February 18, 2026
January 28, 2026
Distribuição da densidade populacional da Rússia
January 20, 2026
EUA - É difícil não estabelecer paralelos
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, revelou esta segunda-feira que o Presidente russo Vladimir Putin foi convidado pelo seu homólogo norte-americano para se juntar ao Conselho da Paz para Gaza.
January 18, 2026
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Ulrich Speck
Se os europeus tivessem prestado apoio adequado à Ucrânia, a guerra da Rússia já teria terminado há muito tempo. A Europa seria respeitada como um actor de segurança — até mesmo por Trump.
A falha em apoiar adequadamente a Ucrânia está no cerne do drama actual. Fez projectar uma imagem de fraqueza.
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Ainda estamos a tempo.
October 05, 2025
China investe na guerra terrorista da Rússia que, por sua vez, lidera o contra-terrorismo na ONU
🇨🇳⚠️ China is providing Russia with satellite intelligence data for missile strikes on Ukraine, including targets owned by foreign investors, — Ukraine's Foreign Intelligence Service. pic.twitter.com/EOiEOPdxP6
— MAKS 25 🇺🇦👀 (@Maks_NAFO_FELLA) October 4, 2025
September 12, 2025
"Porquê levantar as sanções contra a Belavia? Quem precisa da Belavia?"
A Europa tem de interiorizar a ideia de que Trump nunca virá em seu auxílio.
“Why lift sanctions against Belavia? Who needs Belavia? Where will it fly?”
— Natalka (@NatalkaKyiv) September 11, 2025
Ukrainian blogger Michael Sheitelman offers the best explanation for why the White House lifted sanctions against the Belarusian Belavia airline. pic.twitter.com/1IcpAZWeCv
June 12, 2025
Parece que hoje é o dia da Rússia. Definição da Rússia
País liderado por um mafioso terrorista onde as pessoas enviam os filhos [ou os maridos] para a guerra para que eles morram e depois possam usar o dinheiro da pensão de morte para trocar de carro.
May 08, 2025
"Segunda Guerra Mundial – 80 anos depois: foram as lições aprendidas?" - Maryna Mykhailenko
Maryna Mykhailenko - Embaixadora da Ucrânia na República Portuguesa
No dia 8 de maio, a Ucrânia e o mundo assinalam o 80.º aniversário da vitória sobre o nazismo na Segunda Guerra Mundial – o maior e mais devastador conflito da história da humanidade. Esta guerra foi a mais sangrenta e brutal alguma vez travada: envolveram-se nela 80% da população mundial e morreram entre 50 e 85 milhões de pessoas. Como resultado, foi estabelecida a chamada ordem do pós-guerra, com a ONU no centro, a sua Carta e uma série de documentos internacionais destinados a prevenir guerras e manter a paz e a estabilidade. Assim viveram o mundo e a Europa durante décadas – não sem desafios, mas sem tragédias de grande escala com milhares de vítimas e destruição – até que a Federação Russa iniciou a sua agressão injustificada e não provocada contra a Ucrânia. Neste Dia de Memória das inúmeras vítimas da Segunda Guerra Mundial, é oportuno recordar algumas das principais lições que a humanidade deveria ter aprendido com essa tragédia.
A primeira lição – a política de apaziguamento do agressor nunca funciona. Todos recordamos as palavras do primeiro-ministro britânico Neville Chamberlain – “trago-vos a paz” – ditas após o seu regresso de Munique em 1938, onde foi assinado o vergonhoso Acordo de Munique. Muitos na Europa acreditaram que, ao ceder os Sudetas da Checoslováquia a Hitler, estariam a saciar o apetite do agressor e a evitar uma grande guerra no continente. Hitler, por sua vez, declarou que essa era a sua última reivindicação territorial. Mas os acontecimentos subsequentes mostraram que esse ato de apaziguamento foi em vão: as ambições expansionistas dos regimes totalitários nunca se saciam. Trazendo isto para o presente, todas as conversas sobre possíveis concessões territoriais por parte da Ucrânia não passam de uma analogia direta com esses eventos históricos.
Segunda lição – a vitória é sempre um esforço e uma responsabilidade coletiva. Ninguém na Europa alguma vez pôs em causa a contribuição da URSS para a vitória sobre o nazismo. No entanto, a propaganda soviética – e mais recentemente a russa – tentou constantemente apropriar-se dessa vitória, diminuindo o papel dos outros povos e aliados da coligação anti-Hitler. Essa manipulação começou com a própria definição da data de início da guerra – 1941 em vez de 1939 – de forma a evitar menções ao vergonhoso Pacto Molotov-Ribbentrop, segundo o qual a URSS e a Alemanha dividiram a Polónia. Os manuais de história também apresentavam de forma extremamente limitada o vasto teatro de guerra do Pacífico ou o papel crucial do programa de apoio militar e económico dos EUA à URSS – o lend-lease.
Lição três – responsabilizar todos os culpados pela agressão, promover o arrependimento e a expiação é parte essencial para evitar a repetição de tragédias como a Segunda Guerra Mundial no futuro. No caso da Alemanha nazi, isso concretizou-se através do Tribunal de Nuremberga e de um longo e minucioso processo interno. Como resultado, a sociedade alemã conseguiu passar da repressão da memória e do silêncio sobre o passado para a análise dos crimes cometidos e da culpa coletiva, sendo este processo considerado um dos fatores-chave para a democratização do país.
A Ucrânia presta homenagem e expressa a sua gratidão a todos os que combateram o nazismo, honra a sua memória sob o lema “Nunca Mais”, e espera que as duras lições da Segunda Guerra Mundial sejam finalmente aprendidas.
April 18, 2025
A Alemanha não vai convidar a Rússia para a comemoração da Segunda Guerra Mundial
March 24, 2025
Os EUA começam a parecer muito a Rússia
Nos últimos dois meses, uma assessora de Biden na Casa Branca e uma advogada de Biden morreram, misteriosamente, com 28 e 43 anos de idade. A advogada investigava crimes russos e pôs alguns indivíduos na cadeia.
March 17, 2025
Que interessa o que a Rússia diz?
Anton Gerashchenko
@Gerashchenko_pt
Peskov disse que a Rússia é contra o envio de forças de manutenção da paz ocidentais para o território ucraniano.
"If the aggressor does not lay down its arms, there won't be peace and there certainly won't be a lasting peace. The goal, first and foremost, should be to have Russia end its invasion. After that there can be talks on a credible and lasting peace." 🇫🇮 FM @elinavaltonen at #FAC pic.twitter.com/pbQuTd5yhl
— Finland in EU (@FinlandinEU) March 17, 2025
January 21, 2025
Uma entrevista com Ben Hodges
Se os líderes europeus dizem que a China é a verdadeira preocupação, então, ajudarem a Ucrânia a derrotar a Rússia enviará uma forte mensagem de dissuasão à China” - Ben Hodges
January 19, 2025
O Problema da Rússia não vai desaparecer por milagre e é preciso lidar com ele
É melhor ser agora que estão por um fio que depois, se a deixarem fortalecer de novo.
"Russia is not going away. And this version of Russia, this aggressive, imperialistic Russia, the one that attacks its neighbors, is not going away. It's here to stay. And we'll have to deal with it," former Lithuanian Foreign Minister Gabrielius Landsbergis @GLandsbergis said in… pic.twitter.com/bP6PF9QyHQ
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) January 19, 2025
January 09, 2025
Já repararam como em nenhuma análise da situação internacional a ONU de Guterres tem relevância?
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As ambições de Trump em relação à Gronelândia tiveram eco junto de alguns comentadores russos. O comentador televisivo Sergey Mikheyev, por exemplo, disse que a proposta de Trump está de acordo com “a mentalidade americana” que os seus antecessores tentaram “disfarçar e esconder”. “Trump diz simplesmente de forma direta - nós somos tudo e vocês não são nada”, observou Mikheyev. “Isto é especialmente interessante porque abre uma brecha entre ele e a Europa, mina a arquitetura mundial e abre certas oportunidades para a nossa política externa”, acrescentou, argumentando que se Trump ‘quer realmente impedir a terceira guerra mundial, a saída é simples: dividir o mundo em esferas de influência’.
Stanislav Tkachenko, um académico influente da Universidade Estatal de São Petersburgo, também manifestou o seu apoio e disse que a Rússia devia “agradecer a Donald Trump, que nos está a ensinar uma nova linguagem diplomática. Isto é, dizer as coisas como elas são. Talvez não consigamos cortar o mundo como uma maçã, mas podemos certamente delinear as partes do mundo onde os nossos interesses não podem ser questionados”.
É claro que um mundo onde as nações mais fracas são tratadas como meros peões a serem “pacificamente” divididos entre as potências imperiais - assumindo que esta é a direção que estamos a seguir - dificilmente é o tipo de ordem multipolar que a maioria das pessoas imagina. Nem é a ordem que a Rússia e a China ostensivamente defendem, deixando em aberto a questão de como poderão responder às propostas de Trump.
December 23, 2024
É por isto que é preciso desmantelar a Rússia
Não é só Putin que está a fazer a guerra. Os russos têm orgulho nos seus líderes totalitários, terroristas, assassinos em massa.
Há pouco tempo vi o filme The Hunt for The Red October. Já não o via há muitos anos e já não me lembrava que o KGB ranhoso que os soviéticos põem no submarino a espiar e envenenar a vida de toda a gente e que o Comandante mata logo no início do filme, chama-se Putin. O filme é de 1990 mas quem o escreveu já tinha topado Putin.
“It is difficult to overestimate the role of Joseph Vissarionovich Stalin in the history of our country.
— Natalka (@NatalkaKyiv) December 22, 2024
We are completely proud of [our history] because it is our foundation, it is our memory, it is our strength.”
- Georgy Filimonov, the governor of the Vologda region at the… pic.twitter.com/tLjK7O64rS
December 10, 2024
Rússia: Crimes de guerra
Tetiana Tanya Kotelnykova
@TKotelnykova
Imaginem isto: Uma criança na Ucrânia ocupada, forçada a sentar-se numa sala de aula e a aprender uma história reescrita, a jurar lealdade à Rússia e a odiar a sua terra natal. Os seus pais enfrentam ameaças de multas, prisão ou perda da custódia se resistirem.
Esta é a guerra do Kremlin contra a identidade - militarizar as crianças em idade escolar, coagir as famílias e desmantelar o espírito de uma nação.
No entanto, dezenas de milhares de crianças desafiam esta situação, estudando online com professores ucranianos, apesar dos imensos riscos.
A invasão russa não é apenas uma questão de território - é um ataque à alma da Ucrânia, a começar pela sua geração mais jovem.
September 07, 2024
🇺🇦 A Europa deve reforçar o seu apoio à Ucrânia e não depender da ajuda dos EUA - somos 500 milhões
@joni_askola
Mais de 500 milhões de europeus não deviam depender de 333 milhões de americanos para se defenderem contra 144 milhões de russos e a sua pequena economia. A Europa deve reforçar o seu apoio à Ucrânia e não depender da ajuda dos EUA.
A Europa não se pode dar ao luxo de adiar o aumento da sua ajuda à Ucrânia até depois dos resultados das eleições nos EUA. A Ucrânia faz parte da Europa e é nossa responsabilidade prestar-lhe um apoio maior do que o prestado pelos Estados Unidos.
Muitos países europeus são capazes de fazer muito mais. Por exemplo, a Noruega está a ganhar dezenas de milhares de milhões por ano com esta guerra, mas a sua ajuda continua a ser, comparativamente, mínima. A Noruega poderia facilmente triplicar a sua ajuda sem que isso tivesse um impacto significativo na sua própria economia.
August 25, 2024
A Rússia é como um criminoso de violência doméstica
A propósito da celebração hoje, em Lisboa, do 33.º aniversário da independência da Ucrânia, Mikhail Kamynin divulgou uma comunicação na qual defendeu que "em vez de participar na aventura russófoba imprudente de Washington e da NATO, Portugal e outros países da UE (União Europeia) devem ponderar seriamente a iniciativa do Presidente da Rússia Vladimir Putin que visa construir na Eurásia 'uma arquitetura de segurança igual e indivisível'".
Na mensagem divulgada no 'site' da embaixada, Kamynin referiu que com os "recentes ataques contra a região de Kursk (na Rússia), a Ucrânia voltou a sabotar uma eventual resolução do conflito", argumentando ainda que Portugal tem responsabilidade na "futura escalada".
"Lamento muito que uma das mais desenvolvidas repúblicas da União Soviética tenha sido tanto devastada", concluiu.
August 09, 2024
Ainda estamos a pagar os erros da Segunda Guerra Mundial
No final da guerra os americanos (os outros aliados estavam completamente falidos e materialmente destruídos) não quiseram afrontar os russos e impedir a anexação de metade da Alemanha e a dos países de Leste libertados dos nazis e ficou a vê-los serem serem imediatamente esmagados pelo totalitarismo soviético. Em resultado disso, parte da Alemanha manteve-se russa após a queda do Muro e continua russa: as pessoas têm familiares russos, amigos russos, mentalidade russa, laços políticos e comerciais russos. Nasceram e cresceram nessa cultura soviética cancerígena. Desde a queda do Muro que a Alemanha nos impõe os seus laços russos para beneficiar economicamente da situação. E agora estamos a pagar esses erros. A Ucrânia mais que todos, mas se não paramos os russos agora, vamos todos pagar ainda mais no futuro. E para parar a Rússia é necessário lembrar aos alemães que a ideologia e práticas dos founding fathers da Alemanha actual devem ser combatidas e não seguidas e admiradas. Claramente a Volkswagen ainda não percebeu isso.
Tecnologia alemã para as estradas russas
A Volkswagen retirou-se da Rússia, mas agora os automóveis com tecnologia VW vão voltar a ser vendidos oficialmente na Rússia. © VCG/Getty Images
March 10, 2024
Uma entrevista importante com Mikhail Khodorkovsky
Para perceber a mentalidade de Putin, a disposição da Rússia e o perigo que espreita os ocidentais medrosos ou de fraco juízo político.


