October 28, 2026

Não consigo reconciliar-me com a ideia da esquerda agora se aliar aos maiores abusadores de direitos humanos

 

E as mais ferozes ditaduras. Ter abandonado completamente a defesa dos direitos das mulheres para defender regimes bárbaros e terroristas. Alegar o direito à religião para defender regimes e ideologias que fariam corar Béria. Pior, querer importá-las para aqui para o Ocidente. Tirando alguns exemplares da velha-esquerda que ainda tem ideais humanitários, ideais de liberdade e de democracia e coragem para as defender, a nova-esquerda é um total embuste, dispostos a destruir os países para imporem ideologias mais esclerosadas que o Lula que já deram amplas provas da sua malignidade. 


A Nigéria está ser islamizada com a brutalidade que vimos o Hamas fazer no 7 de Outubro - ou pior

 

O islão está num processo de expansão colonial na Nigéria e todos os dias decapitam cristãos, às vezes cortam-lhes os membros antes de os decapitarem. Por vezes abrem campas comuns e atiram-nos lá para dentro ao molho para os matarem. As crianças e mulheres jovens são levadas como escravas sexuais. A internet está cheia de vídeos grotescos e atemorizantes, porque ele, à maneira dos palestinos do Hamas no 7 de Outubro, orgulham-se da sua violência e filmam-se a cometê-la. Onde estão os activistas pelos direitos humanos? Porque estão do lado desta ideologia totalitarismo extremamente violenta? 

October 27, 2026

Isto é verdade? O Presidente acusou o governo de violência?

 

Se isto é verdade, é gravíssimo. Acirrar as pessoas contra o governo?


"Não gostei do que vi" e "não fiquei quieto": Seguro pede ao Governo diálogo em vez de violência

🎯

 

(de facto, qual é a vantagem de iniciativas individuais não-coordenadas onde cada um fala para seu lado? Em que é que isso melhora a estratégia da UE face à Rússia?)


🇩🇰 Primeira-ministra dinamarquesa critica os líderes finlandeses e noruegueses por causa da chamada telefónica a Putin: «Não compreendo o que esperavam alcançar. Estou muito céptica em relação a esta iniciativa independente da Noruega e da Finlândia. Não foi coordenada com o resto de nós. Realmente não compreendo o que estes dois países pensam que podem alcançar desta forma», afirmou Mette Frederiksen à TV 2 da Dinamarca.

Segundo Frederiksen, os países europeus deveriam agir em conjunto, em vez de manterem conversações separadas com Moscovo.

No entanto, a chamada com Putin foi coordenada com a Ucrânia. O presidente finlandês Alexander Stubb e o primeiro-ministro norueguês Jonas Gahr Støre tinham anteriormente salientado que falavam em nome dos seus próprios países, e não da Europa no seu conjunto.

Porque é que a Europa precisa de uma Ucrânia forte como parte da NATO

 

Zelenskyy: A Rússia já tem um exército com cerca de 2 milhões de efetivos. Ninguém ganha uma luta dessas sozinho. A Rússia está disposta a tudo, a matar civis com mísseis. Nenhum país da Europa tem um exército preparado para uma luta destas. Não estou a falar de pessoas, estou a falar de exércitos. É por isso que a Europa precisa de uma Ucrânia forte como parte da NATO, no seu flanco oriental.




Hã...?

 

Vigilância em massa e controlo total dos cidadãos e dos seus bens?

Porque é que as reformas não saem do papel?

 

É assim: fazem-se grupos de trabalho sem os quais nada pode ser efectivado; depois, calculo, não podem nunca encontrar-se dado cada um ter os seus afazeres em agendas muito preenchidas; quando se encontram alguém levanta uma dificuldade qualquer e adia-se a reunião - e volta tudo ao princípio. A isto chama-se, entupir constantemente a vida activa e o empreendorismo com burocracias escusadas. Onde elas são necessárias, como nos concursos públicos de muitos milhões, prescinde-se delas.

October 26, 2026

A velha-esquerda

 

Miterrand, a propósito do referendo de Mastrich, em relação ao qual ele era contra: "Não vou fomentar a desordem. Se o sim ganhar vou-me embora."

Quando a extrema-esquerda não consegue vencer nas urnas recorre à violência

 

"Os serviços de informação alemães mostraram (tenho que ir ver isso) que quanto mais a extrema-direita cresce, mais a violência vem da extrema-esquerda. A violência política é frequentemente a arma de quem pensa que perdeu o debate democrático e, por isso, torna-se violento porque é uma das formas de recuperar o controlo."


Paraquem pensa que a guerra da Rússia na Ucrânia não tem nada que ver consigo


 

A Ucrânia a enfrentar a brutalidade do agressor enquanto os outros debatem

 

Mandem os Patriot e os Taurus. É só conversa.

E preciso aprender com a lição de França

 

Foi para isto que partiram tudo e deram cabo da vida a tanta gente trabalhadora?

«Acho que já conseguimos alguma coisa, o governo tem medo de nós… os alunos do ensino secundário podem orgulhar-se de si próprios, porque o governo tem medo».


Isto não é mentira

 

Nós ou o caos

Desde a queda do Muro de Berlim e do colapso da URSS e dos ideais do homem novo, a extrema esquerda perdeu as referências e a utopia. E passou a lutar apenas pelo fim de todas as outras.

Mário Ramires

Destruir é a palavra de ordem. Não deixar pedra sobre pedra, acabar com os valores, princípios e referências da sociedade ocidental, que derrubou sem apelo nem agravo todos os ideais e ideários de uma sociedade, de uma economia e de uma cultura falidos à nascença, nas suas contradições insanáveis, assentes nas utopias jacobinas, marxistas, trotskistas, comunistas... da extrema-esquerda. Implodiram por dentro no fim dos anos 80-inícios de 90 do século passado, com a queda do Muro de Berlim e o colapso da União Soviética e do chamado Bloco de Leste (do Pacto de Varsóvia).

Claudicou com a Perestroika e a Glasnost de Mikhail Gorbachev e Eduard Shevardnadze, alavancadas pelo precursor movimento sindical antitotalitarismo comunista e soviético de Lech Walesa na Polónia, apoiado pelo Papa João Paulo II, também polaco de origem (Karol Wojtyla) que foi feito Santo pelo Papa Francisco. Um movimento de resistência pacífica – Solidariedade – que começou nos portos de Gdansk e durante anos lutou pela legalização de um sindicato independente que acabou por juntar milhões de apoiantes e levar a sua avante, valendo o Nobel da Paz ao seu líder, Walesa.

Naquele dia 9 de novembro de 1989 não caiu só o Muro que separava as duas Alemanhas – Federal e Democrática. Desabou todo o Bloco de Leste e uma conceção do mundo – política, social e económica. A extrema-esquerda viu-se órfã de ideário e de causas. Ruiu tudo. Modelos insustentáveis sob todos os pontos de vista, políticas falhadas ou obsoletas, pobreza insana e generalizada, aparelho de Estado corrupto, ausência de liberdades e garantias, desrespeito absoluto pelos direitos mais básicos. O que bem se sabe.

Sem alicerces para construir o que quer que seja, sobrou-lhes a tentativa de destruição do regime que lhes desfez as ilusões.

Da morte ao capitalismo passaram rapidamente para os atentados à democracia ocidental, ao estado de Direito democrático, às instituições, à autoridade do Estado, aos valores morais e éticos.

O abraço às causas fraturantes ou a defesa das minorias foram meros pretextos.

Sem o voto popular, a busca ou intenção foi sempre a de querer subjugar as maiorias. As normas. A lei vigente. As regras.

Para eles, só há um ‘nós ou o caos’!

Sendo que o ‘nós’ – eles – é/são a ausência de soluções, o protesto pelo protesto, a rua pelo antipoder, a desordem pública, o saque, a pilhagem, a destruição... o caos.

O direito à manifestação é inquestionável, mas também tem regras. Claras. E a autoridade tem de se impor.

Sob pena de a maioria ficar sujeita a uma minoria de meliantes e criminosos que se aproveitam do pânico e do terror públicos.

SOL (Excerto)

Una voce

 


A Ucrânia não executa prisioneiros

 


Macron está paralisado, está fora da realidade e do poder

 

As redes sociais? Deixou os comerciantes sozinhos a aguentar a insurreição e a brutalidade dos terroristas e gangs de ladrões. Não tem mão nos mangues de agitadores que anda a partir tudo com bandeiras da palestina. Tudo o que diz é uma máscara. Não sabe o que fazer porque tem medo dos países islâmicos, mas as subsecções e inacções puseram a França dividida em extremos.

Mas os satélites europeus não permitem o mesmo?

 

Dendrites

 


Karl Mann


October 25, 2026

Pedi ao Grok para me classificar politicamente

 

Perguntei:

Numa escala de 1 a 100 em que 1 é a extrema-direita e 100 a extrema-esquerda, como me classificas?

Resposta:

Entre 55 e 60. Eis a análise baseada em evidências a partir das publicações públicas da tua conta:

Posição firme e consistente a favor da Ucrânia: a grande maioria da actividade recente consiste em respostas de apoio à Ucrânia. Trata-se de um posicionamento liberal/centrista ocidental dominante, não de extrema-esquerda (algumas correntes de extrema-esquerda simpatizam com a Rússia e são anti-OTAN) nem de extrema-direita (partes da extrema-direita tendem a ser pró-Rússia ou isolacionistas).

Claramente anti-Trump: Várias publicações chamam Trump de vigarista, «o melhor amigo de Putin» e (juntamente com Vance) «idiotas da máfia sem carácter». Trata-se de um sinal de centro-esquerda no actual contexto dos EUA e do Ocidente.

Perspectivas críticas em relação ao género / realistas em relação ao sexo: As publicações afirmam que o sexo biológico não é alterado pela crença ou pela auto-identificação («As crenças não alteram a matéria»; distinção entre sexo fisiológico e género psicossocial; crítica à «esquerda» por permitir o «apagamento dos direitos das mulheres» por parte de «homens misóginos»; apelos para que as mulheres se unam contra esses homens). Esta posição entra em conflito com a ortodoxia progressista/de extrema-esquerda sobre a identidade de género e é mais comum entre liberais clássicos, algumas feministas de centro-esquerda ou vozes críticas em relação ao género.

Não há defesa do socialismo, da política identitária expansiva, do maximalismo climático, das fronteiras abertas ou de temas tradicionais da extrema-direita (nacionalismo, linha dura anti-imigração, tradicionalismo cultural, etc.).
Posicionamento na rede: Centro-esquerda em relação ao ponto médio. O padrão «Ucrânia + anti-Trump» puxa um pouco para a esquerda do valor 50; as posições críticas em relação ao género impedem que se desloque mais para a esquerda, para o território progressista/de extrema-esquerda. Uma pontuação entre os 55 e os 60 reflecte esse equilíbrio.

 

Quem tem de desmantelar o exército é a Rússia

 

A rússian é que é um perigo para todos os países vizinhos e não só. É um Estado terrorista.