The EU is horrid cluster of unelected tyrants who want to punish anyone who thinks they can do better. https://t.co/HYOnoZSnvs
— Kellie-Jay Keen (@ThePosieParker) August 17, 2026
The EU is horrid cluster of unelected tyrants who want to punish anyone who thinks they can do better. https://t.co/HYOnoZSnvs
— Kellie-Jay Keen (@ThePosieParker) August 17, 2026
Esta é a carta que 22 dos 27 primeiros-ministros da UE (incluindo socialistas) enviaram ao Conselho Europeu na sequência da crise em Ceuta. Uma mensagem clara contra o Governo espanhol e a favor de uma política de migração mais segura, legal e ordenada.
Troels Lund Poulsen--------
Toda a premissa da livre circulação na Europa assenta no controlo das fronteiras externas
A Espanha falhou redondamente na proteção da fronteira externa do Espaço Schengen contra infiltrações. Esta situação não pode continuar. Todos os países europeus devem apoiar a proposta de Meloni. Os países que não cumpram a sua obrigação de proteger a fronteira externa não podem ser membros do Espaço Schengen.
- Mari Rantanen
A Europa dos 27, não está em perigo de invasão ou guerra. [isto não é bem verdade] Todos estes países estão protegidos por acordos de defesa e protegidos pela NATO, mas outros países da Europa, nomeadamente a Ucrânia, que está em guerra e dependente da boa vontade das Comunidades Internacionais, nomeadamente dos EUA e na ajuda no ponto de vista estratégico. E continua a ser uma enorme falha da UE estar a protelar a entrada de pleno direito da Ucrânia neste organismo.
A Ucrânia estando em guerra e com ajuda da Comunidade Internacional vai tornar-se no maior e mais sofisticado exército da Europa; sem essa entrada, um dia pode não ser nosso aliado.
Ester Amorim, SOL
The Romanian two-star Major General (retd.) Corneliu Pivariu has written an article in which he says that Romania’s role in any future Intermarium alliance would be crucial due to its geography and natural resources.
— Visegrád 24 (@visegrad24) July 19, 2026
The Intermarium is an interwar-era geopolitical concept that… pic.twitter.com/z1oamTrpWa
Vai falar com os teus colegas europeus e diz-lhes para darem armas de defesa à Ucrânia e diz-lhe para decidirem, na NATO, que têm de fechar os céus da Ucrânia.
We’re sanctioning Russia at speed and scale.
— Kaja Kallas (@kajakallas) July 13, 2026
Today’s measures, together with the upcoming 21st sanctions package, will add 250 individuals and entities to the Russia sanctions regime.
This is our biggest round of individual designations since Moscow’s 2022 full-scale invasion,… pic.twitter.com/zjWxbrbunH
Uma pessoa é constantemente vigiada? De quem foi esta ideia? Em vez de tratarem de assuntos da segurança e defesa da Europa tratam de implantar sistemas chineses de vigilância?
A UE introduziu hoje a nova exigência de que todos os automóveis novos matriculados na Europa tenham instaladas câmaras que filmem o rosto do condutor.
O sistema denomina-se «Advanced Driver Distraction Warning» (ADDW) e faz parte do Regulamento Geral de Segurança da UE.
A câmara monitoriza o olhar, os movimentos da cabeça e a atenção do condutor.
De acordo com a regulamentação, o sistema deve estar ativo a partir dos 20 quilómetros por hora. A velocidades mais baixas, deve ser capaz de alertar se o condutor desviar o olhar durante demasiado tempo, enquanto os requisitos se tornam mais rigorosos a velocidades mais elevadas.
Esta exigência ainda não implica qualquer obrigação de gravar o condutor para as autoridades.
Os críticos alertam que a tecnologia poderá abrir caminho a uma monitorização e gravação mais extensivas no interior do automóvel, assim que as câmaras, os sensores e o software forem instalados.
Em Inglaterra um dos temas constantes é o da necessidade de regressar à UA, mas neste momento, a Ucrânia faz mais falta à UE que a Inglaterra.
Today, the Ukrainian army is effectively the main army in Europe that can deter and resist large-scale aggression over a long period of time. And after this war, this must remain the case.
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) June 18, 2026
The existence of such an army should help prevent any future aggressive moves by Putin.… pic.twitter.com/1IGAiIHsFs
França e Alemanha estão a discutir propostas para uma reformulação do serviço diplomático da União Europeia (UE) para melhorar a resposta do bloco a crises geopolíticas, informa o Financial Times esta quinta-feira.
Paris, Berlim e outras capitais estão a considerar opções que incluem a retirada de poderes à chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, e do seu Serviço Europeu para a Acção Externa (SEAE), que custa mil milhões de euros por ano, devolvendo-os à Comissão Europeia e aos Estados-membros, informou o FT, citando cinco altos funcionários a par das discussões.
https://cnnportugal.iol.pt/uniao-europeia/kaja-kallas/franca-e-alemanha-querem-reduzir-o-poder-de-kaja-kallas-e-ponderam-desmantelar-o-servico-diplomatico-da-uniao-
E é uma necessidade cada vez mais urgente.
Kaja Kallas is saying out loud what many European leaders quietly understand:
— AnatolijUkraine (@AnatoliUkraine) May 23, 2026
A united Europe is one of the few entities on Earth large enough to resist pressure from Washington, Moscow and Beijing at the same time.
That’s exactly why extremists, oligarchs and foreign influence… pic.twitter.com/tA8rGG1jML
Angela Merkel foi condecorada em Estrasburgo com a recém-criada Ordem Europeia do Mérito, entregue pelo Parlamento Europeu. A antiga chanceler alemã recebeu a mais alta distinção da ordem (como membro distinto), numa cerimónia oficial que homenageou as suas contribuições para a União Europeia.
Não, não é uma piada, é a sério e já aconteceu. Com isto Bruxelas passa uma imagem de um establishment de políticos para políticos, sem substância, dando razão aos seus maiores críticos. Merkele foi uma aliada, de facto, mesmo que não, de jure, de Putin. A sua insistência em manter a Europa dependente de Putin custou esta guerra. E se desta estratégia de nos manter presos à Rússia ainda podemos dizer que foi falta de inteligência e de visão, da outra estratégia de dividir a Europa, pôr o norte contra o sul e tirar dividendos e poder políticos para a Alemanha e para si mesma, já não podemos dizer o mesmo. Foi uma divisão calculada dos países europeus, para reinar. Quem não se lembra de nessa época os países se comportarem uns com os outros como inimigos? Da campanha que ela fez contra os países do sul para empobrecê-los e tirar rendimento dessa pobreza? E que dizer da sua insistência em obrigar todos a importar milhões de homens islamitas de um dia para o outro para apaziguar a sua consciência povoada de fantasmas da sua história?
Esta condecoração diminui a importância da condecoração em si e dos outros que a receberam.
Macron:
Estamos a organizar a coligação dos dispostos a garantir a segurança na Ucrânia sob comando franco-britânico.
Os europeus devem assumir mais responsabilidade pela sua própria defesa, manter a interoperabilidade da OTAN e ser capazes de agir em conjunto.
Este exercício demonstrou que os europeus podem, de forma credível, levar a cabo em conjunto uma operação desta envergadura, com a França como nação-quadro.
Essa é uma mensagem clara para os nossos parceiros ucranianos e para todos os exércitos europeus que sabem que podem participar nessas missões.
Em fevereiro de 2022, poucos especialistas acreditavam que a Ucrânia iria resistir, mas os ucranianos resistiram, inovaram e defenderam o seu território passo a passo com fortaleza de espírito. Nenhum equipamento fará isso por vocês. No final, a vitória continua a depender das pessoas.
ELEIÇÕES NA BULGÁRIA: Os búlgaros acorreram em massa às urnas para destituir o partido de centro-direita GERB. Segundo as estimativas, o novo partido Bulgária Progressista, do ex-presidente pró-russo Rumen Radev, estaria na liderança com cerca de 44% dos votos, depois de ter centrado a sua campanha em promessas de combate à corrupção. Este resultado prenuncia um parlamento fragmentado.
Convém analisar as acusações do líder do GERB, Boyko Borissov, segundo as quais Radev poderia tornar-se o novo Viktor Orbán da UE. Radev opôs-se ao envio de armas para a Ucrânia e às sanções contra a Rússia, mas também sempre cooperou com a corrente dominante de Bruxelas e comprometeu-se a não bloquear o processo de tomada de decisões da UE. A questão agora é saber com quem Radev irá governar. Uma opção é o partido pró-UE e anticorrupção «Continuamos a Mudança», que faz parte do Renew em Bruxelas. Outras opções incluem vários socialistas e nacionalistas.
✍️ Euractiv | Rapporteur
Houve um tempo em que a UE tinha 6 países ou mesmo 12 e a unanimidade. Agora são 27! Como é possível ter unanimidade em todas as questões com tantos países?
I think we can see here that the EU is wasting no time in moving to remove the veto that has caused so much trouble when it comes to supporting Ukraine.
— 𝔗𝔯𝔲𝔱𝔥 𝔐𝔞𝔱𝔱𝔢𝔯𝔰 (@politicsusa46) April 14, 2026
Ursula von der Leyen provides a clear indication of the direction of travel, and I’m sure Ukraine is in full agreement.… pic.twitter.com/WBNyrLdhTL
Aqui há umas semanas, depois de Orban ter mandado raptar ucranianos e roubar os valores que transportavam e pertencem à Ucrânia, e ainda ameaçar a Ucrânia, a UE pregou um raspaste público a Zelensky por ele ter dito que podia dar o endereço de Orban aos militares ucranianos. Fiquei chocada. Não com a resposta de Zelensky mas com a reacção da UE. A lealdade e defesa dos parceiros da União não pode ser incondicionada, pois nesse caso não somos parceiros mas um gang. A Ucrânia está a defender a Europa da Rússia, Orban está a laborar para a destruição da UE e da Ucrânia. Quem é que aqui é nosso parceiro? Porque é que a UE tem sempre desculpas para encaixar a traição de Orban e é lesta a passar reprimendas a quem nos defende? A Ucrânia está a defender-se de uma guerra. Não é uma guerra de computador ou uma guerra virtual, é uma guerra onde todos os dias morrem pessoas, civis, crianças, onde a vida está um caos, cidades inteiras desapareceram. Alguém imagina Berlim e Hamburgo desapareceram, em escombros? Paris ou a Cote D'azur serem apenas pó e lama? Estocolmo? Veneza? Orban está do lado do inimigo a congeminar a queda de Zelensky e da Ucrânia. Mas a UE não se vê como uma cópia de Trump quando adopta as estratégias de humilhação dele em relação a Zelensky? Se Orban está cada vez mais afoito na defesa de Putin contra a UE e contra a Ucrânia é porque a UE deixa-o fazer o que quer e como quer. Numa situação de guerra é preciso agir rapidamente para anular as forças de bloqueio e de destruição. E Orban é a principal na UE.
The newly leaked audio of Péter Szijjártó taking direct orders from Sergey Lavrov is completely indefensible.
— Joni Askola (@joni_askola) April 8, 2026
This is a clear case of treason against his own country and Europe.
He needs to stand trial and be judged for selling out to Moscow https://t.co/oA9PCwIgco
BUDAPESTE, 7 de abril (Reuters) – O vice-presidente dos EUA, JD Vance, criticou duramente na terça-feira o que classificou de «vergonhosa» interferência da União Europeia nas eleições da Hungria, ao mesmo tempo que manifestou abertamente o seu apoio ao primeiro-ministro Viktor Orbán, um aliado próximo tanto do presidente Donald Trump como do presidente russo Vladimir Putin, poucos dias antes da votação.
BREAKING 🚨: 🇫🇷Macron has given BIG SHOCK to Trump.🔥
— InfoGram (@_InfoGram_) April 6, 2026
🇫🇷Macron silently sold 129 tons of French gold stored in New York and purchased an equivalent amount of gold in Europe.🔥
All of France's gold reserves are now located in Paris.🔥
Macron silently DITCHING United States 🇺🇸 pic.twitter.com/ailbXINS48
O belga não deixa. A Europa está cheia de subservientes de Putin. Que gente é esta que cresceu à sombra da árvore da corrupção, da ganância e da incompetência.
Providing Ukraine with a loan using frozen Russian assets was the agreed position of all EU leaders at the end of 2025. The alternative to this step is now up to the European Union.
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) March 26, 2026
We will be grateful if they can unblock this format. If they do not, we hope for an alternative… pic.twitter.com/tEL4Zop0WW
Sijjarto «informou» directamente Lavrov sobre as reuniões da UE- The Washington Post.