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September 21, 2026

Como enfrentar um bully

 

Primeiro tentas afastá-lo a bem. Se isso não resultar, enfrentas o bicho.


September 20, 2026

Extrema violência sexual nos territórios ocupados pelos russos

 


September 19, 2026

Em vez de apenas falar, agir

 

Macron e outros líderes europeus andam por aí com discursos crípticos quais Cassandras da desgraça em vez de agir. Passem das palavras à acção como fez agora a Roménia.


September 18, 2026

Como é que os russos suportam em silêncio o prejuízo que Putin lhes causa?

 

Todos os dias verem os países irem embora, afastarem-se deles, não quererem contacto com eles. Como é que os russos suportam em silêncio o prejuízo que Putin lhes causa e não se revoltam contra ele? Ninguém no exército tem cabeça e coragem?

September 17, 2026

Uma pergunta

 

Como é que estes actos se coadunam com retirar russos oligarcas das sanções? Tiramos com uma mão e damos com a outra?


Se a Ucrânia tivesse certo tipo de armas isto já estava acabado

 


September 16, 2026

A Rússia já não tem o controlo total de nenhuma das quatro regiões que cobiça

 

As forças armadas da Ucrânia voltaram a entrar na região de Luhansk. Isto significa que a Rússia não tem o controlo total de nenhuma das quatro regiões que cobiça.

Um drone a sobrevoar a residência do ministro da defesa dinamarquês

 

September 12, 2026

Apontem à cabeça da hidra

 

NEXTA

⚡️Os mísseis balísticos da Ucrânia estão prontos: podem ocorrer ataques contundentes contra a Rússia muito em breve
Os mísseis desenvolvidos pela Fire Point poderão atingir alvos na Rússia pela primeira vez nas próximas semanas.
«O míssil táctico FP-7 concluiu com sucesso duas fases de testes e está agora a ser preparado para ensaios em condições de combate», afirmou a CEO da empresa, Iryna Terekh, na exposição de defesa MSPO 2026, na Polónia.
O míssil FP-7, capaz de transportar uma ogiva com um peso até 150 kg, é um sistema de mísseis lançado a partir do solo com uma velocidade máxima de voo de 1 500 m/s. Em Abril, o fundador e projectista-chefe da Fire Point, Denis Shtylerman, comparou o míssil ao sistema ATACMS fabricado nos EUA pela Lockheed Martin, numa entrevista à Reuters.
Além disso, estão em curso testes com o míssil balístico FP-9, que possui um alcance ainda maior.
Devido ao seu alcance alargado, não é possível realizar um teste em escala real da arma em território ucraniano, o que significa que a próxima fase poderá envolver imediatamente a sua utilização em combate contra alvos russos.


September 11, 2026

Glucksmann apela à protecção dos céus da Ucrânia

 

September 10, 2026

Porque é que a Ucrânia não está na NATO se na prática já lá está?

 

Treinam tropas da NATO, produzem equipamento militar do interesse da NATO, têm uma experiência de guerra que interessa à NATO e estão a fazer o trabalho da NATO na defesa da Europa dos ataques russos. Não se percebe a não ser pelo medo tradicional dos europeus.


Defesa da Ucrânia

Actualmente, a Ucrânia demora entre 3 e 6 meses a passar de uma nova necessidade tecnológica da linha da frente para a sua produção em série.
Nos países da NATO, o ciclo de inovação dura normalmente entre 10 e 15 anos.
Só em 2025, mais de 1 300 novos modelos de armas e equipamentos ucranianos foram autorizados para utilização operacional.
O vice-ministro da Defesa, Sergiy Boyev, apresentou a abordagem da Ucrânia ao Conselho Inter-parlamentar Ucrânia-NATO.

September 09, 2026

Os russos estão a avançar... ao contrário

 

Uma nova modalidade de avanço... para trás.

September 07, 2026

Só faltam as armas

 

No dia em que as tiverem dão cabo dos russos e acabam com a guerra.

Witkoff e Kushner lá foram à Ucrânia...

 

Porque o escândalo de irem 10 vezes beijar a mão a Putin com a máquina de calcular e zero vezes à Ucrânia já era demais. Também, agora os negócios com Putin já não poderão ser o que queriam que fossem.


September 04, 2026

Aulas na Ucrânia: a cada 30 minutos fugir para um abrigo

 

Cobrança de dívidas



Roman Sheremeta 🇺🇸🇺🇦
@rshereme

O major-general russo Mykola Varpakhovych foi hoje alvejado na cabeça por um atacante desconhecido. O militar russo é responsável por um ataque aéreo contra um hospital oncológico pediátrico em Kiev, em Julho de 2024, que causou dois mortos e 16 feridos, incluindo sete crianças.

Varpakhovych é o comandante da 22.ª Divisão de Aviação de Bombardeiros Pesados da Rússia. Foi hoje alvejado nas proximidades da base aérea da sua unidade, em Engels, e encontra-se agora em estado crítico.

É responsável pelos seguintes crimes de guerra, nos quais foram mortos 91 civis ucranianos:

1. Torre de televisão de Kiev (5 mortos)
Um ataque com um míssil de cruzeiro, em março de 2022, contra a torre e a zona circundante matou cinco civis, incluindo uma menina de 12 anos.

2. Edifício de apartamentos em Odessa (8 mortos)
Oito pessoas morreram num ataque com um míssil de cruzeiro contra um edifício residencial, em Abril de 2022, incluindo três gerações da mesma família: Kira Glodan, de três meses, a mãe, Valeria, e a avó, Lyudmila.

3. Centro Comercial Amstor, em Kremenchuk (24 mortos)
Dois mísseis Kh-22 atingiram o centro comercial em junho de 2022. Morreram 24 pessoas e dezenas ficaram feridas.

4. Bloco de apartamentos em Serhiivka (21 mortos)
Três mísseis Kh-22 lançados por bombardeiros Tu-22M3 atingiram um edifício residencial e um complexo turístico em julho de 2022, perto de Odessa.

5. Bloco de apartamentos em Uman (24 mortos)
Um ataque com um míssil Kh-101 destruiu parte de um edifício de nove andares em Abril de 2023. Morreram 24 pessoas, incluindo seis crianças.

6. Hospital Pediátrico Okhmatdyt (2 mortos)
Um míssil Kh-101 lançado por um bombardeiro Tu-95MS atingiu o hospital em Kiev durante uma vaga de ataques em todo o país, em julho de 2024. Morreram duas pessoas.

7. Centro histórico de Kiev (7 mortos)
Entre as vítimas esteve uma tragédia que recebeu grande atenção pública: quatro membros da mesma família — uma mãe de 43 anos, Yevhenia, e as suas três filhas, de 7, 18 e 21 anos — foram mortas juntas dentro do seu edifício residencial. O pai, Yaroslav, foi o único sobrevivente da família.

"O momento em que percebi que Putin era um sociopata" - Mikhail Khodorkovsky




O momento em que percebi que Putin era um sociopata

Como Putin sacrificou crianças pelo poder

Mikhail Khodorkovsky

Em setembro de 2004, terroristas tomaram a Escola n.º 1 de Beslan, uma cidade no sul da Rússia. Fizeram cerca de mil crianças, familiares e professores reféns e exigiram a retirada das forças russas da Chechénia.

O cerco durou três dias. Durante todo esse tempo, os alunos e professores foram mantidos em condições exíguas e insalubres, sem água nem comida e sem acesso a casas de banho. A televisão estatal mentiu deliberadamente ao público, afirmando que havia apenas 350 reféns — apesar de saber perfeitamente que eram mais de 1100 e que os reféns eram obrigados a beber a própria urina em vez de água.

Foi também um momento decisivo para a actual diretora da RT, Margarita Simonyan, que ganhou notoriedade pelas suas transmissões durante o ataque e cujos «talentos» foram então notados.

A certa altura, tornou-se claro que havia fortes possibilidades de se conseguir uma negociação bem-sucedida para salvar as crianças através da mediação do líder independentista checheno Aslan Maskhadov.

Mas, para Putin, que se apresentava como um novo líder jovem e enérgico, entrar em diálogo com alguém como Maskhadov significaria imediatamente «perder a face».

Por ordem de Putin, as forças russas dispararam armas termobáricas directamente contra o edifício da escola, que estava minado, detonando explosivos e provocando um incêndio de enormes proporções e mortal. A sua principal prioridade era destruir os terroristas. Salvar as crianças vinha em segundo lugar — se é que vinha sequer tão acima na lista.

Abandono e cinismo

No momento em que as câmaras foram desligadas, os sobreviventes ficaram sem assistência. O Estado que tinha reduzido a escola a destroços não gastou um único rublo para tratar os seus ossos fraturados e as suas cicatrizes de queimaduras.

Tive de intervir pessoalmente, a partir da minha cela na prisão, para coordenar e financiar a sua reabilitação médica, porque as autoridades federais os tinham abandonado por completo. Como se isso não bastasse, quando os pais receberam essa ajuda financeira, o Estado enviou-lhes notificações para pagamento de impostos sobre o dinheiro recebido.

O cinismo político daquele momento foi simplesmente espantoso. Putin utilizou o hediondo ataque contra crianças como justificação para abolir a eleição directa dos governadores regionais.

Na realidade, evidentemente, esta proposta nada tinha que ver com segurança. A única razão para acabar com as eleições dos governadores era destruir o federalismo e garantir a si próprio um poder e uma imunidade vitalícios.

Durante duas décadas, Putin boicotou Beslan nos aniversários da tragédia. Em datas marcantes, como o 10.º e o 15.º aniversários, viajou para a Mongólia para celebrar uma batalha ocorrida um século antes. Em 2023, designou o dia 3 de setembro como «Dia da Vitória sobre o Japão» — um novo feriado criado inteiramente para apagar da memória pública a dor da Ossétia.

O regime tem tratado sistematicamente as famílias enlutadas com enorme crueldade. Em 2016, a Golos Beslana («Voz de Beslan») — uma organização de mães que perderam os filhos — organizou um protesto público.

Vestiam T-shirts com uma mensagem simples e devastadora:

«Putin é o carrasco de Beslan.»

Exigiam respostas sobre o motivo pelo qual o assalto à escola tinha sido conduzido daquela forma. Em vez de respostas, foram recebidas com detenções, multas e condenações a trabalho comunitário.

Oito anos mais tarde, por ocasião do 20.º aniversário, em 2024, Putin encenou uma apressada visita televisionada à cidade enlutada.

Ele estava tão mal preparado e demonstrava tão pouca empatia que, perante as câmaras, chegou a indicar o número errado de crianças mortas, afirmando que tinham morrido 36, em vez das 186 que efectivamente morreram. Durante o resto do tempo, passou a dar lições às mães sobre imaginárias conspirações estrangeiras.

Quando as mães perguntaram por que razão a investigação oficial continuava por concluir ao fim de 20 anos, Putin respondeu que estava a «ouvir falar disso pela primeira vez» e disse-lhes que falassem com o presidente do Comité de Investigação, Bastrykin.

A sua súbita visita, depois de 20 anos de silêncio, não passou de uma operação de relações públicas e tinha um objectivo claro — distrair o país dos seus enormes fracassos militares em Kursk, durante a incursão ucraniana.

Beslan foi a prova definitiva e horrenda de que Putin é um sociopata que trata os seus próprios cidadãos como descartáveis em nome do seu poder e das suas audiências. Se é capaz de fazer isto aos seus próprios cidadãos, fará o mesmo a qualquer pessoa. É por isso que estou tão convencido de que a verdadeira ameaça à estabilidade mundial não é a sua saída do poder, mas a continuação do seu regime.


September 03, 2026

Zelenskyy's update

 

September 02, 2026

Os outros custos da guerra

 

Tiroteio entre a SBU e a HUR em Kiev durante a investigação de um complot do FSB russo

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São mais de 4 anos e meio de guerra. O stress e a responsabilidade diárias, a infiltração de russos, a gestão da informação, os bombardeamentos diários, as expectativas quanto ao fornecimentos de armas que não chegam, a exaustão constante e as desconfianças mútuas de pessoas que vivem num país com informadores, com familiares e amigos a morrer todos os dias, as casas destruídas, as cidades, a falta de recursos básicos.

Sinceramente não sei como aguentam. Na frente da guerra, meses e meses a fio e voltarem para cidades destruídas. E no meio disto, bombas, destruição, mortes, bombas, destruição, mortes, sem interrupção. Sem um dia para descansar, uma semana para ir de férias e esquecer a guerra. Viver em situações-limite todos os dias.

Não sei como Zelensky aguenta estar permanentemente sob os holofotes do mundo, com sabotadores sempre à espreita de um erro, um passo em falso ou uma oportunidade de desinformar, de destabilizar, de criar suspeitas e divisões nas fileiras para tirar partido, a ter de influenciar sem descanso os aliados para que não desistam e a lidar com as divergências internas nas fileiras, as competições, as ambições destes e daqueles. Os EUA e outros aliados a fazerem anti-jogo. 

É uma tensão insuportável. São os outros custos da guerra.


September 01, 2026

✈️ "Safe moments in Russian skies are over" - Zelensky




Foi da Rússia que vieram os primeiros mísseis e os primeiros drones, e estes atravessaram a fronteira do nosso país a partir do espaço aéreo russo. Esta escalada não pode nem irá permanecer confinada ao território ucraniano.

Hoje, queremos alertar todas as companhias aéreas que utilizam o espaço aéreo russo, todas as seguradoras e todos aqueles que ainda utilizam os principais aeroportos da Rússia: o espaço aéreo russo está a tornar-se completamente inseguro. A Ucrânia não representa uma ameaça para a aviação civil enquanto tal – nem para uma única aeronave civil. Simplesmente, haverá drones nos céus da Rússia numa escala que tem de ser tida em conta. Embora as autoridades russas não estejam a informar devidamente as pessoas sobre isto, o espaço aéreo russo estará, na prática, a fechar-se – a guerra iniciada pela Rússia está a fechar os seus céus.

Nós, na Ucrânia, não queremos que se percam vidas inocentes. É por isso que estamos a alertar os nossos parceiros: os dias de segurança nos céus da Rússia acabaram. É importante que isto seja ouvido pelos embaixadores dos países aqui representados na Ucrânia, bem como pelos embaixadores que trabalham em Moscovo. Cada um deles sabe exatamente o que a guerra da Rússia significa para o nosso país e para o nosso povo, e devem transmitir esta informação às suas capitais. É importante que as companhias aéreas que actualmente voam para aeroportos, principalmente em Moscovo, São Petersburgo e outros destinos-chave na Rússia, também tomem conhecimento disto.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia e as nossas outras instituições fornecerão às organizações internacionais informações completas sobre os perigos existentes no espaço aéreo russo. Os céus infestados de drones não são local adequado para a aviação civil.