August 05, 2026
O mínimo dos mínimos seria enviar para a Ucrânia soldados em missão humanitária
Porque razão não se enviam soldados para tratar das questões humanitárias. Libertava os ucranianos para a defesa do país. Não entendo esta atitude blasé dos aliados em relação ao sacrifício de milhares e milhares de civis, fora os militares, todos os dias, para defender o nosso modo de vida e impedir o avanço da Rússia pela Europa de Leste. Acho imperdoável.
Um segundo drone com explosivos num aeroporto da Alemanha
Só os europeus do ocidente é que pensam que os terroristas do Kremlin não estão em guerra com eles.
BREAKING:
— Visegrád 24 (@visegrad24) August 5, 2026
Apart from the drone carrying explosives found at the Leipzig/Halle Airport last night, a second drone struck a cargo plan over the airport just as it was diverting from landing.
The drone hit the plane at an altitude of 400 meters.
After landing at an alternative… pic.twitter.com/zXQdu0NQVL
A Coreia do Norte está em guerra com a Ucrânia a pedido dos terroristas do Kremlin
Nicolas Tenzer
Kiyv afirma que uma unidade norte-coreana equipada com cerca de 120 mísseis balísticos está a ser destacada para a Rússia.
Os Aliados sabem o que têm de fazer: neutralizar o arqueiro, em vez de tentarem, com todas as incertezas que isso acarreta, abater a flecha.
https://www.bfmtv.com/international/asie/coree-nord/
Quem alimenta o sentimento de impunidade dos terroristas do Kremlin?
After yet another Russian mass killing of Ukrainian civilians, it is simply unbelievable to read stories like this. https://t.co/okcobtXKjd
— Marko Mihkelson 🇪🇪🇺🇦🇪🇺 (@markomihkelson) August 5, 2026
Que mais precisam de ver?
A Rússia agora diariamente viola o espaço aéreo da NATO com drones, já disparou mísseis contra a Polónia e descobriu-se hoje estar por trás de um plano envolvendo drones para fazer explodir um avião num aeroporto alemão. Alguém se lembra do artigo 4.º? (War Monitor)
Macron: porque não fazes qualquer coisa, agora já, antes de saíres do cargo?
Sabe-se lá quem vem substituir-te. Apressa-te. Fala com o Merz, fala com os da NATO. Convence-os.
À Kyiv et dans sa région, la Russie a une nouvelle fois choisi de cibler des civils. Cette politique de terreur, menée à coups de missiles et de drones, est inacceptable.
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) August 5, 2026
Chaque nouvelle attaque renforce une évidence : la Russie doit payer le prix de son agression…
O que se pode dizer para convencer os aliados a serem mais aliados?
Não é só Trump que se desaliou ou Netanyahu que foi contra a Ucrânia ter acesso à defesa do dome. Merz disse que assim que fosse eleito dava Taurus à Ucrânia. Onde estão eles?
As someone living in Kyiv, I’m begging you:
— Angelica Shalagina🇺🇦 (@angelshalagina) August 5, 2026
Please help us stop this.
Almost every night, russia strikes Kyiv with ballistic missiles, hitting civilians, homes, and warehouses.
We can’t stop these missiles because we don’t have enough Patriot systems.
People are dying.… pic.twitter.com/05cfeOj3Ki
BREAKING:
— Visegrád 24 (@visegrad24) August 5, 2026
A video has appeared which clearly shows that Russia launched ballistic missiles with cluster bombs on Kyiv early this morning.
17 civilians killed and 40+ wounded pic.twitter.com/HAjnKc76bB
Não consigo decidir se isto é desonestidade intelectual ou apenas imbecilidade pura
'Especialistas' do Público defendem que é preciso que Ceuta, com 80 mil habitantes, seja mais empática com uma invasão de 75 mil homens islamitas (números do governo espanhol) que vagabundeiam por lá a invadir e roubar (e que passarão de Ceuta para a Espanha e daí para a UE como eles próprios dizem) e a culpa disto é do Chega. O governo espanhol é do Partido Socialista dos Operários (😅) e é humanitário, ao contrário da extrema-direita que insiste em que a Europa não é um albergue para os habitantes que outros países não querem e atiram para cá.
Crise em Ceuta expõe discurso “cada vez mais violento” e “securitário” sobre migrações
Especialistas ouvidos pelo PÚBLICO defendem que é preciso uma “posição mais acolhedora” e “planos de integração” por parte dos partidos moderados para contrabalançar discurso do Chega.
Ana Bacelar Begonha
Na senda de outros países, como os Estados Unidos da América ou Itália, o Chega tem utilizado a crise migratória em Ceuta para propagar a sua narrativa anti-imigração.
O discurso não é novo, mas está "cada vez mais violento" e a alastrar-se aos partidos moderados, segundo especialistas ouvidos pelo PÚBLICO, que avisam que colocar a dimensão securitária acima da dimensão humanitária vai potenciar o crescimento da direita radical e a "rejeição de estrangeiros".
O próprio primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sanchéz, do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), que tem adoptado uma política migratória menos restritiva, focou-se sobretudo na vertente securitária na sua primeira reacção pública.
Em sentido contrário, a esquerda, isto é, PS, Livre, PCP e BE e o PAN abordaram o tema distanciando-se do Chega, que acusaram de "cavalgar" o tema "de forma populista", de falta de "empatia", de "instrumentalizar pessoas em situação de fragilidade" ou de pôr em prática uma "agenda reaccionária e xenófoba".
Em 2016 "havia mais humanidade", diz o especialista.
"A direita mainstream abandonou uma posição razoável", defende o especialista em populismo, vincando que "há um discurso cada vez mais violento e baseado no medo" por parte da direita radical, que beneficia da "visão da UE" de "defesa das fronteiras e militarização do Mediterrâneo"
Público
As redes sociais são mais fortes do que a União?
O que é politicamente relevante é que a fronteira europeia foi vencida pela desinformação que circulou em telemóveis. Se a falha operacional é grave, a falha política é maior.
Esta inédita escala não foi resultado de uma operação planeada meses a fio nem se materializou numa armada a invadir a costa. Foi a força orgânica das redes sociais, mal informada ou desinformada, que impulsionou este movimento.
Portanto, as redes sociais e não pessoas por detrás delas é que resolveram desinformar... epá... a sério? Olha aqui a polícia de Marrocos a organizar os autocarros para Ceuta com os invasores 'desinformados pelas redes orgânicas'.
ESTO ES MUY GRAVE. Me llegan estas imágenes de cómo las autoridades marroquíes vacían camiones llenos de jóvenes cerca de la frontera con Ceuta.
— Taleb Alisalem (@TalebSahara) July 30, 2026
Quien no quiera ver que se trata de una operación perfectamente preparada por el régimen, es que es ciego. pic.twitter.com/YpxFAaF7Wb
Como é que tantos países e economias fortes não são capazes de fazer o que é preciso...
E acaba por ser a Ucrânia quem sozinha impõe as sanções mais eficazes? A destruição dos negócios de guerra e a destruição da frota marítima russa no Mar Negro.
Another day, another Wildberries warehouse is destroyed in Aleksin, Tula region.
— Roman Sheremeta 🇺🇸🇺🇦 (@rshereme) August 5, 2026
For a month, Ukraine has been methodically destroying Wildberries logistics hubs in russia, each containing $1-1.5 billion in inventory.
To make matters worse, after the first strikes on… pic.twitter.com/9Ya1gKEIUT
Ucrânia- o Kremlin está a destruir o mais possível antes da Ucrânia ter defesas anti-mísseis
É todos os dias isto. Destruir famílias e estruturas civis enquanto a Ucrânia está sem armas de defesa desses mísseis. Não se compreende a inacção dos aliados. Qualquer dia podemos nem sequer ter líderes fortes a favor da Ucrânia em países-chave, dado os governos mudarem. Não se compreende como não compreendem o que está em causa.
As of now, 44 people have been reported injured in the massive Russian strike on Kyiv and the Kyiv region. Another 17 people, tragically, were killed. My condolences to their families and loved ones. It was a heavy strike – 24 ballistic missiles, 4 Zircon/Oniks missiles, and… pic.twitter.com/4LoHXXkt8R
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) August 5, 2026
A educação para os pobres
Este senhor relata muito bem os factos no que respeita à degradação da qualidade e exigência dos exames, nomeadamente nas Humanidades onde se substituiu o rigor objectivo dos conhecimento por opiniões de sentimentos sobre questões mundanas e dá exemplos das questões de exame, nos anos da passagem do milénio, relativamente às actuais. No entanto, falha no diagnóstico que relaciona com a com a formação sólida dos professores.
António Carlos Cortez
No debate sobre os exames, uma pergunta deveria ser feita: estamos a preparar bem os alunos do secundário para a universidade? A resposta é óbvia, mas dói ouvir.
Desde 2017 que a média nacional a Português vem descendo regular e consolidadamente. Literatura Portuguesa é a disciplina com a média mais baixa de todas. Neste ano de 2026, a média de negativas a Português foi de 29,7%. No caso de Literatura, tendo-se apresentado a exame nesta disciplina 900 alunos, a média é de 9,6 valores. Com efeito, se virmos igualmente as médias de outras disciplinas da área de Humanidades – Filosofia e História –, veremos que há, desde 2017, um padrão geral de abaixamento das competências de escrita e de leitura por parte dos alunos portugueses. Mesmo os melhores alunos portugueses de hoje, como confirmam o PIRLS e o PISA, têm problemas de literacia literária e, em bom rigor, não conseguiriam responder de forma proficiente a questionários dos exames destas disciplinas, e nomeadamente questionários de exames de Português, tais quais esses exames se apresentavam nos anos 90. Especialmente exigente era o Grupo III, o da dissertação.
Em 2026, nesse mesmo Grupo III, pede-se, nesta 2.ª fase, o seguinte: que o estudante, depois de 12 anos de escolaridade obrigatória, “defenda uma perspectiva pessoal sobre o contributo das experiências pessoais e dos conhecimentos adquiridos na escola para o enriquecimento da visão que cada indivíduo constrói do mundo”. Trata-se, a meu ver, da prova mais cabal de incompetência científica por parte de quem concebe este exame. Neste Grupo III, o que está em causa é avaliar a capacidade de argumentação perante um tema ou problema e, ao mesmo tempo, medir a literacia de escrita. Com questões deste género, que convidam ao discurso mais subjectivo e impressionista, opinativo e acrítico, o que se avalia? Que leituras e que competência de discurso argumentativo têm os alunos do 12.º de ter, se o que lhes é perguntado é de um primarismo e de uma infantilidade ímpares?
Comparemos e analisemos agora o exame nacional de 1997 com a idiotice de exames nesta disciplina que, de há uns bons dez, 15 anos a esta parte, têm condicionado a prática e a qualidade das aulas de muitos professores, infantilizando e facilitando processos de ensino-aprendizagem. Uma pergunta prévia, no debate sobre os exames, no seu todo, deveria ser feita: estamos a preparar bem os alunos do secundário para a universidade? A resposta é óbvia, mas dói ouvir: o que temos vindo a formar é toda uma geração de estudantes que, no fundo, sabem que para terem acesso ao ensino superior nada têm de ter lido e não têm de escrever, de facto, com proficiência. Vejamos o exame de 1997, 1.ª fase, Português A.
Constava de um poema de Fernando Pessoa, o ortónimo – “Bóiam leves, desatentos” –, texto de forte sugestão poética, pelas metáforas (“Bóiam leves, desatentos,/ Meus pensamentos de mágoa,/ Como, no sono dos ventos,/ As algas, cabelos lentos/ Do corpo morto das águas” (1.ª estrofe) e pela compreensão exigida quanto a questões de estilo. Para além da melopeia dos versos e da correspondência pensamentos/cabelos (de possível raiz baudelaireana e remetendo para o mito de Ofélia, tão do agrado da estesia simbolista-decadentista que o moderno Pessoa aproveita), há neste poema – e isso pedia-se no questionário de 1997 – uma associação entre pensamentos-sono-corpo morto-algas (águas paradas) e a existência dos próprios pensamentos que, fora do sujeito, bóiam “como folhas mortas/ À tona de águas paradas”. O poema escolhido para avaliar a competência de leitura era, em 1997, indiscutivelmente mais complexo que qualquer texto que hoje os fazedores desta miséria de exames escolhem. Veja-se: é o “sono de ser”, é o nada como problema moderno para um “eu” a braços com os seus pensamentos “de mágoa”, o problema que o estudante tinha de compreender. Isso subentende-se no que era pedido no Grupo I: “Elabore um comentário global do texto que acabou de ler, focando os seguintes tópicos: a) marcas de objectividade/ subjectividade na expressão lírica do “eu”; b) campos semânticos da fragmentação e do negativismo; c) recursos estilísticos e sua expressividade; d) construção da musicalidade; e) marcas características da poesia ortónima pessoana.” Que aluno conseguiria, hoje, em 2026, fazer semelhante comentário crítico? Nenhum – digo-o com lamento, mas sem receio.
Para além do mais, não havia quaisquer constrangimentos de limitação mínima ou máxima de palavras no grupo seguinte. E muito menos se propunha uma avaliação com escolhas múltiplas e V/F. O que se avaliava (e classificava) era mesmo a literacia escrita, as competências do ler um texto complexo e do escrever crítica e analiticamente. Hoje, no exame de Português, à saída de 12 anos de escola, que poema se escolheu? Um poema de Eugénio de Andrade que comparece já no 3.º ano do ciclo primário! E que dizer do questionário de 2026? Perguntas sobre o que é que, por detrás das palavras de um poema de Eugénio de Andrade e de um outro poema de Caeiro, o leitor pode adivinhar quanto a estados de alma. O que hoje se pede aos alunos é que escrevam textos de cariz personalista, absolutamente subjectivos, com a agravante de terem de recorrer a 350 palavras. Todos sabemos: esta é uma geração com uma tal falta de linguagem e de capacidades de análise de texto literário (mas também de qualquer tipo de texto) que, se tivessem de escrever sem limite imposto, provavelmente arriscávamo-nos a não termos nenhuma redacção para ler. Ao menos assim, com a indicação de 350 palavras, os estudantes sabem que têm de fazer o esforço por encher de palha o Grupo III.
Estudantes, filhos da pandemia, do TikTok, de uma vida de que estão ausentes a curiosidade e a sede de saber, o mistério e a imaginação, os alunos portugueses oscilam, como digo há mais de uma década, entre a letargia e a raiva, entre o estado amorfo das suas faculdades cognitivas e a explosão instintiva de frases sem nexo, sem verbos (“posso água?”), sem qualquer construção lógica e sem quaisquer referências culturais
Ninguém, na verdade – se for professor honesto, se for um aluno com o mínimo de consciência crítica, se for um pai minimamente exigente – pode considerar que estes exames nacionais avaliam (falo de Português, mas o mesmo podemos dizer de exames de História, de Filosofia ou de Geografia) seja o que for de competências de leitura e de escrita. Não há verdade nestes exames de Português, bem como de outras disciplinas, quando em mais de 70% do exame o estudante se limita a exercícios de adivinhação. As médias baixíssimas a Português e a Literatura espelham as consequências de mais de 15, 20 anos de políticas que puseram de parte a importância das Humanidades. Mesmo os alunos de ciências têm hoje dificuldades reais de expressão escrita e de compreensão dos textos nas suas áreas específicas. Tudo porque lêem pouco ou nada e porque – e disto igualmente ninguém fala –, na prática didáctica, perdeu-se o hábito de analisar cientificamente um texto. Estudantes, filhos da pandemia, do TikTok, de uma vida de que estão ausentes a curiosidade e a sede de saber, o mistério e a imaginação, os alunos portugueses oscilam, como digo há mais de uma década, entre a letargia e a raiva, entre o estado amorfo das suas faculdades cognitivas e a explosão instintiva de frases sem nexo, sem verbos (“posso água?”), sem qualquer construção lógica e sem quaisquer referências culturais.
Nota final: o que se pretendia no exame de 1997 no Grupo II, a 2.ª parte do dito momento de avaliação das competências? Isto: “Elabore uma dissertação em que aborde de forma desenvolvida e fundamentada as afirmações sobre a poesia de Cesário Verde aqui transcritas." E que texto era esse que o aluno de 1997 tinha de comentar? Este: “Na história da poesia da cidade, os poemas típicos de Cesário Verde são algo de inteiramente novo, pelo amor juvenil e constante à realidade concreta, vista com olhos de artista plástico, transposta em séries de instantâneos claros, exactos, flagrantes. Em 'Cristalizações', 'Num Bairro Moderno', 'O Sentimento dum Ocidental' descobrimos a figura integral de Lisboa.” Este ensaio de que livro era? Deste: Problemática da História Literária(Ática, 1961). Quem hoje é professor desta disciplina, saberá quem foi Jacinto do Prado Coelho? Leu e deu a ler a alunos seus ensaios desse grande professor e ensaísta maior da nossa cultura? Na formação de professores nesta área, conhece-se o essencial de A Educação do Sentimento Poético?
O grande debate sobre educação em Portugal está por fazer e prende-se com a formação sólida dos professores e sobre a real exigência dos exames de acesso. Esta reforma de Fernando Alexandre falha em toda a linha: desmantelou organismos do ministério; feriu de morte a fiabilidade e a justiça do processo de classificação; mecanizou e rebaixou os professores e estudantes à condição de animais mecânicos: uns a classificar, a etiquetar, outros a serem etiquetados. Exames perdidos, digitalização estupidificante, provincianismo e, conjuntamente com o seu secretário de Estado, Homem Cristo, um passa-culpas que revela a falta de honestidade de ambos. O essencial ficou por discutir: que estudantes temos hoje no superior, no secundário, no 3.º ciclo… Que Portugal teremos daqui a uns anos?
August 04, 2026
Muito bom
O som dos ossos a quebrar e um eco musical agressivo e repetitivo como o rodar de uma máquina da revolução industrial em contraste com a fluidez do corpo dele em movimento. Como água a escorrer pelos interstícios da máquina. Muito bom.
Absolutamente espectacular
Cada peça no seu movimento é uma pintura. Que imaginação. É IA.
Um caso de incompetência grave
O caso que esta mulher conta é o da filha ter tido um acidente em que bateu com a cabeça e começou a vomitar e fê-lo várias vezes dizendo que lhe doía a cabeça. A senhora ligou para o SNS Saúde 24, fizeram a triagem, puseram-na a falar com um médico do INEM que disse que iam buscá-la a casa (isto passa-se em Torres Vedas). Ao fim de 40 minutos ninguém aparece e ninguém liga a dizer qualquer coisa. A filha a vomitar, ela volta a ligar para a Saúde 24 que lhe diz disparates, ela avisa que vai com a filha no carro dela para o hospital e pede que avisem a ambulância. Dizem-lhe que ninguém pode avisar a ambulância e mais uma data de disparates acontecem porque ninguém agarra no telefone para falar com ela e dizer que vai a caminho ou se não vai e para saber como está a filha. Enfim, ela vai para o hospital mas como não chegou no INEM ninguém lhe liga e é a última a ser atendida, ao fim de quase 3 horas com a filha a vomitar e suspeita de traumatismo craniano.
Que cambada de incompetentes governam tudo quanto é sistema no país. Ninguém contacta com ninguém, nenhum sistema sabe onde está a ambulância, ninguém na ambulância fala com ela. Isto é um problema simples de resolver mas não há ninguém para se responsabilizar por coisa alguma e resolver o que quer que seja. Este é o país do primismo, da cunha, do amigo que tem um primo que conhece um tipo que tem uma agência que faz plataformas e embrulha tudo e de vez em quando mata doentes.
Este país é uma anedota.
Ainda hoje os espanhóis falam de Portugal como a Rússia fala da Ucrânia
Portugal é um país que existe como tal e mais ou menos com as mesmas fronteiras com Espanha desde 1143, com um intervalo de 60 anos, entre 1580 e 1640 em que a Espanha ocupou Portugal. Ocupou e roubou tudo o que pode. E o resto vendeu e perdeu ao desbarato.
Pois este espanhol aqui do vídeo, para explicar que Ceuta nunca foi marroquina diz que Portugal conquistou Ceuta e que depois, "quando Portugal e Espanha estiveram unidos, no que se chama a União Ibérica e que, quando Portugal se separou da Espanha..." - como se tivesse tudo sido um processo voluntário e pacífico.
Portugal não esteve unido a Espanha, esteve ocupado pela Espanha, um país que desde o século XII nos tenta invadir e subjugar como a Rússia fez aos bálticos; não houve União Ibérica, o que houve foi subjugação e Portugal não se separou da Espanha, expulsou daqui os espanhóis à força.
Já lá vão quase 400 anos e ainda não conseguem falar a verdade. É por isto que temos de desconfiar dos espanhóis, por muito amigos que agora possamos ser na UE. Não somos irmãos. Bem se diz que de Espanha, nem bom vento nem bom casamento.
Parece uma piada mas não é
O Governo irlandês comprou um novo jacto no valor de 53 milhões de euros. E insistiu em remover um sistema de navegação por ser de fabrico israelita. Agora, o avião não consegue aterrar com nevoeiro. Parece uma piada mas não é. É antes um sintoma claro da força do lobby palestiniano, AKA, terroristas do Hamas e da IM que mandam na Irlanda. O anti-semitismo dos irlandeses por estes dias é tão extremista que se prejudicam a si mesmos para o mostrar - onde foram buscar esta prática fanática...?
This sounds like a typical "Irish" joke, but it's true:
— Eylon Levy (@EylonALevy) August 4, 2026
The Irish Government bought a new €53m jet.
And insisted on removing an Israeli-made navigational system.
Now it can't land in the fog 🤣🤣🤣https://t.co/wgeBO3pfRW
Ainda havemos de pedir à Ucrânia para nos vender os seus mísseis anti-balísticos
Tired of waiting for corrupted western leaders to allow Ukraine to defend Europe from Russian ballistic missiles, waiting for Patriot deliveries, waiting for phantom US-joint production agreemements, Ukraine will now just produce the world's best air defense system, reliant as as… pic.twitter.com/94UO9NjHC3
— Jay in Kyiv (@JayinKyiv) August 4, 2026