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January 24, 2026

Quando o normal é extraordinário

 


Citação deste dia


A Ucrânia merece um século de paz, tranquilidade e calma.
Lutamos por tantos anos e me parece que, em cada século, certamente conquistamos — merecemos — um século de paz, silêncio e tranquilidade.   — Zelenskyy

 

January 22, 2026

Mas não admitir é um risco mil vezes maior

 

Admitir a Ucrânia na UE acarreta riscos, mas é a nossa segurança que está em jogo.

- Ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Sikorski

📌 Coisas urgentes para antes de ontem: A Europa precisa de forças armadas unificadas capazes de a defenderem verdadeiramente

 

A Europa precisa de forças armadas unificadas capazes de defender verdadeiramente a Europa. E evidentemente precisamos muito da Ucrânia nessas forças.


January 21, 2026

O Congresso americano tem lá dois projectos de lei de sanções à Rússia

 

São sanções muito pesadas que poderiam fazer pender a balança para o lado da Ucrânia, mas até agora escolheram não agir e deixar os documentos ganhar pó. Como diz Liz Cheney, "chegará o dia em que Trump sairá do poder mas a vossa [dos republicanos] desonra permanecerá".


Há muito a aprender com a Ucrânia

 

O que está a UE a fazer quanto à falta de energia na Ucrânia com temperaturas de congelamento?

 

Porque não estão lá tropas europeias com engenheiros e material de reposição de energia, mais geradores e o que mais for preciso para resolver a situação? Li que Chernobyl está numa situação gravíssima por causa da falta de energia. quer quer um acidente nuclear? Interessa resolver o problema da Rússia. É a mais urgente das urgências.

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Oleksiy Goncharenko

A maior parte de Kiev está sem eletricidade, sem aquecimento. Muitas casas não têm água. Por causa da Rússia. Quero que compreendam a dimensão do desastre. A população de Kiev é agora de cerca de 3 a 3,5 milhões de pessoas. É quase como Berlim, Madrid ou Roma. Imaginem, metade de Berlim fica sem aquecimento, água e eletricidade no meio de uma forte geada?



January 20, 2026

Intervenção do embaixador da França na reunião do Conselho de Segurança da ONU

 

É importante dizer continuamente o que se passa na realidade, mesmo que todos saibamos o que se passa. As coisas têm de ser ditas nos latis onde importa mais dizê-las.

 

Intervenção do embaixador da França perante Sergueï Lavrov, ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, durante a reunião do Conselho de Segurança da ONU, convocada ontem com caráter de urgência na sequência dos ataques russos em grande escala contra cidades ucranianas.

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergueï Lavrov, acusou recentemente a Europa de impedir a paz na Ucrânia.

O representante da França no Conselho de Segurança, embaixador Jerome Bonnafont, respondeu assim, em 12 de janeiro:

«Quando a Rússia se gaba de lançar um míssil balístico com capacidade nuclear sobre Lviv, a 50 km da fronteira polaca, que Estado constitui realmente um obstáculo à paz? Tanto mais quanto a Rússia afirmou fazê-lo em resposta a um suposto ataque ucraniano a uma residência presidencial russa, ataque esse que todos sabemos ser uma encenação grosseira da Rússia para minar o processo de paz no momento em que se trata da Rússia, de responder a uma proposta pacientemente elaborada pelos mediadores americanos.

Quando a Rússia bombardeia deliberadamente a rede de eletricidade, aquecimento e água corrente das grandes cidades ucranianas, em violação das convenções de Genebra, qual dos dois Estados constitui realmente um obstáculo à paz? Estes ataques provocam uma situação humanitária dramática para centenas de milhares de civis confrontados com temperaturas glaciais.

Quando os ataques atingem a embaixada do Qatar na Ucrânia, em violação da Convenção de Viena, e quando os drones russos atacam os navios graneleiros em Odessa, colocando em risco a segurança alimentar mundial, qual é o Estado que realmente constitui um obstáculo à paz?

Foi a Rússia que, há quase quatro anos, lançou uma guerra de agressão contra um Estado soberano, violando a Carta das Nações Unidas. É a Rússia que, todos os dias, opta por continuar essa agressão, quando poderia pará-la a qualquer momento sem prejudicar a sua própria segurança. As tentativas da Rússia de inverter esta realidade não podem enganar este Conselho, nem a comunidade internacional.

 

Zelenskyy sobre Forças Armadas Europeias

 


P: Há relatos na mídia ocidental de que a actual política dos EUA pode levar os países europeus a formar uma nova aliança político-militar como uma espécie de substituto ou alternativa à OTAN. Os líderes ocidentais discutiram esses planos consigo? Qual é a sua posição sobre essas ideias?

ZELENSKYY: Essa foi a nossa ideia e a nossa proposta. Ter Forças Armadas Europeias não significa competir com os Estados Unidos – não. Significa simplesmente que a Europa, como um continente separado, deve ter o seu próprio exército forte. 

Isso não significa que a NATO possa ou deva ser desmantelada. De forma alguma. Significa Forças Armadas Europeias separadas. A Ucrânia seria certamente um dos contribuintes fundamentais para o reforço desse exército – poderia ser, se os líderes apoiarem esta ideia. 

E não se trata apenas de um exército que, na minha opinião, deveria incluir pelo menos 3 milhões de efectivos, mas também de intercâmbio tecnológico, o que é muito importante. Por exemplo, temos experiência de guerra e partilhamos as nossas tecnologias com os nossos parceiros.

Eles fornecem-nos informações, por exemplo – a França fornece informações, assim como outros países. E nós fornecemos os nossos drones interceptadores – tecnologia que foi testada em combate. E fornecemos outras tecnologias e armas – como elas realmente funcionam.

Honestamente, sem a nossa experiência em tempo de guerra, alguns países nem saberiam como as suas armas realmente funcionam. Nem todas funcionam muito bem, mas estão a ser melhoradas graças a todos esses processos e aos nossos engenheiros. Ajudamo-los muito. Portanto, não se trata apenas de um exército – trata-se de intercâmbio tecnológico. Não se trata apenas de reservas, desculpem-me, na Ucrânia, mas também de reservas em toda a Europa. Esta é a diversificação adequada da segurança – de tecnologias, de reservas, de armas, de defesa aérea e muitas outras coisas

– Zelenskyy em 20 de janeiro de 2026.


🎯

 

January 19, 2026

Do it!


If russia threatens a blackout in Kyiv, let them prepare for a blackout in Moscow" - Zelensky

🇺🇦🇺🇦🇺🇦


O Chanceler alemão tem razão

 

A maneira de lidar com o bullying de Trump é ignorá-lo. Já foi dito o que precisava de ser dito acerca da Dinamarca. Agora é ignorar a conversa da Dinamarca, não deixar que desvie a conversa do que interessa: falar da defesa da Ucrânia e de pressionar Putin até que não tenha opções.


January 18, 2026

Andrij Melnik tenta que a ONU aja na recuperação das crianças raptadas pela Rússia

 

January 15, 2026

Trump tem pressa numa Pax Putin

 



E por isso, Zelensky e o povo ucraniano são um entrave. Assim como a Dinamarca.



January 14, 2026

A UE e a NATO não podem ser um clube de encontros

 

Onde estão as respostas aos ataques russos? E, acima de tudo, onde estão as defesas aéreas a impedir o bombardeamento da Ucrânia? E porque não há tropas aliadas a prestar auxílio humanitário na Ucrânia?


Neste mundo cada vez mais equívoco, algumas acções são inequívocamente certas

 

January 12, 2026

🎯

 

ArianaGic/Аріянॳць

A recusa ocidental em implementar uma missão militar humanitária na Ucrânia para proteger civis e infraestruturas contra os ataques genocidas russos é um crime moral repreensível que nunca poderá ser perdoado.

 

Numa guerra não se pode ter as armas de defesa paradas num armazém

 


January 11, 2026

Ucrânia: -21ºC

 


⚔️ ZELENSKYY: "RUSSIA DESERVES ALL STRIKES."