April 21, 2026

Uma informação que guardei do documentário francês sobre Salazar e a 2ª Grande Guerra

 

Citado aqui: o Generalíssimo Franco, cuja tese de graduação foi, Como invadir e anexar Portugal em 72 horas, em 1940 fez vários acordos com Hitler de apoio militar a essa acção agressiva e a data da invasão de Portugal ficou marcada para o dia 15 de Dezembro desse ano, apesar de haver um protocolo de não agressão entre ambos os países. Só que Franco não o respeitava. A certa altura já se distribuíam mapas da Península onde Portugal aparecia como uma província espanhola. Franco sabia que Portugal tinha um fraco exército. A iniciativa só não foi adiante porque a Espanha, nessa época, tinha grandes dificuldades de abastecimento pois estava sob sanções dos aliados. Tendo ficado muito destruída na guerra civil, não tinha trigo suficiente para alimentar a população. Ora a Alemanha recusou contribuir economicamente para esse fim e essa carência foi aflorada no encontro entre Salazar e Franco, em Sevilha. Salazar viu aí uma aberta. Interviu como mediador junto de Inglaterra para abastecerem a Espanha, que passou a depender do abastecimento da Inglaterra, que era aliada de Portugal.

Há um par de anos, o livro mais vendido em Espanha era sobre a anexação de Portugal. De vez em quando vem uma figura pública portuguesa defender alianças de união ibérica na defesa, na economia... uma coisa de nos tornar dependentes de Espanha... todo o cuidado é pouco com essa gente.


Totally missing the point

 



Tiago Antunes e a “maldição Sócrates”


Se nem Tiago Antunes passa, esqueçam todos os que trabalharam no Governo de Sócrates. A “maldição Sócrates” é eterna.

Antunes era candidato a líder de uma instituição nacional de defesa dos direitos humanos, cuja principal função é defender os cidadãos contra os abusos praticados pela Administração e pelos poderes públicos, e RBG foi radical na defesa dos direitos humanos.

A 10 de Abril, Tiago Antunes, candidato a provedor de Justiça, chegou à audição parlamentar confiante e com um pin na lapela: a mulher de óculos grandes e gola de renda que tinha no casaco é a juíza norte-americana Ruth Bader Ginsburg e, por isso, o pin era um statement político com sentido duplo.

A juíza RBG, como é conhecida, é um modelo de radicalismo e de moderação.

Sendo uma democrata liberal, tinha relações sólidas com conservadores republicanos e é célebre a proximidade com o juiz Antonin Scalia, no Supremo Tribunal dos EUA, e o facto de os dois terem votado juntos em inúmeros acórdãos ao longo de 23 anos, ignorando as diferenças ideológicas profundas. Para não falar da amizade: iam juntos à ópera, celebravam juntos a noite de passagem do ano e uma vez passearam juntos num elefante na Índia. A candidatura de Antunes era resultado da moderação: o PS propôs, o PSD achou bem e desse entendimento colegial saiu o anúncio.   -Bárbara Reis in https://www.publico.pt/ (excerto)
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O pin que Tiago Antunes levou na lapela é pura demagogia pois não consta que Ruth Ginsburg alguma vez tenha colaborado com um governo que fez escola na manipulação da informação, na fabricação de informação, na sonegação do direito à informação dos cidadãos, com o objectivo de destruição da oposição, de destruição de informação livre, de destruição de classes profissionais, de desfalques de dinheiro público, etc. 

Portanto, andar com um pin para dizer que é uma pessoa que se dá com toda a gente, é pura demagogia. E ainda bem que muitos o perceberam muito bem.

Gostava que Bárbara Reis dissesse se considera que estes homens que adejam à volta de Trump e contribuem activamente para o seu modo de governar com métodos de bullying, destruição da administração pública e de várias profissões, ataque à informação livre, manipulação de informação, etc. não devem ficar sob cautela quanto a uma participação futura na política (se Trump sair do cargo), dado os estragos que, conscientemente, estão a fazer ao país. Será que Bárbara Reis considera que devem ficar livres da 'maldição Trump' desde que andem com um pin com a cara de alguém que é oposto do que eles são?

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Aqui no rectângulo, apesar de tantas evidência de prejuízo para o desenvolvimento e educação das crianças e adolescentes, o governo continua a falar em reduzir a educação à IA ao ponto de falar nos professores como 'ajudantes de IA'. A minha pergunta é: quem está a implementar estas barbaridades ao serviço dos lucros dos gigantes tecnológicos e como que intuito? 
Na semana passada, um júri de Los Angeles condenou a Meta e a Google a pagar pelo menos 3 milhões de dólares em indemnizações a uma mulher de 20 anos (KGM). Responsabilizou-as pelo design viciante e prejudicial das redes sociais. A decisão concluiu que funcionalidades do Instagram e do YouTube causaram à queixosa graves problemas de saúde mental, incluindo depressão grave e dismorfia corporal. A Meta foi considerada 70% responsável (Instagram) e a Google 30% responsável (YouTube). O TikTok e o Snapchat faziam inicialmente parte do processo, mas chegaram a um acordo confidencial com a queixosa antes do início do julgamento.
O processo centrou-se em funcionalidades de design como a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática e os filtros de beleza, argumentando que foram intencionalmente concebidas para serem viciantes para as crianças e adolescentes. A rapariga começou a usar as redes sociais muito nova e viciou-se com graves prejuízos para a sua saúde mental. A indemnização inicial de 3 milhões de dólares poderá aumentar, uma vez que o júri irá deliberar sobre uma indemnização punitiva adicional. Imagine-se quando começarem as queixas de prejuízo cognitivo, deficiências na capacidade de atenção, memória, aprendizagem e pensamento autónomo, por causa da IA, que também é viciante. Espero que inundem os governos com queixas nos tribunais. Os prejuízos não são hipóteses, são observáveis e constam já de vários estudos muito credíveis, com evidências, que levaram governos de vários países a fazer marcha atrás no uso generalizado de IA em idades escolares.

Somos um país ignorante por motivos de ideologia



5 da manhã. Acordei. Enquanto tomava o pequeno-almoço, liguei a TV no canal História porque me lembrei que estreou ontem uma série de Martin Scorsese sobre os santos da igreja católica. Apanhei os últimos 15 minutos do 1º episódio, mas logo a seguir e sem interrupção começou um programa francês chamado, Salazar e a Segunda Guerra Mundial. Fiquei a ver, claro. O programa foi interessante, com imagens e documentos da época e em geral foi correcto, apesar de alguns erros de interpretação, como dizer que Salazar não percebeu o perigo de não tomar nenhuma decisão sobre os Açores ou dizer que Salazar manteve-se neutro na guerra apenas para lucrar dinheiro com a guerra. Apesar destes erros de interpretação, o programa foi muito interessante, sobretudo porque em Portugal não se fala sobre o Estado Novo. Temos imagens e documentos para reflectir sobre esse período da ditadura, e temos historiadores, mas estamos sob um regime de ditadura de informação quanto ao tema. A esquerda proíbe que se fale de Salazar e do Estado Novo de maneira que é preciso assistir a programas estrangeiros para vermos documentários com imagens e documentos da época. Pensam-se os donos da história pós-ditadura e exigem pedágio a quem pisar os seus terrenos minados. Somos um país de ignorantes que preferem a ignorância ao conhecimento por questões ideológicas. Nesse aspecto, ainda vivemos como no tempo de Salazar. Em vez de conhecer, reflectir e discutir... censurar.

April 20, 2026

Patel nas mãos dos russos? Nenhuma surpresa




Kash Patel foi pago por um cineasta russo com ligações ao Kremlin que produzia programas que promoviam teorias da conspiração e visões anti-ocidentais
O próprio cineasta, Igor Lopatonok, já tinha recebido dinheiro do fundo de Putin.
Patel participou na criação do documentário de Lopatonok, que retratava a administração Trump como vítima de uma conspiração que «destruiu as vidas daqueles que apoiaram Donald Trump»

Vatnik Soup

Sei que na UE tudo leva muito tempo mas isto já devia estar a ser feito

 

Neste momento, o que nos sossega a todos relativamente à Rússia é a defesa da Ucrânia que todos os dias enfraquece a Rússia. Se não fosse isso Orban tinha feito muito mais mal. Portanto, a pergunta que se impõe é: o que têm andado a fazer nestes 4 anos de guerra e porque não temos já um plano em fase de operacionalização, com a integração da Ucrânia, que de qualquer modo já existe ao nível da defesa na guerra dos drones, para nos defendermos e tornarmos independentes dos EUA, agora que trabalham em conluio com a Rússia contra a UE? 

É para evitar estas situações que a UE tem de mudar algumas regras do jogo



A situação de estarmos sempre a uma eleição de ter um fantoche russo num governo europeu a minar a segurança e a própria existência da União é destabilizadora e perigosa, como vimos com Orban. Não é mais possível manter o critério da unanimidade em todas as situações. Falo de situações graves de um país ou dois ou três estarem em processo de pôr em causa a segurança e existência da UE. 
Por outro lado, é necessário manter a voz de todos os países no grupo, de maneira a que um bloco de países fortes não capture as políticas de todos, pois isso seria, em si mesmo, pôr em causa a segurança e existência da UE com ressentimentos - Merkele fez isso manipulada por Putin e a pensar só na hegemonia alemã com combustível a preço de chuva e ia destruindo a UE. Pôs a Inglaterra de fora. 
Podia haver um processo em dois passos, nessas ocasiões-limite: 1. se o entendimento da maioria dos países (que pode ser de dois terços) for o de que a segurança da UE está em perigo sério por causa de um país, como foi o caso de Orban ter peões a favor da Rússia no espaço e organismos europeus a trabalhar pela destruição da UE; nesse caso, pode haver uma segunda votação sobre política externa relativa à segurança da UE que passe com dois terços dos votos. Outra possibilidade é a suspensão do país em causa, decidida por dois terços dos votos, quando entendem que esse país está a trabalhar com inimigos da UE, contra a própria união.
Há muitos modos de fazer as coisas, mas o importante é tomar medidas para que não volte a ser possível um país trair a UE com os seus maiores inimigos.
Neste momento, o que nos sossega a todos relativamente à Rússia é a defesa da Ucrânia que todos os dias enfraquece a Rússia. Se não fosse isso Orban tinha feito muito mais mal.


ELEIÇÕES NA BULGÁRIA: Os búlgaros acorreram em massa às urnas para destituir o partido de centro-direita GERB. Segundo as estimativas, o novo partido Bulgária Progressista, do ex-presidente pró-russo Rumen Radev, estaria na liderança com cerca de 44% dos votos, depois de ter centrado a sua campanha em promessas de combate à corrupção. Este resultado prenuncia um parlamento fragmentado.

Convém analisar as acusações do líder do GERB, Boyko Borissov, segundo as quais Radev poderia tornar-se o novo Viktor Orbán da UE. Radev opôs-se ao envio de armas para a Ucrânia e às sanções contra a Rússia, mas também sempre cooperou com a corrente dominante de Bruxelas e comprometeu-se a não bloquear o processo de tomada de decisões da UE. A questão agora é saber com quem Radev irá governar. Uma opção é o partido pró-UE e anticorrupção «Continuamos a Mudança», que faz parte do Renew em Bruxelas. Outras opções incluem vários socialistas e nacionalistas.


✍️ Euractiv | Rapporteur



Infográfico - declínio da liberdade de imprensa no mundo

 



Nós estamos no amarelo.


by u/Zigurd-Super

Gostava que houvesse infográficos destes sobre o nosso país

 


Temos fontes de dados credíveis mas ninguém os organiza, transforma e divulga em termos de informação acessível ao grande público. Tenho pena, sobretudo, de que não haja infográficos com os gastos dos governos: onde gastam o dinheiro e em que quantidades? Por exemplo, quando dizem que gastam x com a função pública, como é que esse dinheiro é gasto nas pessoas/profissões/cargos, categorias. Etc.


u/StephenMcGannon

Infográfico - tráfego no estreito de Ormuz

 



u/Conscious-Quarter423

Infográfico - países com o maior número de licenciados

 



by u/_crazyboyhere

Infográfico deste dia - profissões no desemprego

 

Nos EUA.


by u/Krankenitrate

April 19, 2026

JukeBox

 

Termos um exército europeu preparado é uma urgência imediata

 


A ONU tinha aqui um papel relevante

 

Mas tem como SG um machista dogmático que só dá poder a homens misóginos. A próxima SG da ONU tem de ser uma mulher esclarecida, não uma dessas burras submissas ao islamofascismo ou aos evangélicos.

Uma bebé acabadinha de chegar ao mundo e vão logo mutilá-la e estragar-lhe a vida.

Educação

 


E ser intransigente com todos os violadores e pedófilos.




🎯

 

Ideologia misógina - os violentos acusam as sua vítimas de violência por não se submeterem à sua violência

 

Ninguém leva as mulheres a sério na questão da violência dos homens contra as mulheres

 


E que tal fazer essa conversa no Linkedin?