As autoridades alemãs e o Serviço de Polícia Criminal do Estado (LKA) da Saxónia destacaram uma proeminente família alargada síria em Leipzig, que inclui um patriarca com três esposas ao abrigo da lei islâmica, pelo menos 32 filhos e 25 netos e calcula-se que quase 100 000 euros em abonos de família anuais.
A família também ganha a vida através do crime organizado. Já houve condenações por condução imprudente com consequências mortais, tráfico de droga e os actos de violência mais brutais.
O Estado faz de propósito vista grossa a este espectáculo grotesco e não quer saber de deportação. Em vez disso, continua a transferir, todos os meses, dezenas de milhares de euros do dinheiro dos contribuintes directamente para a conta bancária deste clã criminoso.
Esta família inscreve-se numa rede muito ampla de uma máfia síria que se dedica ao crime.
Steffen Unger
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Desde quando a poligamia é legal na Europa? Porque é que se permite que a teocracia se sobreponha às nossas leis seculares e democráticas?
Talvez no meio destas dezenas de milhão de imigrantes alguns tenham vindo para trabalhar e contribuir para os países, com intenção de integração, mas não a maioria.
Há um tempo apanhei uma entrevista de rua. Perguntavam a um sudanês porque tinha vindo para Inglaterra. Resposta dele: vim de férias. Sabemos que assim que chegamos o governo dá-nos um quarto num hotel, comida e dinheiro para um mês. Também sabemos que aqui as raparigas dormem com qualquer um. Andamos aqui um mês a passear e depois o governo dá-nos 3000 libras para irmos embora voluntariamente e vamos embora com dinheiro no bolso.
É óbvio que as leis de asilo, que foram feitas há 50 anos, quando os imigrantes eram verdadeiros asilados de guerras ou procuravam mesmo trabalho, estão desajustadas do mundo actual.
Porque não se mudam as leis? Porque razão estas pessoas não são imediatamente deportadas? Os imigrantes vêm de países que não estão em guerra, não são asilados.
Estupros e agressões sexuais graves a cada 18 HORAS em Glasgow: estatísticas chocantes revelam que a Escócia está a ser assolada por uma onda crescente de criminalidade Conor Matchett
Os líderes do Partido Nacionalista escocês foram hoje duramente criticados por permitirem uma onda crescente de criminalidade, alimentada por um aumento das agressões sexuais, dos furtos em lojas e da violência.
Os números revelam que ocorreram quase 500 estupros e tentativas de estupro na nossa maior cidade no período que terminou em junho deste ano.
Foram registados 485 casos, contra um total de 488 no ano anterior — o que representa um aumento de 43% em relação aos últimos cinco anos, quando se registaram 338 casos.
Além disso, o número de homicídios e homicídios culposos na Escócia registou o aumento mais rápido entre todos os crimes — tendo subido 40% no último ano.
Estes números suscitaram receios de que a criminalidade tenha escapado ao controlo e de que a polícia não tenha conseguido dar resposta à procura, devido aos cortes no financiamento.
John Swinney foi instado a abandonar os seus planos de libertar antecipadamente centenas de infractores, devido às preocupações de que tal possa agravar a onda de criminalidade.
O porta-voz dos conservadores escoceses para a Justiça, Stephen Kerr, afirmou:
«O SNP está a assistir a uma escalada da criminalidade e a Escócia está a tornar-se um país sem lei sob a sua gestão. Estes números são absolutamente vergonhosos.»
«As vítimas estão a ser abandonadas, enquanto aos criminosos são dadas cada vez mais razões para acreditar que as consequências das suas ações são mínimas.»
«Neil Gray quer avançar com alterações que poderiam levar à libertação de violadores e de autores de crimes sexuais contra menores após cumprirem apenas dois terços das suas penas. Tem de pôr fim a esta loucura imediatamente. O SNP enfraqueceu a dissuasão, aumentou a pressão sobre a nossa polícia e colocou repetidamente os interesses dos infratores à frente dos das vítimas.»
No total, foram registados 323 531 crimes nos 12 meses que terminaram em Junho de 2026, um aumento de 20 188 incidentes e 37 556 a mais do que em 2021/22.
No total, foram registados 77 005 crimes violentos no ano passado – com um aumento no número de homicídios, roubos, agressões graves, violência doméstica e agressões simples.
Verifica-se também uma epidemia de violência sexual – com um aumento de 9% nos últimos 12 meses, o que representa um aumento de 11% desde 2022.
Esta situação deve-se a um aumento de 8% no número de violações – um aumento de quase 800 casos, para 3 240, desde 2022.
As agressões sexuais, a pornografia infantil, as imagens indecentes e os casos de «pornografia de vingança» e crimes semelhantes registaram todos um aumento significativo.
Os políticos que aprovaram e aprovam a migração em massa são cúmplices destes crimes porque sabem e têm plena consciência do que andam a importar. Espero que alguém com posses lhe ponha um processo em cima por facilitação de violações e crimes violentos e os enfie na cadeia, de prefewrência ao ao lado deste violadores. Isto atingiu um nível insuportável. Já não se consegue ver notícias. Todos os dias uma rapariga é tratada como lixo enquanto esses indivíduos fazem leis nos Parlamentos para proteger os criminosos.
Paola Diana
Notícias tristes vindas de Itália. Uma rapariga de 13 anos, que estava de férias perto de Veneza com a família, foi brutalmente violada por três migrantes. Foi encontrada num estado de confusão, quase nua. Não foi capaz de falar durante uma hora. Ficará traumatizada para o resto da vida e poderá nunca recuperar desta violência. É isto que os políticos de esquerda e aqueles que votam neles estão a fazer às nossas mulheres e crianças. Acontece todos os dias, a cada hora. Já chega.
De cada vez que um imigrante ilegal violar uma rapariga ou mulher ou uma criança. Vejamos, se alguém convidar criminosos para a casa em que vive sem o consentimento e acordo das outras pessoas que lá vivem, é responsável em cumplicidade pelos crimes que cometerem uma vez que estava consciente do alto risco e probabilidade dos criminosos cometerem crimes. Um país é o lar de um povo e o governo que convida criminosos para irem para lá viver, sabendo que são criminosos é cúmplice dos crimes que cometerem. O caso é tão conhecido, comum e grave que distribuem panfletos e avisar que não podem violar mulheres e crianças. (como se eles não soubessem. Crianças! Põem crianças em risco para acolher islamitas. Quem é que lhes paga para isto? Hoje-em-dia percebo melhor os chineses que enviam os islamitas para centros de reeducação e fecham as mesquitas) Portanto, um grupo de pessoas que tenha meios para o fazer, que ponha um processo às pessoas do governo por cumplicidade com os crimes que vierem a acontecer, o que é já amanhã porque em Inglaterra TODOS OS DIAS há crimes de violação de raparigas e mulheres por imigrantes ilegais - fora as crianças.
Not all cultures are equal.
The UK government tells us not to worry about illegal migration.
Then issues guidance warning migrants not to abuse women or have sex with children !!
Em Inglaterra agora dão estes folhetos a todos os imigrantes ilegais. Portanto, sabem perfeitamente que estão a importar criminosos violadores e pedófilos em massa. Se sabem a verdade porque continuam a importá-los, a defender publicamente a sua virtude e o interesse da Europa em importar estas pessoas? Toda a gente sabe a verdade, só que alguns optam por mentir. Os que optam por mentir são aqueles que pensam nunca ser atingidos pelos crimes destas Manadas de ilegais. Sacrificam as raparigas do povo anónimo, gente de classes operárias de quem não querem saber. Este novo PM inglês vai pôr na rua, à solta, dezenas de milhar de violadores islamitas, alguns chefes dos gangs de violadores paquistaneses, extremamente violentos, antes do fim da pena, com o argumento de que as cadeias estão cheias. As raparigas que tiveram a coragem de ir a tribunal ser enxovalhadas pelos advogados destes suínos que se lixem. Estão em pânico, como é óbvio, porque muitas moram ainda nas mesmas cidades. Ainda hoje um tribunal inglês condenou um violador violento, um ilegal, a uma pena de prisão mas recusou a sua deportação com o argumento do direito dele a não sofrer. Há uma enorme quantidade de juízes na Europa que merece levar com um processo em cima por conspiração contra as raparigas e as mulheres. No mínimo deviam ser despedidos. Tenho pena que ninguém com dinheiro meta um processo a esses suínos apaziguadores de outros suínos para os pôr no olho da rua.
«Um grande inimigo está a crescer no seio da Europa: imigrantes que apoiam o Hamas, cometem actos terroristas, rejeitam os nossos valores fundamentais e simpatizam com as forças mais sombrias. A Europa está ameaçada tanto do exterior como do interior devido a pessoas de origem islâmica…»
A 2ª e a 3ª gerações manifestam níveis mais elevados de alienação e de hostilidade do que a primeira geração.
Por que estamos a caminhar para guerras civis na Europa
Ivan Kinsman
Basta ver qualquer um dos vídeos publicados diariamente no YouTube para se deparar com cenas de europeus nativos a lutar com migrantes do terceiro mundo, seja na Grã-Bretanha, na Irlanda, na Alemanha, em Itália, em França, em Espanha, etc.
Então, quais são os passos e os fatores que conduzem a uma guerra civil, ou seja, quais são os indicadores? O professor David Betz, catedrático de Guerra no Mundo Moderno no King’s College de Londres, estudou este tema em profundidade. Existem três indicadores que se destacam
1. Faccionalismo – uma sociedade faccionalizada é propensa a conflitos civis. Temos isso agora no mundo ocidental. O faccionalismo polar é quando as pessoas já não discordam sobre questões como o aborto, mas sim uma situação em que suprimem os seus sentimentos individuais em favor daquilo que consideram ser a visão consensual da sua facção ou tribo. Isto ocorre numa situação em que nos sentimos inseguros e procuramos apoio junto dos nossos amigos e aliados. Verifica-se uma aceleração das divisões entre grupos e um agravamento das tensões.
2. O segundo factor importante é a perda de prestígio. Trata-se de uma situação em que uma facção dominante, mas em declínio, dentro de uma sociedade enfrenta uma perda permanente do seu estatuto, por exemplo, a primazia da sua língua como língua franca, a perda dos seus ideais culturais e símbolos religiosos, que estão a ser substituídos ou activamente destruídos para promover uma divisão ainda maior. Um termo mais comum é «substituição» — ou, como Renaud Camus lhe chamou, «a Grande Substituição». No caso do Reino Unido, em 2023, mais de 30% da população acredita que isto está a ocorrer. A transformação demográfica das sociedades através da migração, conduzida como um conceito impulsionado pela elite — muitas vezes através do engano — por ambos os principais partidos britânicos ao longo de quase trinta anos, tem testemunhado principalmente uma migração de mão-de-obra pouco qualificada, o que é economicamente retrógrado em termos de capital. É natural que as pessoas reajam a isto.
3. A perda de confiança no funcionamento da política normal como forma viável de responder aos problemas da acção coletiva, o que constitui uma crise de legitimidade e um reflexo do fracasso do sistema político no seu conjunto. Basta observar as atitudes políticas das pessoas – e, no mundo ocidental atual, não se trata tanto de esquerda ou direita, mas sim da concordância com a ideia de que votar não faz diferença. Se esta for a ideia política dominante de um sistema, então este não irá gozar de um elevado nível de legitimidade. Ideias como a do «Uniparty» expressam a noção de que, independentemente de em quem se vote, o partido que chegar ao governo irá implementar políticas que agradem à elite governante. E, na maioria das vezes, a elite prevalece sobre a rua, pelo que o sistema não reflecte as opiniões colectivas agregadas.
A confiança é um aspecto muito importante da sociedade e, em todo o mundo ocidental, pode argumentar-se que a confiança tem vindo a diminuir desde a década de 1970. Muitos resultados de sondagens mostram que o número de pessoas que confia que os políticos sejam sinceros e ajam de forma responsável em nome dos seus eleitores é muito baixo. As instituições também enfrentam um grave declínio na confiança — o sistema jurídico, o jornalismo e até mesmo aquelas que historicamente mantiveram níveis elevados, como a polícia e o poder judicial. Isto é indicativo de uma sociedade muito doente, com potencial para conflitos.
This is a fucking joke , our police are not fighting crime they are just looking for easy targets https://t.co/r4oU50x8tG
— Tommy Robinson 🇬🇧 (@TRobinsonNewEra) July 5, 2026
Quem irá combater nas guerras civis?
David Betz sugere três grupos principais:
1. A elite globalista, com atitudes pós-nacionalistas, cosmopolitas, etc. Trata-se de elites nacionais que ocupam cargos nacionais, mas que não têm qualquer simpatia pelo interesse nacional e encaram aqueles que o defendem como figuras bastante suspeitas e cujas ideias são deploráveis. São também pós-cristãos.
2. As comunidades não nativas, particularmente as novas populações muçulmanas que não se assimilaram nem desejam assimilar-se ao panorama cultural ocidental. É isto que sustenta a ideia de «substituição» referida anteriormente. Trata-se de recém-chegados (digamos, há mais de 30 anos, na maioria dos casos).
Guardei isto para mim durante alguns dias, mas tem de ser dito.
Eu e o meu amigo estávamos a regressar do trabalho na outra noite, a pé, pelo centro da cidade de Glasgow. Com as malas dos portáteis às costas, a tratar da nossa vida, quando fomos atacados por um grupo de cerca de 10 a 15 argelinos que tentavam roubar-nos numa rua principal.
Mantivemos a nossa posição e demos-lhes uma boa luta. Eles atacaram-nos de surpresa e eu levei com uma garrafa nas costas. Assim que perceberam que não éramos alvos fáceis, apareceram os cassetetes e os cintos. Lutámos com eles durante uns bons minutos e, embora todos eles se acovardem com a ideia de um confronto um contra um, acabámos por ser dominados; fui arrastado pelas escadas abaixo, apanhei com uma garrafa na cara e depois levei pontapés e pisadelas enquanto eles gritavam Glasgow agora é a nossa cidade e Allahu Akbar.
Isto não é uma opinião. Isto não é política. Foi isto que aconteceu. Apesar de já me terem dito que identificar aqueles que nos atacaram como norte-africanos era, de alguma forma, racista.
O Sonho Canadiano está morto. Ninguém quer dizê-lo em voz alta, por isso vou ser eu a dizê-lo. 🇨🇦 Um número recorde de canadianos está a partir. Não é para férias. Não é para um ano sabático. É para sempre. Texas. Flórida. Arizona. Estão a comprar casas que conseguem realmente pagar. A ficar com uma maior parte do que ganham. A construir algo sem verem isso ser-lhes tirado pelos impostos antes mesmo de começar. Sei disso porque fui uma delas. Há três anos, a minha família deixou o Canadá para ir para a Flórida, sem um roteiro nem um plano, apenas com a recusa em continuar a ficar para trás. Ninguém tentou convencer-nos a voltar. Todos perguntaram como é que conseguimos. O Canadá quer que acredites que ficar é lealdade. Que o conforto é sucesso. Que o limite da tua vida é simplesmente assim que as coisas são. As pessoas já não acreditam nisso. Como seria a tua vida se parasses de esperar por permissão? Se estás a fazer essa pergunta a ti próprio a sério ➡️ link na biografia. Vamos conversar. 👇
This isn’t Islamabad or Baghdad. This is central London June 2026 and what it looks like when a religion wants to show dominance over the indigenous people. I wonder if thousands of British patriots could march through their cities with English flags? pic.twitter.com/SPcSvzzJDy
A 34-year-old Sudanese migrant has stabbed three passersby in the Carmes district around 3:30 PM today. The victims suffered serious injuries and have been hospitalised.
When police arrived, he charged at officers and tried to stab one in the neck with a large knife. Another… pic.twitter.com/3UgKmmR8Hw
Existem dois vectores principais, em ambos os quais o actor central é a massa nativa, ou seja, os «de algum lugar» que ainda se sentem ligados à sua terra, história e língua. A população e a elite representam o primeiro vector, essencialmente sob a forma de revolta. Trata-se de um movimento de carácter conservador, que procura punir a elite por ter alterado as regras do jogo de forma prejudicial para a maioria da população, o que representa uma violação do contrato social (traição por parte da elite).
No século XXI, isto assumirá provavelmente a forma de uma «guerra suja» ao estilo latino-americano, tal como aconteceu em Itália durante a década de 1970 ou na Irlanda do Norte. Trata-se essencialmente de baixos níveis de violência crónica, como assassinatos, raptos e espancamentos punitivos, dirigidos principalmente contra a elite. O objectivo não é substituí-la, mas forçá-la a desempenhar a sua função, que é voltar a servir o interesse nacional.
O segundo vetor é inter-tribal ou inter-étnico. Este terá provavelmente uma dimensão rural versus urbana, enclaves étnicos e ataques de tipo para-militar centrados principalmente nas infra-estruturas das cidades — por exemplo, no sistema de distribuição alimentar, na energia eléctrica, no gás e nas redes de transportes, que são todos alvos fáceis. As cidades dependem destes serviços, que são externos a elas e têm de ser transportados para o seu interior e, apesar de serem grandes, são frequentemente frágeis.
Numa sociedade que funciona de forma anómala, é relativamente fácil atacar estes serviços, e o seu corte em grandes áreas urbanas pode ter um impacto extenso, com saques em massa, motins e violência a eclodirem frequentemente. A polícia fica sobrecarregada para controlar a situação e, se isto acontecer com frequência em todas as grandes cidades, acaba por ficar completamente sobrecarregada.
Quais são as perspectivas para o futuro?
O economista especializado em desenvolvimento Paul Collier afirma que a migração em massa é prejudicial tanto para as sociedades de origem como para as de acolhimento. O seu impacto no capital social é um tema central.
Robert Putnam, sociólogo e cientista político norte-americano, aborda esta questão na sua obra. Se se pretende ter uma sociedade próspera, o factor mais importante é um elevado nível de confiança ou «capital social». A migração em massa, o multiculturalismo, as políticas de diversidade e a política identitária têm todos um impacto no capital social, à semelhança do ácido clorídrico nas substâncias orgânicas. As consequências já estão consolidadas.
Alguns dos efeitos poderão ser atenuados e David Betz aconselha os governos a ponderarem a redução da duração, ou seja, uma resolução drástica e de curta duração. Mas esta oportunidade já foi perdida e agora as pessoas devem preparar-se ou apertar os cintos para o que está por vir.
Robert Putnam salienta que, com o aumento da diversidade, a confiança entre os cidadãos fica enfraquecida. No seu artigo publicado numa revista escandinava, afirma abertamente que as suas conclusões são muito alarmantes, mas que, com o tempo, a perda de capital social será recuperada.
Na realidade, porém, tem acontecido o contrário. A segunda e a terceira gerações manifestam níveis mais elevados de alienação e de hostilidade declarada em relação às suas novas pátrias nominais do que a primeira geração. Mas afirmar isto abertamente pode equivaler a um sacrilégio.
Leituras complementares:
· Paul Collier, *Exodus: How Migration is Changing Our World* (intitulado *Exodus: Immigration and Multiculturalism in the 21st Century* na sua edição britânica), 2013, Oxford University Press
· Robert D. Putnam é um aclamado cientista político norte-americano e professor de políticas públicas na Universidade de Harvard. É mais conhecido por ter popularizado o conceito de capital social — a ideia de que as redes sociais, as ligações comunitárias e a confiança mútua são vitais para uma sociedade saudável e uma democracia funcional.
«Bowling Alone» (2000) é o seu livro mais famoso, que descreve em pormenor como os americanos se têm afastado progressivamente da vida comunitária (como ligas de bowling, frequência à igreja e clubes cívicos) desde a década de 1960
«Samuel P. Huntington, Dead Souls: The Denationalization of the American Elite», é um ensaio notável de 2004 da autoria de um proeminente cientista político. Publicado na revista The National Interest e posteriormente incluído no seu livro Who Are We?, o ensaio defendia que as elites americanas estavam a abandonar a identidade nacional tradicional em favor de lealdades transnacionais e cosmopolitas.
O ensaio ficou famoso por ter cunhado o termo «Homem de Davos» para descrever estes profissionais transnacionais. Segundo Huntington, estes executivos, académicos e empreendedores da alta tecnologia consideravam as fronteiras nacionais obsoletas. Huntington alertou que esta desnacionalização criava uma profunda divisão cultural e política, opondo uma elite transnacional a um público americano profundamente patriótico e nacionalista.
🇵🇹 | O criminoso que alvejou uma turista que comprava pastéis de nata no centro de Lisboa foi libertado pela justiça. Não basta termos agora diariamente crimes com facas, roubos violentos, violações e disparos de armas, temos também um sistema judicial que manda a mensagem a portugueses e turistas: Portugal já não é seguro! Um milhão e tal de imigrantes ilegais à solta que ninguém sabe quem são. Obrigada, Costa!
🚨PERTURBADOR. Salieron 320. Llegaron 248. No fue el mar quien acabó con ellos. Atento.
Agosto de 2025. Un cayuco de madera sale de África rumbo a Canarias. Quienes iban a bordo buscaban llegar a España. Pero todo empezó a torcerse. El motor se averió. La embarcación quedó a la… pic.twitter.com/CptVcfOeJk
E também precisamos imenso destas pessoas à frente das instituições europeias, porque é óbvio que estas massas de milhões de imigrantes que agora vivem aqui são refugiados de guerra a precisar de protecção.
ÚLTIMA HORA: De acordo com o El Español, citando fontes de alto nível da Guarda Civil espanhola e dos serviços de informações, as autoridades terão identificado indivíduos ligados aos serviços de informações marroquinos entre a multidão que entrou em Ceuta durante a recente crise migratória em massa.
A notícia refere que os indivíduos terão sido detectados através da rede de câmaras de vigilância fronteiriça da Guarda Civil e identificados por agentes que monitorizavam as passagens em tempo real.
De acordo com as fontes, o seu alegado papel não era participar nas próprias travessias, mas sim observar a resposta operacional de Espanha, monitorizar a mobilização das forças de segurança, avaliar os procedimentos fronteiriços e recolher informações durante o incidente.
As mesmas fontes terão dito ao jornal que os serviços secretos espanhóis consideram os acontecimentos consistentes com uma operação híbrida de pressão, argumentando que um evento migratório desta magnitude teria sido difícil de organizar sem, pelo menos, algum nível de coordenação.
A reportagem afirma ainda que foram feitas observações semelhantes durante crises migratórias anteriores que envolveram Ceuta e Melilha.
O El Español cita ainda vídeos, relatos de testemunhas e entrevistas, incluindo reportagens publicadas pelo The New York Times, nas quais alguns migrantes afirmaram que as autoridades marroquinas os encorajaram a atravessar a fronteira, como contexto adicional.
If you were a genuine asylum seeker seeking help and rescue for a better life, would you do this? 🤔 pic.twitter.com/ynKWpftWjB
🚨ES VIRAL. Lola, una señora ceutí, se viraliza por su opinión de Pedro Sánchez:
"se está volviendo un delincuente, un mafioso, y Marlaska se ha quedado un pedazo de basura, cada día más viejo y encogido de lo que tiene dentro". pic.twitter.com/8wRA1QDGmt
Sanchez põe em perigo toda a gente. Eu não acredito que ele não esteja a pagamento de certas organizações islâmicas que trabalham para destruir a Europa.
🚨BREAKING: An emergency has now been declared in the Spanish city of Ceuta after tens of thousands of illegal migrants break in from Morocco
As recomendações oficiais da Austrália informam os seus cidadãos de que crimes violentos, incluindo assaltos, crimes com faca e agressões sexuais, ocorrem em todo o Reino Unido. Alertam que as manifestações e grandes concentrações públicas podem tornar-se violentas e degenerar em motins. Aconselham também os australianos a redobrarem a cautela devido à ameaça de terrorismo. (Smartraveller)
O Canadá alerta para a probabilidade de novos ataques terroristas na Grã-Bretanha e identifica os transportes públicos, as atrações turísticas, os restaurantes, os centros comerciais, os mercados, os hotéis, os locais de culto e as celebrações públicas como possíveis alvos. Alerta também os visitantes para o risco de furtos de carteiras, roubos de bolsas, crimes contra veículos e o já notório problema do roubo de telemóveis em Londres. (Travel.gc.ca)
Não se trata de propaganda hostil redigida por países que procuram embaraçar-nos. A Austrália e o Canadá estão entre os amigos e parceiros de inteligência mais próximos da Grã-Bretanha. Os seus responsáveis não estão sentados em Canberra e Ottawa a inventar histórias sobre o declínio britânico por diversão. Estão a publicar avaliações de risco para os seus próprios cidadãos.
Mais importante ainda, os próprios serviços de segurança britânicos concordam que o perigo terrorista é grave. A 1 de maio de 2026, o Centro Conjunto de Análise do Terrorismo elevou o nível de ameaça nacional de «substancial» para «grave». Em linguagem simples, isso significa que se considera altamente provável que ocorra um ataque. (MI5)
Será um cristão evangélico, esse primo dos khameneis?? O País precisa imenso destes grunhos. São uma grande mais-valia, sobretudo para o objectivo da igualdade de direitos das mulheres.
Um homem de nacionalidade brasileira, de 25 anos, foi identificado pela PSP, na manhã de terça-feira, no Hospital de Vila Franca de Xira, por ter agredido uma equipa médica e causado danos na ala de obstetrícia da referida unidade hospitalar.
A notícia avançada pelo Correio da Manhã, indica que na altura dos desacatos encontravam-se no Hospital vários agentes da PSP em serviço gratificado, que foram chamados pelas 11h10, devido a distúrbios no bloco de partos.
O homem acompanhava a mulher que estaria a ser preparada para o trabalho de parto, reagiu com violência quando viu uma equipa médica constituída por 3 homens e 2 mulheres, a levantar a roupa da cama e a manusear zonas do corpo da parturiente.