February 23, 2026

Os Kurdos começaram a mexer-se

 

Inglaterra - a corrupção que foi preciso para esconder 150 mil raparigas vítimas de gangs de violadores islamitas


Durante mais de 15 anos - pelo menos. Lê-se este depoimento com náuseas. A polícia metida nisto e governantes também porque uma coisa destas não acontece sem conivência no poder. O partido trabalhista a tentar impedir o inquérito. Quanta gente meteu dinheiro ao bolso e quantos estão metidos nas violações de miúdas? O mayor de Londres que ainda há meio ano mentiu num inquérito ao dizer que não sabia de nada. e já foi desmentido por dois ou três chefes de polícia. Também há uma grande pocilga em Inglaterra, gerida por paquistaneses.



A Ucrânia não tem mais corrupção que a Inglaterra ou a Espanha

 

Ou ouros países europeus. A Hungria...??? E isto tendo em conta que está em guerra que é uma altura em que os corruptos atacam com força as instituições.

Muhammad Ali

 

Como mostrar a penetração do racismo nas camadas superficiais e subterrâneas da cultura, com grande inteligência e eficiência - nenhuma agressividade ou vitimização.

da pocilga americana

 

O governo federal tem imagens de violações, tortura e morte nos ficheiros Epstein mas escolheu escondê-los e não acusar ninguém dos que aparecem a violar, torturar e até matar, nos ficheiros. E mandou esconder os nomes dos criminosos, que sem dúvida, são pessoas poderosas à frente das instituições que ditam políticas. Entretanto, o nome das vítimas aparece à vista de todos. Este filme chama-se, 'A Grande Pocilga Americana'.


"Um ditador só pode viver num país de escravos."



O brilhante Boris Nemtsov disse isto em 1999, prevendo com precisão o que aconteceria quando Putin chegasse ao poder.
Uma conversa entre um jovem membro da audiência russa e Boris Nemtsov na transmissão de 1999:

Membro da audiência: «Pessoalmente, sou a favor de uma “mão firme”. Não se esqueça de que vivemos na Rússia e para que tenhamos um Estado tão forte quanto os EUA, é preciso que as pessoas talentosas da nossa Rússia não vão trabalhar para o estrangeiro. Elas devem ficar na Rússia. Então, teremos algum tipo de Estado. Ficará claro que é um Estado.»

Boris Nemtsov: «Sabe quantas pessoas foram para o estrangeiro quando os bolcheviques — a ditadura — chegaram ao poder? Sabe quantos milhões de pessoas?”

Membro da audiência: “Não sei o número exacto.”

Boris Nemtsov: “Sete milhões de pessoas partiram. Os melhores russos. A nata da nação russa acabou no estrangeiro. Depois, mataram oito milhões dos melhores camponeses russos quando levaram a cabo a colectivização.
Se pensa que, sob uma ditadura, ninguém poderá partir, está enganado. Eles deixarão todos saírem especificamente para que possam governar. E sabe por quê? Porque um ditador só pode viver num país de escravos.
Se somos escravos, precisamos de uma ditadura. Se somos ovelhas, precisamos de um pastor que nos conduza com um bastão. Portanto, para que um ditador governe na Rússia, muitas pessoas precisam de sair.»

Boris Nemtsov era conhecido pela sua língua afiada e pela sua visão «brutalmente realista» (nas palavras de Ian Bremmer). Nos anos que se seguiram àquele vídeo de 1999, tornou-se um dos críticos mais veementes do «Poder Vertical».
Abaixo estão algumas das suas «previsões» e momentos de debate mais significativos.

A previsão de 2014 sobre a «colónia de recursos».

Pouco antes de seu assassinato, Nemtsov falou sobre as consequências geopolíticas de longo prazo do isolamento da Rússia do Ocidente.

“A política de Putin está a levar a Rússia a tornar-se uma colónia de recursos da China. Ao romper os laços com a Europa e o Ocidente, não estamos a torna-nos mais independentes. Estamos simplesmente a mudar a quem servimos. Vamos vender o nosso gás e petróleo por centavos ao Oriente, enquanto perdemos a tecnologia e os investimentos que realmente constroem um país moderno.”

A tese «Putin = Guerra» (2015)

Nos seus últimos meses, Nemtsov estava a trabalhar num relatório intitulado «Putin. Guerra», que detalhava o envolvimento militar russo na Ucrânia. Ele frequentemente resumia a sua visão do futuro numa equação simples e assombrosa:

«Para mim, estes são sinónimos absolutos: Putin, crise, guerra. Temos de libertar a Rússia de Putin. Porque, se não o fizermos, seremos um país pária, viveremos na pobreza e teremos uma crise que durará anos.»

O aviso «Sem esperança» de 2012

Durante os protestos da «Revolução da Neve» de 2011-2012 em Moscovo, Nemtsov alertou que a janela para uma transição pacífica estava a fechar-se:

«Se Putin voltar à presidência [em 2012], a Rússia não terá esperança para a democracia. O sistema ficará ossificado e a única forma de mudar será através de muita dor e caos. Um líder que permanece no poder durante 20 anos não sai por causa de uma eleição. Sai porque o país entra em colapso.»

Debates famosos: Nemtsov vs. Zhirinovsky

Nemtsov era uma figura constante na televisão dos anos 90, frequentemente entrando em conflito com o ultranacionalista Vladimir Zhirinovsky.

O incidente do sumo (1995): Durante um debate ao vivo no programa Odin na Odin (Um a um), os dois entraram numa discussão acalorada sobre Nizhny Novgorod (onde Nemtsov era governador). O debate terminou com Zhirinovsky a atirar um copo de sumo de laranja na cara de Nemtsov.

Enquanto Zhirinovsky usava o teatro populista, Nemtsov usava estatísticas e teoria liberal. Ele frequentemente argumentava que a retórica da «mão firme» de Zhirinovsky era uma armadilha que acabaria por levar à perda da dignidade básica russa — o mesmo argumento de «escravos vs. ovelhas» do vídeo de 1999.


February 22, 2026

@gennady_tkachenkopapizh

 


Anatomia de uma cena



"A sociedade precisa de diversidade de talentos"

 




"A vida é orgânica e não linear e nem toda a gente precisa de ir para a universidade".

É verdade que enquanto professora é difícil ver jovens intelectualmente dotados e com apetência pelo conhecimento dizerem que querem ser bombeiros. Parece um desperdício, mas a verdade é que as pessoas precisam descobrir os seus talentos.

Ao contrário do que pensam e dizem as pessoas que nunca trabalharam com alunos, nomeadamente no secundário, não é do interesse nem da vontade de todos os alunos irem para a universidade e, como diz este palestrante, também não é do interesse da sociedade.

Muitos alunos não têm nenhum interesse nem respeito pela aprendizagem ou pelo conhecimento. Eu sei que as pessoas em geral pensam que os alunos desinteressados pelos estudos são aqueles que não foram motivados ou algo do género. Não é verdade. Há alunos que não têm interesse e alguns não têm talento ou capacidade para o estudo. Isso é algo que um professor com um bocadinho de experiência vê imediatamente. Há alunos que vêm mal preparados e até desmotivados mas que revelam potencial para a aprendizagem e outros odeiam tudo o que tem que ver com o estudo e não pescam nada de nada - mas põem-nos em cursos de prosseguimento de estudos. 

Há um grupo de alunos que oscila, quer dizer, se os puserem numa turma interessante e trabalhadora eles engrupam-se, por assim dizer, mas se estiverem numa turma desinteressada, também se engrupam, negativamente.

Se calhar têm talentos não académicos que não se descobrem porque os currículos são pobres e pouco diversificados e porque os governantes estão obcecados com pôr toda a gente na universidade, mesmo que tenham de baixar os critérios de entrada ou a exigência dos próprios cursos, ao nível do mais burro.

No entanto, obrigam-nos a estudar até ao 12º ano e eles estão ali a fazer um sacrifício tremendo quando podiam estar a descobrir talentos práticos num curso prático que lhes desse uma possibilidade de vida em vez de irem engrossar a coluna dos nem-nem.

Alguém imagina se tivessem obrigado o Cristiano Ronaldo a ir para a universidade? Eu sei que é um exemplo extremo, mas milhares de jovens adolescentes que se calhar têm talento para uma variedade de trabalhos, estão bloqueados em cursos que não têm nada que ver com eles, nem lhes interessam, nem são bons neles.

Normalizou-se uma linguagem terrorista de Estado por causa deste psicopata

 

Boris Johnson sempre viu bem a questão da Ucrânia

 

A Europa foi desleixada, fraca e hesitante. E havia a questão alemã com Merkele a defender Putin por causa das borlas do gás e do petróleo. A Europa continua a enviar uma mensagem de desleixo, hesitação e fraqueza a Putin e é por isso que ele não pára. Viu essa indecisão em Biden e depois teve a sorte grande chamada, Trump. E mesmo assim a Europa hesita e não envia tropas, não fecha os céus da Ucrânia aos bombardeamentos, não apreende os navios fantasma... o que não se faz fala tão alto como o que se faz.

🎯

 

Esta semana Merz afirmou que vai deixar de subsidiar a UNWRA porque há já muitas provas das suas ligações ao terrorismo.


Rubio: queremos aliados fortes. Não! Não assim tão fortes!!

 


Washington afirma que se «opõe veementemente» a quaisquer alterações à directiva da UE relativa aos contratos públicos que limitem a participação da indústria norte-americana. 
Adverte que a «preferência europeia» enfraqueceria a interoperabilidade da OTAN. 
Invoca compromissos comerciais. 
Cita os Acordos Recíprocos de Aquisição de Material de Defesa. E depois dá o golpe final.
Se a UE implementar regras de preferência europeia, os Estados Unidos irão «rever todas as isenções e exceções gerais existentes às leis Buy American».

Que resposta dar à ameaça de Trump? Se queres que continuemos a comprar as tuas armas, dás à Ucrânia todas as armas que precisa e acabas com os acordos com Putin. Não vamos comprar armas aos EUA para ele fazer acordos com Putin contra nós e proibir que as usemos como fez com a Ucrânia e a Alemanha.

Fui ver quem está agora no blog e fui dar com a rota da seda

 




February 21, 2026

Passam-se coisas no mundo que nós, pessoas normais, nem imaginamos

 

A «Comissão Judicial de Inquérito Sobre O Tráfico de Seres Humanos e o Abuso Sexual de Menores» (https://itnj.org/commission) calcula que todos os anos há, pelo menos, oito milhões de crianças vítimas de tráfico, abuso sexual, tortura e assassinato. Só nos EUA há locais onde se criam bebés sem documentos para poderem ser torturados e mortos sem dar nas vistas.

Este ex-CIA e fundador do Marine Corps Intelligence Command, Robert Steele, diz que a maioria das organizações com crianças começam com boas intenções (como os escuteiros, por exemplo ou as escolas religiosas) mas que atraem pedófilos (Epstein começou por ser um professor primário) que depois sobem nas organizações até as controlarem. O abuso de crianças, diz ele, faz-se numa escala muito maior e sistemática do que imaginamos e esta Comissão foi criada para coligir dados e divulgá-los ao público.

Robert Steel diz que a maioria das bases que os EUA têm no mundo não servem para defesa mas para tráfico de armas, ouro, droga e crianças pequenas.


Os ucranianos são seres humanos

 

Luís Neves ser o novo MAI não me parece uma boa notícia

 

Não tenho grande fé nele. Espero sinceramente estar redondamente enganada porque precisamos de um bom MAI. Porém, das entrevistas que tenho lido com ele, fiquei com a ideia de que não é transparente com os números e os dados e que responde às críticas que lhe fazem com demagogia do género 'é preciso calar gente que quer o caos' e outras pérolas do género em vez de responder seriamente. Dizem que ele foi um bom chefe da PJ. Não tenho informações suficientes para ajuizar isso, mas mesmo que o tenha sido, isso não o torna um bom MAI. Veremos.


Luís Neves é o novo ministro da Administração Interna


Neves passa de director nacional da Polícia Judiciária a ministro da pasta que tutela, entre outras entidades, a GNR e a PSP.



O islamismo é uma doença mental?

 

O que estes homens estão a dizer à polícia é que ela tem de prender os outros porque disseram palavras contra a sua religião e contra o seu profeta. Estas pessoas são vítimas da ilusão de que ninguém pode dizer mal da sua religião e que o mundo inteiro tem de respeitar o ser imaginário por quem vivem, embora eles possam ameaçar matar todos os infiéis e exigir que não se venda porco ou que não se passeiem cães porque o seu profeta, um pedófilo violento que viveu no século VII não gostava de cães... O islamismo é uma doença mental?


Exportar o islamofascismo para o Ocidente

 

Islamofascismo iraniano

 

O New York Post e o NewsNation relatam, citando relatos de testemunhas oculares, que o regime islâmico no Irão cortou os úteros de manifestantes raparigas e mulheres para esconder as agressões sexuais de que foram alvo, violadas diariamente e mortas na prisão, actos que constituem crimes contra a humanidade.

Execuções no Irão continuam a ocorrer, dizem refugiados à NewsNation

Uma refugiada iraniana que falou à NewsNation sob condição de anonimato por medo de represálias disse: «Todos nós que fomos presas fomos vítimas de violação coletiva por homens mascarados, sob a mira de armas e sob as suas zombarias. Eles acreditam que, por as nossas crenças serem diferentes das deles, somos seus escravos sexuais e que podem violar-nos como quiserem».

Alguns dos corpos das mulheres, disse, tinham tido os úteros removidos, numa tentativa de ocultar os crimes sexuais.

«Alguns dos corpos das mulheres que foram devolvidos às suas famílias não tinham útero, para que os crimes não pudessem ser rastreados ou investigados. Para ser honesto, a maioria das famílias não levou o assunto adiante, a fim de evitar ainda mais sofrimento», disse.

A NewsNation obteve imagens de uma manifestante falecida que teria sido morta numa prisão em Bojnord, uma cidade na província de Khorasan, no norte do Irão.

A tortura «sempre foi o método do regime», disse uma fotógrafa iraniana

Shaghayegh Moradiannejad, uma fotógrafa iraniana que fugiu do país há cinco anos para garantir a sua segurança e a da sua família, disse à NewsNation que «sempre foi o método do regime» violar e torturar.

«Durante os interrogatórios, eles apertam os seios (das mulheres), usam linguagem obscena e degradante e submetem-nas a abuso sexual», disse Moradiannejad.

Trump encorajou os manifestantes em 13 de janeiro a continuarem a lutar contra o regime e disse que a ajuda estava a caminho.

Acordo nuclear não vai impedir execuções em curso, dizem refugiados iranianos.

O tenente-coronel reformado Mike Nelson, que tem uma vasta experiência no Comando Central dos EUA, disse à NewsNation que as tácticas de tortura do regime são bem conhecidas.

«Não acho que quaisquer sinais de tortura ou violações dos direitos humanos sejam fora do comum ou algo inesperado para este regime. Os detalhes podem ser difíceis de verificar, mas tortura, maus-tratos e abuso sexual — não acho que nada disso esteja fora do que se pode esperar do regime», disse Nelson.

Nelson acrescentou que um grupo miliciano conhecido como Hashd al-Sha'bi — considerado a polícia de ordem cívica do país — também pode estar envolvido em tortura, acrescentando que eles podem ser mais zelosos do que outras partes do regime.

As fontes que falaram com a NewsNation dizem que o número de mortes durante os protestos está mais próximo de 30.000, mas é difícil chegar a um número exacto.