February 21, 2026
February 18, 2026
🎯 Esta é uma «guerra russo-europeia»
O general Vincent Desportes, proeminente estratega militar francês e ex-diretor da École de Guerre, falando na LCI, considera «aterrorizante» que um único CEO privado (Elon Musk) tenha o poder de alterar o rumo de uma guerra simplesmente «accionando um interruptor» numa rede de satélites.
«Ouça, em primeiro lugar, só podemos saudar isto. Imagina-se que Musk, desta vez, depois de ter ajudado os russos, disse a si mesmo: “Vamos parar de ajudá-los e facilitar as coisas para os ucranianos”. Por que razão exatamente? Não sei.
Mas o que é bastante assustador nesta questão é que temos um CEO que tem um impacto extremamente significativo na geopolítica e no futuro das nações, o que é totalmente aterrador.
E numa situação como esta, acredito que a Europa deve assumir as suas responsabilidades e finalmente prestar uma ajuda verdadeiramente séria aos ucranianos. Acredito que é hora de a Europa compreender que esta não é uma guerra russo-ucraniana, mas sim uma guerra russo-europeia, e que devemos comprometer-nos agora, uma vez que a América, como tal, não se está a comprometer.»Isto destaca a vulnerabilidade da Europa. Se um indivíduo privado [Musk] ou um cenário político americano em mudança decidir retirar o apoio, a Europa tem poucas alternativas soberanas para a Internet de alta velocidade no campo de batalha.
A parte mais marcante da sua intervenção é o seu apelo para que a Europa pare de ver isto como um conflito local.
Ao chamá-la de «guerra russo-europeia», ele sugere que a queda da Ucrânia ameaçaria diretamente a segurança de todo o continente europeu, exigindo uma transição da «ajuda» para um compromisso mais direto e estratégico.
General Vincent Desportes, a prominent French military strategist and former director of the École de Guerre, speaking on LCI finds it "terrifying" that a single private CEO (Elon Musk) holds the power to swing the momentum of a war by simply "flipping a switch" on a satellite… pic.twitter.com/q7vdjhkFLY
— Yasmina (@yasminalombaert) February 17, 2026
Trump quer muito tirar a Europa de todas as equações
Quer uma Europa vassala. Espero que não lhe façam a vontade. Leio muito artigos de americanos a dizer que, se a Europa quer o progresso tem de dividir-se em duas, cada uma a sua velocidade: uma rica e outra pobre, uma que decide e outra que é decidida e, o pior é que começo a ler europeus a dizer o mesmo. Dividir a Europa é o primeiro passo para enfraquecer e destruir. É o que Putin quer fazer à Ucrânia.
Former Ukraine PM Arseniy Yatsenyuk: The position of the American administration is to avoid involving the EU in negotiations with Russia on Ukraine.
— Tymofiy Mylovanov (@Mylovanov) February 17, 2026
Zelenskyy performed here to the maximum — everything that could be said and everyone that could be met, he did it. 1/ pic.twitter.com/qa7wGAEXTS
February 15, 2026
🎯
Someone send this to JD Vance before he goes on another rant about 'mismanaged' European allies. Alexander Stubb just reminded the world that the Nordics own the Top 10 lists for justice, clean government free from corruption and equality.
— Yasmina (@yasminalombaert) February 14, 2026
While Trump and JD Vance are busy… pic.twitter.com/FOHY6vUr3k
February 11, 2026
Estou a ver o canal do Qatar - Euronews
Notícias de reuniões ao mais alto nível entre os EUA e a Arménia, reuniões ao mais alto nível entre países africanos e países do Médio Oriente. Nem uma mulher à vista. As mesas com as delegações têm 10 homens de cada lado. As mulheres são metade da população mundial mas são, propositadamente, afastadas pelos homens de todos os cargos de decisão para lhes poderem impôr a discriminação e a subserviência. Os únicos países do mundo onde se vêem mulheres nas delegações e cargos são os europeus e os sul-americanos que têm influência das ideias europeias - e um ou outro africano não-islamita. É isto que os EUA, a Rússia e, acima de tudo, os países islâmicos, querem destruir. Devíamos estar conscientes e lutar pelo nosso modo de vida porque uma vez perdido dificilmente voltará.
February 10, 2026
O Qatar é dono das universidades ocidentais - Charles Asher Small no PE
As universidades aceitam a islamização a troco de rios de dinheiro fácil porque os administradores querem muito 3 jactos e 4 yates. Isto tem um nome. Os islamitas estão a formar a próxima geração de diplomatas americanos e europeus. Quando é que os europeus se tornaram tão estúpidos?
HOW have we allowed this to play out right in front of our eyes?
— Adi (@Adi13) February 10, 2026
Charles Asher Small exposed Qatar's infiltration into western institutions at the European Parliament recently. pic.twitter.com/sKye2HzRjC
February 03, 2026
🎯
Tudo o que ele diz é verdade, mas tem de se acrescentar as palavras de Draghi, se não estivermos dispostos a lutar por ela não conseguimos preservar os seus valores e espera-nos uma lenta agonia.
Helmut Brandstätter, Austrian Member of the European Parliament and former journalist, known for his staunchly pro-EU and anti-Kremlin stance, isn’t sugarcoating the 'Zeitenwende' anymore—it’s the end of the world as we knew it. While Trump is busy trying to dismantle the UN and… pic.twitter.com/x8bKiJ6Jid
— Yasmina (@yasminalombaert) February 2, 2026
January 31, 2026
Não há a noção de como isto é patético?
Of course. Russia isn't afraid of NATO at all. It's Ukraine they're afraid of. https://t.co/pKBeetOm8C
— Garry Kasparov (@Kasparov63) January 30, 2026
January 30, 2026
Ninguém percebe a falta de engajamento dos europeus na defesa aérea da Ucrânia
Não vêem o que lá se passa? E se vêm porque não agem?
Russian drones using Starlink started carrying out mass attacks on Ukrainian logistics along the Bohuslav-Petropavlivka highway. In just one day, there were dozens of strikes, including on buses carrying civilians.
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) January 30, 2026
I have already written that there is a technical possibility to… https://t.co/auYs8WQ8pj pic.twitter.com/sjoC9FGJAx
January 29, 2026
Isto não pode ser. A Europa tem de traduzir as palavras em actos
Despite loud pronouncements, Europeans are still too pathetic to seize the Russian tankers that are the very core of financing Putin's war against them.
— Jay in Kyiv (@JayinKyiv) January 29, 2026
Shadow fleet continues to pour through the Baltic. pic.twitter.com/sa7WuZE5qG
January 28, 2026
O que fará Putin se a Europa fechar os céus da Ucrânia?
Nada! Zero. Absolutamente nada! Europa, acordem!
January 26, 2026
Integração versus destruição de civilização
Na sequência do artigo de Stephen Rapp acerca dos perigos da Europa ignorar, nas parcerias comerciais com a Índia, o seu retrocesso democrático.
A Europa está sob ataque externo e interno e em ambos os casos o fito é a destruição da democracia. Não é que não haja democracias fora da Europa, que as há, mas aqui neste continente temos uma concentração grande de democracias onde as pessoas [ainda] se movem com liberdade, onde se respeita o Estado de Direito e não a força, onde há alternância no poder e não há obrigação de submissão ou medo de prisões e mortes arbitrárias sujeitas ao humor do polícia ou do ditador de ocasião.
Para lidar com o ataque externo precisamos de uma ONU funcional virada para os direitos humanos, mas para isso é preciso que o inquilino que lá está, saia e dê lugar a alguém com outra mentalidade.
O ataque externo às democracias europeias vem de países ditatoriais que não querem os seus povos a olhar com ambições as democracias. A Rússia, o Irão, todos os países árabes islamitas. O ataque interno, fomentado por todos estes países vem da imigração em massa desses países.
Este é um mapa das migrações recentes (últimos 12 anos) para a Europa. Não há memória de uma tão grande pressão de milhões de pessoas a entrar num curto espaço de tempo, por parte de culturas antagónicas e, muitas vezes abertamente hostis à cultura europeia.Como diz Dan Burmawi no post anterior, quando se chega à Europa vindo de países de ditaduras teocráticas e outras, extremamente violentas, com um quotidiano de fuga e sobrevivência à punição arbitrária do Estado, tudo aqui parece 'amaricado'. A tendência não é ver os europeus como uma civilização racional que evoluiu com base na lei, na educação, na cooperação, mas sim vê-los como fracos, pessoas que 'no seu mundo' não sobreviveriam um dia, sequer.
🇪🇸 Spanish MEP Jorge Buxadé (@Jorgebuxade):
— Visegrád 24 (@visegrad24) January 26, 2026
"Islamism now feeds on closed Muslim communities. Political separatism is growing in the heart of Europe. This separatism is of those who want to live without submitting to the laws passed by parliaments. Separatism is found in… pic.twitter.com/rY3RAobjue
January 20, 2026
Zelenskyy sobre Forças Armadas Europeias
P: Há relatos na mídia ocidental de que a actual política dos EUA pode levar os países europeus a formar uma nova aliança político-militar como uma espécie de substituto ou alternativa à OTAN. Os líderes ocidentais discutiram esses planos consigo? Qual é a sua posição sobre essas ideias?
ZELENSKYY: Essa foi a nossa ideia e a nossa proposta. Ter Forças Armadas Europeias não significa competir com os Estados Unidos – não. Significa simplesmente que a Europa, como um continente separado, deve ter o seu próprio exército forte.
Eles fornecem-nos informações, por exemplo – a França fornece informações, assim como outros países. E nós fornecemos os nossos drones interceptadores – tecnologia que foi testada em combate. E fornecemos outras tecnologias e armas – como elas realmente funcionam.
– Zelenskyy em 20 de janeiro de 2026.
January 19, 2026
Militar, económico, político e cultural
Os economistas e os das finanças esquecem-se sempre da cultura. Podemos ter dinheiro e armas mas se estivermos culturalmente divididos, sem valores comuns, guerreamo-nos uns aos outros em vez de nos fortalecermos uns aos outros. Precisamos de lembrar as ideias humanistas e de racionalidade comum que nos trouxeram aqui e afastar as forças que trabalham em impor valores de censura, opressão, teocracia e intolerância com o fito de nos dividir.
Former Italian PM Mario Draghi:
— Clash Report (@clashreport) January 19, 2026
Europe has many enemies - perhaps never as many as now - both internal and external enemies.
We want to preserve our Europe.
First, we have to overcome our self-inflicted weaknesses. pic.twitter.com/Kvzbo4FNbP
January 18, 2026
🎯
Ulrich Speck
Se os europeus tivessem prestado apoio adequado à Ucrânia, a guerra da Rússia já teria terminado há muito tempo. A Europa seria respeitada como um actor de segurança — até mesmo por Trump.
A falha em apoiar adequadamente a Ucrânia está no cerne do drama actual. Fez projectar uma imagem de fraqueza.
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Ainda estamos a tempo.
Trump quer ser líder de um mundo em retrocesso ao provincianismo medieval
Trump quer que os EUA liderem uma organização substituta da ONU, chamada Board of Peace. Criou-a para Gaza mas o seu intuito é que alastre ao mundo nestes termos: o Presidente dos EUA ou alguém por ele nomeado é o presidente do clube; o clube é formado por países escolhidos pelos EUA (naturalmente aqueles que são submissos e têm força para obrigar os outros); o presidente dos EUA é quem decide das decisões de paz e guerra do clube (é difícil chamar-lhe organização) depois impostas ao mundo. Já a criou para Gaza e nomeou-se a si mesmo, ao genro Kushner (o rapace), Marco Rubio (o vendido a Trump por poder) e a Tony Blair (Blair vendido a Trump...) como membros do Board. Para já, os membros têm de pagar mil milhões de dólares para fazer parte dele. Espero que nenhum país da UE entre nesta palhaçada que tem como intuito principal desmantelar e esvaziar de sentido as NU e as suas resoluções. Napoleão dizia, 'o Estado sou eu', Trump diz, 'o mundo sou eu'.
Guterres é muito culpado desta vulnerabilidade da ONU e espero que o próximo SG seja alguém com uma cabeça decente e sem fanatismo ideológico-religioso.
Trump tem a veleidade de anunciar que quer ser o dono do mundo. Por enquanto a Constituição americana impede-o de muitas iniciativas fascistas que ele quer e anuncia sem pejo, mas ele está a tratar disso internamente. Ele sabe, como sabem todos os criminosos que o sustentam (os das milícias que andam na rua a matar pessoas, os milionários que andam a fazer negócio com a sua ladroagem, os que andam a perseguir opositores às suas ordens, etc.), que no dia em que ele sair do poder, vão todos parar à prisão. Portanto, ele está a trabalhar para não haver eleições ou, haver à moda de Putin, com vencedor determinado à partida. Portanto, quando internamente tiver calado toda a oposição, de uma maneira ou de outra, vai querer ser o dono do mundo: atacar quem quiser, roubar quem quiser, esmagar quem quiser... à maneira de Putin.
Ao contrário do que dizem Trump, Vance, Musk e grande parte da esquerda europeia que é contra a democracia liberal e trabalha para a destruição dos seus próprios países, a Europa não está em decadência. Pelo contrário, a Europa esteve parada e virada para dentro de si durante umas décadas -pôs o valor da paz e da prosperidade acima de tudo e esqueceu-se que elas têm de ser defendidas e que ninguém defende a nossa casa por nós- mas saiu desse template e está a evoluir para uma união mais forte, mais coesa e assertiva. Também essa união se deve à Ucrânia que foi o motor dessa mudança.
A Europa não regrediu, como os EUA, a uma matriz religiosa meio-medieval nos costumes e até na educação; à negação da ciência, da medicina; a uma visão paroquial de si mesmo e de provincianismo nas relações entre Estados, muito parecida com a da Rússia.
Onde a Europa errou foi em copiar os EUA no aprofundamento das desigualdades sociais com a obrigação de todos os sistemas e instituições serem geridos como empresas onde só o lucro interessa, em deixarem os EUA passarem à frente no investimento da tecnologia digital e imporem a sua narrativa. Mas isso corrige-se se houver líderes conscientes, independentes e fortes, como agora há.
A Ucrânia deve estar apreensiva com esta escalada entre os EUA e a Europa, provocada pela ganância e provincianismo de Trump sobre a Gronalândia, mas a Europa não pode ceder ao bullying e ao fascismo de Trump. Se o fizer fica refém dele e deixará de poder ajudar a Ucrânia. A Europa é o único parceiro certo da Ucrânia. Os EUA podem ser um parceiro com mais armas mas é são um parceiro desleal, incerto e rapace.
A Europa tem de recriar a sua narrativa própria de continente que continua apostado na evolução do diálogo dentro dos princípios da Carta das Nações Unidas.
É urgente lidar com o islamofascismo que está a destruir por dentro a nossa história e o nosso futuro de países laicos, progressistas, tolerantes e onde os direitos das pessoas não são ditados por homens que usam a religião para impor ditaduras e miséria a todos. Veja-se o que são os países islâmicos: ditaduras onde meia-dúzia de homens gozam de liberdade riqueza e poder e todos os outros vivem na opressão, na miséria e no medo. Onde as execuções de opositores e a escravatura das mulheres e infiéis são impostas pelo Estado. Há cidades importantes em muitos países europeus onde 25% a 50% dos jovens são islamitas que querem impor a sharia. Esses jovens, daqui a 20 anos ou 30, são a esmagadora maioria dos cidadãos. Muito desses jovens são imigrantes hostis aos países que os acolhem e os seus Imans dizem abertamente nas mesquitas que querem destruir a civilização europeia e substitui-la por uma teocracia islamita. As grandes universidades europeias estão cheias destas células tumorais e em vez de centros de investigação e do conhecimento, são centros de pseudo-moralismo islâmico.
(A razão pela qual a Arábia Saudita não quer a destruição do fascismo islamita do Irão é o medo que lá se instale uma democracia laica e que depois os islamitas da sua, e outras sociedade islâmicas olhem para a liberdade dos iranianos e queiram o mesmo - é a mesma razão para a Rússia não querer uma Ucrânia democrática.)
Os países onde a implementação e ascensão do islamofascismo colonizou, nos últimos dois séculos, as culturas locais, fizeram-no com o acordo e cumplicidade da esquerda.
A esquerda europeia tem de fazer uma instrospecção séria ao seu papel de veículo de colonialismo islamofascista, em vez de se ficar por repetições de slogans pseudo-moralistas vácuos sem nenhuma honestidade intelectual.
A extrema-direita tem de abandonar a tentação de impor a todos o atavismo religioso e a reversão da sociedade a tempos de servidão de uns a outros.
A Europa é uma ideia de cultura de vocação universalista, não-agressiva já há quase dois séculos (com a excepção da Alemanha, por duas vezes, mas combatida pelos outros). É essa ideia que precisa de ser reavivada. Por muito que se invista na tecnologia e na ciência, o que é importante, evidentemente, se não investirmos na nossa cultura não conseguiremos manter-nos como uma força diferenciada e influenciadora do respeito à Lei e não à força nos processos diplomáticos no mundo.
Durante esta última década deixámos decair o conhecimento da nossa história, em quase todos os países, por polarização: os que defendem a nossa história heróica (como se fossemos heróis ao modo grego antigo) e os que defendem a nossa história como miserável opressora, como se as outras civilizações não tivessem também uma história de opressão. Ambos estes extremos são corrosivos e autofágicos. E são factores de divisão e não de união, e sabemos que precisamos de agir, pelo menos para fora, como se fossemos um só Estado.
Durante muitos anos interiorizámos a narrativa americana propagandeada, sobretudo em filmes. Precisamos de apostar na nossa cultura, no conhecimento objectivo da nossa história, da evolução das ideias num sentido positivo, nos nossos valores de diálogo, racionalidade, e respeito, na nossa educação. Uma educação forte e não mascarada para as estatísticas, com formação sólida na cultura, na história, na ciência e na tecnologia e no pensamento crítico, baseado em conhecimentos e não em ignorância.
É isso -a partilha de valores comuns- que nos vai manter fortes, unidos e permitir a nossa influência positiva num mundo a regredir ao medievalismo obscurantista, tanto nos costumes como na lógica dos feudos e senhores de guerra.
Trump quer ser líder de um mundo em retrocesso ao provincianismo medieval e fala muito, ele e os seus sicofantas, na decadência da Europa para parecer que deu passos em frente, mas na verdade deu passos atrás e calibrou-se pela retórica e MO russos, de Putin.
É preciso pormo-nos fora do tempo restrito e ver as situações no grande plano. Quando olhamos para as imagens e discursos de Hitler e de outros nazis, eles aparecem como assustadores na violência, mas também provincianos e ridículos nos grande gestos e poses, nos discursos em que se comparam com deuses da mitologia - parecem atrasados mentais, drogados com uma droga qualquer de alteração da realidade. Um dia no futuro, quando virem as imagens de Putin e de Trump (apesar de Trump ser um aprendiz de Putin ainda em crescimento) e seus apoiantes, hão-de aparecer como assustadoras pela intenção explícita de violência, mas também ridículas no provincianismo das suas projecções como deuses da mitologia, como ungidos por uma força superior, na sua jactância e gestos de auto-grandiosidade completamente desligada da realidade - parecem atrasados mentais, drogados com uma droga qualquer de alteração da realidade.
Não temos, nem podemos, submeter-nos à lógica destes lunáticos violentos. Temos de ser fortes e consistentes na nossa narrativa e matriz cultural, tanto contra Trump e Putin como contra o islamofascismo.
E precisamos da Ucrânia na UE e na nossa defesa, seja na NATO ou em outro modelo de defesa europeia.
January 17, 2026
Is this true?
Just let this sink in. And this is meant to be an ally and NATO member:
— Chaya’s Clan (@ChayasClan) January 16, 2026
A member of the Turkish opposition parliament revealed that the Turkish Red Crescent regularly pays monthly stipends to ISIS fighters and their families. When asked why, the Red Crescent reportedly answered:… pic.twitter.com/0NjIv4dNi9
Os EUA já não são aliados e muito menos amigos
É preciso agir em consequência.
Confirming that the US did indeed cut off the supply of Ukraine's air defense missiles just long enough for Putin to fully devastate the remaining power plants.
— Jay in Kyiv (@JayinKyiv) January 16, 2026
"Until this morning, Ukraine did not have missiles for air defense systems" — Zelensky
Trump and Putin working…
January 15, 2026
Em Marselha os não-islamitas já pagam a jizia aos islamitas
Voici cet extrait de l'émission "Midi News" du 14 janvier 2026 : médias arabophones rapportent que gangs de drogue à Marseille imposent la "Jizya" (amende pour chrétiens/juifs prévue par l'islam) aux employés d'Orange, déni du maire Payan, et parallèle prophétique avec… pic.twitter.com/Xo7NyEIY6d
— Michel Fayad (@MichelFayad) January 14, 2026
January 14, 2026
A UE e a NATO não podem ser um clube de encontros
Onde estão as respostas aos ataques russos? E, acima de tudo, onde estão as defesas aéreas a impedir o bombardeamento da Ucrânia? E porque não há tropas aliadas a prestar auxílio humanitário na Ucrânia?
Russia's most serious attack on Poland's energy infrastructure.
— Jürgen Nauditt 🇩🇪🇺🇦 (@jurgen_nauditt) January 14, 2026
EU reaction: zero.
NATO reaction: zero.
A cyberattack from Russia nearly left Poland without power last month, according to the Polish Deputy Prime Minister.
"Poland faced its most serious attack on its energy…
