August 01, 2026

Ela foi ali defender que o Islão é uma religião de paz

 

Porque será?

 


Porque sentem a sua existência ameaçada. A nova-esquerda está aliada aos islamitas radicais que querem a morte dos homossexuais e está aliada ao transfascismo dos homens que se dizem mulheres e lutam pelo fim dos gays porque os gays não os aceitam nos seus grupos, nomeadamente as mulheres e o que uma maioria desses homens mais quer é poder predar nos espaços das mulheres. As lésbicas não aceitam homens que se dizem mulheres porque... são homens e elas não gostam da sexualidade masculina. Os trans, homens que se dizem mulheres são grandes defensores de bloqueadores de puberdade precoces para que as crianças não possam vir a ser gays e são a favor da divulgação da sua ideologia desde a pré-primária para que as crianças se habituem à ideia de que não há gays, o que há é pessoas no copo errado. Por conseguinte, para os gays, cujas associações já se distanciaram em muitos países dos trans e etc., a questão é existencial e a direita aprece como um mal menor porque deixa que existam sem os ameaçar de extinção. Para as mulheres não unineuronais, a questão também é existencial e vamos ver a direita a crescer por conta do espírito ditatorial e anti-democrático da nova-esquerda.

Porque é que o nosso PM não assinou a carta?

 

Esta é a carta que 22 dos 27 primeiros-ministros da UE (incluindo socialistas) enviaram ao Conselho Europeu na sequência da crise em Ceuta. Uma mensagem clara contra o Governo espanhol e a favor de uma política de migração mais segura, legal e ordenada.

Porque é que o nosso PM não assinou a carta?

Recebeu ordens do islamita Guterres?

Tem medo de Sánchez?

Tem medo de afrontar alguém? 

Que lástima. 


Os iranianos também lutam pelos nossos valores

 

Miúdos com 16 e 18 anos. A coragem do rapaz, a dignidade com que está ali sabendo-se a segundos de ir ser morto bárbara e injustamente. Que valor! Estas são as pessoas que inspiram respeito.


Os iranianos também lutam pelos nossos valores

 

Contra o islamofascismo e com imensa coragem.

Os iranianos também lutam pelos nossos valores

 

Contra o islamofascismo e com imensa coragem.


Sánchez soube com antecedência da invasão de Ceuta mas escolheu deixá-la acontecer

 

Quem organiza e quem paga isto e a quem? E com que fim?


Aqui vai uma opinião impopular

 

Esse senhor Fedorov queixou-se publicamente de ter saído do governo, disse mal do outro com quem não se dá bem e não concorda, disse mal, implicitamente, do seu Presidente, recusou todos os postos que Zelensky lhe ofereceu e agora é um muro de divisão dos ucranianos. Estes são os factos. A quem é que esta divisão aproveita?

Uma lição tirada desta saga dos exames

 

Quando um ministro (podia ser outra figura política) é promovido nos círculos internos políticos e da administração pública, a génio da lâmpada, cria-se uma aura à sua volta que funciona como bloqueio dos factos, por mais óbvios que sejam e lhes batam na cara. Esses círculos onde essas pessoas vivem em circuito fechado impermeável à realidade, alimentam o ego umas das outras de tal modo que o seu discurso, que antes, quando estavam na oposição era lúcido, vira-se do avesso e passa a atribuir os falhanços a críticas maldosas, a desinformação, má fé, imprensa negativa, povo burro, etc. 

Costa, antes de promover alguém desconhecido a ministro ou SE mandava publicar no jornal do costume um artigo de página inteira a fazer a apologia da genialidade dessa pessoa, para que se criasse uma aura em volta dela, amortecedora dos estragos que viesse a fazer. Uma espécie de Jesus revestido de luz que encandeia os olhos. 

O problema dessa estratégia está em que as pessoas comuns vivem na realidade das consequências das decisões políticas onde nenhuma aura resplandecente resiste aos estragos derivados da incompetência. Mas como essas pessoas vivem em círculos que escapam à realidade, as consequências das más decisões passam-lhes ao lado. Têm sempre o posto dourado, o cargo na Europa, o lugar de administrador não executivo, etc. (é por isso que também não partilho da opinião de que os políticos ganham mal)

Este ME tem essa aura dentro do governo e satélites, talvez por ter um doutoramento feito em Inglaterra que é algo que impressiona sempre os nativos. A narrativa sobre a sua genialidade é de tal ordem que ninguém acredita, nem face aos factos mais óbvios, que ele possa ter agido mal e uns dizem que é invenção, outros exagero, outros chegam ao ponto de falar em sabotagem. 

Apesar de saberem desde o início, calculo, que o ME é uma pessoa sem nenhum crédito na educação e que a sua formação e interesses são na economia e macroeconomia. Não obstante esse facto, como fazem parte da maioria que assume que quem é bom numa coisa é bom nas outras, depositaram nele fé cega. Dado ele ver que tem a fé e boa opinião de tantos que ocupam cargos importantes, naturalmente também se há-de pensar melhor que os outros em tudo, mesmo naquilo de que não sabe.

De cada vez que o ouço falar de questões pedagógicas reforço mais esta opinião. A última vez que o ouvi repetia que estas classificações são mais objectivas (quando na verdade só são mais uniformes - a uniformidade não a mesma coisa que a objectividade) e dizia com orgulho, à laia de exemplo, que agora há muitas classificações de 9,3 e 9,4 porque os professores já não têm acesso à totalidade do exame. É assim que vemos que ele não percebe de questões pedagógicas escolares. 

Vemos perfeitamente que no seu entendimento de leigo, um professor que sobe uma nota de 9,4 para 9,5 (para o aluno poder passar) é subjectivo e agora que o professor não tem acesso à nota final do aluno (uma vez que classifica apenas um item) não pode subir essa décima e isso é uma prova de independência e objectividade. Não é. É antes uma demonstração de falta de compreensão básica do carácter pedagógico da avaliação.

Os professores subirem uma nota de 9,4 ou 9,3 para 9,5 (o número é arredondado para 10 e permite ao aluno passar) abona a favor da inteligência pedagógica do professor. 

Nenhuma classificação é absolutamente objectiva. Nenhuma. Nem mesmo em disciplinas como a matemática. Há sempre uma margem para interpretação que é subjectiva. Na Filosofia leccionamos a Lógica Proposicional (que até há uma dezena de anos era trabalhada na Matemática). Temos a noção ainda mais clara de que, mesmo nessa matéria onde os problemas são abordados em linguagem formal e resolvidos com recurso a fórmulas (ex: p →q; ¬q ∴¬p) há sempre lugar a interpretação, embora muito menor que nas respostas escritas, abertas, de argumentação informal. Qualquer professor sabe que não existe isso da nota ser objectiva e absolutamente 9,4 e, nessa medida, não vai estupidamente defender o 9,4 em duelo mortal quando o que está em causa não é uma nota entre muitas outras com as quais vai fazer média, mas uma nota final que decide a passagem ou reprovação do aluno. Isto é ser pedagógico e é óbvio para qualquer professor. Não é é para o ME.

Quando as pessoas se movem em círculos onde todos têm uma opinião tão excelente de si e a reforçam continuamente, deixam de ser capazes de lidar com os próprios factos e a sua relação com eles.

Fora desses circuitos fechados, há os que entendem a política como um clube da bola que apoiam ou atacam desde a bancada. Colegas meus que são do PS, do PCP e do BE, desde que este ministro ocupou a pasta, falam dele como se fosse o demónio; os do PSD e mais à direita falam como se ele fosse o cúmulo da genialidade e não viram em toda esta incompetência dos exames mais que um erro ou outro exagerado. 

É impressionante ver os factos crescerem a tamanhos de adamastor ou sumirem como fantasmas à medida da ideologia de cada um.


Uma pedrada no charco

 


Os “teóricos” da educação também são a favor da inovação 

Carlos Ceia 
Professor Catedrático da FCSH da Universidade Nova de Lisboa

Esta ruidosa cortina de fumo tecnológica abafa convenientemente a falta de discussão sobre um problema estrutural muito mais corrosivo: a continuada deriva facilitista dos exames portugueses. Sempre que o poder político decide impor uma mudança tecnológica de cima para baixo no sistema educativo, o guião repete-se com uma previsibilidade confrangedora. De um lado, ergue-se o estandarte luminoso da “inovação”; do outro, atira-se para a fogueira mediática quem ouse questionar o ritmo ou a forma, rapidamente rotulado como Velho do Restelo ou, o insulto supremo nestas andanças, “teórico da educação”. Foi essa a estratégia de defesa do primeiro-ministro na crise da classificação digital dos exames, glosada pelo seu ministro da Educação. 

O debate sobre a desmaterialização e classificação digital em massa dos exames nacionais em Portugal é o exemplo perfeito desta falsa dicotomia. Perante a pressa governativa em migrar um processo de avaliação colossal para plataformas digitais, surgiram vozes do meio académico, pedagógico, civil e sindical a pedir cautela. Não pediram a interrupção do progresso. Não exigiram o regresso à pena e ao tinteiro, nem a recusa cega da tecnologia. Pediram, pura e simplesmente, prudência. Uma prudência que, estranhamente, é logo tratada nos corredores do poder como uma heresia ao progresso. 

Mas que culpa tem a “modernidade” das invocações blasfemas que lhe dirigem? 

O que os apelidados “teóricos” defendem é nada mais do que o elementar bom senso. A classificação de exames nacionais não é um mero teste lúdico; é um processo de altíssima sensibilidade que define o acesso ao ensino superior e a justiça de todo o sistema para dezenas de milhares de jovens. Os países mais desenvolvidos que o fazem há anos não escolheram esse caminho de um dia para o outro. Avançar para uma transição digital abrupta e em massa sem testes de controlo rigorosos, sem a garantia prévia e testada da robustez do software e, sobretudo, sem um plano de contingência claro para o momento em que os servidores falharem, não é arrojo tecnológico, é jogar na roleta russa institucional. 
Os “teóricos” da educação conhecem precisamente estas lições. A investigação em avaliação educativa, em gestão da mudança organizacional e em tecnologias educativas demonstra, há décadas, que as reformas sustentáveis são aquelas que respeitam princípios de experimentação controlada, monitorização contínua e correcção progressiva dos problemas identificados. Ignorar este conhecimento acumulado não é um sinal de coragem política; é um desperdício de evidência científica. 

A transição digital da avaliação é um passo desejável no século XXI. A agilização logística, a segurança no transporte de provas e o cruzamento de dados são argumentos fortes. No entanto, em qualquer organização que leve a sério a sua integridade, uma alteração estrutural desta magnitude far-se-ia por etapas controladas e seguras. Começar-se-ia com projectos-piloto em disciplinas com menos alunos, avaliando a fiabilidade do sistema sob carga, a ergonomia do software para os milhares de professores classificadores e a invulnerabilidade dos dados. Corrigir-se-iam os bugs, afinar-se-iam as redundâncias de rede e os planos B. Só depois, com a segurança validada no terreno, se faria o avanço a nível nacional. Isso, sim, é mudança a pensar no futuro. 

Mais grave ainda, esta ruidosa cortina de fumo tecnológica abafa convenientemente a falta de discussão sobre um problema estrutural muito mais corrosivo: a continuada deriva facilitista dos exames portugueses. Tome-se o caso gritante do exame de Português, minado por critérios de classificação cientificamente discutíveis e por opções de tipologia de provas mais do que duvidosas, desenhadas para inflacionar estatísticas. Quando esta tempestade digital passar e os ecrãs se apagarem, será imperativo avaliar os estragos causados pela deliberada opção por exames que, na prática, nada avaliam. Ao nivelar a exigência por baixo para fabricar sucesso escolar, o sistema atira as suas falhas para a frente, empurrando para o ensino superior a responsabilidade de tentar cauterizar as muitas feridas e lacunas que este modelo produz na formação dos alunos à saída da escolaridade obrigatória. 

Em Portugal, padecemos frequentemente de uma febre de pseudomodernização. Há uma necessidade voraz, por parte de quem governa, de apresentar vitórias “modernas” e disruptivas para consumo imediato nos telejornais. A digitalização forçada e apressada dos exames serve perfeitamente este propósito: é uma medida de choque, reluzente, que permite reclamar a vanguarda da educação digital europeia em tempo de mandato. 

Defender que o Estado não use as provas de acesso à universidade como cobaia para testes beta de um software implementado à pressa, e que já tinha dado muitos erros no ano anterior na fase de piloto, não é ser reaccionário: é proteger a confiança das famílias nas instituições. Os “teóricos”, neste debate, são apenas os adultos na sala, a lembrar que construir uma casa pelo telhado, por muito que as telhas tenham ecrãs tácteis, continua a ser uma péssima ideia. A verdadeira modernização não se decreta por vaidade política; constrói-se com segurança, método e, acima de tudo, competência.

Público

Desconfia dos presentes dos espanhóis

 

Precisamos imenso destas pessoas.


Hoje é o dia mundial do cancro no pulmão

 

“Acreditamos que a informação é uma ferramenta poderosa na luta contra o cancro do pulmão. Através da campanha “Cedo detetar para melhor tratar”, esperamos capacitar as pessoas a reconhecerem os sinais da doença e a procurarem ajuda médica rapidamente. Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, maior é a probabilidade de sucesso no tratamento” 
- Dr.ª Teresa Almodovar, Presidente da Direção do GECP.


Todos os dias morrem 12 pessoas de cancro no pulmão em Portugal. É um cancro difícil de detectar porque durante muito tempo tem sintomas parecidos com os da constipação ou próprios de qualquer fumador como tosse e alguma falta de ar. Nem a pessoa os percebe como sinal de algo grave, nem os próprios médicos em geral estão sintonizados para interpretar certos sintomas como alertas que ressoam logo nos médicos oncologistas. Daí que a informação sobre sintomas precoces seja importante e, mais ainda, que haja prevenção.

Há muitos dados sobre o cancro do pulmão pois todos os casos e tratamentos realizados em cada caso vão parar a uma plataforma internacional onde estão disponíveis para serem usados no estudo da doença e seus tratamentos. 

Porém, as farmacêuticas não estão interessadas em financiar estudos sobre as causas da doença porque isso iria levar ao desenvolvimento de vacinas e/ou tratamentos rápidos e eficazes e, por maioria de razão, ainda estão menos interessadas na prevenção da doença. 

O tratamento do cancro do pulmão (e de outros) é um oceano de dinheiro onde as farmacêuticas navegam com grande satisfação. Os medicamentos para as sessões de quimioterapia, de radioterapia, mais as de imunoterapia e em cima disso, todas as doenças e problemas de saúde subsidiários desses tratamentos agressivos e prolongados que nunca mais largam a pessoa e vão aparecendo aos poucos nos anos seguintes, são um maná de dinheiro que cai como chuva na monção.

Daí a importância da prevenção. Tem de haver muita informação que evite o começo do hábito de consumir tabaco. 80% dos cancros do pulmão vêm daí e quanto mais cedo se começa a fumar (antes dos 16 ou 18 anos) pior. 

Quem quiser saber mais sobre a doença e a prevenção sobre a doença pode fazê-lo neste site do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão.

Tenho muito apreço por todas as pessoas que trabalham com esta doença horrível (para além de lhes dever o prolongamento da vida). Não é fácil trabalhar com doentes oncológicos que aparecem em todos os estádios possíveis da doença e muitas vezes em estados de espírito impossíveis. 


July 31, 2026

Assaltos e roubos na Casa da República




Por que te calas?

António José Seguro não quererá – nem, mesmo querendo, poderia – ser como Marcelo Rebelo de Sousa. Mas manter-se mudo e quedo, com o que se está a passar, também não pode.

Mário Ramires

Quase ninguém deu importância à notícia do assalto ao restaurante Belém 2 a 8, ali paredes meias com o palácio que é Residência Oficial do Presidente da República e mesmo em frente à esquadra da PSP que fechara dias antes para obras.

A verdade é que esse roubo – com arrombamento da porta de vidro do estabelecimento – é um sinal dos tempos e da falta de segurança à vista de toda a gente, sendo que se trata de edifício vizinho da Presidência da República. Sim, como é possível que o perímetro do Palácio de Belém esteja completamente vulnerável e sem vigilância? Ao ponto de um qualquer larápio poder sentir-se com todas as condições para partir o vidro da porta, introduzir-se no restaurante, apoderar-se do que quis e pôr-se em fuga?

Por mera coincidência, dias depois, o gabinete do líder da Oposição no Palácio de S. Bento, no andar mais nobre da Assembleia da República, foi também violado e vandalizado por alguém até hoje não identificado. Garante André Ventura que houve documentos em suporte de papel e digital que foram furtados. Mas não faltaram as vozes que, de imediato, alvitraram a possibilidade de tudo não passar de uma encenação.

Seja como for, estaremos sempre perante mais um caso grave de absoluta insegurança e falta de vigilância no interior da sede de um órgão de soberania.

Não há câmaras de vigilância nem nenhum tipo de controlo – para além dos mais básicos nas portas de acesso do exterior – no interior do Palácio de S. Bento, seja nos Passos Perdidos, seja noutras áreas comuns ou até nas mais reservadas, como as salas dos partidos ou os gabinetes dos deputados.

Sem câmaras nem, que se saiba, testemunhas, provavelmente ficaremos sem saber o que realmente se passou naquele gabinete. Aliás, o mais provável é que o inquérito entretanto aberto acabe arquivado como todos os outros que o Ministério Público considerou inconclusivos e sem mais diligências passíveis de poderem contribuir para o apuramento da verdade. Enfim...

É no mínimo estranho que não haja qualquer tipo de vigilância e de segurança no interior da Assembleia da República. Ao ponto de um deputado que se queixa de ali ter sido vítima de furto de um computador portátil – Duarte Pacheco (PSD) – assumir que até para ir ao WC deixa a porta do gabinete fechada à chave.

Jornal SOL

Devemos suspeitar do Islão?

 

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Troels Lund Poulsen

Toda a premissa da livre circulação na Europa assenta no controlo das fronteiras externas
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A Espanha falhou redondamente na proteção da fronteira externa do Espaço Schengen contra infiltrações. Esta situação não pode continuar. Todos os países europeus devem apoiar a proposta de Meloni. Os países que não cumpram a sua obrigação de proteger a fronteira externa não podem ser membros do Espaço Schengen. 
- Mari Rantanen

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 Primeiro Ministro Netanyahu: 

«Apelo ao governo espanhol para que dê mostras de moderação e se abstenha de uma resposta desproporcionada. Só uma solução de dois Estados pode trazer uma paz duradoura à Espanha e à população marroquina que vive nos seus territórios ocupados.» 

Sánchez é o Socas espanhol elevado a 10

 


Coisas boas

 

Se nun tiverdes horta ia num há salada

 

Em Portugal falam-se muitas língua e há muitas saladas. 

Entretanto

 

As sanções mais eficazes.


E quem disse que Vladivostok é muito longe?