July 03, 2026
A nova educação empática e inclusiva
Aquela que despreza conhecimentos, esforço e responsabilidade e promove a validação do subjectivismo sentimental começa a mostrar as suas credenciais. Quem não se lembra daqueles médicos que não tendo a nota mínima exigida para entrarem na especialidade, puseram um processo à universidade em questão por crime de falta de empatia e prejuízo de felicidade ao negarem-lhes entrada?
🇺🇸 Holy shit! Arizona toddler declared dead by a doctor after a pool incident was later found breathing in the hospital morgue, over 5 hours later.
— Mario Nawfal (@MarioNawfal) July 3, 2026
Police reports and bodycam show officers saw signs of life multiple times, but they were ignored.
Now fighting for recovery with… pic.twitter.com/WIu8AczOqq
Desde quando é louvável planear a morte de milhares de crianças?
Porque é que ninguém condena o Hamas por planear a chacina das suas próprias crianças e doentes? Porque é que a condenação é feita a Israel, que está a defender o direito à sobrevivência quando bombardeia túneis infestados de armas e terroristas e ninguém condena os palestinianos por planearem o uso de crianças como alvos a abater e glorificarem essa estratégia de sacrificar as suas crianças? Onde está a condenação da ONU, da UE pela violação criminosa e obscena dos direitos das crianças e dos doentes, ao pô-los em escolas e hospitais por cima de túneis por onde circulam os terroristas com os seus depósitos de armas? A ONU apoia o uso da morte planeada de crianças como argumento de guerra? Isso agora é louvável? É que a maneira como a ONU de Guterres fala do assunto e mesmo a UE, os elogios que fazem aos palestinianos e o modo como os promovem, parece que admiram a estratégia. Quem é que aqui planeou a chacina de crianças, mulheres e doentes ao pormenor? O Hamas. Imagina-se alguma outra cultura capaz de mandar as crianças e as mães para a frente de batalha e celebrar a sua morte como uma vitória sobre o inimigo que juraram eliminar por completo?
Piers Morgan spent the entire interview trying to bully Kemi Badenoch into apologising for supporting Israel.
— Liza Rosen (@LizaRosen0000) July 3, 2026
She didn’t blink. She didn’t bend. She simply refused to apologise for not hating the Jewish state.
pic.twitter.com/XZLyY6dClI https://t.co/Hn3I3suaVP
O guterrismo cheira mal como la mierda
A ONU de Guterres negava a pés juntos que a UNRWA estivesse infestada de terroristas do Hamas e, de repente, sem anúncio para ver se passava despercebida, despediu 70 funcionários ligados ao Hamas.
Esta semana toda a gente viu a fulana que Guterres pôs a investigar a extrema violência sexual dos palestinianos no 7 de Outubro e que negou haver violência por "não ser especialista em vídeos", olhar com desprezo uma sobrevivente israelita desse ataque terrorista.
O guterrismo é o paradigma da hipocrisia e da cobardia moral.
E os russos? Esta semana saiu um relatório da ONU de Guterres a afirmar que a Rússia é culpada de milhares de crimes de guerra graves. Onde está o afastamento da Rússia da Conselho de Segurança ou dos orgãos dos Direitos Humanos...? Pois, não está. Continuam lá como se nada fosse.
For years, the media called Israel paranoid.
— Hananya Naftali (@HananyaNaftali) July 2, 2026
But today, UNRWA just quietly fired 70 of its employees in Gaza because they were linked to terror organizations.
Israel was right all along. Why is the world still funding an agency that employs terrorists? It is time to defund… pic.twitter.com/uogKTZ708s
Obrigada Peskov, vivemos para seguir os conselhos de um kapo...
De facto, a sabotagem do gasoduto
Kremlin: sabotagem do Nord Stream deve pesar na adesão da Ucrânia à UE
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse nesta sexta-feira que a União Europeia (UE) deve ter presente que Kiev foi capaz (alegadamente) de atacar activos estratégicos de um Estado-membro quando estiver a discutir o processo de adesão da Ucrânia.
Há partidos na AR que trabalham para se representarem si e não o povo
Nem confirmação nem alterações: sanção de perda da nacionalidade travada na AR
Só o Chega votou a favor da confirmação. A AD e o liberal Rui Rocha foram os únicos a votar a favor das propostas de alteração avançadas por PSD e CDS. Ambas ficaram pelo caminho.
Público
Sr. ministro: já considerou a hipótese de incompetência grosseira das instâncias que organizam os exames?
Primeiro foi o caso do exame de Português ter uma pergunta copiada de um livro de resumos - uma vergonha... depois o modo como decorre a classificação de exames. A Fenprof disponibiliza uma minuta para salvaguarda do professor classificador. Pela minuta e pelas recomendações de guardar todas as comunicações, enviar tudo com o email da salvaguarda de responsabilidade, etc. percebe-se a dimensão dos erros (ou incompetência) da equipa que ficou responsável pelo processo: desde imagens ilegíveis a falta de folhas nas respostas, passando por estar o tempo da classificação a correr e ainda não haver critérios de resposta fixos, há de tudo um pouco.
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Através do uso da minuta, fica expressamente salvaguardado que qualquer erro, omissão ou eventual prejuízo que venha a ocorrer no resultado da classificação não pode, nas circunstâncias que marcaram o processo, ser imputado ao professor classificador, por resultar de fatores totalmente alheios à sua atuação e sobre os quais não teve controlo.
É fundamental que este documento seja enviado aos destinatários identificados — JNE, EduQA e MECI — no momento da entrega ou do envio das classificações, acompanhado da documentação comprovativa das dificuldades enfrentadas: ordens de serviço, mensagens de correio eletrónico, capturas de ecrã de acessos falhados, registos de indisponibilidade das plataformas e quaisquer outros elementos de prova considerados relevantes.
Esta iniciativa constitui um legítimo ato de protesto e, simultaneamente, uma exigência de respeito pelos professores que, mesmo perante condições de trabalho impróprias, continuam a desempenhar as suas funções com elevado sentido de responsabilidade e dedicação.----------
Ex.
mo Senhor
Presidente do Conselho Diretivo do EduQA
C. c.: Ministro da Educação
Júri Nacional de Exames
Nome completo, docente contratado / do quadro de zona pedagógica / do quadro de agrupamento de escolas / do quadro da escola do grupo de recrutamento _____, em exercício de funções docentes no Agrupamento de Escolas de / na Escola. ____________, residente em ______________________, tendo tomado conhecimento, através de comunicação eletrónica datada de __/__/2026, da convocatória para a correção da 1.ª fase do Exame Nacional de ____________, código ___, vem, pelo presente, comunicar as condições em que as respostas lhe foram disponibilizadas e a forma como decorreu a tarefa de classificação, nos termos e com os fundamentos que se passam a identificar:
1. O/A declarante deu cumprimento à ordem que lhe foi transmitida pela Direção do Agrupamento de Escolas / Escola supramencionada, não lhe podendo ser imputada qualquer responsabilidade por prejuízo causado ao interesse público, uma vez que, no universo das ____ respostas que lhe foram atribuídas para correção através da Plataforma de Classificação e Supervisão (PCS) do JNE/EduQA, se verificaram as seguintes irregularidades, alheias à sua vontade e ao seu controlo:
a) Ao/à declarante foram disponibilizadas ___ páginas com baixa resolução de imagem, o que impediu a devida legibilidade das respostas;
b) Em ___ páginas atribuídas, ___ respostas estavam incompletas, não se fazendo acompanhar das respetivas folhas de continuação;
c) Aquando da receção das respostas para correção, decorria o prazo de esclarecimentos/concertação dos critérios de classificação, pelo que foi necessário aguardar pelo dia __ de julho, data da publicitação da versão definitiva dos critérios de avaliação;
d) À data da receção das respostas para correção, na área destinada na plataforma PCS para a classificação digital, os critérios gerais de avaliação não estavam disponíveis, impedindo o conveniente acesso aos níveis de desempenho e respetivas pontuações definidas para cada um dos parâmetros a classificar;
e) Não se mostram reunidas, quanto ao professor declarante as condições e requisitos previstos no artigo 3.º do Despacho n.º 18060/2010, de 2 de dezembro, para o exercício da função de classificador do exame em causa;
f) O tempo de correção legalmente previsto não foi respeitado, encontrando-se comprometidos quer o tempo efetivamente disponível, quer a celeridade exigível ao processo de classificação;
g) (…)
2. Assim, a impossibilidade de classificação, a dificuldade de organização dos exames, ou mesmo a inviabilidade de correção total ou parcial dos exames, ocorreram por factos alheios ao/à declarante e pelos motivos acima identificados, não tendo este contribuído, por ação ou omissão, para tal resultado.
3. Em face do exposto, não se mostravam asseguradas, no caso concreto, as condições materiais e funcionais necessárias ao adequado exercício da função de classificador, comprometendo-se, por isso, a regularidade, a celeridade e a eficiente exequibilidade da tarefa de classificação.
4. Com efeito, nos termos do artigo 177.º, n.ºs 1 e 2, da LTFP, qualquer trabalhador que cumpra ordens ou instruções de serviço fica excluído de responsabilidade pelas consequências da respetiva execução quando, considerando-as ilegais, irregulares ou materialmente inexequíveis, delas tenha reclamado ou exigido a correspondente confirmação por escrito, como ora sucedeu.
5. No mesmo sentido dispõe o artigo 271.º da CRP, segundo o qual a responsabilidade pelas ordens executadas recai sobre quem as emite, sempre que o executante haja reclamado ou exigido a sua transmissão por escrito.
6. Assim, não se encontravam salvaguardadas, no presente caso, as condições indispensáveis ao cabal cumprimento da tarefa de classificação dos exames, nem pode ser imputada ao/à declarante qualquer responsabilidade, disciplinar ou outra, por erro, omissão ou prejuízo que venham a ocorrer no resultado da classificação, por se tratar de factos estranhos à sua atuação.
7. De facto, as circunstâncias, totalmente alheias à atuação do/da declarante, comprometeram, total ou parcialmente, a possibilidade de proceder à classificação dosexames em condições de rigor, o que ocorreu pelos motivos acima identificados, não tendo o professor contribuído para tal.
Nestes termos, vem o/a declarante dar conhecimento a V. Ex.ª de tudo quanto antecede, para os efeitos tidos por convenientes, designadamente para salvaguarda da sua situação de classificador e da correta apreciação da situação acima expendida.
Local, data
O/A declarante
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July 02, 2026
Zelenskyy's update
Unfortunately, there is a shortage of anti-ballistic capabilities – a shortage of Patriots – while Putin still intends to “vanquish” residential buildings rather than end his war.
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) July 2, 2026
We have been discussing licenses for the production of Patriots with the U.S. Administration for a… pic.twitter.com/jAA95ITkcD
Chega sempre tudo tarde e a más horas
MilitaryNewsUA🇺🇦
❗️«Se os nossos parceiros tivessem cumprido a tempo o que prometeram, hoje poderíamos ter salvado casas e pessoas. Isto é um grande problema», — Zelenskyy.
Absolutely right
“The problem with Nord Stream 2 is not that it was blown up. The problem is that it was built.”- Donald Tusk
Isto serve que propósito?
Horror! The moment a Russian drone struck a swimming pool in Zaporizhzhia while swimmers were inside.
— Jürgen Nauditt 🇩🇪🇺🇦 (@jurgen_nauditt) July 2, 2026
Russia: We only attack military targets.
No, you don't. You filthy terrorists attack exclusively civilian targets and have already committed over 230,000 war crimes.
Filthy… pic.twitter.com/thlT42bZw8
Canícula
Canícula
Quando até os pelos do corpo
me doem
e as horas derretem-se
em caldas de tempo
que não foi,
sei que poderia matar na praia
um árabe
ou aceitar a eternidade no inferno
gelado de Dante.
(...)
Há alguma vacina para estes vídeos de 20 segundos?
São mesmo perigosos. Vê-se um e depois fica-se ali um ror de tempo perdido e só de vez em quando se apanha algo com 15 segundos de interesse. Este trecho de música é mesmerizante. Embala.
Os russos começam o dia com uma bomba em cima de civis ucranianos
O Kremlin, onde essa gente planeia o terrorismo dia após dia, não é um alvo legítimo?
At 7 a.m., as people were heading to work, Russians deliberately attacked a public bus with a drone in Kherson's Central District.
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) July 1, 2026
Two people were killed.
Nine others were injured, including a nurse from one of the city’s healthcare facilities.
Human safari... pic.twitter.com/Qm4Um4mQT1
E acabam o dia com mais outras, para irem deitar-se satisfeitos de terem morto mais civis.
A European capital is on fire because Russia spent the night firing missiles at civilians in their beds.
— Caolan (@CaolanReports) July 2, 2026
Kyiv is full of smoke. People are buried under rubble.
This is terrorism. pic.twitter.com/ZvEqmxMmxu
Archi-Pélagos
O «arqui-mar»
No início, havia o mar Egeu.
Este «pequeno Mediterrâneo» grego, salpicado por duas mil ilhas. As mais conhecidas são as «Cíclades», assim chamadas porque parecem formar uma espécie de círculo [κύκλος (kuklos)] em torno de Delos, como que para honrar esta ilha sagrada. Em grego, «mar Egeu» podia, entre outras formas, ser designado por Αἰγαῖον πέλαγος [Aïgaïon pélagos] [literalmente: «o alto mar Egeu»].
Os venezianos, que controlavam a zona no século XII, adoptaram a expressão Αἰγαῖον πέλαγος [Aïgaïon pélagos] e italianizaram-na para «Arcipelago» [início do século XIII] = «mar Egeu». A palavra passou para o francês, tornando-se «Archepélague» [século XIV] = «mar Egeu», depois «archipellegue» [século XVI] no sentido lato de «mar salpicado de ilhas»; o que resultou em «archipel» [início do século XIX] = «conjunto de ilhas».
Mas como explicar a transição de «arci-» para «archi-»? Uma hipótese: sob a influência das palavras com «archi-»* [de ἀρχή (arkhè) = «começo» / «comando»], o mar Egeu, o «Archi-pélago»**, o «archi-mar», era de certa forma considerado como o mar dos mares ou, melhor ainda... a mãe dos mares!
** Note-se que outras línguas mantiveram uma forma mais próxima do original. Por exemplo, em inglês: «archipelago»; em espanhol: «archipiélago»; em romeno: «arhipelag», etc. Em russo, a palavra diz-se архипелаг [arkhipelag]. Cf. o famoso livro de A. Solzhenitsyn, que denuncia o sistema de campos de concentração soviético, publicado em francês em 1973, intitulado «L’archipel du GOULAG». Em russo, o título soa melhor, com uma rima interna: Архипелаг ГУЛАГ [Arkhipelag GOULAG].
Benoit Grimonprez (amigos do grego e do latim)
Insónias? Yo-Yo Ma e Fritz Kreisler
Que amava a música e a humanidade.




