May 27, 2026

Público: especialista em títulos enganadores

 

Novas regras de acesso ao superior restringem entrada de estudantes com deficiência

Regulamento passou a exigir um único critério para o contingente de estudantes com deficiência: atestado multiusos com incapacidade superior a 60%. Famílias temem exclusão de alunos com doença grave.

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O Público dá a entender que os alunos com deficiência não vão poder ter acesso ao ensino superior. É falso. 

O que acontece é que, até agora, para além dos atestados de incapacidade, que são passado por uma junta médica, os estudantes podiam apresentar como comprovativo, terem sido sujeitos a medidas adicionais de suporte à aprendizagem nas escolas. 

O que são medidas adicionais de suporte à aprendizagem? São medidas que foram criadas para dar apoio a casos específicos de alunos que têm certas características. Por exemplo, um aluno com dislexia, tem direito a que não lhe contabilizem os erros ortográficos (ou certos erros) na avaliação; ou um aluno bipolar tem direito a certas medidas de apoio; ou um aluno fortemente medicado para a depressão ou ansiedade, o que agora começa a ser mais ou menos comum. Há médicos que carregam tão fortemente esses miúdos de medicação anti-depressiva que eles andam meio zonzos e deixam de conseguir concentrar-se. Estes últimos casos costumam ser temporários mas precisam de um trabalho e avaliação algo diferenciados.

O que acontece é que essas medidas foram generalizando-se, ao ponto das escolas terem equipas enormes só para isso e foram 'inventado' razões para essas medidas. Há turmas de 30 alunos onde uns 20 têm medidas adicionais. Um professor com 6 ou 7 turmas pode ter uma centena e meia de alunos com medidas, para os quais têm de preencher, um a um, um documento com 200 parâmetros ou mais, por tudo e mais alguma coisa, o que lhe retira qualquer valor pedagógico que pudesse ter. Há reuniões onde só se preenchem cruzes em vez de se falar dos alunos e de como resolver problemas.

Mais, como os pais vêem uns a ter testes mais curtos ou mais fáceis por terem essas medidas, agora há um rodopio a clínicas que vivem de passar atestados para que os meninos possam ir sempre passando sem incómodos. Um aluno tem mau comportamento? Aplicam-se medidas de apoio à aprendizagem!! Até o mau comportamento que os alunos trazem de casa é um problema para o professor resolver na aula. Não ãbeneficia nada os alunos, em geral e apenas um controlo da escola sobre os professores. É absurdo. Há colegas que pensam que estes absurdos são obrigatórios por lei...

Gerou-se um enorme abuso. Há pais que dizem, 'o meu filho tem um piquinho (assim mesmo) de défice cognitivo e precisa de medidas; ou tem hiperactividade. Pedimos o documento médico comprovativo. Muitas vezes não têm, e dizem que sempre tiveram essas medidas sem nenhum documento. É aí que aparecem as clínicas de psicólogos que 'dão' atestados de qualquer coisa a precisar de medidas adicionais como pãezinhos quentes. Porque os alunos com dislexias e outros problemas desses, têm documentos, às vezes desde a escola primária, que é logo quando se detectam. Já fazem exames diferentes dos outros.

E há médicos sem juízo. Já me aconteceu, por várias vezes, médicos escreverem-me um papel a dizer, 'fulano de tal está doente e tem permissão para faltar períodos prolongados. Não devem ser-lhe marcadas faltas às ausências nem deve ser avaliado'!! E quando digo às mães que isso é ilegal, que não é possível um aluno faltar sem justificações, para além das determinadas na lei, e que não pode, não ser avaliado, mais do que um período escolar, ficam surpreendidas e respondem, 'mas foi o médico que mandou'. Pois, mas o médico não dita regras à escola e aos professores, quem o faz é a legislação em vigor e o ME.

Portanto, não é verdade que se queira prejudicar os deficientes e o Público mais uma vez manipula. Será verdade que à conta destes abusos, haverá alguém que cai pelas frestas da lei e é preciso pensar nesses, como o relatado neste artigo, do adolescente com uma doença rara, mas não acredito que seja verdade que não aceitar os milhares e milhares de alunos com medidas adicionais que agora são um exército nas escolas, seja pensado para prejudicar deficientes.


A China, que pode parar a raiva assassina de Putin, já, também é cúmplice destas matanças de civis

 

Os EUA são grande cúmplices do terrorismo russo. Uma mancha de que nunca se irão livrar.


Um deputado da Duma fala da situação na Rússia

 

Putin tem medo de todos e todos têm medo de Putin. Tem havido prisões de altos funcionários do regime. Purgas. Entraram em modo de sobrevivência. Cheira a fim de regime.

Não somos islamofóbicos por não querer isto aqui na nossa terra

 

Nem sequer numa escola particular. 


Não somos islamofóbicos por não querer isto aqui na nossa terra

 

Nem sequer numa pequena comunidade isolada. Não andamos a lutar pelos direitos das pessoas e das mulheres para depois, absurdamente, concordarmos em que algumas pessoas pode ser escravizadas e tratadas como sub-humanas desde que sejam poucas.


Não somos islamofóbicos por não querer isto aqui na nossa terra

 

Nem sequer numa pequena comunidade isolada. Não andamos a lutar pelos direitos das pessoas e das mulheres para depois, absurdamente, concordarmos em que algumas pessoas pode ser escravizadas e tratadas como sub-humanas desde que sejam poucas.


Bigamia e poligamia têm benefícios fiscais em Inglaterra

 

São proibidas por lei há centenas de anos, mas a Inglaterra abre uma excepção para islamitas, essas vítimas, que podem ter o número de escravas sexuais esposas, de qualquer idade, que queiram. Não só podem, como o governo paga-lhes mais subsídios que ao comum mortal para ajudar a manter as escravas sexuais esposas, muitas vezes crianças. A Inglaterra está perdida mas não somos islamofóbicos por não querer aqui na nossa terra práticas esclavagistas e misóginas de que nos livrámos, a custo.


Campanha para vender Portugal ao turista





Venha conhecer profundamente Portugal. Comece pelo aeroporto. Passe um dia inteiro no aeroporto e observe cuidadosamente os locais na azáfama de desemperrar o eternamente emperrado desde Afonso Henriques. Desfrute de longas horas para observar cuidadosamente as placas distribuídas e as costas da pessoa à sua frente antes de sentar-se no chão. Pense nessa visita como uma preparação à fila de 5km para subir ao castelo de S. Jorge. Depois, temos hotéis preparados para que possa dormir um dia inteiro e recuperar da extensa visita ao aeroporto com as suas excentricidades. 


“A maior fila da minha vida”: jornalista da CNN denuncia “caos” no aeroporto de Lisboa

Expresso
Clarissa Ward

"Caos no Aeroporto de Lisboa hoje. E quando digo caos é mesmo caos”. A afirmação é de Clarissa Ward, jornalista e editora chefe de correspondentes da CNN, em publicação no seu perfil de Instagram, onde mostra em vídeo a sua experiência ao tentar embarcar no voo de ligação a partir de Lisboa.

“A maior fila em que já estive na vida”, continua Clarissa Ward, que atribui aonovo sistema de entrada/saída (EES) das fronteiras da União Europeia (UE) a responsabilidade por ter estados horas em duas filas para recolha dos dados biométricos e ter perdido o voo.

Clarissa Ward escreve ainda na publicação que está a ser dada prioridade a passageiros da TAP em risco de perderem os seus voos. Passageiros de outras companhias estão a perder ligações, relata a jornalista da CNN, que afirma ter visto muitas pessoas idosas e famílias com crianças pequenas a esperar horas e horas na fila para que sejam registados, e depois lidos, os seus dados biométricos.

Ao mostrar em vídeo o tamanho da fila de passageiros com passaporte não europeu que se preparavam para deixar Portugal, a jornalista mostrou-se surpreendida e descreveu o novo sistema como um “desastre”.

Segundo a página da Comissão Europeia que esclarece o funcionamento do sistema EES, os dados de cada passageiro não residente na UE ficam guardados durante três anos a partir da data do primeiro registo. Mas relatos de vários passageiros indicam que, ao viajarem na Europa, tem-lhes sido exigido o registo dos dados biométricos em que cada viagem.

No início da semana passada, quando as filas para recolha de dados biométricos se adensaram, sobretudo no aeroporto de Lisboa, o Ministério da Administração Interna admitiu "falhas pontuais dos sistemas informáticos, obras em curso em algumas áreas operacionais e o elevado volume de passageiros concentrados em curtos períodos de tempo".

A Comissão Europeia negou na semana passada que o problema seja o novo sistema de entrada/saída (EES) das fronteiras da União Europeia, já que o registo dos dados deve demorar pouco mais de um minuto.

A voracidade da banca[rrota moral]




Sindicatos da UGT defendem que os bancos se estão a financiar à custa da Segurança Social na hora de pagar pensões de reforma a bancários, e pedem clarificação legal. Também há uma petição do SNQTB.

Público

Tema da reforma dos bancários chegou formalmente à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, neste mês de Maio ANTÓNIO PEDRO SANTOS / LUSA

Sindicatos da UGT defendem que os bancos se estão a financiar à custa da Segurança Social na hora de pagar pensões de reforma a bancários, e pedem clarificação legal. Também há uma petição do SNQTB.

É uma luta com algum tempo, anos até, mas agora chegou a vez de envolver politicamente o Governo: os sindicatos da banca afiliados da UGT decidiram pedir a intervenção da ministra do Trabalho e do director-geral da Segurança Social na luta contra os bancos no que diz respeito às pensões de reforma. Defendem que as instituições estão a ficar com dinheiro pago pela Segurança Social, penalizando tanto os pensionistas do sector como os seus trabalhadores no activo. Um assunto que também está a ser alvo de uma petição, para apresentar aos poderes políticos, por parte do sindicato dos quadros bancários, não afiliado à central sindical.

“A banca está a apropriar-se de verbas da Segurança Social para cortar encargos que lhe pertencem, penalizando bancários e reformados”: a acusação, feita em declarações ao PÚBLICO, parte de Helena Carvalheiro, presidente do Sindicato dos Bancários do Centro (SBC), e está na base da actuação junto do Governo, ao lado do Mais Sindicato e do Sindicato dos Bancários do Norte (SBN), todos ligados à UGT.

O ponto de partida é a forma como se articulam o Acordo Colectivo de Trabalho e as regras da Segurança Social, uma mistura que afecta os trabalhadores admitidos até Março de 2009 (a partir daí já só estão sob a Segurança Social, porque os fundos de pensões fecharam a novas inscrições) e os reformados a partir de Janeiro de 2012 (podem receber dos fundos de pensões dos bancos e da Segurança Social). “Existe um silêncio na lei que tem permitido aos bancos criarem uma interpretação feita à sua medida, misturando os dois sistemas em proveito próprio”, acusa Helena Carvalheiro, sobre um tema em que o sector bancário tem rejeitado as acusações, já que argumenta que cumpre a legislação. Nem todos os bancos estão aqui em causa, já que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Crédito Agrícola, por exemplo, têm regimes específicos.
Sem avaliação

O acordo que foi fechado em 2010 entre o sector, via Associação Portuguesa de Bancos, a Febase (Federação do Sector Bancário, que junta estes três sindicatos) e o então Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social previa que a articulação entre os dois regimes fosse sendo avaliada através de um grupo de trabalho, que, diz a sindicalista, nunca chegou a ser constituído.

Por discordarem da articulação, seguiu uma carta assinada pelos líderes dos sindicatos da UGT (central sindical que não chegou a entendimento com o Governo na reforma laboral) dirigida a Rosário da Palma Ramalho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, para convocar, “com a máxima urgência”, o grupo de trabalho tripartido para debater essa revisão. Os sindicatos alinharam uma outra missiva destinada a João Grossinho Gonçalves, director-geral da Segurança Social, pedindo “que se pronuncie formalmente” sobre os “três grandes problemas” que dizem existir nesta articulação de regimes, acusando os bancos de se financiarem via dotações da Segurança Social.

Em primeiro lugar, há o tema das “carreiras longas contributivas”, em que os sindicatos defendem que os anos em que houve descontos contributivos além dos 35 anos (o limite máximo da tabela bancária) não estão a ser contabilizados para reforçar o valor recebido na reforma: dizem que a Segurança Social paga aos bancos o valor total tendo em conta todos os anos trabalhados, mas depois os bancos deduzem o correspondente aos anos além dos 35 anos previstos no regime bancário. “Em vez de reforçar a pensão do reformado, é usado para reduzir a parcela [a pagar ao reformado pelo] banco”, acusa Helena Carvalheiro.
Receber 4%, dar 2%

Em segundo lugar, há os aumentos anuais: quando a Segurança Social sobe as pensões acima da tabela da banca (que é negociada, em cada ano, directamente com as instituições para trabalhadores no activo e reformados), os aumentos das pensões de reforma são feitos com base no percentual definido pela banca e não pela Segurança Social: ou seja, este regime paga ao banco o correspondente ao aumento da pensão geral (por exemplo, 4%), mas depois o banco paga só ao reformado o correspondente ao aumento definido naquele ano para os trabalhadores (por exemplo, 2%). “O banco paga 2%, e o resto [dos 4% recebidos da Segurança Social] fica a favor do banco”, exemplifica a sindicalista. Neste caso, também pode ocorrer o contrário, em que os bancos acabem por pagar acima da Segurança Social, nos anos em que os aumentos no regime geral sejam inferiores.

Já o terceiro ponto tem que ver com os descontos e, por isso, afecta directamente os actuais trabalhadores: a integração na Segurança Social previu pensões com base no desconto sobre toda a matéria contributiva, incluindo todos os complementos e prémios, mas os bancos continuam a calcular a pensão apenas com base no nível e nas diuturnidades, independentemente da divisão da carreira consoante os regimes.

Os tribunais já pressionaram os bancos para que corrigissem o acerto de pensões em 2023, para assegurarem pagamentos proporcionais consoante o tempo em cada regime, mas ficaram questões por resolver e esclarecer na legislação. Esta acção dos sindicatos da Febase ocorre ao mesmo tempo que o Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB), independente e não associado a nenhuma central sindical, promove um abaixo-assinado em “defesa das pensões dos bancários”, para responder a estes e a outros problemas de interpretação da articulação dos regimes. Até ao fim do mês estão a ser recolhidas assinaturas, para depois a petição ser apresentada à Assembleia da República, onde poderá ser discutida, e também dirigida ao Governo e ao Presidente da República.

"Antissemitismo"



Antissemitismo, o silêncio que nos vai matando

Paulo Mendes Pinto

Esta mesma frase, pintada noutro local, poderia ser entendida de outra forma. Aqui, na sinagoga de Lisboa, não poder ser outra coisa senão um crime de ódio racista e antissemita.

Vêm de muito longe as raízes do antissemitismo português. Em 1904, quando a sinagoga de Lisboa era inaugurada, passavam mais de 400 anos desde que o judaísmo fora proibido em Portugal, apesar de uma parte significativa da população em 1496, data desse infame decreto, ser judia.

Localizada na Rua Alexandre Herculano, esse que era o primeiro espaço religioso judaico construído em Portugal desde esse decreto criminoso, não podia ter fachada virada para a rua para não “ofender os olhares” dos transeuntes, naturalmente católicos. Era o que dizia a lei e, por isso, a sinagoga Shaaré Tikvá (Portas da Esperança) foi construída num logradouro, escondida por detrás de um edifício também ele projetado pelo arquiteto Ventura Terra.

Foi na fachada desse edifício, que teve em 1904 a função de esconder a sinagoga, não fosse algum católico ficar ofendido por ver um templo de outra religião, que, na noite de 20 para 21 passado (maio de 2026), alguém, pelo que sei, ainda não identificado, pintou a frase “Free Palestine from the river to the sea”.

Nunca é demais alertar para a dificuldade que muitos de nós demonstram ter ao baralharem uma posição de crítica legítima, e mais que justificada, contra uma política de uma liderança israelita, e uma oposição frontal à existência do Estado de Israel. São duas posições em nada próximas, uma democrática, a outra já no campo da negação a um direito estabelecido internacionalmente e, sem dúvidas, a resvalar para uma posição antissemita.

É claro que a situação que se passou em Lisboa há poucos dias é mais complexa, ainda. Muitos poderão dizer, e com razão, que semelhante afirmação categórica é feita pelo partido Likud – partido do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu – quando dizem, sem necessidade de entrelinhas, que “entre o mar e o rio Jordão só haverá soberania israelita”. Em ambos os casos, é a inibição à existência do outro que se materializa nessa afirmação territorial de exclusividade entre o Jordão e o Mediterrâneo.

Nunca uma afirmação pode justificar outra de igual valor, mesmo quando usando quase o mesmo vocabulário. Hoje, a frase pintada na parede fronteira à entrada da Sinagoga Portas da Esperança é, no contexto da luta palestiniana, uma afirmação da negação do Estado de Israel. E isso não é tolerável, nem nos limites mais plásticos dos valores que nos regem.


Quem pratica a sua fé nesse edifício religioso não são autoridades israelitas, mas sim cidadãos nacionais, nascidos e criados aqui, como eu e quem me lê, muitos também críticos para com as políticas do atual governo de Israel

Mas a preocupação tem de ser levada ainda mais longe, havendo três reflexões urgentes, sob o risco de sermos cúmplices através do silêncio:

1. Alguns órgãos de comunicação social afirmaram de forma bem visível apenas a ligação da frase à luta palestiniana, ignorando o lastro e o significado da totalidade da frase. Ignorância? Se o é, é grave e merece reflexão das redações pela forma como alimentam o radicalismo;

2. O significativo silêncio que teve lugar por parte das entidades nacionais. Em Portugal vive-se, a este nível, seja agora neste ato, seja noutros momentos, em atos semelhantes, mas islamofóbicos, um silêncio que premeia os criminosos. Não tomamos posição, fingimos que não é importante, até que o quadro seja mais grave. Esta postura apenas nos mostra que, ao contrário da mitologia nacional, não somos um “povo de brandos costumes”. Somos, antes, um povo que cala e que consente. Somos os mesmos que aceitaram durante quase 50 anos uma ditadura, que se deixa amochar com injustiças, mas gosta de acusar em voz alta quando está no sofá, repetindo nas redes sociais o que os aprendizes de Salazar repetem e vociferam.

3. Por fim, mesmo que se queira justificar a frase pintada junto à sinagoga, nunca se conseguirá fazer essa justificação em relação ao local em si. Quem pratica a sua fé nesse edifício religioso não são autoridades israelitas, mas sim cidadãos nacionais, nascidos e criados aqui, como eu e quem me lê, muitos também críticos para com as políticas do atual Governo de Israel.

É nesta confusão, achando que tudo o que é judeu ou judaico é o mesmo que Netanyahu, que se mostra que estamos, sem dúvida, perante um ato antissemita. Esta mesma frase, pintada noutro local, poderia ser entendida de outra forma, por alguém mais ingénuo ou otimista. Aqui, não pode ser outra coisa senão um crime de ódio racista e antissemita.

Até quando vamos pactuar, através do silêncio, com coisas destas?

Os hospitais existem para dar emprego a administradores e burocratas



Hospital de Faro recusou atender grávida em trabalho de parto por não ter ligado antes para a linha SNS24

Mulher, grávida de 40 semanas, tinha contrações cada vez menos espaçadas, depois de lhe rebentarem as águas. Ainda assim, urgência do Hospital de Faro recusou admiti-la, porque não ligou para o SNS24.

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Uma mulher em trabalho de parto, provavelmente já cheia de dores, vai pôr-se ao telefone à espera que atendam para dizer que está em trabalho de parto, para depois a enviarem para o raio que o parta em vez de ir ao hospital mais próximo? Sim, é esta a ideia dos idiotas que mandam no circo da saúde.
A mulher está à porta do hospital em trabalho de parto e mandam-na andar 70km. E ainda dizem que não havia risco. Não havia risco para quem? Para os administradores dos hospitais e a equipa ministerial da saúde, porque a mulher deve ter entrado em estado de pânico ou, pelo menos, de ansiedade grave, com a perspectiva de ir ter o filho no meio da rua, que agora é o local de naturalidade mais comum em Portugal.
Estamos num país que se queixa de não ter nascimentos, mas trata-se mal as grávidas porque ninguém quer saber das mulheres e trazer imigrantes deseducados é mais barato do que investir na saúde. Às tantas tinham recebido um homem biológico que diz sentir-se mulher se aparecesse lá a dizer que estava grávido...

Austrália absurda

 

Na Austrália a legislação dá direitos de grávida a homens biológicos que dizem sentir-se mulheres.

May 26, 2026

Zelenskyy's update

 

A Rússia já não faz nada em sua casa excepto produzir terroristas

 


Porque é que a esquerda radical (e não só) se aliou ao extremismo islão

 


A Inglaterra está perdida

 

Um rapaz de 18 anos esfaqueado sem mais nem ontem na rua por um 'asilante' é deixado a esvair-se em sangue na rua, até à morte, algemado, porque o assassino gritou racismo e a polícia tem medo dos islamitas e imigrantes em geral. A Inglaterra está perdida. O governo de Starmer é contra as mulheres, cidades inteiras nas mãos de islamitas a impor a sharia, a BBC um lixo que defende pedófilos e misóginos. 


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O objectivo é forçar as mulheres à submissão.

#islamofascismo - Quando a liberdade é entendida como o direito de impor a sua opinião religiosa a todos

 


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O guterrismo tem sido cúmplice toda a espécie de perversidade dos islamitas contra as raparigas