August 18, 2026

Os terroristas do Kremlin começam sempre o dia a matar civis ucranianos



Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський

@ZelenskyyUa

Esta manhã, os russos lançaram um ataque brutal contra um cruzamento movimentado em Pechenihy, na região de Kharkiv — um local onde se encontram uma estação de correios e lojas, rodeado apenas por edifícios residenciais.

Até ao momento, foram registadas 10 vítimas mortais. As minhas condolências às suas famílias e entes queridos. Muitas pessoas ficaram feridas e estão a receber todos os cuidados médicos necessários. As equipas de primeiros socorros já extinguiram o incêndio e todos os serviços de emergência e intervenção continuam a trabalhar no local. Estão a ser apuradas todas as circunstâncias desta tragédia.

Iremos, sem dúvida, responder a este ataque russo. E é igualmente importante que os nossos parceiros complementem as nossas respostas cinéticas justas com as suas próprias acções, para exercer pressão sobre a Rússia e apoiar a Ucrânia.

 

🎯 Os ucranianos estão a cumprir sozinhos o artigo 5º da NATO - e nem sequer lhe pertencem



SNYDER: 
Os ucranianos, que nem sequer são membros da NATO, estão a fazer sozinhos o que todos os membros da NATO deveriam estar a fazer em conjunto.
Durante 75 anos, os Estados Unidos agiram partindo do pressuposto de que poderia surgir uma guerra proveniente da União Soviética, da Rússia e que as pessoas ajudariam outras pessoas. Essa guerra finalmente chegou em 2014 e, depois, em 2022.
O que fizeram os Estados Unidos para ajudar a Ucrânia? A administração Biden ajudou financeiramente e com sanções.
O que, aliás, não foi suficiente, mas o que fez a administração Trump? O grupo de Trump não fez nada.
O grupo de Trump não consegue fazer nada porque não gosta da ideia de que alguém esteja a ajudar todos os outros.
O pessoal do Trump não gosta da ideia de instituições, alianças, reciprocidade, e isso torna tudo muito mais difícil para os ucranianos.
A terrível realidade é que são os ucranianos quem estão a ajudar todos os outros. Estão a cumprir sozinhos toda a missão da NATO.

 

De cada vez que um país passa para a frente tem por detrás um massivo investimento na educação

 


Porém, praticamente ninguém tira daí ilações e até acontece haver países que tendo um bom sistema de educação o destroem intencionalmente como aconteceu aqui no rectângulo.


China caça talento científico... e os EUA estão a dar uma ajuda

Na corrida pelo talento científico e tecnológico, a China está a afirmar-se como uma alternativa credível aos Estados Unidos da América

Li Yuan / "The New York Times" (traduzido pelo expresso.pt/)

Zhilin Yang. Tal como muitos chineses, foi para os Estados Unidos para fazer a pós-graduação. Mas, em vez de ficar, regressou à China para fundar a Moonshot AI. Em julho, a sua empresa lançou um modelo de IA de código aberto, chamado Kimi K3, que se aproxima do desempenho dos melhores modelos desenvolvidos nos Estados Unidos, e a um custo inferior.

Yang não tinha falta de oportunidades nos Estados Unidos quando concluiu o doutoramento na Carnegie Mellon, em 2019. Mas disse a Ruslan Salakhutdinov, professor de informática e orientador da sua tese de doutoramento, que estava determinado a criar uma empresa na China.

"Os EUA continuam a ter uma vantagem enorme. Temos as melhores pessoas", afirmou Salakhutdinov. “Mas a China tornar-se-á mais atrativa. No setor da IA, isso está a tornar-se muito evidente”.

A China também tem tido cada vez mais sucesso no recrutamento de cientistas académicos estrangeiros. Omar Yaghi, que partilhou o Prémio Nobel da Química do ano passado, deixou a Universidade da Califórnia, em Berkeley, para ingressar na Universidade de Tsinghua, onde irá dirigir um instituto que utiliza IA para acelerar a descoberta de novos materiais. Desde o ano passado, universidades da China continental e de Hong Kong recrutaram pelo menos oito matemáticos de renome provenientes de instituições ocidentais. Joshua Zahl, que colaborou com Hong Wang, uma das vencedoras da Fields Medal deste ano, aceitou um cargo de professor a tempo inteiro na Universidade de Nankai. Recusou-se a comentar a sua mudança.

São vitórias significativas para um país onde Tu Youyou foi a única cientista a trabalhar na China continental a receber um Prémio Nobel numa categoria científica.

A maior mudança na capacidade de recrutamento da China é o dinheiro, afirmou Dong Jielin, que investiga as políticas chinesas nas áreas da ciência e tecnologia. Há duas décadas, disse, esperava-se que os cientistas que regressavam do estrangeiro aceitassem sacrifícios financeiros em nome do serviço ao país. Atualmente, as universidades chinesas conseguem oferecer salários competitivos com os da Europa, além de generosos pacotes de apoio à mudança.

Ainda assim, depois de terem sido anunciados os vencedores da Fields Medal, uma questão surgiu na extensa cobertura dos meios de comunicação chineses e numa enorme onda de discussões online: será que o sistema académico chinês consegue dar a jovens investigadores ainda sem provas dadas a liberdade, a paciência e a tolerância ao fracasso de que necessitam para se tornarem excecionais?

Os dois vencedores nascidos na China, Wang e Yu Deng, ingressaram na Universidade de Pequim em 2007. Deng, medalhista de ouro na Olimpíada Internacional de Matemática, foi admitido diretamente no curso de Matemática da universidade. Depois do segundo ano, transferiu-se para o Massachusetts Institute of Technology, obteve o doutoramento em Princeton e tornou-se professor na Universidade de Chicago.

Disse que, naquela época, era comum entre os estudantes chineses de ciências fundamentais prosseguirem o doutoramento no estrangeiro. A matemática chinesa melhorou substancialmente desde então, afirmou, e as publicações de investigadores radicados na China nas principais revistas de matemática aumentaram significativamente.

A China consegue cada vez mais igualar o financiamento e as infraestruturas que atraem cientistas de renome. O que tem mais dificuldade em reproduzir são a liberdade, a confiança e a estabilidade institucional que permitem aos jovens talentos desenvolver todo o seu potencial. Essas continuam a ser algumas das maiores vantagens dos Estados Unidos — e precisamente as vantagens que as atuais políticas do país estão a pôr em risco.

"Os EUA costumavam ser uma espécie de escolha por defeito, uma opção óbvia", afirmou Terence Tao, um matemático nascido na Austrália e vencedor da Fields Medal, que é professor na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, num vídeo.

No ano passado, a suspensão do financiamento federal à UCLA pela administração Trump afetou tanto a sua bolsa pessoal como um instituto que ajuda a dirigir. O financiamento foi reposto depois de uma ação judicial bem-sucedida. Mas Tao alertou que interrupções abruptas no financiamento podem fazer descarrilar projetos plurianuais e prejudicar a confiança dos investigadores no sistema. "Os melhores e mais brilhantes podem já não vir automaticamente para os EUA, como têm feito durante décadas", afirmou.

Os estudantes estrangeiros receberam quase 44% dos doutoramentos em áreas STEM atribuídos pelas universidades americanas em 2023. Estudantes provenientes da China obtiveram 17% de todos os doutoramentos americanos em ciência e engenharia em 2020, e cerca de 87% dos chineses que receberam esses doutoramentos entre 2005 e 2015 tencionavam permanecer nos Estados Unidos, segundo um estudo de 2023.
(excerto)

Encontrei uma agulha num palheiro

 

Bom dia

 


August 17, 2026

Mais uma razão para a Europa dar tudo o que pode à Ucrânia, já



A Coreia do Norte já entrou na guerra. Estão à espera que a China passe de fornecer armas e boicotar a Europa financiando os islamitas para destabilizar e dividir para declarações claras de guerra?

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The Atlantic:

«Uma das análises mais detalhadas desta possibilidade, pelo menos no domínio público, provém de um obscuro instituto de investigação em Praga chamado Centro Europeu de Valores para a Política de Segurança. O seu diretor, Jakub Janda, de 35 anos, contou-me que começou a estudar a ideia de uma guerra em «dois teatros de operações» na Europa e na Ásia depois de o instituto ter aberto uma delegação em Taipé, em janeiro de 2022. Na altura, o risco de um ataque coordenado da Rússia e da China parecia remoto ou, como disse Janda, «não era uma grande preocupação».

Isso começou a mudar no mês seguinte, quando os tanques russos entraram na Ucrânia. Putin tinha visitado Pequim menos de três semanas antes de ordenar a invasão. Desde então, fez pelo menos mais quatro visitas à China, e está prevista outra para novembro. Ao longo deste período, a China tornou-se o principal fornecedor de tecnologia para a indústria de armamento russa, ao mesmo tempo que apoiou a economia russa através da compra de petróleo e gás. Embora não tenham um pacto de defesa mútua, a Rússia e a China realizam exercícios militares regulares para ajudar a manter as suas forças em sincronia. O primeiro exercício militar a simular um ataque conjunto de ambos os países teve lugar no instituto de Janda na primavera de 2024. Encontrar especialistas com conhecimentos de base suficientes para participar revelou-se difícil para ele. A maioria das instituições de investigação e dos think tanks tem equipas separadas, especializadas nas suas próprias regiões, afirmou ele. «Trabalham em silos, com diferentes áreas de especialização.»

Com o passar do tempo, os participantes compreenderam a forma como as guerras na Ásia e na Europa se poderiam sobrepor e reforçar mutuamente. O instituto já realizou cerca de 20 rondas de simulações de guerra sobre este tema, reunindo especialistas de vários países, incluindo o Japão e a Coreia do Sul. Os resultados têm sido particularmente alarmantes, afirmou Janda, para os europeus. Em quase todos os cenários de duas frentes que estudou, os EUA dão prioridade à ameaça chinesa e transferem recursos militares da Europa para a Ásia, deixando os seus aliados da NATO a defenderem-se sozinhos contra a Rússia.

Num caso hipotético, a China inicia a guerra gradualmente, proibindo a exportação de matérias-primas para o setor de defesa europeu. Mantém o embargo durante cinco meses, tempo suficiente para que as fábricas europeias fiquem sem stocks e deixem de produzir armas. Em seguida, a Rússia, com acesso total aos recursos chineses, invade um aliado da OTAN na Europa Oriental.

Todos os cenários da série de Janda revelaram a necessidade de unidade ocidental. No caso de um ataque chinês a Taiwan, por exemplo, os EUA poderiam exigir que a Europa impusesse sanções severas à economia chinesa, cortando efetivamente o comércio. «Mas os governos europeus não querem fazer isso», afirmou Janda, descrevendo como essa premissa se revelou entre os especialistas. «O problema das capitais europeias é que Taiwan fica longe. Querem concentrar-se na ameaça da Rússia, e é isso que me assusta.»

Se a Rússia e a China agirem em uníssono enquanto os EUA discutem com os seus aliados, as hipóteses de uma vitória ocidental numa guerra em duas frentes começam a parecer sombrias. Por outras palavras, o lado que sai vencedor tende a ser aquele que age com um objetivo comum e se mantém unido ao longo do tempo.»


Coisas que agora são consideradas de direita


E anti-progressistas:


O jornalismo de investigação
O rigor académico
A discordância científica
A natureza
Os factos
A biologia
A cortesia
A pontualidade
A liberdade de expressão
Os direitos das mulheres 
A racionalidade
A objectividade
A auto-suficiência
A contenção emocional
A gratificação adiada
A resistência à frustração
O conhecimento da História
O amor ao seu próprio país
A desconfiança de ideologias totalitárias
A luta contra as religiões extremistas
A condenação de regimes bárbaros e incivilizados
A defesa do direito das crianças a não serem sexualizadas por adultos

Magdalen Burns em 2018 viu o mundo em 2026

 

Homens que dizem sentir-se mulheres incitam ao ódio às mulheres que não aceitam o fascismo ideológico trans. Magdalen Burns enumera todas as consequências de não se combater estes homens misóginos que têm como objectivo o controlo, submissão e apagamento das mulheres da vida social, o fim dos direitos das mulheres e até da sua liberdade de expressão em poderem falar de si mesmas enquanto mulheres. Exorta as mulheres a não terem medo dos misóginos. Exactamente onde estamos. 


LGB Alliance Switzerland

 

LGB Alliance Switzerland - Sounds about right



EUA num caminho de perdição

 

Sendo-se americano, o que se pode fazer? De um lado têm Trump e os seus epsteins, do outro os democratas da nova-esquerda unineuronal que defende o crime, o fim dos direitos das mulheres às ordens de homens com fetiches porno e outras inanidades.

Quando confrontados com a realidade vitimizam-se

 

Um pai machista contra a própria filha

 

Diz que prefere e vive bem com a filha ficar em último lugar na competição se ficar em primeiro implicar não incluir um rapaz que quer competir na equipa feminina e vai ficar traumatizado. Então e a opinião e a vida da filha não conta? Ele é dono dos direitos humanos da filha para dá-los a um rapaz qualquer? A besta machista trai a própria filha. Ele prefere que ela perca? Então e a filha? A vida e a competição não são dela? Ele vive bem com isso? Não lhe cabe a ele escolher com o que a filha pode viver. É assim que vemos que o movimento trans de homens que querem ser mulheres não passa de misóginos e machistas sem respeito nenhum pelas mulheres, nem que sejam as filhas.

Este tipo é um conhecido activista da nova-esquerda machista e unineuronal que se auto-intitula, 'progressista'.

Espero que a Ucrânia não vá nisso

 

JD Vance pediu à Ucrânia que suspendesse os ataques a petroleiros que utilizassem portos russos


Os EUA atraiçoam a Coreia do Sul porque Trump gosta mais de Kim Jong

 

E porque quer vingar-se da Coreia do Sul não se juntar à sua Guerra com o Irão. Qualquer doa os EUA estão sem amigos como a Rússia. Continuem por esse caminho que vão bem.

Só a Europa ainda não percebeu que os terroristas do Kremlin estão em guerra consigo


Roman Sheremeta 🇺🇸🇺🇦

Está a acontecer algo muito estranho em toda a Europa.

No espaço de uma única semana, os países da NATO assistiram a uma série notável de incidentes envolvendo a produção de munições, infraestruturas energéticas, instalações militares e operações dos serviços secretos russos.

Deixem-me começar pelo que sabemos.

🇵🇱 POLÓNIA
A 7 de agosto, os serviços de segurança polacos detiveram um cidadão russo, recrutado pelos serviços secretos russos, cuja missão era assassinar um homem com dupla nacionalidade americana e ucraniana – em Varsóvia.
O primeiro-ministro Donald Tusk anunciou ontem esta notícia. Segundo ele, esta é a primeira vez que alguém, agindo sob ordens russas, tentou matar um cidadão americano no território de outro país da OTAN.

🇩🇪 ALEMANHA
A 6 de agosto, foi encontrado um drone com explosivos perto de uma pista do aeroporto de Leipzig/Halle – junto a um avião de carga da companhia ucraniana Antonov Airlines. Dois dias depois, foram avistados dois drones sobre a base da Bundeswehr em Mechernich.
Também não é um rumor.

🇮🇹 ITÁLIA
Um incêndio no departamento de compressão de pólvora da fábrica da KNDS Ammo Italy, em Colleferro, a sudeste de Roma, foi seguido por uma enorme explosão. Não houve vítimas mortais. A fábrica produz munições de artilharia de 155 mm fornecidas à Ucrânia através de parceiros europeus.

🇳🇱 PAÍSES BAIXOS
No espaço de poucas horas, no maior porto da Europa: um incêndio num transformador, uma grande falha de energia, um encerramento de emergência na refinaria da ExxonMobil em Botlek e, em seguida, uma explosão na refinaria e terminal da Gunvor Energy que causou a morte de um trabalhador e feriu seis.

Não me surpreenderia se a Rússia fosse responsável por todos estes «acidentes».

Escrevi sobre este problema há dois anos. Na altura, a Europa já estava a passar por uma onda extraordinária de incidentes suspeitos:

🇱🇹 Incêndio numa loja da IKEA em Vilnius.
🇬🇧 Um ataque incendiário a um armazém ligado à Ucrânia, em Londres.
🇩🇪 Planos de sabotagem contra alvos militares e industriais na Alemanha.
🇨🇿 Tentativas de atacar infraestruturas na República Checa.
🇪🇪 Um ataque ao carro do ministro do Interior da Estónia.
🚆 Tentativas de perturbar os sistemas ferroviários europeus.
📦 Mais tarde, dispositivos incendiários enviados através de redes logísticas europeias – incluindo dispositivos que detonaram ou se incendiaram na Alemanha, na Polónia e no Reino Unido.

Na altura, podia argumentar-se que se tratava de incidentes isolados.

Hoje, sabemos muito mais. Investigadores e tribunais europeus relacionaram múltiplas operações de sabotagem diretamente com redes organizadas ou coordenadas pelos serviços secretos russos.

O padrão era real. Simplesmente foi identificado tarde.

É esse o plano. A guerra híbrida funciona mantendo-se abaixo do limiar a partir do qual qualquer incidente isolado obriga a uma resposta. Cada evento, considerado isoladamente, pode ser negado. Só a sequência de eventos o denuncia.

Por isso, quando surge, numa semana, mais um conjunto extraordinário de explosões, incêndios, drones, falhas de energia e operações de inteligência por toda a Europa, talvez devêssemos deixar de tratar cada incidente como se existisse num vácuo.

A Europa já não se pode dar ao luxo de partir automaticamente do princípio de que se trata de acidentes e coincidências.

A Rússia está a travar uma guerra híbrida contra a Europa. Sabotagem. Incêndios criminosos. Ciberataques. Planos de assassinato. Interferência no GPS. Ataques à logística e às infra-estruturas críticas.

Estas não são ameaças teóricas. Já aconteceram.


Mas que raio é isto? Alguém pode explicar?

 

Coisas boas II

 

Coisas boas


O problema da Ucrânia está em a Rússia, apesar de já só ter 4 amigos, saber que dois deles são decisivos: a China e os EUA. 



A Coreia do Norte também está em guerra com a Europa

 

Todos os dias há pessoal norte-coreano e mísseis balísticos norte-coreanos envolvidos em ataques contra um país europeu. Todos os dias. No entanto, não se ouve falar do assunto na Europa - esperam que seja a Ucrânia a lidar com tudo, sozinha?

Porque não dão armas à Ucrânia para que acabe de vez com os terroristas do Kremlin?

Porque não fazem o mesmo na Ucrânia?

 

Russia-Ukraine Daily News

@rvps2001

🇷🇴 Um piloto espanhol de um caça F-18, em missão de patrulha aérea da #OTAN, abateu um drone que violava ilegalmente o espaço aéreo nacional romeno, sendo esta a quarta aeronave não tripulada que o país abateu este ano, informou no domingo o Ministério da Defesa da Roménia.