September 14, 2026
September 13, 2026
Well, well, well
One of Sweden’s best journalists Per Gudmundson has just published an article about how the Muslim Brotherhood infiltrated the Swedish Social Democratic Party.
— Visegrád 24 (@visegrad24) September 13, 2026
It isn’t mentioned in the article, but Qatar has heavily funded the MB’s activities in Sweden.
Gudmundson writes;
“On… pic.twitter.com/KxOoo4euL9
September 05, 2026
Europa contra a teocracia
In Switzerland, a Muslim woman is furious because the Canton of Zurich is restricting the wearing of hijabs in schools and public places. She calls this oppression against women and urges Muslims to organize and vote so this law can be overturned.
— Alpha Wolf 🐺 (@Crazyunfill94) September 5, 2026
She doesn't care at all about… pic.twitter.com/RQNbx8Xncp
September 02, 2026
O que vem a ser isto?
Ela está aqui a defender que a UE deve roubar o dinheiro das poupanças das pessoas? Ir à conta e roubar dinheiro? Não chega os impostos que pagamos? A Europa é a nova Cuba onde não somos donos do dinheiro que poupámos do que nos custou a ganhar? Vão roubar-nos o dinheiro que toda a vida descontámos para as pensões? Vão jogar na bolsa com ele? Estou a ouvir bem este plano comunista ou estou a perceber mal e é outra coisa qualquer?
JUST IN - EU President Ursula von der Leyen says that people's savings accounts are a problem
— Tablesalt 🇨🇦🇺🇸 (@Tablesalt13) August 31, 2026
and that she must put this money "to the service of European companies"
says her plan to "securitize them" and "supervise them"
They're coming for your savings, Europe. pic.twitter.com/zhlXndiAHg
September 01, 2026
Os americanos a darem tiros nos pés
A França acaba de proibir a utilização do Windows em 2,5 milhões de computadores do governo.
Os EUA impuseram sanções ao Tribunal Penal Internacional. A Microsoft bloqueou o acesso do procurador-geral ao seu email da noite para o dia. Com um simples clique toda uma instituição ficou sem acesso ao email.
Eis o que deve fazer para proteger os seus:
1. A França ordenou a todos os ministérios que abandonassem o Windows, o Teams, o Zoom e toda a tecnologia norte-americana. 2,5 milhões de computadores estão a migrar para o Linux.
2/ Transferir e-mails confidenciais
Todos os e-mails no Gmail ou no Outlook estão sujeitos à legislação dos EUA.
Crie uma conta gratuita no ProtonMail. Com sede na Suíça. Criptografia de ponta a ponta. Fora da jurisdição dos EUA. Transfira para lá os e-mails médicos, jurídicos e financeiros. Guarde o Gmail para as newsletters.
3/ Transferir ficheiros confidenciais
O Google Drive e o OneDrive são empresas norte-americanas. A lei CLOUD Act aplica-se a tudo o que estiver armazenado nessas plataformas.
Transfira tudo o que for sensível para um disco local, uma pen USB encriptada ou uma nuvem europeia, como o Tresorit ou o Filen.
Guarde o Google Drive para ficheiros que não se importe que outras pessoas vejam.
4/ Encripte as suas mensagens
O iMessage e o WhatsApp são empresas dos EUA. O Signal tem encriptação de ponta a ponta, é de código aberto e não armazena nada.
Instale o Signal. Transfira para lá as conversas sensíveis. Só funciona quando ambas as partes o utilizam.
5/ Substitua o Microsoft Office
Tudo o que escreve no Word, Excel ou PowerPoint passa pelos servidores da Microsoft.
Descarregue o LibreOffice. É gratuito. É de código aberto. Funciona offline. Os seus documentos ficam no seu computador. Sem nuvem. Sem servidores americanos.
6/ Proteja o seu navegador
O Chrome é da Google. Cada pesquisa, cada site, cada separador é reportado.
Mude para o Brave ou o Firefox. Ambos bloqueiam os rastreadores por predefinição. Nenhum deles envia o seu histórico de navegação para uma empresa americana.
August 31, 2026
Danish PM Mette Frederiksen - o que a Europa precisa de fazer já
Danish PM Mette Frederiksen on what Europe needs to do now, as Russia's hybrid attacks hit almost daily:
— JP Lindsley | Journalist (@JPLindsley) August 31, 2026
• Re-arm Europe
• Keep arming Ukraine — more weapons, more ammunition
• Secure Europe's external borders against migration threats
• Make defense and security the… pic.twitter.com/Fh23nMnQat
August 28, 2026
We know
Foi para te sentires moralmente superior.
Paralelamente dizias que os países do Sul eram preguiçosos ao contrário da Alemanha que era rica porque os alemães eram superiores.
Hubris, disfarçada de falsa humildade.
August 18, 2026
Por que estamos a caminhar para guerras civis na Europa
A 2ª e a 3ª gerações manifestam níveis mais elevados de alienação e de hostilidade do que a primeira geração.
Ivan Kinsman
Basta ver qualquer um dos vídeos publicados diariamente no YouTube para se deparar com cenas de europeus nativos a lutar com migrantes do terceiro mundo, seja na Grã-Bretanha, na Irlanda, na Alemanha, em Itália, em França, em Espanha, etc.
Então, quais são os passos e os fatores que conduzem a uma guerra civil, ou seja, quais são os indicadores? O professor David Betz, catedrático de Guerra no Mundo Moderno no King’s College de Londres, estudou este tema em profundidade. Existem três indicadores que se destacam
1. Faccionalismo – uma sociedade faccionalizada é propensa a conflitos civis. Temos isso agora no mundo ocidental. O faccionalismo polar é quando as pessoas já não discordam sobre questões como o aborto, mas sim uma situação em que suprimem os seus sentimentos individuais em favor daquilo que consideram ser a visão consensual da sua facção ou tribo. Isto ocorre numa situação em que nos sentimos inseguros e procuramos apoio junto dos nossos amigos e aliados. Verifica-se uma aceleração das divisões entre grupos e um agravamento das tensões.
Um exemplo de uma aldeia inglesa tomada por «requerentes de asilo»: https://www.dailymail.com/news/article-15950303/Our-village-taken-asylum-seekers-lives-hell-outnumbered-government-wants-in.html
Chertsey: https://www.facebook.com/reel/1502037424944039
Shrewsbury: https://www.facebook.com/reel/1016839250716704
O Partido Trabalhista é o inimigo da Grã-Bretanha: https://www.facebook.com/reel/1049999571020993
3. A perda de confiança no funcionamento da política normal como forma viável de responder aos problemas da acção coletiva, o que constitui uma crise de legitimidade e um reflexo do fracasso do sistema político no seu conjunto. Basta observar as atitudes políticas das pessoas – e, no mundo ocidental atual, não se trata tanto de esquerda ou direita, mas sim da concordância com a ideia de que votar não faz diferença. Se esta for a ideia política dominante de um sistema, então este não irá gozar de um elevado nível de legitimidade. Ideias como a do «Uniparty» expressam a noção de que, independentemente de em quem se vote, o partido que chegar ao governo irá implementar políticas que agradem à elite governante. E, na maioria das vezes, a elite prevalece sobre a rua, pelo que o sistema não reflecte as opiniões colectivas agregadas.
A confiança é um aspecto muito importante da sociedade e, em todo o mundo ocidental, pode argumentar-se que a confiança tem vindo a diminuir desde a década de 1970. Muitos resultados de sondagens mostram que o número de pessoas que confia que os políticos sejam sinceros e ajam de forma responsável em nome dos seus eleitores é muito baixo. As instituições também enfrentam um grave declínio na confiança — o sistema jurídico, o jornalismo e até mesmo aquelas que historicamente mantiveram níveis elevados, como a polícia e o poder judicial. Isto é indicativo de uma sociedade muito doente, com potencial para conflitos.
A polícia no Reino Unido: https://www.gbnews.com/news/police-woke-culture-wars-catching-criminals-review
This is a fucking joke , our police are not fighting crime they are just looking for easy targets https://t.co/r4oU50x8tG
— Tommy Robinson 🇬🇧 (@TRobinsonNewEra) July 5, 2026
Quem irá combater nas guerras civis?
David Betz sugere três grupos principais:
1. A elite globalista, com atitudes pós-nacionalistas, cosmopolitas, etc. Trata-se de elites nacionais que ocupam cargos nacionais, mas que não têm qualquer simpatia pelo interesse nacional e encaram aqueles que o defendem como figuras bastante suspeitas e cujas ideias são deploráveis. São também pós-cristãos.
2. As comunidades não nativas, particularmente as novas populações muçulmanas que não se assimilaram nem desejam assimilar-se ao panorama cultural ocidental. É isto que sustenta a ideia de «substituição» referida anteriormente. Trata-se de recém-chegados (digamos, há mais de 30 anos, na maioria dos casos).
Um exemplo de um ataque de um grupo de migrantes a um homem branco britânico: https://www.facebook.com/tam.donlon
Guardei isto para mim durante alguns dias, mas tem de ser dito.
Eu e o meu amigo estávamos a regressar do trabalho na outra noite, a pé, pelo centro da cidade de Glasgow. Com as malas dos portáteis às costas, a tratar da nossa vida, quando fomos atacados por um grupo de cerca de 10 a 15 argelinos que tentavam roubar-nos numa rua principal.
Mantivemos a nossa posição e demos-lhes uma boa luta. Eles atacaram-nos de surpresa e eu levei com uma garrafa nas costas. Assim que perceberam que não éramos alvos fáceis, apareceram os cassetetes e os cintos. Lutámos com eles durante uns bons minutos e, embora todos eles se acovardem com a ideia de um confronto um contra um, acabámos por ser dominados; fui arrastado pelas escadas abaixo, apanhei com uma garrafa na cara e depois levei pontapés e pisadelas enquanto eles gritavam Glasgow agora é a nossa cidade e Allahu Akbar.
Isto não é uma opinião. Isto não é política. Foi isto que aconteceu. Apesar de já me terem dito que identificar aqueles que nos atacaram como norte-africanos era, de alguma forma, racista.
https://www.instagram.com/?next=%2F
dream2visabyioana
O Sonho Canadiano está morto. Ninguém quer dizê-lo em voz alta, por isso vou ser eu a dizê-lo. 🇨🇦
Um número recorde de canadianos está a partir. Não é para férias. Não é para um ano sabático. É para sempre. Texas. Flórida. Arizona.
Estão a comprar casas que conseguem realmente pagar. A ficar com uma maior parte do que ganham. A construir algo sem verem isso ser-lhes tirado pelos impostos antes mesmo de começar.
Sei disso porque fui uma delas. Há três anos, a minha família deixou o Canadá para ir para a Flórida, sem um roteiro nem um plano, apenas com a recusa em continuar a ficar para trás.
Ninguém tentou convencer-nos a voltar.
Todos perguntaram como é que conseguimos.
O Canadá quer que acredites que ficar é lealdade. Que o conforto é sucesso. Que o limite da tua vida é simplesmente assim que as coisas são.
As pessoas já não acreditam nisso.
Como seria a tua vida se parasses de esperar por permissão?
Se estás a fazer essa pergunta a ti próprio a sério ➡️ link na biografia. Vamos conversar. 👇
This isn’t Islamabad or Baghdad. This is central London June 2026 and what it looks like when a religion wants to show dominance over the indigenous people. I wonder if thousands of British patriots could march through their cities with English flags? pic.twitter.com/SPcSvzzJDy
— HJB News (@HJB_News__) July 6, 2026
Why do Muslim men like filming children in parks? pic.twitter.com/apYGQDXPNZ
— HJB News (@HJB_News__) July 8, 2026
A 34-year-old Sudanese migrant has stabbed three passersby in the Carmes district around 3:30 PM today. The victims suffered serious injuries and have been hospitalised.
— HJB News (@HJB_News__) July 5, 2026
When police arrived, he charged at officers and tried to stab one in the neck with a large knife. Another… pic.twitter.com/3UgKmmR8Hw
Existem dois vectores principais, em ambos os quais o actor central é a massa nativa, ou seja, os «de algum lugar» que ainda se sentem ligados à sua terra, história e língua.
A população e a elite representam o primeiro vector, essencialmente sob a forma de revolta. Trata-se de um movimento de carácter conservador, que procura punir a elite por ter alterado as regras do jogo de forma prejudicial para a maioria da população, o que representa uma violação do contrato social (traição por parte da elite).
https://www.facebook.com/reel/27565203869778573
Many politicians say that diversity enriches us. I’m not too sure. pic.twitter.com/PHqvZfYA2H
— HJB News (@HJB_News__) July 4, 2026
O segundo vetor é inter-tribal ou inter-étnico. Este terá provavelmente uma dimensão rural versus urbana, enclaves étnicos e ataques de tipo para-militar centrados principalmente nas infra-estruturas das cidades — por exemplo, no sistema de distribuição alimentar, na energia eléctrica, no gás e nas redes de transportes, que são todos alvos fáceis. As cidades dependem destes serviços, que são externos a elas e têm de ser transportados para o seu interior e, apesar de serem grandes, são frequentemente frágeis.
Quais são as perspectivas para o futuro?
O economista especializado em desenvolvimento Paul Collier afirma que a migração em massa é prejudicial tanto para as sociedades de origem como para as de acolhimento. O seu impacto no capital social é um tema central.
Fake asylum seekers wreak havoc on Brussels subway. pic.twitter.com/zipk9uV3yJ
— RadioGenoa (@RadioGenoa) July 6, 2026
North Africans continue to destroy the cars of European workers. We don't want to live with them. pic.twitter.com/GIWNEzKi45
— RadioGenoa (@RadioGenoa) July 6, 2026
It is not Bangladesh, it is Italy! Clashes between Muslims near Milan. If you import third world you become third world. pic.twitter.com/LLlfosDW6N
— RadioGenoa (@RadioGenoa) July 6, 2026
Alguns dos efeitos poderão ser atenuados e David Betz aconselha os governos a ponderarem a redução da duração, ou seja, uma resolução drástica e de curta duração. Mas esta oportunidade já foi perdida e agora as pessoas devem preparar-se ou apertar os cintos para o que está por vir.
Robert Putnam salienta que, com o aumento da diversidade, a confiança entre os cidadãos fica enfraquecida. No seu artigo publicado numa revista escandinava, afirma abertamente que as suas conclusões são muito alarmantes, mas que, com o tempo, a perda de capital social será recuperada.
Leituras complementares:
· Paul Collier, *Exodus: How Migration is Changing Our World* (intitulado *Exodus: Immigration and Multiculturalism in the 21st Century* na sua edição britânica), 2013, Oxford University Press
https://en.wikipedia.org/wiki/Exodus:_How_Migration_Is_Changing_Our_World
· Robert D. Putnam é um aclamado cientista político norte-americano e professor de políticas públicas na Universidade de Harvard. É mais conhecido por ter popularizado o conceito de capital social — a ideia de que as redes sociais, as ligações comunitárias e a confiança mútua são vitais para uma sociedade saudável e uma democracia funcional.
«Bowling Alone» (2000) é o seu livro mais famoso, que descreve em pormenor como os americanos se têm afastado progressivamente da vida comunitária (como ligas de bowling, frequência à igreja e clubes cívicos) desde a década de 1960
«Samuel P. Huntington, Dead Souls: The Denationalization of the American Elite», é um ensaio notável de 2004 da autoria de um proeminente cientista político. Publicado na revista The National Interest e posteriormente incluído no seu livro Who Are We?, o ensaio defendia que as elites americanas estavam a abandonar a identidade nacional tradicional em favor de lealdades transnacionais e cosmopolitas.
O ensaio ficou famoso por ter cunhado o termo «Homem de Davos» para descrever estes profissionais transnacionais. Segundo Huntington, estes executivos, académicos e empreendedores da alta tecnologia consideravam as fronteiras nacionais obsoletas. Huntington alertou que esta desnacionalização criava uma profunda divisão cultural e política, opondo uma elite transnacional a um público americano profundamente patriótico e nacionalista.
https://www.hungarianconservative.com/articles/philosophy/renaud-camus-replacement-democracy-civilization-racism-west/
August 17, 2026
Mais uma razão para a Europa dar tudo o que pode à Ucrânia, já
A Coreia do Norte já entrou na guerra. Estão à espera que a China passe de fornecer armas e boicotar a Europa financiando os islamitas para destabilizar e dividir para declarações claras de guerra?
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The Atlantic:
«Uma das análises mais detalhadas desta possibilidade, pelo menos no domínio público, provém de um obscuro instituto de investigação em Praga chamado Centro Europeu de Valores para a Política de Segurança. O seu diretor, Jakub Janda, de 35 anos, contou-me que começou a estudar a ideia de uma guerra em «dois teatros de operações» na Europa e na Ásia depois de o instituto ter aberto uma delegação em Taipé, em janeiro de 2022. Na altura, o risco de um ataque coordenado da Rússia e da China parecia remoto ou, como disse Janda, «não era uma grande preocupação».
Isso começou a mudar no mês seguinte, quando os tanques russos entraram na Ucrânia. Putin tinha visitado Pequim menos de três semanas antes de ordenar a invasão. Desde então, fez pelo menos mais quatro visitas à China, e está prevista outra para novembro. Ao longo deste período, a China tornou-se o principal fornecedor de tecnologia para a indústria de armamento russa, ao mesmo tempo que apoiou a economia russa através da compra de petróleo e gás. Embora não tenham um pacto de defesa mútua, a Rússia e a China realizam exercícios militares regulares para ajudar a manter as suas forças em sincronia. O primeiro exercício militar a simular um ataque conjunto de ambos os países teve lugar no instituto de Janda na primavera de 2024. Encontrar especialistas com conhecimentos de base suficientes para participar revelou-se difícil para ele. A maioria das instituições de investigação e dos think tanks tem equipas separadas, especializadas nas suas próprias regiões, afirmou ele. «Trabalham em silos, com diferentes áreas de especialização.»
Com o passar do tempo, os participantes compreenderam a forma como as guerras na Ásia e na Europa se poderiam sobrepor e reforçar mutuamente. O instituto já realizou cerca de 20 rondas de simulações de guerra sobre este tema, reunindo especialistas de vários países, incluindo o Japão e a Coreia do Sul. Os resultados têm sido particularmente alarmantes, afirmou Janda, para os europeus. Em quase todos os cenários de duas frentes que estudou, os EUA dão prioridade à ameaça chinesa e transferem recursos militares da Europa para a Ásia, deixando os seus aliados da NATO a defenderem-se sozinhos contra a Rússia.
Num caso hipotético, a China inicia a guerra gradualmente, proibindo a exportação de matérias-primas para o setor de defesa europeu. Mantém o embargo durante cinco meses, tempo suficiente para que as fábricas europeias fiquem sem stocks e deixem de produzir armas. Em seguida, a Rússia, com acesso total aos recursos chineses, invade um aliado da OTAN na Europa Oriental.
Todos os cenários da série de Janda revelaram a necessidade de unidade ocidental. No caso de um ataque chinês a Taiwan, por exemplo, os EUA poderiam exigir que a Europa impusesse sanções severas à economia chinesa, cortando efetivamente o comércio. «Mas os governos europeus não querem fazer isso», afirmou Janda, descrevendo como essa premissa se revelou entre os especialistas. «O problema das capitais europeias é que Taiwan fica longe. Querem concentrar-se na ameaça da Rússia, e é isso que me assusta.»
Se a Rússia e a China agirem em uníssono enquanto os EUA discutem com os seus aliados, as hipóteses de uma vitória ocidental numa guerra em duas frentes começam a parecer sombrias. Por outras palavras, o lado que sai vencedor tende a ser aquele que age com um objetivo comum e se mantém unido ao longo do tempo.»
Só a Europa ainda não percebeu que os terroristas do Kremlin estão em guerra consigo
Está a acontecer algo muito estranho em toda a Europa.
No espaço de uma única semana, os países da NATO assistiram a uma série notável de incidentes envolvendo a produção de munições, infraestruturas energéticas, instalações militares e operações dos serviços secretos russos.
Deixem-me começar pelo que sabemos.
🇵🇱 POLÓNIA
A 7 de agosto, os serviços de segurança polacos detiveram um cidadão russo, recrutado pelos serviços secretos russos, cuja missão era assassinar um homem com dupla nacionalidade americana e ucraniana – em Varsóvia.
O primeiro-ministro Donald Tusk anunciou ontem esta notícia. Segundo ele, esta é a primeira vez que alguém, agindo sob ordens russas, tentou matar um cidadão americano no território de outro país da OTAN.
🇩🇪 ALEMANHA
A 6 de agosto, foi encontrado um drone com explosivos perto de uma pista do aeroporto de Leipzig/Halle – junto a um avião de carga da companhia ucraniana Antonov Airlines. Dois dias depois, foram avistados dois drones sobre a base da Bundeswehr em Mechernich.
Também não é um rumor.
🇮🇹 ITÁLIA
Um incêndio no departamento de compressão de pólvora da fábrica da KNDS Ammo Italy, em Colleferro, a sudeste de Roma, foi seguido por uma enorme explosão. Não houve vítimas mortais. A fábrica produz munições de artilharia de 155 mm fornecidas à Ucrânia através de parceiros europeus.
🇳🇱 PAÍSES BAIXOS
No espaço de poucas horas, no maior porto da Europa: um incêndio num transformador, uma grande falha de energia, um encerramento de emergência na refinaria da ExxonMobil em Botlek e, em seguida, uma explosão na refinaria e terminal da Gunvor Energy que causou a morte de um trabalhador e feriu seis.
Escrevi sobre este problema há dois anos. Na altura, a Europa já estava a passar por uma onda extraordinária de incidentes suspeitos:
🇱🇹 Incêndio numa loja da IKEA em Vilnius.
🇬🇧 Um ataque incendiário a um armazém ligado à Ucrânia, em Londres.
🇩🇪 Planos de sabotagem contra alvos militares e industriais na Alemanha.
🇨🇿 Tentativas de atacar infraestruturas na República Checa.
🇪🇪 Um ataque ao carro do ministro do Interior da Estónia.
🚆 Tentativas de perturbar os sistemas ferroviários europeus.
📦 Mais tarde, dispositivos incendiários enviados através de redes logísticas europeias – incluindo dispositivos que detonaram ou se incendiaram na Alemanha, na Polónia e no Reino Unido.
Na altura, podia argumentar-se que se tratava de incidentes isolados.
Hoje, sabemos muito mais. Investigadores e tribunais europeus relacionaram múltiplas operações de sabotagem diretamente com redes organizadas ou coordenadas pelos serviços secretos russos.
O padrão era real. Simplesmente foi identificado tarde.
É esse o plano. A guerra híbrida funciona mantendo-se abaixo do limiar a partir do qual qualquer incidente isolado obriga a uma resposta. Cada evento, considerado isoladamente, pode ser negado. Só a sequência de eventos o denuncia.
Por isso, quando surge, numa semana, mais um conjunto extraordinário de explosões, incêndios, drones, falhas de energia e operações de inteligência por toda a Europa, talvez devêssemos deixar de tratar cada incidente como se existisse num vácuo.
A Europa já não se pode dar ao luxo de partir automaticamente do princípio de que se trata de acidentes e coincidências.
A Rússia está a travar uma guerra híbrida contra a Europa. Sabotagem. Incêndios criminosos. Ciberataques. Planos de assassinato. Interferência no GPS. Ataques à logística e às infra-estruturas críticas.
Estas não são ameaças teóricas. Já aconteceram.
August 16, 2026
E nós temos o direito de a ouvir e também falar
@AlinejadMasih
Esta era eu quando era pequena, obrigada a usar o hijab. E esta sou eu depois de me ter libertado.
No Irão, diziam-me: usa o hijab ou serás expulsa da escola. Se resistires, podes ser detida, espancada, açoitada, presa ou morta às mãos da Polícia da Moral.
Depois, vim para o Ocidente e disseram-me: tem cuidado ao contar a tua história, pois pode causar «islamofobia».
Sou uma mulher do Médio Oriente. Vivi sob a ideologia islâmica. Tenho todo o direito de a temer, de a criticar e de falar sobre ela.
Não nos silenciem em nome da tolerância. Deixem-nos falar.
The Gatekeepers of Eastern Europe
Today, Ukraine marks the 975th anniversary of one of our most important historic landmarks, a symbol of our enduring statehood and a center of early Christianity in Europe — the Kyiv Pechersk Lavra.
— Andrii Sybiha 🇺🇦 (@andrii_sybiha) August 15, 2026
A thousand years ago, Kyiv was a gateway through which Christian civilization… pic.twitter.com/lwcpwauYTe
August 06, 2026
Porque é que a UE não tem um canal próprio com uma comunicação diária actualizada?
Ou uma secção na página oficial ou em outro sítio qualquer onde nos comunique, todos os dias, o que se fez e decidiu na UE. Desde as legislações que estão no prelo, ao que foi já aprovado, ao andamento das grandes questões: o que estão a fazer para acabar com a guerra na Ucrânia e outras questões. Um resumo diário da actividade importante e notícias dos outros países da União.
Muita coisa relacionada com a defesa da Europa, sabemos pelo Presidente da Ucrânia que tem esse bom hábito de prestar contas, diariamente, ao seu povo e informa-nos também a nós. Outras informações vamos buscá-las ao X ou a outra rede social onde os políticos dos outros países europeus vão dizendo alguma coisa.
Sim, existe a página da UE com algumas notícias e informações, mas é pouco. Penso que seria uma iniciativa que criaria aproximação entre os países. Estarmos a par do que se passa diariamente em Bruxelas mas também nos outros países.
Também existe a Euronews e tem programas bastante bons em que põe deputados do PE a discutir temas importantes ou chama pessoas decisivas em certos temas para entrevistas. É bom, mas é diferente de haver um canal onde possamos saber o que se anda a fazer nos países, quais são os seus principais problemas, que soluções encontraram, etc.
O conhecimento dos pormenores aproxima as pessoas e o desconhecimento afasta. Os deputados do PE e os políticos que vão a reuniões a Bruxelas devem sentir-se próximos dos seus congéneres -falam com eles, vão almoçar juntos, vão aos países uns dos outros, estão por dentro dos dossiers- mas essas pessoas são uma pequena gota no oceano que são as centenas de milhão dos europeus e não têm noção que para nós que não estamos nesses circuitos, temos a sensação que temos pouco a ver com a Látvia, por exemplo ou com a Lituânia e esses países connosco.
Sabia alguma coisa do Kosovo e da Sérvia por causa da guerra, mas hoje-em-dia sei pouco do que lá se passa.
Agora conhecemos a Ucrânia, pelas razões erradas mas antes da guerra, a Ucrânia era um país da Europa longe e desconhecido - chamava Ucrânia a um bloco de aulas lá na escola que ficava longe dos outros, depois do jardim com o poço. Quando tinha lá aulas, dizia, 'lá vou eu para a Ucrânia'. Pessoalmente, o que sabia da Ucrânia tinha que ver com Chernobyl e com o Holodomor, no tempo dos soviéticos. Sabia alguma coisa da revolução Maiden porque tinha um aluno ucraniano nesses anos de 2013-14-15, com quem me dava bem e falava muito (ele é um grande cinéfilo) e ele é que me contou o que se passava e fez-me interessar pelo país dele. Depois com a invasão russa da Crimeia em 2014 comecei a interessar-me e nunca mais deixei de me interessar porque se percebeu logo que Putin tinha um plano amplo. De resto, antes disso, a Ucrânia era um nome na Europa.
O Erasmus ajuda, claro, mas a experiência dessas pessoas nesse programa é limitada a um país ou dois e muitas vezes são países que já conhecem.
Eu leio muito e informo-me activamente, procuro informação quase obsessivamente, de maneira que imagino que a maioria das pessoas, que lê pouco, ainda saiba menos do que eu. No entanto, procuro informação de assuntos que me preocupam ou interessam, não procuro notícias da Látvia ou da Geórgia - agora sei mais desses países por causa da agressão da Rússia.
Portanto, volto a dizer, se querem uma Europa unida têm de dar passos para que as pessoas se sintam mais próximas e ligadas e isso só acontece através do conhecimento, não do afastamento. Por isso pergunto: porque é que a UE não tem um canal próprio com uma comunicação diária actualizada como faz Zelenskyy que todos os dias faz um apanhado dos acontecimentos e decisões?
July 20, 2026
Se os assassinados não são da tua cor política, venha daí o terrorismo
Programa, Europe Today com Anna Saibai da Europol, "a maior ameaça à segurança e desenvolvimento da Europa é o jihadismo. Já tivémos 500 ataques terroristas no espaço da UE".
Portanto, sabemos de onde vem e quem pratica o terrorismo, mas continuamos a importar esses casulos de homens violentos onde se infiltram terroristas e seus apoiantes activos ou passivos.
July 14, 2026
Por que razão os alemães comuns escolheram Hitler? E o que faria você?
Por que razão os alemães comuns escolheram Hitler é o título de um excelente ensaio de Celina101. O artigo é enorme. Vou fazer aqui uma suma porque o paralelismo entre a época que ela analisa e nossa é gritante.
A queda da República de Weimar é, geralmente, reduzida a uma narrativa simplista sobre como um louco hipnotizou uma população racional, através de propaganda e carisma. Estas explicações não resistem ao escrutínio histórico e infantilizam o eleitorado da época. Encarar a ascensão do Terceiro Reich apenas como um triunfo do ódio, do fanatismo ou da ilusão colectiva obscurece deliberadamente a realidade contingente do período entre guerras.
Segundo a autora, milhões de cidadãos comuns apoiaram ou aceitaram o Partido Nazi porque acreditavam que a Alemanha enfrentava uma crise existencial, viam-se entalados entre duas alternativas perigosas e más e escolheram a direita como a menos má. O nacional-socialismo foi apoiado, tolerado ou passivamente aceite por milhões de alemães comuns e racionais porque acreditavam que a sua nação se encontrava à beira de um colapso existencial.
Quando a Alemanha se rendeu, ainda ocupava uma parte grande da França, Bélgica e Europa Oriental. A repentina capitulação, aliada ao colapso da monarquia dos Hohenzollern e à abdicação do Kaiser Guilherme II, foi um choque. Tendo sido alvo de uma enorme propaganda que prometia uma vitória iminente, a população estava totalmente impreparada para a derrota.
Criou-se o mito da "facada nas costas": difundiu-se a ideia de que o exército alemão não tinha sido derrotado militarmente, mas traído por políticos democratas, socialistas, comunistas e judeus corruptos, o que enfraqueceu desde o início a legitimidade da democracia.
O sentimento de traição estava ligado ao Tratado de Versalhes, entendido como uma vingança. A Alemanha foi desmembrada, privada de 13% do seu território europeu, incluindo a Alsácia-Lorena — de vital importância industrial — e o Corredor Polaco, uma perda que separou completamente a Prússia Oriental do resto do Estado alemão. Foram confiscadas todas as colónias ultramarinas, um abalo da «mentalidade imperial» pré-guerra, de proeza global e destino económico que tinha sido fundamental para a identidade da classe média alemã desde o final do século XIX. O exército ficou limitado a 100,000 homens, não podiam ter aviação, artilharia pesada ou submarinos. Foram esmagados económica e psicologicamente.
A República de Weimar passou a ser associada à rendição e à humilhação nacionais.
Os Freikorps esmagaram a revolta nas ruas de Berlim, executando sumariamente Rosa Luxemburg e Liebknecht sem julgamento, um acontecimento que envenenou de forma permanente as relações entre o SPD moderado e o KPD radical, fracturando fatalmente a esquerda alemã.
A Baviera, tradicionalmente um bastião conservador e católico, virou-se drasticamente para a extrema-direita radical, encarando a breve república soviética como um terrível reinado de terror, escassez alimentar e ocupação estrangeira. Eis porque Munique se tornou um terreno fértil para o partido nazi de Hitler. Aliás, Hitler esteve presente em Munique durante estes eventos e aproveitou-os mais tarde nos seus discursos.
As crises económicas: a hiperinflação de 1923 destruiu as poupanças da classe média e a Grande Depressão provocou desemprego em massa e falências. Em vez de apoiar a economia com despesa pública, o governo impôs uma autoridade sufocante. Muitos passaram a considerar que os partidos tradicionais eram incapazes de resolver a situação.
A estratégia política dos nazis: o NSDAP apresentou-se como um partido capaz de unir a nação, restaurar o orgulho nacional, combater o comunismo, criar emprego e revogar o Tratado de Versalhes. Adaptava a sua mensagem aos diferentes grupos sociais, prometendo soluções específicas para trabalhadores, agricultores, empresários e funcionários públicos.
Porque escolheram a extrema-direita e não a extrema-esquerda?
O papel das elites conservadoras: Hitler não conquistou a maioria absoluta dos votos. Foi nomeado chanceler porque políticos conservadores e o presidente Hindenburg acreditavam que conseguiriam controlá-lo e utilizar a sua popularidade para estabilizar o país. Esse cálculo revelou-se desastroso.
A transformação em ditadura: depois de chegar legalmente ao poder, Hitler aproveitou o incêndio do Reichstag para suspender liberdades, prender opositores e obter poderes extraordinários, eliminando rapidamente a democracia.
Conclusão
O colapso da República de Weimar resultou da combinação de humilhação nacional, de crises económicas profundas, do medo do comunismo, da violência política e policial, da perda de confiança na democracia e suas instituições e dos erros das elites conservadoras.
Os eleitores desesperados, considerando os partidos moderados do establishment como os arquitectos deliberados da sua ruína, acorreram aos milhões aos extremos políticos.
July 12, 2026
O que está a UE a fazer para combater a estratégia da IM?
Foreign Policy Research Institute
https://www.fpri.org › 2017/09
Um relatório histórico do Governo austríaco alerta para o activismo da Irmandade Muçulmana no país.
O documento é muito preciso quanto ao método da IM:
«Islamização a partir da base.» Formar ideologicamente os indivíduos. Inseri-los na vida cívica, nos serviços públicos. Deixá-los abrir caminho até às instituições que moldam a forma como uma sociedade pensa e se governa. O relatório descreve como a Irmandade Muçulmana cria organizações da sociedade civil e instituições de caridade aparentemente moderadas para se infiltrar nas sociedades europeias, actuando em rede como uma «face oculta» no seio das instituições democráticas.
Porém, apesar de não ter sido divulgado, as autoridades austríacas e os serviços secretos não estiveram inactivos:
Quando confrontado com algo desconfortável, o primeiro instinto do cidadão canadiano comum já não é: ¿Será que isto é verdade, mas algo do género: Será aceitável dizer isto? Vou parecer ofensivo? As pessoas vão pensar que sou racista? Será que alguém importante ou popular já disse isto?
As someone who fled the Islamic Republic as a child, I hope you'll watch this until the end. Iran's story is not just history. It's a warning.
As someone who fled the Islamic Republic as a child, I hope you'll watch this until the end. Iran's story is not just history. It's a warning. pic.twitter.com/ODSk4acj7l
— Maral Salmassi (@MaralSalmassi) July 7, 2026
Se a Ucrânia tivesse armas para se defender já tinha acabado com a guerra
Há uma diferença abissal, em favor da Ucrânia, quanto à competência e eficácia dos exércitos. Mas Ursula von der Leyen e Kaja Kallas andam ocupadas a escrever papéis contra judeus, sabe-se lá influenciadas por quem... Guterres? Costa terá um papel nisto? Seja como for, são estas coisas que ainda dão esperança a Putin.
Ukraine has struck more than 70 Russian ships in the Sea of Azov in the last six days. This is a massacre happening. pic.twitter.com/mZ5NPxijjx
— Jake Broe (@RealJakeBroe) July 12, 2026
July 10, 2026
A voz da China tem muito peso na guerra da Rússia contra a Ucrânia
«O Presidente Trump e eu falámos sobre a China, o seu papel na guerra, o seu envolvimento ou potencial envolvimento e as suas capacidades. Com todo o respeito, gostaria que estes detalhes ficassem apenas entre mim e o Presidente dos Estados Unidos. Posso dizer que, de um modo geral, falámos muito sobre a Ucrânia na cimeira (da NATO). Também falámos muito sobre o Médio Oriente e a China. Falámos com vários líderes europeus sobre o papel da China no fim da guerra. Depois, a situação mudou um pouco. Alguns líderes europeus disseram-me que tinham falado com responsáveis chineses, e que a China respondeu de forma muito séria, muito dura e muito clara aos apelos veiculados nos meios de comunicação russos sobre certas capacidades, incluindo a possível utilização de armas nucleares. Creio que já ouviram essas vozes nos meios de comunicação russos a dizer: «E se respondêssemos aos ataques ucranianos com armas nucleares?» É importante sublinhar que não foram apenas os europeus, nem apenas os Estados Unidos, mas também a China — e penso que esta é a primeira vez — que responderam de forma muito clara e severa; reagiram diretamente, tal como os líderes me disseram, sob a forma de um ultimato, afirmando que nem sequer pode haver a ideia de utilizar armas nucleares»
— Presidente ucraniano, num comentário áudio aos jornalistas na quinta-feira, 9 de julho de 2026.
Ursula von der Leyen e Kaja Kallas investem contra Israel
Sem nunca terem investido contra o Hamas e a Irmandade Muçulmana. Embora o Hamas esteja presumivelmente impedido de receber a assistência oficial da UE na Palestina, muitas ONGs islâmicas no Ocidente conseguem canalizar dinheiro para grupos de “serviços sociais”, grupos "anti-racistas", etc., ligados à Irmandade Muçulmana para apoiar diretamente o Hamas. Apesar de todas as evidências, a recusar em classificar a IM como uma organização terrorista mantém-se. Portanto, esta investida contra Israel vai servir para aumentar o anti-semitismo que é já um problema muito grave na Europa. Acho muito mal, muito mal e tenho pena que a cabeça da UE venha fazer o que fez Guterres, 'sim, sim, o terrorismo é mau e tal, mas...'
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O documento da Comissão, consultado pela Euractiv e classificado como «restrito», apresenta três opções: um sistema de licenciamento das importações de produtos provenientes dos colonatos, tarifas punitivas destinadas a tornar esses produtos economicamente inviáveis no mercado da UE e uma proibição total das importações originárias dos colonatos israelitas, considerados ilegais ao abrigo do direito internacional.
Contudo, embora o documento exponha as opções técnicas para impor medidas comerciais a Israel, sugere claramente que a Comissão considera que tal decisão constituiria um passo político e não uma simples medida económica, em parte devido ao reduzido volume de comércio que a UE mantém com os colonatos.
Por esse motivo, o documento propõe que a UE enquadre a medida como um conjunto de sanções de política externa, o que exige a aprovação unânime dos 27 governos, um requisito mais exigente do que o necessário para a adoção de medidas comerciais.
Segundo uma fonte ouvida pela Euractiv, o documento não foi elaborado pelo Serviço Europeu para a Acção Externa (SEAE), liderado por Kaja Kallas, mas sim pelo gabinete da presidente da Comissão e pelo Secretariado-Geral do executivo comunitário.
No entanto, caberá a Kaja Kallas, alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, apresentar as opções e determinar se existe consenso numa reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros na segunda-feira, num importante teste à sua autoridade política.
O documento é o resultado de uma longa disputa interna nas instituições europeias e reflete a crescente pressão dos governos nacionais e o aumento do escrutínio das relações entre a UE e Israel devido à actuação israelita em Gaza, à expansão dos colonatos e à violência praticada por colonos extremistas na Cisjordânia.
Vários países, da Irlanda aos Países Baixos, já avançaram com legislação nacional destinada a proibir o comércio com os colonatos.
O documento também assinala os obstáculos práticos à restrição desse comércio. Alerta que qualquer uma das três opções depende da capacidade das autoridades aduaneiras dos Estados-Membros para identificar os produtos provenientes dos colonatos. Os exportadores israelitas poderão voltar a rotular os produtos ou misturá-los com mercadorias produzidas em Israel, dificultando a aplicação eficaz das medidas.
(...)
A opção de maior alcance iria significativamente mais longe, proibindo a importação, o trânsito, a comercialização e a distribuição, no território da União Europeia, de quaisquer produtos originários dos colonatos israelitas. As restrições poderiam incidir sobre sectores específicos, como os produtos agrícolas, ou abranger a totalidade dos bens provenientes dos colonatos.
Segundo a avaliação da Comissão, uma proibição parcial ou total poderia ser justificada ao abrigo das competências da UE em matéria de política externa, uma vez que o objetivo seria influenciar a política do Governo israelita e não regular o comércio. O documento sublinha igualmente que as exportações dos colonatos representam apenas uma parcela muito reduzida do comércio global entre a UE e Israel.
Basear a proposta em fundamentos de política externa exigiria o apoio unânime dos governos dos Estados-Membros.
Em 2025, a Comissão propôs suspender as preferências comerciais previstas no Acordo de Associação UE–Israel, mas não conseguiu obter a aprovação dos governos nacionais.

