Ho grande rispetto per le migliaia di persone che oggi hanno manifestato pacificamente, anche partecipando alla mobilitazione indetta dalla CGIL che ha visto anche la partecipazione dei leader della sinistra. Qualunque siano le idee per le quali si manifesta, la partecipazione è alla base di qualunque sana democrazia. Dall’altro lato, però, non possiamo ignorare quanto accaduto in altre piazze italiane. A Milano, come mostrano queste immagini, lanci di pietre contro le Forze dell’Ordine, agenti feriti, danneggiamenti e violenze che hanno costretto a interrompere il corteo. A Torino sono state fermate persone con sanpietrini e martelletti frangivetro. A Bologna i disordini hanno portato alla chiusura precauzionale della stazione ferroviaria. Teppisti che sfruttano le manifestazioni per seminare il caos, aggredire chi garantisce la sicurezza e tenere in ostaggio intere città. Manifestare è un diritto. Mettere a ferro e fuoco le nostre città non lo è. Rinnovo la mia richiesta alle opposizioni: non siano ambigue su questo. Condannino senza ambiguità queste violenze e lancino un appello chiaro affinché ogni mobilitazione sia pacifica. Di fronte a scene del genere, il rifiuto deve essere unanime. Ogni reticenza diventa giustificazione. Il silenzio non è accettabile.
— Giorgia Meloni (@GiorgiaMeloni) October 17, 2026
October 18, 2026
É preciso reconhecer estes movimento pelo que é: uma multinacional
Como se vê, o vandalismo passou da França para Itália, depois para a Bélgica, a Alemanha e agora estão a tentar pegá-lo aqui em Portugal. Se queremos ser governados pelos nossos representantes num quadro democrático e não por vândalos, temos que reconhecer este movimento pelo que é: uma multinacional.
Uma empresa que gere células de militantes distribuídas pelas cidades da Europa com o plano firme e, já à vista de todos, de destruição das democracias europeias. Onde é a sede desta multinacional e quem é o seu proprietário? Não sei, mas dado que todas as células têm cabecilhas que acima de tudo promovem o Hamas, o anti-semitismo, a sharia, a destruição das igrejas e edifícios emblemáticos do Ocidente, etc., atrevo-me a dizer que será o Qatar ou a Arábia Saudita ou outro país teocrático e anti-democrático islâmico.
A esquerda, a nova-esquerda, e a esquerda extremista, como tem sido rejeitada nas urnas, tem sido o seu braço armado na Europa. Porém, como diz Meloni, a rejeição desta violência planeada por cabecilhas internacionais que se movem entre países e aparecem 'espontaneamente' onde há um protesto, deve ser unânime e qualquer reticência torna-se uma justificação.
A Europa tem uma polícia internacional que coopera trans-fronteiras. Cooperem. Identifiquem a cabeça desta multinacional de terrorismo e fechem-lhe os canais de influência. Identifiquem os cabecilhas das células e prendam-nos. Fechem as mesquitas onde se difundem estas retóricas de violência e ódio ao Ocidente e às democracias.
Quanto aos outros, os idiotas úteis que aproveitam para destruir e pilhar, responsabilizem-nos: eles ou os pais que paguem os estragos e que sejam obrigados a trabalho comunitário consequente, ou pena de prisão em caso de crimes ou que fiquem impedidos de alguma vez ser eleitos para cargos públicos.
É preciso responsabilizar, mesmo que sejam adolescentes das escolas. Não podem partir, destruir os bens de cidadãos comuns e roubar-lhes o sustento, incendiar edifícios, incendiar a cara das pessoas e depois ir para as aulas como se nada fosse. Qualquer reticência torna-se uma justificação.
Os cabecilhas, sendo estrangeiros, que sejam imediatamente deportados e impedidos de entrar na Europa, como terroristas que são.
As leis têm que mudar porque não se pode continuar a aceitar imigrantes aos milhares sem critério, gente violenta, inqualificada, culturalmente incivilizada, traficantes, violadores, criminosos cadastrados e toda a espécie de indivíduos, como se fossem todos vítimas a precisar de asilo e como se a Europa fosse um albergue espanhol.
Estamos a assistir ao colapso da França, se nada for feito. E a seguir vão os outros países. E quanto mais espaço se dá a este terroristas, mais espaço se dá à extrema-direita para crescer.
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Tenho um grande respeito pelas milhares de pessoas que hoje se manifestaram pacificamente, incluindo as que participaram na mobilização convocada pela CGIL, que contou também com a presença de líderes da esquerda.
Quaisquer que sejam as ideias pelas quais se manifesta, a participação é a base de qualquer democracia saudável. Por outro lado, porém, não podemos ignorar o que aconteceu noutras praças italianas.
Em Milão, como mostram estas imagens, houve lançamento de pedras contra as forças da ordem, agentes feridos, danos materiais e actos de violência que obrigaram a interromper a manifestação. Em Turim, foram detidas pessoas com pedras de calçada e martelos para partir vidros. Em Bolonha, os distúrbios levaram ao encerramento preventivo da estação ferroviária.
Vândalos que aproveitam as manifestações para semear o caos, agredir quem garante a segurança e manter cidades inteiras como reféns. Manifestar-se é um direito. Incendiar e devastar as nossas cidades não é. Reitero o meu apelo à oposição: não sejam ambíguos quanto a isto. Condenem sem ambiguidades esta violência e lancem um apelo claro para que todas as mobilizações sejam pacíficas. Perante cenas como estas, a rejeição deve ser unânime. Qualquer reticência torna-se uma justificação. O silêncio não é aceitável. -Giorgia Meloni
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