January 02, 2020

O Papa deu uma patada numa mulher



LOL, lá se foi a infalibilidade...
"As câmeras captaram o momento exato em que uma mulher posicionada atrás da barreira de segurança puxou abruptamente o braço do pontífice, quando ele começava a se distanciar das pessoas que se aglomeravam para cumprimentá-lo. 
O vídeo mostra que o papa, de 83 anos, parecia satisfeito em falar com os fiéis até ser puxado. Ele se irrita e tenta se desvencilhar, dando um tapa na mão da mulher." 
Deixa ver se percebo. A Igreja promove o endeusamento e veneração dos Papas à maneira de superstars, organiza ajuntamentos de centenas de milhar em que ele se passeia pela multidão para ser adorado e venerado pelos crentes, anuncia que é o mensageiro de Deus, que a sua benção é especial, que a sua pessoa está imbuída do espírito infalível divino, ele alinha nisso tudo, mas depois estranha que queiram tocar-lhe, agarrá-lo, tirar selfies e o diabo a nove? A sério? 

Sócrates e a justiça?
























Kreationsministern

Ruisdael




Acho que a primeira vez que reparei num Ruisdael foi no Rijksmuseum. Esta pintura, View of Haarlem from the Northwest, with the Bleaching Fields in the Foreground (c.1670s) impressionou-me. Um céu enorme numa paisagem de grande profundidade (fez-me lembrar algumas paisagens do Alentejo). Tudo o que se vê é pequeno em relação à enormidade da Natureza: as pessoas as casas e, ao longe, uma construção que se percebe ser uma catedral, também tornada pequena pela paisagem Natural.
Depois de ter reparado nele comecei a procurar Ruisdaels nos museus onde ia. Reparei que as paisagens dele são sempre enormes. Nelas, a Natureza esmaga tudo com a sua permanência imponente relativamente ao que é humano e transitório. Geralmente põe umas pessoas na paisagem para nos dar essa impressão de desproporção de força e grandeza.

A pintura dele que mais gostei foi a que vi no Hermitage, em S. Petersburgo. É a outra que se vê mais abaixo e que se chama, A Wooded Marsh. Mais uma vez se vê que pôs um homem na outra margem do pântano, muito pequeno no meio de uma Natureza cheia de poder a impôr-se ao humano. A pintura é muito mais escura e misteriosa do que se vê aqui. Tem uma tremenda força inexplicável. É preciso vê-la ao vivo.

Essas são as pinturas dele que mais gosto. As de cenas na floresta, escuras, cheias de incerteza, poder primitivo e mistério que nos atiram à cara a transitividade da vida. São belas, belas e fazem-nos pensar. A Gulbenkian tem uma pintura dele, destas que gosto muito.

A pintura dele não é um retrato de uma paisagem à maneira de uma fotografia, é um recriação e expressa uma ideia. Na última pintura a ideia é a mesma. Está-se no Inverno, tudo está gelado, vêem-se umas pessoas a apanhar lenha, num ambiente que a Natureza desolou e de onde expulsou os humanos.

No tempo dele, que é o século XVII, não há fotografias e a natureza não posa para a pintura. A todo o momento a nuvem move-se, muda de forma e cor, os pássaros voam, aparece ou desaparece o sol, muda completamente o aspecto da paisagem. O pintor tem de imaginar e recriar. Depois as tintas, os óleos são de produção caseira, raros e há pouca variedade, de modo que conseguir estas tonalidades todas de verdes e castanhos, brancos, cinzentos e azuis a partir de tão poucas cores é extraordinário.

Ruisdael pintou centenas de quadros e muitos deles estão em colecções privadas, como o último do Inverno gelado. I wish...








winter landscape - colecção privada


perspectivar a tinta a óleo 

A escultura de Cabrita Reis vandalizada




O facto das obras serem imediatamente compreensíveis não as torna arte, assim como não o serem não lhes retira valor estético. Nem sequer o facto de um artista ou um agente não saber explicar as obras lhes retira valor artístico. A quantidade de bons filmes que já vi depois de ler críticas com um discurso todo embrulhado onde nem se percebe bem o que o crítico está a dizer...

Uma coisa é discutir se o município de Leça devia gastar 300 mil euros com uma obra de arte pública ou se, podendo, devia encomendar uma obra tão distante da população que habita a zona. Outra coisa diferente é discutir a própria obra. Sendo certo que, em qualquer dos casos, vandalizá-la é uma agressividade gratuita (que vai sair cara).

A ideia de que a arte abstracta não tem valor porque não parece, para um leigo, envolver trabalho técnico é tão errada como a ideia segundo a qual a arte figurativa não tem valor porque já temos a fotografia para retratar a realidade, sejam paisagens, coisas ou pessoas. E sim, há muita arte abstracta que não tem valor estético, assim como há muita arte figurativa que também não o tem, embora seja muito difícil objectivar o valor estético de uma obra.

A questão é que na arte, o artista expressa uma ideia, mesmo que nós não a consigamos 'ver', mesmo que o próprio não esteja consciente dela, mesmo que aquilo que vemos não seja aquilo que o artista quis mostrar. Na arte figurativa essa ideia está mais escondida porque somos enfeitiçados pela aparência das coisas que reconhecemos, enquanto na arte abstracta, é a ideia que sobressai. Ora, perceber ideias é mais difícil que reconhecer objectos.

Para se ser capaz de 'ver' alguma coisa numa obra é preciso algum esforço de aprendizagem. Não sou especialista em arte mas tento aprender: ver, ler e discutir ideias com pessoas que o são. Parece-me que as pessoas, em geral, são como os meus alunos no 10º ano, sendo que estes ainda têm a desculpa de serem muito novos: têm opiniões e 'gostos' antes de terem lido, investigado, pesquisado e falado com quem estudou os assuntos, ou seja, antes de terem formado um gosto.

Critica-se a arte abstracta porque com ela o conceito de arte se relativizou abusivamente, mas não se critica a ligeireza com que pessoas que nunca deram um passo para perceber alguma coisa sobre o assunto emitem juízos de valor avaliadores como se tivessem um gosto estético formado.

Se não se percebe uma obra ou uma ideia ou uma teoria, não se parte do princípio que não presta. Primeiro tenta-se perceber: investiga-se. Depois, quando já fizemos esse trabalho, então, podemos dizer, 'não gosto disto, por tal e tal razão.' Agora dizer-se que não presta ou que não interessa sem se ter feito um esforço de aprendizagem, sem ter dado um passo na direcção da obra, como se a obra é que tivesse que fazer todo o caminho sozinha até nós, é estupidez, no sentido da ignorância que não se percebe como tal. Uma obra estar à vista e ser pública não torna ninguém juiz.

Faz lembrar as pessoas que vêm dizer opiniões sobre educação e quando lhe perguntamos se são especialistas ou o que sabem sobre o assunto, respondem, 'tenho um filho'... como se fazer um filho, coisa que qualquer animal faz, tornasse alguém especialista em educação. Como se fôssemos todos chefes só porque comemos e fazemos almoço e jantar todos os dias. Ou como se fôssemos farmacêuticos porque tomamos medicamentos, etc.

Será que o tradutor sabe pouco de culinária?




Hoje fiz uma coisa que já fiz muitas vezes. Fui a Lisboa e à volta, eram tantas as lojas em saldos a chamar que entrei numa delas. Passei a porta, dei quatro passos, parei, olhei para um lado e para outro, imensa gente, camisolas amontoadas e roupas em cabides que é preciso ver, escolher, reparar no tamanho, no feitio,  preço, depois fila para pagar...  sensação de sufoco. Dei meia volta e saí. Mais abaixo, passei pelo Centro de Arte Moderna e entrei para ver a livraria. Pus os olhos neste livro e pensei logo, 'hoje está um belo dia, enevoado, para ler poesia.' Abri ao calhas e fui dar com esta frase, 'Até os nossos soluços iam por vale postal' e 'Anestesiados pelos nosso pequeninos sentimentos, comíamos pouco'. Comprei logo.

Encontrei uma colega da escola na paragem e viemos a conversar. Sobre poesia, livros, compras, falta de paciência para lojas de roupa, os erros das equipas de educação, os pais que pensam que trabalhamos para eles e nos falam como se fôssemos seus empregados e aqueles alunos que nos chegam endoutrinados, de horizontes fechados e nos pedem para que os apertemos ainda mais.

Agora reparo que na penúltima linha do poema está escrito Rosbife Wellington.





... vou ver como está no original: Roastbeef Wellington. Só que em português diz-se, 'bife Wellington' e não 'rosbife Wellington'. Será uma questão do tradutor saber pouco de culinária? Ou fez de propósito por outra razão?

Quando Louçã vem para os jornais tentar fazer o linchamento de um juíz




... e defender que quem quer responsabilizar judicialmente políticos pelos seus actos de crimes, encobrimento de crimes, desvios de dinheiro, tráfico de influências ou seja o que for, é ser contra a democracia e ser um perigoso radical de direita. Democracia, em seu entender, é a continuação da tradição de não incomodar um político faça ele o que fizer.
Louçã, um conselheiro de Estado que já se habituou à vassalagem e, por isso, um parceiro de Sócrates no ódio ao juiz Carlos Alexandre.

O comentador bloquista [Louçã] conclui dizendo que há uma tendência de adoptar uma “visão pouco democrática” de que é preciso “acabar com a política e impor uma espécie de justicialismo” e nota que isso corresponde a uma cultura que “não é a tradição da justiça política portuguesa”. 

Louçã, Caso Tancos: Louçã defende Costa e aponta proximidade entre juiz Carlos Alexandre e Chega (Público)

É assim que se fazem perguntas aos que exploram outros





January 01, 2020

Bom dia 😄





Entrámos nos anos vinte... quem diria?



(embora para mim o ano novo começou já há uns dias) Costumava pensar, muito antes dos filmes de ficção científica falarem nisso, quando era adolescente, que a minha avó e outras pessoas da idade dela, eram um portal do tempo porque tinham nascido no século XIX e falavam desse tempo do início do século XX e ainda do tempo dos pais deles e, sendo lúcidos e inteligentes tinham percebido o tempo em que viveram, de modo que era como se fossemos todos contemporâneos. Mais tarde ouvi as histórias da minha mãe, do tempo da guerra, que não vivemos a não ser indirectamente. Como foi a vida nesses anos em Lisboa.
Por causa dessas histórias todas que ouvi dela e de outras pessoas desse tempo, consigo sentir, agora, cem anos depois ou mais, o século XIX e os anos vinte do século XX: como as pessoas viviam no dia a dia, as notícias, a mentalidade, a vida da monarquia, o início da República... qualquer dia, ou já agora, sou eu um portal do tempo para alguém :)



via ancient forests

December 31, 2019

Noite de S. Silvestre



😄

























 directamente do fb

"I look at people sometimes and think: for real? That's the sperm that won?" (Alex St Clair)




😄😄😄

directamente do FB

Os tentáculos da 'famiglia' ou o primismo político português em franca expansão



Lê-se esta pouco-vergonha e só se acredita porque há muito vivemos neste país com estes medíocres que são quem torna a nossa cultura pequena e medíocre porque só investem nos primos medíocres do partido e dos amigos.
O país nas mãos de meia dúzia de famiglias. O Estado são eles.
Entretanto ficamos a saber que o Novo Banco, a quem todos os anos Costacenteno dá uma mesada de mais de mil milhões que vai buscar ao nosso bolso, perdoou mais de 80% da dívida do DN e outros jornais com mão do Proença, aquele que é parte interessada e integra muitos CA onde, ao que parece, ganha mais de 7500 euros por reunião... entretanto o Costacenteno continua a não me devolver o que desconto para a ADSE... ao menos, já que pagamos as dívidas dos jornais, queremos poder lê-los...


as imagens não são minhas


Sempre ouvi dizer que as rosas se devem plantar em dia de nevoeiro




Hoje está um dia de nevoeiro, resolvi plantar umas rosas.

Acontece que quando fiquei doente, há quase dois anos, deixei de cuidar das plantas e flores que tinha na varanda: pimentas, coentros, chá, jacintos... morreu tudo, excepto esta dieffenbachia que não há nada que a mate. Já aguentou dezenas de anos de fumo de tabaco, esqueço-me de a regar, de tirar as folhas mortas, de mudar a terra, vou de férias no Verão e fica à torreira do sol na varanda... nada a mata.Crescem-lhe filhos à toa que dou a outras pessoas... De vez em quando está tão mal que chega a dar uma flor. Acho que se houvesse um desastre nuclear ela sobrevivia... a minha florista diz que ele gosta de mim senão já tinha morrido. Diz que as plantas sentem e que outras morreram porque sentiram a minha doença... não acredito nisso...



Enfim, resolvi replantar algumas coisas e como hoje é dia de nevoeiro e sempre ouvi dizer que as rosas se plantam em dia de nevoeiro, fui à florista e comprei uma dúzia de rosas. Umas brancas e outras de uma tonalidade fucsia bonita.

Guardei 2 para plantar e as outras para por numa jarrinha.

















Pus um bocado de mel numa chaveninha












Fui buscar as duas batatas que comprei para o efeito e fiz-lhes um furo.








Cortei um bocado do caule e a flor, passei o caule pelo mel










... e plantei cada uma num vaso. Enterrei um bocadinho, cobri com terra








... e reguei.






Agora é esperar para começar a crescer o caule e algumas folhas.

Depois mostro se resultou





























As rosas foram para uma jarrinha para alegrar a mesa de trabalho. Aqui parecem encarnadas mas não são.

Quando um cão tem uma epifania



E o que os trabalhadores podem aprender com isso 😄


December 30, 2019

Picture this




Light microscopy image of an algae exoskeleton

Centeno está a pensar em nomear-se a si mesmo para GBP?



Estamos nas mãos desta gente sem ética nem moral. Claro que o Centeno acha normal. Como é que diz o Louçã? É tradição deixar os governantes sem escrutínio e não os incomodar com coisas como crimes e etc.? É isso.

Hoje fui beber um café com uma amiga. Uma ex-aluna. Está numa editora de Londres a trabalhar como editora. Tem um contrato permanente, é aumentada com regularidade, respeitam-na e ao seu trabalho. Nada disto me surpreende porque há muito que sei que ela é muito, muito boa. Foi a melhor aluna que já tive até hoje. A questão é que teve que sair do país porque aqui não encontrava emprego a não ser temporário e mal pago. Hoje disse-me que até gostava de voltar mas não é possível. Mesmo tendo já um currículo muito bom e experiência de trabalho numa editora internacional, sediada em Londres, não tem nenhuma cunha e aqui ninguém entra em lado algum na área das Humanidades, sem uma cunha importante. É isso. O país é dos Costas e Centenos, socráticos de coração e acção.


Centeno diz que não vê nenhum conflito de interesses em ser governador do Banco de Portugal. É inacreditável. Centeno está a pensar em nomear-se a si mesmo para o cargo?! Ou planeia sair e meter nas finanças alguém que depois o nomeie a ele para o posto que almeja? É que a lei orgânica do Banco de Pt diz que a designação do governador é feita por resolução do Conselho de Ministros, por indicação do próprio titular das finanças. O rigoroso Centeno quando diz que não mora aqui qualquer conflito de interesses é ignorante ou aldrabão?! Enfim, está só a pensar no seu próprio futuro político quando aquilo que Portugal precisa é de um regulador forte que previna e estanque os delinquentes financeiros, tanto como de uma cultura cívica e democrática robusta. Pois. Parece que o futuro não está em 2020.

Joana Amaral Dias

Citação deste dia




"Work as if you live in the early days of a better nation." 

- Alasdair Gray (28 December 1934 – 29 December 2019)

Quem é que no Portugal promíscuo da bola/crime/política não quer amordaçar Rui Pinto?




Pinto: If you take Benfica, the most popular club in Portugal, you see that they're like an octopus of influence among the nation's elite. The club is well connected with the police, the prosecutors and politicians and regularly give them free VIP tickets for Benfica games. It would be a huge conflict of interest if they ever had to seriously investigate Benfica.
...
DER SPIEGEL: We consider you a whistleblower because of the relevance of the information that you gathered in the face of significant personal risk. Others, such as the prosecutors, for example, see you only as a criminal. What's your response to that?
Pinto: All the debates are totally valid. If a newspaper editor writes that I'm a criminal, I'm not going to complain about it; it's the freedom of the press. The only thing I demand is an honest debate about what Football Leaks achieved. And so far, it hasn't been a fair discussion, because right now, it's only focused on me as a person, and not about the wrongdoing I uncovered.

Rui Pinto numa entrevista ao Der Spiegel online

É para que se veja como estão as coisas nas escolas




Um professor assume a gestão de uma escola e transforma-a numa das melhores escolas do país sem simulacros de sucesso como mandar passar todos, etc. Acontece que não presta vassalagem à tutela. Tramou-se. Teve logo o ME e o governo a querer castigá-lo por pôr a competência à frente da vassalagem e foi preciso ir para tribunal para ter justiça. Ninguém, nem o Presidente, se interessou por este caso de injustiça. Fica todo excitado com futebolistas mas detesta professores.
Dantes, quando éramos vítimas de injustiças, podíamos recorrer à Direcção Regional de Educação ou ao Director Geral ou, em última hipóteses, à inspecção. Havia confiança na imparcialidade dos organismos. Agora os organismos só se interessam por terem vassalos.

Professor suspenso vai receber 30 mil euros após meio ano sem salário

O Tribunal Fiscal e Administrativo do Funchal (TFAF) deu razão ao professor que foi suspenso sem vencimento durante seis meses pela gestão escolar, conhecido por transformar uma escola problemática da Madeira numa das melhores do país.

O professor de Geografia disse esta segunda-feira à Lusa que foi alvo de uma "profunda humilhação profissional e pessoal" que só agora começa a ser corrigida com a decisão do Tribunal do Funchal.

Joaquim José Sousa referia-se ao processo disciplinar instaurado pela Secretaria Regional da Educação que culminou em março com a sua suspensão durante seis meses sem vencimento.

Agora, o TFAF dá razão ao ex-presidente do conselho executivo da Escola Básica do Curral das Freiras e anula a decisão do secretário regional de educação, segundo a decisão judicial a que a Lusa teve hoje acesso.

O tribunal decidiu ainda que o professor tem direito a uma indemnização de trinta mil euros.

MRS, Presidente da RP = República de Primos.




Para futebolistas, políticos e amigos, condecorações e nomeações, para os outros, abraços e beijinhos ou total indiferença.
Jorge Jesus vai levar, não com a Ordem dos Desportistas ou algo do género, mas a do Infante! Isto é o ridículo total! O desprestígio em que caiu o Infante que é pespegado em tudo quanto é gato pingado, não tem explicação, nem mesmo com o descrédito em que caíram as descobertas...

Entretanto, mais de 600 mil funcionários públicos não políticos nem governamentais que todos os dias põem o país a funcionar, apesar de todos os obstáculos que os governos lhes erguem, não lhe merecem uma palavra de respeito, quanto mais condecorações, apesar de todos os dias serem notícia por serem agredidos, maltratados, mal pagos... quanto aos outros trabalhadores do país, é igual, o Presidente só se interessa se forem amigos ou amigos dos amigos. Quanto muito, alguns portugueses levam beijinhos e abraços de caridadezinha.

Ele é plenamente o Presidente da RP = República de Primos.

Jorge Jesus vai ser condecorado pelo Presidente da República esta segunda-feira 

"O Presidente da República decidiu condecorar Jorge Jesus com a Ordem do Infante Dom Henrique, pelo prestígio que o seu trabalho como treinador lhe granjeou, bem como a Portugal", pode ler-se no comunicado.