October 27, 2026

Hã...?

 

Vigilância em massa e controlo total dos cidadãos e dos seus bens?

Porque é que as reformas não saem do papel?

 

É assim: fazem-se grupos de trabalho sem os quais nada pode ser efectivado; depois, calculo, não podem nunca encontrar-se dado cada um ter os seus afazeres em agendas muito preenchidas; quando se encontram alguém levanta uma dificuldade qualquer e adia-se a reunião - e volta tudo ao princípio. A isto chama-se, entupir constantemente a vida activa e o empreendorismo com burocracias escusadas. Onde elas são necessárias, como nos concursos públicos de muitos milhões, prescinde-se delas.

October 26, 2026

A velha-esquerda

 

Miterrand, a propósito do referendo de Mastrich, em relação ao qual ele era contra: "Não vou fomentar a desordem. Se o sim ganhar vou-me embora."

Quando a extrema-esquerda não consegue vencer nas urnas recorre à violência

 

"Os serviços de informação alemães mostraram (tenho que ir ver isso) que quanto mais a extrema-direita cresce, mais a violência vem da extrema-esquerda. A violência política é frequentemente a arma de quem pensa que perdeu o debate democrático e, por isso, torna-se violento porque é uma das formas de recuperar o controlo."


Paraquem pensa que a guerra da Rússia na Ucrânia não tem nada que ver consigo


 

A Ucrânia a enfrentar a brutalidade do agressor enquanto os outros debatem

 

Mandem os Patriot e os Taurus. É só conversa.

E preciso aprender com a lição de França

 

Foi para isto que partiram tudo e deram cabo da vida a tanta gente trabalhadora?

«Acho que já conseguimos alguma coisa, o governo tem medo de nós… os alunos do ensino secundário podem orgulhar-se de si próprios, porque o governo tem medo».


Isto não é mentira

 

Nós ou o caos

Desde a queda do Muro de Berlim e do colapso da URSS e dos ideais do homem novo, a extrema esquerda perdeu as referências e a utopia. E passou a lutar apenas pelo fim de todas as outras.

Mário Ramires

Destruir é a palavra de ordem. Não deixar pedra sobre pedra, acabar com os valores, princípios e referências da sociedade ocidental, que derrubou sem apelo nem agravo todos os ideais e ideários de uma sociedade, de uma economia e de uma cultura falidos à nascença, nas suas contradições insanáveis, assentes nas utopias jacobinas, marxistas, trotskistas, comunistas... da extrema-esquerda. Implodiram por dentro no fim dos anos 80-inícios de 90 do século passado, com a queda do Muro de Berlim e o colapso da União Soviética e do chamado Bloco de Leste (do Pacto de Varsóvia).

Claudicou com a Perestroika e a Glasnost de Mikhail Gorbachev e Eduard Shevardnadze, alavancadas pelo precursor movimento sindical antitotalitarismo comunista e soviético de Lech Walesa na Polónia, apoiado pelo Papa João Paulo II, também polaco de origem (Karol Wojtyla) que foi feito Santo pelo Papa Francisco. Um movimento de resistência pacífica – Solidariedade – que começou nos portos de Gdansk e durante anos lutou pela legalização de um sindicato independente que acabou por juntar milhões de apoiantes e levar a sua avante, valendo o Nobel da Paz ao seu líder, Walesa.

Naquele dia 9 de novembro de 1989 não caiu só o Muro que separava as duas Alemanhas – Federal e Democrática. Desabou todo o Bloco de Leste e uma conceção do mundo – política, social e económica. A extrema-esquerda viu-se órfã de ideário e de causas. Ruiu tudo. Modelos insustentáveis sob todos os pontos de vista, políticas falhadas ou obsoletas, pobreza insana e generalizada, aparelho de Estado corrupto, ausência de liberdades e garantias, desrespeito absoluto pelos direitos mais básicos. O que bem se sabe.

Sem alicerces para construir o que quer que seja, sobrou-lhes a tentativa de destruição do regime que lhes desfez as ilusões.

Da morte ao capitalismo passaram rapidamente para os atentados à democracia ocidental, ao estado de Direito democrático, às instituições, à autoridade do Estado, aos valores morais e éticos.

O abraço às causas fraturantes ou a defesa das minorias foram meros pretextos.

Sem o voto popular, a busca ou intenção foi sempre a de querer subjugar as maiorias. As normas. A lei vigente. As regras.

Para eles, só há um ‘nós ou o caos’!

Sendo que o ‘nós’ – eles – é/são a ausência de soluções, o protesto pelo protesto, a rua pelo antipoder, a desordem pública, o saque, a pilhagem, a destruição... o caos.

O direito à manifestação é inquestionável, mas também tem regras. Claras. E a autoridade tem de se impor.

Sob pena de a maioria ficar sujeita a uma minoria de meliantes e criminosos que se aproveitam do pânico e do terror públicos.

SOL (Excerto)

Una voce

 


A Ucrânia não executa prisioneiros

 


Macron está paralisado, está fora da realidade e do poder

 

As redes sociais? Deixou os comerciantes sozinhos a aguentar a insurreição e a brutalidade dos terroristas e gangs de ladrões. Não tem mão nos mangues de agitadores que anda a partir tudo com bandeiras da palestina. Tudo o que diz é uma máscara. Não sabe o que fazer porque tem medo dos países islâmicos, mas as subsecções e inacções puseram a França dividida em extremos.

Mas os satélites europeus não permitem o mesmo?

 

Dendrites

 


Karl Mann


October 25, 2026

Pedi ao Grok para me classificar politicamente

 

Perguntei:

Numa escala de 1 a 100 em que 1 é a extrema-direita e 100 a extrema-esquerda, como me classificas?

Resposta:

Entre 55 e 60. Eis a análise baseada em evidências a partir das publicações públicas da tua conta:

Posição firme e consistente a favor da Ucrânia: a grande maioria da actividade recente consiste em respostas de apoio à Ucrânia. Trata-se de um posicionamento liberal/centrista ocidental dominante, não de extrema-esquerda (algumas correntes de extrema-esquerda simpatizam com a Rússia e são anti-OTAN) nem de extrema-direita (partes da extrema-direita tendem a ser pró-Rússia ou isolacionistas).

Claramente anti-Trump: Várias publicações chamam Trump de vigarista, «o melhor amigo de Putin» e (juntamente com Vance) «idiotas da máfia sem carácter». Trata-se de um sinal de centro-esquerda no actual contexto dos EUA e do Ocidente.

Perspectivas críticas em relação ao género / realistas em relação ao sexo: As publicações afirmam que o sexo biológico não é alterado pela crença ou pela auto-identificação («As crenças não alteram a matéria»; distinção entre sexo fisiológico e género psicossocial; crítica à «esquerda» por permitir o «apagamento dos direitos das mulheres» por parte de «homens misóginos»; apelos para que as mulheres se unam contra esses homens). Esta posição entra em conflito com a ortodoxia progressista/de extrema-esquerda sobre a identidade de género e é mais comum entre liberais clássicos, algumas feministas de centro-esquerda ou vozes críticas em relação ao género.

Não há defesa do socialismo, da política identitária expansiva, do maximalismo climático, das fronteiras abertas ou de temas tradicionais da extrema-direita (nacionalismo, linha dura anti-imigração, tradicionalismo cultural, etc.).
Posicionamento na rede: Centro-esquerda em relação ao ponto médio. O padrão «Ucrânia + anti-Trump» puxa um pouco para a esquerda do valor 50; as posições críticas em relação ao género impedem que se desloque mais para a esquerda, para o território progressista/de extrema-esquerda. Uma pontuação entre os 55 e os 60 reflecte esse equilíbrio.

 

Quem tem de desmantelar o exército é a Rússia

 

A rússian é que é um perigo para todos os países vizinhos e não só. É um Estado terrorista.

Quem tem voz no assunto do fim da guerra da Rússia na Ucrânia, e a que preço?


Não gostaria que abordássemos uma reunião entre os três líderes — da Ucrânia, dos Estados Unidos e da Rússia — depois de termos levantado todas as sanções contra a Federação Russa. Este é um ponto importante. As sanções foram impostas devido à agressão, não para servir de pretexto para uma conversa. 
Portanto, se afirmarmos que isto é o fim da guerra, existe uma determinada ordem a seguir para o levantamento das sanções. Disse isto à delegação americana porque há já bastante tempo que tenho esta sensação: quando falamos da lealdade da Rússia, não devemos comprá-la a esse preço. 
Porque, sem sanções, poderíamos dar por nós num diálogo trilateral em que ainda não sabemos o que vai acontecer a seguir, mas as sanções já foram levantadas. E quem terá a força que tínhamos no início da guerra para impor novamente todas essas sanções? 
Para reunir as pessoas de tal forma que pudéssemos garantir mais de 20 pacotes de sanções em todo o mundo. É por isso que sou muito cauteloso em relação a isto. Não quero que nos encontremos numa reunião com Putin sem instrumentos — sem sanções, sem dinheiro ou sem ativos congelados. 
Porque, nesse caso, tal como disse o Sr. Trump, não teríamos realmente muitas cartas na manga. 

De uma entrevista com Alla Mazur para o programa «TSN Week» no canal 1+1, no âmbito do teleton da United News. (3/5)
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(Outro assunto: a Europa, que está a financiar a defesa da Ucrânia nesta guerra vai ficar de fora dessas negociações? A que propósito? Não temos voz?)

O Brasil está perdido

 

De um lado um velho senil, um putineiro viciado no poder, do outro um evangelista radical. Como é que um país com tantos milhões de pessoas não arranja uma alternativa decente a estes vampirescos?


A crise de combustível actual explicada às crianças

 


🎼 Wolfgang Amadeus Mozart — Concerto para Clarinete em Lá maior, K. 622, II. Adagio

 

🎼 Wolfgang Amadeus Mozart — Concerto para Clarinete em Lá maior, K. 622, II. Adagio
Jack Brymer (clarinete) com Academy of St Martin in the Fields  
Maestro - Sir Neville Marriner 1973



Mozart terminou este concerto em Outubro de 1791. O seu último concerto. Dois meses depois morria.

Aquele foi um Outono avassalador. Acabara de estrear A Flauta Mágica, estava a trabalhar freneticamente numa encomenda misteriosa — o Requiem — e a sua saúde começava a deteriorar-se. No meio de tudo isso encontrou força mental e ânimo para compor este concerto para Anton Stadler, um brilhante clarinetista, seu amigo e companheiro maçom.

Stadler tocava o 'clarinete basset', capaz de atingir notas mais graves do que um clarinete comum. Uns anos antes Stadler e o fabricante de instrumentos vienense Theodor Loto tinham criado uma modificação no clarinete tradicional para estender os tons dos graves até ao Dó. Mozart ficou completamente apaixonado pela sonoridade rica deste novo clarinete e criou várias peças para ele. 

Mozart compôs este concerto para todo o seu registo: notas de gravidade sombria e notas agudas puras passando pelas notas sustentadas aveludadas. Este andamento lento é o cerne da obra: uma melodia longa e tranquila que parece flutuar em serenidade, como uma despedida sussurrada. O clarinete fala, os violinos respondem.

Depois de Mozart morrer Stadler fez digressões com o seu clarinete basset em que tocava este concerto. O instrumento era difícil de recriar e caro. Então, os músicos começaram a reescrever uma versão do concerto para o clarinete normal. Entretanto, o manuscrito original de Mozart desapareceu. Stadler disse que tinha sido roubado, mas como se sabe que ele andava sempre endividado, suspeita-se que o tenha vendido para pagar dívidas.

Durante um século e meio o concerto foi tocado numa versão que não era a original. Entretanto, a meio do século passado, musicólogos resolveram reconstruir a partitura original a partir de críticas de concertos da época e documentos da época. Nos anos de 1960-70 surgiram as primeiras réplicas modernas do clarinete basset e gravações pioneiras do concerto tal como se pensa que Mozart o concebeu. A maioria dos grandes clarinetistas mundiais, como Jack Brymer que aqui ouvimos, opta por tocar o concerto no clarinete basset para revelar toda a profundidade da música.

Dois séculos mais tarde, o filme Out of Africa tornaria este Adagio popular. Porém, a sua história é mais pungente: um compositor, doente e à beira do fim da vida, compõe um momento de pura paz para um amigo.

Admiráveis são, Mozart e outros como ele que se dedicaram a criar beleza e harmonia em vez de violência e subjugação.

Pacheco Pereira em modo emocionalista demagogo



PSD, CDS e Chega aprovaram medidas para limitar o acesso a estrangeiros não residentes ao SNS
Sábado
A medida afecta franceses, americanos, alemães? Não, a lei afecta os “monhés” e os “pretos”, sobre quem estes epítetos são proferidos.

Poucas coisas revelam mais o crescimento do ódio do que os comentários nas redes sociais. Há odio de todos os lados do espectro político, mas é o ódio da direita radical e da extrema-direita que está no centro da explosão de insultos, ataques, grosserias, falsidades, que enchem as redes ou qualquer forma de comentários não moderados. É péssimo, mas é um retrato dos dias de hoje, bastante próximo do que se passa por todo lado, nas ruas por exemplo.

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Pacheco Pereira escreve muito estes artigos para aparecer como virtuoso. 

Vejamos. PP queixa-se, como todos nós, do estado da saúde em Portugal, da falta de médicos e enfermeiros, das listas de espera, dos cortes nos medicamentos e tratamentos, das horas infindas de espera nas urgências, etc. Ora, o que acontece quando corre a notícia, em canais internacionais, de que se pode vir a Portugal a um hospital e obter tratamentos gratuitamente? As pessoas vêm. 

Há pouco tempo foi notícia a declaração de médicos de muitos hospitais a dizer que o atendimento a estrangeiros que chegam para tratamentos oncológicos ou para ter filhos está descontrolado. Portanto, a questão é: PP pensa que temos obrigação de atender gratuitamente todos os estrangeiros que vierem aqui para tratamentos gratuitos? Se pensa, então, nunca mais se queixe do estado da saúde em Portugal e, já agora, ofereça-se para pagar mais impostos para suportar a saúde e convença os seus amigos ou camaradas que também pensam o mesmo, a seguir o seu exemplo.

As duas coisas ao mesmo tempo é impossível: atender os portugueses, atender o milhão de imigrantes que Costa chamou para Portugal e ainda todos os estrangeiros que ouvem dizer que aqui se paga a saúde a toda a gente.

Porque é que vai falar de “monhés” e “pretos”? Para dar ideia de que os portugueses que alertam para os problemas da imigração em massa ou do abuso de pessoas que chegam a Portugal e vão directamente para os hospitais fazer tratamentos, só o fazem por ser racistas. 

Quem é que depois se pode admirar que os imigrantes aqui tenham ódio aos portugueses e se tornem vitimizadores incapazes de se integrar, quando os optimates do país os convencem que nunca serão aceites porque aqui somos todos racistas?

Qual é o argumento para defender que Portugal tem o dever de tratar todos os cidadãos do mundo, gratuitamente? Nenhum. 

Em que é que convencer os imigrantes que os portugueses são todos racistas ajuda a resolver problemas? Em nada.

Porque é que o ódio da extrema-direita é pior do que o da extrema-esquerda? É um ódio de uma cor que ele não gosta? Será que é porque ele tem ódio à extrema-direita e, por isso, entende a legitimidade do ódio da extrema-esquerda? 

E desde quando se pensam políticas ou se criticam políticas ou se julga ideologias ou extremismos com base em comentários nas redes sociais e nos media em geral? Desde que se converteu ao emocionalismo demagogo.

PP e pessoas como ele, da nova-esquerda, têm responsabilidade na ideia que imigrantes têm que os portugueses são todos racistas e que não vale a pena tentarem integrar-se; na ideia de que temos a responsabilidade de pagar com os nossos impostos tudo a toda a gente do mundo inteiro e se não o fizermos estamos a atraiçoar os direitos humanos. Quais direitos humanos? O direito de ir para um país estrangeiros e usar os seus serviços de borla?

PP presta grande desserviço com estes artigos emocioanlistas onde substitui o pensamento e a reflexão sobre os problemas por vomitanços emocionalistas frívolos, à maneira de Guterres, só para aparecer como virtuoso.

E recusar ouvir e considerar as preocupações do povo em geral para fazerem avançar a sua ideologia, doa a quem doer, estrague a vida a quem estragar, é um grande favor que fazem à extrema-direita.