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July 22, 2026

Uma enorme falha da UE protelar a entrada da Ucrânia

 


A Europa dos 27, não está em perigo de invasão ou guerra. [isto não é bem verdade] Todos estes países estão protegidos por acordos de defesa e protegidos pela NATO, mas outros países da Europa, nomeadamente a Ucrânia, que está em guerra e dependente da boa vontade das Comunidades Internacionais, nomeadamente dos EUA e na ajuda no ponto de vista estratégico. E continua a ser uma enorme falha da UE estar a protelar a entrada de pleno direito da Ucrânia neste organismo.

A Ucrânia estando em guerra e com ajuda da Comunidade Internacional vai tornar-se no maior e mais sofisticado exército da Europa; sem essa entrada, um dia pode não ser nosso aliado.

Ester Amorim, SOL

 

July 10, 2026

A voz da China tem muito peso na guerra da Rússia contra a Ucrânia

 


«O Presidente Trump e eu falámos sobre a China, o seu papel na guerra, o seu envolvimento ou potencial envolvimento e as suas capacidades. Com todo o respeito, gostaria que estes detalhes ficassem apenas entre mim e o Presidente dos Estados Unidos. Posso dizer que, de um modo geral, falámos muito sobre a Ucrânia na cimeira (da NATO). Também falámos muito sobre o Médio Oriente e a China. Falámos com vários líderes europeus sobre o papel da China no fim da guerra. Depois, a situação mudou um pouco. Alguns líderes europeus disseram-me que tinham falado com responsáveis chineses, e que a China respondeu de forma muito séria, muito dura e muito clara aos apelos veiculados nos meios de comunicação russos sobre certas capacidades, incluindo a possível utilização de armas nucleares. Creio que já ouviram essas vozes nos meios de comunicação russos a dizer: «E se respondêssemos aos ataques ucranianos com armas nucleares?» É importante sublinhar que não foram apenas os europeus, nem apenas os Estados Unidos, mas também a China — e penso que esta é a primeira vez — que responderam de forma muito clara e severa; reagiram diretamente, tal como os líderes me disseram, sob a forma de um ultimato, afirmando que nem sequer pode haver a ideia de utilizar armas nucleares»

— Presidente ucraniano, num comentário áudio aos jornalistas na quinta-feira, 9 de julho de 2026.

May 11, 2026

Precisamos da Ucrânia num sistema de defesa europeu (ou na NATO - ou em ambas)

 


April 30, 2026

Mahler e um jantar ucraniano

 


Fui ouvir a 5ª de Mahler. É uma sinfonia que não faz sentido como um todo. A primeira parte faz sentido sozinha, quer dizer os dois primeiros movimentos tempestuosos e caóticos da oração fúnebre. Fazem-me lembrar Béla Bartók. A segunda parte não faz sentido nenhum. Tanto tem drama e trompas ruidosas e violência como de repente estamos a ouvir uma valsinha. Parece uma mante de retalhos sem nexo. Depois vem o famoso Adagietto, aquela coisa wagneriana, lenta, como se o tempo tivesse parado, pungente e arrebatadora com píncaros poéticos de cordas e harpa que comove até às lágrimas, sobretudo se é tocada com extrema sensibilidade (o que foi). Como é que se sai daquele lugar etéreo para outra coisa qualquer? O que pode vir a seguir àquilo? Mas Mahler sai dali para o último movimento. Nesta sinfonia gosto da primeira parte e gosto do Adagietto, mas na minha cabeça são coisas separadas. 

Enfim, a seguir fomos jantar a um restaurante ucraniano ali perto, muito simpático.






Dividimos umas entradas. Gostámos especialmente de umas panquecas de batata com molho de cogumelos, ervas e natas frescas. Estava óptima. Depois comi o famoso supremo de frango à Kyiv. 


Houve quem preferisse a Frigideira Lviv



No fim dividimos este bolo chamado Spartak pelos quatro. 


Foi bom. Pessoas simpáticas e atenciosas. Comida boa.

Depois à volta apanhei um acidente na ponte com três carros enfaixados uns nos outros e cheguei tardíssimo.


April 28, 2026

Os inimigos dos nossos amigos são nossos inimigos também

 

April 21, 2026

Como destruir o maior capital do mundo em menos de ano e meio

 

Michael Weiss

«A Ucrânia tornou-se um adversário formidável da Rússia e continuará a sê-lo. Está também a tornar-se um garante da segurança da Europa e, à medida que esta consciência for crescendo, a Europa tornar-se-á mais forte.»

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A Ucrânia partiu de uma posição de fraqueza face à Rússia e às grande potências e mostrou a força. Ninguém hoje tem dúvidas acerca da formidabilidade da Ucrânia e da sua tenacidade. São um muro em que a Rússia marra, marra mas não derruba - e perde marradores às centenas de milhar. 

Já os EUA partiram de uma posição de maior força e só têm revelado a sua fraqueza nesta guerra a na ligação com Putin. E estão cada vez mais sozinhos porque usam a força, não contra os inimigos, mas contra os seus (já não tanto) amigos..


April 08, 2026

Vance veio à Europa incentivar o ódio à UE

 

BUDAPESTE, 7 de abril (Reuters) – O vice-presidente dos EUA, JD Vance, criticou duramente na terça-feira o que classificou de «vergonhosa» interferência da União Europeia nas eleições da Hungria, ao mesmo tempo que manifestou abertamente o seu apoio ao primeiro-ministro Viktor Orbán, um aliado próximo tanto do presidente Donald Trump como do presidente russo Vladimir Putin, poucos dias antes da votação.

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Primeiro Putin organizou uma pseudo-tentativa de assassínio para Orban ganhar as eleições (como fez com Trump?) que saiu furada. Depois Trump e Vance apoiam Orban. Isto não é acerca de apoiar Orban, é acerca de destruir a UE e forçar a rendição da Ucrânia a Putin.

A questão é: os EUA não precisam de Orban mas precisam da Europa. Precisam da Europa na NATO e fora dela, no comércio. Já agora, depois de ter hostilizado a UE e ter ameaçado de invasão países da NATO, bem como depois de ter retirado apoio à Ucrânia, está a sofrer a recusa da Europa em ajudá-lo no ataque ao Irão. 

Se a UE não for idiota, daqui a uns anos já tem um exército e armas de defesa próprias e nem precisa das armas que os EUA têm espalhadas pelos países europeus. Nessa altura, as ameaças veladas de retirar as armas e o dinheiro da NATO vão ter pouco efeito. SE a UE não for idiota e souber fazer mudanças que vão no sentido de reforçar a União e a defesa comum.

A ideia destes novos EUA de Trump de que vão destruir a UE de maneira que os países europeus voltem à singularidade manipulável do pós-guerra é ridícula. 

Esta semana uma fábrica de drones ucranianos começou a sua laboração na Alemanha. Um país da NATO. Não é uma fábrica alemã a produzir drones para a Ucrânia. É uma fábrica ucraniana na Alemanha, um país da NATO, a produzir drones. Não sei se é a 1ª... mas a questão é que a Ucrânia já tem um pé firme na defesa da UE.

April 06, 2026

Até que enfim que alguém diz publicamente o óbvio

 

March 29, 2026

Ele tem razão... mas depois há a pandilha de Trump e ninguém tem mão neles

 


March 03, 2026

A experiência da Ucrânia com drones é a mais avançada do mundo

 


February 28, 2026

Starmer já tem os aviões no céu iraniano: porque não faz o mesmo na Ucrânia?

 

February 23, 2026

Não percebo a inacção da UE face à Hungria

 

Se já sabem que a Hungria vai bloquear a ajuda à Ucrânia, porque não têm já uma solução preparada de antemão para circunavegar este obstáculo? Não se percebe. Levam 2 meses a preparar uma reunião sabendo que a Hungria a vai transformar num fracasso e não fazem nada para resolver o problema. Isto, ou é falta de vontade para ajudar a Ucrânia -o que não acredito- ou é pura incompetência. É absurdo. É como saber que se está numa estrada que leva ao precipício e mesmo assim não mudar a rota e continuar em frente.


February 18, 2026

🎯 Esta é uma «guerra russo-europeia»



O general Vincent Desportes, proeminente estratega militar francês e ex-diretor da École de Guerre, falando na LCI, considera «aterrorizante» que um único CEO privado (Elon Musk) tenha o poder de alterar o rumo de uma guerra simplesmente «accionando um interruptor» numa rede de satélites.

«Ouça, em primeiro lugar, só podemos saudar isto. Imagina-se que Musk, desta vez, depois de ter ajudado os russos, disse a si mesmo: “Vamos parar de ajudá-los e facilitar as coisas para os ucranianos”. Por que razão exatamente? Não sei.

Mas o que é bastante assustador nesta questão é que temos um CEO que tem um impacto extremamente significativo na geopolítica e no futuro das nações, o que é totalmente aterrador.
E numa situação como esta, acredito que a Europa deve assumir as suas responsabilidades e finalmente prestar uma ajuda verdadeiramente séria aos ucranianos. Acredito que é hora de a Europa compreender que esta não é uma guerra russo-ucraniana, mas sim uma guerra russo-europeia, e que devemos comprometer-nos agora, uma vez que a América, como tal, não se está a comprometer.»
Isto destaca a vulnerabilidade da Europa. Se um indivíduo privado [Musk] ou um cenário político americano em mudança decidir retirar o apoio, a Europa tem poucas alternativas soberanas para a Internet de alta velocidade no campo de batalha.

A parte mais marcante da sua intervenção é o seu apelo para que a Europa pare de ver isto como um conflito local.

Ao chamá-la de «guerra russo-europeia», ele sugere que a queda da Ucrânia ameaçaria diretamente a segurança de todo o continente europeu, exigindo uma transição da «ajuda» para um compromisso mais direto e estratégico.


January 30, 2026

Ninguém percebe a falta de engajamento dos europeus na defesa aérea da Ucrânia

 

Não vêem o que lá se passa? E se vêm porque não agem?


January 27, 2026

Hoje lembra-se as vítimas do Holocausto

 

January 20, 2026

Uma pergunta: em Portugal alguém está a angariar apoio para o sistema energético da Ucrânia?

 



Ukrainska Pravda em inglês

‼️ O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, pediu às pessoas em todo o mundo que organizem esforços de angariação de fundos para apoiar os ucranianos em meio ao colapso do sistema energético do país.


Eu quero contribuir mas não sei como.

January 17, 2026

Conversas com Putin não servem para nada

 

Putin não pode acabar com a guerra porque se o fizer também ele acaba. Não interessa para nada falar com Putin. Interessa mandar os Tauros para os ucranianos se defenderem, enviar mísseis, mandar tropas ajudar na assistência humanitária, escudar as centrais eléctricas. 

December 27, 2025

🎯

 

October 06, 2025

A Europa continua a dormir

 

A Rússia utilizou ontem 549 armas de ataque contra a Ucrânia, construídas com mais de 102 000 componentes fabricados no estrangeiro.
As peças provinham dos EUA, China, Taiwan, Grã-Bretanha, Alemanha, Suíça, Japão, Coreia do Sul e Países Baixos.

_ Zelensky

Uns vendem peças aos russos, outros compram-lhes gás ou petróleo, outros recebem-nos com honras nos seus países, outros votam neles para líderes políticos.
Os europeus, mesmo vendo o que se passa, não acreditam.
Penso ser óbvio que, se os europeus e os americanos tivessem tomado medidas em 2014, tinha-se evitado esta guerra brutal com tantos mortos e cidades inteiras arrasadas, milhares de ucranianos deslocados do seu país e todos os problemas que ela trouxe aos ucranianos mas também aos europeus. Tomar medidas na altura teria saído muito barato e teria tido resultados duradouros.
Não o fizeram por não acreditar que Putin tivesse outros planos - apesar dele ser sempre muito transparente sobre os seus desejos de dominação imperial do Leste.
Porém, como se viu, Putin é alguém capaz de esperar 8 anos para dar passos nos seus planos. Esperou 8 anos para voltar a atacar a Ucrânia, numa altura que lhe pareceu propícia. Da mesma maneira, esperará o que foi preciso para abocanhar o resto da Ucrânia e passar aos países seguintes.
Desta vez não terá que esperar tanto tempo, dado que já percebeu que os europeus não dão passos decisivos para o travar e, tem agora o apoio activo da China e outras ditaduras ferozes. 
Cada passo que ele agora der será mais difícil de travar e com mais custos e a mim faz-me impressão que os europeus não o vejam ou vejam mas não acreditem (como os americanos que vêm Trump fascizar o país mas continuam sem acreditar) e estejam à espera do tempo em que um míssil caia na catedral de Colónia ou na Notre Dame para agir, numa altura em que já não será possível travá-lo sem enormes custos humanos que neste momento apenas a Ucrânia suporta. 
O espectáculo de todos os dias vermos ucranianos a desaparecer debaixo de bombas e adiarmos as acções por medo, é revoltante e indigno, tanto mais que bastava fecharem o céu da Ucrânia às bombas. Enquanto eles morrem os alemães discutem se a lei permite destruir um drone de alguém que os vigia com intenção de os destruir. É patético.