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October 18, 2026

Hoje há manifestações em todas as grandes cidades americanas, contra Trump e seus oligarcas

 

Não deixemos que estes protestos contra o Trump e os seus tecnocratas desapareçam nas profundezas da Internet.
Trump pediu a Zuckerberg que fechasse a conta na Meta No Kings, onde se publicavam todas as manifestações e protestos que hoje acontecem em todas as grandes cidades americanas, organizadas por eles, para as pessoas não as verem.

October 17, 2026

É preciso dizer o óbvio 400 vezes

 

Um republicano que chegou ao limite da tolerância


E Zelenskyy, que não faz ameaças em vão, a avisar o que acontece se derem à Rússia acesso ao Starlink.

October 16, 2026

A resposta está na pergunta

 


Ninguém compreende que Trump e Musk estejam ao lado da Rússia a tentar destruir a Ucrânia para que se renda

 

Apenas para meterem dinheiro nos bolsos. Um que tem biliões, outro que tem um trilião. 

October 15, 2026

Se Putin desse a Trump uma lista de desejos, seria o quê?

 

Tudo o que Trump está a fazer.


October 12, 2026

Espero que isto seja verdade: que ele o tenha dito e que o vão fazer

 


Rohoza (Дев'ятий) Mykhailo 🇺🇦🇱🇹🇨🇦 

 Anteontem, durante as negociações nos Estados Unidos, terá ocorrido um incidente que deixou a delegação americana literalmente sem palavras. 
Quando os representantes ucranianos souberam que as sanções contra Putin iam ser levantadas e que Washington exigia o fim dos ataques às refinarias de petróleo russas, Budanov terá respondido em termos extremamente duros. No final da reunião, quando os participantes já se tinham levantado da mesa e se dirigiam para a saída, ele atirou estas palavras directamente à cara dos americanos: 
 Agora é que vamos queimar todas as refinarias de petróleo e todos os portos russos até ao chão, porra. Até à última!
 Segundo relatos, os americanos ficaram tão atónitos com o que ouviram que não conseguiram encontrar nada para dizer em resposta. Sem objecções, sem ameaças, sem a habitual linguagem diplomática. Apenas silêncio. 
Washington recebeu uma mensagem inequívoca: a Ucrânia não tem qualquer intenção de pedir permissão para se defender contra a agressão russa. 

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Entretanto, quantas pessoas trabalham para Putin nos EUA?



October 11, 2026

🎯

 



Trump disse ter conseguido um cessar-fogo energético entre Rússia e Ucrânia. Putin atacou as centrais elétricas de Kyiv e Kharkiv

 

Aos americanos: cada galão de combustível de Putin que põem no carro matou alguém na Ucrânia - uma criança, talvez

 


🎯 Sim, é preciso livrarem-se desse esgoto moral

 

Quem é Paul Manafort? E porque é que os congressista republicanos permitem que Trump trabalhe para a Rússia contra os EUA?


(detesto ter razão em certas coisas - logo após a tomada de posse de Trump escrevi aqui várias vezes que Trump tinha um acordo prévio com Putin. Era óbvio pois assim que entrou na Casa Branca começou a reverter todas as medidas de apoio à Ucrânia de Biden e a fazer adiantar a agenda de Putin, muito descaradamente. Agora, aqui por este artigo, ficamos a saber que tinha mesmo um acordo prévio e que já vinha do seu primeiro mandato)
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Heather Cox Richardson from Letters from an American:


Depois de mais de uma década a fingir que não tem ligações à Rússia e que respeitaria a posição dos Estados Unidos em matéria de segurança nacional, apoiando a Ucrânia e os nossos aliados europeus, Trump apoia agora abertamente o presidente russo, Vladimir Putin.

Questionado hoje por um jornalista sobre as preocupações de que o levantamento das sanções ao petróleo russo, anunciado ontem, canalizasse dinheiro para a guerra de Putin contra a Ucrânia, Trump culpou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pelo prolongamento do conflito:

Zelensky poderia ter resolvido esta guerra muitas vezes. Muitas, muitas vezes», afirmou Trump. «E escolhe não o fazer.

Trump responsabilizou Zelensky pelo elevado preço do gasóleo, alegando que as forças ucranianas têm atacado refinarias de petróleo russas, embora, desde que o petróleo russo foi sujeito a sanções, o verdadeiro estrangulamento que condiciona os preços do gasóleo seja o estreito de Ormuz, praticamente encerrado devido à guerra de Trump contra o Irão.

Trump acusou Zelensky de querer criar problemas para o mundo. Quer criar problemas aos nossos agricultores, aos nossos criadores de gado, com o combustível diesel, porque a Rússia fornece uma grande parte do gasóleo utilizado em todo o mundo.

Os ucranianos têm atacado refinarias de petróleo russas para impedir que o dinheiro continue a entrar na Rússia, enquanto esta contorna as sanções e vende petróleo através da chamada frota-fantasma. A Rússia, pelo contrário, tem atacado alvos civis, violando as leis da guerra.

Trump prosseguiu com uma advertência a Zelensky, afirmando que é bom que pare de uma vez por todas.

A Ucrânia continua a lutar contra a Rússia porque esta invadiu o país e está a tentar ocupar a sua região industrial oriental, violando a Carta das Nações Unidas, que estabelece que nenhum país deve ameaçar outro ou recorrer à força contra a sua integridade territorial. 

Até Trump assumir a presidência, os Estados Unidos eram o principal garante deste princípio.

Os Estados Unidos opuseram-se às invasões russas da Ucrânia, em 2014 e 2022, não apenas por uma questão de princípio, no que respeita à soberania territorial, mas também devido às garantias de segurança que os Estados Unidos, juntamente com o Reino Unido e a Rússia, concederam à Ucrânia em 1994. 

Após o colapso da União Soviética, em 1991, a Ucrânia ficou na posse do terceiro maior arsenal de armas nucleares do mundo. Em troca de a Ucrânia renunciar a essas armas, os Estados Unidos, o Reino Unido e a Rússia concordaram em garantir as suas fronteiras. No Memorando de Budapeste sobre Garantias de Segurança, de 1994, comprometeram-se a não recorrer à força militar nem à coerção económica contra a Ucrânia.

O então dirigente russo, Vladimir Putin, procurou colocar a Ucrânia sob a influência dos oligarcas russos que ascenderam ao poder para substituir os dirigentes comunistas da região, monopolizando indústrias anteriormente detidas pelo Estado à medida que estas eram privatizadas. O jornalista norte-americano Paul Klebnikov, director da edição russa da revista Forbes, foi assassinado em 2004, depois de ter chamado a atenção para as atividades desses oligarcas.

Nesse mesmo ano, um político apoiado pela Rússia, Viktor Yanukovych, parecia ter sido eleito presidente da Ucrânia. Contudo, a eleição estava tão repleta de fraudes — incluindo o envenenamento de um dos principais adversários, que pretendia romper os laços com a Rússia e aproximar a Ucrânia da Europa — que o Governo anulou os resultados e convocou novas eleições.

Yanukovych precisava urgentemente de melhorar a sua imagem e, para isso, recorreu a um consultor político norte-americano conhecido por conseguir tornar figuras pouco recomendáveis mais aceitáveis aos olhos dos meios de comunicação social: Paul Manafort.

Durante dez anos, entre 2004 e 2014, Manafort trabalhou para Yanukovych e para o seu partido, tentando conferir credibilidade ao que o Departamento de Estado norte-americano descreveu como um partido de «criminosos e oligarcas». Enriqueceu graças às suas novas amizades.

Em 2010, Yanukovych acabou finalmente por conquistar a presidência com um programa que rejeitava a NATO, a Organização do Tratado do Atlântico Norte, através da qual os países europeus se uniram para se opor primeiro à URSS e, mais tarde, à crescente ameaça representada pela Rússia.

Yanukovych orientou imediatamente a Ucrânia para a Rússia. Depois, em 2014, após meses de protestos populares, os ucranianos afastaram-no do poder naquilo que ficou conhecido como a Revolução da Dignidade. Yanukovych fugiu para a Rússia.

Pouco depois da destituição de Yanukovych, a Rússia invadiu a Crimeia, território ucraniano, e anexou-a. Em resposta, os Estados Unidos e a União Europeia impuseram sanções económicas à própria Rússia e a empresas e oligarcas russos específicos, proibindo-os de fazer negócios nos Estados Unidos e nos seus territórios.

Estas sanções prejudicaram a Rússia e congelaram os activos de importantes oligarcas russos, incluindo os de Putin.

Agora privado da sua principal fonte de rendimento, Manafort devia cerca de 17 milhões de dólares a aliados de Yanukovych e Putin, em particular ao oligarca russo Oleg Deripaska.

Em 2016, o seu amigo de longa data e sócio Roger Stone já estava a aconselhar a campanha presidencial de Donald Trump, e Manafort mostrou-se disponível para ajudar. Não recebeu qualquer salário. Começou por trabalhar como conselheiro em março de 2016 e tornou-se diretor da campanha no final de junho, depois de se reunir, a 9 de junho, com Don Jr., Jared Kushner e operacionais russos.

Acontece que a Rússia procurava uma forma de apoderar-se do território ucraniano que pretendia sem ter de continuar a combater. O relatório de 2019 do procurador especial Robert Mueller sobre a interferência russa nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016 explicou que Manafort e o seu parceiro, o operacional russo Konstantin Kilimnik, 
discutiram um plano para resolver os problemas políticos em curso na Ucrânia através da criação de uma república autónoma na sua região oriental, mais industrializada, do Donbass, e da eleição de [Viktor] Yanukovych, o presidente ucraniano apoiado pela Rússia e afastado do poder em 2014, para liderar essa república.
O relatório Mueller prosseguia: 
Manafort reconheceu mais tarde que esse plano constituía um meio indirecto de a Rússia controlar o leste da Ucrânia.
A região que Putin pretendia conquistar era o coração industrial do país. Estava a oferecer um plano de «paz» que amputaria uma grande parte da Ucrânia e a tornaria subserviente a si. Isto era precisamente o oposto da política norte-americana de apoio a uma Ucrânia livre e unida, e não havia qualquer hipótese de a antiga secretária de Estado Hillary Clinton, que concorria à presidência contra Trump, aceitar tal plano. Mas, se Trump fosse eleito, o cenário mudaria.

Segundo a Comissão de Informações do Senado, dominada pelos republicanos, Kilimnik escreveu:
Tudo o que é necessário para iniciar o processo é um pequeno “piscar de olho” (ou um ligeiro empurrão) de D[onald] T[rump], dizendo que “quer a paz na Ucrânia e o regresso do Donbass à Ucrânia”, e a decisão de nomear um “representante especial” para gerir este processo.
Kilimnik sugeriu ainda que Manafort 
poderia dar início ao processo e, no espaço de dez dias, visitar a Rússia ([Yanukovych] garante-lhe uma recepção ao mais alto nível, ultrapassando toda a conversa fiada e passando diretamente aos negócios), a Ucrânia e as principais capitais da UE.
Acrescentou que, 
assim que o então presidente ucraniano, Petro Poroshenko, compreendesse esta “mensagem” dos Estados Unidos, o processo avançaria muito rapidamente e DT poderia alcançar a paz na Ucrânia basicamente no espaço de alguns meses após a tomada de posse.
Segundo a Comissão de Informações do Senado, os dois homens continuaram a trabalhar no que designavam por «Plano de Mariupol» pelo menos até 2018.

Trump não conseguiu concretizar o plano durante o seu primeiro mandato, embora os seus operacionais tenham passado bastante tempo a envolver-se em manobras na Ucrânia e a tentar desacreditar, a partir daquele país, o candidato democrata à presidência, Joe Biden. Depois de Biden assumir a presidência, Putin voltou a invadir a Ucrânia, em 2022.

Como escreveu Jim Rutenberg na sua análise do Plano de Mariupol, publicada na New York Times Magazine, depois de as suas tropas entrarem na Ucrânia, Putin declarou ter anexado Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson, duas das quais eram especificamente mencionadas no Plano de Mariupol. Impôs a lei marcial nesses territórios, alegando que as populações locais tinham votado a favor da adesão à Rússia.

Biden reuniu países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), juntamente com outros aliados e parceiros, para travar o ataque russo e apoiar os esforços heroicos da Ucrânia para repelir a invasão. Entretanto, as tropas russas cometeram atrocidades e atacaram civis. O Tribunal Penal Internacional (TPI) acusou formalmente vários responsáveis e comandantes russos, incluindo o próprio Putin, de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

No entanto, Trump, assim que regressou à presidência, em 2025, tentou imediatamente fazer com que os Estados Unidos passassem a apoiar a Rússia. Os seus nomeados insistiram em que a verdadeira história da campanha eleitoral de 2016 não era o apoio russo a Trump, mas sim uma conspiração democrata destinada a divulgar a história das ligações entre a campanha de Trump e a Rússia.

Repetidamente, Trump ameaçou Zelensky e tentou pressioná-lo a entregar os territórios que a Rússia pretende conquistar.

Depois da acusação formal do TPI, Trump recebeu Putin em território norte-americano, no Alasca, em Agosto de 2025, ordenando a soldados norte-americanos que estendessem uma passadeira vermelha para o receber. Convidou também Putin para uma reunião do Grupo dos 20 (G20), que reúne as principais economias mundiais, a realizar em Mar-a-Lago, em Dezembro.

Ontem, os Estados Unidos anunciaram sanções contra o próprio TPI, e o secretário de Estado, Marco Rubio, prometeu desmantelar a organização "tijolo a tijolo".

Entretanto, Putin tem-se comportado como alguém que detém uma posição de força sobre Trump. Em Agosto de 2025, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, compareceu à reunião no Alasca envergando uma camisola com as letras cirílicas «CCCP», que correspondem à sigla da URSS em russo, sugerindo que, afinal, a União Soviética tinha vencido a Guerra Fria.

Na sexta-feira, apesar de a Rússia apoiar o Irão, cujo exército está a matar soldados norte-americanos, Trump anunciou orgulhosamente que iria levantar as sanções para permitir à Rússia vender o seu petróleo nos mercados mundiais.

Os ataques ucranianos reduziram a produção russa, pelo que a quantidade de petróleo que a Rússia tem disponível para ajudar a aliviar a escassez de gasóleo nos Estados Unidos é insignificante. Contudo, a possibilidade de arrecadar dinheiro enquanto a atual escassez mundial de petróleo faz subir os preços tem um valor inestimável para Putin, que procura desesperadamente financiar o seu esforço de guerra.

Ainda ontem, Trump pediu ao Supremo Tribunal que se pronunciasse sobre um processo judicial relativo às eleições de 2016, que instaurou em 2022 contra Hillary Clinton e antigos membros do Departamento de Justiça, incluindo o antigo diretor do FBI, James Comey, o responsável pela campanha de Clinton e um conjunto de outras pessoas. Trump acusou-os de conspirarem para o associar à Rússia, com o objectivo de prejudicar a sua campanha eleitoral.

Como noticiou ontem John Fritze, da CNN, um tribunal federal rejeitou o processo, classificando-o como «frívolo», e decidiu que os advogados de Trump eram responsáveis pelo pagamento de quase um milhão de dólares em sanções pecuniárias. No ano passado, o Tribunal de Recurso do 11.º Circuito dos Estados Unidos confirmou a maior parte dessa decisão.

Donald Middlebrooks, juiz do Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Sul da Florida, escreveu, 
Este processo nunca deveria ter sido instaurado. A sua falta de fundamento jurídico era evidente desde o início. Nenhum advogado razoável o teria apresentado.
Agora, Trump recorre para o Supremo Tribunal.

Mas, chegados aqui, de que mais provas precisamos para concluir que Trump comprometeu a segurança nacional dos Estados Unidos e está a trabalhar para a Rússia? E durante quanto mais tempo continuarão os republicanos no Congresso a protegê-lo enquanto o faz?

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Notes:

https://www.icc-cpi.int/news/situation-ukraine-icc-judges-issue-arrest-warrants-against-sergei-kuzhugetovich-shoigu-and

https://www.icc-cpi.int/news/situation-ukraine-icc-judges-issue-arrest-warrants-against-vladimir-vladimirovich-putin-and

https://www.jurist.org/news/2026/07/us-to-seek-dismantling-of-international-criminal-court-rubio-announces/

https://foreignpolicy.com/2025/08/15/lavrov-ussr-russia-trump-putin-ukraine-summit-alaska/

https://www.cnn.com/2022/03/24/politics/trump-sues-hillary-clinton

​​https://www.cnn.com/2026/10/09/politics/trump-supreme-court-hillary-clinton-lawsuit

https://apnews.com/article/ukraine-war-russia-sanctions-trump-congress-b322eec6b33610ebf4048daa5d621483

https://ia903105.us.archive.org/10/items/mueller-report/mueller-report.pdf

https://www.intelligence.senate.gov/wp-content/uploads/2024/08/sites-default-files-documents-report-volume5.pdf, pp. 99 and following

https://www.politico.com/news/2026/09/23/trump-putin-g20-miami-01089850

https://www.nytimes.com/2022/11/02/magazine/russiagate-paul-manafort-ukraine-war.html?searchResultPosition=111

https://www.sfgate.com/news/article/U-S-journalist-author-shot-to-death-in-Russia-2742901.php

Bluesky:

thesauruswrecks.bsky.social/post/3mxjxyzk4ec27

ssiderod.bsky.social/post/3lwje6wb7gc2n

anne.sheshed.rocks/post/3lwjrlxxals22

Trump’s Truth:

statuses/42215

October 10, 2026

Palavras, palavras, só palavras

 

És senador. Faz qualquer coisa.

September 24, 2026

Dizer o que tem de ser dito

 

Putin deve ter material muito forte de Trump nas suas mãos. Algo mesmo mau o suficiente para o orientar a partir do Kremlin. E Trump gostaria que Zelensky e as suas tropas atingissem Putin e destruíssem tudo, para se libertar dele, mas como isso não acontece... 


September 18, 2026

🎯

 


September 15, 2026

Um oligarca do círculo de Putin financiou e assistiu ao casamento do filho de Trump



Esta manhã, Justin Elliott, Brett Murphy, Joshua Kaplan e Alex Mierjeski, da ProPublica, deram a notícia de que Umar Kremlev, um oligarca russo próximo de Vladimir Putin, gastou centenas de milhares de dólares no casamento de Donald Trump Jr. e Bettina Anderson, em Maio.

Kremlev esteve presente no casamento, juntamente com um grande grupo de russos cuja presença, observam os jornalistas, deixou perplexos os restantes convidados.

Esta notícia revela um desenvolvimento extraordinário, observam os jornalistas: «um membro do círculo de Putin a financiar o filho do presidente e a obter acesso íntimo à família Trump».

Frank Montoya Jr., um antigo funcionário do FBI que desempenhou funções de alto nível na área da contraespionagem, disse aos jornalistas: 
«Se eu estou a pagar o vosso casamento, a certa altura vocês vão ficar a dever-me alguma coisa. Isto deveria ser impensável para o filho do presidente. Ponto final.»
Um porta-voz de Don Jr. disse a Edith Olmsted, da The New Republic, que Don e Kremlev se conheceram «há alguns anos» e que Kremlev é um «amigo pessoal», «não alguém com quem tenha uma relação de negócios».

Bettina Trump publicou nas redes sociais que Kremlev, na realidade, não tinha estado presente no casamento, mas que, 
«generosamente organizou duas noites incríveis de celebrações para nós, depois do nosso casamento. Foi um presente de casamento extraordinariamente generoso de um amigo, pelo qual estávamos — e continuamos a estar — extremamente gratos. A amizade não exige uma motivação política», escreveu. «A generosidade não vem automaticamente acompanhada de uma agenda. E, por vezes, um presente de casamento é simplesmente um presente de casamento.»
Os nomes de Bettina Trump e de Don Jr. apareciam no final da declaração.

- Heather Cox Richardson from Letters from an American 


September 13, 2026

Quanto mais ele pedir mais bombas lá hão-de cair

 

Que descaramento, pedir tal coisa!


«Caro Senhor Presidente! Caro Donald!



Ad van der Flier 🇳🇱🇲🇰🇪🇺🌍👨🏻‍🦳

@Adush_25

O conhecido realizador e escritor de cinema soviético e russo EDUARD TOPOL (Edmond Topelberg) escreveu uma carta aberta ao Presidente dos EUA, Donald Trump.


«Caro Senhor Presidente!

Caro Donald!

Como autor de cinquenta livros e de uma dúzia de filmes sobre a Rússia, considero-me no direito de o informar, antes do seu encontro com Putin.

Deve saber que ele não consegue pôr fim à guerra na Ucrânia, mesmo que lhe ofereça a sua villa de Mar-a-Lago, em Palm Beach, a Trump Tower, em Nova Iorque, e uma dúzia dos seus campos de golfe.

E não porque não queira fazer uma pausa na guerra, mas porque não consegue.

Porque conhece a história russa, não através de um manual de Medinsky, mas da história real:

O regresso das tropas russas da Europa para a Rússia, depois da vitória sobre Napoleão, conduziu à revolta anticzarista dos Dezembristas, em 1825.

A derrota da Rússia na Guerra Russo-Japonesa conduziu à revolução de 1905.

A fuga de um milhão de soldados russos da frente russo-alemã durante a Primeira Guerra Mundial conduziu à abdicação do imperador Nicolau II e à Revolução de Fevereiro de 1917.

A paz assinada por Lenine com a Alemanha permitiu aos bolcheviques fuzilar toda a família imperial.

Com o regresso das tropas soviéticas do Afeganistão, em Fevereiro de 1989, começou o colapso da URSS.

Sabendo isto, Putin não pode pôr fim à guerra na Ucrânia e mandar as suas tropas regressar a casa.

Só a possibilidade de deixar praticamente todo o seu exército na Europa como tropas de ocupação, em maio de 1945, permitiu a Estaline evitar um golpe no pós-guerra.

É por isso que Putin sonha em ocupar a Ucrânia, bem como os Estados Bálticos, a Finlândia, a Polónia, etc., para manter o seu exército afastado de Moscovo.

Ele lembra-se de como 525 mil soldados que regressaram do Afeganistão em 1989 se transformaram em bandidos — os chamados «afegãos» — aterrorizando toda a população da URSS.

E sabe o que acontecerá se um milhão e meio de soldados capazes de matar, roubar e violar profissionalmente regressarem da frente ucraniana.

A guerra contra a Ucrânia permitiu a Putin livrar-se de dois milhões dos seus opositores mais activos, que obrigou a fugir da Rússia, enquanto os restantes jovens russos foram enviados para a frente ou recrutados para os serviços repressivos.

Hoje, qualquer guerra — com a Ucrânia, com os Estados Bálticos, com a NATO — e com qualquer outro país — é a melhor maneira de obrigar a Rússia a submeter-se a Putin e à sua junta.

Infelizmente, nenhum dos seus conselheiros lhe explicará isto antes do encontro com Putin, mas pode verificar os meus argumentos junto de Jack Matlock e Michael McFaul.

Não quero que Putin, um gangster, ladrão e assassino de milhões de pessoas, continue descaradamente a enganá-lo, a mentir-lhe e a ludibriar o meu Presidente.

Naturalmente, não sou especialista militar nem cientista político, mas sou um escritor com boa memória.

Lembro-me de como Ronald Reagan, Margaret Thatcher e o Papa João Paulo II conseguiram fazer baixar o preço do petróleo para 9 dólares por barril, forneceram aos afegãos mísseis Stinger e, desse modo, travaram a conquista do Afeganistão por Moscovo e destruíram a URSS.

Se quiser travar Putin e as ambições imperiais de pelo menos metade da população russa, precisa de fazer o mesmo — baixar o preço do petróleo para, pelo menos, 25 dólares por barril e fornecer à Ucrânia as armas que a ajudarão a esmagar o agressor.

Quanto ao seu desejo de estabelecer relações empresariais de parceria entre os EUA e a Rússia, não apenas em palavras mas na prática, isso poderá acontecer daqui a cem anos ou, em geral, nunca.

Se estiver interessado em saber porquê, telefone-me e eu explicar-lhe-ei.

Respeitosamente,

EDWARD TOPOLE,
cidadão dos EUA e de Israel.

September 09, 2026

Merz 💪

 

Merz cancelou uma chamada telefónica com Trump depois de este ter felicitado a AfD pela vitória eleitoral na Saxónia-Anhalt — The Guardian 
Trump felicitou a AfD pela vitória eleitoral e apelou a «tornar a Alemanha grande novamente».
Merz tem-se pronunciado repetidamente contra «a interferência ou os comentários sobre a situação política interna, em particular no que diz respeito às eleições»