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April 20, 2026

É para evitar estas situações que a UE tem de mudar algumas regras do jogo



A situação de estarmos sempre a uma eleição de ter um fantoche russo num governo europeu a minar a segurança e a própria existência da União é destabilizadora e perigosa, como vimos com Orban. Não é mais possível manter o critério da unanimidade em todas as situações. Falo de situações graves de um país ou dois ou três estarem em processo de pôr em causa a segurança e existência da UE. 
Por outro lado, é necessário manter a voz de todos os países no grupo, de maneira a que um bloco de países fortes não capture as políticas de todos, pois isso seria, em si mesmo, pôr em causa a segurança e existência da UE com ressentimentos - Merkele fez isso manipulada por Putin e a pensar só na hegemonia alemã com combustível a preço de chuva e ia destruindo a UE. Pôs a Inglaterra de fora. 
Podia haver um processo em dois passos, nessas ocasiões-limite: 1. se o entendimento da maioria dos países (que pode ser de dois terços) for o de que a segurança da UE está em perigo sério por causa de um país, como foi o caso de Orban ter peões a favor da Rússia no espaço e organismos europeus a trabalhar pela destruição da UE; nesse caso, pode haver uma segunda votação sobre política externa relativa à segurança da UE que passe com dois terços dos votos. Outra possibilidade é a suspensão do país em causa, decidida por dois terços dos votos, quando entendem que esse país está a trabalhar com inimigos da UE, contra a própria união.
Há muitos modos de fazer as coisas, mas o importante é tomar medidas para que não volte a ser possível um país trair a UE com os seus maiores inimigos.
Neste momento, o que nos sossega a todos relativamente à Rússia é a defesa da Ucrânia que todos os dias enfraquece a Rússia. Se não fosse isso Orban tinha feito muito mais mal.


ELEIÇÕES NA BULGÁRIA: Os búlgaros acorreram em massa às urnas para destituir o partido de centro-direita GERB. Segundo as estimativas, o novo partido Bulgária Progressista, do ex-presidente pró-russo Rumen Radev, estaria na liderança com cerca de 44% dos votos, depois de ter centrado a sua campanha em promessas de combate à corrupção. Este resultado prenuncia um parlamento fragmentado.

Convém analisar as acusações do líder do GERB, Boyko Borissov, segundo as quais Radev poderia tornar-se o novo Viktor Orbán da UE. Radev opôs-se ao envio de armas para a Ucrânia e às sanções contra a Rússia, mas também sempre cooperou com a corrente dominante de Bruxelas e comprometeu-se a não bloquear o processo de tomada de decisões da UE. A questão agora é saber com quem Radev irá governar. Uma opção é o partido pró-UE e anticorrupção «Continuamos a Mudança», que faz parte do Renew em Bruxelas. Outras opções incluem vários socialistas e nacionalistas.


✍️ Euractiv | Rapporteur



April 15, 2026

Do it!

 

Houve um tempo em que a UE tinha 6 países ou mesmo 12 e a unanimidade. Agora são 27! Como é possível ter unanimidade em todas as questões com tantos países?


April 09, 2026

Tudo o que está mal e tem de ser mudado na UE a respeito da Hungria, da Ucrânia e da Rússia

 


Aqui há umas semanas, depois de Orban ter mandado raptar ucranianos e roubar os valores que transportavam e pertencem à Ucrânia, e ainda ameaçar a Ucrânia, a UE pregou um raspaste público a Zelensky por ele ter dito que podia dar o endereço de Orban aos militares ucranianos. Fiquei chocada. Não com a resposta de Zelensky mas com a reacção da UE. A lealdade e defesa dos parceiros da União não pode ser incondicionada, pois nesse caso não somos parceiros mas um gang. A Ucrânia está a defender a Europa da Rússia, Orban está a laborar para a destruição da UE e da Ucrânia. Quem é que aqui é nosso parceiro? Porque é que a UE tem sempre desculpas para encaixar a traição de Orban e é lesta a passar reprimendas a quem nos defende? A Ucrânia está a defender-se de uma guerra. Não é uma guerra de computador ou uma guerra virtual, é uma guerra onde todos os dias morrem pessoas, civis, crianças, onde a vida está um caos, cidades inteiras desapareceram. Alguém imagina Berlim e Hamburgo desapareceram, em escombros? Paris ou a Cote D'azur serem apenas pó e lama? Estocolmo? Veneza? Orban está do lado do inimigo a congeminar a queda de Zelensky e da Ucrânia. Mas a UE não se vê como uma cópia de Trump quando adopta as estratégias de humilhação dele em relação a Zelensky? Se Orban está cada vez mais afoito na defesa de Putin contra a UE e contra a Ucrânia é porque a UE deixa-o fazer o que quer e como quer. Numa situação de guerra é preciso agir rapidamente para anular as forças de bloqueio e de destruição. E Orban é a principal na UE. 


April 08, 2026

Vance veio à Europa incentivar o ódio à UE

 

BUDAPESTE, 7 de abril (Reuters) – O vice-presidente dos EUA, JD Vance, criticou duramente na terça-feira o que classificou de «vergonhosa» interferência da União Europeia nas eleições da Hungria, ao mesmo tempo que manifestou abertamente o seu apoio ao primeiro-ministro Viktor Orbán, um aliado próximo tanto do presidente Donald Trump como do presidente russo Vladimir Putin, poucos dias antes da votação.

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Primeiro Putin organizou uma pseudo-tentativa de assassínio para Orban ganhar as eleições (como fez com Trump?) que saiu furada. Depois Trump e Vance apoiam Orban. Isto não é acerca de apoiar Orban, é acerca de destruir a UE e forçar a rendição da Ucrânia a Putin.

A questão é: os EUA não precisam de Orban mas precisam da Europa. Precisam da Europa na NATO e fora dela, no comércio. Já agora, depois de ter hostilizado a UE e ter ameaçado de invasão países da NATO, bem como depois de ter retirado apoio à Ucrânia, está a sofrer a recusa da Europa em ajudá-lo no ataque ao Irão. 

Se a UE não for idiota, daqui a uns anos já tem um exército e armas de defesa próprias e nem precisa das armas que os EUA têm espalhadas pelos países europeus. Nessa altura, as ameaças veladas de retirar as armas e o dinheiro da NATO vão ter pouco efeito. SE a UE não for idiota e souber fazer mudanças que vão no sentido de reforçar a União e a defesa comum.

A ideia destes novos EUA de Trump de que vão destruir a UE de maneira que os países europeus voltem à singularidade manipulável do pós-guerra é ridícula. 

Esta semana uma fábrica de drones ucranianos começou a sua laboração na Alemanha. Um país da NATO. Não é uma fábrica alemã a produzir drones para a Ucrânia. É uma fábrica ucraniana na Alemanha, um país da NATO, a produzir drones. Não sei se é a 1ª... mas a questão é que a Ucrânia já tem um pé firme na defesa da UE.

April 06, 2026

Prudência de Macron - vendeu o ouro que a França tinha nos EUA e comprou ouro na Europa

 


March 26, 2026

A Presidente da Comissão Europeia anunciou isto com grande pompa mas depois não cumprem

 

O belga não deixa. A Europa está cheia de subservientes de Putin. Que gente é esta que cresceu à sombra da árvore da corrupção, da ganância e da incompetência. 


March 21, 2026

Como é possível deixarem a Hungria assistir a reuniões e tomar decisões?!

 


Sabendo que tudo o que se pensa e diz nas reuniões vai logo parar a Moscovo? Têm que pôr a Hungria sob investigação por violação de confidencialidade e suspensão de todas as reuniões onde se tomam decisões que importam à segurança da UE. E cortar-lhes o acesso a fundos.
Não estamos em tempos normais mas de guerra de maneira que a UE tem de tomar medidas extraordinárias.
Não percebo a UE não fazer a ponta de um corno e deixar andar a situação.

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Jürgen Nauditt 🇩🇪🇺🇦
@jurgen_nauditt

A Hungria divulga imediatamente todas as negociações da UE a Moscovo.
Sijjarto «informou» directamente Lavrov sobre as reuniões da UE 
- The Washington Post.
Segundo o jornal, o ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro ligou directamente para Moscovo durante as reuniões da UE e transmitiu detalhes das discussões ao ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov.

Fontes afirmam que esta comunicação permitiu à Rússia manter-se informada sobre as discussões internas da União Europeia.

O próprio Sijjarto não comentou a situação. No entanto, visitou Moscovo várias vezes desde 2022 e reuniu-se com os líderes russos.

Não percebo porque não resolvem a situação com Orban havendo um acordo prévio



Líderes da UE “condenam” duramente comportamento de Orbán, mas húngaro vence no braço-de-ferro

António Costa fala em chantagem, diz que “um acordo é um acordo”, que os líderes devem manter a palavra e que “ninguém pode chantagear o Conselho Europeu”. Lá dentro, o português foi o primeiro a usar da palavra, para dizer ao húngaro que este tinha pisado todas as linhas vermelhas ao bloquear o financiamento a Kiev, depois de, em dezembro, ter concordado com o empréstimo daquele montante.

Expresso
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Se há um acordo prévio com Orban em que este aceita o empréstimo desde que não contribua para ele, porque sujeitam o acordo à sua votação? Porventura se eu fizer um acordo com um banco, por exemplo, depois posso exigir votar o acordo que já assinei e escusar-me a pagar o que devo votando contra o meu próprio acordo?

Ou dizem-nos que há um acordo mas não há e o que há é apenas um 31 de boca? Com um indivíduo que não tem palavra nem moral?

E se é o caso, porque não mudam simplesmente a frase que vai a votação: 1. Quem pensa que o empréstimo não precisa de ir à votação por haver um acordo verbal formal prévio ponha a mão no ar - a maioria vence; 2. Quem não quer pagar o empréstimo ponha a mão no ar - anota-se os que não querem pagar o empréstimo. E está o assunto resolvido.

Gostava que explicassem porque isto não faz sentido e já lá vão 4 anos de não fazer sentido.

March 20, 2026

Propor alternativas sérias à situação actual é um primeiro passo

 

Que venham os outros a seguir. Tem que haver defesa da UE contra países que agem contra a própria união aliando-se a inimigos confessos da União e que tenham práticas notória e comprovadamente anti-democráticas.


March 19, 2026

Diferenças profundas dentro da UE na saúde - nós estamos a piorar

 

Acabo de ouvir num debate na Euronews que os tempos de espera para ter acesso a medicamentos é de 120 dias para a Alemanha e de 800 e tal dias para Portugal. 

Aqui neste gráfico, que é de 2024, o tempo de espera em Portugal é de 720 dias. Se agora já ultrapassamos os 800 dias é porque estamos a piorar em vez de melhorar.





March 18, 2026

Merz para Trump

 


Eu vejo necessidade do mundo se aliar para derrubar o regime iraniano. Já não vivemos nos tempos de Mohamed onde cada nação fazia o que lhe apetecia em termo de regimes brutais e são necessários mecanismos de travão a ditadores e loucos que trucidam o seu próprio povo e levam a destruição e o caos ao mundo. Porém, não pode ser feito desta maneira onde Trump tenta desunir e destruir os aliados, ameaça invadi-los, os seus representantes ofendem-nos e fazem-lhes buljiyng, recusa ajuda à Ucrânia, alia-se a mafiosos terroristas como Putin e depois pede aos aliados que o assistam numa guerra em que nem sequer foram consultados. 


March 05, 2026

E nós? Qual é a nossa situação?

 

É que se os nossos dados estão com a Microsoft ou outra companhia americana estão nas mãos de pedófilos, amigos de pedófilos e outros carácteres de moral duvidosa. Eu cá estou com Macron: o tempo da sombrinha americana acabou.


February 23, 2026

Não percebo a inacção da UE face à Hungria

 

Se já sabem que a Hungria vai bloquear a ajuda à Ucrânia, porque não têm já uma solução preparada de antemão para circunavegar este obstáculo? Não se percebe. Levam 2 meses a preparar uma reunião sabendo que a Hungria a vai transformar num fracasso e não fazem nada para resolver o problema. Isto, ou é falta de vontade para ajudar a Ucrânia -o que não acredito- ou é pura incompetência. É absurdo. É como saber que se está numa estrada que leva ao precipício e mesmo assim não mudar a rota e continuar em frente.


February 18, 2026

Os EUA querem uma Ucrânia russa e uma Europa destruída

 

February 14, 2026

É evidente que a UE tem de pôr uma data cá fora

 

Declarações de intenções já a Ucrânia teve dos EUA e deu no que deu.


February 12, 2026

Bruxelas tem de estugar o passo

 


January 26, 2026

🎯 As dificuldades de relacionamento com países de muita influência em decadência democrática




A parceria da Europa com a Índia não pode ignorar o retrocesso democrático

Stephen Rapp

À medida que Ursula von der Leyen reforça os laços entre a União Europeia e a Índia, a Europa enfrenta uma escolha estratégica: tratar a erosão democrática na maior democracia do mundo como uma questão secundária ou reconhecê-la como fundamental para a estabilidade, a confiança e a influência global a longo prazo.

A visita da presidente da Comissão Europeia à Índia para participar das comemorações deste 77.º Dia da República – que marca a adopção de uma Constituição que define a Índia como uma república soberana, secular e democrática – não poderia ser mais simbólica. Mesmo enquanto a Europa procura uma cooperação económica e estratégica mais estreita com Nova Deli, a Índia depara-se com um enfraquecimento silencioso, mas consequente, das suas instituições democráticas.

É compreensível que o foco de Von der Leyen, esteja no comércio, nas cadeias de abastecimento e na geopolítica. Fortalecer os laços económicos com a economia de maior crescimento do mundo faz todo o sentido estratégico num momento de incerteza global. No entanto, se os laços da Europa com a Índia se limitarem apenas ao comércio, corre-se o risco de ignorar uma questão mais complexa, com consequências a longo prazo: a erosão gradual dos mecanismos de controlo e equilíbrio democrático na maior democracia do mundo.

O declínio democrático da Índia não assumiu a forma de golpes de Estado ou regimes de emergência. Em vez disso, está a desenrolar-se através do esvaziamento gradual das instituições destinadas a salvaguardar a governação constitucional. Trata-se de um cenário semelhante ao que, na Europa, temos vindo a testemunhar na Hungria.

Há avaliações independentes a sublinhar esta tendência. A Civicus (Aliança global de organizações e activistas para os direitos civis) classificou o espaço cívico da Índia como “reprimido” por seis anos consecutivos. A Comissão Eleitoral da Índia (ECI), outrora amplamente respeitada no país e no estrangeiro, enfrenta agora alegações persistentes de politização e parcialidade. O panorama da imprensa indiana tem sofrido fortes restrições: há jornalistas que enfrentam rusgas, processos judiciais e intimidação, enquanto a concentração da propriedade e o alinhamento político reduziram o espaço para reportagens independentes. A Repórteres Sem Fronteiras descreve hoje a liberdade de imprensa na Índia como estando em crise.

O Dia da República deveria celebrar a promessa fundadora de uma Índia de pluralismo, Estado de direito e independência institucional. No entanto, o fosso entre essa promessa e a realidade actual está a aumentar.

As recentes eleições no estado oriental de Bihar ilustram como a erosão institucional se manifesta na prática. Nas semanas que antecederam a votação, a Comissão Eleitoral lançou uma “Revisão Intensiva Especial” dos cadernos eleitorais, ostensivamente para actualizar as listas de eleitores. O momento e a execução deste exercício suscitaram críticas generalizadas.

Um importante painel da sociedade civil para a observação eleitoral (IPMIE) concluiu, em Novembro de 2025, que “a conduta da Comissão Eleitoral da Índia durante as eleições em Bihar foi profundamente preocupante e levantou questões inquietantes sobre sua imparcialidade e integridade institucional”.

Foram apresentadas alegações de manipulação centralizada dos cadernos eleitorais, exclusões selectivas que afectaram desproporcionalmente as minorias e questões não resolvidas sobre transparência, protecção de dados e responsabilização. Esta politização da ECI é mais um exemplo de como outras instituições indianas foram comprometidas.

A ECI já foi uma das instituições mais confiáveis da Índia, admirada em todo o mundo por gerir eleições numa democracia vasta e diversificada. Os críticos associam este declínio às alterações legais introduzidas em 2023, que deram ao executivo o controlo efectivo sobre as nomeações para a Comissão Eleitoral, em substituição de um processo mais independente. O enfraquecimento de uma instituição reflectiu-se nas demais.

O Supremo Tribunal da Índia, desde há muito considerado um pilar do constitucionalismo, também tem sido alvo de escrutínio. Mais recentemente, voltou a negar a possibilidade de fiança a líderes estudantis detidos há mais de cinco anos, sem julgamento, por protestarem pacificamente contra leis discriminatórias em matéria de cidadania. Especialistas internacionais têm alertado que as nomeações judiciais opacas, a influência do executivo e os incentivos pós-aposentadoria prejudicam a independência real e percepcionada do poder judicial.

Outras instituições responsáveis pela prestação de contas não tiveram melhor desempenho. Preocupações com a politização levaram a um agravamento da classificação da Comissão Nacional de Direitos Humanos da Índia em acreditações internacionais. Por sua vez, organismos de defesa dos direitos humanos na ONU expressaram “preocupações significativas” em relação à liberdade de expressão e reunião, bem como ataques a organizações não governamentais (ONG) e a defensores dos direitos humanos.

A pressão sobre os defensores da terra e do ambiente também se intensificou, reduzindo ainda mais o espaço democrático. Na semana passada, a casa de um activista climático co-fundador da organização Satat Sampada foi invadida pela polícia, sob a alegação de que a sua campanha por um tratado para reduzir a utilização de combustíveis fósseis estava a prejudicar o interesse nacional. A Satat Sampada tem contestado projectos industriais que afectam as comunidades locais. À medida que os projectos de desenvolvimento são agilizados em nome do crescimento e do interesse estratégico, os dissidentes ambientais são rotulados como inimigos da nação.

Por que motivo deve a Europa preocupar-se?

Porque a Índia não é apenas mais um parceiro comercial: é uma potência regional, um actor estratégico e tem quase um quinto da população mundial. A erosão democrática num país desta dimensão tem consequências globais. Uma Índia a derivar para a autocracia enfraqueceria as normas democráticas a nível internacional, encorajaria líderes antiliberais noutros países e complicaria os esforços da Europa para defender uma ordem internacional assente em regras.

A Índia não é apenas mais um parceiro comercial: é uma potência regional, um actor estratégico e tem quase um quinto da população mundial. A erosão democrática num país desta dimensão tem consequências globais

Os líderes europeus argumentam frequentemente que o envolvimento, e não o isolamento, é a forma mais eficaz de influenciar os parceiros. Mas o envolvimento sem princípios dificilmente fortalecerá a democracia. A UE tem influência: através do acesso ao mercado, do investimento, da cooperação tecnológica e da legitimidade política. Seria prudente fazer uso dessa influência.

À medida que Von der Leyen aprofunda a cooperação económica com a Índia, a mensagem da Europa deve ser clara: uma relação forte entre a UE e a Índia não se resume apenas a números de crescimento e cadeias de abastecimento, mas também à resiliência democrática. Incentivar a Índia a reforçar, em vez de esvaziar, as suas instituições democráticas é do interesse estratégico da Europa – e da própria Índia.

Público

January 25, 2026

Zelensky acerca do potencial da Europa

 

January 22, 2026

Mas não admitir é um risco mil vezes maior

 

Admitir a Ucrânia na UE acarreta riscos, mas é a nossa segurança que está em jogo.

- Ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Sikorski

January 21, 2026

O que está a UE a fazer quanto à falta de energia na Ucrânia com temperaturas de congelamento?

 

Porque não estão lá tropas europeias com engenheiros e material de reposição de energia, mais geradores e o que mais for preciso para resolver a situação? Li que Chernobyl está numa situação gravíssima por causa da falta de energia. quer quer um acidente nuclear? Interessa resolver o problema da Rússia. É a mais urgente das urgências.

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Oleksiy Goncharenko

A maior parte de Kiev está sem eletricidade, sem aquecimento. Muitas casas não têm água. Por causa da Rússia. Quero que compreendam a dimensão do desastre. A população de Kiev é agora de cerca de 3 a 3,5 milhões de pessoas. É quase como Berlim, Madrid ou Roma. Imaginem, metade de Berlim fica sem aquecimento, água e eletricidade no meio de uma forte geada?