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March 06, 2026

História concisa do islamismo em 8 minutos

 

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March 04, 2026

Yanar Mohammed assassinada a tiro

 

Dois homens assassinaram Yanar Mohammed, uma iraquiana defensora dos direitos da mulheres. O islamofascismo não admite que as mulheres sejam seres humanos e tenham direitos como tal.


Que horror!

 

Uma rapariga chama um Uber e apanha um islamita a fazer-lhe perguntas sobre a sua vida sexual. Isto é assustador. Estes tipos deviam ser presos e ficar sem a carta. Não podem ter certas profissões que possibilitam ficar sozinhos com raparigas ou mulheres em situações que as ponham em perigo nem ter algum tipo de autoridade sobre elas. Deviam ser obrigados, à chegada aos países europeus, a ter um curso de reeducação social. Deviam ser obrigados a assinar um documento em que afirmam não obedecer à lei da sharia, sem o que nem sequer teriam entrada no país. As raparigas e mulheres não são objectos de sacrifício e de troca no altar da imigração.

Cá em Portugal isto já acontece. Uma amiga que anda muito de Uber diz que agora vê muitos condutores do Industão que pouco falam português ou não falam mesmo. Uma vez um deles meteu-se por Monsanto desviando-se do caminho normal e por muito que ela o mandasse virar o carro, em português e em inglês, ele continuou. Só parou e virou quando ela ligou para a Polícia e lhe disse que estava ao telefone com a polícia a quem deu o número do carro, partilhou o GPS etc. Foi assustador. Agora, quando chama um Uber e vem uma dessas personagens de culturas de desrespeito sistémico e doentio pelas mulheres, ficamos todos à espera que o carro chegue para o homem ver que o vimos e que sabemos qual é o carro e ela vai ao telefone com um de nós até chegar ao destino.


Começar a tomar medidas para evitar que as nossas sociedades se transformem em infernos de incivilidade

 

Reino Unido suspende concessão de vistos de estudo para quatro países e vistos de trabalho para afegãos
Agência Lusa
O Governo britânico anunciou esta quarta-feira que vai deixar de conceder vistos de estudo a afegãos, camaroneses, birmaneses e sudaneses, e alguns vistos de trabalho a afegãos, devido ao aumento de abusos no sistema.

"O nosso sistema de vistos não deve ser abusado. É por isso que estou a tomar a decisão sem precedentes de negar vistos aos cidadãos que procuram explorar a nossa generosidade", disse a secretária do Interior britânica, Shabana Mahmood, citada num comunicado do Ministério do Interior.

A decisão entrará em vigor a 26 de março, especificou o ministério.

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Sabemos que os pedidos de 'asilo', nos dias de hoje, são quase todos falsos pedidos de asilo, de pessoas que querem imigrar para o Ocidente, uns porque lhes disseram que é fácil aqui abusar de mulheres, outros porque lhes dizem que é fácil conseguir apoios do Estado, outros porque a vida nos seus países é um inferno. O problema é que vêm para aqui com as suas mentalidades incivilizadas do século VII fazer infernos iguais.

Uma iraniana fala directamente para Guterres

 

"Tirando estas coisinhas não tenho nada contra o Islão"

 

Eles anunciam ao que vêm

 

O islão explica-se a si mesmo

 

O Islão explica-se a si mesmo

 

Nasser sendo islamofóbico

 

Citação deste dia

 

O islão explica-se a si mesmo

 


O islamofascismo do Irão

 


Mulheres marchando contra a lei do hijab obrigatório imposta pela tomada do poder pela República Islâmica no Irão, em 1979. Não serviu de nada. Por essa altura já era tarde demais porque os islamitas já tinham tomado o poder. Ninguém ajudou as mulheres. Pelo contrário. O mundo aplaudiu o islamofascismo dos Khamenei. A França foi quem o pôs lá e ainda hoje a esquerda o apoia com a sua aprovação implícita.




Eles dizem ao que vêm mas todos fingem que não os ouvem

 

A lei da sharia

 

February 21, 2026

Islamofascismo iraniano

 

O New York Post e o NewsNation relatam, citando relatos de testemunhas oculares, que o regime islâmico no Irão cortou os úteros de manifestantes raparigas e mulheres para esconder as agressões sexuais de que foram alvo, violadas diariamente e mortas na prisão, actos que constituem crimes contra a humanidade.

Execuções no Irão continuam a ocorrer, dizem refugiados à NewsNation

Uma refugiada iraniana que falou à NewsNation sob condição de anonimato por medo de represálias disse: «Todos nós que fomos presas fomos vítimas de violação coletiva por homens mascarados, sob a mira de armas e sob as suas zombarias. Eles acreditam que, por as nossas crenças serem diferentes das deles, somos seus escravos sexuais e que podem violar-nos como quiserem».

Alguns dos corpos das mulheres, disse, tinham tido os úteros removidos, numa tentativa de ocultar os crimes sexuais.

«Alguns dos corpos das mulheres que foram devolvidos às suas famílias não tinham útero, para que os crimes não pudessem ser rastreados ou investigados. Para ser honesto, a maioria das famílias não levou o assunto adiante, a fim de evitar ainda mais sofrimento», disse.

A NewsNation obteve imagens de uma manifestante falecida que teria sido morta numa prisão em Bojnord, uma cidade na província de Khorasan, no norte do Irão.

A tortura «sempre foi o método do regime», disse uma fotógrafa iraniana

Shaghayegh Moradiannejad, uma fotógrafa iraniana que fugiu do país há cinco anos para garantir a sua segurança e a da sua família, disse à NewsNation que «sempre foi o método do regime» violar e torturar.

«Durante os interrogatórios, eles apertam os seios (das mulheres), usam linguagem obscena e degradante e submetem-nas a abuso sexual», disse Moradiannejad.

Trump encorajou os manifestantes em 13 de janeiro a continuarem a lutar contra o regime e disse que a ajuda estava a caminho.

Acordo nuclear não vai impedir execuções em curso, dizem refugiados iranianos.

O tenente-coronel reformado Mike Nelson, que tem uma vasta experiência no Comando Central dos EUA, disse à NewsNation que as tácticas de tortura do regime são bem conhecidas.

«Não acho que quaisquer sinais de tortura ou violações dos direitos humanos sejam fora do comum ou algo inesperado para este regime. Os detalhes podem ser difíceis de verificar, mas tortura, maus-tratos e abuso sexual — não acho que nada disso esteja fora do que se pode esperar do regime», disse Nelson.

Nelson acrescentou que um grupo miliciano conhecido como Hashd al-Sha'bi — considerado a polícia de ordem cívica do país — também pode estar envolvido em tortura, acrescentando que eles podem ser mais zelosos do que outras partes do regime.

As fontes que falaram com a NewsNation dizem que o número de mortes durante os protestos está mais próximo de 30.000, mas é difícil chegar a um número exacto.

February 20, 2026

A islamização no coração de Bruxelas

 

Em Bruxelas já querem introduzir legislação para separar as mulheres dos homens. Quem não quer a Europa islamizada e as mulheres destruídas com leis de religiões hiper-patriarcais e islamofascistas do tempo da primeira Idade Média tem de começar a mexer-se, mesmo que sofra o cancelamento da nova esquerda neocolonialista e cobarde. Se a União Europeia serve para destruir os nosso valores e a nossa democracia, que se destrua a União Europeia. Isto é uma loucura. No Irão, todos os dias são violadas e executadas oficialmente montes de raparigas e homens que morrem para se verem livres de um regime de pedófilos islamo-fascistas e nós aqui convidamos-los a entrar e a destruir a nossa casa?


February 18, 2026

@AlinejadMasih - como sempre, palavras duras mas justas

 

Enquanto as iranianas são chacinadas pelos islamitas terroristas teocratas que mandam no Irão com as mãos cheias de sangue, os europeus hesitam em expulsar todos os islamitas terroristas da Irmandade Muçulmana e das mesquitas que apelam à violência contra as raparigas e mulheres e contra os europeus em geral. Apertam a mão ao ditador sanguinário da República Islâmica do Irão e chamam islamofóbicos a todos os que denunciam o islamofascismo. Põe-se do lado dos ditadores e não das vítimas, ao mesmo tempo que falam de direitos humanos.


February 10, 2026

Eles dizem, publica e constantemente o que vão fazer

 

Porque se ignora ou desvaloriza?