Showing posts with label ucrania. Show all posts
Showing posts with label ucrania. Show all posts

March 03, 2026

A experiência da Ucrânia com drones é a mais avançada do mundo

 


February 28, 2026

Starmer já tem os aviões no céu iraniano: porque não faz o mesmo na Ucrânia?

 

February 23, 2026

Não percebo a inacção da UE face à Hungria

 

Se já sabem que a Hungria vai bloquear a ajuda à Ucrânia, porque não têm já uma solução preparada de antemão para circunavegar este obstáculo? Não se percebe. Levam 2 meses a preparar uma reunião sabendo que a Hungria a vai transformar num fracasso e não fazem nada para resolver o problema. Isto, ou é falta de vontade para ajudar a Ucrânia -o que não acredito- ou é pura incompetência. É absurdo. É como saber que se está numa estrada que leva ao precipício e mesmo assim não mudar a rota e continuar em frente.


February 18, 2026

🎯 Esta é uma «guerra russo-europeia»



O general Vincent Desportes, proeminente estratega militar francês e ex-diretor da École de Guerre, falando na LCI, considera «aterrorizante» que um único CEO privado (Elon Musk) tenha o poder de alterar o rumo de uma guerra simplesmente «accionando um interruptor» numa rede de satélites.

«Ouça, em primeiro lugar, só podemos saudar isto. Imagina-se que Musk, desta vez, depois de ter ajudado os russos, disse a si mesmo: “Vamos parar de ajudá-los e facilitar as coisas para os ucranianos”. Por que razão exatamente? Não sei.

Mas o que é bastante assustador nesta questão é que temos um CEO que tem um impacto extremamente significativo na geopolítica e no futuro das nações, o que é totalmente aterrador.
E numa situação como esta, acredito que a Europa deve assumir as suas responsabilidades e finalmente prestar uma ajuda verdadeiramente séria aos ucranianos. Acredito que é hora de a Europa compreender que esta não é uma guerra russo-ucraniana, mas sim uma guerra russo-europeia, e que devemos comprometer-nos agora, uma vez que a América, como tal, não se está a comprometer.»
Isto destaca a vulnerabilidade da Europa. Se um indivíduo privado [Musk] ou um cenário político americano em mudança decidir retirar o apoio, a Europa tem poucas alternativas soberanas para a Internet de alta velocidade no campo de batalha.

A parte mais marcante da sua intervenção é o seu apelo para que a Europa pare de ver isto como um conflito local.

Ao chamá-la de «guerra russo-europeia», ele sugere que a queda da Ucrânia ameaçaria diretamente a segurança de todo o continente europeu, exigindo uma transição da «ajuda» para um compromisso mais direto e estratégico.


January 30, 2026

Ninguém percebe a falta de engajamento dos europeus na defesa aérea da Ucrânia

 

Não vêem o que lá se passa? E se vêm porque não agem?


January 27, 2026

Hoje lembra-se as vítimas do Holocausto

 

January 20, 2026

Uma pergunta: em Portugal alguém está a angariar apoio para o sistema energético da Ucrânia?

 



Ukrainska Pravda em inglês

‼️ O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, pediu às pessoas em todo o mundo que organizem esforços de angariação de fundos para apoiar os ucranianos em meio ao colapso do sistema energético do país.


Eu quero contribuir mas não sei como.

January 17, 2026

Conversas com Putin não servem para nada

 

Putin não pode acabar com a guerra porque se o fizer também ele acaba. Não interessa para nada falar com Putin. Interessa mandar os Tauros para os ucranianos se defenderem, enviar mísseis, mandar tropas ajudar na assistência humanitária, escudar as centrais eléctricas. 

December 27, 2025

🎯

 

October 06, 2025

A Europa continua a dormir

 

A Rússia utilizou ontem 549 armas de ataque contra a Ucrânia, construídas com mais de 102 000 componentes fabricados no estrangeiro.
As peças provinham dos EUA, China, Taiwan, Grã-Bretanha, Alemanha, Suíça, Japão, Coreia do Sul e Países Baixos.

_ Zelensky

Uns vendem peças aos russos, outros compram-lhes gás ou petróleo, outros recebem-nos com honras nos seus países, outros votam neles para líderes políticos.
Os europeus, mesmo vendo o que se passa, não acreditam.
Penso ser óbvio que, se os europeus e os americanos tivessem tomado medidas em 2014, tinha-se evitado esta guerra brutal com tantos mortos e cidades inteiras arrasadas, milhares de ucranianos deslocados do seu país e todos os problemas que ela trouxe aos ucranianos mas também aos europeus. Tomar medidas na altura teria saído muito barato e teria tido resultados duradouros.
Não o fizeram por não acreditar que Putin tivesse outros planos - apesar dele ser sempre muito transparente sobre os seus desejos de dominação imperial do Leste.
Porém, como se viu, Putin é alguém capaz de esperar 8 anos para dar passos nos seus planos. Esperou 8 anos para voltar a atacar a Ucrânia, numa altura que lhe pareceu propícia. Da mesma maneira, esperará o que foi preciso para abocanhar o resto da Ucrânia e passar aos países seguintes.
Desta vez não terá que esperar tanto tempo, dado que já percebeu que os europeus não dão passos decisivos para o travar e, tem agora o apoio activo da China e outras ditaduras ferozes. 
Cada passo que ele agora der será mais difícil de travar e com mais custos e a mim faz-me impressão que os europeus não o vejam ou vejam mas não acreditem (como os americanos que vêm Trump fascizar o país mas continuam sem acreditar) e estejam à espera do tempo em que um míssil caia na catedral de Colónia ou na Notre Dame para agir, numa altura em que já não será possível travá-lo sem enormes custos humanos que neste momento apenas a Ucrânia suporta. 
O espectáculo de todos os dias vermos ucranianos a desaparecer debaixo de bombas e adiarmos as acções por medo, é revoltante e indigno, tanto mais que bastava fecharem o céu da Ucrânia às bombas. Enquanto eles morrem os alemães discutem se a lei permite destruir um drone de alguém que os vigia com intenção de os destruir. É patético.

June 01, 2025

Não existe solução de defesa europeia sem a Ucrânia

 

Isso hoje ficou óbvio. 

Que nação europeia é capaz de efetuar uma operação deste tipo na Rússia? Enquanto a Europa dá um passo à frente e dois atrás, a Ucrânia destrói 40% da frota aérea estratégica russa. Não existe solução de defesa europeia sem a Ucrânia.

April 14, 2025

Se calhar a Europa tem de preparar-se para que Trump vá ainda muito mais longe

 


A administração Trump ordenou aos funcionários do Departamento de Estado que comuniquem quaisquer casos de colegas de trabalho que demonstrem “preconceitos anti-cristãos”, como parte do seu esforço para implementar uma nova ordem executiva abrangente sobre o apoio aos funcionários de fé cristã que trabalham no governo federal.

O telegrama foi enviado para as embaixadas em todo o mundo em nome do Secretário de Estado Marco Rubio. As instruções também foram divulgadas num aviso para todo o departamento.

O documento diz que o grupo de trabalho, que foi criado pela ordem executiva, reunir-se-á por volta de 22 de abril para discutir as suas conclusões iniciais.


***********

Ainda nem sequer passaram três meses desde que tomou posse e as instituições ainda estão vivas e com pessoas a resistir, mas muito em breve isso acaba (a não ser que a oposição acorde a aja efectivamente). Quando isso acabar e ele estiver mais à vontade no papel de ditador, as coisas vão piorar muito. 

Não acredito que ele esteja ali só para se encher de dinheiro como os bilionários que lhe compraram a eleição e como a família dele. Penso que ele tem ambições. Ele e Musk.

A Europa talvez tenha que começar a preparar-se para Trump partilhar com Putin informações sobre a Ucrânia e outros países europeus, para ajudá-lo. Como faz Orban. O tempo de a Europa falar muito e fazer pouco já era. Estamos numa corrida contra o tempo. Quanto mais tempo passar mais a Rússia há-de receber ajuda de Trump e depois será cada vez mais difícil acabar com a guerra e o imperialismo de Putin. 

Quando se pensa que Biden podia ter acabado com isto -a Rússia estava por um fio- e esperou que Trump chegasse ao poder... enfim, se calhar a Europa tem de preparar-se para que Trump vá ainda muito mais longe do que já foi.

Action figure - Happy third anniversary, fellas 🥳

 




O que chamamos a pessoas que têm o poder, perseguem os que não o têm e ainda os culpam da perseguição que fazem e do prejuízo que lhes causam?

 


Donald Trump, desde que tomou posse que persegue Zelensky (ele, os da sua administração, Musk e até a sua família), ameaça-o, faz-lhe bullying, tentou pôr os aliados contra ele, nas suas costas, fez acordos com Putin, deu força a Putin para continuar a guerra e agora vem dizer que a culpa da guerra é de Zelensky, que foi ele quem permitiu "este travesti" - nem consegue admitir que a Rússia invadiu a Ucrânia. Um indivíduo mesquinho e miserável. 

Na semana passada assinou um memorando instruindo o Departamento de Justiça e o Departamento de Segurança Interna a investigar Chris Krebs com a acusação de Krebs ter “negado falsa e infundadamente que a eleição de 2020 foi roubada”. Krebs dirigiu a nova Agência de Cibersegurança e Segurança de Infra-estruturas no 1º mandato de Trump e foi despedido duas semanas após as eleições de 2020 por ter refutado publicamente as mentiras de Trump sobre as eleições. Um fascista mesquinho e miserável.





April 13, 2025

Paralelismos. Portugal-Ucrânia

 



Tal como a Ucrânia vivemos paredes-meias com uma potência imperialista que passou mais de seis séculos a tentar invadir-nos para tomar posse de nós, das nossas terras e do nosso território marítimo. A certa altura conseguiu-o, em 1580. Não interessam agoras as causas, mas as consequências.

Quando Espanha tomou posse de nós, esta era a situação de Portugal só no que respeita à Índia: controlávamos toda a costa marítima e tínhamos uma área de influência grande que nos permitia controlar um negócio que nos dias de hoje seria, no mínimo, bilionário. Todo o comércio com o Oriente passava por nós.

Quando conseguimos livrar-nos de Espanha, não apenas tínhamos perdido a influência nos países mais a oriente da Índia (os holandeses aproveitaram a abertura) como, para recuperarmos o reconhecimento internacional da nossa independência de Espanha, e a ajuda da Inglaterra contra futuras agressões, tivemos de fazer um acordo com Inglaterra muito parecido com o acordo dos minerais que Trump está a querer forçar a Ucrânia a assinar. Espanha tentava que a Europa não reconhecesse a independência de Portugal da mesma maneira que a Rússia faz à Ucrânia. O acordo foi um desastre.

Esse acordo, passou por casar a infanta portuguesa Catarina com o rei inglês Carlos II e dar-lhe como dote a riqueza do país. Em 1661, cedemos aos britânicos o território português de Bombaim, porta de entrada do comércio com a Índia, em troca do casamento e da ajuda contra as agressões de Espanha. Bombaim é actualmente Mumbai. 

A transferência de Bombaim para os ingleses foi um ponto de viragem na história do colonialismo britânico, a pedra basilar da Companhia das Índias inglesa e do Império Britânico na Índia. Sim, fomos nós que demos a Índia, digamos assim, à Inglaterra.

O tratado incluía ainda a transferência de Tânger, privilégios comerciais bilionários no Brasil e Índia e dois milhões de coroas portuguesas. Em troca, Portugal recebeu apoio militar e naval inglês na sua guerra de defesa contra a tentativa de domínio da Espanha.

Ficámos mais ou menos vassalos da Inglaterra durante séculos com consequências quase sempre desastrosas (tirando a ajuda aquando das invasões napoleónicas) de prejuízo para nós que acabaram no mapa-cor-de-rosa e no Tratado Anglo-Português de 1891, assinado sob a coacção dos ingleses.


April 11, 2025

Desesperante






Gabrielius Landsbergis🇱🇹


Imagina que és um defensor ucraniano na linha da frente e ouves falar do resultado da última reunião da “coligação dos dispostos”.

Durante três anos, tens resistido aos drones russos temendo pela segurança dos teus entes queridos em casa, abrigando-se dos ataques de mísseis durante a noite.

E depois lemos o anúncio da coligação após a sua recente reunião: “O planeamento vai continuar a avançar nas próximas semanas.”

Planeamento?

Já lá vão três anos. Até onde nos levou o “planeamento”? A um ponto em que apenas 6 dos 30 países estão sequer a considerar enviar tropas para a Ucrânia. E só a França manifestou claramente a sua vontade de avançar sem pedir primeiro a bênção da Rússia.

Você, o defensor ucraniano, sentado naquela trincheira perto de Pokrovsk, provavelmente gostaria de pedir ao Ocidente para parar de fingir, para parar de imitar o progresso quando ele não existe. Provavelmente, estaria a pensar numa linguagem muito colorida, porque, nesta altura, a situação está a tornar-se extremamente frustrante.

A Europa não está claramente preparada para lutar ao lado dos ucranianos. Não está preparada para impedir futuros ataques russos. Não está preparada para oferecer verdadeiras garantias de segurança. Os anúncios de “planos” já não devem enganar ninguém. Até agora, a Europa está a dedicar a maior parte dos seus esforços a perder tempo.

Se a Europa estivesse verdadeiramente pronta e disposta, a decisão de ajudar a Ucrânia já teria sido tomada. Mas não foi. E talvez seja essa a verdade que temos de enfrentar: não estamos preparados para estar dispostos, quanto mais para fazer. As discussões desta coligação sobre o envio de tropas e equipamento continuam a não dar em nada, pelo que as tropas e o equipamento continuarão a não dar em nada. 

Mas se não estamos preparados para enviar tropas ou equipamento, coloca-se a questão: Para que é que estamos prontos?

Se não podemos lutar lado a lado com os nossos aliados, se não podemos oferecer garantias credíveis de segurança àqueles que defendem o nosso continente, podemos pelo menos atirar dinheiro para o problema? Por favor?

A honestidade básica deveria obrigar-nos a abandonar a charada de falar de planos que apenas um em cada trinta membros da “coligação” está pronto e “disposto” a implementar. Em vez disso, vamos aproveitar o que temos - dinheiro. É logisticamente muito fácil transferir dinheiro para a Ucrânia.

Estejamos dispostos a investir pelo menos euros, se não sangue. Podemos facilmente dispensar um pouco do nosso luxo para as pessoas mais corajosas nas trincheiras que estão efetivamente dispostas a lutar.

Com financiamento suficiente, talvez eles possam continuar a defender todas as nossas vidas até que finalmente apresentemos um plano de ação, e não apenas um plano de planeamento. Talvez possamos tornar-nos uma coligação de luta, talvez “nas próximas semanas”.

Mas enquanto prevaricamos e não mostramos provas de que passámos do planeamento à implementação, estamos a perder os últimos vestígios da nossa credibilidade nos corações dos homens e mulheres que lutam na sujidade e no caos de Pokrovsk, Kursk e de inúmeros outros pontos críticos na fronteira de 1.400 milhas do nosso continente com o inferno.

April 06, 2025

A Rússia está à beira do colapso

 


E se não fosse a administração fascista de Trump, já tinha colapsado. Trump e a sua administração são cúmplices dos crimes de guerra russos, na medida em que os apoiam explicitamente contra a Ucrânia.


April 04, 2025

Não compro a interpretação de Mikhail Khodorkovsky

 

Mikhail Khodorkovsky numa entrevista recente a Oleksiy Sorokin, chefe de redacção do Kyiv Independent:

“Na minha opinião, a liderança ucraniana no início da guerra (em grande escala) tomou algumas decisões estratégicas que levaram ao facto de o apoio à liderança da Ucrânia entre a sociedade russa ser muito pequeno. A liderança ucraniana enquadrou a guerra em curso como uma guerra entre “ucranianos e russos”. Teria sido melhor para a Ucrânia chamar à guerra em curso uma luta entre “uma antiga república soviética mais democrática contra uma república autoritária”.

De acordo com as sondagens russas (sim, eu sei), a geração soviética apoia mais a guerra do que os mais jovens. Os mais jovens também apoiam a guerra, mas em número ligeiramente inferior, de acordo com essas sondagens (sim, eu sei que não podemos confiar nelas na totalidade).

Para a geração mais velha, a narrativa de que os ucranianos que procuram uma política externa independente e apoiam a cultura e a língua ucranianas são fascistas está de acordo com as suas crenças. Quando estavam a crescer na União Soviética, a narrativa era semelhante. A União Soviética explorava o facto de a Segunda Guerra Mundial ainda estar fresca na memória das pessoas, chamando “fascistas” a todos os que não lhes agradavam.

A nova geração russa nasceu com Vladimir Putin como presidente e os ucranianos como inimigos. Essa é a única realidade que conhecem.

Para esta nova geração de russos, a criação de um Estado ucraniano é um erro, não porque se lembrem dos tempos em que a Ucrânia era um só país com a Rússia, mas porque isso lhes foi dito na televisão, durante toda a sua vida.

*************

Não compro esta interpretação da situação. Acredito que os mais velhos, os soviéticos, engolissem a propaganda soviética estatal mas não os mais novos. Os mais novos conhecem muito mais do que a realidade que lhes foi dita na TV porque são filhos da internet. Viveram toda a vida com acesso ao que se passa no mundo e a outras realidades fora da Rússia. Viajaram para outros países, nomeadamente os vizinhos que foram colonos da Rússia e que expõem por todo o lado o horror desses anos e os esforços da resistência. Talvez Khodorkovsky tenha dificuldade em aceitar a realidade de que as pessoas do seu país sejam maioritária e genuinamente, fascistas colonialistas. Nos anos em que morei em Bruxelas fiz lá uma amiga russa. Isto foi mesmo no final dos anos 90, mesmo em cima do virar do século. Ela não tinha saudades da União Soviética mas tinha saudades de algumas coisas do tempo soviético. Era de uma família com alguma influência que nunca passou dificuldades e estava habituada a ir passar férias ao Adriático de borla e agora já não podia fazê-lo. Quando lhe dizia que essas suas férias e facilidades em geral eram passadas à custa da opressão de países inteiros ela não tinha resposta. Há pouco tempo encontrei este vídeo.


March 27, 2025

Ucrânia update

 


Não se pode confiar na Rússia. Já violaram, só nos últimos 20 anos,190 acordos - Sky News


"Já passaram mais de duas semanas desde que a Ucrânia concordou com um cessar-fogo imediato de 30 dias. Essa proposta continua sem resposta. Já passou mais de uma semana desde que Putin concordou com um cessar-fogo energético e de infra-estruturas, mas desde então a Rússia atacou infra-estruturas energéticas em cidades de toda a Ucrânia. Aumentaram os bombardeamentos, disparando mais de 1000 drones de longo alcance contra o país, atingindo casas, escolas e hospitais ucranianos, com vítimas civis generalizadas.” -Keir Starmer


“Haverá definitivamente uma força na Ucrânia, uma coligação europeia co-pilotada com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer. Não cabe à Rússia escolher o que acontece no território ucraniano. De uma forma muito concreta, acordámos que o Primeiro-Ministro britânico e eu próprio daremos um mandato aos nossos Chefes de Estado-Maior para enviar uma equipa franco-britânica à Ucrânia nos próximos dias para trabalhar em estreita colaboração com os nossos parceiros ucranianos, que também concordaram com este mecanismo para preparar o formato do futuro exército ucraniano em todas as áreas. 
O segundo elemento das garantias de segurança são as forças de tranquilização que poderíamos colocar no dia seguinte [após a assinatura do acordo de paz] na Ucrânia. Seriam forças dos poucos Estados-Membros presentes, porque não há unanimidade sobre este ponto. Estas forças estariam presentes em determinados locais estratégicos pré-identificados com os ucranianos e forneceriam apoio e garantias a longo prazo aos europeus e actuariam como dissuasores de uma potencial agressão russa.
Não está na altura de levantar as sanções à Rússia. A pressão económica vai manter-se, nomeadamente no que respeita aos navios fantasma e a algumas produções industriais. As sanções só serão levantadas depois de conseguida uma paz sólida.  - Emmanuel Macron


A manutenção da paz na Ucrânia não se limitará às tropas terrestres - as forças aéreas e navais aliadas também farão parte da missão. Espera-se que unidades britânicas e francesas estejam estacionadas nas principais cidades, portos e em torno de infra-estruturas críticas. O planeamento já está em curso - os países da NATO estão a preparar-se para a fase pós-guerra, com o objetivo de impedir novas agressões russas, mesmo após o fim dos combates activos.