October 18, 2026

Citação deste dia


Uma República que protege o direito de protesto tem também de proteger os seus cidadãos contra a violência. Isso não é autoritarismo. É o Estado de direito a funcionar.  - Simon Maecheling
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É preciso reconhecer estes movimento pelo que é: uma multinacional



Como se vê, o vandalismo passou da França para Itália, depois para a Bélgica, a Alemanha e agora estão a tentar pegá-lo aqui em Portugal. Se queremos ser governados pelos nossos representantes num quadro democrático e não por vândalos, temos que reconhecer este movimento pelo que é: uma multinacional. 
Uma empresa que gere células de militantes distribuídas pelas cidades da Europa com o plano firme e, já à vista de todos, de destruição das democracias europeias. Onde é a sede desta multinacional e quem é o seu proprietário? Não sei, mas dado que todas as células têm cabecilhas que acima de tudo promovem o Hamas, o anti-semitismo, a sharia, a destruição das igrejas e edifícios emblemáticos do Ocidente, etc., atrevo-me a dizer que será o Qatar ou a Arábia Saudita ou outro país teocrático e anti-democrático islâmico.
A esquerda, a nova-esquerda, e a esquerda extremista, como tem sido rejeitada nas urnas, tem sido o seu braço armado na Europa. Porém, como diz Meloni, a rejeição desta violência planeada por cabecilhas internacionais que se movem entre países e aparecem 'espontaneamente' onde há um protesto, deve ser unânime e qualquer reticência torna-se uma justificação. 
A Europa tem uma polícia internacional que coopera trans-fronteiras. Cooperem. Identifiquem a cabeça desta multinacional de terrorismo e fechem-lhe os canais de influência. Identifiquem os cabecilhas das células e prendam-nos. Fechem as mesquitas onde se difundem estas retóricas de violência e ódio ao Ocidente e às democracias.
Quanto aos outros, os idiotas úteis que aproveitam para destruir e pilhar, responsabilizem-nos: eles ou os pais que paguem os estragos e que sejam obrigados a trabalho comunitário consequente, ou pena de prisão em caso de crimes ou que fiquem impedidos de alguma vez ser eleitos para cargos públicos. 
É preciso responsabilizar, mesmo que sejam adolescentes das escolas. Não podem partir, destruir os bens de cidadãos comuns e roubar-lhes o sustento, incendiar edifícios, incendiar a cara das pessoas e depois ir para as aulas como se nada fosse. Qualquer reticência torna-se uma justificação. 
Os cabecilhas, sendo estrangeiros, que sejam imediatamente deportados e impedidos de entrar na Europa, como terroristas que são. 
As leis têm que mudar porque não se pode continuar a aceitar imigrantes aos milhares sem critério, gente violenta, inqualificada, culturalmente incivilizada, traficantes, violadores, criminosos cadastrados e toda a espécie de indivíduos, como se fossem todos vítimas a precisar de asilo e como se a Europa fosse um albergue espanhol.
Estamos a assistir ao colapso da França, se nada for feito. E a seguir vão os outros países. E quanto mais espaço se dá a este terroristas, mais espaço se dá à extrema-direita para crescer.

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Tenho um grande respeito pelas milhares de pessoas que hoje se manifestaram pacificamente, incluindo as que participaram na mobilização convocada pela CGIL, que contou também com a presença de líderes da esquerda. 
Quaisquer que sejam as ideias pelas quais se manifesta, a participação é a base de qualquer democracia saudável. Por outro lado, porém, não podemos ignorar o que aconteceu noutras praças italianas. 
Em Milão, como mostram estas imagens, houve lançamento de pedras contra as forças da ordem, agentes feridos, danos materiais e actos de violência que obrigaram a interromper a manifestação. Em Turim, foram detidas pessoas com pedras de calçada e martelos para partir vidros. Em Bolonha, os distúrbios levaram ao encerramento preventivo da estação ferroviária. 
Vândalos que aproveitam as manifestações para semear o caos, agredir quem garante a segurança e manter cidades inteiras como reféns. Manifestar-se é um direito. Incendiar e devastar as nossas cidades não é. Reitero o meu apelo à oposição: não sejam ambíguos quanto a isto. Condenem sem ambiguidades esta violência e lancem um apelo claro para que todas as mobilizações sejam pacíficas. Perante cenas como estas, a rejeição deve ser unânime. Qualquer reticência torna-se uma justificação. O silêncio não é aceitável.  -Giorgia Meloni 


França irreconciliável - testemunho

 

Sanções de longo alcance

 


Polónia está a desenvolver um sistema alternativo ao Starlink

 

Um a um, havemos de lá chegar.


E preciso dizer o óbvio 400 vezes

 

Se a Ucrânia não tivesse resistido eficazmente, se a liderança tivesse fugido do país, a Ucrânia e todos os seus recursos estariam nas mãos dos russos. Estaríamos já a lutar numa guerra muito maior directamente com os russos.

🎯" O protesto pacífico e legal é um direito fundamental; o vandalismo e a violência são um crime grave"



Magyar Péter (Ne féljetek)

Surgem vídeos e imagens chocantes de França. Edifícios históricos foram destruídos, centenas de agentes da polícia ficaram feridos (900) e foram causados enormes danos materiais no contexto do vandalismo e da violência crescentes dos últimos dias.

Perante esta destruição sem sentido e esta violência injustificada, talvez seja agora claro para todos por que razão a Hungria defende a abordagem mais rigorosa possível em matéria de migração e por que razão não enfraqueceremos a nossa proteção das fronteiras nem a nossa política de imigração, independentemente da pressão a que possamos ser sujeitos.

Congratulo-me com o facto de a atual cimeira da UE ter deixado claro que a esmagadora maioria dos países europeus acordou e pretende romper com as políticas permissivas do passado. Esperamos que não seja demasiado tarde.

Que não haja dúvidas: o protesto pacífico e legal é uma coisa; o vandalismo e a violência são outra completamente diferente. O primeiro é um direito fundamental; o segundo é um crime grave.

A Europa que todos amamos encontra-se hoje em sérios apuros. 

É também nossa responsabilidade ajudar a preservar o nosso continente como o lugar mais maravilhoso do mundo para os nossos filhos e netos. A Europa pode contar com a Hungria.

Manifesto a minha total solidariedade para com o povo francês.


Sabia que há uma «Rede Europeia de Mulheres Migrantes» que alertam contra a opressão islâmica?


Eu não o sabia. Como quem aparece sempre a falar são os islamitas homens, nunca ouvimos a voz das mulheres. Há até quem diga que as mulheres estão, livremente, de acordo com o que eles defendem - leis de sharia, por exemplo. Pois, não estão e, pelos vistos, há, pelo menos, uma organização de mulheres migrantes na Europa que defende os valores europeus e a sua defesa face a grupos hostis que tentam destruir a Europa por dentro apelando à vitimização e à violência.

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🔴 Declaração pública da Rede Europeia de Mulheres Migrantes (cuja existência eu desconhecia até agora) que saúda a resolução do Parlamento Europeu que apela à adopção de uma estratégia para combater o infiltracionismo islâmico (uma resolução que uma parte da esquerda votou contra).

OPOR-SE À IRMANDADE MUÇULMANA: UM PONTO DE INFLEXÃO PARA OS VALORES EUROPEUS, A DEMOCRACIA LAICA E A LIBERDADE DAS MULHERES

Bruxelas, 14 de outubro de 2026

A Rede Europeia de Mulheres Migrantes acolhe com grande satisfação e apoia a resolução do Parlamento Europeu que apela a uma estratégia europeia coordenada para combater o infiltracionismo islâmico e analisar a influência das redes da Irmandade Muçulmana. Trata-se de um passo importante na defesa das instituições democráticas da Europa, das liberdades fundamentais e do seu compromisso com a igualdade. Uma estratégia europeia comum não só é necessária como já devia ter sido implementada há muito tempo.

A ideologia da Irmandade Muçulmana suscita preocupações fundamentais para as sociedades europeias seculares, democráticas e pluralistas. A sua visão política e a sua concepção do papel da religião na vida pública e na governação levantam sérias questões sobre a separação entre a autoridade religiosa e as instituições democráticas, a liberdade individual, a igualdade perante a lei e a liberdade de consciência. 

A Europa deve continuar a ser um lugar onde todos sejam livres de praticar a sua religião, de a mudar ou de não ter nenhuma, sem pressão ou coacção por parte de movimentos religiosos ou políticos.

As preocupações em relação à Irmandade Muçulmana não se limitam à Europa. Vários países de maioria muçulmana, incluindo o Egipto, a Arábia Saudita e a Jordânia, proibiram a organização ou classificaram-na como organização terrorista ao abrigo da sua legislação nacional. 

Embora estas decisões se insiram em contextos jurídicos e políticos diferentes, demonstram que as preocupações relativamente às actividades e aos objetivos políticos do movimento vão muito além da Europa. Estes desenvolvimentos reforçam a necessidade de as instituições europeias examinarem diligentemente a ideologia, as estruturas organizacionais, o financiamento e as actividades do movimento no âmbito de uma supervisão independente.

Opôr-se à ideologia política da Irmandade Muçulmana não é racismo nem islamofobia. A crítica a um movimento político ou religioso não deve ser confundida com hostilidade para com os muçulmanos. Pelo contrário, defender os muçulmanos contra a coacção e o extremismo político ou religioso faz parte da defesa dos seus direitos fundamentais. 

O respeito pela diversidade religiosa não pode significar fechar os olhos a movimentos cujas actividades comprometem as liberdades individuais, as instituições democráticas ou os direitos dos outros.

Esta resolução constitui também um passo importante para os direitos das mulheres, em particular os das mulheres migrantes. As mulheres que vivem entre diferentes ambientes culturais, religiosos e sociais podem enfrentar pressões que afectam a sua autonomia, as suas escolhas pessoais, o seu vestuário, as suas relações, a sua educação e a sua participação na vida pública. 

As mulheres que desafiam as expectativas religiosas e patriarcais são frequentemente confrontadas com intimidação, exclusão e ameaças, inclusive no seio das suas próprias comunidades. A sua liberdade e segurança nunca devem ficar em segundo plano face à sensibilidade cultural ou ao oportunismo político. 

Uma sociedade verdadeiramente igualitária protege o direito de cada mulher a fazer as suas próprias escolhas, a participar plenamente na vida pública e a viver livre de qualquer restrição ou discriminação justificada pela religião. As mulheres migrantes merecem não só proteção contra o racismo, mas também a proteção plena e incondicional dos seus direitos e liberdades individuais.

Apelamos, por isso, às instituições europeias e aos Estados-Membros para que traduzam este compromisso político em acções concretas, através de uma estratégia europeia coordenada, de uma maior transparência no financiamento e de uma supervisão rigorosa das organizações e redes. A Europa deve ser coerente na defesa dos seus valores: as instituições democráticas laicas, a liberdade de consciência, a igualdade entre mulheres e homens e o Estado de direito são garantias essenciais de uma sociedade livre e pluralista.

A Rede Europeia de Mulheres Migrantes (ENoMW) é uma plataforma feminista e laica, liderada por mulheres migrantes, não filiada a nenhum partido político, que defende os direitos, as liberdades e a dignidade das mulheres e raparigas migrantes, refugiadas e pertencentes a minorias étnicas na Europa.

http://migrantwomennetwork.org | info@migrantwomennetwork.org | Rue du Méridien 10, 1210 Bruxelas, Bélgica

O 'Green Party' inglês quer proibir as críticas ao Islão e suas práticas

 

França - activistas destroem pelo fogo o edifício da CM que sobreviveu a duas guerras mundiais

 

Nem mesmo assim acabam com estas manifestações de motivação extremista, violenta? 



Alguns dos protestantes pela educação...



Protesto de estudantes franceses cof, cof... um mar de bandeiras da Palestina. 


As exigências dos 'estudantes':



Preocupam-se imenso com o povo comum. Até destroem os seus haveres para os ajudar: 


Marselha:

 


O francês comum trabalha todo o dia para os 'activistas' andarem pelas ruas a destruir tudo com enorme violência. Lyon:



Isto é o que a nova-esquerda e a esquerda extremista querem importar para aqui. Quem ganha com isto é a extrema-direita que aparece como a salvadora da ordem. Sou a favor que se vote para tirar estes governos de esquerda do poder antes que destruam as democracias sem volta atrás. Comprometem a sobrevivência dos próprios países enquanto democracias com valores humanistas e do povo para se manterem eternamente no poder com o voto dos islamitas e dos extremistas.

França é um aviso a toda a Europa.


Portugal: um 'manifestante pela habitação' fala a favor da 'resistência da Palestina no 7 de Outubro', ou seja, defende o terrorismo do Hamas e compara os terroristas do Hamas e as barbaridades que fizeram com o 25 de Abril... claro que é tudo em defesa da habitação e do custo de vida...

Capitalizar o caos por si mesmos gerado

 

Este antigo diretor nacional adjunto da Polícia de Segurança Pública, Carlos Bastos Leitão, esclarece tudo. Esta manifestação foi previamente preparada para que houvesse provocação por parte dos manifestantes e resposta por parte da polícia, televisionada. De preferência com alguma violência. 
Têm uma célula de 'inteligência', serviços jurídicos a aconselhar - tudo isto antes dos protestantes se terem juntado "espontaneamente", como disseram. 
Portanto, estas manifestações que se espalham pela Europa são preparadas por activistas profissionais com a mesma lógica que os protestos palestinianos, isto é, provocar situações de ultrapassar linhas legais e de segurança pública que leve as forças de autoridade a ter de intervir, para depois aparecerem como vítimas e mártires e capitalizarem o caos que eles próprios geram. 
Ora, isto não tem nada que ver com a luta por direito à habitação. 
Exigir a responsabilidade e seriedade de competência aos governos é possível de muitos modos dentro da lei e deve ser feito -é para isso que temos partidos políticos e oposição no Parlamente e nas Câmaras Municipais- mas fazê-lo à margem da lei e da vontade do povo não deve ser tolerado. 
Ninguém votou nestes 'manifestantes' activistas profissionais. Eles estão ali em seu nome e com as suas 'agendas' e não em nome do povo e do seu benefício. 
Portanto, que tipo de movimento é esse onde umas centenas -e que fossem milhares, era igual- de pessoas abancam no espaço público e dizem, "não saímos daqui até o governo fazer a nossa vontade"? Qual a sua legitimidade? Quem, do povo, votou neles e nos seus métodos de reivindicação? Ninguém. 
Não são movimentos democráticos em busca de soluções dentro do quadro democrático. Tal como acontece em Berlim, os manifestantes querem o fim dos despejos dos 'ocupas', o fim das rendas, em suma, querem o fim da propriedade privada, querem o fim da polícia, o fim da lei e da ordem. Querem que o direito à habitação passa a ser a garantia da habitação. 
Aliás, tenho a certeza que a maioria dos portugueses, não estará de acordo com estas manifestações de tendência caótica e com as suas reivindicações de fim da propriedade privada da nova-esquerda e da extrema-esquerda; nem com os métodos de reivindicar destruindo o espaço público. Tem-no mostrado em todas as eleições, desde o 25 de Abril.
Nem estará de acordo com a promiscuidade de organizações pró-islâmicas em todas as reivindicações. Estas manifestações controladas e manipuladas pela nova-esquerda e extrema-esquerda (em ligação aos islamitas - as bandeiras e lenços dos manifestantes são da Palestina), em nada ajudam a encontrar soluções para os problemas da habitação ou do custo de vida e nem parece ser essa a sua intenção. Talvez seja a intenção de algumas pessoas dos manifestantes mas rapidamente são canibalizadas pelos activistas profissionais que visam criar o caos para minar a democracia europeia. Como estão a fazer, com tanto sucesso, em França, em Inglaterra, em Espanha, na Suécia, na Bélgica, etc.
É preciso, por um lado, encontrar soluções para os problemas das pessoas: habitação social, por exemplo e, por outro, ser intransigente com o extremismo de movimentos que se instalam aproveitando as preocupações legítimas das pessoas, para incitar ao caos e à violência que é sua irmã.

October 17, 2026

Temos mais pessoas pobres

 

Pobreza persistente atinge 9,5% da população em Portugal em 2025 

Quase um em cada dez residentes em Portugal vivia em situação de pobreza persistente em 2025, ou seja, encontrava-se em risco de pobreza nesse ano e em pelo menos dois dos três anos anteriores, segundo um estudo divulgado pela Iniciativa para a Equidade Social.
Entre as crianças e jovens, a incidência da pobreza persistente caiu para cerca de metade na última década, passando de 18,1% em 2015 para 9,3% em 2025.

As mulheres continuaram a apresentar uma maior exposição à pobreza persistente do que os homens. Em 2025, a taxa atingia 10,0% entre as mulheres, face a 9,0% entre os homens.
-Jornal Económico

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/pobreza-persistente-atinge-95-da-populacao-em-portugal-em-2025/ 

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Temos uma taxa geral de desemprego baixa de 5,7%, mas nos jovens vai nos 20%. Temos quase 200 mil jovens (9%) nem-nem. Mão -de-obra desperdiçada que vive dos pais ou de subsídios. Destruiu-se a educação para poupar dinheiro e certificaram-se falsamente os jovens. Agora, nem trabalham nem estudam. Não arranjam solução para estes jovens todos? 

Não geramos empregos qualificados ou geramos mas não queremos pagar salários decentes e atiramos tudo para o trabalho tarefeiro. Expulsamos daqui os jovens para depois importar pessoas sem qualificações.

Isto já dura há 15 anos. Ninguém tem soluções, mesmo que parciais? Governo atrás de governos e ninguém melhora a situação? Ninguém sabe o que anda a fazer? E para onde foram as dezenas de biliões que caíram aqui vindas de Bruxelas?

Como podem as pessoas viver aqui, ter uma casa, filhos...? As coisas estão caríssimas. A situação no mundo está má? Pois está mas esta situação vem de antes.

Precisamos de reformas com pés e cabeça de pessoas competentes.


🇺🇦❤️🇵🇹

 

Com amigos destes quem precisa de inimigos?

 

Quem constrói os drones «Geran -4 flight» com que a Rússia ataca a Ucrânia?

Dos 105 componentes identificados, 80 provêm de empresas americanas; só a Texas Instruments (incluindo componentes da National Semiconductor, que foi adquirida pela TI em 2011) representa 58,1% do total.



Os outros estão distribuídos assim:


A neutralidade suíça também ali está.

É preciso dizer o óbvio 400 vezes

 

E a Ucrânia continua a empurrar os russos para o esgoto de onde vieram



СВЯТА РУСЬ

The Armed Forces of Ukraine have liberated Dachnoye on the left bank of the Kherson region.



Um republicano que chegou ao limite da tolerância


E Zelenskyy, que não faz ameaças em vão, a avisar o que acontece se derem à Rússia acesso ao Starlink.

Um tipo com um trilião que engana pessoas comuns para aumentar o seu poder/dinheiro é confiável?

 

Elon Musk chegou a um acordo num processo de acção colectiva movido contra ele, depois de ter usado o seu PAC (political action committee) e enganado os apoiantes de Trump para que estes revelassem as suas informações pessoais na esperança de ganharem, aleatoriamente, 1 milhão de dólares. Afinal, os vencedores já estavam pré-determinados. 

Na altura, os advogados do PAC de Musk admitiram em tribunal que não se tratava, na verdade, de um sorteio, uma vez que os vencedores foram seleccionados «com base na sua adequação» para actuarem como porta-vozes do PAC e tinham ganho o milhão de dólares a título de remuneração.



A independência tecnológica dos EUA é uma urgência

 

É óbvio que os americanos já não são parceiros de confiança e usam a tecnologia para coagir a Ucrânia e chantagear a Europa. Também é óbvio que Trump e os seus oligarcas (Musk, Thiel, etc.) querem a destruição da Europa enquanto poder para nos tornar seus vassalos em tudo menos no nome. A seguir à guerra a Europa esteve numa espécie de vassalagem militar e tecnológica dos EUA, mas isso custava-lhes dinheiro. Trump quer o mesmo, mas de borla. A Europa tem de acordar para a realidade.

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O ministro dos Negócios Estrangeiros polaco, Sikorski: 
«Desde janeiro do ano passado que os EUA não contribuíram com um único cêntimo para a defesa da Ucrânia. Estamos a fazê-lo, Europa.»

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Laura Rozen
Elon Musk abordou Donald Trump com a ideia de abrandar o Starlink na Ucrânia.
O empresário bilionário abordou o presidente dos EUA com a proposta de introduzir limites de velocidade no sistema, o que prejudicava as defesas contra drones da Ucrânia, de acordo com quatro fontes familiarizadas com as discussões.
Uma das fontes afirmou que Trump «concordou» com a sugestão de Musk, abrindo caminho para que o Pentágono implementasse a redução da velocidade no Starshield, a versão de nível militar do sistema de comunicações por satélite. - The Telegraph


A Ucrânia é Europa

 

Se a Europa se mantiver unida há-de conseguir ultrapassar os problemas. Quanto ao apoio à Ucrânia, são precisos mais que abraços: são precisas armas de defesa, proteger o céu da Ucrânia dos bombardeamentos russos, descongelamento do dinheiro russo.