August 19, 2026

Can you Handel such good music?

 

A Passacaglia de Handel tocada numa guitarra-harpa por Jamie Dupuis.




Temos falta de polícias e o crime está a subir



A função pública aumenta no número de políticos, assessores, conselheiros e adjuntos e diminui no número de polícias, professores, enfermeiros, médicos e funcionários dos serviços públicos.

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Noite do Porto marcada por violência contra turistas e seguranças

Reis Pinto, JN

A noite do Porto está a registar mais episódios de violência e agressões contra seguranças privados, segundo o presidente do Sindicato Unificado da Segurança Privada (SUSP), Cláudio Ferreira, que aponta um agravamento da situação na Baixa da cidade. 

O sindicalista, que trabalhou durante 24 anos como segurança-porteiro e durante 12 anos nas Galerias de Paris, afirmou que se tem assistido ao aumento não só do número de crimes, mas também da sua gravidade.

O alerta surge depois dos desacatos registados na madrugada de sábado na Baixa do Porto, noticiados pelo JN, os quais seis turistas terão sido roubados e agredidos por um grupo de homens que habitualmente circulam nas Galerias para vender droga. Mais tarde, no exterior de um bar, um cliente terá atacado um segurança no pescoço com um copo de vidro partido.

Cláudio Ferreira disse à Lusa ser insuficiente o número de agentes da PSP disponíveis para patrulhar a zona durante a madrugada. Segundo o sindicalista, houve noites em que não estava "um único agente da PSP disponível" para fazer rondas e que, depois das 4 horas, a presença policial deixava de ser visível.

Entre as situações que diz serem cada vez mais frequentes estão desacatos entre grupos, tentativas de violação e venda de droga falsa, que pode resultar em agressões quando os compradores descobrem que foram enganados.

O presidente do SUSP considera ainda que as estatísticas não refletem toda a realidade, uma vez que muitos turistas vítimas de agressões abandonam a cidade sem apresentar queixa. Defende também que os seguranças privados estão "completamente vulneráveis" e reclama que as agressões contra estes profissionais passem a ser consideradas crime público.
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Entretanto:
Uma mulher, de 49 anos, distribuidora de pão, terá sido sequestrada e violada por um homem, esta terça-feira. O ataque terá ocorrido de madrugada, quando a vítima se encontrava numa zona comercial, em Torres Novas. jn.pt/
Isto agora é todos os dias.



Seguro sendo o presidente que se esperava que fosse



Presidente da República promulga "lei das burcas" mas admite tratar-se de uma matéria sensível

Para o presidente da República, está-se no "domínio de uma matéria de grande sensibilidade social e cultural, onde é de extrema dificuldade definir fronteiras e valorizar de forma equilibrada direitos e deveres", lê-se numa nota publicada no site da Presidência da República. (JN)

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Quem é que acha a questão das burkas, o caso mais flagrante da opressão das mulheres e supressão de seus direitos às mãos dos islamitas, uma "matéria sensível"? E se esta questão é sensível, o que achará de outras menos flagrantes? Achará o mesmo que Guterres, esse homem narcísico e de pouco entendimento? Seguro sendo o presidente que se esperava que fosse: um exemplo do novo socialismo que acima de tudo tem medo de desafiar a nova-esquerda.


"My body can't Handel such good music"

 

Handel costumava tocar o cravo em segredo porque o pai não aprovava as suas tendências e ambições musicais. Levou um pequeno clavicórdio — um instrumento de teclado muito silencioso — às escondidas para o sótão em vez de um cravo para escapar à fúria do pai.

Pensar que no tempo de Handel a maioria das pessoas, para além da música que ouvia nas missas e nas festas públicas que metiam pequenas orquestras ou bandas (nas cidades), só com muita sorte ouviria tocar músicas como esta e, uma vez na vida. O impacto e a sede de mais que isso deveria deixar em cada um que tinha a sorte de as ouvir é inimaginável. Temos muita sorte em poder começar o dia com uma inspiração destas.

Até há muito pouco tempo a arte era um luxo de apenas alguns e a maioria tinha apenas a Natureza para consolar a sede do belo e do sublime. Talvez por isso a arquitectura pública tivesse, até há pouco tempo, exigências estéticas. Agora aceita-se a subjectividade total do sentimento do artista como critério do interesse público. No dias de hoje, dado que se destruiu a Natureza e a arquitectura pública, resta-nos, fora das cidades, a internet.


August 18, 2026

Por que estamos a caminhar para guerras civis na Europa


A 2ª e a 3ª gerações manifestam níveis mais elevados de alienação e de hostilidade do que a primeira geração.


Por que estamos a caminhar para guerras civis na Europa

Ivan Kinsman

Basta ver qualquer um dos vídeos publicados diariamente no YouTube para se deparar com cenas de europeus nativos a lutar com migrantes do terceiro mundo, seja na Grã-Bretanha, na Irlanda, na Alemanha, em Itália, em França, em Espanha, etc.

Então, quais são os passos e os fatores que conduzem a uma guerra civil, ou seja, quais são os indicadores? O professor David Betz, catedrático de Guerra no Mundo Moderno no King’s College de Londres, estudou este tema em profundidade. Existem três indicadores que se destacam

1. Faccionalismo – uma sociedade faccionalizada é propensa a conflitos civis. Temos isso agora no mundo ocidental. O faccionalismo polar é quando as pessoas já não discordam sobre questões como o aborto, mas sim uma situação em que suprimem os seus sentimentos individuais em favor daquilo que consideram ser a visão consensual da sua facção ou tribo. Isto ocorre numa situação em que nos sentimos inseguros e procuramos apoio junto dos nossos amigos e aliados. Verifica-se uma aceleração das divisões entre grupos e um agravamento das tensões.

Um exemplo de uma aldeia inglesa tomada por «requerentes de asilo»: https://www.dailymail.com/news/article-15950303/Our-village-taken-asylum-seekers-lives-hell-outnumbered-government-wants-in.html

Chertsey: https://www.facebook.com/reel/1502037424944039

Shrewsbury: https://www.facebook.com/reel/1016839250716704

O Partido Trabalhista é o inimigo da Grã-Bretanha: https://www.facebook.com/reel/1049999571020993

2. O segundo factor importante é a perda de prestígio. Trata-se de uma situação em que uma facção dominante, mas em declínio, dentro de uma sociedade enfrenta uma perda permanente do seu estatuto, por exemplo, a primazia da sua língua como língua franca, a perda dos seus ideais culturais e símbolos religiosos, que estão a ser substituídos ou activamente destruídos para promover uma divisão ainda maior. Um termo mais comum é «substituição» — ou, como Renaud Camus lhe chamou, «a Grande Substituição». No caso do Reino Unido, em 2023, mais de 30% da população acredita que isto está a ocorrer. A transformação demográfica das sociedades através da migração, conduzida como um conceito impulsionado pela elite — muitas vezes através do engano — por ambos os principais partidos britânicos ao longo de quase trinta anos, tem testemunhado principalmente uma migração de mão-de-obra pouco qualificada, o que é economicamente retrógrado em termos de capital. É natural que as pessoas reajam a isto.

3. A perda de confiança no funcionamento da política normal como forma viável de responder aos problemas da acção coletiva, o que constitui uma crise de legitimidade e um reflexo do fracasso do sistema político no seu conjunto. Basta observar as atitudes políticas das pessoas – e, no mundo ocidental atual, não se trata tanto de esquerda ou direita, mas sim da concordância com a ideia de que votar não faz diferença. Se esta for a ideia política dominante de um sistema, então este não irá gozar de um elevado nível de legitimidade. Ideias como a do «Uniparty» expressam a noção de que, independentemente de em quem se vote, o partido que chegar ao governo irá implementar políticas que agradem à elite governante. E, na maioria das vezes, a elite prevalece sobre a rua, pelo que o sistema não reflecte as opiniões colectivas agregadas.

A confiança é um aspecto muito importante da sociedade e, em todo o mundo ocidental, pode argumentar-se que a confiança tem vindo a diminuir desde a década de 1970. Muitos resultados de sondagens mostram que o número de pessoas que confia que os políticos sejam sinceros e ajam de forma responsável em nome dos seus eleitores é muito baixo. As instituições também enfrentam um grave declínio na confiança — o sistema jurídico, o jornalismo e até mesmo aquelas que historicamente mantiveram níveis elevados, como a polícia e o poder judicial. Isto é indicativo de uma sociedade muito doente, com potencial para conflitos.

A polícia no Reino Unido: https://www.gbnews.com/news/police-woke-culture-wars-catching-criminals-review

 

Quem irá combater nas guerras civis?

David Betz sugere três grupos principais:

1. A elite globalista, com atitudes pós-nacionalistas, cosmopolitas, etc. Trata-se de elites nacionais que ocupam cargos nacionais, mas que não têm qualquer simpatia pelo interesse nacional e encaram aqueles que o defendem como figuras bastante suspeitas e cujas ideias são deploráveis. São também pós-cristãos.

2. As comunidades não nativas, particularmente as novas populações muçulmanas que não se assimilaram nem desejam assimilar-se ao panorama cultural ocidental. É isto que sustenta a ideia de «substituição» referida anteriormente. Trata-se de recém-chegados (digamos, há mais de 30 anos, na maioria dos casos).

Um exemplo de um ataque de um grupo de migrantes a um homem branco britânico: https://www.facebook.com/tam.donlon

Guardei isto para mim durante alguns dias, mas tem de ser dito.

Eu e o meu amigo estávamos a regressar do trabalho na outra noite, a pé, pelo centro da cidade de Glasgow. Com as malas dos portáteis às costas, a tratar da nossa vida, quando fomos atacados por um grupo de cerca de 10 a 15 argelinos que tentavam roubar-nos numa rua principal.

Mantivemos a nossa posição e demos-lhes uma boa luta. Eles atacaram-nos de surpresa e eu levei com uma garrafa nas costas. Assim que perceberam que não éramos alvos fáceis, apareceram os cassetetes e os cintos. Lutámos com eles durante uns bons minutos e, embora todos eles se acovardem com a ideia de um confronto um contra um, acabámos por ser dominados; fui arrastado pelas escadas abaixo, apanhei com uma garrafa na cara e depois levei pontapés e pisadelas enquanto eles gritavam Glasgow agora é a nossa cidade e Allahu Akbar.

Isto não é uma opinião. Isto não é política. Foi isto que aconteceu. Apesar de já me terem dito que identificar aqueles que nos atacaram como norte-africanos era, de alguma forma, racista.

3. A população nativa, que constitui uma maioria em declínio.


https://www.instagram.com/?next=%2F



dream2visabyioana

O Sonho Canadiano está morto. Ninguém quer dizê-lo em voz alta, por isso vou ser eu a dizê-lo. 🇨🇦
Um número recorde de canadianos está a partir. Não é para férias. Não é para um ano sabático. É para sempre. Texas. Flórida. Arizona.
Estão a comprar casas que conseguem realmente pagar. A ficar com uma maior parte do que ganham. A construir algo sem verem isso ser-lhes tirado pelos impostos antes mesmo de começar.
Sei disso porque fui uma delas. Há três anos, a minha família deixou o Canadá para ir para a Flórida, sem um roteiro nem um plano, apenas com a recusa em continuar a ficar para trás.
Ninguém tentou convencer-nos a voltar.
Todos perguntaram como é que conseguimos.
O Canadá quer que acredites que ficar é lealdade. Que o conforto é sucesso. Que o limite da tua vida é simplesmente assim que as coisas são.
As pessoas já não acreditam nisso.
Como seria a tua vida se parasses de esperar por permissão?
Se estás a fazer essa pergunta a ti próprio a sério ➡️ link na biografia. Vamos conversar. 👇


 


Como é que isto vai desenrolar-se?

Existem dois vectores principais, em ambos os quais o actor central é a massa nativa, ou seja, os «de algum lugar» que ainda se sentem ligados à sua terra, história e língua.
A população e a elite representam o primeiro vector, essencialmente sob a forma de revolta. Trata-se de um movimento de carácter conservador, que procura punir a elite por ter alterado as regras do jogo de forma prejudicial para a maioria da população, o que representa uma violação do contrato social (traição por parte da elite). 
No século XXI, isto assumirá provavelmente a forma de uma «guerra suja» ao estilo latino-americano, tal como aconteceu em Itália durante a década de 1970 ou na Irlanda do Norte. Trata-se essencialmente de baixos níveis de violência crónica, como assassinatos, raptos e espancamentos punitivos, dirigidos principalmente contra a elite. O objectivo não é substituí-la, mas forçá-la a desempenhar a sua função, que é voltar a servir o interesse nacional.






Milhares de franceses manifestam-se em Narbonne, França
https://www.facebook.com/reel/27565203869778573



O segundo vetor é inter-tribal ou inter-étnico. Este terá provavelmente uma dimensão rural versus urbana, enclaves étnicos e ataques de tipo para-militar centrados principalmente nas infra-estruturas das cidades — por exemplo, no sistema de distribuição alimentar, na energia eléctrica, no gás e nas redes de transportes, que são todos alvos fáceis. As cidades dependem destes serviços, que são externos a elas e têm de ser transportados para o seu interior e, apesar de serem grandes, são frequentemente frágeis. 
Numa sociedade que funciona de forma anómala, é relativamente fácil atacar estes serviços, e o seu corte em grandes áreas urbanas pode ter um impacto extenso, com saques em massa, motins e violência a eclodirem frequentemente. A polícia fica sobrecarregada para controlar a situação e, se isto acontecer com frequência em todas as grandes cidades, acaba por ficar completamente sobrecarregada.

Quais são as perspectivas para o futuro?

O economista especializado em desenvolvimento Paul Collier afirma que a migração em massa é prejudicial tanto para as sociedades de origem como para as de acolhimento. O seu impacto no capital social é um tema central. 
Robert Putnam, sociólogo e cientista político norte-americano, aborda esta questão na sua obra. Se se pretende ter uma sociedade próspera, o factor mais importante é um elevado nível de confiança ou «capital social». A migração em massa, o multiculturalismo, as políticas de diversidade e a política identitária têm todos um impacto no capital social, à semelhança do ácido clorídrico nas substâncias orgânicas. As consequências já estão consolidadas.



 



Alguns dos efeitos poderão ser atenuados e David Betz aconselha os governos a ponderarem a redução da duração, ou seja, uma resolução drástica e de curta duração. Mas esta oportunidade já foi perdida e agora as pessoas devem preparar-se ou apertar os cintos para o que está por vir.

Robert Putnam salienta que, com o aumento da diversidade, a confiança entre os cidadãos fica enfraquecida. No seu artigo publicado numa revista escandinava, afirma abertamente que as suas conclusões são muito alarmantes, mas que, com o tempo, a perda de capital social será recuperada. 
Na realidade, porém, tem acontecido o contrário. A segunda e a terceira gerações manifestam níveis mais elevados de alienação e de hostilidade declarada em relação às suas novas pátrias nominais do que a primeira geração. Mas afirmar isto abertamente pode equivaler a um sacrilégio.

Leituras complementares:

· Paul Collier, *Exodus: How Migration is Changing Our World* (intitulado *Exodus: Immigration and Multiculturalism in the 21st Century* na sua edição britânica), 2013, Oxford University Press

https://en.wikipedia.org/wiki/Exodus:_How_Migration_Is_Changing_Our_World

· Robert D. Putnam é um aclamado cientista político norte-americano e professor de políticas públicas na Universidade de Harvard. É mais conhecido por ter popularizado o conceito de capital social — a ideia de que as redes sociais, as ligações comunitárias e a confiança mútua são vitais para uma sociedade saudável e uma democracia funcional.

«Bowling Alone» (2000) é o seu livro mais famoso, que descreve em pormenor como os americanos se têm afastado progressivamente da vida comunitária (como ligas de bowling, frequência à igreja e clubes cívicos) desde a década de 1960

«Samuel P. Huntington, Dead Souls: The Denationalization of the American Elite», é um ensaio notável de 2004 da autoria de um proeminente cientista político. Publicado na revista The National Interest e posteriormente incluído no seu livro Who Are We?, o ensaio defendia que as elites americanas estavam a abandonar a identidade nacional tradicional em favor de lealdades transnacionais e cosmopolitas.

O ensaio ficou famoso por ter cunhado o termo «Homem de Davos» para descrever estes profissionais transnacionais. Segundo Huntington, estes executivos, académicos e empreendedores da alta tecnologia consideravam as fronteiras nacionais obsoletas. Huntington alertou que esta desnacionalização criava uma profunda divisão cultural e política, opondo uma elite transnacional a um público americano profundamente patriótico e nacionalista.



* Renaud Camus sobre a substituição
https://www.hungarianconservative.com/articles/philosophy/renaud-camus-replacement-democracy-civilization-racism-west/



 

 


Ela disse tudo

 

Tem passaporte holandês e agora é considerada holandesa, mas na verdade é marroquina, sempre será marroquina e nunca será holandesa. E acrescenta que a Europa é obrigada a receber todos os africanos porque agora é a vez da África - depreende-se que colonizar. Ela disse tudo... nunca se integrará, será sempre marroquina e a favor dos africanos contra a Europa, seja quais forem as circunstâncias. Sendo marroquina calculo que seja islamita. Importámos dezenas de milhão destes inimigos da Europa.

Todos os dias se publicam vídeos no YouTube onde depararemos com cenas de europeus nativos a lutar com migrantes ilegais do terceiro mundo, seja na Grã-Bretanha, na Irlanda, na Alemanha, em Itália, em França, em Espanha, etc. Sabemos que a Rússia (e agora a China) promovem a imigração islamita, as manifestações anti-semitas dos pró-palestinos e o transfascismo para provocar a divisão dos europeus, pôr famílias desavindas entre si e fomentar o caos. Mas os líderes europeus nunca mais acordam para a realidade. Faz lembrar 2022 e 2023 quando Zelenskyy avisava a Europa que a guerra da Rússia na Ucrânia era uma ameaça à Europa e os europeus riam sem acreditar, como se fosse uma piada de exagero. Agora estão à rasca sem saber o que fazer.

Um indivíduo, Ivan Kinsman, escreveu um artigo citando o Professor David Betz, catedrático de Guerra no Mundo Moderno no King’s College de Londres a mostrar, ponto por ponto, porque acredita que a Europa se encaminha para guerras civis e tem que ver com a imigração descontrolada. https://ivankinsman.substack.com/p/why-we-are-heading-for-civil-wars

Mas os líderes europeus continuam a brincar com o fogo. Hoje, a Síria admitiu possuir material nuclear remanescente do regime de Assad: É nosso direito desenvolver um programa nuclear civilJá nos esquecemos de quem é este indivíduo, al Julani, que ainda ontem andava pelas ruas a exibir cabeças decapitadas, só porque agora anda de fato e gravata?


Trump foi, definitivamente, condenado por agressão sexual

 

Mas quem é o idotas que compra material electrónico e digital a russos, chineses e quejandos?

 

(Traduzido do checo)

As câmaras russas instaladas nos radares rodoviários da Eslováquia continham um módulo não documentado que permitia o seu controlo remoto e concedia acesso total às mesmas, mesmo através da rede móvel. Para activá-lo, bastava enviar um SMS a partir de um dos 12 números russos.

Estamos a assistir a um fracasso político da Europa de proporções históricas

 

A apatia com que a Europa assiste à destruição, por mísseis russos, dos abastecimentos de energia e água, da agricultura e da indústria da Ucrânia é escandalosa.
Será que os nossos governos não compreendem que este ataque também é dirigido contra a Europa? Ou será que alguns estão mesmo a especular que a destruição forçará a Ucrânia a ceder às condições da Rússia para pôr fim à guerra?
Seja como for, estamos a assistir a um fracasso político de proporções históricas. A Europa está a revelar-se um anão político — incapaz de defender os seus valores e interesses.

Ralf Fuecks 


Russian attacks are doing severe harm to Ukraine’s economy

Entretanto...

 


imagem da net

Detesto ter razão em certas coisas

 

Aqui está aquele senhor a falar sobre a necessidade de eleições na Ucrânia, já. Agora que as coisas parecem estar dramáticas para a Rússia e que cheira a fim, parece que alguém quer estar no poder na altura certa para capitalizar para si o trabalho feito por outro. Detesto ter razão em certas coisas.



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Serhii Sternenko

Traduzido do ucraniano

Mykhailo Fedorov publicou uma mensagem em vídeo. Os pontos principais:

…Numa situação destas, o país não pode ficar sem um Ministro da Defesa devidamente nomeado. Isto não é normal.
Num país que luta diariamente pela sua existência, a política de defesa não pode funcionar num estado de provisória.
Mas o problema é muito mais abrangente do que um cargo ou um ministério.
Temos de responder a uma questão fundamental:

Como deve o Estado funcionar se a guerra se prolongar por anos?
E a seguinte: se a guerra durar mais um ano? Dois? Três?
Poderá a Rússia efetivamente ganhar o direito de determinar quando é que os ucranianos poderão voltar a eleger o seu governo?
Estou convencido de que não. A democracia não pode ser refém da Rússia.

…Mas há mais uma razão pela qual esta conversa é necessária neste momento.
As pessoas não podem viver indefinidamente num estado em que não compreendem por que razão certas decisões estão a ser tomadas.
Por que razão algumas reformas avançam, enquanto outras são bloqueadas.
Por que razão decisões que são necessárias hoje nas linhas da frente passam meses a circular pelos gabinetes.
E é especialmente perigoso quando a sociedade desenvolve a sensação de que o principal critério para nomear uma pessoa não é o seu profissionalismo, nem os resultados, nem a capacidade de mudar o país, mas sim a lealdade pessoal ao sistema.
Não é assim que um Estado moderno pode funcionar.

…As eleições não são apenas um voto.
É o momento em que quem está no poder volta a dirigir-se ao cidadão e diz:

«Eis o que fizemos. Agora decidam se continuam a confiar em nós.»

É precisamente este princípio que distingue um Estado democrático de um sistema em que quem está no poder decide por si próprio quando a sociedade pode avaliá-lo.
Não podemos permitir que Putin decida quando os ucranianos podem eleger o seu governo.
A democracia ucraniana não deve depender da boa vontade do Kremlin.


Os terroristas do Kremlin começam sempre o dia a matar civis ucranianos



Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський

@ZelenskyyUa

Esta manhã, os russos lançaram um ataque brutal contra um cruzamento movimentado em Pechenihy, na região de Kharkiv — um local onde se encontram uma estação de correios e lojas, rodeado apenas por edifícios residenciais.

Até ao momento, foram registadas 10 vítimas mortais. As minhas condolências às suas famílias e entes queridos. Muitas pessoas ficaram feridas e estão a receber todos os cuidados médicos necessários. As equipas de primeiros socorros já extinguiram o incêndio e todos os serviços de emergência e intervenção continuam a trabalhar no local. Estão a ser apuradas todas as circunstâncias desta tragédia.

Iremos, sem dúvida, responder a este ataque russo. E é igualmente importante que os nossos parceiros complementem as nossas respostas cinéticas justas com as suas próprias acções, para exercer pressão sobre a Rússia e apoiar a Ucrânia.

 

🎯 Os ucranianos estão a cumprir sozinhos o artigo 5º da NATO - e nem sequer lhe pertencem



SNYDER: 
Os ucranianos, que nem sequer são membros da NATO, estão a fazer sozinhos o que todos os membros da NATO deveriam estar a fazer em conjunto.
Durante 75 anos, os Estados Unidos agiram partindo do pressuposto de que poderia surgir uma guerra proveniente da União Soviética, da Rússia e que as pessoas ajudariam outras pessoas. Essa guerra finalmente chegou em 2014 e, depois, em 2022.
O que fizeram os Estados Unidos para ajudar a Ucrânia? A administração Biden ajudou financeiramente e com sanções.
O que, aliás, não foi suficiente, mas o que fez a administração Trump? O grupo de Trump não fez nada.
O grupo de Trump não consegue fazer nada porque não gosta da ideia de que alguém esteja a ajudar todos os outros.
O pessoal do Trump não gosta da ideia de instituições, alianças, reciprocidade, e isso torna tudo muito mais difícil para os ucranianos.
A terrível realidade é que são os ucranianos quem estão a ajudar todos os outros. Estão a cumprir sozinhos toda a missão da NATO.

 

De cada vez que um país passa para a frente tem por detrás um massivo investimento na educação

 


Porém, praticamente ninguém tira daí ilações e até acontece haver países que tendo um bom sistema de educação o destroem intencionalmente como aconteceu aqui no rectângulo.


China caça talento científico... e os EUA estão a dar uma ajuda

Na corrida pelo talento científico e tecnológico, a China está a afirmar-se como uma alternativa credível aos Estados Unidos da América

Li Yuan / "The New York Times" (traduzido pelo expresso.pt/)

Zhilin Yang. Tal como muitos chineses, foi para os Estados Unidos para fazer a pós-graduação. Mas, em vez de ficar, regressou à China para fundar a Moonshot AI. Em julho, a sua empresa lançou um modelo de IA de código aberto, chamado Kimi K3, que se aproxima do desempenho dos melhores modelos desenvolvidos nos Estados Unidos, e a um custo inferior.

Yang não tinha falta de oportunidades nos Estados Unidos quando concluiu o doutoramento na Carnegie Mellon, em 2019. Mas disse a Ruslan Salakhutdinov, professor de informática e orientador da sua tese de doutoramento, que estava determinado a criar uma empresa na China.

"Os EUA continuam a ter uma vantagem enorme. Temos as melhores pessoas", afirmou Salakhutdinov. “Mas a China tornar-se-á mais atrativa. No setor da IA, isso está a tornar-se muito evidente”.

A China também tem tido cada vez mais sucesso no recrutamento de cientistas académicos estrangeiros. Omar Yaghi, que partilhou o Prémio Nobel da Química do ano passado, deixou a Universidade da Califórnia, em Berkeley, para ingressar na Universidade de Tsinghua, onde irá dirigir um instituto que utiliza IA para acelerar a descoberta de novos materiais. Desde o ano passado, universidades da China continental e de Hong Kong recrutaram pelo menos oito matemáticos de renome provenientes de instituições ocidentais. Joshua Zahl, que colaborou com Hong Wang, uma das vencedoras da Fields Medal deste ano, aceitou um cargo de professor a tempo inteiro na Universidade de Nankai. Recusou-se a comentar a sua mudança.

São vitórias significativas para um país onde Tu Youyou foi a única cientista a trabalhar na China continental a receber um Prémio Nobel numa categoria científica.

A maior mudança na capacidade de recrutamento da China é o dinheiro, afirmou Dong Jielin, que investiga as políticas chinesas nas áreas da ciência e tecnologia. Há duas décadas, disse, esperava-se que os cientistas que regressavam do estrangeiro aceitassem sacrifícios financeiros em nome do serviço ao país. Atualmente, as universidades chinesas conseguem oferecer salários competitivos com os da Europa, além de generosos pacotes de apoio à mudança.

Ainda assim, depois de terem sido anunciados os vencedores da Fields Medal, uma questão surgiu na extensa cobertura dos meios de comunicação chineses e numa enorme onda de discussões online: será que o sistema académico chinês consegue dar a jovens investigadores ainda sem provas dadas a liberdade, a paciência e a tolerância ao fracasso de que necessitam para se tornarem excecionais?

Os dois vencedores nascidos na China, Wang e Yu Deng, ingressaram na Universidade de Pequim em 2007. Deng, medalhista de ouro na Olimpíada Internacional de Matemática, foi admitido diretamente no curso de Matemática da universidade. Depois do segundo ano, transferiu-se para o Massachusetts Institute of Technology, obteve o doutoramento em Princeton e tornou-se professor na Universidade de Chicago.

Disse que, naquela época, era comum entre os estudantes chineses de ciências fundamentais prosseguirem o doutoramento no estrangeiro. A matemática chinesa melhorou substancialmente desde então, afirmou, e as publicações de investigadores radicados na China nas principais revistas de matemática aumentaram significativamente.

A China consegue cada vez mais igualar o financiamento e as infraestruturas que atraem cientistas de renome. O que tem mais dificuldade em reproduzir são a liberdade, a confiança e a estabilidade institucional que permitem aos jovens talentos desenvolver todo o seu potencial. Essas continuam a ser algumas das maiores vantagens dos Estados Unidos — e precisamente as vantagens que as atuais políticas do país estão a pôr em risco.

"Os EUA costumavam ser uma espécie de escolha por defeito, uma opção óbvia", afirmou Terence Tao, um matemático nascido na Austrália e vencedor da Fields Medal, que é professor na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, num vídeo.

No ano passado, a suspensão do financiamento federal à UCLA pela administração Trump afetou tanto a sua bolsa pessoal como um instituto que ajuda a dirigir. O financiamento foi reposto depois de uma ação judicial bem-sucedida. Mas Tao alertou que interrupções abruptas no financiamento podem fazer descarrilar projetos plurianuais e prejudicar a confiança dos investigadores no sistema. "Os melhores e mais brilhantes podem já não vir automaticamente para os EUA, como têm feito durante décadas", afirmou.

Os estudantes estrangeiros receberam quase 44% dos doutoramentos em áreas STEM atribuídos pelas universidades americanas em 2023. Estudantes provenientes da China obtiveram 17% de todos os doutoramentos americanos em ciência e engenharia em 2020, e cerca de 87% dos chineses que receberam esses doutoramentos entre 2005 e 2015 tencionavam permanecer nos Estados Unidos, segundo um estudo de 2023.
(excerto)

Encontrei uma agulha num palheiro

 

Bom dia

 


August 17, 2026

Mais uma razão para a Europa dar tudo o que pode à Ucrânia, já



A Coreia do Norte já entrou na guerra. Estão à espera que a China passe de fornecer armas e boicotar a Europa financiando os islamitas para destabilizar e dividir para declarações claras de guerra?

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The Atlantic:

«Uma das análises mais detalhadas desta possibilidade, pelo menos no domínio público, provém de um obscuro instituto de investigação em Praga chamado Centro Europeu de Valores para a Política de Segurança. O seu diretor, Jakub Janda, de 35 anos, contou-me que começou a estudar a ideia de uma guerra em «dois teatros de operações» na Europa e na Ásia depois de o instituto ter aberto uma delegação em Taipé, em janeiro de 2022. Na altura, o risco de um ataque coordenado da Rússia e da China parecia remoto ou, como disse Janda, «não era uma grande preocupação».

Isso começou a mudar no mês seguinte, quando os tanques russos entraram na Ucrânia. Putin tinha visitado Pequim menos de três semanas antes de ordenar a invasão. Desde então, fez pelo menos mais quatro visitas à China, e está prevista outra para novembro. Ao longo deste período, a China tornou-se o principal fornecedor de tecnologia para a indústria de armamento russa, ao mesmo tempo que apoiou a economia russa através da compra de petróleo e gás. Embora não tenham um pacto de defesa mútua, a Rússia e a China realizam exercícios militares regulares para ajudar a manter as suas forças em sincronia. O primeiro exercício militar a simular um ataque conjunto de ambos os países teve lugar no instituto de Janda na primavera de 2024. Encontrar especialistas com conhecimentos de base suficientes para participar revelou-se difícil para ele. A maioria das instituições de investigação e dos think tanks tem equipas separadas, especializadas nas suas próprias regiões, afirmou ele. «Trabalham em silos, com diferentes áreas de especialização.»

Com o passar do tempo, os participantes compreenderam a forma como as guerras na Ásia e na Europa se poderiam sobrepor e reforçar mutuamente. O instituto já realizou cerca de 20 rondas de simulações de guerra sobre este tema, reunindo especialistas de vários países, incluindo o Japão e a Coreia do Sul. Os resultados têm sido particularmente alarmantes, afirmou Janda, para os europeus. Em quase todos os cenários de duas frentes que estudou, os EUA dão prioridade à ameaça chinesa e transferem recursos militares da Europa para a Ásia, deixando os seus aliados da NATO a defenderem-se sozinhos contra a Rússia.

Num caso hipotético, a China inicia a guerra gradualmente, proibindo a exportação de matérias-primas para o setor de defesa europeu. Mantém o embargo durante cinco meses, tempo suficiente para que as fábricas europeias fiquem sem stocks e deixem de produzir armas. Em seguida, a Rússia, com acesso total aos recursos chineses, invade um aliado da OTAN na Europa Oriental.

Todos os cenários da série de Janda revelaram a necessidade de unidade ocidental. No caso de um ataque chinês a Taiwan, por exemplo, os EUA poderiam exigir que a Europa impusesse sanções severas à economia chinesa, cortando efetivamente o comércio. «Mas os governos europeus não querem fazer isso», afirmou Janda, descrevendo como essa premissa se revelou entre os especialistas. «O problema das capitais europeias é que Taiwan fica longe. Querem concentrar-se na ameaça da Rússia, e é isso que me assusta.»

Se a Rússia e a China agirem em uníssono enquanto os EUA discutem com os seus aliados, as hipóteses de uma vitória ocidental numa guerra em duas frentes começam a parecer sombrias. Por outras palavras, o lado que sai vencedor tende a ser aquele que age com um objetivo comum e se mantém unido ao longo do tempo.»


Coisas que agora são consideradas de direita


E anti-progressistas:


O jornalismo de investigação
O rigor académico
A discordância científica
A natureza
Os factos
A biologia
A cortesia
A pontualidade
A liberdade de expressão
Os direitos das mulheres 
A racionalidade
A objectividade
A auto-suficiência
A contenção emocional
A gratificação adiada
A resistência à frustração
O conhecimento da História
O amor ao seu próprio país
A desconfiança de ideologias totalitárias
A luta contra as religiões extremistas
A condenação de regimes bárbaros e incivilizados
A defesa do direito das crianças a não serem sexualizadas por adultos

(after Smith)

Magdalen Burns em 2018 viu o mundo em 2026

 

Homens que dizem sentir-se mulheres incitam ao ódio às mulheres que não aceitam o fascismo ideológico trans. Magdalen Burns enumera todas as consequências de não se combater estes homens misóginos que têm como objectivo o controlo, submissão e apagamento das mulheres da vida social, o fim dos direitos das mulheres e até da sua liberdade de expressão em poderem falar de si mesmas enquanto mulheres. Exorta as mulheres a não terem medo dos misóginos. Exactamente onde estamos. 


LGB Alliance Switzerland

 

LGB Alliance Switzerland - Sounds about right