February 05, 2026
Zelensky rejeita as parvoíces da Rússia
President Zelensky rejected Russia’s ultimatum on recognizing Donbas, saying Ukraine has its own president who signs documents for the country. He stressed that Ukraine’s territories belong to Ukraine despite their temporary occupation and said no other leaders can decide this… pic.twitter.com/uPzvOOrD8e
— NOELREPORTS 🇪🇺 🇺🇦 (@NOELreports) February 5, 2026
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One secondary element in Putin needing perpetual war is the impossibility of reintegrating hundreds of thousands of largely uneducated, impoverished soldiers into a collapsing Russian society and economy. He would much rather they be slaughtered in Ukraine, and points beyond. https://t.co/vk3j0b9sSY
— Garry Kasparov (@Kasparov63) February 5, 2026
Não sei como se pode dormir descansado antes de resolver este problema da Rússia
🚨Zelensky warned Europe — it will be next if Ukraine doesn’t stop Putin.
— NEXTA (@nexta_tv) February 5, 2026
"I don’t want to scare anyone, but the range of their missiles is unlimited; they will strike everywhere.," said the President of Ukraine in an interview with France Télévisions.
No one, except Zelensky,… pic.twitter.com/ScAW04uyHi
Epstein - Um sistema de pedofilia e chantagem orquestrado pelos russos
I can’t believe I am right again.
— Stealth Medical (@StealthMedical1) February 4, 2026
It was a Russian Op. It doesn’t mean he was SVR or KGB. He knew 5 CIA directors was a fan of Dugin. Obsessed with Putin.
Barbie and myself spent 250 hours when things first came out last year. I knew if from the moment I saw he went with the… pic.twitter.com/os36H5gKS1
ME - desnorte e desinteresse pela educação
Faz algum sentido extinguir organismos sem ter já preparado para entrar em acção a nova estrutura? Deixar um hiato de anos enquanto se pensa na nova orgânica? Gerir o dia-a-dia no vazio? É como ir fazer um transplante de coração e esquecer-se que é preciso um substituto porque o corpo não trabalha sem ele.
A Reestruturação do MECI e o vazio nas escolas
A coisa prometia, modernização, agilidade e o fim da “obesidade” ministerial que tanto atormenta o Terreiro do Paço. Mas o que temos, com a bênção dos Despachos n.º 919-A e 919-B/2026, é um autêntico número de ilusionismo administrativo. O MECI anunciou o fim da DGAE, do IGeFE e da Secretaria-Geral com a fanfarra de quem descobre a pólvora, atirando as competências para cima das CCDR e um chorrilho de Unidades. O pequeno detalhe, aquele pormenor insignificante que a malta dos gabinetes costuma esquecer, é que nas CCDR as cadeiras destinadas aos Vice-Presidentes responsáveis pela Educação continuam vazias, a ganhar pó e à espera de nomeação, nas tais Unidades ninguém sabe o que se passa. É a descentralização do “faz de conta”: mandam-se os processos para uma estrutura que ainda não tem cabeça para pensar, nem mãos para executar, deixando os Diretores a olhar para o mapa à espera que alguém lhes diga onde fica a nova capital da burocracia.
Enquanto a AGSE e a EduQA não saem da incubadora das intenções, as DGEstE regionais vivem num cenário digno de um filme de terror. Oficialmente estão condenadas, mas, como ainda não foram formalmente extintas nem integradas, vão sobrevivendo num “limbo” existencial. É o Estado no seu melhor, os funcionários das direções regionais tentam manter as escolas a boiar, mas sem saberem se no dia seguinte ainda têm carimbo ou se a porta já tem uma fechadura nova. Trabalha-se por inércia, gere-se por milagre e sobrevive-se por teimosia, enquanto o Ministério se entretém a desenhar organogramas coloridos. No meio deste caos, onde estaria o famoso “Gestor Dedicado”? Aquela figura celestial prometida pelo Ministro Fernando Alexandre, que seria o interlocutor único de cada Agrupamento, parece ter o mesmo estatuto do Monstro de Loch Ness, muita gente fala dele, mas ninguém o viu. Supostamente, este “anjo da guarda” deveria encaminhar as nossas dúvidas para as novas unidades, mas na prática, o Diretor que tenha um problema com um horário ou um contrato tem duas opções, ou liga para o número do costume e ninguém atende, ou acende uma vela ao Santo Expedito.
O vazio de poder é de tal ordem que os Diretores se sentem como capitães de um navio a quem roubaram as bússolas em plena tempestade. Não há a quem recorrer e o auxílio na gestão transformou-se num exercício de adivinhação. Dizem-nos que a EduQA vai avaliar a qualidade, talvez possam começar por avaliar a qualidade deste processo de transição que deixou as escolas num deserto de respostas. Entre o despacho que extingue e a agência que não nasce, o “chão da escola” continua a ser o único sítio onde a realidade teima em não caber nos PowerPoint do Ministério.
Se alguém vir um Gestor Dedicado a passar pela EN2, por favor, peça-lhe para ligar para o Viso. Temos umas Assistentes técnicas à espera de saber quem lhes tira duvidas.
Enterrar a educação para servir interesses privados
Paulo Miguel Viegas
do FB
Nas últimas décadas Portugal conquistou um feito muito raro: edificou uma Escola Pública de excelência que se tornou o principal promotor de equidade e promotor de escalada social. Hoje em dia, contudo, sobre este edifício paira a ameaça de derrocada. O atual caminho de divisão da tutela — fruto da municipalização e da perda do estatuto público dos professores — não é somente uma reforma administrativa; é um desvio profundo do modelo que define as políticas educativas europeias mais prósperas e eficazes.
Se olharmos para sistemas educativos de referência, como na Finlândia, Dinamarca ou Alemanha, podemos ver um denominador comum: o Estado não abdica da sua responsabilidade direta; nada sai da sua tutela. Nestes países, a carreira de professor é uma carreira de prestígio, sustentada por um vínculo sólido com o Estado central, que garante que um aluno, independentemente da sua geografia ou extrato social, tenha acesso a professores com o mesmo rigor de seleção e estabilidade. O sucesso europeu prova que a qualidade não nasce da concorrência entre municípios ou da flexibilidade laboral, mas da confiança mútua entre o Estado e os seus quadros.
Esta nova maré de privatização velada não surge do nada; vem, sim, resgatar uma visão que teve o seu expoente máximo no mandato do ex Ministro da Educação Nuno Crato. Sob a bandeira da "liberdade de escolha", o modelo de expansão desenfreada dos contratos de associação procurou (em muitos casos com sucesso para quem deles beneficiou) desviar a responsabilidade do Estado para o setor cooperativo e privado.
Em sentido contrário ao sucesso europeu, o caminho que se desenha agora assemelha-se ao que já vivemos na saúde oral. Com a introdução do "cheque-dentista", o Estado desistiu de criar uma resposta pública estruturada. Hoje, no "top of mind" dos portugueses, uma dor de dentes é um problema para resolver no setor privado. O Estado tornou-se um mero pagador de faturas, perdendo a capacidade de planear e executar. A estratégia para a saúde oral passou a ser “pagar para desresponsabilizar” (e alimentar alguns grupos, emtenda-se).
O risco de replicar este modelo na educação é ainda mais traiçoeiro. Ao fragilizar o estatuto de funcionário público e transferir a gestão para as autarquias, abre-se a porta a um novo e lucrativo mercado: o das empresas de gestão de recursos humanos especializadas em serviços docentes (já devem estar para abrir algumas empresas destas; com quê? Com fundos comunitários, claro está).
Este cenário de "Uberização" (ou terceirização, se preferirem) do ensino é o oposto do que Portugal precisa para fixar os jovens talentos nas escolas. A excelência educativa exige continuidade e dedicação, algo que empresas focadas na margem de lucro e contratos de curta duração não podem oferecer. Se permitirmos que a tutela se dilua numa rede de subcontratações, perderemos o controlo estratégico sobre o futuro do país, ou será que a estratégia é mesmo essa?
A escola pública não pode ser reduzida a uma folha de Excel gerida por privados ou por autarquias sem escala. Se o Estado abdica de ser o garante da carreira de quem ensina, está, na verdade, a abdicar do seu papel de arquiteto da próxima geração.
E que grandes gerações produziu já Portugal...
A destruição da profissão de professor para benefício de interesses privados
Onde estão os sindicatos? O ME andar a pagar 60 mil euros a mentores que não têm de sujeitar-se às regras da profissão porque funcionan como consultores dos professores, coisa de que não precisamos, mas que o governo promove como solução para a destruição da carreira de professor. Um desperdício de dinheiro para satisfazer amigos, calculo, com empresas privadas de fogo-fátuo que vivem do dinheiro público. Entretanto, para os professores, cada vez há mais impedimentos ao ensino, induzidos pela burocracia. Neste país a iniciativa privada vive dos subsídios e contratos com dinheiros públicos, como diz um amigo meu.
"2027, ano mágico na Educação"
As declarações do actual ministro da Educação, após tomar posse em 2024, acerca da “urgência” da resolução de diversos problemas no sector, se excluirmos a recuperação do tempo de serviço docente, são já uma vaga memória, embora tenham sido retomadas quando se manteve na pasta em 2025.
Da revisão do Estatuto da Carreira Docente à reformulação das “aprendizagens essenciais” e dos programas disciplinares, passando pelo modelo de gestão escolar e pelo estatuto dos directores, não esquecendo - concorde-se ou não - a redefinição dos ciclos de escolaridade ou a simplificação dos procedimentos administrativos nas escolas e entre estas e a tutela, tudo foi apresentado como carecendo de intervenção imediata. Bem como o problema da falta de professores, herdado dos anteriores governantes, também considerado emergente, a par da necessidade da contabilização rigorosa dos alunos sem aulas.
Eis que, à medida que o tempo foi passando, se sucederam dois fenómenos curiosos: por um lado, o adiamento sucessivo de tudo o que se tinha apresentado como emergência, enquanto surgiram medidas em áreas que não tinham sido anunciadas como prioritárias, quiçá para dar uma aparência de acção. Se excluirmos o pacote de medidas para consumo mediático acerca da falta de professores, de que apenas a atribuição de horas extraordinárias produziu alguns efeitos, tudo vai sendo adiado para o ano lectivo de 2027-28.
A principal excepção foi uma algo abstrusa “reforma” da estrutura orgânica do MECI que se alega ser no sentido da “modernização” ou “inovação”, mas cujos resultados iniciais parecem traduzir-se numa desnecessária disrupção, pouco criativa, dos circuitos de comunicação entre as escolas e os serviços centrais do Ministério da Educação.
Quanto ao que antes era urgente, se é verdade que há matérias que exigem uma preparação cuidada, para não se adoptarem soluções apressadas e pouco consistentes com a realidade, não é menos verdade que estes adiamentos - com negociações feitas a um ritmo de caracol trôpego - transmitem uma sensação de impreparação técnica e falta de coragem política para assumir opções que se sabem ser passíveis de polémica.
Em vez de se estabelecer um cronograma para a introdução gradual de modificações estruturais no sistema educativo, parece ter-se optado por agregar todas num curto espaço de tempo, lançando-as sobre as escolas em conjunto, o que dificilmente se pode considerar uma boa ideia, excepto se faz parte de alguma estratégia ligada aos ciclos políticos e ao desejo de apresentar “resultados” no calendário eleitoral.
O que significa que o ano lectivo de 2027-28 parece surgir no horizonte como uma espécie de “ano mágico”, no qual tudo vai acontecer, ficando por saber se será um annus mirabilis ou horribilis. Atendendo ao que se observa em outras áreas da governação, o prato da balança pende claramente para um dos lados.
February 04, 2026
Diário de bordo
Hoje, como andei o dia todo em Lisboa em médicos e tinha um buraco entre o meio-dia e as duas da tarde fui almoçar com um amigo à Tia Matilde. Comemos uma perdiz estufada com molho de castanhas e batata palha (feita na casa) de comer e chorar por mais. Rapou-se a travessa toda. Não pude beber um bocadinho de vinho por causa dos medicamentos, mas foi bem com água e até sozinha ia bem. E no fim comi uma manga que caiu que nem ginjas.
Agora tenho de andar sempre com uma caneta de adrenalina
A minha médica imunoalergologista disse-me que tive sorte, sobretudo por me terem deixado sair do hospital ao fim de poucas horas e sem a caneta de emergência porque acontece muito haver uma segunda reacção anafilática. E eu a pensar que tinha corrido tudo muito bem... Enfim, isso e nos EUA imensa gente morrer porque estas canetas custam 800 dólares!!!
Entretanto, o meu telemóvel é assustador. Ontem começou a mandar-me mensagens sobre o que fazer em caso de ter um episódio de emergência, como ligar a um satélite se não tiver rede móvel e alertas para preencher um formulário com informações sobre alergias.
Man about men about women
Isto é, sobretudo, acerca dos homens não serem capazes de ver as mulheres como seres humanos. São objecto de desejo, são terapia emocional, terapia sexual, terapia de conforto, suportes de quotidiano. Não são serem que existem por si mesmas, com valor próprio. O seu valor é meramente instrumental e está relacionado com o bem-estar dos homens e o seu ego.
Já há [mais] um plano de resposta coordenada à Rússia
Ucrânia e aliados ocidentais planeiam uma resposta coordenada em caso de violações do cessar-fogo pela Rússia 🇪🇺🇺🇸
Kiev, os seus parceiros europeus e os Estados Unidos concordaram com um plano «em várias fases» para responder a qualquer violação russa de um futuro acordo de cessar-fogo, de acordo com fontes do Financial Times informadas sobre as discussões.
O plano: uma violação do cessar-fogo por parte da Rússia provocaria uma resposta inicial dentro de 24 horas; a continuação das hostilidades levaria as forças da «Coalizão dos Dispostos» a intervir; uma escalada ainda maior desencadearia uma resposta militar coordenada envolvendo as forças dos EUA dentro de 72 horas. | FT
🕊As negociações de paz trilaterais devem continuar na quarta-feira 🇷🇺🇺🇦🇺🇸
Representantes de Kiev, Moscovo e Washington devem reunir-se novamente em Abu Dhabi na quarta-feira para continuar as negociações com o objetivo de acabar com a guerra da Rússia contra a Ucrânia.
O «cessar-fogo energético» chega ao fim: a Rússia retomou os seus ataques à infraestrutura energética da Ucrânia na véspera das negociações, atingindo centrais elétricas em pelo menos seis regiões durante a madrugada de terça-feira, segundo autoridades ucranianas. O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, chegou a Kiev para uma visita oficial poucas horas depois de a Rússia ter atacado a capital. | NYT
É a sua vez, Trump: No seu discurso em vídeo à noite, o presidente Volodymyr Zelensky disse que espera uma resposta dos EUA aos novos ataques da Rússia, dado que o cessar-fogo energético foi uma proposta pessoal de Trump. | Reuters
Ele nasceu para recrutar espiões e planear sabotagens e alguém o pôs a fazer de presidente...
E isso está para além das capacidades dele. É um caso clássico de princípio de Peter: podes tirar o homem do KGB mas não tiras o KGB dele.
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Ian CrouchThe New Yorker Daily
Os serviços secretos militares russos estão a recrutar jovens online para atear incêndios criminosos e outros actos de sabotagem em toda a Europa.
Então, por que razão os serviços secretos russos queriam incendiar uma loja IKEA?
A princípio, parecia misterioso mas durante a minha reportagem, conversei com um funcionário da segurança nacional lituana que disse: “Um incêndio na IKEA é algo muito menor, nada mais do que um sinal táctico”. Significa que isso não vai mudar o rumo da guerra real com a Ucrânia, ou o que a Rússia vê como sua luta maior com o Ocidente mas esses tipos de actos somam-se para ter um efeito mais estratégico.
Na Lituânia, temos o incêndio da IKEA. Na Polónia, temos um centro comercial que, nesse mesmo ano, ardeu completamente no centro de Varsóvia. Temos um armazém a pegar fogo, uma linha ferroviária a ser sabotada. Temos alguns auto-colantes e graffitis anti-OTAN a aparecer pela cidade. Temos estes casos bizarros em França, com caixões a aparecerem na Torre Eiffel e alguém a vandalizar um memorial do Holocausto. Um investigador com quem conversei chama isso de «táctica de enxame». Somando tudo isso, você acaba com uma imagem de caos e fissuras na sociedade, em toda a Europa.
Quem são esses agentes? São pró-russos ou estão fazendo isso principalmente por dinheiro?
Fiquei impressionado com algo que ouvi de um funcionário dos serviços de segurança da Polónia, um dos países no epicentro desse tipo de ataque. Ele disse-me que, dos 62 agentes desse tipo que a Polónia prendeu nos últimos anos, apenas dois parecem ter sido motivados principalmente por razões ideológicas.
No geral, são pessoas que respondem a pedidos aparentemente aleatórios e muitas vezes inofensivos no serviço de mensagens Telegram para o que parecem ser trabalhos esporádicos. Muitas vezes, as pessoas que realizam esses trabalhos podem nem saber que os serviços secretos russos estão no final da cadeia. Porém, como me disse o agente de segurança polaco, a natureza desses pedidos devia ser clara acerca de quem pode estar a fazê-los. «É preciso usar a cabeça», disse ele.
No seu artigo, você diz que alguns desses agentes são ucranianos.
Os refugiados ucranianos são frequentemente recrutados, principalmente porque são uma população vulnerável num novo país com uma nova língua e que muitas vezes enfrentam dificuldades financeiras. E muitos falam russo, o que torna as coisas ainda mais fáceis para os serviços secretos russos. Juntos, eles constituem um alvo de recrutamento atraente. E se os ucranianos forem apanhados a realizar essas acções, consegue-se desacreditar a imagem dos ucranianos aos olhos do povo polaco, por exemplo ou lituano, nos países que acolheram refugiados. É uma situação vantajosa para a Rússia.
O que estão os Estados Unidos a fazer em relação a este tipo de acção secreta?
O que realmente preocupou os EUA foi uma série de eventos semelhantes em 2024. Agentes descartáveis foram recrutados para colocar dispositivos dentro de pacotes e enviá-los via DHL para a Europa, Canadá e EUA. Alguns dos pacotes tinham dispositivos de rastreamento dentro deles para colectar informações mas outros pacotes continham dispositivos incendiários. Num incidente, um dos pacotes incendiou uma pista em Leipzig, na Alemanha, antes de ser carregado num avião. Houve um atraso na chegada de um avião e, se o voo tivesse descolado dentro do horário previsto, aquele pacote tinha provocado um incêndio no ar.
A ideia de aviões em chamas caindo do céu preocupou tanto o governo Biden que o conselheiro de segurança nacional e o diretor da CIA ligaram para os seus homólogos em Moscovo e, como relato no artigo, disseram, essencialmente, «Parem com isso».
February 03, 2026
Ainda sobre a agência da IA - desta vez a fabricar artigos científicos
Com citações, falsas referências científicas e tudo. Mas o pior é que, quando descoberto, fabricou ainda mais falsos factos para encobrir a sua mentira.
A ilha lolita
Pepel Klaasa
A primeira denúncia à polícia sobre os abusos sexuais cometidos na ilha de Epstein data de 2005. Foi feita pelos pais da vítima menor de idade. Em 2006, foram apresentadas acusações, mas em 2008 ele foi libertado após um acordo judicial. Ele só foi finalmente preso em 2019. Ao longo de todos esses anos, vítimas e testemunhas tentaram falar. Foram ameaçadas e/ou receberam ofertas de somas colossais de dinheiro, algumas delas provavelmente foram assassinadas. Portanto, aqueles que dizem: «POR QUE NÃO FALARAM?» merecem um chapadão. Elas falam desde 2005. Foi o Estado corrupto e a sociedade indiferente que tornaram isso possível, como em todos os casos semelhantes em todo o mundo.
A quantidade de personalidades, desde a realeza aos políticos mais proeminentes, que pedia a Epstein, o proxeneta pedófilo, ora conselhos sobre como educar as filhas/filhos, ora conselhos sobre políticas de Estado. Ele distribuía convites de corrupção e tráfico de influências a partir do abuso de raparigas menores. O pouco que tem vindo a lume deste processo é assustador. Na Europa tem havido demissões e afastamentos políticos mas nos EUA ninguém se incomoda. Mandaram tapar todos os nomes deles e negam tudo. Melinda ex-Gates dá uma entrevista francamente desmoralizada com as notícias de que Gates apanhou uma DST com raparigas menores de idade e tentou drogá-la subrepticiamente com antibióticos para ela não saber. Gates é um dos bilionáros que aparecia frequentemente a dar lições de moral ao mundo... Esses tipos todos são uns degenerados criminosos, ladrões e violadores e sabem que quando saírem do poder vão todos parar à prisão. Trump já estava com um pé lá dentro. Isso torna-os extraordinariamente perigosos e necessitados de uma ditadura com urgência.
