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July 20, 2026

O islamofascismo do Irão continua a executar sistematicamente os seus jovens

 

Estas religiões-culturas de ódio e morte têm que ser encolhidas até serem um grupinho inofensivo. 


July 16, 2026

A nova esquerda e o islamismo


"Estar à esquerda é ser uma pessoa moral, boa e consciente. Quem não está à esquerda é uma pessoa maligna; é alguém maligno. E quem duvidar disto é maligno".

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“Os infiéis que não aceitam o Islã são malignos.”


July 14, 2026

Cada vez menos surpreendente


A ex-diretora da Amnistia Internacional, ex-relatora da ONU para a liberdade de expressão, vai integrar o Grupo Islâmico de Estados como nova representante do Bangladesh na ONU. Irene Zubaida Khan, prima da esposa do primeiro-ministro, deixou a Amnistia no meio de um escândalo, tendo recebido 900 000 dólares. Conflito de interesses: a ONU ainda a lista como sua relatora para a liberdade de expressão,

July 12, 2026

Esta gente devia ser presa e impedida de voltar a aproximar-se de doentes

 

July 11, 2026

A Cruz Vermelha deixa um centro de asilo na Holanda devido a estarem sempre a ser esfaqueados


A Europa que acorde.


July 08, 2026

🎯

 

O Ex-Muçulmano Jihadi Walid Shoebat em entrevista

 

Impõr-se até à assimilação reversa

 


Assimilação reversa

 


Penso que não devemos arranjar subterfúgios para proibir burkas, niqabs e mesmo hijabs

 

Sim, é uma questão de segurança, mas é mais do que isso. São modos de desumanizar as mulheres, calá-las, objectificá-las e persegui-las. Não tem nada que ver com tolerância de religião ou de costumes. Não é um costume, uma preferência de moda. É um cartaz e todos percebemos, quando vemos uma mulher com esses instrumentos de subjugação, que aquela mulher é uma pessoa com dono. É como permitir que se use uma coleira de escravo ao pescoço ou proibi-la por pôr em risco a saúde da pessoa, como medo de dizer o óbvio: não toleramos a escravidão nem os seus símbolos. Temos de assumir os nossos valores com clareza e assertividade e repudiar aqueles que são, não uma opção diferente mas a sua negação. Quem não gosta que as mulheres tenham direitos iguais, não venha para cá, escolha um país com essa cultura-ideologia-etno-religiosa de opressão e misoginia.


July 07, 2026

Damn right!

 


July 03, 2026

Desde quando é louvável planear a morte de milhares de crianças?



Porque é que ninguém condena o Hamas por planear a chacina das suas próprias crianças e doentes? Porque é que a condenação é feita a Israel, que está a defender o direito à sobrevivência quando bombardeia túneis infestados de armas e terroristas e ninguém condena os palestinianos por planearem o uso de crianças como alvos a abater e glorificarem essa estratégia de sacrificar as suas crianças? Onde está a condenação da ONU, da UE pela violação criminosa e obscena dos direitos das crianças e dos doentes, ao pô-los em escolas e hospitais por cima de túneis por onde circulam os terroristas com os seus depósitos de armas? A ONU apoia o uso da morte planeada de crianças como argumento de guerra? Isso agora é louvável? É que a maneira como a ONU de Guterres fala do assunto e mesmo a UE, os elogios que fazem aos palestinianos e o modo como os promovem, parece que admiram a estratégia. Quem é que aqui planeou a chacina de crianças, mulheres e doentes ao pormenor? O Hamas.  Imagina-se alguma outra cultura capaz de mandar as crianças e as mães para a frente de batalha e celebrar a sua morte como uma vitória sobre o inimigo que juraram eliminar por completo?


July 01, 2026

É preciso coragem moral

 


Dearborn é uma cidade no estado americano do Michigan com 55% de população islamita. São perto de 50% da força policial. O chefe da polícia aparece aqui a gabar-se disso e a promover o hijab, logo, a sharia. Como podem as mulheres defender-se da violência desses homens defensores da sharia se eles são o braço armado da lei?

Os nossos antepassados construíram nações livres, derrotaram a tirania, fizeram avançar a ciência e o espírito científico, derrotaram doenças aterradoras que pareciam eternas, estabeleceram o Estado de Direito, criaram prosperidade numa escala que durante toda a História não parecia ser possível, evoluíram no conhecimento a uma escala nunca vista, criaram uma Carta de compromissos de Direitos Humanos para que a Humanidade tivesse um chão comum de civilização, as mulheres conseguiram, com o apoio de muitos homens, ascender a uma vida livre de escravidão, social e religiosa, baixaram o nível de violência das sociedades, fomentaram a civilidade e o respeito, a tolerância e o diálogo, os direitos dos cidadãos. Temos Parlamentos em vez de ditadura e imposição. Criaram instituições que se controlam umas às outras para que haja justiça. Fizeram-no com perfeição? Não. Não há civilizações perfeitas, totalmente livres de violência, de injustiças e de abusos de poder. Houve muitas guerras, muitos atropelos aos Direitos Humanos mas conseguiu para si e espalhou pelo planeta o ideal da liberdade, da democracia, da indústria que trouxe o bem-estar a tantos, da educação universal e do princípio de que todos os indivíduos devem ser iguais perante a lei.

No entanto, dizem-nos agora que esta história foi extraordinariamente perversa, que a nossa herança é ilegítima e que a nossa cultura não merece ser preservada, que temos de pedir desculpa a outros cuja história é tão violenta ou muito mais violenta que a nossa, sem nunca se terem reformado ou admitido culpa, como nós fizemos e fazemos, sem terem contribuído para o avanço da humanidade em nenhum campo há mais de mil anos, a não ser o do dogmatismo violento e teocrático. Dizem-nos que não podemos ensinar a História sem constante recriminação e negação da nossa cultura. Se falas na Expansão tens que acrescentar logo a seguir que és um racista esclavagista e tens a culpa original. Que todos os outros são vítimas. Dizem-nos que temos de importar milhões de pessoas de culturas das 'vítimas', culturas retrógradas, violentas, que exigem a submissão das mulheres, a pedofilia, o fim da liberdade, a submissão de todos à religião sob pena de morte. Pessoas cujo objectivo de vida é a destruição de tudo o que conseguimos, de todos os valores que nos definem, enquanto nações livres, democráticas e em busca da justiça social.

Esta loucura suicida já fez surgir extremistas da direita a fundar uma versão de religião cristã ainda mais retrógrada com missas em latim (para o povo depender dos líderes) e obrigação das mulheres se cobrirem - sempre o desejo de violência contra as mulheres.

Precisamos de pessoas decentes e de bom senso que pensem para lá do imediato e levantem a voz e usem a sua agência para defender a nossa civilização da extrema-esquerda cobarde que à maneira de Putin, mais depressa vê o seu país a arder do que reconhece o erro, tal é o medo que lhes chamem não-progressistas, racistas ou islamofóbicos, essa palavra inventada para impedir a discussão lúcida e amedrontar os cobardes. 

Em Portugal, pensava eu que tínhamos espaço para prevenir esta loucura, mas agora sabemos que os islamitas não são 30 mil como nos disse Costa, mas sim 300 mil. Pelo menos 200 mil são ilegais. Não irregulares como a extrema-esquerda gosta de dizer para parecer que a legalidade é um mero pormenor: ilegais, quer dizer, contra a lei. Muçulmanos individuais são uma coisa diferente do islamismo em massas de centenas de milhar. Olhe-se para todas as civilizações canibalizadas por essa ideologia-religião-cultura: do Afeganistão ao Egipto, da Índia à Síria. Olhe-se para a Palestina. É só destruição, opressão e culto da morte.

É preciso coragem moral em vez de medo dos canceladores, dos ditadores de opinião e dos extremistas, de direita e de esquerda.

June 28, 2026

Toda a gente sabe isto. Até os hipócritas das flotilhas


O islamismo é um tipo de ideologia fascista religiosa e como tem, desde o seu nascimento com o seu profeta, um objectivo de violência, não acredito que possa reformar-se. Os muçulmanos individuais podem reformar-se, sim, não o islamismo, da mesma maneira que não se lutava contra os alemães individuais mas sim contra o nazismo e também não se luta contra os russos individuais mas contra o russismo. Sendo certo que, da mesma maneira que houve um processo de desnazificação, também tem de haver um de descolonialismo-russófilo e de descolonialismo-islamita.

 

Khaled Hassan
@Khaledhzakariah

Nunca fui um muçulmano praticante e observante.
No entanto, até à adolescência, até eu queria que o Islão dominasse a Europa e o Ocidente.
Ensinam-nos que as maiores conquistas do Islão são a conquista e o colonialismo.
Ensinam-nos que a maior coisa que poderíamos fazer é possibilitar a invasão e a conquista de países não-muçulmanos.
Este é um facto que só um ex-muçulmano vos dirá.

O Irao e o Egipto querem que a FIFA proíba gays enquanto estiverem nos EUA para não ofenderem o islão

 

Dizem que é para que se respeitem os seus valores. Porque é que uma democracia deveria pisar os seus próprios valores ara promover valores de uma religião-ideologia violenta, implacável e intolerante? Os países islâmicos e os movimentos extremistas e terroristas como a Irmandade Muçulmana são como Putin e todos os ditadores e terroristas: quanto mais os apaziguam e toleram mais eles crescem em violência, em arrogância e assédio. Querem vir para o Ocidente mas não querem ver gays, mulheres livres, cães, carne de porco, cristãos, querem o direito de impedir ruas com rezas, incomodar toda a gente 5 vezes por dia com os chamamentos para orações, não cumprimentar as mulheres, 'casar' com crianças, violar raparigas, etc. Entretanto nas suas terras, os não muçulmanos nem sequer podem pisar as mesmas ruas que eles. E nós chamarmos a atenção para esta ideologia violentíssima e perigosa é islamofobia.


June 24, 2026

Assita Kanko MEP fala contra o crescimento da IM na Europa


Pessoalmente estou convencida que o ódio irracional que os islamitas radicais têm às mulheres se deve a verem nelas, quer dizer, na igualdade de direitos a que se chegou, o triunfo dos valores humanistas europeus. E é por isso que, acima de tudo, querem matar o espírito de independência das mulheres, querem escravizar as mulheres. As mulheres são a Crimeia dos muçulmanos e se forem livres isso significa a derrota da sua ideologia totalitária. 

 

É preciso acabar com a utilização de crianças para propagar ideologia terrorista

 

Notícias dão conta de que as escolas de Nova Iorque estão a ensinar crianças a partir dos 5 anos sobre a «resistência palestiniana», rotulando os judeus como «supremacistas brancos genocidas» e apoiando abertamente o Hamas e os seus «mártires». Como chegámos aqui ao ponto de usar crianças para espalhar o ódio aos judeus. É preciso travar estas pessoas que trabalham para a IM e outras organizações terroristas.


Muitas denúncias recebidas pelo OCR indicam que um grupo de funcionários do NYCDOE organizou uma série de seminários pedagógicos centrados na «Palestina, no sionismo e na resistência». Os chamados «Educadores de Nova Iorque pela Palestina» ensinam alegadamente a crianças a partir dos cinco anos de idade sobre a «resistência palestiniana contemporânea e histórica», que os sionistas são «supremacistas brancos genocidas» e a apoiar a organização Hamas, designada como terrorista pelo governo federal, e os seus «mártires» (ou seja, terroristas mortos). As queixas recebidas pelo OCR alegam que estas ações no NYCDOE ensinam e semeiam hostilidade e ódio contra os alunos judeus, criando potencialmente um ambiente hostil.
U.S. Department of Education Initiates Title VI Investigation into NYC Department of Education for Alleged Antisemitic Discrimination

Pôr as coisas em perspectiva


Nesta dezena de países muçulmanos abandonar o islão é punível com a morte.


Em todos eles vigora a sharia, a escravatura sexual - ou total, no caso do Afeganistão e Maldivas. Entre eles estão a Arábia Saudita e o Qatar que agora têm honras de parceiros dos países do Ocidente. O Qatar é dono das ruas mais ricas de Londres e de muitas instituições em outras cidades da Europa. Enfia dinheiro em tudo, não por benemerência. Dão presentes a Trump como os sugar daddies dão às suas amantes de luxo. É o 'patrono' que mais dinheiro enfia nas universidades americanas, inglesas e de outros países europeus. É dono de companhias de aviação espanholas e europeias. Manda na Euronews, tal é a campanha que fazem a favor dele e, sabe-se lá quantos mais meios de comunicação tem nos seus bolsos. Não por benemerência mas para influência. O Qatar abriga os terroristas do Hamas e não só. A Arábia Saudita foi um campo de treino para afegãos e outros terroristas, nomeadamente do 11 de Setembro. Patrocinam a migração de milhões de muçulmanos para a Europa e EUA para mudar as políticas a seu favor. E qual é a resposta da Europa? Venham todos. Em Portugal, li esta semana os números da imigração: paquistaneses, do Bangladesh e da Índia aumentaram mais de 200% em um par de anos depois de Costa os ter chamado para cá ao mesmo tempo que ele e Centeno expulsavam daqui portugueses licenciados e prontos a trabalhar. Os seus países não estão em guerra, não são refugiados, não se integram nos nosso costumes seculares: o que vêm, então, fazer para a Europa e a mando de quem? No tempo das descobertas, quando a religião católica era totalitária e muito violenta, também chegámos ao Brasil e a África com a espada numa mão e a cruz na outra e desatámos a converter toda a gente. Também fomos para o Oriente. Chegámos ao Japão com os mesmos instrumentos, a espada e a cruz, mas eles toparam-nos logo e perceberam os custos de um religião intolerante e totalitária e assim que começou a invasão de religiosos com a cruz da conversão recambiaram-nos de volta. Não fora isso e tinham-se tornado numa nação colonizada pela religião. A Europa tem mostrado não ter essa lucidez que eles tiveram e tem aberto as portas a uma religião-cultura-ideologia totalitária que recusa reformar-se e que presta culto à violência, à subjugação, à degradação humana, à escravidão e à morte.


June 20, 2026

França: livrarias muçulmanas por todo o lado com livros a apelar à pedofilia, à escravatura sexual, à violência contra gays e a chamar prostitutas às europeias

 

Ninguém os incomoda porque seria islamofobia. Onde estão as feministas? Caladinhas e obedientes a estes machos cujo nome não se pode dizer. Até quando?


Aqueles cujo nome não se pode dizer



from the Rape Gang Inquiry Report