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February 18, 2026

Os EUA querem uma Ucrânia russa e uma Europa destruída

 

February 14, 2026

É evidente que a UE tem de pôr uma data cá fora

 

Declarações de intenções já a Ucrânia teve dos EUA e deu no que deu.


February 12, 2026

Bruxelas tem de estugar o passo

 


January 26, 2026

🎯 As dificuldades de relacionamento com países de muita influência em decadência democrática




A parceria da Europa com a Índia não pode ignorar o retrocesso democrático

Stephen Rapp

À medida que Ursula von der Leyen reforça os laços entre a União Europeia e a Índia, a Europa enfrenta uma escolha estratégica: tratar a erosão democrática na maior democracia do mundo como uma questão secundária ou reconhecê-la como fundamental para a estabilidade, a confiança e a influência global a longo prazo.

A visita da presidente da Comissão Europeia à Índia para participar das comemorações deste 77.º Dia da República – que marca a adopção de uma Constituição que define a Índia como uma república soberana, secular e democrática – não poderia ser mais simbólica. Mesmo enquanto a Europa procura uma cooperação económica e estratégica mais estreita com Nova Deli, a Índia depara-se com um enfraquecimento silencioso, mas consequente, das suas instituições democráticas.

É compreensível que o foco de Von der Leyen, esteja no comércio, nas cadeias de abastecimento e na geopolítica. Fortalecer os laços económicos com a economia de maior crescimento do mundo faz todo o sentido estratégico num momento de incerteza global. No entanto, se os laços da Europa com a Índia se limitarem apenas ao comércio, corre-se o risco de ignorar uma questão mais complexa, com consequências a longo prazo: a erosão gradual dos mecanismos de controlo e equilíbrio democrático na maior democracia do mundo.

O declínio democrático da Índia não assumiu a forma de golpes de Estado ou regimes de emergência. Em vez disso, está a desenrolar-se através do esvaziamento gradual das instituições destinadas a salvaguardar a governação constitucional. Trata-se de um cenário semelhante ao que, na Europa, temos vindo a testemunhar na Hungria.

Há avaliações independentes a sublinhar esta tendência. A Civicus (Aliança global de organizações e activistas para os direitos civis) classificou o espaço cívico da Índia como “reprimido” por seis anos consecutivos. A Comissão Eleitoral da Índia (ECI), outrora amplamente respeitada no país e no estrangeiro, enfrenta agora alegações persistentes de politização e parcialidade. O panorama da imprensa indiana tem sofrido fortes restrições: há jornalistas que enfrentam rusgas, processos judiciais e intimidação, enquanto a concentração da propriedade e o alinhamento político reduziram o espaço para reportagens independentes. A Repórteres Sem Fronteiras descreve hoje a liberdade de imprensa na Índia como estando em crise.

O Dia da República deveria celebrar a promessa fundadora de uma Índia de pluralismo, Estado de direito e independência institucional. No entanto, o fosso entre essa promessa e a realidade actual está a aumentar.

As recentes eleições no estado oriental de Bihar ilustram como a erosão institucional se manifesta na prática. Nas semanas que antecederam a votação, a Comissão Eleitoral lançou uma “Revisão Intensiva Especial” dos cadernos eleitorais, ostensivamente para actualizar as listas de eleitores. O momento e a execução deste exercício suscitaram críticas generalizadas.

Um importante painel da sociedade civil para a observação eleitoral (IPMIE) concluiu, em Novembro de 2025, que “a conduta da Comissão Eleitoral da Índia durante as eleições em Bihar foi profundamente preocupante e levantou questões inquietantes sobre sua imparcialidade e integridade institucional”.

Foram apresentadas alegações de manipulação centralizada dos cadernos eleitorais, exclusões selectivas que afectaram desproporcionalmente as minorias e questões não resolvidas sobre transparência, protecção de dados e responsabilização. Esta politização da ECI é mais um exemplo de como outras instituições indianas foram comprometidas.

A ECI já foi uma das instituições mais confiáveis da Índia, admirada em todo o mundo por gerir eleições numa democracia vasta e diversificada. Os críticos associam este declínio às alterações legais introduzidas em 2023, que deram ao executivo o controlo efectivo sobre as nomeações para a Comissão Eleitoral, em substituição de um processo mais independente. O enfraquecimento de uma instituição reflectiu-se nas demais.

O Supremo Tribunal da Índia, desde há muito considerado um pilar do constitucionalismo, também tem sido alvo de escrutínio. Mais recentemente, voltou a negar a possibilidade de fiança a líderes estudantis detidos há mais de cinco anos, sem julgamento, por protestarem pacificamente contra leis discriminatórias em matéria de cidadania. Especialistas internacionais têm alertado que as nomeações judiciais opacas, a influência do executivo e os incentivos pós-aposentadoria prejudicam a independência real e percepcionada do poder judicial.

Outras instituições responsáveis pela prestação de contas não tiveram melhor desempenho. Preocupações com a politização levaram a um agravamento da classificação da Comissão Nacional de Direitos Humanos da Índia em acreditações internacionais. Por sua vez, organismos de defesa dos direitos humanos na ONU expressaram “preocupações significativas” em relação à liberdade de expressão e reunião, bem como ataques a organizações não governamentais (ONG) e a defensores dos direitos humanos.

A pressão sobre os defensores da terra e do ambiente também se intensificou, reduzindo ainda mais o espaço democrático. Na semana passada, a casa de um activista climático co-fundador da organização Satat Sampada foi invadida pela polícia, sob a alegação de que a sua campanha por um tratado para reduzir a utilização de combustíveis fósseis estava a prejudicar o interesse nacional. A Satat Sampada tem contestado projectos industriais que afectam as comunidades locais. À medida que os projectos de desenvolvimento são agilizados em nome do crescimento e do interesse estratégico, os dissidentes ambientais são rotulados como inimigos da nação.

Por que motivo deve a Europa preocupar-se?

Porque a Índia não é apenas mais um parceiro comercial: é uma potência regional, um actor estratégico e tem quase um quinto da população mundial. A erosão democrática num país desta dimensão tem consequências globais. Uma Índia a derivar para a autocracia enfraqueceria as normas democráticas a nível internacional, encorajaria líderes antiliberais noutros países e complicaria os esforços da Europa para defender uma ordem internacional assente em regras.

A Índia não é apenas mais um parceiro comercial: é uma potência regional, um actor estratégico e tem quase um quinto da população mundial. A erosão democrática num país desta dimensão tem consequências globais

Os líderes europeus argumentam frequentemente que o envolvimento, e não o isolamento, é a forma mais eficaz de influenciar os parceiros. Mas o envolvimento sem princípios dificilmente fortalecerá a democracia. A UE tem influência: através do acesso ao mercado, do investimento, da cooperação tecnológica e da legitimidade política. Seria prudente fazer uso dessa influência.

À medida que Von der Leyen aprofunda a cooperação económica com a Índia, a mensagem da Europa deve ser clara: uma relação forte entre a UE e a Índia não se resume apenas a números de crescimento e cadeias de abastecimento, mas também à resiliência democrática. Incentivar a Índia a reforçar, em vez de esvaziar, as suas instituições democráticas é do interesse estratégico da Europa – e da própria Índia.

Público

January 25, 2026

Zelensky acerca do potencial da Europa

 

January 22, 2026

Mas não admitir é um risco mil vezes maior

 

Admitir a Ucrânia na UE acarreta riscos, mas é a nossa segurança que está em jogo.

- Ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Sikorski

January 21, 2026

O que está a UE a fazer quanto à falta de energia na Ucrânia com temperaturas de congelamento?

 

Porque não estão lá tropas europeias com engenheiros e material de reposição de energia, mais geradores e o que mais for preciso para resolver a situação? Li que Chernobyl está numa situação gravíssima por causa da falta de energia. quer quer um acidente nuclear? Interessa resolver o problema da Rússia. É a mais urgente das urgências.

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Oleksiy Goncharenko

A maior parte de Kiev está sem eletricidade, sem aquecimento. Muitas casas não têm água. Por causa da Rússia. Quero que compreendam a dimensão do desastre. A população de Kiev é agora de cerca de 3 a 3,5 milhões de pessoas. É quase como Berlim, Madrid ou Roma. Imaginem, metade de Berlim fica sem aquecimento, água e eletricidade no meio de uma forte geada?



Estamos dependentes de sistemas de pagamento americanos

 

Que podem ser cortados de um dia para o outro: Visa, MasterCard, PayPal. É um meio de chantagem brutal que causaria um caos no sistema financeiro e económico a atingir empresas e comerciantes. Porque não foi já resolvido?


January 20, 2026

O pessoal do regime islamita iraniano foi expulso do PE 🙂

 


January 19, 2026

El Jolani libertou os jihadistas do ISIS

 

E muitos deles hão-de rumar à Europa. O que se passa com os europeus de esquerda? Andam a pagamento de fascistas islâmicos? Prometeram-lhes um poço de petróleo? Casaram as filhas com islamitas? Não percebo esta subserviência a terroristas islâmicos.


January 17, 2026

As coisas estão a acontecer

 

As coisas estão a acontecer

 

January 14, 2026

A 3º lei da newton

 

December 18, 2025

"We are not puppets of great powers" -Merz

 

December 12, 2025

Palavras certeiras, venham os actos correspondentes

 


Não é só Trump que nos ameaça:
Sete estudantes de jornalismo alemães rastrearam cargueiros com tripulação russa que se escondiam ao largo da costa holandesa e alemã e relacionaram-os com enxames de drones sobre bases militares.

November 04, 2025

🇺🇦💪💙 Os ucranianos são impressionantes

 

Andam a fazer reformas no país de maneira a cumprirem os critérios de entrada na UE, no meio de uma guerra brutal em que lutam contra os ataques da Rússia, da China, da Coreia do Norte e do Irão. Estão numa batalha dificílima pelo controlo de Pokrovsk e nem mesmo assim páram as reformas políticas necessárias.
Sabemos que muito disto tudo se deve à personalidade, tenacidade e inteligência de Zelensky, mas o povo acompanha-o nessa resistência à adversidade.
Estamos já tão habituados ao heroísmo dos ucranianos que nem nos apercebemos deste feito excepcional. A Ucrânia é uma mais-valia para a vida, defesa, combatividade e futuro da UE.


October 16, 2025

A UE não precisa de mais cavalos de Tróia

 


September 10, 2025

Estive a ouvir o discurso do estado da União por von der Leyen

 

Foi um discurso forte e abrangente, não sem alguns truques de retórica... mas isso não tem mal. Incomodou-me a maneira como sempre fala de Gaza como se tivessem sido os israelitas a escolher começar esta guerra, a escolher o modo brutal e bárbaro do seu começo, como se os palestinianos, alguma vez, tivessem aceite a solução dos 2 Estados e como se os 500 milhões de árabes que cercam Israel no Médio Oriente e Norte de África, estivessem todos a ajudar os palestinianos e Israel estivesse a impedir essa ajuda. Reparei que quando falou da Ucrânia recebeu palmas mas quando falou de Gaza foram estrondosas - a Europa está cheia de anti-semitas.


September 06, 2025

"Actualmente, não conseguimos exercer pressão suficiente sobre Putin para pôr fim a esta guerra"


Pois, isso acontece porque andaram três anos a evitar lidar com a realidade e a confiar que os americanos resolvessem a situação sem grandes prejuízos para os europeus. A questão que importa é: agora que estão acordados e vêem a realidade vão agir com rapidez e eficiência? Para já, podem sempre endurecer as sanções, capturar o dinheiro russo congelado e usá-lo para a defesa da Ucrânia, enviar Tauros e outras armas aos ucranianos e pôr os aviões a fechar os céus da Ucrânia.


August 27, 2025

O que estão à espera para bloquear este indivíduo?


A Hungria entrou com uma ação no Tribunal de Justiça Europeu contra o Conselho da União Europeia sobre o uso dos juros dos activos russos congelados para apoiar a Ucrânia, — Suspilne.

É óbvio que isto foi uma ordem de Trump em obediência a Purtin. Façam qualquer coisa!

Hoje tivemos a confirmação de que os EUA estão a tentar activamente tomar território da Dinamarca, um aliado democrático e, por outro lado, dar terras da Ucrânia democrática à Rússia terrorista.

Que mais é preciso saber? Quando é que a Europa age decisivamente?