Ali Kaya
Com a conclusão do restauro do tecto em estuque do século XVIII da capela de Nossa Senhora da Conceição e por ser esta de assinalável interesse cultural, foi aberta no domingo 1 de fevereiro, entre as três e as cinco da tarde, para poder ser visitada.
Houve lugar a uma apresentação da mesma, acompanhada de excertos dos responsórios das matinas que foram musicadas para este espaço por António do Nascimento e Oliveira, músico setubalense (+1888). (Padre Rui)
Foi-se mais um poeta da guitarra portuguesa 💔 há qualquer coisa de alma portuguesa que se ouve no seu dedilhar.
Em português, "As Respigadoras". As respigadoras eram camponesas pobres que iam ao restolho que ficava no chão no fim da ceifa, apanhar, uma a uma, as espigas que tinham ficado no chão. Poucas, como se vê pelas suas mãos, mas melhor que nada.
Millet põem-nas em primeiro plano para mostrar a realidade de uma vida curvada, a apanhar os restos. Atrás delas vê-se a colheita do proprietário. São molhos e molhos de trigo altíssimos numa enorme abundância, guardados por um capataz montado a cavalo. As Respigadoras não olham para trás, não invejam, não se revoltam. Fazem o que têm de fazer pela sobrevivência.
E não ser só desgraças.
Maya is simply exquisite!! 🩰 pic.twitter.com/ejrUA8UE7X
— Iris Seraphina (@iris_seraphina) January 22, 2026
Um presépio exposto na minha escola -aliás, vários- da autoria do José T., um colega de Artes que já se reformou. Como se vê, os pastores ou os reis magos -que importa- chegaram a Belém de motorizada. Muito criativo. Olhar para objectos, neste caso de metal e ver neles um presépio.
As telas de Maxfield Parrish estão cheias de céus mágicos de um azul etéreo e luminoso. São tão distintos, luminosos e oníricos que deram o seu nome a um tom de azul.
Após o sucesso desta viagem, Carr regressou a Victoria e iniciou o período mais prolífico da sua carreira. Pintou temas indígenas até 1931, passando depois a ter como temas principais as árvores e florestas da Colúmbia Britânica e os céus costeiros. Clitemnestra era uma princesa espartana, filha dos reis de Esparta, Tíndaro e Leda (aquela a quem Zeus apareceu na forma de um cisne, violou e engravidou.)
Quando Agamenon se juntou às forças gregas no porto de Áulis para irem para Tróia resgatar Helena, raptada por Páris, não havia vento para navegar. Para terem ventos favoráveis, os deuses exigiam, segundo um padre profetizador, o sacrifício da sua própria filha, Ifigénia. Ele obedeceu. Com um falso pretexto pediu a Clitemnestra que lhe enviasse Ifigénia e quando ela chegou matou-a.
Matou a sua própria filha para ter ventos favoráveis para ganhar uma guerra.
A Guerra de Tróia durou dez longos anos e nesses anos que governou sozinha, Clitemnestra transformou a sua dor em vingança.
Quando Tróia finalmente caiu, ela esperou por Agamenon, não de braços abertos, mas com um machado.
Nesta pintura de Collier vemos Clitemnestra logo após ter morto Agamenon, com o machado ainda a pingar sangue e as roupas manchadas, com um ar grave mas sem nenhum arrependimento.
O rapto de Jemima Boone e das duas raparigas Callaway, filhas do coronel com o mesmo nome, aconteceu mesmo. Passou-se no Kentucky, durante a revolução americana, quando os Cherokees atacavam os assentamentos dos americanos pioneiros, num acto de resistência. Jemina Boone era filha de Daniel Boone. Boone organizou uma equipa de resgate e passados três dias resgataram as adolescentes. Os índios não fizeram mal às miúdas, mas iam usá-las como moeda de troca ou talvez como escudo e maneira de afugentar os colonos.