February 21, 2026

António Barreto está completamente errado neste assunto




Liberdades, crianças e adultos

Deveria deixar-se aos pais o essencial da educação, que sejam eles a determinar o que é bom e o que é mau para os seus filhos.

António Barreto in publico.pt

Acaba de ser aprovado um projecto de lei que proíbe o acesso de menores a um certo número de redes sociais. O projecto é do PSD e teve votos a favor do PS e do PAN. Votaram contra o Chega e a Iniciativa Liberal. 
Abstiveram-se o PCP, o Livre, o Bloco e o CDS. No essencial, condiciona-se o acesso às redes sociais por parte dos menores de 16 anos (antes era de 13), deixando para decisão parental a possibilidade de autorizar abaixo daquela idade. 

O projecto foi aprovado na generalidade, falta agora a votação na especialidade, o que pode ainda mudar muitas coisas. Conforme está, o projecto é feito de boas intenções e ideias erradas. Confere poderes excessivos ao Estado, a quem permite a interferência na vida pessoal e na esfera íntima dos cidadãos. Será ainda um formidável incentivo ao desenvolvimento de canais ilegais e de sistemas clandestinos.

Entre os motivos invocados contam-se o sexo, a pornografia, a violência, o ódio, o racismo, a xenofobia, assim como o encorajamento ao vício do álcool, da droga e do jogo digital. Os defensores de legislação contra as redes invocam ainda, em prioridade, a solidão, a neurastenia, o desleixo, a depressão e a tendência para o suicídio de que os jovens clientes das redes dariam provas.

Além disso, proíbe-se o que se aceita com toda a facilidade nos canais de televisão e da Net. Sexo, pornografia, excesso de violência, assédio, consumo de droga e álcool, banditismo no futebol, poder excessivo do dinheiro, perseguição ideológica, racismo e exploração: tudo isso é visto quotidianamente nos canais de televisão. Combater na escola o que se aceita na sociedade é cínico e inútil.

O dilema é terrível. Ou se confia nos pais, sabendo que muitos são eles próprios passivos ou coniventes com a violência e a pornografia, o vício e o jogo. Ou se entrega a educação ao Estado e a outras instituições públicas, assim destruindo a família e a liberdade individual.


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Em primeiro lugar esta não é uma questão exclusiva de educação parental, é uma questão de saúde pública. A frequência de prostíbulos, a venda de álcool e a interdição de fumar, de consumir heroína ou cocaína já existem na lei para menores (e algumas para maiores) e, no entanto, também são questões que tocam na educação parental dado que atinge os filhos. Não consta que os pais tenham ficado privados de educar os filhos por eles não poderem beber álcool antes de certa idade ou consumir cocaína. Sim, estamos a falar de um dependência parecida à da cocaína com fases de ressaca e de violência de privação em inúmeros casos. 

Ora acontece que estas proibições são todas anuladas, na prática, pelo acesso à internet, nas redes sociais, nos jogos e em outros canais desenhados para atrair e viciar crianças e adolescentes menores em tudo que é violência e comportamentos anti-sociais, práticas de terrorismo, incentivo ao suicídio.

Ao impor condições, limites e proibições de actos e práticas a menores, o Estado não está a tirar a liberdade, nem aos pais de os educarem, nem aos menores. Pelo contrário, está a velar pela saúde pública.

Não é verdade que a TV tenha os mesmos conteúdos que a internet. Os programas não têm 5 ou 6 horas seguidas de extrema violência e pornografia. E a TV é um meio de comunicação familiar.  Os pais ou irmãos estão presentes e podem contextualizar as imagens. Já quando os miúdos estão sozinhos nos quartos a consumir pornografia hardcore ou programas de decapitações ou de mutilações ou suicídios, estão completamente vulneráveis.  

António Barreto está completamente errado neste assunto. Não há aqui nenhum dilema. A ideia de que, ou confiamos nos pais para educarem os filhos como querem ou não há liberdade é uma falsa dicotomia. Os pais podem perfeitamente continuar a educar os filhos e até podem autorizar os filhos a aceder programas violentos. A lei permite que os pais autorizem os filhos a aceder a esses programas, mas ao fazê-lo, agora estão conscientes do prejuízo que lhes causam. 

Portanto, a lei responsabiliza os pais, o que me parece muito adequado.

Se António Barreto fosse professor e lidasse com pais há 30 ou 40 anos não dizia que devemos confiar nos pais para perceberem os estragos que o acesso desgovernado à internet causa aos filhos. António Barreto parece ele próprio não o perceber e fala como se o acesso à pornografia da internet fosse igual ao que ele talvez tenha feito através de revistas quando era adolescente. Não é.

De há uns anos para cá assistimos a alunos cada vez mais viciados nas redes sociais, em pornografia e em violência. Passam 6 a 8 horas por dia a jogar jogos de matar pessoas, a ver pornografia extremamente violenta e a fazer scroll em vídeos de 15 segundos sobre parvoíces. Aos 16 anos são pessoas sem nenhuma autonomia intelectual e com uma pobreza de linguagem assustadora. Um grande atraso cognitivo e linguístico. Às vezes os pais apercebem-se que os filhos se 'estragaram' cognitivamente por causa dos telemóveis, mas não estão dispostos a tomar alguma medida para impedir o uso abusivo dos telemóveis e o acesso a programas desenhados para tornarem os miúdos dependentes. A maioria tem medo de o fazer ou só percebeu o prejuízo já demasiado tarde, quando os miúdos têm 13, 14, 15 ou 16 anos. Nessa altura já não conseguem tirar os telemóveis aos filhos.

Há cada vez mais alunos em psiquiatras por causa do vício dos telemóveis. E continuo a ver pais a porem telemóveis nas mãos dos filhos, às vezes ainda de chupeta na boca.

Por isso mesmo, o Estado intervir e regular o acesso a esse tipo de sites e programas é uma boa notícia. Os pais que ainda não perceberam o prejuízo que fazem aos filhos, passam a perceber e os que já perceberam mas têm medo de tirar o telemóvel aos filhos, têm uma maneira de o fazer.

Isto em nada prejudica a liberdade da educação ou a relação dos pais com os filhos, pelo contrário.

Jogos Olímpicos de Inverno

 

Este ano deu para ver quase todas as modalidades de que gosto. Não só porque os jogos foram num país de fuso horário próximo mas porque calharam em cima da interrupção do Carnaval. Os Jogos de Inverno têm mais modalidade que gosto do que os de Verão. Nos de Verão gosto de ver o atletismo de pista, a natação, a ginástica, o hipismo, o ténis, mas como são muitas vezes na outra ponta do mundo acaba-se por ver tudo no dia a seguir e não tem a mesma piada, falta-lhe a excitação da competição em directo.

Este ano vi muitas competições em directo: a patinagem artística que é sempre excitante por conta do enorme espírito competitivo (nunca vi tantas quedas como este ano); a patinagem de velocidade que é absolutamente espectacular; todo o esqui, mas sobretudo o cross country, que este ano foi feito debaixo de densa queda de neve - imagens lindas; os saltos e o snowboard; o biatlo e o curling, modalidade que aprendi a gostar quando comecei a perceber alguma coisa da estratégia envolvida no jogo.

Os Jogos Olímpicos continuam a ser uma dos eventos, logo a seguir à música clássica, que une pessoas de todos os cantos da Terra e fortalecem o espírito de fraternidade e comunidade que estão sob constante e forte ataque nestes últimos anos, sobretudo por causa da Rússia - mas não só.

Coisas boas - A Ucrânia libertou 300 km² de território

 

A Ucrânia libertou 300 km² de território.


Democracia e dominação epistémica

 


Os teóricos políticos passaram a última década a questionar se as grandes empresas são como mini-governos — se o seu chefe é uma espécie de ditador, se as empresas de tecnologia devem ser democratizadas. Esse é o instinto certo, mas estão a procurar no lugar errado. 
O verdadeiro poder que o Google, a Meta e a OpenAI exercem não é sobre as suas escolhas, mas sobre as condições em que você pensa. Não lhe dizem em que deve acreditar, antes moldam o que você pode encontrar, o que parece plausível, quais as perguntas que parecem valer a pena fazer e, cada vez mais, por meio da IA generativa, elas produzem o próprio material a partir do qual as suas crenças são formadas. Tocqueville tinha uma frase para isso: o «círculo formidável traçado em torno do pensamento». Mill temia a mesma coisa — que quando uma sociedade perde o atrito de ideias genuinamente concorrentes, até mesmo as suas verdadeiras crenças se deterioram em «dogmas mortos», mantidos por rotina e incompreendidos por todos. 
Ambos estavam a responder às revoluções da comunicação das suas próprias épocas. A nossa é mais radical do que qualquer coisa que eles imaginaram, porque, pela primeira vez na história, um punhado de empresas privadas controla não apenas quais ideias circulam, mas a própria infraestrutura da cognição — e fazem isso sem mandato democrático, com transparência mínima e quase nenhuma responsabilidade. 
Chamo isso de dominação epistémica e argumento que é a maior ameaça não teorizada à auto-governança no século XXI.
(...)
De certa forma, a Era da IA tornará as ciências humanas mais importantes do que nunca. Disciplinas que vão da Literatura à Filosofia são necessárias para nos ajudar a responder a perguntas sobre, como podemos encontrar um lugar no mundo quando somos muito menos necessários do que antes e o que significa ser humano quando já não somos os únicos capazes de fazer algumas das coisas que a nossa espécie era outrora capaz de fazer de forma única. 
No entanto, numa época em que a inteligência artificial consegue superar com cada vez mais facilidade os obstáculos que, nas últimas décadas, passaram a definir uma carreira académica nas Humanidades, é extremamente necessário repensar radicalmente a forma como buscamos e transmitimos conhecimento significativo nessas áreas.
(...)
Chamo a isso dominação epistémica — um termo que adaptei de trabalhos recentes em epistemologia pós-colonial e feminista, onde tem sido usado para descrever a imposição de sistemas de conhecimento dominantes sobre comunidades marginalizadas.
(...)
Mais precisamente: dominação epistémica, tal como utilizo o termo aqui, denota a capacidade de um actor moldar arbitrariamente as condições epistémicas — a informação disponível, os enquadramentos operacionais, o leque de interpretações que parecem plausíveis, as questões que são consideradas dignas de serem colocadas — sob as quais uma comunidade política forma as suas crenças, preferências e juízos. 
A ênfase na capacidade é deliberada. Tal como o domínio republicano de Pettit, o domínio epistémico é uma condição estrutural, não um evento. Ele ocorre sempre que um actor possui a capacidade de remodelar o ambiente epistémico à vontade, independentemente de essa capacidade ser exercida ou não em uma determinada ocasião. 
Uma comunidade sujeita à dominação epistémica pode, em qualquer momento específico, desfrutar de um ambiente informativo rico e diversificado. A dominação consiste no facto de que essa condição depende da vontade de outra pessoa — o actor que controla a infraestrutura epistémica poderia, se assim o desejasse, restringir, distorcer ou redireccionar o fluxo de informações, interpretações e enquadramentos dos quais depende o julgamento da comunidade.
(...)
Estou a sugerir, melhor compreendido como um problema de dominação — de controlo arbitrário e irresponsável sobre as condições epistémicas das quais depende a autogovernança.
(...)
A dominação epistémica exercida por meio de motores de busca e plataformas de redes sociais é principalmente uma dominação de selecção: ela determina quais afirmações, argumentos e enquadramentos produzidos por humanos são tornados visíveis ou invisíveis e para quais públicos. 
Essa é uma forma séria de poder, e a análise da opacidade e personalização aplica-se-lhe totalmente. Mas ela continua sendo parasitária em um substrato de produção epistémica humana. 
A forma de dominação epistémica que a IA generativa torna possível é qualitativamente diferente. É um domínio não apenas da selecção, mas da produção — a capacidade de gerar material epistémico plausível em uma escala e velocidade que podem inundar o discurso público, simular a textura de um argumento genuíno e corroer a distinção entre investigação e fabricação. 
Uma empresa que controla tanto a geração quanto a curadoria do material epistémico no qual uma comunidade política se baseia não molda apenas as opiniões existentes que os cidadãos encontram. Ela molda o que há para ser encontrado.
(...)
Este artigo foi deliberadamente mais diagnóstico do que prescritivo. A construção de respostas institucionais à dominação epistémica — respostas que possam garantir o que poderíamos chamar de não dominação epistémica como condição da vida democrática — é uma tarefa que excede o âmbito de um único artigo, mas a forma dessas respostas pode, pelo menos, ser esboçada. 
Elas precisariam abordar não apenas o conteúdo que circula no ambiente epistémico, mas também o controlo da própria infraestrutura. Precisariam garantir que nenhum actor — público ou privado — possuísse a capacidade arbitrária de remodelar as condições sob as quais os cidadãos formam os seus juízos
Em suma, precisariam estender a exigência democrática de não dominação do domínio da tomada de decisões políticas, onde há muito é reconhecida, para o domínio das condições epistémicas, onde ainda não o é. 
O que Tocqueville e Mill compreenderam, e o que temos demorado a lembrar, é que as maiores ameaças à auto-governança são muitas vezes invisíveis precisamente porque operam nas condições do próprio pensamento.



"A Europa cresce em momentos de crise"

 


Dolomitas, Norte da Itália

 

Lauren Winslow-Llewellyn

February 20, 2026

Eva Cruzeiro e Rita Matias concordam uma com a outra em directo na TV

 

Num programa da NOW, ambas concordam e são claras nos erros de Montenegro na gestão da crise relacionada com os estragos da tempestade. A questão dos 10 mil euros que é ridícula, a falta de apoio às pessoas e empresários que perderam tudo. O PRR que afinal se calhar não chega a ninguém.


Isto a mim asusta-me

 


PTRR. Governo quer todas as freguesias com telefones SIRESP e satélite com ligação ao Starlink
Montante global do PTRR só será definido em abril, após ouvir toda a sociedade, e estende-se para lá de 2030, anunciou o primeiro-ministro numa declaração ao País. Reunião com partidos avança dia 24.  DN

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Assusta-me que um trilionário como Musk, um particular, um tipo sem escrúpulos, drogado e desequilibrado mental tenha nas suas mãos o interruptor para permitir que possamos viver ou morrer.
Musk, há coisa de um ano desligou o satélite aos ucranianos e deu-o aos russos e foi uma mortandade entre os ucranianos que ficaram sem 'olhos' na frente da batalha à mercê dos russos. Há um mês deu-lhe para desligar o satélite aos russos e é por isso que os ucranianos têm avançado e dado coças nos russos nestes últimos tempos.
Eu percebo que a Europa andou a dormir e se calhar não temos alternativas mas a mim assusta-me muito que a vida e a morte de milhões de pessoas e o destino de países inteiros esteja nas mãos de uma única pessoa com excesso de poder - e ainda por cima, sem escrúpulos, desequilibrado mental e drogado.

Homem biológico trans aconselha pornografia a crianças pequenas

 

Diz que se eles forem queer a pornografia é educacional. São estas pessoas que agora influenciam políticas e na UE aconselha-se a que se ouçam estas pessoas para se definir o que é uma mulher e eles é que são mulheres e que as mulheres não são mulheres nem engravidam. 


A islamização no coração de Bruxelas

 

Em Bruxelas já querem introduzir legislação para separar as mulheres dos homens. Quem não quer a Europa islamizada e as mulheres destruídas com leis de religiões hiper-patriarcais e islamofascistas do tempo da primeira Idade Média tem de começar a mexer-se, mesmo que sofra o cancelamento da nova esquerda neocolonialista e cobarde. Se a União Europeia serve para destruir os nosso valores e a nossa democracia, que se destrua a União Europeia. Isto é uma loucura. No Irão, todos os dias são violadas e executadas oficialmente montes de raparigas e homens que morrem para se verem livres de um regime de pedófilos islamo-fascistas e nós aqui convidamos-los a entrar e a destruir a nossa casa?


A violência da direita é o mal radical, mas a de esquerda é catita e recomenda-se



Isabel do Carmo (parte 1): “No combate à ditadura tive medo. Mas se não resistisse, morreria aos meus olhos. Perderia a dignidade”

Isabel do Carmo é uma das mulheres que ajudaram a deitar abaixo o antigo regime. Participou nas revoltas estudantis de 62, fundou as Brigadas Revolucionárias, viveu na clandestinidade, esteve presa duas vezes e, na fase do PREC, esteve 4 anos em prisão preventiva, o que a levou a fazer uma longa greve de fome. Em 2004 recebeu de Jorge Sampaio o grau de grande oficial da Ordem da Liberdade. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça. expresso
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Isabel do Carmo perdia a dignidade se não fosse membro de um grupo que se dedicava a roubar bancos e a assassinar pessoas. É isso... essa é a definição de dignidade humana.
E veja-se como o Expresso a apresenta, "Participou nas revoltas estudantis de 62, fundou as Brigadas Revolucionárias", como se os protestos de estudantes fossem equivalentes a congeminar uma organização terrorista de roubos e assassinatos.
Salazar mandava prender pessoas e até mandou matar um ou outro opositor e isso é o mal radical, mas Isabel do Carmo e seus correligionários terroristas, roubavam bancos e assassinavam os opositores, e isso é catita e até levou uma medalha do presidente alcoólico que um dia advogou a escravidão dos professores (trabalhar 10 horas por dia na escola e depois ir para casa e ficar ao serviço online de alunos e pais).
E o Expresso, o jornal do irmão, promove estas merdas como grandes marcos da democracia e aconselha a ouvir o podcast com a fulana - o que é o mesmo que aconselhar ouvir um podcast com um qualquer bandido russo que anda a roubar e bombardear civis.
Isto é a esquerda portuguesa que manda no país desde o 25 de Abril. Glorificam a violência, desde que seja dos amigos de esquerda. É outro tipo de pocilga.

February 19, 2026

"Yours Eternally"

 

A monarquia britânica, AD/DA (antes de Andrew/depois de Andrew)


A monarquia britânica acaba de mostrar aos Estados Unidos que o poder pode enfrentar as consequências sem derrubar a instituição.

A Polícia de Thames Valley apareceu em Wood Farm, na propriedade do rei em Sandringham e prendeu Andrew Mountbatten-Windsor. Não prendeu «Sua Alteza Real» ou «O Duque de York». Apenas Andrew Mountbatten-Windsor. 

Dizem as notícias que o palácio não foi avisado. Não acredito. A última vez que a Inglaterra prendeu um membro da família real, Carlos I, foi em 1647 e não acabou nada bem.

Na semana passada, sem nenhuma cerimónia, sem nenhum debate ou consentimento, «o Governo de Sua Majestade» foi substituído por «o Governo do Reino Unido». Não é um pormenor. O governo já não governa em nome de «Sua Majestade». Não sei se seria possível, legalmente, o governo de «Sua Majestade» prender o irmão do rei sem ser por ordem de «Sua Majestade» e passa-me pela cabeça que o rei foi posto entre a espada e a parede neste assunto e que tudo terá sido muito discutido antes da prisão do irmão. Prece-me uma grande coincidência, sobretudo porque não foi dado nenhum destaque a esta passagem de poder real do rei para o Parlamento.

Se foi, o seu irmão Andrew causou um mal irreparável à Monarquia Britânica. É o fim, inglório, de mais de 1000 anos de Monarquia onde o rei se posiciona acima dos partidos e das facções sendo um repositório das aspirações do povo e influencia o governo no sentido do povo e não dos partidos. Agora o governo é dos partidos, das facções e não tem que ouvir o rei. Uma pena.

Andrew é um desses indivíduos (como Trump) que são educados no absoluto privilégio e andam pelo mundo como se não tivessem deveres para com ninguém. Como é que as filhas podem perdoar ao pai ter andado a violar raparigas menores traficadas?

Maria Farmer — a primeira sobrevivente conhecida a denunciar Epstein e Maxwell — emitiu uma declaração que causou um impacto tremendo: «Hoje é apenas o começo da responsabilização e da justiça trazidas por Virginia Roberts Giuffre... Vamos agora exigir que todas as peças do dominó do poder e da corrupção comecem a cair.»

Seja como for, a Inglaterra tem mostrado que é uma democracia no que respeita à responsabilização do poder. E isso é admirável. E uma lição para os EUA que passam o tempo a criticar as democracias europeias.

Eles não escondem as suas intenções

 

Keir Starmer não trafica raparigas menores mas está disposto a sacrificá-las


Para manter amizade com os islamitas?

da pocilga americana

 

É o presidente deles...


Texas - os islamitas infiltram as escolas públicas com hijabs e sharia

 

A islamização do Ocidente.

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800 euros de multa por violar crianças e adolescentes

 

Ele fala na lei multar pessoas que têm relação sexual com menores de 11 e 14 anos. Só que não há relações sexuais com pessoas de 11 e 14 anos. O que há é violação pedófila. E depois pagam 800 euros de multa e vão à sua vidinha. Uma das rapariguinhas atirou-se de uma ponte e a sua cabeça foi encontrada a 3 metros do corpo. A pedofilia e o tráfico de crianças e raparigas é um polvo com tentáculos em todo o mundo.


da pocilga americana - Se um princípe pode ser preso, um presidente também

 

Um presidente, um banqueiro, um ministro, um bilionário, etc. O caso Epstein não é 'apenas' um caso de violações de raparigas e meninas, é também um caso de tortura e de assassinatos. Muita gente ligada a esta pocilga como investigadores ou denunciantes tem sido assassinada. A primeira pessoa a denunciar foi uma modelo nórdica. Foi enfiada numa instituição para doentes mentais. Ainda agora estamos na pontinha do iceberg.