BUDAPESTE, 7 de abril (Reuters) – O vice-presidente dos EUA, JD Vance, criticou duramente na terça-feira o que classificou de «vergonhosa» interferência da União Europeia nas eleições da Hungria, ao mesmo tempo que manifestou abertamente o seu apoio ao primeiro-ministro Viktor Orbán, um aliado próximo tanto do presidente Donald Trump como do presidente russo Vladimir Putin, poucos dias antes da votação.
April 08, 2026
Vance veio à Europa incentivar o ódio à UE
April 06, 2026
Até que enfim que alguém diz publicamente o óbvio
🇺🇦🇷🇺 Europe starting to say it out loud
— WW3finalboss (@WW3finalboss) April 4, 2026
"We need to bring Ukraine into Europe. It's not only about us giving security guarantees to Ukraine, but also our region needs security guarantees from Ukraine because Ukraine is now the largest, most efficient and experienced military… pic.twitter.com/7FaXDgTZwN
March 29, 2026
Ele tem razão... mas depois há a pandilha de Trump e ninguém tem mão neles
Zelenskyy is right as always:
— Volodymyr Tretyak 🇺🇦 (@VolodyaTretyak) March 28, 2026
“I believe that America is stronger with Europe. I believe that there's no NATO without America and NATO doesn't exist without Europe. And I don't want to argue with anyone about who contributed more, the US or Europe. They should not argue. This is… pic.twitter.com/NQPQ4TDgAq
March 03, 2026
A experiência da Ucrânia com drones é a mais avançada do mundo
Today I spoke with leaders of countries currently under attack from Iran – the President of the United Arab Emirates and the Amir of Qatar. We will continue this diplomatic engagement with the broader Middle East and Gulf region.
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) March 3, 2026
Ukraine stands in solidarity with all those who… pic.twitter.com/poN3FemwQu
February 28, 2026
Starmer já tem os aviões no céu iraniano: porque não faz o mesmo na Ucrânia?
JUST IN:
— Megatron (@Megatron_ron) February 28, 2026
🇬🇧🇮🇷UK PM Starmer announces that the United Kingdom has entered the WAR against Iran:
"Our forces are active and British planes are in the sky today, as part of co-ordinated regional defensive operations to protect our people, our interests and our allies." pic.twitter.com/5NtFLBVthD
February 23, 2026
Não percebo a inacção da UE face à Hungria
Se já sabem que a Hungria vai bloquear a ajuda à Ucrânia, porque não têm já uma solução preparada de antemão para circunavegar este obstáculo? Não se percebe. Levam 2 meses a preparar uma reunião sabendo que a Hungria a vai transformar num fracasso e não fazem nada para resolver o problema. Isto, ou é falta de vontade para ajudar a Ucrânia -o que não acredito- ou é pura incompetência. É absurdo. É como saber que se está numa estrada que leva ao precipício e mesmo assim não mudar a rota e continuar em frente.
Hungary blocks the €90 billion aid package for Ukraine.
— Jürgen Nauditt 🇩🇪🇺🇦 (@jurgen_nauditt) February 23, 2026
Hungary also blocks the 20th sanctions package against Russia.
Slovakia no longer supplies electricity to Ukraine.
The EU, this bureaucratic behemoth with feet of clay, is sinking into helpless rhetoric while Orbán and… pic.twitter.com/V5DCKhWDSV
February 18, 2026
🎯 Esta é uma «guerra russo-europeia»
O general Vincent Desportes, proeminente estratega militar francês e ex-diretor da École de Guerre, falando na LCI, considera «aterrorizante» que um único CEO privado (Elon Musk) tenha o poder de alterar o rumo de uma guerra simplesmente «accionando um interruptor» numa rede de satélites.
«Ouça, em primeiro lugar, só podemos saudar isto. Imagina-se que Musk, desta vez, depois de ter ajudado os russos, disse a si mesmo: “Vamos parar de ajudá-los e facilitar as coisas para os ucranianos”. Por que razão exatamente? Não sei.
Mas o que é bastante assustador nesta questão é que temos um CEO que tem um impacto extremamente significativo na geopolítica e no futuro das nações, o que é totalmente aterrador.
E numa situação como esta, acredito que a Europa deve assumir as suas responsabilidades e finalmente prestar uma ajuda verdadeiramente séria aos ucranianos. Acredito que é hora de a Europa compreender que esta não é uma guerra russo-ucraniana, mas sim uma guerra russo-europeia, e que devemos comprometer-nos agora, uma vez que a América, como tal, não se está a comprometer.»Isto destaca a vulnerabilidade da Europa. Se um indivíduo privado [Musk] ou um cenário político americano em mudança decidir retirar o apoio, a Europa tem poucas alternativas soberanas para a Internet de alta velocidade no campo de batalha.
A parte mais marcante da sua intervenção é o seu apelo para que a Europa pare de ver isto como um conflito local.
Ao chamá-la de «guerra russo-europeia», ele sugere que a queda da Ucrânia ameaçaria diretamente a segurança de todo o continente europeu, exigindo uma transição da «ajuda» para um compromisso mais direto e estratégico.
General Vincent Desportes, a prominent French military strategist and former director of the École de Guerre, speaking on LCI finds it "terrifying" that a single private CEO (Elon Musk) holds the power to swing the momentum of a war by simply "flipping a switch" on a satellite… pic.twitter.com/q7vdjhkFLY
— Yasmina (@yasminalombaert) February 17, 2026
January 30, 2026
Ninguém percebe a falta de engajamento dos europeus na defesa aérea da Ucrânia
Não vêem o que lá se passa? E se vêm porque não agem?
Russian drones using Starlink started carrying out mass attacks on Ukrainian logistics along the Bohuslav-Petropavlivka highway. In just one day, there were dozens of strikes, including on buses carrying civilians.
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) January 30, 2026
I have already written that there is a technical possibility to… https://t.co/auYs8WQ8pj pic.twitter.com/sjoC9FGJAx
January 27, 2026
Hoje lembra-se as vítimas do Holocausto
🇺🇦 Zelensky: This is a clear lesson from history: when hatred against one people does not stop, others cannot remain indifferent and stand aside.
— MAKS 25 🇺🇦👀 (@Maks_NAFO_FELLA) January 27, 2026
Aggression and contempt for the lives of people and entire nations must never prevail, and such protection of life must be the… pic.twitter.com/NcnHuZCvdA
January 20, 2026
Uma pergunta: em Portugal alguém está a angariar apoio para o sistema energético da Ucrânia?
Ukrainska Pravda em inglês
‼️ O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, pediu às pessoas em todo o mundo que organizem esforços de angariação de fundos para apoiar os ucranianos em meio ao colapso do sistema energético do país.
January 17, 2026
Conversas com Putin não servem para nada
Putin não pode acabar com a guerra porque se o fizer também ele acaba. Não interessa para nada falar com Putin. Interessa mandar os Tauros para os ucranianos se defenderem, enviar mísseis, mandar tropas ajudar na assistência humanitária, escudar as centrais eléctricas.
No Taurus neither training nor delivery. No Air Defence, no integration of Ukraine in European mil Defence. Now proposals to see Russia as a European country to be talked with, coincided by clear reduction of mil support for Ukraine combined with big talks about unbroken European…
— Roderich Kiesewetter🇪🇺🇩🇪🇮🇱🇺🇦 (@RKiesewetter) January 17, 2026
December 27, 2025
🎯
Yes, Ukraine's entry into NATO is certainly first and foremost part of the infinite debt that we Europeans owe to the Ukrainian people, and compensation for our own cowardice.
— Nicolas Tenzer (@NTenzer) December 26, 2025
But it is also an opportunity for the Alliance to welcome the most extraordinary army in the world. https://t.co/DxdDhsdCnN
November 28, 2025
October 06, 2025
A Europa continua a dormir
A Rússia utilizou ontem 549 armas de ataque contra a Ucrânia, construídas com mais de 102 000 componentes fabricados no estrangeiro.
As peças provinham dos EUA, China, Taiwan, Grã-Bretanha, Alemanha, Suíça, Japão, Coreia do Sul e Países Baixos._ Zelensky
Os europeus, mesmo vendo o que se passa, não acreditam.
Penso ser óbvio que, se os europeus e os americanos tivessem tomado medidas em 2014, tinha-se evitado esta guerra brutal com tantos mortos e cidades inteiras arrasadas, milhares de ucranianos deslocados do seu país e todos os problemas que ela trouxe aos ucranianos mas também aos europeus. Tomar medidas na altura teria saído muito barato e teria tido resultados duradouros.
Não o fizeram por não acreditar que Putin tivesse outros planos - apesar dele ser sempre muito transparente sobre os seus desejos de dominação imperial do Leste.
June 01, 2025
Não existe solução de defesa europeia sem a Ucrânia
Isso hoje ficou óbvio.
Que nação europeia é capaz de efetuar uma operação deste tipo na Rússia? Enquanto a Europa dá um passo à frente e dois atrás, a Ucrânia destrói 40% da frota aérea estratégica russa. Não existe solução de defesa europeia sem a Ucrânia.April 14, 2025
Se calhar a Europa tem de preparar-se para que Trump vá ainda muito mais longe
A administração Trump ordenou aos funcionários do Departamento de Estado que comuniquem quaisquer casos de colegas de trabalho que demonstrem “preconceitos anti-cristãos”, como parte do seu esforço para implementar uma nova ordem executiva abrangente sobre o apoio aos funcionários de fé cristã que trabalham no governo federal.
O telegrama foi enviado para as embaixadas em todo o mundo em nome do Secretário de Estado Marco Rubio. As instruções também foram divulgadas num aviso para todo o departamento.
O documento diz que o grupo de trabalho, que foi criado pela ordem executiva, reunir-se-á por volta de 22 de abril para discutir as suas conclusões iniciais.
O que chamamos a pessoas que têm o poder, perseguem os que não o têm e ainda os culpam da perseguição que fazem e do prejuízo que lhes causam?
Donald Trump, desde que tomou posse que persegue Zelensky (ele, os da sua administração, Musk e até a sua família), ameaça-o, faz-lhe bullying, tentou pôr os aliados contra ele, nas suas costas, fez acordos com Putin, deu força a Putin para continuar a guerra e agora vem dizer que a culpa da guerra é de Zelensky, que foi ele quem permitiu "este travesti" - nem consegue admitir que a Rússia invadiu a Ucrânia. Um indivíduo mesquinho e miserável.
Na semana passada assinou um memorando instruindo o Departamento de Justiça e o Departamento de Segurança Interna a investigar Chris Krebs com a acusação de Krebs ter “negado falsa e infundadamente que a eleição de 2020 foi roubada”. Krebs dirigiu a nova Agência de Cibersegurança e Segurança de Infra-estruturas no 1º mandato de Trump e foi despedido duas semanas após as eleições de 2020 por ter refutado publicamente as mentiras de Trump sobre as eleições. Um fascista mesquinho e miserável.
April 13, 2025
Paralelismos. Portugal-Ucrânia
Tal como a Ucrânia vivemos paredes-meias com uma potência imperialista que passou mais de seis séculos a tentar invadir-nos para tomar posse de nós, das nossas terras e do nosso território marítimo. A certa altura conseguiu-o, em 1580. Não interessam agoras as causas, mas as consequências.
Quando Espanha tomou posse de nós, esta era a situação de Portugal só no que respeita à Índia: controlávamos toda a costa marítima e tínhamos uma área de influência grande que nos permitia controlar um negócio que nos dias de hoje seria, no mínimo, bilionário. Todo o comércio com o Oriente passava por nós.
Quando conseguimos livrar-nos de Espanha, não apenas tínhamos perdido a influência nos países mais a oriente da Índia (os holandeses aproveitaram a abertura) como, para recuperarmos o reconhecimento internacional da nossa independência de Espanha, e a ajuda da Inglaterra contra futuras agressões, tivemos de fazer um acordo com Inglaterra muito parecido com o acordo dos minerais que Trump está a querer forçar a Ucrânia a assinar. Espanha tentava que a Europa não reconhecesse a independência de Portugal da mesma maneira que a Rússia faz à Ucrânia. O acordo foi um desastre.
Esse acordo, passou por casar a infanta portuguesa Catarina com o rei inglês Carlos II e dar-lhe como dote a riqueza do país. Em 1661, cedemos aos britânicos o território português de Bombaim, porta de entrada do comércio com a Índia, em troca do casamento e da ajuda contra as agressões de Espanha. Bombaim é actualmente Mumbai.O tratado incluía ainda a transferência de Tânger, privilégios comerciais bilionários no Brasil e Índia e dois milhões de coroas portuguesas. Em troca, Portugal recebeu apoio militar e naval inglês na sua guerra de defesa contra a tentativa de domínio da Espanha.
Ficámos mais ou menos vassalos da Inglaterra durante séculos com consequências quase sempre desastrosas (tirando a ajuda aquando das invasões napoleónicas) de prejuízo para nós que acabaram no mapa-cor-de-rosa e no Tratado Anglo-Português de 1891, assinado sob a coacção dos ingleses.
April 11, 2025
Desesperante
Imagina que és um defensor ucraniano na linha da frente e ouves falar do resultado da última reunião da “coligação dos dispostos”.
Durante três anos, tens resistido aos drones russos temendo pela segurança dos teus entes queridos em casa, abrigando-se dos ataques de mísseis durante a noite.
E depois lemos o anúncio da coligação após a sua recente reunião: “O planeamento vai continuar a avançar nas próximas semanas.”
Planeamento?
Já lá vão três anos. Até onde nos levou o “planeamento”? A um ponto em que apenas 6 dos 30 países estão sequer a considerar enviar tropas para a Ucrânia. E só a França manifestou claramente a sua vontade de avançar sem pedir primeiro a bênção da Rússia.
Você, o defensor ucraniano, sentado naquela trincheira perto de Pokrovsk, provavelmente gostaria de pedir ao Ocidente para parar de fingir, para parar de imitar o progresso quando ele não existe. Provavelmente, estaria a pensar numa linguagem muito colorida, porque, nesta altura, a situação está a tornar-se extremamente frustrante.
A Europa não está claramente preparada para lutar ao lado dos ucranianos. Não está preparada para impedir futuros ataques russos. Não está preparada para oferecer verdadeiras garantias de segurança. Os anúncios de “planos” já não devem enganar ninguém. Até agora, a Europa está a dedicar a maior parte dos seus esforços a perder tempo.
Mas se não estamos preparados para enviar tropas ou equipamento, coloca-se a questão: Para que é que estamos prontos?
Se não podemos lutar lado a lado com os nossos aliados, se não podemos oferecer garantias credíveis de segurança àqueles que defendem o nosso continente, podemos pelo menos atirar dinheiro para o problema? Por favor?
A honestidade básica deveria obrigar-nos a abandonar a charada de falar de planos que apenas um em cada trinta membros da “coligação” está pronto e “disposto” a implementar. Em vez disso, vamos aproveitar o que temos - dinheiro. É logisticamente muito fácil transferir dinheiro para a Ucrânia.
Estejamos dispostos a investir pelo menos euros, se não sangue. Podemos facilmente dispensar um pouco do nosso luxo para as pessoas mais corajosas nas trincheiras que estão efetivamente dispostas a lutar.




