(a imigração em massa descontrolada é um trabalhinho do governo de Costa e tem crentes seguidores no BE, no Livre e no PCP)
Paulo Penteado: "Há razões para Portugal estar preocupado com a presença do PCC"
O promotor de Justiça brasileiro veio a Portugal participar num Congresso Internacional de Cooperação Jurídica e Combate ao Crime Transnacional. Ao SOL, Paulo Penteado, lusodescendente, alerta para os perigos que a máfia brasileira representa e diz só haver duas formas de a combater: com mais investigação e penas efetivas mais duras.
(...)
Se você anda em Portugal na rua com um relógio, qual é a probabilidade de você ser roubado? Ou seja, você ter aquele bem subtraído mediante emprego de violência ou de arma de fogo?
(...) Era baixo até há pouco tempo. Ela continua ainda a ser baixa. E o que é importante? É que se mantenha baixa essa probabilidade, o crime sempre vai existir. Qual é a conta? É a conta do risco-benefício. Se a conta do benefício começa a ficar maior do que a conta do risco, você vai ter o quê? Você vai ter uma explosão de criminalidade e uma explosão de criminalidade violenta.
A Polícia e a Justiça Brasileira têm conhecimento concreto que há pessoas que vieram de lá para cá para cometer crimes ou não? É muito complicado, tanto pelo nosso sistema jurídico, como pelo sistema jurídico de vocês, fazer uma afirmação de culpa sem trânsito em julgado. De uma pessoa A, de uma pessoa B, etc. Mas sim, é provável, ou pelo menos é possível que criminosos que atuavam no Brasil tenham vindo atuar em outros países da Europa. Sim, isso é possível.
Especialmente em Portugal e Espanha, como estava a dizer. Há uma proximidade maior com Portugal, cultural, linguística, mas que pode existir também em outros países, em especial Espanha e Itália.
Percebi, não sei se mal, que uma das formas de enfrentar essa rede criminosa é obviamente ser mais eficaz nas penas. Será inevitável, falando filosoficamente, Portugal agravar as penas em relação à violência? Há quem diga que muitos grupos vêm para cá porque sabem precisamente disso, que assaltam alguém, cumprem pouco tempo de cadeia e depois saem. E que isso se começa a espalhar.
Em dado momento, nos anos 2000 e alguma coisa, eu fiz uma pesquisa com números, tanto do Ministério Público como do Poder Judiciário, para concatenar os dados e vi que cerca de 5% dos casos de roubo resultavam em condenação, e falo de crime cometido com violência ou grave ameaça. E se você usasse a estatística de subnotificação desses crimes, esse índice cairia para 1,9%. De cada 100 roubos havidos no Estado, 1,9% resultavam em efetiva condenação. Ou seja, tem um número muito baixo. Mas desses 1,9%, o sujeito cumpria um sexto da pena e ia para outro regime, ia para o regime semiaberto. E depois de um sexto do semiaberto, como é que funcionava o regime semiaberto? Autorização para trabalho externo, para estudo. Então, o sujeito saía de manhã, voltava no final da tarde e dormia na cadeia se tivesse autorização ou trabalhava ainda. Mas muito bem. O sujeito cumpria, na realidade, 16% da pena. Porque ele já estava numa situação de facto de liberdade, ao menos durante o dia.
Isso é que contribuiu para o aumento da criminalidade? Sim. É um único fenómeno? Não. Você tem causas sociais, económicas, mas a fragilidade do sistema, você punir pouco, e nem punir o pouco que eu digo, quantitativo, aí o sistema não traz um cumprimento.
Qual vai ser a sua grande mensagem neste Congresso em relação às preocupações que os portugueses devem ter? Mais do que a preocupação é o sentimento. Evitar que em Portugal, não diria de forma messiânica, ou noutros países da Europa se vivam fenómenos de violência urbana que se vivem em países da América Latina e talvez em alguns outros países do mundo. Talvez o índice mais preocupante de violência seja a violência urbana difusa.
Tem havido uma grande discussão em Portugal, por se dizer que, se tínhamos 10 milhões de habitantes e se temos 11 milhões e 600 mil, a criminalidade vai aumentar. Pois isso é malthusiano. Se o mundo tinha 3 mil milhões de pessoas em 1960 e hoje tem 8 mil milhões de pessoas, é evidente que só por uma questão numérica a criminalidade vai aumentar. O que o Estado e a própria sociedade precisam fazer? Buscar fórmulas de, se não diminuir, pelo menos evitar uma expansão de criminalidade que traga aí um risco ao cidadão comum.
Mas como é que isso pode ser feito? Investigação e lei. O Estado serve para quê? O Estado serve para controlar o ambiente social. Como é que se dá essa regulamentação? Essa regulamentação está em abstrato por leis, está em concreto por atos administrativos, atos de administração, atos de polícia e judiciária, atos de investigação, etc. Essa é a finalidade do Estado. Quem não acredita nisso, não acredita na própria finalidade do Estado. E aí tem o quê? Aí vem a justiça paralela e os ‘justiçamentos’ que vão trazer uma barbárie ruim, uma barbárie efetiva. Nós vivemos isso no Brasil.
(...) isso pode aumentar, de um lado, a sensação de segurança, mas, de outro, o criminoso sabe que tem de ser muito rápido. Ele tem ali 10, 15 segundos, o tempo estimado de um assalto urbano, mas em que pode acontecer uma tragédia – em qualquer lugar do mundo –, mas na falsa sensação do sujeito, se você olhar, ele pode cometer outro. Isso vocês não têm em Portugal. A figura do latrocínio. É um crime contra o património, mas que também atinge a vida. Porque a intenção do sujeito não foi inicialmente de matar, mas praticar uma subtração patrimonial e, na consecução desse roubo, ele acaba por cometer um homicídio.
A propósito de telemóveis. Nos últimos festivais de música em Portugal vieram gangues da América Latina roubar os telemóveis dos festivaleiros. Foram apanhados vários assaltantes, com 100 telemóveis, mas só roubavam telemóveis de mais de 1000 euros. Você veja que aí o interesse, propriamente dito, era o uso do aparelho. Grosso modo, no Brasil – claro que o aparelho é um proveito económico e ele não o vai desperdiçar –, se você for a uma grande cidade brasileira hoje, se sair lá com o seu telemóvel e com uma aliança andando na orla ou numa avenida movimentada, existe, sim, uma possibilidade real de você ter esse aparelho subtraído mediante emprego de violência ou grave ameaça. Mas, se for subtraído, provavelmente em cinco ou seis minutos o dinheiro já saiu, pelo menos em parte, do seu banco. É muito rápido. Então, a subtração não é tanto pelo aparelho em si, mas pelo que contém o aparelho. Acesso imediato a contas bancárias.
Não tem uma ideia de quantos elementos do PCC estão em Portugal? Não consigo mensurar isso. O que posso dizer é que o PCC virou uma das maiores transnacionais do mundo.
O que entende por transnacionais? Quer dizer uma empresa? Um gangue? Na verdade não é uma empresa. É uma organização criminosa e em expansão económica. Assim como você teve os grandes cartéis colombianos dos anos 80 e 90, os grandes cartéis mexicanos dos anos 90 e 2000. Você tem uma organização criminosa em ascensão, que é o PCC. Porquê? Porque controla, senão a primeira, a segunda maior rota de tráfico de cocaína no mundo.
København: 14 årig pige voldtaget analt på bænk i park! Manden, med det arabiske navn, nøjedes ikke med den anale voldtægt, men udsatte den 14 årig pige for en række grove overgreb, som grundet grovheden ikke vil blive gengivet.
As mulheres são avisadas para não irem sozinhas para países como o Afeganistão, o Irão, a Arábia Saudita e outros países islâmicos por serem extremamente perigosos. Então, porque razão se haveria de deixar vir para cá homens desses países?
“As a woman I would be advised against travelling to Afghanistan or Pakistan on my own, so why would we let swathes of men from those countries come here?”@_ConnieShaw is spot on. We can avoid dangerous countries, but what can we do when our own country becomes dangerous? pic.twitter.com/4Z2LptrmDS
Mi amigo Iker me envía este video. La chabolizacion de España. Y no solo a Ceuta la dejan así. Vaya suicidio cultural invitado por el socialismo. Un millón de extranjeros ya cobran en España por no hacer nada. A esta gente hay que devolverla a Marruecos con la policía y los… pic.twitter.com/w7YkZS0DSn
“Que vida portuguesa melhora por uma criança estar detida?” Associação reage à decisão do TC
A associação há cinco anos trabalha na inclusão de crianças e jovens estrangeiros não acompanhados em Portugal.
Amanda Lima, DN
"O Acórdão faz referência à tensão entre o 'assegurar a efetividade do controlo de fronteiras' e 'ingerências na liberdade pessoal de cidadãos estrangeiros'. Que responsabilização pode ser feita de uma criança de 10 anos que foi metida num avião ou autocarro sozinha por pais que só queriam uma vida melhor para ela?", lê-se.
E dá mais exemplos. "Que crime cometeu um miúdo que, aos 14 anos, decidiu que queria mais do que só apanhar cacau a vida toda e, depois de deixar todas as suas poupanças, família e dignidade para trás, chegou a Portugal aos 16 anos para estudar e trabalhar e conseguir ajudar a mãe que ficou lá longe sozinha? Que ingerências cometeu um adolescente de 15 anos que fugiu dos talibã depois de lhe matarem o pai e os irmãos e lhe dizerem que ele era o próximo?".
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A questão que foi ao TC é a da imigração ilegal ser, ou não, um prejuízo para o país e também a de saber se todo o imigrante ilegal tem direito a ser recebido e beneficiar dos recursos do Estado português. Este artigo põe a questão em termos dos imigrantes ilegais serem crianças ou adolescentes e os portugueses estarem a fazer-lhes mal gratuitamente.
Em primeiro lugar, e olhando para o que se tem passou e passa em outros países quase à beira da guerra civil por causa das questões da imigração em massa, vemos que acontece muito os pais mandarem crianças e adolescentes à frente sozinhas para depois as usarem para pedir reagrupamento familiar e trazerem a família toda atrás, que podem ser dezenas de pessoas, entre as quais vêm criminosos.
Em segundo lugar, contam-se às dezenas de milhar os rapazes que vêm sozinhos sem documentos e dizem ter 14 ou 16 anos e depois de se investigar, com muito trabalho, vem-se a saber que têm 20 anos ou mais e usaram esse estratagema para conseguir entrar.
Em terceiro lugar, mesmo se os rapazes têm 14 ou 16 anos, ter 14 ou 16 anos no Afeganistão ou no Bangladesh é muito diferente de os ter aqui na Europa. Aqui, rapazes dessa idade são ainda infantis, mas nesses países, pode acontecer que já tenham violado alguém, ou espancado uma irmã por honra, ou visto os pais violarem e matarem infiéis, etc. Quando olhamos para a Inglaterra e Suécia, esses casos são mato.
Portanto, uma coisa é uma rapariga vir sozinha ou com outra fugida do Afeganistão ou outro país islamofascista de pedófilos e pedir asilo, outra são imigrantes ilegais que vêm à procura de beneficiar do sistema do Estado social europeu.
Este artigo fala como se todos os imigrantes fossem almas puras em busca de trabalho e com vontade de integração. As evidências de centenas de milhar ou milhões de casos em outros países europeus desprovam-no.
Funcionários de hospitais ameaçados enquanto a imigração em massa sobrecarrega a Alemanha
Os trabalhadores hospitalares, já sobrecarregados, enfrentam uma pressão crescente devido ao aumento do número de doentes
DIMITRIS PAPAFOTIS
Um enfermeiro de urgências de Berlim, que trabalha sob pseudónimo, descreveu as extraordinárias medidas de segurança e as perturbações no funcionamento normal que se tornaram rotina quando vítimas de violência entre clãs de origem migrante chegam aos hospitais alemães, revelando um sistema de saúde sob pressão causada por redes criminosas organizadas.
Segundo o Remix News, Felix Wolf — que não é o seu verdadeiro nome — trabalha há uma década na medicina de urgência da capital alemã e descreve agora um local de trabalho transformado pela violência entre gangues, onde os funcionários retiram os cartões de identificação, os serviços de urgência encerram durante horas e as decisões relativas ao tratamento são tomadas tendo em conta possíveis ameaças de retaliação.
Em declarações ao jornal Die Welt, Wolf afirmou que os incidentes violentos envolvendo armas brancas e armas de fogo se tornaram uma ocorrência semanal nas unidades de traumatologia de Berlim, sendo que muitos destes casos nunca aparecem nas estatísticas oficiais da criminalidade. A natureza dos ataques também está a mudar, observou, com os agressores a tornarem-se cada vez mais jovens e a demonstrarem uma intenção calculada de matar.
«Trato frequentemente jovens de 15 ou 16 anos que sabem exactamente onde atingir para causar o maior dano possível»
O encerramento dos hospitais é agora um procedimento normal.
Quando vítimas de tiros ou esfaqueamentos ligadas a clãs criminosos chegam à unidade hospitalar — muitas vezes levadas directamente por associados, em vez de por ambulância — o hospital contacta imediatamente as autoridades policiais e acciona protocolos de segurança abrangentes. Estas medidas vão muito além das instalações do próprio hospital.
A resposta policial envolve normalmente entre 15 e 20 viaturas de patrulha, que protegem não apenas o recinto hospitalar, mas também as ruas circundantes e as estações de metro próximas. Os agentes realizam controlos de identidade e fiscalizam veículos enquanto a vítima recebe tratamento, um processo que frequentemente dura várias horas.
Durante estas operações de segurança, o serviço de urgência deixa de funcionar normalmente. Não podem ser admitidos novos doentes até que a situação esteja resolvida, o que significa que cidadãos alemães em situação de emergência médica podem ser recusados nos seus próprios hospitais enquanto a polícia lida com ameaças provenientes de famílias do crime organizado.
Wolf revelou que os profissionais de saúde adaptaram o seu comportamento em resposta a uma intimidação persistente. O próprio deixou de usar qualquer identificação há anos, para evitar que seja possível localizá-lo ou identificá-lo fora do hospital. As decisões sobre a distribuição dos profissionais também têm agora em conta o risco de determinados membros do pessoal serem alvo devido à sua origem étnica ou religião.
«Não mando duas raparigas, mas pelo menos um homem», explicou Wolf, referindo-se ao tratamento de certos doentes. «Também tento manter os colegas com apelidos judeus afastados de um caso destes.
A avaliação da ameaça torna-se ainda mais séria quando os membros dos clãs começam a chegar ao hospital, podendo por vezes atingir 40 pessoas, coordenadas através de plataformas de mensagens encriptadas. Estes grupos procuram frequentemente estabelecer uma presença física ameaçadora através de comportamentos agressivos, sendo que Wolf descreveu manifestações ruidosas por parte de familiares do sexo feminino como uma táctica deliberada de pressão e intimidação.
O cenário mais perigoso para os funcionários hospitalares ocorre quando um doente ligado a um clã morre, criando um risco imediato de retaliação contra o pessoal médico. Wolf reconheceu que este cálculo sombrio passou a fazer parte do ambiente de trabalho, com os profissionais a sentirem, em privado, algum alívio quando indivíduos mortalmente feridos morrem antes de chegar ao hospital, em vez de durante o tratamento.
O enfermeiro recordou imagens das câmaras de segurança de outro hospital de Berlim, na véspera de Ano Novo, que mostravam um profissional de saúde a ser agredido até perder os sentidos, sublinhando que esta violência não é meramente hipotética, mas uma realidade documentada.
Aumento da violência em toda a Alemanha
Os incidentes descritos por Wolf reflectem tendências mais amplas registadas nos dados sobre criminalidade na Alemanha, tendo Berlim registado um número recorde de tiroteios em 2025. Os primeiros indicadores sugerem que a violência se intensificou ainda mais em 2026, à medida que as redes criminosas prosseguem os seus conflitos territoriais recorrendo a tácticas cada vez mais letais.
O fenómeno estende-se para além da capital, com a criminalidade violenta a aumentar nos principais centros urbanos alemães. No entanto, Berlim continua a ser o epicentro da violência organizada entre clãs, onde as instalações médicas de emergência se tornaram, na prática, territórios disputados no âmbito de uma guerra contínua entre redes criminosas.
O testemunho de Wolf oferece uma rara perspectiva sobre a forma como esta violência se propaga às instituições públicas, transformando hospitais concebidos para salvar vidas em zonas fortificadas, onde os profissionais de saúde alemães trabalham sob uma ameaça constante proveniente de organizações criminosas estrangeiras que, aparentemente, actuam com impunidade.
Bélgica declara emergência nacional após onda de tiroteios em Bruxelas
O ministro do Interior belga, Bernard Quintin, declarou hoje que a Bélgica se encontra "numa situação de emergência nacional" devido à mais recente onda de tiroteios registada na capital, Bruxelas.
Anunciou, por isso, o reforço da presença policial na cidade e uma série de outras medidas para reforçar o combate à violência ligada ao tráfico de droga e ao crime organizado, depois de seis tiroteios em quatro dias em Bruxelas e 65 desde o início deste ano.
Entre as medidas anunciadas pelo ministro, noticiadas pela estação televisiva RTL, estão o destacamento de mais um pelotão de infantaria na capital, o reforço das unidades especiais da Polícia e da Polícia Judiciária Federal de Bruxelas e a continuação das operações da Ação Policial Abrangente.
"Para garantir a segurança dos nossos cidadãos, é necessário um esforço adicional. Se não agirmos agora de forma coordenada e firme, continuaremos a atuar 'a posteriori'. Por isso, estamos a reforçar significativamente a presença federal no terreno", sublinhou o responsável.
A região de Bruxelas atravessa um novo pico de violência, com seis tiroteios registados em quatro dias nos bairros de Anderlecht, Saint-Gilles e Molenbeek, elevando para 65 o número total de tiroteios na região desde o início do ano, o mesmo número registado na totalidade do ano passado.
As autoridades alemãs e o Serviço de Polícia Criminal do Estado (LKA) da Saxónia destacaram uma proeminente família alargada síria em Leipzig, que inclui um patriarca com três esposas ao abrigo da lei islâmica, pelo menos 32 filhos e 25 netos e calcula-se que quase 100 000 euros em abonos de família anuais.
A família também ganha a vida através do crime organizado. Já houve condenações por condução imprudente com consequências mortais, tráfico de droga e os actos de violência mais brutais.
O Estado faz de propósito vista grossa a este espectáculo grotesco e não quer saber de deportação. Em vez disso, continua a transferir, todos os meses, dezenas de milhares de euros do dinheiro dos contribuintes directamente para a conta bancária deste clã criminoso.
Esta família inscreve-se numa rede muito ampla de uma máfia síria que se dedica ao crime.
Steffen Unger
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Desde quando a poligamia é legal na Europa? Porque é que se permite que a teocracia se sobreponha às nossas leis seculares e democráticas?
Talvez no meio destas dezenas de milhão de imigrantes alguns tenham vindo para trabalhar e contribuir para os países, com intenção de integração, mas não a maioria.
Há um tempo apanhei uma entrevista de rua. Perguntavam a um sudanês porque tinha vindo para Inglaterra. Resposta dele: vim de férias. Sabemos que assim que chegamos o governo dá-nos um quarto num hotel, comida e dinheiro para um mês. Também sabemos que aqui as raparigas dormem com qualquer um. Andamos aqui um mês a passear e depois o governo dá-nos 3000 libras para irmos embora voluntariamente e vamos embora com dinheiro no bolso.
É óbvio que as leis de asilo, que foram feitas há 50 anos, quando os imigrantes eram verdadeiros asilados de guerras ou procuravam mesmo trabalho, estão desajustadas do mundo actual.
Porque não se mudam as leis? Porque razão estas pessoas não são imediatamente deportadas? Os imigrantes vêm de países que não estão em guerra, não são asilados.
Estupros e agressões sexuais graves a cada 18 HORAS em Glasgow: estatísticas chocantes revelam que a Escócia está a ser assolada por uma onda crescente de criminalidade Conor Matchett
Os líderes do Partido Nacionalista escocês foram hoje duramente criticados por permitirem uma onda crescente de criminalidade, alimentada por um aumento das agressões sexuais, dos furtos em lojas e da violência.
Os números revelam que ocorreram quase 500 estupros e tentativas de estupro na nossa maior cidade no período que terminou em junho deste ano.
Foram registados 485 casos, contra um total de 488 no ano anterior — o que representa um aumento de 43% em relação aos últimos cinco anos, quando se registaram 338 casos.
Além disso, o número de homicídios e homicídios culposos na Escócia registou o aumento mais rápido entre todos os crimes — tendo subido 40% no último ano.
Estes números suscitaram receios de que a criminalidade tenha escapado ao controlo e de que a polícia não tenha conseguido dar resposta à procura, devido aos cortes no financiamento.
John Swinney foi instado a abandonar os seus planos de libertar antecipadamente centenas de infractores, devido às preocupações de que tal possa agravar a onda de criminalidade.
O porta-voz dos conservadores escoceses para a Justiça, Stephen Kerr, afirmou:
«O SNP está a assistir a uma escalada da criminalidade e a Escócia está a tornar-se um país sem lei sob a sua gestão. Estes números são absolutamente vergonhosos.»
«As vítimas estão a ser abandonadas, enquanto aos criminosos são dadas cada vez mais razões para acreditar que as consequências das suas ações são mínimas.»
«Neil Gray quer avançar com alterações que poderiam levar à libertação de violadores e de autores de crimes sexuais contra menores após cumprirem apenas dois terços das suas penas. Tem de pôr fim a esta loucura imediatamente. O SNP enfraqueceu a dissuasão, aumentou a pressão sobre a nossa polícia e colocou repetidamente os interesses dos infratores à frente dos das vítimas.»
No total, foram registados 323 531 crimes nos 12 meses que terminaram em Junho de 2026, um aumento de 20 188 incidentes e 37 556 a mais do que em 2021/22.
No total, foram registados 77 005 crimes violentos no ano passado – com um aumento no número de homicídios, roubos, agressões graves, violência doméstica e agressões simples.
Verifica-se também uma epidemia de violência sexual – com um aumento de 9% nos últimos 12 meses, o que representa um aumento de 11% desde 2022.
Esta situação deve-se a um aumento de 8% no número de violações – um aumento de quase 800 casos, para 3 240, desde 2022.
As agressões sexuais, a pornografia infantil, as imagens indecentes e os casos de «pornografia de vingança» e crimes semelhantes registaram todos um aumento significativo.
Os políticos que aprovaram e aprovam a migração em massa são cúmplices destes crimes porque sabem e têm plena consciência do que andam a importar. Espero que alguém com posses lhe ponha um processo em cima por facilitação de violações e crimes violentos e os enfie na cadeia, de prefewrência ao ao lado deste violadores. Isto atingiu um nível insuportável. Já não se consegue ver notícias. Todos os dias uma rapariga é tratada como lixo enquanto esses indivíduos fazem leis nos Parlamentos para proteger os criminosos.
Paola Diana
Notícias tristes vindas de Itália. Uma rapariga de 13 anos, que estava de férias perto de Veneza com a família, foi brutalmente violada por três migrantes. Foi encontrada num estado de confusão, quase nua. Não foi capaz de falar durante uma hora. Ficará traumatizada para o resto da vida e poderá nunca recuperar desta violência. É isto que os políticos de esquerda e aqueles que votam neles estão a fazer às nossas mulheres e crianças. Acontece todos os dias, a cada hora. Já chega.
De cada vez que um imigrante ilegal violar uma rapariga ou mulher ou uma criança. Vejamos, se alguém convidar criminosos para a casa em que vive sem o consentimento e acordo das outras pessoas que lá vivem, é responsável em cumplicidade pelos crimes que cometerem uma vez que estava consciente do alto risco e probabilidade dos criminosos cometerem crimes. Um país é o lar de um povo e o governo que convida criminosos para irem para lá viver, sabendo que são criminosos é cúmplice dos crimes que cometerem. O caso é tão conhecido, comum e grave que distribuem panfletos e avisar que não podem violar mulheres e crianças. (como se eles não soubessem. Crianças! Põem crianças em risco para acolher islamitas. Quem é que lhes paga para isto? Hoje-em-dia percebo melhor os chineses que enviam os islamitas para centros de reeducação e fecham as mesquitas) Portanto, um grupo de pessoas que tenha meios para o fazer, que ponha um processo às pessoas do governo por cumplicidade com os crimes que vierem a acontecer, o que é já amanhã porque em Inglaterra TODOS OS DIAS há crimes de violação de raparigas e mulheres por imigrantes ilegais - fora as crianças.
Not all cultures are equal.
The UK government tells us not to worry about illegal migration.
Then issues guidance warning migrants not to abuse women or have sex with children !!
Em Inglaterra agora dão estes folhetos a todos os imigrantes ilegais. Portanto, sabem perfeitamente que estão a importar criminosos violadores e pedófilos em massa. Se sabem a verdade porque continuam a importá-los, a defender publicamente a sua virtude e o interesse da Europa em importar estas pessoas? Toda a gente sabe a verdade, só que alguns optam por mentir. Os que optam por mentir são aqueles que pensam nunca ser atingidos pelos crimes destas Manadas de ilegais. Sacrificam as raparigas do povo anónimo, gente de classes operárias de quem não querem saber. Este novo PM inglês vai pôr na rua, à solta, dezenas de milhar de violadores islamitas, alguns chefes dos gangs de violadores paquistaneses, extremamente violentos, antes do fim da pena, com o argumento de que as cadeias estão cheias. As raparigas que tiveram a coragem de ir a tribunal ser enxovalhadas pelos advogados destes suínos que se lixem. Estão em pânico, como é óbvio, porque muitas moram ainda nas mesmas cidades. Ainda hoje um tribunal inglês condenou um violador violento, um ilegal, a uma pena de prisão mas recusou a sua deportação com o argumento do direito dele a não sofrer. Há uma enorme quantidade de juízes na Europa que merece levar com um processo em cima por conspiração contra as raparigas e as mulheres. No mínimo deviam ser despedidos. Tenho pena que ninguém com dinheiro meta um processo a esses suínos apaziguadores de outros suínos para os pôr no olho da rua.
«Um grande inimigo está a crescer no seio da Europa: imigrantes que apoiam o Hamas, cometem actos terroristas, rejeitam os nossos valores fundamentais e simpatizam com as forças mais sombrias. A Europa está ameaçada tanto do exterior como do interior devido a pessoas de origem islâmica…»
A 2ª e a 3ª gerações manifestam níveis mais elevados de alienação e de hostilidade do que a primeira geração.
Por que estamos a caminhar para guerras civis na Europa
Ivan Kinsman
Basta ver qualquer um dos vídeos publicados diariamente no YouTube para se deparar com cenas de europeus nativos a lutar com migrantes do terceiro mundo, seja na Grã-Bretanha, na Irlanda, na Alemanha, em Itália, em França, em Espanha, etc.
Então, quais são os passos e os fatores que conduzem a uma guerra civil, ou seja, quais são os indicadores? O professor David Betz, catedrático de Guerra no Mundo Moderno no King’s College de Londres, estudou este tema em profundidade. Existem três indicadores que se destacam
1. Faccionalismo – uma sociedade faccionalizada é propensa a conflitos civis. Temos isso agora no mundo ocidental. O faccionalismo polar é quando as pessoas já não discordam sobre questões como o aborto, mas sim uma situação em que suprimem os seus sentimentos individuais em favor daquilo que consideram ser a visão consensual da sua facção ou tribo. Isto ocorre numa situação em que nos sentimos inseguros e procuramos apoio junto dos nossos amigos e aliados. Verifica-se uma aceleração das divisões entre grupos e um agravamento das tensões.
2. O segundo factor importante é a perda de prestígio. Trata-se de uma situação em que uma facção dominante, mas em declínio, dentro de uma sociedade enfrenta uma perda permanente do seu estatuto, por exemplo, a primazia da sua língua como língua franca, a perda dos seus ideais culturais e símbolos religiosos, que estão a ser substituídos ou activamente destruídos para promover uma divisão ainda maior. Um termo mais comum é «substituição» — ou, como Renaud Camus lhe chamou, «a Grande Substituição». No caso do Reino Unido, em 2023, mais de 30% da população acredita que isto está a ocorrer. A transformação demográfica das sociedades através da migração, conduzida como um conceito impulsionado pela elite — muitas vezes através do engano — por ambos os principais partidos britânicos ao longo de quase trinta anos, tem testemunhado principalmente uma migração de mão-de-obra pouco qualificada, o que é economicamente retrógrado em termos de capital. É natural que as pessoas reajam a isto.
3. A perda de confiança no funcionamento da política normal como forma viável de responder aos problemas da acção coletiva, o que constitui uma crise de legitimidade e um reflexo do fracasso do sistema político no seu conjunto. Basta observar as atitudes políticas das pessoas – e, no mundo ocidental atual, não se trata tanto de esquerda ou direita, mas sim da concordância com a ideia de que votar não faz diferença. Se esta for a ideia política dominante de um sistema, então este não irá gozar de um elevado nível de legitimidade. Ideias como a do «Uniparty» expressam a noção de que, independentemente de em quem se vote, o partido que chegar ao governo irá implementar políticas que agradem à elite governante. E, na maioria das vezes, a elite prevalece sobre a rua, pelo que o sistema não reflecte as opiniões colectivas agregadas.
A confiança é um aspecto muito importante da sociedade e, em todo o mundo ocidental, pode argumentar-se que a confiança tem vindo a diminuir desde a década de 1970. Muitos resultados de sondagens mostram que o número de pessoas que confia que os políticos sejam sinceros e ajam de forma responsável em nome dos seus eleitores é muito baixo. As instituições também enfrentam um grave declínio na confiança — o sistema jurídico, o jornalismo e até mesmo aquelas que historicamente mantiveram níveis elevados, como a polícia e o poder judicial. Isto é indicativo de uma sociedade muito doente, com potencial para conflitos.
This is a fucking joke , our police are not fighting crime they are just looking for easy targets https://t.co/r4oU50x8tG
— Tommy Robinson 🇬🇧 (@TRobinsonNewEra) July 5, 2026
Quem irá combater nas guerras civis?
David Betz sugere três grupos principais:
1. A elite globalista, com atitudes pós-nacionalistas, cosmopolitas, etc. Trata-se de elites nacionais que ocupam cargos nacionais, mas que não têm qualquer simpatia pelo interesse nacional e encaram aqueles que o defendem como figuras bastante suspeitas e cujas ideias são deploráveis. São também pós-cristãos.
2. As comunidades não nativas, particularmente as novas populações muçulmanas que não se assimilaram nem desejam assimilar-se ao panorama cultural ocidental. É isto que sustenta a ideia de «substituição» referida anteriormente. Trata-se de recém-chegados (digamos, há mais de 30 anos, na maioria dos casos).
Guardei isto para mim durante alguns dias, mas tem de ser dito.
Eu e o meu amigo estávamos a regressar do trabalho na outra noite, a pé, pelo centro da cidade de Glasgow. Com as malas dos portáteis às costas, a tratar da nossa vida, quando fomos atacados por um grupo de cerca de 10 a 15 argelinos que tentavam roubar-nos numa rua principal.
Mantivemos a nossa posição e demos-lhes uma boa luta. Eles atacaram-nos de surpresa e eu levei com uma garrafa nas costas. Assim que perceberam que não éramos alvos fáceis, apareceram os cassetetes e os cintos. Lutámos com eles durante uns bons minutos e, embora todos eles se acovardem com a ideia de um confronto um contra um, acabámos por ser dominados; fui arrastado pelas escadas abaixo, apanhei com uma garrafa na cara e depois levei pontapés e pisadelas enquanto eles gritavam Glasgow agora é a nossa cidade e Allahu Akbar.
Isto não é uma opinião. Isto não é política. Foi isto que aconteceu. Apesar de já me terem dito que identificar aqueles que nos atacaram como norte-africanos era, de alguma forma, racista.
O Sonho Canadiano está morto. Ninguém quer dizê-lo em voz alta, por isso vou ser eu a dizê-lo. 🇨🇦 Um número recorde de canadianos está a partir. Não é para férias. Não é para um ano sabático. É para sempre. Texas. Flórida. Arizona. Estão a comprar casas que conseguem realmente pagar. A ficar com uma maior parte do que ganham. A construir algo sem verem isso ser-lhes tirado pelos impostos antes mesmo de começar. Sei disso porque fui uma delas. Há três anos, a minha família deixou o Canadá para ir para a Flórida, sem um roteiro nem um plano, apenas com a recusa em continuar a ficar para trás. Ninguém tentou convencer-nos a voltar. Todos perguntaram como é que conseguimos. O Canadá quer que acredites que ficar é lealdade. Que o conforto é sucesso. Que o limite da tua vida é simplesmente assim que as coisas são. As pessoas já não acreditam nisso. Como seria a tua vida se parasses de esperar por permissão? Se estás a fazer essa pergunta a ti próprio a sério ➡️ link na biografia. Vamos conversar. 👇
This isn’t Islamabad or Baghdad. This is central London June 2026 and what it looks like when a religion wants to show dominance over the indigenous people. I wonder if thousands of British patriots could march through their cities with English flags? pic.twitter.com/SPcSvzzJDy
A 34-year-old Sudanese migrant has stabbed three passersby in the Carmes district around 3:30 PM today. The victims suffered serious injuries and have been hospitalised.
When police arrived, he charged at officers and tried to stab one in the neck with a large knife. Another… pic.twitter.com/3UgKmmR8Hw
Existem dois vectores principais, em ambos os quais o actor central é a massa nativa, ou seja, os «de algum lugar» que ainda se sentem ligados à sua terra, história e língua. A população e a elite representam o primeiro vector, essencialmente sob a forma de revolta. Trata-se de um movimento de carácter conservador, que procura punir a elite por ter alterado as regras do jogo de forma prejudicial para a maioria da população, o que representa uma violação do contrato social (traição por parte da elite).
No século XXI, isto assumirá provavelmente a forma de uma «guerra suja» ao estilo latino-americano, tal como aconteceu em Itália durante a década de 1970 ou na Irlanda do Norte. Trata-se essencialmente de baixos níveis de violência crónica, como assassinatos, raptos e espancamentos punitivos, dirigidos principalmente contra a elite. O objectivo não é substituí-la, mas forçá-la a desempenhar a sua função, que é voltar a servir o interesse nacional.
O segundo vetor é inter-tribal ou inter-étnico. Este terá provavelmente uma dimensão rural versus urbana, enclaves étnicos e ataques de tipo para-militar centrados principalmente nas infra-estruturas das cidades — por exemplo, no sistema de distribuição alimentar, na energia eléctrica, no gás e nas redes de transportes, que são todos alvos fáceis. As cidades dependem destes serviços, que são externos a elas e têm de ser transportados para o seu interior e, apesar de serem grandes, são frequentemente frágeis.
Numa sociedade que funciona de forma anómala, é relativamente fácil atacar estes serviços, e o seu corte em grandes áreas urbanas pode ter um impacto extenso, com saques em massa, motins e violência a eclodirem frequentemente. A polícia fica sobrecarregada para controlar a situação e, se isto acontecer com frequência em todas as grandes cidades, acaba por ficar completamente sobrecarregada.
Quais são as perspectivas para o futuro?
O economista especializado em desenvolvimento Paul Collier afirma que a migração em massa é prejudicial tanto para as sociedades de origem como para as de acolhimento. O seu impacto no capital social é um tema central.
Robert Putnam, sociólogo e cientista político norte-americano, aborda esta questão na sua obra. Se se pretende ter uma sociedade próspera, o factor mais importante é um elevado nível de confiança ou «capital social». A migração em massa, o multiculturalismo, as políticas de diversidade e a política identitária têm todos um impacto no capital social, à semelhança do ácido clorídrico nas substâncias orgânicas. As consequências já estão consolidadas.
Alguns dos efeitos poderão ser atenuados e David Betz aconselha os governos a ponderarem a redução da duração, ou seja, uma resolução drástica e de curta duração. Mas esta oportunidade já foi perdida e agora as pessoas devem preparar-se ou apertar os cintos para o que está por vir.
Robert Putnam salienta que, com o aumento da diversidade, a confiança entre os cidadãos fica enfraquecida. No seu artigo publicado numa revista escandinava, afirma abertamente que as suas conclusões são muito alarmantes, mas que, com o tempo, a perda de capital social será recuperada.
Na realidade, porém, tem acontecido o contrário. A segunda e a terceira gerações manifestam níveis mais elevados de alienação e de hostilidade declarada em relação às suas novas pátrias nominais do que a primeira geração. Mas afirmar isto abertamente pode equivaler a um sacrilégio.
Leituras complementares:
· Paul Collier, *Exodus: How Migration is Changing Our World* (intitulado *Exodus: Immigration and Multiculturalism in the 21st Century* na sua edição britânica), 2013, Oxford University Press
· Robert D. Putnam é um aclamado cientista político norte-americano e professor de políticas públicas na Universidade de Harvard. É mais conhecido por ter popularizado o conceito de capital social — a ideia de que as redes sociais, as ligações comunitárias e a confiança mútua são vitais para uma sociedade saudável e uma democracia funcional.
«Bowling Alone» (2000) é o seu livro mais famoso, que descreve em pormenor como os americanos se têm afastado progressivamente da vida comunitária (como ligas de bowling, frequência à igreja e clubes cívicos) desde a década de 1960
«Samuel P. Huntington, Dead Souls: The Denationalization of the American Elite», é um ensaio notável de 2004 da autoria de um proeminente cientista político. Publicado na revista The National Interest e posteriormente incluído no seu livro Who Are We?, o ensaio defendia que as elites americanas estavam a abandonar a identidade nacional tradicional em favor de lealdades transnacionais e cosmopolitas.
O ensaio ficou famoso por ter cunhado o termo «Homem de Davos» para descrever estes profissionais transnacionais. Segundo Huntington, estes executivos, académicos e empreendedores da alta tecnologia consideravam as fronteiras nacionais obsoletas. Huntington alertou que esta desnacionalização criava uma profunda divisão cultural e política, opondo uma elite transnacional a um público americano profundamente patriótico e nacionalista.
🇵🇹 | O criminoso que alvejou uma turista que comprava pastéis de nata no centro de Lisboa foi libertado pela justiça. Não basta termos agora diariamente crimes com facas, roubos violentos, violações e disparos de armas, temos também um sistema judicial que manda a mensagem a portugueses e turistas: Portugal já não é seguro! Um milhão e tal de imigrantes ilegais à solta que ninguém sabe quem são. Obrigada, Costa!
🚨PERTURBADOR. Salieron 320. Llegaron 248. No fue el mar quien acabó con ellos. Atento.
Agosto de 2025. Un cayuco de madera sale de África rumbo a Canarias. Quienes iban a bordo buscaban llegar a España. Pero todo empezó a torcerse. El motor se averió. La embarcación quedó a la… pic.twitter.com/CptVcfOeJk
E também precisamos imenso destas pessoas à frente das instituições europeias, porque é óbvio que estas massas de milhões de imigrantes que agora vivem aqui são refugiados de guerra a precisar de protecção.