February 18, 2026

Entretanto, em Inglaterra as mesas de voto são nas mesquitas, com controladores islamitas...


Mas os ingleses ensandeceram? 

@AlinejadMasih - como sempre, palavras duras mas justas

 

Enquanto as iranianas são chacinadas pelos islamitas terroristas teocratas que mandam no Irão com as mãos cheias de sangue, os europeus hesitam em expulsar todos os islamitas terroristas da Irmandade Muçulmana e das mesquitas que apelam à violência contra as raparigas e mulheres e contra os europeus em geral. Apertam a mão ao ditador sanguinário da República Islâmica do Irão e chamam islamofóbicos a todos os que denunciam o islamofascismo. Põe-se do lado dos ditadores e não das vítimas, ao mesmo tempo que falam de direitos humanos.


🎯 Esta é uma «guerra russo-europeia»



O general Vincent Desportes, proeminente estratega militar francês e ex-diretor da École de Guerre, falando na LCI, considera «aterrorizante» que um único CEO privado (Elon Musk) tenha o poder de alterar o rumo de uma guerra simplesmente «accionando um interruptor» numa rede de satélites.

«Ouça, em primeiro lugar, só podemos saudar isto. Imagina-se que Musk, desta vez, depois de ter ajudado os russos, disse a si mesmo: “Vamos parar de ajudá-los e facilitar as coisas para os ucranianos”. Por que razão exatamente? Não sei.

Mas o que é bastante assustador nesta questão é que temos um CEO que tem um impacto extremamente significativo na geopolítica e no futuro das nações, o que é totalmente aterrador.
E numa situação como esta, acredito que a Europa deve assumir as suas responsabilidades e finalmente prestar uma ajuda verdadeiramente séria aos ucranianos. Acredito que é hora de a Europa compreender que esta não é uma guerra russo-ucraniana, mas sim uma guerra russo-europeia, e que devemos comprometer-nos agora, uma vez que a América, como tal, não se está a comprometer.»
Isto destaca a vulnerabilidade da Europa. Se um indivíduo privado [Musk] ou um cenário político americano em mudança decidir retirar o apoio, a Europa tem poucas alternativas soberanas para a Internet de alta velocidade no campo de batalha.

A parte mais marcante da sua intervenção é o seu apelo para que a Europa pare de ver isto como um conflito local.

Ao chamá-la de «guerra russo-europeia», ele sugere que a queda da Ucrânia ameaçaria diretamente a segurança de todo o continente europeu, exigindo uma transição da «ajuda» para um compromisso mais direto e estratégico.


A Europa precisa de imigrantes? Sim, mas não qualquer um e a qualquer preço

 

Inglaterra: as famílias dos membros de gangs paquistaneses de violadores estão a infiltrar-se como trabalhadores em instituições de caridade que apoiam as vítimas para assustar as vítimas e mantê-las em silêncio, mas também para ter acesso a mais raparigas jovens. Segundo um estudo dos EUA, as raparigas entre os 10 e os 16 anos têm 4 vezes mais probabilidade de serem violadas que todas as outras raparigas e mulheres. Na Europa a estatística ainda deve ser pior agora que está infiltrada de dezenas de milhões de islamitas, uma religião de mentalidade e cultura hiper-patriarcais, ao nível da nossa Idade Média (ou ainda pior), que tanto custou a ultrapassar. Defendem e praticam o apartheid de género, a pedofilia e a violência contra as mulheres.


Zelensky é o líder que a maioria gostava de ter

 

E não apenas nos EUA. Um aspecto notável da guerra da Rússia contra a Ucrânia decorre justamente do tipo de líder que cada um destes dois países tem e da sua evolução diametralmente oposta.

Enquanto Putin enterrou a Rússia, a cultura russa, a sua língua, as suas amizades diplomáticas e culturais, os seus laços políticos e económicos, a sua reputação de grande país com uma grande história, o seu poder de atrair massas, as suas medalhas pela vitória sobre os nazis, nas batalhas a leste e, deste modo, o seu futuro, com uma manobra de Putin de voltar atrás na História e permanecer petrificado num colonialismo imperialista desajustado aos tempos, Zelensky evoluiu no sentido diametralmente oposto.

Zelensky agarrou num país que era visto como satélite da Rússia, muito corrupto, desorganizado e um bocadinho provinciano e transformou a Ucrânia num país mundialmente respeitado pela sua inteligência, coragem, resiliência, imaginação, criatividade, abertura ao progresso, exigente na transparência dos seus líderes, forte na defesa dos valores europeus, capaz de se erguer contra a adversidade, leal aos seus parceiros, rápido a transformar-se numa potência militar e económica. 

Zelensky moldou um rosto de união e identidade à Ucrânia e trouxe-a para o século XXI. Putin destruiu o rosto da Rússia e arrastou-a para a Idade Média.

Zelensky vai pôr a Ucrânia como parceiro na UE (espera-se, pois isso é para nosso benefício também), Putin pôs a Rússia como vassalo da China.

Zelensky elevou e uniu o seu povo, Putin reduziu-o a zombies atomizados e medrosos.

Zelensky faz vir ao de cima o melhor do seu povo, Putin faz vir ao de cima o pior do pior do seu povo.

É claro que Zelensky é o líder que a muitos gostavam de ter: um indivíduo sério, cheio de energia, com sentido do dever, sem medo de enfrentar desafios, com um espírito democrático, uma grande capacidade de absorver estoicamente o sofrimento alheio dos que representa. 

Enfim, enquanto Zelensky se revelou um grande líder, Putin revelou o que é: um liliputiano criminoso que está no poder porque é mestre na dissimulação, no crime, na subjugação, na supressão da vitalidade do povo e um idiota que não sabe, nem gerir o país, nem tirar proveito de ter tido o segundo maior exército do mundo.

A resiliência ucraniana tem um custo muito alto

 

Em vidas humanas e em destruição do país. Porque é que os ucranianos não bombardeiem a Rússia de cada vez que são bombardeados? Não percebo. Os russos ainda não perceberem a sério o que estão a fazer aos ucranianos e precisam de perceber. Talvez fizessem alguma coisa.


Acabar com a guerra na Ucrânia está ao alcance dos EUA e da Europa

 

E sabe-se como fazê-lo. Não há soluções mágicas, a não ser que alguém dê sumiço no psicopata do Kremlin. 

A solução é: cortar todo o financiamento aos russos (capturar todos os seus navios fantasma, sancionar tudo, cortar todos os laços económicos com a Rússia); defender o céu da Ucrânia; bombardear todas as instalações militares na Rússia, todas as refinarias e até bombas de gasolina -até não terem um pingo de petróleo-, todas as estruturas militares e pô-los às escuras em Moscovo e S. Petersburgo; mandar tropas para a Ucrânia, pelo menos para a ajuda humanitária e ajuda na defesa e na reconstrução - sempre deixavam os ucranianos mais livres para se defenderem dos russos. 

Porque não o fazem agora? O que esperam? A Rússia fortalecer-se? Se isso tivesse sido feito há um ano e meio, quando a China ainda hesitava em ajudar a Ucrânia, tinha sido mais fácil cortar todo o financiamento à Rússia. Agora, depois da China ver que se fala muito e se faz pouco, chegou-se à frente e é mais difícil.

Não acabar com a guerra é uma estratégia suicida.


O presidente Zelenskyy afirma que não há tempo para palestras sobre história; a guerra deve acabar.
Zelenskyy disse que o chefe da delegação russa, Medinsky, gosta de filosofar sobre as «raízes históricas» da guerra.
«Não temos tempo para toda essa treta. Temos que decidir e temos que acabar com a guerra», afirmou o presidente.

Trump quer muito tirar a Europa de todas as equações

 

Quer uma Europa vassala. Espero que não lhe façam a vontade. Leio muito artigos de americanos a dizer que, se a Europa quer o progresso tem de dividir-se em duas, cada uma a sua velocidade: uma rica e outra pobre, uma que decide e outra que é decidida e, o pior é que começo a ler europeus a dizer o mesmo. Dividir a Europa é o primeiro passo para enfraquecer e destruir. É o que Putin quer fazer à Ucrânia.


Sem Trump a Rússia já tinha perdido a guerra




 

Os EUA querem uma Ucrânia russa e uma Europa destruída

 

February 17, 2026

Wow! Great move!

 

Casperiana

 

Esta fotografia tão Casperiana é da minha irmã e aquela que se vê - a custo- sou eu.



About life




“Man’s life seems to me like a long, weary night that would be intolerable if there were not occasionally flashes of light, the sudden brightness of which is so comforting and wonderful, that the moments of their appearance cancel out and justify the years of darkness.”

— Hermann Hesse (1877–1962), “Gertrude”


Portugal a sul

1967, sul de França. Os pastores discutem Descartes, Sartre, Montaigne e poesia

 

Perguntam a um deles porque foi ser pastor, pois podia ter tido outra profissão e ele diz que na cidade ficaria subjugado intelectualmente e na vida, sem liberdade. 

Ainda sobre o governo e o funcionamento do Estado

 

O Governo celebrou um contrato de cerca de 20 mil euros para ter acesso à Sport TV na residência oficial do primeiro-ministro e no Parlamento.
O acordo, feito por ajuste direto em dezembro do ano passado, através da Secretaria-Geral do Governo (SGG) com a operadora de telecomunicações NOS, garante a subscrição premium do canal até ao dia 19 de agosto de 2028. (SIC Notícias)

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Na verdade, se é para reduzir o trabalho a saber fazer contratos para ver a bola, a única experiência necessária sobre o funcionamento do Estado é a que se refere às regras do primismo.
Em suma: quando os governantes vêm dizer que têm cuidado com os gastos e etc., devemos assumir que é mentira. Têm cuidado, sim, com os gastos que beneficiem as pessoas em geral (por exemplo, os medicamentos ou haver professores) que não pertencem ao partido e não adiantam em nada as suas carreiras.

Porque razão os interesses dos EUA dependem de Orban continuar no poder?

 

Financial Times
@FT

Rubio afirma que a liderança de Orbán é «essencial» para os interesses dos EUA https://ft.trib.al/P4Hyhyi

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Porque razão os interesses dos EUA dependem de Orban continuar no poder? Porque é o único cavalo de Tróia que têm para destruir a UE e a Europa enquanto poder, enquanto ideia de civilização e enquanto exemplo de democracia que respeita a alternância do poder, a liberdade, o laicismo e os direitos humanos.

As patranhas deste governo são iguais às do outro?



As afirmações do ministro das finanças sobre ser preciso fazer escolhas, em que percebemos que está a falar em estragar ainda mais com orçamentos de pobreza a saúde e a educação e todos os serviços do Estado, cheiram ao que são: patranhas. 
Paralelamente a estas afirmações ditas em tom grave, vêm as notícias de nomeações de irmãos, primos e amigos, sem currículo, para os cargos que deviam resolver os problemas do país, todos com salários de 'não é preciso fazer escolhas.'
Talvez por isso tenhamos voltado a cair no índice de corrupção. Nenhum governo tem vontade de resolver os problemas de corrupção porque nenhum governo tem interesse em resolver os problemas de corrupção. 


Ministro das Finanças quer manter equilíbrio orçamental e avisa que país terá de fazer escolhas
Expresso


Montenegro: o novo Costa?



Frederico Perestrelo Pinto, irmão do chefe de gabinete de Montenegro (Pedro Perestrelo Pinto) foi nomeado consultor coordenador para a Reforma do Estado com um salário de 4.400€. É um rapaz de 25 anos licenciado em Economia que há um ano era estagiário. O que é que um rapazola de 25 anos que saiu agora da escola, por muito bom aluno que tenha sido e por muitos estágios que tenha feiro (cunhas do mano), sabe ou conhece do funcionamento do Estado, para uma reforma desta natureza e importância? 

Vendo bem, vendo bem, talvez ele saiba melhor que nós como funciona o Estado: cunha para ir estagiar na CGD, cunha para estagiar na EDP, cunha para ser coordenador da Reforma do Estado... já está formado em primismo. (as notas dele na faculdade também foram resultado de primismo?)

Montenegro está a seguir as pisadas de Costa e deu ordem para que qualquer irmão, primo, amigo, gajo do partido que arranjou votos, etc., possa ser nomeado para tratar da vidinha estragando uma pasta governativa com o nosso dinheiro?

Já na semana passada houve o caso do enfermeiro que foi nomeado para uma pasta de Energia Renovável, mas nesse caso a ministra agiu imediatamente porque é preciso conhecimentos especializados para certas pastas. 

É assim que governos sucessivos têm feito do país um marasmo: com nomeações de incompetentes com motivações egoístas de usar o poder para si e os seus poderem comprar um iate à nossa custa. Esta nomeação foi assinada por três ministros: Finanças, ministro da Presidência e ministro da Reforma do Estado. O irmão-ministro diz que era o único ministro a não saber de nada... epá... isto é tão à governo Costa que perguntamos: também o governo de Montenegro vai acabar a esconder milhares de notas de euro em caixas de vinho?



Faz hoje anos que Torga nos deixou

 


Torga está sepultado no cemitério de S. Martinho de Anta, em Sabrosa, Trás-os-Montes, numa campa rasa, com uma torga por perto. Um português de todos os séculos com uma poesia emocionalmente eruptiva como um vulcão, ao mesmo tempo violenta e profundamente terna. Telúrico como a urze das serras de quem vestiu o nome. Torga esteve preso e considerou fugir do país mas era um desses portugueses universais profundamente enraizados nas pedras e barros deste rectângulo  e, como dizia, longe da sua terra seria "um cadáver a respirar".

Bucólica

A vida é feita de nadas:
De grandes serras paradas
À espera de movimento;
De searas onduladas
Pelo vento;

De casas de moradia
Caídas e com sinais
De ninhos que outrora havia
Nos beirais;

De poeira;
De sombra de uma figueira;
De ver esta maravilha:
Meu pai a erguer uma videira
Como uma mãe que faz a trança à filha.

Torga


Campa de Miguel Torga e da mulher em S. Martinho de Anta. Pediu uma campa simples, acompanhada de uma torga.