July 26, 2026

Com apenas três anos de treino o ucraniano Danylo Yavhusishyn ganhou o Nagoya Basho

 

Danylo Yavhusishyn, de nome artístico Aonishiki, um ucraniano que foi para o Japão em 2022 como refugiado de guerra, acaba da ganhar a terceira Taça do Imperador, no prestigiado torneio Nagoya Basho, com apenas três anos de prática do desporto. Já tinha ganho uma Taça do Imperador em Novembro de 2025 e outra em Janeiro de 2026. Agora passou ao posto de ōzeki, que é o segundo posto mais alto da divisão principal do sumo, a Divisão Makuuchi. Para ser promovido a Ozeki, um lutador precisa de mostrar um desempenho de alto nível em vários torneios consecutivos. Se Aonishiki ganhar agora dois torneios seguidos da categoria superior passa a Yokozuna. Este torneiro foi disputado até ao fim. Ele, Atamifuji e Kirishima chegaram todos ao fim com 12 vitórias e tiveram que lutar entre si até um deles conseguir duas vitórias consecutivas, o que aconteceu com Danylo, chamado Aonishiki.
Gosto muito de ver este desporto, embora seja uma espectadora amadora, (re)conheço poucos kimarite (as técnicas de vitória).

Dois combates de Aonishiki contra Kirishima. Este no 13º dia e o seguinte hoje no 15º dia.

 

 

Portugal por aí

 

Desfile de modelos barrosões.

Leituras pela manhã - Por que é que os estudantes universitários já não sabem ler

 

Por que é que os estudantes universitários já não sabem ler

A Era do Analfabetismo Funcional, as «guerras do cânone» e o colapso silencioso do ensino literário

MANINDER JÄRLEBERG, PHD

O analfabetismo funcional foi, em tempos, um diagnóstico social, não académico. Referia-se àqueles que, embora fossem tecnicamente capazes de ler, não conseguiam acompanhar um argumento, manter a atenção ou extrair significado de um texto. Nunca foi uma expressão que se esperasse ver aplicada às universidades. E, no entanto, começou a surgir com uma frequência crescente nas conversas entre docentes. 

Professores de Literatura admitem hoje — discretamente nos gabinetes, mais abertamente em ensaios — que muitos estudantes são incapazes de realizar o tipo de leitura que as suas disciplinas pressupõem. Conseguem reconhecer as palavras; não conseguem habitar um texto.

As provas já não são meramente anedóticas. As bibliotecas universitárias registam mínimos históricos no empréstimo de livros. As avaliações nacionais da literacia revelam um declínio prolongado da proficiência de leitura entre os adultos. Comentadores da The Atlantic, da The Chronicle of Higher Education e do The New York Times descrevem uma geração para a qual a leitura de textos longos se tornou quase uma língua estrangeira. Um romance vitoriano, outrora leitura corrente nos cursos de licenciatura, exige agora adaptações extraordinárias. Até mesmo trinta páginas de leitura obrigatória podem suscitar ansiedade, ressentimento ou resistência declarada.

Seria desonesto ignorar o papel do mundo digital nesta transformação. Os ecrãs recompensam a rapidez, a fragmentação e a estimulação permanente; a atenção sustentada não é exigida nem incentivada. 

No entanto, atribuir toda a responsabilidade à tecnologia é uma forma conveniente de fugir ao problema. A crise da leitura nas universidades não é apenas algo que aconteceu à academia. É também algo que a própria academia, em grande medida, ajudou a produzir.

A erosão dos hábitos de leitura foi preparada por mudanças intelectuais ocorridas no seio das próprias Humanidades — mudanças que tiveram início durante as chamadas «guerras do cânone», no final do século XX. Esses debates nunca disseram apenas respeito aos livros que deveriam ser ensinados. Diziam respeito à questão de saber se a literatura possuía um valor intrínseco, se a leitura exigia disciplina, se a dificuldade era formativa ou opressiva e se as Humanidades existiam para formar os estudantes ou apenas para os validar. Nas décadas seguintes, tradições inteiras de leitura foram desmanteladas com uma confiança notável e uma rapidez surpreendente.

O resultado é um momento de profunda ironia institucional. As próprias disciplinas encarregadas de preservar a cultura literária ajudaram a minar as práticas que tornavam essa cultura possível. O que hoje testemunhamos não é apenas o fracasso dos estudantes em ler, mas a consequência tardia de ideias que ensinaram sucessivas gerações de leitores a abordar os textos com suspeita em vez de atenção, com espírito de crítica em vez de disponibilidade para o encontro.

Este ensaio faz parte de um projeto mais vasto destinado a traçar essa história, explicar de que forma uma guerra em torno do cânone contribuiu para inaugurar uma era em que a própria leitura nos escapa progressivamente e mostrar por que razão as consequências desse conflito regressam agora à academia com uma força inconfundível.

As Guerras do Cânone: Uma Breve História Intelectual

Para compreender o estado actual dos estudos literários, é necessário regressar às chamadas «guerras do cânone» das décadas de 1980 e 1990 — um conflito que remodelou as Humanidades com uma rapidez e um carácter definitivo que poucos reconheceram na época. Embora hoje sejam recordadas como uma disputa sobre quais os livros que mereciam integrar os programas curriculares, as guerras do cânone foram, na verdade, um confronto em torno do próprio significado da literatura e da finalidade de uma educação humanística.

Nas décadas que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, os currículos da maioria das universidades ocidentais assentavam ainda numa convicção amplamente partilhada: a de que determinadas obras possuíam um valor duradouro, falavam para além do seu tempo e deviam fazer parte da formação de qualquer pessoa instruída. Essa convicção, ainda que aplicada de forma imperfeita, constituía a espinha dorsal das Humanidades. Contudo, encontrava-se cada vez mais em conflito com um novo clima intelectual moldado pelo radicalismo pós-1968, pela ascensão das políticas identitárias e pela influência crescente da teoria francesa.

No início da década de 1980, tensões que vinham fermentando há anos irromperam finalmente no espaço público. O episódio mais emblemático ocorreu na Universidade de Stanford, em 1987-1988, quando estudantes manifestantes entoaram o slogan: «Hey hey, ho ho, Western Culture’s got to go!» («Ei, ei, olá, olá, a cultura ocidental tem de acabar!»), em protesto contra a disciplina obrigatória sobre a civilização ocidental. Pouco tempo depois, a disciplina foi desmantelada e substituída por um programa mais amplo e enquadrado por uma perspetiva ideológica distinta. O que aconteceu em Stanford rapidamente se repercutiu por todo o país. Departamentos universitários alteraram listas de leituras, reformularam currículos e abandonaram requisitos nucleares que vigoravam há décadas.

De um lado do debate encontravam-se os defensores do cânone — figuras como Harold Bloom, Allan Bloom, E. D. Hirsch e Roger Kimball — que sustentavam que as grandes obras constituíam uma espécie de herança civilizacional. O cânone, argumentavam, não era um museu de privilégios, mas antes um registo das aspirações, da imaginação e das realizações da humanidade. Do outro lado estavam académicos como Edward Said, Toni Morrison, Henry Louis Gates Jr., Gayatri Spivak e Homi Bhabha, que defendiam que o cânone refletia histórias de exclusão e de dominação, e que a sua ampliação — ou mesmo o seu desmantelamento — constituía um imperativo moral.

Mas, por detrás destes argumentos, existia uma clivagem filosófica mais profunda. Os defensores do cânone partiam do princípio de que a literatura possuía um valor intrínseco e que os textos podiam ser lidos pela sua beleza, pela profundidade das suas ideias ou pela força da sua expressão. Os seus críticos, armados com conceitos provenientes de Michel Foucault, Jacques Derrida e Roland Barthes, sustentavam que a literatura era inseparável das estruturas de poder, que o significado era inerentemente instável e que ler consistia menos em descobrir um sentido do que em revelar os mecanismos ideológicos ocultos que operavam no texto.

As guerras do cânone não terminaram com uma paz negociada, mas com uma transformação decisiva. O cânone tradicional não foi simplesmente alargado; a sua autoridade foi dissolvida. E, com ela, desapareceram também um conjunto de pressupostos comuns sobre a razão pela qual lemos.

Como o Cânone Colapsou: Do Juízo Estético à Análise do Poder

As guerras do cânone não se limitaram a reorganizar listas de leitura; transformaram profundamente os próprios critérios através dos quais a literatura passou a ser compreendida e valorizada. Aquilo que antes era lido pela sua complexidade moral, pela força da imaginação ou pelo domínio da linguagem passou, cada vez mais, a ser lido em função da sua cumplicidade com sistemas de dominação. O juízo estético cedeu lugar à análise das relações de poder, e a literatura deixou de ser concebida como um encontro com a experiência humana para passar a ser tratada como uma prova num processo de natureza ideológica.

Várias correntes intelectuais convergiram para produzir esta mudança. A ascensão da teoria francesa revelou-se decisiva. A tese de Michel Foucault segundo a qual o poder permeia todas as formas culturais, a desconstrução do significado proposta por Jacques Derrida e a proclamação da «morte do autor» por Roland Barthes enfraqueceram o pressuposto humanístico de que os textos podiam revelar conhecimentos duradouros sobre a condição humana. O significado deixou de ser algo a descobrir através de uma leitura atenta; passou a ser algo a desvendar por meio da crítica.

Ao mesmo tempo, os estudos culturais alargaram de tal forma a definição de «texto» que o estatuto privilegiado da própria literatura começou a desvanecer-se. Se romances, anúncios publicitários e produtos da cultura popular podiam ser lidos exatamente da mesma maneira, então a hierarquia entre os textos dissolvia-se num vasto conjunto de artefactos culturais, todos igualmente disponíveis para serem descodificados sob uma perspetiva ideológica. Neste contexto, a excelência estética tornou-se suspeita — na melhor das hipóteses, um critério arbitrário; na pior, um disfarce para a exclusão

Esta mudança teórica foi reforçada por uma cultura académica cada vez mais moralizada. A literatura passou a ser avaliada menos pelo que exigia do leitor do que pelas identidades que colocava no centro ou marginalizava. Os textos eram valorizados não pela sua capacidade de alargar a percepção ou cultivar o discernimento, mas pelo grau em que se alinhavam com os compromissos políticos dominantes. As obras mais exigentes foram frequentemente desaparecendo dos programas, quer porque não resistiam ao escrutínio ideológico, quer porque os estudantes, já a caminhar para o analfabetismo funcional, as consideravam demasiado difíceis.

O resultado foi uma alteração profunda na própria forma como a leitura passou a ser ensinada. Onde antes os leitores eram formados para abordar um texto com humildade, passaram a ser treinados para o abordar com suspeita. A interpretação transformou-se em acusação; a leitura tornou-se uma procura de transgressões. Em meados da década de 1990, o cânone não tinha sido tanto derrubado como dissolvido, com a sua autoridade lentamente corroída pelo ácido da teoria. O que permaneceu não foi um cânone mais amplo, mas uma compreensão profundamente alterada do que é a literatura e da razão pela qual ela importa.

O Triunfo da Teoria Pós-Colonial

De todos os movimentos intelectuais que emergiram das guerras do cânone, nenhum se revelou tão decisivo como a teoria pós-colonial. O que começou por ser um esforço legítimo para questionar a história do imperialismo acabou por cristalizar numa ortodoxia moral e metodológica que transformou departamentos universitários inteiros. O pós-colonialismo forneceu simultaneamente o vocabulário e a autoridade moral necessários para contestar o cânone, oferecendo aquilo que parecia ser uma justificação irrefutável para o seu desmantelamento: a libertação do eurocentrismo.

Orientalism (Orientalismo), de Edward Said (1978), marcou o ponto de viragem. Embora não tenha sido escrito como um ataque directo ao cânone, a sua crítica das representações ocidentais do Oriente rapidamente evoluiu para uma desconfiança generalizada em relação à própria literatura ocidental. 

Os textos canónicos passaram a ser lidos menos como realizações da imaginação do que como instrumentos de dominação. Teóricos posteriores — sobretudo Homi Bhabha e Gayatri Chakravorty Spivak — levaram esta lógica ainda mais longe. Ler deixou de ser um acto de encontro para se tornar um ato de desmascaramento; a literatura passou a constituir prova e a interpretação converteu-se numa forma de julgamento moral.

Esta mudança encontrou a sua expressão mais influente no ensaio de Spivak «Can the Subaltern Speak?» («Pode o Subalterno Falar?»), publicado em 1988. Em menos de quarenta páginas, Spivak apresentou uma tese que viria a moldar a pedagogia pós-colonial durante décadas: os grupos mais oprimidos — sobretudo as mulheres em contextos coloniais — não conseguem falar dentro das estruturas de representação existentes e qualquer tentativa de recuperar as suas vozes apenas reinscreve as relações de poder. O argumento era abrangente, retoricamente poderoso e foi rapidamente elevado à categoria de texto canónico.

Spivak fundamentou a sua tese na prática do sati, apresentando um conjunto reduzido e altamente selectivo de fontes de arquivo como prova de que a «mulher subalterna» surgia apenas como objecto silencioso de patriarcados rivais — ideia que sintetizou na célebre fórmula: «homens brancos a salvar mulheres castanhas de homens castanhos». 

Contudo, o registo histórico revela uma realidade muito mais complexa. A minha própria investigação sobre relatos do século XIX relativos ao sati mostra mulheres a exprimirem-se com uma clareza e uma diversidade notáveis: articulando motivações espirituais, resistindo à pressão familiar, manifestando dúvidas, negociando as circunstâncias e, em muitos casos, opondo-se abertamente à prática. O arquivo não confirma a tese de Spivak sobre o silêncio; contradiz-a.

Mais do que isso, os arquivos preservam também — embora a teoria raramente o reconheça — momentos de verdadeiro intercâmbio intelectual e moral entre funcionários britânicos e mulheres indianas: conversas sobre fé, dever, sofrimento e escolha. Nesses encontros, a mulher não está em silêncio, não fala pela voz de outrem, nem foi apagada da história; fala sobre tudo aquilo que a teoria insiste que ela é incapaz de dizer.

Isto não constitui uma mera divergência académica de pormenor, mas uma falha metodológica. A força do argumento de Spivak depende de um arquivo depurado para se ajustar à teoria, em vez de uma teoria posta à prova pelo arquivo. Para sustentar a afirmação de que o subalterno não pode falar, é necessário ignorar precisamente as vozes que efectivamente falam. 

Este padrão — em que a elegância da teoria prevalece sobre a fidelidade aos dados empíricos — tornou-se rapidamente uma característica da pedagogia pós-colonial em sentido mais amplo.

As consequências para a leitura foram profundas. Os estudantes passaram a ser ensinados a desconfiar dos textos, a menos que estes confirmassem uma narrativa pré-estabelecida de opressão. As fontes primárias deixaram de ser espaços de descoberta para se tornarem objetos de correção.

Quando a teoria assumiu soberania, a própria leitura tornou-se secundária. E, quando a suspeita substitui a atenção como atitude interpretativa fundamental, o deslizamento para o analfabetismo funcional não é um acidente; é a consequência lógica.

O Que Perdemos e Onde Pode Ainda Começar um Novo Renascimento

Eis, portanto, a grande ironia das guerras do cânone. A teoria pós-colonial prometia recuperar as vozes dos colonizados, mas, demasiadas vezes, substituiu essas vozes por abstrações sobre o silenciamento estrutural. A teoria feminista prometeu amplificar a experiência das mulheres, mas reduziu-a frequentemente a um símbolo de sofrimento inserido em narrativas previamente definidas. O pós-modernismo apresentou-se como uma crítica às grandes narrativas, apenas para se transformar ele próprio numa das mais rígidas de todas. Em cada um destes casos, o objectivo declarado era escutar; na prática, a escuta foi substituída pela teoria.

A consequência de longo prazo deste afastamento tornou-se agora inconfundível. Se as guerras do cânone fragmentaram os fundamentos intelectuais dos estudos literários, as décadas seguintes revelaram uma realidade ainda mais dura: a universidade deixou de ser o habitat natural de uma cultura de leitura. 

Os hábitos que sustentam a vida literária — a atenção, a paciência, o respeito pela dificuldade e a disponibilidade para ser transformado pelo que se lê — não sobreviveram às transformações institucionais e teóricas do final do século XX. E é difícil imaginar que as mesmas instituições que contribuíram para a erosão desses hábitos venham agora a restaurá-los.

Seria, contudo, um erro concluir que a seriedade literária chegou ao fim. Fora da academia já se podem distinguir os contornos de um discreto renascimento: um regresso ao pensamento desenvolvido, à leitura atenta e à conversa humanística em espaços independentes — fóruns online, grupos de leitura, boletins digitais (newsletters) e, em particular, no Substack. O que está a emergir não é uma disciplina profissionalizada, mas algo mais antigo e mais duradouro: a literatura como modo de formação da pessoa.

Esta nova cultura distingue-se por uma qualidade que as universidades, em larga medida, esqueceram: a seriedade voluntária. Os leitores aproximam-se da literatura não porque um programa curricular os obriga, mas porque reconhecem que a leitura aprofunda a atenção, aperfeiçoa o discernimento e enriquece a vida interior. Procuram a literatura não para obter credenciais, mas para encontrar orientação.

Se um renascimento literário ainda é possível — e afirmo-o com prudência —, ele não nascerá das instituições, mas das pessoas. Será construído leitor a leitor, em comunidades dispersas, mas interligadas, por escritores dispostos a ensinar fora da academia e por leitores dispostos a escolher a atenção em vez da distração. 

A minha esperança é que este Substack possa servir, ainda que modestamente, como um desses lugares de encontro: um espaço onde a leitura seja entendida não como um acto ideológico, mas como um encontro sério e simultaneamente jubiloso com a voz humana.

https://substack.com/home/post/p-185167372


July 25, 2026

Putin não vai recuar agora

 

Nem pode. na cabeça dele seria um suicídio e mais depressa vê o Kremlin a arder. Só recua pela força -vencido, e é aqui que entram os aliados da Ucrânia- ou pela força das circunstâncias: sem dinheiro, sem armas e sem aliados.


Os jornais queixam-se de estar mal mas são os seus próprios coveiros



Juntamente com os os políticos que não valendo por si mesmos recorrem a estes estratagemas.


Falso comunicado da PJ tentou ilibar Neves

Antes de se saber que o MP está a investigar o ex-diretor da Judiciária, circulou entre jornalistas um suposto comunicado que defendia a atuação de Luís Neves no caso do atrelado da droga que apareceu em Barcelos.

Partes do comunicado falso acabaram por ser publicadas no Diário de Notícias, jornal em que foi diretora Valentina Marcelino, antes de ser chamada pelo governante para sua adjunta, há cinco meses.


Sanções de longo alcance

 


A cara de Putin enquanto ouve o Presidente do Kasaquistão falar de acabar com a guerra

 

Qual será a janela mais alta do Kremlin?


O Presidente Zelenkyy deu uma entrevista

 

Sem o sacrifício e o engenho da Ucrânia todos estavam muito atrasados nos conhecimentos de defesa de agressores predadores.

Talvez a Operação Militar Especial não tenha sido uma grande ideia

 


Well, well, well

 

Más notícias para a Irmandade Muçulmana.



July 24, 2026

Russos (finalmente) percebendo os custos do imperialismo

 


Bom dia

 

Um abelharuco por José Silva no FB



E vão 2

 

Sociedade de Matemática identifica “erro formal” no exame da 2.ª fase
Em causa está o enunciado da questão cinco do exame nacional de Matemática A, realizado na quarta-feira, que não é “compatível com os passos apresentados nos critérios específicos de classificação”.
Público


Exames: foram afinal 18 mil, e não cinco mil, as notas que mudaram por causa de erros 
Público


July 23, 2026

Women's sports are for women




Porque é que as mulheres é que têm de defender-se de não querer homens nos seus desportos?

 

Porque é que as mulheres é que têm de defender-se de não querer homens nos desportos de mulheres? Não deveriam ser as pessoas que querem que os homens invadam os desportos femininos a ter de defender a sua posição de invasores?

Isto é equivalente a, em vez de obrigarmos os russos a sair do espaço da Ucrânia, acossarmos a Ucrânia por não querer ser invadida pelos russos. E dizermos à Ucrânia: vocês não estão a ser inclusivos e empáticos com os russos. Eles dizem que sentem ser ucranianos e que são da mesma família. Porque não validam os seus sentimentos e insistem em não querê-los no vosso espaço? É russofobia.

O bom senso está quase desaparecido do mundo.
 

WNBA

 

 

🎯

 

Porque é que defender os direitos das mulheres é 'vendido' como ser contra trans? Os trans que arranjem os seus espaços mas não invadam os das raparigas. Uma rapariga jogadora de futebol feminino na Austrália está com problemas e acusações por ter-se recusado a jogar com uma equipa que tem 5 rapazes. Quer dizer, se não páram isto, as equipas femininas deixam de ter raparigas e qualquer dia sobem ao pódio 3 homens pela equipa feminina. Que loucura é esta?

Quando os jornalistas fazem perguntas a sério são postos a andar

 

Rubio anda por aí a queixar-se que por causa dos ucranianos não podem fazer negócios com os russos. Quando um dia esta loucura extremista e totalitária que assola o mundo passar e pessoas de bom senso escrevem sobre este tempo vão tratar muito mal estes indivíduos que estão agora na Casa Branca por causa deste constante namoro com Putin à custa das vidas dos ucranianos.

Que espécie de miseráveis se põem contra as raparigas?

 

Um grupo de raparigas deixou de usar a casa-de-banho da sua escola porque tinham sempre lá rapazes e não se sentiam seguras (isto passa-se em muitas escolas dos EUA). Foram humilhadas, perseguidas e esta que aqui fala, porque teve a coragem de falar, o que é muito difícil quando se sabe que a audiência está contra si, foi alvo de ameaças de morte, por parte de rapazes e de adultos da escola, portanto, provavelmente professores. Levou o caso ao Supremo que lhe deu razão. Mas quer dizer, quem são os miseráveis que se põem contra as raparigas quererem sentir-se seguras? Não basta já a quantidade de crimes e de violência de que são alvo por todo o lado? 


#StandingWithIranianWomen - and men