April 24, 2026

Mil palavras

 

Uma fotografia com as campeãs do ténis feminino. Hã...? Onde estão elas...? Já vi! Foram escondidas atrás dos homens que não são capazes de ver uma mulher à frente deles.



Os segredos nas democracias são portas para os abusos de poder e fraudes

 

Num ano avisa que os exames vão ser sempre iguais de ano para ano - que melhor maneira de facilitar a fraude? Noutro ano avisa que a digitalização e tratamento dos dados das provas vão ser escondidas e não ter controlo democrático, mas que não faz mal porque "assegura" que tudo será limpo e puro. Opá, andamos nós preocupados com os processos de controlo público da democracia para evitar abusos de poder e afinal bastava os responsáveis dizerem, "fiquem descansados que asseguramos que tudo será democrático." Aqui há um par de anos, na França, mandou-se o operador do sistema programar a subida de um valor na nota de todos os alunos a exame para subir a média nacional. Mandaram adulterar as classificações que os professores correctores atribuíram aos alunos. Acho que lá também asseguravam que era tudo muito bem feito. Foi um escândalo. Quando tudo for digital, incluindo a cabeça dos alunos, tudo será manipulável ao gosto dos políticos e lobbies da sua preferência.


No âmbito da digitalização das folhas de resposta dos alunos, para efeitos de classificação electrónica, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação assegura o cumprimento de todas as condições de segurança, confidencialidade e integridade aplicáveis", informou. "Por essa razão, não será divulgada informação adicional sobre os respectivos procedimentos administrativos e operacionais, uma vez que a sua publicitação poderá comprometer a segurança das provas, interferir com o processo de digitalização e, consequentemente, prejudicar a avaliação externa e os alunos", acrescentou.
- Público
https:professores preocupados com digitalizacao de provas nacionais sem transparencia





A kind of Ruisdael

 




por Renato Muccillo, (Italiano/Canadiano, n.1965)


April 23, 2026

Happy Shakespeare Day!




"I would challenge you to a battle of wits, but I see you are unarmed!"
—William Shakespeare

Things that blows my mind

 


Esta aldeia de Yorkshire tem uma porta viking com 1000 anos.

A Igreja de Santa Helena em Stillingfleet, a dez milhas a sul de York, foi construída por volta de 1145. Mas a porta de ferro no seu interior é ainda mais antiga — provavelmente do século X, de estilo escandinavo e coberta de imagens de nos deixar boquiabertos: duas dobradiças em forma de C que terminam em cabeças de dragão, figuras de Adão e Eva e um navio viking a navegar pelo painel superior, com proa de dragão e tudo.

Actualmente, está preservada no interior da igreja, em vez de exposta às intempéries — mas está aberta todos os dias do ano, a visita é gratuita e é quase totalmente desconhecida fora dos círculos históricos.

Algumas coisas sobrevivem contra todas as probabilidades e esta porta é uma delas.

-TheMedievalist



Uma boa notícia com sabor amargo



Porque levaram demasiado tempo, tempo esse que foi pago em vidas pela Ucrânia. E aconteceu pelo acaso de Orban perder inequivocamente as eleições e não pela competência dos decisores da UE. Quem quer líderes que ficam parados à espera de bons ventos para conseguir tomar decisões?

Kaja Kallas

O impasse chegou ao fim. A UE acaba de abrir caminho para o empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia e para o 20.º pacote de sanções.
A economia de guerra da Rússia está sob pressão crescente, enquanto a Ucrânia recebe um grande impulso.
Forneceremos à Ucrânia o que ela precisa para se manter firme, até que Putin compreenda que a sua guerra não leva a lado nenhum.

Ratos a abandonar o navio



@SzabadonMagyar

Orban vai deixar a Hungria e mudar-se para os EUA, aparentemente apenas durante o verão, mas vale a pena referir que a sua filha e o marido dela, os dois ladrões multimilionários, já deixaram a Hungria e mudaram-se para os EUA antes das eleições.

Well, well, well

 

A geração dos alunos que não podiam fazer um cálculo ou um ditado porque traumatiza...

u/Krankenitrate

Professores portugueses são os que têm mais conhecimentos pedagógicos



Porém, desde a Lurdes Rodrigues que os governos tentam destruir os professores, desde chamar nomes todos os dias nos jornais a criar impedimentos na carreira para destruir a profissão. Este ministro quer transformar os professores em tarefeiros que correm de uma escola para outra sem nenhum respeito pela especificidade da profissão, desligados dos alunos, da mesma maneira que fizeram na destruição da saúde. Querem declarar a profissão de professor como sendo igual a outra qualquer de um qualquer funcionário público - alguém que está a atender num balcão, por exemplo. Querem 'des-especializar' a profissão para poupar dinheiro. Este ministro queixa-se de que outros antes dele destruíram a profissão, mas quer trilhar o mesmo caminho. 


Professores portugueses são os que têm mais conhecimentos pedagógicos

Os professores portugueses destacam-se num estudo da OCDE por serem os que apresentam mais conhecimentos pedagógicos, o que lhes permite lidar melhor com os desafios da sala de aula e fazer com que os alunos aprendam melhor. 

Uma equipa de investigadores quis saber o que “torna os professores excelentes” e, após questionar cerca de 20 mil docentes de oito países, encontrou uma relação entre conhecimentos pedagógicos e sucesso académico dos estudantes.

Os alunos de professores com mais conhecimentos pedagógicos tendem a ter melhores resultados a matemática e leitura, sublinha o relatório da OCDE.

Estes docentes conseguem “ler a sala” e “ajustar-se em tempo real”, estando mais preparados para tarefas como alterar a forma de explicar conteúdos quando um aluno não compreende, conseguindo dedicar mais tempo à aprendizagem e menos tempo a impor disciplina. “A excelência no ensino, ao que parece, não é um acaso”, alerta a OCDE, defendendo a importância dos países investirem nos conhecimentos pedagógicos.

“Como qualquer profissão baseada no conhecimento, exige que levemos a sério a preparação, o desenvolvimento e a aprendizagem contínua dos professores — não como algo secundário, mas como a estratégia central para melhorar os sistemas educativos. Exige que reconheçamos, recompensemos e valorizemos a especialização pedagógica com o mesmo respeito que atribuímos a outras profissões altamente qualificadas”, defendem os investigadores.

O estudo, divulgado esta quarta-feira, sublinha os benefícios das qualificações e de “programas de formação de professores mais curtos, acelerados ou especializados”, mas mostra também que na maioria dos países estudados não existe uma associação forte entre ter mais conhecimentos pedagógicos e querer manter-se na profissão por mais de cinco anos. No entanto, Portugal escapa a esta tendência, ao lado da Arábia Saudita e Marrocos.

Os investigadores acreditam que as intenções de carreira dos professores são influenciadas por um conjunto amplo de fatores, como as condições laborais, que vão desde os salários, às oportunidades de progressão na carreira e a horários de trabalho, e por isso pedem a valorização dos professores.

Os resultados do estudo hoje apresentado devem “incentivar as autoridades educativas a encontrar formas de melhor valorizar e reconhecer o contributo profissional que prestam”, defendem os especialistas, lembrando que o futuro da educação “será escrito nas salas de aula” por quem sabe dar vida às disciplinas.

https://eco.sapo.pt/2026/04/22/professores-portugueses-sao-os-que-tem-mais-conhecimentos-pedagogicos/

Desfazendo mitos da educação

 

Dois mitos interligados, sendo o segundo uma consequência do primeiro.

Mito nº 1 - Cada criança/adolescente aprende à sua maneira e o professor tem de ensinar de maneira diferenciada de acordo com as diferenças de cada um.

Mito nº 2 - O professor tem de fazer o currículo ir ao encontro do aluno.

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Mito nº 1

As pessoas não aprendem, cada um à sua maneira. Somos seres biológicos com as mesmas estruturas cerebrais (cortex visual, pré-frontal, somatossensorial, etc.) que funcionam mais ou menos da mesma maneira, com os mesmos padrões e que progridem mais ou menos do mesmo modo. 

O que torna a aprendizagem diferente é a experiência de vida e o lugar em que cada um está no desenvolvimento. Há crianças e adolescentes mais maduros e desenvolvidos e outros mais lentos. Por exemplo, a criança na 3ª classe já está plenamente no estádio das operações concretas ou está a entrar nele? Aos 14 anos já consegue mover-se com alguma facilidade no pensamento abstracto? 

Da minha experiência, é comum alunos entrarem no 10º ano muito novos, com 14 anos, ainda sem essa capacidade de entreterem hipóteses abstractas na sua mente, enquanto outros na mesma turma, já plenamente nos 15 anos a caminho dos 16, já o fazem com muito à-vontade (penso que só em casos excepcionais de crianças muito precoces se deve deixar entrar alunos muito cedo para a 1ª classe). Depois, acontece os alunos não terem tido professor e estarem atrasados nos conhecimentos (hoje-em-dia são raros os que não passaram por isso) ou terem entrado na turma a meio do ano ou os pais marcarem férias para a semana dos exames e os filhos faltarem (sim, acontece com alguma frequência).

Portanto, os alunos têm duas ou três maneiras de aprender: uns são mais extrovertidos e precisam de mais interacção, outros mais introvertidos e precisam de mais tempo de processamento interno, uns (poucos) são mais analíticos, outros (a maioria) são mais descritivos e precisam de muitas aplicações práticas, uns são mais metódicos, outros são desorganizados.

Agora, todos aprendem melhor se houver silêncio e concentração na sala de aula, se o professor explica exemplificando e aplicando, se o professor enraizar as aprendizagens numa contextualização, com exemplos e aplicações práticas, se os conteúdos vão sendo regurgitados e introduzidos nos novos temas, etc.

A narrativa dos pseudo-pedagogos e dos governos de que cada aluno é totalmente diferente e aprende de modo totalmente diferente e que os professores dentro da sala de aula devem ensinar cada aluno de maneira diferente, embora todos ao mesmo tempo, não só é falsa como absurda, da ordem do pensamento mágico.

Imagine-se um professor a ensinar uma turma ao mesmo tempo que não ensina a turma mas cada aluno individualmente; ao mesmo tempo ser muito concreto e muito abstracto; ao mesmo tempo ser interactivo e pouco interactivo; ao mesmo tempo ser sintético e analítico. Um professor ensinar uma turma de 30 alunos ao mesmo tempo mas não ensinar uma turma de 30 alunos ao mesmo tempo e em vez disso ensinar 30 alunos individualmente, como um explicador; um professor que prepara 30 planos de aula diferentes para cada aula, um para cada aluno.

Os (i)responsáveis dizem cada barbaridade...

O que fazem os professores é ir ajustando o ensino de maneira a homogeneizar mais ou menos a turma, tendo o cuidado de ter alimento preparado para os que estão muito avançados, para que não atrofiem as suas potencialidades. Quanto aos que estão muito atrasados, se for uma questão de desenvolvimento cognitivo, psicossocial, a única coisa a fazer é ir insistindo até que dêem o salto, mas se for o caso de terem grandes falhas nos conhecimentos por falta de professor ou por nunca terem estudado (as situações cada vez mais vulgares), não é possível o professor colmatar isso na aula. Não é possível o professor no 10º ano parar as aulas para explicar a esses alunos o que é a regra de três simples ou ensiná-los a escrever. Para isso tem de haver uma margem de professores que tenha horas no seu horário, para dar explicações a esses alunos, individualmente ou em pequenos grupos idênticos. No passado havia sempre professores efectivos nas escolas que tinham horários com algumas horas dedicadas a esse trabalho. Agora não há professores para as aulas com as turmas, quanto mais para dar apoios/explicações.

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Mito nº 2 - O professor tem de fazer o currículo ir ao encontro do aluno.

O professor tem de trabalhar o programa e o programa tem conteúdos e objectivos. Se o professor vai ao encontro dos alunos, em vez dos alunos mais fracos evoluírem e atingirem o nível de metas do programa, o que acontece é a adulteração do currículo, a inflação das notas que deixam de corresponder à apropriação dos conteúdos e técnicas do currículo (é um problema em todo o mundo ocidental já objecto de muitos estudos) e até, eventualmente, a descida de nível dos outros alunos da turma.

As pessoas que dizem estas barbaridades não sabem o lugar em que os alunos estão e o que implica 'ir ao encontro dos alunos'.

Portanto, o que deve acontecer, mais uma vez, é investir na carreira dos professores, para que haja professores com horas disponíveis para dar apoios/explicações, aos alunos que estão muito atrasados.

Tudo o que é bom e de qualidade custa dinheiro. Se querem um orçamento de pobrezinhos para a educação e se querem professores precários e tarefeiros para poupar dinheiro, depois o que têm é uma educação pobrezinha de pobrezinhos.

April 22, 2026

Citação deste dia



Sala de aula: o lugar que o professor arruma e o mundo desarruma. ~Lúcia Vaz Pedro in .jn.pt/opiniao


Quatro anos e meio depois e a Rússia continua a raptar crianças e a usá-las contra os pais e o país

 


@ZelenskyyUa

Fui informado pelos representantes da equipa «Bring Kids Back UA», Oleksandr Bevz e Maksym Maksymov, sobre os resultados do trabalho da iniciativa.

No total, desde o início da iniciativa, mais de 2.100 crianças ucranianas raptadas pela Rússia foram trazidas de volta. Destas, 150 foram devolvidas desde o início deste ano. Agradeço a todos os parceiros que nos estão a ajudar neste esforço.

Discutimos também o apoio aos nossos esforços ao nível das organizações internacionais. Recentemente, pela primeira vez a nível da ONU, a deportação e a transferência forçada das nossas crianças foram classificadas como crime contra a humanidade. Isto é muito importante, e este trabalho deve continuar.

Estamos a preparar-nos para a reunião da Coligação Internacional para o Regresso das Crianças Ucranianas a nível ministerial, que terá lugar a 11 de maio em Bruxelas. Contamos com uma ampla participação, decisões concretas e apoio prático dos nossos parceiros.

Aprender a não saber é o novo mantra de governos e pais

 

Toma lá um ecrã e vai aprender a não saber fazer coisa alguma e depois queixa-te o tempo todo de não saberes fazer nada.

Desfazendo mitos sobre ser professor

 

Nomeadamente o mito de que ser professor é uma vocação interna, um 'chamamento'. Ser professor é uma profissão que requer certas capacidades, muitas das quais se desenvolvem com a experiência. Há muitas razões para se seguir essa carreira e acontece muito que quem foi parar à profissão sem nenhuma vocação interna as desenvolva e aqueles que desde sempre quiseram ser professor e amam a ideia da profissão não tenham nenhum jeito para ela. Calculo que isto deva ser verdade em relação à maioria, se não todas, as profissões. O que importa quando se discute a profissão de professor, não é quem sempre teve esse 'chamamento' interno mas que condições existem para o trabalho de ensinar crianças e adolescentes hoje e, se essas condições são suficientes ou se estão abaixo do suficiente. Estão abaixo e por isso são muito poucos os que querem a profissão. Se a questão importante fosse o 'chamamento' interior, porque é que no passado não muito longínquo havia excesso de candidatos, na ordem das dezenas de milhar e de repente desapareceram todos? Começaram a nascer pessoas sem chamamento interno para a profissão? Não. Havia muitos candidatos porque a profissão, sendo difícil, tinha atractivos que chamavam as pessoas para dentro de si. O chamamento não é interior, é exterior e traduz-se em condições de trabalho e salários adequados. Dizer que tudo se reduz ao 'chamamento' interno do professor é uma maneira dos governos poderem varrer para debaixo do tapete todos os problemas sistémicos da profissão e não terem de resolver coisa alguma.


A introdução de IA na educação não é saudável

 

As crianças fazem outsourcing do pensamento, do esforço, da relação social e não se desenvolvem cognitiva e socialmente. As evidências de prejuízo são muitas.

O que é bom e tem qualidade custa dinheiro

 

Uma escola preparada para crianças com necessidades especiais é o ideal mas custa caro. Talvez algumas crianças dessas possam estar preparadas para estar numa turma regular, tendo um acompanhante especializado em permanência que trabalhe com elas -cegos (amblíopes), com algum tipo de paralisia, etc.- mas a maioria, sobretudo se os seus problemas são mais profundos, postos em turmas regulares, não conseguem integrar-se e são um prejuízo para todos, porque a integração não é uma questão de vontade ou boa vontade, é uma questão de desadequação das suas capacidades aos padrões curriculares. O que é bom e tem qualidade custa dinheiro e isso também se aplica à educação, nomeadamente à educação de crianças com necessidades especiais.



Precauções a ter na introdução de IA na educação

 

As Big Tech têm uma mão oculta na investigação, o que quer dizer que pagam a investigadores para inclinarem a investigação a seu favor. É preciso pensa nas tecnologias de IA como drogas farmacêuticas e ter muito cuidado com a sua introdução em crianças e adolescentes.

April 21, 2026

Nisto, Trump acerta

 

E choca ver que, nem a ONU, nem a UE, nem o Papa, são capazes de dizer uma palavra em relação aos horrores bárbaros que as raparigas e mulheres passam no Irão.



Como destruir o maior capital do mundo em menos de ano e meio

 

Michael Weiss

«A Ucrânia tornou-se um adversário formidável da Rússia e continuará a sê-lo. Está também a tornar-se um garante da segurança da Europa e, à medida que esta consciência for crescendo, a Europa tornar-se-á mais forte.»

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A Ucrânia partiu de uma posição de fraqueza face à Rússia e às grande potências e mostrou a força. Ninguém hoje tem dúvidas acerca da formidabilidade da Ucrânia e da sua tenacidade. São um muro em que a Rússia marra, marra mas não derruba - e perde marradores às centenas de milhar. 

Já os EUA partiram de uma posição de maior força e só têm revelado a sua fraqueza nesta guerra a na ligação com Putin. E estão cada vez mais sozinhos porque usam a força, não contra os inimigos, mas contra os seus (já não tanto) amigos..


A esquerda ocidental é uma lástima

 

Obama e o mayor de N.Y fazem-se filmar a brincar com crianças para ficarem muito populares. Os miúdos devem ter uns 5 anos. Uma das raparigas já está amortalhada no pano do ódio às mulheres dos islamitas. Que o mayor de N.Y. vá legitimar a opressão de criancinhas raparigas com hijabs, é uma desgraça mas percebe-se porque ele é um fanático islamita apoiante da sharia, mas Obama? Ir ali nestas condições é igual a dizer: eu respeito e aceito a sharia. Só que a sharia é, em primeiro lugar, a opressão e morte social das raparigas e mulheres. Que desilusão. Ele não sabe que no Irão as raparigas são violadas e mortas a lutar contra essa opressão? Sabe mas não quer saber. Ele quer é ser popular e ser contra Trump. Mais uma desgraça de homem que apregoa a igualdade mas age pela dlegitima a opressão das raparigas.