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November 05, 2026

Meloni pergunta bem, porque é que cada líder europeu fala sozinho sobre a Ucrânia?

 

Ou fala com Putin? No dia em que houver negociações, quem da UE se vai sentar à mesa e com que discurso? Todos? Não. Nenhum, se cada um diz sua coisa em iniciativas concorrentes. A guerra da Rússia na Ucrânia não pode ser uma guerra de egos ou de capitalização de votos. Se cada um começa a falar sozinho serão todos manipulados pelo senhor que se sabe.

Meloni critica a desorganização da UE enquanto Bruxelas acolhe as negociações sobre a Ucrânia


A líder italiana afirma que a falta de uma voz única da UE à mesa das negociações «é inaceitável»

A desorganização diplomática da Europa em relação à Ucrânia corre o risco de marginalizar a UE em futuras negociações de paz, a menos que os europeus comecem a agir de forma coordenada, alertou Giorgia Meloni, primeira-ministra italiana.

Numa carta enviada na quinta-feira a António Costa, presidente do Conselho Europeu, e a que a Rapporteur teve acesso, Meloni manifestou a sua frustração face à proliferação de fóruns diplomáticos e iniciativas concorrentes.

Exigiu que os líderes da UE cheguem a acordo sobre um único representante «para falar a uma só voz sobre a questão ucraniana», à medida que as negociações para pôr fim à guerra se intensificam nos próximos dias e semanas.

Enumerou uma sucessão de reuniões ou contactos diplomáticos que tiveram lugar ao longo do último mês, incluindo em Bruxelas nos últimos dois dias, para ilustrar o que descreveu como um panorama cada vez mais confuso.

«Tudo isto está a minar a nossa credibilidade na gestão de uma das questões mais complicadas que as nossas nações enfrentam», afirmou. «Estou convencida de que todos reconhecemos que, ao darmos a impressão de uma Europa que avança em direções diferentes, não estamos a fazer mais do que servir os interesses daqueles que querem que esta guerra continue.»

«Considero que isto é inaceitável, dado que estão em jogo vidas humanas e o futuro da nossa segurança.»

Meloni solicitou formalmente que o assunto fosse debatido na cimeira informal dos líderes da UE, a realizar-se em Dublin na próxima semana, e que fosse tomada uma decisão sobre o nome a adotar no Conselho Europeu formal de dezembro.

https://www.rapporteur.com/news/


October 25, 2026

Quem tem voz no assunto do fim da guerra da Rússia na Ucrânia, e a que preço?


Não gostaria que abordássemos uma reunião entre os três líderes — da Ucrânia, dos Estados Unidos e da Rússia — depois de termos levantado todas as sanções contra a Federação Russa. Este é um ponto importante. As sanções foram impostas devido à agressão, não para servir de pretexto para uma conversa. 
Portanto, se afirmarmos que isto é o fim da guerra, existe uma determinada ordem a seguir para o levantamento das sanções. Disse isto à delegação americana porque há já bastante tempo que tenho esta sensação: quando falamos da lealdade da Rússia, não devemos comprá-la a esse preço. 
Porque, sem sanções, poderíamos dar por nós num diálogo trilateral em que ainda não sabemos o que vai acontecer a seguir, mas as sanções já foram levantadas. E quem terá a força que tínhamos no início da guerra para impor novamente todas essas sanções? 
Para reunir as pessoas de tal forma que pudéssemos garantir mais de 20 pacotes de sanções em todo o mundo. É por isso que sou muito cauteloso em relação a isto. Não quero que nos encontremos numa reunião com Putin sem instrumentos — sem sanções, sem dinheiro ou sem ativos congelados. 
Porque, nesse caso, tal como disse o Sr. Trump, não teríamos realmente muitas cartas na manga. 

De uma entrevista com Alla Mazur para o programa «TSN Week» no canal 1+1, no âmbito do teleton da United News. (3/5)
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(Outro assunto: a Europa, que está a financiar a defesa da Ucrânia nesta guerra vai ficar de fora dessas negociações? A que propósito? Não temos voz?)

October 24, 2026

O poder da verdade tem de ser mais mais forte que as verdades dos poderes


October 22, 2026

Acelerem a entrada da Ucrânia na UE

 

October 21, 2026

Estamos preparados para a guerra?


Putin acaba de declará-la. Está cheio da força que Trump lhe dá. Os europeus que metam em ordem as suas casas, acabem com as células de terroristas islâmicos e gangs de destruição já, porque temos uma guerra para travar. 

Bojan Pancevski

Putin ordenou pessoalmente uma nova onda de ataques contra os países da @NATO na Europa. O complot no aeroporto de Leipzig foi um dos primeiros golpes.
Putin foi motivado pela frustração com o impasse nas negociações e pelos ataques profundos da Ucrânia.
A minha reportagem via @WSJ

October 20, 2026

Subscrevo inteiramente esta análise



(apesar de faltarem aqui outras forças que trabalham para a destruição da Europa)

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Sandro

Acho que os europeus não compreendem plenamente o que está a acontecer neste momento à União Europeia.

A UE está a sofrer um ataque extraordinário em várias frentes, tanto do exterior como do interior. E tenho dificuldade em pensar noutro período da sua história em que tantos actores poderosos tivessem interesse em enfraquecê-la simultaneamente.

A Rússia passou anos a travar uma guerra híbrida contra a Europa. 

Migração utilizada como arma, sabotagem, ciberataques, campanhas coordenadas de desinformação, redes de bots e interferência política. O objectivo é claro: minar a confiança nas instituições democráticas, aprofundar as divisões sociais e enfraquecer a unidade europeia.

A China tem motivações diferentes, principalmente económicas e geopolíticas. Uma Europa fragmentada é mais fácil de pressionar, mais fácil de negociar individualmente e menos capaz de defender os seus interesses económicos.

E depois há os Estados Unidos. Talvez o desenvolvimento mais perturbador de todos.

Sob Trump e o movimento MAGA, um país que ajudou a reconstruir o velho continente e que depois passou décadas a apoiar a integração europeia tem agora uma administração abertamente hostil a grande parte do que a UE representa. A sua própria Estratégia de Segurança Nacional apela mesmo a cultivar resistência à actual orientação política da Europa.

Pensem nisso por um momento.

Entretanto, na Europa, sectores da extrema-direita e da extrema-esquerda amplificam estas divisões, seja por alinhamento ideológico, oportunismo político ou simpatia declarada por regimes autoritários.

Isto não significa que a Rússia, a China e o MAGA estejam todos a seguir um plano mestre coordenado em conjunto. Nem precisam de o fazer. Os seus interesses sobrepõem-se cada vez mais, e as divisões internas da Europa facilitam-lhes consideravelmente o trabalho.

O que torna isto particularmente alarmante é o que está realmente em jogo. Apesar de todas as suas falhas, a UE continua a ser um dos projectos mais importantes do mundo, assente na democracia liberal, no Estado de direito, nas liberdades individuais e na cooperação entre nações.

Numa altura em que o autoritarismo está a ganhar terreno e até mesmo democracias de longa data mostram tendências preocupantes, isso é extremamente importante.

A Europa está longe de ser perfeita. A sua burocracia, indecisão e incapacidade de agir de forma decisiva são problemas reais. Mas a resposta não pode ser recuar para 27 Estados-nação concorrentes, cada um deles demasiado pequeno para influenciar de forma significativa um mundo cada vez mais dominado por potências continentais.

Muito pelo contrário.

A Europa precisa de uma integração mais profunda, de instituições comuns mais fortes, de uma verdadeira autonomia estratégica e da coragem política para defender os seus interesses e valores.

Porque a fragmentação é precisamente o que tantos actores externos desejam.

E talvez essa seja a ironia central do nosso tempo: as pessoas estão a ser deliberadamente manipuladas para acreditar que o contrário é verdade — que a identidade nacional e a soberania só podem ser protegidas enfraquecendo a cooperação europeia. Na realidade, uma Europa dividida é menos soberana, menos segura e muito mais fácil de ser pressionada por potências externas. Por isso, aquilo que tornará a Europa mais forte é precisamente aquilo que os seus adversários se esforçam mais por impedir.

Uma Europa unida é uma potência geopolítica. Uma Europa dividida é um conjunto de países à espera de serem atirados uns contra os outros.


October 19, 2026

A Europa já está a fazer muito mas tem que fazer mais

 

October 18, 2026

Os EUA ameaçam a Europa?

 

Segundo consta, o embaixador dos EUA junto da UE estará a ameaçar com retaliações «devastadoras» a Europa, caso impeça a SpaceX de aceder a partes do seu mercado.🇪🇺🛰️
Os EUA pensam que os europeus são seus vassalos. É preciso desenganá-los.
Vai doer, como já doeu com a Rússia e continua a doer a Laus países como a Alemanha, mas temos que nos tornar independentes dos EUA e da China porque o preço a pagar pela dependência é muito grande.



Sabia que há uma «Rede Europeia de Mulheres Migrantes» que alertam contra a opressão islâmica?


Eu não o sabia. Como quem aparece sempre a falar são os islamitas homens, nunca ouvimos a voz das mulheres. Há até quem diga que as mulheres estão, livremente, de acordo com o que eles defendem - leis de sharia, por exemplo. Pois, não estão e, pelos vistos, há, pelo menos, uma organização de mulheres migrantes na Europa que defende os valores europeus e a sua defesa face a grupos hostis que tentam destruir a Europa por dentro apelando à vitimização e à violência.

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🔴 Declaração pública da Rede Europeia de Mulheres Migrantes (cuja existência eu desconhecia até agora) que saúda a resolução do Parlamento Europeu que apela à adopção de uma estratégia para combater o infiltracionismo islâmico (uma resolução que uma parte da esquerda votou contra).

OPOR-SE À IRMANDADE MUÇULMANA: UM PONTO DE INFLEXÃO PARA OS VALORES EUROPEUS, A DEMOCRACIA LAICA E A LIBERDADE DAS MULHERES

Bruxelas, 14 de outubro de 2026

A Rede Europeia de Mulheres Migrantes acolhe com grande satisfação e apoia a resolução do Parlamento Europeu que apela a uma estratégia europeia coordenada para combater o infiltracionismo islâmico e analisar a influência das redes da Irmandade Muçulmana. Trata-se de um passo importante na defesa das instituições democráticas da Europa, das liberdades fundamentais e do seu compromisso com a igualdade. Uma estratégia europeia comum não só é necessária como já devia ter sido implementada há muito tempo.

A ideologia da Irmandade Muçulmana suscita preocupações fundamentais para as sociedades europeias seculares, democráticas e pluralistas. A sua visão política e a sua concepção do papel da religião na vida pública e na governação levantam sérias questões sobre a separação entre a autoridade religiosa e as instituições democráticas, a liberdade individual, a igualdade perante a lei e a liberdade de consciência. 

A Europa deve continuar a ser um lugar onde todos sejam livres de praticar a sua religião, de a mudar ou de não ter nenhuma, sem pressão ou coacção por parte de movimentos religiosos ou políticos.

As preocupações em relação à Irmandade Muçulmana não se limitam à Europa. Vários países de maioria muçulmana, incluindo o Egipto, a Arábia Saudita e a Jordânia, proibiram a organização ou classificaram-na como organização terrorista ao abrigo da sua legislação nacional. 

Embora estas decisões se insiram em contextos jurídicos e políticos diferentes, demonstram que as preocupações relativamente às actividades e aos objetivos políticos do movimento vão muito além da Europa. Estes desenvolvimentos reforçam a necessidade de as instituições europeias examinarem diligentemente a ideologia, as estruturas organizacionais, o financiamento e as actividades do movimento no âmbito de uma supervisão independente.

Opôr-se à ideologia política da Irmandade Muçulmana não é racismo nem islamofobia. A crítica a um movimento político ou religioso não deve ser confundida com hostilidade para com os muçulmanos. Pelo contrário, defender os muçulmanos contra a coacção e o extremismo político ou religioso faz parte da defesa dos seus direitos fundamentais. 

O respeito pela diversidade religiosa não pode significar fechar os olhos a movimentos cujas actividades comprometem as liberdades individuais, as instituições democráticas ou os direitos dos outros.

Esta resolução constitui também um passo importante para os direitos das mulheres, em particular os das mulheres migrantes. As mulheres que vivem entre diferentes ambientes culturais, religiosos e sociais podem enfrentar pressões que afectam a sua autonomia, as suas escolhas pessoais, o seu vestuário, as suas relações, a sua educação e a sua participação na vida pública. 

As mulheres que desafiam as expectativas religiosas e patriarcais são frequentemente confrontadas com intimidação, exclusão e ameaças, inclusive no seio das suas próprias comunidades. A sua liberdade e segurança nunca devem ficar em segundo plano face à sensibilidade cultural ou ao oportunismo político. 

Uma sociedade verdadeiramente igualitária protege o direito de cada mulher a fazer as suas próprias escolhas, a participar plenamente na vida pública e a viver livre de qualquer restrição ou discriminação justificada pela religião. As mulheres migrantes merecem não só proteção contra o racismo, mas também a proteção plena e incondicional dos seus direitos e liberdades individuais.

Apelamos, por isso, às instituições europeias e aos Estados-Membros para que traduzam este compromisso político em acções concretas, através de uma estratégia europeia coordenada, de uma maior transparência no financiamento e de uma supervisão rigorosa das organizações e redes. A Europa deve ser coerente na defesa dos seus valores: as instituições democráticas laicas, a liberdade de consciência, a igualdade entre mulheres e homens e o Estado de direito são garantias essenciais de uma sociedade livre e pluralista.

A Rede Europeia de Mulheres Migrantes (ENoMW) é uma plataforma feminista e laica, liderada por mulheres migrantes, não filiada a nenhum partido político, que defende os direitos, as liberdades e a dignidade das mulheres e raparigas migrantes, refugiadas e pertencentes a minorias étnicas na Europa.

http://migrantwomennetwork.org | info@migrantwomennetwork.org | Rue du Méridien 10, 1210 Bruxelas, Bélgica

October 17, 2026

A independência tecnológica dos EUA é uma urgência

 

É óbvio que os americanos já não são parceiros de confiança e usam a tecnologia para coagir a Ucrânia e chantagear a Europa. Também é óbvio que Trump e os seus oligarcas (Musk, Thiel, etc.) querem a destruição da Europa enquanto poder para nos tornar seus vassalos em tudo menos no nome. A seguir à guerra a Europa esteve numa espécie de vassalagem militar e tecnológica dos EUA, mas isso custava-lhes dinheiro. Trump quer o mesmo, mas de borla. A Europa tem de acordar para a realidade.

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O ministro dos Negócios Estrangeiros polaco, Sikorski: 
«Desde janeiro do ano passado que os EUA não contribuíram com um único cêntimo para a defesa da Ucrânia. Estamos a fazê-lo, Europa.»

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Laura Rozen
Elon Musk abordou Donald Trump com a ideia de abrandar o Starlink na Ucrânia.
O empresário bilionário abordou o presidente dos EUA com a proposta de introduzir limites de velocidade no sistema, o que prejudicava as defesas contra drones da Ucrânia, de acordo com quatro fontes familiarizadas com as discussões.
Uma das fontes afirmou que Trump «concordou» com a sugestão de Musk, abrindo caminho para que o Pentágono implementasse a redução da velocidade no Starshield, a versão de nível militar do sistema de comunicações por satélite. - The Telegraph


October 16, 2026

Esperamos que os líderes europeus estejam à altura do sacrifício dos ucranianos

 

Não pode ser mais do mesmo.


October 15, 2026

Isto é verdade?

 

Se é, porque não o fazem?


October 10, 2026

A Europa continua cega

 

Nem resolve o problema da Rússia nem o problema do Islão. 

Uma islamita vai até à Praça de São Pedro, em Roma, estender o tapete, como sinal de desrespeito. Algum cristão faria isto à entrada de uma mesquita, mesmo que não fosse logo morto por blasfémia? Porque é que permitem que os islamitas rezem na rua em qualquer lado? A Europa continua cega. Deram o prémio Nobel a uma anti-semita confessa, uma amante de extremistas islâmicos. Em tempos, a propósito de cartoons sobre Mohammed defendeu que devia haver censura na Europa. A europa está em seppuku que, como sabemos, é um processo lento e muito doloroso que acaba na morte.

October 01, 2026

Isto não é falso

 

O resultado da liderança europeia

 

O mayor Saint-Denis é um dos que anda a incendiar e destruir

 

Bally Bagayoko é um imigrante de 2ª geração da França Insubmissa.

O resultado da liderança europeia

 

Os professores não se queixam o suficiente e em breve vão desaparecer.

Isto passa-se em 350 escolas.

O resultado da liderança europeia

 

A importação de terroristas e defensores de terrorismo.

Em França os liceus estão a arder

 

A Europa desistiu da segurança dos seus cidadãos e cedeu ao discurso da extrema-esquerda para quem toda a autoridade é suspeita e tem de ser combatida. As redes sociais estão cheias de imagens de dezenas de liceus a serem vandalizados. Professores atacados, alunos atacados, polícias atacados por rapazes mascarados. A França Insubmissa foi uma das forças a incentivar este caos. A IM foi a outra. Em quase todas as imagens de violência há bandeiras da palestina. A esquerda só ficará satisfeita quando a Europa for El Salvador, antes de Bukele, após o que a direita aparecerá com os seus Bukeles. Na Europa reunem-se e falam muito, mas não arrasam com a Rússia, não põem ordem na imigração violenta, não investem na segurança, na educação e na saúde. 


September 29, 2026

A Europa não está à altura da bravura dos ucranianos e das suas extraordinárias Forças Armadas

 

СВЯТА РУСЬ
@rus_svata15287

Últimas notícias. As Forças Armadas da Ucrânia libertaram completamente Orikhiv e Preobrazhenka. Na região de Zaporizhzhia, mais duas zonas habitadas foram libertadas dos ocupantes.

Já nos habituámos de tal maneira à sua bravura e espírito de sacrifício que os normalizámos, mas nada disto é normal: enfrentar o 2º maior exército do mundo, sem armas e, durante quase dois anos, sem apoios sérios. E depois disso, lidar com aliados que traem e torcem pelos atacantes. E outros que falam muito mas fazem tudo aos poucochinhos e a medo. Quando um dia longínquo se fizer a história desta guerra e se falar no sacrifício e bravura dos ucranianos e do seu Presidente e na bravura e resistência moral das suas tropas, ninguém vai acreditar. Vão dizer que certos historiadores promovem as pessoas a heróis, mas que é tudo exagero e imaginação. Só que não. Todos os dias vemos isto acontecer diante dos nossos olhos.