October 11, 2026

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E vão 3. Faltam 6

 

Lá se vai a campanha de Trump. É por isso que ele está lixado 😁



Trump disse ter conseguido um cessar-fogo energético entre Rússia e Ucrânia. Putin atacou as centrais elétricas de Kyiv e Kharkiv

 

Metade dos políticos americanos é estúpida e a outra parte é cobarde

 

Estão à espera que os ucranianos se suicidem para não estragar a eleição de Novembro a Trump e os negócios do genro dele?

Living the Blues 🎸🔥

 


Os deputados legislam para as pessoas das cidades

 

E os governos estão desligados do povo que anda nos campos a trabalhar. O campo é só para irem de férias.

EUA - um aluno de 6 anos dá um tiro na professora e chama palavrões a outra

 

A mãe diz que é por causa do défice de atenção, o pai diz que a culpa é da professora ser branca. É racismo. Estes pais deviam ir presos e o filho internado numa instituição que o educasse a ser um ser humano decente, antes de poder voltar a frequentar uma escola.

Ser professor é, cada vez mais, uma profissão de risco, físico e mental. Nos EUA também não há professores. Quem quer lidar com os filhos destes pais, arriscar-se a ir parar ao hospital ou à morgue ou a consultas de psiquiatria para o resto da vida?

Isto é consequência da desconstrução do saber, das destruição das autoridades epistémicas, da autoridade dos professores às mãos de governos e pedabobos, como dizia o saudoso Santana Castilho, da ascensão ao poder de pessoas ignorantes, incompetentes e insignificantes.

Aos americanos: cada galão de combustível de Putin que põem no carro matou alguém na Ucrânia - uma criança, talvez

 


🎯 Sim, é preciso livrarem-se desse esgoto moral

 

Quanto mais Trump sabota a Ucrânia, mais os europeus têm de ajudá-la

 

1º - dar-lhes defesas contra os mísseis e bombas russas;

2º - ajudá-los a destruir as refinarias, os centros de dados e todas as instalações militares e para-militares;

3º - Usar os activos russos congelados para a Ucrânia derrotar a Rússia.

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Quanto mais Putin intensifica os seus ataques à Europa, mais a Europa deve apoiar a Ucrânia

O imperialista de Moscovo acredita que as decadentes democracias europeias podem ser intimidadas e vergar-se. Cabe-nos provar que está enganado.

A Alemanha é central nesta história — e, desta vez, está do lado certo da História

Timothy Garton Ash

Vladimir Putin está a intensificar tanto a sua guerra em grande escala contra a Ucrânia como a sua guerra clandestina contra o resto da Europa. O principal objectivo desta última é destruir o apoio europeu à Ucrânia, para poder subjugar esse país, algo que considera uma questão existencial para o futuro da Rússia e para o seu próprio futuro. 

Enquanto nós, no resto da Europa, temos de nos preparar da melhor forma possível para nos defendermos de todos os tipos de ataques híbridos, o essencial da nossa resposta deve consistir em redobrar o apoio à Ucrânia. A Ucrânia é o seu principal alvo. É aí, e só aí, e não numa disputa feita de mil pequenas agressões híbridas, que a Rússia de Putin pode ser derrotada e dissuadida num sentido verdadeiramente significativo.

Num novo livro poderoso, Warum Russland Nicht Aufhören Wird (Porque é que a Rússia não vai parar), o historiador alemão Martin Schulze Wessel demonstra como a política de Putin se insere numa tradição russa muito mais antiga de expansionismo territorial e de procura da hegemonia, combinada com uma ideologia imperial impregnada de religião. 

O autor recorda-nos que em 2016 Putin afirmou que «as fronteiras da Rússia não acabam em lado nenhum» e, em 2025, que «onde quer que pise a bota de um soldado russo, isso é nosso». 

Os europeus ocidentais, que imaginam ingenuamente ter remetido esse imperialismo territorial brutal para o caixote do lixo da História, tendem a pensar que tem de existir alguma outra explicação — por exemplo, algo que tenhamos feito de «errado», como o alargamento da NATO para leste. Os finlandeses, estónios e polacos sabem que não é assim. Apesar das suas fragilidades, conclui o autor, a Rússia é «o país mais perigoso do mundo». Alguns países asiáticos poderão contestar esta afirmação tão abrangente, mas, certamente, a Rússia é o país mais perigoso para a Europa.

Schulze Wessel apresenta ainda outro argumento simples, mas muito pertinente: a expansão russa foi sempre facilitada pela cooperação com outras grandes potências e travada quando a Rússia se deparou com potências de força equivalente que se lhe opunham. 

Desde o regresso de Donald Trump à Casa Branca, no ano passado, os Estados Unidos deixaram de desempenhar esse segundo papel e, por vezes, parecem até ter assumido o primeiro. É por isso que a Europa está agora a suportar o peso de ser a potência de força equivalente que se opõe à Rússia. A Europa, incluindo o Reino Unido, já concedeu mais ajuda à Ucrânia do que os Estados Unidos. As suas economias, em conjunto, são dez vezes maiores do que a economia russa; só a economia alemã tem o dobro da dimensão.

E é a Alemanha que ocupa agora uma posição central neste esforço europeu. Desde o início da guerra em grande escala, em 2022, a Alemanha tem sido, cumulativamente, o maior país doador individual, à excepção dos Estados Unidos. 

De acordo com o Ukraine Support Tracker do Instituto de Kiel, concedeu o dobro da ajuda do Reino Unido ou da França. Enquanto os habitantes de Kyiv e de Odesa são diariamente fustigados pelos mísseis balísticos e pelos drones a jacto de Putin, vale a pena consultar os números do Instituto de Kiel relativos aos sistemas de defesa aérea. A Alemanha já doou 19 desses sistemas, incluindo cinco das indispensáveis baterias de defesa aérea Patriot, de fabrico norte-americano — mais duas do que os próprios Estados Unidos forneceram.

No primeiro ano desta guerra, defendi que a Alemanha «tem uma responsabilidade histórica única de ajudar a defender uma Ucrânia livre e soberana». Na altura, considerava firmemente que a Alemanha ainda não estava a fazer aquilo que devia. Agora, no quinto ano de um conflito que já dura há mais tempo do que a Primeira Guerra Mundial e que não dá sinais de estar perto do fim, posso afirmar sem hesitação que a Alemanha está a cumprir esse dever. 

Não se trata apenas da dimensão quantitativa do apoio à Ucrânia e do aumento das suas próprias despesas com a defesa, que, segundo as mais recentes projecções do Ministério das Finanças alemão, atingirão os 154 mil milhões de euros em 2028 (cerca de 130 mil milhões de libras). Será aproximadamente o mesmo que se estima serem as despesas militares totais da Rússia este ano.

Trata-se também de vontade política. O chanceler Friedrich Merz demonstrou essa vontade e coragem ao viajar de comboio da Alemanha para a Ucrânia, na noite de 3 de Outubro, data do 36.º aniversário da reunificação alemã, acompanhado por uma delegação importante, que incluía dirigentes da indústria de defesa. Os bombardeamentos russos contra alvos civis no centro de Kyiv, incluindo a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia e as pontes sobre o rio Dnipro, não cessaram, apesar de — ou talvez precisamente porque — Moscovo sabia que o dirigente alemão estaria na cidade.

Para um historiador, há aqui algo muito familiar. Oh, não, a Alemanha e a Rússia outra vez! No entanto, cada época é diferente. Historicamente, a Alemanha é uma das potências que mais contribuíram para facilitar a expansão russa — basta pensar no pacto Hitler-Estaline de 1939 —, mas também uma das que mais a ameaçaram. 

Durante a Primeira Guerra Mundial e, mesmo que apenas marginalmente, durante a Segunda, alguns nacionalistas ucranianos viram num conflito entre a Alemanha e a Rússia uma oportunidade para conquistar a independência. Em vez disso, no primeiro caso, depararam-se com o colonialismo da Alemanha imperial (e, depois, com a derrota alemã); no segundo, com o fascismo genocida de Hitler (e, novamente, com a derrota alemã).

Agora, finalmente, a Alemanha está verdadeiramente empenhada na defesa da soberania da Ucrânia, assumindo custos e riscos para si própria. Para quem conhece esta história complexa e intrincada, há algo não apenas redentor, mas francamente inspirador nesta imagem: uma Alemanha democrática a desempenhar um papel de liderança no apoio à aspiração de uma Ucrânia independente a ocupar o lugar que lhe cabe numa comunidade europeia mais ampla de países livres.

Mas durante quanto tempo? E com quanto apoio do resto da Europa? 

Precisamente porque Putin reconhece a importância central da Alemanha, este país é um dos principais alvos da sua guerra híbrida. Os ataques vão desde os drones carregados de explosivos no aeroporto de Leipzig, que o Governo alemão atribuiu formalmente à Rússia, até às ameaças de assassínio dirigidas aos responsáveis da indústria de defesa, passando pela interferência política encoberta e pela desinformação. 

Enquanto a Ucrânia se prepara para enfrentar o Inverno mais difícil de sempre, três questões estreitamente interligadas serão postas à prova: a determinação da Alemanha em permanecer do lado certo da História; a capacidade das democracias para sustentar a luta contra uma ditadura — uma preocupação recorrente ao longo dos tempos —; e a capacidade da Europa para se manter unida nesta causa.

Um céptico pode apontar inúmeras razões para o pessimismo. Merz é impopular no seu próprio país. A Alternative für Deutschland (AfD), o partido que actualmente dita o ritmo da política alemã, abandonaria a Ucrânia à Rússia. Em França, Marine Le Pen, candidata presidencial da União Nacional (Rassemblement National), afirma que o seu país não pode continuar a dar tanto à Ucrânia. A solidariedade com a Ucrânia também está a desmoronar-se à direita na Polónia, onde dois partidos mais pequenos assumem posições claramente anti-ucranianas. Numa sondagem de opinião realizada em Itália no mês passado, mais de metade dos inquiridos opunha-se à continuação do fornecimento de armas a Kyiv.

Recentemente, em Bruxelas, encontrei uma vasta audiência que parecia manter-se firmemente empenhada no apoio à Ucrânia — até que, já no final, a nossa discussão se voltou para a questão da utilização dos activos russos congelados que se encontram na Bélgica. Ah, nesse caso, a questão é outra... No entanto, perante os danos terríveis que estão a ser infligidos à economia ucraniana, incluindo às suas exportações de cereais através do mar Negro, os especialistas estimam que poderá ser necessário um apoio adicional a Kyiv de até 100 mil milhões de euros só em 2027. E os contribuintes europeus, já sujeitos a fortes pressões financeiras, não estão dispostos a desembolsar essa quantia.

Putin acredita que as decadentes democracias europeias acabarão por desmoronar-se perante a determinação férrea de um homem forte imperialista. Cabe-nos provar que está enganado.


Quem é Paul Manafort? E porque é que os congressista republicanos permitem que Trump trabalhe para a Rússia contra os EUA?


(detesto ter razão em certas coisas - logo após a tomada de posse de Trump escrevi aqui várias vezes que Trump tinha um acordo prévio com Putin. Era óbvio pois assim que entrou na Casa Branca começou a reverter todas as medidas de apoio à Ucrânia de Biden e a fazer adiantar a agenda de Putin, muito descaradamente. Agora, aqui por este artigo, ficamos a saber que tinha mesmo um acordo prévio e que já vinha do seu primeiro mandato)
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Heather Cox Richardson from Letters from an American:


Depois de mais de uma década a fingir que não tem ligações à Rússia e que respeitaria a posição dos Estados Unidos em matéria de segurança nacional, apoiando a Ucrânia e os nossos aliados europeus, Trump apoia agora abertamente o presidente russo, Vladimir Putin.

Questionado hoje por um jornalista sobre as preocupações de que o levantamento das sanções ao petróleo russo, anunciado ontem, canalizasse dinheiro para a guerra de Putin contra a Ucrânia, Trump culpou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pelo prolongamento do conflito:

Zelensky poderia ter resolvido esta guerra muitas vezes. Muitas, muitas vezes», afirmou Trump. «E escolhe não o fazer.

Trump responsabilizou Zelensky pelo elevado preço do gasóleo, alegando que as forças ucranianas têm atacado refinarias de petróleo russas, embora, desde que o petróleo russo foi sujeito a sanções, o verdadeiro estrangulamento que condiciona os preços do gasóleo seja o estreito de Ormuz, praticamente encerrado devido à guerra de Trump contra o Irão.

Trump acusou Zelensky de querer criar problemas para o mundo. Quer criar problemas aos nossos agricultores, aos nossos criadores de gado, com o combustível diesel, porque a Rússia fornece uma grande parte do gasóleo utilizado em todo o mundo.

Os ucranianos têm atacado refinarias de petróleo russas para impedir que o dinheiro continue a entrar na Rússia, enquanto esta contorna as sanções e vende petróleo através da chamada frota-fantasma. A Rússia, pelo contrário, tem atacado alvos civis, violando as leis da guerra.

Trump prosseguiu com uma advertência a Zelensky, afirmando que é bom que pare de uma vez por todas.

A Ucrânia continua a lutar contra a Rússia porque esta invadiu o país e está a tentar ocupar a sua região industrial oriental, violando a Carta das Nações Unidas, que estabelece que nenhum país deve ameaçar outro ou recorrer à força contra a sua integridade territorial. 

Até Trump assumir a presidência, os Estados Unidos eram o principal garante deste princípio.

Os Estados Unidos opuseram-se às invasões russas da Ucrânia, em 2014 e 2022, não apenas por uma questão de princípio, no que respeita à soberania territorial, mas também devido às garantias de segurança que os Estados Unidos, juntamente com o Reino Unido e a Rússia, concederam à Ucrânia em 1994. 

Após o colapso da União Soviética, em 1991, a Ucrânia ficou na posse do terceiro maior arsenal de armas nucleares do mundo. Em troca de a Ucrânia renunciar a essas armas, os Estados Unidos, o Reino Unido e a Rússia concordaram em garantir as suas fronteiras. No Memorando de Budapeste sobre Garantias de Segurança, de 1994, comprometeram-se a não recorrer à força militar nem à coerção económica contra a Ucrânia.

O então dirigente russo, Vladimir Putin, procurou colocar a Ucrânia sob a influência dos oligarcas russos que ascenderam ao poder para substituir os dirigentes comunistas da região, monopolizando indústrias anteriormente detidas pelo Estado à medida que estas eram privatizadas. O jornalista norte-americano Paul Klebnikov, director da edição russa da revista Forbes, foi assassinado em 2004, depois de ter chamado a atenção para as atividades desses oligarcas.

Nesse mesmo ano, um político apoiado pela Rússia, Viktor Yanukovych, parecia ter sido eleito presidente da Ucrânia. Contudo, a eleição estava tão repleta de fraudes — incluindo o envenenamento de um dos principais adversários, que pretendia romper os laços com a Rússia e aproximar a Ucrânia da Europa — que o Governo anulou os resultados e convocou novas eleições.

Yanukovych precisava urgentemente de melhorar a sua imagem e, para isso, recorreu a um consultor político norte-americano conhecido por conseguir tornar figuras pouco recomendáveis mais aceitáveis aos olhos dos meios de comunicação social: Paul Manafort.

Durante dez anos, entre 2004 e 2014, Manafort trabalhou para Yanukovych e para o seu partido, tentando conferir credibilidade ao que o Departamento de Estado norte-americano descreveu como um partido de «criminosos e oligarcas». Enriqueceu graças às suas novas amizades.

Em 2010, Yanukovych acabou finalmente por conquistar a presidência com um programa que rejeitava a NATO, a Organização do Tratado do Atlântico Norte, através da qual os países europeus se uniram para se opor primeiro à URSS e, mais tarde, à crescente ameaça representada pela Rússia.

Yanukovych orientou imediatamente a Ucrânia para a Rússia. Depois, em 2014, após meses de protestos populares, os ucranianos afastaram-no do poder naquilo que ficou conhecido como a Revolução da Dignidade. Yanukovych fugiu para a Rússia.

Pouco depois da destituição de Yanukovych, a Rússia invadiu a Crimeia, território ucraniano, e anexou-a. Em resposta, os Estados Unidos e a União Europeia impuseram sanções económicas à própria Rússia e a empresas e oligarcas russos específicos, proibindo-os de fazer negócios nos Estados Unidos e nos seus territórios.

Estas sanções prejudicaram a Rússia e congelaram os activos de importantes oligarcas russos, incluindo os de Putin.

Agora privado da sua principal fonte de rendimento, Manafort devia cerca de 17 milhões de dólares a aliados de Yanukovych e Putin, em particular ao oligarca russo Oleg Deripaska.

Em 2016, o seu amigo de longa data e sócio Roger Stone já estava a aconselhar a campanha presidencial de Donald Trump, e Manafort mostrou-se disponível para ajudar. Não recebeu qualquer salário. Começou por trabalhar como conselheiro em março de 2016 e tornou-se diretor da campanha no final de junho, depois de se reunir, a 9 de junho, com Don Jr., Jared Kushner e operacionais russos.

Acontece que a Rússia procurava uma forma de apoderar-se do território ucraniano que pretendia sem ter de continuar a combater. O relatório de 2019 do procurador especial Robert Mueller sobre a interferência russa nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016 explicou que Manafort e o seu parceiro, o operacional russo Konstantin Kilimnik, 
discutiram um plano para resolver os problemas políticos em curso na Ucrânia através da criação de uma república autónoma na sua região oriental, mais industrializada, do Donbass, e da eleição de [Viktor] Yanukovych, o presidente ucraniano apoiado pela Rússia e afastado do poder em 2014, para liderar essa república.
O relatório Mueller prosseguia: 
Manafort reconheceu mais tarde que esse plano constituía um meio indirecto de a Rússia controlar o leste da Ucrânia.
A região que Putin pretendia conquistar era o coração industrial do país. Estava a oferecer um plano de «paz» que amputaria uma grande parte da Ucrânia e a tornaria subserviente a si. Isto era precisamente o oposto da política norte-americana de apoio a uma Ucrânia livre e unida, e não havia qualquer hipótese de a antiga secretária de Estado Hillary Clinton, que concorria à presidência contra Trump, aceitar tal plano. Mas, se Trump fosse eleito, o cenário mudaria.

Segundo a Comissão de Informações do Senado, dominada pelos republicanos, Kilimnik escreveu:
Tudo o que é necessário para iniciar o processo é um pequeno “piscar de olho” (ou um ligeiro empurrão) de D[onald] T[rump], dizendo que “quer a paz na Ucrânia e o regresso do Donbass à Ucrânia”, e a decisão de nomear um “representante especial” para gerir este processo.
Kilimnik sugeriu ainda que Manafort 
poderia dar início ao processo e, no espaço de dez dias, visitar a Rússia ([Yanukovych] garante-lhe uma recepção ao mais alto nível, ultrapassando toda a conversa fiada e passando diretamente aos negócios), a Ucrânia e as principais capitais da UE.
Acrescentou que, 
assim que o então presidente ucraniano, Petro Poroshenko, compreendesse esta “mensagem” dos Estados Unidos, o processo avançaria muito rapidamente e DT poderia alcançar a paz na Ucrânia basicamente no espaço de alguns meses após a tomada de posse.
Segundo a Comissão de Informações do Senado, os dois homens continuaram a trabalhar no que designavam por «Plano de Mariupol» pelo menos até 2018.

Trump não conseguiu concretizar o plano durante o seu primeiro mandato, embora os seus operacionais tenham passado bastante tempo a envolver-se em manobras na Ucrânia e a tentar desacreditar, a partir daquele país, o candidato democrata à presidência, Joe Biden. Depois de Biden assumir a presidência, Putin voltou a invadir a Ucrânia, em 2022.

Como escreveu Jim Rutenberg na sua análise do Plano de Mariupol, publicada na New York Times Magazine, depois de as suas tropas entrarem na Ucrânia, Putin declarou ter anexado Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson, duas das quais eram especificamente mencionadas no Plano de Mariupol. Impôs a lei marcial nesses territórios, alegando que as populações locais tinham votado a favor da adesão à Rússia.

Biden reuniu países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), juntamente com outros aliados e parceiros, para travar o ataque russo e apoiar os esforços heroicos da Ucrânia para repelir a invasão. Entretanto, as tropas russas cometeram atrocidades e atacaram civis. O Tribunal Penal Internacional (TPI) acusou formalmente vários responsáveis e comandantes russos, incluindo o próprio Putin, de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

No entanto, Trump, assim que regressou à presidência, em 2025, tentou imediatamente fazer com que os Estados Unidos passassem a apoiar a Rússia. Os seus nomeados insistiram em que a verdadeira história da campanha eleitoral de 2016 não era o apoio russo a Trump, mas sim uma conspiração democrata destinada a divulgar a história das ligações entre a campanha de Trump e a Rússia.

Repetidamente, Trump ameaçou Zelensky e tentou pressioná-lo a entregar os territórios que a Rússia pretende conquistar.

Depois da acusação formal do TPI, Trump recebeu Putin em território norte-americano, no Alasca, em Agosto de 2025, ordenando a soldados norte-americanos que estendessem uma passadeira vermelha para o receber. Convidou também Putin para uma reunião do Grupo dos 20 (G20), que reúne as principais economias mundiais, a realizar em Mar-a-Lago, em Dezembro.

Ontem, os Estados Unidos anunciaram sanções contra o próprio TPI, e o secretário de Estado, Marco Rubio, prometeu desmantelar a organização "tijolo a tijolo".

Entretanto, Putin tem-se comportado como alguém que detém uma posição de força sobre Trump. Em Agosto de 2025, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, compareceu à reunião no Alasca envergando uma camisola com as letras cirílicas «CCCP», que correspondem à sigla da URSS em russo, sugerindo que, afinal, a União Soviética tinha vencido a Guerra Fria.

Na sexta-feira, apesar de a Rússia apoiar o Irão, cujo exército está a matar soldados norte-americanos, Trump anunciou orgulhosamente que iria levantar as sanções para permitir à Rússia vender o seu petróleo nos mercados mundiais.

Os ataques ucranianos reduziram a produção russa, pelo que a quantidade de petróleo que a Rússia tem disponível para ajudar a aliviar a escassez de gasóleo nos Estados Unidos é insignificante. Contudo, a possibilidade de arrecadar dinheiro enquanto a atual escassez mundial de petróleo faz subir os preços tem um valor inestimável para Putin, que procura desesperadamente financiar o seu esforço de guerra.

Ainda ontem, Trump pediu ao Supremo Tribunal que se pronunciasse sobre um processo judicial relativo às eleições de 2016, que instaurou em 2022 contra Hillary Clinton e antigos membros do Departamento de Justiça, incluindo o antigo diretor do FBI, James Comey, o responsável pela campanha de Clinton e um conjunto de outras pessoas. Trump acusou-os de conspirarem para o associar à Rússia, com o objectivo de prejudicar a sua campanha eleitoral.

Como noticiou ontem John Fritze, da CNN, um tribunal federal rejeitou o processo, classificando-o como «frívolo», e decidiu que os advogados de Trump eram responsáveis pelo pagamento de quase um milhão de dólares em sanções pecuniárias. No ano passado, o Tribunal de Recurso do 11.º Circuito dos Estados Unidos confirmou a maior parte dessa decisão.

Donald Middlebrooks, juiz do Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Sul da Florida, escreveu, 
Este processo nunca deveria ter sido instaurado. A sua falta de fundamento jurídico era evidente desde o início. Nenhum advogado razoável o teria apresentado.
Agora, Trump recorre para o Supremo Tribunal.

Mas, chegados aqui, de que mais provas precisamos para concluir que Trump comprometeu a segurança nacional dos Estados Unidos e está a trabalhar para a Rússia? E durante quanto mais tempo continuarão os republicanos no Congresso a protegê-lo enquanto o faz?

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Notes:

https://www.icc-cpi.int/news/situation-ukraine-icc-judges-issue-arrest-warrants-against-sergei-kuzhugetovich-shoigu-and

https://www.icc-cpi.int/news/situation-ukraine-icc-judges-issue-arrest-warrants-against-vladimir-vladimirovich-putin-and

https://www.jurist.org/news/2026/07/us-to-seek-dismantling-of-international-criminal-court-rubio-announces/

https://foreignpolicy.com/2025/08/15/lavrov-ussr-russia-trump-putin-ukraine-summit-alaska/

https://www.cnn.com/2022/03/24/politics/trump-sues-hillary-clinton

​​https://www.cnn.com/2026/10/09/politics/trump-supreme-court-hillary-clinton-lawsuit

https://apnews.com/article/ukraine-war-russia-sanctions-trump-congress-b322eec6b33610ebf4048daa5d621483

https://ia903105.us.archive.org/10/items/mueller-report/mueller-report.pdf

https://www.intelligence.senate.gov/wp-content/uploads/2024/08/sites-default-files-documents-report-volume5.pdf, pp. 99 and following

https://www.politico.com/news/2026/09/23/trump-putin-g20-miami-01089850

https://www.nytimes.com/2022/11/02/magazine/russiagate-paul-manafort-ukraine-war.html?searchResultPosition=111

https://www.sfgate.com/news/article/U-S-journalist-author-shot-to-death-in-Russia-2742901.php

Bluesky:

thesauruswrecks.bsky.social/post/3mxjxyzk4ec27

ssiderod.bsky.social/post/3lwje6wb7gc2n

anne.sheshed.rocks/post/3lwjrlxxals22

Trump’s Truth:

statuses/42215

October 10, 2026

É preciso dizer o óbvio 400 vezes

 

A tempestade perfeita

 

A pior conjugação possível de líderes no mundo ao mesmo tempo: Putin, um terrorista, Trump, um proto-fascista, e na Europa líderes da nova-esquerda entre os limitados, os oportunistas e os cobardes: na Inglaterra, na França, na Alemanha, na Espanha e até no Canadá. Não resolvem o problema da Rússia nem o do Islão quando ambos são cancros a crescer e a metastizar por falta de tratamento adequado. Os EUA são contra o islamismo e o transfascismo mas a favor do terrorismo da Rússia de Putin. Os europeus (e o Canadá) são contra Putin mas a favor do terrorismo dos islamitas e da opressão das mulheres pelo transfascismo. São um espelho um do outro. O que acontece a quem está no meio desta tempestade e rejeita todos estes fascismos e terrorismos? Teremos que nos juntar e virar contra estes governos de loucos como já estão a fazer na Inglaterra?


A nova-esquerda é um perigo à sobrevivência das democracias

 

A Europa continua cega

 

Nem resolve o problema da Rússia nem o problema do Islão. 

Uma islamita vai até à Praça de São Pedro, em Roma, estender o tapete, como sinal de desrespeito. Algum cristão faria isto à entrada de uma mesquita, mesmo que não fosse logo morto por blasfémia? Porque é que permitem que os islamitas rezem na rua em qualquer lado? A Europa continua cega. Deram o prémio Nobel a uma anti-semita confessa, uma amante de extremistas islâmicos. Em tempos, a propósito de cartoons sobre Mohammed defendeu que devia haver censura na Europa. A europa está em seppuku que, como sabemos, é um processo lento e muito doloroso que acaba na morte.

Quanto tempo durou a máscara do Joulani?

 

Aqui está ele a vedar o ensino superior às mulheres. A Europa continua cega.


Não se vêem aqui bandeiras francesas

 

Como alguém disse, o que têm a Algeria, a Palestina e as bandeiras árabes a ver com querer melhor educação? Nada. Isto não é sobre educação, é sobre islamização. Aliás, estes muçulmanos andaram de cara tapada a pegar fogo às escolas. E porquê? Porque as escolas francesas são símbolos de secularismo e de liberdade, o que é o oposto do que querem impôr em França. E na Europa. A sharia. A teocracia. A destruição do Ocidente. E têm tido a ajuda dos líderes europeus: Guterres, Merkele, Macron, Starmer, agora o novo PM, Costa, os líderes da Suécia, o espanhol. Na próxima eleição o eleitor francês verá a eleição, não como a escolha de um partido ou pessoa para governar mas como uma questão existencial, de sobrevivência da própria França enquanto país soberano, não colonizado.


Men about men about women

 


Este indivíduo asqueroso é o pai do Elon Musk

 

Foi ter filhos com a filha da sua mulher que viveu com ele desde os 4 anos de idade. A maneira como fala dela e como fala ao entrevistador quando ele lhe pergunta se a outra filha saiu de casa quando soube deste nojo por não se sentir segura ao pé dele - o que deve ter acontecido. E diz que a idade de casamento normal é aos 12 anos. Que porco. Estes povos andam por aí à solta. Explica muita coisa do filho. 

Uau!