Sondagem Expresso/SIC: nem 10% dos simpatizantes do PSD acham que o país está melhor
October 30, 2026
Para que interessam as sondagens?
Sondagem Expresso/SIC: nem 10% dos simpatizantes do PSD acham que o país está melhor
August 22, 2026
É difícil ver notícias
Todos os dias 10 ou 20 ataques a raparigas e mulheres. Homens que dizem que são mulheres para invadirem os espaços das mulheres e tentarem ver mulheres a despir-se ou ir para lá masturbar-se. São raros os países ocidentais que não se transformaram em antros de anti-semitas, capachos de islamitas radicais e misóginos trans, facilitadores e ocultadores de crimes. A violência contra as mulheres aumentou brutalmente, em parte com esta imigração massiva de homens solteiros extremamente violentos, predadores, e em outra parte por causa do acesso universal à pornografia que é quase toda violência contra as mulheres. A Inglaterra está a caminho de ter as estatísticas do Egipto onde mais de 90% das mulheres já foram vítimas de ataques e violações. E o resto dos países para lá caminha com este encobrimento que é uma traição às raparigas e mulheres. Da parte dos políticos há cumplicidade e encobrimento. Lavar as mãos e olhar para o lado. Negar. Dizer que é coisa da direita, ou histeria. As mulheres da nova-esquerda fingem cobardemente que não vêem. Nada que possa ofender os islamitas para não estragar os acordos anti-semitas e a destruição do Ocidente. Toda a vida fui contra a castração de violadores, predadores. Agora sou a favor. Isto atingiu um ponto insuportável. Destroem completamente a vida a dezenas e dezenas de milhar de raparigas e mulheres. Os juízes dão-lhes penas simbólicas e põem-nos na rua para irem atacar mais raparigas. Preocupam-se muito com os direitos humanos dos criminosos e tratam as raparigas e as mulheres como lixo, coisas descartáveis. Mas as raparigas são seres humanos e a prioridade é defendê-las a elas e não aos criminosos suínos.
@Lfromthenorth
Canadá
Quando mulheres adultas e mães têm de fazer tendas com toalhas à volta de meninas no vestiário feminino, para que um homem de 50 anos não as veja a trocar de roupa, seria de esperar que as pessoas percebessem o quão absolutamente predatório e misógino é o movimento trans.
July 16, 2026
O debate do estado da Nação
No concurso de quem ganhou as bocas e os ditos espirituosos, que é a maior parte do evento, a oposição perdeu. E tinham a vida facilitada.
Agora mesmo, há mais perguntas a Ventura que ao PM e ao governo.
É uma gritaria que ninguém se ouve.
Temos um desemprego jovem de 18%?! Dramático.
Ventura tem razão na questão dos impostos. Este governo fez campanha com a descida dos impostos para criar riqueza.
July 14, 2026
Porque acorrem os eleitores aos extremos políticos?
Os eleitores desesperados, considerando os partidos moderados do establishment como os arquitectos deliberados da sua ruína, acorreram aos milhões aos extremos políticos. O que diz esta atriz sobre a Alemanha, serve à Inglaterra, a Portugal, à Espanha, à Bélgica, à Hungria, etc., etc., etc.
🚨 « ON NOUS MENT EN PERMANENCE. » et elle a bien raison.....
— GDams70T (@Gdams70T) July 12, 2026
🇩🇪 L'actrice allemande Tina Ruland brise le silence sur la classe politique actuelle et ses propos font l'effet d'une bombe en Allemagne. 💥
Dans cette séquence explosive, elle rappelle des vérités cash :
Les… pic.twitter.com/hO5ccenjVc
June 21, 2026
Montenegro devia considerar que a estratégia de juntar a oposição ao Chega foi um prego no caixão de Costa
May 28, 2026
Era a isto que Aguiar-Branco se referia quando falava em excesso de escrutínio?
Megaoperação da Judiciária visa autarquias socialistas, sede do PS alvo de buscas
No centro de investigação a ajustes directos estão ex-presidente da junta Miguel Coelho e assessor Duarte Moral, que está entre os cinco detidos. Em causa estão contratos no valor de dois milhões.
Público
May 25, 2026
As escolas como terreno de caça
ADVANCE STATION ESTÁ A SER INVESTIGADA PELO DIAP
Burla nas escolas: Direcção-Geral da Educação autorizou empresa privada a ‘sacar’ dados de alunos a partir de 2011
Desde 2014 que a empresa usava uma suposta associação como fachada para entrar nas escolas, através da realização de “inquéritos”, “testes de orientação vocacional” e “projectos educativos”. Mas uma investigação do PÁGINA UM detectou que já em 2011 a empresa obteve autorização da Direção-Geral da Educação (DGE) — que foi integrada no novo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA)— para “sacar” dados dos alunos de escolas públicas, através da realização de um “inquérito”, apesar dos evidentes conflitos de interesse. O “inquérito” autorizado não só era inapropriado para as idades dos alunos, como não tinha rigor científico e ainda apresentava inúmeros erros ortográficos.
April 25, 2026
Aguiar-Branco e a bolha
Aguiar-Branco está no Parlamento, no dia 25 de Abril, a fazer a apologia da vitimização dos políticos.
Está a dizer, a propósito da desconfiança dos portugueses em relação aos políticos, que a proibição de subir salários aos políticos, esquece que, para atrair os melhores ao serviço público, é preciso pagar-lhes bem.
O que Aguiar-Branco esquece é que não são apenas os políticos que fazem serviço público: também os professores, os enfermeiros, os médicos, os polícias, os trabalhadores das câmaras, etc.
Sendo que estas pessoas não podem legislar abonos e serventias que os políticos se atribuem a si mesmos, pela porta do cavalo.
E esquece completamente que a desconfiança em relação aos políticos advêm das dezenas e dezenas de casos de corrupção, desvio de fundos, compadrios, nomeação de familiares e amigos para cargos políticos e de gestão pública e todos os políticos que, não sendo eles mesmo prevaricadores, apoiam e defendem com unhas e dentes todos esses abusadores porque têm algo a ganhar com a sua manutenção no poder.
E quanto à rapariga de mérito que ele citou, não é por causa dos políticos ganharem mal que não entra na política, mas porque os políticos têm alergia a pessoas de mérito independentes nas suas fileiras.
Ao falar contra o populismo dos que falam que os políticos vivem na bolha, mostrou que vive na bolha.
April 06, 2026
A Habilidade Específica do Político segundo Bertrand Russel
Bertrand Russell, in Ensaios Cépticos: A Necessidade do Ceptcismo Político
June 01, 2025
Perguntas com resposta fácil
May 21, 2025
Just saying
A socialista Mariana Vieira da Silva disse, esta terça-feira, estar disponível para ajudar o PS a encontrar um “caminho de união” e que nunca excluiu uma candidatura, mas rejeitou pressa no processo para a nova liderança, que deve ouvir as sensibilidades. JN
March 29, 2025
Frase idiota do dia
"Testemunhei a competência dos profissionais do SNS": primeiro-ministro já saiu do hospital de Santa Maria." -Luís Montenegro
March 26, 2025
Afinal não eram perceções ou como a ideologia cega
A criminalidade em Portugal está a modificar-se. Menos crimes, mas mais graves e violentos. Afinal não era uma perceção.
Um dos fenómenos mais fascinantes na política é visível quando setores políticos escolhem ignorar, por preconceitos ideológicos, problemas que se avolumam na vida da população. A questão da segurança e o debate sobre criminalidade em Portugal quase pode ser um caso de estudo desta cegueira deliberada.
As notícias sucediam-se. Episódios de violência nas ruas – e não só os desacatos depois da morte de Odair Moniz. Violações – em Lisboa os violadores de quatro mulheres (só nos últimos meses), tanto quanto se sabe, estão a monte pela cidade. Agressões. Qualquer pessoa que passeasse por Lisboa percebia que em certas zonas, mesmo se centrais, o ambiente se tornara pesado e inseguro.
Porém, políticos de esquerda e comentadores alinhados explicavam-nos que as pessoas eram histéricas, que estava tudo bem, que não tínhamos nenhum problema de segurança, que falar de tal assunto era sintoma de pertencermos à extrema-direita.
Entretanto vieram os dados provisórios do RASI 2024 e há números preocupantes. A criminalidade, no total, desceu. Contudo, a criminalidade violenta e grave aumentou 3%. A criminalidade grupal e a violência juvenil também aumentaram, respetivamente 8% e 12% – e já tinha crescido em anos anteriores. Os crimes contra a propriedade aumentaram. Roubos contra bancos – porventura os mais aparatosos e com maior valor roubado – subiram 130%. O número mais grave: as violações – que também com crescimento em 2023 – aumentaram 10% em 2024, para o número mais alto numa década.
Esta negação que à esquerda se estendeu a todos os temas relacionados com insegurança crescente daria certamente para vários estudos académicos. Intelectualmente é muito interessante como pessoas politicamente motivadas apagam partes da realidade que não se encaixam na sua teoria sobre o mundo.
Contudo, em termos políticos e eleitorais é uma estratégia suicida. Os eleitores percebem que vivem e convivem com um problema que uma parte dos políticos lhes assevera, com ar professoral, que não existe, estão enganados. Por isso, os eleitores vão votar em quem reconhece a existência do problema, mesmo se o resto da retórica desses partidos, ou as soluções, lhes desagradam. Vota-se em pessoas que pelo menos compreendem factos básicos da realidade.
Como sempre acontece, os números chegam e a realidade impõe-se.
A esquerda recusou aumento da insegurança porque tal realidade colidia com os dogmas. Por um lado, pretenderam censurar o debate sobre as causas do crescimento da insegurança. Se tal se devesse aos imigrantes, isso chocaria de frente com o discurso sobre a imigração, recusando qualquer dificuldade de integração de todos os imigrantes, mesmo os provenientes das culturas retrógradas onde mulheres e gays existem para serem (de modos diferentes) torturados e mortos.
Por outro lado, se se verificasse aumento da insegurança por questões económicas ou sociais – por exemplo inexistência de habitação pública suficiente (porque não foi construída nos anos de governação PS) para a população mais pobre, e consequente degradação das condições de vida – tal seria um falhanço da esquerda, a tal que supostamente é mais benigna para os pobres.
Mas é ainda mais questionável que esta área política, que se proclama feminista, tenha ignorado os avisos que se faziam sentir de que a violência sexual contra as mulheres estava a aumentar. De facto, os contextos com maior insegurança trazem sempre consequências ainda mais castigadoras para as mulheres – por via da menor força física dos corpos femininos. Quanto maior o nível de insegurança, mais somos suscetíveis de sermos agredidas, violadas, sexualmente abusadas, roubadas.
Público (excertos)
March 22, 2025
Está na moda defender líderes autoritários
O efeito Putin-Trump já chegou a Portugal. Negrão diz que os portugueses já perceberam que o país precisa de um líder forte. Em primeiro lugar, não sei onde foi ele buscar essa ideia das pessoas quererem um líder forte. Sócrates era um líder forte. Costa também. Em segundo lugar, Pedro Passos Coelho é um grande autoritário sem respeito pelas pessoas, um retrógrado à maneira de Trump que queria inscrever na Constituição que o 'lugar' das mulheres é em casa a fazer filhos aos homens. Quem é que quer um líder com uma mentalidade islamita destas à frente do país? A seguir vão querer o quê? Prender as mulheres em casa tapadas com um véu?
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Acredita no regresso de Passos Coelho?Acredito. A sensação que fica é que Passos Coelho tem um projecto para o país. Quem tem um projecto verdadeiramente sólido para o país não quer ir para Belém, quer ir para São Bento. Vou só dizer que o PSD precisa dele. Mesmo como um militante activo. O que é importante é que ele escolha o momento que achar mais adequado para regressar.
O PSD quer que Passos Coelho volte. E o país?
Os portugueses já perceberam que o país precisa de um líder forte. Não de um líder autoritário.
March 09, 2025
Deixa ver se percebi bem
Estamos a abrir as portas a russos e a receber investimento russo? Como é que isso se concilia com os nosso compromissos com a Europa? E os jornais podem dizer ao certo, 1º, quem são os juízes que entendem ser de valor deixar russos virem para aqui só porque podem?; e 2º, quem foi o governo que assinou a ordem de receber investimentos russos, totalmente em sentido contrário aos compromissos com a UE e com os princípios básicos de moralidade, para eu saber em quem não votar nunca mais?
Investimento russo em Portugal subiu 49% desde a invasão da Ucrânia
O investimento russo tem vindo a crescer em Portugal e totalizou 450,6 milhões no final de 2024. “Vistos gold” voltaram a ser atribuídos a cidadãos russos.
Não foi possível apurar como é que têm sido aplicadas estas entradas de IDE russo, cujo stock subiu 50 milhões no ano passado, e que devem ser alvo de análise aprofundada pelas devidas autoridades, mas certo é que a concessão das autorizações para investimento (ARI), mais conhecidas por “vistos gold”, foi um dos alvos.
De acordo com Vera Chalaça, advogada da Valadas Coriel e Associados (VCA), desde “Agosto de 2024 já não há a suspensão de concessão de ARI a cidadãos russos por parte da AIMA”. O mesmo foi confirmado ao PÚBLICO por fonte oficial da AIMA, colocando o fim da suspensão “no segundo semestre”.
March 08, 2025
"Presidente da Câmara de Lisboa pediu responsabilidade a toda a classe política" - Concordo
January 08, 2025
A riqueza digital catapultou-nos de novo para um mundo feudal
(...) a consolidação da riqueza digital catapultou-nos de novo para um mundo de senhores e príncipes: titãs cujas riquezas lhes conferem um estatuto mais semelhante a (digamos) um Lorenzo de Medici do que qualquer coisa a que o Ocidente tenha assistido desde as duas guerras mundiais.
Foram as acções de um desses príncipes - Elon Musk - que inclinaram as eleições presidenciais de Novembro passado para Trump, primeiro ao comprar o Twitter (agora X) e depois ao desencadear uma cascata de preferências que levou vários outros príncipes da tecnologia para o lado de Trump.
Este facto, por sua vez, realça outro aspeto da nova ordem feudal: o facto destes senhores e príncipes começarem a testar a sua força contra elementos do sistema político herdado. Afinal, quando o património líquido de um indivíduo é superior ao PIB de um Estado-nação de média dimensão, está longe de ser claro quem ocupa uma posição mais elevada: o plutocrata ou o primeiro-ministro?
January 03, 2025
Pôr as coisas em perspectiva - não, os políticos, na sua esmagadora maioria, não ganham mal
David Dinis: “É uma ironia que os portugueses achem que os políticos são maus mas não queiram pagar melhor para ter melhores políticos”
Expresso
Se formos ver os políticos que nos têm liderado, vemos que a maioria fez um péssimo trabalho e destruiu mais que construiu: na administração local, na educação, na saúde, na justiça, nos serviços públicos, na administração interna, etc. Estamos cheios de problemas graves devido aos políticos terem feito muito mal o seu trabalho. Nestes casos, que são a maioria, os políticos receberam muito acima do que deviam, face ao que fizeram. Veja-se o caso exemplar de Costa que tanto mal fez a todos aqueles serviços acima citados e, no entanto, aí está ele promovido a Presidente do Conselho Europeu, depois de ter sido condecorado com o mesmo prémio de liberdade que deram a Nelson Mandela.
November 14, 2024
Os alunos portugueses mostraram no PISA a virtude do anti-dogmatismo: Montenegro vai já destruí-la
O primeiro-ministro anunciou esta semana que pretende dar “a cada aluno um tutor educativo de inteligência artificial (…) para o ajudar a compreender o mundo”, no que parece ser uma visão de futuro, mas não passa de uma parolice. Não vem longe o tempo em que os envelhecidos professores de hoje, que alguns parecem querer ver partir, serão profissionais vintage invejados ou desejados, em especial pelos alunos que consigam perceber as diferenças, para além das aparências.
November 05, 2024
Parece-me que PNS tem razão
Se é um padrão não sei, mas sei que os políticos não podem reduzir o contacto com as populações apenas aos períodos das campanhas eleitorais. É claro que não podem ir a correr em cada situação, mas os acontecimentos recentes foram suficientemente importantes e perturbadores da vida social para merecerem um cuidado particular. Vai-se muito longe na pacificação social apenas ouvindo as pessoas e estando presentes nos seus problemas. É necessário que os cidadãos sintam e vejam que os governantes não fogem deles e dos seus problemas e não se fecham nos seus gabinetes e reduzam a sua comunicação a declarações longínquas na imprensa. E isto não é demagogia. Estamos a ver o que aconteceu em Valência, onde existe uma grande revolta porque os políticos chegaram tarde e depois fugiram. Não é assim que se enfrentam os problemas. Há muitas populações nos bairros, ditos problemáticos, que querem ter uma oportunidade de vida e de trabalho normais e precisam de saber que o governo está atento aos seus problemas.
Pedro Nuno Santos critica Luís Montenegro por ainda não ter ido aos bairros
Secretário-geral do PS considera que já é "um padrão" a ausência do primeiro-ministro no terreno.
