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September 01, 2026

Aqui está mais um argumento virado ao contrário

 

É a mesma lógica e o mesmo raciocínio que se faz sobre a educação: não queremos investir na educação porque sai caro, vamos mediocrizá-la porque se certificarmos todos não se queixam. Aqui o argumento é: não queremos investir na melhoria da justiça e dos tribunais, logo, vamos mediocrizar as leis.

Conselho Superior diz que mudanças nas leis “não podem continuar a ser aprovadas sem estudo de impacto nos tribunais”. Constitucional não apontou irregularidades a mudanças aprovadas pelo Parlamento. publico.pt

Portanto, o legislador não legisla no interesse do país para não incomodar os tribunais com trabalho. 

Onde vão buscar estas pessoas? E porque temos que levar com elas em cima a decidir das nossas vidas? 


E que tal falar sem demagogia?

 


Que tal ser mais exigente com as universidades, em vez de o ser com os jovens?
Que tal aprender e fazer como fazem os países sem numerus clausus, como a Bélgica ou França, ou universidades como a University of California que recusam exames estandardizados?

Luis M. Rocha

Público 
Deveria chocar todos os portugueses que alunos mais pobres sejam apenas 3% dos novos colocados no ensino superior público este ano. Mas ler as declarações de reitores das universidades públicas ou outros responsáveis pela educação em Portugal é ainda mais frustrante e enfurecedor.

Estes frequentemente relacionam “exigência” académica com a prática nacional de definir a entrada na universidade pública por numerus clausus baseados em (um ou dois) exames e notas da escola secundária. 

Transmitida por reitores, governantes e pelos meios de comunicação nacionais, esta falácia é uma ideia zombie sem qualquer evidência empírica que a justifique (já anteriormente escrevi sobre essa falta de evidência). Notas em exames ou médias do secundário não revelam as pessoas com maior criatividade e desempenho profissional. Alguém acha que os melhores futuros médicos ou engenheiros se revelam pelas notas em exames de Biologia, Química, Matemática ou Geometria Descritiva do secundário?

O objetivo do numerus clausus e dos exames de acesso à universidade (como implementados) é o elitismo. Na prática, essa chamada “exigência” é um mecanismo de autosseleção e preservação das classes dominantes que têm melhores recursos para preparar os seus filhos — Engenharia Aeroespacial e Medicina são símbolos valiosos na dinâmica social deste elitismo. Isto não é a procura da excelência, exigência, capacidade ou mesmo inteligência (se esses conceitos fossem definidos) e explica tanto da falta de imaginação observada na academia, governação, inovação, economia e sociedade portuguesa.

O sistema educacional português parece estar viciado neste elitismo, mas as coisas não têm de ser necessariamente assim. Não temos de aceitar que a promessa da nossa Constituição esteja por cumprir, com o sistema "exigente" vigente a levar necessariamente ao corolário agora observado em que só 3% dos alunos que entram na universidade são de famílias pobres. Também as bolsas de incentivo não são mais do que caridadezinha sem impacto na trajetória garantida do sistema atual — além de criarem ressentimento justificado nos alunos e famílias da classe média que não são suficientemente pobres para as bolsas, nem têm os recursos das famílias mais ricas.

Que tal aprender e fazer como fazem os países sem numerus clausus, como a Bélgica ou França, ou universidades como a University of California que recusam exames estandardizados? Ou Cambridge ou Oxford que usam métricas holísticas? Será que os engenheiros formados em Berkeley, Cambridge ou na França não são capazes?

Entretanto, as universidades de Lisboa e Porto estão na posição 300-400 no ranking de Xanghai. Será a "exigência" e a "excelência"? O reitor da universidade do Porto (e ex-governante) está feliz que manteve a "exigência" de dois exames. Se exigíssemos classificações tão altas às universidades portuguesas como estas exigem aos jovens portugueses, um numerus clausus a elas aplicado, pelas "notas" no ranking de Xanghai, por exemplo, resultaria num grande chumbo. Certamente não é uma prestação equivalente à nota de entrada em engenharia aeroespacial que estas exigem aos jovens portugueses.

Esta falta de imaginação da universidade portuguesa lembra-me a história de Walter Pitts, um dos inventores das primeiras redes neuronais que eventualmente deu na inteligência artificial atual. Ele não acabou a escola secundária, abandonando-a aos 15. Ficou até um jovem sem abrigo. Mas, após impressionar os melhores cientistas da universidade Chicago à conversa (certamente não com exames e médias de escolinha), acabou por fazer um doutoramento no MIT — já depois do artigo famoso de 1943 com Warren McCulloch sobre redes neuronais que motivou a cibernética. Quantos Walter Pitts pode a sociedade portuguesa dar-se ao luxo de não aproveitar (e até destruir pela saúde mental), para preservar os privilégios das suas elites?
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Este é um artigo ideológico cheio de demagogia por parte de um indivíduo com muitos títulos (fui ver quem era porque os jornais pensam que as pessoas são mundialmente conhecidas) mas nenhuma deles ligado à pedagogia ou à filosofia da educação ou à filosofia política. 

Vejamos: 

1. Alega que as notas do secundário e as notas dos exames são irrelevantes para se seriar alunos para as universidades, mas em vez de fundamentar esta petição de princípio, argumenta com exemplos que são excepções: indivíduos com boas notas que vieram a não ser bons profissionais ou aquelas pessoas, que são tão poucas que até as conhecemos pelo nome, que desistiram de estudar e tiveram sucesso na vida. Anda aí um miúdo com 4 anos na internet que compõe músicas e toca como um adulto. Alguém aceitaria que se usasse o seu caso excepcional como exemplo para alegar que o bom estudo da música é irrelevante para os músicos?  

Não podemos nunca ter a certeza que um indivíduo vai ser bom médico por ter tido 18 ou 19 a biologia, química, matemática, português, filosofia, inglês, etc. No entanto, temos a certeza que é alguém capaz de seriedade no trabalho, auto-disciplina, concentração, dedicação e interesse por aprender e actualizar-se, qualidades sem as quais nenhum médico pode ser bom médico. Quem diz médico, diz outra profissão qualquer que requeira estudo, actualização de conhecimentos, auto-disciplina, capacidade de trabalho, inteligência, etc. Já um aluno que passou com médias de 10 ou 12 a todas as disciplinas, até pode ter jeito para a medicina ou a engenharia ou a política, mas os sinais que mostrou foram de não ter vontade de conhecimento, de auto-disciplina, de progressão, de esforço e de dedicação. Quem é que quer um trabalhador (ou um político) com essas características?

2. Dizer que o objetivo do numerus clausus e dos exames de acesso à universidade (como implementados) é o elitismo é uma afirmação ideológica de cariz comunista ou por aí, pois resume as relações sociais a classes: as elites e os oprimidos. Ao fazê-lo até entra em contradição, pois ao criticar as universidades elitistas, argumenta com o caso do MIT, de Berkeley, Cambridge e Oxford, algumas das universidades mais elitistas do mundo dizendo que as universidades portuguesas são pindéricas e que deviam querer ser como as elites. É o que se chama tropeçar nas próprias pernas.

3. O caso de Portugal não ser um país rico, não ter universidades para toda a gente poder ir estudar e ter de escolher quem entra, nomeadamente em cursos que implicam equipamentos e materiais caros que só por si limitam o número de estudantes não lhe passa pela cabeça. É um pormenor irrelevante...

4. Também não lhe passa pela cabeça que os empregadores não estão interessados em alunos que entraram para a universidade com média de 10 e saíram de lá com média de 10 só para agradar à ideologia da esquerda. Estão interessados nos que prometem ser bons. Alguns até podem vir a ser maus trabalhadores, assim como algum que tenha tido sempre más notas pode revelar-se bom trabalhador, mas esses casos são a-normais e ninguém os busca porque nenhum empregador quer apostar o seu dinheiro no imprevisível como se fosse um jogo de sorte e azar.

5. A única coisa que ele diz com verdade objectiva é que os mais pobres têm mais dificuldade em entrar em certos cursos, porque são caros e porque o seu contexto os prejudica à partida relativamente aos outros. No entanto, a solução não é abrir as portas das universidades a toda a gente (nem é útil ou importante que toda a gente tire um curso universitário), a solução é apostar em melhorar a vida das pessoas e apostar na educação pública. 

Já tivemos uma educação que era mesmo um elevador social, e se calhar este tipo até beneficiou dela. Acontece que por todo o lado se desinvestiu na educação pública para canalizar o dinheiro para qualquer outro lado -políticos, corrupção, administradores de universidades com Ferraris, etc.- e não querendo investir na qualidade do ensino, tem-se optado por torná-lo medíocre, burocrático e miserabilista, de modo que todos possam ser certificados. 

Este indivíduo que escreve este artigo com incapacidade argumentativa é mais um exemplo da nova-esquerda que advoga o miserabilismo e a mediocridade vestidos com as roupas da superioridade moral humanista de defender os que têm menos. 

Só que as coisas são ao contrário do que diz: quanto menos recursos tem um aluno, mais temos que lhe dar em qualidade e exigir dele, para que possa ir armado com uma formação de qualidade e mérito, sólida, para o meio dos outros que tiveram vantagens de partida, justamente porque não tem cunhas e dependerá apenas si mesmo e da sua qualidade. Logo, tem de dar nas vistas pelo seu mérito e não com argumentos de apelo à piedade e de ideologia marxista e trotskista de ir destrui o mundo das elites, pois como sabemos, essas ideologias não destroem elites, criam é outras elites, muito mais facínoras.

Uau! Que coragem...

 

Um alemão disse a um russo que deve acabar com a guerra. Ok... e depois de falares, o que fizeste? É que ainda estamos à espera que Merz decida se vai fazer alguma coisa como anunciou. Há vários dias...


August 31, 2026

Este homem andou a dar baixa na garrafeira...

 

Com certeza sabe que tudo o que disser aos americanos vai diretamente parar a Putin, não sabe? 

August 27, 2026

Isto é verdade mas...



“É mais eficaz ter mulheres a convencer outras mulheres a perderem direitos”

Lúcia Vicente traça o retrato de um universo que cresce à velocidade dos algoritmos e alerta que “também há mulheres que defendem um regresso aos papéis tradicionais de género”.
“É mais eficaz ter mulheres a convencer outras mulheres a perderem direitos.  
"Primeiro, temos de educar quem educa. Pais, mães, professores e avós precisam de conhecer esta linguagem, estes símbolos e estes movimentos. Só assim conseguirão reconhecer os sinais”, explica a escritora. 
Patrícia Reis, Paula Cosme Pinto e Tiago Orato (edição de som)

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O que dizem aqui é verdade mas falham em ver que na esquerda auto-denominada progressista também as mulheres reproduzem o mesmo discurso, apenas com outras roupagens: a liberdade das burkas, a crítica à violência masculina islâmica ser islamofobia, os homens que se dizem mulheres terem o direito de impor o silêncio e submissão às mulheres com o pretexto da aceitação, tolerância, empatia e inclusão e mais outros cem exemplos.
Usam outras referências diferentes da bíblia, mas com os mesmos fins. Defendem que temos de educar pais e professores para terem a linguagem certa e a ideologia certa, «para reconhecer os sinais»... quais sinais? Andarem de vestido e de tranças? E depois? Dizem aos professores para denunciarem as crianças que vêem com a marca do demónio? 

Não se vêem a si próprias?




August 22, 2026

É difícil ver notícias

 

Quem é que deixa um indivíduo destes ficar a tomar conta dos filhos pequenos?

Este optimate já esteve no governo com o senhor Costa e o dog



A congeminar a entrada de um milhão e tal de pessoas sem lei nem roque,  empresa para a qual tiveram de despedir aquele senhor que aparecia sempre em público mal-ajambrado. Pois como se isso não chegasse ainda diz estas barbaridades (e corremos o risco de um dia voltar a ser governante - vá de retro!). Será que isto é uma piada?

"(...) Carneiro diz o melhor dos Governos de António Costa – dá o exemplo da TAP – e que este teria ganho as eleições legislativas de 2024 se se tivesse candidatado. Digamos que parece mesmo Deus no céu e Costa na terra. Conta também que se o atual primeiro-ministro seguisse as exigências de Costa, já teria demitido vários ministros e secretários de Estado, não dizendo quais, mas dando pistas; confessa que se tem aconselhado com AugustoSantos Silva, Jaime Gama, Ferro Rodrigues, Fernando Medina, Vieira da Silva, entre outros, e até tem falado ao telefone com Pedro NunoSantos..

Revela também as razões da sua simpatia por Pedro Sánchez – um exemplo de governação que Montenegro devia seguir – e por que razão foi à Venezuela, revelando que ajudou a libertar portugueses e lusodescendentes das prisões, e como enfrentou olhos nos olhos Nicolás Maduro, no passado."

https://sol.iol.pt/politica/noticias/jose-luis-carneiro-


August 21, 2026

De facto, porque é que vestiram a mulher de bróculo?

 

Como diz um comentador do vídeo, isto acontece muito neste ópera. E este cenário pavoroso que nada tem que ver com a magia infantil desta ópera? Também acontece muito estas produções modernas que tratam o público como atrasados mentais. Pensam que não podem representar as óperas no contexto da sua época e ter de as transportar para ideias e contextos contemporâneos. Isto irrita porque muitas vezes estraga a experiência da ópera e afecta negativamente o canto.


Não me esqueço de uma Lucia di Lammermoor que fui ver ao São Carlos há um par de anos em que puseram a Lucia a cantar a ária mais difícil e mais importante da peça dentro de um automóvel mini em palco, toda apertada e vestida com um fato de treino de licra que vincava todos os refegos da senhora. Ele tinha dificuldade em cantar ali toda a apertada e a visão desde a plateia era uma falta de respeito para com ela. A encenação era toda absurda como esta aqui onde puseram a Rainha da Noite vestida de bróculo num cenário horroroso. Para quê?

Há uma versão do Tannhäuser no YouTube que só pode ser ouvida e não vista. O encenador pôs a ópera a passar-se na Alemanha nazi com os cantores vestidos com uniformes das SS... Quer dizer, Wagner morreu no século XIX, antes dos nazis. A ópera é passada no tempo dos cavaleiros medievais e Tannhäuser é um cavaleiro preso na gruta de Vénus com as suas ninfas, sirenes e bacantes em orgias a desejar a salvação. Apaixona-se, vai em peregrinação religiosa, depois volta para Vénus... enfim, que tem isto que ver com os nazis? Nada. É uma ópera baseada na poesia trovadoresca medieval misturada com mitologia e toda a atmosfera musical da ópera é um vaivém entre a fantasia erótica e o amor cristão. Estas parvoíces estragam-me a experiência da ópera e acabo a ouvi-la de olhos fechados para que a irritação não estrague a experiência. Lembro-me de ver há um par de anos um Trovador, em Lisboa, que começava com o tenor todo nu de costas para o público, de pé dentro de uma bacia, com uma mulher a lavar-lhe o rabo... uma coisa de mau gosto e sem nenhuma relevância para a ópera.

Aqui fica uma versão do Tannhäuser sem brócolos nem nazis, legendado em português e superiormente cantado. Com Johan Botha, um dos melhores tenores wagnerianos contemporâneos (morreu no ano anterior a esta gravação com um cancro). Tive a sorte de o ouvir cantar esta mesma ópera há uma quinzena de anos aqui em Lisboa, uns poucos anos antes desta performance. Electrizante e absolutamente inesquecível.


August 19, 2026

Onde vai a nova-esquerda buscar estas pessoas? À liga dos mentecaptos?

 

Então e se alguém matasse a família toda dela (marido, filhos, pais) e depois lhe desse uma indemnização e argumentasse que o assassino lhe fez um favor porque ficou mais rica? Onde vai a nova-esquerda buscar estas pessoas? À liga dos mentecaptos?


??!!

 

Ele disse mesmo isto?! É a nova-esquerda. Demonizam-se a si mesmos, apostam na destruição da Europa e na colonização islâmica. 


Merz, onde estão os Taurus?

 

Estás à espera que os putineiros ganhem as eleições? E os americanos? Deixaram de ser a nação dos bravos e transformaram-se na nação dos medrosos? 


Seguro sendo o presidente que se esperava que fosse



Presidente da República promulga "lei das burcas" mas admite tratar-se de uma matéria sensível

Para o presidente da República, está-se no "domínio de uma matéria de grande sensibilidade social e cultural, onde é de extrema dificuldade definir fronteiras e valorizar de forma equilibrada direitos e deveres", lê-se numa nota publicada no site da Presidência da República. (JN)

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Quem é que acha a questão das burkas, o caso mais flagrante da opressão das mulheres e supressão de seus direitos às mãos dos islamitas, uma "matéria sensível"? E se esta questão é sensível, o que achará de outras menos flagrantes? Achará o mesmo que Guterres, esse homem narcísico e de pouco entendimento? Seguro sendo o presidente que se esperava que fosse: um exemplo do novo socialismo que acima de tudo tem medo de desafiar a nova-esquerda.


August 18, 2026

Mas quem é o idotas que compra material electrónico e digital a russos, chineses e quejandos?

 

(Traduzido do checo)

As câmaras russas instaladas nos radares rodoviários da Eslováquia continham um módulo não documentado que permitia o seu controlo remoto e concedia acesso total às mesmas, mesmo através da rede móvel. Para activá-lo, bastava enviar um SMS a partir de um dos 12 números russos.

August 15, 2026

Sufocante é isto



Um professor universitário escrever um artigo com afirmações pseudo-científicas e eivado de lugares-comuns que dizem nada sobre coisa alguma. E mais sufocante ainda é o Publico espetar isto numa página do jornal.

Transgénero: sexo, género e liberdade

A prioridade não deveria ser que nos empenhássemos com todas as nossas forças para nos libertarmos, enquanto sociedade, de estereótipos de género sufocantes?

Francisco Borges, Público




August 14, 2026

Alguém lhe dê a porcaria dos mísseis!

 

Afinal quantos admiradores existem dos terroristas do Kremlin? Pensei que era só o Trump.


August 11, 2026

Alguém que faça isto ter sentido no âmbito de uma Universidade no top 10 mundial

 


July 13, 2026

Para onde vai o dinheiro? Em que se investe? Um exemplo

 

Na agricultura para melhorar a economia, a vida das pessoas e chamar gente a essa área? Não. Deixa lá estar a agricultura na miséria. Vamos antes desperdiçar 6 milhões em mudar a percepção das pessoas sobre a agricultura. E sobre a diversidade. Cheira a terra fresca? Não. Cheira a primismo.

 

July 11, 2026

Starmer versão 2

 

Mais um guterrista pró-Hamas.