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October 15, 2026

Uma rota de imigração ilegal

 

Esta equipa -uma parelha- segue uma das rotas da imigração ilegal em massa de islamitas na Europa: Mauritânia → Espanha → França → Inglaterra.

É seguir o link logo abaixo deste vídeo para ver o documentário. Tirando o fundo racista destes dois indivíduos, o resto são factos que eles evidenciam com imagens e entrevistas.


October 10, 2026

A violência da extrema-esquerda aliada aos muçulmanos progrediu para a Bélgica

 

Quando morei em Bruxelas, há cerca de 25 anos, já lá existiam muçulmanos, mas eram poucos e não causavam problemas de violência. Os turcos tinham pequenos supermercados, os marroquinos vendiam peixe. Os filhos andavam a estudar nas escolas. Agora, a Bélgica tem cerca de um milhão de islamitas, a maioria jovens com menos de 30 anos. Ao contrário dos jovens belgas que na sua maioria não tem religião, os jovens muçulmanos são crentes.  Em Bruxelas, o número de muçulmanos jovens é superior ao dos belgas de origem belga. Já são a religião/cultura dominante em muitas comunas e escolas. E aqui está o resultado. Na França é igual, a mesma situação. Depois temos a nova-esquerda e a esquerda extremista aliadas aos islamitas e à IM, um dos grupos que fomenta a violência, a deitar mais lenha para a fogueira.

October 07, 2026

Costa & Associados

 

Grávidas da Ásia, serviços sobrecarregados e dívidas por pagar. Médicos e gestores hospitalares criticam turismo de saúde "fora de controlo"

Obstetrícia e oncologia estão entre as áreas mais pressionadas pelo turismo de saúde, sobretudo por utentes vindos do Indostão e dos PALOP. Médicos alertam que fenómeno está fora de controlo.
https://observador.pt/
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Nós estamos a pagar impostos para que estrangeiros venham cá tratar-se de borla. 

October 02, 2026

O resultado das lideranças europeias

 

Quem quer ser professor?

 

Os alunos em França protestam... roubando lojas.


September 23, 2026

Isto é verdade e é importante que se diga

 

There’s NO human right to illegal immigration, but there IS a right to remain a sovereign nation." -Trump

«Não existe NENHUM direito humano à imigração ilegal, mas EXISTE o direito de continuar a ser uma nação soberana.»

September 21, 2026

Obrigada, Costa, SS e Zé Carneiro

 

Precisávamos muito de importar estes criminosos em massa de sangues violentos.

Espero que os expulsem daqui. 

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Mochilas de entregas, TVDE e mudanças de roupa: as imagens que mostram o terror espalhado de norte a sul por um gangue brasileiro

As imagens são claras e mostram a violência de 15 assaltos que renderam um milhão de euros. O modus operandi é sempre o mesmo: efeito surpresa, rapidez e ameaça com arma.

A CNN Portugal teve acesso a várias imagens relativas a estes assaltos cometidos por um gangue que aterrorizava funcionários e clientes de dependências bancárias de Norte a Sul.


September 20, 2026

Elementar bom senso que devíamos seguir

 

Mario Nawfal

Meloni anunciou que o uso de coberturas faciais, incluindo a burka e o niqab, será proibido nas escolas.

 Será estabelecido um limite máximo de alunos estrangeiros por sala de aula.

Os pais de crianças com dificuldades de integração também serão obrigados a aprender italiano.

Permitir que um grande número de alunos que não falam a língua local frequente a mesma turma não promove a integração; cria sociedades paralelas.

E a integração não é facilitada pelo uso de um véu facial.

Isto deveria ter sido uma política padrão em toda a Europa há uma década...



September 16, 2026

Alguém interpretou este estudo como um plano de acção?

 

Em 2000 Divisão de População das Nações Unidas publicou um relatório intitulado «Migração de Substituição: Será uma Solução para o Declínio e o Envelhecimento das Populações?», que analisa de que forma a imigração poderá compensar o envelhecimento e a diminuição das populações na Europa.


September 13, 2026

A contrariar os discursos panglossistas acerca de não haver crime ligado a imigração sem controlo


(a imigração em massa descontrolada é um trabalhinho do governo de Costa e tem crentes seguidores no BE, no Livre e no PCP)

 

Paulo Penteado: "Há razões para Portugal estar preocupado com a presença do PCC"

O promotor de Justiça brasileiro veio a Portugal participar num Congresso Internacional de Cooperação Jurídica e Combate ao Crime Transnacional. Ao SOL, Paulo Penteado, lusodescendente, alerta para os perigos que a máfia brasileira representa e diz só haver duas formas de a combater: com mais investigação e penas efetivas mais duras.
(...)
Se você anda em Portugal na rua com um relógio, qual é a probabilidade de você ser roubado? Ou seja, você ter aquele bem subtraído mediante emprego de violência ou de arma de fogo?
(...)
Era baixo até há pouco tempo.
Ela continua ainda a ser baixa. E o que é importante? É que se mantenha baixa essa probabilidade, o crime sempre vai existir. Qual é a conta? É a conta do risco-benefício. Se a conta do benefício começa a ficar maior do que a conta do risco, você vai ter o quê? Você vai ter uma explosão de criminalidade e uma explosão de criminalidade violenta.
A Polícia e a Justiça Brasileira têm conhecimento concreto que há pessoas que vieram de lá para cá para cometer crimes ou não?
É muito complicado, tanto pelo nosso sistema jurídico, como pelo sistema jurídico de vocês, fazer uma afirmação de culpa sem trânsito em julgado. De uma pessoa A, de uma pessoa B, etc. Mas sim, é provável, ou pelo menos é possível que criminosos que atuavam no Brasil tenham vindo atuar em outros países da Europa. Sim, isso é possível.

Especialmente em Portugal e Espanha, como estava a dizer.
Há uma proximidade maior com Portugal, cultural, linguística, mas que pode existir também em outros países, em especial Espanha e Itália.

Percebi, não sei se mal, que uma das formas de enfrentar essa rede criminosa é obviamente ser mais eficaz nas penas. Será inevitável, falando filosoficamente, Portugal agravar as penas em relação à violência? Há quem diga que muitos grupos vêm para cá porque sabem precisamente disso, que assaltam alguém, cumprem pouco tempo de cadeia e depois saem. E que isso se começa a espalhar.
Em dado momento, nos anos 2000 e alguma coisa, eu fiz uma pesquisa com números, tanto do Ministério Público como do Poder Judiciário, para concatenar os dados e vi que cerca de 5% dos casos de roubo resultavam em condenação, e falo de crime cometido com violência ou grave ameaça. E se você usasse a estatística de subnotificação desses crimes, esse índice cairia para 1,9%. De cada 100 roubos havidos no Estado, 1,9% resultavam em efetiva condenação. Ou seja, tem um número muito baixo. Mas desses 1,9%, o sujeito cumpria um sexto da pena e ia para outro regime, ia para o regime semiaberto. E depois de um sexto do semiaberto, como é que funcionava o regime semiaberto? Autorização para trabalho externo, para estudo. Então, o sujeito saía de manhã, voltava no final da tarde e dormia na cadeia se tivesse autorização ou trabalhava ainda. Mas muito bem. O sujeito cumpria, na realidade, 16% da pena. Porque ele já estava numa situação de facto de liberdade, ao menos durante o dia.
Isso é que contribuiu para o aumento da criminalidade?
Sim. É um único fenómeno? Não. Você tem causas sociais, económicas, mas a fragilidade do sistema, você punir pouco, e nem punir o pouco que eu digo, quantitativo, aí o sistema não traz um cumprimento.
Qual vai ser a sua grande mensagem neste Congresso em relação às preocupações que os portugueses devem ter?
Mais do que a preocupação é o sentimento. Evitar que em Portugal, não diria de forma messiânica, ou noutros países da Europa se vivam fenómenos de violência urbana que se vivem em países da América Latina e talvez em alguns outros países do mundo. Talvez o índice mais preocupante de violência seja a violência urbana difusa
.
Tem havido uma grande discussão em Portugal, por se dizer que, se tínhamos 10 milhões de habitantes e se temos 11 milhões e 600 mil, a criminalidade vai aumentar.
Pois isso é malthusiano. Se o mundo tinha 3 mil milhões de pessoas em 1960 e hoje tem 8 mil milhões de pessoas, é evidente que só por uma questão numérica a criminalidade vai aumentar. O que o Estado e a própria sociedade precisam fazer? Buscar fórmulas de, se não diminuir, pelo menos evitar uma expansão de criminalidade que traga aí um risco ao cidadão comum.

Mas como é que isso pode ser feito?
Investigação e lei. O Estado serve para quê? O Estado serve para controlar o ambiente social. Como é que se dá essa regulamentação? Essa regulamentação está em abstrato por leis, está em concreto por atos administrativos, atos de administração, atos de polícia e judiciária, atos de investigação, etc. Essa é a finalidade do Estado. Quem não acredita nisso, não acredita na própria finalidade do Estado. E aí tem o quê? Aí vem a justiça paralela e os ‘justiçamentos’ que vão trazer uma barbárie ruim, uma barbárie efetiva. Nós vivemos isso no Brasil.
(...) isso pode aumentar, de um lado, a sensação de segurança, mas, de outro, o criminoso sabe que tem de ser muito rápido. Ele tem ali 10, 15 segundos, o tempo estimado de um assalto urbano, mas em que pode acontecer uma tragédia – em qualquer lugar do mundo –, mas na falsa sensação do sujeito, se você olhar, ele pode cometer outro. Isso vocês não têm em Portugal. A figura do latrocínio. É um crime contra o património, mas que também atinge a vida. Porque a intenção do sujeito não foi inicialmente de matar, mas praticar uma subtração patrimonial e, na consecução desse roubo, ele acaba por cometer um homicídio.
A propósito de telemóveis. Nos últimos festivais de música em Portugal vieram gangues da América Latina roubar os telemóveis dos festivaleiros. Foram apanhados vários assaltantes, com 100 telemóveis, mas só roubavam telemóveis de mais de 1000 euros.
Você veja que aí o interesse, propriamente dito, era o uso do aparelho. Grosso modo, no Brasil – claro que o aparelho é um proveito económico e ele não o vai desperdiçar –, se você for a uma grande cidade brasileira hoje, se sair lá com o seu telemóvel e com uma aliança andando na orla ou numa avenida movimentada, existe, sim, uma possibilidade real de você ter esse aparelho subtraído mediante emprego de violência ou grave ameaça. Mas, se for subtraído, provavelmente em cinco ou seis minutos o dinheiro já saiu, pelo menos em parte, do seu banco. É muito rápido. Então, a subtração não é tanto pelo aparelho em si, mas pelo que contém o aparelho. Acesso imediato a contas bancárias.
Não tem uma ideia de quantos elementos do PCC estão em Portugal?
Não consigo mensurar isso. O que posso dizer é que o PCC virou uma das maiores transnacionais do mundo. 

O que entende por transnacionais? Quer dizer uma empresa? Um gangue?
Na verdade não é uma empresa. É uma organização criminosa e em expansão económica. Assim como você teve os grandes cartéis colombianos dos anos 80 e 90, os grandes cartéis mexicanos dos anos 90 e 2000. Você tem uma organização criminosa em ascensão, que é o PCC. Porquê? Porque controla, senão a primeira, a segunda maior rota de tráfico de cocaína no mundo.
Vítor Rainho, https://sol.iol.pt/ (excertos)

 

September 10, 2026

As mulheres estão sob ataque como nunca vi em toda a minha vida

 

September 05, 2026

🎯

 

As mulheres são avisadas para não irem sozinhas para países como o Afeganistão, o Irão, a Arábia Saudita e outros países islâmicos por serem extremamente perigosos. Então, porque razão se haveria de deixar vir para cá homens desses países?


September 03, 2026

Ceuta, não está boa para ir a banhos

 


September 01, 2026

E que tal falar sem demagogia e sem falácias de apelo à piedade?

 


“Que vida portuguesa melhora por uma criança estar detida?” Associação reage à decisão do TC

A associação há cinco anos trabalha na inclusão de crianças e jovens estrangeiros não acompanhados em Portugal.

Amanda Lima, DN

"O Acórdão faz referência à tensão entre o 'assegurar a efetividade do controlo de fronteiras' e 'ingerências na liberdade pessoal de cidadãos estrangeiros'. Que responsabilização pode ser feita de uma criança de 10 anos que foi metida num avião ou autocarro sozinha por pais que só queriam uma vida melhor para ela?", lê-se.

E dá mais exemplos. "Que crime cometeu um miúdo que, aos 14 anos, decidiu que queria mais do que só apanhar cacau a vida toda e, depois de deixar todas as suas poupanças, família e dignidade para trás, chegou a Portugal aos 16 anos para estudar e trabalhar e conseguir ajudar a mãe que ficou lá longe sozinha? Que ingerências cometeu um adolescente de 15 anos que fugiu dos talibã depois de lhe matarem o pai e os irmãos e lhe dizerem que ele era o próximo?".
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A questão que foi ao TC é a da imigração ilegal ser, ou não, um prejuízo para o país e também a de saber se todo o imigrante ilegal tem direito a ser recebido e beneficiar dos recursos do Estado português. Este artigo põe a questão em termos dos imigrantes ilegais serem crianças ou adolescentes e os portugueses estarem a fazer-lhes mal gratuitamente.

Em primeiro lugar, e olhando para o que se tem passou e passa em outros países quase à beira da guerra civil por causa das questões da imigração em massa, vemos que acontece muito os pais mandarem crianças e adolescentes à frente sozinhas para depois as usarem para pedir reagrupamento familiar e trazerem a família toda atrás, que podem ser dezenas de pessoas, entre as quais vêm criminosos.

Em segundo lugar, contam-se às dezenas de milhar os rapazes que vêm sozinhos sem documentos e dizem ter 14 ou 16 anos e depois de se investigar, com muito trabalho, vem-se a saber que têm 20 anos ou mais e usaram esse estratagema para conseguir entrar.

Em terceiro lugar, mesmo se os rapazes têm 14 ou 16 anos, ter 14 ou 16 anos no Afeganistão ou no Bangladesh é muito diferente de os ter aqui na Europa. Aqui, rapazes dessa idade são ainda infantis, mas nesses países, pode acontecer que já tenham violado alguém, ou espancado uma irmã por honra, ou visto os pais violarem e matarem infiéis, etc. Quando olhamos para a Inglaterra e Suécia, esses casos são mato.

Portanto, uma coisa é uma rapariga vir sozinha ou com outra fugida do Afeganistão ou outro país islamofascista de pedófilos e pedir asilo, outra são imigrantes ilegais que vêm à procura de beneficiar do sistema do Estado social europeu.

Este artigo fala como se todos os imigrantes fossem almas puras em busca de trabalho e com vontade de integração. As evidências de centenas de milhar ou milhões de casos em outros países europeus desprovam-no.

August 28, 2026

Na Alemanha o problema é o mesmo



Funcionários de hospitais ameaçados enquanto a imigração em massa sobrecarrega a Alemanha

Os trabalhadores hospitalares, já sobrecarregados, enfrentam uma pressão crescente devido ao aumento do número de doentes

DIMITRIS PAPAFOTIS

Um enfermeiro de urgências de Berlim, que trabalha sob pseudónimo, descreveu as extraordinárias medidas de segurança e as perturbações no funcionamento normal que se tornaram rotina quando vítimas de violência entre clãs de origem migrante chegam aos hospitais alemães, revelando um sistema de saúde sob pressão causada por redes criminosas organizadas.

Segundo o Remix News, Felix Wolf — que não é o seu verdadeiro nome — trabalha há uma década na medicina de urgência da capital alemã e descreve agora um local de trabalho transformado pela violência entre gangues, onde os funcionários retiram os cartões de identificação, os serviços de urgência encerram durante horas e as decisões relativas ao tratamento são tomadas tendo em conta possíveis ameaças de retaliação.

Em declarações ao jornal Die Welt, Wolf afirmou que os incidentes violentos envolvendo armas brancas e armas de fogo se tornaram uma ocorrência semanal nas unidades de traumatologia de Berlim, sendo que muitos destes casos nunca aparecem nas estatísticas oficiais da criminalidade. A natureza dos ataques também está a mudar, observou, com os agressores a tornarem-se cada vez mais jovens e a demonstrarem uma intenção calculada de matar.
«Trato frequentemente jovens de 15 ou 16 anos que sabem exactamente onde atingir para causar o maior dano possível»
O encerramento dos hospitais é agora um procedimento normal.

Quando vítimas de tiros ou esfaqueamentos ligadas a clãs criminosos chegam à unidade hospitalar — muitas vezes levadas directamente por associados, em vez de por ambulância — o hospital contacta imediatamente as autoridades policiais e acciona protocolos de segurança abrangentes. Estas medidas vão muito além das instalações do próprio hospital.

A resposta policial envolve normalmente entre 15 e 20 viaturas de patrulha, que protegem não apenas o recinto hospitalar, mas também as ruas circundantes e as estações de metro próximas. Os agentes realizam controlos de identidade e fiscalizam veículos enquanto a vítima recebe tratamento, um processo que frequentemente dura várias horas.

Durante estas operações de segurança, o serviço de urgência deixa de funcionar normalmente. Não podem ser admitidos novos doentes até que a situação esteja resolvida, o que significa que cidadãos alemães em situação de emergência médica podem ser recusados nos seus próprios hospitais enquanto a polícia lida com ameaças provenientes de famílias do crime organizado.

Wolf revelou que os profissionais de saúde adaptaram o seu comportamento em resposta a uma intimidação persistente. O próprio deixou de usar qualquer identificação há anos, para evitar que seja possível localizá-lo ou identificá-lo fora do hospital. As decisões sobre a distribuição dos profissionais também têm agora em conta o risco de determinados membros do pessoal serem alvo devido à sua origem étnica ou religião.
«Não mando duas raparigas, mas pelo menos um homem», explicou Wolf, referindo-se ao tratamento de certos doentes. «Também tento manter os colegas com apelidos judeus afastados de um caso destes.
A avaliação da ameaça torna-se ainda mais séria quando os membros dos clãs começam a chegar ao hospital, podendo por vezes atingir 40 pessoas, coordenadas através de plataformas de mensagens encriptadas. Estes grupos procuram frequentemente estabelecer uma presença física ameaçadora através de comportamentos agressivos, sendo que Wolf descreveu manifestações ruidosas por parte de familiares do sexo feminino como uma táctica deliberada de pressão e intimidação.

O cenário mais perigoso para os funcionários hospitalares ocorre quando um doente ligado a um clã morre, criando um risco imediato de retaliação contra o pessoal médico. Wolf reconheceu que este cálculo sombrio passou a fazer parte do ambiente de trabalho, com os profissionais a sentirem, em privado, algum alívio quando indivíduos mortalmente feridos morrem antes de chegar ao hospital, em vez de durante o tratamento.

O enfermeiro recordou imagens das câmaras de segurança de outro hospital de Berlim, na véspera de Ano Novo, que mostravam um profissional de saúde a ser agredido até perder os sentidos, sublinhando que esta violência não é meramente hipotética, mas uma realidade documentada.

Aumento da violência em toda a Alemanha

Os incidentes descritos por Wolf reflectem tendências mais amplas registadas nos dados sobre criminalidade na Alemanha, tendo Berlim registado um número recorde de tiroteios em 2025. Os primeiros indicadores sugerem que a violência se intensificou ainda mais em 2026, à medida que as redes criminosas prosseguem os seus conflitos territoriais recorrendo a tácticas cada vez mais letais.

O fenómeno estende-se para além da capital, com a criminalidade violenta a aumentar nos principais centros urbanos alemães. No entanto, Berlim continua a ser o epicentro da violência organizada entre clãs, onde as instalações médicas de emergência se tornaram, na prática, territórios disputados no âmbito de uma guerra contínua entre redes criminosas.

O testemunho de Wolf oferece uma rara perspectiva sobre a forma como esta violência se propaga às instituições públicas, transformando hospitais concebidos para salvar vidas em zonas fortificadas, onde os profissionais de saúde alemães trabalham sob uma ameaça constante proveniente de organizações criminosas estrangeiras que, aparentemente, actuam com impunidade.

https://newsfire.gr/en/hospital-staff-threatened-as-mass-immigration-strains-germany/

Bruxelas com soldados a patrulhar as ruas - efeitos da imigração em massa



Bélgica declara emergência nacional após onda de tiroteios em Bruxelas


O ministro do Interior belga, Bernard Quintin, declarou hoje que a Bélgica se encontra "numa situação de emergência nacional" devido à mais recente onda de tiroteios registada na capital, Bruxelas.

Anunciou, por isso, o reforço da presença policial na cidade e uma série de outras medidas para reforçar o combate à violência ligada ao tráfico de droga e ao crime organizado, depois de seis tiroteios em quatro dias em Bruxelas e 65 desde o início deste ano.

Entre as medidas anunciadas pelo ministro, noticiadas pela estação televisiva RTL, estão o destacamento de mais um pelotão de infantaria na capital, o reforço das unidades especiais da Polícia e da Polícia Judiciária Federal de Bruxelas e a continuação das operações da Ação Policial Abrangente.

"Para garantir a segurança dos nossos cidadãos, é necessário um esforço adicional. Se não agirmos agora de forma coordenada e firme, continuaremos a atuar 'a posteriori'. Por isso, estamos a reforçar significativamente a presença federal no terreno", sublinhou o responsável.

A região de Bruxelas atravessa um novo pico de violência, com seis tiroteios registados em quatro dias nos bairros de Anderlecht, Saint-Gilles e Molenbeek, elevando para 65 o número total de tiroteios na região desde o início do ano, o mesmo número registado na totalidade do ano passado.


August 26, 2026

Diz-me que os imigrantes não são asilados nem vêm para trabalhar sem me dizeres

 

As autoridades alemãs e o Serviço de Polícia Criminal do Estado (LKA) da Saxónia destacaram uma proeminente família alargada síria em Leipzig, que inclui um patriarca com três esposas ao abrigo da lei islâmica, pelo menos 32 filhos e 25 netos e calcula-se que quase 100 000 euros em abonos de família anuais.  

A família também ganha a vida através do crime organizado. Já houve condenações por condução imprudente com consequências mortais, tráfico de droga e os actos de violência mais brutais. 

O Estado faz de propósito vista grossa a este espectáculo grotesco e não quer saber de deportação. Em vez disso, continua a transferir, todos os meses, dezenas de milhares de euros do dinheiro dos contribuintes directamente para a conta bancária deste clã criminoso.

Esta família inscreve-se numa rede muito ampla de uma máfia síria que se dedica ao crime.

Steffen Unger

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Desde quando a poligamia é legal na Europa? Porque é que se permite que a teocracia se sobreponha às nossas leis seculares e democráticas? 

Talvez no meio destas dezenas de milhão de imigrantes alguns tenham vindo para trabalhar e contribuir para os países, com intenção de integração, mas não a maioria.

Há um tempo apanhei uma entrevista de rua. Perguntavam a um sudanês porque tinha vindo para Inglaterra. Resposta dele: vim de férias. Sabemos que assim que chegamos o governo dá-nos um quarto num hotel, comida e dinheiro para um mês. Também sabemos que aqui as raparigas dormem com qualquer um. Andamos aqui um mês a passear e depois o governo dá-nos 3000 libras para irmos embora voluntariamente e vamos embora com dinheiro no bolso.

É óbvio que as leis de asilo, que foram feitas há 50 anos, quando os imigrantes eram verdadeiros asilados de guerras ou procuravam mesmo trabalho, estão desajustadas do mundo actual. 

Porque não se mudam as leis? Porque razão estas pessoas não são imediatamente deportadas? Os imigrantes vêm de países que não estão em guerra, não são asilados.

RU - cidades sem lei

 

Estupros e agressões sexuais graves a cada 18 HORAS em Glasgow: estatísticas chocantes revelam que a Escócia está a ser assolada por uma onda crescente de criminalidade

Conor Matchett


Os líderes do Partido Nacionalista escocês foram hoje duramente criticados por permitirem uma onda crescente de criminalidade, alimentada por um aumento das agressões sexuais, dos furtos em lojas e da violência.

Os números revelam que ocorreram quase 500 estupros e tentativas de estupro na nossa maior cidade no período que terminou em junho deste ano.

Foram registados 485 casos, contra um total de 488 no ano anterior — o que representa um aumento de 43% em relação aos últimos cinco anos, quando se registaram 338 casos.

Além disso, o número de homicídios e homicídios culposos na Escócia registou o aumento mais rápido entre todos os crimes — tendo subido 40% no último ano.

Estes números suscitaram receios de que a criminalidade tenha escapado ao controlo e de que a polícia não tenha conseguido dar resposta à procura, devido aos cortes no financiamento.

John Swinney foi instado a abandonar os seus planos de libertar antecipadamente centenas de infractores, devido às preocupações de que tal possa agravar a onda de criminalidade.

O porta-voz dos conservadores escoceses para a Justiça, Stephen Kerr, afirmou: 
«O SNP está a assistir a uma escalada da criminalidade e a Escócia está a tornar-se um país sem lei sob a sua gestão. Estes números são absolutamente vergonhosos.»
«As vítimas estão a ser abandonadas, enquanto aos criminosos são dadas cada vez mais razões para acreditar que as consequências das suas ações são mínimas.»
«Neil Gray quer avançar com alterações que poderiam levar à libertação de violadores e de autores de crimes sexuais contra menores após cumprirem apenas dois terços das suas penas. Tem de pôr fim a esta loucura imediatamente. O SNP enfraqueceu a dissuasão, aumentou a pressão sobre a nossa polícia e colocou repetidamente os interesses dos infratores à frente dos das vítimas.»

No total, foram registados 323 531 crimes nos 12 meses que terminaram em Junho de 2026, um aumento de 20 188 incidentes e 37 556 a mais do que em 2021/22.

No total, foram registados 77 005 crimes violentos no ano passado – com um aumento no número de homicídios, roubos, agressões graves, violência doméstica e agressões simples.

Verifica-se também uma epidemia de violência sexual – com um aumento de 9% nos últimos 12 meses, o que representa um aumento de 11% desde 2022.

Esta situação deve-se a um aumento de 8% no número de violações – um aumento de quase 800 casos, para 3 240, desde 2022.

As agressões sexuais, a pornografia infantil, as imagens indecentes e os casos de «pornografia de vingança» e crimes semelhantes registaram todos um aumento significativo.