July 28, 2026

A Europa tem de semear os caminhos do meio e deixar os extremos intransitáveis

 


Acho que estas coisas não chegam ao czar do Kremlin

 

Ele fala como se o povo russo se tivesse unido muito por causa da guerra.


A Rússia vai provar do seu próprio veneno?

 


A narrativa de um século do Kremlin de invadir países para libertar russos que lá vivem e querem juntar-se à Rússia, vai virar-se contra si mesmo. Agora que se meteram numa camisa de quatro varas com uma guerra de 3 dias que vai em 4 anos e lhes entra pela casa adentro, as regiões extremas, povoadas por gente de outras etnias começa a falar em juntar-se aos povos/países com que fazem fronteira, sendo que alguns, como a China, estão desejando que isso aconteça. A China quer ser a próxima Rússia...

Dado que o Kremlin já não tem pessoal para travar todas essas pretensões porque todos os dias atira milhares de homens para o caixote do lixo da guerra, vai começar a ver a sua terra a diminuir com a mesmíssima narrativa que usou contra outros.

A Rússia é uma pena. Um país enorme e tão rico que desperdiça os seus recursos porque só pensa em colonizar, escravizar, matar, destruir, oprimir, enquanto abandona o povo à pobreza e à opressão. Um povo escravo que em séculos de opressão, primeiro dos Czares, depois dos psicopatas comunistas e agora do fascista do kremlin, não é capaz de se libertar e vive uma vida miserável e pobre que compensa a sonhar com impérios.



Os próximos a ser enforcados pelos Islamitas do Irão

 


Mil palavras

 




Quando se fala de lugares vazios

 


É o que dá eleger extremistas de religiões totalitárias para cargos políticos

 

O presidente da câmara de NY, Mamdani está a enfrentar uma onda de indignação por ter divulgado publicamente uma base de dados pesquisável de proprietários «ricos» em Nova Iorque. «A cidade acabou de publicar uma lista pesquisável de todos os proprietários que têm de pagar o seu novo imposto. Nomes e moradas, 30 000 no total.» «Um presidente da câmara socialista a divulgar uma lista dos ricos numa cidade que acabou de assistir ao assassinato de um diretor executivo num passeio público. Parece uma Hit List (lista de alvos a abater).»

Entretanto está a incentivar os nova iorquinos a irem para a rua protestar a presença de Netanyahu. Sendo ele islamita assumido a favor do Hamas, isto equivale a incentivar os seus pares, que como sabemos é tudo gente pacífica.

É o que dá eleger extremistas de religiões totalitárias para cargos políticos. Não aprenderam nada com Londres e outras cidades inglesas onde fizeram o mesmo.


Os unineuronais

 



Quebec baniu a oração pública não autorizada dos islamitas

 

O Islão explica-se a si mesmo

 


Encerramento da mesquita de Chanteloup, em Aulnay-sous-Bois, região de Paris.
«Através dos sermões dos imãs habituais da mesquita e da sua divulgação nas redes sociais, mas também através dos discursos dos oradores ocasionais que convida, a mesquita difunde uma ideologia islâmica radical que faz eco da retórica das organizações terroristas, justifica a jihad e glorifica a morte como martírio.»

 


 

Irão: os islamitas todos os dias enforcam jovens

 

Hoje de madrugada uma multidão de pessoas foi para a praça de Isfahan para impedir o enforcamento de mais dois jovens que protestam contra a ditadura terrorista dos Ayatholas. Todos os dias os islamitas todos os dias enforcam jovens. Foram atacados pelos terroristas do governo. A Europa recusa classificar o governo iraniano como terrorista. A ONU presta-lhes vassalagem.

A mentalidade imperialista não percebendo os custos do imperialismo

 

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No Irão continuam as execuções diárias de jovens

 

Como o regime é islamita a ONU cala-se, assim como se cala com o desastre que se passa com as raparigas e mulheres no Afeganistão. Aqui na Europa é igual. A nova-esquerda parece que acha tolerável. Intolerável é haver europeus vivos que querem continuar a ser europeus. Tudo o resto acham tolerável. Hoje soube-se de uma rapariga de 12 anos no aeroporto de Lisboa que vinha do Congo, vendida à distância a um pedófilo conterrâneo, em França. Qual é a diferença entre isto e os crimes pedófilos de Epstein?


Desde quando chamamos casamento à pedofilia?

 

(Já mudámos a linguagem para não ofender pedófilos? Qual é a diferença entre isto e os Epsteins?)


A PSP resgatou, no Aeroporto de Lisboa, uma menina de 12 anos que seria entregue pela família a um casamento por conveniência, para saldar dívidas. A vítima, que o CM sabe ser natural da República Democrática do Congo, e uma mulher francesa de 45 anos que a acompanhava, e que foi detida por tráfico de pessoas, chegaram a Portugal num voo proveniente de Dakar (Senegal) e disseram que o destino final seria França.

Durante a entrevista realizada em ambiente protegido, a criança declarou não possuir qualquer relação familiar com a acompanhante e afirmou ter sido entregue pelos seus progenitores para ser transportada para França. A menor revelou ainda que seria entregue a um indivíduo naquele País, a quem teria sido prometida em casamento com o objetivo de liquidar uma dívida familiar. Por sua vez, a suspeita declarou ter recebido uma quantia em dinheiro para transportar e entregar a criança", descreve a PSP.


Mais chiliques para o Mestre André




«Teria vergonha de ter escrito qualquer parte disto»: a tradutora da «Odisseia», Emily Wilson, critica o sucesso de bilheteira de Nolan

Emily Wilson, a classicista cuja tradução de 2017 da «Odisseia» de Homero foi citada por Christopher Nolan na publicidade inicial da sua adaptação de enorme sucesso do poema, criticou veementemente o filme, afirmando que «não tem nada de convincente a dizer» e que «carece de profundidade psicológica, emocional, política e ética».

Num ensaio mordaz publicado na London Review of Books, Wilson escreve: «Tinha esperança de que a afinidade de Nolan com estes temas homéricos o levasse a novos patamares criativos e lhe permitisse criar personagens mais credíveis. Mas A Odisseia apresenta a sua habitual combinação de grandiosidade e superficialidade… a visão do filme é demasiado confusa, as suas personagens pouco desenvolvidas para cumprir o que prometia, pelo menos em parte, em termos de grandes ideias — embora seja muito bom a retratar grandes explosões e gigantes imponentes.»

Wilson acrescenta: «A Odisseia de Nolan carece de muitos dos elementos que tornam o poema grandioso. Não tem nada de convincente a dizer sobre o tempo, a memória, a história, a guerra, nem sobre a relação entre o regresso glorioso de um guerreiro e as vidas da sua família, adversários, camaradas, amigos e vizinhos. Carece de profundidade psicológica, emocional, política e ética. A sua estrutura narrativa é artificiosa. A escrita é péssima. Nenhuma das personagens tem uma motivação convincente para as suas ações ou palavras. Não há cenas de sexo e toda a comida tem um aspeto horrível.»

Wilson também referiu a admiração de Nolan pela frase inicial da sua tradução da «Odisseia»: «Fala-me de um homem complicado» — mas acrescentou: «Teria vergonha de ter escrito qualquer parte deste guião.»

No entanto, Wilson reconheceu o impacto que o filme já está a ter na sensibilização cultural para a literatura grega antiga, bem como para o próprio cinema. Afirmando que «o lançamento de A Odisseia continua a ser um acontecimento a celebrar», ela sugere: «Este épico está a trazer o público de volta aos cinemas… as traduções da Odisseia, incluindo a minha, estão a esgotar-se rapidamente… [e] talvez o filme convença alguns responsáveis universitários a não encerrarem os seus departamentos de literatura, línguas e história.»

«Nolan», diz Wilson, «está a dar o seu melhor para que o público em geral volte a ler, e estou-lhe grata.»


July 27, 2026

A Inglaterra tem estado desde o início do lado da Ucrânia

 

A nova esquerda auto-designada moralmente superior

 

Fui dar com um par de vídeos deste homem, André Simões, professor universitário e auto-proclamado grande especialista na Odisseia de Homero (tem pelo menos mais um vídeo em que diz várias vezes que é um especialista e goza com os críticos ignorantes, muito abaixo da sua grandeza) a chamar racistas e pessoas de ódio aos críticos do filme de Nolan. 

Como se vê no vídeo, o senhor põe as mãos à cabeça e diz com um ar de superioridade paternalista, 'meu Deus são tão racistas e os conservadores ofendem-se com tanta facilidade' - bem, não são os conservadores que mandam censurar, cancelar, despedir e até prender todos os que têm o descaramento de não concordar com as suas opiniões e os reduzem a racistas, islamofóbicos, discursos de ódio, etc. Mas adiante.

Diz várias vezes que, "se não gostam do filme não vão vê-lo", quando é óbvio que, para se gostar ou desgostar do filme, é preciso primeiro vê-lo.

Digo já que não tenho opinião sobre o filme de Nolan, nem a favor nem contra porque ainda não o vi. Sei, no entanto, que há uma polémica sobre não haver actor nenhum grego entre as personagens do filme e também por Nolan ter contratado, um negro, um trans, um gay, etc. e ter feito do filme, segundo esses críticos, uma afirmação woke. Também não me vou pronunciar sobre isso porque, mais uma vez, ainda não vi o filme e não sei se essas críticas têm mérito. 

Até poderei estar de acordo com Nolan, mas nunca com os maus argumentos e nos termos pretensiosos de superioridade moral deste indivíduo ou de considerar que quem não concorda comigo é logo racista, inferior, odioso, etc. ao ponto de ter chiliques afectados.

Portanto, este post é apenas sobre este discurso de auto-proclamação de superioridade moral e intelectual deste senhor, tão ao jeito da nova-esquerda. E declaro já que não sou especialista na Grécia Antiga, nem na Odisseia, mas também não me considero uma completa ignorante e, embora não seja intelectual ou moralmente superior a ninguém, também não sou inferior e sei alguma coisa de avaliar a argumentação das pessoas.


Então vamos lá seguir o seu discurso:

Depois de se proclamar moralmente superior reduzindo todas as críticas a Nolan a puro racismo diz que as pessoas negras não eram desconhecidas na Grécia Clássica. Ora, as críticas que fazem a Nolan não dizem que os gregos não conheciam pessoas negras. O que dizem é que Helena de Tróia e os deuses do Olimpo não eram negros. Eram esculpidos na estatuária e desenhados em frescos e vasos, etc., com feições mediterrâneas, nomeadamente gregas, tendo os gregos um fenótipo com feições muito características: o nariz, os lábios. Sim, eram feições idealizadas, porque são heróis e deuses, mas eram as dos gregos. Portanto, ele não responde à crítica mas a outra questão paralela.

Diz que está-se nas tintas para a cor dos actores, se a personagem que interpretam não depende da cor. Então, dizer que pessoalmente não quer saber da cor dos actores também não responde às críticas que fazem a Nolan por ignorar a origem grega das personagens, é só mais uma maneira de se sentir e proclamar moralmente superior.

Depois diz que os críticos "estão a fazer cherry picking a um verso perdido que fala da brancura dos braços de Helena" e que isso não quer dizer nada porque era uma maneira de dizer que era da realeza e que aliás a obra é uma ficção com personagens da mitologia. Porém, se ser branco equivale, como diz, a ser da realeza e se Helena era da realeza, então... 

A seguir a falar em fazer cherry picking de um verso perdido sobre a brancura de Helena, o que faz ele? Cherry picking de um verso perdido no Livro XVI, na tradução de Frederico Lourenço onde se diz que Ulisses é negro. Faz exactamente o que critica os outros terem feito. O verso respectivo na tradução de FL diz: 
Assim disse; e logo com a vara dourada lhe tocou Atena.
Primeiro vestiu-lhe o peito com uma capa e uma túnica
bem lavada: aumentou-lhe a estatura e restitui-lhe a juventude.
De novo ficou de pele negra, encheram-se-lhe as faces e a barba escureceu em torno do queixo.
Depois de deixar implícito que é óbvio que Ulisses é negro, André Simões crítica as pessoas não terem criticado Nolan por ter posto um actor branco a representar o Ulisses negro (agora já não refere ser uma obra de ficção da mitologia, agora já é certo que Ulisses é negro) e daí deduz que é tudo uma cambada de racistas e faz um teatrinho afectado, 'deixem-me em paz, estou farto do ódio dos racistas'. Portanto, em seu entender, as pessoas fazerem uma crítica contra a sua opinião é ódio e guerra. Já ele tratar os que criticam Nolan como racistas é o quê... respeito? Amor ao próximo?

Então, sendo ele um, moralmente superior especialista iluminado, deve saber que a tradução de Frederico Lourenço não é a única no mundo e até é muito recente. É, pois, provável que a maioria das pessoas não a tenha lido, assim como a tradução, também recente, de Emily Wilson que também traduz este verso usando o termo, negro. Provavelmente "têm na cabeça" como ele diz ideias das traduções anteriores que eram diferentes. 

Na tradição das traduções de Homero anteriores, que eram e são ainda, estudadas nas escolas e universidades, este verso não era assim traduzido - como ele, do alto da sua superioridade intelectual, deve saber, até porque deve ter estudado por uma delas.

Por exemplo, na tradução de Robert Fagles de 1996 (a única que eu tinha até saírem estas recentes que agora também tenho e li), usada em muitos programas curriculares do ensino secundário americano e também em muitas escolas inglesas, o verso diz:
Athena stroked him with her golden wand. First she made the cloak and shirt on his body fresh and clean, then made him taller, supple, young, his ruddy tan came back, the cut of his jawline firmed and the dark beard clustered black around his chin.
Que pode traduzir-se para português, mais ou menos assim:
Atena acariciou-o/tocou-o com a sua varinha dourada. Primeiro, fez com que a capa e a camisa que lhe cobriam o corpo ficassem frescas e limpas; depois, tornou-o mais alto, mais ágil e mais jovem; o seu bronzeado saudável voltou a aparecer, o contorno do maxilar ficou mais definido e a barba escura aglomerou-se, negra, à volta do queixo.
A tradução de E.V. Rieu, mais antiga, que esteve em vigor desde 1946 até aos dias de hoje e, penso, que ainda é a tradução obrigatória nos exames ingleses, diz o seguinte:
Saying this, Athene touched him with her golden wand. She clothed him in a clean tunic and cloak, increased his stature, and restored his youthful complexion. His colour returned, his cheeks filled out, and his beard darkened. Then she departed, leaving Odysseus to return to the hut.
Que pode traduzir-se para português, mais ou menos assim:
Ao dizer isto, Atena tocou-o com a sua varinha dourada. Vestiu-o com uma túnica e um manto limpos, aumentou a sua estatura e devolveu-lhe a tez juvenil. A cor voltou-lhe ao rosto, as bochechas encheram-se e a barba escureceu. Depois, partiu, deixando Odisseu a regressar à cabana.
Por consequência, durante estes séculos de poucas traduções da Odisseia de Homero, nunca Ulisses apareceu negro nos versos ou Helena ou Atena ou outros deuses e heróis. Não é nada óbvio que as pessoas em geral saibam que agora se traduz Ulisses como sendo negro. Daí que seja normal as pessoas estranharem e que tenham uma ideia deles todos como mediterrâneos com feições e tez gregas. Como penso que os americanos estranhariam e criticariam se um japonês fizesse um filme sobre a Pocahontas e escolhesse uma actriz japonesa ou até um actor masculino que se apresenta como mulher, japonês, para a representar.

O que não acho normal, mas já me habituei porque é o padrão da nova-esquerda, é que um professor universitário não seja capaz de uma atitude de tentar compreender o ponto de vista da crítica, contrário ao seu, para ver se tem mérito, para depois responder à crítica, também com mérito, em vez de chamar nomes e ter chiliques do alto da sua superioridade moral. Mas isto sou eu que devo ser muito ignorante.


Os europeus são horríveis

 

Têm uma cultura de opressão, muito atrasada, são racistas... entretanto os islamitas são o pico da civilização:


A nova esquerda socialista ocidental