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May 09, 2026

Putler pedinchou a Tramp que pedinchasse a Zelensky que o deixasse fazer a parada 😁

 


E Zelensky autorizou em coordenadas espacio-temporais determinadas com precisão. (Espero que mantenham o fogo-de-artifício fora das coordenadas)




May 08, 2026

9 May? Drone Day

 

May 07, 2026

Mariupol: uma cidade de meio milhão de pessoas arrasada

 

Arrasada quer dizer, rasa, destruída até ser um campo raso, estéril, onde nenhuma vida pode existir. Tudo o que a Ucrânia fizer à Rússia, seja nas paradas, nas fábricas e centrais do petróleo, nas fábricas das armas, nas casas particulares dos políticos e militares que comandam esta chacina, é devido e justo.


Que horror

 

May 06, 2026

É preciso que a verdade de Putin não estar a ganhar a guerra entre pelos olhos dos russos adentro


Só quando virem, com os seus próprios olhos, drones em cima da parada de Putler é que acreditam que têm andado a ser enganados. Espero que nesse dia os ucranianos dêem de presente aos russos um espectáculo de fogo de artifício nas centrais petrolíferas. Quando não houver combustível não há bombas.


Russos a sentir o preço do imperialismo

 


Putler: hoje é dia de matança de civis


Depois de amanhã quer um cessar-fogo para dar uma festa. 




Portugal e a Ucrânia são os extremos da Europa Continental




Portugal e a Ucrânia são os baluartes da Europa continental”, diz presidente do Parlamento ucraniano

Presidente do Parlamento ucraniano discursou na Assembleia da República e pediu continuidade do apoio de Portugal.

Presidente do Parlamento ucraniano, Ruslan Stefanchuk, foi recebido por Aguiar-Branco e pelos representantes de todos os partidos à excepção do PCP ANTÓNIO PEDRO SANTOS / LUSA
"Portugal e a Ucrânia são os baluartes da Europa continental. Portugal é o flanco mais ocidental, essencial para a segurança marítima e a ligação ao mundo global. A Ucrânia é a sentinela oriental da Europa, onde começa um abismo mental, existencial e civilizacional, e onde passa hoje a linha do confronto entre a vida e a morte, entre o direito de escolha e a ditadura totalitária", afirmou o presidente do Parlamento ucraniano.

"Ao contrário de outros, que viraram a cara, os portugueses disseram que não há guerra alheia quando se trata de liberdade. A guerra continua. Não é um blockbuster do cinema; é uma maratona sangrenta", apontou Ruslan Stefanchuk, apelando à continuação do apoio de Portugal, apesar das consequências económicas globais. "Sei que todos estão cansados da guerra, da incerteza e dos problemas económicos, mas pensem no soldado que vive nas trincheiras, na terra gelada, que também está cansado, não vê a família há meses, porque sabe que, se desistir, o seu país deixará de existir e a Europa deixará de existir." E vincou: "não temos o direito de nos cansarmos enquanto o mal não for derrotado", citando logo a seguir Fernando Pessoa — "tudo vale a pena se a alma não é pequena".

Stefanchuk realçou que há outra "arma que o Kremlin teme profundamente: o futuro europeu da Ucrânia, que empurra a Rússia para um passado sem esperança", para pedir o apoio para a entrada da Ucrânia na União Europeia (UE). "Pedimos a vossa voz no nosso caminho para a UE, porque a Ucrânia é Europa. E não é apenas geograficamente, mas também mentalmente."

Lembrou o 25 de Abril de 1974 dizendo que Portugal "derrubou as correntes do autoritarismo e escolheu a democracia e a Europa. Mais de 50 anos depois, a Ucrânia segue o vosso caminho." Stefanchuk disse que Portugal poderá abrir as portas à Ucrânia para "o vasto mundo lusófono", lembrou que, muitos anos antes da guerra, Portugal "já era casa para muitos ucranianos". "Esta é uma das nossas diásporas mais activas na Europa", apontou, lembrando os representantes da comunidade que assistiram à sessão nas galerias e que motivou um longo aplauso de pé dos deputados.

Por seu lado, José Pedro Aguiar-Branco, que visitou a região de Butcha há 13 meses acompanhado pelo seu homólogo, salientou que “tudo o que fizermos, ou não fizermos, enquanto europeus, nesta fase, em relação à Ucrânia, terá consequências directas no futuro do próprio projecto europeu”. “A luta do povo ucraniano permanece hoje no cerne do projecto europeu. O que está em causa são os fundamentos desta construção. E, por isso, o que se passa na Ucrânia diz respeito a todos nós, os que defendem os valores da liberdade e da democracia e querem uma ordem internacional baseada em regras, não na chantagem e no uso da força.”

Aguiar-Branco insistiu em que “a força do projecto europeu reside, precisamente, nos ideais que encarna: democracia e liberdade" e é uma "construção de paz e não contra alguém, baseada na ideia de respeito pela integridade territorial, pelo Estado de direito, pela liberdade dos povos se exprimirem e de fazerem as suas escolhas”.

O presidente da AR defendeu que a Ucrânia “não quis esta guerra; não é a agressora, é a agredida”, e que o país “luta pelo seu futuro em liberdade”. “A Ucrânia quer paz, mas sabe que não há paz sem liberdade”, vincou Aguiar-Branco, assinalando que depois de quatro anos de guerra, o povo ucraniano “continua a lutar pela liberdade, a resistir ao sofrimento causado pela violência das armas, à desumanidade do rapto das suas crianças e aos horrores provocados pela política de desinformação com o objectivo de distorcer os factos”.

Público

May 05, 2026

É a guerra

 

Só quando a guerra entra pela casa adentro do invasor é que o povo começa a perceber os custos do imperialismo. Agora que vamos entrar no bom tempo da Primavera e do Verão é preciso insistir nas sanções, sejam em forma de impedimentos, dinheiro ou explosões de recursos de guerra. Espero que caiam drones em cima de Putin e do seu exército no dia da parada militar para acabar com esta guerra de vez. Putin vai mandar um sósia à parada... não acredito que tenha coragem de sair do bunker.


🎯

 

Putin iniciou esta guerra para derrubar Kiev e criar um Estado fantoche desmilitarizado.

Mais de quatro anos depois, a Ucrânia tem uma identidade nacional mais forte e forças armadas mais letais do que em qualquer outro momento da sua história.

A invasão russa é um fracasso histórico e catastrófico.

Joni Askola


May 04, 2026

Coisas óbvias

 

Putler, escondido no bunker com medo da internet, pediu a Trump que lhe desse um cessar-fogo de um dia para dar uma festa. Ainda não percebeu que os EUA já não têm esse poder de influência. Trump delapidou-o a troco de promessas de dinheiro fácil.


Não haverá cessar-fogo no dia 9 de maio. «Ninguém pediu oficialmente à Ucrânia um cessar-fogo no dia 9 de maio», afirmou Zelenskyy.

«Um cessar-fogo de um dia, e antes disso, matar o nosso povo – isso é, por assim dizer, desonesto. Hoje Merefa, ontem Dnipro – mortos, feridos, adultos, crianças. Depois, dizer: Vamos parar por um dia para fazer um desfile – isso não é sério. Não temos feriados. Depois de 9 de maio, eles vão matar novamente.»

May 02, 2026

Como falar com Putin? Da única maneira que ele percebe

 

Macron fala ao Exército francês sobre a OTAN, a Ucrânia e a estratégia de defesa europeia

 

Macron: 
Estamos a organizar a coligação dos dispostos a garantir a segurança na Ucrânia sob comando franco-britânico.
Os europeus devem assumir mais responsabilidade pela sua própria defesa, manter a interoperabilidade da OTAN e ser capazes de agir em conjunto.
Este exercício demonstrou que os europeus podem, de forma credível, levar a cabo em conjunto uma operação desta envergadura, com a França como nação-quadro.
Essa é uma mensagem clara para os nossos parceiros ucranianos e para todos os exércitos europeus que sabem que podem participar nessas missões.
Em fevereiro de 2022, poucos especialistas acreditavam que a Ucrânia iria resistir, mas os ucranianos resistiram, inovaram e defenderam o seu território passo a passo com fortaleza de espírito. Nenhum equipamento fará isso por vocês. No final, a vitória continua a depender das pessoas.


Porque é que os EUA abandonaram a Ucrânia?

 

Para apoiar Putin. Uma coisa é a Europa liderar no financiamento da Ucrânia, pois é um país europeu, outra muito diferente são os EUA abandonarem a Ucrânia para apoiar o invasor. 


April 30, 2026

É difícil mantermo-nos a par da esquizofrenia da alta política mundial

 

E não falo apenas do mafioso putin-lover da Casa Branca. Também os europeus, dia sim, dia não mudam a trajectória da sua política. Primeiro choram com medo de fazer um exército europeu não vá Trump zangar-se com eles - parecem Trump a lidar com Putin. Depois exigem que a Ucrânia se deixe aniquilar pelos russos: ora não podem atacar as fontes do petróleo, ora têm que arranjar as tubagens que a Rússia destrói co mísseis para continuarem a vender petróleo a inimigos, ora pedem para a Ucrânia render-se e dar territórios a Putin, ora pedem que a Ucrânia pague aos russos!!! Que líderes cobardes e mendazes! Assim não vamos lá.


April 28, 2026

De onde vem esta conversa de Merz?

 

Está a ser pressionado pelos Schröders lá da terra  que querem muito ser amigos de Putin e do seu petróleo barato? Estão com medo da Ucrânia ser um país grande e empreendedor e concorrente? Então agora Merz põe-se do lado de Trump e já pensa que é desejável salvar Putin e a Rússia imperialista para que possa ir atrás de outros países? Se a Alemanha for atacada os aliados sugerem-lhe que faça um referendo para dar territórios ao atacante - dado que o atacante não consegue tomá-los? Desde quando a entrada na UE tem como ponto prévio a oferta de território a atacantes inimigos? Quando pensamos que demos passos para a frente, vêm os líderes europeus e dão passos atrás. Se tivessem apoiado a Ucrânia desde o início já esta guerra tinha acabado há muito.


April 25, 2026

A produção ocidental continua presa ao modo de tempo de paz?

 

Quem são as pessoas responsáveis pela nossa defesa que não percebem que não há defesa sem armas eficazes e adequadas aos tempos?

 Volodymyr Zelenskyy fez um balanço na cimeira da UE:  
Os EUA 🇺🇲 produzem cerca de 60 a 65 mísseis interceptores PAC-3 por mês. O que parece muito no papel, ele descreve como «nada». A razão reside na extrema intensidade dos conflitos modernos.
Uma análise das recentes escaladas no Médio Oriente ilustra o problema: lá, foi consumida em apenas 24 horas uma quantidade de mísseis que a indústria levaria dois anos inteiros a produzir. 
Esta discrepância entre a capacidade industrial e a procura real é o maior perigo para a Ucrânia.
A mensagem de Zelenskyy é clara: a produção ocidental 
continua presa ao modo de tempo de paz.
Se a Europa 🇪🇺 e os EUA não aumentarem de forma massiva e imediata as suas capacidades, a defesa aérea tornar-se-á uma questão de pura sorte assim que os stocks se esgotarem. Uma constatação da realidade que dá que pensar, mas que é alarmante, para os chefes de Estado presentes.

April 23, 2026

Uma boa notícia com sabor amargo



Porque levaram demasiado tempo, tempo esse que foi pago em vidas pela Ucrânia. E aconteceu pelo acaso de Orban perder inequivocamente as eleições e não pela competência dos decisores da UE. Quem quer líderes que ficam parados à espera de bons ventos para conseguir tomar decisões?

Kaja Kallas

O impasse chegou ao fim. A UE acaba de abrir caminho para o empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia e para o 20.º pacote de sanções.
A economia de guerra da Rússia está sob pressão crescente, enquanto a Ucrânia recebe um grande impulso.
Forneceremos à Ucrânia o que ela precisa para se manter firme, até que Putin compreenda que a sua guerra não leva a lado nenhum.

April 20, 2026

É para evitar estas situações que a UE tem de mudar algumas regras do jogo



A situação de estarmos sempre a uma eleição de ter um fantoche russo num governo europeu a minar a segurança e a própria existência da União é destabilizadora e perigosa, como vimos com Orban. Não é mais possível manter o critério da unanimidade em todas as situações. Falo de situações graves de um país ou dois ou três estarem em processo de pôr em causa a segurança e existência da UE. 
Por outro lado, é necessário manter a voz de todos os países no grupo, de maneira a que um bloco de países fortes não capture as políticas de todos, pois isso seria, em si mesmo, pôr em causa a segurança e existência da UE com ressentimentos - Merkele fez isso manipulada por Putin e a pensar só na hegemonia alemã com combustível a preço de chuva e ia destruindo a UE. Pôs a Inglaterra de fora. 
Podia haver um processo em dois passos, nessas ocasiões-limite: 1. se o entendimento da maioria dos países (que pode ser de dois terços) for o de que a segurança da UE está em perigo sério por causa de um país, como foi o caso de Orban ter peões a favor da Rússia no espaço e organismos europeus a trabalhar pela destruição da UE; nesse caso, pode haver uma segunda votação sobre política externa relativa à segurança da UE que passe com dois terços dos votos. Outra possibilidade é a suspensão do país em causa, decidida por dois terços dos votos, quando entendem que esse país está a trabalhar com inimigos da UE, contra a própria união.
Há muitos modos de fazer as coisas, mas o importante é tomar medidas para que não volte a ser possível um país trair a UE com os seus maiores inimigos.
Neste momento, o que nos sossega a todos relativamente à Rússia é a defesa da Ucrânia que todos os dias enfraquece a Rússia. Se não fosse isso Orban tinha feito muito mais mal.


ELEIÇÕES NA BULGÁRIA: Os búlgaros acorreram em massa às urnas para destituir o partido de centro-direita GERB. Segundo as estimativas, o novo partido Bulgária Progressista, do ex-presidente pró-russo Rumen Radev, estaria na liderança com cerca de 44% dos votos, depois de ter centrado a sua campanha em promessas de combate à corrupção. Este resultado prenuncia um parlamento fragmentado.

Convém analisar as acusações do líder do GERB, Boyko Borissov, segundo as quais Radev poderia tornar-se o novo Viktor Orbán da UE. Radev opôs-se ao envio de armas para a Ucrânia e às sanções contra a Rússia, mas também sempre cooperou com a corrente dominante de Bruxelas e comprometeu-se a não bloquear o processo de tomada de decisões da UE. A questão agora é saber com quem Radev irá governar. Uma opção é o partido pró-UE e anticorrupção «Continuamos a Mudança», que faz parte do Renew em Bruxelas. Outras opções incluem vários socialistas e nacionalistas.


✍️ Euractiv | Rapporteur



April 19, 2026

Termos um exército europeu preparado é uma urgência imediata