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October 15, 2026

Trump quer abifar para si e para os dois abutres que o representam os activos russos congelados

 

E, talvez, dar alguma parte a Putin. E têm o descaramento de o dizer em voz alta e publicamente. Isto acontece porque a corrupção e roubo descarado estão já tão impregnados na vida quotidiana desta administração que o povo já a normalizou e eles já não a escondem, como acontece naqueles regimes de jagunços e mafiosos. Então, acreditam que o mundo em geral, que eles pensam ser seu vassalo, também já normalizou a sua pulhice. Aqui está uma outra razão para os europeus descongelarem esses activos russos e usarem para a Ucrânia derrotar o terrorista do Kremlin e estes abifadores profissionais, antes que os consigam roubar.


October 13, 2026

Well, well, well... no meio da guerra a Ucrânia arranja tempo para salvar a democracia americana

 


A Ucrânia agora está a lutar contra a Rússia, contra o Irão, contra a China e contra os EUA de Trump. Portanto, contra os maiores poderes militares do mundo. No meio desta luta, ainda arranja tempo para salvar a democracia americana. A Ucrânia, apenas com a ajuda europeia e de mais 2 ou 3 países.

A Europa pode mais do que pensa. Só tem de largar o lastro que é a ideia de que no futuro precisa da Rússia. Uma ideia que vem daquele terço da Alemanha que é soviético, nasceu na URSS ou é filho de pais soviéticos. Tem familiares e amigos russos e confunde a Rússia com um país amigo. Não é. É um país predador e tem que se lhe arrancar as garras para que fique inofensivo.


October 10, 2026

A tempestade perfeita

 

A pior conjugação possível de líderes no mundo ao mesmo tempo: Putin, um terrorista, Trump, um proto-fascista, e na Europa líderes da nova-esquerda entre os limitados, os oportunistas e os cobardes: na Inglaterra, na França, na Alemanha, na Espanha e até no Canadá. Não resolvem o problema da Rússia nem o do Islão quando ambos são cancros a crescer e a metastizar por falta de tratamento adequado. Os EUA são contra o islamismo e o transfascismo mas a favor do terrorismo da Rússia de Putin. Os europeus (e o Canadá) são contra Putin mas a favor do terrorismo dos islamitas e da opressão das mulheres pelo transfascismo. São um espelho um do outro. O que acontece a quem está no meio desta tempestade e rejeita todos estes fascismos e terrorismos? Teremos que nos juntar e virar contra estes governos de loucos como já estão a fazer na Inglaterra?


September 11, 2026

Isto é bom, mas tens de fazer mais

 

August 12, 2026

Well, well, well

 


July 28, 2026

A Rússia vai provar do seu próprio veneno?

 


A narrativa de um século do Kremlin de invadir países para libertar russos que lá vivem e querem juntar-se à Rússia, vai virar-se contra si mesmo. Agora que se meteram numa camisa de quatro varas com uma guerra de 3 dias que vai em 4 anos e lhes entra pela casa adentro, as regiões extremas, povoadas por gente de outras etnias começa a falar em juntar-se aos povos/países com que fazem fronteira, sendo que alguns, como a China, estão desejando que isso aconteça. A China quer ser a próxima Rússia...

Dado que o Kremlin já não tem pessoal para travar todas essas pretensões porque todos os dias atira milhares de homens para o caixote do lixo da guerra, vai começar a ver a sua terra a diminuir com a mesmíssima narrativa que usou contra outros.

A Rússia é uma pena. Um país enorme e tão rico que desperdiça os seus recursos porque só pensa em colonizar, escravizar, matar, destruir, oprimir, enquanto abandona o povo à pobreza e à opressão. Um povo escravo que em séculos de opressão, primeiro dos Czares, depois dos psicopatas comunistas e agora do fascista do kremlin, não é capaz de se libertar e vive uma vida miserável e pobre que compensa a sonhar com impérios.



July 18, 2026

Como sair da situação? Saindo

 

Este indivíduo fala como se a guerra tivesse uma origem dual, mas não, foi unilateral, a Rússia invadiu a Ucrânia, a Ucrânia foi invadida. E diz que a guerra é uma catástrofe que criou uma paisagem lunar. Sim, mas do lado da Ucrânia porque a Rússia não foi sujeita a uma terraplanagem nem a Ucrânia anda a visar civis. Não sabem como sair da situação? Saindo pela mesma estrada por onde entraram. Continuo a pensar que enquanto os russos não virem o Kremlin ferido de morte não percebem que o imperialismo tem custos insustentáveis e como têm sido sujeitos a uma propaganda irrealista de vitória, só um grande choque os prepara para a derrota. Esperamos todos que a Ucrânia não faça um intervalo para resolver assuntos internos. Não se podem dar a esse luxo.

July 12, 2026

Se a Ucrânia tivesse armas para se defender já tinha acabado com a guerra

 

Há uma diferença abissal, em favor da Ucrânia, quanto à competência e eficácia dos exércitos. Mas Ursula von der Leyen e Kaja Kallas andam ocupadas a escrever papéis contra judeus, sabe-se lá influenciadas por quem... Guterres? Costa terá um papel nisto? Seja como for, são estas coisas que ainda dão esperança a Putin.

July 09, 2026

Em quem se inspiraram os russos para raptar as crianças ucranianas e treiná-las contra os seus próprios pais?

 

Onde é que os russos foram buscar a ideia de raptar os filhos dos ucranianos, levá-los para a Rússia e treiná-los para lutar contra os seus próprios pais e o seu próprio país? Ao sistema otomano do Devshirme. 


June 03, 2026

"This is a world war"

 


June 01, 2026

Russos descobrindo os custos do imperialismo

 


May 03, 2026

Lest we should forget that Trump is a Russian asset...

 

Lest we should forget that Trump is a Russian asset, here’s Senator Sheldon Whitehouse to remind us. TokTok - http://vm.tiktok.com/ZNRpR45fb/

- Truth Matters

Ler no Substack

Na Rússia, a revolta com as dificuldades começa a superar o medo

 

May 02, 2026

Resultado da conversa de Trump com Putin? Retirada de tropas da Alemanha

 

O facto de Trump ter retirado 5000 soldados americanos da Alemanha logo após ter falado com Putin é mera coincidência?

Retirar as tropas da Alemanha é um autogolo

As forças americanas na Europa estão lá para defender os interesses dos Estados Unidos.

ERIC S. EDELMAN E FRANKLIN C. MILLER

Um olhar mais detalhado sobre a Alemanha mostra que os Estados Unidos mantêm actualmente cerca de 35.000 militares no país, incluindo cinco guarnições do Exército, os quartéis-generais do Comando Europeu e do Comando Africano, e os campos de treino em Vilseck, Hohenfels e Grafenwöhr (que são os melhores e maiores centros de treino de forças terrestres fora dos Estados Unidos). 

Além disso, o centro médico militar de Landstuhl é o maior e mais sofisticado centro médico militar norte-americano fora dos EUA e serve tanto os teatros de operações do Comando Europeu como do Comando Central. A Força Aérea dispõe de um importante centro de transporte em Ramstein, que também apoia operações desses dois comandos. 

Se estas infraestruturas não existissem já no início da guerra com o Irão, teríamos de as ter criado. Reduzi-las ou eliminá-las degradaria — ou até paralisaria — operações militares que hoje damos por garantidas.

No entanto, os erros estratégicos não ficam por aqui. De forma inexplicável, Trump acabou de cancelar o destacamento previsto do sistema de mísseis hipersónicos de longo alcance Dark Eagle do Exército para a Alemanha, onde serviria para contrabalançar os mísseis russos Oreshnik e Iskander já posicionados. Isto foi um presente para Vladimir Putin, com quem Trump falou há apenas alguns dias.

Para além da perda militar representada pela redução de tropas, o custo financeiro de tal imprudência — mesmo que essas forças sejam deslocadas para outros países da NATO cujos líderes o presidente chama de “amigos” — atingiria provavelmente, no mínimo, várias centenas de milhões de dólares, um desperdício total numa altura em que o Departamento de Defesa apela a um aumento da despesa para reconstruir o aparelho de defesa dos EUA. 

Cada dólar gasto a deslocar tropas e equipamento pela Europa é um dólar que não pode ser investido na reposição das reservas cada vez mais reduzidas de munições críticas.

A presença militar dos EUA em Espanha é menor do que na Alemanha, mas inclui a base naval de Rota, onde estão estacionados quatro destroyers de defesa anti-míssil estrategicamente posicionados para proteger aliados no sudoeste da Aliança — bem como para vigiar o Estreito de Gibraltar, que liga o Mar Mediterrâneo ao Oceano Atlântico. 

A Força Aérea tem também uma presença significativa no oeste de Espanha, em Morón, a partir de onde facilita operações logísticas e expedicionárias. Tal como na Alemanha, estas duas localizações estão perfeitamente posicionadas para apoiar e sustentar a projeção global de poder dos EUA.

A retirada de forças norte-americanas das suas bases em Itália criaria uma enorme lacuna no dispositivo avançado. A presença dos EUA em Itália inclui uma ala de caças em Aviano, uma brigada aerotransportada de reação rápida em Vicenza, um esquadrão de segurança da Força Aérea essencial para apoiar a participação italiana na força nuclear de dupla capacidade da NATO, uma estação aérea naval chave na Sicília — absolutamente central para os esforços aliados de guerra anti-submarina no Mediterrâneo —, o quartel-general da Sexta Frota e uma grande actividade de apoio naval. 

Remover estas forças de Itália destruiria a capacidade dos Estados Unidos de dominar o Mediterrâneo Oriental, o que seria uma boa notícia para a Rússia e a China, mas muito menos para Israel e outros parceiros de segurança dos EUA no Médio Oriente, sem falar dos aliados da NATO no sudeste da Europa.

O PIOR DESTES CENÁRIOS ainda não foi ordenado, mas o facto de o Presidente Trump ter determinado a saída de um em cada sete militares norte-americanos estacionados na Alemanha sugere que leva a sério uma redução da presença militar na Europa. 

No conjunto, este impulso, motivado por ressentimento, não só diminuiria a capacidade de projecção de poder dos EUA, como também reduziria significativamente a postura de dissuasão e defesa da NATO.

Talvez essa seja a intenção do presidente. A sua persistente incapacidade de compreender o valor da aliança para os Estados Unidos, bem como a sua animosidade de longa data em relação à NATO, têm levado repetidamente a ponderações sobre a saída da aliança. A legislação atual impede-o de abandonar a NATO sem aprovação do Congresso, algo que dificilmente obterá, a julgar pela ovação de pé que o Rei Carlos III recebeu ao elogiar a aliança no seu recente discurso perante uma sessão conjunta do Congresso.

A retirada de forças pode ser uma forma indireta de enfraquecer a NATO. Se é esse o plano de Trump, então que esse debate seja feito às claras. A maioria dos norte-americanos apoia a NATO e o papel dos EUA nela. Se Trump quiser mudar a política, primeiro terá de mudar essa opinião.



April 28, 2026

Os inimigos dos nossos amigos são nossos inimigos também

 

Netanyahu faz negócio com terroristas contra outros terroristas

 

É igual a Trump que faz negócios com Putin contra os terroristas do Irão.

April 25, 2026

A única coisa que evolui na campanha russa é o número de mortos

 

April 24, 2026

Isto tem remédio

 

E o remédio é os países avisarem já que não vão a nenhuma cimeira com a Rússia e não irem mesmo. Ficam os EUA a falar com a Rússia, a China, a Índia, e mais 3 ou 4 bandidos. Será muito útil... e mais deve avisar que, se o avião de Putin passar pelo espaço dos seus países prendem-no.


Casa Branca vai convidar Rússia para cimeira do G20 na Florida



April 19, 2026

As coisas na Rússia estarão muito pior do que parecem?

 

Para que já se peça publicamente a cabeça de Putin e seus capangas com aplausos e sem medo de cair de uma janela... de qualquer modo ele não percebe que faz parte do problema, pois só a questão económica o fez falar. Que a Rússia ande a matar ucranianos, a raptar crianças e a destruir um país não lhe causou nenhuma febre.


March 03, 2026

A experiência da Ucrânia com drones é a mais avançada do mundo