October 20, 2026

Subscrevo inteiramente esta análise



(apesar de faltarem aqui outras forças que trabalham para a destruição da Europa)

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Sandro

Acho que os europeus não compreendem plenamente o que está a acontecer neste momento à União Europeia.

A UE está a sofrer um ataque extraordinário em várias frentes, tanto do exterior como do interior. E tenho dificuldade em pensar noutro período da sua história em que tantos actores poderosos tivessem interesse em enfraquecê-la simultaneamente.

A Rússia passou anos a travar uma guerra híbrida contra a Europa. 

Migração utilizada como arma, sabotagem, ciberataques, campanhas coordenadas de desinformação, redes de bots e interferência política. O objectivo é claro: minar a confiança nas instituições democráticas, aprofundar as divisões sociais e enfraquecer a unidade europeia.

A China tem motivações diferentes, principalmente económicas e geopolíticas. Uma Europa fragmentada é mais fácil de pressionar, mais fácil de negociar individualmente e menos capaz de defender os seus interesses económicos.

E depois há os Estados Unidos. Talvez o desenvolvimento mais perturbador de todos.

Sob Trump e o movimento MAGA, um país que ajudou a reconstruir o velho continente e que depois passou décadas a apoiar a integração europeia tem agora uma administração abertamente hostil a grande parte do que a UE representa. A sua própria Estratégia de Segurança Nacional apela mesmo a cultivar resistência à actual orientação política da Europa.

Pensem nisso por um momento.

Entretanto, na Europa, sectores da extrema-direita e da extrema-esquerda amplificam estas divisões, seja por alinhamento ideológico, oportunismo político ou simpatia declarada por regimes autoritários.

Isto não significa que a Rússia, a China e o MAGA estejam todos a seguir um plano mestre coordenado em conjunto. Nem precisam de o fazer. Os seus interesses sobrepõem-se cada vez mais, e as divisões internas da Europa facilitam-lhes consideravelmente o trabalho.

O que torna isto particularmente alarmante é o que está realmente em jogo. Apesar de todas as suas falhas, a UE continua a ser um dos projectos mais importantes do mundo, assente na democracia liberal, no Estado de direito, nas liberdades individuais e na cooperação entre nações.

Numa altura em que o autoritarismo está a ganhar terreno e até mesmo democracias de longa data mostram tendências preocupantes, isso é extremamente importante.

A Europa está longe de ser perfeita. A sua burocracia, indecisão e incapacidade de agir de forma decisiva são problemas reais. Mas a resposta não pode ser recuar para 27 Estados-nação concorrentes, cada um deles demasiado pequeno para influenciar de forma significativa um mundo cada vez mais dominado por potências continentais.

Muito pelo contrário.

A Europa precisa de uma integração mais profunda, de instituições comuns mais fortes, de uma verdadeira autonomia estratégica e da coragem política para defender os seus interesses e valores.

Porque a fragmentação é precisamente o que tantos actores externos desejam.

E talvez essa seja a ironia central do nosso tempo: as pessoas estão a ser deliberadamente manipuladas para acreditar que o contrário é verdade — que a identidade nacional e a soberania só podem ser protegidas enfraquecendo a cooperação europeia. Na realidade, uma Europa dividida é menos soberana, menos segura e muito mais fácil de ser pressionada por potências externas. Por isso, aquilo que tornará a Europa mais forte é precisamente aquilo que os seus adversários se esforçam mais por impedir.

Uma Europa unida é uma potência geopolítica. Uma Europa dividida é um conjunto de países à espera de serem atirados uns contra os outros.


A Europa tem responsabilidade nesta mentalidade de parasitismo

 

Um imigrante francês explica por que atacam as lojas chinesas: «Os chineses que vivem em França tornaram-se demasiado ricos. É injusto para nós. Têm roupas boas, boas vidas e bons carros». Estes indivíduos com esta mentalidade parasita atacam as lojas judaicas por motivos religiosos e não atacam as lojas muçulmanas e atacam as lojas chinesas por inveja. 
Os asiáticos em França, como em outros países, em vez de andarem a partir tudo e a queixar-se de serem vítimas e de terem direito a roubar, trabalham imenso, investem na educação e não criam confusões. Depois vêm este palestinos e outros islamitas que onde chegam exigem que todos se dobrem à sua ideologia medieval e destroem-lhes os bens por inveja. São estas pessoas, as tais que precisamos para pagar impostos e trabalhar para o futuro da Europa? Não me parece.


PVEC (processo de vitimização em curso)

 

O PVEC começou há uns 30 anos mas só agora atingiu o pico.

De há uns 40 anos para cá começou a importação de imigrantes africanos, islamitas, em parte como consequência inevitável do fim dos impérios europeus e das suas descolonizações. Naturalmente, houve um debate e um confronto público de ideias acerca da colonização e do racismo que veio com ela. Esse debate foi desvirtuado pela esquerda des-construtivista.

Os des-construtivistas não viam a independência das colónias como um evento igual a tantas outras independências territoriais na História. Não, eles comentaram a colonização como um acto especificamente ocidental, como se não tivesse havido outras estruturas colonizadoras esclavagistas, como os árabes, por exemplo. 

Por essa razão, para a descolonização ser efectiva, havia que des-construir as estruturas de pensamento ocidental, da cultura ocidental, do eurocentrismo, da ciência, da justiça e do Direito ocidentais, da 'verdade' ocidental, da ciência ocidental, das democracias ocidentais, entendidas como opressoras, da língua como violadora da identidade dos povos colonizados. 

Tomados por um desejo de se redimirem e aparecerem como superiores no entendimento da colonização ocidental, a esquerda aderiu entusiasticamente a esta missão de matar o Ocidente, que no entender dos des-construtivistas traz em si o germe do racismo e do colonialismo.

Seguiram-se 30 anos de educação contra o homem branco, ocidental, tomado como endémica e eternamente racista e daí surgiu o PVEC. 

Há 30 anos que os povos ex-colonizados educam os seus jovens na ideia de que o Ocidente branco é causa de todos os males no mundo; que sem os negros escravizados não haveria civilização ocidental, pois foram os escravos que tudo fizeram, que são as únicas e as maiores vítimas da História e que os brancos do Ocidente lhe devem reparações eternas - a pagar já em dinheiro, em bens e em sofrimento; que estando num país ocidental têm direito a roubar, a tomar para si o que quiserem, a violarem as raparigas, a atacar quem quiserem, pois estão apenas a retribuir o que lhes foi feito há 100 anos ou 300 durante o colonialismo. Sendo islamitas, todos esses direitos lhes são devidos e justos, dado que o Ocidente está cheio de infiéis e o profeta manda matar infiéis.

O próprio Ocidente ensinou e propagou (e ainda propaga) no mundo essa narrativa de que os europeus são geneticamente racistas, que os africanos são vítimas eternas e que a sua revolta e violência são compreensíveis neste quadro. 

Tivemos e temos governos, intelectuais, instituições a difundir a ideia de que é preciso matar o Ocidente para o mundo ser feliz e desoprimido. O Paraíso vem a seguir à morte do Ocidente. Guterres, que ocupa ainda o posto de maior influencia moral no mundo, é um dos maiores faróis a difundir a narrativa de que a cor da pele das pessoas faz delas vítimas ou opressores e que ser branco é nascer com o pecado original da opressão e ser negro é ser vítima.

O anti-semitismo também, pois afinal, na cabeça da esquerda, os israelitas são os brancos europeus ocidentais, logo opressores, que escaparam aos nazis e foram com as suas estruturas mentais colonizadores para a Palestina oprimir os árabes, que na sua cabeça são todos negros, logo vítimas.

Não admira pois que, ao fim de quase 40 anos de demonização da cultura ocidental e dos europeus, os imigrantes africanos -e os islamitas- entendam que são vítimas com direitos de pernada sobre os europeus, uma espécie de jizia pelos males sofridos.

A cultura da vítima e do opressor, tão cara à esquerda Rolex deriva de um espirito muito paternalista que é o de considerar que os povos colonizados  são coitadinhos que nunca poderão ser livres por causa dos europeus. Como se não fossem seres humanos autónomos e inteligentes como os outros, capazes de ultrapassar a sua situação particular de raíz. Isto é, consideram-nos inferiores, isso está implícito no modo paternalista como os tratam.

No entanto, vários países colonizados prosperaram depois da independência, tanto em África como na Ásia. E há países que se mantiveram numa lógica de vitimização que os impediu de se erguerem depois da independência. E há países que nunca foram colonizados e não prosperaram. E a Europa está cheia de países que foram colonizados, alguns completamente arrasados e depois prosperaram.

Portanto, esta visão superficial que a esquerda tem dos povos e das culturas, alimenta este Processo de Vitimização em Curso. 

Não é que não seja verdade que o Ocidente foi colonizador, que escravizou, que em muitas situações substituiu a língua dos povos indígenas pela sua, que abafou identidades, mas isso não é um evento único na Historia e exclusivo de europeus, ocidentais. A Rússia continua a fazê-lo; dezenas de países islâmicos fazem-no há mais de um milénio e continuam a fazê-lo.

Portanto, continua em curso um processo de destruição das democracias ocidentais por parte de intelectuais de esquerda Rolex (veja-se o exemplo do post anterior) que vivem numa realidade alternativa, de opressores e oprimidos, pondo-se a si mesmos num pedestal de libertadores dos oprimidos - que não são. Defendem ditaduras, regimes esclavagistas, regimes terroristas, regimes teocráticos bárbaros, regimes de baixeza moral no tratamento de mulheres e de crianças e dizem a si mesmos que é por um bem maior. 

Qual é o bem maior? Um regime soviético de miséria e fome? Um regime iraniano de tortura, violações e execuções? Um regime Putinista de expansão colonial? Esses regimes são a favor dos direitos humanos? Da liberdade? Da auto-determinação dos povos?

Qual é o bem maior? 

Estou convencida que a esquerda-Rolex sabe que nenhum desses regimes é um bem maior mas é demasiado cobarde para o admitir. 

Vivem presos às narrativas do final do século XIX, ao tempo das grandes ideologias. Fizeram as suas vidas e carreiras e as vidinhas com elas. Estão presos no tempo, exactamente do mesmo modo que os islamitas vivem presos na realidade do século VII. Uns e outros não conseguem sair dessa prisão mental. Presos nos seus agravos vicariantes de outros séculos e nos seus sentimentos de ódio, de ressentimento e de vingança. Por isso, agora apelidam-se a si mesmos de progressistas - para se convencerem a si mesmos que a sua prisão ao passado é um progresso.

A única maneira de se ultrapassar este suicídio do Ocidente pela esquerda é a outra esquerda que pensa tomar posição. Não ser como os islamitas moderados que nunca abrem a boca por medo e cobardia e são cúmplices da violência dos extremistas, pelo silêncio conivente.


Os grandes intelectuais da nova-esquerda Rolex



«Dedo do meio em riste, "vai-te embora, idiota, vai-te embora, sionista nojento": quando Didier Eribon me expressa o seu ódio».
«Mas é o Eribon!! » diz o meu amigo. A incredulidade do meu amigo ainda ressoa. Acabou de reconhecer o homem que, segundos antes, me tinha gritado «Vai-te embora, idiota!» acompanhado de vários gestos obscenos, num passeio parisiense onde estávamos a conversar, o meu amigo, a minha mulher e eu. 
Não se trata, portanto, de um simples transeunte tomado pela raiva. É mesmo o Didier Eribon. O eminente académico, o sociólogo, o intelectual de esquerda. Que se revolta na vulgaridade. À maneira de um exibicionista que, com dificuldade em encontrar oportunidades para se satisfazer, abre o sobretudo e tira o seu órgão à pressa, enquanto vomita obscenidades para ver o efeito que causa nas transeuntes… 
Passado o espanto, recuso-me a deixar que a impunidade se instale. Volto a subir para a minha bicicleta, alcanço-o e interpelá-lo com ironia e firmeza: «Senhor Eribon, é assim que lida com as suas divergências? Insultando as pessoas na rua e mostrando-lhes o dedo do meio com a mais crassa das vulgaridades?». 
Desmascarado, ele assume. Com uma arrogância lamentável: «Sim, sou o Didier Eribon, sou mundialmente conhecido e tu és um grande idiota». Ele não gosta de mim e fez questão de mo deixar claro. Isso acontece-me algumas vezes. Mas, tal como sempre que surge a violência verbal, decido não deixar passar em branco e, por isso, acompanhá-lo no seu passeio. Um passeio pelo bairro para o confrontar com a sua própria queda. 
Chamo-lhe a atenção para o quão desesperado é esse comportamento para um intelectual francês. O seu único argumento? « - Insultaste-me, por isso insulto-te. Insultaste os Insoumis, chamaste ao Jean-Luc Mélenchon um bastardo antissemita.» «Eu sou a República», declara Mélenchon, e, num paralelo perfeito, o intelectual dos Insoumis convence-se a si próprio: «Eu sou o Mélenchon. »
Ao ouvi-lo, percebo uma violência inédita, fria, um ódio visceral, uma raiva que distorce tudo. Acabo por lhe dizer: «Se fosses mais forte, ter-me-ias dado um soco na cara. É assim que resolves as disputas.» 
Como única resposta, e para mascarar a sua indignidade com snobismo burguês, apressa-se a esmagar-me com a sua agenda mundana: 
«A minha vida é maravilhosa! Esta noite, vou jantar com a minha amiga Annie Ernaux, Prémio Nobel da Literatura.» 
A arrogância da elite de Saint-Germain-des-Prés invocada para justificar um comportamento de rufião. Mas a máscara do académico cai completamente, deixando escapar o que lhe ardia na língua. «Podia ter-te dito, e posso dizer-te: Vai-te lixar, sionista nojento!» «Força», respondi. «Mais um esforço, a palavra certa está mesmo na ponta da tua língua.» Porque hoje sabemos muito bem: aquele famoso «sionista nojento», cuspido com tanto ódio numa calçada, não passa do disfarce do anti-semitismo mais viscoso. Daquele tipo que tenta reciclar-se, normalizar-se e exigir o seu lugar na sociedade. 
Didier Eribon não me disse «judeu nojento», mas todo o meu ser ouviu-o nas suas palavras e nos seus gestos. E não me venham perguntar porquê. É assim mesmo. E o mesmo se passa com as pessoas negras e os árabes-muçulmanos, que sabem perfeitamente reconhecer o racismo quando são suas vítimas. Esta cena de rua não é apenas uma anedota patética. Ilustra a mudança de uma certa esquerda que se tornou perfeitamente odiosa. Quando aqueles que deveriam ser os protagonistas do debate, as figuras tutelares da reflexão e do confronto de ideias, caem em tais extremos de excesso e violência, não é surpresa que a brutalidade esteja a corroer o resto do país. Naquela noite, Didier Eribon não se limitou a fazer um gesto obsceno a um adversário político; fez um gesto obsceno à própria inteligência.
Hesitei durante o fim de semana. O país já está suficientemente dividido. Mas estou a tornar isto público para não deixar nada passar em branco.


A nova-esquerda Rolex, em todo o seu esplendor

 

A mulher apela à violência. O argumento dela diz o quê? 

A violência é um sinal normal de uma revolução em curso;
A revolução é bem-vinda;
Logo, a violência é bem-vinda. 

Então isto não é, segundo a nova-esquerda unineuronal, um discurso de ódio?

Esta professora universitária (já a vi em outras discussões) defende a violência e diz, com ar de superioridade de quem teve acesso a uma revelação divina, que a violência é normal, que todas as revoluções têm violência e ri-se e diz que na Primavera Árabe, também houve violência (não percebe a diferença entre as situações) e que os pequenos comerciantes com a vida destruída são danos colaterais - ontem dizia a uma mulher que foi ameaçada de ser violada na rua, mais a sua filha de 3 anos que isso seria um dano colateral da revolução. 

Esta é a nova-esquerda que defende a violência e o caos, a partir da segurança das suas casas, dos seus empregos bens remunerados e vidinhas confortáveis, num país onde usufruem de todas as liberdades e direitos que as democracias ocidentais lhes dão. Mas lutam pela destruição da democracia. E há vários exemplares deste tipo de pessoas nos governos europeus: França, Inglaterra, Espanha, Suécia, Presidente do Conselho Europeu.


💪 Giorgia Meloni mandou o exército para as ruas

 

Para impedir em Itália, a reprodução da violência que todos vimos em França. Fez o que os seus congéneres europeus tiveram medo de fazer, que é pôr ordem nas cidades e não se deixar dominar por células de criminosos e islamitas hostis às nossas democracias.

"A esquerda querer terceiro-mundizar os países europeus"

 

Esta mulher diz a França para enviar os brancos da esquerda para África para eles verem o que é um país de terceiro-mundo sem liberdade, sem direitos civis, sem eleições, com tortura, casamentos infantis. E não percebe como é que a França, tendo passado por tanto na sua história para construir um país que funciona com instituições sistemáticas deita tudo fora para defender ideias de terceiro-mundo e destrói o país em vez de o desenvolver.

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Foi muito criticada por africanos e pela esquerda extremista activista e responde que não é 'irmã' deles, é uma mulher livre que pensa pela sua cabeça. 

'The Diplomat'

 



The Diplomat, é uma série que gira à volta da embaixadora dos EUA em Inglaterra e do seu marido, que já foi, ele mesmo, embaixador.
Vai na 4ª temporada. No fim da 1ª, o Presidente dos EUA morre com um ataque cardíaco e a Vice-Presidente passa a Presidente e nomeia o marido da embaixadora, Vice-Presidente.
De início, nas duas primeiras temporadas, pareceu-me que a série tinha demasiadas cenas entre políticos (o PM inglês é o típico político fura-vidas) que pareciam cenas de alunos do secundário: diz-que-disse, quem anda com quem, encontros às escondidas... entretanto, há pouco tempo li num jornal que Obama, quando aqui esteve há uns dias, disse que a vida política na Casa Branca e as relações entre as pessoas parecem cenas de liceu, de maneira que se calhar a série é muito mais fidedigna, nesse aspecto, do que eu pensava. O que é assustador...
A série cresce e define-se na 3ª e 4ª temporadas. A Presidente recém-nomeada, que trabalha excelentemente com o VP, é uma pessoa capaz de acções sem um pingo de ética (ele também), o que lhe traz o respeito dos políticos americanos que de início temem que, sendo mulher, não esteja à altura da dureza do cargo. 
Então, vêmo-la crescer em confiança e autoridade, bem como o VP que começa a aparecer deslumbrado com o seu poder. 
Aos pouco, a Presidente vai-se tornando autoritária, tão certa das suas decisões políticas que deixa de ouvir os seus conselheiros e até o VP. Toma decisões impulsivamente. Ameaça a Inglaterra, faz chantagem com o PM inglês, ameaça fazer guerra a aliados, cria inimizades com aliados e a 4ª temporada acaba com uma cena dramática na reunião do G7 - não vou dizer para não estragar a surpresa. 
As razões dela estão certas, mas os meios que usa são de destruição e de partir a louça internacionalmente. No mundo da diplomacia é o oposto do que deve fazer-se. A ver a evolução dela para o autoritarismo puro e duro e para um comportamento de posso-quero-e-mando no mundo, é impossível não pensar no actual inquilino da Casa Branca.
A série é boa. Uma das características melhores da série é mostrar-nos como é difícil tomar certas decisões políticas, fazer escolhas que implicam sacrificar pessoas ou objectivos e causas políticos. 
A série mostra-nos essa característica pondo a embaixadora (que acaba por estar sempre no centro da acção) a discutir com o marido, não apenas porque o casamento deles sofre com o cargo que cada um ocupa no Estado, mas porque aconselham-se muito um com o outro nas decisões políticas. Então, põem-nos a assistir a discussões de ponderação de decisões importantes, com todos os prós, os contra e os riscos associados para que nos apercebamos da quantidade de variáveis que é preciso ter em conta nas decisões e como é difícil, muitas vezes, saber qual o melhor caminho. Daí a inevitabilidade do erro.
Uma série que vale a pena ver.

O talibã do rectângulo volta à carga



Obrigar as mulheres a ter filhos contra a sua vontade é o que ele queria.


Passos defende regresso de taxas moderadoras para o aborto revogadas pela esquerda

Num colóquio sobre aborto, antigo primeiro-ministro destacou aumento de mulheres estrangeiras a interromperem a gravidez em Portugal, sinalizando que em 2025 corresponderam a 44,2% dos casos.

Público


October 19, 2026

Muito bom

 


A chatice dos factos a destruir as narrativas dos progressistas de Rolex

 

Não percebo o argumento do inquilino. Se sabe que o senhorio não declara o arrendamento denuncie a fraude às finanças e não alugue essa casa. O que tem isto que ver com inquilinos roubarem as casas desta maneira, que é não pagarem, não saírem e viverem de borla à conta de outrem a usar os seus bens? Aliás, porque é que o PS e o PCP, em vez de mandarem outros pôr os seus imóveis à disposição de okupas, não põem eles os seus imóveis, que somados são 416, à disposição dos okupas ou dos sem-abrigo em vez de os mandarem acampar em tendas? De certeza que 416 prédios dão para milhares de pessoas. 


Quando se quer muito aprender não é preciso muito

 


Demasiadas coincidências para serem coincidências

 


Muito bom

 


Os russos caçam civis. Bebés...

 

Trump e os EUA (e os seus oligarcas) escolheram aliar-se a terroristas que apontam as armas a bebés. Nunca ninguém, em mil anos, irá compreender isso.

Documento da utilização da Inteligência Artificial na Educação ou... o professor controlador


Consulta Pública | Orientações para a utilização da Inteligência Artificial na Educação

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Estive a ler o documento. Depois de entrar em vigor, qualquer professor pode ser contratado para a polícia judiciária. É que o documento não tem que ver com a didáctica do uso da IA na educação, mas sim com regras de policiamento do trabalho dos alunos para garantir que não usam a IA para fazer os trabalhos por si e, se a usam, que são apanhados pelos professores.
Portanto, agora a tarefa do professor é inventar trabalhos para serem feitos com a IA mas não pela IA e garantir que todos os alunos são honestos e se não forem, são apanhados.
Vão-se encher de pulgas...
A IA, na minha modesta opinião de especialista em educação e em avaliação de alunos do secundário, a IA devia ser usada, nas escolas, que são lugares de desenvolvimento de processos cognitivos e pessoais, apenas para trabalhos práticos: construir um robot, construir uma casa em 3D, construir um dispositivo para medir a qualidade do ar, construir um programa para um computador reconhecer expressões faciais, construir um drone carteiro, para analisar grandes quantidades de dados, enfim, fazer trabalhos práticos a partir de teorias ou modelos conceptuais que foram aprendidos, interiorizados e trabalhados pelos alunos com as suas faculdades humanas de conhecimento, relação e análise.
Isto vai ser muito trabalho para os professores, sem ganhos para os alunos.

💪 Mulheres vitimas do islamofascismo

 


A 1ª evacuação de um soldado ferido, por drone

 

A Ucrânia tem um exército moderno e inovador.


Uma notícia não é um artigo de opinião e, por isso, deve ser rigorosa e neutra sem insinuações




Políticos que estão a mudar leis do arrendamento são donos de mais de mil imóveis

Público
Mais de mil imóveis, um valor patrimonial conjunto superior a 55 milhões de euros, mais de 807 mil euros de rendimentos.

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55 milhões de euros a dividir por 1000 imóveis dá uma média de 55 mil euros por imóvel. Não é grande coisa. E quanto aos mil imóveis, percebemos pela notícia que muitos são de imobiliárias onde alguns políticos em questão têm participação, não são propriedade individual deles. Uma imobiliária tem propriedades em carteira. 

Acho muito bem que se fiscalize o património dos políticos e que a oposição esteja atenta às leis e a quem tente beneficiar-se. Só penso que os jornalistas devem ser isentos ao noticiar e ver as situações de todas as perspectivas em vez de fazerem insinuações. Se sabem de prevaricação, digam-no claramente. Se não, não insinuem.

Ser neutro implicaria dizer que o PS, juntamente com o PCP, fizeram estas leis actuais de teor socialista/comunista do arrendamento. Que o PS tem 87 imóveis que valem cerca de 8 milhões e nem sempre paga a renda aos proprietários de imóveis que aluga (a legislação que impede os despejos deu-lhe jeito...) ou que João Soares, quando era Presidente da Câmara de Lisboa, deu uma fatia gorda da rua de S. Bento para ao papá ter uma Fundação com o seu nome, mais uma avença anual de 50 mil euros que os lisboetas pagam; ou de falar no caso do PCP ter 329 propriedades com um valor de 13,5 milhões.


Vancing Queen - a mãe dele esqueceu-se de o fazer esperto

 

Pensa que os terroristas têm de ser pessoas que não sabem falar ou que falam sem deliberação e às ameaças. É óbvio que peensa que serão todos como Trump.