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October 11, 2026

E vão 3. Faltam 6

 

Lá se vai a campanha de Trump. É por isso que ele está lixado 😁



🎯 Sim, é preciso livrarem-se desse esgoto moral

 

Quanto mais Trump sabota a Ucrânia, mais os europeus têm de ajudá-la

 

1º - dar-lhes defesas contra os mísseis e bombas russas;

2º - ajudá-los a destruir as refinarias, os centros de dados e todas as instalações militares e para-militares;

3º - Usar os activos russos congelados para a Ucrânia derrotar a Rússia.

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Quanto mais Putin intensifica os seus ataques à Europa, mais a Europa deve apoiar a Ucrânia

O imperialista de Moscovo acredita que as decadentes democracias europeias podem ser intimidadas e vergar-se. Cabe-nos provar que está enganado.

A Alemanha é central nesta história — e, desta vez, está do lado certo da História

Timothy Garton Ash

Vladimir Putin está a intensificar tanto a sua guerra em grande escala contra a Ucrânia como a sua guerra clandestina contra o resto da Europa. O principal objectivo desta última é destruir o apoio europeu à Ucrânia, para poder subjugar esse país, algo que considera uma questão existencial para o futuro da Rússia e para o seu próprio futuro. 

Enquanto nós, no resto da Europa, temos de nos preparar da melhor forma possível para nos defendermos de todos os tipos de ataques híbridos, o essencial da nossa resposta deve consistir em redobrar o apoio à Ucrânia. A Ucrânia é o seu principal alvo. É aí, e só aí, e não numa disputa feita de mil pequenas agressões híbridas, que a Rússia de Putin pode ser derrotada e dissuadida num sentido verdadeiramente significativo.

Num novo livro poderoso, Warum Russland Nicht Aufhören Wird (Porque é que a Rússia não vai parar), o historiador alemão Martin Schulze Wessel demonstra como a política de Putin se insere numa tradição russa muito mais antiga de expansionismo territorial e de procura da hegemonia, combinada com uma ideologia imperial impregnada de religião. 

O autor recorda-nos que em 2016 Putin afirmou que «as fronteiras da Rússia não acabam em lado nenhum» e, em 2025, que «onde quer que pise a bota de um soldado russo, isso é nosso». 

Os europeus ocidentais, que imaginam ingenuamente ter remetido esse imperialismo territorial brutal para o caixote do lixo da História, tendem a pensar que tem de existir alguma outra explicação — por exemplo, algo que tenhamos feito de «errado», como o alargamento da NATO para leste. Os finlandeses, estónios e polacos sabem que não é assim. Apesar das suas fragilidades, conclui o autor, a Rússia é «o país mais perigoso do mundo». Alguns países asiáticos poderão contestar esta afirmação tão abrangente, mas, certamente, a Rússia é o país mais perigoso para a Europa.

Schulze Wessel apresenta ainda outro argumento simples, mas muito pertinente: a expansão russa foi sempre facilitada pela cooperação com outras grandes potências e travada quando a Rússia se deparou com potências de força equivalente que se lhe opunham. 

Desde o regresso de Donald Trump à Casa Branca, no ano passado, os Estados Unidos deixaram de desempenhar esse segundo papel e, por vezes, parecem até ter assumido o primeiro. É por isso que a Europa está agora a suportar o peso de ser a potência de força equivalente que se opõe à Rússia. A Europa, incluindo o Reino Unido, já concedeu mais ajuda à Ucrânia do que os Estados Unidos. As suas economias, em conjunto, são dez vezes maiores do que a economia russa; só a economia alemã tem o dobro da dimensão.

E é a Alemanha que ocupa agora uma posição central neste esforço europeu. Desde o início da guerra em grande escala, em 2022, a Alemanha tem sido, cumulativamente, o maior país doador individual, à excepção dos Estados Unidos. 

De acordo com o Ukraine Support Tracker do Instituto de Kiel, concedeu o dobro da ajuda do Reino Unido ou da França. Enquanto os habitantes de Kyiv e de Odesa são diariamente fustigados pelos mísseis balísticos e pelos drones a jacto de Putin, vale a pena consultar os números do Instituto de Kiel relativos aos sistemas de defesa aérea. A Alemanha já doou 19 desses sistemas, incluindo cinco das indispensáveis baterias de defesa aérea Patriot, de fabrico norte-americano — mais duas do que os próprios Estados Unidos forneceram.

No primeiro ano desta guerra, defendi que a Alemanha «tem uma responsabilidade histórica única de ajudar a defender uma Ucrânia livre e soberana». Na altura, considerava firmemente que a Alemanha ainda não estava a fazer aquilo que devia. Agora, no quinto ano de um conflito que já dura há mais tempo do que a Primeira Guerra Mundial e que não dá sinais de estar perto do fim, posso afirmar sem hesitação que a Alemanha está a cumprir esse dever. 

Não se trata apenas da dimensão quantitativa do apoio à Ucrânia e do aumento das suas próprias despesas com a defesa, que, segundo as mais recentes projecções do Ministério das Finanças alemão, atingirão os 154 mil milhões de euros em 2028 (cerca de 130 mil milhões de libras). Será aproximadamente o mesmo que se estima serem as despesas militares totais da Rússia este ano.

Trata-se também de vontade política. O chanceler Friedrich Merz demonstrou essa vontade e coragem ao viajar de comboio da Alemanha para a Ucrânia, na noite de 3 de Outubro, data do 36.º aniversário da reunificação alemã, acompanhado por uma delegação importante, que incluía dirigentes da indústria de defesa. Os bombardeamentos russos contra alvos civis no centro de Kyiv, incluindo a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia e as pontes sobre o rio Dnipro, não cessaram, apesar de — ou talvez precisamente porque — Moscovo sabia que o dirigente alemão estaria na cidade.

Para um historiador, há aqui algo muito familiar. Oh, não, a Alemanha e a Rússia outra vez! No entanto, cada época é diferente. Historicamente, a Alemanha é uma das potências que mais contribuíram para facilitar a expansão russa — basta pensar no pacto Hitler-Estaline de 1939 —, mas também uma das que mais a ameaçaram. 

Durante a Primeira Guerra Mundial e, mesmo que apenas marginalmente, durante a Segunda, alguns nacionalistas ucranianos viram num conflito entre a Alemanha e a Rússia uma oportunidade para conquistar a independência. Em vez disso, no primeiro caso, depararam-se com o colonialismo da Alemanha imperial (e, depois, com a derrota alemã); no segundo, com o fascismo genocida de Hitler (e, novamente, com a derrota alemã).

Agora, finalmente, a Alemanha está verdadeiramente empenhada na defesa da soberania da Ucrânia, assumindo custos e riscos para si própria. Para quem conhece esta história complexa e intrincada, há algo não apenas redentor, mas francamente inspirador nesta imagem: uma Alemanha democrática a desempenhar um papel de liderança no apoio à aspiração de uma Ucrânia independente a ocupar o lugar que lhe cabe numa comunidade europeia mais ampla de países livres.

Mas durante quanto tempo? E com quanto apoio do resto da Europa? 

Precisamente porque Putin reconhece a importância central da Alemanha, este país é um dos principais alvos da sua guerra híbrida. Os ataques vão desde os drones carregados de explosivos no aeroporto de Leipzig, que o Governo alemão atribuiu formalmente à Rússia, até às ameaças de assassínio dirigidas aos responsáveis da indústria de defesa, passando pela interferência política encoberta e pela desinformação. 

Enquanto a Ucrânia se prepara para enfrentar o Inverno mais difícil de sempre, três questões estreitamente interligadas serão postas à prova: a determinação da Alemanha em permanecer do lado certo da História; a capacidade das democracias para sustentar a luta contra uma ditadura — uma preocupação recorrente ao longo dos tempos —; e a capacidade da Europa para se manter unida nesta causa.

Um céptico pode apontar inúmeras razões para o pessimismo. Merz é impopular no seu próprio país. A Alternative für Deutschland (AfD), o partido que actualmente dita o ritmo da política alemã, abandonaria a Ucrânia à Rússia. Em França, Marine Le Pen, candidata presidencial da União Nacional (Rassemblement National), afirma que o seu país não pode continuar a dar tanto à Ucrânia. A solidariedade com a Ucrânia também está a desmoronar-se à direita na Polónia, onde dois partidos mais pequenos assumem posições claramente anti-ucranianas. Numa sondagem de opinião realizada em Itália no mês passado, mais de metade dos inquiridos opunha-se à continuação do fornecimento de armas a Kyiv.

Recentemente, em Bruxelas, encontrei uma vasta audiência que parecia manter-se firmemente empenhada no apoio à Ucrânia — até que, já no final, a nossa discussão se voltou para a questão da utilização dos activos russos congelados que se encontram na Bélgica. Ah, nesse caso, a questão é outra... No entanto, perante os danos terríveis que estão a ser infligidos à economia ucraniana, incluindo às suas exportações de cereais através do mar Negro, os especialistas estimam que poderá ser necessário um apoio adicional a Kyiv de até 100 mil milhões de euros só em 2027. E os contribuintes europeus, já sujeitos a fortes pressões financeiras, não estão dispostos a desembolsar essa quantia.

Putin acredita que as decadentes democracias europeias acabarão por desmoronar-se perante a determinação férrea de um homem forte imperialista. Cabe-nos provar que está enganado.


October 10, 2026

É preciso dizer o óbvio 400 vezes

 

October 09, 2026

Espero que os ucranianos rebentem todas as refinarias russas

 

E a seguir atirem-se à cabeça da hidra.




Zelensky: "Não custaria nada aos Estados Unidos, absolutamente nada, ajudar a Ucrânia"

 

Não querem. Trump cada vez mais me faz lembrar o Nero de Peter Ustinov. Em tudo. 

A Ucrânia empurrou mais forças russas em direcção à fronteira

  

As forças ucranianas libertaram Pokaliane, no eixo de Vovchansk, na região de Kharkiv, e estão a avançar em direcção à fronteira com a Rússia, o que marca mais um ganho territorial no nordeste da Ucrânia.

A notícia da libertação da localidade surge no contexto das operações de contra-ataque ucranianas em curso no setor de Vovchansk, onde as tropas ucranianas estão a fazer recuar as forças russas e a reconquistar terreno mais próximo da fronteira internacional.

🔥 Este avanço vem somar-se aos recentes ganhos da Ucrânia em toda a frente norte. O progresso contínuo em direcção à fronteira poderá reduzir ainda mais a presença russa na área e reforçar as posições defensivas da Ucrânia ao longo deste setor estrategicamente sensível.

Fique a par das últimas novidades connosco:
@NSTRIKE1231

October 08, 2026

Todos os dias os terroristas do Kremlin mandam matar civis ucranianos

 

October 07, 2026

Time to wake up

 

Uma noite em Kyiv

 

Sanções de longo alcance

 

Neste preciso momento, um incêndio gigantesco assola a estação «Samara» do LPDS, na região de Samara (Rússia). Esta estação é o centro nevrálgico da recepção, armazenamento e posterior transporte de petróleo e alberga um dos maiores parques de reservatórios da Europa. Mais informações em breve.


October 02, 2026

Sanções de longo alcance

 

Todos os dias morrem famílias de civis na Ucrânia por casa da megalomania de um homem patético

 

Cheio de parvoíces na cabeça acerca de ser a reencarnação do czar e da Rússia ser o império dos horrores.


September 30, 2026

Os russos têm um plano para assassinar Kasparov? Infelizmente não surpreende

 

September 29, 2026

Aproveitem estes progressos da Ucrânia para lhes dar armas que lhe projectem poder de vantagem



СВЯТА РУСЬ
@rus_svata15287

A Moscóvia retirou forças pesadas de Pokrovsk para as enviar para norte. Já não têm reservas. Estão a surgir grandes brechas na frente de batalha.



A crise dos cereais na Ucrânia poderá custar 60 mil milhões de dólares a nível mundial




Os russos estão a matar à fome os ucranianos

 

«Standing with Ukraine» significa dar passos concretos para o afundamento da Rússia

 

Impedi-la de ter meios de fazer a guerra e aterrorizar os vizinhos. Obrigá-la a hibernar para a sua cova. E quanto mais a Rússia ameaça, mais esses passos têm de traduzir-se em actos: sanções, armas de defesa e pessoas no terreno, pelo menos para ajuda humanitária.

September 28, 2026

O relatório da ONU sobre os crimes dos soldados russos na Ucrânia é um livro de terror

 



Annalena Baerbock:

«Acredito que vale a pena que aqueles que dizem estar fartos de apoiar a Ucrânia dêem uma vista de olhos ao relatório da ONU sobre os crimes de guerra deliberados que foram cometidos por ordem dos soldados russos. Este relatório parece um livro de terror. Quem ler este relatório, na minha opinião, não voltará a falar em congelar a guerra. Porque o relatório deixa claro o que significa «congelar». Para todas as pessoas que têm de viver todos os dias e, sobretudo, todas as noites sob o controlo russo, sob a violência russa.As mulheres relatam isto, e cito: «O pior é a noite, quando não sei se os soldados russos voltarão para nos violar.» Crianças, jovens, adolescentes, mulheres grávidas, mulheres idosas — essa é a realidade com que têm de viver.»

O relatório pode ler-se aqui: https://www.ohchr.org/sites/default/files/documents/hrbodies/hrcouncil/sessions-regular/session61/advance-version/a-hrc-61-61-auv.pdf


September 27, 2026

Qualquer acordo de paz entre a Ucrânia e a Rússia vai ter de incluir uma medida de coação

 

Proibição de a Rússia se aproximar a menos de 1000 km ou contactar com a vítima, dado o seu historial de stalking e invasão de domicílio.