November 01, 2026

A velha esquerda

 

Mitterrand, um dos pais fundadores socialistas modernos da França fala sobre a imigração com realismo e chama a atenção para o perigo da inacção quanto aos imigrantes ilegais. Fala nos argelinos e nos portugueses e diz que mesmo os portugueses, de quem ninguém fala porque são excelentes trabalhadores e não levantam um único problema a ninguém (têm a mesma cultura e religião, dizem), devem ser legalizados ou mandados de volta - e revela que o disse a Eanes. Este discurso de Miterrand, nos dias de hoje, seria considerado de extrema direita pela nova-esquerda unineuronal. 

Como se vê no segundo vídeo, a nova-esquerda defende que o modo de acabar com o racismo é perseguir judicialmente todos os que se pensa serem racistas e adoptarem a censura da linguagem dos que não falam e não pensam como eles. Mitterrand seria perseguido judicialmente por aquela entrevista que, seria, certamente, considerada racista. Para a nova-esquerda, falar dos problemas da imigração em massa é racismo. Falar no problema da incompatibilidade do islamismo com os valores democráticos é islamofobia. Entretanto, eles mesmos apelarem à morte da extrema-direita, chamarem racistas e nazis a toda a gente e apelarem à violência é virtude.

Esta semana ouvi uma 'activista progressista' na TV a dizer que não estão a manifestar-se apenas pela habitação mas por todos os problemas do mundo porque são inter-seccionais e não se pode separá-los, de maneira que exigem que o governo os resolva e não saem dali sem essa garantia: a habitação, o custo de vida, os problemas da educação, os problemas climáticos, a Palestina, as guerras... não é possível conversar seriamente com esta nova-esquerda que não resolve nada na sua vida (nem quando estão em cargos onde têm poder para fazer a diferença) e espera que alguém seja uma espécie de Dumbledore com poderes mágicos e resolva todos os problemas da sua vida e da existência humana.


October 31, 2026

Enfraquecer a industria militar da Rússia

 


A Rússia não vence na Ucrânia e todas estas coisas já estão a acontecer

 


O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, alerta que uma vitória russa na Ucrânia poderia abalar as alianças globais, remodelar a economia mundial e obrigar as nações a questionarem se ainda podem confiar nos Estados Unidos. 🇺🇸 Questionado sobre o que uma vitória russa na Ucrânia significaria para a economia global, Dimon respondeu: «Poderia ser um potencial desastre. Esta é a primeira guerra na Europa em que uma nação livre e democrática foi invadida por 200 000 ou 300 000 soldados russos sob a ameaça de chantagem nuclear. Nunca antes tivemos chantagem nuclear. Estão também a ensinar ao mundo inteiro que talvez ter armas nucleares seja uma coisa bastante boa, porque as pessoas terão medo de vocês e poderão abusar de um vizinho se lhes apetecer. A Rússia ficaria na fronteira da NATO. Obviamente, a NATO está neste momento a rearmar-se. Mas a outra questão é que isto está a afectar todas as alianças, tanto militares como económicas a nível global. E a ligação entre o Irão, a Coreia do Norte e a China torna muito difícil, na minha opinião, a relação sino-americana. A China diz que é neutra, mas está a ajudar. Nós, claramente, não somos neutros. Se a Rússia vencer, poderá ver-se muitas pessoas a questionarem-se: será que os Estados Unidos defenderão a Europa? Será possível confiar neles? E se não for possível confiar neles, o que se vai fazer? Isso inclui a vertente económica. Todas as nações vão perguntar-se: o que me dá segurança? Energia, alimentos, tudo o que preciso. É possível confiar neles? E se não for possível confiar neles, o que se vai fazer? Isso inclui a vertente económica. Cada nação vai perguntar-se: o que me dá segurança? Energia, alimentos, tudo aquilo de que preciso. Preocupa-me que, se a Rússia vencer, o mundo possa entrar num certo caos, à medida que as pessoas redefinem as alianças e as relações económicas.»

O Inverno está à porta e a guerra continua



O chanceler alemão Friedrich Merz anunciou que a Alemanha irá acolher uma reunião da «Coligação dos Dispostos» em Berlim, em meados de novembro, com o objetivo de coordenar a ajuda militar e financeira internacional à Ucrânia, anunciou o Governo Federal alemão.

O Governo alemão salientou que a manutenção do apoio a longo prazo a Kiev e o reforço das defesas aéreas ucranianas se revelaram temas principais em todas as três paragens da digressão diplomática de Merz pela Ásia, durante a qual o chanceler visitou Singapura, o Japão e a Coreia do Sul.

Ao discursar no final da sua missão regional, Merz confirmou que Berlim reunirá os parceiros aliados no próximo mês para sincronizar as contribuições em matéria de defesa e garantir a continuidade do envio de ajuda. O chanceler afirmou que a Alemanha continua empenhada em apoiar a Ucrânia e não tem qualquer intenção de reduzir os seus níveis de assistência militar, financeira ou humanitária.


Quer ajudar no restauro ecológico na Serra de Arga a 28 de Novembro? Inscreva-se



A associação Amigos da Montanha, de Barcelos, vai realizar uma ação de restauro ecológico na Serra de Arga, em Caminha, em 28 de novembro, com a colaboração de várias dezenas de voluntários.

Aberta a toda a população, a iniciativa já tem inscrições abertas (ambiente@amigosdamontanha.com) e a organização prevê transporte gratuito de ida e volta entre Barcelinhos e Arga de São João.


A ação, que decorre em parceria com o Cibio-Biopolis e com o apoio da Câmara Municipal de Caminha, pretende “melhorar as condições naturais para espécies como o corço, uma das presas do lobo-ibérico, envolvendo a comunidade na conservação da biodiversidade”.

A iniciativa integrada no projeto europeu LIFE Wild Wolf terá lugar nas imediações do Mosteiro de São João de Arga, onde os participantes vão desenvolver trabalhos de controlo de acácias, através da técnica de descasque manual, e de plantação de árvores e arbustos autóctones.

De acordo com a associação, as intervenções procuram reduzir a presença de espécies invasoras, favorecer a regeneração da vegetação natural e recuperar as condições ecológicas deste espaço.

Mais do que uma ação de plantação, o objetivo é “contribuir para a melhoria dos habitats naturais e para a conservação das espécies que deles dependem”. Entre estas encontra-se o corço, um herbívoro selvagem que integra a alimentação do lobo-ibérico.

A recuperação da vegetação autóctone pode “criar condições mais favoráveis à presença destas presas naturais, contribuindo, a médio e longo prazo, para o equilíbrio dos ecossistemas e para a conservação do lobo”.

A intervenção insere-se no trabalho desenvolvido pelos Amigos da Montanha no âmbito do LIFE Wild Wolf, dando continuidade a outras ações de restauro ecológico realizadas este ano em Pitões das Júnias, no concelho de Montalegre, e em Paredes de Coura.

A associação refere que este percurso tem permitido “associar o envolvimento de voluntários ao conhecimento científico e à recuperação de habitats, demonstrando a importância de uma intervenção continuada na proteção da biodiversidade”.

A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Caminha, que está também a promover o envolvimento de diferentes agentes locais, nomeadamente representantes dos baldios, da junta de freguesia, do Mosteiro de São João de Arga e da Paisagem Protegida da Serra de Arga.


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Sabe o que é um octavista?



Um octavista é um cantor de coro masculino que possui uma voz extremamente grave, capaz de cantar uma oitava abaixo da secção normal dos baixos e abaixo do baixo profundo. Ivan Rebroff, que aqui ouvimos cantar foi um octavista mas com uma extensão vocal impressionante numa voz com grande projecção e sonoridade.



Apesar do nome artístico (Ivan Rebroff) e da imagem de cossaco, o seu nome de baptismo era Hans-Rolf Rippert, nascido em Berlim. Rebroff estudou canto de forma clássica na Alemanha e construiu uma carreira fenomenal baseada na música popular da Europa de Leste, hinos religiosos e ópera. 

A grande marca de Ivan Rebroff era a sua versatilidade elástica: conseguia cantar notas viscerais na região do basso profondo (chegando ao registo de um octavista) e, logo a seguir, subir recorrendo a um falsete impecável até à região das notas agudas de um soprano. 

Uma voz magnificente.

Há uma certa pseudo-elite que transforma todos os eventos em homílias identitárias ideológicas

 

Ontem fui ver a ópera Carmen ao CCB. É uma ópera de Bizet que estreou em 1875, em Paris, pouco antes de ele morrer.  

Não vou dizer aqui do que gostei e do que não gostei. Vou só dizer que a meio da ópera, numa cena passada na montanha, aparece um tipo que desfralda um cartaz que pendura  lá num adereço do cenário onde se lê, 'menos Franco e mais pão Branco' (a minha irmã que já não vê bem ao logo, leu, 'menos frango'). Passado um bocado apareceram bandeirinhas portuguesas e espanholas e fizeram subir uma bandeira com a cruz suástica...

O que é que Bizet e a ópera Carmen têm que ver com Franco ou com o nazismo? Estavam quase a 100 anos de aparecer. Sim, há na ópera uma referência a grupos marginalizados, neste caso os ciganos, que se descrevem como boémios e livres. 

É uma história sobre liberdade intrínseca. A liberdade de amar quem se quer e a liberdade das mulheres não se submeterem a nenhum homem. Carmen, que trabalha com as amigas numa fábrica cigarreira, faz parte de um bando de ciganos que contrabandeiam álcool e tabaco. Não são oprimidos por nazis e é abusivo fazer essa ligação. E se a ideia era educar o público na opressão de forças totalitárias, porque não puseram a bandeira com a foice e o martelo estalinista, ao lado da nazi?

A ópera é uma obra sobre a violência masculina, a incapacidade dos homens aceitarem a rejeição e a forma como se transformam em seres violentos. A Carmen é assassinada pelo ex-amante porque se apaixonou por outro. Que tem isto que ver com o nazismo e com Franco?

Há uma certa pseudo-elite que transforma todos os eventos culturais em homilias identitárias para fazer avançar a sua ideologia. Acreditam mesmo que são moralmente superiores e que têm a missão de evangelizar o povo para o socialismo/comunismo. São fanáticos. Não apreciam nada per si. Tudo tem de ser utilitário. Se estamos a admirar uma obra de arte, põem um texto ao lado a dizer que o pintor era opressor ou oprimido ou que tinha privilégios ou que votou na direita. 

Misturam tudo sem nenhum interesse pelo rigor e são obcecados em obrigar toda a gente a ter a sua visão de túnel pobre, enviesada e adulterada para converter os outros à sua ideologia. São como um culto religioso fanático. Evangelistas radicais em versão secular. 

Não se pode interpretar o final do século XIX em França e em Espanha com os movimentos anarcas à luz do nazismo ou do franquismo. Uma desonestidade intelectual. 

Temos que estar sempre a levar com as sua homílias unineuronais.

Muitos destes indivíduos da nova-esquerda dão aulas em universidades. As suas aulas devem ser insuportáveis. Uma catequese constante de slogans, uma revisão da história e dos grupos sociais para caberem nas suas narrativas unineuronais - como aquela que dá aulas aí num politécnico e que avalia os alunos nos testes pela sua capacidade de serem contra o Chega. Pessoas postiças. Nós vemos muito bem quando estamos a lidar com pessoas reais ou quando são pessoas postiças.


Sou seu que acho isto muito estranho?

 

Não o ela sair mais cedo do cargo (há muitas razões dado o estado da Europa e do mundo e as eleições que aí vêm em França e não só) mas a necessidade e a pressa de o vir dizer neste estado e desta maneira? 


É preciso dizer o óbvio 400 vezes: o mundo digital é muito perigoso para crianças e adolescentes




Presidente da Sociedade Europeia de Pedopsiquiatria:

O pedopsiquiatra alemão avisa que o modo como funcionam as redes sociais é “realmente perigoso” para os jovens e defende que é urgente responsabilizar estas plataformas e obrigá-las a fazer mudanças para proteger os menores.

Se não agirmos já, perdemos uma geração de adolescentes.


Por que razão considera que é urgente reforçar a segurança dos menores no mundo digital?
Há vários indicadores muito preocupantes que mostram que temos de agir com urgência. O abuso sexual de crianças está a aumentar na generalidade dos países porque as tecnologias tornaram muito mais fácil aliciar menores, entrar em contacto com eles e provocar novas formas de dano, como a extorsão sexual, que são potenciadas pela inteligência artificial. Além disso, assistimos a uma crise global de saúde mental dos jovens que é visível em toda a Europa, nomeadamente pelo aumento das listas de espera em todos os serviços de psiquiatria da infância e da adolescência, e sabemos que há uma relação estatística entre isso e o uso das redes sociais. Por isso, há uma necessidade real de atuar e as pessoas estão cada vez mais conscientes disso. Quando perguntamos aos pais, entre 60% e 80%, dependendo do país, pedem uma regulamentação.

Caso seja aprovada, o que mudará com a lei europeia de proteção de menores no mundo digital?
A partir daí, as empresas tecnológicas só poderão operar no mercado europeu se conseguirem demonstrar que os seus serviços são seguros para os menores, o que implica a eliminação de mecanismos concebidos para promover a dependência como o scroll infinito e a reprodução automática de vídeos, assim como os sistemas de recomendação e os percursos criados pelos algoritmos que conduzem sucessivamente os utilizadores para conteúdos cada vez mais extremos. Se um adolescente procurar informação sobre tristeza, por exemplo, acaba a receber conteúdos relacionados com comportamentos autolesivos ou suicídio e em apenas 15 ou 30 minutos pode encontrar conselhos muito perturbadores. Neste momento, as configurações [das redes sociais] são tão complicadas que os pais não conseguem facilmente aplicar estas restrições nos telemóveis dos filhos. É sabido que estes mecanismos são extremamente perigosos, mas atualmente cabe à União Europeia provar que as plataformas digitais estão a criar danos e isso demora muito tempo. Podem passar anos até um caso chegar ao Tribunal de Justiça da União Europeia e, entretanto, perdemos uma geração de adolescentes. Por isso, temos de agir já, pondo o ónus nas tecnológicas e obrigando-as a demonstrar que, por defeito, desativam estas funcionalidades para a faixa etária em causa. E precisamos de um sistema seguro de verificação da idade.

A proposta de lei prevê a proibição de acesso às redes sociais a menores de 13 anos. Porquê essa idade e não os 16, como na Austrália, por exemplo?
A literatura científica não dispõe de dados que permitam estabelecer uma idade mínima universal que seja a certa para todos. Mas está demonstrado que a utilização destas plataformas é particularmente perigosa antes da puberdade, ou seja antes dos 13 anos. Por exemplo, sabemos que é muito prejudicial para a autoestima, sobretudo das raparigas, a exposição a uma comparação constante da imagem corporal, precisamente numa altura em que o corpo está a desenvolver-se. Por isso, recomendamos que essa seja a idade mínima e que, a partir daí, possa haver um acesso progressivo, com funcionalidades restringidas e apenas em serviços que demonstrem que são seguros, por defeito.

As recomendações do painel vão além das redes sociais. Incluem videojogos e chatbots de inteligência artificial, como o ChatGPT. Que riscos representam para os menores?
Os jogos incluem funcionalidades de conversação, o que permite, por exemplo, que haja aliciamento sexual dos menores. No caso da inteligência artificial, o que nos preocupa particularmente, enquanto pedopsiquiatras, é a simulação de uma relação humana. Estes sistemas são interativos e criam a impressão de uma relação em que o interlocutor está sempre disponível para nos apoiar e concorda sempre connosco. Isso pode parecer agradável, mas não corresponde à realidade. Se uma criança crescer com um interlocutor deste tipo, poderá ter dificuldade em estabelecer uma relação com uma pessoa real. Em comparação com um chatbot, qualquer relação humana parecerá frustrante. Por isso, estes sistemas podem facilmente gerar uma dependência emocional e agravar a solidão, sobretudo no caso de menores com depressão e ansiedade. Isso é realmente perigoso.

O acesso a sistemas como o ChatGPT deve também ser proibido a menores de 13 anos?
Penso que proibir não é a solução. Estas ferramentas podem ser utilizadas na escola, para fins pedagógicos, mas sempre de forma controlada. As crianças e os jovens têm de perceber que se recorrerem ao ChatGPT para tudo deixarão de aprender e de compreender verdadeiramente as coisas e, no futuro, ficarão dependentes e serão incapazes de pensar por si próprios. Por isso, é fundamental ensinar os jovens a utilizar o cérebro e a perceber quando devem recorrer a uma ferramenta como o ChatGPT e de que forma. E devemos introduzir muitas restrições à utilização generalizada de companheiros de inteligência artificial, desenvolvidos para conversar, simular amizades ou oferecer apoio emocional.

O que devem fazer os pais para acompanhar a vida digital dos filhos e minimizar os riscos?
Penso que os pais de hoje controlam excessivamente os filhos quando estes estão fora de casa, mas supervisionam pouco a sua vida online. Um jovem disse-me: “Os meus pais querem sempre saber onde estou, mas nunca se preocupam com o que acontece quando estou no meu quarto.” E acrescentou que as coisas mais horríveis que tinha visto aconteceram precisamente quando estava sozinho no quarto. Tinha assistido a todo o tipo de pornografia violenta, mas não falava disso com os pais por vergonha e porque tinha medo que lhe proibissem o acesso à internet. E esta situação é muito frequente. Por exemplo, temos atualmente muitas tentativas de suicídio de raparigas que enviaram fotografias íntimas ao namorado e dias depois elas começaram a circular pela turma ou de forma ainda mais alargada. Sentem enorme vergonha porque tinham prometido aos pais que nunca o fariam, mas estavam apaixonadas e confiavam nele. Na adolescência, experimentar coisas novas e desafiar regras e conselhos dos pais é um comportamento normal. Por isso, mais importante do que estabelecer regras que os filhos possivelmente acabarão por não cumprir é manterem uma relação com eles que lhes permita sempre pedir ajuda, mesmo em situações muito difíceis. Os pais podem ficar zangados, mas é fundamental que lhes transmitam que estarão sempre ao seu lado, aconteça o que acontecer. De resto, é muito importante conversar com eles sobre a sua vida online e fazer um acompanhamento próximo, mas a segurança dos menores no mundo digital não pode depender apenas da vigilância dos pais. A principal responsabilidade cabe às tecnológicas, que criaram serviços com um design realmente perigoso.

Expresso

António Barreto a raciocinar enviesado



António Barreto: "Montenegro quer ser injustamente derrubado para ganhar a maioria absoluta"

Aos 84 anos, que faz nesta sexta-feira, António Barreto não poupa ninguém. Diz que o primeiro-ministro ‘não sabe o que quer fazer’, que o Presidente ‘ainda não deu provas do que quer ser’ e que os partidos do centro se deixaram envolver ‘na política da pura distribuição’. Defende um bloco central ‘para evitar o Chega’ e avisa que, se nada mudar, Ventura pode chegar aos 40%: ‘Não é provável, não é seguro, não é certo. Mas é possível’.

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Montenegro quer ser injustamente derrubado para ganhar a maioria absoluta
É Montenegro que está a pedir ao PS, BE, Livre e PCP para irem para a rua incitar à insurreição contra si, muito injustamente? Não foi o PS mais os partidos geringonças quem mandou entrar 1 milhão e 200 mil imigrantes sabendo que não havia estruturas para os receber: nem casas, nem hospitais, nem escolas? É Montenegro que os manda ser profundamente desonestos, irresponsáveis e injustos? Então a culpa da desonestidade dos injustos e irresponsáveis é das vítimas da sua irresponsabilidade? 

O primeiro-ministro ‘não sabe o que quer fazer'
O primeiro-ministro ‘não sabe o que quer fazer' ou sabe mas a oposição não o deixa fazer? Umas vezes a nova-esquerda, outras o Chega. Não está a ser assim na habitação? A esquerda criou os problemas e agora sabota as soluções? 

O Presidente ‘ainda não deu provas do que quer ser’
Não deu? Eu penso que já mostrou claramente o que quer ser: um arauto da nova-esquerda guterrista unineuronal. Um par de meses após ser eleito, a propósito de se proibir as burkas, enviou um testamento de dezenas de páginas ao TC a defender o perigo de se proibir a liberdade das burkas. Já mostrou a ideia que tem de liberdade e de cultura.

Os partidos do centro se deixaram envolver ‘na política da pura distribuição’
Como? Por caso compara este governo aos governos de Costa onde não havia praticamente ninguém que não fosse marido, mulher, filho, primo de outro membro? Onde os amigos recebiam tanto dinheiro à margem do fisco, que escondiam em notas no gabinete do PM? Onde o PM mandou destruir toda uma estrutura do Estado para livrar um amigo ministro que chegou ao ponto de atropelar mortalmente um trabalhador? Um governo onde todos os dias havia um escândalo de primismo? Um governo onde o PM vinha publicamente destruir a reputação de trabalhadores para safar amigos desonestos e prejudiciais ao país? A isto chama-se raciocinar enviesadamente para beneficiar o seu PS. Só que isto já não é o 'seu' PS. Isto é outra coisa e não é bonita. 

Defende um bloco central ‘para evitar o Chega’
Então agora vai fazer-se um bloco central com estes descerebrados da nova-esquerda profundamente desonestos, os mesmos que nos meteram nestes sarilhos? Quem deu votos ao Chega foi Costa e, sobretudo, SS com a sua estratégia de querer encostar o PSD ao Chega e de fazer do cargo de Presidente da AR uma perseguição ao Chega. E porque é que António Barreto pensa que o Chega é pior que a nova-esquerda do PS que agora é quem manda no partido, mais BE, Livre e PCP? Mas ele não vê o que a nova-esquerda aliada à extrema-esquerda fez e está a fazer em França, na Bélgica, na Alemanha, na Inglaterra? Puseram terroristas no poder local e central, puseram os jovens nas ruas a destruir e a incendiar para ganhar votos. António Barreto pensa que isso é diferente do Chega? Pelos visto pensa porque não consegue ser objectivo quando se trata de partidologia. Aliás, neste momento ainda é pior porque é esta esquerda que aliada à extrema-esquerda que anda a incentivar à violência e à ruptura social por toda a Europa.

Carneiro vai inspirar-se em Guterres... tirem-nos deste filme

 

Direção do PS conta com 400 personalidades independentes para a sessão de abertura do movimento “Contamos Todos”. Carneiro assume que os “Estados Gerais para uma Nova Maioria” que Guterres organizou em 1995 serão modelo inspirador. Expresso

Portugal: há uma tentativa de homicídio a tiro a cada dois dias

 

(obrigada, Costa, Carneiro, SS e outros PSs unineuronais por meterem no país 1 milhão e 200 mil homens (sobretudo) de Estados violentos, sem nenhum cuidado de verificação de cadastro, depois de destruirem os serviços de Estrangeiros e Fronteiras, com o argumento de que "eles vão melhorar a Segurança Social". É o que estamos a ver.


Jornal SOL 
Crimes de violação disparam nas cidades em 2026

Há tipologias na criminalidade violenta que aumentaram mais de 40%, como é o caso das violações e ofensas à integridade física voluntária grave, que incluem tiros, facadas ou até marteladas.

Vejamos o exemplo das ocorrências registadas em Setúbal: «2 de outubro, indivíduo baleado arma de fogo, aparentemente terá sido dano colateral; 3 de outubro, Roubo de veículo, arma de fogo 3 homens; 3 de outubro, Ofensa à integridade física grave vs Tentativa de homicídio – arma branca – 1 homem foi vítima de agressão e esfaqueamento por 3 homens, desconhece-se motivos; 3 de outubro, roubo com agressão de arma branca – tentativa de homicídio, 1 homem foi vítima de tentativa de roubo e esfaqueamento por 8 homens». Continuando nas ocorrências do Comando Distrital de Setúbal, passemos para os dias seguintes: «6 de outubro, violação seguida de roubo – 1 homem, que se desconhece pormenores, violou uma mulher; 7 de outubro, Roubo de veículo – ameaça arma de fogo.

Olhemos agora para o Comando de Lisboa. «Duas situações distintas com armas de fogo; desordem envolvendo indivíduos indostânicos; um indivíduo esfaqueado; na área da 5.ª Divisão, seis disparos envolvendo indivíduos negros e indostânicos; Cascais vítima esfaqueada relacionada com falsificação de documentos e imigração ilegal».
Aumenta criminalidade geral e a violenta

Nos primeiros nove meses do ano a criminalidade geral aumentou cerca de 5% e a violenta e grave 1,5%. Já a proatividade policial aumentou cerca de 5%, contribuindo para um aumento significativo de detidos. A proatividade policial reflete-se muito na detenção de condutores com taxa de álcool no sangue (TAS) igual ou superior a 1,2 g/l, bem como automobilistas sem carta de condução, com droga, armas proibidas e por desobediência.

Também os homicídios tiveram um aumento considerável na área da PSP, superior a 50%, mas muitos dos dados finais só poderão ser apurados depois de a Polícia Judiciária apresentar os seus dados compilados, até porque é a PJ que tem acesso aos resultados das autópsias e é esta Polícia que tem a competência nos homicídios dolosos e que assume os casos registados pela PSP e pela GNR e os trabalha.
Entretanto, o JN deu conta, ontem, de que «há uma tentativa de homicídio a tiro a cada dois dias», segundo dados revelados pela Judiciária.
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Entretanto: Polícia esfaqueado na Praça do Martim Moniz, em Lisboa (CM)

A líder da extrema-esquerda do 'Die Linke' tem medo de ser morta pelos islamitas que trouxe para o seu partido



Em Berlim, a candid
ata Elif Eralp, do Die Linke, o partido alemão de extrema-esquerda, à presidência da câmara municipal, em notas internas enviadas por engano ao Der Spiegel, escreve que ela e o marido têm medo dos militantes pró-Hamas do seu próprio partido: Há um problema.O meu marido não quer, e eu também não, mencionar nomes concretos. Ele tem medo destas pessoas, e eu também. Compara a ameaça dos militantes pró-Hamas à do crime organizado. Suplica que a entrevista seja cancelada: Não posso pôr em risco a minha vida e a da minha família por causa do Der Spiegel.
Eis a extrema-esquerda no poder local. Serviu-se de alianças com o islamismo radical para conquistar votos e hoje, está refém dele. Promete «a segurança de todos os berlinenses» no mesmo dia em que reconhece que já nem sequer se atreve a nomear aqueles que celebram Yahya Sinwar como mártir.

Agora, em França, o LFI (La France Insoumise) utiliza exatamente a mesma táctica. É exactamente o mesmo ADN.

Logo a 7 de Outubro, o primeiro comunicado do partido referia uma «ofensiva armada de forças palestinianas» que era necessário «contextualizar». Nada de chamar terrorismo. Durante meses, o LFI recusou classificar claramente o Hamas como organização terrorista, preferindo falar de «resistência palestiniana» e da necessidade de «contextualizar». Esta linha foi mantida, inclusivamente quando a natureza terrorista dos massacres foi explicitamente questionada.

Já contam com islamistas nas próprias manifestações que coorganizam ou nas quais participam em massa. Os dois principais são: Omar Alsoumi, porta-voz da Urgence Palestine — organização que, segundo a DGSI (Direcção-Geral da Segurança Interna francesa), está ligada à FPLP, classificada como organização terrorista —, que apela à «propagação da inundação de Al-Aqsa» e desfila regularmente ao lado de deputados do LFI; e Elias d’Imzalène, pregador salafista sinalizado pelas autoridades francesas (fiché S), que apelou à intifada em Paris, no decurso de uma manifestação, e que também está próximo das mesmas redes e conta com o apoio dos participantes nestes cortejos.

É o mesmo cálculo do Die Linke: conquistar os bairros populares tornando-se o partido mais radicalmente anti-israelita e mais indulgente para com o islamismo político.

Fecham os olhos aos salafistas e às redes pró-Hamas enquanto votarem como lhes convém. Instrumentalizam a causa palestiniana. Acusam de islamofobia quem quer que denuncie o problema. As alianças são puramente tácticas e eleitorais.

Mas há uma regra que o LFI se recusa a ver. As forças com que se alia nunca se enganam quanto ao seu objectivo. Sabem exactamente para onde vão. A aliança é circunstancial. E estas forças acabam sempre por engolir o seu aliado circunstancial.

Em Berlim, já temos o resultado: a candidata tem medo de nomear aqueles que a levaram até onde está. Em França, ainda vamos a tempo de não eleger a versão local.

Os políticos em França fingem que não sabem. Mas fixem bem uma coisa: serão vocês os principais responsáveis pelo que acontecer.

(Guillaume Herblot)

(em Portugal a nova-esquerda já tentou este esquema e apelarem ao uso 'da liberdade da burka', exigiram pôr islamitas na administração pública e nas polícias e um canal de denúncia de islamofobia para poderem perseguir e mandar prender adversários, calculo. Os manifestantes do Rossio estão cheios de bandeiras da Palestina. No Irão foi a mesma coisa. Os unineuronais da esquerda aliaram-se aos islamitas para expulsar o Xá e agora estão há 40 anos a ser enforcados, as mulheres violadas, impedidas de ter vida própria, governados por pedófilos e terroristas.)

🎯 E Sánchez ainda quer trazer mais

 

Há uma liga de governos da nova-esquerda unineuronal que está disposta a destruir a Europa para se agarrar ao poder

 

Portugal por aí

 

Rakel Franco, Praia de Moledo do Minho, pela manhã


October 30, 2026

Ontem a Ucrânia interceptou um Iskander

 

A Ucrânia sabe muito bem como destruir os mísseis russos mas precisa de armas de defesa para o fazer. Quer está com a Ucrânia tem de estar com o fornecimento de armas para a sua defesa.

‘What has the ECHR ever done for us?’

 

Porque perdemos fé nas instituições?

 

A Suíça suspende o financiamento à organização «Médicos Sem Fronteiras» depois de esta não ter comunicado que o seu pessoal explorava sexualmente mulheres e raparigas refugiadas — em troca de ajuda, empregos e dinheiro. Anteriormente, a 🇨🇭 tinha referido a MSF como «uma fonte de boas práticas e inspiração». https://swissinfo.ch/eng/international-cooperation/switzerland-suspends-msf-funding-after-reports-of-sexual-exploitation/92274271