As instituições tratam os portugueses com paternalismo como se fossemos os coitadinhos parvinhos do senhor Costa. Aumentamos 300% a imigração de gente que tem esses hábitos incivilizados, sádicos e cruéis mas a subida de mutilações deve-se à subida de sensibilidade... a questão que importa é: o que vai o governo fazer contra este barbarismo? Criminalizar os pais dessas crianças? Atirá-los para a cadeia e tirar-lhes os filhos? Espero que sim e que não venham dizer que devemos ser tolerantes com o sadismo de mutilar crianças porque é outra cultura. Se escolheram entrar nesta casa têm que deixar os seus sapatos à porta enquanto aqui estão. Essas pessoas são como os russos, quanto mais toleramos os seus crimes piores se tornam.
O número de registos de mutilação genital feminina (MGF) em Portugal aumentou 15% em 2025, para um total de 292, anunciou esta terça-feira a Direção-Geral da Saúde (DGS), que atribuiu esse crescimento à maior sensibilização dos profissionais de saúde.
Crimes de corrupção caem na ‘Operação Marquês’: Caso Vale do Lobo prescreve esta semana. Sócrates e Armando Vara ficam livres da corrupção passiva em junho. Juiz do processo mais pequeno vai para o CSM.
Uma auditoria surpresa da Comissão Europeia aos aeroportos de Lisboa e do Porto, em dezembro de 2025, revela "graves deficiências" na realização dos controlos nas fronteiras. A CNN Portugal teve acesso a um documento onde a Comissão Europeia considera que o que foi detectado tem e pode vir a ter um impacto negativo noutros Estados-Membros e representar um risco de segurança para o espaço Schengen. Por isso mesmo, adverte que o país deve tomar medidas corretivas no mais curto prazo possível, dando prioridade aos seguintes pontos: qualidade dos controlos fronteiriços, capacidade de detetar fraudes documentais, formação em matéria de controlo fronteiriço e afetação de recursos humanos.
- CNN Portugal
Somos uma porta giratória de criminosos. É o legado do senhor Costa que este governo não sabe corrigir. Como também só querem poupar dinheiro destroem os serviços públicos e a segurança do país. A esquerda só põe impedimentos às soluções.
Esta é uma investigação exaustiva e muito bem urdida com base em documentos e factos públicos, apesar da autora não ter provas tangíveis do que diz. O que lemos ultrapassa a mais vívida imaginação. Acontece que os textos são muito grandes e não tenho pachorra para traduzi-los. Mas ficam aqui os links.
O número de 35 crimes por dia sobe para 50 se se considerar todos os ilícitos. Porém, alguém quer convencer-nos de que a criminalidade grave está a baixar? É preciso mais polícia da Escola Segura - 800 polícias para uma população de um milhão e 200 mil pessoas é pouco. As escolas também precisam de seguranças que possam intervir em casos de crimes.
As violações subiram 6,4%, homicídios vlountários consumados,10%, os roubos a ourivesarias subiram 26,3%, extorsões, 12%, extorsão sexual, 6,8%, mas a criminalidade violenta desceu? Os homicídios consumados e as violações já não são criminalidade violenta?
Vai no 7º dia de tribunal. É o caso de um médico, um anestesiologista de Maui, acusado de tentar matar a mulher enquanto faziam uma caminhada em Honolulu. A mulher é uma engenheira nuclear e têm dois filhos em conjunto. Ele tem mais filhos de um casamento anterior. A mulher teve um caso emocional -nunca passou de mensagens- com um colega de trabalho e ele descobriu. Desde antes de descobrir vigiava o telemóvel da mulher como se fosse seu, entrava nas contas de FB e WhatsApp da mulher e lia tudo. Depois de descobrir disse à mulher que tinha perdido o direito à privacidade... Mandou-a despedir-se do emprego mas ela recusou. Mandou-a sair de casa e deixar os filhos (o mais novo com 18 meses) e ela recusou. Foram a um conselheiro matrimonial. Passados uns tempos resolveram ir passar uns dias a Honolulu, nos anos dela. Ideia dele. Ele escreveu-lhe um cartão apaixonado e foram fazer uma caminhada. A meio da caminhada ele atacou a mulher, deitou-a ao chão, imobilizou-a, tentou empurrá-la para o penhasco, tentou espetar-lhe uma seringa e não conseguindo agarrou numa pedra grande e começou a bater-lhe com a pedra na cabeça. A mulher primeiro tentou falar com ele, mas não funcionou e depois pôs-se aos gritos de Help! Help!, desalmadamente.
Com tanto azar dele e sorte dela, duas enfermeiras que costumam fazer aquela caminhada ouviram e foram a correr até um ponto em que viram o homem em cima dela à pedrada com toda a força na cabeça dela enquanto com o outro braço tentava empurrá-la para o penhasco. As duas mulheres pararam mas gritaram, "ouvimos o pedido de socorro estamos a ligar para o 911". Nessa altura o homem estacou a olhar para elas (estavam suficientemente perto para olharem o homens olhos) e a mulher aproveitou para rastejar para longe dele em direcção às mulheres. O homem fugiu para a floresta e foi apanhado pela polícia mais tarde.
O que me fascina é que o médico declarou-se inocente e alegou auto-defesa. Diz que a mulher (que não tinha nada consigo, nem sequer a mala, pois o homem é que a tinha) o atacou e que ele estava a defender-se! Entretanto ele disse ao filho mais velho do outro casamento que tinha tentado matar a mulher porque ela andava com outro. Esse filho testemunhou e chamava-lhe 'o réu' em vez de 'pai'.
Os advogados de defesa comportam-se como se a mulher fosse a criminosa e vão buscar as coisas mais irrelevantes para tentar defender o indefensável. O médico ri-se e tudo.
Agora está um médico patologia forense a testemunhar. A dizer que a mulher estar cheia de sangue na cabeça não quer dizer nada - como se isso interessasse alguma coisa. Isto é irrelevante, em primeiro lugar porque eles têm a pedra e os testes genéticos não deixam dúvida sobre quem atacou quem e para o que serviu a pedra e em segundo lugar, as lacerações na cabeça dela só não são maiores porque as raparigas interromperam o trabalho do médico de matá-la à pedrada e atirá-la depois do penhasco para parecer que as lesões eram da queda.
Que tipo de arrogância e inconsciência são necessárias para alguém pensar que pode anular uma situação destas tão óbvia?
Aqui está uma lista parcial dos homens que se identificam como transgéneros, [homens biológicos que se identificam como mulheres], que nos últimos ano agrediram sexualmente raparigas ou mulheres em espaços que deveria ser exclusivos femininos. Note que esta é apenas uma lista parcial e não corresponde à totalidade das agressões/violações.
Michael Maria Pentholm Karen White Katie Dolatowski Jessica Winfield Tara Desousa Janiah Monroe Kristen Lukess Lisa Hauxwell Laken McKay Aliea Rose Brown Paula Witherspoon Davina Ayrton Johanna Wolf Hanna Tubbs Christopher Hambrook Dakota Nieves Tarah Jo Morgan Marie Dean Jessica Brennan Rachel Smith Marcia Walker Synthia China Blast Michelle Winter Paris Bregazzi Melissa Wilson Barbie Kardashian Jessica Smith Wolfgang Schmidt Chloe Thompson Denen Anderson Kadence Pinder Beth Hannan Leah Harvey Julie Marshall Blaine Maney Amber Thorden Evi Amat Babs Longmire Rachel Fenton Jorven Seren Claire Goodier Kim Marie Johannson Steven Hayes Jacinta Brooks Alexander Eshawn Lions Ashley Winter Steph Ricciardi Vicky Green Ella Davies Melissa Addis Madilyn Harks Jessica Marie Hann Michelle Martinez Nicole Summers Shauna Patricia Smith Evelyn Young Claire Goodier Allison Woolbert Nur Ahmed Vyvyenne Ward Laura McCann Lisa Jones Rayne Aloysius Constantine Rose Bennett Louise Ford Robert Glanowski Lily Bate Alyssa Celusta Sora Kuykendall Lydia Helena Vision Ava Jones Alex Ray Scott Diego Melendez Paris Green Tiffany Scott Zoe Lynes Vicky Green Pauline Long Chloe Walker Toni Prince Lana Laws Christyl Knight Carrie Cooper Jasmine Hill Diamond Blount Nicola Florida Dawn Love Stacey Pool Alexis Herschell Scarlet Shadows Karen Louise Lawson Nicola Cope Gina Owen Kayleigh Louise Woods Claire Darbyshire Kira Leverton Kathleen Carpenter Donna Perry Karen Jones Carol Lea Michelle Lewin Alanna Nicole Partin Yostin Murillo Peter Selby Wendy Jones Rose Whitby Daryl Graves Diana Guevara Jason Croker Jody Matthew Burke Patricia Trimble Sally Dixon Milan Wash Adree Edmo Jayden Dean Paul Denyer Bruno Meirelles Pandora Electra Robert Gordon Cummins Danielle Rose Gemini Brooke Lyn Sonia Nonnie Lotusflower Tianne Miller Narsimha Bichappa Shirvati Brandy Wood Kelly McSean Michelle Renee Lamb Andrea Balcer Ketan Shende Serenity Alana Mann Sacho Samson Harryetta Thompson Jenna Hansen Jane Beck Audrey Robinson Lexi-Rose Crawford Carissa Marie Radcliffe Jolene Charisma Starr Zara Jade Rhiley Carlson Claire Fox Robert William Perry II Tanya Howes Loana Luna Dwight Chisolm Amy George Stuart Bulling Lorena Santana Christopher Williams Alyssa Christine Trenchard Danielle Edney Julie Shepherd Izzabella Raymundo Stephanie Hayden Sophie Louise Carter Autumn Cordellioné Katana Paris Shauna Kavanagh Zera Lola Zombie Nicole Rose Campbell April Welsh Tânia Ferrinho Scarlet Moon Shadows Laura Miller Thorsten Heinz Tara Pearsall Adam McDonald Samantha Norris Abigail Waller Rachel Queen Burton Maria Childers Xenia Jade Millar Krystel Lauzon Amber Faye Fox Kim Ash Cooper Natalie Pershall Kazumi Watanabe Claire Caballero Jacqui McWilliams Sabrina/Morrigan Hetke Jo White July Justine Shelby Joanna Evans Louise Thomas Miquel Toni Riera Prats Emma Davies Lexi Secker Pierre Parsons, Claire Anderson Michell Silva Perez Michelle Blessent Cassidy Honsinger Elijah Thomas Berryman Sean Windingland Duane Owen Dana Rivers Alfie Howe Marceline Harvey Chloee-Mae Danvers Jamie Kim Belladonna Catarina da Lapa, Renee Mills Aria Peers Danielle Marie Whitebird Makayla Craig Angel Hill Farin Kinar Reiyn Keohane Michelle Ward Levana Ballouz Francesca Bartkus María López Barrera Autumn Tulip Harper Richard Kenneth Cox Oliver Smith Rebecca Clark Dakota Rose Austin Catherine Lynn Naomi O’Brien Nicola Watson Bunny Autumn Colasimone Tiffany Aching Sophie KoKo -------
Estes agressores com nomes de mulher são homens biológicos trans que estão agora nas bases de dados, não como homens que agrediram mulheres, mas como mulheres que agrediram outras mulheres o que implica uma fraude nas estatísticas de violações/agressões de homens contra mulheres e tem consequências ao nível da prevenção e da resolução do problema da violência contra mulheres.
Deviam ser imediatamente suspensos da escola enquanto se aguarda provas e provando-se os crimes -o que parecer fácil dado a agravante de filmarem-se a praticar o crime- expulsos da escola. Impedidos de se aproximarem de qualquer local que a rapariga frequente. Impedidos de irem para outra escola pôr em perigo outras raparigas. Os pais, sendo eles menores, responsabilizados, de uma maneira ou de outra. A criminalidade entre os adolescentes e a insegurança nas escolas agrava-se dado o continuo desinvestimento na educação. As escolas não podem ser locais de caça de criminosos graves.
Jovem de 14 anos violada em grupo em Viseu. Abusos foram filmados e imagens circulam na escola
Ex-namorado da vítima terá planeado vingar-se da rapariga. Marcou encontro com a jovem, mas apareceu com mais três amigos.
Uma jovem de 14 anos foi violada à vez por quatro rapazes, entre eles o ex-namorado, que terá planeado vingar-se da rapariga. Os abusos foram filmados e as imagens estão a circular e a serem partilhadas entre os jovens estudantes de escolas secundárias de Viseu. O caso está a chocar a comunidade escolar.
Pelos vistos, segundo este artigo, as desvantagens, do ponto de vista das vítimas, são muito superiores às vantagens, na nova legislação. Não faz sentido.
Todo o criminoso violador não apanhado e responsabilizado pelo seu crime -a esmagadora maioria-, contribui para o aumento de vítimas de violação. Muitos recincidem e em alguns grupos tipológicos, em grandes percentagens. Quando se fala deste crime, deixa-se sempre o violador de fora. Diz-se, por exemplo, 'houve 50 vítimas de violação' e a linguagem é tão impessoal que parece que a violação é algo que acontece às vítimas como apanhar uma chuvada. Devia antes dizer-se, 'houve 50 vítimas de criminosos violadores'. Cinquenta vítimas de violação significa, pelo menos cinquenta homens criminosos violadores, por vezes mais. Cada um que escapa impune vai violar mais mulheres. A linguagem devia reflectir a realidade.
A violação como crime público, mas em nome da vítima!
Talvez seja altura de parar de insinuar veladamente que as vítimas de crimes sexuais têm razões para sentirem vergonha.
No novo modelo, onde fica a vontade da vítima? De novo, seguindo o parecer da APAV, é importante reforçar a necessidade de instituir uma “natureza pública mitigada” para os crimes sexuais. Embora o crime seja público, é salvaguardado o direito que a vítima tem de não colaborar com a investigação de modo algum. Em caso algum pode a vítima ser obrigada a sujeitar-se a qualquer exame, devendo tal proibição ser expressamente incluída no art. 154.º do CPP. Deve ainda reconhecer-se à vítima o direito de requerer ao MP o arquivamento do processo, com os fundamentos que entender (privados, individuais e insindicáveis). Trata-se de uma inversão lógica do modelo: em vez de estarem todas as iniciativas dependentes da vítima, sendo excecional a intervenção autónoma do MP, esta intervenção passará a ser a regra, admitindo-se que a vítima, se assim o desejar, possa livrar-se do processo penal.
Um homem, de 40 anos, foi morto a tiro pelo próprio pai, esta terça-feira de manhã, na vila da Amareleja, no concelho de Moura. O suspeito do homicídio, Sancho Cordas, de 67 anos, fugiu e está armado. Na origem do crime estará um acordo familiar sobre o casamento de uma menina de 14 anos, disse fonte local ao JN.
As circunstâncias do crime estão a ser investigadas, mas estarão ligadas a um acordo familiar sobre casamentos com o qual a vítima não concordava. Os intervenientes são de etnia cigana e, no fim de semana passado, houve um casamento com uma adolescente de 14 anos. Segundo fonte local, terá sido esse o rastilho do conflito que resultou na morte de António Cordas.
O homem terá fugido com a arma do crime, na companhia de um irmão (tio da vítima).
A GNR emitiu um alerta interno em que os fugitivos são considerados perigosos.
O suspeito e a sua empresa já são conhecidos há 10 anos. Até lhe chamam o infractor militante. Já tiveram inúmeras queixas e investigações - agora foram apanhados em flagrante delito mas continuam a operar... porque é que não estão na cadeia? Porque é que a empresa não fechou ainda? Porque é que não esmifraram o dono da empresa de todos os lucros que fez com o crime para pagar a limpeza dos locais afectados? Não se percebe. Será preciso que vá contaminar o terreno do Presidente da República, do PM e do Presidente do STJ para fazerem algo?
A empresa em questão é a Extraoils, parece-me, que tem no seu manifesto ser uma unidade inovadora que aposta da economia sustentável e dá força à economia circular. Basta ir ao Google e escrever o nome da empresa para ir dar a vários casos de crime ambiental desta empresa. Porque é que continua a operar?
O Repórter Sábado apanhou em flagrante um suspeito que é investigado por crimes ambientais em várias zonas do país. Nem as queixas-crime, nem as ações de busca e fiscalização conseguem travar o grupo empresarial que é investigado há dez anos. pic.twitter.com/SbMEB6PhuH
O aliciamento de jovens para o terrorismo está relacionado, entre outros fatores, com a exploração da internet e redes sociais para fins maliciosos. Neste âmbito, as plataformas de jogo online têm surgido como instrumentos cada vez mais atrativos para redes criminosas, grupos extremistas e terroristas.
Young men and boys fuelled by “strongly misogynistic” online material are hunting for vulnerable women and girls to exploit on websites such as eating disorder and suicide forums, senior officers have said.
The threat from young males wanting to carry out serious harm is so serious that counter-terrorism officers are joining the National Crime Agency (NCA) in the hunt for them, fearing they could go on to attack or kill.
The material driving the young males to view horrific material and to potentially offend “has a very significant dose of misogyny in it”, Babbage added.
Jukes said the internet had “turbocharged” material triggering resentment among some young men: “In com networks and in terrorist networks, the idea that the interests of men and boys have been relegated, and the interests of women have been elevated, leads directly to violent misogyny.”
Adolescentes e jovens do sexo masculino alimentados por material online “fortemente misógino” procuram mulheres e raparigas vulneráveis para as explorar em sítios Web como fóruns sobre distúrbios alimentares e suicídio, afirmaram oficiais superiores.
A ameaça de jovens do sexo masculino que pretendem causar danos graves é tão séria que os agentes da luta contra o terrorismo estão a juntar-se à National Crime Agency (NCA) na sua caça, receando que possam vir a atacar ou matar.
O material que leva os jovens do sexo masculino a ver material horrível e a ofender potencialmente “tem uma dose muito significativa de misoginia”, acrescentou Babbage.
Jukes afirmou que a Internet “turbinou” o material que desencadeia o ressentimento de alguns jovens: “Nas redes de comunicação social e nas redes terroristas, a ideia de que os interesses dos homens e dos rapazes foram relegados e os interesses das mulheres foram elevados conduz directamente à misoginia violenta”.
(é preciso responsabilizar as empresas tecnológicas donas destas plataformas pela autorização em deixar correr livremente algoritmos que chamam e incitam ao ódio, à violência e ao crime - é preciso que os governos os obriguem a trabalhar com as autoridades policial e judicial - e é preciso impedir o acesso de jovens até uma certa idade a redes sociais e plataformas desta natureza)
Aos que não aceitam que os crimes de violação estão a aumentar, que a idade dos violadores está a baixar e que a população estudantil já não é o que era: vivem na banalização do crime e da violência da internet.
Na minha modesta opinião, estes rapazes deviam ficar presos para o resto da vida ou, saindo, ser castrados. Ao argumento de que é inumano prendê-los para a vida ou castrá-los, responde esta rapariga que para além do crime brutal que sofreu e que a vai marcar para toda a vida, está condenada a uma prisão perpétua de ter os conhecidos, os amigos, os professores, os desconhecidos, os futuros empregadores, os colegas de trabalho, o eventual companheiro mais os filhos ou os netos e todos que na internet a usarem como entretenimento erótico, a verem-na ser violada por estes três criminosos. Para o resto da vida.
Três rapazes com idades entre os 17 e os 19 anos filmaram-se a violar uma rapariga de 16 anos e divulgaram as imagens na internet
A rapariga teria combinado um encontro com um jovem de 17 anos seu conhecido, que compareceu no local com mais dois amigos, numa zona próxima da casa da vítima. Depois, "em contexto grupal constrangeram a vítima a práticas sexuais e filmaram os atos, contra a sua vontade, divulgando-os nas redes sociais", revela a PJ.
1030! Pela primeira vez um governante é condenado por actos ilícitos enquanto governante. Isto é um marco importante para a justiça portuguesa e para a confiança dos cidadãos na justiça e no Estado de Direito.
EDP: Manuel Pinho condenado a dez anos de prisão efectiva
Ricardo Salgado foi condenado a seis anos e três meses de prisão e Alexandra Pinho a quatro anos e oitos meses de prisão, suspensa por igual período. Foram dados como provados 1030 factos da acusação.
O ex-governante foi ainda condenado a pagar ao Estado cerca de 4,9 milhões de euros. Já a mulher do antigo governante, Alexandra Pinho, foi condenada a 4 anos e 8 meses de prisão, suspensa por igual período, pelos crimes de fraude fiscal e de branqueamento, enquanto o ex-banqueiro, Ricardo Salgado, foi condenado a 6 anos e 3 meses de prisão efectiva, por dois crimes de corrupção activa para acto ilícito, um crime de branqueamento. Por lei as penas superiores a cinco anos não podem ser suspensas.
Para a juíza ficou provado o "pacto corruptivo" entre Pinho e Ricardo Salgado, para que o primeiro, enquanto ministro de Economia, viesse a favorecer os interesses do Grupo Espírito Santo (GES) entre 2005 e 2009. “Manuel Pinho actuou sempre pelo interesse do BES/GES e não pelo interesse público”, sustentou.
Foi dado como provado que o ex-governante recebeu dinheiro da ES Enterprises, nomeadamente cerca de 4,9 milhões de euros, que ocultou em offshores, com o conhecimento da mulher, enquanto exercia funções no Governo.
A magistrada sublinhou que Pinho "mercadejou" o seu cargo. "Sabia ainda o arguido Manuel Pinho que ao aceitar as vantagens pecuniárias que não lhe eram devidas mercadejava com o cargo público, pondo em causa a confiança pública", afirmou, sublinhando que o ex-banqueiro e o ex-governante "sabiam que lesavam a imagem da República e atentavam contra a confiança do cidadão" com os actos que praticaram.
“As justificações apresentadas pelo arguido Manuel Pinho, entendeu o tribunal, são inverosímeis, incoerentes e ilógicas. Manuel Pinho apresentou justificações apenas enquadradas numa realidade virtual. O arguido Manuel Pinho procurou normalizar e branquear as quantias recebidas pelo BES", afirmou a magistrada que, pelo menos, no que diz respeito à pena aplicada ao ex-governante foi mais além do que pediu o Ministério Público (MP).
O que é relevante do nosso ponto de vista nestes crimes é a censura criminal. Não são crimes de impulso. São crimes ponderados, de estratégia económica e de risco. Neste caso, é relevante uma pena que tem de garantir a censurabilidade e que o crime não compensa", afirmou o procurador Rui Batista, para justificar as penas pedidas nas alegações finais do julgamento.
Para o MP, o facto de o ex-ministro da Economia ter recebido 500 mil euros dois meses depois de entrar para o Governo, e depois 15 mil euros por mês durante quatro anos, era prova de um pacto corruptivo com Ricardo Salgado.
Adultos praticam o mesmo tipo de violência e forçada, não partilhada. Os telemóveis e o anonimato das redes sociais fazem vir ao de cima as piores características narcísicas das pessoas, que de outro modo estariam recalcadas ou, pelo menos, não teriam terreno fértil para se desenvolverem. E a hipocrisia com que adultos se tornam carrascos da liberdade dos outros é pior que a dos adolescentes porque é plenamente consciente e amadurecida.
O comportamento de violência mais legitimado pela população jovem portuguesa é exatamente pegar no telemóvel ou entrar nas redes sociais sem autorização — 37,1%.
Quando me contou, não quis acreditar, não era só um número, eram os dados biométricos de outra pessoa no seu telemóvel. Como pode alguém permitir tal invasão da privacidade? Como posso deixar que um namorado, marido, tenha acesso ao meu telemóvel só para que se sinta confortável relativamente à minha fidelidade? Como pode ser isso uma prova ou atestado de conduta? Pior, como podem os adolescentes normalizar esse comportamento, partilhando palavras passe de contas de emails, de redes sociais e pins do cartão do telemóvel?
Na imagem vemos Michael Marin, um criminoso da alta finança, um mórmon, formado em Direito pela Yale Law School que trabalhou para a Lehman Brothers, Merrill Lynch e Salomon Brothers. Levava uma vida de extra-luxo bilionária. Atirou milhares para a pobreza e para a miséria, situações particularmente vulneráveis ao crime e à vida em prisões. Na imagem vemo-lo a ouvir a sentença de prisão (até 27 anos) por fraude (lançou fogo a uma propriedade sua para ganhar o prémio dos seguros) e a ingerir uma dose de veneno fatal. Os criminosos da alta finança e da política são plenamente conscientes do que fazem quando atiram pessoas para vidas de miséria e por isso, quando apanhados e sem hipóteses de manipular a justiça, preferem matar-se a ter um único dia que seja da vida desses que desprezam.
Courtroom footage shows the very moment Michael Marin swallowed a lethal dose of cyanide at his trial after being found guilty of arson. pic.twitter.com/lGzgAAfKrq
É preciso mudar as regras no desporto quando há homens que lidam com crianças e adolescentes de maneira a que eles não tenham oportunidade de entrar nos seus quartos ou nos balneários ou outros lugares em que estejam sozinhos e vulneráveis. Por exemplo, passar a haver mulheres cuja função é acompanhar em permanência as crianças e adolescentes.
A quantidade de notícias de abusos por treinadores no desporto é repugnante. O Irão mata mulheres por questões de vestuário mas o Ocidente continua com níveis de machismo e de destruição de mulheres às mãos de homens repugnantes, insuportáveis.
Em Inglaterra vai para lá um escândalo porque as mulheres na profissão de cirurgia são alvo de abusos na ordem dos 40%. O que sabe... há dias vi um programa com entrevistas a várias cirurgiãs, algumas agora consultoras, que contavam que quando eram internas foram vítimas de abusos por parte do cirurgião que era o seu orientador, muitas vezes em frente de toda a equipa de cirurgiões que fingiam não ver. Veja-se a confiança na impunidade para se fazer uma coisa destas. Muitas foram vítimas de violação e tiveram que gramar o indivíduo até ao fim do internato, como seu chefe, caladas, pois senão sofriam retaliações de destruição de carreira. Absolutamente repugnante.
Angélique Cauchy tinha apenas 12 anos quando começaram os abusos sexuais.
A ex-tenista adiantou que durante um estágio de 15 dias em La Baule viveu “as piores semanas” da sua vida. “Ele violava-me três vezes por dia. Na primeira noite pediu-me para ir ao quarto dele e eu não fui. Então veio ao meu. Foi pior. Estava presa, não podia sair quando queria”, acrescentou. Os abusos sexuais duraram dois anos.
Angélique Cauchy, agora com 36 anos, recordou o medo que sentiu, numa altura em que era apenas criança, “eram 13 os passos que me separavam do quarto dele” e sublinhou que as agressões também eram verbais. “Tentei defender-me e pedia-lhe que parasse, repetindo dia após dia ‘não me toque, isto não está bem, não quero’. Mas ele respondia ‘não te preocupes, isto acontece muitas vezes entre os treinadores e as alunas’. Mas eu não queria, ele tinha a idade da minha mãe…”, disse.
O treinador em causa é Andrew Guedes, já condenado a 18 anos de prisão, e que na altura lhe dizia que que estava infetado com HIV. “Vivi entre os 13 e os 18 anos a pensar que tinha sida. Pensei muitas vezes em suicidar-me, violou-me três vezes por dia! Vivi um pesadelo que arruinou a minha carreira”, afirmou.
Cauchy garantiu ainda que havia pessoas à sua volta que sabiam o que estava a acontecer. “No mundo do ténis sabia-se que ele não era correto com as raparigas. Às vezes diziam-me ‘sim, está com esta ou saiu com aquela’. Mas aos 38 anos não sais com uma miúda de 15 e muito menos a violas! Uma mulher avisou o presidente do clube, ao que ele respondeu ‘sim, mas ele traz-nos títulos”.