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September 05, 2026

A nova-esquerda defensora do islamismo



@visegrad24

Um estudante holandês de 14 anos ficou a lutar pela vida depois de dois adolescentes sírios, de 15 e 16 anos, o terem atacado em Grijpskerk, na Holanda.

Dion van den Berg estava a sair de uma piscina quando os dois adolescentes o atacaram com um golpe violento no pescoço.

A artéria do pescoço de Dion rompeu-se, fazendo com que um coágulo sanguíneo chegasse ao cérebro e provocasse um AVC. Ficou paralisado de um lado do corpo e foi levado às pressas para o hospital com ferimentos que colocavam a sua vida em risco.

O suspeito de 16 anos tinha-se juntado à turma de Dion alguns meses antes. A escola tinha dito aos alunos para não reagirem quando o rapaz apresentasse comportamentos preocupantes, incluindo bater nos colegas «sem motivo aparente», porque ele tinha passado por muitas dificuldades na Síria e estava a passar por um momento difícil.

🎯

 

As mulheres são avisadas para não irem sozinhas para países como o Afeganistão, o Irão, a Arábia Saudita e outros países islâmicos por serem extremamente perigosos. Então, porque razão se haveria de deixar vir para cá homens desses países?


O islão explica-se a si mesmo

 

São estas pessoas que nova-esquerda defende nos meios de comunicação social todos os dias.


Temos que pôr os olhos em Inglaterra e tirar lições

 

Os ingleses levaram tanto tempo a falar contra as violações de raparigas inglesas com medo dos islamitas e medo de serem cancelados pela esquerda que agora que começaram a falar e a querer saber, estão num ponto de ruptura interna: ingleses contra ingleses. Temos que pôr os olhos em Inglaterra e tirar lições para não chegarmos a este estado. Não permitir aqui enclaves. Nenhum sítio pode ser capturado por islâmicos e transformado numa ilha onde os portugueses e outros não-islâmicos não entram com medo. Ou ter a polícia a esconder os números e os dados dos crimes, para não ofender os criminosos ou para o povo não falar contra os criminosos.

Na Dinamarca separam os grupos e não deixam que cresçam até dominarem cidades como acontece na Suécia, Inglaterra, França, Holanda. Total intolerância à lei da sharia. Em Birmingham há um projecto de lei para prender até 6 anos qualquer um que exponha a bandeira inglesa publicamente. As outras bandeiras -islâmicas, da Palestina, Paquistão, etc- são bem vindas. Parece uma piada mas não é. 

Nas escolas devia ser proibido usar hijabs como já acontece em França, depois de rapazes islamitas entrarem nas escolas tapados e decapitarem professores ou atacarem-nos à faca ou entrarem atrás de raparigas para violações. 

Devíamos adoptar o código de Singapura que proíbe e restringe discursos, pregações e grupos religiosos considerados intolerantes para com outras religiões ou grupos sociais, ou ameaçadores à coesão e equilíbrio social do país. Expulsam-nos. 

A má imagem dos islamitas não se deve a saber-se dos seus crimes. Deve-se a cometerem os crimes graves e a serem acobertados por governos e pela justiça em muitos países.

Isto é no Michigan

 

A Assembleia Geral da ONU vai realizar uma homenagem solene ao ditador do Qatar

 

O Islão explica-se a si próprio

 

Europa contra a teocracia

 


Europa contra a teocracia

 

September 04, 2026

Qatar

 

September 03, 2026

A Áustria proibiu as raparigas de usar o véu até aos 14 anos dentro das escolas



A França já proíbe há muito tempo o véu dentro das escolas e não restringe aos 14 anos, é para todas as raparigas e mulheres dentro de escolas, desde que os islamitas começaram a entrar velados dentro de escolas para atacar professores ou alunos ou até para os decapitar. Estamos em países com leis seculares. Se querem teocracia, vão para um país islâmico. Há mais de 50 para escolher. O islão é uma ideologia totalitária e até ser reformado não se pode deixar que esteja aqui a minar os valores e princípios europeus.

A Áustria aprovou uma lei que proíbe as raparigas com menos de 14 anos de usarem lenços islâmicos e véus que cubram o rosto nas escolas.
A medida entra em vigor em setembro de 2026, no início do ano letivo.
A restrição abrange escolas públicas e privadas, tanto durante as aulas como nos intervalos.
São proibidos os tradicionais véus islâmicos, como o hijab e a burca.
Aos prevaricadores, numa primeira fase, as escolas falarão com os pais e com as alunas. Se as infrações continuarem, os pais poderão ser multados entre 150 e 800 euros (cerca de 175 a 930 dólares).
Os responsáveis governamentais afirmam que a lei promove a igualdade entre homens e mulheres e protege as crianças mais jovens contra uma exposição precoce à pressão e fanatismo religiosos.

 


September 01, 2026

Inglaterra: soube-se de centenas de 'casamentos' islâmicos pedófilos forçados com crianças



Tal qual como no Afeganistão e no Sudão. O fundador do Instituto de Oxford para o Islão Britânico diz aqui que não percebe como a sociedade está em silêncio (eu percebo: quem fala vai para a prisão) e também que as culturas não são todas iguais, umas são melhores e outras piores pois ficaram no barbarismo e nunca evoluíram.


E isto será a ponta do iceberg pois os pedófilos que impõem lá a lei da sharia não andam a fazer publicidade dos seus crimes de forçarem crianças e adolescentes a 'casar'.
A Inglaterra, vista de fora, é um país a caminhar para a guerra civil e para a auto-destruição, pela razão de uns terem medo dos islamitas e outros lhes venderem o país para ganhar votos na próxima eleição.
Não podemos esquecer que é exactamente este apodrecimento da sociedade que a nova-esquerda portuguesa todos os dias defende para o país.

Fui dar com este espanto de um japonês que podia subscrever:


NOBUNAGA🇯🇵🏯_Natsuki Aoi
@japan_nobunaga

Como japonês, não consigo compreender o que está a acontecer no Reino Unido.
Centenas de milhares de raparigas vítimas de violação por parte de gangues de aliciamento.
Os pais que denunciaram o caso foram detidos.
As raparigas foram castigadas pela polícia.
Os violadores são desculpados em tribunal.
Os cidadãos são intimidados a ficar calados.
Se isto acontecesse aqui no Japão, já haveria uma guerra civil.
Porque é que as forças armadas britânicas não fazem um golpe de Estado? O que estão sequer a fazer?
Isto não faz absolutamente nenhum sentido para nós. Algum britânico pode explicar esta loucura?

August 31, 2026

Portanto, já somos um sítio de referência para islamitas radicais

 

Obrigada, Costa.

Mulher do mayor de Nova Iorque em Portugal para participar em retiro islâmico por mais de 4.500 dólares

A viagem de Rama Duwaji está a ser criticada por políticos de Nova Iorque, que acusam a mulher do mayor Zohran Mamdani de estar mais interessada em retiros no estrangeiro do que nos problemas da cidade. O encontro, em Arcos de Valdevez, pode custar até 5.260 dólares, cerca de 4.535 euros, por pessoa.

August 26, 2026

Acerca do Islão ser uma religião de paz

 


O islão explica-se a si mesmo

 


August 24, 2026

Afeganistão: os talibãs proibiram as mulheres de habitar o mundo



Devolvamos às mulheres do Afeganistão o direito de existir

Após cinco anos sob o regime talibã, as mulheres afegãs perderam até o direito de viver. Para denunciar este crime de género de uma dimensão sem precedentes e devolver-lhes uma parte dessa existência que lhes é negada, o Le Temps republica esta segunda-feira uma das seis reportagens do Le Monde realizadas em Cabul.

Aline Jaccottet

Desvirtua o amor. Sufoca a liberdade. Rouba sonhos. Destrói vidas. O patriarcado mata. E, como garante privilégios a metade da humanidade, não está prestes a desaparecer. É, aliás, o mais antigo sistema de dominação da História. Em todo o lado, mina a integridade das mulheres, o seu direito fundamental a habitar plenamente o mundo. E a agir nele por aquilo que são, em todos os aspectos: sujeitos.

Destas violações universais, o Afeganistão oferece hoje uma concentração sem precedentes. O machismo transforma as mulheres em objectos? O regime talibã foi ainda mais longe no horror: aniquilou-as. É o único governo do mundo a ter transformado as formas mais extremas do patriarcado numa política de Estado deliberadamente destinada a danificar as mulheres. Um sistema de tal forma extremo que a ONU lançou um processo para alargar o conceito de crime de apartheid à dimensão do género.

Reinventar a linguagem

Seria necessário reinventar a linguagem para apreender a barbárie do Código Penal afegão. A violência doméstica, extremamente generalizada? Legalizada. Para que um marido seja condenado a 15 dias de prisão, a esposa teria de comparecer perante o juiz com ossos partidos e feridas abertas, acompanhada… por um homem da sua família. E já praticamente não pode divorciar-se. Além disso, deixou oficialmente de ser necessário o consentimento das raparigas com menos de 15 anos para que sejam casadas.

Crimes cometidos contra os corpos, mas também contra as mentes. O Afeganistão é hoje o único país do mundo que proíbe totalmente as raparigas de frequentarem a escola. Uma medida cujos efeitos se farão sentir ao longo de várias gerações, ainda que quase todas as 2,4 milhões de alunas confinadas em casa se reúnam diariamente para ouvir a Radio Begum, o meio de comunicação que procura proporcionar-lhes educação dentro de casa.

Do silêncio sepulcral, um grito


Isoladas, ameaçadas, humilhadas, as mulheres afegãs estão a morrer. Vítimas de violência doméstica, da falta de cuidados de saúde; hoje, o Afeganistão apresenta uma das taxas de mortalidade materna mais elevadas da Ásia. Mas também uma das taxas de suicídio mais elevadas do mundo. De tudo isto, não existe qualquer contabilização oficial por parte do governo. Como se, antes de morrerem, elas nunca tivessem realmente vivido.

A repórter Annick Cojean tentou dar conta desta aniquilação numa série de reportagens realizadas em Cabul para o Le Monde. A barbárie que descreve é estupefaciente. Mas aquilo que mais profundamente comove é a bravura das vítimas. Do silêncio sepulcral que pouco a pouco as sepulta, lançam-nos um grito: «Ainda existimos!»

Esta mensagem, o Le Temps quis amplificá-la. Abandonadas aquando da retirada norte-americana do Afeganistão ordenada por Joe Biden em 2021, as mulheres afegãs têm de ser retiradas do seu inferno, de uma forma ou de outra. Isso começa por não esquecer aquilo que elas são: sujeitos.


Saber mais

« Ma façon de me battre, c’est de fournir du boulot aux femmes » : privées d’école et exclues de l’administration, les Afghanes misent sur l’entreprise
Annick Cojean
Le Monde, 21 août 2026 (Abonné.e.s)

« Les talibans prêchent la pureté et la moralité, et ils se ruent pour déshabiller les femmes en prison » : les Afghanes au pays de la terreur
Annick Cojean
Le Monde, 20 août 2026 (Abonné.e.s)

« Quand on leur dit que les grossesses doivent faire l’objet d’un suivi médical, les talibans ricanent » : la santé des femmes mise en danger en Afghanistan
Annick Cojean
Le Monde, 19 août 2026 (Abonné.e.s)

« Vous n’imaginez pas comme les Afghanes se battent et inventent des stratégies pour survivre » : une radio féminine et des écoles clandestines comme lueurs d’espoir
Annick Cojean
Le Monde, 18 août 2026 (Abonné.e.s)

« C’est le terme “apartheid de genre” qui définirait le mieux ce crime odieux commis contre les Afghanes » : les droits des femmes piétinés par les talibans depuis cinq ans
Annick Cojean
Le Monde, 17 août 2026 (Abonné.e.s)

« Notre voisine hurlait : “Les talibans reviennent !”, nous étions pétrifiées » : cinq ans après le 15 août 2021, des Afghanes racontent leur enfer
Annick Cojean
Le Monde, 16 août 2026 (Abonné.e.s)

« Se taire sur l’Afghanistan reviendrait à abandonner les femmes qui demandent la reconnaissance de leur combat »
Collectif
Le Monde, 15 août 2026 (Abonné.e.s)

« Survivre est devenu la priorité » : en Afghanistan, le témoignage rare de femmes abandonnées par le reste du monde
Margot Hutton
TV5 MONDE, 15 août 2026

Comment le régime taliban a généré, en cinq ans, une nouvelle ère de féminicides
Courrier international, 15 août 2026 (Abonné.e.s)

Cinq ans après le retour des talibans : “Personne ne tend vraiment la main aux femmes afghanes’”
Emmanuelle Skyvington
Télérama, 15 août 2026

Audio. Afghanistan, une histoire des droits des femmes
Le Cours de l’histoire, France Culture, 16 août 2026 (Première diffusion, 20 septembre 2024), 58′

Afghanistan : les femmes ont disparu de l’espace public
Nations Unies, 14 août 2026

Vidéo. Tracks East. Afghanistan – Le combat des femmes
Arte, 2026 (Disponible jusqu’au 13/04/2030), 30′

Vidéo. Afghanistan : les soignantes de l’ombre
Arte, 10 août 2026 (Disponible jusqu’au 07/07/2027), 25′

La crise des droits des femmes en Afghanistan est une catastrophe humanitaire
Sepita Hatami (She/Her), Gender Studies researcher; PhD candidate in Comparative Literature, Western University
The Conversation, 25 mai 2026

Afghanistan : quand « l’apartheid de genre » devient une loi d’État
Imad Khillo, Maître de conférences de droit public à Sciences Po Grenoble / Université Grenoble Alpes
The Conversation, 21 mars 2026

Vidéo. Afghanistan : être femme sous un apartheid de genre
Solène Chalvon Fioriti
Arte, 2026 (Disponible jusqu’au 03/04/2029), 5′ 07

Audio. Série : Retours de terrain. Pour les femmes afghanes, de nombreux obstacles pour quitter le pays
Cultures monde, France Culture, 21 novembre 2025, 21′

Un gynocide en Afghanistan ?
Véronique Nahoum-Grappe
Esprit, n° 2025/3, pp. 105-113 (Abonné.e.s)

Vidéo. Afghanistan : exclusion systématique des femmes et des filles | Droits humains | Nations Unies
Organisation des Nations Unies – ONU, Youtube, 11 décembre 2025, 12’48

Vidéo. Fotografica : le combat des coiffeuses afghanes
Arte, 2025 (Disponible jusqu’au 02/11/2026), 3′

Apartheid de genre et répression des femmes en Afghanistan et en Iran : résister à la tyrannie
France Fraternités, 20 novembre 2025

Chela Noori : Être Afghane, c’est porter une histoire de résistance, d’éducation, de culture et de liberté
France Fraternités, 15 octobre 2025

Vidéo. Afghanistan : l’impossible voyage des femmes
Arte, 10 octobre 2025 (Disponible jusqu’au 14/07/2028), 25′

Audio. Mursal Sayas : « L’Afghanistan est maintenant une grande prison pour les femmes »
L’Invité de 7h 50, France Inter, 15 août 2025, 10′

Vidéo. Solène Chalvon-Fioriti : filmer les femmes autrement
Arte, 2025 (Disponible jusqu’au 09/03/2028), 3′

Solène Chalvon-Fioriti qui a réalisé plusieurs reportages en Afghanistan notamment, explique comment la façon de parler des femmes afghanes est souvent problématique. Car à force de dire qu’elles sont victimes, muselées, écrasées, on a tendance à parler à leur place et ne plus laisser d’espace à celles qui veulent s’exprimer malgré tout.

Vidéo. Le pays taliban
Solène Chalvon-Fioriti
Le Monde en Face, france.tv, 2025 (Disponible jusqu’au 05/08/2028), 1 14′

Afghanistan : silence radio pour les femmes avec la suspension de Radio Begum
TV MONDE, 7 février 2025

En Afghanistan, la santé des femmes en péril : « Les conséquences de cette ségrégation sont catastrophiques »
Jacques Follorou
Le Monde, 30 janvier 2025 (Abonné.e.s)

Audio. Femmes afghanes : pour briser le silence
Radio France, 2024, 10 épisodes

L’Afghanistan : « un régime féminicide »
Isabelle Mourgere
TV5 MONDE, 30 décembre 2024

Vidéo. Afghanistan : les femmes sous le joug des Talibans
Arte, 2024 (Disponible jusqu’au 19/03/2027), 11′

Solène Chalvon-Fioriti raconte les changements qu’elle a récemment constatés dans la société civile afghane, qu’elle documente depuis longtemps. Sous le joug taliban, la vie à Kaboul s’est métamorphosée en un quotidien sombre et menaçant où les femmes ont disparu.

Solène Chalvon-Fioriti, réalisatrice : “Ce que les talibans veulent, c’est terroriser les femmes”
Emmanuelle Skyvington
Télérama, 30 août 2024

Vidéo. Afghanistan : Radio Begum, la voix des résistantes
Arte, 26 avril 2024 (Disponible jusqu’au 18/03/2027), 25′

Afghanistan : la guerre des talibans contre les femmes est un apartheid des genres
Vrinda Narain, Associate Professor, Faculty of Law, Centre for Human Rights and Legal Pluralism, McGill University
The Conversation, 16 août 2023

Gros plan : Les femmes en Afghanistan un an après la prise de contrôle par les taliban
ONU Femmes, 15 août 2022

Vidéo. Audition plénière – Situation des femmes en Afghanistan
Sénat, Délégation aux droits des femmes, 25 novembre 2021

Vidéo. Afghanistan : une féministe face aux talibans
Arte, 10 décembre 2021 (Disponible jusqu’au 29/11/2027), 25′

Les talibans réduisent les femmes en esclavage : une réalité que le monde ne peut ignorer
Vrinda Narain, Associate Professor, Faculty of Law, Centre for Human Rights and Legal Pluralism, McGill University
The Conversation, 16 août 2021

Levons le voile sur les femmes en Afghanistan
Sonia Jedidi
Hérodote, n° 2010/1 n° 136, pp. 121-133

August 21, 2026

Islamismo: não escondem ao que vêm


Vêm impor a sharia e se não for a bem é com sangue. E vêm para destruir a democracia e o secularismo


August 20, 2026

As ideologias mais perigosas e mortais

 

E o transfascismo mais:

Se a tua ideia de tolerância exige que as mulheres renunciem aos seus rostos, às suas vozes e à sua liberdade, não estás a defender a diversidade. Estás a defender um apartheid contra as mulheres!


Ghaem Hosseini, 20 anos

 

Enforcado esta manhã pela República Islamofascista do Irão.




August 19, 2026

Eles sabem muito bem que é tudo uma impostura