June 15, 2026

Os russos são o Daesch do Leste. Só sabem matar e destruir

 

Os russos são o Daesch do Leste. Só sabem matar e destruir

 


Isto é só rir




Fui dar com uma notícia no Público sobre o futuro da educação e fartei-me de rir.
Fui espreitar o programa e os oradores e dei logo com este intróito:

Qual o futuro da Educação em Portugal? O Balanço Anual da Educação 2026, produzido pela Fundação Belmiro de Azevedo, traça um retrato detalhado da realidade educativa em Portugal, da Educação Pré-escolar ao Ensino Superior, com consequências ao nível do emprego e dos salários.

Assista ao evento que junta dados, debate e reflexão sobre o presente e o futuro da educação.

E quem são os oradores?

Paulo Azevedo 

Chairman Sonae
15H15 — BALANÇO ANUAL DA EDUCAÇÃO 2026 - PARTE 1


Hugo FiguProfessor e Investigador do CIPES

15H30 — MESA REDONDA 1 - ALUNOS IMIGRANTES NO SISTEMA DE ENSINO EM PORTUGAL

Ana Balcão Reis
Presidente do Conselho Pedagógico na Nova SBE

João Jaime Pires
Presidente Junta Freguesia Arroios

Pedro Góis
Professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra16H15 — BALANÇO ANUAL DA EDUCAÇÃO 2026 - PARTE 2

Hugo Figueiredo
Professor e Investigador do CIPES16H30 — MESA REDONDA 2 - DECRÉSCIMO DO NÚMERO DE CANDIDATOS AO ENSINO SUPERIOR

Ana Gabriela Cabilhas
Deputada à Assembleia da República pelo Distrito do Porto

Luís Catela Nunes
Professor catedrático na Nova School of Business and Economics da Universidade Nova de Lisboa

Pedro Teixeira
17H15 — ENCERRAMENTO
Cláudia Sarrico 
Secretária de Estado do Ensino Superior

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Portanto, este evento não é sobre educação e muito menos sobre educação escolar. Não tem, nem um único especialista desse campo, apenas especialistas do ensino superior. 
Este evento é sobre como aprofundar a transformação da educação num rio cuja corrente tudo arraste para os negócios que importam a estas pessoas e suas empresas e de seus associados.

June 14, 2026

Estão a fazer alguma coisa que não querem que saibamos?

 

Porque não têm pressa nem interesse em mudar?


Rússia é “parceiro estratégico” de Portugal, Governo sem pressa para mudar


Conceito Estratégico de Defesa data de 2013 e ainda não foi revisto apesar de NATO e UE já terem actualizado os seus documentos. Processo arrasta-se há um ano e já criou tensão entre ministros.

https://www.publico.pt/

🎯 Nenhum país fez tanto pela entrada na UE como a Ucrânia


Todos os dias morrem ucranianos, todos os dias mais uma cidade é bombardeada ou arrasada para que os europeus tenham tempo de se armar. Milhões deslocados do país. Os ucranianos estão a lutar pela sua sobrevivência mas também estão a lutar pela Europa e fazem-no com uma ajuda que veio às pinguinhas e ainda agora não se compromete a fechar os céus da Ucrânia, por exemplo. A Ucrânia é o fosso de crocodilos da UE que impede os russos de avançar. Que outro país tem estas credenciais?

David Hockney (1937-2026)

 

David Hockney morreu na sexta-feira passada. Pintor, desenhista, gravador, fotógrafo, designer e escritor britânico, exerceu a sua actividade principalmente nos EUA. 

Um pintor que evoluiu no sentido de tornar a sua obra cada vez mais realista, clara e vibrante de cores do Verão, da alegria e do prazer de viver, mesmo quando pinta o Outono e o Inverno.

David Hockney's masterpiece, A Bigger Splash captures a split-second moment of exploding pool water and clean summer light (Credit: Tate)

No ano anterior à sua mudança para a Califórnia, Hockney visitou o Egipto. Lá, teve a oportunidade de estudar e desenhar, em primeira mão, a arte funerária que tinha conhecido no Museu Britânico e pela qual se tinha apaixonado enquanto estudante. Deixando para trás a sua máquina fotográfica, o jovem artista concentrou-se em transpor para o seu caderno de desenho a planicidade dos afrescos antigos e as figuras estilizadas e esculturais.
A nitidez e a intensa imediatez destes relevos egípcios parecem ter-se harmonizado na sua mente com as cores calmas e frias que sempre admirara nos afrescos do início da Renascença e nos painéis a têmpera de artistas como Masaccio, Fra Angelico e Piero della Francesca. De repente, as composições caóticas e desordenadas que vinha perseguindo anteriormente deixaram de fazer sentido.

Depois de se mudar para os EUA, a influência crescente desses mestres iria fundir-se, na imaginação de Hockney, com a linguagem arrojada do movimento de arte contemporânea dominante da época, a Pop Art americana. 

O que significaria combinar o impacto comercial das latas de sopa de Andy Warhol ou dos «pows!» das bandas desenhadas de Roy Lichtenstein com a nitidez dos relevos egípcios e a tranquilidade dos afrescos do século XV? A mistura engenhosa, embora aparentemente improvável, de inspirações antigas e modernas foi impulsionada por uma colisão igualmente revigorante de meios de comunicação.

Capturar um momento no tempo

Embora A Bigger Splash pareça, à primeira vista, ser um momento no tempo meticulosamente observado, foi, na verdade, uma fusão de experiências pessoais e emprestadas. A pintura deve a sua origem mais imediata à descoberta fortuita, por parte do artista, de um manual técnico sobre a construção de piscinas. Uma fotografia de um salpico feito por um mergulhador invisível e um trampolim em Swimming Pools, publicado pela Sunset Books em 1959, sem os dois espectadores à beira da piscina, foi rapidamente fundida na tela de Hockney com uma versão estilizada do edifício atrás deles, semelhante às que ele tinha recentemente registado no seu caderno de desenho.

Ao olhar para trás, para a carreira surpreendente do artista e para a sua contribuição para a história da criação de imagens através da perspetiva desta obra — talvez a sua mais conhecida —, torna-se claro que Hockney compreendeu que, embora a arte não possa impedir o passar do tempo, pode suspender, em traços luminosos, a prova vibrante de uma presença que já se esvaiu.


🎯




«Um homem deveria ouvir um pouco de música, ler um pouco de poesia e contemplar um belo quadro todos os dias da sua vida, para que as preocupações mundanas não apaguem o sentido do belo que Deus implantou na alma humana.»

-Johann Wolfgang von Goethe

A CGD perdeu 500 milhões num negócio apadrinhado por Sócrates e Pinho

 


(Quem vai pagá-lo somos nós... é assim com negócios manhosos de políticos manhosos que depois nunca sobra dinheiro para os serviços públicos)

No entanto, ao que apurou o Expresso, o banco estatal ainda não recebeu o montante do rateio final da insolvência. E poderá nem vir a recebê-lo, porque sobre a massa insolvente da Artlant PTA pendem vários processos judiciais nos quais a Autoridade Tributária (AT) reclama €13,8 milhões, relativos a Imposto do Selo e IVA dos anos 2016 e 2017. Se o Fisco ganhar esses processos, a Caixa fechará o dossiê Artlant com pouco mais de €20 milhões recuperados, ou seja, menos de 4% dos financiamentos de €529 milhões que o banco estatal concedeu àquela empresa entre 2007 e 2016.

A exposição da Caixa à Artlant foi objeto de uma imparidade total em 2016. Ou seja, nas contas desse ano o banco público deu como totalmente perdidas as verbas emprestadas para o desenvolvimento do projeto industrial em Sines. Em 2020 a CGD conseguiu ainda recuperar €20 milhões. E os €13,6 milhões a que agora o banco teria direito poderiam reforçar os resultados de 2026 da entidade liderada por Paulo Macedo. Mas o processo judicial da AT ameaça deixar o fecho de contas do dossiê Artlant com um custo final superior a €500 milhões.

MUITOS PROBLEMAS

O financiamento da CGD à Artlant, em 2007, ocorreu quando o banco estatal era presidido por Carlos Santos Ferreira, com o Governo liderado por José Sócrates a apadrinhar o projeto, concedendo-lhe o estatuto PIN (Potencial Interesse Nacional). Em março de 2008, no lançamento da primeira pedra da fábrica, que teria um perfil fortemente exportador, Sócrates, acompanhado pelo então ministro da Economia, Manuel Pinho, afirmava que o projeto de €400 milhões era “um investimento para colocar Portugal na rota e no mapa da economia global do sector petroquímico e que se destina a vender para todo o mundo, e a fazê-lo com valor acrescentado”. https://expresso.pt/empresas-negocios

June 13, 2026

😁

 




Leituras pela manhã - On Raiding into Persia



On Raiding into Persia


How the current conflict with Iran echoes Rome's wars with Persia

GRUNTLED HISTORY TEACHER



(Um artigo muito interessante para entender a mentalidade e projecto imperialistas do Irão e a dinâmica das relações do Médio Oriente. Não me apetece traduzir)

O uno e o múltiplo

 




Tree Trunks in the Grass (1890) - Vincent van Gogh

russia.eua@.com

 

E impossível esta mulher não ser um operativo russo. Saiu do cargo, mas antes de sair lança uma campanha contra os EUA, a favor da Rússia. Os americanos, por estes dias, aceitam tudo.


A Irlanda tem as mãos sujas de sangue ucraniano

 

A Irlanda exportou 243 milhões de dólares (180 milhões de libras) de alumina para a Rússia em 2022, de acordo com o Observatório da Complexidade Económica (OEC), um site de análise de dados, e este valor aumentou 55 %, para 376 milhões de dólares, em 2024. A Aughinish é o único produtor de alumina da Irlanda e o maior produtor da principal matéria-prima para a produção de alumínio na Europa, de acordo com um relatório de 2021 do grupo de contabilidade KPMG.

Aproveitar o momento para insistir e não folgar

 

O destino da Europa, a competitividade da Europa e a capacidade da Europa se manter como um continente virado para a paz dependem da derrota da Rússia e da integração da Ucrânia na UE e na defesa europeia.

Afeganistão - o islão explica-se a si mesmo

 

Raparigas e as mulheres são castigadas e presas no meio da rua com o pretexto de se ver um fio de cabelo, mas a verdade é que são presas por andarem na rua. Os islamitas afegãos querem as mulheres presas em casa, impedidas de existir e viver no espaço que os homens querem só para si. Por causa disso, uma manifestação contra a escravatura das mulheres (que agora é legal) teve como consequência balas, atropelamentos e execuçaõ. Pessoalmente penso que as mulheres afegãs têm que juntar-se e pegar em armas contra todos os homens talibãs. A luta contra a escravatura é permitida, mesmo no âmbito da Carta das Nações Unidas. E como ninguém as ajuda têm de ser elas a tomar a iniciativa de diminuir o número dos talibãs a um número controlável. E depois têm de assumir o governo do país até exterminarem a mentalidade esclavagista do seu país.


Para onde vão levam consigo as facas e a mentalidade esclavagista de extrema misoginia - quem paga o preço desta importação sem eira nem beira são as mulheres.

A esquerda radical actual já não luta pelos trabalhadores

 


Um projeto de lei para reforçar o combate à discriminação e aos crimes de ódio, apresentado por um conjunto de cidadãos, foi rejeitado, esta sexta-feira no Parlamento, no parlamento com os votos contra do PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS. Já um projeto do Chega para o combate aos limites aos crimes de ódio limitem a liberdade de expressão desceu para debate na especialidade, sem votação.

O partido de Ventura entende que o combate aos crimes de ódio não pode “restringir a liberdade de expressão, a liberdade académica ou a objecção de consciência” e pretende colocar essa ressalva no artigo do Código Penal que penaliza a discriminação e o incitamento ao ódio e à violência contrapessoas ou grupos com base em características como a etnia, a religião, a orientação sexual ou a identidade de género.

Já um dos pontos do projeto entregue pelo grupo de cidadãos era o agravamento das penas para o crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência. Mas contou, além dos votos contra da direita, com a abstenção do deputado socialista Filipe Neto Brandão.

Atualmente o Código Penal prevê uma pena de prisão entre os seis meses e os cinco anos e projeto de lei hoje votado pretendia o aumento da pena para entre os seis meses e os oito anos.

O objetivo do projeto de lei era, segundo o documento, "reforçar o combate à discriminação e aos crimes praticados em razão da origem étnico-racial, origem nacional ou religiosa, cor, nacionalidade, ascendência, território de origem, religião, língua, sexo, orientação sexual, identidade ou expressão de género ou características sexuais, deficiência física ou psíquica".
.....
O Livre apresentou um projeto de lei para reforçar o enquadramento penal dos crimes de ódio em Portugal e o Bloco de Esquerda um projeto de lei para a criação da lei da Promoção da Igualdade e do Combate à Discriminação Racial - ambos rejeitados com os votos contra do PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS.
https://expresso.pt/parlamento/

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Querem importar a sociedade inglesa e australiana onde estão pessoas presas há 2 anos por um tweet contra os gangues de violadores paquistaneses e os próprios violadores paquistaneses estão à solta, intocáveis, porque são 'vítimas de tweets de ódio' e as raparigas violadas foram deitadas para o lixo da esquerda acéfala e hipócrita. Onde um homem biológico trans pôs um processo por descriminação e ódio a um outro homem por ter sido rejeitado por este quando descobriu, num primeiro encontro, que o trans era um homem biológico e não uma mulher. Onde as mulheres grávidas têm menos direitos de grávida que os homens biológicos trans com fetiche de estarem grávidos. Em suma: a esquerda radical actual sonha com a censura e a ditadura da opinião e quer um DOGE para calar os que não aplaudem a sua loucura. São a nova PIDE.

«Hoje em dia, tem-se o direito de ser anti-semita, racista, homofóbico e misógino, desde que seja em nome do Islão.» [Michel Onfray]


June 12, 2026

Para quem pensa que esta guerra é de Putin apenas e não dos russos em geral

 

Em suma: senhor PM, faça reformas eficientes na competitividade e produtividade



Dado que o actual, 'ouro do Brasil' é o turismo e dada a situação internacional, são precisas reformas. Faça-as. Um governo marasmático era o anterior. Não precisamos de continuidade no marasmo.


O Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), conhecido como o fundo de resgate da Zona Euro, alertou no seu relatório recente para riscos negativos na economia portuguesa. As principais preocupações incluem a dependência energética externa, os elevados preços da habitação e a incerteza internacional.

Os pontos centrais destacados pelo fundo de resgate são:

Sazonalidade e Choques Externos: A economia portuguesa mantém resiliência, mas a dependência da energia face a tensões geopolíticas e choques climáticos exige atenção.

Pressões na Habitação: O mercado imobiliário continua sobreaquecido e a correção dos preços representa um risco interno assinalável para o sistema financeiro.

Sustentabilidade da Dívida: A médio prazo, os especialistas assinalam riscos significativos e recomendam a execução rápida dos fundos do PRR para garantir a competitividade estrutural.

Atrasos nas reformas e nos investimentos financiados pelo fundo europeu de recuperação pós-pandemia [o mecanismo que financia o Plano de Recuperação e Resiliência — PRR], bem como dastempestades ocorridas no início de 2026″.

Lembrando também que “o envelhecimento da população, as alterações climáticas e o aumento dos custos da defesa representam desafios orçamentais significativos a longo prazo”, o MEE sugere que, para enfrentar tal contexto, o país deve “garantir a implementação eficaz dos investimentos financiados pelo PRR e prosseguir reformas estruturais fundamentais”.