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July 12, 2026

John Cleese, um dos primeiros e maiores angariadores da organização, renuncia à Amnistia Internacional



John Cleese

@JohnCleese

Como antigo responsável pela angariação de fundos da Amnistia Internacional — fui o organizador dos primeiros cinco «Secret Policeman’s Balls» —, renuncio ao grupo que tomou conta da Amnistia. A Amnistia costumava dedicar-se a tentar fazer algo contra a TORTURA  x.com/_RebeccaMcCurd…

2/ O centro de apoio de JK Rowling para mulheres vítimas de agressão sexual foi rotulado como um grupo «anti-direitos» pela Amnistia Internacional do Reino Unido. A autora de Harry Potter fundou o centro para prestar apoio, tendo em conta o trauma, a mulheres sobreviventes de abuso sexual. From heraldscotland.com

3/ Fundada em 1961, a Amnistia Internacional ganhou inicialmente reputação pelo apoio que prestava aos prisioneiros de consciência. Hoje em dia, alguns membros continuam a fazer um bom trabalho. Infelizmente, a liderança apoia principalmente anti-semitas, misóginos, homofóbicos e terroristas. Vejamos:

4/ Em 2010, Gita Sahgal, então responsável pela unidade de género da organização, foi despedida por ter revelado as ligações vergonhosas da Amnistia Internacional e o seu apoio ao mais famoso defensor dos talibãs na Grã-Bretanha, o ex-detido de Guantánamo Moazzam Begg. http://theguardian.com/world/2010/apr/25/gita-sahgal-amnesty-international



5/ O apoio a terroristas é um tema recorrente na Amnistia. Em 2015, descobriu-se que um funcionário sénior da Amnistia Internacional mantinha ligações privadas não declaradas a homens alegadamente figuras-chave numa rede secreta de islamistas globais, revelou o The Times.com
Amnesty director’s links to global network of Islamists
A senior employee of Amnesty International has undeclared private links to men alleged to be key players in a secretive network of global Islamists


6/ Christopher Hitchens escreveu que as acções da Amnistia Internacional em apoio aos talibãs — e que visavam a denunciante e responsável pelos direitos das mulheres, Gita Sahgal — exemplificavam a «degeneração e politização» da organização, refletindo «uma crise moral com implicações globais».”


7/ Em 2015, um porta-voz da Amnistia Internacional afirmou que os ataques de 11 de setembro foram uma «doce vingança»; e que a Europa fez «do culto ao Holocausto e da adoração aos judeus a sua religião». Referiu-se aos homossexuais como «bichas que propagam a SIDA». Um membro do Hezbollah dúvida da existência das câmaras de gás nazis.

8/  A Amnistia Internacional apoiou o grupo pró-Talibã «Cage», que promove uma ideologia que ridiculariza os valores da tolerância, especialmente em relação às mulheres. A Amnistia utilizou a propaganda do Cage, partilhou logótipos com eles, coproduziu documentos informativos e co-assinou cartas dirigidas ao governo.

 
9/ A activista dos direitos humanos Sigrid Rausing criticou duramente a Amnistia por «diluir» a sua missão original. The Economist: «Um grupo que dedica mais atenção às violações de direitos na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos do que às da Bielorrússia e da Arábia Saudita não pode esperar escapar ao escrutínio dos cépticos."economist.com
Many rights, some wrong
The world's biggest human-rights organisation stretches its brand

10/ A Amnistia Internacional justificou ter acolhido um negacionista do Holocausto e homofóbico para protestar contra a islamofobia — devido à «importância desta questão» e uma vez que «não se tratava de um apoio a qualquer uma das opiniões do orador em questão». No entanto, em 2018, consideraram adequado banir os judeus de Londres.


11/ A diretora da Amnistia Internacional, Agnes Callamard, afirma a equivalência moral entre a Alemanha nazi e a cidade norte-americana de Minneapolis.

@AgnesCallamard

May 9, 2021

São a Sophie Scholl, o Kyal Sin, o Joshua Wong; são um e são milhões; na Alemanha nazi, em Mianmar, em Hong Kong, no Iraque, na Bielorrússia, em Minneapolis; opõem-se à repressão, e alguns pagam um preço muito elevado pela sua coragem. Eles lideram-nos e inspiram-nos

https://bbc.co.uk/news/world-europe-57008360

12/ O relatório sobre a Ucrânia distorce os factos para culpar a vítima: a Ucrânia «colocou civis em perigo» enquanto a Rússia invadia. A Amnistia Internacional alimentou a propaganda de Putin, justificou os ataques a cidades e provocou demissões em massa. A Amnistia Internacional não consegue distinguir o agressor do defensor.

Citação
Amnesty International
@amnesty
Aug 4, 2022
⚡️ As forças ucranianas colocaram civis em perigo ao estabelecerem bases e operarem sistemas de armamento em zonas residenciais povoadas.
13/  O jornal «The Times» de Londres diz, acerca do relatório da Amnistia Internacional sobre a Ucrânia: 

«Outrora uma campanha humanitária respeitada, a Amnistia demonstra agora uma indiferença deplorável perante a opressão. Tendo-se mostrado branda perante o crime e branda perante o fascismo, deveria ter a decência de abandonar o palco.»



14/ “«Parece mesmo que a liderança da Amnistia Internacional está a sofrer de uma espécie de falência moral e perdeu a capacidade de distinguir o certo do errado.»  thetimes.com
Salman Rushdie: Amnesty International is morally bankrupt

15/ Os líderes da Amnistia são incapazes de distinguir moralmente entre democracias que apresentam falhas no sistema e regimes totalitários em que a falha É o próprio sistema; nem entre democracias que podem cometer erros ao defenderem-se e atacantes terroristas que visam deliberadamente civis.

16/ A ideologia dos líderes da Amnistia é clara. Não só se recusam a dar prioridade aos abusos mais horríveis e sistemáticos do mundo, como, pelo contrário, a sua prioridade é atacar o Ocidente — por «sexismo, racismo, colonialismo e islamofobia».
@AgnesCallamard Mar 14, 2021   
A França está a minar a liberdade académica através dos seus ataques contra um imaginário «inimigo interno», ou seja: aqueles de nós que se atrevem a estudar o sexismo, o racismo, o colonialismo, a islamofobia, etc. x.com/OpenSociety/st…

17/ Muitos pensam que a Amnistia Internacional é uma organização de direitos humanos neutra. Na verdade, os seus líderes associam-se a ideólogos corbynistas convictos. 
A antiga diretora da Amnistia Internacional do Reino Unido, Kate Allen, viveu durante 20 anos com «Red Ken» Livingstone, que defendeu a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2008. https://rt.com/op-ed/436390-media-bias-lies-livingstone



18/ A ex-diretora da Amnistia Internacional do Reino Unido, Kate Allen, «partilhava uma ideologia política profundamente enraizada» com o seu companheiro Ken Livingstone, também conhecido como «Red Ken». https://web.archive.org/web/www.telegraph.co.uk/news/main.






 

July 08, 2026

Canadá

 


É bom que Portugal se prepare para isto

 

Agora que temos aqui, de repente, 300 mil islamitas. Em todos os países onde há grandes massas de imigrantes islamitas há gangs etno-religiosos dedicados à violação e à escravidão sexual das raparigas dos países para onde emigram. Inglaterra, Suécia, Áustria, Holanda, Bélgica, França, Austrália, Canadá... São culturas etno-religiosas com uma visão tão opressiva, violenta e degradante das mulheres que não é possível que se integrem nos valores europeus e respeitem a igualdade de direitos entre homens e mulheres. Não podemos seguir a Inglaterra e outros países europeus nesta desgraça que tem sido a assimilação reversa: em vez dos imigrantes islamitas se integrarem nos valores das sociedades europeias, são estas que se deixam islamizar. Por medo de serem chamados racistas. Não podemos deixar que as Naz Shahs do rectângulo digam, como ela disse em tempos, «Essas raparigas vítimas de abuso em Rotherham e noutros locais precisam de calar a boca. A bem da diversidade.» Ora, estes crimes não têm nada que ver com diversidade. Pelo contrário, são uma demonstração, pela força, da intolerância à diversidade por parte dessas culturas etno-religiosas de misogina extrema. E é preciso mudar a lei para podermos expulsar daqui aqueles que vêm para o crime e a assimilação reversa.


March 24, 2026

Os números da religião mais intolerante do planeta

 


February 21, 2026

O islamismo é uma doença mental?

 

O que estes homens estão a dizer à polícia é que ela tem de prender os outros porque disseram palavras contra a sua religião e contra o seu profeta. Estas pessoas são vítimas da ilusão de que ninguém pode dizer mal da sua religião e que o mundo inteiro tem de respeitar o ser imaginário por quem vivem, embora eles possam ameaçar matar todos os infiéis e exigir que não se venda porco ou que não se passeiem cães porque o seu profeta, um pedófilo violento que viveu no século VII não gostava de cães... O islamismo é uma doença mental?


February 18, 2026

Entretanto, em Inglaterra as mesas de voto são nas mesquitas, com controladores islamitas...


Mas os ingleses ensandeceram? 

February 10, 2026

O Islamismo não tem lugar nas nossas sociedades

 

January 19, 2026

Khalid Umar : "Por que eu deveria ser muçulmano?"

 

- Khalid Umar 
@ukilaw


VAMOS DESMONTAR O ISLÃO COM UMA PERGUNTA

Basta fazer esta pergunta a qualquer muçulmano orgulhoso do seu círculo.

POR FAVOR, MOSTRE-ME UMA NOVA IDÉIA, PRÁTICA, CONHECIMENTO, VISÃO FILOSÓFICA OU ESPIRITUAL, DOGMA, PRÁTICA, BENEVOLÊNCIA OU ATROCIDADE QUE MAOMÉ TENHA DADO AOS SEUS CRENTES DURANTE A SUA VIDA OU QUE ESTEJA CONTIDA NO SEU LIVRO, O ALCORÃO.

A resposta curta é: nenhuma.

Não há nenhuma ideia original, doutrina, princípio ético, insight espiritual ou descoberta metafísica que possa ser demonstrada por análise histórica, textual ou comparativa como tendo se originado com Maomé ou sido introduzida de forma inovadora pelo Alcorão.

Então, por que eu deveria ser muçulmano? Eles não terão nenhuma resposta (razoável) para isso, excepto algum disparate sem sentido.

Abaixo está uma análise detalhada, item por item.

1. MONOTEÍSMO?

Não é novo.

- Já estava totalmente desenvolvido no judaísmo (Yahweh)

- Reafirmado no cristianismo

- Presente no zoroastrismo (Ahura Mazda)

- Conhecido entre os árabes hanifs antes de Maomé

O Alcorão não descobre um único Deus. Ele afirmou a propriedade sobre uma ideia já antiga e fez do seu Deus tribal «Alá» o Deus supremo entre muitos na Arábia pagã.


2. MANDAMENTOS MORAIS?
Nada de novo.
- «Não roubar» era a Lei Mosaica
- «Não matar» era a lei tribal universal
- A caridade (zakat) já existia como tzedakah judaica, esmola cristã
- O jejum era uma prática comum entre judeus, cristãos, ascetas e pagãos
Nada de novo em termos éticos; apenas repetição, mais ameaças e medo.


3. ORAÇÕES E RITUAIS?
Não são novos.
- A prostração existia nas tradições assíria, persa e judaica
- Horários fixos de oração já existiam na prática zoroastriana e monástica
- A peregrinação fazia parte do paganismo pré-islâmico de Meca
- A Kaaba era um santuário pagão antes do Islão
O Islão apropriou-se, não inventou.


4. LEI (SHARIA)?
Não é nova, nem sofisticada.
- Costume tribal árabe
- Legalismo bíblico
- Normas patriarcais do Oriente Próximo
E, crucialmente, a Sharia não acrescentou nada de universal, apenas codificou o poder, com uma aplicação mais severa.


5. VISÃO ESPIRITUAL OU FILOSÓFICA?
Nenhuma.
Compare honestamente com:
- Platão (Formas, Ética, Razão)
- Aristóteles (Lógica, Virtude)
- Buda (Sofrimento, Mente)
- Upanishads (Eu, Brahman)
O Alcorão não oferece nenhuma teoria da mente, nenhuma metafísica, nenhuma epistemologia, nenhuma ética da dúvida, nenhuma auto-questionamento.
Ele substitui a filosofia pela obediência.


6. CIÊNCIA OU COSMOLOGIA?
Não é nova e muitas vezes está errada.
- Imagens da Terra plana
- O céu como um telhado sólido
- Estrelas como mísseis contra demónios
- Embriologia copiada de Galeno (século II)
- O sol põe-se num lago à noite.
Nada descoberto. Muito mal interpretado.


7. REFORMA SOCIAL?
Selectiva e regressiva.
- Escravatura: aprovada, não abolida.
- Poligamia: expandida, não restringida.
- Mulheres: herança reduzida, testemunho reduzido pela metade.
- Apostasia: pena de morte introduzida.
Se alguma coisa fez o Islão foi congelar a sociedade árabe nas escrituras.


8. ATROCIDADES? (SIM — É AQUI QUE O ISLÃO É INOVADOR)
Aqui reside a única inovação genuína:
Santificar a violência como comando divino.
Embora a violência já existisse antes, o Islão, de forma única:
- Tornou a guerra um dever religioso
- Transformou a conquista em salvação
- Justificou o assassinato de críticos
- Normalizou a punição coletiva
- Prometeu recompensa sexual por matar
Esta fusão de violência tribal + certeza divina absoluta
é a verdadeira novidade histórica do Islão.


VEREDCITO FINAL
Maomé não:
- descobriu Deus
- inventou a moralidade
- avançou a filosofia
- aprofundou a espiritualidade
- expandiu o conhecimento humano

O que ele fez foi:
- centralizar a autoridade
- eliminar a dúvida
- transformar a crença em arma
- vincular a obediência à ameaça eterna

O Islão não é uma revelação.
É apropriação mais absolutismo.


January 12, 2026

Inglaterra - o anti-semitismo em plena expansão

 

A BBC, mas não só, também as universidades islamizadas, são os grandes motores do anti-semitismo e da ascensão do fascismo islamita.

December 07, 2025

Um sinal de alarme II

 


October 29, 2025

O islão explica-se a si mesmo

 


O islão explica-se a si mesmo

 

October 25, 2025

Mais um factofóbico




Os homens estão tão habituados a ver as mulheres em posições de submissão, de objectos sexuais e de menoridade cívica e política que pensam mesmo que as mulheres escolhem a submissão como um estilo de vestuário cultural ou religioso, que comparam às freiras, como se alguma vez o vestuário das freiras fosse uma obrigação para todas as mulheres cristãs (e não-cristãs, pois o islão não permite ser não-crente) e como se alguma vez alguma freira tivesse sido cegada, atacada com ácido, violada ou executada por não usar o hábito ou abandonar a Ordem. 
Os homens ocidentais põem uma venda nos olhos e escolhem não ver a força brutal com que os machos islâmicos calcam o pescoço das mulheres que atiram ao chão, desde que nascem, a ponto de muitas crescerem a acreditar que o seu objectivo na vida é servir sexualmente os homens por vontade de um deus lascivo. 
Anda por aí uma imagem de Starmer que esta semana foi a um centro islâmico dar milhões aos muçulmanos para espalharem a religião. Em primeiro plano está ele com uns cinco líderes religiosos e uma mulher(a ministra inglesa da Administração Interna), coberta e lá no fundo estão raparigas adolescentes, umas de hijab e outras de burka. A opressão religiosa das mulheres na Inglaterra está já tão normalizada que ele não achou chocante, nem sequer percebeu que está a legitimar a opressão religiosa.
Se um único homem fosse mantido em cativeiro e obrigado a cobrir-se sob o olhar e o chicote de uma mulher com uma lei da sharia anti-homens, ninguém punha em causa que se legislasse contra a escravatura religiosa, por uma só pessoa que fosse, porque seria claro que se legisla, não para uma pessoa, mas para defender princípios e valores que têm de aplicar-se a todos - e todas; se alguma mulher, alguma vez, cassasse com uma criança de 7, 10 ou 12 anos como fazem os líderes e fiéis islamitas (homens) e defendesse a normalidade do «casamento infantil» como preceito religioso instituído por um profeta, seria presa e a religião ostracizada, classificada como culto pedófilo, mas como são os homens que o fazem e os nossos homens ocidentais estão habituados a ver tipos de 60 e 70 anos andarem com miúdas de 16 anos, dizem que é uma questão cultural. 
Dizem que cá no país não temos um número suficiente de mulheres islâmicas escravizadas - quantas seriam precisas...? Cá também não temos casamentos infantis em número minimamente relevante e no entanto, temos leis contra os casamentos infantis. Pois, a questão é mesmo essa: não temos, nem queremos vir a ter, como vemos outros países europeus terem, por conta dos cobardes que têm mais medo de ser chamados ismamofóbicos que interesse em defender os direitos humanos e pelos novos neorracistas e neocolonialistas.


Contra a burqa e contra a proibição da burqa

Toda a nossa direita parlamentar resolveu ir atrás de um debate criado pelo Chega, para fazer aquilo de que passou os últimos anos a acusar a esquerda: a importação das guerras culturais estrangeiras.


October 21, 2025

A esquerda portuguesa sofre de factofobia

 

Lei que proíbe uso de burqa é inconstitucional, diz associação de mulheres juristas
Associação repudia “todo o teor do diploma em análise” e diz que fundamentos da proposta são “ilustrativos de um discurso de ódio, xenofóbico e atentatório da dignidade” dos seus destinatários.
Público

Uma associação de mulheres juristas a defender a opressão das mulheres. Triste. Se estivessem na Alemanha nazi diriam que não se pode salvar judeus porque é contra a lei e que lutar para que os judeus não tivessem de andar com a estrela amarela seria xenofobia porque a estrela de David faz parte da sua cultura. Que lástima.
A faculdade devia ser mais do que uma busca por conhecimentos especializados. Devia ser uma busca por sabedoria. (Jennifer Frey)

October 09, 2025

Completamente de acordo

 

Meloni apresenta novo projeto de lei para combater o «separatismo islâmico e cultural»

- Proibição total do uso de burca e niqab em todos os locais públicos (ruas, escolas, lojas e escritórios)

- Todo o financiamento das mesquitas deve ser divulgado. O financiamento estrangeiro considerado uma «ameaça aos valores italianos» será proibido.


October 03, 2025

Porque é que se permite isto?



Como diz Masih Alinejad, hoje em Estocolmo os homens podem recomeçar a bater nas mulheres e a obedecer à sharia, amanhã em todas as cidades europeias. Porque é que se permite isto? Em nome de que tolerância? Tolerância pela violência contra as mulheres? Porque não se exportam as pessoas que defendem estas ideias de violência e ódio contra as mulheres?

September 11, 2025

🎯 “Islam is not a religion of peace — it spreads violence, intolerance, and terrorism”

 


A esquerda vive em negação da experiência diária do Islão no mundo, enquanto ideologia de violência, intolerância, ódio e terrorismo.


August 24, 2025

Um tribunal na Áustria decidiu que a lei sharia é legalmente vinculativa

 

Sou só seu que estou farta de ver estes indivíduos nas ruas aos gritos a apelar à morte dos judeus, à morte dos infiéis ocidentais, à submissão das mulheres... Tivemos, aqui na Europa, séculos de luta contra o imperialismo religioso e agora vamo-nos render a um ainda pior? Quem é novo e não está cego por propaganda da esquerda neocolonialista perceba que é necessário começar a criar partidos políticos de defesa dos direitos das mulheres para combater esta ideologia parasitária que destrói as culturas por dentro.


August 22, 2025

Maomé falhou o teste do tempo

 

Se formos ver quais os líderes religiosos das principais confissões resistem ao teste do tempo, Maomé não é um deles, certamente. Se estivesse vivo era perseguido e preso por pedofilia, esclavagismo, discriminação e terrorismo. O livro que escreveram com as suas palavras é um livro de ódio, de como matar, escravizar, violar raparigas, etc.

Joseph Smith, o líder dos mormons seria perseguido e preso por poligamia, crueldade aos seguidores do seu culto e assassinato.

Lutero seria perseguido por racismo, anti-semitismo e misoginia extremas. Era uma pessoa que pregava o castigo e praticava-o ferozmente. Era cruel e pregava a salvação de uma elite escolhida.

Estes três primeiros são obcecados por sexo e por controlar sexualmente as mulheres. Os seus seguidores mantêm essas crenças e práticas, mesmo após mais de mil anos, em alguns casos.  Os dois primeiros foram grandes violadores em série.

Os hebreus não têm propriamente líderes religiosos, têm profetas.

Confúcio aconselhava o seguidismo, a obediência à frente da razão, a submissão à autoridade. Não por acaso os ditadores chineses sempre gostaram dele e os chineses são bons na obediência.

Buda e Jesus vencem o teste do tempo. Pregavam o amor, o bem, a compaixão e a não-violência. Passaram a vida a tentar ajudar e fazer o bem.

Os seguidores de Jesus são muito diferentes dele e dos seus ensinamentos. Têm uma história de poder, perseguição, sangue e obsessão por sexo e controlar sexualmente as mulheres. Até aos dias de hoje.

E são pessoas guiadas por aqueles líderes religioso que mandam em meio mundo.