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May 30, 2026

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May 28, 2026

A long, long time ago when the US was the leader of the free world

 

Ancient history.


May 23, 2026

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Quem pensa que Trump vai sair em 2028?

 

As milícias que tentaram o golpe de Estado às suas ordens no assalto ao Capitólio não só foram perdoadas como há agora um fundo -um saco azul- com 1.8 mil milhões de dólares de dinheiro dos contribuintes para os sustentar enquanto esperam por novas ordens dele para o próximo assalto. Entretanto Trump, que nomeou o seu advogado particular procurador da República para lhes arranjar uma amnistia de todos os crimes, disse publicamente que a lealdade à sua pessoa está acima da lei. E também conseguiu proibir que o investigassem em relação a crimes fiscais. Está a destruir, uma a uma, todas as instituições. Ou os americanos dão uma de húngaros já nestas eleições ou vai ser muito difícil tirá-lo de lá. A ele e à família dele. Um modo paralelo de o tirar de lá é não deixar cair os ficheiros Epstein e forçar a sua publicação integral. Trump é um manual de instruções para transformar um país respeitável, respeitado e forte numa Ndrangheta que manda pela chantagem e pela pistola. Trump lembra-me Goering. A mesma ganância, não só de poder mas de ouro e de tudo o que brilha, o mesmo desejo de causar inveja e de estar sempre no centro das atenções, o mesmo narcisismo balofo.


May 20, 2026

Se isto é verdade, é mais grave do que parece - e já parece grave

 

O presidente dos EUA sugeriu a XI também que deveriam cooperar com o líder russo contra o Tribunal Penal Internacional

May 15, 2026

Trump foi à China prestar vassalagem a XI

 

Claro que Xi sabe, como todos sabemos, que aquilo é fogo-fátuo porque Trump muda de opinião como nós mudamos de camisa, não têm lealdade a ninguém e não cumpre acordos. Trump acredita que as pessoas que tem consigo, como têm muito dinheiro, são as melhores do mundo. Esse é um dos problemas do capitalismo actual, o de reduzir o valor das pessoas à quantidade de dinheiro e pensar que isso é a realidade. 

Seja como for, Trump não está interessado em ser parceiro da Europa em coisa alguma. Nem em negócios nem na defesa (antes pelo contrário, está interessado no enfraquecimento da UE) e parece-me que a Europa tem de construir uma defesa autónoma, independente da dos EUA - mesmo que continue na NATO. E com urgência. 

Mesmo que Trump saia do poder daqui a uns anos e mesmo que não consiga deixar lá um genro ou o V.P., já abriu um precedente de afastamento da Europa que será seguido pelo próximo Presidente. Temos de ser o mais possível autónomos na energia e na defesa. Em ambos os caso precisamos da Ucrânia e temos de fazer mais e mais depressa pelo fim da guerra. Não se pode deixar a Ucrânia e a própria Europa exaurir recursos devido a um prolongamento forçado da guerra.


May 04, 2026

Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades II

 


Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades

 


Coisas óbvias

 

Putler, escondido no bunker com medo da internet, pediu a Trump que lhe desse um cessar-fogo de um dia para dar uma festa. Ainda não percebeu que os EUA já não têm esse poder de influência. Trump delapidou-o a troco de promessas de dinheiro fácil.


Não haverá cessar-fogo no dia 9 de maio. «Ninguém pediu oficialmente à Ucrânia um cessar-fogo no dia 9 de maio», afirmou Zelenskyy.

«Um cessar-fogo de um dia, e antes disso, matar o nosso povo – isso é, por assim dizer, desonesto. Hoje Merefa, ontem Dnipro – mortos, feridos, adultos, crianças. Depois, dizer: Vamos parar por um dia para fazer um desfile – isso não é sério. Não temos feriados. Depois de 9 de maio, eles vão matar novamente.»

🎼 What a difference a lider makes, in 24 little hours 🎼

 

Enquanto uns se isolam e tornam o mundo mais paroquial, outros expandem-se e tornam o mundo mais actual.


May 03, 2026

Lest we should forget that Trump is a Russian asset...

 

Lest we should forget that Trump is a Russian asset, here’s Senator Sheldon Whitehouse to remind us. TokTok - http://vm.tiktok.com/ZNRpR45fb/

- Truth Matters

Ler no Substack

May 01, 2026

A russificação dos EUA



Hoje, G. Elliott Morris, do Strength in Numbers, assinalou que Trump atingiu um novo mínimo tanto no desempenho global do seu cargo como na forma como gere a economia, com -22,2 e -40,3, respetivamente. 

Esses números reflectem a percentagem de pessoas que aprovam a sua actuação numa determinada área menos as que a desaprovam. De facto, Morris observou que a taxa de aprovação de Trump na economia é tão baixa que “literalmente rebentou a escala deste gráfico no meu portal de dados”.

Na terça-feira, Morris explicou no Strength in Numbers que, embora os republicanos tenham argumentado recentemente que precisam apenas de mobilizar eleitores para vencer as eleições intercalares, a afluência às urnas não é o seu problema. O verdadeiro problema é que os eleitores não gostam do que Trump está a fazer.

Um símbolo evidente da presidência de Trump é a sua decisão unilateral de demolir a Ala Este da Casa Branca e substituí-la por um gigantesco salão de baile. Uma nova sondagem do Washington Post–ABC News–Ipsos, divulgada hoje, mostra que os americanos se opõem ao salão de baile por uma margem de cerca de dois para um. Cinquenta e seis por cento dos americanos opõem-se, enquanto apenas 28% o apoiam. Entre os que se opõem, 47% fazem-no de forma veemente.

Dan Diamond e Scott Clement, do Washington Post, assinalam que as pessoas também não gostam do arco triunfal proposto por Trump — 52% contra, face a 21% a favor — nem da ideia de colocar a assinatura de Trump no papel-moeda. Sessenta e oito por cento dos americanos opõem-se a esse plano, enquanto apenas 12% o apoiam. Até entre os republicanos há oposição, por 40% contra 28%.

E depois há a guerra de Trump contra o Irão. Uma sondagem recente da Reuters/Ipsos mostra que apenas 34% dos americanos aprovam os ataques ao Irão, enquanto 61% se opõem. 

Os preços da gasolina continuam a subir, com o petróleo Brent a ultrapassar hoje brevemente os 114 dólares por barril — o valor mais alto desde junho de 2022, pouco depois de a Rússia ter lançado o seu ataque à Ucrânia. O senador Angus King (I-ME) referiu hoje na CNN que estes preços mais elevados estão actualmente a custar aos consumidores americanos cerca de 700 milhões de dólares por dia.

No seu Substack de hoje, o economista Paul Krugman observou que o acrónimo “TACO” (“Trump Always Chickens Out”, ou seja, “Trump acobarda-se sempre”) foi substituído por “NACHO”: “Not A Chance Hormuz Opens” (“Não há hipótese de Ormuz reabrir”). Krugman explica que é improvável que o Irão reabra o Estreito de Ormuz, por onde passava cerca de 20% do petróleo mundial antes de Israel e os EUA iniciarem ataques aéreos contra o Irão a 28 de fevereiro de 2026, até que “os danos económicos provocados pelo seu encerramento se tornem muito mais graves”.

Trump mantém um bloqueio norte-americano aos portos iranianos, e o Irão afirma que não reabrirá o estreito até que esse bloqueio ao transporte marítimo iraniano seja levantado. Krugman nota que o ego de Trump não lhe permitirá “encarar a realidade de que ele, mais ou menos sozinho, conduziu a América à maior derrota estratégica da sua história”.

Assim, ilude-se pensando que pode extrair concessões do Irão, embora não tenha sido claro quanto a quais seriam. Por seu lado, observa Krugman, as autoridades iranianas não têm incentivo para chegar a acordo, tanto porque a pressão sobre o petróleo prejudica os EUA e, portanto, Trump, como porque não têm razões para acreditar que Trump cumpriria qualquer acordo. Ele tem o hábito de quebrar acordos.

“A questão agora”, escreveu Krugman, é “quanta destruição terão de suportar o mundo e a América antes de Trump estar disposto a aceitar a realidade?”

O secretário da Defesa, Pete Hegseth, testemunhou ontem perante a Comissão das Forças Armadas da Câmara dos Representantes e hoje perante a Comissão das Forças Armadas do Senado sobre o pedido de Trump de um orçamento de defesa de 1,5 triliões de dólares (medida americana) e sobre a guerra com o Irão. Foi a primeira vez que um membro da administração compareceu numa audição pública desde o início da guerra e os legisladores tinham muito a dizer. O senador Jack Reed, de Rhode Island, o democrata mais graduado na comissão, resumiu a situação:
“Há sessenta e um dias o Presidente Trump iniciou unilateralmente a guerra no Irão. Não tinha uma estratégia coerente. Recusou apresentar o caso ao povo americano ou consultar o Congresso. Não apresentou qualquer prova de uma ameaça imediata e ignorou os conselhos de especialistas militares e de inteligência que o alertaram para as consequências. Hoje, o nosso país encontra-se numa posição estratégica pior. O Estreito de Ormuz estava aberto. Agora está fechado. Treze militares perderam tragicamente a vida e mais de 400 ficaram feridos. Perdemos dezenas de aeronaves, sofremos danos significativos nas nossas bases na região e consumimos uma quantidade alarmante do nosso arsenal de mísseis. O moral e a prontidão das forças, especialmente entre unidades e navios sobrecarregados, como o porta-aviões USS Gerald R. Ford, foram afetados. Os preços da gasolina e dos fertilizantes dispararam em todo o mundo. As famílias americanas estão a suportar o custo de uma guerra com a qual nada queriam ter a ver e da qual nada ganharam.”
Amanhã assinalam-se 60 dias desde que Trump informou o Congresso de que tinha iniciado ações militares contra o Irão. Ao abrigo da Lei dos Poderes de Guerra de 1973, após 60 dias o presidente tem de pôr fim às hostilidades ou obter aprovação do Congresso. No seu testemunho de hoje, Hegseth tentou argumentar que o prazo de 60 dias é suspenso durante um cessar-fogo, apenas para o senador Tim Kaine (D-VA) assinalar que a lei não diz isso.

Ainda assim, hoje os republicanos no Senado bloquearam outra medida democrata — a sexta, apresentada pelo senador Adam Schiff (D-CA) — para obrigar Trump a pôr fim à guerra com o Irão. O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson (R-LA), disse a jornalistas da NBC News que o Congresso não precisa de interferir nas ações de Trump no Irão porque os EUA não estão atualmente “em guerra”.

E depois há a corrupção. 

Na semana passada, surgiu a notícia de que uma start-up apoiada por Eric, filho do Presidente Trump, ganhou um contrato de 24 milhões de dólares do Pentágono. Hoje soube-se que a Força Aérea dos EUA concordou em comprar um número não divulgado de drones a uma empresa apoiada pelos filhos de Trump.

E depois há a incompetência. 

Hoje, após uma paralisação de 76 dias, os republicanos na Câmara dos Representantes aprovaram finalmente uma medida do Senado para financiar o Departamento de Segurança Interna, enquanto retinham verbas do ICE e da Alfândega e Protecção de Fronteiras. O Senado aprovou o diploma por unanimidade a 27 de março, mas, como correspondia ao que os democratas pretendiam, o presidente da Câmara recusou levá-lo a votação até hoje.

Perante a crescente impopularidade de Trump, os republicanos estão a mudar não as suas políticas impopulares, mas as regras eleitorais, aparentemente na esperança de manipular o sistema para vencer eleições independentemente da sua impopularidade.

Ontem, com praticamente nenhuma participação pública, o Senado da Florida aprovou um mapa eleitoral manipulado (gerrymandering) concebido para dar mais quatro lugares no Congresso aos republicanos, apesar de, há mais de dez anos, os eleitores terem aprovado uma alteração constitucional que proíbe esse tipo de manipulação partidária.

Também ontem, a decisão do Supremo Tribunal no caso Louisiana v. Callais abriu caminho para que os republicanos nos Estados do sul redesenhem os seus mapas eleitorais, transferindo entre 10 e 15 lugares dos democratas para os republicanos. Na decisão, os seis juízes nomeados por presidentes republicanos declararam que os que alegam discriminação racial no desenho dos distritos têm de provar que os legisladores agiram intencionalmente com base na raça e não no partidarismo — algo que o tribunal declarou estar fora do alcance dos tribunais federais.

A decisão significa que os Estados podem agora redesenhar distritos para reduzir o poder eleitoral das minorias, um grupo demográfico que tende a votar nos democratas.

O governador republicano do Louisiana, Jeff Landry, declarou imediatamente o estado de emergência, suspendendo as eleições primárias no Estado para poder redesenhar os distritos e garantir mais um ou dois lugares republicanos. Mais de 100 mil boletins de voto por correspondência já tinham sido enviados — alguns já foram devolvidos — e a votação deveria começar dentro de dias.

Os democratas já interpuseram uma ação judicial contra a tentativa do governador de travar uma eleição já em curso e exigem que esta prossiga. A acção sublinha, entre outros pontos, que a Constituição atribui às legislaturas estaduais, e não ao governador, a responsabilidade de definir “os tempos, locais e modo de realização das eleições para senadores e representantes”.

Legisladores no Tennessee, Mississippi e Alabama também estão a considerar redesenhar distritos na sequência da decisão Callais.

Os democratas responderam ao enfraquecimento da Lei do Direito de Voto pelo Supremo Tribunal e às manipulações eleitorais dominadas pelos republicanos que certamente se seguirão. Estados dominados por democratas estão a considerar as suas próprias manipulações para contrabalançar os republicanos, bem como nova legislação para proteger os direitos de voto das minorias.
“A decisão de hoje por esta maioria ilegítima do Supremo Tribunal constitui um golpe contra a Lei do Direito de Voto e foi concebida para minar a capacidade das comunidades de cor em todo o país de elegerem o candidato da sua escolha”, disse aos jornalistas na quarta-feira Hakeem Jeffries (D-NY), líder da minoria na Câmara. “Mas não estamos aqui para recuar. Estamos aqui para reagir.”
Trump, entretanto, quer ainda mais. A sua conta nas redes sociais publicou hoje: 
“Quanto abuso pode o Senado Republicano suportar por parte dos lunáticos da esquerda radical, sob a forma de senadores democratas, antes de EXPLODIR (TERMINAR!) O FILIBUSTER e aprovar medidas a um ritmo recorde, incluindo a Lei Save America, que seria impensável sem o fim do filibuster?? Sem o filibuster, [p]oderíamos aprovar uma lei atrás de outra. Poderíamos aprovar leis e medidas que nunca sequer sonhámos aprovar. E sabem mais uma coisa? Não perderíamos durante 50 anos.”
As próximas eleições estão claramente no pensamento de Trump. Hoje, numa intervenção na NewsMax, disse: 
“É um problema eu não estar no boletim de voto. E tenho de convencer — toda a gente diz que se eu estivesse no boletim ganharíamos por uma vitória esmagadora. Tenho os melhores, alguns dos melhores números nas sondagens que alguma vez tive.”
por Heather Cox Richardson

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O que estará a China a pensar perante tanta incompetência estratégica política, diplomática e militar dos EUA, dentro e fora das suas fronteiras, levada a cabo por uma administração infiltrada ao mais alto nível por criminosos do mais baixo nível? Esperança de que pode expandir-se sem oposição credível e eficaz?

April 24, 2026

Mil palavras

 

Uma fotografia com as campeãs do ténis feminino. Hã...? Onde estão elas...? Já vi! Foram escondidas atrás dos homens que não são capazes de ver uma mulher à frente deles.



April 03, 2026

A russificação dos EUA

 

For some reason...

 

“If we consider that President Donald Trump is not a very patient person, then for some reason his patience with the Russians does not seem to run out.” 
– Kaja Kallas, EU's chief diplomat

 

March 30, 2026

Trump não se interessa pelo "equipamento americano"

 

Interessa-se por negócios com Putin e é por isso que não quer saber dos ataques iranianos a americanos com informação dos russos.

March 26, 2026

Aviões russos nos EUA para os negócios da 'famiglia'

 

Trump quer que a guerra acabe para pôr a Ucrânia a render para a sua família



«Trump quer um fim rápido para a guerra, mas “rápido” significa à custa de alguém. Não aceitarei a paz à custa da Ucrânia.» 
    -Zelensky

 

March 25, 2026

EUA - os MAGA não escondem o seu projecto