Showing posts with label europa. Show all posts
Showing posts with label europa. Show all posts

July 07, 2026

Isto é verdade?



Em março, o Parlamento Europeu REJEITOU a prorrogação do «Chat Control».
Então, o que fez Bruxelas?
Enquanto toda a gente está distraída com o Mundial, reintroduziram a medida furtivamente através de um procedimento raramente utilizado e estão a tentar novamente.
O objectivo é permitir que as comunicações privadas sejam analisadas ao abrigo de uma derrogação às proteções normais da ePrivacy.
Terão acesso às suas mensagens privadas e às suas fotografias. E, como sempre, a vigilância em massa está a ser-lhe vendida sob o pretexto da «segurança».
Os burocratas da UE não confiam em si.
Querem urgentemente a infraestrutura necessária para o vigiar.
E quando o seu próprio Parlamento vota contra, a máquina burocrática e antidemocrática simplesmente encontra outro procedimento e tenta novamente.
A União Europeia não está a proteger a democracia.


Damn right!

 


É preciso dizer o óbvio 400 vezes

 

June 03, 2026

"This is a world war"

 


May 22, 2026

🎯

 


May 09, 2026

🇪🇺 Dia da Europa

 

No Dia da Europa, celebramos também o 40.º aniversário da adesão de Portugal às Comunidades Europeias. Quatro décadas depois, reafirmamos o nosso compromisso com uma União Europeia assente na paz, na democracia, na prosperidade e na solidariedade.  - República Portuguesa 🇵🇹

May 06, 2026

Gosto das ideias deste homem

 


May 02, 2026

Resultado da conversa de Trump com Putin? Retirada de tropas da Alemanha

 

O facto de Trump ter retirado 5000 soldados americanos da Alemanha logo após ter falado com Putin é mera coincidência?

Retirar as tropas da Alemanha é um autogolo

As forças americanas na Europa estão lá para defender os interesses dos Estados Unidos.

ERIC S. EDELMAN E FRANKLIN C. MILLER

Um olhar mais detalhado sobre a Alemanha mostra que os Estados Unidos mantêm actualmente cerca de 35.000 militares no país, incluindo cinco guarnições do Exército, os quartéis-generais do Comando Europeu e do Comando Africano, e os campos de treino em Vilseck, Hohenfels e Grafenwöhr (que são os melhores e maiores centros de treino de forças terrestres fora dos Estados Unidos). 

Além disso, o centro médico militar de Landstuhl é o maior e mais sofisticado centro médico militar norte-americano fora dos EUA e serve tanto os teatros de operações do Comando Europeu como do Comando Central. A Força Aérea dispõe de um importante centro de transporte em Ramstein, que também apoia operações desses dois comandos. 

Se estas infraestruturas não existissem já no início da guerra com o Irão, teríamos de as ter criado. Reduzi-las ou eliminá-las degradaria — ou até paralisaria — operações militares que hoje damos por garantidas.

No entanto, os erros estratégicos não ficam por aqui. De forma inexplicável, Trump acabou de cancelar o destacamento previsto do sistema de mísseis hipersónicos de longo alcance Dark Eagle do Exército para a Alemanha, onde serviria para contrabalançar os mísseis russos Oreshnik e Iskander já posicionados. Isto foi um presente para Vladimir Putin, com quem Trump falou há apenas alguns dias.

Para além da perda militar representada pela redução de tropas, o custo financeiro de tal imprudência — mesmo que essas forças sejam deslocadas para outros países da NATO cujos líderes o presidente chama de “amigos” — atingiria provavelmente, no mínimo, várias centenas de milhões de dólares, um desperdício total numa altura em que o Departamento de Defesa apela a um aumento da despesa para reconstruir o aparelho de defesa dos EUA. 

Cada dólar gasto a deslocar tropas e equipamento pela Europa é um dólar que não pode ser investido na reposição das reservas cada vez mais reduzidas de munições críticas.

A presença militar dos EUA em Espanha é menor do que na Alemanha, mas inclui a base naval de Rota, onde estão estacionados quatro destroyers de defesa anti-míssil estrategicamente posicionados para proteger aliados no sudoeste da Aliança — bem como para vigiar o Estreito de Gibraltar, que liga o Mar Mediterrâneo ao Oceano Atlântico. 

A Força Aérea tem também uma presença significativa no oeste de Espanha, em Morón, a partir de onde facilita operações logísticas e expedicionárias. Tal como na Alemanha, estas duas localizações estão perfeitamente posicionadas para apoiar e sustentar a projeção global de poder dos EUA.

A retirada de forças norte-americanas das suas bases em Itália criaria uma enorme lacuna no dispositivo avançado. A presença dos EUA em Itália inclui uma ala de caças em Aviano, uma brigada aerotransportada de reação rápida em Vicenza, um esquadrão de segurança da Força Aérea essencial para apoiar a participação italiana na força nuclear de dupla capacidade da NATO, uma estação aérea naval chave na Sicília — absolutamente central para os esforços aliados de guerra anti-submarina no Mediterrâneo —, o quartel-general da Sexta Frota e uma grande actividade de apoio naval. 

Remover estas forças de Itália destruiria a capacidade dos Estados Unidos de dominar o Mediterrâneo Oriental, o que seria uma boa notícia para a Rússia e a China, mas muito menos para Israel e outros parceiros de segurança dos EUA no Médio Oriente, sem falar dos aliados da NATO no sudeste da Europa.

O PIOR DESTES CENÁRIOS ainda não foi ordenado, mas o facto de o Presidente Trump ter determinado a saída de um em cada sete militares norte-americanos estacionados na Alemanha sugere que leva a sério uma redução da presença militar na Europa. 

No conjunto, este impulso, motivado por ressentimento, não só diminuiria a capacidade de projecção de poder dos EUA, como também reduziria significativamente a postura de dissuasão e defesa da NATO.

Talvez essa seja a intenção do presidente. A sua persistente incapacidade de compreender o valor da aliança para os Estados Unidos, bem como a sua animosidade de longa data em relação à NATO, têm levado repetidamente a ponderações sobre a saída da aliança. A legislação atual impede-o de abandonar a NATO sem aprovação do Congresso, algo que dificilmente obterá, a julgar pela ovação de pé que o Rei Carlos III recebeu ao elogiar a aliança no seu recente discurso perante uma sessão conjunta do Congresso.

A retirada de forças pode ser uma forma indireta de enfraquecer a NATO. Se é esse o plano de Trump, então que esse debate seja feito às claras. A maioria dos norte-americanos apoia a NATO e o papel dos EUA nela. Se Trump quiser mudar a política, primeiro terá de mudar essa opinião.



Porque é que os EUA abandonaram a Ucrânia?

 

Para apoiar Putin. Uma coisa é a Europa liderar no financiamento da Ucrânia, pois é um país europeu, outra muito diferente são os EUA abandonarem a Ucrânia para apoiar o invasor. 


April 26, 2026

Não vai ser fácil recrutar militares na Europa em grandes números

 

E não é só na Alemanha. Inquéritos em vários países europeus mostraram que os jovens não só não estão interessados em defender a pátria, como a própria noção de pátria está muito esboroada. Num dos inquéritos que vi um alemão dizia que mais depressa aceitava viver sob o domínio russo em paz do que ter de ir para a guerra sob domínio do seu próprio país.

Tirando Portugal que escapou aos horrores da Segunda Grande Guerra, os outros países construíram-se sob a ideia de uma sociedade em paz e pacífica para com os outros. A UE também se construiu com essa ideia 

Esqueceram todos que vivermos em paz não depende só de nós mas daqueles que nos rodeiam quererem deixar-nos em paz - sendo a invasão da Ucrânia pela Rússia o exemplo mais perfeito dessa falha de ponderação.

Da mesma maneira que a direita extrema causou prejuízo aos povos da Europa com as suas ideias de fascismo e guerra total, a  ascensão de governos desta nova esquerda extremista com as suas ideias de reduzir toda a história europeia ao mal radical, teve como efeito grandes massas de população desprezarem os valores europeus e não terem interesse em defendê-los.

Ao fascismo e extremismo da direita responderam com o da esquerda. Ao ponto de glorificarem Putin e toda a sua agressão e violência - Varoufakis sendo o paradigma desta nova esquerda extremista e defensora de fascismos.


April 25, 2026

Quanto mais os EUA se tornam e aliam a ditadores mais a Europa deve fortalecer a democracia

 


Trump quer trazer de volta aos EUA os pelotões de fuzilamento e a cadeira eléctrica porque são métodos visualmente brutais, logo de atemorização. Quer ser temido como Putin e Xi. Quer ter a sua clique de ladrões rodeada de armaduras impenetráveis. Quanto mais os EUA se afastam da democracia para se aproximar das sociedades militarizadas da Rússia e China mais a Europa deve reforçar a sua determinação humanista e a sua recusa de todas as ideologias fascistas: os extremistas e radicais da política, da religião e da misoginia. Devemos querer que o avanço da tecnologia esteja ao serviço da nossa defesa e direitos humanos e não da ameaça a outros. 

April 08, 2026

Vance veio à Europa incentivar o ódio à UE

 

BUDAPESTE, 7 de abril (Reuters) – O vice-presidente dos EUA, JD Vance, criticou duramente na terça-feira o que classificou de «vergonhosa» interferência da União Europeia nas eleições da Hungria, ao mesmo tempo que manifestou abertamente o seu apoio ao primeiro-ministro Viktor Orbán, um aliado próximo tanto do presidente Donald Trump como do presidente russo Vladimir Putin, poucos dias antes da votação.

--------

Primeiro Putin organizou uma pseudo-tentativa de assassínio para Orban ganhar as eleições (como fez com Trump?) que saiu furada. Depois Trump e Vance apoiam Orban. Isto não é acerca de apoiar Orban, é acerca de destruir a UE e forçar a rendição da Ucrânia a Putin.

A questão é: os EUA não precisam de Orban mas precisam da Europa. Precisam da Europa na NATO e fora dela, no comércio. Já agora, depois de ter hostilizado a UE e ter ameaçado de invasão países da NATO, bem como depois de ter retirado apoio à Ucrânia, está a sofrer a recusa da Europa em ajudá-lo no ataque ao Irão. 

Se a UE não for idiota, daqui a uns anos já tem um exército e armas de defesa próprias e nem precisa das armas que os EUA têm espalhadas pelos países europeus. Nessa altura, as ameaças veladas de retirar as armas e o dinheiro da NATO vão ter pouco efeito. SE a UE não for idiota e souber fazer mudanças que vão no sentido de reforçar a União e a defesa comum.

A ideia destes novos EUA de Trump de que vão destruir a UE de maneira que os países europeus voltem à singularidade manipulável do pós-guerra é ridícula. 

Esta semana uma fábrica de drones ucranianos começou a sua laboração na Alemanha. Um país da NATO. Não é uma fábrica alemã a produzir drones para a Ucrânia. É uma fábrica ucraniana na Alemanha, um país da NATO, a produzir drones. Não sei se é a 1ª... mas a questão é que a Ucrânia já tem um pé firme na defesa da UE.

April 06, 2026

Até que enfim que alguém diz publicamente o óbvio

 

March 29, 2026

Lembrete 🇪🇺

 

Aqui fica uma música para lembrar que a Europa é um conjunto de países, cada um com a sua maluqueira mas que no conjunto funciona, quando se une. 

Ele tem razão... mas depois há a pandilha de Trump e ninguém tem mão neles

 


February 18, 2026

🎯 Esta é uma «guerra russo-europeia»



O general Vincent Desportes, proeminente estratega militar francês e ex-diretor da École de Guerre, falando na LCI, considera «aterrorizante» que um único CEO privado (Elon Musk) tenha o poder de alterar o rumo de uma guerra simplesmente «accionando um interruptor» numa rede de satélites.

«Ouça, em primeiro lugar, só podemos saudar isto. Imagina-se que Musk, desta vez, depois de ter ajudado os russos, disse a si mesmo: “Vamos parar de ajudá-los e facilitar as coisas para os ucranianos”. Por que razão exatamente? Não sei.

Mas o que é bastante assustador nesta questão é que temos um CEO que tem um impacto extremamente significativo na geopolítica e no futuro das nações, o que é totalmente aterrador.
E numa situação como esta, acredito que a Europa deve assumir as suas responsabilidades e finalmente prestar uma ajuda verdadeiramente séria aos ucranianos. Acredito que é hora de a Europa compreender que esta não é uma guerra russo-ucraniana, mas sim uma guerra russo-europeia, e que devemos comprometer-nos agora, uma vez que a América, como tal, não se está a comprometer.»
Isto destaca a vulnerabilidade da Europa. Se um indivíduo privado [Musk] ou um cenário político americano em mudança decidir retirar o apoio, a Europa tem poucas alternativas soberanas para a Internet de alta velocidade no campo de batalha.

A parte mais marcante da sua intervenção é o seu apelo para que a Europa pare de ver isto como um conflito local.

Ao chamá-la de «guerra russo-europeia», ele sugere que a queda da Ucrânia ameaçaria diretamente a segurança de todo o continente europeu, exigindo uma transição da «ajuda» para um compromisso mais direto e estratégico.


Trump quer muito tirar a Europa de todas as equações

 

Quer uma Europa vassala. Espero que não lhe façam a vontade. Leio muito artigos de americanos a dizer que, se a Europa quer o progresso tem de dividir-se em duas, cada uma a sua velocidade: uma rica e outra pobre, uma que decide e outra que é decidida e, o pior é que começo a ler europeus a dizer o mesmo. Dividir a Europa é o primeiro passo para enfraquecer e destruir. É o que Putin quer fazer à Ucrânia.


February 15, 2026

🎯