August 11, 2026

Qual é o argumento para não fecharem o céu da Ucrânia?

 

Se puderam fazê-lo em Israel porque não podem fazê-lo na Ucrânia onde todos os dias civis são atacados? Qual é o argumento para não atirarem uma bomba para cima do sítio onde estão os terroristas?

Alguém que faça isto ter sentido no âmbito de uma Universidade no top 10 mundial

 


Citação deste dia

 


As pessoas de boa vontade que se preocupam verdadeiramente com a igualdade de direitos das mulheres têm de reconhecer que a ideologia trans não passa de uma tentativa flagrante de abolir as mulheres enquanto classe sexual e de conferir aos homens o poder de definir o que é uma «mulher», qual é o âmbito da sua vida e das suas possibilidades de existência, em relação a si mesmas e em relação aos homens. Pessoas de boa vontade, se isso não vos preocupa, têm de vos perguntar porquê. (citação de cabeça que li algures na internet)

 

Dantes ouviam-se as pessoas que tinham experiência das situações

 

Agora ouvem-se os grupos que pregam a violência.


Precisamos de pessoas de bom senso

 

Abortar um feto no fim do termo, com 8 e 9 meses não tem que ver com os direitos das mulheres e é errado. Temos de um lado os extremistas de direita que querem impedir o direito das mulheres serem donas do seu corpo impedindo o aborto e do outro os extremistas de esquerda que querem poder abortar um feto viável no fim do termo. Estes últimos existem, penso, como reacção e resposta aos outros extremistas da direita que têm sido de uma agressividade e insensibilidade chocantes nos EUA. Precisamos de pessoas de bom senso, sérias e competentes, que se mantenham e façam crescer os caminhos do meio para que não se tornem intransitáveis porque o mundo está outra vez a tornar-se um lugar de violência generalizada e loucura.


A decadência das universidades e do conhecimento



Universidade de Cambridge: primeiro o desastre de Jason Arday e agora nomearam Farah Ahmed como professora assistente de Educação — Farah Ahmed  é uma mulher que chamou à educação ocidental uma «ameaça para os muçulmanos», à democracia chamou uma «tradição corrupta» e à alfabetização e às qualificações chamou algo «não islâmico». 
Atacou a literatura inglesa como prejudicial, condenou o facto de se tratar o Islão como apenas mais uma religião entre outras e criticou as escolas por ensinarem que o casamento infantil é errado.
Durante o seu período em Cambridge, escreveu que o conceito islâmico de educação se opõe veementemente à «aquisição de literacia, numeracia e outras competências disciplinares demonstradas através de qualificações».
Estas declarações fazem parte do seu longo historial de opiniões intolerantes, extremistas e separatistas sobre a educação.
Um antigo simpatizante do Hizb ut-Tahrir, agora proibido por ser considerado um grupo terrorista, foi nomeado professor assistente de investigação na área da educação em Cambridge, na mesma faculdade que Arday.

✍️ Andrew Gilligan

Começo e detestar as palavras «inclusão», «diversidade» e «empatia», se significam a ascensão da ignorância, do dogmatismo, da crendice, da estupidez, da cobardia, da tirania dos sentimentos individuais e da mesquinhez.

Os líderes americanos...

 

Um não consegue estar acordado e o outro treme convulsivamente.

Porque é que a lei da sharia não é interditada na Europa sob pena de prisão e expulsão imediatas?

 


Eleições na Rússia...

 


Porque é que estes ataques não são um escândalo?

 

Porque é que não há uma resposta? Armas de defesa para a Ucrânia?

Começo a perder o respeito por este ministro

 

Nunca houve confusão com a classificações de exames. Lá havia um caso de 10 em 10 anos. Este ano é só confusões mas ele não relaciona isso com a sua decisão de digitalizar os exames sem nenhuma prudência e continua a empurrar as culpas par as escolas.



Manhã em verde

 


Jeff Dylan

August 10, 2026

Quando não houver petróleo não há bombas

 

Eles trazem a desolação e chamam-lhe paz - Tacitus

 

Well, well, well

 

August 09, 2026

Eles trazem a desolação e chamam-lhe paz - Tacitus, 98 AD


Os russos bombardearam um cruzamento movimentado no centro de Sloviansk com uma bomba aérea.Vejam e divulguem os crimes destes degenerados. O mundo tem de ver como a Rússia é realmente.

August 08, 2026

Coisas boas

 

Livros - Catarina de Bragança

 

No original, Charles II’s Portuguese Queen: The Legacy of Catherine of Braganza. Muito bom. Escrito com rigor e minúcia, esquadrinha todos os episódios da vida desta rainha na Corte Inglesa. 
Precede esses capítulos com uma breve história da ocupação portuguesa por parte de Espanha, das possessões portuguesas decorrentes das viagens de descobrimento e do contexto do negócio do matrimónio de Catarina de Bragança com Carlos II, a princesa que levou o maior dote na história inglesa para conseguir que os ingleses reconhecessem a restauração da independência portuguesa e o apoio às guerras que se seguiram por parte de Espanha para tentar recuperar o território lusitano.

Descreve muito bem o ambiente da Restauração inglesa pós-Cromwell, as intrigas da corte inglesa contra a rainha pelo seu catolicismo, aproveitando o facto dela nunca ter conseguido levar uma gravidez até ao fim e dado um herdeiro ao rei, que lhe foi sempre fiel enquanto rei, se bem que não enquanto homem.

Apesar de não ser um livro de ficção, lê-se ao correr da pena como se costuma dizer. Comecei e ler ontem à tarde, acabei hoje. Gostei muito e já fui pesquisar outros livros desta autora. Já me interessei por este, The Formidable Women who Shaped Medieval Europe: Power and Patronage at the Burgundian Court.

Entretanto, vou ler este: 

Esta autora, Mary Beard, é uma grande classicista, especialista na Roma Antiga, professora na Universidade de Cambridge.
Teve um programa na BBC, em 2012, chamado, «Conheça os Romanos com Mary Beard». Uma série documental centrada na vida quotidiana dos cidadãos comuns na Roma Antiga.
Foi alvo de bullying e de ameaças por ter a audácia de ter quase 70 anos, por aparecer com o cabelo branco sem nenhum penteado, digamos assim, e sem maquilhagem.
O facto dela ser uma pessoa interessantíssima e ser uma grande especialista no tema, foi insignificante face ao seu aspecto - no mundo de gente estúpida em que vivemos, as mulheres têm de parecer barbies nas TVs. Seja como for, ela não se deixou assediar e quando o programa findou escreveu este livro que foi :

New York Times Bestseller
A New York Times Notable Book
Named one of the Best Books of the Year by the Wall Street Journal, the Economist,Foreign Affairs, and Kirkus Reviews
Finalist for the National Book Critics Circle Award (Nonfiction)
Shortlisted for the Cundill Prize in Historical Literature
Finalist for the Los Angeles Times Book Prize (History)
A San Francisco Chronicle Holiday Gift Guide Selection
A New York Times Book Review Editors’ Choice Selection

Ucrânia ajuda países que não estão dispostos a arriscar ajudá-los



Mas que gostam e gostarão de ser ajudados se precisarem. Que mundo é este em que preferes esperar que alguém faça algum milagre para que tudo fique bem sem teres que fazer um pequeno sacrifício enquanto vês os outros a morrer pela tua vidinha?

Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський @ZelenskyyUa

Temos vivido numa busca constante por protecção contra mísseis balísticos desde os primeiros dias da guerra, quando a Ucrânia não dispunha de meios para os interceptar. Trata-se de um trabalho extremamente difícil. 
Como é que este problema pode ser resolvido? Quem possui mísseis e sistemas antibalísticos? O fabricante. Ou seja, os Estados Unidos, em primeiro lugar. Poderão ajudar? Estamos a trabalhar nisso. Todos os meses. Vão fornecer-nos mísseis? Sim. Temos acordos no âmbito do PURL. Estes mísseis são suficientes? Não. Em 2026, haverá menos mísseis destes. As entregas mensais eram mais elevadas em 2025. 

A segunda parte desta questão é a Europa. Quem os possui? A Alemanha possui-os. A Polónia possui-os. Estes são os países que podem prestar uma ajuda significativa. Com todo o respeito e gratidão para com a parte alemã, eles ajudaram verdadeiramente.

E a Polónia também tem ajudado. Mas vou ser franco. Estamos constantemente a trabalhar com os países nórdicos e os Países Baixos, e eles estão a ajudar pouco a pouco. 

Todos os dias comunico com vários países europeus e do Médio Oriente para garantir que a Ucrânia receba pacotes de ajuda adicionais fora do âmbito do PURL. Chegámos simplesmente ao ponto em que todas as nossas instituições têm de estar a trabalhar nisto. Não apenas o Presidente. Todos têm de trabalhar. Caso contrário, não haverá mísseis suficientes. 

A Coreia do Sul e o Japão também poderiam ajudar. Terão ajudado-nos com a defesa aérea durante esta guerra? Não. Devido à sua legislação nacional. As pessoas também perguntam frequentemente sobre Israel. Gostaríamos de receber sistemas de defesa aérea também da parte deles. Estaríamos dispostos a comprá-los. Até agora, não temos essa oportunidade, embora estejamos em diálogo
.

O mensageiro do Kremlin