria dedicada a uma amarga alienação.
A ópera foi estreada em Bayreuth, a 26 de Julho de 1882, cerca de seis meses antes da morte de Wagner.
O libretto de Parsifal foi escrito pelo próprio Wagner, a partir de
Três diferentes fontes que narram a mesma Lenda: "Pecival, o Galês, ou O Conde do Graal" de Chrétien de Troyes, "Parsifal" de Wolfram von Eschenbach, e um manuscrito apócrifo do século XIV denominado "Mabinogion".
Esta Lenda conta que o Santo Graal foi confiado à guarda de Titurel e do seu grupo de Cavaleiros Cristãos. Para o defender, contam com a Lança Sagrada, aquela lança com que o Soldado Romano feriu Cristo na Cruz. Para melhor preservar essas relíquias, Titurel ergueu o Castelo de Montsalvat numa montanha selvagem da Espanha Árabe que se ergue como um baluarte cristão contra o mundo pagão, e especialmente contra Klingsor, um Feiticeiro e inimigo do Bem.
Klingsor mora numa fortaleza próxima de Montsalvat, à qual tem atraído numerosos defensores do Graal através dos encantos das Donzelas das Flores e da perigosa e sedutora Kundry, reduzindo esses Cavaleiros a seus servos, inimigos dos antigos irmãos de armas.
Nem mesmo Amfortas, filho e herdeiro de Titurel, conseguiu escapar à magia de Klingsor: ao querer marcar o início do seu reinado com a destruição dos poderes do Feiticeiro, acabou por ceder aos encantos de Kundry, e deixou cair a sua Lança.
É com essa Lança Sagrada que Klingsor o fere – uma ferida que só poderá ser curada com a própria Lança que a provocou. Ao verem o Rei mortalmente ferido, os Cavaleiros sentem-se perdidos. É então que se ouve uma voz vinda do Santuário do Graal – voz que revela a Amfortas que apenas um jovem inocente e ignorante do pecado será capaz de resgatar a Lança. Apenas ele saberá resistir às tentações do Jardim Mágico. A realização dessa profecia é o tema central da ópera. Parsifal é esse herói, um jovem inocente e ignorante do pecado. Quanto a Kundry é uma espécie de Assueros feminina, uma Judia errante. No manuscrito do século XIV, ela não é outra senão Herodías, condenada a vaguear eternamente por ter rido da cabeça de João Baptista.
Para Wagner, no entanto, ela foi condenada por ter rido de Cristo ao vê-lo passar com a Cruz a caminho do Calvário. Agora, em busca de perdão, ela serve de mensageira aos Cavaleiros do Graal, mas sucumbe periodicamente à maldição que carrega, refugiando-se no jardim de Klingsor, onde se transforma numa mulher duma beleza deslumbrante, perdição dos Cavaleiros que a encontram.
Kundry só será libertada quando um deles resistir à tentação. Tal como Amfortas, que se esvai em sangue, também o destino de Kundry está ligado ao aparecimento de Parsifal.
Another Friday, another Ukrainian drone attack turning Moscow’s oil refineries into bonfires. Black smoke, “black rain,” and Putin’s air defenses playing hide-and-seek again.
Se 250 mil raparigas no teu país forem escolhidas para serem alvo de violações por homens de outro país, isso conta como uma invasão e uma guerra. Mikhaila Peterson
Britain hasn’t realized they’re in a war. If 250k girls in your country are raped by people from another country, that counts as an invasion and war. I spoke with @officialsammyuk about the Rape Gang Inquiry report here: pic.twitter.com/AqlnCnJUnU
Em Inglaterra um dos temas constantes é o da necessidade de regressar à UA, mas neste momento, a Ucrânia faz mais falta à UE que a Inglaterra.
Today, the Ukrainian army is effectively the main army in Europe that can deter and resist large-scale aggression over a long period of time. And after this war, this must remain the case.
The existence of such an army should help prevent any future aggressive moves by Putin.… pic.twitter.com/1IGAiIHsFs
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) June 18, 2026
“Christianity is not the creed of Asia and Africa at this moment solely because the seventh-century Christians of Asia and Africa had trained themselves not to fight, whereas the Moslems were trained to fight. Christianity was saved in Europe solely because the peoples of Europe fought. If the peoples of Europe had not possessed a military equality with, and gradually a growing superiority over, the Mohammedans who invaded Europe, Europe would at this moment be Mohammedan and the Christian religion would be exterminated. Wherever the Mohammedans have had complete sway, wherever the Christians have been unable to resist them by the sword, Christianity has ultimately disappeared. From the hammer of Charles Martel to the sword of Sobieski, Christianity owed its safety in Europe to the fact that it was able to show that it could and would fight as well as the Mohammedan aggressor. The civilization of Europe, America, and Australia exists today at all only because of the victories of civilized man over the enemies of civilization.”
— Teddy Roosevelt
«O cristianismo não é, neste momento, a religião dominante na Ásia e na África porque os cristãos da Ásia e da África do século VII se tinham habituado a não lutar, ao passo que os muçulmanos foram treinados para lutar. O cristianismo foi salvo na Europa apenas porque os povos da Europa lutaram. Se os povos da Europa não tivessem possuído uma igualdade militar com os muçulmanos que invadiram a Europa — e, gradualmente, uma superioridade crescente sobre eles —, a Europa seria agora muçulmana e a religião cristã teria sido exterminada. Onde quer que os muçulmanos tenham exercido domínio total, onde quer que os cristãos tenham sido incapazes de lhes resistir pela espada, o cristianismo acabou por desaparecer. Desde o martelo de Carlos Martel até à espada de Sobieski, o cristianismo deveu a sua segurança na Europa ao facto de ter sido capaz de demonstrar que podia e iria lutar tão bem quanto o agressor muçulmano. A civilização da Europa, da América e da Austrália só existe hoje em dia graças às vitórias do homem civilizado sobre os inimigos da civilização.»
(estamos outra vez neste momento, mas duplamente, pois enfrentamos dois poderes incivilizados: a Rússia e a Irmandade Muçulmana)