October 07, 2026

Time to wake up

 

Quando se trata de anti-semitismo, a baixeza moral do Jornal Público nunca desilude



No dia em que os palestinianos cometeram actos atrozes contra os israelitas, o Jornal Público escolhe vitimizar os agressores e demonizar as vítimas.

Apesar do cessar-fogo, Gaza continua a ser um sítio onde apenas se sobrevive

Três anos depois de 7 de Outubro, continuam os ataques, o viver em tendas, sem electricidade, e Israel continua a proibir a entrada desde painéis solares a brinquedos para crianças.
7 de Outubro de 2026




Uma noite em Kyiv

 

Sanções de longo alcance

 

Neste preciso momento, um incêndio gigantesco assola a estação «Samara» do LPDS, na região de Samara (Rússia). Esta estação é o centro nevrálgico da recepção, armazenamento e posterior transporte de petróleo e alberga um dos maiores parques de reservatórios da Europa. Mais informações em breve.


"Pôr terroristas no mesmo plano moral que as suas vítimas é repugnante" - Kasparov

 

A pressão da ONU para que os israelitas sejam considerados genocidas



Rosa Juer

🚨Alice Wairimu Nderitu era a funcionária da ONU cujo mandato se centrava especificamente na «Prevenção do Genocídio».

Recusou-se a aceder às «exigências repetidas» para declarar que Israel estava a cometer um genocídio. De acordo com o Wall Street Journal, esta posição levou a ONU a recusar-se a renovar o seu contrato.

Contrariamente ao que tem sido amplamente afirmado, «as Nações Unidas nunca condenaram Israel por genocídio».

-As alegações, que classificam a guerra de Israel contra o Hamas como genocídio, surgiram pouco depois de 7 de Outubro. 

Por exemplo, a 19 de outubro de 2023 — doze dias após o massacre perpetrado pelo Hamas e antes do início da operação terrestre de Israel em Gaza — os Relatores Especiais da ONU já alertavam para o «risco de genocídio». A 28 de outubro, Craig Mokhiber, diretor do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, conhecido pelas suas inúmeras declarações anti-Israel, foi mais longe ao descrever Gaza como um «caso clássico de genocídio».

- Os crimes já estavam predeterminados!

Com base na sua experiência noutros conflitos, Alice Nderitu revelou que as pressões a que foi sujeita no seio da ONU para acusar Israel de genocídio foram «sem precedentes»:
-Fui assediada e intimidada dia após dia, o que nunca me tinha acontecido em nenhuma outra guerra.
A falsa narrativa do genocídio foi reforçada pela «retórica hiperbólica» dos responsáveis da ONU, em «contradição flagrante com factos objectivos facilmente acessíveis».

- A 22 de Novembro de 2023, o vice-secretário-geral da ONU, Martin Griffiths, afirmou erroneamente à CNN que a situação humanitária em Gaza era «a pior de sempre» e que «morreram mais crianças neste conflito do que em qualquer outro».

-O sucessor de Griffiths, Tom Fletcher, instou o Conselho de Segurança, em Maio de 2025, a «impedir o genocídio» em Gaza. Uma semana depois, numa entrevista à BBC, afirmou que, devido às restrições israelitas, «14 000 bebés em Gaza morreriam nas próximas 48 horas».

- Uma «grosseira distorção das estimativas do IPC», que afirmavam que «seriam registados até 14 100 casos de desnutrição em crianças com idades compreendidas entre os seis meses e os cinco anos no ano seguinte — e não 14 000 bebés a morrer em 48 horas». Esta declaração tornou-se imediatamente viral e, alguns dias depois, após condenação generalizada, Fletcher expressou o seu «pesar» por esta afirmação falsa!!!

A ânsia de certos responsáveis da ONU em validar a acusação de genocídio tornou-se evidente em Janeiro de 2024, quando 23 Relatores Especiais da ONU afirmaram falsamente que «o TIJ considerou que os atos de Israel poderiam constituir genocídio».

-Joan Donoghue, então Presidente do TIJ, esclareceu posteriormente que «o Tribunal não tinha chegado a tal conclusão». Ela salientou que «a interpretação simplista que surge frequentemente, sugerindo que existem elementos plausíveis de genocídio, não reflecte a decisão do Tribunal».

-Em Setembro de 2025, «os meios de comunicação social de todo o mundo anunciaram que a ONU tinha declarado Israel culpado de genocídio». Este anúncio baseou-se num relatório da Comissão de Inquérito da ONU, composta por três membros cuja credibilidade já se encontrava gravemente comprometida devido aos evidentes preconceitos e comentários anti-semitas de alguns deles.

-Este relatório foi «refutado pela UN WATCH», que destacou inúmeras falhas nas provas apresentadas.

A UNRWA participou no massacre de 7 de Outubro

 

7 de Outubro - aniversário sinistro

 

Imagens horríveis que mostram duas meninas a correrem para salvar a vida enquanto um palestiniano as persegue como se fossem presas.

Ele alvejou a primeira menina pelas costas enquanto ela tentava desesperadamente fugir. A segunda ficou paralisada, virou-se e implorou-lhe que não a matasse.

Ele executou-a na mesma, sem a mais pequena hesitação.

Foi isto que os palestinianos de Gaza fizeram a 7 de outubro.


 

A Rhotko silence




Nigel Danson Landscape Photographer 

O que é uma educação de excelência?

 


Singapura. Escola pública. 5 professores na sala de aula. Um para ensinar, outros para ajudar os alunos, um para observar e ajudar o professor a melhorar. Não usam telemóveis sem orientação e vigilância para ir à IA substituir o seu desenvolvimento cognitivo e copiar ou para estarem divertidos nas redes sociais, mas sim para aprender a usar as potencialidades dos meios digitais. 

Pais direccionados para o sucesso do estudo dos filhos e não para atacar educadores. Escolas engajadas nos professores e na qualidade do seu trabalho. Alunos que estudam, fora da escola, em centros de apoio, muito bons, nos anos de exame. Este regime é o que põe os estudantes de Singapura no topo. Este regime duro passa-se nos anos de exame porque nos outros há menos pressão. 

Podemos criticar e dizer que estas crianças têm uma infância com muita pressão de estudos, com pouco tempo para brincar, mas a questão é: não se pode ao mesmo tempo querer que a escola seja um sítio de entretenimento e prazer e que seja um local de aprendizagem excelente ou bastante bom ou até apenas bom. É preciso investir na escola pública. Não pode ser um depósito de crianças, uma esponja de absorção de nacionalidades e culturas diferentes deixada totalmente em cima de professores sozinhos. Vemos que aqui há um grande investimento nos professores. Estes professores de Singapura ganham 10 mil euros no topo da carreira. É uma profissão muito valorizada. E há uma grande colaboração dos pais com a escola.

Claro que nem todos os pais querem que os filhos ingressem em colégios de topo mas os que querem sabem que têm de ser dedicados e colaboradores e não sabotadores. E o Estado também não é sabotador, pelo contrário.

Aqui na Europa, como vemos por estes dias em França, os alunos queixam-se de não poder dormir nas aulas, de não poderem estar a divertir-se no telemóvel, de terem TPCs, os pais queixam-se dos professores não transformarem filhos mal-educados em alunos excelentes e até os representantes locais vêem para a rua com os adolescentes bater em professores e polícias e incendiar escolas. 


Costa & Associados

 

Grávidas da Ásia, serviços sobrecarregados e dívidas por pagar. Médicos e gestores hospitalares criticam turismo de saúde "fora de controlo"

Obstetrícia e oncologia estão entre as áreas mais pressionadas pelo turismo de saúde, sobretudo por utentes vindos do Indostão e dos PALOP. Médicos alertam que fenómeno está fora de controlo.
https://observador.pt/
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Nós estamos a pagar impostos para que estrangeiros venham cá tratar-se de borla. 

October 03, 2026

Como ler notícias e textos de opinião nos jornais portugueses

 

É preciso ler o que as palavras dizem e o que não dizem. Exemplificando


O Rei da Jordânia e o teste de Portugal no Conselho de Segurança

Victor Ângelo
Conselheiro em Segurança Internacional. Ex-secretário-geral-adjunto da ONU (ou seja, tachista profissional do séquito do catedrático em tachos)

A política externa portuguesa tem o hábito de esperar. Espera que Washington, Bruxelas, Paris ou Berlim decidam o que se elogia, o que se condena e o que se deixa passar em silêncio. Em setembro de 2025, ao reconhecer o Estado da Palestina, Lisboa mostrou que consegue decidir sozinha. Falta confirmá-lo. O discurso do Rei Abdullah II na 81.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, a 22 de setembro de 2026, dá-lhe a ocasião. Ora, cá está o senhor a falar enquanto sicofanta pensando que somos todos estúpidos, como é apanágio dos tachistas profissionais e julgando que não sabemos que o lugar no Conselho de Segurança não veio de borla.

A diplomacia prefere a ambiguidade. O Rei recusou-a. Durante décadas, afirmou o Rei, a comunidade internacional geriu o conflito israelo-palestiniano em vez de o resolver, tratando cada violação como provisória até o provisório se tornar permanente e o permanente se converter em política. Para ele, Gaza e a Cisjordânia são duas frentes de uma só estratégia israelita: tornar inviável um Estado palestiniano. Em Gaza, a destruição visa apagar a vida palestiniana. Na Cisjordânia, colonatos, apropriação de terras, demolições e expulsões passaram a ser um objetivo político. Isto tem piada porque a maioria da Palestina foi roubada pela Jordânia. Em 1920, a Palestina era assim:

Como se vê, não há Jordânia. Existem árabes e judeus que não se entendem.
Em 1921, Churchill pede ao Emir Abdullah ibn Hussein para conter as revoltas tribais a Este do rio Jordão e dá-lhe o nome administrativo de Transjordânia, como se vê aqui em baixo. Era suposto essa tarefa do Emir durar seis meses. Porém, dado que os árabes e os judeus estavam em permanente conflito sem se entenderem, logo nos anos 30 a Inglaterra começou a falar de partição da Palestina em dois países independentes. Os judeus foram-se conformando a essa ideia mas os árabes foram sempre contra.
O assunto foi-se arrastando e entretanto veio a 2ª Grande Guerra. Após o extermínio dos judeus pelos nazis, dar um Estado aos judeus para que nunca mais fossem párias sujeitos à perseguição tornou-se um imperativo e procedeu-se à partição da Palestina. Entretanto, o Emir Hussein resolveu ficar com a parte administrativa que lhe tinha sido confiada para pacificar os árabes e tomou-a para si como o nome de Transjordânia. Os ingleses fizeram aleatoriamente do rio Jordão uma fronteira. Nessa altura, o assunto da partição já estava na ONU.
Portanto, quando chegou à altura da partição, o território já era muito pequeno porque Hussein tinha-se apropriado de todo o Leste da Palestina e tinha-se declarado rei. Mais tarde mudou-lhe o nome para Jordânia, simplesmente. (O actual rei chama-se Abdullah Hussein II)
Os árabes não aceitaram que os judeus voltassem à sua terra passados 2000 anos e levantaram-se em guerra contra os judeus, em 1949, altura em que a Hussein ainda anexou a Cisjordânia, com 3 milhões de palestinos.
Portanto, porque é que este ex-adjunto do SG na ONU, não pede antes à Jordânia para devolver a terra roubada da Palestina? Porquê? Provavelmente porque a Jordânia é árabe muçulmana e este senhor mais os outros defensores de regimes teocráticos islâmicos da ONU querem mesmo é expulsar os judeus e torná-los de novo párias sujeitos a constantes pogroms.




Recordou que a Iniciativa de Paz Árabe de 2002 continua válida: normalização em troca de paz e de um Estado palestiniano. Denunciou a ajuda humanitária usada como instrumento de pressão e avisou que o enfraquecimento das instituições multilaterais ameaça a segurança de todos. A inação, disse, é uma escolha, porque existem sanções, congelamento de ativos e isolamento diplomático, já aplicados noutros casos. Apontou o «apetite expansionista» israelita (vindo do descendente de Hussein, isto é para rir) e citou a Síria como um alerta: incursões repetidas e factos consumados, incluindo em torno de recursos hídricos vitais.

O essencial do discurso assenta no direito internacional. (mais riso, vindo isto da parte de Hussein) A transferência forçada de populações é proibida pela Quarta Convenção de Genebra e constitui um crime de guerra segundo o Estatuto de Roma. A aquisição de territórios alheios pela força viola a Carta das Nações Unidas.  (foi exactamente o que fizeram os Hussein quando anexaram a Cisjordânia) A Resolução 2334 (2016) do Conselho de Segurança declarou sem validade jurídica os colonatos. Em julho de 2024, o Tribunal Internacional de Justiça concluiu que a presença israelita nos territórios ocupados é ilegal e que os Estados devem abster-se de a apoiar. O Conselho de Segurança consagrou os dois Estados em 2002.

Portugal não tem no Médio Oriente o passado colonial das grandes potências. Tem séculos de contacto com o Islão, na língua, na azulejaria e na toponímia, e relações antigas com as culturas islâmicas de África, do Índico e da Ásia.  (aqui invoca os azulejos e a nossa colonização pelos muçulmanos para nos pormos do lado deles) Pode ser ponte, desde que a faça com Estados que respeitem o direito internacional. (portanto, isso deixaria a Jordânia de fora) Portugal tem, aliás, um interesse direto: a estabilidade do Mediterrâneo pesa decisivamente sobre as migrações, a energia e a segurança do flanco sul da Europa.

A Jordânia é um interlocutor estável, acolhe uma vasta população de refugiados palestinianos e exerce a custódia dos lugares santos islâmicos de Jerusalém.  (tudo pelos islamitas, tudo contra os israelitas) Não é uma democracia, e ninguém precisa de fingir que é. Cumpre, porém, em política externa, o critério do direito e do multilateralismo melhor do que alguns parceiros habituais. (não é uma democracia mas isso que interessa? Não são judeus)

A coerência será posta à prova quando Portugal ocupar o seu lugar no Conselho de Segurança, em 2027 e 2028. Dois anos de votos, declarações e abstenções ficarão registados. (aqui faz ameaças. Em nome de muçulmanos? Vão-nos fazer mal se não votarmos por eles?) Ao Governo caberá conduzir a política externa. O Conselho de Estado, órgão de consulta do Presidente da República, (aqui fala no PR que ele sabe ser da nova-esquerda clone de Guterres) deve ser chamado a opinar sobre as linhas gerais da participação portuguesa nas questões mais sensíveis. Na Assembleia da República, a Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas fará o escrutínio das posições assumidas, para que o mandato no Conselho de Segurança não se reduza a um alinhamento acrítico com outros governos.

Proponho três gestos, por ordem crescente de exigência. (todos estes gestos são de repúdio aos israelitas e submissão aos islamitas - nenhum dos gestos de Portugal enquanto ponte, nas palavras deste tipo, inclui Israel)

O primeiro é convidar o Rei Abdullah II para uma visita oficial nos próximos meses. A última visita da monarquia jordana a Lisboa foi em março de 2009. O convite compete ao Presidente da República, em concertação com o Governo. Feito agora, à entrada no Conselho de Segurança, diz ao mundo com quem Portugal quer falar e o que considera prioritário. Em maio, o ministro Paulo Rangel disse ao seu homólogo jordano que os dois países partilham uma visão política muito semelhante. O convite ao Rei daria a essa convergência um timbre de Estado.

O segundo é propor que a Jordânia integre a CPLP como observador associado, estatuto que o Catar já tem. A decisão pertence à Comunidade, mas a iniciativa pode partir de Lisboa. Um Estado árabe de referência ligaria a CPLP ao mundo islâmico, num espaço lusófono que inclui comunidades muçulmanas relevantes, como as de Moçambique e da Guiné-Bissau.

O terceiro é levar a solução dos dois Estados da retórica à ação. Em Bruxelas, Portugal deve defender condicionalidades efetivas para quem as inviabiliza na realidade. Na prática europeia, a palavra sanção continua a ser tabu quando o destinatário é Israel: a União afirma um princípio no papel e tolera o contrário no terreno, mesmo perante um chefe de Governo procurado pelo Tribunal Penal Internacional. Em Nova Iorque, Portugal deve manter o tema na agenda e votar segundo o direito, não segundo um reflexo de bloco.
(onde é que está aqui a Ponte? Em lado algum)
A Jordânia tem limites, interesses de regime e dependências, e nenhuma análise séria os ignora. Mas um discurso que nomeia os factos, invoca os instrumentos jurídicos precisos e liga a Palestina à segurança regional dá a Portugal uma âncora que a ambiguidade ocidental deixou de dar.

Se Portugal se limitar a ser um voto previsível, alinhado por reflexo e calado por conveniência, o reconhecimento de 2025 ficará como episódio isolado. O Rei recordou que a atenção é um recurso geopolítico e que o mundo escolhe onde a concentra. Quem vai integrar durante dois anos o Conselho de Segurança não pode fingir que não ouviu o discurso.

(o texto deste homem é um texto de preconceito e ódio aos israelitas -ditado pelo anti-semita mor?- e submissão aos árabes islamitas, ao ponto de pregar a virtude de um Estado autoritário contra a democracia.)

Sacripantas unidos.


Professores

 


October 02, 2026

Dmitri Hvorostovsky

 

Um horizonte de esperança: ter havido uma voz destas. Viva. E ter havido alguém a imaginar esta música.

Sem palavras



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Não consigo pôr aqui o vídeo, mas na Carolina do Sul um punhado de homens votou uma lei que obriga uma rapariga ou mulher a ter o filho de uma violação, mesmo que seja de incesto, mesmo que o feto tenha uma anomalia mortal e morra dentro dela tem de levar a gravidez até ao fim e se não o fazer vai presa e qualquer pessoal de saúde que ajudar qualquer rapariga ou mulher também vai preso e perde a licença. Portanto, uma lei que obriga a abandonar as raparigas e as mulheres sozinhas à sua sorte.

Um senador, um único, chamado Davis, levanta a voz contra a lei e diz a verdade sobre a obscenidade e extrema crueldade da lei. Mas a lei passa na mesma.

A crueldade e malvadez destes homens para com as raparigas e as mulheres... e a arrogância narcísica com que se acham no direito de legislar o corpo das mulheres e condená-las à vigilância e terrorismo de Estado. Só homens nesta sala a decidir sobre o corpo e a vida das mulheres. Pensam-se deuses. Dispõem da vida das raparigas e das mulheres como Putin dispõe da vida dos russos que atira para a morte.

Nestes dias estive a fazer uma formação sobre a teoria/terapia de Viktor Frankl, um médico psiquiatra interessado em Filosofia, um judeu austríaco com uma carreira fulgurante até que foi parar a Auschwitz. Sobreviveu. A teoria dele tem que ver com a busca de sentido e ele era um optimista. Acreditava que mesmo nas situações mais inhumanas havia sempre um horizonte de esperança. 

Não sei. 

Estes homens não vêem o abuso e violação que representa obrigar uma mulher a este horror? Ou vêem mas gostam do sofrimento e abuso das mulheres? Subjugá-las aos seus desejos sádicos? Querem obrigá-las e abusar delas sem lhes pedir consentimento como é hábito dos violadores. E ai de quem tente ajudar uma rapariga!

Vejo estes homens cruéis e malvados como Eichmanns, só que em vez servirem uma ideologia fanática fascista nacionalista servem uma ideologia fanática religiosa. Porém, é a mesma ausência de pensamento, o mesmo narcisismo embriagado de poder e total ausência de respeito pelo outro, tornado sub-humano, um objecto para o seu sadismo, aqui sendo as mulheres em vez dos judeus. Sem palavras, como diz o senador.


Figuras parentais presentes e positivas

 


Boas notícias da Finlândia

 

🇫🇮 As empresas Nokia e ICEYE vão lançar um sistema de comunicações por satélite soberano — uma alternativa europeia ao Starlink!

https://www.iceye.com/satcom


Sanções de longo alcance

 

Reciprocidade...

 

That's a first

 

É a primeira vez que vejo um muçulmano criticar a violência dos muçulmanos em França, não só nestas turbas de adolescentes mas em geral. Criticar a violência contra a mulher-polícia, contra o que pegou fogo à cara da outra mulher, criticar a violência dos muçulmanos sempre a gritar o nome de Alá. E diz a verdade: quem faz a violência no país são os muçulmanos. Os outros grupos protestam sem violência.