O que acontece hoje aos imigrantes aconteceu connosco há bem pouco tempo. Mas com vantagem dos portugueses, por serem brancos e católicos, e não “monhés” e muçulmanos.
Em ano e meio, a operação de resolução de pendências para a regularização de imigrantes deu um saldo positivo de 62 milhões de euros. Com um custo de 39 milhões, o valor da receita gerada foi bastante superior e chegou aos 101 milhões de euros.
Actividade da AIMA em números
763.509Atendimentos, dos quais 207.412 foram de cidadãos provenientes dos países da CPLP e 106.536 prenderam-se com renovações de autorização de residência, a que se somaram 407.003 atendimentos relacionados com manifestações de interesse, o regime que permitia a imigrantes já no país pedir regularização da residência, com base no trabalho ou actividade profissional.
454.036
Registos criminais do país de origem foram verificados, o que desencadeou 34 detenções nos postos de atendimento da AIMA.327.597
Pedidos de imigrantes foram deferidos, dos quais 93% referentes a manifestações de interesse. Ao abrigo deste mecanismo, foram indeferidos 44.793 pedidos e extintos 165.102. Quando a estrutura de missão arrancou, havia 450 mil pedidos pendentes ao abrigo deste mecanismo.101
milhões foi a receita gerada pelos serviços da AIMA, quantia que, subtraindo os 39 milhões de euros dos custos da operação resultou num saldo positivo de 62 milhões de euros. Os números são provisórios e não incluem a despesa do reagrupamento familiar, segundo a AIMA.
No debate de ontem que foi quase todo sobre a lei da nacionalidade, Ventura tem razão e Gouveia e Melo argumentou a favor de Ventura. Quando diz que um imigrante, depois de obter a nacionalidade é um português como os outros só está a dar a razão a Ventura quando diz que é preciso muito cuidado com os critérios de atribuição de nacionalidade. Para além disso, quando as leis estão já desajustadas aos tempos e acontecimentos têm de ser alteradas. A Constituição é um instrumento do desenvolvimento da nossa democracia, não é uma cartilha dogmática anacrónica como a da Igreja. Se alguém recorre à fraude para obter nacionalidade, o que é crime, não deve ser recompensada com o objecto do crime, isto é, deve tirar-se-lhe a nacionalidade. Se alguém obtém a nacionalidade com o objectivo de poder cometer crimes de terrorismo, assassínios, tráfico de pessoas, gangs de violações, assaltos violentos e outros crimes do género, tira-se-lhe a nacionalidade. Se alguém obtém a nacionalidade com o objectivo de poder impor aqui leis como a sharia e trabalha para destruir os nossos valores de liberdade, igualdade de direitos, recusando o respeito pela nossa democracia, retira-se-lhe a nacionalidade. Isto para mim não é polémico e estou convencida que não é polémico para a maioria dos portugueses. Se a lei actual não o permite, mude-se a lei porque o objectivo da nossa lei é servir o nosso país e não os interesses de criminosos ou de fanáticos religiosos.
Vimos o que se passou na Austrália. Um pai e um filho islamitas juntaram-se para matar judeus. O pai estava na Austrália desde 1998. Porém, a sua lealdade é ao Livro do Ódio e não ao país que o acolheu.
Quando três normas da lei da nacionalidade são chumbadas por unanimidade dos juízes do Tribunal Constitucional (TC) não há muito a acrescentar. Independentemente de serem ideologicamente mais à esquerda, ou mais à direita, todos os conselheiros reprovaram as regras mais polémicas do diploma aprovado no parlamento por uma ampla maioria de direita.
Não querem imigrantes e também não querem "bebés portugueses"
Ana Sá Lopes
----
Nunca ouvi ninguém dizer ou defender "que não quer imigrantes". Já ouvi dizer que não querem as portas escancaradas para que em um par de anos entrem um milhão de imigrantes sem nenhum controlo; já ouvi dizer que não se quer certo tipo de imigrantes que têm intolerância aos valores seculares e democráticos, que pregam a subversão e que vêem com hábitos de tratar as mulheres como propriedade privada com direito de abuso e até de morte e, toda a gente percebe de quem estou a falar, de tal maneira são conhecidos em todo o mundo por isso. Agora, nunca ouvi ninguém dizer que não quer imigrantes.
E também nunca ouvi ninguém dizer que não quer bebés portugueses. Acontece que as pessoas em cargos de chefia são, em geral, gente medíocre que faz política com o horizonte do mês a seguir.
Penso que para se defender as suas ideias, não há necessidade de desonestidade.
Imprevisão
Deixar entrar qualquer um e deixá-los ao abandono, em vez de ter critérios para a entrada de imigrantes e políticas de integração efectiva, dá nisto: enclaves de grupos de imigrantes que, não só não reconhecem a autoridade da lei do país onde estão, como a combatem e transformam parte do território em zonas de guerrilha.
Só para pôr as coisas em perspectiva: a França tem 'apenas' 10% de imigrantes, enquanto nós temos mais de 15%. É certo que a maioria da imigração francesa é islamita e a nossa não.
A Alemanha, 24%, a Inglaterra 16%, a Holanda 27%, a Suécia, são dos países onde a imigração causou uma pressão social tão grande que deu origem a fracturas sociais e recordes em certo tipo de crimes.
É bom pôr os olhos nos outros para prevenir problemas antes que se tornem graves ao ponto do descontrolo que vemos em outros países.
Esquema investigado pela PJ permitiu a realização de pelo menos 64 casamentos brancos. O DN apurou que a maioria dos detidos são mulheres, as noivas destas uniões fraudulentas, conhecidas como casamentos brancos, e os angariadores. Os noivos estarão constituídos arguidos, mas não se encontram em Portugal, uma vez que, tendo a autorização de residência podem circular livremente na União Europeia. (DN)
E não é positivo separar as comunidades para que se integrem? Se estão todos juntos, criticam as autoridades que os puseram em guetos, mas se as autoridades os separam e espalham para que se integrem e não se fechem em si mesmos é porque são racistas? Porque é que estas coisas são racistas? Isso ela não diz como se fosse um dado adquirido.
(...) caro leitor, cara leitora, nem tudo são rosas no Reino da Dinamarca. O Governo de centro-esquerda de Frederiksen mantém uma política de imigração e asilo que é das mais duras e controversas da União Europeia
A "lei das jóias" permitia e ainda permite aos guardas de fronteira "requisitar" aos imigrantes e requerentes de asilo objectos com um valor superior a 1300 euros para ajudar a pagar a sua estadia no país
Nos últimos três anos, houve 2100 requerentes de asilo e 235 recusas com a respectiva deportação. O Governo leva a cabo campanhas de propaganda em África e no Médio Oriente destinadas a dissuadir os potenciais imigrantes de demandar a Dinamarca, apresentando-lhes as enormes restrições legais que irão encontrar.
A chamada "lei dos guetos", permite à polícia deslocar pessoas estrangeiras de alguns bairros onde a concentração de não ocidentais ultrapasse os 30%.
Resta uma pergunta. A Dinamarca não está a violar as leis europeias de imigração e asilo? Outro Estado-membro estaria, mas não Copenhaga, que obteve um "opt-out" em matéria de justiça e assuntos internos.
- Teresa de Sousa in Nem tudo são rosas no Reino da Dinamarca, Público (excerto)
Rui Moreira in publico.ptEntre um lamento por ter desagendado as propostas, escreveu-me um amigo: “Estamos a ser manietados por uma turba que vai tornar o país um barril de pólvora, que desrespeita 900 anos de história de integração cultural e civilizacional que nos fez aquilo que somos (ou éramos).
Perante a incompreensão que a cedência de terrenos [para construção de mesquitas] motivou, entendi retirar a proposta. Com eleições autárquicas à porta, é questão a ser dirimida na campanha eleitoral.
Em causa estão, sobretudo, "os constrangimentos associados ao sector da construção, designadamente, falta de mão-de-obra, aumento dos custos de materiais e das matérias-primas", bem como o "reduzido número de empresas disponível para a execução dos projectos". Conjugado, tudo isto "resultou num número inferior de habitações disponíveis para arrendamento face ao desejável/estabelecido", admite o executivo. Público
Aeroporto de Lisboa. PSP faz "apreensão de 353 passaportes" por alegado crime de auxílio à imigração irregular. Intercetado homem com mais de 300 passaportes emitidos pela República da Guiné-Bissau. Documentos "genuínos" acabaram apreendidos por suscitarem dúvidas e "por poder estar em causa a segurança".
Há ruas inteiras de Lisboa que só têm lojas de fachada que vendem produtos de fabrico em massa, onde os vendedores são todos ilegais. Há vilas em Portugal onde mais de 50% dos habitantes são homens sozinhos do Industão.
Os votos do Chega também vêm daqui.
Com milhares de imigrantes a entrar com papéis falsos, alguns a servirem-se de nós como porta de entrada num negócio que envolve quase duas dezenas de milhões de euros (ou mais) para bandidos vestidos de empresários, advogados e funcionários do MNE - quantos destes milhares e milhares de imigrantes são eles mesmos bandidos? Continuem a dizer que a preocupação com imigração desregrada e homens muçulmanos é apenas ódio de extrema-direita, porque essa atitude resolve imensos problemas...
Uma funcionária do Ministério dos Negócios Estrangeiros tinha um “papel fundamental” numa rede suspeita de ajudar a legalizar “milhares” de imigrantes ilegais em dois a três anos e que foi agora desmantelada pela Diretoria do Centro da Polícia Judiciária. Esta deteve anteontem 13 pessoas, entre elas aquela funcionária pública, e apreendeu cerca de um milhão de euros em notas e um valioso acervo.
Entre os detidos, sete homens e seis mulheres, de idades entre 26 e 64 anos, estão sete empresários e uma advogada. São todos suspeitos de crimes de auxílio à imigração ilegal, corrupção, branqueamento de capitais e falsificação de documentos.
“Da complexa investigação em curso, iniciada em setembro de 2023, resultou que este grupo criminoso terá vindo a dedicar-se à legalização irregular e massiva de cidadãos estrangeiros em Portugal, obtendo proventos financeiros na ordem dos milhões de euros”, informou a PJ, crendo que a atividade ilegal começou em 2022.Os imigrantes serão do Brasil e do Hindustão.jn.pt
O director da PJ começa com factos e acaba a dar lições sobre o que é a democracia e as políticas que a democracia deve adoptar relativamente à imigração. Fá-lo como se lhe coubesse a ele definir as políticas nesse campo e como se estivesse a dizer coisas óbvias e indiscutíveis, quando defende que deve dar-se "papéis" a qualquer um que entre e que tanto faz que entre este como aquele porque é tudo igual. Pois, não é. Os paquistaneses, por exemplo, são muçulmanos e essa é uma religião muito hostil aos direitos das mulheres na democracia de que este senhor que tanto fala. Se calhar, sendo homem, não acha relevante os direitos das mulheres, mas nós achamos.
Muitas mulheres imigrantes vêm de países de que fogem por causa da opressão violenta (violência física e sexual, falta de direitos de educação e trabalho nos seus países de origem), mas os homens desses mesmos países não fogem disso e transportam com eles essa matriz cultural de opressão das mulheres. Além disso, este senhor diz que as prisões femininas estão cheias de mulheres que entraram no país transportando droga mas que isso é só porque queriam muito vir para cá...
Este director da PJ parece ignorar completamente o que se passa em outros países europeus. Quando os imigrantes lá chegaram em massa há muitos anos (como agora estão a fazer aqui) vinham fugidos à guerra e só queriam paz mas assim que a conseguiram e cresceram em número, começaram a querer outras coisas e nunca se integraram ou respeitaram os valores das democracias que os receberam. Estão na origem de formação de gangues violentos de jovens extremistas e eles próprios formaram gangues de violação -inclusive de menores- cujos casos de Inglaterra, Suécia e Áustria são por demais conhecidos. Lá está, se calhar, sendo homem, não acha relevante este assunto da violação das mulheres e raparigas menores, mas nós achamos.
Este senhor tem uma visão idílica segundo a qual se dermos rapidamente papéis de legalização a todos que entram, eles transformam-se em cidadãos exemplares.
Antes de ontem li num jornal que um grupo de peruanos aqui no país dedica-se à actividade de assaltar lojas da Worten - 5 homens e 2 mulheres. O que estão cá a fazer de útil, porque os deixaram entrar e porque não são recambiados para o seu país?
Temos de ter muito cuidado com quem deixamos entrar. Somos um pequeno país e não vamos aguentar a pressão de absorver tantos imigrantes, seja na Segurança Social, na educação ou na saúde. Temos que pôr os olhos nos outros países para não cometer os mesmos erros. Porque uma vez que se deixem entrar as pessoas, então deve apoiar-se completamente essas pessoas para que se integrem plenamente.
A notícia não diz de onde são e o que são. Quantos são brasileiros do gangue criminoso mais perigoso do Brasil? Quantos são islamitas?
Somos um país muito pequeno sem capacidade para absorver mais imigrantes e, acima de tudo, temos que saber ao certo quem são os imigrantes que querem ter nacionalidade portuguesa: são pessoas cujos filhos se vão integrar na nossa sociedade/cultura ou são pessoas cujos filhos vão ser opositores aos nossos valores democráticos, laicos? Exigir, como já se passa em outros países europeus, que os currículos das escolas integrem matéria de respeito aos ensinamentos do Islão? São pessoas que vêm de sociedade brutais e de extrema violência?
Temos que saber quem queremos que entre e quem não queremos que entre. Nos EUA, um imigrante africânder está a desmantelar o Estado e a subverter os valores de pluralidade democrática e em vários países da Europa dia sim dia não há islamitas a raptar raparigas, violações em grupo, atropelamentos, ataques à bomba...
O PS na pessoa do seu líder já reconheceu que a política de imigração do governo de Costa foi errada. Qual é a vantagem do governo repisar isso...? Serve para quê...? Enfim, a proposta de escancarar as portas para entrar qualquer um à toa é para cima de perigosa.
************
"Apresentaram sete propostas, umas que são próprias e outras que são propostas boas. As próprias são genericamente más, as propostas que são boas são essencialmente cópias de medidas que o Governo tem em curso", criticou Leitão Amaro. O ministro reiterou que, com estas propostas, o PS "reconhece o erro grave que foi a política de imigração do Governo anterior", ideia que já tinha transmitido após a entrevista do líder do PS ao Expresso sobre o tema, em que reconheceu erros do anterior executivo.