A Passacaglia de Handel tocada numa guitarra-harpa por Jamie Dupuis.
A Passacaglia de Handel tocada numa guitarra-harpa por Jamie Dupuis.
Noite do Porto marcada por violência contra turistas e seguranças
Reis Pinto, JN
A noite do Porto está a registar mais episódios de violência e agressões contra seguranças privados, segundo o presidente do Sindicato Unificado da Segurança Privada (SUSP), Cláudio Ferreira, que aponta um agravamento da situação na Baixa da cidade.O sindicalista, que trabalhou durante 24 anos como segurança-porteiro e durante 12 anos nas Galerias de Paris, afirmou que se tem assistido ao aumento não só do número de crimes, mas também da sua gravidade.
O alerta surge depois dos desacatos registados na madrugada de sábado na Baixa do Porto, noticiados pelo JN, os quais seis turistas terão sido roubados e agredidos por um grupo de homens que habitualmente circulam nas Galerias para vender droga. Mais tarde, no exterior de um bar, um cliente terá atacado um segurança no pescoço com um copo de vidro partido.
Cláudio Ferreira disse à Lusa ser insuficiente o número de agentes da PSP disponíveis para patrulhar a zona durante a madrugada. Segundo o sindicalista, houve noites em que não estava "um único agente da PSP disponível" para fazer rondas e que, depois das 4 horas, a presença policial deixava de ser visível.
Entre as situações que diz serem cada vez mais frequentes estão desacatos entre grupos, tentativas de violação e venda de droga falsa, que pode resultar em agressões quando os compradores descobrem que foram enganados.
O presidente do SUSP considera ainda que as estatísticas não refletem toda a realidade, uma vez que muitos turistas vítimas de agressões abandonam a cidade sem apresentar queixa. Defende também que os seguranças privados estão "completamente vulneráveis" e reclama que as agressões contra estes profissionais passem a ser consideradas crime público.
Uma mulher, de 49 anos, distribuidora de pão, terá sido sequestrada e violada por um homem, esta terça-feira. O ataque terá ocorrido de madrugada, quando a vítima se encontrava numa zona comercial, em Torres Novas. jn.pt/Isto agora é todos os dias.
Presidente da República promulga "lei das burcas" mas admite tratar-se de uma matéria sensível
Para o presidente da República, está-se no "domínio de uma matéria de grande sensibilidade social e cultural, onde é de extrema dificuldade definir fronteiras e valorizar de forma equilibrada direitos e deveres", lê-se numa nota publicada no site da Presidência da República. (JN)
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Quem é que acha a questão das burkas, o caso mais flagrante da opressão das mulheres e supressão de seus direitos às mãos dos islamitas, uma "matéria sensível"? E se esta questão é sensível, o que achará de outras menos flagrantes? Achará o mesmo que Guterres, esse homem narcísico e de pouco entendimento? Seguro sendo o presidente que se esperava que fosse: um exemplo do novo socialismo que acima de tudo tem medo de desafiar a nova-esquerda.
Handel costumava tocar o cravo em segredo porque o pai não aprovava as suas tendências e ambições musicais. Levou um pequeno clavicórdio — um instrumento de teclado muito silencioso — às escondidas para o sótão em vez de um cravo para escapar à fúria do pai.
Pensar que no tempo de Handel a maioria das pessoas, para além da música que ouvia nas missas e nas festas públicas que metiam pequenas orquestras ou bandas (nas cidades), só com muita sorte ouviria tocar músicas como esta e, uma vez na vida. O impacto e a sede de mais que isso deveria deixar em cada um que tinha a sorte de as ouvir é inimaginável. Temos muita sorte em poder começar o dia com uma inspiração destas.
Até há muito pouco tempo a arte era um luxo de apenas alguns e a maioria tinha apenas a Natureza para consolar a sede do belo e do sublime. Talvez por isso a arquitectura pública tivesse, até há pouco tempo, exigências estéticas. Agora aceita-se a subjectividade total do sentimento do artista como critério do interesse público. No dias de hoje, dado que se destruiu a Natureza e a arquitectura pública, resta-nos, fora das cidades, a internet.
A 2ª e a 3ª gerações manifestam níveis mais elevados de alienação e de hostilidade do que a primeira geração.
This is a fucking joke , our police are not fighting crime they are just looking for easy targets https://t.co/r4oU50x8tG
— Tommy Robinson 🇬🇧 (@TRobinsonNewEra) July 5, 2026
Quem irá combater nas guerras civis?
dream2visabyioana
O Sonho Canadiano está morto. Ninguém quer dizê-lo em voz alta, por isso vou ser eu a dizê-lo. 🇨🇦
Um número recorde de canadianos está a partir. Não é para férias. Não é para um ano sabático. É para sempre. Texas. Flórida. Arizona.
Estão a comprar casas que conseguem realmente pagar. A ficar com uma maior parte do que ganham. A construir algo sem verem isso ser-lhes tirado pelos impostos antes mesmo de começar.
Sei disso porque fui uma delas. Há três anos, a minha família deixou o Canadá para ir para a Flórida, sem um roteiro nem um plano, apenas com a recusa em continuar a ficar para trás.
Ninguém tentou convencer-nos a voltar.
Todos perguntaram como é que conseguimos.
O Canadá quer que acredites que ficar é lealdade. Que o conforto é sucesso. Que o limite da tua vida é simplesmente assim que as coisas são.
As pessoas já não acreditam nisso.
Como seria a tua vida se parasses de esperar por permissão?
Se estás a fazer essa pergunta a ti próprio a sério ➡️ link na biografia. Vamos conversar. 👇
This isn’t Islamabad or Baghdad. This is central London June 2026 and what it looks like when a religion wants to show dominance over the indigenous people. I wonder if thousands of British patriots could march through their cities with English flags? pic.twitter.com/SPcSvzzJDy
— HJB News (@HJB_News__) July 6, 2026
Why do Muslim men like filming children in parks? pic.twitter.com/apYGQDXPNZ
— HJB News (@HJB_News__) July 8, 2026
A 34-year-old Sudanese migrant has stabbed three passersby in the Carmes district around 3:30 PM today. The victims suffered serious injuries and have been hospitalised.
— HJB News (@HJB_News__) July 5, 2026
When police arrived, he charged at officers and tried to stab one in the neck with a large knife. Another… pic.twitter.com/3UgKmmR8Hw
Many politicians say that diversity enriches us. I’m not too sure. pic.twitter.com/PHqvZfYA2H
— HJB News (@HJB_News__) July 4, 2026
Fake asylum seekers wreak havoc on Brussels subway. pic.twitter.com/zipk9uV3yJ
— RadioGenoa (@RadioGenoa) July 6, 2026
North Africans continue to destroy the cars of European workers. We don't want to live with them. pic.twitter.com/GIWNEzKi45
— RadioGenoa (@RadioGenoa) July 6, 2026
It is not Bangladesh, it is Italy! Clashes between Muslims near Milan. If you import third world you become third world. pic.twitter.com/LLlfosDW6N
— RadioGenoa (@RadioGenoa) July 6, 2026
Tem passaporte holandês e agora é considerada holandesa, mas na verdade é marroquina, sempre será marroquina e nunca será holandesa. E acrescenta que a Europa é obrigada a receber todos os africanos porque agora é a vez da África - depreende-se que colonizar. Ela disse tudo... nunca se integrará, será sempre marroquina e a favor dos africanos contra a Europa, seja quais forem as circunstâncias. Sendo marroquina calculo que seja islamita. Importámos dezenas de milhão destes inimigos da Europa.
Todos os dias se publicam vídeos no YouTube onde depararemos com cenas de europeus nativos a lutar com migrantes ilegais do terceiro mundo, seja na Grã-Bretanha, na Irlanda, na Alemanha, em Itália, em França, em Espanha, etc. Sabemos que a Rússia (e agora a China) promovem a imigração islamita, as manifestações anti-semitas dos pró-palestinos e o transfascismo para provocar a divisão dos europeus, pôr famílias desavindas entre si e fomentar o caos. Mas os líderes europeus nunca mais acordam para a realidade. Faz lembrar 2022 e 2023 quando Zelenskyy avisava a Europa que a guerra da Rússia na Ucrânia era uma ameaça à Europa e os europeus riam sem acreditar, como se fosse uma piada de exagero. Agora estão à rasca sem saber o que fazer.
Um indivíduo, Ivan Kinsman, escreveu um artigo citando o Professor David Betz, catedrático de Guerra no Mundo Moderno no King’s College de Londres a mostrar, ponto por ponto, porque acredita que a Europa se encaminha para guerras civis e tem que ver com a imigração descontrolada. https://ivankinsman.substack.com/p/why-we-are-heading-for-civil-warsMas os líderes europeus continuam a brincar com o fogo. Hoje, a Síria admitiu possuir material nuclear remanescente do regime de Assad: É nosso direito desenvolver um programa nuclear civil. Já nos esquecemos de quem é este indivíduo, al Julani, que ainda ontem andava pelas ruas a exibir cabeças decapitadas, só porque agora anda de fato e gravata?
A Moroccan woman with Dutch citizenship living in Ceuta gets booed when she tells locals that she supports the invasion of Ceuta by illegal migrants from Morocco
— Visegrád 24 (@visegrad24) August 18, 2026
She says Europe is at fault and the migrants have a right to be there
She finishes by saying: “It’s time for Africa” pic.twitter.com/XnNHGxLCAR
Donald Trump is a rapist.
— 😼 (@dutchessprim) August 17, 2026
Miss me with semantics. pic.twitter.com/gsPPwZEN4D
(Traduzido do checo)
Ruské kamery v silničních radarech na Slovensku obsahovaly nezdokumentovaný modul, který je umožnil na dálku ovládat a získat k nim plný přístup i přes mobilní síť. K aktivaci stačilo poslat SMS z jednoho z 12 ruských čísel. pic.twitter.com/rXXjj2ftCo
— weblog20.substack.com (@weblog20) August 17, 2026
A apatia com que a Europa assiste à destruição, por mísseis russos, dos abastecimentos de energia e água, da agricultura e da indústria da Ucrânia é escandalosa.
Será que os nossos governos não compreendem que este ataque também é dirigido contra a Europa? Ou será que alguns estão mesmo a especular que a destruição forçará a Ucrânia a ceder às condições da Rússia para pôr fim à guerra?
Seja como for, estamos a assistir a um fracasso político de proporções históricas. A Europa está a revelar-se um anão político — incapaz de defender os seus valores e interesses.
Ralf Fuecks
Aqui está aquele senhor a falar sobre a necessidade de eleições na Ucrânia, já. Agora que as coisas parecem estar dramáticas para a Rússia e que cheira a fim, parece que alguém quer estar no poder na altura certa para capitalizar para si o trabalho feito por outro. Detesto ter razão em certas coisas.
❗️Mykhailo Fedorov stated that Ukraine must find a legal, safe and realistic mechanism to restore elections even during a prolonged war, as democracy cannot be held hostage by Russia. He described the situation as a systemic governance crisis where professionalism must outweigh… pic.twitter.com/Z5aQ7Xar2i
— 🪖MilitaryNewsUA🇺🇦 (@front_ukrainian) August 18, 2026
Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський
@ZelenskyyUa
Esta manhã, os russos lançaram um ataque brutal contra um cruzamento movimentado em Pechenihy, na região de Kharkiv — um local onde se encontram uma estação de correios e lojas, rodeado apenas por edifícios residenciais.
Até ao momento, foram registadas 10 vítimas mortais. As minhas condolências às suas famílias e entes queridos. Muitas pessoas ficaram feridas e estão a receber todos os cuidados médicos necessários. As equipas de primeiros socorros já extinguiram o incêndio e todos os serviços de emergência e intervenção continuam a trabalhar no local. Estão a ser apuradas todas as circunstâncias desta tragédia.
Iremos, sem dúvida, responder a este ataque russo. E é igualmente importante que os nossos parceiros complementem as nossas respostas cinéticas justas com as suas próprias acções, para exercer pressão sobre a Rússia e apoiar a Ucrânia.
Os ucranianos, que nem sequer são membros da NATO, estão a fazer sozinhos o que todos os membros da NATO deveriam estar a fazer em conjunto.
Durante 75 anos, os Estados Unidos agiram partindo do pressuposto de que poderia surgir uma guerra proveniente da União Soviética, da Rússia e que as pessoas ajudariam outras pessoas. Essa guerra finalmente chegou em 2014 e, depois, em 2022.
O que fizeram os Estados Unidos para ajudar a Ucrânia? A administração Biden ajudou financeiramente e com sanções.
O que, aliás, não foi suficiente, mas o que fez a administração Trump? O grupo de Trump não fez nada.
O grupo de Trump não consegue fazer nada porque não gosta da ideia de que alguém esteja a ajudar todos os outros.
O pessoal do Trump não gosta da ideia de instituições, alianças, reciprocidade, e isso torna tudo muito mais difícil para os ucranianos.
A terrível realidade é que são os ucranianos quem estão a ajudar todos os outros. Estão a cumprir sozinhos toda a missão da NATO.
Can we please have more Democrat politicians with common sense like Jonah Wheeler start speaking up. https://t.co/eUItI183qD
— Schrödinger's Lesbian ⚢ (@IsleLesbos) August 17, 2026
The Atlantic:
«Uma das análises mais detalhadas desta possibilidade, pelo menos no domínio público, provém de um obscuro instituto de investigação em Praga chamado Centro Europeu de Valores para a Política de Segurança. O seu diretor, Jakub Janda, de 35 anos, contou-me que começou a estudar a ideia de uma guerra em «dois teatros de operações» na Europa e na Ásia depois de o instituto ter aberto uma delegação em Taipé, em janeiro de 2022. Na altura, o risco de um ataque coordenado da Rússia e da China parecia remoto ou, como disse Janda, «não era uma grande preocupação».
Isso começou a mudar no mês seguinte, quando os tanques russos entraram na Ucrânia. Putin tinha visitado Pequim menos de três semanas antes de ordenar a invasão. Desde então, fez pelo menos mais quatro visitas à China, e está prevista outra para novembro. Ao longo deste período, a China tornou-se o principal fornecedor de tecnologia para a indústria de armamento russa, ao mesmo tempo que apoiou a economia russa através da compra de petróleo e gás. Embora não tenham um pacto de defesa mútua, a Rússia e a China realizam exercícios militares regulares para ajudar a manter as suas forças em sincronia. O primeiro exercício militar a simular um ataque conjunto de ambos os países teve lugar no instituto de Janda na primavera de 2024. Encontrar especialistas com conhecimentos de base suficientes para participar revelou-se difícil para ele. A maioria das instituições de investigação e dos think tanks tem equipas separadas, especializadas nas suas próprias regiões, afirmou ele. «Trabalham em silos, com diferentes áreas de especialização.»
Com o passar do tempo, os participantes compreenderam a forma como as guerras na Ásia e na Europa se poderiam sobrepor e reforçar mutuamente. O instituto já realizou cerca de 20 rondas de simulações de guerra sobre este tema, reunindo especialistas de vários países, incluindo o Japão e a Coreia do Sul. Os resultados têm sido particularmente alarmantes, afirmou Janda, para os europeus. Em quase todos os cenários de duas frentes que estudou, os EUA dão prioridade à ameaça chinesa e transferem recursos militares da Europa para a Ásia, deixando os seus aliados da NATO a defenderem-se sozinhos contra a Rússia.
Num caso hipotético, a China inicia a guerra gradualmente, proibindo a exportação de matérias-primas para o setor de defesa europeu. Mantém o embargo durante cinco meses, tempo suficiente para que as fábricas europeias fiquem sem stocks e deixem de produzir armas. Em seguida, a Rússia, com acesso total aos recursos chineses, invade um aliado da OTAN na Europa Oriental.
Todos os cenários da série de Janda revelaram a necessidade de unidade ocidental. No caso de um ataque chinês a Taiwan, por exemplo, os EUA poderiam exigir que a Europa impusesse sanções severas à economia chinesa, cortando efetivamente o comércio. «Mas os governos europeus não querem fazer isso», afirmou Janda, descrevendo como essa premissa se revelou entre os especialistas. «O problema das capitais europeias é que Taiwan fica longe. Querem concentrar-se na ameaça da Rússia, e é isso que me assusta.»
Se a Rússia e a China agirem em uníssono enquanto os EUA discutem com os seus aliados, as hipóteses de uma vitória ocidental numa guerra em duas frentes começam a parecer sombrias. Por outras palavras, o lado que sai vencedor tende a ser aquele que age com um objetivo comum e se mantém unido ao longo do tempo.»
Homens que dizem sentir-se mulheres incitam ao ódio às mulheres que não aceitam o fascismo ideológico trans. Magdalen Burns enumera todas as consequências de não se combater estes homens misóginos que têm como objectivo o controlo, submissão e apagamento das mulheres da vida social, o fim dos direitos das mulheres e até da sua liberdade de expressão em poderem falar de si mesmas enquanto mulheres. Exorta as mulheres a não terem medo dos misóginos. Exactamente onde estamos.
“They will not settle for anything but total compliance”
— Iseult (@iseult) August 16, 2026
She was so right. pic.twitter.com/H8nKgeF1hO