May 05, 2026
May 04, 2026
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades II
MAGA should never be told that a convicted pedophile and his circle of elite friends raping girls when they are 14 or 16 years old is a Democrat hoax.
— Marjorie Taylor Greene 🇺🇸 (@mtgreenee) May 3, 2026
And I still can’t believe I had to fight President Trump to release the Epstein files, and to this day no one has been arrested… pic.twitter.com/ZixhucQya1
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades
Marjorie Taylor Greene: 'Trump texted me that if my son gets killed, I deserve it because I was a traitor to him. I'd probably get put in jail if I released the texts. That's our president'
— Ounka (@OunkaOnX) May 4, 2026
MAGA was never about America. It was about one man's ego - and everyone who crosses him… pic.twitter.com/DKzJg9N156
Coisas óbvias
Putler, escondido no bunker com medo da internet, pediu a Trump que lhe desse um cessar-fogo de um dia para dar uma festa. Ainda não percebeu que os EUA já não têm esse poder de influência. Trump delapidou-o a troco de promessas de dinheiro fácil.
Não haverá cessar-fogo no dia 9 de maio. «Ninguém pediu oficialmente à Ucrânia um cessar-fogo no dia 9 de maio», afirmou Zelenskyy.
«Um cessar-fogo de um dia, e antes disso, matar o nosso povo – isso é, por assim dizer, desonesto. Hoje Merefa, ontem Dnipro – mortos, feridos, adultos, crianças. Depois, dizer: Vamos parar por um dia para fazer um desfile – isso não é sério. Não temos feriados. Depois de 9 de maio, eles vão matar novamente.»
🎼 What a difference a lider makes, in 24 little hours 🎼
Enquanto uns se isolam e tornam o mundo mais paroquial, outros expandem-se e tornam o mundo mais actual.
Putin will burst.
— Jürgen Nauditt 🇩🇪🇺🇦 (@jurgen_nauditt) May 4, 2026
Armenia and Ukraine have agreed on long-term cooperation, according to Zelenskyy.
The Ukrainian president also met with Georgian Prime Minister Irakli Kobakhidze today. pic.twitter.com/A19zpfTvHs
May 03, 2026
Lest we should forget that Trump is a Russian asset...
Lest we should forget that Trump is a Russian asset, here’s Senator Sheldon Whitehouse to remind us. TokTok - http://vm.tiktok.com/ZNRpR45fb/
- Truth Matters
Ler no SubstackMay 01, 2026
A russificação dos EUA
Hoje, G. Elliott Morris, do Strength in Numbers, assinalou que Trump atingiu um novo mínimo tanto no desempenho global do seu cargo como na forma como gere a economia, com -22,2 e -40,3, respetivamente.
Na terça-feira, Morris explicou no Strength in Numbers que, embora os republicanos tenham argumentado recentemente que precisam apenas de mobilizar eleitores para vencer as eleições intercalares, a afluência às urnas não é o seu problema. O verdadeiro problema é que os eleitores não gostam do que Trump está a fazer.
Um símbolo evidente da presidência de Trump é a sua decisão unilateral de demolir a Ala Este da Casa Branca e substituí-la por um gigantesco salão de baile. Uma nova sondagem do Washington Post–ABC News–Ipsos, divulgada hoje, mostra que os americanos se opõem ao salão de baile por uma margem de cerca de dois para um. Cinquenta e seis por cento dos americanos opõem-se, enquanto apenas 28% o apoiam. Entre os que se opõem, 47% fazem-no de forma veemente.
Dan Diamond e Scott Clement, do Washington Post, assinalam que as pessoas também não gostam do arco triunfal proposto por Trump — 52% contra, face a 21% a favor — nem da ideia de colocar a assinatura de Trump no papel-moeda. Sessenta e oito por cento dos americanos opõem-se a esse plano, enquanto apenas 12% o apoiam. Até entre os republicanos há oposição, por 40% contra 28%.
E depois há a guerra de Trump contra o Irão. Uma sondagem recente da Reuters/Ipsos mostra que apenas 34% dos americanos aprovam os ataques ao Irão, enquanto 61% se opõem.
No seu Substack de hoje, o economista Paul Krugman observou que o acrónimo “TACO” (“Trump Always Chickens Out”, ou seja, “Trump acobarda-se sempre”) foi substituído por “NACHO”: “Not A Chance Hormuz Opens” (“Não há hipótese de Ormuz reabrir”). Krugman explica que é improvável que o Irão reabra o Estreito de Ormuz, por onde passava cerca de 20% do petróleo mundial antes de Israel e os EUA iniciarem ataques aéreos contra o Irão a 28 de fevereiro de 2026, até que “os danos económicos provocados pelo seu encerramento se tornem muito mais graves”.
Trump mantém um bloqueio norte-americano aos portos iranianos, e o Irão afirma que não reabrirá o estreito até que esse bloqueio ao transporte marítimo iraniano seja levantado. Krugman nota que o ego de Trump não lhe permitirá “encarar a realidade de que ele, mais ou menos sozinho, conduziu a América à maior derrota estratégica da sua história”.
Assim, ilude-se pensando que pode extrair concessões do Irão, embora não tenha sido claro quanto a quais seriam. Por seu lado, observa Krugman, as autoridades iranianas não têm incentivo para chegar a acordo, tanto porque a pressão sobre o petróleo prejudica os EUA e, portanto, Trump, como porque não têm razões para acreditar que Trump cumpriria qualquer acordo. Ele tem o hábito de quebrar acordos.
“A questão agora”, escreveu Krugman, é “quanta destruição terão de suportar o mundo e a América antes de Trump estar disposto a aceitar a realidade?”
O secretário da Defesa, Pete Hegseth, testemunhou ontem perante a Comissão das Forças Armadas da Câmara dos Representantes e hoje perante a Comissão das Forças Armadas do Senado sobre o pedido de Trump de um orçamento de defesa de 1,5 triliões de dólares (medida americana) e sobre a guerra com o Irão. Foi a primeira vez que um membro da administração compareceu numa audição pública desde o início da guerra e os legisladores tinham muito a dizer. O senador Jack Reed, de Rhode Island, o democrata mais graduado na comissão, resumiu a situação:
“Há sessenta e um dias o Presidente Trump iniciou unilateralmente a guerra no Irão. Não tinha uma estratégia coerente. Recusou apresentar o caso ao povo americano ou consultar o Congresso. Não apresentou qualquer prova de uma ameaça imediata e ignorou os conselhos de especialistas militares e de inteligência que o alertaram para as consequências. Hoje, o nosso país encontra-se numa posição estratégica pior. O Estreito de Ormuz estava aberto. Agora está fechado. Treze militares perderam tragicamente a vida e mais de 400 ficaram feridos. Perdemos dezenas de aeronaves, sofremos danos significativos nas nossas bases na região e consumimos uma quantidade alarmante do nosso arsenal de mísseis. O moral e a prontidão das forças, especialmente entre unidades e navios sobrecarregados, como o porta-aviões USS Gerald R. Ford, foram afetados. Os preços da gasolina e dos fertilizantes dispararam em todo o mundo. As famílias americanas estão a suportar o custo de uma guerra com a qual nada queriam ter a ver e da qual nada ganharam.”Amanhã assinalam-se 60 dias desde que Trump informou o Congresso de que tinha iniciado ações militares contra o Irão. Ao abrigo da Lei dos Poderes de Guerra de 1973, após 60 dias o presidente tem de pôr fim às hostilidades ou obter aprovação do Congresso. No seu testemunho de hoje, Hegseth tentou argumentar que o prazo de 60 dias é suspenso durante um cessar-fogo, apenas para o senador Tim Kaine (D-VA) assinalar que a lei não diz isso.
Ainda assim, hoje os republicanos no Senado bloquearam outra medida democrata — a sexta, apresentada pelo senador Adam Schiff (D-CA) — para obrigar Trump a pôr fim à guerra com o Irão. O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson (R-LA), disse a jornalistas da NBC News que o Congresso não precisa de interferir nas ações de Trump no Irão porque os EUA não estão atualmente “em guerra”.
E depois há a corrupção.
E depois há a incompetência.
Perante a crescente impopularidade de Trump, os republicanos estão a mudar não as suas políticas impopulares, mas as regras eleitorais, aparentemente na esperança de manipular o sistema para vencer eleições independentemente da sua impopularidade.
Ontem, com praticamente nenhuma participação pública, o Senado da Florida aprovou um mapa eleitoral manipulado (gerrymandering) concebido para dar mais quatro lugares no Congresso aos republicanos, apesar de, há mais de dez anos, os eleitores terem aprovado uma alteração constitucional que proíbe esse tipo de manipulação partidária.
Também ontem, a decisão do Supremo Tribunal no caso Louisiana v. Callais abriu caminho para que os republicanos nos Estados do sul redesenhem os seus mapas eleitorais, transferindo entre 10 e 15 lugares dos democratas para os republicanos. Na decisão, os seis juízes nomeados por presidentes republicanos declararam que os que alegam discriminação racial no desenho dos distritos têm de provar que os legisladores agiram intencionalmente com base na raça e não no partidarismo — algo que o tribunal declarou estar fora do alcance dos tribunais federais.
A decisão significa que os Estados podem agora redesenhar distritos para reduzir o poder eleitoral das minorias, um grupo demográfico que tende a votar nos democratas.
O governador republicano do Louisiana, Jeff Landry, declarou imediatamente o estado de emergência, suspendendo as eleições primárias no Estado para poder redesenhar os distritos e garantir mais um ou dois lugares republicanos. Mais de 100 mil boletins de voto por correspondência já tinham sido enviados — alguns já foram devolvidos — e a votação deveria começar dentro de dias.
Os democratas já interpuseram uma ação judicial contra a tentativa do governador de travar uma eleição já em curso e exigem que esta prossiga. A acção sublinha, entre outros pontos, que a Constituição atribui às legislaturas estaduais, e não ao governador, a responsabilidade de definir “os tempos, locais e modo de realização das eleições para senadores e representantes”.
Legisladores no Tennessee, Mississippi e Alabama também estão a considerar redesenhar distritos na sequência da decisão Callais.
Os democratas responderam ao enfraquecimento da Lei do Direito de Voto pelo Supremo Tribunal e às manipulações eleitorais dominadas pelos republicanos que certamente se seguirão. Estados dominados por democratas estão a considerar as suas próprias manipulações para contrabalançar os republicanos, bem como nova legislação para proteger os direitos de voto das minorias.
“A decisão de hoje por esta maioria ilegítima do Supremo Tribunal constitui um golpe contra a Lei do Direito de Voto e foi concebida para minar a capacidade das comunidades de cor em todo o país de elegerem o candidato da sua escolha”, disse aos jornalistas na quarta-feira Hakeem Jeffries (D-NY), líder da minoria na Câmara. “Mas não estamos aqui para recuar. Estamos aqui para reagir.”Trump, entretanto, quer ainda mais. A sua conta nas redes sociais publicou hoje:
“Quanto abuso pode o Senado Republicano suportar por parte dos lunáticos da esquerda radical, sob a forma de senadores democratas, antes de EXPLODIR (TERMINAR!) O FILIBUSTER e aprovar medidas a um ritmo recorde, incluindo a Lei Save America, que seria impensável sem o fim do filibuster?? Sem o filibuster, [p]oderíamos aprovar uma lei atrás de outra. Poderíamos aprovar leis e medidas que nunca sequer sonhámos aprovar. E sabem mais uma coisa? Não perderíamos durante 50 anos.”As próximas eleições estão claramente no pensamento de Trump. Hoje, numa intervenção na NewsMax, disse:
“É um problema eu não estar no boletim de voto. E tenho de convencer — toda a gente diz que se eu estivesse no boletim ganharíamos por uma vitória esmagadora. Tenho os melhores, alguns dos melhores números nas sondagens que alguma vez tive.”
April 24, 2026
Mil palavras
Uma fotografia com as campeãs do ténis feminino. Hã...? Onde estão elas...? Já vi! Foram escondidas atrás dos homens que não são capazes de ver uma mulher à frente deles.
April 03, 2026
A russificação dos EUA
The White House deleted this embarrassing video. So whatever you do- * DON'T REPOST IT. * Donald wouldn't like it if you hit "repost."
— Roshan Rinaldi (@Roshan_Rinaldi) April 3, 2026
Trump: We can't take care of daycare. We're a big country. We're fighting wars. It's not possible for us to take care of daycare, Medicaid,… pic.twitter.com/FmiinvW8YL
For some reason...
“If we consider that President Donald Trump is not a very patient person, then for some reason his patience with the Russians does not seem to run out.”– Kaja Kallas, EU's chief diplomat
March 30, 2026
Trump não se interessa pelo "equipamento americano"
Interessa-se por negócios com Putin e é por isso que não quer saber dos ataques iranianos a americanos com informação dos russos.
Russia shared satellite images and basically gave the coordinates to Iranians who destroyed few hundred billions of dollars worth of American equipment.
— Mario (@PawlowskiMario) March 29, 2026
And Trump is fine with it?
pic.twitter.com/Q02VUO7Sd0
March 26, 2026
Aviões russos nos EUA para os negócios da 'famiglia'
Sanctioned Russians arriving in DC to present another aid package to the Trump family bank accounts in exchange for continuing to cut off and pressure Ukraine into surrendering. European had better wake up. https://t.co/J7nEkOwMAx
— Garry Kasparov (@Kasparov63) March 26, 2026
Trump quer que a guerra acabe para pôr a Ucrânia a render para a sua família
«Trump quer um fim rápido para a guerra, mas “rápido” significa à custa de alguém. Não aceitarei a paz à custa da Ucrânia.»-Zelensky
March 25, 2026
EUA - os MAGA não escondem o seu projecto
Anyone who thought creating the largest internal security force in the country, answering only to the president, was for anything else hasn’t been paying attention. https://t.co/tKDYQX1RG8
— Garry Kasparov (@Kasparov63) March 23, 2026
March 18, 2026
Merz para Trump
Eu vejo necessidade do mundo se aliar para derrubar o regime iraniano. Já não vivemos nos tempos de Mohamed onde cada nação fazia o que lhe apetecia em termo de regimes brutais e são necessários mecanismos de travão a ditadores e loucos que trucidam o seu próprio povo e levam a destruição e o caos ao mundo. Porém, não pode ser feito desta maneira onde Trump tenta desunir e destruir os aliados, ameaça invadi-los, os seus representantes ofendem-nos e fazem-lhes buljiyng, recusa ajuda à Ucrânia, alia-se a mafiosos terroristas como Putin e depois pede aos aliados que o assistam numa guerra em que nem sequer foram consultados.
This is the leader of Europe’s largest economy telling Trump: ‘You didn't ask us, you don't have a plan, and we are no longer following you into the dark.'
— Yasmina (@yasminalombaert) March 18, 2026
Chancellor Friedrich Merz:
"To this day, there is no convincing concept of how this operation could succeed. Washington… pic.twitter.com/WwcZYPCqJ6
March 16, 2026
🎯 Trump a falar da NATO diz: "eles" em vez de "nós"
E quem tem de resolver o problema Orban é a UE, não a Ucrânia que já nos está a defender a nós. Isto é óbvio.
“It is slightly disconcerting that President Trump is speaking of NATO in terms of ‘them,’ and not in terms of ‘us’,” Polish FM Sikorski [@radeksikorski] commented on U.S. President Donald Trump’s demands that European NATO member states help clear the blockade of the Strait of… pic.twitter.com/a2TVuPtljO
— TVP World (@TVPWorld_com) March 16, 2026
March 11, 2026
Trump levanta as sanções à Rússia porque está-se nas tintas para os EUA
Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський
A Europa, os Estados Unidos e todo o mundo civilizado impuseram sanções à Rússia pela sua agressão. Na minha opinião, se essas sanções forem levantadas, isso significa que estamos a reconhecer a legitimidade dessa agressão – ou seja, um ou outro Estado está a perdoar a Rússia por esse crime. É claro que, como presidente de um país que é vítima nesta guerra e como alguém que compreende fundamentalmente que a agressão não pode ficar impune, considero isso absolutamente injusto.
March 08, 2026
Como transformar um ser vivo num zombie?
2016, Marco Rubio, versão vivo
2026, Marco Rubio, versão zombie
March 05, 2026
Quando os americanos mostram ser uns merdosos
Insane.
— Astraia Intel (@astraiaintel) March 5, 2026
Fox News shows footage of Ukrainian STING-1 interceptor drones in action over the Middle East but claims they are “American”.
The ungratefulness has no limits.
Why is it so difficult for the administration to say thank you to Ukrainians? pic.twitter.com/I8DHHx4OGp


