Como se vê, o vandalismo passou da França para Itália, depois para a Bélgica, a Alemanha e agora estão a tentar pegá-lo aqui em Portugal. Se queremos ser governados pelos nossos representantes num quadro democrático e não por vândalos, temos que reconhecer este movimento pelo que é: uma multinacional.
Uma empresa que gere células de militantes distribuídas pelas cidades da Europa com o plano firme e, já à vista de todos, de destruição das democracias europeias. Onde é a sede desta multinacional e quem é o seu proprietário? Não sei, mas dado que todas as células têm cabecilhas que acima de tudo promovem o Hamas, o anti-semitismo, a sharia, a destruição das igrejas e edifícios emblemáticos do Ocidente, etc., atrevo-me a dizer que será o Qatar ou a Arábia Saudita ou outro país teocrático e anti-democrático islâmico.
A esquerda, a nova-esquerda, e a esquerda extremista, como tem sido rejeitada nas urnas, tem sido o seu braço armado na Europa. Porém, como diz Meloni, a rejeição desta violência planeada por cabecilhas internacionais que se movem entre países e aparecem 'espontaneamente' onde há um protesto, deve ser unânime e qualquer reticência torna-se uma justificação.
A Europa tem uma polícia internacional que coopera trans-fronteiras. Cooperem. Identifiquem a cabeça desta multinacional de terrorismo e fechem-lhe os canais de influência. Identifiquem os cabecilhas das células e prendam-nos. Fechem as mesquitas onde se difundem estas retóricas de violência e ódio ao Ocidente e às democracias.
Quanto aos outros, os idiotas úteis que aproveitam para destruir e pilhar, responsabilizem-nos: eles ou os pais que paguem os estragos e que sejam obrigados a trabalho comunitário consequente, ou pena de prisão em caso de crimes ou que fiquem impedidos de alguma vez ser eleitos para cargos públicos.
É preciso responsabilizar, mesmo que sejam adolescentes das escolas. Não podem partir, destruir os bens de cidadãos comuns e roubar-lhes o sustento, incendiar edifícios, incendiar a cara das pessoas e depois ir para as aulas como se nada fosse. Qualquer reticência torna-se uma justificação.
Os cabecilhas, sendo estrangeiros, que sejam imediatamente deportados e impedidos de entrar na Europa, como terroristas que são.
As leis têm que mudar porque não se pode continuar a aceitar imigrantes aos milhares sem critério, gente violenta, inqualificada, culturalmente incivilizada, traficantes, violadores, criminosos cadastrados e toda a espécie de indivíduos, como se fossem todos vítimas a precisar de asilo e como se a Europa fosse um albergue espanhol.
Estamos a assistir ao colapso da França, se nada for feito. E a seguir vão os outros países. E quanto mais espaço se dá a este terroristas, mais espaço se dá à extrema-direita para crescer.
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Tenho um grande respeito pelas milhares de pessoas que hoje se manifestaram pacificamente, incluindo as que participaram na mobilização convocada pela CGIL, que contou também com a presença de líderes da esquerda.
Quaisquer que sejam as ideias pelas quais se manifesta, a participação é a base de qualquer democracia saudável. Por outro lado, porém, não podemos ignorar o que aconteceu noutras praças italianas.
Em Milão, como mostram estas imagens, houve lançamento de pedras contra as forças da ordem, agentes feridos, danos materiais e actos de violência que obrigaram a interromper a manifestação. Em Turim, foram detidas pessoas com pedras de calçada e martelos para partir vidros. Em Bolonha, os distúrbios levaram ao encerramento preventivo da estação ferroviária.
Vândalos que aproveitam as manifestações para semear o caos, agredir quem garante a segurança e manter cidades inteiras como reféns. Manifestar-se é um direito. Incendiar e devastar as nossas cidades não é. Reitero o meu apelo à oposição: não sejam ambíguos quanto a isto. Condenem sem ambiguidades esta violência e lancem um apelo claro para que todas as mobilizações sejam pacíficas. Perante cenas como estas, a rejeição deve ser unânime. Qualquer reticência torna-se uma justificação. O silêncio não é aceitável. -Giorgia Meloni