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February 18, 2026

Esquerda e extrema-esquerda: quando não conseguem vencer nas urnas partem para a censura e cancelamento



Ventura não é fascista. É populista, demagogo, radical, mas não fascista. O Livre e o PS, assim como o BE, à semelhança da esquerda e extrema-esquerda europeias, cada vez mais adoptam os métodos do autoritarismo com o pretexto de acabar com ele: censura, cancelamento, perseguição e prisão para delitos de opinião. Uma grande percentagem de portugueses votou em Ventura mas a esquerda e a extrema-esquerda não têm cultura democrática e não respeitam a vontade dos outros. Acham-se uma espécie de deuses: dou-vos a liberdade de escolherem entre mim e o outro mas se escolherem o outro atiro-vos para o inferno. Não é por acaso que respeitam Putin. São moralmente cobardes e não respeitam a liberdade dos outros.


Parlamento aceita nova petição a pedir a ilegalização do Chega

Expresso

Peticionários querem "pôr fim a um partido de ideologia e propaganda fascista inconstitucional". Como a iniciativa conta com menos de 2 500 assinaturas não é obrigatória a marcação de um debate em comissão ou em plenário.

O relatório de admissibilidade da autoria da deputada do PS Isabel Moreira foi aprovado com os votos favoráveis do Livre e do PS, abstenção do PSD e Iniciativa Liberal e oposição do Chega.


November 02, 2025

A extrema-esquerda comporta-se como dona da História de todos nós



Tem uma narrativa neo-colonialista e neo-racista intolerantes com qualquer perspectiva alternativa. A sua ideologia dogmática é a Verdade Absoluta e imposta a todos os portugueses porque eles são a Verdade e a Vida como o Jesus dos cristãos e estão a educar-nos a nós, os ignorantes, na Verdade da sua luz divina. Eles são os puros que receberam a Verdade dos céus e os museus públicos são propriedade sua para difundirem a sua religião.

‘Racismo sistémico’ abre guerra política em museu de Lisboa


Exposição sobre colonialismo no Museu de Etnologia apresenta opiniões como factos científicos e já motivou acusações de ‘extrema-esquerda’. Isabel Castro Henriques, responsável pela mostra, admite excessos nos conteúdos. Ministra da Cultura em silêncio.

(...) dá como verdade adquirida a existência de «racismo sistémico» em Portugal.

A querela abriu-se depois de o antropólogo José Pimentel Teixeira ter escrito no Facebook que a exposição padece de um «viés panfletário» e de «anacronismo» e constitui «agitação e propaganda» de extrema-esquerda.

Em alguns painéis apresentam-se como unânimes questões que continuam em aberto na historiografia. Fala-se em «política colonial fascista», apesar de a caracterização do salazarismo como fascista ainda hoje dividir os especialistas. E prescreve-se que «continua a ser necessário descolonizar os espaços, os corpos, as mentes, as ideias, a imaginação e todas as heranças deixadas pelo passado colonial e imperial».

O caso mais controverso é o de um texto que não está classificado como opinião: «Na sociedade portuguesa, que se caracteriza pela existência de um racismo sistémico, verifica-se a existência de correntes de negação do racismo, resultantes da persistência de mitos associados ao colonialismo português, como o luso-tropicalismo e a ideia de um ‘bom’ colonialismo português». Logo, «torna-se necessário proceder à alteração da forma de pensar o passado colonial para que, através da descolonização das mentes, se possa combater o racismo de forma mais eficaz».

Ouvido agora pelo Nascer do SOL, José Pimentel Teixeira – antropólogo lisboeta que viveu e trabalhou em Moçambique entre 1997 e 2014 – sustenta que «o regime colonial era um regime de exploração e de ocupação racista», mas «não se pode aproveitar isso para uma luta ideológica atual».«Uma coisa é fazer a denúncia do colonialismo e da Guerra Colonial, outra coisa é fazer uma exposição que diz erradamente que a sociedade portuguesa pensa a realidade africana e as relações com os africanos da mesma maneira que pensava no período colonial».

A seu ver, «certas conceções daquele tempo persistem, mas nós não somos os nossos avós e não pensamos como eles». Em resumo, «Portugal é um país com racismo, mas não é um país racista», diz o antropólogo. Logo, a exposição «só desperta visões antagónicas ao tipo do discurso que pretende contrariar».

O diretor do museu, Gonçalo de Carvalho Amaro – nomeado para o cargo em janeiro deste ano, já depois do início da exposição – mostrou-se sem disponibilidade para uma conversa pessoal ou telefónica. Enviou uma curta declaração escrita a explicar que não comenta «críticas das redes sociais» e a defender que «os textos da exposição foram elaborados pelos principais especialistas sobre o colonialismo português em África».

Jornal Sol