Enforcado hoje de manhã depois do Azan, na República Islamofascista do Irão.
@AlinejadMasih
🔥 The largest Wildberries logistics hub in all of Russia has been finally destroyed.
— Igor Sushko (@igorsushko) August 16, 2026
Koledino, Moscow.
Wildberries appears to have made a conscious choice not to empty this warehouse despite knowing Ukraine will destroy it like all others.
Expect $1.5+ billion in damages. pic.twitter.com/SISsou9uU2
Today, Ukraine marks the 975th anniversary of one of our most important historic landmarks, a symbol of our enduring statehood and a center of early Christianity in Europe — the Kyiv Pechersk Lavra.
— Andrii Sybiha 🇺🇦 (@andrii_sybiha) August 15, 2026
A thousand years ago, Kyiv was a gateway through which Christian civilization… pic.twitter.com/lwcpwauYTe
“As pessoas que não pagam a renda não são bandidos”Entrevista com João Nabais, presidente da Deco
Expresso
Receber dinheiro de empresas que a Deco pode ter de confrontar não cria um conflito?
Tem toda a razão, é um perigo. Eu posso ter uma parceria com uma grande empresa e ela até me paga porque estou a prestar-lhe um serviço. Mas é só isto. Não estou — e nunca o poderei fazer — a dizer “esta empresa tem os melhores produtos”. Se assim fosse, estaria a violar os meus princípios e os meus valores. A Deco é independente. Tenho que estar atento e não deixar que esta proximidade com empresas ou associações possa levar à perda de independência ou de objetividade da parte da Deco. Esta questão é uma questão central da nossa vida. Dou-lhe outro exemplo de formas de financiamento novas: nós fazemos a segmentação das queixas em função dos sectores de atividade. Tenho para oferecer a uma empresa um pacote com as queixas no seu sector ou relativamente à sua empresa. É um produto a vender, como é evidente. E parece-me legítimo, porque isto tem a ver com a minha atividade de proteção do consumidor. Se eu puder transmitir às empresas ou às associações este capital de queixa, também estou a proteger o consumidor, porque estou a contribuir para que a empresa preste um melhor serviço.
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No campo da habitação, a Deco reconhece como legítimo reduzir a morosidade dos processos de despejo, mas alerta que a reforma não pode limitar-se a responder ao incumprimento. Considera que o Governo está a proteger mais os proprietários do que os inquilinos?
Eu acho que está. Criou-se um mito: os poderes públicos estão a ser demasiadamente complacentes com quem prevarica e o grande prevaricador é o arrendatário. A Deco não escolhe lados nesta matéria. Há muita gente que, em dadas situações, não paga porque não pode mesmo pagar. Qual é a solução? É avançar para o despejo? É acelerar o despejo? Ou é criar condições para que essa pessoa venha a pagar ou arranje uma solução alternativa? De certeza que a solução não é acelerar os despejos. Nós não podemos admitir que as pessoas que não estão a pagar a renda são bandidos, ou são delinquentes.
A verdadeira epopeia dos marroquinos
Isabela Figueiredo
Escritora, vencedora do Prémio Urbano Tavares Rodrigues
É errado, e deve ser castigado, o desejo de um povo a procurar lugares onde possa ter um futuro digno?
No final de julho, quando os marroquinos, os tais 60 mil, chegaram em massa a Ceuta, vindos de Marrocos a nado e enfrentando perigos, alegrei-me. Os seus sorrisos ao sair do mar, cansados, mas caminhando assertivos pela praia, depois nas ruas, ainda capazes de correr, gritando “Espanha, Espanha”, vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança, contagiaram-me. Tanta juventude, coragem e motivação. Chegaram sozinhos ou com a família. Explicaram-se para as câmaras de televisão: “Viemos para trabalhar, para construir uma nova vida. Em Marrocos não há trabalho.”
Era um grande feito. Pensei que as suas razões contagiariam o mundo. O amor e a compaixão pelo outro venceriam. Qual amor, qual compaixão? Os habituais canais de televisão falavam em crise. Eu só via oportunidade. Homens e mulheres na força da idade, a maior parte muito jovens, clamando por mudança. Imaginei o interior de Portugal a compor-se com gente construindo empreendimentos em diversas áreas, a progredir economicamente, recorrendo aos recursos de cada zona. Há tantas aldeias abandonadas pelo interior do país.
Navy Carrier’s Problems Are Tied to Attacks on U.S. Base Early in War
Diego Garcia, a tiny island 2,200 miles from the Gulf of Oman, took over as the Navy’s logistics hub after Iran damaged a base in Bahrain.
O crescimento destes grupos de religiosas alucinadas advém directamente dos grupos de alucinados extremistas woke que defendem o fim dos direitos das mulheres, a pedofilia camuflada em cuidar da identidade sexual de crianças, etc. O jornal chama-lhes conservadoras de extrema-direita mas, no seu afã de dizer mal do Chega, falha em notar que são iguais aos extremistas de esquerda que defende constantemente nas suas páginas, em tudo, excepto no nome. Umas e outras podiam perfeitamente fazer parte da polícia dos costumes do Irão: a mesma energia, os mesmos métodos, o mesmo objectivo: a submissão das mulheres a grupos de homens com base numa ideologia/religião de versão obscurantista - umas com a máscara da virtude da inclusão, outras com a máscara da virtude da resistência a um movimento de perversão de valores tradicionais. Este é um dos jornais que promove o extremismo obscurantista woke que defende o fim dos direitos das mulheres, mas ainda não acordou para o seu obscurantismo e só o vê nos outros.
Rita Matias foi entrevistada pela influenciadora brasileira Lorena Gato, que vive em Portugal e se define nas redes sociais como "Embaixadora do Reino de Deus - vivendo contra a cultura do mundo. Sabedoria feminina, fé e relacionamento".
A brasileira esteve em Portugal no evento de pré-lançamento e gravou vários vídeos. "Tudo que a mídia apresenta, o que é apresentado na escola, nos livros, é uma imagem de opressão que não corresponde aquilo que eu e tu vivemos na nossa vida. Nós queremos conservar o amor, as famílias saudáveis, nós queremos conservar a nossa identidade de podermos ser mulheres, de podermos ver homens com orgulho de ser homens", disse a deputada do Chega à influenciadora.
Outra brasileira que integra o movimento é Juliana Marques, que é "psicanalista, mentora de feminilidade e relacionamentos", de acordo com a bio no Instagram. Juliana afirmou que "há muito tempo eu não participava de um evento com tanto propósito, com tanta entrega, com tanto transbordo que a gente sentir aquela vontade de querer continuar de quase gritar yes, era isso que tava [tava? Do verbo tavar? A jornalista não sabe traduzir discurso oral em escrita?] faltando", disse.
Diário de Notícias
Chinese money still has universities in thrall. Despite warnings that Beijing is a ‘genuine and increasing cyber risk’, British science’s love affair with China continues. https://t.co/7m9vkzVkZk
— Iain Duncan Smith MP Chingford & Woodford Green (@MPIainDS) August 6, 2026
Our leaders are still stuck in the default mode of “openness”, oblivious to the way…
Transgénero: sexo, género e liberdade
A prioridade não deveria ser que nos empenhássemos com todas as nossas forças para nos libertarmos, enquanto sociedade, de estereótipos de género sufocantes?
Francisco Borges, Público
Porque é que a teoria queer não é contra a pedofilia?
Porque é que a teoria queer valida sentimentos de crianças pequenas como opções de escolhas sexuais e de consentimento?
Porque é que os activistas trans validam sentimentos de crianças pequenas como opções de escolhas sexuais e de consentimento, tanto para actos sexuais como para terapias hormonais e mutilações cirúrgicas?
Ages ago Derek warned about Queer Theory, and yet here we are with institutions embracing it.
— Barry Wall (@HeadWarriorTWM) August 13, 2026
What went wrong with our moral compass? pic.twitter.com/IoVglxzpeR