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May 24, 2026

A União Europeia não é outra coisa senão uma Europa Unida

 

 E é uma necessidade cada vez mais urgente.


May 21, 2026

Angela Merkel condecorada pela contribuição para a União da Europa? É uma piada?

 

Angela Merkel foi condecorada em Estrasburgo com a recém-criada Ordem Europeia do Mérito, entregue pelo Parlamento Europeu. A antiga chanceler alemã recebeu a mais alta distinção da ordem (como membro distinto), numa cerimónia oficial que homenageou as suas contribuições para a União Europeia.

Não, não é uma piada, é a sério e já aconteceu. Com isto Bruxelas passa uma imagem de um establishment de políticos para políticos, sem substância, dando razão aos seus maiores críticos. Merkele foi uma aliada, de facto, mesmo que não, de jure, de Putin. A sua insistência em manter a Europa dependente de Putin custou esta guerra. E se desta estratégia de nos manter presos à Rússia ainda podemos dizer que foi falta de inteligência e de visão, da outra estratégia de dividir a Europa, pôr o norte contra o sul e tirar dividendos e poder políticos para a Alemanha e para si mesma, já não podemos dizer o mesmo. Foi uma divisão calculada dos países europeus, para reinar. Quem não se lembra de nessa época os países se comportarem uns com os outros como inimigos? Da campanha que ela fez contra os países do sul para empobrecê-los e tirar rendimento dessa pobreza? E que dizer da sua insistência em obrigar todos a importar milhões de homens islamitas de um dia para o outro para apaziguar a sua consciência povoada de fantasmas da sua história? 

Esta condecoração diminui a importância da condecoração em si e dos outros que a receberam. 


May 02, 2026

Macron fala ao Exército francês sobre a OTAN, a Ucrânia e a estratégia de defesa europeia

 

Macron: 
Estamos a organizar a coligação dos dispostos a garantir a segurança na Ucrânia sob comando franco-britânico.
Os europeus devem assumir mais responsabilidade pela sua própria defesa, manter a interoperabilidade da OTAN e ser capazes de agir em conjunto.
Este exercício demonstrou que os europeus podem, de forma credível, levar a cabo em conjunto uma operação desta envergadura, com a França como nação-quadro.
Essa é uma mensagem clara para os nossos parceiros ucranianos e para todos os exércitos europeus que sabem que podem participar nessas missões.
Em fevereiro de 2022, poucos especialistas acreditavam que a Ucrânia iria resistir, mas os ucranianos resistiram, inovaram e defenderam o seu território passo a passo com fortaleza de espírito. Nenhum equipamento fará isso por vocês. No final, a vitória continua a depender das pessoas.


April 26, 2026

“Acordem”

 


A UE enfrenta ‘momento único’ para crescer em respeito - Macron em Atenas, numa conversa pública com o primeiro-ministro grego

A UE prepara um “manual” de defesa depois de “nada ter sido feito” durante uma década…

Os líderes dos 27 Estados-membros da União Europeia decidiram na sexta-feira exigir a criação de um “manual” de defesa na cimeira do Conselho Europeu realizada em Nicósia, perante dúvidas quanto ao compromisso dos EUA com a aliança militar da NATO.

As preocupações com as críticas do Presidente Donald Trump à NATO por não apoiar a guerra com o Irão, bem como as suas ameaças no início deste ano de tomar a Gronelândia à aliada Dinamarca, aumentaram a urgência de definir as disposições de assistência mútua da UE.

O Presidente do Chipre, Nikos Christodoulides, afirmou que os líderes da UE concordaram, na cimeira em Nicósia, que era altura de desenvolver o pacto previsto no Artigo 42.º, n.º 7 do tratado fundamental do bloco.

O Artigo 42.º, n.º 7 do Tratado da União Europeia estabelece que “se um Estado-membro for vítima de agressão armada no seu território, os outros Estados-membros têm para com ele uma obrigação de ajuda e assistência por todos os meios ao seu alcance”.

Ao contrário do Artigo 5.º da NATO — considerado a pedra angular da segurança europeia — a cláusula de assistência mútua da UE não é apoiada por planos operacionais detalhados nem por estruturas militares.

O Artigo 42.º, n.º 7 foi activado apenas uma vez, pela França, após ataques islamistas terem morto 130 pessoas em Paris, em 2015. Outros Estados-membros da UE contribuíram então para missões militares internacionais, permitindo à França reposicionar tropas no seu território.

Embora o Serviço Europeu para a Ação Externa tenha publicado, em 2022, um documento de “lições aprendidas” com o objectivo de reforçar e formalizar a infraestrutura de defesa mútua da UE, fontes do governo cipriota lamentaram que “nada tenha sido feito” na década desde a única ativação da cláusula.

Macron: “Acordem”…

Com os líderes dos EUA, da Rússia e da China todos “contra” a Europa, o continente enfrenta um “momento único” em que precisa de “ganhar confiança” para ser respeitado, afirmou Macron perante uma audiência em Atenas, numa discussão sobre a Europa ao lado do primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis.

“Não devemos subestimar que este é um momento único em que um presidente dos EUA, um presidente russo e um presidente chinês estão claramente contra os europeus. Este é o momento certo para nós. Acordem”, disse Macron.

Mitsotakis: “Precisamos de assumir mais responsabilidade na defesa”

Numa discussão abrangente, ambos os líderes sublinharam a necessidade de a União Europeia desenvolver a sua capacidade estratégica para garantir a prosperidade e segurança do bloco de 27 países.

Reconhecendo preocupações quanto à capacidade da UE de reagir a “placas geotectónicas em mudança”, Mitsotakis afirmou que a União deve reforçar a sua economia estratégica, destacando o acordo de defesa entre Grécia e França.

“Precisamos de assumir mais responsabilidade na defesa, aumentando o investimento e fazendo-o à escala”, afirmou.

Mitsotakis reiterou a posição de longa data de Atenas sobre a necessidade de activar de forma mais eficaz o Artigo 42.º, n.º 7 do Tratado da União Europeia.

Acrescentou que a UE deve levar mais a sério a cláusula de assistência mútua, tal como a Grécia fez ao apoiar recentemente o Chipre após este ter sido alvo de ataques com mísseis durante o conflito no Médio Oriente.

O apoio ao Chipre por vários países europeus, incluindo a Grécia, “marcou a primeira prova tangível de que a Europa pode defender os seus Estados-membros mesmo sem o envolvimento directo de terceiros”.

O apoio da Grécia ao Chipre foi “uma declaração política de que não dependemos apenas da NATO”, afirmou.

Perante aplausos, o presidente francês declarou que a ajuda da França pode ser tida como garantida caso a Grécia enfrente uma ameaça revisionista por parte da Turquia:

“Estaremos aqui. A aliança franco-grega — é isto”, concluiu.

South East Med Energy & Defense

April 20, 2026

É para evitar estas situações que a UE tem de mudar algumas regras do jogo



A situação de estarmos sempre a uma eleição de ter um fantoche russo num governo europeu a minar a segurança e a própria existência da União é destabilizadora e perigosa, como vimos com Orban. Não é mais possível manter o critério da unanimidade em todas as situações. Falo de situações graves de um país ou dois ou três estarem em processo de pôr em causa a segurança e existência da UE. 
Por outro lado, é necessário manter a voz de todos os países no grupo, de maneira a que um bloco de países fortes não capture as políticas de todos, pois isso seria, em si mesmo, pôr em causa a segurança e existência da UE com ressentimentos - Merkele fez isso manipulada por Putin e a pensar só na hegemonia alemã com combustível a preço de chuva e ia destruindo a UE. Pôs a Inglaterra de fora. 
Podia haver um processo em dois passos, nessas ocasiões-limite: 1. se o entendimento da maioria dos países (que pode ser de dois terços) for o de que a segurança da UE está em perigo sério por causa de um país, como foi o caso de Orban ter peões a favor da Rússia no espaço e organismos europeus a trabalhar pela destruição da UE; nesse caso, pode haver uma segunda votação sobre política externa relativa à segurança da UE que passe com dois terços dos votos. Outra possibilidade é a suspensão do país em causa, decidida por dois terços dos votos, quando entendem que esse país está a trabalhar com inimigos da UE, contra a própria união.
Há muitos modos de fazer as coisas, mas o importante é tomar medidas para que não volte a ser possível um país trair a UE com os seus maiores inimigos.
Neste momento, o que nos sossega a todos relativamente à Rússia é a defesa da Ucrânia que todos os dias enfraquece a Rússia. Se não fosse isso Orban tinha feito muito mais mal.


ELEIÇÕES NA BULGÁRIA: Os búlgaros acorreram em massa às urnas para destituir o partido de centro-direita GERB. Segundo as estimativas, o novo partido Bulgária Progressista, do ex-presidente pró-russo Rumen Radev, estaria na liderança com cerca de 44% dos votos, depois de ter centrado a sua campanha em promessas de combate à corrupção. Este resultado prenuncia um parlamento fragmentado.

Convém analisar as acusações do líder do GERB, Boyko Borissov, segundo as quais Radev poderia tornar-se o novo Viktor Orbán da UE. Radev opôs-se ao envio de armas para a Ucrânia e às sanções contra a Rússia, mas também sempre cooperou com a corrente dominante de Bruxelas e comprometeu-se a não bloquear o processo de tomada de decisões da UE. A questão agora é saber com quem Radev irá governar. Uma opção é o partido pró-UE e anticorrupção «Continuamos a Mudança», que faz parte do Renew em Bruxelas. Outras opções incluem vários socialistas e nacionalistas.


✍️ Euractiv | Rapporteur



April 15, 2026

Do it!

 

Houve um tempo em que a UE tinha 6 países ou mesmo 12 e a unanimidade. Agora são 27! Como é possível ter unanimidade em todas as questões com tantos países?


April 09, 2026

Tudo o que está mal e tem de ser mudado na UE a respeito da Hungria, da Ucrânia e da Rússia

 


Aqui há umas semanas, depois de Orban ter mandado raptar ucranianos e roubar os valores que transportavam e pertencem à Ucrânia, e ainda ameaçar a Ucrânia, a UE pregou um raspaste público a Zelensky por ele ter dito que podia dar o endereço de Orban aos militares ucranianos. Fiquei chocada. Não com a resposta de Zelensky mas com a reacção da UE. A lealdade e defesa dos parceiros da União não pode ser incondicionada, pois nesse caso não somos parceiros mas um gang. A Ucrânia está a defender a Europa da Rússia, Orban está a laborar para a destruição da UE e da Ucrânia. Quem é que aqui é nosso parceiro? Porque é que a UE tem sempre desculpas para encaixar a traição de Orban e é lesta a passar reprimendas a quem nos defende? A Ucrânia está a defender-se de uma guerra. Não é uma guerra de computador ou uma guerra virtual, é uma guerra onde todos os dias morrem pessoas, civis, crianças, onde a vida está um caos, cidades inteiras desapareceram. Alguém imagina Berlim e Hamburgo desapareceram, em escombros? Paris ou a Cote D'azur serem apenas pó e lama? Estocolmo? Veneza? Orban está do lado do inimigo a congeminar a queda de Zelensky e da Ucrânia. Mas a UE não se vê como uma cópia de Trump quando adopta as estratégias de humilhação dele em relação a Zelensky? Se Orban está cada vez mais afoito na defesa de Putin contra a UE e contra a Ucrânia é porque a UE deixa-o fazer o que quer e como quer. Numa situação de guerra é preciso agir rapidamente para anular as forças de bloqueio e de destruição. E Orban é a principal na UE. 


April 08, 2026

Vance veio à Europa incentivar o ódio à UE

 

BUDAPESTE, 7 de abril (Reuters) – O vice-presidente dos EUA, JD Vance, criticou duramente na terça-feira o que classificou de «vergonhosa» interferência da União Europeia nas eleições da Hungria, ao mesmo tempo que manifestou abertamente o seu apoio ao primeiro-ministro Viktor Orbán, um aliado próximo tanto do presidente Donald Trump como do presidente russo Vladimir Putin, poucos dias antes da votação.

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Primeiro Putin organizou uma pseudo-tentativa de assassínio para Orban ganhar as eleições (como fez com Trump?) que saiu furada. Depois Trump e Vance apoiam Orban. Isto não é acerca de apoiar Orban, é acerca de destruir a UE e forçar a rendição da Ucrânia a Putin.

A questão é: os EUA não precisam de Orban mas precisam da Europa. Precisam da Europa na NATO e fora dela, no comércio. Já agora, depois de ter hostilizado a UE e ter ameaçado de invasão países da NATO, bem como depois de ter retirado apoio à Ucrânia, está a sofrer a recusa da Europa em ajudá-lo no ataque ao Irão. 

Se a UE não for idiota, daqui a uns anos já tem um exército e armas de defesa próprias e nem precisa das armas que os EUA têm espalhadas pelos países europeus. Nessa altura, as ameaças veladas de retirar as armas e o dinheiro da NATO vão ter pouco efeito. SE a UE não for idiota e souber fazer mudanças que vão no sentido de reforçar a União e a defesa comum.

A ideia destes novos EUA de Trump de que vão destruir a UE de maneira que os países europeus voltem à singularidade manipulável do pós-guerra é ridícula. 

Esta semana uma fábrica de drones ucranianos começou a sua laboração na Alemanha. Um país da NATO. Não é uma fábrica alemã a produzir drones para a Ucrânia. É uma fábrica ucraniana na Alemanha, um país da NATO, a produzir drones. Não sei se é a 1ª... mas a questão é que a Ucrânia já tem um pé firme na defesa da UE.

April 06, 2026

Prudência de Macron - vendeu o ouro que a França tinha nos EUA e comprou ouro na Europa

 


March 26, 2026

A Presidente da Comissão Europeia anunciou isto com grande pompa mas depois não cumprem

 

O belga não deixa. A Europa está cheia de subservientes de Putin. Que gente é esta que cresceu à sombra da árvore da corrupção, da ganância e da incompetência. 


March 21, 2026

Como é possível deixarem a Hungria assistir a reuniões e tomar decisões?!

 


Sabendo que tudo o que se pensa e diz nas reuniões vai logo parar a Moscovo? Têm que pôr a Hungria sob investigação por violação de confidencialidade e suspensão de todas as reuniões onde se tomam decisões que importam à segurança da UE. E cortar-lhes o acesso a fundos.
Não estamos em tempos normais mas de guerra de maneira que a UE tem de tomar medidas extraordinárias.
Não percebo a UE não fazer a ponta de um corno e deixar andar a situação.

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Jürgen Nauditt 🇩🇪🇺🇦
@jurgen_nauditt

A Hungria divulga imediatamente todas as negociações da UE a Moscovo.
Sijjarto «informou» directamente Lavrov sobre as reuniões da UE 
- The Washington Post.
Segundo o jornal, o ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro ligou directamente para Moscovo durante as reuniões da UE e transmitiu detalhes das discussões ao ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov.

Fontes afirmam que esta comunicação permitiu à Rússia manter-se informada sobre as discussões internas da União Europeia.

O próprio Sijjarto não comentou a situação. No entanto, visitou Moscovo várias vezes desde 2022 e reuniu-se com os líderes russos.

Não percebo porque não resolvem a situação com Orban havendo um acordo prévio



Líderes da UE “condenam” duramente comportamento de Orbán, mas húngaro vence no braço-de-ferro

António Costa fala em chantagem, diz que “um acordo é um acordo”, que os líderes devem manter a palavra e que “ninguém pode chantagear o Conselho Europeu”. Lá dentro, o português foi o primeiro a usar da palavra, para dizer ao húngaro que este tinha pisado todas as linhas vermelhas ao bloquear o financiamento a Kiev, depois de, em dezembro, ter concordado com o empréstimo daquele montante.

Expresso
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Se há um acordo prévio com Orban em que este aceita o empréstimo desde que não contribua para ele, porque sujeitam o acordo à sua votação? Porventura se eu fizer um acordo com um banco, por exemplo, depois posso exigir votar o acordo que já assinei e escusar-me a pagar o que devo votando contra o meu próprio acordo?

Ou dizem-nos que há um acordo mas não há e o que há é apenas um 31 de boca? Com um indivíduo que não tem palavra nem moral?

E se é o caso, porque não mudam simplesmente a frase que vai a votação: 1. Quem pensa que o empréstimo não precisa de ir à votação por haver um acordo verbal formal prévio ponha a mão no ar - a maioria vence; 2. Quem não quer pagar o empréstimo ponha a mão no ar - anota-se os que não querem pagar o empréstimo. E está o assunto resolvido.

Gostava que explicassem porque isto não faz sentido e já lá vão 4 anos de não fazer sentido.

March 20, 2026

Propor alternativas sérias à situação actual é um primeiro passo

 

Que venham os outros a seguir. Tem que haver defesa da UE contra países que agem contra a própria união aliando-se a inimigos confessos da União e que tenham práticas notória e comprovadamente anti-democráticas.


March 19, 2026

Diferenças profundas dentro da UE na saúde - nós estamos a piorar

 

Acabo de ouvir num debate na Euronews que os tempos de espera para ter acesso a medicamentos é de 120 dias para a Alemanha e de 800 e tal dias para Portugal. 

Aqui neste gráfico, que é de 2024, o tempo de espera em Portugal é de 720 dias. Se agora já ultrapassamos os 800 dias é porque estamos a piorar em vez de melhorar.





March 18, 2026

Merz para Trump

 


Eu vejo necessidade do mundo se aliar para derrubar o regime iraniano. Já não vivemos nos tempos de Mohamed onde cada nação fazia o que lhe apetecia em termo de regimes brutais e são necessários mecanismos de travão a ditadores e loucos que trucidam o seu próprio povo e levam a destruição e o caos ao mundo. Porém, não pode ser feito desta maneira onde Trump tenta desunir e destruir os aliados, ameaça invadi-los, os seus representantes ofendem-nos e fazem-lhes buljiyng, recusa ajuda à Ucrânia, alia-se a mafiosos terroristas como Putin e depois pede aos aliados que o assistam numa guerra em que nem sequer foram consultados. 


March 05, 2026

E nós? Qual é a nossa situação?

 

É que se os nossos dados estão com a Microsoft ou outra companhia americana estão nas mãos de pedófilos, amigos de pedófilos e outros carácteres de moral duvidosa. Eu cá estou com Macron: o tempo da sombrinha americana acabou.


February 23, 2026

Não percebo a inacção da UE face à Hungria

 

Se já sabem que a Hungria vai bloquear a ajuda à Ucrânia, porque não têm já uma solução preparada de antemão para circunavegar este obstáculo? Não se percebe. Levam 2 meses a preparar uma reunião sabendo que a Hungria a vai transformar num fracasso e não fazem nada para resolver o problema. Isto, ou é falta de vontade para ajudar a Ucrânia -o que não acredito- ou é pura incompetência. É absurdo. É como saber que se está numa estrada que leva ao precipício e mesmo assim não mudar a rota e continuar em frente.


February 18, 2026

Os EUA querem uma Ucrânia russa e uma Europa destruída

 

February 14, 2026

É evidente que a UE tem de pôr uma data cá fora

 

Declarações de intenções já a Ucrânia teve dos EUA e deu no que deu.


February 12, 2026

Bruxelas tem de estugar o passo