August 16, 2026

Shahram Sadeghi

 

Enforcado hoje de manhã depois do Azan, na República Islamofascista do Irão.



"A vida esconde nos lugares mais simples sua grande beleza" - Neruda

 


E nós temos o direito de a ouvir e também falar

 

@AlinejadMasih

Esta era eu quando era pequena, obrigada a usar o hijab. E esta sou eu depois de me ter libertado.

No Irão, diziam-me: usa o hijab ou serás expulsa da escola. Se resistires, podes ser detida, espancada, açoitada, presa ou morta às mãos da Polícia da Moral.

Depois, vim para o Ocidente e disseram-me: tem cuidado ao contar a tua história, pois pode causar «islamofobia».

Sou uma mulher do Médio Oriente. Vivi sob a ideologia islâmica. Tenho todo o direito de a temer, de a criticar e de falar sobre ela.

Não nos silenciem em nome da tolerância. Deixem-nos falar.

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Uma sociedade só pode ser tolerante se não deixar de existir enquanto tal. E existir enquanto sociedade implica coesão e essa é uma força intrínseca que não vem naturalmente como a chuva. Tem de ser alimentada, mantida e preservada com cuidado. O excesso de tolerância é submissão e rendição. Eventualmente, morte.

🔥 Bum! Barabum!

 

The Gatekeepers of Eastern Europe

 

A escolha do título e não saber fazer perguntas


Nesta entrevista com o presidente da Deco, em vez de escolherem para título a questão -que apenas aflorou- do conflito de interesses do seu presidente, tema por demais importante no nosso país cheio de casos de corrupção justamente por isso, escolhe para título uma frase dele que não tem que ver com a pergunta que lhe fazem mas que tem a ver com a linha editorial do jornal: a vitimização das pessoas, divididas em oprimidos e opressores.
À pergunta sobre a reforma da habitação no que respeita aos despejos de quem não paga a renda, o presidente da Deco responde que as pessoas que não estão a pagar a renda não são bandidos ou delinquentes. Que tem isso que ver com o assunto? Por ventura a pessoa que compra uma casa, com sacrifício, usando as suas poupanças, para arrendar e ter um complemento de reforma, tem obrigação de alojar pessoas de borla só porque não são bandidos e nunca mataram ninguém? Os senhorios são o Estado e têm obrigação de fazer de Segurança Social dos outros cidadãos? 

“As pessoas que não pagam a renda não são bandidos”

Entrevista com João Nabais, presidente da Deco
Expresso

Receber dinheiro de empresas que a Deco pode ter de confrontar não cria um conflito?
Tem toda a razão, é um perigo. Eu posso ter uma parceria com uma grande empresa e ela até me paga porque estou a prestar-lhe um serviço. Mas é só isto. Não estou — e nunca o poderei fazer — a dizer “esta empresa tem os melhores produtos”. Se assim fosse, estaria a violar os meus princípios e os meus valores. A Deco é independente. Tenho que estar atento e não deixar que esta proximidade com empresas ou associações possa levar à perda de independência ou de objetividade da parte da Deco. Esta questão é uma questão central da nossa vida. Dou-lhe outro exemplo de formas de financiamento novas: nós fazemos a segmentação das queixas em função dos sectores de atividade. Tenho para oferecer a uma empresa um pacote com as queixas no seu sector ou relativamente à sua empresa. É um produto a vender, como é evidente. E parece-me legítimo, porque isto tem a ver com a minha atividade de proteção do consumidor. Se eu puder transmitir às empresas ou às associações este capital de queixa, também estou a proteger o consumidor, porque estou a contribuir para que a empresa preste um melhor serviço.

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No campo da habitação, a Deco reconhece como legítimo reduzir a morosidade dos processos de despejo, mas alerta que a reforma não pode limitar-se a responder ao incumprimento. Considera que o Governo está a proteger mais os proprietários do que os inquilinos?
Eu acho que está. Criou-se um mito: os poderes públicos estão a ser demasiadamente complacentes com quem prevarica e o grande prevaricador é o arrendatário. A Deco não escolhe lados nesta matéria. Há muita gente que, em dadas situações, não paga porque não pode mesmo pagar. Qual é a solução? É avançar para o despejo? É acelerar o despejo? Ou é criar condições para que essa pessoa venha a pagar ou arranje uma solução alternativa? De certeza que a solução não é acelerar os despejos. Nós não podemos admitir que as pessoas que não estão a pagar a renda são bandidos, ou são delinquentes.

 

Não ter entendimento para fazer perguntas pertinentes



Esta senhora pergunta, a propósito dos mais de 70 mil (não 60 mil como ela diz) rapazes e homens (não homens, mulheres e famílias, como ela diz, pois havia pouquíssimas mulheres e quase nenhuma família) marroquinos e de outras zonas da África, É errado, e deve ser castigado, o desejo de um povo a procurar lugares onde possa ter um futuro digno? Isto é não saber fazer perguntas, pois a pergunta que interessa é: temos obrigação de receber e acolher dezenas de milhar de imigrantes ilegais que não sabemos quem são nem ao que vêm e que no passado têm causado grande perturbação e fractura nas sociedades europeias? Não, não temos. Vejamos, se eu dissesse que a China tem o direito de preservar a sua cultura e ter cuidado com quem deixa entrar no país, todos concordariam. Porém, se dissermos que a Europa tem o direito de querer preservar a sua cultura e valores que tanto custaram a construir, isso é considerado pela nova-esquerda, racismo, intolerância, impiedade, etc. 

Por acaso se lhe aparecerem 30 imigrantes ilegais, marroquinos, sudaneses, etc., à porta de sua casa a pedir abrigo, comida e atenção, ela tem obrigação de os receber? Pelo seu discurso, teria que ter. Então, ofereça a sua casa a 20 ou 30 imigrantes ilegais arbitrários, quer dizer, terá de os receber, alimentar, vestir e providenciar dormida, sem saber se são criminosos, violadores ou vitoriosos com esperança. Deixe passar seis meses ou um ano e depois então, venha falar da sua experiência. Gostava que ela fosse morar por um ano ou dois para um desse enclaves europeus onde já vigora a sharia e as autoridades são todas islâmicas, constituídas por esses  vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança. E se tem filhas que as leve a morar consigo.

Agora, não atire essa experiência para cima de outros, sabendo que está a salvo, só para se sentir moralmente superior.

Os marroquinos vieram vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperançaViemos para trabalhar, para construir uma nova vida. Em Marrocos não há trabalho? Vinte marroquinos, sudaneses, etc. disseram em frente das câmaras das TVs que vierem para trabalhar. Estava à espera que dissessem o quê? Viémos porque sabemos que nos dão casa, comida, um cheque por mês e ainda temos raparigas sozinhas a andar na rua? Sabe esta senhora que das poucas raparigas que viram alguns foram violadas no caminho? Que estes vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança já fizeram violações em Ceuta, destruíram lojas, roubaram, atacaram com facas - um dos crimes com facas está na internet e vê-se um dos vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança a degolar um transeunte?

Imaginei o interior de Portugal a compor-se com gente construindo empreendimentos em diversas ­áreas, a progredir economicamente, recorrendo aos recursos de cada zona. Há tantas aldeias abandonadas pelo interior do país. Se não fosse ridículo era só patético mas penso que o objectivo do discurso dela é aparecer como virtuosa cheia de amor humano pela humanidade por contraste aos outros todos xenófobos.

E chama a isto uma epopeia. Estas pessoas são os optimates do país...


A verdadeira epopeia dos marroquinos

Isabela Figueiredo
Escritora, vencedora do Prémio Urbano Tavares Rodrigues

É errado, e deve ser castigado, o desejo de um povo a procurar lugares onde possa ter um futuro digno?

No final de julho, quando os marroquinos, os tais 60 mil, chegaram em massa a Ceuta, vindos de Marrocos a nado e enfrentando perigos, alegrei-me. Os seus sorrisos ao sair do mar, cansados, mas caminhando assertivos pela praia, depois nas ruas, ainda capazes de correr, gritando “Espanha, Espanha”, vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança, contagiaram-me. Tanta juventude, coragem e motivação. Chegaram sozinhos ou com a família. Explicaram-se para as câmaras de televisão: “Viemos para trabalhar, para construir uma nova vida. Em Marrocos não há trabalho.”

Era um grande feito. Pensei que as suas razões contagiariam o mundo. O amor e a compaixão pelo outro venceriam. Qual amor, qual compaixão? Os habituais canais de televisão falavam em crise. Eu só via oportunidade. Homens e mulheres na força da idade, a maior parte muito jovens, clamando por mudança. Imaginei o interior de Portugal a compor-se com gente construindo empreendimentos em diversas ­áreas, a progredir economicamente, recorrendo aos recursos de cada zona. Há tantas aldeias abandonadas pelo interior do país.

5 minutos de Bach por dia, nem sabe o bem que lhe fazia

 



O governo anda a roubar o dinheiro da Segurança Social para despesas públicas?

 


🎯 O Ocidente em modo de doença auto-imune

 


Perspectivas

 


Adultos fazem os estragos às crianças e adolescentes e chamam-lhes 'cuidados'

 




Consequências de escolher um apresentador de TV para ministro da defesa

 


Navy Carrier’s Problems Are Tied to Attacks on U.S. Base Early in War

Diego Garcia, a tiny island 2,200 miles from the Gulf of Oman, took over as the Navy’s logistics hub after Iran damaged a base in Bahrain.

 

O obscurantismo contemporâneo


O crescimento destes grupos de religiosas alucinadas advém directamente dos grupos de alucinados extremistas woke que defendem o fim dos direitos das mulheres, a pedofilia camuflada em cuidar da identidade sexual de crianças, etc. O jornal chama-lhes conservadoras de extrema-direita mas, no seu afã de dizer mal do Chega, falha em notar que são iguais aos extremistas de esquerda que defende constantemente nas suas páginas, em tudo, excepto no nome. Umas e outras podiam perfeitamente fazer parte da polícia dos costumes do Irão: a mesma energia, os mesmos métodos, o mesmo objectivo: a submissão das mulheres a grupos de homens com base numa ideologia/religião de versão obscurantista - umas com a máscara da virtude da inclusão, outras com a máscara da virtude da resistência a um movimento de perversão de valores tradicionais. Este é um dos jornais que promove o extremismo obscurantista woke que defende o fim dos direitos das mulheres, mas ainda não acordou para o seu obscurantismo e só o vê nos outros.



Rita Matias foi entrevistada pela influenciadora brasileira Lorena Gato, que vive em Portugal e se define nas redes sociais como "Embaixadora do Reino de Deus - vivendo contra a cultura do mundo. Sabedoria feminina, fé e relacionamento".

A brasileira esteve em Portugal no evento de pré-lançamento e gravou vários vídeos. "Tudo que a mídia apresenta, o que é apresentado na escola, nos livros, é uma imagem de opressão que não corresponde aquilo que eu e tu vivemos na nossa vida. Nós queremos conservar o amor, as famílias saudáveis, nós queremos conservar a nossa identidade de podermos ser mulheres, de podermos ver homens com orgulho de ser homens", disse a deputada do Chega à influenciadora.
Outra brasileira que integra o movimento é Juliana Marques, que é "psicanalista, mentora de feminilidade e relacionamentos", de acordo com a bio no Instagram. Juliana afirmou que "há muito tempo eu não participava de um evento com tanto propósito, com tanta entrega, com tanto transbordo que a gente sentir aquela vontade de querer continuar de quase gritar yes, era isso que tava [tava? Do verbo tavar? A jornalista não sabe traduzir discurso oral em escrita?] faltando", disse.
Diário de Notícias 

 

Aspectos a considerar

 















August 15, 2026

A China tem grandes ambições mas os europeus não acordam

 


A China financia os islamitas na Europa para gerar o caos

 

Mas os europeus da nova-esquerda só estão acordados para as suas ideologias fetiche.



Sufocante é isto



Um professor universitário escrever um artigo com afirmações pseudo-científicas e eivado de lugares-comuns que dizem nada sobre coisa alguma. E mais sufocante ainda é o Publico espetar isto numa página do jornal.

Transgénero: sexo, género e liberdade

A prioridade não deveria ser que nos empenhássemos com todas as nossas forças para nos libertarmos, enquanto sociedade, de estereótipos de género sufocantes?

Francisco Borges, Público




Para aqueles médicos que convencem os miúdos de que terapias hormonais são inofensivas e reversíveis

 


At 14, I Endured ‘Gender-Affirming Care.’ I’ll Suffer With That For The Rest Of My Life

Claire Abernathy | May 26, 2026

https://www.independentwomen.com/2026/05/26/at-14-i-endured-gender-affirming-care-ill-suffer-with-that-for-the-rest-of-my-life/


Teoria Queer e pedofilia

 

Porque é que a teoria queer não é contra a pedofilia?
Porque é que a teoria queer valida sentimentos de crianças pequenas como opções de escolhas sexuais e de consentimento?
Porque é que os activistas trans validam sentimentos de crianças pequenas como opções de escolhas sexuais e de consentimento, tanto para actos sexuais como para terapias hormonais e mutilações cirúrgicas?