Não deixam de acontecer só por não haver consciência delas.
Não deixam de acontecer só por não haver consciência delas.
Russia is using Africa as a launchpad to create problems for Europe. Its mercenaries extract minerals, fuel instability & push migration northward. The goal is to weaken Europe. Africa pays the price in massacres, rape & plunder. Europe pays later in division and instability pic.twitter.com/3XUjt4HX8f
— Philip Obaji Jr. (@PhilipObaji) September 8, 2026
Never stop talking about the genocide of Christians in Nigeria.
— 🇺🇸 Jake Hilton 🇮🇱 (@TheDemSlayer) September 8, 2026
THIS IS ISLAM. This is what Muslims do. Muslims lie, cheat, steal, and only come to destroy and enslave—and never let anyone convince you otherwise. pic.twitter.com/MhQxgxHELR
Se vamos falar em devoluções, espero que Guterres diga à Turquia para devolver Istambul aos gregos. E para os árabes pagaram pelos milhões de homens africanos que transformaram em eunucos e as mulheres em escravas de harém. E aos turcos para pagarem as mulheres europeias que raptaram e escravizaram e vendiam nos mercados. Se é para fazer contas ao passado, vamos ver todas as colunas do haver e do dever e não apenas umas escolhidas a dedo pela nova-esquerda neo-racista. E antes disso desmantelar os mercados de escravos que ainda existem nos países islamitas. Guterres é especialista em gerar conflitos, em alimentar racismos, e em por todos contra todos.
A Grã-Bretanha não deve pagar nem um cêntimo em reparações pela escravatura
O papel da Grã-Bretanha no comércio de escravos foi insignificante em comparação com o das nações árabes e africanas.
A pressão sobre os contribuintes britânicos para que comecem a desembolsar dinheiro para financiar reparações pela escravatura histórica de africanos por parte de alguns dos seus antepassados está a aumentar. Em fevereiro, a União Africana adotou uma resolução proposta pelo seu defensor das reparações e presidente do Gana, John Dramani Mahama, que identifica a escravatura como um crime contra a humanidade. Em março, a Assembleia Geral da ONU aprovou a resolução do Gana que descreve a escravatura transatlântica como «o crime mais grave contra a humanidade» e apela às reparações como «um passo concreto para corrigir os erros históricos».
«O ponto de partida é a verdade e a reconciliação… já não vivemos numa sociedade em que se questionam noções como o privilégio branco.»
Mas a ideia de que a Grã-Bretanha deva pagar reparações é histórica e moralmente ridícula. Baseia-se numa narrativa caricaturalmente simplista — e até racista — de brancos a explorarem negros.
No entanto, tal como indicado pelo subtítulo do livro de Martin Plaut, de 2025, Unbroken Chains: A 5,000-year History of African Enslavement (Correntes Inquebráveis: Uma História de 5 000 Anos de Escravatura Africana), os africanos já se dedicavam a escravizar outros africanos há séculos antes de os comerciantes europeus terem aparecido pela primeira vez ao largo da costa da África Ocidental, em meados do século XV. Aqueles que não consumiam em sacrifícios humanos, os africanos vendiam primeiro aos romanos e depois aos árabes. E quando os portugueses, espanhóis e britânicos chegaram em busca de escravos africanos, não precisaram de se aventurar no interior para os caçar. Limitaram-se a esperar na costa que os traficantes de escravos africanos os trouxessem.
Estima-se que os europeus tenham transportado 12,75 milhões de africanos através do Atlântico para as Américas. Destes, cerca de um quarto foi levado pelos britânicos. A Caricom (uma organização de Estados das Caraíbas) e a União Africana fazem questão de divulgar esses números. Outros números, porém, procuram ocultar — em particular, os nove milhões de africanos levados para o Mediterrâneo e os 12 milhões de africanos transportados para o Mar Vermelho, o Golfo Pérsico e a região a oeste da Índia. Esses africanos foram primeiro escravizados por outros africanos e depois vendidos aos árabes.
Vamos fazer o que os defensores das reparações não fazem: ser justos e colocar o envolvimento britânico na devida perspectiva. Em 1804, estimava-se que existissem 45 milhões de escravos em todo o mundo, dos quais a quota britânica nas Índias Ocidentais era de pouco mais de um por cento. De um total de, pelo menos, 41 milhões de escravos africanos comprados e transportados através do Atlântico, do Saara e do Oceano Índico, os comerciantes britânicos compraram pouco menos de oito por cento, enquanto os árabes foram responsáveis por 37 por cento.
Mas os verdadeiros escravizadores e comerciantes de quase 100% eram outros africanos. Na década de 1850, o povo fulani, do que é hoje o norte da Nigéria, geria vastas plantações que empregavam quatro milhões de escravos em simultâneo — mais do que o total transportado para as Américas pelos britânicos em mais de 140 anos.
Além disso, ao contrário de qualquer outra nação africana, os britânicos arrependeram-se do seu envolvimento no comércio de escravos e na escravatura e, no início do século XIX, estiveram entre os primeiros povos da história do mundo a aboli-los.
Utilizaram então o seu domínio imperial para suprimir o comércio de escravos, sobretudo na própria África. O historiador beninês Abiola Félix Iroko escreveu que «quando o comércio de escravos foi abolido [pelos britânicos], os africanos opuseram-se à abolição». De facto, segundo Plaut, muitos deles continuam a opor-se a ela. Hoje em dia, o comércio e a instituição de escravatura continuam vivos e de boa saúde na Mauritânia, no Mali, no Níger, no Sudão e na Líbia.
spiked-online. (excertos)
Defesa da Ucrânia
🇺🇦🤝🇪🇺 Obrigado, União Europeia!
Os Estados-Membros chegaram a acordo sobre a derrogação que permite à Ucrânia adquirir produtos essenciais para os sistemas de defesa aérea Patriot.
O próximo desembolso de 3,2 mil milhões de euros permitir-nos-á proteger melhor a nossa população e as infraestruturas críticas contra o terror dos mísseis russos, incluindo ataques balísticos.
Em vésperas do Outono e do Inverno, esta decisão é fundamental.
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O normal seria comprá-los primeiro e depois anunciar a sua entrega à Ucrânia, dado todos sabemos que Trump faz tudo o que pode para que armas decisivas nunca cheguem à Ucrânia.
WATCH: A Chinese military attaché passed a note to the Philippine Defense Secretary while he was speaking at a Seoul defense forum — restating that the 2016 South China Sea ruling is "illegal, null and void."
— Clash Report (@clashreport) September 8, 2026
Teodoro read it aloud to the room, then responded line by line.
On… pic.twitter.com/sFQA81zoTf
Se Merz tivesse dado armas decisivas aos ucranianos mais cedo, os russos estariam em pior posição do que estão e talvez ele não tivesse as críticas internas que tem, porque ele não se mostra como um indivíduo forte e determinado. Diz que sim, mas nem por isso, diz que quer mas nem por isso, diz que faz mas nem por isso...
Defense Minister of Germany Boris Pistorius:
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) September 8, 2026
Preparing Ukraine for winter is of the highest priority and it requires us to act resolutely and immediately.
I have decided alongside NATO Summit to deliver urgently needed PAC-2 interceptor missiles from Bundeswehr stocks to… https://t.co/epTnKyjaDv pic.twitter.com/iA8jYOe0MM
No dia em que as tiverem dão cabo dos russos e acabam com a guerra.
🚨🇨🇳🇺🇦🇷🇺 China asked Ukraine to refrain from striking Vladivostok during the Eastern Economic Forum in order to ensure the safety of its delegation, according to Kyodo News, citing sources.
— NSTRIKE (@NSTRIKE1231) September 7, 2026
The reports say Kyiv agreed to avoid attacks in Russia’s Far East for the duration of the… pic.twitter.com/B1iEZAMSWt
«Uma das coisas de envelhecer é perceber o quanto estávamos enganados quando éramos jovens. Enquanto jovem de esquerda, via a esquerda como a voz do homem comum. Nada poderia estar mais longe da verdade.»
— Thomas Sowell
Socialistas lançam Álvaro Beleza para candidatura à Câmara de Lisboa
Médico e dirigente socialista recusa excluir-se: “Nunca se pode dizer nunca.” Amigos do PS salientam vantagem da notoriedade televisiva e capacidade de falar para setores à direita do partido. -Expresso
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Houve um tempo em que os candidatos às Câmaras eram escolhidos por se pensar que tinham um projecto para as cidades e capacidade para os executar. Depois passou a escolher-se para dar cargos aos amigos do partido mesmo que sejam de grande incompetência - veja-se a Presidente da Câmara de Almada e tantos outros do género; agora escolhem-se apenas por serem personalidades da TV.
Está a decorrer uma batalha ideológica sobre o significado do género e do ser feminino e isso tem consequências no mundo real. Alguns dos activistas mais veementes que exigem que as mulheres aceitem novas definições de si mesmas são homens, apoiados por aliados que, com demasiada frequência, tratam a dissidência como intolerância e os limites como ódio. Quando a intimidação, as ameaças ou a apologia da violência entram nessa discussão, os homens de consciência não devem ficar de braços cruzados e deixar as mulheres sozinhas na defesa dos seus direitos baseados no género.
Uma mulher não precisa de um prefixo ideológico. «Cis» é um rótulo político imposto às mulheres para abrir espaço aos homens dentro da categoria feminina. Tenham muito cuidado quando as pessoas começarem a alterar a linguagem, porque assim que controlarem a definição de «mulher», começarão também a controlar quais os direitos que pertencem às mulheres.
«Não se pode proteger o que não se consegue definir»...There is an ideological battle taking place over the meaning of sex and womanhood, and it has real-world consequences. Some of the loudest activists demanding that women accept new definitions of themselves are male, backed by allies who too often treat dissent as bigotry and… pic.twitter.com/fDgEGxVro3
— The Heartlands Tribune (@HeartlandsTrib) August 18, 2026
Outra coisa é percebermos o lodo em que as universidades se tornaram. As universidades costumavam ser meios de avançar o conhecimento e o espírito humanos e não ferramentas de endoutrinação do ódio, da vitimização e da destruição de todas as relações sociais.
This is what our universities are teaching! Listen to this woman.👇🏻
— PammsyNow (@NowPammsy) August 30, 2026
Students are spending hundreds of thousands of dollars 💵 to be turned into a woke person that is mad at the world!
It’s all a scam!Turn away from these and find a good trade school!
You won’t be in debt! pic.twitter.com/oSEktCMQ3b
Prisha Mosley🦎
Quem me dera poder recuperar o tempo que perdi com a transição. Grande parte da minha juventude e da minha vida foi desperdiçada a obcecar-me com o meu género, os meus pronomes e a medicalização. Gostaria imenso de ter passado esses anos a aprender uma competência, ou mesmo apenas um passatempo que valesse a pena. Não tenho nada para mostrar, a não ser os vestígios físicos que restaram do meu estado de doença mental. Que desperdício de tempo e de saúde.
Os trans alegam não ter nenhuma patologia, mas: precisam urgentemente de intervenções médicas, cirurgias, medicamentos agressivos psiquiátricos e de acompanhamento psiquiátrico para a vida.
Os homens que se dizem sentir-se mulheres alegam que a mulher não existe e é o que cada um quiser, mas: moldam o seu corpo e os seus comportamentos tendo as mulheres como modelo.
Os trans afirmam que o sexo não existe, mas para mudar de género: fazem cirurgias para mudar de sexo e ficarem parecidos às pessoas do sexo oposto.
Os trans homens que dizem sentir-se mulheres afirmam que não têm transtorno mental, mas: se não entrarem nos balneários ou casas-de-banho das mulheres e se não puderem ver raparigas a despir-se ou despirem-se eles diante delas ficam traumatizados, com doenças mentais e até suicidas.
Os médicos e ideólogos trans dizem que é normal desejar ser castrado, desejar destruir os orgão sexuais, cortar as mamas, etc. e deve ser totalmente apoiado, logo desde a infância, mas: a psiquiatria define esses desejos e comportamentos como doenças e transtornos mentais - apotemnofilia, síndrome de Klingsor, Síndrome Skóptica, etc.
Os trans homens que dizem sentir-se mulheres pedem às mulheres que abdiquem da sua segurança para os incluir mas: eles não abdicam das suas exigências de submissão de mulheres, apesar de só querem viver em paz.
Os trans homens que dizem sentir-se mulheres só querem ser aceites e viver em paz mas: se as mulheres (e os homens) discordarem da sua auto-percepção e não os validarem exigem o seu castigo social e às vezes até judiciário.
Os trans homens que dizem sentir-se mulheres só querem viver em paz, mas: se as lésbicas não se submeterem e não disserem publicamente que os homens podem ser lésbicas têm de ser castigadas e se não quiserem dormir com eles, têm de ser condenadas por transfobia.
Os trans homens que dizem sentir-se mulheres só querem ser incluídos mas: agora os desportos femininos têm mulheres, homens que dizem ser mulheres e mulheres que dizem ser homens. Se os homens que dizem ser mulheres são incluídos nas equipas de mulheres, porque razão as mulheres que dizem ser homens não são automaticamente incluídas nas equipas de homens...? As equipas de homens só têm homens, as das mulheres têm tudo o que cada um quiser e qualquer dia também têm teranos.
Trans homens que dizem sentir-se mulheres, que toda a vida fantasiaram com dar de mamar a bebés como gratificação sexual (provavelmente enquanto se masturbavam), agora realizam a sua fantasia de usar bebés como instrumentos sexuais, com o apoio de autoridades públicas.
Homens que têm fetiche de mamas grandes agora dizem que são mulheres, fazem cirurgias para pôr mamas grandes (para poderem apalpar-se enquanto se masturbam?) e exigem que todos validem o seu fetiche.
Estas são as pessoas que as escolas chamam para ler às crianças, para dar conselhos a crianças e adolescentes e para educarem as mulheres na ideologia certa da submissão e que abdiquem dos seus direitos para se sentirem confortáveis na exploração dos seus fetiches.
This Drag Queen has no idea why ANY parent would want their child anywhere near people like them !
— Leah Rain ✝️🇺🇸🎸🏝️ (@LeahRain77) August 30, 2026
He lays it all out … pic.twitter.com/3kzy1GDGZu
🚨 WOKE CULT MEMBERS DESPERATELY TRY TO HIDE WHAT’S HAPPENING AS DAD EXPOSES DRAG QUEENS DRESSED AS PROSTITUTES READING SEXUAL BOOKS TO CHILDREN pic.twitter.com/ejEgJs73Yk
— Wild Media (@FightStorage) August 30, 2026
Homens que são posto nas cadeias de mulheres. Muitos deles só após serem condenados 'descobrem' que são mulheres e exigem ir para cadeias de mulheres. Apesar das evidências o governo tem negado que reclusos trans que se identificam como mulheres violem reclusas, agridam e assediem sexualmente as prisioneiras. Só agora, depois de uma queixa formal em 2025, por parte de advogados financiados pelo Justice Centre for Constitutional Freedoms interporem uma ação judicial em nome da Canadian Women’s Sex-Based Rights (CAWSBAR), que obrigou à divulgação de documentos, o governo admite a verdade. No entanto, afirma que não faz mal porque pôr homens em prisões e celas de mulheres não infringe os direitos das mulheres porque... se eles dizem sentir-se mulheres é porque são mulheres.
https://reduxx.info/canada-government-admits-trans-identified-male-prisoners-have-raped-female-inmates-denies-infringing-womens-rights/