November 02, 2026

Li que o Presidente da República vai reunir com estes representantes dos anseios do povo

 

Respeitadores do Estado democrático e do direito dos outros andarem no espaço público sem serem agredidos.


Infográfico

 

Estamos entre os 20 países do mundo que mais receitas tiram do turismo. E, tendo em conta o nosso PIB, tiramos muito. Somos um país pequeno. Ao contrário de outros países como os EUA ou a Itália, é um fenómeno recente, com menos de meia dúzia de anos. Convinha não o destruir com problemas de crime/insegurança e destabilizações gratuitas de gente que quer o país eternamente pobre para tirar dividendos políticos. Gente que quer o poder pelo poder.

Infográfico deste dia - dá que pensar

 

À medida que passam os séculos, alguns países, estejam em fase de riqueza ou de dificuldade, como Portugal, nunca descolam e em outros acontece exactamente o oposto. Trabalham sempre melhor. Dá que pensar.

November 01, 2026

Rir é o melhor remédio

 

É impossível ao comum dos mortais ser da nova-esquerda. Como estar ao nível intelectual dos camaradas...?

 

Coisas do campo

 


Habitação: soluções

 


A chatice dos factos

 


Putin sacrifica milhões de pessoas por ambição pessoal

 

Onde é que vão buscar estas pessoas?



Os sindicatos dos professores franceses, que são da nova-esquerda, apelaram ao boicote das comemorações do 11 de Novembro, o dia do Armistício (de 1918), dia em que a França presta homenagem aos cerca de 1 milhão e meio de franceses que morreram a defender a Pátria. Os sindicatos dos professores alegam que a França é um país de paz e não querem os estudantes a celebrar a guerra.
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Alguém imagina daqui a 100 anos os professores ucranianos boicotarem a homenagem aos homens e mulheres que estão, neste momento, a sofrer os horrores da guerra, a dar a vida para que a sua Pátria não desapareça debaixo das patas de um Estado terrorista governado por um homem mesquinho que manda milhões morrerem para ter mais poder do que já tinha? Quem é que confunde o apreço pelo seu sacrifício com apelos à guerra?


Profissão: manifestante profissional

 

A velha esquerda

 

Mitterrand, um dos pais fundadores socialistas modernos da França fala sobre a imigração com realismo e chama a atenção para o perigo da inacção quanto aos imigrantes ilegais. Fala nos argelinos e nos portugueses e diz que mesmo os portugueses, de quem ninguém fala porque são excelentes trabalhadores e não levantam um único problema a ninguém (têm a mesma cultura e religião, dizem), devem ser legalizados ou mandados de volta - e revela que o disse a Eanes. Este discurso de Miterrand, nos dias de hoje, seria considerado de extrema direita pela nova-esquerda unineuronal. 

Como se vê no segundo vídeo, a nova-esquerda defende que o modo de acabar com o racismo é perseguir judicialmente todos os que se pensa serem racistas e adoptarem a censura da linguagem dos que não falam e não pensam como eles. Mitterrand seria perseguido judicialmente por aquela entrevista que, seria, certamente, considerada racista. Para a nova-esquerda, falar dos problemas da imigração em massa é racismo. Falar no problema da incompatibilidade do islamismo com os valores democráticos é islamofobia. Entretanto, eles mesmos apelarem à morte da extrema-direita, chamarem racistas e nazis a toda a gente e apelarem à violência é virtude.

Esta semana ouvi uma 'activista progressista' na TV a dizer que não estão a manifestar-se apenas pela habitação mas por todos os problemas do mundo porque são inter-seccionais e não se pode separá-los, de maneira que exigem que o governo os resolva e não saem dali sem essa garantia: a habitação, o custo de vida, os problemas da educação, os problemas climáticos, a Palestina, as guerras... não é possível conversar seriamente com esta nova-esquerda que não resolve nada na sua vida (nem quando estão em cargos onde têm poder para fazer a diferença) e espera que alguém seja uma espécie de Dumbledore com poderes mágicos e resolva todos os problemas da sua vida e da existência humana.


October 31, 2026

Enfraquecer a industria militar da Rússia

 


A Rússia não vence na Ucrânia e todas estas coisas já estão a acontecer

 


O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, alerta que uma vitória russa na Ucrânia poderia abalar as alianças globais, remodelar a economia mundial e obrigar as nações a questionarem se ainda podem confiar nos Estados Unidos. 🇺🇸 Questionado sobre o que uma vitória russa na Ucrânia significaria para a economia global, Dimon respondeu: «Poderia ser um potencial desastre. Esta é a primeira guerra na Europa em que uma nação livre e democrática foi invadida por 200 000 ou 300 000 soldados russos sob a ameaça de chantagem nuclear. Nunca antes tivemos chantagem nuclear. Estão também a ensinar ao mundo inteiro que talvez ter armas nucleares seja uma coisa bastante boa, porque as pessoas terão medo de vocês e poderão abusar de um vizinho se lhes apetecer. A Rússia ficaria na fronteira da NATO. Obviamente, a NATO está neste momento a rearmar-se. Mas a outra questão é que isto está a afectar todas as alianças, tanto militares como económicas a nível global. E a ligação entre o Irão, a Coreia do Norte e a China torna muito difícil, na minha opinião, a relação sino-americana. A China diz que é neutra, mas está a ajudar. Nós, claramente, não somos neutros. Se a Rússia vencer, poderá ver-se muitas pessoas a questionarem-se: será que os Estados Unidos defenderão a Europa? Será possível confiar neles? E se não for possível confiar neles, o que se vai fazer? Isso inclui a vertente económica. Todas as nações vão perguntar-se: o que me dá segurança? Energia, alimentos, tudo o que preciso. É possível confiar neles? E se não for possível confiar neles, o que se vai fazer? Isso inclui a vertente económica. Cada nação vai perguntar-se: o que me dá segurança? Energia, alimentos, tudo aquilo de que preciso. Preocupa-me que, se a Rússia vencer, o mundo possa entrar num certo caos, à medida que as pessoas redefinem as alianças e as relações económicas.»

O Inverno está à porta e a guerra continua



O chanceler alemão Friedrich Merz anunciou que a Alemanha irá acolher uma reunião da «Coligação dos Dispostos» em Berlim, em meados de novembro, com o objetivo de coordenar a ajuda militar e financeira internacional à Ucrânia, anunciou o Governo Federal alemão.

O Governo alemão salientou que a manutenção do apoio a longo prazo a Kiev e o reforço das defesas aéreas ucranianas se revelaram temas principais em todas as três paragens da digressão diplomática de Merz pela Ásia, durante a qual o chanceler visitou Singapura, o Japão e a Coreia do Sul.

Ao discursar no final da sua missão regional, Merz confirmou que Berlim reunirá os parceiros aliados no próximo mês para sincronizar as contribuições em matéria de defesa e garantir a continuidade do envio de ajuda. O chanceler afirmou que a Alemanha continua empenhada em apoiar a Ucrânia e não tem qualquer intenção de reduzir os seus níveis de assistência militar, financeira ou humanitária.


Quer ajudar no restauro ecológico na Serra de Arga a 28 de Novembro? Inscreva-se



A associação Amigos da Montanha, de Barcelos, vai realizar uma ação de restauro ecológico na Serra de Arga, em Caminha, em 28 de novembro, com a colaboração de várias dezenas de voluntários.

Aberta a toda a população, a iniciativa já tem inscrições abertas (ambiente@amigosdamontanha.com) e a organização prevê transporte gratuito de ida e volta entre Barcelinhos e Arga de São João.


A ação, que decorre em parceria com o Cibio-Biopolis e com o apoio da Câmara Municipal de Caminha, pretende “melhorar as condições naturais para espécies como o corço, uma das presas do lobo-ibérico, envolvendo a comunidade na conservação da biodiversidade”.

A iniciativa integrada no projeto europeu LIFE Wild Wolf terá lugar nas imediações do Mosteiro de São João de Arga, onde os participantes vão desenvolver trabalhos de controlo de acácias, através da técnica de descasque manual, e de plantação de árvores e arbustos autóctones.

De acordo com a associação, as intervenções procuram reduzir a presença de espécies invasoras, favorecer a regeneração da vegetação natural e recuperar as condições ecológicas deste espaço.

Mais do que uma ação de plantação, o objetivo é “contribuir para a melhoria dos habitats naturais e para a conservação das espécies que deles dependem”. Entre estas encontra-se o corço, um herbívoro selvagem que integra a alimentação do lobo-ibérico.

A recuperação da vegetação autóctone pode “criar condições mais favoráveis à presença destas presas naturais, contribuindo, a médio e longo prazo, para o equilíbrio dos ecossistemas e para a conservação do lobo”.

A intervenção insere-se no trabalho desenvolvido pelos Amigos da Montanha no âmbito do LIFE Wild Wolf, dando continuidade a outras ações de restauro ecológico realizadas este ano em Pitões das Júnias, no concelho de Montalegre, e em Paredes de Coura.

A associação refere que este percurso tem permitido “associar o envolvimento de voluntários ao conhecimento científico e à recuperação de habitats, demonstrando a importância de uma intervenção continuada na proteção da biodiversidade”.

A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Caminha, que está também a promover o envolvimento de diferentes agentes locais, nomeadamente representantes dos baldios, da junta de freguesia, do Mosteiro de São João de Arga e da Paisagem Protegida da Serra de Arga.


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Sabe o que é um octavista?



Um octavista é um cantor de coro masculino que possui uma voz extremamente grave, capaz de cantar uma oitava abaixo da secção normal dos baixos e abaixo do baixo profundo. Ivan Rebroff, que aqui ouvimos cantar foi um octavista mas com uma extensão vocal impressionante numa voz com grande projecção e sonoridade.



Apesar do nome artístico (Ivan Rebroff) e da imagem de cossaco, o seu nome de baptismo era Hans-Rolf Rippert, nascido em Berlim. Rebroff estudou canto de forma clássica na Alemanha e construiu uma carreira fenomenal baseada na música popular da Europa de Leste, hinos religiosos e ópera. 

A grande marca de Ivan Rebroff era a sua versatilidade elástica: conseguia cantar notas viscerais na região do basso profondo (chegando ao registo de um octavista) e, logo a seguir, subir recorrendo a um falsete impecável até à região das notas agudas de um soprano. 

Uma voz magnificente.

Há uma certa pseudo-elite que transforma todos os eventos em homílias identitárias ideológicas

 

Ontem fui ver a ópera Carmen ao CCB. É uma ópera de Bizet que estreou em 1875, em Paris, pouco antes de ele morrer.  

Não vou dizer aqui do que gostei e do que não gostei. Vou só dizer que a meio da ópera, numa cena passada na montanha, aparece um tipo que desfralda um cartaz que pendura  lá num adereço do cenário onde se lê, 'menos Franco e mais pão Branco' (a minha irmã que já não vê bem ao logo, leu, 'menos frango'). Passado um bocado apareceram bandeirinhas portuguesas e espanholas e fizeram subir uma bandeira com a cruz suástica...

O que é que Bizet e a ópera Carmen têm que ver com Franco ou com o nazismo? Estavam quase a 100 anos de aparecer. Sim, há na ópera uma referência a grupos marginalizados, neste caso os ciganos, que se descrevem como boémios e livres. 

É uma história sobre liberdade intrínseca. A liberdade de amar quem se quer e a liberdade das mulheres não se submeterem a nenhum homem. Carmen, que trabalha com as amigas numa fábrica cigarreira, faz parte de um bando de ciganos que contrabandeiam álcool e tabaco. Não são oprimidos por nazis e é abusivo fazer essa ligação. E se a ideia era educar o público na opressão de forças totalitárias, porque não puseram a bandeira com a foice e o martelo estalinista, ao lado da nazi?

A ópera é uma obra sobre a violência masculina, a incapacidade dos homens aceitarem a rejeição e a forma como se transformam em seres violentos. A Carmen é assassinada pelo ex-amante porque se apaixonou por outro. Que tem isto que ver com o nazismo e com Franco?

Há uma certa pseudo-elite que transforma todos os eventos culturais em homilias identitárias para fazer avançar a sua ideologia. Acreditam mesmo que são moralmente superiores e que têm a missão de evangelizar o povo para o socialismo/comunismo. São fanáticos. Não apreciam nada per si. Tudo tem de ser utilitário. Se estamos a admirar uma obra de arte, põem um texto ao lado a dizer que o pintor era opressor ou oprimido ou que tinha privilégios ou que votou na direita. 

Misturam tudo sem nenhum interesse pelo rigor e são obcecados em obrigar toda a gente a ter a sua visão de túnel pobre, enviesada e adulterada para converter os outros à sua ideologia. São como um culto religioso fanático. Evangelistas radicais em versão secular. 

Não se pode interpretar o final do século XIX em França e em Espanha com os movimentos anarcas à luz do nazismo ou do franquismo. Uma desonestidade intelectual. 

Temos que estar sempre a levar com as sua homílias unineuronais.

Muitos destes indivíduos da nova-esquerda dão aulas em universidades. As suas aulas devem ser insuportáveis. Uma catequese constante de slogans, uma revisão da história e dos grupos sociais para caberem nas suas narrativas unineuronais - como aquela que dá aulas aí num politécnico e que avalia os alunos nos testes pela sua capacidade de serem contra o Chega. Pessoas postiças. Nós vemos muito bem quando estamos a lidar com pessoas reais ou quando são pessoas postiças.


Sou seu que acho isto muito estranho?

 

Não o ela sair mais cedo do cargo (há muitas razões dado o estado da Europa e do mundo e as eleições que aí vêm em França e não só) mas a necessidade e a pressa de o vir dizer neste estado e desta maneira?