July 12, 2026

A propósito desta frase

 

“If you pay people not to work and tax them when they do, don’t be surprised if you get unemployment.”

— Milton Friedman

Lembrei-me de uma mulher que conheço há bastante anos e que tem uma pequena empresa de limpezas há três ou quatro anos. Não é uma pessoa com estudos universitários, com posses ou com família que pudesse ajudá-la com investimentos. Em contrapartida, é inteligente e muito empreendedora e fez tudo sozinha, desde pesquisar esse tipo de negócio a montá-lo e a divulgá-lo. Fez o logótipo, fez tudo. 

Como ela é conhecida na zona -tinha um táxi seu, que entretanto vendeu, com dezenas de clientes fiéis (foi aí que a conheci) e excelente reputação-, é muito exigente consigo mesma e trabalha que nem uma maluca, o negócio vai de vento em popa (trabalha sobretudo para empresas, clínicas, pequenos hotéis, etc.) e é obrigada a recusar muitos trabalhos porque não tem pessoal que chegue. 

Está sempre aflita com falta de pessoal. Outro dia dizia-me, "É difícil arranjar pessoal e mesmo quando se arranja, muitas trabalhadoras vão-se embora ao fim de pouco tempo porque o trabalho é cansativo e eu sou exigente, tem que ficar tudo excelente. Então, preferem receber o subsídio de desemprego, apesar de ficarem a perder dinheiro relativamente ao que ganhariam de salário, pois em contrapartida poupam dinheiro na creche dos filhos e não têm que se chatear com ir trabalhar."

Noto isso nos alunos, cada vez mais. Querem começar pelo tecto. Querem ter grande notas sem ter que estudar. Estão sempre a falar nos seus direitos mas não reconhecem nenhum dever. Querem este ou aquele curso a pensar num certo emprego com expectativa de começar logo a ganhar muito dinheiro e ter um certo estilo de vida que vêem na internet e nos programas idiotas da TV. 

Se tiram esse curso aparecem na entrevista de trabalho com quinhentas exigências como se fossem o supra-sumo da área. Se não entram no curso que queriam e se as coisas não correm de acordo com essa expectativa, desistem. Vão para casa e ficam à espera que alguém os sustente. Vão fazendo trabalhos: ora fazem entregas na Uber, ora arrumam prateleiras no supermercado, mas tudo por pouco tempo porque o trabalho é cansativo e paga mal. 

Entretanto, odeiam os que estudaram e fizerem o que tinham de fazer para melhorar a vida, sem a mínima noção de como esses se fartam de trabalhar e de como muitas vezes começam por ganhar pouco e mal. Vão para a internet queixar-se da vida, fazer-se de vítimas e chamar nomes a quem está a seguir um caminho e melhorou a sua situação, mas entretanto recusam mexer uma palha para melhorar a sua própria situação. Esta mulher que tem esta empresa de limpezas tem uma fila grande de homens, ex-colegas de trabalho, a dizer mal dela, por pura inveja.


O que está a UE a fazer para combater a estratégia da IM?



Foreign Policy Research Institute
https://www.fpri.org › 2017/09


Um relatório histórico do Governo austríaco alerta para o activismo da Irmandade Muçulmana no país.
 
Para quem quiser ler o relatório que traça a história e a estratégia da irmandade Muçulmana na Europa e enuncia os perigos desta organização hostil às democracias ocidentais: https://ecrgroup.eu/files/Unmasking_the_Muslim_Brotherhood_%282%29.pdf

O documento é muito preciso quanto ao método da IM:

«Islamização a partir da base.» Formar ideologicamente os indivíduos. Inseri-los na vida cívica, nos serviços públicos. Deixá-los abrir caminho até às instituições que moldam a forma como uma sociedade pensa e se governa. O relatório descreve como a Irmandade Muçulmana cria organizações da sociedade civil e instituições de caridade aparentemente moderadas para se infiltrar nas sociedades europeias, actuando em rede como uma «face oculta» no seio das instituições democráticas. 

Este relatório dos serviços secretos austríacos é de 2019. Esteve escondido na gaveta até agora. O parlamento austríaco apresentou perguntou formalmente aos chefes dos serviços secretos se receberam ordens dos ministros de então para ocultar os resultados de vigilância sobre o islamismo político no país.

Porém, apesar de não ter sido divulgado, as autoridades austríacas e os serviços secretos não estiveram inactivos: 
- Em novembro de 2020, as autoridades lançaram a «Operação Luxor», realizando mais de 60 rusgas contra indivíduos e grupos suspeitos de terem ligações à Irmandade Muçulmana ou de a financiarem. 
- Em 2021, o Parlamento austríaco alargou a sua Lei dos Símbolos Extremistas para incluir oficialmente a Irmandade Muçulmana, tornando a exibição dos seus símbolos um crime. 
- Fiscalização contínua: embora o governo trate a Irmandade como uma grave ameaça à segurança nacional, alguns casos de grande visibilidade relacionados com terrorismo e financiamento do terrorismo, decorrentes das rusgas de 2020, enfrentaram contratempos jurídicos devido à enorme complexidade das provas documentais.

De qualquer modo a Áustria está mais avançada do que qualquer outro país europeu nesta matéria. Proibiu os símbolos da Irmandade, encerrou mesquitas radicais, expulsou imãs extremistas e publicou agora uma estratégia de combate abrangente que identifica alvos institucionais específicos.

E a UE, o que está a fazer para combater a estratégia destruidora da IM? Nada... está a tentar criminalizar os que criticam esta estratégia de assimilação reversa. E a escrever papéis contra os judeus.
 
Em Portugal sabemos que a esquerda se aliou a esta estratégia (ou talvez sejam só idiotas úteis) e exige que os muçulmanos entrem nos serviços públicos, que os senhorios e empregadores sejam criminalizados se não aceitarem estas pessoas que foram chamadas às centenas de milhar sem nenhum escrutínio e ainda exigem plataformas onde possam chamar islamofobas às pessoas que os criticam e enviá-las para a cadeia, como fazem na Inglaterra e na França. 

Enquanto a esquerda não fizer uma desintoxicação mental do vício de ideologias totalitárias destruidoras não se pode votar neles. 

Há pouco tempo li isto (já não sei onde) relativamente aos canadianos:
Quando confrontado com algo desconfortável, o primeiro instinto do cidadão canadiano comum já não é: ¿Será que isto é verdade, mas algo do género: Será aceitável dizer isto? Vou parecer ofensivo? As pessoas vão pensar que sou racista? Será que alguém importante ou popular já disse isto?
Aqui no país estamos tramados: à direita a adoração à ilusão de uma ordem cristã (e à ética dos evangélicos) e a um passado de submissão e opressão, à esquerda a adoração à ilusão de uma ordem anti-liberdade e anti-capitalista, a adoração aos islamitas e a um futuro de submissão e opressão. 

A única fuga a esta situação, não-não, é este governo de Montenegro melhorar a vida dos portugueses e fazê-lo com honestidade e transparência de maneira a evitar estes populistas da extrema-direita e da extrema-esquerda que estão aliados e submissos a poderosos grupos internacionais muito difíceis de combater, uma vez instalados. Aumentar a coluna do centro.

Porque é que movimentos como o comunismo, o islamismo e o nazismo são tão parecidos? As mesmas reivindicações de apagamento da individualidade, do pensamento crítico, do direito à livre expressão crítica, a mesma exigência de obediência e conformidade sociais. A mesma exigência de abdicarmos do nosso juízo moral individual com palavras-guilhotina, em forma de acusação: islamofobia, transfobia, ódio à religião, ódio à Pátria, ódio à Nação, ódio à família, etc. 

Enfim, neste vídeo, Maral Salmassi oferece uma explicação:

As someone who fled the Islamic Republic as a child, I hope you'll watch this until the end. Iran's story is not just history. It's a warning.

BHL está na, actualmente, difícil posição de não ser extremista - o anti-semitismo europeu



Bernard-Henri Lévy considera o isolamento de Israel após 7 de outubro um «fracasso moral histórico»

ETGAR LEFKOVITS


O isolamento diplomático de Israel durante a guerra em Gaza, na sequência do massacre perpetrado pelo Hamas a 7 de Outubro, ficará na história como um fracasso moral e uma derrota da humanidade, afirmou na quinta-feira o filósofo francês Bernard-Henri Lévy.

«A ausência de apoio a Israel será considerada pelos futuros historiadores como um momento de enorme desonra para o Ocidente», disse Lévy ao JNS numa entrevista em Telavive. «É uma derrota da humanidade e uma derrota moral. É a perda de qualquer bússola moral.»

Lévy, que vive em Paris, dirigiu-se apressadamente a Israel no dia seguinte aos ataques de 7 de Outubro e, no ano seguinte, escreveu Israel Alone, um livro sobre a falta de apoio diplomático ao Estado judeu no Ocidente.
«Fiquei mais do que chocado».
BHL regressou a Israel na quinta-feira para proferir o discurso principal na conferência anual sobre o anti-semitismo contemporâneo, organizada pelo Centro Comper para o Estudo do Antissemitismo e do Racismo da Universidade de Haifa. O encontro é a maior conferência académica anual sobre o antissemitismo moderno, atraindo cerca de 550 participantes, incluindo 250 oradores presenciais, com outros a participarem virtualmente a partir do estrangeiro.

O intelectual francês de 77 anos, vulgarmente conhecido como BHL, condenou o aumento do anti-semitismo, que classificou como «sem precedentes na minha vida», referindo que raramente dá palestras em França por razões de segurança e que o único local seguro onde pode falar no Reino Unido é uma sinagoga.

«Mesmo que venha falar sobre filosofia ou assuntos não judaicos, o único lugar seguro para mim no Reino Unido é uma sinagoga», afirmou.

Lévy referiu que vive sob protecção policial em Paris há mais de duas décadas, desde a publicação do seu livro sobre o assassinato, em 2002, do repórter do Wall Street Journal, Daniel Pearl, no Paquistão.

Consciente do crescente êxodo de judeus das cidades da Europa Ocidental, Lévy afirmou estar determinado a ripostar.

«A Europa não teria futuro se os judeus recuassem», afirmou, culpando uma mistura tóxica de «anti-semitas estúpidos, analfabetos e bárbaros» e uma liderança francesa cuja postura em relação a Israel muitas vezes atira achas para a fogueira.

«A situação dá-me vontade de resistir, de lutar e de vencer», afirmou.

Um centrista convicto da velha guarda, Lévy afirmou opôr-se tanto à extrema-esquerda abertamente anti-semita em França como à extrema-direita pró-Israel, que encara com igual preocupação. No ano passado, boicotou uma conferência em Jerusalém sobre o anti-semitismo devido à participação de um líder de alto escalão de um partido de extrema-direita.

«É um momento sombrio para os judeus em todo o mundo», afirmou. «Temos de nos manter orgulhosos, fortes e sensatos.»


Se a Ucrânia tivesse armas para se defender já tinha acabado com a guerra

 

Há uma diferença abissal, em favor da Ucrânia, quanto à competência e eficácia dos exércitos. Mas Ursula von der Leyen e Kaja Kallas andam ocupadas a escrever papéis contra judeus, sabe-se lá influenciadas por quem... Guterres? Costa terá um papel nisto? Seja como for, são estas coisas que ainda dão esperança a Putin.

John Cleese, um dos primeiros e maiores angariadores da organização, renuncia à Amnistia Internacional



John Cleese

@JohnCleese

Como antigo responsável pela angariação de fundos da Amnistia Internacional — fui o organizador dos primeiros cinco «Secret Policeman’s Balls» —, renuncio ao grupo que tomou conta da Amnistia. A Amnistia costumava dedicar-se a tentar fazer algo contra a TORTURA  x.com/_RebeccaMcCurd…

2/ O centro de apoio de JK Rowling para mulheres vítimas de agressão sexual foi rotulado como um grupo «anti-direitos» pela Amnistia Internacional do Reino Unido. A autora de Harry Potter fundou o centro para prestar apoio, tendo em conta o trauma, a mulheres sobreviventes de abuso sexual. From heraldscotland.com

3/ Fundada em 1961, a Amnistia Internacional ganhou inicialmente reputação pelo apoio que prestava aos prisioneiros de consciência. Hoje em dia, alguns membros continuam a fazer um bom trabalho. Infelizmente, a liderança apoia principalmente anti-semitas, misóginos, homofóbicos e terroristas. Vejamos:

4/ Em 2010, Gita Sahgal, então responsável pela unidade de género da organização, foi despedida por ter revelado as ligações vergonhosas da Amnistia Internacional e o seu apoio ao mais famoso defensor dos talibãs na Grã-Bretanha, o ex-detido de Guantánamo Moazzam Begg. http://theguardian.com/world/2010/apr/25/gita-sahgal-amnesty-international



5/ O apoio a terroristas é um tema recorrente na Amnistia. Em 2015, descobriu-se que um funcionário sénior da Amnistia Internacional mantinha ligações privadas não declaradas a homens alegadamente figuras-chave numa rede secreta de islamistas globais, revelou o The Times.com
Amnesty director’s links to global network of Islamists
A senior employee of Amnesty International has undeclared private links to men alleged to be key players in a secretive network of global Islamists


6/ Christopher Hitchens escreveu que as acções da Amnistia Internacional em apoio aos talibãs — e que visavam a denunciante e responsável pelos direitos das mulheres, Gita Sahgal — exemplificavam a «degeneração e politização» da organização, refletindo «uma crise moral com implicações globais».”


7/ Em 2015, um porta-voz da Amnistia Internacional afirmou que os ataques de 11 de setembro foram uma «doce vingança»; e que a Europa fez «do culto ao Holocausto e da adoração aos judeus a sua religião». Referiu-se aos homossexuais como «bichas que propagam a SIDA». Um membro do Hezbollah dúvida da existência das câmaras de gás nazis.

8/  A Amnistia Internacional apoiou o grupo pró-Talibã «Cage», que promove uma ideologia que ridiculariza os valores da tolerância, especialmente em relação às mulheres. A Amnistia utilizou a propaganda do Cage, partilhou logótipos com eles, coproduziu documentos informativos e co-assinou cartas dirigidas ao governo.

 
9/ A activista dos direitos humanos Sigrid Rausing criticou duramente a Amnistia por «diluir» a sua missão original. The Economist: «Um grupo que dedica mais atenção às violações de direitos na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos do que às da Bielorrússia e da Arábia Saudita não pode esperar escapar ao escrutínio dos cépticos."economist.com
Many rights, some wrong
The world's biggest human-rights organisation stretches its brand

10/ A Amnistia Internacional justificou ter acolhido um negacionista do Holocausto e homofóbico para protestar contra a islamofobia — devido à «importância desta questão» e uma vez que «não se tratava de um apoio a qualquer uma das opiniões do orador em questão». No entanto, em 2018, consideraram adequado banir os judeus de Londres.


11/ A diretora da Amnistia Internacional, Agnes Callamard, afirma a equivalência moral entre a Alemanha nazi e a cidade norte-americana de Minneapolis.

@AgnesCallamard

May 9, 2021

São a Sophie Scholl, o Kyal Sin, o Joshua Wong; são um e são milhões; na Alemanha nazi, em Mianmar, em Hong Kong, no Iraque, na Bielorrússia, em Minneapolis; opõem-se à repressão, e alguns pagam um preço muito elevado pela sua coragem. Eles lideram-nos e inspiram-nos

https://bbc.co.uk/news/world-europe-57008360

12/ O relatório sobre a Ucrânia distorce os factos para culpar a vítima: a Ucrânia «colocou civis em perigo» enquanto a Rússia invadia. A Amnistia Internacional alimentou a propaganda de Putin, justificou os ataques a cidades e provocou demissões em massa. A Amnistia Internacional não consegue distinguir o agressor do defensor.

Citação
Amnesty International
@amnesty
Aug 4, 2022
⚡️ As forças ucranianas colocaram civis em perigo ao estabelecerem bases e operarem sistemas de armamento em zonas residenciais povoadas.
13/  O jornal «The Times» de Londres diz, acerca do relatório da Amnistia Internacional sobre a Ucrânia: 

«Outrora uma campanha humanitária respeitada, a Amnistia demonstra agora uma indiferença deplorável perante a opressão. Tendo-se mostrado branda perante o crime e branda perante o fascismo, deveria ter a decência de abandonar o palco.»



14/ “«Parece mesmo que a liderança da Amnistia Internacional está a sofrer de uma espécie de falência moral e perdeu a capacidade de distinguir o certo do errado.»  thetimes.com
Salman Rushdie: Amnesty International is morally bankrupt

15/ Os líderes da Amnistia são incapazes de distinguir moralmente entre democracias que apresentam falhas no sistema e regimes totalitários em que a falha É o próprio sistema; nem entre democracias que podem cometer erros ao defenderem-se e atacantes terroristas que visam deliberadamente civis.

16/ A ideologia dos líderes da Amnistia é clara. Não só se recusam a dar prioridade aos abusos mais horríveis e sistemáticos do mundo, como, pelo contrário, a sua prioridade é atacar o Ocidente — por «sexismo, racismo, colonialismo e islamofobia».
@AgnesCallamard Mar 14, 2021   
A França está a minar a liberdade académica através dos seus ataques contra um imaginário «inimigo interno», ou seja: aqueles de nós que se atrevem a estudar o sexismo, o racismo, o colonialismo, a islamofobia, etc. x.com/OpenSociety/st…

17/ Muitos pensam que a Amnistia Internacional é uma organização de direitos humanos neutra. Na verdade, os seus líderes associam-se a ideólogos corbynistas convictos. 
A antiga diretora da Amnistia Internacional do Reino Unido, Kate Allen, viveu durante 20 anos com «Red Ken» Livingstone, que defendeu a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2008. https://rt.com/op-ed/436390-media-bias-lies-livingstone



18/ A ex-diretora da Amnistia Internacional do Reino Unido, Kate Allen, «partilhava uma ideologia política profundamente enraizada» com o seu companheiro Ken Livingstone, também conhecido como «Red Ken». https://web.archive.org/web/www.telegraph.co.uk/news/main.






 

Um teste em que a maior parte do mundo ocidental está a falhar.







O transgenerismo é uma experiência descontrolada, à escala da sociedade, sobre conformidade e obediência: um teste para ver até que ponto é possível levar as pessoas a repetir absurdos, a infligir crueldades, a conviver com irrealidades e a excluir e punir outras pessoas por coisas em que elas próprias não acreditam.

É um teste para verificar se as auto-humilhações morais e as traições rotineiras que ocorreram no Bloco Soviético — com a sua polícia secreta, prisões políticas e exércitos de informadores — poderiam ser replicadas em sociedades liberais, democráticas e pluralistas que careciam desse aparelho formal de repressão: se pequenas recompensas e castigos poderiam forçar as pessoas a punir outras por afirmarem a mais evidente de todas as verdades e inspirá-las a aplaudir a castração química e o desmembramento dos seus próprios filhos. 

É um teste para verificar se as organizações de defesa das liberdades civis poderiam ser transformadas em instrumentos de repressão estatal e os grupos de direitos humanos em instrumentos de difamação e violência contra as mulheres.

É um teste em que a maior parte do mundo ocidental está a falhar.

Wesley Yang

A AI já foi uma organização que lutava pelos direitos das mulheres: amnesty.org/en/latest/news/2016/01/female-refugees-assault-exploitation-and-sexual-harassment. Nessa altura relatava o perigo das mulheres que vinham para a Europa estarem em campos de refugiados sem espaços próprios para si e em número minoritário, rodeadas de homens. Agora nega que os homens ataquem as mulheres. 


July 11, 2026

Porque é que a Rússia não é declarada um Estado terrorista se apela ao extermínio dos ucranianos?

 

Mais conservadores que os conservadores

 

Quando se fala de cultura, a cultura ocidental é relativa e todas as culturas são iguais mas quando se fala de colonialismo ou de escravatura ou racismo, de repente não há relativismo nem igualdade de culturas e as falhas do Ocidente são absolutas.

Os jovens (e não tão jovens) adultos do Ocidente, como só viveram aqui e só conhecem a História, o racismo, o colonialismo e a escravatura dos ocidentais, pensam que essas situações são uma coisa de brancos contra negros e não sabem nada do colonialismo dos árabes, dos islamitas e dos africanos e do seu racismo e escravatura.

Como esses povos, ao contrário dos ocidentais, nunca fizeram uma revisão racional das suas práticas e da sua História, pelo contrário, continuam a viver pelas leis que deram origem a essas práticas, apresentam-se como vítimas dos ocidentais e reclamam o direito eterno à vitimização e seus benefícios.

Em contrapartida, como os ocidentais há muito que fizeram essa revisão racional, não negam esse seu papel negativo na História de outros povos e apresentam-se a si mesmos como carrascos. Que já não são. Já foram, mas já não são. 

Porém, também foram os ocidentais que acabaram com a escravatura e levaram esse ideal aos quatros cantos do mundo, embora sem completo sucesso pois entre os países islamitas e não só, continua a haver escravatura, crimes de colonialismo, racismo e extrema xenofobia contra os ocidentais e contra os negros.

A esquerda actual que domina as universidades, a cultura e os media já não tem princípios, não defende nada, é amorfa. O seu discurso é de oposição: são contra os judeus, são contra as mulheres quererem direitos, são contra as pessoas gostarem do seu país, são contra proibir comportamentos de predação de mulheres, são contra as pessoas terem uma identidade forte, são contra gostarmos da nossa História, são contra a NATO. São contra defendermos-nos! Movem-se apenas para gritar contra qualquer coisa, para ser contra alguém. Querem proibir, censurar, ter plataformas para perseguir pessoas. Prendem pessoas por dizerem coisas nas redes sociais e mandam soltar os criminosos, calar as vítimas em nome de uma diversidade que não o é. Querem à força toda conservar o tempo em que eram significante por defenderem um progresso moral. Só que esse tempo há muito que passou e agora só vomitam platitudes que atiram à cara dos outros e apelam ao vício em nome da virtude. Querem tudo intocável. Tornaram-se mais conservadores que os conservadores. Muitos, agora acrescentam ao nome dos seus partidos o termo 'progressista', para ver se se convencem a si mesmos de que ainda são progressistas. Não são e já convencem ninguém a não ser os seus iguais.


A Cruz Vermelha deixa um centro de asilo na Holanda devido a estarem sempre a ser esfaqueados


A Europa que acorde.


Machistas sendo o que são

 

A mulher foi assassinada e este grunho acha por bem vir para a TV discutir se ela era uma velha solteirona ou se era virgem... que interessa se ela era velha ou solteirona? Que tem isso que ver com ser assassinada pelo que defendia? Mas estes homens só pensam em virgens e em negar a existência de mulheres que não sejam crianças para sexo? Ele não se vê ao espelho? Não percebe que é um velho desinteressante e com um discurso repugante? Vivemos num tempo em que, quanto mais burros, mais ditadorzecos, mais ignorantes, hipócritas, cobardes e predadores (e ridículos) mais palco têm nas TVs e mais longe vão nos partidos. Parece que estamos dentro de alguns capítulos do Gulag de Soljenítsin.

Starmer versão 2

 

Mais um guterrista pró-Hamas.

Em vez de ajudar a Ucrânia a defender-se, a Europa ocupa-se em escrever papéis contra os judeus

 

Perderam o tino? É essencialmente por isto que Putin ainda pensa que pode ganhar a guerra: ele conta com a inércia e o desinteresse dos europeus.


A Ucrânia não abateu nenhum míssil balístico russo nos últimos nove dias — devido a uma escassez crítica de munições para o sistema Patriot.
A última interceção confirmada ocorreu a 2 de julho.
Ao longo de quatro anos, a Europa não conseguiu resolver a escassez de munições para o sistema Patriot. Essa é uma realidade amarga.
No entanto, a Europa poderia facilmente ter ajudado utilizando os seus próprios sistemas:

IRIS-T SLM (Alemanha) — comprovado em combate; eficaz contra aeronaves, drones e mísseis de cruzeiro.

NASAMS (Noruega/EUA) — um sistema comprovado e flexível; implantado com sucesso na Ucrânia.

SAMP/T (França/Itália) — o equivalente europeu ao Patriot; também capaz de interceptar mísseis balísticos de curto alcance.

Sky Sabre/CAMM (Reino Unido) – um moderno sistema de defesa aérea de médio alcance; eficaz contra aeronaves, drones e mísseis de cruzeiro.

A Europa não fez o que poderia ter feito: aumentar massivamente a produção interna, reabastecer as reservas e garantir uma entrega rápida. Em vez de reduzir a dependência da munição norte-americana, houve demasiadas palavras e muito poucas ações.


Traduzido com a versão gratuita do tradutor - DeepL.com

Tudo chega tarde à Ucrânia, excepto as bombas de Putin sobre os civis

 

 Porquê?


O que se passa em Almada é ao nível do terceiro mundo




Dá uma ideia de total abandono da população, de total desinteresse pelo bem estar mínimo das pessoas, pela conservação das estruturas de apoio à vida. O nível de incúria é inacreditável. O que andam a fazer nas câmaras? Negócios da China? Não percebo.

Falta de água continua em Almada. Dez locais sem abastecimento durante oito horas


Rupturas na rede de distribuição levaram a dois cortes durante o dia. À noite está previsto corte em dez locais entre as 22h de sábado e as 6h de domingo.

Público

Art Everywhere

 

Art Everywhere

Art, they say, is all around
In every sight and sound
From brush to page, in light and shade
In what’s lost and what’s found
Though fleeting are the strokes we make
In colors we confide
The beauty born from heart and hand
Can never truly hide.

Himanshu Loomba

Summer (almost)

 


A Amnistia Internacional agora é isto

 


"Nós na AI não acreditamos que os direitos das mulheres estejam sob ataque". Ok... está explicado porque deixaram de ser defensores da liberdade e são agora defensores das burkas, do direito dos homens que dizem sentir-se mulheres frequentaram abrigos para mulheres vítimas de violação e violência doméstica, porque fazem uma campanha agressiva contra J. K. Rowlings por ela lutar pelos direitos das mulheres e em geral contra as mulheres que lutam pelos seus direitos. Também fazem campanha contra a religião cristã (amnesty.org.uk), vá-se lá saber porquê... talvez esteja ligado à defesa das burkas e dos homens que querem exigir invadir os espaços das mulheres? Já são herdeiros do guterrismo.


Coisas boas - Portugal vai ajudar a apanhar petroleiros russos

 


Eu caminhei na noite
Entre silêncio e frio
só uma estrela secreta me guiava 

(Sophia de Mello Breyner)



Russos percebendo os custos do imperialismo

 

July 10, 2026

Pôr as coisas em perspectiva - neste dia, em 1933, a revista Time pôs Goebbels na capa



Neste dia — 10 de julho de 1933

A revista Time colocou Joseph Goebbels na sua capa — e elogiou os nazis.

Apenas alguns meses depois de Hitler ter tomado o poder, a revista americana destacou o ministro da Propaganda nazi e descreveu Adolf Hitler como um «super-homem vegetariano». 
O artigo elogiava a forma como o regime nazi tinha «elevado o ânimo do povo alemão» e referia abertamente que uma das tácticas mais eficazes do regime consistia em «atribuir todas as derrotas e provações da Alemanha aos judeus».
A própria frase de Goebbels — «A culpa é dos judeus!» — apareceu, de facto, na capa.
Eram os meios de comunicação social americanos dominantes a tratar o regime nazi em ascensão com uma mistura de fascínio e admiração relutante — enquanto a máquina da propaganda anti-semita já estava a todo o vapor.
Quando o mundo acordou, já era tarde demais para milhões de pessoas.
Alguns avisos estavam impressos à vista de todos.

Captein Allen