David Hockney (1937-2026)
June 19, 2026
Where are you?
(tenho uma resposta para isso: estão nos politécnicos a defender que falar do horror da ideologia islâmica totalitária, em especial contra as mulheres é andar com glocks (a pistola da Gestapo), portanto, ser nazi. São os unineuronais)
I asked American students why they don’t protest when women are whipped and shot in Iran and Afghanistan.
— Masih Alinejad 🏳️ (@AlinejadMasih) June 18, 2026
The answers expose a contradiction nobody wants to talk about.
We must change the narrative so the younger generation stops lending cover to Hamas, Hezbollah, Taliban and… pic.twitter.com/JOwFxSB3NM
Houve ou não negócio para esta promoção mastodôntica dos livros para exame da Leya?
Ministério reconhece “falha” no exame de Português e pede inspeção ao processo A decisão hoje tornada pública em comunicado surge depois de ter sido divulgado o enunciado do exame nacional de Português, que tinha um item de desenvolvimento praticamente igual ao publicado num caderno de exercícios de apoio da editora Leya. https://jornaleconomico.sapo.pt/
June 18, 2026
O acordo de Trump com o Irão é desastroso em todos os sentidos
E o pior de todos é ter insuflado oxigénio renovado no pulmão doente dos islamitas iranianos. Que paga é povo e sobretudo as mulheres. Também mostrou a fraqueza dos EUA sob Trump. O único efeito positivo é prejudicar a Rússia.
One day after the U.S. signed a deal with the Islamic Republic، the regime in Iran, handed Parastoo Ahmadi 74 lashes for singing on YouTube.
— Masih Alinejad 🏳️ (@AlinejadMasih) June 18, 2026
They call America the Great Satan. And then they flew to the table and signed a deal with the «Devil«. But a woman’s voice scared them… pic.twitter.com/FMJdKD7EGZ
Just saying
Dantes as reuniões do G7 eram sobre temas e problemas do mundo a precisar de atenção, agora são sobre quem lidou melhor com Trump, quem Trump empurrou ou ofendeu e outras coisas afins.
Rússia versus Ucrânia
Na Rússia as pessoas saem para a rua para ver os drones passar, na Ucrânia vão a correr esconder-se nos abrigos anti-aéreos. Isto acontece porque os russos sabem que os ucranianos não atiram os drones para alvos civis e os ucranianos sabem que é exactamente isso que os russos fazem.
People in Moscow have zero survival skills. Who honestly goes outside to gawk at strike drones buzzing around like this?
— Kate from Kharkiv (@BohuslavskaKate) June 18, 2026
They still have so much to learn 💅 pic.twitter.com/Woeus3Tj9I
Quando não houver petróleo acabam-se as bombas
Ladies and gentleman, the most protected airspace in Russia. pic.twitter.com/ULGMu6f7m7
— Jay in Kyiv (@JayinKyiv) June 18, 2026
Educação enquanto 'pistola glock' que dispara sobre os alunos
Teste da Escola Superior de Ciências Empresariais gera polémica e IPS garante que este ‘não reflete os seus valores’
Teste inclui termos como 'André Aventuras' e 'partido de extrema direita Cheguei Chegando'
O teste, que teve lugar no dia 22 de abril deste ano, apresenta um caso prático em que uma aluna de 16 anos, descrita como militante de um partido de extrema-direita designado “Cheguei Chegando”, compra uma pistola Glock a um jovem de 19 anos chamado ‘André Aventuras’ com o objetivo de «erradicar todos os emigrantes» que encontrasse na escola, «achando que seria a nova ‘Moranguete’ do partido».
Na mesma prova, é ainda colocado um segundo caso prático relacionado com uma hipotética alteração ao Código do Trabalho através de decreto-lei, pedindo aos alunos que apreciem a sua constitucionalidade.
Leituras pela manhãzinha - Habermas e a necessidade de razão
Jürgen Habermas defendeu a razão numa época cada vez mais sombria
O grande filósofo alemão, que faleceu em Março, compreendeu o quanto dependia de uma esfera pública baseada em princípios.
Acordas e preparas-te para a enxurrada de disparates tóxicos que constitui a esfera pública moderna. O teu e-mail está inundado de spam, esquemas fraudulentos e conteúdo obsceno. Há mensagens de voz de ninguém sobre nada. Uma olhadela às notícias revela que o presidente continua a vomitar mentiras e obscenidades; que um trilionário está a divulgar propaganda da supremacia branca numa plataforma de redes sociais de que é dono; que um artista musical no topo das tabelas está a elogiar Hitler, ou a pedir desculpa por ter elogiado Hitler, ou a elogiar Hitler mais uma vez. As publicações, desde o «Times» até às menos conhecidas, utilizam títulos sensacionalistas que te tratam como um rato esfomeado numa experiência pavloviana. Os sistemas de IA simulam a experiência de falar com um rapaz arrogante de dez anos que sabe muito menos do que pensa que sabe. Quando pressionados, os chatbots admitem que não conseguem «compreender naturalmente a moralidade, a dignidade, a cultura ou o significado humanos». Tudo isto se traduz num zumbido discursivo contínuo — um murmúrio de conversa aleatória, falsa, estúpida e sinistra que ninguém quer e ninguém consegue parar.
Nada disto teria surpreendido uma geração anterior de pensadores alemães — o grupo conhecido como Instituto de Investigação Social, ou Escola de Frankfurt. O instituto surgiu na década de 1920, entrou em exílio durante o período nazi e regressou à Alemanha após a guerra. As suas figuras de proa, Max Horkheimer e Theodor W. Adorno, viam a sociedade capitalista não como a antítese do totalitarismo, mas como a sua gémea mais afável e despretensiosa.
Cosmopolita e anti-sentimental, Habermas evitava geralmente falar de assuntos pessoais mas quando recebeu o Prémio de Quioto, em 2004, proferiu um discurso que revelou alguns vislumbres de uma juventude estranha e difícil. Nasceu com fenda palatina e foi submetido a várias operações para corrigir a condição. A experiência deu-lhe, segundo ele, uma noção da sua «dependência e vulnerabilidade». Na escola, tinha dificuldade em fazer-se entender e era alvo de escárnio devido ao seu tom nasal. Era também vulnerável noutro sentido. Stefan Müller-Doohm, na sua biografia do filósofo publicada em 2014, refere que a ciência racial nazi considerava a fenda palatina um «sinal de degeneração». Uma década mais tarde, várias crianças nascidas com esta condição foram assassinadas pelos nazis no âmbito do seu chamado programa de eutanásia.
Quando era jovem, Habermas dedicou-se de corpo e alma à cultura do novo Estado da Alemanha Ocidental, que se reabria rapidamente. Absorveu o cânone modernista que tinha sido proibido durante o período nazi: arte abstracta, teatro expressionista e brechtiano, cinema neo-realista italiano. Politicamente, alinhou-se com a ala esquerda do Partido Social-Democrata.
Não será o nobre dever das pessoas ponderadas esclarecer os actos pelos quais se deve prestar contas do passado e manter vivo o conhecimento sobre eles?» — sendo esses actos o «assassinato planeado de milhões de pessoas.Esse ataque ousado chamou a atenção de Adorno, que tinha regressado à Alemanha e trabalhava ao lado de Horkheimer no Instituto de Investigação Social, recém-reconstituído. Três anos mais tarde, Habermas aceitou um convite para colaborar com Adorno no instituto. Infelizmente, Horkheimer mostrou-se menos entusiasmado com o novo recruta. No auge da Guerra Fria, o diretor do instituto desejava, mais do que nunca, evitar qualquer indício de marxismo ortodoxo, e convenceu-se de que Habermas era um revolucionário subversivo.
O debate crítico desencadeado por obras literárias e artísticas rapidamente se alargou para incluir disputas económicas e políticas.
Habermas teria sido o sucessor natural de Adorno no instituto mas após a agitação dos protestos estudantis, afastou-se da contenda pública. Nos anos setenta, dedicou-se a projetos de investigação multidisciplinares no Instituto Max Planck para o Estudo do Mundo Científico-Técnico, na Baviera.
Depois de Auschwitz, os nossos sentimentos rejeitam qualquer afirmação da positividade da existência como hipocrisia, como injustiça para com as vítimas.
Sempre houve dois Habermas: o académico metódico e o comentador público ágil. Peter J. Verovšek, professor da Universidade de Groningen, explora essa dupla identidade num novo livro, Jürgen Habermas: Intelectual Público e Teórico Crítico Engajado.
Habermas demonstra que em todas as fases da história a humanidade tem vindo a tentar elaborar códigos para o bem comum, e estes vêm à tona mesmo em tempos de repressão dogmática.
Os critérios de julgamento desmoronam-se completamente quando se atribuem intenções genocidas às ações de Israel.
Pensem em alemão!», «Promovam o patriotismo — nada de dinheiro público para arte e cultura anti-alemãs!» e «Construam com mais beleza!
Um obituário igualmente detestável saiu da pena do bilionário Alex Karp, director executivo da Palantir Technologies. Antes de Karp se dedicar à comercialização de sistemas de vigilância que têm ajudado a ICE nas suas redadas mortíferas contra imigrantes, estudou filosofia com Habermas em Frankfurt. Num artigo para o Politico, Karp contou como Habermas fazia críticas ferozes, mas justas, aos seus trabalhos: «Foi precisamente a sua disposição para ser tão produtivamente implacável que me faz lembrar o que perdemos enquanto cultura.»
Habermas estava bem ciente de como a Internet tinha deformado a sua amada esfera pública. A princípio, pensou que a arena digital poderia amplificar todas aquelas vozes anárquicas da periferia. Por vezes, foi o que aconteceu: pensemos em movimentos impulsionados pelas redes sociais, como a Primavera Árabe, o Black Lives Matter e o #MeToo.
Além disso, as empresas tecnológicas conceberam as suas plataformas para intensificar o conflito e, assim, prolongar o envolvimento dos utilizadores. É como se tivessem lido Teoria da Ação Comunicativa e tivessem feito exatamente o contrário.
June 17, 2026
Este ano pus esta questão num teste do 10º ano
No 3º período fiz um teste aos miúdos do 10º ano só com problemas éticos e políticos, a maioria com exemplos de acontecimentos reais, para os alunos pensarem, problematizarem e aplicarem os quadros conceptuais de Kant, Mill e Rawls que aprenderam. Achei esta quadrinha na internet e pareceu-me ao mesmo tempo cómica e interessante para aplicar conhecimentos. Todos os alunos acertaram nas respostas, o problema foi justificá-las seleccionando os conceitos aplicáveis de cada filósofo e construir uma resposta coerente e redonda que esclarecesse o carácter ético do problema e como ajuizá-lo em cada perspectiva. A filosofia, no secundário, serve para se aprender e treinar pensar nos problemas especificamente humanos com que nos deparamos ao longo da vida. O interesse da disciplina não é decorar teorias mas saber usá-las para pensar os problemas e, se possível, ganhar autonomia de pensamento. Agora que usei a quadrinha num teste não posso voltar a usá-la e por isso a ponho aqui. Por esta altura já está no ficheiro dos explicadores e centros de explicação da zona. Hoje-em-dia os bons explicadores têm todos os testes, fichas de trabalho, textos, etc. que cada professor da zona fez em cada disciplina.
Questão de exame de Português é copiado de um livro de resumos
Questão do exame de Português do 12.º ano é igual à de livro de preparação para a prova
Texto pedido no exame de Português do 12.º ano é idêntico ao exercício de um manual de preparação da Leya de 2025. Ministério da Educação diz que item foi elaborado antes da publicação do livro. 17 de Junho de 2026, 16:48 actualizada às 18:04 A composição do exame de Português pedia que os alunos escrevessem uma apreciação crítica de um cartoon de Javad Takjoo, que remete para o trabalho infantil Rui Gaudêncio Texto pedido no exame de Português do 12.º ano é idêntico ao exercício de um manual de preparação da Leya de 2025. Ministério da Educação diz que item foi elaborado antes da publicação do livro. Público
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Não sei se é a lei do menor esforço, a tal que explica a baixa produtividade, se é incompetência crassa ou se é o ex-IAVE a querer subir as médias na disciplina. Seja qual for a razão é mais uma prova do miserabilismo que impera na educação pública. E se o que impera é miserabilismo, que dizer dos responsáveis senão que são miseráveis?
'Estado de Sítio' (The Siege), um filme profético
Esteve a dar este filme na TV. O filme é 1998, altura em que o presidente da Rússia ainda era Boris Iéltsin. O filme é de uma realidade profética até ao mais pequeno pormenor.
Depois de os americanos da CIA raptarem um Sheik, os islamitas radicais palestinianos (e não só) desencadeiam atentados terroristas contra dezenas de civis.
A hipocrisia e a mentira dos palestinos a construirem células na América para atentados terroristas, a fazerem-se de vítimas sempre com uns cartuchos de dinamite para fazer explodir quarteirões ou cinemas cheios de civis. O ódio aos americanos e o total desprezo pela vida humana, sobretudo pelas mulheres, está tudo no filme com realidade certeira.
O filme foi boicotado e denegrido pela Irmandade Muçulmana e pelos palestinianos com adjectivos de islamofóbico, em declarações alucinadas sobre o espírito pacífico do Islão, as intenções angélicas dos palestinianos e da religião do livro do ódio. Enfim, o costume. A questão é que este autor e o realizador do filme, um dos co-argumentistas, viram de modo claro e transparente o futuro e suas ramificações a ser desenhado no seu presente.
Uma historieta de hoje
Hoje estava como suplente aos exames da manhã na minha escola, que é em Setúbal. Um colega contou que ontem apareceu uma mulher para fazer o exame de Português e não dava com a sua sala. Ele foi com ela ao sítio onde estão afixadas as salas e viram tudo de todas as maneiras e não encontraram o nome dela. E ele perguntou, 'tem a certeza de que se inscreveu nesta escola?'Ao que ela responde: 'sim, então isto não é a escola da Moita?' Ao fim de 40 anos nisto ainda somos surpreendidos...
Enfim, como ninguém chamou suplentes, tive tempo de ler este livro, que também é um livro de historietas. São historietas de um moçambicano goês de uma família com alguma importância que andou pelas 'províncias ultramarinas' como então se dizia quando tudo era Portugal, desde o Minho a Timor e que tem coisas para contar. Era um subversivo, como lhes chamavam os do anterior regime e, portanto, era da esquerda, um comunista, como eram mais menos todos na época dado não haver mais nenhum partido organizado. Chama -agora- ao comunismo, o maior embuste do século XX.
Tem histórias interessantes, algumas giras, outras cómicas. Todas informativas de um certo tipo de vida e de quadro mental da época. Está lido.
Os amigos de Putin trabalham na sombra
Que outra razão pode haver para tentar destruir Kaja Kallas, uma política que compreende muito bem a ameaça russa e tem sido exemplar a fortalecer a posição da UE como una e consensual face à Russia? Agora que Orban desapareceu, a Rússia pôs em campo outros operativos que trabalham na sombra para destruir a unidade da UE, nomeadamente no que respeita à Rússia. Descobrir quem são esse operativos a mando de Putin, isso é que era de valor, porque não nos podemos dar ao luxo de deixar que a Rússia e outros apostadores na destruição da UE levem a sua avante. Já ninguém se lembra das consequências da irrelevância de Josep Borrell ou é isso que os russófilos querem, um representante da UE tipo bebilot?
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Euractiv | Rapporteur
Um aliado de primeira linha de Kaja Kallas quebrou o silêncio para defender a chefe da diplomacia europeia, alvo de uma crescente vaga de ataques políticos, incluindo por parte de alguns comissários europeus.
Bruxelas fervilha de rumores alimentados por informações parciais que apontam para a possível extinção do Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE), levando Kallas a tranquilizar a rede diplomática da União espalhada pelo mundo.
«Aqueles que procuram orquestrar este tipo de críticas agem contra o interesse comum da Europa», considera Marko Mihkelson, presidente da Comissão dos Negócios Estrangeiros do Parlamento estónio.
Representar a política externa da União não é tarefa fácil. O Alto Representante desempenha uma função híbrida, situada entre a Comissão Europeia e os ministros nacionais dos Negócios Estrangeiros, dispondo, ao mesmo tempo, de poderes formais limitados.
«É quase uma missão impossível ter uma posição muito clara e, simultaneamente, representar a de todos os outros», declarou Mihkelson ao Rapporteur. O antigo jornalista, hoje com 56 anos, conhece Kaja Kallas há mais de uma década. Foi ela quem o levou a integrar o Partido da Reforma, a formação centrista estónia.
(...)
Questionado sobre o significado de ataques provenientes das próprias instituições europeias, Mihkelson não esconde a sua preocupação: «Se for esse o caso — e alguns indícios sugerem que rivalidades internas alimentam estas críticas crescentes —, é extremamente triste ouvi-lo.»
Segundo ele, as instituições europeias deveriam concentrar os seus esforços na ameaça russa.
Mas será Kaja Kallas demasiado dura em relação a Rússia, como lhe apontam muitos dos seus críticos? A chefe da diplomacia europeia procurou por várias vezes alargar o debate para além do que alguns Estados-membros consideram aceitável, chegando a propor limitações das capacidades militares russas no âmbito de um futuro acordo de paz — condições que o Kremlin dificilmente aceitaria.
«Não», responde Mihkelson sem hesitar. Na sua opinião, a Europa tem a sorte de dispor de uma dirigente plenamente consciente da ameaça existencial proveniente de Leste.
Assinala, aliás, que Kirill Dmitriev, um dos negociadores de Vladimir Putin, manifestou publicamente satisfação perante as especulações sobre o eventual desaparecimento do SEAE.
«A história do SEAE é ainda relativamente recente», sublinha. «Não devemos ser demasiado severos com ele: esperamos que seja apenas o início de um longo caminho.»
'Fobias' como ditadura de opinião
June 16, 2026
O que é um herói?
Alguém com força e bravura excepcionais. Um protector, um defensor. Portanto, sim, os ucranianos revelaram-se heróicos e em grande parte inspirados pela bravura e força anímica do seu líder. Um herói portanto. Uma das características dos heróis é inspirar os outros. Hoje-em-dia as pessoas aparecem nas notícias porque fizeram muito dinheiro, ou porque têm milhões de seguidores. Causam uma certa admiração-inveja aos seguidores mas não inspiram ninguém. Para inspirar é preciso ter uma aura com outras cores: coragem, altruísmo, resiliência e integridade moral. São características que inspiram respeito e admiração e pegam-se a outros.
Very emotional moment from the interview with Zelenskyy. You should watch this.
— Kateryna Lisunova (@KaterynaLis) June 16, 2026
JOURNALIST: Do you miss being an actor?
ZELENSKYY:?I miss being a good father.
JOURNALIST: When your children were little, what did you tell them the most? What was the thing that you told them… pic.twitter.com/FYSaCYOw76
Infográfico deste dia - quem gasta o quê na NATO
Gráfico das despesas de defesa da NATO, com a evolução das despesas dos 32 Estados-Membros da NATO entre 2014 e 2024.
Este gráfico é muito esclarecedor. Olhe-se a França que não está muito acima de nós e a Espanha, um país grande com uma economia relativamente grande. Atrás de nós e da Albânia. É por isto que não quer a Ucrânia na NATO?








