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May 09, 2026

🇪🇺 Dia da Europa

 

No Dia da Europa, celebramos também o 40.º aniversário da adesão de Portugal às Comunidades Europeias. Quatro décadas depois, reafirmamos o nosso compromisso com uma União Europeia assente na paz, na democracia, na prosperidade e na solidariedade.  - República Portuguesa 🇵🇹

May 06, 2026

Gosto das ideias deste homem

 


May 02, 2026

Resultado da conversa de Trump com Putin? Retirada de tropas da Alemanha

 

O facto de Trump ter retirado 5000 soldados americanos da Alemanha logo após ter falado com Putin é mera coincidência?

Retirar as tropas da Alemanha é um autogolo

As forças americanas na Europa estão lá para defender os interesses dos Estados Unidos.

ERIC S. EDELMAN E FRANKLIN C. MILLER

Um olhar mais detalhado sobre a Alemanha mostra que os Estados Unidos mantêm actualmente cerca de 35.000 militares no país, incluindo cinco guarnições do Exército, os quartéis-generais do Comando Europeu e do Comando Africano, e os campos de treino em Vilseck, Hohenfels e Grafenwöhr (que são os melhores e maiores centros de treino de forças terrestres fora dos Estados Unidos). 

Além disso, o centro médico militar de Landstuhl é o maior e mais sofisticado centro médico militar norte-americano fora dos EUA e serve tanto os teatros de operações do Comando Europeu como do Comando Central. A Força Aérea dispõe de um importante centro de transporte em Ramstein, que também apoia operações desses dois comandos. 

Se estas infraestruturas não existissem já no início da guerra com o Irão, teríamos de as ter criado. Reduzi-las ou eliminá-las degradaria — ou até paralisaria — operações militares que hoje damos por garantidas.

No entanto, os erros estratégicos não ficam por aqui. De forma inexplicável, Trump acabou de cancelar o destacamento previsto do sistema de mísseis hipersónicos de longo alcance Dark Eagle do Exército para a Alemanha, onde serviria para contrabalançar os mísseis russos Oreshnik e Iskander já posicionados. Isto foi um presente para Vladimir Putin, com quem Trump falou há apenas alguns dias.

Para além da perda militar representada pela redução de tropas, o custo financeiro de tal imprudência — mesmo que essas forças sejam deslocadas para outros países da NATO cujos líderes o presidente chama de “amigos” — atingiria provavelmente, no mínimo, várias centenas de milhões de dólares, um desperdício total numa altura em que o Departamento de Defesa apela a um aumento da despesa para reconstruir o aparelho de defesa dos EUA. 

Cada dólar gasto a deslocar tropas e equipamento pela Europa é um dólar que não pode ser investido na reposição das reservas cada vez mais reduzidas de munições críticas.

A presença militar dos EUA em Espanha é menor do que na Alemanha, mas inclui a base naval de Rota, onde estão estacionados quatro destroyers de defesa anti-míssil estrategicamente posicionados para proteger aliados no sudoeste da Aliança — bem como para vigiar o Estreito de Gibraltar, que liga o Mar Mediterrâneo ao Oceano Atlântico. 

A Força Aérea tem também uma presença significativa no oeste de Espanha, em Morón, a partir de onde facilita operações logísticas e expedicionárias. Tal como na Alemanha, estas duas localizações estão perfeitamente posicionadas para apoiar e sustentar a projeção global de poder dos EUA.

A retirada de forças norte-americanas das suas bases em Itália criaria uma enorme lacuna no dispositivo avançado. A presença dos EUA em Itália inclui uma ala de caças em Aviano, uma brigada aerotransportada de reação rápida em Vicenza, um esquadrão de segurança da Força Aérea essencial para apoiar a participação italiana na força nuclear de dupla capacidade da NATO, uma estação aérea naval chave na Sicília — absolutamente central para os esforços aliados de guerra anti-submarina no Mediterrâneo —, o quartel-general da Sexta Frota e uma grande actividade de apoio naval. 

Remover estas forças de Itália destruiria a capacidade dos Estados Unidos de dominar o Mediterrâneo Oriental, o que seria uma boa notícia para a Rússia e a China, mas muito menos para Israel e outros parceiros de segurança dos EUA no Médio Oriente, sem falar dos aliados da NATO no sudeste da Europa.

O PIOR DESTES CENÁRIOS ainda não foi ordenado, mas o facto de o Presidente Trump ter determinado a saída de um em cada sete militares norte-americanos estacionados na Alemanha sugere que leva a sério uma redução da presença militar na Europa. 

No conjunto, este impulso, motivado por ressentimento, não só diminuiria a capacidade de projecção de poder dos EUA, como também reduziria significativamente a postura de dissuasão e defesa da NATO.

Talvez essa seja a intenção do presidente. A sua persistente incapacidade de compreender o valor da aliança para os Estados Unidos, bem como a sua animosidade de longa data em relação à NATO, têm levado repetidamente a ponderações sobre a saída da aliança. A legislação atual impede-o de abandonar a NATO sem aprovação do Congresso, algo que dificilmente obterá, a julgar pela ovação de pé que o Rei Carlos III recebeu ao elogiar a aliança no seu recente discurso perante uma sessão conjunta do Congresso.

A retirada de forças pode ser uma forma indireta de enfraquecer a NATO. Se é esse o plano de Trump, então que esse debate seja feito às claras. A maioria dos norte-americanos apoia a NATO e o papel dos EUA nela. Se Trump quiser mudar a política, primeiro terá de mudar essa opinião.



Porque é que os EUA abandonaram a Ucrânia?

 

Para apoiar Putin. Uma coisa é a Europa liderar no financiamento da Ucrânia, pois é um país europeu, outra muito diferente são os EUA abandonarem a Ucrânia para apoiar o invasor. 


April 26, 2026

Não vai ser fácil recrutar militares na Europa em grandes números

 

E não é só na Alemanha. Inquéritos em vários países europeus mostraram que os jovens não só não estão interessados em defender a pátria, como a própria noção de pátria está muito esboroada. Num dos inquéritos que vi um alemão dizia que mais depressa aceitava viver sob o domínio russo em paz do que ter de ir para a guerra sob domínio do seu próprio país.

Tirando Portugal que escapou aos horrores da Segunda Grande Guerra, os outros países construíram-se sob a ideia de uma sociedade em paz e pacífica para com os outros. A UE também se construiu com essa ideia 

Esqueceram todos que vivermos em paz não depende só de nós mas daqueles que nos rodeiam quererem deixar-nos em paz - sendo a invasão da Ucrânia pela Rússia o exemplo mais perfeito dessa falha de ponderação.

Da mesma maneira que a direita extrema causou prejuízo aos povos da Europa com as suas ideias de fascismo e guerra total, a  ascensão de governos desta nova esquerda extremista com as suas ideias de reduzir toda a história europeia ao mal radical, teve como efeito grandes massas de população desprezarem os valores europeus e não terem interesse em defendê-los.

Ao fascismo e extremismo da direita responderam com o da esquerda. Ao ponto de glorificarem Putin e toda a sua agressão e violência - Varoufakis sendo o paradigma desta nova esquerda extremista e defensora de fascismos.


April 25, 2026

Quanto mais os EUA se tornam e aliam a ditadores mais a Europa deve fortalecer a democracia

 


Trump quer trazer de volta aos EUA os pelotões de fuzilamento e a cadeira eléctrica porque são métodos visualmente brutais, logo de atemorização. Quer ser temido como Putin e Xi. Quer ter a sua clique de ladrões rodeada de armaduras impenetráveis. Quanto mais os EUA se afastam da democracia para se aproximar das sociedades militarizadas da Rússia e China mais a Europa deve reforçar a sua determinação humanista e a sua recusa de todas as ideologias fascistas: os extremistas e radicais da política, da religião e da misoginia. Devemos querer que o avanço da tecnologia esteja ao serviço da nossa defesa e direitos humanos e não da ameaça a outros. 

April 08, 2026

Vance veio à Europa incentivar o ódio à UE

 

BUDAPESTE, 7 de abril (Reuters) – O vice-presidente dos EUA, JD Vance, criticou duramente na terça-feira o que classificou de «vergonhosa» interferência da União Europeia nas eleições da Hungria, ao mesmo tempo que manifestou abertamente o seu apoio ao primeiro-ministro Viktor Orbán, um aliado próximo tanto do presidente Donald Trump como do presidente russo Vladimir Putin, poucos dias antes da votação.

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Primeiro Putin organizou uma pseudo-tentativa de assassínio para Orban ganhar as eleições (como fez com Trump?) que saiu furada. Depois Trump e Vance apoiam Orban. Isto não é acerca de apoiar Orban, é acerca de destruir a UE e forçar a rendição da Ucrânia a Putin.

A questão é: os EUA não precisam de Orban mas precisam da Europa. Precisam da Europa na NATO e fora dela, no comércio. Já agora, depois de ter hostilizado a UE e ter ameaçado de invasão países da NATO, bem como depois de ter retirado apoio à Ucrânia, está a sofrer a recusa da Europa em ajudá-lo no ataque ao Irão. 

Se a UE não for idiota, daqui a uns anos já tem um exército e armas de defesa próprias e nem precisa das armas que os EUA têm espalhadas pelos países europeus. Nessa altura, as ameaças veladas de retirar as armas e o dinheiro da NATO vão ter pouco efeito. SE a UE não for idiota e souber fazer mudanças que vão no sentido de reforçar a União e a defesa comum.

A ideia destes novos EUA de Trump de que vão destruir a UE de maneira que os países europeus voltem à singularidade manipulável do pós-guerra é ridícula. 

Esta semana uma fábrica de drones ucranianos começou a sua laboração na Alemanha. Um país da NATO. Não é uma fábrica alemã a produzir drones para a Ucrânia. É uma fábrica ucraniana na Alemanha, um país da NATO, a produzir drones. Não sei se é a 1ª... mas a questão é que a Ucrânia já tem um pé firme na defesa da UE.

April 06, 2026

Até que enfim que alguém diz publicamente o óbvio

 

March 29, 2026

Lembrete 🇪🇺

 

Aqui fica uma música para lembrar que a Europa é um conjunto de países, cada um com a sua maluqueira mas que no conjunto funciona, quando se une. 

Ele tem razão... mas depois há a pandilha de Trump e ninguém tem mão neles

 


February 18, 2026

🎯 Esta é uma «guerra russo-europeia»



O general Vincent Desportes, proeminente estratega militar francês e ex-diretor da École de Guerre, falando na LCI, considera «aterrorizante» que um único CEO privado (Elon Musk) tenha o poder de alterar o rumo de uma guerra simplesmente «accionando um interruptor» numa rede de satélites.

«Ouça, em primeiro lugar, só podemos saudar isto. Imagina-se que Musk, desta vez, depois de ter ajudado os russos, disse a si mesmo: “Vamos parar de ajudá-los e facilitar as coisas para os ucranianos”. Por que razão exatamente? Não sei.

Mas o que é bastante assustador nesta questão é que temos um CEO que tem um impacto extremamente significativo na geopolítica e no futuro das nações, o que é totalmente aterrador.
E numa situação como esta, acredito que a Europa deve assumir as suas responsabilidades e finalmente prestar uma ajuda verdadeiramente séria aos ucranianos. Acredito que é hora de a Europa compreender que esta não é uma guerra russo-ucraniana, mas sim uma guerra russo-europeia, e que devemos comprometer-nos agora, uma vez que a América, como tal, não se está a comprometer.»
Isto destaca a vulnerabilidade da Europa. Se um indivíduo privado [Musk] ou um cenário político americano em mudança decidir retirar o apoio, a Europa tem poucas alternativas soberanas para a Internet de alta velocidade no campo de batalha.

A parte mais marcante da sua intervenção é o seu apelo para que a Europa pare de ver isto como um conflito local.

Ao chamá-la de «guerra russo-europeia», ele sugere que a queda da Ucrânia ameaçaria diretamente a segurança de todo o continente europeu, exigindo uma transição da «ajuda» para um compromisso mais direto e estratégico.


Trump quer muito tirar a Europa de todas as equações

 

Quer uma Europa vassala. Espero que não lhe façam a vontade. Leio muito artigos de americanos a dizer que, se a Europa quer o progresso tem de dividir-se em duas, cada uma a sua velocidade: uma rica e outra pobre, uma que decide e outra que é decidida e, o pior é que começo a ler europeus a dizer o mesmo. Dividir a Europa é o primeiro passo para enfraquecer e destruir. É o que Putin quer fazer à Ucrânia.


February 15, 2026

🎯

 

February 11, 2026

Estou a ver o canal do Qatar - Euronews

 

Notícias de reuniões ao mais alto nível entre os EUA e a Arménia, reuniões ao mais alto nível entre países africanos e países do Médio Oriente. Nem uma mulher à vista. As mesas com as delegações têm 10 homens de cada lado. As mulheres são metade da população mundial mas são, propositadamente, afastadas pelos homens de todos os cargos de decisão para lhes poderem impôr a discriminação e a subserviência. Os únicos países do mundo onde se vêem mulheres nas delegações e cargos são os europeus e os sul-americanos que têm influência das ideias europeias - e um ou outro africano não-islamita. É isto que os EUA, a Rússia e, acima de tudo, os países islâmicos, querem destruir. Devíamos estar conscientes e lutar pelo nosso modo de vida porque uma vez perdido dificilmente voltará.


February 10, 2026

O Qatar é dono das universidades ocidentais - Charles Asher Small no PE

 

As universidades aceitam a islamização a troco de rios de dinheiro fácil porque os administradores querem muito 3 jactos e 4 yates. Isto tem um nome. Os islamitas estão a formar a próxima geração de diplomatas americanos e europeus. Quando é que os europeus se tornaram tão estúpidos?


February 03, 2026

🎯

 

Tudo o que ele diz é verdade, mas tem de se acrescentar as palavras de Draghi, se não estivermos dispostos a lutar por ela não conseguimos preservar os seus valores e espera-nos uma lenta agonia.

January 31, 2026

Não há a noção de como isto é patético?

 

January 30, 2026

Ninguém percebe a falta de engajamento dos europeus na defesa aérea da Ucrânia

 

Não vêem o que lá se passa? E se vêm porque não agem?


January 29, 2026

Isto não pode ser. A Europa tem de traduzir as palavras em actos