July 29, 2026

5 minutos de Bach por dia nem sabe o bem que lhe fazia


Parece ser uma música mas na realidade são duas. Cada mão toca a sua música e só no final concordam.


"Antonio No Jews No News Guterres"

 

Guterres está sentado na cadeira mais importante para a defesa dos direitos humanos no mundo e foi eleito para isso mas tem passado os anos a defender culturas locais extremamente violentas e violadoras dos direitos humanos mais básicos. Uma nódoa na história da instituição. É um dos paradigmas da nova-esquerda unineuronal.


Todos os dias jovens executado em nome do livro do ódio

 


da pocilga islamita inglesa

 

Porque é que as mulheres têm de viver amortalhadas? Porque nós homens do islão somos uns porcos depravados sem auto-controlo. É o que diz o Alá deles.

Da pocilga pedófila islamita

 

Numa mesquita de Paris

 

Porque é que a esquerda promove estes misóginos? Está farta de viver num país onde as mulheres podem andar no meio da estrada?

Mais uma rapariga condenada à morte pelo livro do ódio

 

Mentalidade palestiniana

 

Ao fim de 70 anos, os filhos dos filhos ainda se consideram refugiados, têm estatuto e benefícios de refugiados. Não, o nosso exército não matou bebés, só soldados. Ah, afinal mataram? Bem, ninguém dos judeu é inocente. Solução de dois Estados? Nem pensar, a terra é só para nós, eles que voltem para os países de onde vieram depois da Segunda Guerra.

Testemunho de um islamo-traumatizado

 

Um ex-muçulmano diz que a islamofobia não existe porque o livro do islão está cheio de éditos de morte e os islamitas seguem-no à risca. Portanto, o perigo do islão é real e o que existe são islamo-traumatizados. Não há nada de irracional ou doentio no receio de uma religião-ideologia que produz este nível de terror por todo o lado em que se implementa. Não há muito tempo os russo quiseram passar a ideia de que ser contra a sua guerra barbárica e a sua mentalidade imperialista era russofobia. Tal como o islão, o perigo da Rússia invadir terras que não são suas, destruir pessoas, arrasar culturas inteiras não é irracional, é prudente.

Alguém está chateado 😅

 


Se ele fizesse isto num país europeu era preso por islamofobia

 

O maior desastre de direitos humanos a acontecer no planeta?

 

A situação das raparigas e mulheres nos países do islão. Não se trata de uma violência contextual, resultado de uma guerra ou de uma catástrofe, por exemplo, mas de violência pensada e organizada pelo Estado. As raparigas e as mulheres são deliberadamente despojadas de quaisquer direitos, mesmo o de olhar e respirar e são mantidas em cativeiro sexual por toda a vida porque o islão manda que as mulheres sejam responsáveis e criminalizadas pelo comportamento lascivo dos rapazes, educados para a incontinência sexual e agressiva de todas as mulheres, sejam irmãs, mães ou estranhas. Isto é equivalente à ideologia nazi. Quem se diz progressista e feminista e compactua com isto mesmo que só pela passividade e silêncio é um/a impostor e não merece a confiança de ninguém, muito menos para estar em lugares públicos a decidir da vida dos outros.




He is not wrong

 

Ele não está errado. Ao mesmo tempo que se educam as crianças e adolescentes na ideia de que são especiais, únicos no mundo, que os seus sentimentos são a verdade da vida e merecedores de toda a validação e serventia de adultos, sejam os pais, os professores ou o lojista do bairro, é-lhes inculcada a ideia de que a cultura em que nasceram é ofensiva e odiosa e que são vítimas de pais e avós esclavagistas. Nasceram com essa mancha indelével pela qual se devem desculpar eternamente. O resultado é uma juventude perdida que ao mesmo tempo que se odeia a si mesma e tem vergonha da sua cultura, vitimiza-se, não tem critérios de pensamento ou de acção e vai atrás de qualquer grupo que os valide emocionalmente. Quem beneficia com isto? Os extremistas, predadores manipuladores. Entretanto importamos em massa pessoas educadas na ideia de que os seus povos eram constituídos por pessoas puras, sem história e sem maldade e que foram estragados pela cultura do europeus, que é odiosa. Também esses são educados para se verem como eternas vítimas que devem ódio e intolerância à cultura que os recebe e às pessoas dessa cultura. Ambos se juntam-se pelo ódio e o vazio, o sentimento de serem uns coitadinhos, umas vítimas sem agência a quem os outros devem eterna serventia e cujo dever é a destruição da cultura opressora. Quem beneficia com isto? Os extremistas, predadores manipuladores. 


🎯

 


O que esta mulher diz aqui é verdade: no dia em que estes islamitas com esta religião medieval guerreira que ainda defende e pratica a pedofilia, a escravatura das mulheres, a morte dos opositores e a destruição da sua cultura tiver lugares políticos significantes em número suficiente, destrói a nossa civilização de respeito pela livberdade e igualdade de direitos e impõe a todos a sua barbárie.

Como diz Lionel Shriver, o casamento entre a esquerda e o islão é absurdo e o pior é que a esquerda não parece aperceber-se disso. Apoiarem uma ideologia que defende a opressão das mulheres, a morte dos homossexuais e da liberdade de expressão, não parece incomodá-los nem um pouco. E ela pergunta-se o que poderão ter em comum estes dois movimentos aparentemente tão diferentes e chega à conclusão que é o ódio. Os islamitas têm ódio ao Ocidente, ódio aos judeus, ódio às mulheres independentes e é isso o que os motiva. As suas manifestações e lutas implicam sempre agressão, seja verbal (morte aos judeus, morte aos gays, morte aos países em que estão a viver), seja física, com actos de terrorismo e a nova-esquerda também hoje-em-dia tem manifestações de ódio aos judeus, ódio aos brancos, ódio ao Ocidente, ódio à direita, e actos de revolta que implicam partir vidros, ocupar casas, atirar tinta ou outra coisa qualquer às pessoas, roubar lojas.

A esquerda habituou-se a ser considerada um movimento superior porque progressivo e a favor da liberdade, dos direitos das mulheres e das minorias e ainda se vêem assim. Mas já não são assim: agora defendem a censura, o cancelamento, a prisão de pessoas que pensam de maneira diferente, o estabelecimento de plataformas para poderem acusar e destruir pessoas que pensam de modo diferente, o apagamento dos direitos das mulheres, a misoginia... enfim, o que une a nova-esquerda e os islamitas é o ódio.

E o pior é que a nova-esquerda com tiques ditatoriais já inclui o que até há pouco tempo era a esquerda moderada dos socialistas democratas. Cada vez menos democratas.

A nova-esquerda unineuronal

 


Neo-colonialistas e neo-racistas: os imigrantes são todos uns coitadinhos burrinhos incapazes, vamos ter empatia e oferecer-lhes uns supermercados com arroz e massa muito baratos. Entretanto, estragam o negócio a esses mesmos imigrantes e nem falam com eles porque lá está, são o Jesus que oferece o milagre dos pães aos pobrezinhos - e com esse dinheiro podiam era comparticipar medicamentos, por exemplo. Mas com esses gigantes da indústria não se metem eles. É o socialismo Rolex.
Zohran Mamdani acaba de ser processado pela própria comunidade de imigrantes que afirma «proteger».
A Multicultural Business Coalition (empresários migrantes da África, Ásia e Médio Oriente) acusa-o de ter criado cinco supermercados financiados pelo Estado, com dinheiro dos contribuintes, que vendem a preços 30% mais baratos, destruindo os pequenos negócios dos imigrantes que trabalham 16 horas por dia.
E o mais descarado de tudo: Mamdani nem sequer se dignou a sentar-se à mesa com eles.
Primeiro, aumenta-lhes os impostos; depois, cria concorrência desleal para eles com fundos públicos; e quando os imigrantes que constroem esta cidade se queixam, o «defensor do povo» bate-lhes com a porta na cara. Fox News

Masih Alinejad sobre a exportação do terrorismo islamista para a Europa e para o mundo

 

A ideia de que deve esconder-se que os ataques terroristas são de islamitas para que a extrema-direita não vá ganhar votos explica como chegamos aqui: em vez de criar condições para não importar terroristas e para lutar contra o terrorismo do islamismo, escolhe-se não fazer nada e depois calar a realidade para que o povo não se revolte. Como se as pessoas não vivessem na realidade e não percebessem que os governos não mexem uma palha e preferem a censura que a resolução dos problemas.

Entretanto, uma mulher foi condenada por dizer que homens são... homens e não mulheres


E condenar a sua participação em desportos femininos. Isto é a censura da ciência, do direito de expressão e do próprio pensamento. É a nova-esquerda unineuronal com tendências explicitamente fascistas de perseguição e destruição de dissidentes do pensamento único obrigatório.


@reduxx
A women's rights campaigner in Australia found guilty of "vilifying" two trans-identified males has lost her appeal. @KirralieS has been ordered to pay them $95,000 for referring to them as "men" and condemning their participation in female sports.

Homens assustadores vão encher-se de químicos para segregar uma cena para alimentar um fetiche

 

Um fetiche de querer um bebé a chupar-lhe os mamilos. Isto não é no interesse dos bebés, irem ser usados, irem chupar mamilos de homens com uma secreção qualquer cheia de químicos porque certos trans-homens que querem ser visto como mulheres não aceitam um não como resposta e querem que o mundo valide os seus egos problemáticos.


Começar o dia com um filme de horror

 

Acordei cedo, liguei a TV e estava a passar o filme, Men de Alex Garland. Não conhecia o filme. Nenhuma mulher vê o filme, penso, sem se reconhecer, mesmo que em doses diferentes e é muito refrescante saber que há homens, como este realizador, que têm noção de como o comportamento de um grande número de homens é assustador para as raparigas e para as mulheres e transforma o mundo num lugar percebido e sendo, extremamente perigoso para elas.


O filme é sobre uma mulher que fica viúva e vai para o campo para descansar. No meio de uma paisagem idílica, começa a ser perseguida por homens que a certa altura aparecem todos com a mesma cara, indistinguíveis uns dos outros. Os homens são monstros que aparecem nus, cobertos de espinhos agressivos, sempre direccionados para o controlo e a violência sexual, incapazes de vê-la como uma pessoa e de respeitar a sua existência como indivíduo livre, com vontade própria. Ela, na sua imaginação, defende-se com facas.

A dado momento percebemos que as visões dela referem-se ao marido que morreu e que teria sido um tipo violento e controlador. Mas o filme universaliza o comportamento do marido, não como facto objectivo, quer dizer, não como se todos os homens fossem assim, mas como impressão subjectiva das mulheres, dado tantos e tantos e tantos homens serem assim com as raparigas e com as mulheres, sejam conhecidos ou estranhos na rua: perseguem, dizem coisas ordinárias que soam como planos de acção, encostam-se, esfregam-se, olham fixamente com olhares assustadores e lascivos, fazem gestos, importunam, são abusivos, controladores, invasivos e narcisistas violentos nas relações com mulheres.

No filme, o indivíduo que a persegue, a certa altura transforma-se num ser que dá à luz outro homem que por sua vez dá à luz outro e assim por diante e essa sucessão de partos é um modo de o filme nos mostrar que os homens educam-se uns aos outros para serem monstros para as mulheres, mas também que cada 'renascimento' onde esses homens narcísicos e abusivos juram que mudaram e já não vão ser como eram e agora é que vai ser diferente não passa de um parto contínuo de imposturas. 

Vemos o homem que a persegue, depois de uma cena ameaçadora, dizer-lhe, transformado em adolescente, 'magoaste-me, vês o que me obrigas a fazer?' - uma frase típica dos abusadores. No fim do filme o marido aparece e senta-se ao lado dela e diz, 'só queria ser amado'. Portanto, para esses homens, as mulheres só existem em relação a si e não por si mesmas e o seu fim na vida é cumprir a exigência de amor/prazer dos homens.

Vê-se o filme e imediatamente vem à memória a sensação que tivemos e nunca mais nos abandonou completamente, ao entrar na adolescência, de o mundo, de repente, se ter tornado extremamente perigoso por causa dos homens: de como uma simples ida para a escola, uma ida à casa-de-banho na escola ou num restaurante, uma viagem em transportes públicos, uma espera numa fila, uma entrada numa loja, num elevador, são momentos sentidos como ameaçadores a precisar de estratégia prévia, seja de reconhecimento de pontos de fuga, seja de reconhecimento dos homens que ali parecem ser mais perigosos e como afastar-nos deles e não atrair atenção. É por isso que as raparigas não vão a casas-de-banho e outros sítios de vulnerabilidade, sozinhas. E é por isso que a ideia de ter homens a poder entrar e andar no meio das raparigas e das mulheres nas casa-de-banho, vestiários, etc., mesmo quando dizem sentir-se mulheres, é perigosa e assustadora. Muitos desses indivíduos são ameaçadores e todos os que não aceitam não como resposta são assustadores e perigosos.

De maneira que é refrescante ver um realizador perceber como tantos homens transformam o mundo num lugar perigoso e ameaçador para as raparigas e para as mulheres e como tentam anular e calar as mulheres e reduzi-las a objectos de controlo e prazer. Não deve ter sido fácil, sobretudo no que respeita ao juízo dos outros homens sobre si.

Agora que temos na Europa uma quantidade imensa de imigrantes homens que trazem consigo a violência e a degradação sistémica das raparigas e das mulheres, damo-nos conta de como a educação importa porque, apesar de tudo, vê-se a diferença que fez mais de meio século de educação para os direitos universais humanos -que incluíram as mulheres- dos europeus e a educação para o controlo dos machos da religião que esses imigrantes trazem consigo. 

Apesar de serem de países que também assinaram a Carta dos Direitos Humanos, nunca usaram a educação para promover os diretos humanos e continuaram a educar tendo como guia a religião e códigos culturais locais que perpetuam o controlo  e a degradação das mulheres pelos machos. 

Não significa que nas sociedades ocidentais não haja violência dos homens contra as mulheres -este filme mostra-o-, mas é uma violência individual e não estatal. É condenada e combatida pelo Estado e não induzida pelo próprio Estado. Não é incorporada na educação pública como um bem. E, na realidade, embora com avanços e atrasos, teve efeitos positivos na diminuição do sexismo, na melhoria da vida das mulheres enquanto seres autónomos e livres e no comportamento e mentalidade dos homens. 

As mulheres têm acesso a uma vida de liberdade e de oportunidades aqui na Europa e nos países para onde exportou estes valores que em muitas sociedades do mundo nem sonham e são mortas por tentarem lutar por eles.

Enquanto nas sociedades de valores ocidentais se considera que os direitos humanos universais estão acima das questões culturais, as sociedades de valores locais, a maioria teocráticas, consideram que os valores culturais sobrepõem-se aos valores universais. Daí a sua intolerância e recusa de integração em sociedades que respeitam valores universais.

Qual o significado desta diferença? Enquanto nós consideramos que as mulheres devem ser tratadas com o respeito universal que se deve a TODOS os seres humanos, as sociedades que defendem o relativismo cultural absoluto (paradoxo), consideram que as mulheres devem ser tratadas de acordo com a sua cultura e não podem ter acesso a direitos universais. 

Portanto, se és mulher os teus direitos variam consoante a cultura: se nasceste aqui, assume-se que tens direito aos mesmos direitos universais que os homens, mas se nasceste no Irão ou em outro país islamita, assume-se que não estás protegida pelos direitos humanos universais porque na tua cultura não se respeitam as mulheres. 

E se nós, mulheres e homens desta sociedade que te respeita, dizemos que as sociedades governadas por uma religião misógina (não o são todas?) não te respeita, somos acusados de islamófobos ou de complexo de superioridade europeia em nome de um culto ao relativismo cultural intocável dos valores locais, mesmo quando violam grosseiramente os valores universais. 

Já se és homem, em todo o mundo tens direito a ser protegido pelos Direitos Universais.