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October 17, 2026

Com amigos destes quem precisa de inimigos?

 

Quem constrói os drones «Geran -4 flight» com que a Rússia ataca a Ucrânia?

Dos 105 componentes identificados, 80 provêm de empresas americanas; só a Texas Instruments (incluindo componentes da National Semiconductor, que foi adquirida pela TI em 2011) representa 58,1% do total.



Os outros estão distribuídos assim:


A neutralidade suíça também ali está.

Um republicano que chegou ao limite da tolerância


E Zelenskyy, que não faz ameaças em vão, a avisar o que acontece se derem à Rússia acesso ao Starlink.

Um tipo com um trilião que engana pessoas comuns para aumentar o seu poder/dinheiro é confiável?

 

Elon Musk chegou a um acordo num processo de acção colectiva movido contra ele, depois de ter usado o seu PAC (political action committee) e enganado os apoiantes de Trump para que estes revelassem as suas informações pessoais na esperança de ganharem, aleatoriamente, 1 milhão de dólares. Afinal, os vencedores já estavam pré-determinados. 

Na altura, os advogados do PAC de Musk admitiram em tribunal que não se tratava, na verdade, de um sorteio, uma vez que os vencedores foram seleccionados «com base na sua adequação» para actuarem como porta-vozes do PAC e tinham ganho o milhão de dólares a título de remuneração.



A independência tecnológica dos EUA é uma urgência

 

É óbvio que os americanos já não são parceiros de confiança e usam a tecnologia para coagir a Ucrânia e chantagear a Europa. Também é óbvio que Trump e os seus oligarcas (Musk, Thiel, etc.) querem a destruição da Europa enquanto poder para nos tornar seus vassalos em tudo menos no nome. A seguir à guerra a Europa esteve numa espécie de vassalagem militar e tecnológica dos EUA, mas isso custava-lhes dinheiro. Trump quer o mesmo, mas de borla. A Europa tem de acordar para a realidade.

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O ministro dos Negócios Estrangeiros polaco, Sikorski: 
«Desde janeiro do ano passado que os EUA não contribuíram com um único cêntimo para a defesa da Ucrânia. Estamos a fazê-lo, Europa.»

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Laura Rozen
Elon Musk abordou Donald Trump com a ideia de abrandar o Starlink na Ucrânia.
O empresário bilionário abordou o presidente dos EUA com a proposta de introduzir limites de velocidade no sistema, o que prejudicava as defesas contra drones da Ucrânia, de acordo com quatro fontes familiarizadas com as discussões.
Uma das fontes afirmou que Trump «concordou» com a sugestão de Musk, abrindo caminho para que o Pentágono implementasse a redução da velocidade no Starshield, a versão de nível militar do sistema de comunicações por satélite. - The Telegraph


October 15, 2026

Isto é verdade?

 

Se é, porque não o fazem?


October 14, 2026

Ainda não somos independentes dos oligarcas americanos?

 

Há muito tempo que é óbvio que não podemos confiar nos EUA e ainda menos nos seus bilionários oligarcas: Musk, Thiel, etc. São pessoas que não têm lealdade, nem honra nem palavra e vendem-se ao que der mais. Passaram mais de 4 anos e meio desde a 2ª invasão da Ucrânia, já era tempo de não precisarmos deles porque se eles têm o interruptor com eles, a qualquer momento o desligam, como estão a fazer agora à Ucrânia. O que é que é mais urgente para a Europa que o fim da guerra russa na Ucrânia?




October 13, 2026

Well, well, well... no meio da guerra a Ucrânia arranja tempo para salvar a democracia americana

 


A Ucrânia agora está a lutar contra a Rússia, contra o Irão, contra a China e contra os EUA de Trump. Portanto, contra os maiores poderes militares do mundo. No meio desta luta, ainda arranja tempo para salvar a democracia americana. A Ucrânia, apenas com a ajuda europeia e de mais 2 ou 3 países.

A Europa pode mais do que pensa. Só tem de largar o lastro que é a ideia de que no futuro precisa da Rússia. Uma ideia que vem daquele terço da Alemanha que é soviético, nasceu na URSS ou é filho de pais soviéticos. Tem familiares e amigos russos e confunde a Rússia com um país amigo. Não é. É um país predador e tem que se lhe arrancar as garras para que fique inofensivo.


October 12, 2026

Espero que isto seja verdade: que ele o tenha dito e que o vão fazer

 


Rohoza (Дев'ятий) Mykhailo 🇺🇦🇱🇹🇨🇦 

 Anteontem, durante as negociações nos Estados Unidos, terá ocorrido um incidente que deixou a delegação americana literalmente sem palavras. 
Quando os representantes ucranianos souberam que as sanções contra Putin iam ser levantadas e que Washington exigia o fim dos ataques às refinarias de petróleo russas, Budanov terá respondido em termos extremamente duros. No final da reunião, quando os participantes já se tinham levantado da mesa e se dirigiam para a saída, ele atirou estas palavras directamente à cara dos americanos: 
 Agora é que vamos queimar todas as refinarias de petróleo e todos os portos russos até ao chão, porra. Até à última!
 Segundo relatos, os americanos ficaram tão atónitos com o que ouviram que não conseguiram encontrar nada para dizer em resposta. Sem objecções, sem ameaças, sem a habitual linguagem diplomática. Apenas silêncio. 
Washington recebeu uma mensagem inequívoca: a Ucrânia não tem qualquer intenção de pedir permissão para se defender contra a agressão russa. 

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Entretanto, quantas pessoas trabalham para Putin nos EUA?



October 11, 2026

Metade dos políticos americanos é estúpida e a outra parte é cobarde

 

Estão à espera que os ucranianos se suicidem para não estragar a eleição de Novembro a Trump e os negócios do genro dele?

Aos americanos: cada galão de combustível de Putin que põem no carro matou alguém na Ucrânia - uma criança, talvez

 


Quem é Paul Manafort? E porque é que os congressista republicanos permitem que Trump trabalhe para a Rússia contra os EUA?


(detesto ter razão em certas coisas - logo após a tomada de posse de Trump escrevi aqui várias vezes que Trump tinha um acordo prévio com Putin. Era óbvio pois assim que entrou na Casa Branca começou a reverter todas as medidas de apoio à Ucrânia de Biden e a fazer adiantar a agenda de Putin, muito descaradamente. Agora, aqui por este artigo, ficamos a saber que tinha mesmo um acordo prévio e que já vinha do seu primeiro mandato)
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Heather Cox Richardson from Letters from an American:


Depois de mais de uma década a fingir que não tem ligações à Rússia e que respeitaria a posição dos Estados Unidos em matéria de segurança nacional, apoiando a Ucrânia e os nossos aliados europeus, Trump apoia agora abertamente o presidente russo, Vladimir Putin.

Questionado hoje por um jornalista sobre as preocupações de que o levantamento das sanções ao petróleo russo, anunciado ontem, canalizasse dinheiro para a guerra de Putin contra a Ucrânia, Trump culpou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pelo prolongamento do conflito:

Zelensky poderia ter resolvido esta guerra muitas vezes. Muitas, muitas vezes», afirmou Trump. «E escolhe não o fazer.

Trump responsabilizou Zelensky pelo elevado preço do gasóleo, alegando que as forças ucranianas têm atacado refinarias de petróleo russas, embora, desde que o petróleo russo foi sujeito a sanções, o verdadeiro estrangulamento que condiciona os preços do gasóleo seja o estreito de Ormuz, praticamente encerrado devido à guerra de Trump contra o Irão.

Trump acusou Zelensky de querer criar problemas para o mundo. Quer criar problemas aos nossos agricultores, aos nossos criadores de gado, com o combustível diesel, porque a Rússia fornece uma grande parte do gasóleo utilizado em todo o mundo.

Os ucranianos têm atacado refinarias de petróleo russas para impedir que o dinheiro continue a entrar na Rússia, enquanto esta contorna as sanções e vende petróleo através da chamada frota-fantasma. A Rússia, pelo contrário, tem atacado alvos civis, violando as leis da guerra.

Trump prosseguiu com uma advertência a Zelensky, afirmando que é bom que pare de uma vez por todas.

A Ucrânia continua a lutar contra a Rússia porque esta invadiu o país e está a tentar ocupar a sua região industrial oriental, violando a Carta das Nações Unidas, que estabelece que nenhum país deve ameaçar outro ou recorrer à força contra a sua integridade territorial. 

Até Trump assumir a presidência, os Estados Unidos eram o principal garante deste princípio.

Os Estados Unidos opuseram-se às invasões russas da Ucrânia, em 2014 e 2022, não apenas por uma questão de princípio, no que respeita à soberania territorial, mas também devido às garantias de segurança que os Estados Unidos, juntamente com o Reino Unido e a Rússia, concederam à Ucrânia em 1994. 

Após o colapso da União Soviética, em 1991, a Ucrânia ficou na posse do terceiro maior arsenal de armas nucleares do mundo. Em troca de a Ucrânia renunciar a essas armas, os Estados Unidos, o Reino Unido e a Rússia concordaram em garantir as suas fronteiras. No Memorando de Budapeste sobre Garantias de Segurança, de 1994, comprometeram-se a não recorrer à força militar nem à coerção económica contra a Ucrânia.

O então dirigente russo, Vladimir Putin, procurou colocar a Ucrânia sob a influência dos oligarcas russos que ascenderam ao poder para substituir os dirigentes comunistas da região, monopolizando indústrias anteriormente detidas pelo Estado à medida que estas eram privatizadas. O jornalista norte-americano Paul Klebnikov, director da edição russa da revista Forbes, foi assassinado em 2004, depois de ter chamado a atenção para as atividades desses oligarcas.

Nesse mesmo ano, um político apoiado pela Rússia, Viktor Yanukovych, parecia ter sido eleito presidente da Ucrânia. Contudo, a eleição estava tão repleta de fraudes — incluindo o envenenamento de um dos principais adversários, que pretendia romper os laços com a Rússia e aproximar a Ucrânia da Europa — que o Governo anulou os resultados e convocou novas eleições.

Yanukovych precisava urgentemente de melhorar a sua imagem e, para isso, recorreu a um consultor político norte-americano conhecido por conseguir tornar figuras pouco recomendáveis mais aceitáveis aos olhos dos meios de comunicação social: Paul Manafort.

Durante dez anos, entre 2004 e 2014, Manafort trabalhou para Yanukovych e para o seu partido, tentando conferir credibilidade ao que o Departamento de Estado norte-americano descreveu como um partido de «criminosos e oligarcas». Enriqueceu graças às suas novas amizades.

Em 2010, Yanukovych acabou finalmente por conquistar a presidência com um programa que rejeitava a NATO, a Organização do Tratado do Atlântico Norte, através da qual os países europeus se uniram para se opor primeiro à URSS e, mais tarde, à crescente ameaça representada pela Rússia.

Yanukovych orientou imediatamente a Ucrânia para a Rússia. Depois, em 2014, após meses de protestos populares, os ucranianos afastaram-no do poder naquilo que ficou conhecido como a Revolução da Dignidade. Yanukovych fugiu para a Rússia.

Pouco depois da destituição de Yanukovych, a Rússia invadiu a Crimeia, território ucraniano, e anexou-a. Em resposta, os Estados Unidos e a União Europeia impuseram sanções económicas à própria Rússia e a empresas e oligarcas russos específicos, proibindo-os de fazer negócios nos Estados Unidos e nos seus territórios.

Estas sanções prejudicaram a Rússia e congelaram os activos de importantes oligarcas russos, incluindo os de Putin.

Agora privado da sua principal fonte de rendimento, Manafort devia cerca de 17 milhões de dólares a aliados de Yanukovych e Putin, em particular ao oligarca russo Oleg Deripaska.

Em 2016, o seu amigo de longa data e sócio Roger Stone já estava a aconselhar a campanha presidencial de Donald Trump, e Manafort mostrou-se disponível para ajudar. Não recebeu qualquer salário. Começou por trabalhar como conselheiro em março de 2016 e tornou-se diretor da campanha no final de junho, depois de se reunir, a 9 de junho, com Don Jr., Jared Kushner e operacionais russos.

Acontece que a Rússia procurava uma forma de apoderar-se do território ucraniano que pretendia sem ter de continuar a combater. O relatório de 2019 do procurador especial Robert Mueller sobre a interferência russa nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016 explicou que Manafort e o seu parceiro, o operacional russo Konstantin Kilimnik, 
discutiram um plano para resolver os problemas políticos em curso na Ucrânia através da criação de uma república autónoma na sua região oriental, mais industrializada, do Donbass, e da eleição de [Viktor] Yanukovych, o presidente ucraniano apoiado pela Rússia e afastado do poder em 2014, para liderar essa república.
O relatório Mueller prosseguia: 
Manafort reconheceu mais tarde que esse plano constituía um meio indirecto de a Rússia controlar o leste da Ucrânia.
A região que Putin pretendia conquistar era o coração industrial do país. Estava a oferecer um plano de «paz» que amputaria uma grande parte da Ucrânia e a tornaria subserviente a si. Isto era precisamente o oposto da política norte-americana de apoio a uma Ucrânia livre e unida, e não havia qualquer hipótese de a antiga secretária de Estado Hillary Clinton, que concorria à presidência contra Trump, aceitar tal plano. Mas, se Trump fosse eleito, o cenário mudaria.

Segundo a Comissão de Informações do Senado, dominada pelos republicanos, Kilimnik escreveu:
Tudo o que é necessário para iniciar o processo é um pequeno “piscar de olho” (ou um ligeiro empurrão) de D[onald] T[rump], dizendo que “quer a paz na Ucrânia e o regresso do Donbass à Ucrânia”, e a decisão de nomear um “representante especial” para gerir este processo.
Kilimnik sugeriu ainda que Manafort 
poderia dar início ao processo e, no espaço de dez dias, visitar a Rússia ([Yanukovych] garante-lhe uma recepção ao mais alto nível, ultrapassando toda a conversa fiada e passando diretamente aos negócios), a Ucrânia e as principais capitais da UE.
Acrescentou que, 
assim que o então presidente ucraniano, Petro Poroshenko, compreendesse esta “mensagem” dos Estados Unidos, o processo avançaria muito rapidamente e DT poderia alcançar a paz na Ucrânia basicamente no espaço de alguns meses após a tomada de posse.
Segundo a Comissão de Informações do Senado, os dois homens continuaram a trabalhar no que designavam por «Plano de Mariupol» pelo menos até 2018.

Trump não conseguiu concretizar o plano durante o seu primeiro mandato, embora os seus operacionais tenham passado bastante tempo a envolver-se em manobras na Ucrânia e a tentar desacreditar, a partir daquele país, o candidato democrata à presidência, Joe Biden. Depois de Biden assumir a presidência, Putin voltou a invadir a Ucrânia, em 2022.

Como escreveu Jim Rutenberg na sua análise do Plano de Mariupol, publicada na New York Times Magazine, depois de as suas tropas entrarem na Ucrânia, Putin declarou ter anexado Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson, duas das quais eram especificamente mencionadas no Plano de Mariupol. Impôs a lei marcial nesses territórios, alegando que as populações locais tinham votado a favor da adesão à Rússia.

Biden reuniu países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), juntamente com outros aliados e parceiros, para travar o ataque russo e apoiar os esforços heroicos da Ucrânia para repelir a invasão. Entretanto, as tropas russas cometeram atrocidades e atacaram civis. O Tribunal Penal Internacional (TPI) acusou formalmente vários responsáveis e comandantes russos, incluindo o próprio Putin, de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

No entanto, Trump, assim que regressou à presidência, em 2025, tentou imediatamente fazer com que os Estados Unidos passassem a apoiar a Rússia. Os seus nomeados insistiram em que a verdadeira história da campanha eleitoral de 2016 não era o apoio russo a Trump, mas sim uma conspiração democrata destinada a divulgar a história das ligações entre a campanha de Trump e a Rússia.

Repetidamente, Trump ameaçou Zelensky e tentou pressioná-lo a entregar os territórios que a Rússia pretende conquistar.

Depois da acusação formal do TPI, Trump recebeu Putin em território norte-americano, no Alasca, em Agosto de 2025, ordenando a soldados norte-americanos que estendessem uma passadeira vermelha para o receber. Convidou também Putin para uma reunião do Grupo dos 20 (G20), que reúne as principais economias mundiais, a realizar em Mar-a-Lago, em Dezembro.

Ontem, os Estados Unidos anunciaram sanções contra o próprio TPI, e o secretário de Estado, Marco Rubio, prometeu desmantelar a organização "tijolo a tijolo".

Entretanto, Putin tem-se comportado como alguém que detém uma posição de força sobre Trump. Em Agosto de 2025, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, compareceu à reunião no Alasca envergando uma camisola com as letras cirílicas «CCCP», que correspondem à sigla da URSS em russo, sugerindo que, afinal, a União Soviética tinha vencido a Guerra Fria.

Na sexta-feira, apesar de a Rússia apoiar o Irão, cujo exército está a matar soldados norte-americanos, Trump anunciou orgulhosamente que iria levantar as sanções para permitir à Rússia vender o seu petróleo nos mercados mundiais.

Os ataques ucranianos reduziram a produção russa, pelo que a quantidade de petróleo que a Rússia tem disponível para ajudar a aliviar a escassez de gasóleo nos Estados Unidos é insignificante. Contudo, a possibilidade de arrecadar dinheiro enquanto a atual escassez mundial de petróleo faz subir os preços tem um valor inestimável para Putin, que procura desesperadamente financiar o seu esforço de guerra.

Ainda ontem, Trump pediu ao Supremo Tribunal que se pronunciasse sobre um processo judicial relativo às eleições de 2016, que instaurou em 2022 contra Hillary Clinton e antigos membros do Departamento de Justiça, incluindo o antigo diretor do FBI, James Comey, o responsável pela campanha de Clinton e um conjunto de outras pessoas. Trump acusou-os de conspirarem para o associar à Rússia, com o objectivo de prejudicar a sua campanha eleitoral.

Como noticiou ontem John Fritze, da CNN, um tribunal federal rejeitou o processo, classificando-o como «frívolo», e decidiu que os advogados de Trump eram responsáveis pelo pagamento de quase um milhão de dólares em sanções pecuniárias. No ano passado, o Tribunal de Recurso do 11.º Circuito dos Estados Unidos confirmou a maior parte dessa decisão.

Donald Middlebrooks, juiz do Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Sul da Florida, escreveu, 
Este processo nunca deveria ter sido instaurado. A sua falta de fundamento jurídico era evidente desde o início. Nenhum advogado razoável o teria apresentado.
Agora, Trump recorre para o Supremo Tribunal.

Mas, chegados aqui, de que mais provas precisamos para concluir que Trump comprometeu a segurança nacional dos Estados Unidos e está a trabalhar para a Rússia? E durante quanto mais tempo continuarão os republicanos no Congresso a protegê-lo enquanto o faz?

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Notes:

https://www.icc-cpi.int/news/situation-ukraine-icc-judges-issue-arrest-warrants-against-sergei-kuzhugetovich-shoigu-and

https://www.icc-cpi.int/news/situation-ukraine-icc-judges-issue-arrest-warrants-against-vladimir-vladimirovich-putin-and

https://www.jurist.org/news/2026/07/us-to-seek-dismantling-of-international-criminal-court-rubio-announces/

https://foreignpolicy.com/2025/08/15/lavrov-ussr-russia-trump-putin-ukraine-summit-alaska/

https://www.cnn.com/2022/03/24/politics/trump-sues-hillary-clinton

​​https://www.cnn.com/2026/10/09/politics/trump-supreme-court-hillary-clinton-lawsuit

https://apnews.com/article/ukraine-war-russia-sanctions-trump-congress-b322eec6b33610ebf4048daa5d621483

https://ia903105.us.archive.org/10/items/mueller-report/mueller-report.pdf

https://www.intelligence.senate.gov/wp-content/uploads/2024/08/sites-default-files-documents-report-volume5.pdf, pp. 99 and following

https://www.politico.com/news/2026/09/23/trump-putin-g20-miami-01089850

https://www.nytimes.com/2022/11/02/magazine/russiagate-paul-manafort-ukraine-war.html?searchResultPosition=111

https://www.sfgate.com/news/article/U-S-journalist-author-shot-to-death-in-Russia-2742901.php

Bluesky:

thesauruswrecks.bsky.social/post/3mxjxyzk4ec27

ssiderod.bsky.social/post/3lwje6wb7gc2n

anne.sheshed.rocks/post/3lwjrlxxals22

Trump’s Truth:

statuses/42215

October 09, 2026

Na administração americana estão todos à venda?

 

Aquilo é um prostíbulo?


Zelensky: "Não custaria nada aos Estados Unidos, absolutamente nada, ajudar a Ucrânia"

 

Não querem. Trump cada vez mais me faz lembrar o Nero de Peter Ustinov. Em tudo. 

September 18, 2026

Este artigo sobre a diferença de alianças dos EUA e da China é interessante mas passa ao lado do principal


Por que razão a China continua a resistir a alianças formais

Geosec Insights

À primeira vista, a política externa da China apresenta um paradoxo. Pequim é a única potência com dimensão económica, capacidade industrial, modernização militar e alcance diplomático suficientes para desafiar os Estados Unidos enquanto rival sistémico. No entanto, ao contrário de Washington, não construiu uma rede global de alianças militares vinculativas.

Washington tem operado através de tratados formais de defesa, bases militares avançadas, estruturas de comando de alianças, inter-operabilidade e garantias de segurança de longo prazo. Pequim, pelo contrário, escolheu uma abordagem diferente para expandir a sua influência. Esta inclui uma combinação de parcerias estratégicas, projectos de infraestruturas, coordenação política, dependência económica e comercial, exercícios militares e fóruns multilaterais, mas não compromissos jurídicos que obrigariam a China a defender outro Estado em caso de guerra. Por outras palavras, a China tem evitado alianças como a NATO e, em particular, cláusulas como o artigo 5.º da NATO.

Esta é uma escolha estratégica deliberada. Pequim não quer reproduzir o sistema de alianças americano porque não o vê apenas como uma fonte de força, mas também como uma estrutura de obrigações, exposição e potencial envolvimento involuntário em conflitos. A China quer parceiros, não aliados no sentido jurídico estrito; influência sem compromissos automáticos; poder de pressão sem obrigações partilhadas; acesso sem dependência. Acima de tudo, quer liberdade de acção.

(...)

O modelo de alianças dos EUA e a lógica diferente da China

Um dos pilares da predominância global americana é a arquitectura de alianças do país. A NATO, provavelmente a aliança militar mais bem-sucedida da história e uma das principais alianças de Washington, continua a ser apenas uma parte de um sistema mais vasto. Washington mantém tratados de aliança com a Austrália, o Japão, a Coreia do Sul, a Tailândia e as Filipinas, além de outras parcerias de segurança na Europa, no Indo-Pacífico e no Médio Oriente. Este sistema proporciona a Washington acesso, redes de informações, legitimidade, inter-operabilidade militar, influência política e económica e capacidade de projecção militar avançada.

Washington encara as alianças como multiplicadores do seu poder, permitindo-lhe ultrapassar as limitações impostas pela geografia. Através das suas alianças, as forças americanas mantêm uma presença contínua na Europa, no Pacífico, no Médio Oriente e na Ásia Oriental, muito para além dos Estados Unidos continentais. Este sistema alargado de alianças e parcerias permitiu aos EUA moldar os equilíbrios regionais de acordo com os seus interesses nacionais e impedir que as crises se transformassem em ameaças directas.

No entanto, este sistema também criou expectativas políticas, uma vez que os aliados americanos dependem fortemente da proteção dos EUA, enquanto os próprios EUA dependem da cooperação e do alinhamento dos seus aliados. A recente guerra no Médio Oriente demonstrou os limites da dependência, tanto para os Estados Unidos como para os seus aliados.

A China, por seu lado, encara o sistema de alianças de forma diferente. Para os decisores políticos chineses, as alianças americanas não são meros acordos de segurança neutros, mas instrumentos de contenção, sobretudo na Ásia Oriental. Neste sentido, as forças americanas na Coreia do Sul e no Japão, a aliança entre os EUA e as Filipinas, o AUKUS, o QUAD e os Five Eyes são vistos como partes de um sistema mais amplo destinado a conter a expansão chinesa, especialmente no perímetro marítimo de Pequim.

(...)

A China tem parceiros, não um verdadeiro sistema de alianças

A ausência de alianças formais não significa que a China não mantenha relações estreitas com outras potências. Em primeiro lugar, Pequim mantém uma parceria próxima com Moscovo. Além disso, a China mantém uma relação estreita com o Paquistão, profundos laços económicos em todo o Sul Global, influência crescente em algumas regiões de África e do Médio Oriente e um papel institucional em fóruns como a Organização de Cooperação de Xangai e os BRICS. Por fim, a China tem apenas um tratado formal de defesa, herdado da Guerra Fria, com a Coreia do Norte.

Nenhuma das parcerias acima mencionadas é, de forma alguma, equivalente à NATO ou à aliança entre os EUA e o Japão: Não criam um sistema de comando unificado;
Não obrigam automaticamente a China a defender vários parceiros;
Não exigem que Pequim mantenha grandes forças permanentes estacionadas em território aliado;
Não inserem a política de segurança chinesa numa estrutura de aliança partilhada.

No entanto, as parcerias chinesas são úteis porque são politicamente abrangentes e juridicamente limitadas: Permitem à China cooperar com a Rússia sem assumir todos os riscos russos.
Permitem-lhe apoiar o Paquistão sem ficar presa a todas as crises entre a Índia e o Paquistão.
Permitem-lhe relacionar-se com o Irão, a Arábia Saudita, Israel, os palestinianos e os Estados do Golfo sem escolher formalmente um dos lados em todos os conflitos regionais.
Permitem à China apresentar-se como mediadora quando isso lhe é conveniente e como contrapeso de uma grande potência quando necessário.

Este é o núcleo do modelo chinês: máximo espaço diplomático com um mínimo de obrigações formais.

A lição histórica: a cisão sino-soviética

Uma das razões que explicam a abordagem chinesa é histórica. Mais especificamente, a aliança da China com a União Soviética, nas primeiras fases da Guerra Fria, começou como uma parceria ideológica entre as duas potências comunistas. Rapidamente, porém, transformou-se numa lição sobre dependência, desconfiança e hierarquia.

A cisão posterior indicou aos dirigentes chineses que o alinhamento ideológico não é suficiente para manter uma aliança, sobretudo quando uma das partes é tratada como um parceiro inferior — neste caso, a União Soviética tratava a China como não sendo um parceiro em pé de igualdade. Consequentemente, a relação sino-soviética deteriorou-se até se transformar em hostilidade, incluindo confrontos militares ao longo das fronteiras.

Esta experiência teve um impacto profundo no pensamento estratégico chinês, reforçando a suspeita de que as alianças formais podem limitar a liberdade de ação e, consequentemente, reduzir a soberania. O aliado poderoso pode transformar-se num patrono, numa limitação e, por fim, numa ameaça.

(...)

Soberania e controlo

Outro aspecto importante da estratégia chinesa de não estabelecer alianças está relacionado com a obsessão do Partido Comunista Chinês (PCC) pelo controlo. A interpretação que o PCC faz da história moderna da China é moldada pelo «Século da Humilhação», que teria resultado da intervenção estrangeira, dos tratados desiguais, da fragmentação territorial e da pressão externa. Quer se aceite ou não esta narrativa na sua totalidade, ela continua a ser central para a forma como Pequim explica o seu comportamento em matéria de segurança.

As alianças formais exigem normalmente coordenação, partilha de informações, interoperabilidade, planeamento conjunto e acesso militar estrangeiro. Para os EUA, isto faz parte da gestão normal de uma aliança; para a China, cria desconforto. Pequim não quer forças militares estrangeiras integradas na sua arquitetura de segurança, nem parceiros externos a influenciar o seu processo de tomada de decisões. Naturalmente, também não quer que as suas próprias forças armadas dependam do consenso dos aliados.

(...)

Conclusão

A China não evita alianças formais por ser fraca, mas porque encara as alianças rígidas como um risco. A cisão sino-soviética ensinou a Pequim que até parceiros ideológicos podem transformar-se em constrangimentos. A observação de Washington ensinou-lhe que as alianças ampliam o poder, mas também criam obrigações, testes de credibilidade e riscos de envolvimento em conflitos.
(...)

 Em vez disso, a China constrói uma ampla rede de parcerias flexíveis que apoia a sua ascensão, complica a estratégia dos EUA e preserva a sua liberdade de ação.

O problema das alianças da China, em última análise, não diz respeito tanto à doutrina como ao tipo de grande potência que Pequim pretende ser. Os EUA construíram uma ordem assente em aliados, enquanto a China está a construir a sua influência em torno da autonomia. Saber se esse modelo resistirá a uma grande crise é uma das questões decisivas desta década.
https://www.geosecinsights.com/

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O artigo refere que a China tem alianças que não implicam a partilha de informação militar e estratégica, a um comando militar unificado e também não a obrigam a entrar em conflitos que não escolheu, como acontece com o artigo 5º da NATO, mantendo a sua independência e liberdade de acção - ao contrário dos EUA que têm um sistema alargado de alianças e parcerias que lhes permitiu moldar os equilíbrios regionais de acordo com os seus interesses nacionais e impedir que as crises se transformassem em ameaças directas. 

Esta análise é interessante mas passa ao lado do principal: os EUA eram (ainda são de algum modo) uma democracia e a China é uma ditadura e tudo o resto decorre desse facto. 

E a China é uma ditadura de um país grande - em território, em número de pessoas e em estrutura militar. Isto é importante, porque uma ditadura de um país pequeno (pense-se em Portugal de Salazar) só é uma ameaça para o próprio povo e, por isso, necessita de alianças com países mais fortes para se defender de outros fortes. Mas uma ditadura num país enorme, em território, em número de pessoas e em estrutura militar, não tem necessidade de alianças. Ninguém os ameaça e eles é que são intimidantes para os países vizinhos na sua esfera geográfica, logo em risco de serem seus subalternos, de uma maneira ou de outra. Veja-se o caso da Rússia. 

Porém, as democracias não operam na base da intimidação militar e da ocupação territorial pela força. Respeitam-se umas às outras enquanto Estados de direito e, por isso, confiam umas nas outras, em muitos assuntos e partilham informação estratégica que as ditaduras, que não respeitam leis internacionais e o Estado de direito, nunca partilhariam. A NATO é uma aliança de defesa e não de ataque. Ao contrário das ditaduras, as democracias precisam de alianças pois o seu poder de influência é diplomático, político e económico e o poder militar é uma reserva de defesa, não um argumento na mesa de negociações. 

Repare-se na UE. De cada vez que um candidato pró-ditadura vai a eleições, a primeira coisa que diz é que quer ser independente da NATO e da própria UE. Quer autonomia total, não ter que partilhar nada, etc. Veja-se Farage e o Brexit, veja-se a Hungria de Orban (o seu ministro dos negócios estrangeiros Szijjártó, agora trabalha para a China), veja-se a líder do AfD, a Le Pen, os bloquistas e comunistas portugueses. 

Este artigo vê a questão do ponto de vista da China e dos EUA -o que cada um quer- mas esquece-se que as alianças são voluntárias e não forçadas. Ninguém quereria uma aliança do género da NATO com a China ou com a Rússia, sabendo que essa aliança implica ficar dependente de uma ditadura feroz. Bem, agora a Rússia talvez quisesse -temporariamente-porque está com a corda no pescoço.

Todos queriam, em tempos, ter alianças com os EUA, mas repare-se como as alianças dos EUA da América estão a morrer, por afastamento dos aliados, desde o momento em que os EUA se transformaram numa oligarquia intimidante que usa o poder militar como argumento. De repente, as democracias europeias, o Canadá, o México e outros países pelo mundo fora, começaram a desligar-se deles: primeiro na partilha de informação secreta, depois militar, depois económica, agora digital. Muitos já estão à procura de outras alianças para os substituir.

Portanto, a grande diferença que a China tinha relativamente aos EUA em termos de estilo de alianças, fundava-se no facto de a China ser uma ditadura num país enorme. Neste momento em que Trump ameaça invadir aliados, tarifar aliados, apoiar inimigos dos seus aliados e afirma não querer ter laços que os prendam a acções de outros países, cada vez tem menos diferenças com a China - ou com a Rússia.

É intimidante, argumenta com a força militar e quer colónias e países que se subalternizem, em vez de aliados. E isto acontece porque já não são uma democracia séria, são uma oligarquia ainda com instituições democráticas mas já muito deterioradas que não inspiram confiança.

Portanto, a principal diferença entre a China e os EUA era a primeira ser uma ditadura e a segunda uma democracia e daí decorriam os estilos de alianças diferentes. Agora já não são tão diferentes assim.


August 17, 2026

Os EUA atraiçoam a Coreia do Sul porque Trump gosta mais de Kim Jong

 

E porque quer vingar-se da Coreia do Sul não se juntar à sua Guerra com o Irão. Qualquer doa os EUA estão sem amigos como a Rússia. Continuem por esse caminho que vão bem.

August 02, 2026

EUA - a política sem ética é só negócio


Marko Mihkelson

Se os EUA 🇺🇸 hesitarem em prestar ajuda militar à Ucrânia 🇺🇦, acabarão por ser os mais prejudicados. A Ucrânia sofrerá, mas continuará a lutar — e vencerá. Os Estados Unidos, no entanto, correm o risco de perder a confiança e a credibilidade que unem o mundo livre. Ainda não é tarde demais para fazer uma escolha diferente.


Os EUA já perderam credibilidade. Ninguém acredita na palavra dada porque voltam sempre atrás. E os argumentos que usam são desculpas. O último é que deixar os ucranianos fabricar armas é perigoso porque um dia podem voltar-se contra eles. Nunca, nem uma vez em toda a existência da Ucrânia agiram contra os EUA, ao contrário da Rússia que há mais de um século age sempre contra os EUA. De maneira que são desculpas. Leio muitas teorias sobre as razões de Trump e a sua administração darem sempre um passo à frente e dois atrás mas a explicação é simples: há ali muita gente a pagamento de uma maneira ou de outra. É gente com uma enorme ganância de poder (entre tolos e bestas) e muito corrupta.


A título de exemplo:

- Em Novembro de 2025, a Suíça ofereceu uma barra de ouro e um relógio de mesa Rolex, garantindo uma redução dos direitos aduaneiros de 39% para 15%.

- Em Outubro de 2025, a Coreia do Sul ofereceu uma coroa de ouro e uma medalha, com os direitos aduaneiros reduzidos de 25% para 15%.

- Em Agosto de 2025, Tim «Apple» ofereceu uma escultura de ouro e um suborno de 1 milhão de dólares, obtendo uma isenção dos direitos aduaneiros sobre semi-condutores.

- Entre Maio e Julho de 2025, o Vietname ofereceu a Trump um projecto de campo de golfe, reduzindo os direitos aduaneiros de 46% para 20%.

- O Qatar ofereceu-lhe um avião, garantindo acordos comerciais de grande envergadura.

- Em 2017, a China ofereceu marcas registadas, jóias e malas a Ivanka Trump, e Trump retirou a promessa de classificar a China como manipuladora cambial.

- Em 2018, a China investiu 500 milhões de dólares num projecto de resort de Trump na Indonésia, e Trump prometeu «ajudar a ZTE a recuperar», revogando a proibição de exportação.

- Entre 2025 e 2026, os Emirados Árabes Unidos pagaram a Trump um suborno de 187 milhões de dólares e obtiveram acesso a chips informáticos avançados.

- Em julho de 2026, comerciantes de diamantes belgas ofereceram a Trump um anel de diamantes e garantiram uma isenção dos direitos aduaneiros sobre diamantes.

- Dezenas de governos gastam milhões em hotéis de Trump, obtendo todo o tipo de favores, e ainda nem sequer começámos a analisar a corrupção decorrente das criptomoedas fraudulentas de Trump.

 -Quintus Poppaedius Silo

Como dizia Maya Angelou, Quando as pessoas te mostrarem quem são, acredita.

Porque é que a Ucrânia não está já na NATO? Não é certo que os EUA apareçam, um dia que precisemos, mas a Ucrânia de certeza que aparece pronta. Por que raio é que a Ucrânia não está já na NATO?


July 22, 2026

Porque é que democratas e socialistas se aliam a representantes de ideologias totalitárias?

 

Ideologias que querem a proibição e a morte de todos os opositores? Indivíduos que representam um perigo existencial para as sociedades fundadas em valores democráticos.


July 10, 2026

A voz da China tem muito peso na guerra da Rússia contra a Ucrânia

 


«O Presidente Trump e eu falámos sobre a China, o seu papel na guerra, o seu envolvimento ou potencial envolvimento e as suas capacidades. Com todo o respeito, gostaria que estes detalhes ficassem apenas entre mim e o Presidente dos Estados Unidos. Posso dizer que, de um modo geral, falámos muito sobre a Ucrânia na cimeira (da NATO). Também falámos muito sobre o Médio Oriente e a China. Falámos com vários líderes europeus sobre o papel da China no fim da guerra. Depois, a situação mudou um pouco. Alguns líderes europeus disseram-me que tinham falado com responsáveis chineses, e que a China respondeu de forma muito séria, muito dura e muito clara aos apelos veiculados nos meios de comunicação russos sobre certas capacidades, incluindo a possível utilização de armas nucleares. Creio que já ouviram essas vozes nos meios de comunicação russos a dizer: «E se respondêssemos aos ataques ucranianos com armas nucleares?» É importante sublinhar que não foram apenas os europeus, nem apenas os Estados Unidos, mas também a China — e penso que esta é a primeira vez — que responderam de forma muito clara e severa; reagiram diretamente, tal como os líderes me disseram, sob a forma de um ultimato, afirmando que nem sequer pode haver a ideia de utilizar armas nucleares»

— Presidente ucraniano, num comentário áudio aos jornalistas na quinta-feira, 9 de julho de 2026.

June 03, 2026

"This is a world war"

 


May 31, 2026

Porque é que os EUA não autorizam a produção de Patriot pelos ucranianos?

 

Os ucranianos vão ganhar esta guerra e os EUA vão ficar de fora de qualquer negócio que pudessem fazer.