Lá se vai a campanha de Trump. É por isso que ele está lixado 😁
I was at Maidan, Kyiv tonight. There is a massive memorial here to thousands of Ukrainians who have lost their lives fighting Russian evil. America- we need to rid ourselves of the moral cesspool that occupies the White House and the GOP Congressmen and Senators who enable him. https://t.co/NnEgaVsNkf
— Terry Virts (@AstroTerry) October 10, 2026
1º - dar-lhes defesas contra os mísseis e bombas russas;
2º - ajudá-los a destruir as refinarias, os centros de dados e todas as instalações militares e para-militares;
3º - Usar os activos russos congelados para a Ucrânia derrotar a Rússia.
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Quanto mais Putin intensifica os seus ataques à Europa, mais a Europa deve apoiar a Ucrânia
O imperialista de Moscovo acredita que as decadentes democracias europeias podem ser intimidadas e vergar-se. Cabe-nos provar que está enganado.
A Alemanha é central nesta história — e, desta vez, está do lado certo da História
Timothy Garton Ash
Vladimir Putin está a intensificar tanto a sua guerra em grande escala contra a Ucrânia como a sua guerra clandestina contra o resto da Europa. O principal objectivo desta última é destruir o apoio europeu à Ucrânia, para poder subjugar esse país, algo que considera uma questão existencial para o futuro da Rússia e para o seu próprio futuro.
Enquanto nós, no resto da Europa, temos de nos preparar da melhor forma possível para nos defendermos de todos os tipos de ataques híbridos, o essencial da nossa resposta deve consistir em redobrar o apoio à Ucrânia. A Ucrânia é o seu principal alvo. É aí, e só aí, e não numa disputa feita de mil pequenas agressões híbridas, que a Rússia de Putin pode ser derrotada e dissuadida num sentido verdadeiramente significativo.
Num novo livro poderoso, Warum Russland Nicht Aufhören Wird (Porque é que a Rússia não vai parar), o historiador alemão Martin Schulze Wessel demonstra como a política de Putin se insere numa tradição russa muito mais antiga de expansionismo territorial e de procura da hegemonia, combinada com uma ideologia imperial impregnada de religião.
O autor recorda-nos que em 2016 Putin afirmou que «as fronteiras da Rússia não acabam em lado nenhum» e, em 2025, que «onde quer que pise a bota de um soldado russo, isso é nosso».
Os europeus ocidentais, que imaginam ingenuamente ter remetido esse imperialismo territorial brutal para o caixote do lixo da História, tendem a pensar que tem de existir alguma outra explicação — por exemplo, algo que tenhamos feito de «errado», como o alargamento da NATO para leste. Os finlandeses, estónios e polacos sabem que não é assim. Apesar das suas fragilidades, conclui o autor, a Rússia é «o país mais perigoso do mundo». Alguns países asiáticos poderão contestar esta afirmação tão abrangente, mas, certamente, a Rússia é o país mais perigoso para a Europa.
Schulze Wessel apresenta ainda outro argumento simples, mas muito pertinente: a expansão russa foi sempre facilitada pela cooperação com outras grandes potências e travada quando a Rússia se deparou com potências de força equivalente que se lhe opunham.
Desde o regresso de Donald Trump à Casa Branca, no ano passado, os Estados Unidos deixaram de desempenhar esse segundo papel e, por vezes, parecem até ter assumido o primeiro. É por isso que a Europa está agora a suportar o peso de ser a potência de força equivalente que se opõe à Rússia. A Europa, incluindo o Reino Unido, já concedeu mais ajuda à Ucrânia do que os Estados Unidos. As suas economias, em conjunto, são dez vezes maiores do que a economia russa; só a economia alemã tem o dobro da dimensão.
E é a Alemanha que ocupa agora uma posição central neste esforço europeu. Desde o início da guerra em grande escala, em 2022, a Alemanha tem sido, cumulativamente, o maior país doador individual, à excepção dos Estados Unidos.
De acordo com o Ukraine Support Tracker do Instituto de Kiel, concedeu o dobro da ajuda do Reino Unido ou da França. Enquanto os habitantes de Kyiv e de Odesa são diariamente fustigados pelos mísseis balísticos e pelos drones a jacto de Putin, vale a pena consultar os números do Instituto de Kiel relativos aos sistemas de defesa aérea. A Alemanha já doou 19 desses sistemas, incluindo cinco das indispensáveis baterias de defesa aérea Patriot, de fabrico norte-americano — mais duas do que os próprios Estados Unidos forneceram.
No primeiro ano desta guerra, defendi que a Alemanha «tem uma responsabilidade histórica única de ajudar a defender uma Ucrânia livre e soberana». Na altura, considerava firmemente que a Alemanha ainda não estava a fazer aquilo que devia. Agora, no quinto ano de um conflito que já dura há mais tempo do que a Primeira Guerra Mundial e que não dá sinais de estar perto do fim, posso afirmar sem hesitação que a Alemanha está a cumprir esse dever.
Não se trata apenas da dimensão quantitativa do apoio à Ucrânia e do aumento das suas próprias despesas com a defesa, que, segundo as mais recentes projecções do Ministério das Finanças alemão, atingirão os 154 mil milhões de euros em 2028 (cerca de 130 mil milhões de libras). Será aproximadamente o mesmo que se estima serem as despesas militares totais da Rússia este ano.
Trata-se também de vontade política. O chanceler Friedrich Merz demonstrou essa vontade e coragem ao viajar de comboio da Alemanha para a Ucrânia, na noite de 3 de Outubro, data do 36.º aniversário da reunificação alemã, acompanhado por uma delegação importante, que incluía dirigentes da indústria de defesa. Os bombardeamentos russos contra alvos civis no centro de Kyiv, incluindo a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia e as pontes sobre o rio Dnipro, não cessaram, apesar de — ou talvez precisamente porque — Moscovo sabia que o dirigente alemão estaria na cidade.
❗️Ukraine should continue striking Russian oil refineries, believes former US special envoy to Ukraine Lieutenant General Keith Kellogg. This is war. They are attacking correctly. https://t.co/QHhGFNqbxs
— 🪖MilitaryNewsUA🇺🇦 (@front_ukrainian) October 10, 2026
Não querem. Trump cada vez mais me faz lembrar o Nero de Peter Ustinov. Em tudo.
🇺🇦🇺🇸 Zelensky: It would cost the U.S. nothing, absolutely nothing, to help Ukraine. And I said openly: Help us defend our skies and dominate them. And then Putin will sit down at the negotiating table. Why? Because he will lose everything. Lose everything. Three months, two months — he will lose everything.
— MAKS 26 🇺🇦👀 (@Maks_NAFO_FELLA) October 9, 2026
As forças ucranianas libertaram Pokaliane, no eixo de Vovchansk, na região de Kharkiv, e estão a avançar em direcção à fronteira com a Rússia, o que marca mais um ganho territorial no nordeste da Ucrânia.
A notícia da libertação da localidade surge no contexto das operações de contra-ataque ucranianas em curso no setor de Vovchansk, onde as tropas ucranianas estão a fazer recuar as forças russas e a reconquistar terreno mais próximo da fronteira internacional.
🔥 Este avanço vem somar-se aos recentes ganhos da Ucrânia em toda a frente norte. O progresso contínuo em direcção à fronteira poderá reduzir ainda mais a presença russa na área e reforçar as posições defensivas da Ucrânia ao longo deste setor estrategicamente sensível.
Fique a par das últimas novidades connosco:
@NSTRIKE1231
Акробати з легендарного шоу Цирк Дюсолей (Cirque du Soleil) створили особливий номер під українські мотиви 🇺🇦🇺🇦🇺🇦 Wow!!! https://t.co/vf8kgiX5Au
— IlonaD 🇱🇹❤️🇺🇦 (@IlonaD00) October 8, 2026
It’s frankly grotesque, the absence of international condemnation is deplorable. Russia must be held to account for its flagrant targeting of civilians, because there will never be peace without justice.
— Shaun Pinner (@ShaunPinnerUA) October 8, 2026
I’m glad Sweden is no longer non-aligned and is taking responsibility for our collective security in Europe. https://t.co/6a5ZdcjcYs
— Johanna Nyman (@JohannaNyman5) October 7, 2026
This is what a night in Kyiv looks like. Metro workers quietly pass through the station, careful not to wake the people sleeping on the platform while sheltering from Russian attacks. For some, it’s a workplace. For others, it’s the safest place to spend the night. https://t.co/0313dnQrv7
— Center for Countering Disinformation (@CforCD) October 7, 2026
Neste preciso momento, um incêndio gigantesco assola a estação «Samara» do LPDS, na região de Samara (Rússia). Esta estação é o centro nevrálgico da recepção, armazenamento e posterior transporte de petróleo e alberga um dos maiores parques de reservatórios da Europa. Mais informações em breve.
Прямо зараз масштабна пожежа на ЛПДС ,, Самара " в Самарській області. Ця станція є найважливішим вузлом прийому, зберігання та подальшого транспортування нафти і має один із найбільших резервуарних парків у Європі. Далі буде. https://t.co/dTvGOAntKN
— СВЯТА РУСЬ (@rus_svata15287) October 7, 2026
We are giving justified responses to Russia’s escalation with our own long-range sanctions. Important results are achieved practically every day. Over the past 24 hours, oil facilities in the Samara and Volgograd regions were hit. Successful operations were carried out in the… pic.twitter.com/alRknkt4kl
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) October 2, 2026
Cheio de parvoíces na cabeça acerca de ser a reencarnação do czar e da Rússia ser o império dos horrores.
President Zelenskyy:
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) October 2, 2026
"From intelligence reports and individuals within Putin's inner circle, we know that in early September Putin declared: 'From now on, there are no rules.' The Russians failed to occupy us, so now they are resorting to massive strikes and mass killings.… pic.twitter.com/BBIlT7oivr
Hoy desvelamos en @elmundoes que Rusia lleva meses planeando matar al ajedrecista y líder disidente Garry Kasparov en Estados Unidos. https://t.co/TlIutgbqU9 Este verano las autoridades de EEUU comunicaron al fundador de Free Russia Forum que era "objetivo" de un plan del Kremlin… pic.twitter.com/Owy0s2m8gR
— Xavier Colás (@xaviercolas) September 30, 2026
🚨 BREAKING: Ukraine carried out a massive operation to bring food to starving people in occupied Oleshky.
— Angelica Shalagina Official🇺🇦 (@angelshalagina) September 27, 2026
4,000 kg of food.
100 locations.
Delivered by Ukrainian drones.
I can’t read this without tears.
People in my country were dying from hunger, trapped under occupation -… pic.twitter.com/OrQk1CSaC0
Impedi-la de ter meios de fazer a guerra e aterrorizar os vizinhos. Obrigá-la a hibernar para a sua cova. E quanto mais a Rússia ameaça, mais esses passos têm de traduzir-se em actos: sanções, armas de defesa e pessoas no terreno, pelo menos para ajuda humanitária.
In effect, the Russians have already begun additional mobilization – they are increasing the number of people they recruit through various means. They also plan to increase the recruitment of foreigners, and it is important that the governments of the countries from which Russia… pic.twitter.com/L0WnqR9O7R
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) September 28, 2026
Annalena Baerbock:
«Acredito que vale a pena que aqueles que dizem estar fartos de apoiar a Ucrânia dêem uma vista de olhos ao relatório da ONU sobre os crimes de guerra deliberados que foram cometidos por ordem dos soldados russos. Este relatório parece um livro de terror. Quem ler este relatório, na minha opinião, não voltará a falar em congelar a guerra. Porque o relatório deixa claro o que significa «congelar». Para todas as pessoas que têm de viver todos os dias e, sobretudo, todas as noites sob o controlo russo, sob a violência russa.As mulheres relatam isto, e cito: «O pior é a noite, quando não sei se os soldados russos voltarão para nos violar.» Crianças, jovens, adolescentes, mulheres grávidas, mulheres idosas — essa é a realidade com que têm de viver.»
O relatório pode ler-se aqui: https://www.ohchr.org/sites/default/files/documents/hrbodies/hrcouncil/sessions-regular/session61/advance-version/a-hrc-61-61-auv.pdf
Annalena Baerbock:
— Anna (@AnnaDeMilanese) September 27, 2026
"Ich glaube es lohnt für diejenigen die darüber reden dass man genug hätte von der Unterstützung der Ukraine, mal einen Blick in den Bericht der UN zu den gezielten Kriegsverbrechen auf Anweisung an die russischen Soldaten begangen worden sind. Dieser Bericht… pic.twitter.com/BxgWqHLwdu
Proibição de a Rússia se aproximar a menos de 1000 km ou contactar com a vítima, dado o seu historial de stalking e invasão de domicílio.
A 14-year-old teenager from Chelyabinsk recorded a message to Putin
— NEXTA (@nexta_tv) September 27, 2026
“I can no longer stay silent. I want you not just to end the ‘special military operation,’ but to disappear from our country, from our news, from our homes, from our fears — and never come back again,” he says… pic.twitter.com/3HpgyuvjF7