April 10, 2026

Coisas boas 💙💛

 


“Já não mexo nas mesas. Limito-me a esperar.”

 

 Já não mexo nas secretárias. Limito-me a esperar. — Sra. Pulaski, professora de estudos sociais há 32 anos na Wheatfield High School,

DISTRITO ESCOLAR CONSOLIDADO DE KETTERING RIDGE — A Sra. Pulaski, professora de estudos sociais há 32 anos na Wheatfield High School, permaneceu imóvel na sua sala de aula na tarde de quinta-feira, no meio de uma disposição de mesas que descreveu como «o que quer que sejam neste momento», tendo recebido instruções formais de quatro administrações sucessivas para organizar os lugares dos alunos em filas (1994), grupos colaborativos (2003), em forma de U (2010), disposição flexível sem mesas (2016) e novamente em filas (2024). A parede atrás dela exibe certificados de cada época de desenvolvimento profissional correspondente, incluindo uma formação de 2004 intitulada «As filas matam a colaboração» e um workshop de 2024 intitulado «Repensar o poder das filas».

«Em 2003, um consultor disse-me que as filas eram “a arquitetura da opressão”», recordou a Sra. Pulaski, referindo que tinha passado um fim de semana inteiro a arrastar mesas para formarem grupos de quatro, apenas para ouvir, seis anos mais tarde, que os grupos «favoreciam comportamentos de desatenção» e que a disposição em ferradura era «a única configuração baseada em investigação». 

O atual diretor, o Sr. Yun, que estava no 7.º ano quando a Sra. Pulaski reorganizou as mesas pela primeira vez, enviou recentemente por e-mail ao pessoal um artigo intitulado «Por que as filas retas favorecem a aprendizagem concentrada», com o assunto «nova investigação empolgante», que a Sra. Pulaski confirmou reconhecer como o argumento exacto com base no qual foi contratada em 1994.

A Sra. Pulaski disse que já mudou a disposição das mesas cerca de 11 vezes e tenciona reformar-se antes que os «pods» voltem, o que prevê que aconteça em 2027.

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Não é só com as mesas que estas modas dos pseudo-pedagogos da educação que não têm experiência de trabalhar com alunos continuamente  (ou não têm mesmo nenhuma) e nunca se lembram de considerar a experiência de professores que trabalham com alunos há dezenas de anos como uma fonte extraordinária de informação acerca do que resulta e do que não resulta.

April 09, 2026

Exemplo perfeito desta nova geração

 

Chega atrasada ao aeroporto, vai a correr para a porta de embarque mas sempre a filmar-se porque é mais importante que conseguir embarcar, responde mal à hospedeira que a manda apagar o vídeo -não percebe que os aeroportos têm questões de segurança- e no fim, mesmo antes de embarcar chama cadela à hospedeira. Claro que a hospedeira não a deixou embarcar. Foi gravar um vídeo a chorar e chamar palavrões à hospedeira e à companhia de aviação. É um exemplo perfeito desta nova geração: não cumprem horários nem têm deveres para com ninguém, vivem para ter likes e seguidores, pensam que são a rainha/rei de Inglaterra e que todos lhes devem serviço, são mal-educados e quando corre mal choram, vitimizam-se, chamam palavrões aos outros, choram pela mãezinha.


@joleenw @Ryanair u have lost a genuine customer because I have never ever been treated like I was by isabella at ur Porto location, ever in my life. It’s very clear how you treat your customers, and I would rather pay an extra $300 for a ticket than be treated like this and just plain out scammed. I am the most positive and happy person, and to be treated harassed like this is extremely disappointing and disheartening. I would think twice before flying them #ryanair #ryanaircrew #ryanairstories #neverflyryanair ♬ original sound - joleenw

Same here

 

da pocilga americana

 


🎯

 

Citação deste dia



Yossi BenYakar

«O Islão institucionalizado é incompatível com a civilização ocidental.»

Quando uma ideologia trata as mulheres como propriedade e reprime a dissidência, a crítica não é ódio, é auto-defesa.

Está na hora de acordar, países ocidentais!

A Inglaterra está perdida

 


O islão explica-se a si mesmo

 

O coração do Islão não é nenhum Deus mas sim é a escravatura das mulheres. A esquerda quer importá-los.


Islamofascismo


O islão explica-se a si mesmo

 

A esquerda quer importar esta 'cultura'.

Tudo o que está mal e tem de ser mudado na UE a respeito da Hungria, da Ucrânia e da Rússia

 


Aqui há umas semanas, depois de Orban ter mandado raptar ucranianos e roubar os valores que transportavam e pertencem à Ucrânia, e ainda ameaçar a Ucrânia, a UE pregou um raspaste público a Zelensky por ele ter dito que podia dar o endereço de Orban aos militares ucranianos. Fiquei chocada. Não com a resposta de Zelensky mas com a reacção da UE. A lealdade e defesa dos parceiros da União não pode ser incondicionada, pois nesse caso não somos parceiros mas um gang. A Ucrânia está a defender a Europa da Rússia, Orban está a laborar para a destruição da UE e da Ucrânia. Quem é que aqui é nosso parceiro? Porque é que a UE tem sempre desculpas para encaixar a traição de Orban e é lesta a passar reprimendas a quem nos defende? A Ucrânia está a defender-se de uma guerra. Não é uma guerra de computador ou uma guerra virtual, é uma guerra onde todos os dias morrem pessoas, civis, crianças, onde a vida está um caos, cidades inteiras desapareceram. Alguém imagina Berlim e Hamburgo desapareceram, em escombros? Paris ou a Cote D'azur serem apenas pó e lama? Estocolmo? Veneza? Orban está do lado do inimigo a congeminar a queda de Zelensky e da Ucrânia. Mas a UE não se vê como uma cópia de Trump quando adopta as estratégias de humilhação dele em relação a Zelensky? Se Orban está cada vez mais afoito na defesa de Putin contra a UE e contra a Ucrânia é porque a UE deixa-o fazer o que quer e como quer. Numa situação de guerra é preciso agir rapidamente para anular as forças de bloqueio e de destruição. E Orban é a principal na UE. 


O Mago do Kremlin (The Wizard of the Kremlin)

 


Fui ver este filme, apesar de ter lido críticas negativas nos jornais e sites ingleses. Estava muito interessada no tema. O filme é uma adaptação do do romance original de Giuliano da Empoli com o mesmo nome. 

Escritor e analista político ítalo-suíço, formado em Direito (La Sapienza) e Ciência Política (Sciences Po), foi assessor do primeiro-ministro italiano Matteo Renzi, vice-prefeito de Florença e membro do conselho da Bienal de Veneza. Conhecedor profundo dos meandros do poder e investigador político, este assessor escreveu este livro inspirado em outro assessor, Vladislav Surkov, o chamado Cardeal Cinzento - um intelectual, dramaturgo, escritor, homem da comunicação e da propaganda que decidiu servir Putin, a partir do final da década de 90. (Expresso)

Gostei do filme e é um filme que deve ver-se no cinema. Penso que foi filmado em Latvia. O enquadramento da acção nas paisagens, exteriores e interiores deve ver-se em tela grande. Logo o início do filme é uma cena entre bosques de neve, abetos e pinheiros, na casa de Vadim Boranov - que representa o tal assessor de comunicação de Putin, Vladislav Surkov. Vemos logo que a cenografia do filme vai ser boa. 

O filme é enorme. Abrange a época da Rússia que vai desde Yeltsin até invasão da Crimeia. É em inglês, o que se percebe, mas tira-lhe um bocadinho de força. No entanto, é um filme para consumo ocidental, para que se perceba um pouco do que foi essa época de transição e caos até à caída em nova ditadura. Portanto, é um filme sobre a ascensão de Putin vista e, em parte, orquestrada, pelo seu assessor.

O filme está de acordo com a visão que tenho, do que leio, dos anos de excessos libertários de Yeltsin, de como alguns se aproveitaram dessa nova liberdade para enriquecer, de como ninguém exercia controlo sobre coisa alguma e de como Putin foi escolhido por oligarcas, muito ingénua e estupidamente, para ser um testa de ferro manipulável ao serviço dos oligarcas. Devorou-os a todos.

Uma coisa fica clara no filme, embora nunca seja abordada, sequer: a Rússia não tem, nem nunca teve instituições, com excepção do KGB. É a única força estruturada, com uma hierarquia estável e contínua no tempo. Não há intermédios entre o homem do poder e o povo. O poder é vácuo, não tem conteúdo e reduz-se à vontade do homem forte. No tempo dos czares o poder estava descentrado nos vários senhores feudais, a nobreza, mas também não tinha instituições que preservassem a lei e a ordem independentemente do chefe. Desde a revolução do horror vermelho de sangue, o poder passa de um facínora para outro sem nunca criar raízes em instituições que cuidem do povo. E é por isso que o povo não espera ser tratado como tendo direitos. Esperam ser tratados como crianças. E a única coisa que temem são os homens do KGB. Ora Putin é o quê? Um homem do KGB.

Quem faz de Putin é Jude Law. De início nem percebi que era ele. Está muito parecido com o Putin inicial do ano 2000. Ele faz bastante bem esse papel de homem habituado a saber tudo de toda a gente, a desprezar toda a gente por saber os seus pequenos pecadilhos e usá-los para humilhar e para a vingança, um homem poderoso mas parado na pobreza inicial da sua vida. Muito complexado por isso. Um indivíduo calculista e narcísico que foi piorando ou reforçando o que já tinha de mau, à medida que crescia em poder. Uma pessoa que não se importa de atirar a Rússia para o inferno por ganância de poder. Um tipo raivoso, cheio de paranóias, desejos de vingança e hábitos de fazer desaparecer quem não gosta. Sem lealdade a ninguém.

Paul Dano é o assessor. Um liberal dos anos 90 que não gosta do estudo e se habitua ao poder. Um Maquiavel dos tempos actuais. Grande parte do filme somos nós a acompanhar os meandros dos seus raciocínios maquiavélicos sobre como manipular tudo e todos para criar um caos sem estrutura nem ordem, onde só o medo do ditador impera.

Varoufakis - Será que este indivíduo se apercebe que quando fala papagueia o discurso da extrema-direita?

 

Qual é a diferença entre o seu discurso e o de Alice Weidel? E qual é a diferença entre os discursos destes dois e o de Trump? Nenhuma diferença. Ele não se dá conta do ridículo que é falar contra Trump e a direita imperialista e depois repetir palavrinha por palavrinha as palavras de Weidel e de Trump quanto à Rússia, pondo-se no ponto de vista imperialista daqueles dois? O que tem mais piada é ele ter escrito um livro sobre tecno-feudalismo e apresentar-se com o discurso da extrema-direita de apoio a Putin, o Warlord, e à sua visão de imperialismo feudal.
Agora repete por todo o lado a expressão de 'crime contra a lógica' a propósito da Europa apoiar a Ucrânia e vê-se que está muito orgulhoso de a ter inventado. Ele tem o mesmo pressuposto da extrema-direita que na sua cabecinha é diferente dele: Putin é formidável e tem petróleo. A Ucrânia deve submeter-se porque é o que fará mais tarde ou mais cedo. A Europa deve voltar as costas à Ucrânia e fazer o que lhe rende mais dinheiro. Se não soubéssemos que Varoufakis é da extrema-esquerda pensaríamos estar a ouvir um seguidor de Trump. Patético... Ontem fui ver o filme, The Wizard of the Kremlin e a personagem Putin, a propósito de Boris Berezovsky, diz o seguinte: "não deixes que a sua inteligência esconda a sua estupidez." Aplica-se inteiramente a Varoufakis.



Continuem assim que vão bem

 




April 08, 2026

Blast from the past (22.01.11)



(já não me lembrava de ter escrito isto a propósito do acordo ortográfico simplex)


A cor do horto gráfico
por beatriz j a, em 22.01.11

... já aprovado pela nova Ministra do saber


Última actualização do dicionário de língua portuguesa - novas entradas:

Arbusto: Busto com um certo ar
Testículo: Texto pequeno
Abismado: Sujeito que caiu a um abismo
Pressupor: Colocar preço em alguma coisa
Biscoito: Fazer sexo duas vezes
Bigode: Duplo Deus britânico
Coitado: Pessoa vítima de coito
Padrão: Padre muito alto
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
Democracia: Sistema de governo do inferno
Barracão: Proíbe a entrada de caninos
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
Detergente: Acto de prender seres humanos
Eficiência: Estudo das propriedades da letra F
Conversão: Conversa prolongada
Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
Piano: Ano Internacional da descoberta de Pi (3,1416)
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
Luz solar: Sapato que emite luz por baixo
Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton
Tripulante: Especialista em salto triplo
Contribuir: Ir para algum lugar com várias tribos
Aspirado: Carta de baralho completamente maluca
Assaltante: Um 'A' que salta
Determine: Prender a namorada do Mickey Mouse
Vidente: O que o dentista diz ao paciente
Barbicha: Bar frequentado por gays
Ortográfico: Horta feita com letras
Destilado: do lado contrário a esse
Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho
Coordenada: Que não tem cor
Presidiário: Aquele que é preso diariamente
Ratificar: Tornar-se um rato
Violentamente: Viu com lentidão

E

Língua "perteguesa"... PORQUE O SABER NÃO OCUPA LUGAR!

Prontus
Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um 'prontus'! Fica sempre bem.

Númaro
Também com a vertente 'númbaro'. Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso. Por mim, acho um bom númaro!

Pitaxio
Aperitivo da classe do 'mindoím'.

Aspergic
Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina

Alevantar
O acto de levantar com convicção, com o ar de 'a mim ninguém me come por parvo!... alevantei-me e fui-me embora!'.

Amandar
O acto de atirar com força: 'O guarda-redes amandou a bola para bem longe'

Assentar
O acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no cimento.

Capom
Tampa de motor de carros que quando se fecha faz POM!

Destrocar
Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.

Disvorciada
Mulher que diz por aí que se vai divorciar.

É assim...
Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase.

Entropeçar
Tropeçar duas vezes seguidas.

Êros
Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.

Também conhecida por "aéreos"


Falastes, dissestes...
Articulação na 4ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele falou, TU FALASTES...

Há-des
Verbo 'haver' na 2ª pessoa do singular: 'Eu hei-de cá vir um dia; tu há-des cá vir um dia...'

Inclusiver
Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira. Também existe a variante 'Inclusivel'


A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua portuguesa, como 'bué' ou 'maning'. Ex.: Atão mô, tudo bem?

Nha
Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA. Para quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer 'Nha Mãe' e é uma poupança extraordinária.

Parteleira
Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.

Perssunal
O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex: 'Sou perssunal de futebol'. Dica: deve ser articulada de forma rápida.

Prutugal
País ao lado da Espanha. Não é a Francia.

Quaise
Também é uma palavra muito apreciada pelos nossos pseudo-intelectuais... Ainda não percebi muito bem o quer dizer, mas o problema deve ser meu.

Stander
Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o 'stander' de automóveis. O 'stander' é um dos grandes clássicos do 'português da cromagem'...

Tipo
Juntamente com o 'É assim', faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É assim... tipo, tás a ver?

Treuze
Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.

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Tags:
acordo ortográfico

publicado às 10:49

🎯 Educação - o nível dos alunos baixa porque baixámos as exigências

 

O oposto não é verdade.

Vance veio à Europa incentivar o ódio à UE

 

BUDAPESTE, 7 de abril (Reuters) – O vice-presidente dos EUA, JD Vance, criticou duramente na terça-feira o que classificou de «vergonhosa» interferência da União Europeia nas eleições da Hungria, ao mesmo tempo que manifestou abertamente o seu apoio ao primeiro-ministro Viktor Orbán, um aliado próximo tanto do presidente Donald Trump como do presidente russo Vladimir Putin, poucos dias antes da votação.

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Primeiro Putin organizou uma pseudo-tentativa de assassínio para Orban ganhar as eleições (como fez com Trump?) que saiu furada. Depois Trump e Vance apoiam Orban. Isto não é acerca de apoiar Orban, é acerca de destruir a UE e forçar a rendição da Ucrânia a Putin.

A questão é: os EUA não precisam de Orban mas precisam da Europa. Precisam da Europa na NATO e fora dela, no comércio. Já agora, depois de ter hostilizado a UE e ter ameaçado de invasão países da NATO, bem como depois de ter retirado apoio à Ucrânia, está a sofrer a recusa da Europa em ajudá-lo no ataque ao Irão. 

Se a UE não for idiota, daqui a uns anos já tem um exército e armas de defesa próprias e nem precisa das armas que os EUA têm espalhadas pelos países europeus. Nessa altura, as ameaças veladas de retirar as armas e o dinheiro da NATO vão ter pouco efeito. SE a UE não for idiota e souber fazer mudanças que vão no sentido de reforçar a União e a defesa comum.

A ideia destes novos EUA de Trump de que vão destruir a UE de maneira que os países europeus voltem à singularidade manipulável do pós-guerra é ridícula. 

Esta semana uma fábrica de drones ucranianos começou a sua laboração na Alemanha. Um país da NATO. Não é uma fábrica alemã a produzir drones para a Ucrânia. É uma fábrica ucraniana na Alemanha, um país da NATO, a produzir drones. Não sei se é a 1ª... mas a questão é que a Ucrânia já tem um pé firme na defesa da UE.

April 07, 2026

Há quem tenha muita fé no próximo



O juiz do caso do médico Gerhardt Konig que planeou matar a mulher numa caminhada em Honolulu está há 20 minutos a dar instruções ao júri com definições legais pormenorizadas e complexas. Não é possível que se lembrem daquilo tudo e mesmo que depois tenham acesso ao documento, são dezenas de páginas com pormenores legais... Há quem tenha muita fé no próximo.

https://www.youtube.com/watch?v=_30jalCTggw

A minha aposta é que o júri leve 2 horas a declarar-lo culpado de todas as acusações. Há tanta prova contra ele, mas tanta... e a história dele é ridícula e contrária a todas as evidências que corroboram o testemunho da mulher dele, que ele planeou, matar pela razão de que não querer os custos de um segundo divórcio também com dois filhos, com mais outra pensão alimentar, etc.

De facto, é verdade aquela frase de que os homens têm medo de que as mulheres se riam dele mas as mulheres têm é medo de que eles as matem, que foi o que este tentou fazer e se não fossem as duas enfermeiras apanharem-no no acto, era mais uma morte 'acidental' e um marido inconsolado...

Hoje é o último dia. O advogado de acusação fez as suas alegações finais. Foi muito bom a partir das evidências para o plano e não o contrário. Agora está o advogado da defesa a fazer alegações. Está em modo desesperado a tentar levantar dúvidas razoáveis à enorme quantidade de evidências. E fá-lo mal. Não é convincente.


Fui dar com isto



Com base em relatórios do Fundo Monetário Internacional (FMI) publicados no final de 2010, economistas da instituição identificaram que o fosso crescente entre ricos e pobres foi um factor fundamental na origem da crise financeira de 2008. (RTP 1)

Desigualdade e Especulação: A análise indicou que, à medida que a diferença de rendimentos aumentava (especialmente nos EUA), os grupos de rendimentos mais baixos recorreram ao endividamento (alavancagem) para manter o consumo, enquanto os mais ricos acumulavam capital, gerando um ambiente propício à especulação e, consequentemente, a crises financeiras.

Políticas Redistributivas: O FMI apontou que o restabelecimento do poder de negociação dos grupos de menor rendimento seria mais eficaz na prevenção de crises do que resgates financeiros ou reestruturações de dívida, pois abordaria a causa estrutural do desequilíbrio.

Contexto de 2008: O choque de 2008 foi, segundo essa visão, resultado de um longo período de concentração de riqueza no topo e aumento da alavancagem financeira do restante da população. (FMI)

Estudos posteriores e análises complementares do FMI confirmaram que políticas pré-crise e a gestão da desigualdade influenciaram a forma como os países recuperaram.