July 19, 2026

The Intermarium alliance

 

Como é que alguém se admira dos americanos votarem em Trump

 

Se esta é a alternativa?


 


 😅😅

Memórias de um professor

 

Um professor primário. Professor Fernando Elvas.

Querem tanto dizer mal dos professores, mas tanto

 


Há comentadores que andam por aí a difundir a ideia de que houve uma greve às avaliações. Pois houve... em 2018. Já lá vão 8 anos. E antes disso houve uma em 2008. Querem dar a entender que o problema são meia dúzia de professores quem é responsável por este circo dos exames.

Querem tanto dizer mal dos professores que vão buscar notícias antigas para confundir. 

Outros dizem que houve 500 professores convocados que não classificaram nenhuma prova enquanto havia professores a querer classificar e ninguém os chamou. As pessoas não estão por dentro de nenhum procedimento mas não se coíbem de dizer disparates. No terceiro período escolar os agrupamentos pedem às escolas que enviem a lista de todos os docentes que estão em condições de poder classificar exames. A lista está ordenada segundo certos critérios: os que fizeram uma formação especial de dois anos por ordem do IAVE, os que nesse ano específico estão a leccionar anos de exame, etc. Depois, cabe aos agrupamentos de exame chamar o número de professores necessários face ao número de exames. Assim, podem ter sido postos na lista 60 professores de Literatura mas serem chamados apenas 20. Os outros mantêm-se como uma reserva e podem ser chamados, porque os primeiros da lista a serem chamados, podem não poder fazer o serviço, por diversas razões. Portanto, é falsa a ideia que querem fazer passar, segundo a qual 500 professores maus se recusaram a trabalhar e havias uns bons que queriam trabalhar.

Houve professores que se recusaram a classificar respostas a que faltavam as folhas de continuação porque sabem que isso não é um trabalho de rigor e redunda em prejuízo para os alunos em causa. Portanto, não é verdade que os professores resistam à tecnologia ou à reforma, o que é verdade é que resistiram a um trabalho aldrabado.

Querem tanto dizer mal dos professores que inventam as coisas mais estapafúrdias.

De facto, enterrar a escola pública é uma missão de muito que andam nos governos, nas universidades e em outras organizações. Têm poder ou estão ligados ao poder e têm tido sucesso.

Continuem assim que vão bem.


Porque é que o Kremlin continua a matar civis ucranianos à bomba, propositadamente?

 

Porque pode. Porque sabe que os aliados se recusam a fechar o céu da Ucrânia. Que nome dar a isto?


Os governos sucessivos têm sido uma sequência de Medeiros uns atrás dos outros




Investimento público em queda livre, degradação das infra-estruturas e serviços públicos, descuido com os dinheiro do PRR - que estão em fim de vida. 

Portugal terá de substituir PRR para travar efeitos negativos nos serviços públicos e produtividade


Mesmo para apenas estabilizar o stock de capital público, Portugal terá de manter depois do PRR um investimento equivalente ao que hoje realiza com fundos europeus.

Sérgio Anibal

Apenas substituindo nos próximos anos o investimento que agora está a ser feito com recurso ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) por investimentofinanciado pelo Orçamento do Estado é que Portugal poderá evitar um prolongamento da tendência de redução do stock de capital público que já dura há década e meia, com consequências negativas para a qualidade dos serviços públicos e a produtividade da economia.

O alerta tem vindo a ser repetido por economistas e entidades como o Fundo Monetário Internacional (FMI) ou o Banco de Portugal e ganha agora especial relevância numa altura em que se aproxima o fim do prazo para a execução das verbas do PRR.

O que está em causa na redução do stock de capital público é o risco de, por via por exemplo da degradação das infra-estruturas do Estado, se assistir, não só a uma contínua deterioração dos serviços públicos, como também a uma menor produtividade na economia.

Foi a partir de início da década anterior, quando o país começou a aplicar o programa de ajustamento da troika e as preocupações de equilíbrio orçamental passaram a ser centrais na definição da política económica, que o nível de investimento público anual caiu, passando de uma média entre 2000 e 2010 situada em 4,3% do PIB para apenas 2,3% entre 2011 e 2025.

A consequência foi uma diminuição progressiva do stock de capital público - que nas décadas anteriores tinha subido por via, principalmente, do investimento em infra-estruturas de transporte rodoviário - e que, de acordo com os cálculos do Banco de Portugal, passou de 60,6% do PIB nominal em 2010 para 41,5% do PIB em 2024. 





Na prática, o que aconteceu durante todo este período - com uma pequena interrupção durante a pandemia - foi que o investimento público realizado passou a não ser suficiente para compensar a depreciação do capital público já existente. As infra-estruturas, como estradas, hospitais ou escolas gastam-se com o tempo e isso é contabilizado no stock de capital público. Se o novo investimento realizado não chega para compensar essa depreciação, o stock vai diminuindo, isto é, a qualidade das infra-estruturas públicas existentes, vai diminuindo, com implicações negativas de diversas natureza.

Como afirma o Banco de Portugal na sua mais recente análise à economia portuguesa, “a persistência de níveis reduzidos de investimento público tem-se traduzido numa deterioração do stock de capital público, com implicações para a capacidade produtiva da economia no médio e longo prazo”.

Nos anos mais recentes, a execução do Plano de Recuperação e Resiliência contribuiu para que o nível de investimento recuperasse. De 2,4% do PIB em 2022 passou para 3% em 2025 e poderá vir a atingir os 3,6% este ano, o último de execução do PRR. São valores que ainda ficam abaixo da média da zona euro, mas que, em princípio, deverão permitir interromper, nem que seja momentaneamente, a trajectória descendente do stock de capital público em Portugal.

O problema é que os fundos do PRR deixam de poder ser executados já no final do próximo mês de Agosto e, como alerta o Banco de Portugal, “a inversão da tendência descendente do stock de capital público em percentagem do PIB exige um aumento pronunciado do investimento público”.
Esforço orçamental elevado

A entidade liderada por Álvaro Santos Pereira fez cálculos sobre o que é preciso o país fazer para começar a recuperar o stock de capital público ou pelo menos estabilizar este indicador.

Num primeiro cenário, em que o stock de capital público estabilizaria em torno de 42% do PIB, o investimento público teria de se situar, no período entre 2029 e 2035, em 3% do PIB, um valor semelhante ao que se regista actualmente com a utilização do PRR e que está acima do que se vinha registando no país antes do PRR.

Isto é, Portugal teria, apenas para travar a queda do stock de capital público, de ser capaz de substituir o investimento que agora está a fazer com recurso às subvenções e os empréstimos do PRR por investimento financiado por outras fontes, seja de fundos europeus, seja do Orçamento do Estado, com a respectiva consequência no saldo orçamental.

Noutro cenário, em que a ambição fosse fazer subir o nível do stock de capital (para um valor ainda assim abaixo de 50% do PIB), já seria necessário aumentar o investimento público para um valor próximo de 4% do PIB no período entre 2029 e 2035.

O esforço orçamental necessário seria significativo neste cenário: "um crescimento médio do investimento público nominal de 6,6% ao ano, ao longo dos dez anos, o que compara com uma taxa de variação média em torno de 3% entre 1995 e 2025, e uma variação nula (-0,2%) entre 2010 e 2025", calcula o Banco de Portugal.

Estes números revelam a dimensão do desafio que Portugal enfrenta se quiser deixar de assistir a uma degradação progressiva do seu capital público, principalmente se se tiver em conta que há diversas outras fontes de pressão sobre as finanças públicas no horizonte. O envelhecimento da população, as alterações climáticas e a pressão para que os países europeus reforcem as suas capacidades de defesa são alguns dos factores que podem tornar o espaço de manobra orçamental de Portugal mais reduzido.


Exames: porque não há bom senso?

 

Razões para não insistir na 2ª fase dos exames já daqui a 3 dias:

- a 1ª fase, não só ainda não está acabada, como está cheia de furúnculos que o ME não sabe resolver.

- foi anunciada uma auditoria, necessária para compreender o que correu mal. Ora, é impossível, nestes três dias de intervalo entre as duas fases, mesmo que os problemas da 1ª fase já estivessem resolvidos, o que não estão, fazer uma auditoria para evitar o arrastamento dos mesmíssimos problemas para a 2ª fase. O governo quer mesmo repetir este circo e as suas consequências para daqui a três dias?

Porque não há bom senso? Porque teriam de admitir que o processo foi mal conduzido e pensado desde o início.

Porque não feita uma auditoria o ano passado, logo após o exame de Filosofia ter evidenciado os problemas que vieram a acontecer este ano, mas com muito maior gravidade devido à quantidade de provas a digitalizar - mais de 2 milhões de folhas de 360 mil provas? Ou dar-se-á o caso de terem feito uma auditoria mas não terem aprendido nada?

Ficámos hoje a saber por declarações do JNE do ano passado à TV que tanto eles como o IAVE aconselharem o ministro a não alargar o processo a todos os exames já este ano. Porque é que o ministro insistiu? Talvez porque tinha pressa em desmantelar todos os serviços do ME: vinha com essa fisgada. Como se costuma dizer, 'atirou fora o bebé com a água do banho'.

Depois, acontece que os governantes e o pessoal do ensino superior, de onde ele vem, têm uma visão limitada e cristalizada da educação escolar e de tudo o que lhe diz respeito e assumem que são questões menores e simples de realizar. Dá jeito para desvalorizar o trabalho e poder empobrecê-lo. Nessa medida, todos desvalorizam a complexidade e dificuldade dos problemas e erram na avaliação das soluções.

Volto a perguntar, porque não há bom senso? O governo quer mesmo repetir este circo daqui a três dias só para não dar o braço a torcer agora? É que já está todo torcido e se o alarme com os problemas da 1ª fase já foram o que se está a ver, se se repetem na 2ª fase, o que é o mais provável, passa do nível de alarme para o nível de derrocada. 

Não cuidar de levar a sério o problema passa uma imagem de falta de consciência da seriedade da situação, de falta de consideração pelas pessoas que os problemas atingem e preocupação exclusiva com a sua imagem. 

Passe a 2ª fase para Setembro. Dá tempo aos alunos de descansar e poder estudar para a 2ª fase. Dá tempo às escolas para fazer o seu trabalho de matrículas, turmas e horários, talvez dê tempo para perceber e resolver algumas das questões que mais emperraram o processo nesta fase e não se põe a jeito de ser considerado a Inês de Medeiros do ME. Vale a pena correr o risco de transformar o alarme em derrocada sem volta atrás?

O BE já só existe nos jornais



(...)
Por isso foi importante que cerca de 600 pessoas tivessem feito uma caminhada-protesto de Setúbal até à Comenda no dia 21 de Junho, que juntou cidadãos de vários pontos do país e turistas estrangeiros.
(...)

Por isso é importante que mais pessoas adiram à nova caminhada-protesto neste domingo, 19 de Julho (10h, frente ao restaurante Restinguinha, à saída da cidade), com piquenique comunitário e o objectivo de se criar um cordão humano.

Os promotores da acção — Maria Prata (Reabrir a Galé), Viriato Soromenho Marques (professor e ambientalista), Dunas Livres, Daniela Rodrigues (Bloco de Esquerda, Setúbal) — “exigem”: “Fim da impunidade dos novos donos da Comenda pelas agressões e intimidações ao Parque Natural da Arrábida e à população, (...)
(...)
Depois de várias notícias e tomadas de posição de alguns organismos públicos e até do Governo, estranha-se o silêncio do Parque Natural da Arrábida, do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas e da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, SA. Será que o assunto não lhes diz respeito?

Em vários países, como Albânia, Itália, Grécia, Espanha, Turquia, empreendimentos turísticos tentam restringir cada vez mais o acesso às praias apenas a quem tem poder económico. Os cidadãos estão a mobilizar-se para impedir que isso aconteça. Lutam pelo que lhes é devido. Façamos igual.

Rita Pimenta in Arrábida: tudo o que é belo não é para vender

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Esta senhora que escreve este artigo inflamado é copydesk do Público e escreve sobre assuntos de família e estilo de vida. Excepto quando lhe pedem para ser megafone do BE.

O assunto das 5 praias da Arrábida que a Herdade da Comenda quer para si está em tribunal. A Câmara de Setúbal já votou contra a privatização das praias e a favor de uma série de iniciativas legais para a impedir. Aliás, quando os donos vedaram partes da propriedade que incluem caminhos públicos foi a acção da Câmara que  fez reverter a situação. Apesar de saberem isso, na semana passada o Expresso trazia um artigo do BE a dizer que a Câmara de Setúbal estava feita com o capitalismo para prejudicar o povo. 

Este artigo fala como se todos estivessem desinteressados menos o BE, promotores da iniciativa de fazer caminhadas e gritar nos jornais. A caminhada anterior, como aqui é dito, juntou 600 pessoas, a maioria, pelos vistos, turistas portugueses e estrangeiros. Já não têm militantes.

Querem fazer barulho para dar nas vistas porque estão moribundos e na AR já não têm nenhuma influência. E porquê? Por causa deste MO. São como o PCP. Têm uma cassete que despejam, mas quando têm poder para ajudar não o fazem. A Câmara de Setúbal esteve anos nas mãos do PCP. O que fez o seu Presidente? Nada. Disso esta gente não se queixa. Só gritam quando as pessoas se fartam e vão votar em outros a ver se melhoram a sua vida. Como se pode dar alguma credibilidade a estas pessoas?

July 18, 2026

😅😅

 


Amazon já tem à venda folhas de continuação perdidas

 

Encomende já a sua.


O navio Sagres atracado no Porto de New York


O navio Sagres reabilitado

 

No dia 1 de fevereiro de 1317, há precisamente 705 anos, foi celebrado o acordo entre o rei D. Dinis e o genovês Manuel Pessanha para este servir a Armada Portuguesa.
​​​​A Marinha existe desde o nascimento do País, há quase novecentos anos, onde, ao longo da sua história, se registam acções de defesa e de proteção desde o início da nacionalidade.
Contudo, a assinatura deste contrato, em 1317, é vista como o registo e a data da criação formal da Marinha, conferindo-lhe um carácter permanente.
Por esse motivo é considerada a mais antiga do mundo.



O veleiro e navio-escola NRP Sagres da Marinha Portuguesa a participar no Troféu Five Sisters ("Cinco Irmãs"), nos dias 9 e 10 de Julho de 2026, numa regata competitiva interligando, em duas pernadas, New York a Boston, na costa Atlântica norte-americana, assinalando os 250 anos da independência dos EUA. 

A designação Cinco Irmãs agrega as cinco barcas partilhando o mesmo desenho-base da década de 1930, pelos estaleiros alemães Blohm & Voss em Hamburgo. 

A primeira edição desta regata, promovida pelos joalheiros nova-iorquinios Tiffany & Co., teve lugar em 1976 aquando das comemorações do bicentenário da independência dos EUA, realizando-se agora, 5 décadas volvidas, em 2026, a sua segunda edição. 

Participaram os veleiros Eagle (da Guarda Costeira dos EUA), Gorch Fock [II] (da Marinha Alemã), Sagres (da Marinha Portuguesa) e Mircea (da Marinha Romena). O quinto navio deste desenho, a quinta irmã, o Gorch Fock I (ex-Tovarish da Marinha Soviética e posteriormente da Marinha Ucraniana), é, desde 2003, um navio-museu atracado em Stralsund, na Alemanha.

Ainda que partilhando um desenho comum da década de 1930, dos 4 navios aqui em competição apenas 3 deles foram construídos efectivamente em tal década, i.e., o Eagle de 1936, o Sagres, de 1937 e o Mircea de 1938 (e o anterior Gorch Fock I de 1933, agora navio-museu). O alemão Gorch Fock [II] foi construído, pelos mesmos estaleiros, duas décadas depois, em 1958, incorporando melhorias e actualizações.

A regata foi composta por duas pernadas - uma primeira de 20,4 milhas náuticas, navegada com vento pela popa, onde ficámos em segundo lugar, seguida de uma segunda de 36,8 milhas náuticas, em bolina cerrada. O veleiro alemão Gorch Fock (II), tal como na edição de 1976, venceu a regata.
 
O navio português, comandado pelo (OF-4) Capitão-de-fragata José Eduardo de Sousa Luís, foi o segundo classificado do lote de construção original da década de 1930.

Em Julho de 2024 o navio Sagres iniciou intervenção planeada de reparação, manutenção e modernização dos principais sistemas de bordo, em doca seca do estaleiro da Naval Rocha S.A. na Rocha do Conde de Óbidos. 

Completou, em 2025, 88 anos, 63 dos quais ao serviço da República Portuguesa.

Fotos via Guarda Costeira dos Estados Unidos ("United States Coast Guard", USCG)

Well, well, well

 

Pequim acaba de infligir uma traição geopolítica impressionante a Moscovo — desferindo um golpe direto na desesperada reorientação de Putin para a Ásia ao congelar o projecto energético mais importante do Kremlin.

De acordo com o Wall Street Journal, a China suspendeu por tempo indeterminado todas as negociações com a Rússia relativas à construção do gigantesco gasoduto «Power of Siberia-2». O gasoduto foi concebido para redirecionar centenas de milhares de milhões de metros cúbicos de gás natural, originalmente destinados à Europa, diretamente para os mercados chineses, representando a principal esperança económica de Moscovo para substituir as receitas perdidas do Ocidente. Ao suspender indefinidamente este projecto multimilionário, Pequim sinalizou que se recusa a socorrer a economia energética russa em colapso nos termos impostos por Putin.

Este congelamento representa uma derrota estratégica catastrófica para a Rússia, expondo a realidade brutal da sua dependência assimétrica em relação a Pequim. Com a Europa permanentemente excluída e a China a afastar-se da mesa de negociações, as enormes reservas de gás da Rússia ficam efectivamente presas no solo, sem ter para onde ir. Esta medida prova que a China não vê a Rússia como um parceiro estratégico em pé de igualdade, mas sim como um parceiro vulnerável e subordinado a ser explorado, deixando a sobrevivência económica a longo prazo do Kremlin em frangalhos.


Como sair da situação? Saindo

 

Este indivíduo fala como se a guerra tivesse uma origem dual, mas não, foi unilateral, a Rússia invadiu a Ucrânia, a Ucrânia foi invadida. E diz que a guerra é uma catástrofe que criou uma paisagem lunar. Sim, mas do lado da Ucrânia porque a Rússia não foi sujeita a uma terraplanagem nem a Ucrânia anda a visar civis. Não sabem como sair da situação? Saindo pela mesma estrada por onde entraram. Continuo a pensar que enquanto os russos não virem o Kremlin ferido de morte não percebem que o imperialismo tem custos insustentáveis e como têm sido sujeitos a uma propaganda irrealista de vitória, só um grande choque os prepara para a derrota. Esperamos todos que a Ucrânia não faça um intervalo para resolver assuntos internos. Não se podem dar a esse luxo.

Acho que este argumento de responsabilidade se aplica, em primeiro lugar, a si, não?




SIC - Ministro deixa aviso a diretores caso não afixem pautas

Ministro deixa aviso a diretores caso não afixem pautas: "São nomeados, não são funcionários das 9h às 17h

Espero que as escolas enviem ao ministro a conta das horas extraordinárias porque as escolas têm um horário de funcionamento e os funcionários também. Para que as notas saiam à noite ou no sábado é preciso estarem lá, não apenas o director, mas outros professores, que são quem faz o trabalho de receber o ficheiro, descarregar as notas, fazer as pautas e isso, alguém da secretaria e funcionários auxiliares, uns de apoio aos professores e direcção e, pelo menos um para guardar a porta de entrada na escola e dar informações aos alunos e pais que aparecem. Trabalhar à noite e/ou ao fim-de-semana não faz parte do horário de trabalho dos, 'não nomeados'.
Que circo...

July 17, 2026

Uma nova entrada no Dicionário da Língua Portuguesa

 

Tanque-apxinado.




As TVs falam como se as notas chegassem à escola já preparadas para afixar

 

É preciso desfazer o anonimato porque os exames são classificados sem o nome dos alunos. Depois é preciso fazer o cálculo das médias entre a nota de exame e a nota interna. Depois fazem as pautas já com o nome dos alunos e a respectivas notas, interna, de exame e média final. Isto é um trabalho de muitas horas, a não ser em casos de escolas com 20 alunos a fazer exame.  A esta hora já os serviços fecharam. Se só agora chegaram as informações com as classificações do JNE, alguém vai ficar a trabalhar hoje à noite ou no fim-de-semana para fazer isto tudo, para que as pautas possam ser afixadas na segunda-feira. 

Hugo Soares está na TV a culpar os professores, "porque estão contra as mudanças e resistem à mudança." Não há classe profissional que se tenham adaptado a tantas mudanças nos últimos 30 anos como os professores. 

E ainda diz que os professores classificadores estão muito satisfeitos com o processo de classificação digital. Isto é a mentira descarada. Quem é que pode estar satisfeito com esta barracada, o stress de estarem 24h por dia nas plataformas e no fim ouvi o PM e agora este a culpá-los.

Pensa que somos todos estúpidos.

Este indivíduo é um ignorante em relação a assuntos de educação e vai à TV fazer demagogia e normalizar a má decisão política. Se isto é contenção de danos, tem o efeito oposto. É ridículo o nível de disparates que diz. Quanto mais fala mais se enterra.

Agora está o ministro a dizer que a responsabilidade é dos directores.

Isto é miserável. Primeiro a culpa é dos professores dos agrupamentos de exame, depois dos professores classificadores e agora dos directores. É como se não houvesse ME e tivessem sido as escolas a decidir e gerir este processo totalmente incompetente.

E aposto que vão teimar em repetir esta barracada daqui a uns dias na 2ª fase.


Coisas boas

 

À atenção de Kallas, von der Leyan e outros governantes europeus com investidas anti-semitas

 

Os líderes do Hamas (e da IM) vivem na Bélgica, na Holanda e em outras cidades europeias, com passaportes europeus, metidos em instituições de solidariedade locais ou internacionais como a Amnistia Internacional a planear terrorismo e destruição do Ocidente, como planearam em Israel e em Gaza onde têm milhões de civis reféns.

É isso... 15% de sensibilização...

 

As instituições tratam os portugueses com paternalismo como se fossemos os coitadinhos parvinhos do senhor Costa. Aumentamos 300% a imigração de gente que tem esses hábitos incivilizados, sádicos e cruéis mas a subida de mutilações deve-se à subida de sensibilidade... a questão que importa é: o que vai o governo fazer contra este barbarismo? Criminalizar os pais dessas crianças? Atirá-los para a cadeia e tirar-lhes os filhos? Espero que sim e que não venham dizer que devemos ser tolerantes com o sadismo de mutilar crianças porque é outra cultura. Se escolheram entrar nesta casa têm que deixar os seus sapatos à porta enquanto aqui estão. Essas pessoas são como os russos, quanto mais toleramos os seus crimes piores se tornam.


O número de registos de mutilação genital feminina (MGF) em Portugal aumentou 15% em 2025, para um total de 292, anunciou esta terça-feira a Direção-Geral da Saúde (DGS), que atribuiu esse crescimento à maior sensibilização dos profissionais de saúde.

JN