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July 03, 2026

Desde quando é louvável planear a morte de milhares de crianças?



Porque é que ninguém condena o Hamas por planear a chacina das suas próprias crianças e doentes? Porque é que a condenação é feita a Israel, que está a defender o direito à sobrevivência quando bombardeia túneis infestados de armas e terroristas e ninguém condena os palestinianos por planearem o uso de crianças como alvos a abater e glorificarem essa estratégia de sacrificar as suas crianças? Onde está a condenação da ONU, da UE pela violação criminosa e obscena dos direitos das crianças e dos doentes, ao pô-los em escolas e hospitais por cima de túneis por onde circulam os terroristas com os seus depósitos de armas? A ONU apoia o uso da morte planeada de crianças como argumento de guerra? Isso agora é louvável? É que a maneira como a ONU de Guterres fala do assunto e mesmo a UE, os elogios que fazem aos palestinianos e o modo como os promovem, parece que admiram a estratégia. Quem é que aqui planeou a chacina de crianças, mulheres e doentes ao pormenor? O Hamas.  Imagina-se alguma outra cultura capaz de mandar as crianças e as mães para a frente de batalha e celebrar a sua morte como uma vitória sobre o inimigo que juraram eliminar por completo?


July 01, 2026

É preciso coragem moral

 


Dearborn é uma cidade no estado americano do Michigan com 55% de população islamita. São perto de 50% da força policial. O chefe da polícia aparece aqui a gabar-se disso e a promover o hijab, logo, a sharia. Como podem as mulheres defender-se da violência desses homens defensores da sharia se eles são o braço armado da lei?

Os nossos antepassados construíram nações livres, derrotaram a tirania, fizeram avançar a ciência e o espírito científico, derrotaram doenças aterradoras que pareciam eternas, estabeleceram o Estado de Direito, criaram prosperidade numa escala que durante toda a História não parecia ser possível, evoluíram no conhecimento a uma escala nunca vista, criaram uma Carta de compromissos de Direitos Humanos para que a Humanidade tivesse um chão comum de civilização, as mulheres conseguiram, com o apoio de muitos homens, ascender a uma vida livre de escravidão, social e religiosa, baixaram o nível de violência das sociedades, fomentaram a civilidade e o respeito, a tolerância e o diálogo, os direitos dos cidadãos. Temos Parlamentos em vez de ditadura e imposição. Criaram instituições que se controlam umas às outras para que haja justiça. Fizeram-no com perfeição? Não. Não há civilizações perfeitas, totalmente livres de violência, de injustiças e de abusos de poder. Houve muitas guerras, muitos atropelos aos Direitos Humanos mas conseguiu para si e espalhou pelo planeta o ideal da liberdade, da democracia, da indústria que trouxe o bem-estar a tantos, da educação universal e do princípio de que todos os indivíduos devem ser iguais perante a lei.

No entanto, dizem-nos agora que esta história foi extraordinariamente perversa, que a nossa herança é ilegítima e que a nossa cultura não merece ser preservada, que temos de pedir desculpa a outros cuja história é tão violenta ou muito mais violenta que a nossa, sem nunca se terem reformado ou admitido culpa, como nós fizemos e fazemos, sem terem contribuído para o avanço da humanidade em nenhum campo há mais de mil anos, a não ser o do dogmatismo violento e teocrático. Dizem-nos que não podemos ensinar a História sem constante recriminação e negação da nossa cultura. Se falas na Expansão tens que acrescentar logo a seguir que és um racista esclavagista e tens a culpa original. Que todos os outros são vítimas. Dizem-nos que temos de importar milhões de pessoas de culturas das 'vítimas', culturas retrógradas, violentas, que exigem a submissão das mulheres, a pedofilia, o fim da liberdade, a submissão de todos à religião sob pena de morte. Pessoas cujo objectivo de vida é a destruição de tudo o que conseguimos, de todos os valores que nos definem, enquanto nações livres, democráticas e em busca da justiça social.

Esta loucura suicida já fez surgir extremistas da direita a fundar uma versão de religião cristã ainda mais retrógrada com missas em latim (para o povo depender dos líderes) e obrigação das mulheres se cobrirem - sempre o desejo de violência contra as mulheres.

Precisamos de pessoas decentes e de bom senso que pensem para lá do imediato e levantem a voz e usem a sua agência para defender a nossa civilização da extrema-esquerda cobarde que à maneira de Putin, mais depressa vê o seu país a arder do que reconhece o erro, tal é o medo que lhes chamem não-progressistas, racistas ou islamofóbicos, essa palavra inventada para impedir a discussão lúcida e amedrontar os cobardes. 

Em Portugal, pensava eu que tínhamos espaço para prevenir esta loucura, mas agora sabemos que os islamitas não são 30 mil como nos disse Costa, mas sim 300 mil. Pelo menos 200 mil são ilegais. Não irregulares como a extrema-esquerda gosta de dizer para parecer que a legalidade é um mero pormenor: ilegais, quer dizer, contra a lei. Muçulmanos individuais são uma coisa diferente do islamismo em massas de centenas de milhar. Olhe-se para todas as civilizações canibalizadas por essa ideologia-religião-cultura: do Afeganistão ao Egipto, da Índia à Síria. Olhe-se para a Palestina. É só destruição, opressão e culto da morte.

É preciso coragem moral em vez de medo dos canceladores, dos ditadores de opinião e dos extremistas, de direita e de esquerda.

June 28, 2026

Toda a gente sabe isto. Até os hipócritas das flotilhas


O islamismo é um tipo de ideologia fascista religiosa e como tem, desde o seu nascimento com o seu profeta, um objectivo de violência, não acredito que possa reformar-se. Os muçulmanos individuais podem reformar-se, sim, não o islamismo, da mesma maneira que não se lutava contra os alemães individuais mas sim contra o nazismo e também não se luta contra os russos individuais mas contra o russismo. Sendo certo que, da mesma maneira que houve um processo de desnazificação, também tem de haver um de descolonialismo-russófilo e de descolonialismo-islamita.

 

Khaled Hassan
@Khaledhzakariah

Nunca fui um muçulmano praticante e observante.
No entanto, até à adolescência, até eu queria que o Islão dominasse a Europa e o Ocidente.
Ensinam-nos que as maiores conquistas do Islão são a conquista e o colonialismo.
Ensinam-nos que a maior coisa que poderíamos fazer é possibilitar a invasão e a conquista de países não-muçulmanos.
Este é um facto que só um ex-muçulmano vos dirá.

O Irao e o Egipto querem que a FIFA proíba gays enquanto estiverem nos EUA para não ofenderem o islão

 

Dizem que é para que se respeitem os seus valores. Porque é que uma democracia deveria pisar os seus próprios valores ara promover valores de uma religião-ideologia violenta, implacável e intolerante? Os países islâmicos e os movimentos extremistas e terroristas como a Irmandade Muçulmana são como Putin e todos os ditadores e terroristas: quanto mais os apaziguam e toleram mais eles crescem em violência, em arrogância e assédio. Querem vir para o Ocidente mas não querem ver gays, mulheres livres, cães, carne de porco, cristãos, querem o direito de impedir ruas com rezas, incomodar toda a gente 5 vezes por dia com os chamamentos para orações, não cumprimentar as mulheres, 'casar' com crianças, violar raparigas, etc. Entretanto nas suas terras, os não muçulmanos nem sequer podem pisar as mesmas ruas que eles. E nós chamarmos a atenção para esta ideologia violentíssima e perigosa é islamofobia.


June 24, 2026

Assita Kanko MEP fala contra o crescimento da IM na Europa


Pessoalmente estou convencida que o ódio irracional que os islamitas radicais têm às mulheres se deve a verem nelas, quer dizer, na igualdade de direitos a que se chegou, o triunfo dos valores humanistas europeus. E é por isso que, acima de tudo, querem matar o espírito de independência das mulheres, querem escravizar as mulheres. As mulheres são a Crimeia dos muçulmanos e se forem livres isso significa a derrota da sua ideologia totalitária. 

 

É preciso acabar com a utilização de crianças para propagar ideologia terrorista

 

Notícias dão conta de que as escolas de Nova Iorque estão a ensinar crianças a partir dos 5 anos sobre a «resistência palestiniana», rotulando os judeus como «supremacistas brancos genocidas» e apoiando abertamente o Hamas e os seus «mártires». Como chegámos aqui ao ponto de usar crianças para espalhar o ódio aos judeus. É preciso travar estas pessoas que trabalham para a IM e outras organizações terroristas.


Muitas denúncias recebidas pelo OCR indicam que um grupo de funcionários do NYCDOE organizou uma série de seminários pedagógicos centrados na «Palestina, no sionismo e na resistência». Os chamados «Educadores de Nova Iorque pela Palestina» ensinam alegadamente a crianças a partir dos cinco anos de idade sobre a «resistência palestiniana contemporânea e histórica», que os sionistas são «supremacistas brancos genocidas» e a apoiar a organização Hamas, designada como terrorista pelo governo federal, e os seus «mártires» (ou seja, terroristas mortos). As queixas recebidas pelo OCR alegam que estas ações no NYCDOE ensinam e semeiam hostilidade e ódio contra os alunos judeus, criando potencialmente um ambiente hostil.
U.S. Department of Education Initiates Title VI Investigation into NYC Department of Education for Alleged Antisemitic Discrimination

Pôr as coisas em perspectiva


Nesta dezena de países muçulmanos abandonar o islão é punível com a morte.


Em todos eles vigora a sharia, a escravatura sexual - ou total, no caso do Afeganistão e Maldivas. Entre eles estão a Arábia Saudita e o Qatar que agora têm honras de parceiros dos países do Ocidente. O Qatar é dono das ruas mais ricas de Londres e de muitas instituições em outras cidades da Europa. Enfia dinheiro em tudo, não por benemerência. Dão presentes a Trump como os sugar daddies dão às suas amantes de luxo. É o 'patrono' que mais dinheiro enfia nas universidades americanas, inglesas e de outros países europeus. É dono de companhias de aviação espanholas e europeias. Manda na Euronews, tal é a campanha que fazem a favor dele e, sabe-se lá quantos mais meios de comunicação tem nos seus bolsos. Não por benemerência mas para influência. O Qatar abriga os terroristas do Hamas e não só. A Arábia Saudita foi um campo de treino para afegãos e outros terroristas, nomeadamente do 11 de Setembro. Patrocinam a migração de milhões de muçulmanos para a Europa e EUA para mudar as políticas a seu favor. E qual é a resposta da Europa? Venham todos. Em Portugal, li esta semana os números da imigração: paquistaneses, do Bangladesh e da Índia aumentaram mais de 200% em um par de anos depois de Costa os ter chamado para cá ao mesmo tempo que ele e Centeno expulsavam daqui portugueses licenciados e prontos a trabalhar. Os seus países não estão em guerra, não são refugiados, não se integram nos nosso costumes seculares: o que vêm, então, fazer para a Europa e a mando de quem? No tempo das descobertas, quando a religião católica era totalitária e muito violenta, também chegámos ao Brasil e a África com a espada numa mão e a cruz na outra e desatámos a converter toda a gente. Também fomos para o Oriente. Chegámos ao Japão com os mesmos instrumentos, a espada e a cruz, mas eles toparam-nos logo e perceberam os custos de um religião intolerante e totalitária e assim que começou a invasão de religiosos com a cruz da conversão recambiaram-nos de volta. Não fora isso e tinham-se tornado numa nação colonizada pela religião. A Europa tem mostrado não ter essa lucidez que eles tiveram e tem aberto as portas a uma religião-cultura-ideologia totalitária que recusa reformar-se e que presta culto à violência, à subjugação, à degradação humana, à escravidão e à morte.


June 20, 2026

França: livrarias muçulmanas por todo o lado com livros a apelar à pedofilia, à escravatura sexual, à violência contra gays e a chamar prostitutas às europeias

 

Ninguém os incomoda porque seria islamofobia. Onde estão as feministas? Caladinhas e obedientes a estes machos cujo nome não se pode dizer. Até quando?


Aqueles cujo nome não se pode dizer



from the Rape Gang Inquiry Report


Salman Rushdie faz 79 anos


(Em 2022 foi esfaqueado quando defendia publicamente, numa palestra, a liberdade de expressão. Esta é a consequência lógica dos 'colectivos' defensores do lápis azul)


Hoje, Salman Rushdie faz 79 anos. Em 1989, o regime de Teerão condenou-o à morte. O aiatolá Khomeini exortou todos os muçulmanos do mundo a assassinarem um escritor simplesmente porque não gostava do seu romance. Khomeini já faleceu há mais de 35 anos. Mas a sua sentença de morte continua em vigor; ainda em 2017, o seu sucessor, Khamenei, reafirmou o veredicto.

E nunca se tratou apenas de palavras. O tradutor japonês de Rushdie foi assassinado, o seu tradutor italiano esfaqueado e o seu editor norueguês alvejado. O terrorismo islâmico contra um único livro chegou até Tóquio, Milão e Oslo. Em 2022, Rushdie foi finalmente esfaqueado em público, no palco, precisamente durante uma palestra sobre a liberdade de expressão. Perdeu um olho; o agressor venerava um fanático morto há décadas.

Essa é a essência do islamismo. Não tolera nenhuma palavra livre, nem um romance nem sequer uma piada. E enquanto um escritor teme pela sua vida há quase quarenta anos, o Ocidente negocia com os seus perseguidores, corteja o regime e, no final, chega mesmo a transferir-lhe dinheiro.

Quem leva a liberdade a sério não negocia com aqueles que colocam escritores em listas de morte. Chama-lhes pelo nome: inimigos de toda a sociedade livre.


June 10, 2026

Espanha, no espaço de umas horas


Precisamos muito de imigrante extremamente violentos nas nossas sociedades. Todos os dias vejo umas 20 ou 30 notícias destas em cidades europeias no espaço de uns minutos nas redes sociais.


Barcelona.


País Basco

 


Ibiza

 


Barcelona (ontem) - um asilado islamita cortou a garganta a uma mulher no meio da rua em plena luz do dia.

🎯 Inglaterra

 



June 07, 2026

"Porque Não Discuto com os Críticos de Israel"

 


(podia ter escrito este artigo porque é exactamente isto que penso)

Porque Não Discuto com os Críticos de Israel

Uma nota para a Comunidade Making Sense

Sam Harris

Muitos leitores e ouvintes do podcast têm-se mostrado consternados com o meu apoio persistente a Israel e instam-me agora a debater com alguém — na verdade, com qualquer pessoa — retirada de um elenco crescente de académicos, oportunistas e lunáticos morais que fizeram desse país atribulado a sua obsessão profissional ou psiquiátrica. A Comunidade Making Sense parece ter herdado essa mesma fixação, o que levou a algumas trocas de palavras acaloradas nos últimos dias. Já expliquei a minha posição sobre Israel em vários episódios do podcast e nas minhas intervenções públicas, mas talvez seja útil resumi-la aqui.

Primeiro, a minha atitude geral: não estou interessado em explorar todas as formas pelas quais Israel falhou — desde a aliança corrupta do primeiro-ministro Netanyahu com a extrema-direita, passando pelos muitos crimes cometidos por colonos na Cisjordânia, até às mortes de civis inocentes em várias guerras — porque nenhuma dessas falhas, por mais graves que sejam, alterará a minha convicção de que (1) a diferença ética entre Israel e os seus inimigos continua a ser enorme e (2) a obsessão global com o Estado judeu, como se este fosse o pior vilão entre as nações, é desprezível, sendo produto de mentiras e ilusões recorrentes.

Em seguida, uma regra simples: como já sugeri em pelo menos uma discussão na Comunidade, se a minha intransigência nestas matérias vos parece incompreensível, talvez ajude perceber que, por alguma razão, considero o 'Islão militante' dez vezes pior do que vocês o consideram. 

Quando falo de «jihadistas» e dos seus diversos grupos — Hamas, Hezbollah, al-Qaeda, Estado Islâmico, Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), etc. — refiro-me a pessoas que considero piores do que os nazis (sendo os jihadistas, essencialmente, nazis que têm a certeza de ir para o Paraíso). As minhas opiniões sobre o conflito no Médio Oriente não mudarão fundamentalmente, a menos que os meus críticos apresentem provas de que Israel se tornou tão mau quanto os seus inimigos.

No entanto, podem ter a certeza de que, se as Forças de Defesa de Israel (IDF) se transformarem num culto da morte que utiliza a sua própria população civil como escudos humanos (e que, ainda assim, permanece amplamente popular); se os israelitas comuns começarem a celebrar o martírio acima de qualquer outra prioridade terrena, produzindo gerações de fanáticos suicidas de olhar brilhante; se os habitantes de Telavive passarem a aprovar a captura de bebés palestinianos, mulheres idosas e outros não combatentes como reféns e depois se reunirem aos milhares, clamando pela sua morte — se, por outras palavras, os israelitas começarem a assemelhar-se aos palestinianos — então deixar-me-á de importar quem vence esta guerra. 

Até que isso aconteça, continua a existir um abismo entre os dois lados, e acredito que devemos concentrar-nos em compreender quão brutalizante é para qualquer sociedade livre enfrentar inimigos que podem afirmar sinceramente «amar a morte» mais do que os outros amam a vida — porque esse tem sido o dilema de Israel durante a maior parte de um século.

O problema no Médio Oriente não é, e nunca foi, a existência do Estado de Israel. O problema é o jihadismo, o islamismo, o extremismo islâmico, o islamofascismo, o Islão militante — ou quaisquer palavras que se queiram utilizar para descrever a agressividade e a loucura triunfalista daqueles que levam demasiado a sério as doutrinas mais perniciosas do Islão.

Não debato a história do Médio Oriente porque a considero irrelevante para resolver o conflito naquela região. Naturalmente, muitas pessoas insistem que devemos desembaraçar e reconsiderar cada fio dessa história, recuando pelo menos um século. A razão pela qual estou convencido de que isso é uma tarefa inútil é simples: palestinianos e israelitas possuem narrativas divergentes sobre o passado, e nenhuma quantidade de estudo ou debate conseguirá reconciliá-las.

O que é muito mais importante compreender — e creio que é realmente a única coisa que vale a pena considerar — é o que os actuais habitantes de Israel, dos territórios palestinianos e dos Estados árabes circundantes querem da vida neste momento. (Não aquilo que fingem querer, nem aquilo que algumas famílias reais desejam enquanto as suas populações querem algo completamente diferente.) O que desejam realmente alcançar os judeus e os muçulmanos da região? Pelo que estão dispostos a sacrificar-se? Pelo que estão dispostos a morrer? E pelo que estão dispostos a deixar os seus filhos morrer?

Quando nos concentramos desta forma no presente, se formos honestos, temos de reconhecer que existem duas realidades muito diferentes em cada lado deste conflito: culturalmente, psicologicamente, eticamente, espiritualmente — em todos os aspectos que importam. 

Sim, Israel também tem os seus fanáticos religiosos. Mas não são o mesmo tipo de fanáticos que encontramos no Hamas ou no Hezbollah, e são muito menos representativos da cultura envolvente. Apesar de tudo o que pode ser dito contra o primeiro-ministro Netanyahu, a extrema-direita israelita e os colonos da Cisjordânia — e há muito a condenar — continuo a acreditar que o seguinte permanece verdadeiro:

Se os palestinianos depusessem as armas, haveria paz. Poderia haver uma solução de dois Estados; poderia até haver uma solução de um só Estado; não faria diferença. Se os palestinianos simplesmente deixassem de matar judeus e deixassem de construir uma cultura que celebra o assassínio sem sentido e o martírio como os seus valores mais elevados, poderia existir uma sociedade diversa, tolerante e próspera entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo. Poderia ter existido há oitenta anos. Porém, se os israelitas depusessem as armas, haveria um genocídio. Isto era obviamente verdade a 7 de Outubro de 2023. E para qualquer pessoa que tenha prestado atenção, tem sido verdade em todos os outros dias desde a fundação do Estado de Israel.

A verdade é que nunca soube como Israel deveria ter respondido aos acontecimentos de 7 de Outubro. Apenas sei que Israel, juntamente com todas as outras sociedades livres, tem de derrotar o Islão militante. A forma de o fazer é genuinamente discutível. Mas esse não é o ponto de discórdia entre os críticos de Israel, especialmente à esquerda. Para eles, preocupar-se com o Islão militante — mesmo em Israel, mesmo na sequência do pior massacre de judeus desde o Holocausto — é apenas mais «islamofobia». É apenas mais «colonialismo» e «racismo» (como se esta última acusação fizesse algum sentido no Médio Oriente).

Se quiser compreender a minha visão deste conflito, basta fazer uma única pergunta, aquela que esclarece tudo no presente:

O que faria cada lado se tivesse o poder para fazer tudo o que quisesse?

Embora muitos finjam o contrário, toda a gente conhece a resposta a esta pergunta com uma certeza moral praticamente absoluta.

Se o Hamas tivesse o poder, perpetraria um verdadeiro genocídio em Israel. O grupo afirmou o seu compromisso com esse objectivo em inúmeras ocasiões, tanto antes como depois de 7 de Outubro. E, embora seja verdade que o ódio aos judeus em todo o mundo muçulmano foi enormemente agravado por um século de fascínio pela propaganda nazi e pelas teorias da conspiração, essa hostilidade não é apenas um fenómeno moderno. Existe, por exemplo, um famoso hadith que prevê que o 'Fim dos Tempos' não chegará até que as próprias pedras e árvores clamem: «Ó muçulmano, há um judeu escondido atrás de mim; vem matá-lo.» Não surpreende, portanto, que o Hamas tenha citado este hadith na sua carta fundadora.

A maioria dos palestinianos sabe isto e, ainda assim, o Hamas continua popular. 

Durante mais de uma década, o Hamas desviou ajuda externa que se destinava a melhorar a vida em Gaza e utilizou-a para construir o maior abrigo antiaéreo que a nossa espécie alguma vez construiu — centenas de quilómetros de túneis — e, no entanto, não permitiu que os civis palestinianos se refugiassem neles durante a guerra. Porquê? Porque o Hamas utilizava esses homens, mulheres e crianças como escudos humanos. E quando Israel telefonou e enviou milhões de mensagens de texto a pedir aos civis que evacuassem determinadas zonas, os altifalantes das mesquitas mais próximas alertavam-nos para permanecerem onde estavam. Atiradores do Hamas mataram muitos dos que tentaram deslocar-se para locais mais seguros. Os palestinianos sabem tudo isto e, ainda assim, o Hamas continua popular. Mesmo depois de toda a devastação que o Hamas trouxe sobre o seu próprio povo, continua a ser a facção palestiniana mais popular, muito à frente da sua rival, a Fatah. É por isso que não existe paz no Médio Oriente.

O sofrimento em Gaza é terrível e eu nunca fingi o contrário. Mas o sofrimento noutros lugares — sofrimento em que não estão a pensar — é igualmente real. Devem perguntar a si próprios porque não se preocupam mais com ele. Essa diferença, tanto emocional como politicamente, é aquilo que significa perder uma guerra de informação.

Não vimos todas as crianças mortas no Iémen, na Síria ou no Sudão, onde os números são muito piores do que em Gaza, mas toda a gente testemunhou a pornografia da miséria e da morte que tem sido produzida de forma contínua pelos apoiantes do Hamas. 

Poderão pensar que a vossa preocupação especial com Israel resulta do facto de nós (americanos) fornecermos muitas das armas que as Forças de Defesa de Israel utilizam para matar palestinianos. Mas também fornecemos armamento à Arábia Saudita e aos Emirados Árabes Unidos para uma guerra no Iémen que matou cerca de 377 mil pessoas. Onde estavam os protestos? Onde estava a indignação moral das celebridades perante os mortos iemenitas? Porque não fez Zohran Mamdani da sua oposição a esse mal um tema central da sua campanha para presidente da Câmara de Nova Iorque? 

O Iémen foi durante anos a pior crise humanitária do mundo, com armamento e apoio logístico norte-americanos profundamente implicados, e, no entanto, nunca se tornou a obsessão moral organizadora das universidades, dos meios de comunicação social, das redes activistas ou da política de esquerda da forma como Gaza se tornou.

Assinalar este facto não é cometer o pecado retórico do «whataboutism» («e quanto a...»). Pelo contrário, expõe uma gritante disparidade moral: o mundo simplesmente não se importa quando muçulmanos matam outros muçulmanos — e, surpreendentemente, também não parece importar-se muito quando matam cristãos — mas importa-se enormemente quando são judeus a fazê-lo. 

A Assembleia Geral das Nações Unidas e o seu Conselho de Direitos Humanos aprovaram mais resoluções contra Israel do que contra todos os outros países do mundo combinados, incluindo Coreia do Norte, Irão, Rússia, China, Síria, Sudão e Iémen. Alguns destes países cometeram genocídios reais. Nada disto faz sentido. 

Mas este é o mundo em que vivemos.

Das 193 nações do mundo, dois terços foram criadas por cartógrafos que imaginaram as suas fronteiras sem grande consideração pelos interesses tribais das populações que nelas viviam. De facto, mais de metade dos Estados actuais foram criados depois de 1948, o ano da fundação de Israel. E, no entanto, há apenas um cuja legitimidade continua a ser debatida em toda a parte. Há apenas uma nação na Terra que tem constantemente de defender o seu direito à existência, mesmo quando a sobrevivência do seu povo é ameaçada por inimigos que proclamam abertamente intenções genocidas.

Esta obsessão com Israel, e o duplo critério moral a que o seu povo é sujeito, constitui hoje o centro de gravidade dessa aflição moral mutável amplamente conhecida como «anti-semitismo».

Passei a maior parte da minha vida a acreditar que o anti-semitismo perigoso pertencia ao passado, pelo menos no Ocidente. Infelizmente, a reacção ao 7 de Outubro lançou sérias dúvidas sobre essa convicção. As atrocidades cometidas pelo Hamas revelaram um nível de ódio aos judeus, à escala global, que chocou até aqueles de nós que estudam o anti-semitismo há grande parte das suas vidas. 

Crucialmente, esse ódio manifestou-se antes de Israel invadir Gaza. Quando os corpos dos jovens mutilados e assassinados no Festival de Música Nova ainda estavam a ser identificados, já havia estudantes em Harvard e professores em Columbia — bem como manifestantes em Nova Iorque, Londres, Sydney e Toronto — a celebrar os seus assassinos.

Porque é que o anti-semitismo importa? Bem, para os judeus, é óbvio porque importa, mas porque deveria importar a toda a gente? Importa porque, quando observamos aquilo que os anti-semitas também odeiam, verificamos que odeiam tudo aquilo que torna possíveis sociedades culturalmente ricas, diversas e abertas. 

Os verdadeiros anti-semitas trazem consigo mais do que apenas o ódio aos judeus: trazem censura, repressão política, pensamento conspirativo e políticas de desumanização e procura de bodes expiatórios. Por isso, denunciar o anti-semitismo não é um acto de defesa de interesses particulares. É uma defesa da arquitectura moral e institucional de que as sociedades livres necessitam.

Permitam-me concluir com uma observação mais geral dirigida aos membros da Comunidade Making Sense: muitos de vós escreveram-me para dizer que perderam o respeito por mim por causa desta questão (ou que continuam a valorizar o meu trabalho, mas que estão dispostos a «dar-me um desconto» no que toca a Israel). Rejeito esse enquadramento, e penso que também o deveriam rejeitar. Ninguém deve fazer parte desta comunidade apenas porque concorda comigo. Não estou a dirigir um partido político, e não existe nenhuma linha oficial que eu, ou qualquer outra pessoa, tenha de seguir.

Se caí de um pedestal porque disse algo com que não concordam, então o problema era o pedestal, não a divergência de opiniões. Evidentemente, se acreditam que vos estou a mentir ou que, de algum modo, me falta integridade, então devem partir e não olhar para trás. No entanto, se simplesmente pensam que estou enganado — mesmo sobre algo importante, e especialmente sobre algo importante — encorajo-vos a continuar a participar, trazendo melhores provas e melhores argumentos.

Afinal de contas, é precisamente para isso que serve uma verdadeira comunidade intelectual e moral.

https://samharris.substack.com/p/why-i-wont-debate-critics-of-israel


June 04, 2026

O ISIS foi derrotado mas depois tiraram-nos da cadeia e eles espalharam-se


Tablighi Jamaat (TJ), um nome a guardar.

O islamismo é um movimento teocrático totalitário colonialista que se se espalha consistentemente pela força, como se vê neste mapa, ou pela astúcia de se infiltrar nas universidades, instituições e política local, como tem feito na Europa.

Aquele pontinho encarnado que mal se vê no meio de um oceano verde é Israel. Pois é.



 

June 01, 2026

Na Europa há uma epidemia de violência contra as raparigas

 

Em outros países também há mas nunca deixou de haver. Aqui estava a diminuir já há muito tempo. Regressou em força. Os números crescem exponencialmente e são assustadores. 

Quanto a mim esta epidemia de violência contra as raparigas e as mulheres deve-se primeiramente à religião islâmica que se infiltrou no Ocidente e apela abertamente à violência contra as raparigas e mulheres, sem nenhum incómodo das autoridades e até com conluio na ocultação dos factos e desculpação dos criminosos. Todos os dias vejo uma dezenas vídeos novos, seja de líderes islâmicos nas mesquitas europeias a apelar ao apedrejamento de mulheres ou à sharia mais outros de violadores de raparigas que foram desculpados pelo tribunal - o de ontem foi porque a violação só durou 11 minutos, o que o juiz considerou pouco tempo. 

Homens que até há uma dezena ou duas de anos escondiam a sua violência, agora exibem-na publicamente como uma medalha ao peito, porque a narrativa dominante é que as mulheres não existem enquanto tal, têm liberdade a mais e foi-se longe demais em considerar as mulheres seres humanos iguais em direitos aos homens. 

Antes de ontem, na Holanda, um polícia raivoso atirou com enorme violência uma grávida ao chão, sem nenhuma provocação. Ontem foi em Espanha (vídeo abaixo)

A outra religião que aproveitou a boleia deste epidemia de violência foi a cristã evangélica que partilha essas ideias sobre as mulheres e as difunde publicamente desde a Casa Branca - sendo o Brasil um outro grande exportador de violência dessa religião contra as mulheres. São colonizadores, só que em vez de cobiçarem países para explorar, cobiçam a exploração e submissão de mulheres. 

Infelizmente, muitas homens de esquerda que se consideram progressistas são grandes apoiantes deste regresso ao machismo duro e, pior ainda, muitas mulheres também o são. Mesmo o Papa, que já teve palavras de apoio à religião islâmica, ainda não teve uma palavra para condenar o barbarismo do islão contra as crianças, as raparigas e as mulheres. Não sei se é hipocrisia de velho macho, cegueira dogmática ou puro desinteresse pela vida e destino de metade da humanidade.


May 31, 2026

A luta de Pahlavi contra a República Islâmica

 

Prince Reza Pahlavi: What we are witnessing is not a sign of the Islamic Republic's strength, but rather a sign of the free world's inability to comprehend the true nature of the threat it faces.

"Tomámos Paris em 3 horas" (um alauakebar)

 

São sempre os mesmos. Só sabem destruir. Vêm com os seus comportamentos de violência tribal e dominação de machos com total ausência de controlo de impulsos e a cabeça cheia de uma ideologia do séc.VII.


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May 30, 2026

Fala-se pouco da luta dos iranianos para se livrarem da República dos pedófilos nº2

 

Não ter noção

 

May 28, 2026

Não somos islamofóbicos por não querermos isto na nossa terra

 

Antuérpia. Putos da escola assediam raparigas no autocarro por não estarem cobertas com hijabs e terem pele à mostra.