September 12, 2026

Ombra mai fu

 


Nunca vi tanto chorrilho de aldrabices aliada a ganância de poder




A liberdade vem primeiro mas para entrares no Livre tens que te submeter aos meus 4 pilares.

Nós nascemos do zero mas com uma identidade definida (não há ninguém ali que perceba o princípio da contradição?)

Os estatutos não prevêem tendências internas. Sou o líder e todos seguem o meu pseudo-pensamento.

"a construção de “uma sociedade com direitos para todos, não só para alguns" - diz o tipo que defende uma escola pobrezinha para as classes baixas enquanto tem as filhas num colégio caríssimo que é o oposto da escola publica desinvestida.

Reclama ser o herdeiro de Passos Manuel e outros da 1ª República. 

A ganância de poder escorre-lhe por todos os lados. Querem governar e estão a inventar uma identidade como se não estivessem na cena política há anos, como se fossem desconhecidos e nós não soubéssemos o que fizeram no Verão passado.

Uma página inteira de publicidade do jornal da nova-esquerda.

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“A liberdade é o início da nossa acção política”: rentrée do Livre prepara nova geração de quadros

Dos Setembristas a Flora Tristan, Rui Tavares recupera referências da esquerda progressista e libertária para explicar a identidade do Livre, numa rentréededicada à formação de novos quadros.

O Livre chega à rentrée deste fim-de-semana, no Porto, com uma tarefa que é simultaneamente ideológica e organizativa: formar uma nova geração de quadros sem diluir a identidade de um partido que quer crescer e preparar-se para governar. Sob o nome “Os Setembristas”, a iniciativa recupera uma tradição política que Rui Tavares identifica como antecessora do próprio partido: uma esquerda progressista, europeísta e libertária, que coloca a liberdade e os direitos humanos no centro da acção política.

Tavares, agora responsável pela estratégia, comunicação e formação, parte de uma premissa: o Livre não precisa de voltar a discutir quem é. “Nós nascemos desde logo como um partido criado do zero, sem tendências internas”, diz ao PÚBLICO. Ao contrário de outras forças da esquerda, construídas a partir da junção de partidos ou correntes políticas, o Livre nasceu já com uma identidade definida: “Essa questão ideológica está muito clarificada desde o início.”

Os quatro pilares — liberdade, esquerda, europeísmo e ecologia — não são, na leitura de Tavares, dimensões que possam ser escolhidas separadamente. “Toda a gente que entra no Livre tem de se rever nestes quatro pilares.” E a liberdade vem primeiro: “Só vale a pena fazer política se for de uma forma livre e para os humanos serem mais livres.”

É também aí que o partido estabelece uma fronteira com outras esquerdas. A defesa dos direitos humanos não pode depender da identidade política de quem os viola, argumenta. “Para nós, uma violação de direitos humanos é sempre uma violação de direitos humanos, seja por parte de um governo que se diz de direita ou esquerda.” Além disso, justifica, os estatutos não prevêem tendências internas ecologistas, libertárias ou europeístas: esses elementos não são correntes dentro do Livre, mas parte da sua identidade comum.

É para explicar essa identidade que a rentrée recupera o nome dos Setembristas. “Não é por acaso que esta nossa rentrée política tem este nome”, nota Tavares, recordando até que a designação desta iniciativa é anterior ao próprio partido e remonta a 2013, quando o Livre começou a construir a sua identidade política.

Do passado para o futuro

Com Passos Manuel — uma das figuras máximas do liberalismo português — como uma das principais referências, os Setembristas representam para o dirigente “a primeira esquerda que se afirmou esquerda em Portugal”, associada à educação, à cultura e à construção de “uma sociedade com direitos para todos, não só para alguns”. “Se nós olharmos para as raízes da história política de Portugal antes da ditadura do Estado Novo, desde o fim da monarquia até toda a primeira República, existe uma tradição que alia o progressismo e uma esquerda libertária”, afirma.

É a esse percurso que associa nomes como os de Fernão Botto Machado, Angelina Vidal e Adelaide Cabete, ligados a diferentes expressões do progressismo, do anarco-sindicalismo e do feminismo português. O Estado Novo, considera, “cortou essa tradição política e cortou a memória dessa tradição política”. Depois da ditadura, a esquerda portuguesa passou a organizar-se sobretudo em torno dos partidos da resistência e das forças que se consolidaram com a democracia.

Desde o fim da monarquia até toda a primeira República, existe uma tradição que alia o progressismo e uma esquerda libertária 

Rui Tavares, co-fundador e dirigente do Livre

São esses os “os traços gerais dessa história política portuguesa” que o Livre quer levar às novas gerações, continua o dirigente e co-fundador do partido. A genealogia é também europeia, com referências a Victor Hugo e a Flora Tristan, figura do socialismo e do feminismo que Tavares quer incluir nas acções de formação do partido. Não se trata, porém, apenas de recuperar nomes ou correntes esquecidas, mas de sustentar uma ideia de sociedade, que, defende, “deve estar organizada de forma a que cada um possa florescer no seu máximo potencial”.

Do património à organização

É nesta concepção de sociedade que o Livre inclui o mutualismo, o associativismo e o cooperativismo. A aposta não é nova, mas ganhou outra importância depois do último congresso. “Mais do que apenas património ideológico”, passam a ser ferramentas de “crescimento e de enraizamento”. Enquanto o associativismo pode permitir criar meios de comunicação próprios, escolas de formação e capacidade de organização, o cooperativismo pode traduzir essa lógica em áreas como a habitação, o consumo e a produção, exemplifica. Paralelamente, explica, essa estratégia servirá também para disputar espaço político, construindo estruturas colectivas capazes de criar conhecimento, organização e influência fora do aparelho partidário.

Também Jorge Pinto, co-porta-voz do Livre, posiciona essa passagem da identidade à acção no centro da formação dos novos quadros. O partido quer transmitir os “princípios de esquerda do século XXI”, assentes no ecologismo e no europeísmo, mas também uma determinada cultura política. No Livre, “é a acção, a concretização, o tornar real as políticas que defendemos” que deve funcionar como motor, diz, traçando diferenças em relação ao PCP e ao BE. A luta e a resistência são essenciais, reconhece, mas “não o fim último da política”.

Para Pinto, o problema do Livre não é preencher uma lacuna ideológica, dado que acredita que “a base ideológica do Livre é sólida”. O desafio está em garantir que o crescimento acontece “de forma coesa à volta desse quadro ideológico” e que o partido consegue transformar princípios em políticas.

É essa passagem que a rentrée procura trabalhar. O programa que se prolonga até domingo inclui sessões sobre oposição construtiva, participação cívica, comunicação e capacidade de influência num executivo sem maioria, preparando o partido não apenas para fazer oposição, mas para exercer influência e, eventualmente, governar.

Liliana Borges, Público


#GiveUkraineWeapons


Apontem à cabeça da hidra

 

NEXTA

⚡️Os mísseis balísticos da Ucrânia estão prontos: podem ocorrer ataques contundentes contra a Rússia muito em breve
Os mísseis desenvolvidos pela Fire Point poderão atingir alvos na Rússia pela primeira vez nas próximas semanas.
«O míssil táctico FP-7 concluiu com sucesso duas fases de testes e está agora a ser preparado para ensaios em condições de combate», afirmou a CEO da empresa, Iryna Terekh, na exposição de defesa MSPO 2026, na Polónia.
O míssil FP-7, capaz de transportar uma ogiva com um peso até 150 kg, é um sistema de mísseis lançado a partir do solo com uma velocidade máxima de voo de 1 500 m/s. Em Abril, o fundador e projectista-chefe da Fire Point, Denis Shtylerman, comparou o míssil ao sistema ATACMS fabricado nos EUA pela Lockheed Martin, numa entrevista à Reuters.
Além disso, estão em curso testes com o míssil balístico FP-9, que possui um alcance ainda maior.
Devido ao seu alcance alargado, não é possível realizar um teste em escala real da arma em território ucraniano, o que significa que a próxima fase poderá envolver imediatamente a sua utilização em combate contra alvos russos.


Well

 

Fui ao mercado. Encontrei uma colega que esteve lá na escola durante um ano, há vários anos. Se ela não me falasse nem a reconhecia. Estivemos a falar e às tantas ela começou com uma conversa dos neoliberais serem os culpados de tudo e a Europa estar com problemas por causa da Ucrânia e Zelensky ser igual a Putin. Disse-lhe logo que dizer isso é negar todas as evidências e que estou no lado oposto dessas ideias com enorme convicção baseada nos factos e que a Ucrânia está a lutar pelos europeus e de repente a conversa esmoreceu.


O caso Epstein desapareceu?

 

Weird Books?

 


Or something else?


A ascensão dos oligarcas

 

Como chegaram lá

Agora que já lá estão

September 11, 2026

Zelenskyy - "Temos de avançar no sentido de uma reunião trilateral"




Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський

A Ucrânia aprendeu a encontrar formas de responder adequadamente aos ataques russos. Não estou a comparar isso com os desastres humanitários que eles causam. A Ucrânia não faz isso. No entanto, a Ucrânia é capaz de responder a qualquer operação que a Rússia venha a fazer. A Rússia sabe que, se atacar — e está a preparar-se para atacar o nosso sistema energético neste inverno —, receberá o mesmo em troca. Se nos causarem cortes de energia, tentaremos responder de forma adequada.

Mas há uma alternativa que a Ucrânia sempre apoiou. Trata-se das negociações. O processo de negociação deve centrar-se no fim da guerra. E se a Rússia não quiser pôr-lhe fim, então os nossos parceiros têm de encontrar uma forma de fazer com que a Rússia compreenda. Se isso for difícil, então, pelo menos hoje, precisamos de avançar passo a passo. 

Desbloquear o Mar Negro e encontrar uma forma de estabelecer uma trégua energética, com os sistemas energéticos de ambos os países protegidos.

E, claro, continuar com o processo de troca de prisioneiros de guerra e repatriar os nossos civis, jornalistas e outros cidadãos que foram capturados e detidos na Federação Russa, bem como trazer as nossas crianças ucranianas de volta para casa. Esta vertente humanitária é muito importante. Temos de avançar no sentido de uma reunião trilateral.

Da minha conversa com Fareed Zakaria durante a reunião «Yalta European Strategy – 2026». (2/3)


Quando uma liga de oligarcas malfeitores se junta para predar




 Os mais catastrofistas já dizem que a IA nos pode matar a todos, dado que controlam os sistemas dos carros (travões, computador de bordo, etc.), dos comboios, dos aviões, dos sistemas de tráfego, fábricas de alimentos, etc. Os menos catastrofistas dizem que a ganância dos donos destas empresas, que não se contentam com ter 500 biliões e precisam de ter 2 triliões, é o que nos vai matar a todos porque recusam qualquer regulação que limite a sua ganância patológica.

Aqui na Europa, se invertermos caminho e dominarmos os 3 sintomas da queda das sociedades de que o outro vídeo fala, e não seguirmos o exemplo americano e criarmos um sistema de IA próprio, responsável e nunca fora do nosso controlo, evitamos a guerra civil. 

A reforma da educação no sentido do rigor e do desenvolvimento humano, o fim imediato da imigração ilegal e a regulação da que existe, a justiça no combate ao crime, são 3 pilares essenciais de inversão do caos social. Depois, a produção de bens próprios. É preciso criar uma dinâmica de trabalho e esforço e não de facilitismo.

Quando uma liga de oligarcas malfeitores se junta para predar, uma liga de pessoas de bem e bom senso tem de ligar-se para os afastar e construir uma alternativa diferente. Se a Europa não for capaz de fazer isso acaba em guerrilha civil, o que já está a acontecer, se olharmos para o crime descontrolado, a violência dos grupos de extrema esquerda e direita, os enclaves dentro das cidades com leis que escapam ao Estado, a constante erosão dos valores europeus por parte dos islamitas que procuram a sua destruição a partir de dentro. 

E nada disto se consegue se a Ucrânia não vencer a Rússia o mais depressa possível. Vemos que a Rússia, para viver em situação constante de guerra, destruiu completamente o país, o povo, a cultura. Canibalizou-se.

Não percebo como não há um líder europeu que não perceba a urgência em agir. 


Aqui na Europa só não temos -ainda- os oligarcas

 

O resto já temos: financialização do sistema (o objectivo da vida agora é apenas ser rico, já), jovens que não querem trabalhar e elites que lutam entre si por pelos poucos lugares disponíveis de status e riqueza - alheadas dos problemas reais das pessoas, digo eu. Importação de imigrantes em massa que geram o caos social. Resultado? Guerra civil.

Os custos das reformas em cima do joelho

 


Grupo de pais processa Ministério da Educação por falta de vaga para os filhos na escola pública


Enquanto o ministro da Educação, Fernando Alexandre, participava em Setúbal na sessão solene de início do ano letivo, várias famílias da zona de Lisboa continuavam à espera de uma vaga numa escola pública.

“Hoje em dia é mais difícil entrar numa escola pública do que numa universidade”, ironizava Rui Boavida, que está desde o final de julho sem resposta ao pedido de transferência dos filhos para uma turma do 9.º ano.

"Não Colocado” continuava a ser a informação disponível esta sexta-feira no Portal das Matrículas para os dois gémeos. Mas este não é um caso isolado. Rui conhece “mais de uma dezena de alunos” na mesma situação.

Esta não é a única critica. Os pais queixam-se também do silêncio dos serviços do ministério, que não têm um serviço de atendimento presencial ao público, não respondem a emails nem a telefonemas.

Até há poucos meses, a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) tinha as suas portas abertas num espaço na Praça de Alvalade, em Lisboa. A direção foi extinta e as competências passaram para a recém-criada Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE).

Não há forma de contacto presencial. Aparentemente, esta nova agência é algo etéreo, só existe virtualmente. Mandámos emails, fizemos queixas, chamámos a atenção. Telefonei durante dias consecutivos e nunca ninguém me atendeu. Houve gente a quem atenderam, mas disseram apenas: ‘Só estou aqui para dizer às pessoas para mandarem um email’. As pessoas mandaram emails e até hoje nada”, denunciou Rui Boavida.

(...) circulava a informação de que os agrupamentos tinham agora autonomia administrativa para efetuar as matrículas.

Questionada pela Lusa, uma professora do Agrupamento de Escolas do Restelo explicou, porém, que o processo não é assim tão simples e que poderá ter sido afetado pelo fim da DGEstE.

Patrícia Gramaxo admitiu que as escolas têm agora autonomia para fazer matrículas, mas sublinhou que “é preciso haver vagas”. Quando um agrupamento não tem solução para a família, fica de mãos atadas, porque desconhece a oferta da rede. [a rede é o conjunto de alunos e turmas em cada escola de uma cidade ou concelho, os cursos que cada uma das escolas oferece, as vagas que tem em cada curso, o número de alunos novos a querer matricular-se, etc.]

Por esta altura do ano, costuma haver uma reunião entre os agrupamentos do concelho para apurar vagas [no conjunto das escolas] e redistribuir [entre todas] alunos em função da área de residência [e não só]. Contudo, Patrícia Gramaxo diz que este ano isso “ainda não aconteceu”.

Além disso, os professores que trabalhavam na DGEstE e tinham a função de organizar a rede e ajudar a colocar alunos, “regressaram às escolas”, acrescentou.

“Eu preciso que quem tem acesso à rede toda me diga” qual é a melhor solução para cada aluno, explicou, sublinhando que “quem tem o conhecimento da rede não são as escolas nem as famílias, é o ministério”.

A professora Luísa Gomes era responsável pela previsão da rede escolar do concelho de Lisboa, desde o pré-escolar ao 12.º ano.

Com o fim da DGEstE, Luísa Gomes regressou à Escola Secundária do Restelo, onde não tem turma atribuída. Questionada sobre quem ficou agora responsável pela rede escolar de Lisboa, respondeu apenas: “Não sei”.

Os professores que trabalhavam na DGEstE regressaram às escolas de origem, tendo ficado apenas os técnicos superiores. “Provavelmente não são em número suficiente”

Quem não vai esperar é o grupo de pais que se prepara para avançar com uma ação judicial. Criaram o grupo “Não Somos Bonecos”, que está aberto a todos os encarregados de educação que estejam a viver situações semelhantes.

“O nosso objetivo é que isto não volte a acontecer a nenhuma outra criança. Queremos responsabilizar o Estado pela forma como trata as crianças e as famílias”, disse Rui Boavida, porta-voz do grupo, que pede aos pais que entrem em contacto através do email naosomosbonecos@gmail.com.


Glucksmann apela à protecção dos céus da Ucrânia

 

Isto é bom, mas tens de fazer mais

 

A aliança do caos e da morte anda com passos fortes e a aliança da justiça e da vida anda sempre com hesitação

 


Falta de professores

 

Hoje, um colega novo recém-licenciado que tinha ficado na escola na semana passada mas que tinha concorrido, paralelamente, a outro emprego muito melhor remunerado e perto de onde está a morar, disse adeus. Chamaram-no para o outro emprego. Ele disse logo que sim. 

A carreira de professor já foi atractiva. Agora é repelente.


França - mais uma professora ameaçada de decapitação

 

🇫🇷 **INFORMAÇÃO DE ÚLTIMA HORA 

— Um pai muçulmano ameaçou decapitar uma professora em frente a uma escola em Le Fauga, perto de Toulouse, depois de o seu filho ter sido castigado na aula.
O homem esperou pela professora enquanto ela se dirigia para o seu carro na sexta-feira à noite. Dirigiu-lhe palavras ofensivas antes de proferir esta ameaça. O seu filho tinha sido repreendido anteriormente devido ao seu comportamento «de gangster» na aula.
O pai foi detido na terça-feira na gendarmerie de Muret e deverá ser apresentado ao Ministério Público de Toulouse esta quinta-feira.
Profundamente abalada, a professora está de baixa por doença durante um mês. Os professores da escola também exerceram o seu direito à greve na segunda-feira.

(Fonte: La Dépêche)


😁 Kushner & Witkoff are like the guys at the strip club who think the girls are into them

 

 

O que é que Portugal ganha em fundir 1.º e 2.º ciclos?

 

O que é que Portugal ganha em fundir 1.º e 2.º ciclos? Esta é a resposta do ministro:


Estive a ver o vídeo. O ministro diz que tem muitos conselheiros que são a favor (os mesmo que o aconselharam nos exames?) e que é muito corajoso por tomar esta medida (portanto o benefício da medida está na sua coragem?) e que vai ser bom porque não há uma transição abrupta entre o 1º e o 2º ciclos. Não explica a fusão propriamente dita, não explica os benefícios a não este da transição não abrupta, não explica como vão funcionar o 5º e o 6º ano, se continuam a ter um único professor a ensinar da matemática ao português e da física ao desenho...
O que é que Portugal ganha em fundir 1.º e 2.º ciclos? Não disse. Pelo menos neste excerto.

9/11 - Just stay quiet? Don't do it