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May 24, 2026

Imigração: o caso inglês é diferente do nosso?

 


Mais de um em cada cinco trabalhadores é agora de origem estrangeira – um número recorde, muito superior ao registado na altura do referendo sobre a UE.

Entretanto, há mais britânicos inactivos, com 604 000 pessoas a abandonarem a população activa desde a Covid. Entre os jovens britânicos, quase um milhão não estudam nem trabalham. Isto significa que, sem intervenção, correm o risco de permanecer dependentes de prestações sociais. Entretanto, empregadores em sectores de ponta alertam que o sistema de imigração dispendioso do Reino Unido está a dificultar a contratação de trabalhadores altamente qualificados.

Os estrangeiros têm mais probabilidades de estar empregados do que os britânicos em idade activa. Como resultado, dependemos mais do que nunca dos imigrantes – o que não agrada ao público.

Estimativas anterio­res do Gabinete para a Respons­a­bi­li­da­de Orç­ame­ntal (OBR) concluem que um aumento de 100 000 na migra­ção líquida reduz o endivid­e­mento em 6,6 mil milhões de libras até ao final de um período de cinco anos. 

Mas os padrões de vida não seriam diferentes, afirma Brindle. «A variação do PIB per capita e o montante que estamos a produzir por pessoa permanecem praticamente os mesmos em resultado da migração. Também se verifica uma maior procura de serviços públicos», afirma.

«Ter uma política de imigração selectiva e inteligente tornar-se-á mais importante na próxima década. É possível ter números bastante baixos, mas atrair pessoas de grande qualidade. Concentrar-se apenas em números globais esconde essa nuance, e o actual Governo provavelmente não está a cumprir essa agenda de talentos», acrescenta Sim.

«Este sistema está a impedir que as pessoas qualificadas e talentosas contribuam para a economia do Reino Unido», afirma Dighton. Este problema só tenderá a agravar-se sem uma intervenção, sugerem os dados mais recentes.

«A composição da migração é menos favorável do que era. As quedas devem-se principalmente a um menor número de trabalhadores e estudantes, enquanto o número de migrantes que procuram asilo no Reino Unido se manteve bastante estável», afirma Brindle.

Para ministros das Finanças como Rachel Reeves e os seus antecessores conservadores, a elevada imigração permitiu-lhes adiar decisões difíceis. Apoiar o sector dos cuidados de saúde, financiar o sistema de ensino superior e fazer face à enorme dívida pública são todos exemplos disso.

Agora, chegou a hora de pagar a conta. 

(resumo)
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Também aqui a imigração permite aos governos não tomarem decisões e evitarem o investimento na educação e na saúde. 

Para lidarem com o desinvestimento na educação que fez cair a atractividade da profissão, a riqueza dos currículos, a qualidade dos serviço técnicos de suporte e outras valências que permitem o tal o elevador social, implementaram um sistema de passagens automáticas sem critérios às quais se segue um sistema de acesso universal ao ensino superior sem critérios, que produz grandes quantidades de desistentes que nem estudam nem trabalham, porque têm certificados de passagens no bolso e expectativas de terem bons salários por conta desses certificados, que não correspondem a saberes reais. 

Para que entrem imigrantes com baixas qualificações confere-se o título de asilados a todos. Entretanto os portugueses nem-nem acabam por ir para outros países fazer o trabalho que aqui não queriam fazer porque os salários aqui são maus. Os portugueses qualificados, que queríamos muito que ficassem cá, também fogem porque os salários são maus e não permitem sequer ter uma casa ou uma vida independente dos pais. 

E estamos neste círculo vicioso onde se vai tomando más decisões para resolver o curto prazo.

Tal como os ingleses, pagaremos a grande factura mais tarde, tal como os ingleses já estão a pagá-la e os franceses.

May 23, 2026

Não percebo o bullying a este governo relativamente à imigração

 

Ainda assim, o passivo ultrapassa os 133 mil processos. Por isso, numa iniciativa do CSTAF, ao verificar-se o aumento diário do número de processos contra a AIMA, foi criada esta task force. No total, são 28 juízes e juízas em regime de acumulação de funções durante três meses, sendo possível prorrogar esse período por igual duração. https://www.dn.pt/sociedade/aima


Quem deixou este caos foi o governo de Costa, que era do PS, suportado pela geringonça implícita. Do que li em jornais, o BE até tinha, ou tem, uma morada onde estão referidos milhares de processos de entrada em Portugal de imigrantes ilegais, completamente à revelia de qualquer verificação de cadastro. Isto é que me parecem crimes e não este governo estar a tentar regularizar a situação. Há falta de agentes na AIMA? Isso é outra história mas que vem da mesma história de Costa ter desfeito os serviços de estrangeiros e fronteiras, provavelmente para safar um amigo que só fez porcaria no governo. 


May 11, 2026

A RTP África está a passar um programa a dizer mal do governo português

 

Por causa da lei da nacionalidade. Comparam os números totais de atribuição de nacionalidade entre Portugal, Alemanha e Espanha. Não a porcentagem, mas o número total, como se a Espanha com 50 milhões e a Alemanha com 84 milhões de pessoas fossem comparáveis aos nossos 11 milhões. E dão a entender que é tudo inconstitucional e vergonhoso. Ninguém se lembra de dizer que a Constituição tem leis de imigração de um tempo em que os imigrantes eram três gatos pingados que não vinham para cá para violar mulheres ou usar Portugal para tráfico de seres humanos.


Quem paga o preço da desonestidade desta narrativa é o povo, não os subvencionados da bolha

 

Sim, precisamos de imigrantes e muitos com baixas qualificações, mas não se pode defender a imigração indiferenciada, onde o único critério que conta é o económico. Na Suécia, por exemplo, há uma 'epidemia' de violações de mulheres com mais de 60 anos, tantos as que vivem sozinhas e têm cuidadores a ir a casa como as que estão em lares de acolhimento. As violações são dos seus cuidadores, não por acaso, imigrantes islamitas de baixas qualificações. Quem paga o preço da desonestidade desta narrativa é o povo, não os subvencionados da bolha. Imigração sim, mas não qualquer imigração a qualquer preço. Melhor seria não deixar os portugueses sair para outros países do que deixá-los ir e contratar gente que traz experiências de vida do século VII ou IX de que não abdica.

A ilusão da substituição: o que acontece quando escasseiam trabalhadores migrantes pouco qualificados


Na construção civil, a escassez de mão de obra já é um bloqueio real. Num contexto de crise habitacional e necessidade de investimento, faltam trabalhadores para responder. Isso traduz-se em atrasos, custos mais elevados e menor capacidade de execução, podendo comprometer projetos do Plano de Recuperação e Resiliência (​PRR) por falta de capacidade produtiva. O impacto recente das tempestades na região centro evidenciou essa limitação.

Nos cuidados a idosos, a dependência é crescente, embora menos visível. Num país envelhecido e com redes familiares fragilizadas, são muitos migrantes que asseguram apoio domiciliário e trabalho em lares. Sem eles, o impacto seria imediato, não apenas económico, mas social, afetando a dignidade do envelhecimento, as famílias e a coesão social.
(...)
Em qualquer cenário, a entrada de trabalhadores estrangeiros continuará a ser relevante. Não para substituir nacionais, mas para assegurar funções essenciais que hoje são pouco atrativas e ainda não foram mecanizadas, nem desapareceram.

Pedro Góis, Público


April 13, 2026

Tratar a ruptura social como 'diversidade cultural'



Olhar para os outros países europeus que estão cheios de problemas de crime (sobretudo violações e crimes de faca) e de ruptura social a ameaçar a estabilidade social e política e chamar-lhe 'diversidade cultural' e afirmar que a entrada de 1,2 milhões de imigrantes, sendo 19% islamitas (ou mais, pois talvez os outros 14% vindos de Inglaterra também o sejam) vai promover a coesão social, apesar de constatar que a imigração não resolve o problema do envelhecimento da população, ou é cegueira ou desonestidade. 
Vou mais pela desonestidade, pois o artigo afirma que cabe a todos integrar seja como for estes imigrantes quando ela sabe que apenas uma parte da população vai sofrer com esta imigração em massa e não são os que vivem na bolha - ela fala especificamente nos professores terem que fazer esse trabalho. Neste país os responsáveis, sendo incompetentes para resolver os problemas, põem para cima das escolas e dos professores a solução de todos os problemas sociais - e têm sempre um rebanho a segui-los.
Quem, em particular, vai sofrer com esta imigração desenfreada em massa (a quem chama 'inédita'), são as raparigas e mulheres que serão as sacrificadas, como vemos que aconteceu imediatamente em todos os países com imigração massiva de islamitas. TODOS. 
São centenas de milhar de raparigas violadas nesses países e um nível de assédio diário e constante que impede que possam ter o direito de andar nas ruas do seu país em liberdade, pois é dada preferência aos direitos desses imigrantes islamitas. 
Já aqui em Portugal o número de violações subiu drasticamente. Portanto, a esquerda acha aceitável sacrificar raparigas e mulheres no altar da sua ideologia de integração de pessoas não-integráveis. Talvez por isso, nas definições das prioridades de crime a resolver não se achou de valor incluir os crimes sexuais, apesar de haver 11 violações por semana - sabendo nós que neste crime, a maioria dos casos nunca é denunciada.


O desafio da integração

Cristina Casalinho

(...) entre 2001 e 2021, a população estrangeira a viver em Portugal passou de 2,2% para 5,2% (informação dos Censos). Recorrendo aos registos na Segurança Social, de acordo com o Boletim Económico de março de 2026 do Banco de Portugal, no final de 2025, o número de estrangeiros em Portugal atingiu 1,13 milhões, que compara com 152 mil em 2010. Desde 2018, estima-se entrada total de 1,2 milhões, tendo-se registado o pico em 2024. Este movimento constitui o maior influxo de população desde 1974-1975.
(...)
A maioria dos trabalhadores estrangeiros registados na Segurança Social como empregados por conta de outrem tem proveniência do Brasil (38%), sul da Ásia (19%), PALOP (14%), e Europa, incluindo Reino Unido (14%)

Muito embora os fluxos migratórios não permitam resolver estruturalmente o envelhecimento populacional, mitigam tensões existentes no mercado de trabalho, evitando estrangulamentos em setores onde se deteta falta de mão-de-obra — seja na construção, agricultura ou turismo —, e contribuindo decisivamente para o crescimento económico.

Pela rapidez e magnitude do acréscimo de população estrangeira, tornando a sociedade portuguesa mais heterogénea, designadamente devido à percentagem significativa de não-falantes de português, impõe-se um esforço importante no sentido de assegurar condições de equidade e integração, através de acesso à educação, trabalho condigno, saúde, habitação, ou seja, à defesa de direitos, liberdades e garantias.

Com a nova diversidade da população, Portugal aproxima-se da realidade vivida na maioria dos países europeus, quebrando a tradicional homogeneidade cultural. 

Neste esforço coletivo de integração de um número inédito de migrantes, para o qual, pela sua vastidão, todos somos convocados, a sociedade civil tem um papel fulcral a desempenhar na busca de soluções práticas eficazes e facilitação do acesso a serviços. Nos acessos a disponibilizar, importa priorizar: educação, em particular o ensino do português para estrangeiros; justiça, designadamente o conhecimento do quadro legal relativo ao mercado de trabalho e acesso a bens públicos; ou habitação, materializada no acesso a alojamento digno.
(...)
Esta é uma prova exigente, mas plenamente superável, com benefícios claros para a coesão e o futuro coletivo.

Público

March 04, 2026

O impacto da imigração em massa nas mulheres, na Europa

 

Em vez de descer com o alastramento da educação, os números de violações subiram brutalmente e onde se vêem as subidas mais dramáticas é nos países que deixaram entrar mais islamitas. Se olharmos para os países que não os deixam entrar, como a Polónia -que recebeu mais de 1 milhão de ucranianos- vemos que o número de violações desceu. Factos que este números põem a nu.

February 01, 2026

Público: mais um artigo enganoso de propaganda a imigrantes ilegais




Este é um artigo grande que faz deste senhor uma vítima até chegarmos ao fim e nos dizerem que ele nasceu em Portugal mas os pais não o legalizaram, dizem-nos que por várias razões mas não as explicam o que é suspeito (os pais também seriam ilegais), ele próprio podia ter-se legalizado mas não o fez, entretanto andou a cometeu crimes, foi condenado, andava por aí a guiar sem carta, fugido à polícia que tentava notificá-lo e não conseguia apanhá-lo... enfim, agora vem para os jornais queixar-se de injustiça da polícia e de "estar num limbo jurídico" e o jornal fala da polícia como se fossem seus carrascos. Este indivíduo tem 40 anos de idade e ainda foge à polícia. E tem 11 anos de prisão. 11 anos de prisão não se dão por dá cá aquela palhinha. Onde vão buscar estas pessoas que escrevem estes artigos? Porque razão havemos de ser um asilo de imigrantes ilegais e ainda por cima de pessoas que se dedicam ao crime? Mas querem destruir o país como a Inglaterra fez? O problema da imigração ilegal e do crime na Europa, sobretudo de islamitas, já é dado como exemplo negativo em todo o mundo, inclusive nos próprios países islamitas.


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Mas vamos à origem da situação que levou Bruno Furtado a ter de pagar uma multa por condução sem habilitação. Nascido em Portugal, filho de cabo-verdianos, Bruno Furtado está num limbo jurídico. Não consegue tirar a carta porque não tem nem nacionalidade portuguesa, nem autorização de residência. O seu passaporte de Cabo Verde, país onde nunca viveu nem visitou, não lhe vale de muito em Portugal sem o papel da regularização.

Por várias razões, os pais de Bruno Furtado não trataram da nacionalidade portuguesa; tinham de comprovar que já estavam a viver há vários anos em Portugal, e a trabalhar, mas quando ele nasceu tinham acabado de chegar.

Durante uns anos teve autorização de residência permanente, que caducou – e Bruno Furtado não a renovou, algures entre o período em que foi para um centro educativo entre os 13 e os quase 16 anos. Mais tarde, por volta dos 21, Bruno Furtado cumpriu pena de prisão por cúmulo jurídico de vários crimes, mas há anos que está reinserido socialmente e, portanto, esse “processo está fechado”, vinca a advogada.

A verdade é que o centro educativo onde esteve poderia ter desencadeado o processo para a obtenção da nacionalidade como alguém que nasceu em Portugal, lembra a advogada. Agora, já não o pode fazer pela via da aquisição porque foi condenado a uma pena de prisão efectiva superior a três anos.

Em paralelo, Bruno Furtado está a tratar da renovação da autorização de residência, mas afirma que na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) não lhe dão indicação sobre onde está o seu processo. De resto, no filme Complô, vê-se mesmo Ghoya a falar com uma funcionária que tratava dos processos a dizer que não tem conhecimento do mesmo.

Diz a Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais ao PÚBLICO que comunicava ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, e agora à Agência para a Integração, Migrações e Asilo, "todas as situações de todos os reclusos que se encontram irregulares no país" e que "facilita através dos serviços de tratamento prisional, os contactos com a AIMA, ainda no decurso da reclusão com vista à regularização das das situações".

Mas Bruno Furtado diz que não foi assim.

January 26, 2026

Integração versus destruição de civilização - um testemunho




Dan Burmawi

As an immigrant who was shaped by a third-world mentality, and who has spent the last 20 years trying to be reshaped by the biblical worldview that built the West, I feel sorry for the oppressed white man. 
You have no idea how the majority of us who were raised under dictatorships, and who follow tyrannical theological systems, think about things or how we see the world. We were raised under fear-based political and theological systems. That fear made us manipulative, dishonest, unwilling to obey the law out of convention, and gave us a very toxic relationship with authority. We are simply not like you. Our maximum is the minimum required just to avoid punishment. We are self-centered, self-consumed, have a distorted moral compass, justify our wrongdoings through victimhood, are selective in our morality, tribal, and do not know how to be grateful. 
When we come to the West and are exposed to your kindness, we see it as weakness. Your law-abiding nature irritates us. Your grace looks like naivety. 
And instead of exposing this huge difference between you and us, and helping us grow and learn, half of you are useful idiots who tell us we are better than you. They affirm our defects and present them as virtues to be cherished. 
For me, if it were not for Christ and what the Gospel has done in me, I would not be trying to help you wake up and defend this great civilization, our great civilization, from being replaced and erased. 
Keep an eye on @idicenter. We’re launching soon. 
We will help policymakers, the Church, and the public defend this great civilization against destructive ideologies entering the West, not to coexist, but to take over.

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Como imigrante moldado por uma mentalidade do terceiro mundo e que passou os últimos 20 anos a tentar ser remodelado pela visão bíblica do mundo que construiu o Ocidente, sinto pena do homem branco oprimido.
Você não tem ideia de como a maioria de nós, que fomos criados sob ditaduras e seguimos sistemas teológicos tirânicos, pensamos sobre as coisas ou como vemos o mundo. 
Fomos criados sob sistemas políticos e teológicos baseados no medo. Esse medo tornou-nos manipuladores, desonestos, relutantes em obedecer à lei por convenção e deu-nos uma relação muito tóxica com a autoridade. Simplesmente não somos como vocês. O nosso máximo é o mínimo necessário apenas para evitar punições. 
Somos egocêntricos, temos uma bússola moral distorcida, justificamos os nossos erros através da vitimização, somos selectivos na nossa moralidade, tribais e não sabemos ser gratos. 
Quando viemos para o Ocidente e fomos expostos à vossa bondade, vimos isso como fraqueza. A vossa natureza cumpridora da lei irrita-nos. A vossa graça parece ingenuidade.
E, em vez de expor essa enorme diferença entre vocês e nós, e ajudar-nos a crescer e aprender, metade de vocês são idiotas úteis que nos dizem que somos melhores do que vocês. Afirmam os nossos defeitos e apresentam-nos como virtudes a serem valorizadas.

Para mim, se não fosse por Cristo e pelo que o Evangelho fez em mim, eu não estaria a tentar ajudá-lo a acordar e defender esta grande civilização, a nossa grande civilização, de ser substituída e apagada.
Fique de olho no @idicenter. Estaremos a lançar em breve.
Ajudaremos os formuladores de políticas, a Igreja e o público a defender esta grande civilização contra ideologias destrutivas que entram no Ocidente, não para coexistir, mas para assumir o controle.

January 04, 2026

José Pacheco Pereira é um dos maiores representantes da esquerda ideológica neo-colonialista e neo-racista

 


Quando os portugueses eram o “Bangladesh” para os franceses

O que acontece hoje aos imigrantes aconteceu connosco há bem pouco tempo. Mas com vantagem dos portugueses, por serem brancos e católicos, e não “monhés” e muçulmanos.

José Pacheco Pereira in https://www.publico.pt/

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Os portugueses nunca foram o Bangladesh para os franceses e não tem que ver com serem brancos. Aliás, os franceses, tal como os povos mais a Norte, vêem-nos mais como magrebinos que como brancos, dado a maioria de nós ser moreno. Nós nunca fomos o Bangladesh porque nunca formamos enclaves contra os franceses, nunca tivemos gangs a atacar e violar as mulheres e raparigas francesas. 
Pacheco Pereira sofre de cegueira ideológica e impede-se de ver o que se passa na Europa com os crimes de violação, assédio e morte por parte de islamitas  a fazerem subir as estatísticas a níveis alarmantes (a polícia em Inglaterra fala em epidemia), com os gangs a destruirem lojas, a pegar fogo indiscriminadamente, a impedir a entrada da polícia nos seus bairros, infiltrados nas universidades, no poder local a criar tribunais de sharia por todo o lado.
Pacheco Pereira sofre de cegueira ideológica e impede-se de ver o que se passa no Irão e em todos os países onde o Islão de impôs, muitas vezes à força. O que se passa é a escravização e opressão e a morte individual e social das mulheres e o aniquilamento de qualquer opositor. 
O Islão tem vindo a colonizar países (vá ver um mapa da expansão do Islão) e em todos entrou como grupo minoritário, lutou contra a cultura do país e impôs a sua. E muitas vezes fê-lo com o apoio explícito dos homens (os machos) de esquerda do Ocidente, como foi o caso do apoio da França ao Khamenei.
Os islamitas têm entre si grandes grupos extremamente agressivos e armados, hostis aos valores ocidentais e estão aliados a intelectuais de esquerda do Ocidente que têm ódio à sua própria cultura. 
Odeiam o esclavagismo ou o imperialismo dos brancos da direita, mas acham compreensível o esclavagismo e o imperialismo dos islamitas ou dos brancos de esquerda. Na mesma frase demonizam Trumpo e elogiam Putin, Maduro, Fidel Castro, etc; demonizam o homem branco colonialista e esclavagista mas elogiam o homem árabe, muçulmano que sabem ser imperialista e esclavagista. 
É assim que PP fala nos 'imigrantes' como se fossem uma massa homogénea indiferenciada e a cultura com que chegam aqui não interessasse, porque todos vêm "apenas para trabalhar e melhorar a vida", quando na verdade, a cultura que os islamitas e outros trazem é uma cultura de dominação das mulheres, de resolução de conflitos pela força bruta e de hostilidade aos valores de democracia e direitos humanos - a não ser que sejam os seus direitos.
E fala em católicos e muçulmanos para dizer que há preconceito positivo em relação aos católicos: é preciso ser cego para não ver que os católicos, apesar de machistas nos direitos das mulheres, já evoluíram e não vivem presos, literalmente, nos costumes do século VII como os islamitas.
E PP fala como se alguma vez os portugueses se tivessem comportado desta maneira agressiva e hostil na França, o que é uma mentira descarada.

December 18, 2025

Nem tudo funciona mal

 



AIMA: operação de regularização dá saldo positivo de 62 milhões de euros

Balanço da estrutura da resolução de cerca de um milhão de pendências feito no Templo Hindu, em Lisboa. Ministro elogia operação “memorável”.


Em ano e meio, a operação de resolução de pendências para a regularização de imigrantes deu um saldo positivo de 62 milhões de euros. Com um custo de 39 milhões, o valor da receita gerada foi bastante superior e chegou aos 101 milhões de euros.


Actividade da AIMA em números

763.509 
Atendimentos, dos quais 207.412 foram de cidadãos provenientes dos países da CPLP e 106.536 prenderam-se com renovações de autorização de residência, a que se somaram 407.003 atendimentos relacionados com manifestações de interesse, o regime que permitia a imigrantes já no país pedir regularização da residência, com base no trabalho ou actividade profissional.

454.036
Registos criminais do país de origem foram verificados, o que desencadeou 34 detenções nos postos de atendimento da AIMA.

327.597
Pedidos de imigrantes foram deferidos, dos quais 93% referentes a manifestações de interesse. Ao abrigo deste mecanismo, foram indeferidos 44.793 pedidos e extintos 165.102. Quando a estrutura de missão arrancou, havia 450 mil pedidos pendentes ao abrigo deste mecanismo.

101
milhões foi a receita gerada pelos serviços da AIMA, quantia que, subtraindo os 39 milhões de euros dos custos da operação resultou num saldo positivo de 62 milhões de euros. Os números são provisórios e não incluem a despesa do reagrupamento familiar, segundo a AIMA.

December 16, 2025

Acerca da Lei da Nacionalidade II

 

No debate de ontem que foi quase todo sobre a lei da nacionalidade, Ventura tem razão e Gouveia e Melo argumentou a favor de Ventura. Quando diz que um imigrante, depois de obter a nacionalidade é um português como os outros só está a dar a razão a Ventura quando diz que é preciso muito cuidado com os critérios de atribuição de nacionalidade. Para além disso, quando as leis estão já desajustadas aos tempos e acontecimentos têm de ser alteradas. A Constituição é um instrumento do desenvolvimento da nossa democracia, não é uma cartilha dogmática anacrónica como a da Igreja. Se alguém recorre à fraude para obter nacionalidade, o que é crime, não deve ser recompensada com o objecto do crime, isto é, deve tirar-se-lhe a nacionalidade. Se alguém obtém a nacionalidade com o objectivo de poder cometer crimes de terrorismo, assassínios, tráfico de pessoas, gangs de violações, assaltos violentos e outros crimes do género, tira-se-lhe a nacionalidade. Se alguém obtém a nacionalidade com o objectivo de poder impor aqui leis como a sharia e trabalha para destruir os nossos valores de liberdade, igualdade de direitos, recusando o respeito pela nossa democracia, retira-se-lhe a nacionalidade. Isto para mim não é polémico e estou convencida que não é polémico para a maioria dos portugueses. Se a lei actual não o permite, mude-se a lei porque o objectivo da nossa lei é servir o nosso país e não os interesses de criminosos ou de fanáticos religiosos. 

Vimos o que se passou na Austrália. Um pai e um filho islamitas juntaram-se para matar judeus. O pai estava na Austrália desde 1998. Porém, a sua lealdade é ao Livro do Ódio e não ao país que o acolheu. 


Acerca da Lei da Nacionalidade

 

Quando três normas da lei da nacionalidade são chumbadas por unanimidade dos juízes do Tribunal Constitucional (TC) não há muito a acrescentar. Independentemente de serem ideologicamente mais à esquerda, ou mais à direita, todos os conselheiros reprovaram as regras mais polémicas do diploma aprovado no parlamento por uma ampla maioria de direita.

O afluxo de imigrantes na última década alterou o padrão demográfico dos residentes em Portugal. O número de estrangeiros a viver cá disparou, mais do que quadruplicou em 10 anos, já são mais de 1,6 milhões. Se a lei de nacionalidade não for alterada corremos o risco de brevemente em muitos bairros, freguesias e concelhos haver uma maioria de cidadãos com nacionalidade portuguesa, sem conhecimentos mínimos da língua da história e da cultura do País. Um país de pouco mais de 10 milhões de habitantes, com uma história de 900 anos, corre o risco de ficar diluído e desagregado por causa de um quadro legal demasiado permissivo no acesso à nacionalidade.

Por isso compreende-se que haja alguma urgência política em mudar a lei. No parlamento há uma maioria clara que defende as restrições no acesso à nacionalidade. Mas sem ferir essa urgência, o País ficava a ganhar se na próxima iniciativa legislativa sobre o assunto na Assembleia da República fossem aperfeiçoadas as normas que os conselheiros do TC chumbaram.


Armando Esteves Pereira

October 29, 2025

Uma notícia positiva

 


Recusas de entrada na fronteira por motivos de segurança aumentaram sete vezes

O coordenador da Unidade de Coordenação de Fronteiras e Estrangeiros, Pedro Moura, revela que “o maior rigor” no controlo levou a que tivessem sido detetadas 31 pessoas procuradas pela Interpol. Nos primeiros nove meses de 2025 foram indeferidos 11 689 vistos de procura de trabalho, 31% do total, e em 2024 foram 1560 (5,4%). As recusas dispararam 648% e subiram 26 pontos percentuais.


***

Haver uma política de imigração e um corpo de segurança que faz respeitar as regras dessa política resulta em sabermos quem são os imigrantes que temos a entrar no país e quem são os bandidos que querem entrar para constituir redes de tráfico sexual (tem sido notícia nos últimos anos), redes de tráfico de droga (têm sido notícia nos últimos anos), redes de tráfico de imigração ilegal (tem sido notícia nos últimos anos) ou apenas canais de entrada de assassinos e instabilizadores no espaço Schengen - como tem sido notícia nos últimos anos.

E se as políticas de escrutínio são correctas e no interesse do país, também resulta termos confiança nos imigrantes que entram, dado sabermos que foram escrutinados à entrada. O que se passou nos últimos anos com as políticas desastrosas de António Costa de destruir o SEF e deixar entrar toda a gente à balda, trouxe desconfiança, não apenas nos imigrantes, mas nos próprios governantes - a subida do Chega é uma prova indesmentível desta insegurança de sabermos que abriam as portas para gangs perigosos, traficantes sexuais, traficantes de crianças, islamitas extremistas, etc.

Esta mês houve notícias de assassinatos violentos, tiros em repartições de finanças, rixas de facadas, roubos violentos. Na esmagadora maioria dos casos (ficando de fora os dois últimos casos de uma filha que tentou matar o pai e de um adolescente que matou a mãe) são imigrantes. Pessoas que vêm de sociedades-culturas violentas onde o crime é comum e esse é o seu modo de estar na vida.

Queremos imigração e precisamos dela mas não queremos falsa-imigração de gente que vem para roubar, matar, traficar, etc. e termos uma força de segurança que está atenta e previne o mais possível a falsa-imigração é uma boa notícia.

August 07, 2025

Não há necessidade de desonestidade para se defender as suas ideias



Não querem imigrantes e também não querem "bebés portugueses"
Ana Sá Lopes

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Nunca ouvi ninguém dizer ou defender "que não quer imigrantes". Já ouvi dizer que não querem as portas escancaradas para que em um par de anos entrem um milhão de imigrantes sem nenhum controlo; já ouvi dizer que não se quer certo tipo de imigrantes que têm intolerância aos valores seculares e democráticos, que pregam a subversão e que vêem com hábitos de tratar as mulheres como propriedade privada com direito de abuso e até de morte e, toda a gente percebe de quem estou a falar, de tal maneira são conhecidos em todo o mundo por isso. Agora, nunca ouvi ninguém dizer que não quer imigrantes. 

E também nunca ouvi ninguém dizer que não quer bebés portugueses. Acontece que as pessoas em cargos de chefia são, em geral, gente medíocre que faz política com o horizonte do mês a seguir.

Penso que para se defender as suas ideias, não há necessidade de desonestidade.


July 23, 2025

Comparar o incomparável

 

Imprevisão

Alberto Costa - 
dn.pt/opiniao/

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Neste artigo, Alberto Costa, ex-ministro e jurista, compara o decreto das medidas introduzidas no regime da imigração (controlar quem entra, alargar prazos de autorização de nacionalidade e expulsão de criminosos que cometem crimes graves) com o decreto do tempo da troika que visava retirar aos funcionários públicos, o subsídio de Natal e Férias, unilateralmente e sem discussão.

É como comparar os direitos de paternidade de um pai normal com os de um criminoso. Mete tudo no mesmo saco e compara o incomparável.

Não sou jurista, mas sei que a Constituição refere-se a direitos fundamentais. 

Desde quando é um direito fundamental entrar ilegalmente num país e esconder que se tem cadastro ou que se quer entrar para traficar pessoas ou para se usar o país como porta para aceder ao espaço europeu? Desde quando é um direito fundamental querer aceder à cidadania de um país cometendo crimes graves? Ou defendendo a desobediência ou destruição dos valores da Constituição que se invoca? Desde quando é um direito fundamental dos imigrantes exigir que o país que os acolhe não tenha nenhuma condição ou reserva sobre as suas pessoas, independentemente dos seus comportamentos ou objectivos?

A Lei tem de adaptar-se aos tempos, sob pena de não servir a ninguém. Estamos num tempo em que os países europeus estão sob ataque de ideologias fascistas e totalitárias que pretendem a reversão dos valores europeus e a divisão da própria Europa. Há imigração que vem de países fascistas e/ou teocráticos, intolerantes, sem o mínimo respeito pela lei do país e de tradição sistemática de violência, sobretudo contra as mulheres. Porque quereríamos abrir as portas a essas pessoas e dar-lhes nacionalidade? Porque são seres humanos? Mas temos obrigação de dar guarida a todos os seres humanos do planeta só porque são humanos? As vítimas de criminosos e de fanáticos religiosos que só obedecem a uma divindade e que têm o culto da violência e da morte também são seres humanos. 

Os alemães agora exigem aos imigrantes e requerentes de asilo, para entrarem, que declarem que reconhecem o direito dos judeus a existirem. Isto é reconhecer o problema de anti-semitismo e violência contra judeus que mais de um milhão de imigrantes islamitas causaram e continuam a causar no país e mudar as regras para lidar eficazmente com esse problema. Todos os dias milhares vão para as ruas gritar pela morte dos judeus. Mas quem quer abrir as portas a pessoas que imigram apenas para causar distúrbios?

É preciso reconhecer os problemas e adaptar os regulamentos e leis, sob pena de não cumprirem os seus objectivos de ordem social e justiça.

Eu penso que se devia exigir aos imigrantes dessa ideologia extremista totalitária mascarada de religião, que declarassem rejeitar a lei da sharia, como condição de entrada, pois quem não a rejeita está a revelar não ser capaz de respeitar a lei do país e os direitos de metade dos cidadãos do país. Porque quereríamos aqui pessoas que sabemos, à partida, não respeitarem as leis e as pessoas? E se me dizem, 'ah, mas a violência contra mulheres é a sua cultura'. Pois, mas não é a nossa e se querem mantê-la emigrem para um país que aceite violência como norma social e de justiça.

Esta semana em Inglaterra, tem-se falado muito de um julgamento de um violador paquistanês (mais um) onde o juiz o deixou ir em liberdade porque ele alegou que é a sua cultura e não sabia que em Inglaterra não podiam escolher uma mulher para violar quando tivessem desejos sexuais. O juiz considerou que o indivíduo foi ingénuo por não perceber que estava num país de cultura diferente, mas que não houve maldade... O juiz é estúpido? Sim, mas a questão é: porque deixamos entrar 'ingénuos' que vêm para impor a sua cultura de intolerância, desrespeito pelos outros e violência? Onde estão os direitos das vítimas?

Uma mulher cristã que foi obrigada a casar-se no Paquistão com um islamita e a converter-se, fugiu e pediu asilo no Reino Unido. O funcionário do Ministério do Interior, um islamita, juntamente com outros islamitas do ministério, adulteraram o pedido de asilo e negaram a entrada. A mulher recorreu para os tribunais e ganhou o direito legal de permanecer no país. 

A mulher que foi apoiada pelo Centro Jurídico Cristão (Christian Legal Centre) falou pela primeira vez sobre o seu caso, na sequência da fuga de documentos que revelaram a existência de uma rede islâmica de mais de 700 funcionários na função pública. A rede afirma que o seu objetivo é..: “promover o recrutamento, a retenção e a progressão do pessoal muçulmano no Ministério do Interior” e “influenciar os decisores políticos para que a política seja mais inclusiva das necessidades dos muçulmanos”.

Na Alemanha, uma mulher foi atacada por um homem e chamou a polícia. Apareceu-lhe um islamita que desconsiderou a sua queixa e aconselhou-a a vestir-se de outra maneira.

Por ventura estas pessoas são as tais que precisamos em termos de força de trabalho necessária? As tais que queremos que venham para cá, ter filhos e viver em paz com os outros sem tentar reverter os nosso valores e impor a sua teocracia? Acho que não e não vejo como a Constituição pode ter como obrigação aceitarmos pessoas se não se integram na nossa cultura - nem em nenhuma, para dizer a verdade.

July 20, 2025

Pôr os olhos nos outros

 

Deixar entrar qualquer um e deixá-los ao abandono, em vez de ter critérios para a entrada de imigrantes e políticas de integração efectiva, dá nisto: enclaves de grupos de imigrantes que, não só não reconhecem a autoridade da lei do país onde estão, como a combatem e transformam parte do território em zonas de guerrilha.

Só para pôr as coisas em perspectiva: a França tem 'apenas' 10% de imigrantes, enquanto nós temos mais de 15%. É certo que a maioria da imigração francesa é islamita e a nossa não.

A Alemanha, 24%, a Inglaterra 16%, a Holanda 27%, a Suécia, são dos países onde a imigração causou uma pressão social tão grande que deu origem a fracturas sociais e recordes em certo tipo de crimes.

É bom pôr os olhos nos outros para prevenir problemas antes que se tornem graves ao ponto do descontrolo que vemos em outros países.


Desordeiros mascarados atacam autoestrada e entram em confronto com a polícia em Limoges, França

Violência durante a noite deixa nove polícias feridos.


“Havia entre 100 e 150 indivíduos mascarados, armados com cocktails molotov, fogo de artifício, pedras, barras de ferro e bastões de basebol”, disse à AFP o dirigente do sindicato da polícia local, Laurent Nadeau.

A polícia respondeu com gás lacrimogéneo e munições de controlo de multidões.

O Presidente da Câmara, Émile Roger Lombertie, classificou os desordeiros como um “grupo de guerrilha urbana”.

“São organizados, estruturados, têm um plano, armas”, disse. "Não se trata de um protesto espontâneo para se queixar de qualquer coisa. Não há pretexto, nada. Trata-se de destruir coisas e mostrar que o território lhes pertence".

Os procuradores disseram que foram atacados veículos, alguns com famílias e crianças, mas não houve relatos imediatos de condutores feridos. 

Na noite de 14 de julho, dia nacional de França, os tumultos tinham eclodido nas proximidades, em Val de l'Aurence. Lombertie declarou que este “bairro muito pobre, com jovens de origem imigrante” se tinha transformado numa “zona sem lei”.


July 09, 2025

A esquerda gosta é de chamar racistas a outros para se sentir superiormente humanista

 


Já explicar porque é que os outros ou as leis são racistas, nem tenta. Vai fazendo afirmações dizendo que são coisas racistas como se a sua palavra fosse a da verdade e isso a escusasse a justificar-se. Por exemplo, a Dinamarca tem mais de 14% de imigrantes, sem contar com os requerentes de asilo. Desses 14%, a esmagadora maioria vem do Médio Oriente (Síria e Turquia) e África islâmica. Depois vêm os romenos e finalmente os polacos. São números muito elevados e é normal que a Dinamarca queira controlar os problemas da imigração antes que expludam como na Suécia, na Inglaterra, na França ou na Áustria. Só na França há 150 bairros em que nem a polícia entra e que são guardados por islamitas armados que vivem num país europeu num enclave com as suas próprias leis, contra as leis do país onde se redicaram como asilados ou trabalhadores. Portanto, é normal que a Dinamarca investigue quem vem por asilo e quem vem com esquemas de asilo falsos. Por exemplo, hoje tivemos esta notícia de imigrantes em Potugal com esquemas de casar com portuguesas para ganhar residência e depois poderem circular pela UE. Com que intenção? Quantos serão extremistas radicais? E não é normal começar a por ordem nestes esquemas que há uma dezena de anos puseram aqui milhões de pessoas na UE?

Esquema investigado pela PJ permitiu a realização de pelo menos 64 casamentos brancos. O DN apurou que a maioria dos detidos são mulheres, as noivas destas uniões fraudulentas, conhecidas como casamentos brancos, e os angariadores. Os noivos estarão constituídos arguidos, mas não se encontram em Portugal, uma vez que, tendo a autorização de residência podem circular livremente na União Europeia. (DN)

E não é positivo separar as comunidades para que se integrem? Se estão todos juntos, criticam as autoridades que os puseram em guetos, mas se as autoridades os separam e espalham para que se integrem e não se fechem em si mesmos é porque são racistas? Porque é que estas coisas são racistas? Isso ela não diz como se fosse um dado adquirido.


(...) caro leitor, cara leitora, nem tudo são rosas no Reino da Dinamarca. O Governo de centro-esquerda de Frederiksen mantém uma política de imigração e asilo que é das mais duras e controversas da União Europeia
A "lei das jóias" permitia e ainda permite aos guardas de fronteira "requisitar" aos imigrantes e requerentes de asilo objectos com um valor superior a 1300 euros para ajudar a pagar a sua estadia no país
Nos últimos três anos, houve 2100 requerentes de asilo e 235 recusas com a respectiva deportação. O Governo leva a cabo campanhas de propaganda em África e no Médio Oriente destinadas a dissuadir os potenciais imigrantes de demandar a Dinamarca, apresentando-lhes as enormes restrições legais que irão encontrar. 
A chamada "lei dos guetos", permite à polícia deslocar pessoas estrangeiras de alguns bairros onde a concentração de não ocidentais ultrapasse os 30%.
Resta uma pergunta. A Dinamarca não está a violar as leis europeias de imigração e asilo? Outro Estado-membro estaria, mas não Copenhaga, que obteve um "opt-out" em matéria de justiça e assuntos internos.

- Teresa de Sousa in Nem tudo são rosas no Reino da Dinamarca, Público (excerto)

 

July 05, 2025

Porque razão se esconde a informação?




Há algo que o governo não quer que se saiba? Há alguma razão para esconder informação que é pública e do interesse de todos?


O “apagão” nas migrações

O país está a viver um novo “apagão”: o “apagão” nos dados sobre migrações. Mas, neste caso, foi o Governo que desligou o interruptor.

Helena Pereira

Numa altura em que o Parlamento debate alterações sensíveis às leis da imigração e à lei da nacionalidade, há uma série de dados que parecem estar a ser guardados a sete chaves e que, em circunstâncias normais, já seriam do domínio público. Acima de tudo, seriam muito úteis para um debate mais esclarecido sobre estas matérias.


Em primeiro lugar, o caso dos estudos publicados pelo Observatório das Migrações. Desde a reformulação deste organismo, há praticamente um ano, que a base de dados de estudos deixou de estar acessível. Em Junho, mais de uma centena de investigadores e associações denunciaram, através de uma carta aberta, a impossibilidade de consultar a vasta colecção de dados publicados online pelo observatório.

Em segundo lugar, o relatório da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) com os dados dos fluxos de 2024 ainda não está disponível. Em Abril, o presidente da AIMA garantia que essa divulgação iria ser feita no primeiro semestre do ano, o que acabou por não acontecer.

Em terceiro lugar, também os números sobre a emigração portuguesa são uma verdadeira incógnita, pelo menos, para a generalidade das pessoas. Os últimos dados conhecidos são de 2023 e foram divulgados em Julho do ano passado.

Por último, e talvez mais importante, dado o debate político que se vive, o Instituto dos Registos e Notariado ainda não disponibilizou os números sobre os cidadãos estrangeiros que adquiriram a nacionalidade portuguesa. Eles já estão compilados, o ministro da Presidência citou alguns nesta sexta-feira de manhã no debate na Assembleia da República, mas ainda são uma espécie de segredo.

Público

July 04, 2025

#Portugal precisa de imigração — não de um país sem rumo"

 


Portugal precisa de imigração — não de um país sem rumo

Tim Vieira

Nasci na África do Sul, no seio de uma família portuguesa, imigrante de Moçambique. Mais tarde, fui para Angola — também como imigrante — com um propósito muito claro: criar valor, empregar pessoas e ajudar o país a evoluir. Quando regressei às origens, a Portugal, a minha primeira missão foi a mesma: integrar-me e contribuir. Sempre respeitei as leis dos países onde vivi. Porque é assim que deve ser.

Esta semana, o Parlamento discute alterações à lei da nacionalidade. É um bom momento para refletirmos com seriedade sobre o que significa pertencer a um país. Os meus filhos nasceram em Angola, mas nunca receberam passaportes angolanos. São portugueses e sul-africanos, mas não angolanos. Essa é a lei em Angola — e eu respeito-a. Tal como respeito a lei suíça, onde nascer num país não significa automaticamente ter nacionalidade. A Suíça segue o princípio do jus sanguinis (direito de sangue), e não do jus soli (direito de solo). Isso mostra que a cidadania não é uma formalidade — é um vínculo profundo, com direitos e com deveres.

E é precisamente por já ter sido imigrante, por conhecer bem o que é viver fora do nosso país, respeitando regras e contribuindo para o progresso local, que seria um contrassenso ser contra a imigração. Seria até hipócrita.

Mas também por ter vivido essa experiência de forma plena e responsável, aprendi a distinguir o que é uma imigração que enriquece o país — e o que é uma imigração que o fragiliza. E sim — há uma diferença muito clara entre as duas.

De um lado, temos pessoas que saem dos seus países em busca de oportunidades, que trazem consigo talento, vontade de trabalhar, de investir, de contribuir para a economia. Pessoas que se querem integrar, que aprendem a nossa língua, que respeitam a nossa cultura, que abrem empresas, pagam impostos e ajudam Portugal a crescer. Esta imigração é positiva. É necessária. É bem-vinda.

Do outro lado, há uma realidade diferente: a de quem vem para cá à procura de subsídios, sem qualquer intenção de se integrar, sem respeito pela nossa cultura, pelas nossas leis ou pela nossa forma de viver. Pessoas que, em vez de perguntarem “como posso contribuir para este país?”, vêm com a atitude de “o que é que posso tirar dele?”. Este tipo de imigração levanta sérias preocupações. Porque desrespeita o princípio mais básico de qualquer sociedade: o da reciprocidade.

É fundamental que o Estado defina com clareza que tipo de imigração quer para Portugal. Sem essa definição, não há política séria. É preciso legislar e regular de forma justa e eficaz — com critérios objetivos, fiscalização rigorosa e mecanismos de apoio à integração. Só assim protegemos quem chega com vontade de contribuir e evitamos que o país seja instrumentalizado por redes oportunistas, ou por modelos que não servem nem ao imigrante, nem à comunidade.


June 04, 2025

Um lembrete a Rui Moreira

 

Rui Moreira in publico.pt

Perante a incompreensão que a cedência de terrenos [para construção de mesquitas] motivou, entendi retirar a proposta. Com eleições autárquicas à porta, é questão a ser dirimida na campanha eleitoral.

Entre um lamento por ter desagendado as propostas, escreveu-me um amigo: “Estamos a ser manietados por uma turba que vai tornar o país um barril de pólvora, que desrespeita 900 anos de história de integração cultural e civilizacional que nos fez aquilo que somos (ou éramos).


Os 900 anos de integração cultural e civilizacional deram-se após termos expulsado daqui os islamitas, vulgo, os mouros - não antes.

Porque havemos de construir mesquitas para virem para cá mais islamitas, uma ideologia religiosa teocrática que não se integra e quando atinge números suficientes torna-se violenta na exigência de mudanças no sentido da teocracia? 
Há cidades da Europa onde o centro está inundado de mulheres de burka, o que é exactamente o mesmo que andarem por aí negros com coleiras ao pescoço e marcados com o ferro do dono. Isto não é compatível com os nossos valores que tanto custaram a alcançar ao longo de séculos.
Queremos imigrantes, sim, mas não apenas por precisarmos de mão-de-obra, mas que também enriqueçam a nossa cultura e não que tragam atrás de si a violência, a intolerância pelos direitos humanos, a apologia da morte, a apologia da pedofilia.
Os islamitas, tal como os cristãos evangélicos (o Chega está cheio deles), devem ser mantidos em percentagens muito baixas da população e com regras claras de proibição de burkas e hijabs para todos os menores de idade para que cresçam sem esse hábito. Proibição de tribunais sharia (em Inglaterra há mais de 40), obrigatoriedade de cumprir a lei portuguesa. E outras regras de prudência. Os evangélicos, proibir aquelas casamentos dos pais com as filhas que entram na adolescência.
É fácil fazer demagogia e lançar slogans como se toda a imigração fosse uma benção. Difícil é antecipar os problemas e evitá-los. Isso é que é difícil. Ser lúcido e competente. 
Nós somos um pequeno e não-rico país que deixou entrar em um par de anos tantos imigrantes como a Alemanha, um enorme país com dezenas de milhões de habitantes. Os países do Norte estão cheios de problemas de violência por causa dos imigrantes islamitas. Nem todos os islamitas são terroristas, é verdade, mas praticamente todos os actos terroristas desde esta imigração em massa são de islamitas. Isto são os factos e os factos são a fonte de informação mais relevante para as decisões políticas. Não os slogans populistas.