September 06, 2026

"Identidade de género não é um problema médico"


Concordo com o que diz este artigo. Não sabia que o projecto de lei prevê "uma avaliação ou parecer médico no processo de alteração do sexo no registo civil". Pensei que a avaliação médica se destinava à questão dos medicamentos e das cirurgias. Alterar o sexo da pessoa no registo civil não faz sentido porque, da mesma maneira que alterar a aparência exterior da pessoa com cirurgias ou medicamentos não muda o seu sexo, que está inscrito em todas as células do seu corpo, ainda menos sentido faz pensar-se que uma denominação legal, um papel, pode alterar a realidade biológica, por ter a recomendação de um médico. 


Identidade de género não é um problema médico

Identidade de género e sexo não são a mesma questão. E talvez grande parte da dificuldade legislativa resulte precisamente de se pretender resolvê-las como se fossem.

José Torres da Costa
Público

Identidade de género e sexo não são a mesma questão. E talvez grande parte da dificuldade legislativa resulte precisamente de se pretender resolvê-las como se fossem.

Não tenho qualquer dúvida sobre o assunto. A identidade de género não é um problema médico.

O conceito moderno de género, enquanto realidade distinta do sexo, ganhou expressão nas décadas de 1950 e 1960, sobretudo com John Money e Robert Stoller. Procurava caracterizar dimensões psicológicas e comportamentais do indivíduo que não tinham, necessariamente, de corresponder aos padrões associados ao seu sexo.

Nem todos os homens correspondem integralmente ao que culturalmente convencionámos como masculino, nem todas as mulheres correspondem ao que culturalmente convencionámos como feminino. Há nuances, emoções e formas de expressão que não obedecem a essa dicotomia. É precisamente por isso que somos indivíduos, sendo essa individualidade patente na singularidade de cada um de nós.

Na expressão dessas dimensões podem existir tendências resultantes de fatores biológicos, psicológicos, sociais e culturais. No fim, cada pessoa expressa-se como sente e entende. Chama-se a isso liberdade. E não há nada na liberdade de cada um que, por si só, faça dela um assunto médico.

Este conceito seria mais tarde aplicado às ciências sociais e ao pensamento feminista por Ann Oakley, em Sex, Gender and Society (1972), onde se distinguia o sexo, relacionado com as diferenças biológicas entre macho e fêmea, do género, relacionado com a construção social e cultural do masculino e do feminino.

Esta formulação retomava uma intuição já presente em Simone de Beauvoir que, em O Segundo Sexo, publicado em 1949, escreveu: "Não se nasce mulher, torna-se mulher."

A atual Lei n.º 38/2018 contempla, e bem, o direito à autodeterminação da identidade de género. Contempla também, e bem, que esse direito pertence ao domínio da liberdade individual e não constitui, por si mesmo, uma perturbação de saúde. Não necessita, por isso, de validação médica.

Onde divirjo em absoluto dessa lei, e onde compreendo a necessidade de a corrigir, é na sobreposição conceptual que estabelece entre género e sexo.

Segundo a lei em vigor, o sexo continua a existir como categoria jurídica, mas, para efeitos de registo civil, a sua menção pode ser alterada em função da identidade de género. Uma realidade pertencente ao domínio da identidade individual passa assim a determinar juridicamente uma categoria que a própria lei continua a designar por sexo.

Aliás, esta confusão começa logo a ser insinuada quando, no artigo 7.º, se fala em "sexo atribuído à nascença". Não é indiferente dizer "atribuído" em vez de "identificado". Na maioria dos casos, ninguém atribui um sexo ao recém-nascido. Identifica-se uma realidade biológica através das características sexuais observáveis. Existem situações excecionais em que essa classificação é mais complexa, mas não devemos transformar, através da linguagem, a exceção em regra.

As palavras transportam conceitos e os conceitos condicionam a forma como pensamos a realidade.

Se a identidade de género pertence ao domínio da autodeterminação e da liberdade individual, o sexo pertence ao domínio da biologia.

Podemos modificar algumas características sexuais, hormonal ou cirurgicamente, alterando a expressão fenotípica de uma pessoa. Mas aí entramos num domínio diferente. A identidade pertence ao indivíduo; a intervenção destinada a modificar características do seu corpo pertence também à medicina.

Contudo, o Estado não precisa de escolher entre negar a identidade de género e redefinir o sexo. Pode reconhecer a primeira sem alterar o significado do segundo.

É por isso que são discutíveis as soluções apresentadas nas propostas, nomeadamente os Projetos de Lei n.os 486/XVII e 391/XVII. Ao introduzirem uma avaliação ou parecer médico no processo de alteração do sexo no registo civil, permanecem dentro da mesma confusão conceptual que pretendem corrigir.

Se aquilo que está em causa é a identidade de género, não compreendo o que um médico pode certificar acerca da liberdade de uma pessoa se identificar como entende. A medicina não tem competência especial para validar uma identidade individual.

Mais ainda, exigir um parecer médico para reconhecer juridicamente essa identidade medicaliza a liberdade individual. Se afirmamos que a identidade de género não é uma doença nem uma perturbação, não faz sentido pedir posteriormente à medicina que a legitime.

Se, por outro lado, está em causa a modificação das características sexuais, então estamos perante uma questão médica, porque existem intervenções hormonais e cirúrgicas com consequências biológicas que exigem conhecimento e acompanhamento clínicos.

Identidade de género e sexo não são, portanto, a mesma questão. E talvez grande parte da dificuldade legislativa resulte precisamente de se pretender resolvê-las como se fossem.

O legislador encontra-se perante uma escolha que deve assumir com clareza.

Se entende que a organização da sociedade necessita de conhecer e distinguir o sexo dos cidadãos, deverá manter essa categoria e definir com rigor aquilo que ela representa. Nesse caso, é contraditório chamar-lhe sexo e, simultaneamente, fazê-lo depender de uma realidade diferente, isto é, da identidade de género.

Se, por outro lado, numa sociedade que pretende assegurar a igualdade entre os sexos, essa classificação deixou de ser necessária para a identificação civil quotidiana, então talvez devamos colocar uma pergunta mais simples: por que razão precisa o Estado de exibir o sexo de uma pessoa no documento de identificação?

Talvez a solução não seja transformar juridicamente o significado da palavra "sexo" para acomodar a identidade de cada um. Talvez seja deixar de colocar essa informação no Cartão de Cidadão, mantendo-a reservada aos contextos em que exista uma razão objetiva e legítima para dela necessitar.

Preservaríamos, assim, duas coisas que não deveriam ser incompatíveis: a liberdade de cada pessoa para viver e expressar a sua identidade como entender e o rigor das palavras que utilizamos para descrever a realidade.

Respeitar a liberdade individual não exige que confundamos conceitos. E reconhecer a realidade biológica não exige que limitemos a liberdade de ninguém.

Mas o que é isto?

 

A Câmara de Lisboa quer pintar os paralelepípedos das ruas?! Hã...?


pintar (!) metade (!) dos paralelepípedos das vias hoje ocupadas com carros e tuks, com desenhos a imitarem a calçada artística dos passeios

Há muito tempo, também, mas não há tanto assim, que a Rua Garrett se tem vindo a banalizar numa réplica da actual Baixa e na permanente “feira dos trezentos” em que esta se tornou, salvo algumas raras e heróicas excepções num comércio e numa restauração cada vez mais deprimentes, senão de fugir.

A Rua Garrett, “espinha dorsal” de um Chiado em crescente plastificação, dá hoje um triste espectáculo a quem insiste em nela procurar memórias e locais varridos pela “modernidade”. Como se isso não bastasse, a Rua Garrett é hoje um caos de poluição sonora e visual, plantação de múpis, pasto de venda ambulante e ilegal e, cereja no topo do bolo, um foco infecto-contagioso de tuk tuk.

Paulo Ferrero, Público
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Esta descrição do Chiado é uma tristeza porque é verdadeira. Havia tantas razões que me faziam ir ao Chiado: as livrarias (a Férin, a Lello...), a mercearia fina onde ia comprar café, a sapataria Hélio e outras lojas com os balcões antigos em madeira, bem como o ambiente geral do sítio. Agora, passo por lá uma vez por ano a caminho de outro sítio qualquer e de cada vez o ambiente é mais feirante. Uma pena. 

Sais do partido comunista mas não consegues extirpar o comunismo de ti




Este senhor especialista em música, comunista e ex-secretário de Estado do governo de Sócrates queixa-se da Europa já não subscrever de cruz textos com slogans ocos que ele repete aqui, como por exemplo, criar condições para que as culturas floresçam e interajam livremente em benefício mútuo e outros do género. Ele queixa-se que há agora uma cultura de ódio que fanatiza as crenças sem olhar para si mesmo, fechado que está nestes slogans ocos que contrariam a realidade dos factos e das evidências de culturas que fomentam o ódio e a violência, com planos (e práticas) confessos e públicos de destruição da cultura europeia. Portanto, ou ele é tão fanático na sua crença que não vê o que todos os dias acontece na Europa de ataques aos seus valores democráticos, à coesão social e à sobrevivência enquanto projecto ou vê mas acha bem essa destruição e advoga que continuássemos por esse caminhos de olhos vendados. 
Porque haveríamos de querer o florescimento da cultura teocrática do Afeganistão? Ou do Irão? Ou da Arábia Saudita? Ou de outros países do género com regimes de ideologias totalitárias que mostram o pior da espécie humana? E, mais ainda, porque haveríamos de querer que trouxessem para aqui esses projectos de destruição humana? Ou este homem acha aceitável o modo como esses regimes com culturas teocráticas-totalitárias exploram, escravizam e destroem as mulheres e qualquer voz dissidente e os enforcam, decapitam, mutilam, violam apenas por não terem um pano na cabeça ou por estarem numa manifestação, tudo em nome da idolatria a um guerreiro do deserto a quem chamam profeta? 

A Europa precisa de verdade e reconciliação


Vinte anos passados sobre a Convenção sobre a Proteção da Diversidade das Expressões Culturais, os valores aí defendidos parecem ter-se sumido do discurso e da ação de quem tanto por eles se bateu.

Mário Vieira de Carvalho 
Público

Data de há 20 anos a Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Acompanhei de perto o processo, pois coube-me representar o governo português na 33.ª Conferência Geral da UNESCO, que a adotou (Paris, 20 de outubro de 2005).

Então, a União Europeia falou a uma só voz na defesa dos “objetivos” da convenção: criar condições para que as culturas floresçam e interajam livremente em benefício mútuo; encorajar o diálogo intercultural a favor de uma cultura da paz; desenvolver a interação cultural, no espírito de construir pontes entre os povos; promover o respeito pela diversidade das expressões culturais e a consciencialização do seu valor nos planos local (...)
Mas, 20 anos passados, os valores defendidos pela convenção parecem ter-se sumido do discurso e da ação de quem tanto por eles se bateu, a começar pela UE e outros países europeus.
(...)
Que aconteceu à magnifica humanitas que ainda sorria nas entrelinhas da convenção? Como foi possível passarmos da promoção do diálogo intercultural para a promoção de uma cultura de ódio, que identifica imigrante com delinquente, desumaniza o outro étnico como outro inferior, fanatiza as crenças, persegue as minorias, balcaniza os Estados, reduz a cidadania plena a privilégio exclusivo duma religião, etnia, “raça” ou cânone linguístico?
(...)
A Europa já teve a sua conta de nacionalismos exacerbados armados até aos dentes. Já teve a sua conta de valas comuns e de cemitérios de heróis (...)


September 05, 2026

"A Change Is Gonna Come"

 


Uma pedrada no charco



(só acrescento que com este governo continua «tudo como dantes, quartel-geral em Abrantes»)


E a declaração de responsabilidade?

Há uma pergunta incómoda que este gráfico não faz: “Quantos destes países chegaram aqui, pelo menos em parte, seguindo o receituário que a própria OCDE promoveu durante anos?”

João Marôco

Há uma pergunta incómoda que este gráfico não faz: “Quantos destes países chegaram aqui, pelo menos em parte, seguindo o receituário que a própria OCDE promoveu durante anos?”

A OCDE descobriu, finalmente, o declínio das aprendizagens.

E está tão preocupada que anda a espalhar este gráfico por todas as redes sociais:




Só se esqueceu de acrescentar uma coisa: a declaração de responsabilidade.

Porque há uma pergunta incómoda que este gráfico não faz: "Quantos destes países chegaram aqui, pelo menos em parte, seguindo o receituário que a própria OCDE promoveu durante anos?"

Em Portugal, não estamos a falar de uma relação meramente académica.

A própria OCDE avaliou o projeto-piloto de Autonomia e Flexibilidade Curricular. E o então ministro Tiago Brandão Rodrigues explicou publicamente, ao BLICO, que as recomendações dessa avaliação contribuíram para o modelo que viria a ser generalizado.

Em Portugal, depois de uma longa trajetória de melhoria, a tendência inverte-se a partir de 2015. Em leitura e ciências, a queda já é visível em 2018, antes da pandemia. Em matemática, torna-se particularmente acentuada em 2022.




Não é uma prova de causalidade. A pandemia teve, certamente, um impacto importante. Mas não explica aquilo que aconteceu antes dela. E a inversão da tendência ocorre precisamente no período em que o novo paradigma curricular começa a ser generalizado — depois de o governo reconhecer a influência das recomendações da OCDE no seu desenho.

Depois vieram as extinções das provas finais do 4.º e 6.º ano, as "Aprendizagens Essenciais", a autonomia e flexibilidade curricular, a redução do peso dos conteúdos e a mudança de paradigma curricular.

O então ministro da Educação não apresentava estas mudanças como experiências marginais. Dizia que a autonomia e flexibilidade curricular eram ferramentas para melhorar as aprendizagens, combater o insucesso escolar e aumentar a equidade. E garantia que as recomendações dos peritos da OCDE tinham contribuído para o modelo que estava a ser generalizado.

Tudo apresentado como modernização, inovação e resposta às exigências do século XXI.

Mas há uma pergunta que já não pode ser evitada: o novo paradigma produziu os resultados que prometia?

A OCDE pode ter muitas virtudes. Mas uma organização que influencia tão profundamente as políticas educativas não pode recomendar um caminho, acompanhar a sua implementação e, anos depois, limitar-se a publicar o gráfico do desastre sem fazer a pergunta mais importante: "Teremos recomendado mal?"

Se correr bem, será mérito das reformas. Se correr mal, será culpa dos telemóveis, da pandemia, dos professores, dos alunos ou da sociedade.

A OCDE pode ter muitas virtudes. Mas uma organização que influencia tão profundamente as políticas educativas — e um governo que transforma essas recomendações em política pública — não pode recomendar um caminho, acompanhar a sua implementação e, anos depois, limitar-se a publicar o gráfico do desastre sem fazer a pergunta mais importante: "Teremos recomendado mal?"

E, se as recomendações estavam certas, perceber por que razão os resultados não corresponderam às expectativas. Se estavam erradas, reconhecê-lo. E, se o problema esteve na forma como foram transformadas em política pública, assumi-lo — e, mais importante ainda, corrigi-lo.

Essa é a declaração de responsabilidade que falta.

Dia 8 saberemos.

Hey, Vlad

 


Futurações

 

A Europa daqui a 100 anos.


1ª hipótese

Os países investem a sério na qualidade da educação pública: qualidade dos currículos, qualidade da formação dos professores, democratização do sistema.

Os países investem na defesa e na polícia para se defenderem das ameaças externas e aumentar a segurança interna diminuindo o crime. 

Apostam na luta contra a corrupção fortalecendo as instituições e reintroduzindo critérios de selecção por mérito.

Fecham a torneira aos imigrantes ilegais, asseguram activamente a secularidade das democracias, o funcionamento da Justiça e a rejeição dos imigrantes que têm sistemas de valores e práticas anti-democráticas e de não-integração.

Teremos menos pessoas, logo menos trabalhadores mas melhores trabalhadores. 

A aposta no bom uso da Inteligência Artificial e da robótica permite ter indústria e certos tipo de serviços com menos pessoas e, logo, menos custos, menos necessidade de certo tipo de produtos de consumo humano.

A UE une-se mais para resolver os problemas das pessoas reais.

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2ª hipótese

Os países continuam a extremar-se, tanto à direita como à esquerda, por falência da eficiência e operacionalidade dos governos do centro democrático.

Continuam a permitir a entrada massiva e descontrolada de imigração ilegal anti-democrática e anti-europeia e a sua infiltração em todas as instituições, desde a educação e a justiça até à legislação.

Permitem sociedades paralelas de imigrantes de 1ª ou 2ª geração a funcionar à margem da lei, com leis próprias anti-democráticas, anti-europeias e violadoras dos direitos humanos.

Os países governados pela extrema-esquerda evoluem para ditaduras ou autoritarismos comunistas, à maneira da China ou teocracias islâmicas, os governados pela extrema-direita evoluem para ditaduras evangélicas ou para-militares.

Eventualmente, alguns países entram em guerilha civil.

A UE desagrega-se.

A Espanha, então com uma maioria de religião islâmica infiltrada nas instituições, tenta novamente invadir e capturar Portugal.


A nova-esquerda defensora do islamismo



@visegrad24

Um estudante holandês de 14 anos ficou a lutar pela vida depois de dois adolescentes sírios, de 15 e 16 anos, o terem atacado em Grijpskerk, na Holanda.

Dion van den Berg estava a sair de uma piscina quando os dois adolescentes o atacaram com um golpe violento no pescoço.

A artéria do pescoço de Dion rompeu-se, fazendo com que um coágulo sanguíneo chegasse ao cérebro e provocasse um AVC. Ficou paralisado de um lado do corpo e foi levado às pressas para o hospital com ferimentos que colocavam a sua vida em risco.

O suspeito de 16 anos tinha-se juntado à turma de Dion alguns meses antes. A escola tinha dito aos alunos para não reagirem quando o rapaz apresentasse comportamentos preocupantes, incluindo bater nos colegas «sem motivo aparente», porque ele tinha passado por muitas dificuldades na Síria e estava a passar por um momento difícil.

Mona Eltahawy sobre as ocidentais que usam e defendem o véu

 

«As mulheres ocidentais que usam o véu contribuem para a escravização das mulheres noutras partes do mundo, para quem o véu é mandatório e uma restrição religiosa de liberdade.»

- Mona Eltahawy, uma mulher egípcia obrigada a usar o véu durante 9 anos 

 

🎯

 

As mulheres são avisadas para não irem sozinhas para países como o Afeganistão, o Irão, a Arábia Saudita e outros países islâmicos por serem extremamente perigosos. Então, porque razão se haveria de deixar vir para cá homens desses países?


A nova-esquerda, extremista

 

«Os progressistas assumem posições que os fazem parecer bem e sentir-se bem consigo mesmos — e demonstram muito pouco interesse pelas consequências reais das suas políticas para os outros, mesmo quando as suas políticas deixam um rasto de devastação.»

— Thomas Sowell


 

O islão explica-se a si mesmo

 

São estas pessoas que nova-esquerda defende nos meios de comunicação social todos os dias.


O mapa de que ele fala é este

 

Os gangs de violadores em Inglaterra operam em rede e o 'henetworkmap' publicou o mapa.

São famílias de islamitas a operar em rede e já chegaram à Irlanda. 

"O «Network Map» é a maior e mais abrangente colecção de dados sobre gangues de aliciamento e violação que existe. Trata-se de uma vasta compilação de todas as fontes disponíveis relativas a autores, famílias, empresas e figuras proeminentes, como funcionários públicos, directamente envolvidos nas actividades destes gangues. Trata-se de redes de confiança envolvidas e apoiadas por um sistema mais vasto de crime organizado, que vai desde as drogas, a violência e o tráfico até ao extremismo religioso, à corrupção e à fraude. Isto está a acontecer à escala nacional. Os dados foram verificados."



Temos que pôr os olhos em Inglaterra e tirar lições

 

Os ingleses levaram tanto tempo a falar contra as violações de raparigas inglesas com medo dos islamitas e medo de serem cancelados pela esquerda que agora que começaram a falar e a querer saber, estão num ponto de ruptura interna: ingleses contra ingleses. Temos que pôr os olhos em Inglaterra e tirar lições para não chegarmos a este estado. Não permitir aqui enclaves. Nenhum sítio pode ser capturado por islâmicos e transformado numa ilha onde os portugueses e outros não-islâmicos não entram com medo. Ou ter a polícia a esconder os números e os dados dos crimes, para não ofender os criminosos ou para o povo não falar contra os criminosos.

Na Dinamarca separam os grupos e não deixam que cresçam até dominarem cidades como acontece na Suécia, Inglaterra, França, Holanda. Total intolerância à lei da sharia. Em Birmingham há um projecto de lei para prender até 6 anos qualquer um que exponha a bandeira inglesa publicamente. As outras bandeiras -islâmicas, da Palestina, Paquistão, etc- são bem vindas. Parece uma piada mas não é. 

Nas escolas devia ser proibido usar hijabs como já acontece em França, depois de rapazes islamitas entrarem nas escolas tapados e decapitarem professores ou atacarem-nos à faca ou entrarem atrás de raparigas para violações. 

Devíamos adoptar o código de Singapura que proíbe e restringe discursos, pregações e grupos religiosos considerados intolerantes para com outras religiões ou grupos sociais, ou ameaçadores à coesão e equilíbrio social do país. Expulsam-nos. 

A má imagem dos islamitas não se deve a saber-se dos seus crimes. Deve-se a cometerem os crimes graves e a serem acobertados por governos e pela justiça em muitos países.

Isto é no Michigan

 

A Assembleia Geral da ONU vai realizar uma homenagem solene ao ditador do Qatar

 

O Islão explica-se a si próprio

 

Estas pessoas não são a extrema-direita

 

Estas pessoas são o povo que vai assistir a um jogo da bola. São as pessoas normais fartas da insegurança imposta pelos governos de extrema-esquerda através do apoio e incentivo ao constante assédio e agressividade da imigração islâmica e pró-Hamas na Europa cuja importação defendem com unhas e dentes. Uma parte da esquerda extremou-se ao ponto de defender a censura, o fim da liberdade de expressão, o fim da liberdade das mulheres e até a prisão para as vozes discordantes. No entanto, a maioria das pessoas não quer extremistas  como se vê agora em Espanha.


Europa contra a teocracia

 


Europa contra a teocracia