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August 12, 2026

O verdadeiro problema no Médio Oriente



O verdadeiro problema no Médio Oriente é Israel ter demasiado território e habitantes e abafar completamente árabes e muçulmanos.

🟥 Países muçulmanos e árabes
🟦 Países judeus

Hillel Neuer



O povo do livro do ódio

 


August 11, 2026

Dantes ouviam-se as pessoas que tinham experiência das situações

 

Agora ouvem-se os grupos que pregam a violência.


August 08, 2026

O monstro violador é um mito, uma demonização... afinal, a violação é um espectro

 

Estes são os novos rostos dos partidos Green, uma mistura de nova-esquerda, transfascismo e islamitas radicais. Os islamitas são a favor dos trans homens que se dizem sentir mulheres, porque é o que já fazem nos seus países, onde as mulheres não andam no espaço público e são substituídas por rapazes vestidos e mascarados de mulher com quem os homens fazem sexo. 

August 06, 2026

Testemunhos da regressão da Europa às mãos de incivilizados e seus cúmplices


«Uma carta assinada por um ginecologista de renome de Toulouse:

Um momento de grande alegria na sala de partos.

Um parto de sonho.

Recusa da epidural.

A paciente está com o véu; o marido não quer que um «homem» cuide dela (apesar de ter sido amplamente avisado com bastante antecedência. Documentação durante a gravidez, explicações orais.

Estou de serviço, vou lá na mesma e imponho-me.

Parto entre gritos e contorções, com a mãe em pânico e o pai barbudo a dar ordens e gritos a toda a gente.

A criança é alegremente batizada de Oussama; logo que nasce, o pai prostra-se e põe-se a rezar no chão da sala de partos, virado para Meca (uma direcção que ele tinha identificado previamente).

Seguem-se cânticos religiosos gritados aos ouvidos da criança, à direita, à esquerda. A mãe? Nem olha para ela; já cumpriu bem o seu propósito.

Já estou farto disto.

A tolerância tem limites, que são ultrapassados cada vez mais, a cada dia.

Na cidade de Mohamed Merah, questiono o futuro da sociedade em que vivo e estou preocupado.  É importante referir que, na altura da morte de Mohammed Merah em Toulouse (o terrorista de scooter que matou sete pessoas e feriu seis outras em Toulouse e Montauban no ano passado, N.d.R.), várias mulheres vieram dar à luz e informaram-nos de que o seu filho se chamaria Mohammed «em homenagem a Mohamed Merrah». Estamos no bairro de Mirail, em Toulouse, perto das instalações da AZF, onde reside uma elevada proporção de imigrantes. Os activistas estão longe de ser a maioria, mas manifestam abertamente as suas convicções. São frequentes os casos de recusa de cuidados de saúde devido ao sexo do profissional de saúde.

As minhas palavras não são nem racistas nem discriminatórias; são as de um profissional preocupado ao ver a religião entrar na sala de partos e no meu consultório médico, as de um cidadão preocupado com a multiplicação das incivilidades, as de um homem que sempre rejeitou o racismo comum, mas que está perturbado pelos excessos cada vez mais quotidianos.

Mesmo que as minhas palavras não sejam, sem dúvida, politicamente corretas, quis partilhar convosco este momento — traumático para toda a nossa equipa médica — e os meus receios quanto ao futuro dos meus filhos num país que não sabe estabelecer limites reais.

Cumprimentos,

Dr. Jean Thévenot
Ginecologista-Obstetra
Clinique Ambroise Paré
31082 Toulouse cedex 1
https://lesgeneralistes-csmf.fr/2013/03/12/islam-et-medecine-porter-le-malaise-au-grand-jour/?utm_source=chatgpt.com
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Este testemunho não é de hoje, é de 2012. Portanto, imagine-se como é hoje a situação.

Importámos para a Europa milhões de pessoas que vivem no século VII, numa crendice grosseira e que em vez de se integrarem na nossa sociedade exigem agressivamente, com gritos, murros, facadas, decapitações, violações e bombas que sejamos nós a fazer uma assimilação inversa. Onde chega quer colonizar.

A cultura e as religiões não são todas equivalentes. Um religião agressiva, intolerante, que pratica a pedofilia, a violação, o assassinato, a execução por honra, a escravização das mulheres, etc., não é uma religião como as outras. Não é uma fé, é um código de guerra e tem de ser combatido no seu extremismo até que se reforme e os seus membros extremistas postos daqui para fora. A Europa não é um albergue espanhol. É preciso impor limites.

August 04, 2026

Os avisos de Oriana Fallaci

 


Parece uma piada mas não é

 


O Governo irlandês comprou um novo jacto no valor de 53 milhões de euros. E insistiu em remover um sistema de navegação por ser de fabrico israelita. Agora, o avião não consegue aterrar com nevoeiro. Parece uma piada mas não é. É antes um sintoma claro da força do lobby palestiniano, AKA, terroristas do Hamas e da IM que mandam na Irlanda. O anti-semitismo dos irlandeses por estes dias é tão extremista que se prejudicam a si mesmos para o mostrar - onde foram buscar esta prática fanática...? 


August 01, 2026

Ela foi ali defender que o Islão é uma religião de paz

 

Os iranianos também lutam pelos nossos valores

 

Miúdos com 16 e 18 anos. A coragem do rapaz, a dignidade com que está ali sabendo-se a segundos de ir ser morto bárbara e injustamente. Que valor! Estas são as pessoas que inspiram respeito.


Os iranianos também lutam pelos nossos valores

 

Contra o islamofascismo e com imensa coragem.

Os iranianos também lutam pelos nossos valores

 

Contra o islamofascismo e com imensa coragem.


July 29, 2026

Todos os dias jovens executado em nome do livro do ódio

 


Mais uma rapariga condenada à morte pelo livro do ódio

 

Testemunho de um islamo-traumatizado

 

Um ex-muçulmano diz que a islamofobia não existe porque o livro do islão está cheio de éditos de morte e os islamitas seguem-no à risca. Portanto, o perigo do islão é real e o que existe são islamo-traumatizados. Não há nada de irracional ou doentio no receio de uma religião-ideologia que produz este nível de terror por todo o lado em que se implementa. Não há muito tempo os russo quiseram passar a ideia de que ser contra a sua guerra barbárica e a sua mentalidade imperialista era russofobia. Tal como o islão, o perigo da Rússia invadir terras que não são suas, destruir pessoas, arrasar culturas inteiras não é irracional, é prudente.

Se ele fizesse isto num país europeu era preso por islamofobia

 

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O que esta mulher diz aqui é verdade: no dia em que estes islamitas com esta religião medieval guerreira que ainda defende e pratica a pedofilia, a escravatura das mulheres, a morte dos opositores e a destruição da sua cultura tiver lugares políticos significantes em número suficiente, destrói a nossa civilização de respeito pela livberdade e igualdade de direitos e impõe a todos a sua barbárie.

Como diz Lionel Shriver, o casamento entre a esquerda e o islão é absurdo e o pior é que a esquerda não parece aperceber-se disso. Apoiarem uma ideologia que defende a opressão das mulheres, a morte dos homossexuais e da liberdade de expressão, não parece incomodá-los nem um pouco. E ela pergunta-se o que poderão ter em comum estes dois movimentos aparentemente tão diferentes e chega à conclusão que é o ódio. Os islamitas têm ódio ao Ocidente, ódio aos judeus, ódio às mulheres independentes e é isso o que os motiva. As suas manifestações e lutas implicam sempre agressão, seja verbal (morte aos judeus, morte aos gays, morte aos países em que estão a viver), seja física, com actos de terrorismo e a nova-esquerda também hoje-em-dia tem manifestações de ódio aos judeus, ódio aos brancos, ódio ao Ocidente, ódio à direita, e actos de revolta que implicam partir vidros, ocupar casas, atirar tinta ou outra coisa qualquer às pessoas, roubar lojas.

A esquerda habituou-se a ser considerada um movimento superior porque progressivo e a favor da liberdade, dos direitos das mulheres e das minorias e ainda se vêem assim. Mas já não são assim: agora defendem a censura, o cancelamento, a prisão de pessoas que pensam de maneira diferente, o estabelecimento de plataformas para poderem acusar e destruir pessoas que pensam de modo diferente, o apagamento dos direitos das mulheres, a misoginia... enfim, o que une a nova-esquerda e os islamitas é o ódio.

E o pior é que a nova-esquerda com tiques ditatoriais já inclui o que até há pouco tempo era a esquerda moderada dos socialistas democratas. Cada vez menos democratas.

Masih Alinejad sobre a exportação do terrorismo islamista para a Europa e para o mundo

 

A ideia de que deve esconder-se que os ataques terroristas são de islamitas para que a extrema-direita não vá ganhar votos explica como chegamos aqui: em vez de criar condições para não importar terroristas e para lutar contra o terrorismo do islamismo, escolhe-se não fazer nada e depois calar a realidade para que o povo não se revolte. Como se as pessoas não vivessem na realidade e não percebessem que os governos não mexem uma palha e preferem a censura que a resolução dos problemas.

July 28, 2026

Os próximos a ser enforcados pelos Islamitas do Irão

 


Quebec baniu a oração pública não autorizada dos islamitas

 

O Islão explica-se a si mesmo

 


Encerramento da mesquita de Chanteloup, em Aulnay-sous-Bois, região de Paris.
«Através dos sermões dos imãs habituais da mesquita e da sua divulgação nas redes sociais, mas também através dos discursos dos oradores ocasionais que convida, a mesquita difunde uma ideologia islâmica radical que faz eco da retórica das organizações terroristas, justifica a jihad e glorifica a morte como martírio.»