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January 28, 2026

A arte de empestar tudo o que toca

 

Falo de Trump. Há 25 anos a Ucrânia, que não pertence à NATO, enviou 5000 soldados ajudar os EUA a lutar contra os ataques dos islamofascistas terroristas, enquanto a Rússia pagava aos talibãs 200 mil dólares por cada americano morto. Hoje os EUA fazem acordos com a Rússia para enriquecerem em conjunto à custa da Ucrânia.

A arte de empestar tudo o que toca

 



January 21, 2026

Estamos dependentes de sistemas de pagamento americanos

 

Que podem ser cortados de um dia para o outro: Visa, MasterCard, PayPal. É um meio de chantagem brutal que causaria um caos no sistema financeiro e económico a atingir empresas e comerciantes. Porque não foi já resolvido?


January 20, 2026

Trump é um mafioso

 

Manda os seus capangas intimidar juízes de países estrangeiros. Ele não respeita nada a não ser a força.


EUA - É difícil não estabelecer paralelos

 

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, revelou esta segunda-feira que o Presidente russo Vladimir Putin foi convidado pelo seu homólogo norte-americano para se juntar ao Conselho da Paz para Gaza. 

[entretanto, Trump já confirmou o convite a Putin]

A criação do conselho faz parte de um plano dos Estados Unidos que recebeu o apoio das Nações Unidas. Além de Putin, já houve uma série de chefes de governo e estado que também foram convidados por Trump para se juntar à conselho, incluindo Javier Milei (Argentina), Lula (Brasil), Erdogan (Turquia), Narendra Modi (Índia), Orban (Hungia), Meloni (Itália) Sissi (Egipto) e até líderes de pequenos países como o Chipre e a Albânia. O conselho inclui ainda o secretário de Estado dos EUA Marco Rubio, o antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair, oenviado especial norte-americano Steve Witkoff, o genro do Presidente, Jared Kushner, e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga. (https://expresso.pt/)

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A maioria dos convidados citados na notícia são ditadores, aspirantes a ditadores, bilonários que semeiam pobreza e caos e gente do dinheiro, porque a intenção de Trump é usar o Clube para fazer negócio à conta da opressão e miséria alheia.

É difícil não estabelecer paralelos com a ascensão do nazismo nos anos 30 do século passado, na Alemanha. Também Hitler, quando começou a subir e a fazer declarações de violência e megalomania louca (a cena de Trump ameaçar invadir a Gronelândia por não lhe darem o prémio Nobel podia ser um sketch do Monty Python) teve a oposição dos outros partidos que integravam o Reichstag. Os partidos que fizeram o acordo para que ele fosse nomeado chanceler da Alemanha diziam entre si que ele era louco, violento, que não era de confiança, que os nazis eram assustadores mas, mesmo assim, revolveram apostar todas as suas fichas neles, como dizem os anglo-saxónicas. 

É o que está a passar-se no Congresso americano. Todos vêem que Trump é um homem destrambelhado da cabeça e violento que está a dinamitar todas as alianças de 250 anos de democracia e a própria democracia para satisfazer a sua ganância de dinheiro e poder. Pois, mesmo assim, apostam todas as suas fichas nele. Uns por cobardia, mas a maioria, provavelmente, por ganância. Devem estar a fazer muito dinheiro.

A esquerda americana, no entanto, está mais preocupada em legitimar islamitas e obrigar as mulheres a aceitarem que não existem enquanto sexo e que os homens podem agora ser mulheres do que a lutar contra a louca megalomania totalitária de Trump. Não se unem, não têm estratégia, não impedem o caos.

Estamos às portas de um novo capítulo da história mundial que parece saído da Guerra das Estrelas.

Sa a Europa se determinar a acabar com a Rússia, toda a oposição e bullying de Trump à Europa, baixa imediatamente ao nível do quase zero. É nisso que têm de concentrar-se os europeus. Os EUA mudaram de amigos e parceiros. Querem muito ser iguais ao imperialismo russo, que tem uma história de terror e miséria, e os países com quem escolhem agora aliar-se são uma red flag monumental. E toda a gente vê e percebe. Mas dentro dos EUA ninguém se mexe a sério.

Nós temos que fixar fixados no nosso objectivo: destruir a ameaça russa, trazer a Ucrânia para dentro da UE e da nossa defesa. Travar o imperialismo islamofascista.

January 19, 2026

O Chanceler alemão tem razão

 

A maneira de lidar com o bullying de Trump é ignorá-lo. Já foi dito o que precisava de ser dito acerca da Dinamarca. Agora é ignorar a conversa da Dinamarca, não deixar que desvie a conversa do que interessa: falar da defesa da Ucrânia e de pressionar Putin até que não tenha opções.


January 18, 2026

O des-aliado americano


WarMonitor

Documentos confidenciais da defesa dinamarquesa revelam que os EUA procuraram discretamente informações sensíveis sobre instalações militares, portos e bases aéreas na Gronelândia sem informar Copenhaga-Berlingske.


January 17, 2026

As coisas estão a acontecer

 

As coisas estão a acontecer

 

As coisas estão a acontecer


@RasmusJarlov

Cada insulto, ameaça, tarifa e mentira que recebemos fortalece a nossa determinação.
A resposta da Dinamarca e da Gronelândia é definitiva.
Nunca entregaremos a Gronelândia.
Rezamos para que os nossos verdadeiros aliados fiquem ao nosso lado, porque vamos precisar deles.

January 16, 2026

Trump é um grunho

 

E os grunho pomo-los na pocilga a chafurdar.


January 13, 2026

Resistir aos fascismos

 

Aos estabelecidos e aos emergentes.

January 09, 2026

Entrevista a Trump - um Ali Babá na Casa Branca

 

Esta semana, quatro dos meus colegas sentaram-se com o presidente Trump para uma entrevista rara e abrangente que durou quase duas horas. Ouviram uma longa chamada que Trump recebeu de Gustavo Petro, presidente da Colômbia. Assistiram, juntamente com o presidente, a um vídeo de um agente de imigração a matar a tiros uma mulher de 37 anos em Minnesota. Em seguida, foram conduzidos a um passeio pela residência.

Trump falou sobre o ataque do fim de semana passado à Venezuela e o seu desejo de anexar a Gronelândia. E deixou claro que poderia — e iria — continuar a usar o poder americano para obter lucro e supremacia política.

O presidente Trump não se conteve.

Sentado atrás da sua secretária no Salão Oval, onde mantém um modelo dos bombardeiros B-2 usados no ataque do ano passado ao programa nuclear do Irão, Trump disse ao The New York Times que os Estados Unidos continuariam no comando da Venezuela enquanto ele quisesse — talvez por anos. Disse que não ficaria satisfeito com nada menos do que a «propriedade» da Gronelândia. Disse que a Europa precisava «se comportar» e que a OTAN era inútil sem os Estados Unidos.

E disse que não se sentia limitado por nenhuma lei, norma, controle ou equilíbrio internacional.

Questionado pelos meus colegas se havia algum limite à sua capacidade de usar o poderio militar americano, ele disse: «Sim, há uma coisa. A minha própria moralidade. A minha própria mente. É a única coisa que pode me impedir».

«Não preciso do direito internacional», acrescentou.

Foi o reconhecimento mais directo até agora da visão de mundo de Trump: apenas a força nacional deve ser o factor decisivo quando os interesses das nações colidem. 

Trump parecia encorajado pelo sucesso da sua recente operação na Venezuela. Rejeitou as normas da ordem pós-Segunda Guerra Mundial, que os Estados Unidos ajudaram a estabelecer, como um fardo desnecessário.

Questionado se as suas ações poderiam servir de precedente na Ucrânia ou em Taiwan, ele descartou a ideia. O presidente Xi Jinping, da China, disse ele, não ousaria atacar Taiwan durante o seu mandato.

«Ele pode fazê-lo depois de termos um presidente diferente, mas não acho que o fará comigo como presidente», afirmou.

Reunimos mais alguns destaques da entrevista abaixo. Pode acompanhar a nossa cobertura aqui.

Venezuela

Trump disse que esperava que os Estados Unidos governassem a Venezuela e extraíssem petróleo das suas enormes reservas durante anos, insistindo que o governo interino do país — liderado por partidários leais ao agora preso Nicolás Maduro — está «a dar-nos tudo o que consideramos necessário».

«Vamos reconstruí-la de uma forma muito lucrativa», disse Trump. «Vamos usar petróleo e vamos extrair petróleo. Estamos a baixar os preços do petróleo e vamos dar dinheiro à Venezuela, que precisa desesperadamente dele.»

Groenlândia

Trump falou sobre os seus planos para a Groenlândia, que é controlada pela Dinamarca, um aliado da OTAN.

Na sua opinião, não era suficiente exercer o direito dos EUA, ao abrigo de um tratado de 1951, de reabrir bases militares há muito fechadas naquele enorme território.

«A propriedade é muito importante», disse Trump. «Porque é isso que sinto ser psicologicamente necessário para o sucesso. Acho que a propriedade dá-lhe algo que não se consegue com um contrato de arrendamento ou um tratado. A propriedade dá-lhe coisas e elementos que não se conseguem apenas assinando um documento.»

Quando questionado sobre qual era a sua maior prioridade, obter a Gronelândia ou preservar a OTAN, Trump recusou-se a responder diretamente, mas reconheceu que «pode ser uma escolha».

Ucrânia

Trump disse aos meus colegas que estava pronto para se comprometer com o envolvimento dos Estados Unidos na defesa futura da Ucrânia, mas apenas porque estava confiante de que a Rússia não tentaria invadir o país novamente. «Tenho a forte convicção de que eles não voltariam a invadir, ou eu não concordaria com isso», disse Trump.

Os comentários de Trump foram mais longe do que antes, sinalizando a sua abertura para assumir tal compromisso, pelo menos num papel de apoio.

Eles também mostraram que Trump continuava convencido do desejo professado pelo presidente Vladimir Putin pela paz, apesar da relutância demonstrada pela Rússia em acabar com a guerra após quase um ano de negociações com os Estados Unidos. “Acho que ele quer fazer um acordo”, disse ele.

O tiroteio do ICE

Na quarta-feira, poucas horas antes da entrevista, um agente da Imigração e Alfândega atirou numa mulher de 37 anos em Minneapolis. Trump disse que ela estava em falta porque tentou «atropelar» o agente.


By Katrin Bennhold in NYT

January 05, 2026

Escrevi isto no ano passado depois de Trump ser eleito. Acho que não me enganei



"I Want To Be One Of The Greats"

"Quero ser um dos grandes" foi a frase de Timothee Chalamet, um actor americano, aquando da aceitação de um prémio, há uns dias. Talvez o tenha dito na excitação do momento ou porque é ainda muito novo e está afectado pela fama. Não sei, mas disse-o perante uma assembleia de actores, produtores, realizadores: trabalha para um legado de grandiosidade.

Quem também tem essa ambição é Trump e o seu parceiro Musk, embora cada um à sua maneira porque Musk usa-se de Trump por quer ter poder absoluto e está-se nas tintas para a MAGA mas Trump quer ser 'um dos grandes' da América, como ele diz, confundindo o seu país com todo o continente. Depois, são ambos sociopatas mas Musk está mesmo convencido que é um ser intelectualmente superior enquanto Trump é um narcisista vulnerável à lisonja por motivos de insegurança intelectual - o cargo de Presidente da 'América' funciona para a sua imagem e para a força que quer projectar, como um Viagra.

São pessoas racistas e misóginas, talvez pelo contexto da educação. Musk é um africânder e Trump é um cristão ideológico - um indivíduo que abraça a ideologia da religião no que respeita aos costumes, mas não o exercício do espírito religioso.

Trump, tal como Putin, pensa que o Ocidente caiu em desgraça desde que aceitou gays, mulheres no exército e políticas inclusivas que, em seu entender, efeminizaram os homens, a Política e a autoridade da 'América' no mundo. Ele quer uma 'América' de famílias cristãs, de homens fortes e temidos e mulheres de valores tradicionais. A administração dele está muito vinculada aos cristãos evangélicos que são fanáticos e extremistas como os islamitas.

Ele acredita mesmo, penso, na ideologia MAGA e foi muito influenciado pelas ideias de Bannon, para quem a 'América' só poderia voltar a ser grande se a Europa voltasse a ser pequena como aconteceu no pós-guerra, quando estava destruída e dependente da força dos EUA.

Enquanto a Europa não for reduzida, será um obstáculo à grandiosidade da América, o que o diminui a ele pessoalmente dado que dificulta a construção do seu legado e de uma 'América' orbanizada ou mesmo russificada. Além disso, uma Europa forte e ateia com valorização das políticas de inclusão sobrepõe a sua voz e diminui a força da América cristã tradicional.

Penso que ele partilha isto da decadência dos valores com Putin e pensa, por isso mesmo, que Putin o compreende e quer o mesmo que ele.

Trump tem uma visão do mundo influenciada pelo dogma nefasto de Kissinger acerca do poder e das áreas de influência. Como quer uma 'América' grandiosa, sendo ele o construtor desse legado, tem na ideia uma visão do mundo dividida por grandes potências dominadoras, cada uma com a sua área de influência: a Rússia com domínio sobre a Europa, os EUA com domínio sobre a América (continente) e talvez a China, com domínio sobre a Ásia. A África não lhe interessa. Ele não vê a África como uma potência que possa ameaçar alguém.

Não por acaso está a sair de todas as organizações internacionais que podem retirar poder à 'América'. Ele não é pessoa de negociar: ele dita as condições, compra com dinheiro e se for preciso usa a força do dinheiro para chantagem. Só cede ao poder e à força das circunstâncias, tal como Putin.

Diferentemente de Putin, Trump quer dominar o continente americano e ser uma grande potência, mas sem recurso ao poder das armas. Apenas com o poder do dinheiro. Já no 1º mandato ele propôs-se comprar a Gronelândia e disse mesmo que queria expandir o território dos EUA, mas nessa altura era mais inexperiente e menos descarado.

Ele quer ficar para a história como 'um dos grandes' através da expansão do território e do consequente aumento de riqueza do país e, obviamente, do poder. Para isso precisa que outros países, nomeadamente potências económicas, não intervenham e se tornem obstáculos. Daí a necessidade de dividir e destruir a UE. Este era um dos grandes objectivos declarados e defendidos do projecto de Bannon.

Penso que ele alinhavou uma espécie de Tratado de Tordesilhas com Putin: tu ficas com a Ucrânia e o que mais quiseres da Europa que nós não seremos obstáculo e nós vamos ficar com o Canadá e a Gronelândia e vocês não interferem na nossa vida mesmo que tenhamos um problema com a China. Putin terá dito que sim e ele acredita mesmo que Putin o respeita e que respeita um acordo com ele. Daí estar a promover russófilos e políticas de amizade e confiança com a Rússia. Ele pensa que uma aliança com a Rússia de Putin é mais forte e lhe traz mais riqueza e grandiosidade que uma aliança com a Europa, que está cheia de gente que nem sequer gosta dele ou respeita os seus valores - o que é verdade.

É claro que estou a especular porque não tenho acesso a informações secretas e o que penso é a partir do que leio e do que vejo cada uma das partes dizer e fazer. Porém, não percebo como é que Trump iria explorar minério na Ucrânia se os territórios ocupados ficassem com a Rússia...

Em geral, os presidentes americanos acreditam que os outros líderes ficam impressionados com a sua personalidade (dada a reverência subserviente que têm dentro do seu país), e com o peso de serem os líderes com mais poder no mundo - o que sendo verdade, não é, noutro ponto de vista.

Mas a questão é que Trump espera sempre que outros líderes fiquem esmagados de respeito pela sua presença dada a grandiosidade que ele pensa que a 'América' tem no mundo e na história do mundo.

Na verdade, neste momento os líderes dos valores religiosos machistas tradicionais e os autoritários estão a cerrar fileiras - veja-se Milei e veja-se como Israel votou com a Rússia contra a Ucrânia para agradar a Trump.

Parece-me que Ursula von der Leyen tem toda a razão quando urge a um plano para a defesa da Europa.

Para já, tudo o que nos faça ganhar tempo, obviamente que é bom. Pode ser que o rei inglês tenha a habilidade de atrasar o divórcio de Trump com a Europa, mas é difícil.

Não sei o que Zelensky pode fazer porque Trump não quer saber de ir negociar com um terrorista, um criminoso de guerra. Ele só vê em Putin poder e força, coisas que aprecia, confunde com respeito e quer muito possuir. Ter consigo a força decidida da Europa na defesa da Ucrânia, neste momento, parece ser o melhor argumento. É claro que para isso a Europa tem de ser, como diz aqui von der Leyen, rápida, unida e decidida.

Apaziguar Trump oferecendo concessões a Putin é um grande perigo. Dá uma imagem de fraqueza.


Os líderes europeus precisam de se libertar da ilusão de que os argumentos racionais terão algum efeito na Casa Branca MAGA. (Jessica Berlim)

March 04, 2025

January 04, 2026

Os europeus têm de tomar uma posição pública conjunta, firme, de apoio à Dinamarca

 

Firmeza é a única coisa que trava Trump na sua mentalidade de violador desenfreada.  Ele é um aprendiz de Putin. Se a Europa deixa que ele abocanhe um pedaço, ele não pára. Ele tem que perceber que não é dono do mundo. Cada vez é mais importante destruir Putin para deixar Trump isolado.


Dado que, na perspectiva de Trump, María Corina Machado lhe roubou o Prémio Nobel:

 

December 30, 2025

Garantias de segurança de Trump? Que garantias?

 

Então, se neste momento em que Trump podia garantir a segurança da Ucrânia (bastava dar armas de longo alcance à Ucrânia ou simplesmente dizer aos russos, sozinho ou com a NATO: basta!) escolhe não o fazer, o que é já uma prova da não seriedade de se comprometer com as garantias de segurança que os EUA deram à Ucrânia, porque razão o fará depois de a Ucrânia ceder territórios e de Putin permanecer intocável? 

Trump nunca cumprirá nenhuma garantia. Ele é como Putin: assim como uma fronteira não passa de uma linha desenhada num mapa, uma assinatura não passa de letras desenhadas num papel. Nem uma nem outra os comprometem. São dois grandes predadores, um é um violador que gosta de abusar e humilhar raparigas e mulheres e o outro é um assassino que gosta de humilhar e destruir pessoas poderosas.

Dado que não podemos neutralizar um dos predadores, temos que neutralizar o outro, sob pena de ficarmos no meio de dois predadores (com o terceiro à espreita lá longe) e em vez de lutar apenas contra um termos de lutar contra dois. E há urgência nisto, porque a Ucrânia não é uma força imortal que resiste a tudo e porque o outro predador pode vir a aliar-se militarmente ao primeiro. Não percebo os europeus estarem a arrastar-se.


December 29, 2025

"Steve Witkoff in such an idiot"

 

The Wall Street Journal has exposed the corruption of Steve Witkoff and the Trump family. They are currently selling out America's interests and our NATO allies for billions in business deals with the Russians.

- Jake Broe

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December 23, 2025