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October 22, 2026

Segundo Macron isto é IA

 

October 18, 2026

França - activistas destroem pelo fogo o edifício da CM que sobreviveu a duas guerras mundiais

 

Nem mesmo assim acabam com estas manifestações de motivação extremista, violenta? 



Alguns dos protestantes pela educação...



Protesto de estudantes franceses cof, cof... um mar de bandeiras da Palestina. 


As exigências dos 'estudantes':



Preocupam-se imenso com o povo comum. Até destroem os seus haveres para os ajudar: 


Marselha:

 


O francês comum trabalha todo o dia para os 'activistas' andarem pelas ruas a destruir tudo com enorme violência. Lyon:



Isto é o que a nova-esquerda e a esquerda extremista querem importar para aqui. Quem ganha com isto é a extrema-direita que aparece como a salvadora da ordem. Sou a favor que se vote para tirar estes governos de esquerda do poder antes que destruam as democracias sem volta atrás. Comprometem a sobrevivência dos próprios países enquanto democracias com valores humanistas e do povo para se manterem eternamente no poder com o voto dos islamitas e dos extremistas.

França é um aviso a toda a Europa.


Portugal: um 'manifestante pela habitação' fala a favor da 'resistência da Palestina no 7 de Outubro', ou seja, defende o terrorismo do Hamas e compara os terroristas do Hamas e as barbaridades que fizeram com o 25 de Abril... claro que é tudo em defesa da habitação e do custo de vida...

Capitalizar o caos por si mesmos gerado

 

Este antigo diretor nacional adjunto da Polícia de Segurança Pública, Carlos Bastos Leitão, esclarece tudo. Esta manifestação foi previamente preparada para que houvesse provocação por parte dos manifestantes e resposta por parte da polícia, televisionada. De preferência com alguma violência. 
Têm uma célula de 'inteligência', serviços jurídicos a aconselhar - tudo isto antes dos protestantes se terem juntado "espontaneamente", como disseram. 
Portanto, estas manifestações que se espalham pela Europa são preparadas por activistas profissionais com a mesma lógica que os protestos palestinianos, isto é, provocar situações de ultrapassar linhas legais e de segurança pública que leve as forças de autoridade a ter de intervir, para depois aparecerem como vítimas e mártires e capitalizarem o caos que eles próprios geram. 
Ora, isto não tem nada que ver com a luta por direito à habitação. 
Exigir a responsabilidade e seriedade de competência aos governos é possível de muitos modos dentro da lei e deve ser feito -é para isso que temos partidos políticos e oposição no Parlamente e nas Câmaras Municipais- mas fazê-lo à margem da lei e da vontade do povo não deve ser tolerado. 
Ninguém votou nestes 'manifestantes' activistas profissionais. Eles estão ali em seu nome e com as suas 'agendas' e não em nome do povo e do seu benefício. 
Portanto, que tipo de movimento é esse onde umas centenas -e que fossem milhares, era igual- de pessoas abancam no espaço público e dizem, "não saímos daqui até o governo fazer a nossa vontade"? Qual a sua legitimidade? Quem, do povo, votou neles e nos seus métodos de reivindicação? Ninguém. 
Não são movimentos democráticos em busca de soluções dentro do quadro democrático. Tal como acontece em Berlim, os manifestantes querem o fim dos despejos dos 'ocupas', o fim das rendas, em suma, querem o fim da propriedade privada, querem o fim da polícia, o fim da lei e da ordem. Querem que o direito à habitação passa a ser a garantia da habitação. 
Aliás, tenho a certeza que a maioria dos portugueses, não estará de acordo com estas manifestações de tendência caótica e com as suas reivindicações de fim da propriedade privada da nova-esquerda e da extrema-esquerda; nem com os métodos de reivindicar destruindo o espaço público. Tem-no mostrado em todas as eleições, desde o 25 de Abril.
Nem estará de acordo com a promiscuidade de organizações pró-islâmicas em todas as reivindicações. Estas manifestações controladas e manipuladas pela nova-esquerda e extrema-esquerda (em ligação aos islamitas - as bandeiras e lenços dos manifestantes são da Palestina), em nada ajudam a encontrar soluções para os problemas da habitação ou do custo de vida e nem parece ser essa a sua intenção. Talvez seja a intenção de algumas pessoas dos manifestantes mas rapidamente são canibalizadas pelos activistas profissionais que visam criar o caos para minar a democracia europeia. Como estão a fazer, com tanto sucesso, em França, em Inglaterra, em Espanha, na Suécia, na Bélgica, etc.
É preciso, por um lado, encontrar soluções para os problemas das pessoas: habitação social, por exemplo e, por outro, ser intransigente com o extremismo de movimentos que se instalam aproveitando as preocupações legítimas das pessoas, para incitar ao caos e à violência que é sua irmã.

October 12, 2026

França: um director e uma professora alvejados pelos 'estudantes'

 

May 16, 2023

Na educação tudo está um bocadinho mais caótico




A resposta do ME é, como de costume e na senda da do primeiro-ministro, no pasa nada, tudo corre pelo melhor, estamos a solucionar tudo... só que até um cego já vê que é tudo mentira.

27 agrupamentos de exames bateram com a porta


Desde o meio da tarde desta segunda-feira, as "demissões" começaram a multiplicar-se, começando com os responsáveis pelos exames da zona Norte, seguindo-se o Centro e, finalmente, Lisboa.

Todos os agrupamentos de exames - responsáveis pela elaboração e classificação de provas - do Norte, Centro e Sul bateram com a porta, desagradados com a "desconsideração pelo seu trabalho por parte do Ministério da Educação (ME)".

O DN apurou com várias fontes que, desde o meio da tarde desta segunda-feira, as "demissões" começaram a multiplicar-se, começando com os responsáveis pelos exames da zona Norte, seguindo-se o Centro e, finalmente, Lisboa. Há, a nível nacional, 35 agrupamentos de exames. Norte, Centro e Lisboa totalizam 27

Recorde-se que esta semana ficará marcada pela realização de provas de aferição do 5º e 8º ano.

Questionada pela DN, uma fonte afirma que o braço de ferro entre os coordenadores de agrupamento de exames e o ME poderá pôr em causa a realização das provas, bem como a sua classificação. Contudo, a lei prevê que os coordenadores de exames se devem manter em funções até que se encontrem substitutos, mas também prevê a possibilidade de demissão por parte dos docentes que integram as equipas de coordenação. Sabe o DN que os professores já manifestaram essa vontade, caso não haja entendimento entre o ME e os coordenadores de exames. Neste cenário, a realização de exames nacionais estaria comprometida.

Os coordenadores de agrupamentos de exames têm vindo a mostrar desagrado desde o corte salarial, aquando da troika. À questão salarial somam-se pedidos para rever outras condições laborais, como a carga horária para os professores que são responsáveis pela elaboração dos exames em simultâneo com a sua atividade letiva nas escolas onde estão colocados.

Questionado pelo DN, o Ministério da Educação afirma que "tem estado a acompanhar a situação das estruturas do Júri Nacional de Exames, estando envolvido na procura de soluções que venham a garantir o pleno funcionamento das mesmas"."No quadro atual, a realização das provas de aferição encontra-se assegurada, cumprindo-se a calendarização prevista", acrescenta o ME.

August 23, 2022

Caos and Cosmos

 


In the Path of the Wind speaks of those times in our lives when we try to create order out of chaos, when the fear of the unknown dwells in our subconscious, refusing to be addressed until an inner transformation takes place.

Fear, uncertainty, confusion, and chaos counterbalanced by a strange sense of peace were emotions I wanted present in this work, to illustrate how, despite the state of things during the "storm," situations eventually become clear in the end. | Andrea Kowch



Andrea Kowch 
In the Path of the Wind, 2009
Acrylic on canvas, 40 x 30 inches 
Private collection