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January 01, 2026

Políticas de gente de bom senso

 

Escócia.



Diana Alastai XX
Inglaterra

Aqui está uma lista parcial dos homens que se identificam como transgéneros, [homens biológicos que se identificam como mulheres], que nos últimos ano agrediram sexualmente raparigas ou mulheres em espaços que deveria ser exclusivos femininos.
Note que esta é apenas uma lista parcial e não corresponde à totalidade das agressões/violações.

Michael Maria Pentholm
Karen White
Katie Dolatowski
Jessica Winfield
Tara Desousa
Janiah Monroe
Kristen Lukess
Lisa Hauxwell
Laken McKay
Aliea Rose Brown
Paula Witherspoon
Davina Ayrton
Johanna Wolf
Hanna Tubbs
Christopher Hambrook
Dakota Nieves
Tarah Jo Morgan
Marie Dean
Jessica Brennan
Rachel Smith
Marcia Walker
Synthia China Blast
Michelle Winter
Paris Bregazzi
Melissa Wilson
Barbie Kardashian
Jessica Smith
Wolfgang Schmidt
Chloe Thompson
Denen Anderson
Kadence Pinder
Beth Hannan
Leah Harvey
Julie Marshall
Blaine Maney
Amber Thorden
Evi Amat
Babs Longmire
Rachel Fenton
Jorven Seren
Claire Goodier
Kim Marie Johannson
Steven Hayes
Jacinta Brooks
Alexander Eshawn Lions
Ashley Winter
Steph Ricciardi
Vicky Green
Ella Davies
Melissa Addis
Madilyn Harks
Jessica Marie Hann
Michelle Martinez
Nicole Summers
Shauna Patricia Smith
Evelyn Young
Claire Goodier
Allison Woolbert
Nur Ahmed
Vyvyenne Ward
Laura McCann
Lisa Jones
Rayne Aloysius Constantine
Rose Bennett
Louise Ford
Robert Glanowski
Lily Bate
Alyssa Celusta
Sora Kuykendall
Lydia Helena Vision
Ava Jones
Alex Ray Scott
Diego Melendez
Paris Green
Tiffany Scott
Zoe Lynes
Vicky Green
Pauline Long
Chloe Walker
Toni Prince
Lana Laws
Christyl Knight
Carrie Cooper
Jasmine Hill
Diamond Blount
Nicola Florida
Dawn Love
Stacey Pool
Alexis Herschell
Scarlet Shadows
Karen Louise Lawson
Nicola Cope
Gina Owen
Kayleigh Louise Woods
Claire Darbyshire
Kira Leverton
Kathleen Carpenter
Donna Perry
Karen Jones
Carol Lea
Michelle Lewin
Alanna Nicole Partin
Yostin Murillo
Peter Selby
Wendy Jones
Rose Whitby
Daryl Graves
Diana Guevara
Jason Croker
Jody Matthew Burke
Patricia Trimble
Sally Dixon
Milan Wash
Adree Edmo
Jayden Dean
Paul Denyer
Bruno Meirelles
Pandora Electra
Robert Gordon Cummins
Danielle Rose Gemini
Brooke Lyn Sonia
Nonnie Lotusflower
Tianne Miller
Narsimha Bichappa Shirvati
Brandy Wood
Kelly McSean
Michelle Renee Lamb
Andrea Balcer
Ketan Shende
Serenity Alana Mann
Sacho Samson
Harryetta Thompson
Jenna Hansen
Jane Beck
Audrey Robinson
Lexi-Rose Crawford
Carissa Marie Radcliffe
Jolene Charisma Starr
Zara Jade
Rhiley Carlson
Claire Fox
Robert William Perry II
Tanya Howes
Loana Luna
Dwight Chisolm
Amy George
Stuart Bulling
Lorena Santana
Christopher Williams
Alyssa Christine Trenchard
Danielle Edney
Julie Shepherd
Izzabella Raymundo
Stephanie Hayden
Sophie Louise Carter
Autumn Cordellioné
Katana Paris
Shauna Kavanagh
Zera Lola Zombie
Nicole Rose Campbell
April Welsh
Tânia Ferrinho
Scarlet Moon Shadows
Laura Miller
Thorsten Heinz
Tara Pearsall
Adam McDonald
Samantha Norris
Abigail Waller
Rachel Queen Burton
Maria Childers
Xenia Jade Millar
Krystel Lauzon
Amber Faye Fox Kim
Ash Cooper
Natalie Pershall
Kazumi Watanabe
Claire Caballero
Jacqui McWilliams
Sabrina/Morrigan Hetke
Jo White
July Justine Shelby
Joanna Evans
Louise Thomas
Miquel Toni Riera Prats
Emma Davies
Lexi Secker
Pierre Parsons,
Claire Anderson
Michell Silva Perez
Michelle Blessent
Cassidy Honsinger
Elijah Thomas Berryman
Sean Windingland
Duane Owen
Dana Rivers
Alfie Howe
Marceline Harvey
Chloee-Mae Danvers
Jamie Kim Belladonna
Catarina da Lapa,
Renee Mills
Aria Peers
Danielle Marie Whitebird
Makayla Craig
Angel Hill
Farin Kinar
Reiyn Keohane
Michelle Ward
Levana Ballouz
Francesca Bartkus
María López Barrera
Autumn Tulip Harper
Richard Kenneth Cox
Oliver Smith
Rebecca Clark
Dakota Rose Austin
Catherine Lynn
Naomi O’Brien
Nicola Watson
Bunny Autumn Colasimone
Tiffany Aching
Sophie KoKo
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Estes agressores com nomes de mulher são homens biológicos trans que estão agora nas bases de dados, não como homens que agrediram mulheres, mas como mulheres que agrediram outras mulheres o que implica uma fraude nas estatísticas de violações/agressões de homens contra mulheres e tem consequências ao nível da prevenção e da resolução do problema da violência contra mulheres.

October 31, 2025

Tem de haver mão pesada para crimes destes



Deviam ser imediatamente suspensos da escola enquanto se aguarda provas e provando-se os crimes -o que parecer fácil dado a agravante de filmarem-se a praticar o crime- expulsos da escola. Impedidos de se aproximarem de qualquer local que a rapariga frequente. Impedidos de irem para outra escola pôr em perigo outras raparigas. Os pais, sendo eles menores, responsabilizados, de uma maneira ou de outra. A criminalidade entre os adolescentes e a insegurança nas escolas agrava-se dado o continuo desinvestimento na educação. As escolas não podem ser locais de caça de criminosos graves.


Jovem de 14 anos violada em grupo em Viseu. Abusos foram filmados e imagens circulam na escola

Ex-namorado da vítima terá planeado vingar-se da rapariga. Marcou encontro com a jovem, mas apareceu com mais três amigos.

Uma jovem de 14 anos foi violada à vez por quatro rapazes, entre eles o ex-namorado, que terá planeado vingar-se da rapariga. Os abusos foram filmados e as imagens estão a circular e a serem partilhadas entre os jovens estudantes de escolas secundárias de Viseu. O caso está a chocar a comunidade escolar.

July 21, 2025

A legislação é suposto proteger as vítimas e melhorar a sua situação



Pelos vistos, segundo este artigo, as desvantagens, do ponto de vista das vítimas, são muito superiores às vantagens, na nova legislação. Não faz sentido.

Todo o criminoso violador não apanhado e responsabilizado pelo seu crime -a esmagadora maioria-, contribui para o aumento de vítimas de violação. Muitos recincidem e em alguns grupos tipológicos, em grandes percentagens. Quando se fala deste crime, deixa-se sempre o violador de fora. Diz-se, por exemplo, 'houve 50 vítimas de violação' e a linguagem é tão impessoal que parece que a violação é algo que acontece às vítimas como apanhar uma chuvada. Devia antes dizer-se, 'houve 50 vítimas de criminosos violadores'. Cinquenta vítimas de violação significa, pelo menos cinquenta homens criminosos violadores, por vezes mais. Cada um que escapa impune vai violar mais mulheres. A linguagem devia reflectir a realidade.


A violação como crime público, mas em nome da vítima!

Talvez seja altura de parar de insinuar veladamente que as vítimas de crimes sexuais têm razões para sentirem vergonha.


No novo modelo, onde fica a vontade da vítima? De novo, seguindo o parecer da APAV, é importante reforçar a necessidade de instituir uma “natureza pública mitigada” para os crimes sexuais. Embora o crime seja público, é salvaguardado o direito que a vítima tem de não colaborar com a investigação de modo algum. Em caso algum pode a vítima ser obrigada a sujeitar-se a qualquer exame, devendo tal proibição ser expressamente incluída no art. 154.º do CPP. Deve ainda reconhecer-se à vítima o direito de requerer ao MP o arquivamento do processo, com os fundamentos que entender (privados, individuais e insindicáveis). Trata-se de uma inversão lógica do modelo: em vez de estarem todas as iniciativas dependentes da vítima, sendo excecional a intervenção autónoma do MP, esta intervenção passará a ser a regra, admitindo-se que a vítima, se assim o desejar, possa livrar-se do processo penal.



June 10, 2025

Em Portugal há casamentos de menores à força e ninguém faz nada

 

Um homem, de 40 anos, foi morto a tiro pelo próprio pai, esta terça-feira de manhã, na vila da Amareleja, no concelho de Moura. O suspeito do homicídio, Sancho Cordas, de 67 anos, fugiu e está armado. Na origem do crime estará um acordo familiar sobre o casamento de uma menina de 14 anos, disse fonte local ao JN.

As circunstâncias do crime estão a ser investigadas, mas estarão ligadas a um acordo familiar sobre casamentos com o qual a vítima não concordava. Os intervenientes são de etnia cigana e, no fim de semana passado, houve um casamento com uma adolescente de 14 anos. Segundo fonte local, terá sido esse o rastilho do conflito que resultou na morte de António Cordas.

O homem terá fugido com a arma do crime, na companhia de um irmão (tio da vítima).

A GNR emitiu um alerta interno em que os fugitivos são considerados perigosos.

May 12, 2025

Crime ambiental em Setúbal - coisas que não se percebem

 


O suspeito e a sua empresa já são conhecidos há 10 anos. Até lhe chamam o infractor militante. Já tiveram inúmeras queixas e investigações - agora foram apanhados em flagrante delito mas continuam a operar... porque é que não estão na cadeia? Porque é que a empresa não fechou ainda? Porque é que não esmifraram o dono da empresa de todos os lucros que fez com o crime para pagar a limpeza dos locais afectados? Não se percebe. Será preciso que vá contaminar o terreno do Presidente da República, do PM e do Presidente do STJ para fazerem algo?

A empresa em questão é a Extraoils, parece-me, que tem no seu manifesto ser uma unidade inovadora que aposta da economia sustentável e dá força à economia circular. Basta ir ao Google e escrever o nome da empresa para ir dar a vários casos de crime ambiental desta empresa. Porque é que continua a operar? 

April 12, 2025

Dois artigos sobre a ameaça criminosa de material e jogos online

 


No mundo dos jogos virtuais, o ISIS é rei e a Rússia, rainha…


O aliciamento de jovens para o terrorismo está relacionado, entre outros fatores, com a exploração da internet e redes sociais para fins maliciosos. Neste âmbito, as plataformas de jogo online têm surgido como instrumentos cada vez mais atrativos para redes criminosas, grupos extremistas e terroristas.

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Misogynistic content driving UK boys to hunt vulnerable girls on suicide forums

Young men and boys fuelled by “strongly misogynistic” online material are hunting for vulnerable women and girls to exploit on websites such as eating disorder and suicide forums, senior officers have said.

The threat from young males wanting to carry out serious harm is so serious that counter-terrorism officers are joining the National Crime Agency (NCA) in the hunt for them, fearing they could go on to attack or kill.

The material driving the young males to view horrific material and to potentially offend “has a very significant dose of misogyny in it”, Babbage added.

Jukes said the internet had “turbocharged” material triggering resentment among some young men: “In com networks and in terrorist networks, the idea that the interests of men and boys have been relegated, and the interests of women have been elevated, leads directly to violent misogyny.”

Adolescentes e jovens do sexo masculino alimentados por material online “fortemente misógino” procuram mulheres e raparigas vulneráveis para as explorar em sítios Web como fóruns sobre distúrbios alimentares e suicídio, afirmaram oficiais superiores.

A ameaça de jovens do sexo masculino que pretendem causar danos graves é tão séria que os agentes da luta contra o terrorismo estão a juntar-se à National Crime Agency (NCA) na sua caça, receando que possam vir a atacar ou matar.
O material que leva os jovens do sexo masculino a ver material horrível e a ofender potencialmente “tem uma dose muito significativa de misoginia”, acrescentou Babbage.

Jukes afirmou que a Internet “turbinou” o material que desencadeia o ressentimento de alguns jovens: “Nas redes de comunicação social e nas redes terroristas, a ideia de que os interesses dos homens e dos rapazes foram relegados e os interesses das mulheres foram elevados conduz directamente à misoginia violenta”.

(é preciso responsabilizar as empresas tecnológicas donas destas plataformas pela autorização em deixar correr livremente algoritmos que chamam e incitam ao ódio, à violência e ao crime - é preciso que os governos os obriguem a trabalhar com as autoridades policial e judicial - e é preciso impedir o acesso de jovens até uma certa idade a redes sociais e plataformas desta natureza)

March 27, 2025

À atenção da Fernanda Câncio e dos que se referem aos alunos do secundário como, 'as crianças'

 

Aos que não aceitam que os crimes de violação estão a aumentar, que a idade dos violadores está a baixar e que a população estudantil já não é o que era: vivem na banalização do crime e da violência da internet.

Na minha modesta opinião, estes rapazes deviam ficar presos para o resto da vida ou, saindo, ser castrados. Ao argumento de que é inumano prendê-los para a vida ou castrá-los, responde esta rapariga que para além do crime brutal que sofreu e que a vai marcar para toda a vida, está condenada a uma prisão perpétua de ter os conhecidos, os amigos, os professores, os desconhecidos, os futuros empregadores, os colegas de trabalho, o eventual companheiro mais os filhos ou os netos e todos que na internet a usarem como entretenimento erótico, a verem-na ser violada por estes três criminosos. Para o resto da vida. 


Três rapazes com idades entre os 17 e os 19 anos filmaram-se a violar uma rapariga de 16 anos e divulgaram as imagens na internet 



A rapariga teria combinado um encontro com um jovem de 17 anos seu conhecido, que compareceu no local com mais dois amigos, numa zona próxima da casa da vítima. Depois, "em contexto grupal constrangeram a vítima a práticas sexuais e filmaram os atos, contra a sua vontade, divulgando-os nas redes sociais", revela a PJ.

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February 28, 2025

Estou à espera de ver o director da PJ na TV




Dizer que não há nenhuma criminalidade relacionada com estrangeiros, pelo contrário, e quem diz que há é racista.


Cinco menores (romenas) grávidas foram raptadas de lares do Porto

Rede romena angariava raparigas para mendicidade. Algumas eram violadas e os seus filhos vendidos em esquemas ilegais de adoção
Expresso

June 06, 2024

DDT, Pinho e Pinho condenados - foram dados como provados 1030 (!) factos da acusação

 


1030! Pela primeira vez um governante é condenado por actos ilícitos enquanto governante. Isto é um marco importante para a justiça portuguesa e para a confiança dos cidadãos na justiça e no Estado de Direito.


EDP: Manuel Pinho condenado a dez anos de prisão efectiva


Ricardo Salgado foi condenado a seis anos e três meses de prisão e Alexandra Pinho a quatro anos e oitos meses de prisão, suspensa por igual período. Foram dados como provados 1030 factos da acusação.


O ex-governante foi ainda condenado a pagar ao Estado cerca de 4,9 milhões de euros. Já a mulher do antigo governante, Alexandra Pinho, foi condenada a 4 anos e 8 meses de prisão, suspensa por igual período, pelos crimes de fraude fiscal e de branqueamento, enquanto o ex-banqueiro, Ricardo Salgado, foi condenado a 6 anos e 3 meses de prisão efectiva, por dois crimes de corrupção activa para acto ilícito, um crime de branqueamento. Por lei as penas superiores a cinco anos não podem ser suspensas.

Para a juíza ficou provado o "pacto corruptivo" entre Pinho e Ricardo Salgado, para que o primeiro, enquanto ministro de Economia, viesse a favorecer os interesses do Grupo Espírito Santo (GES) entre 2005 e 2009. “Manuel Pinho actuou sempre pelo interesse do BES/GES e não pelo interesse público”, sustentou.

Foi dado como provado que o ex-governante recebeu dinheiro da ES Enterprises, nomeadamente cerca de 4,9 milhões de euros, que ocultou em offshores, com o conhecimento da mulher, enquanto exercia funções no Governo.

A magistrada sublinhou que Pinho "mercadejou" o seu cargo. "Sabia ainda o arguido Manuel Pinho que ao aceitar as vantagens pecuniárias que não lhe eram devidas mercadejava com o cargo público, pondo em causa a confiança pública", afirmou, sublinhando que o ex-banqueiro e o ex-governante "sabiam que lesavam a imagem da República e atentavam contra a confiança do cidadão" com os actos que praticaram.

“As justificações apresentadas pelo arguido Manuel Pinho, entendeu o tribunal, são inverosímeis, incoerentes e ilógicas. Manuel Pinho apresentou justificações apenas enquadradas numa realidade virtual. O arguido Manuel Pinho procurou normalizar e branquear as quantias recebidas pelo BES", afirmou a magistrada que, pelo menos, no que diz respeito à pena aplicada ao ex-governante foi mais além do que pediu o Ministério Público (MP).

O que é relevante do nosso ponto de vista nestes crimes é a censura criminal. Não são crimes de impulso. São crimes ponderados, de estratégia económica e de risco. Neste caso, é relevante uma pena que tem de garantir a censurabilidade e que o crime não compensa", afirmou o procurador Rui Batista, para justificar as penas pedidas nas alegações finais do julgamento.

Para o MP, o facto de o ex-ministro da Economia ter recebido 500 mil euros dois meses depois de entrar para o Governo, e depois 15 mil euros por mês durante quatro anos, era prova de um pacto corruptivo com Ricardo Salgado.

https://www.publico.pt/ (excertos)


March 13, 2024

Este não é um comportamento exclusivo da juventude

 


Adultos praticam o mesmo tipo de violência e forçada, não partilhada. Os telemóveis e o anonimato das redes sociais fazem vir ao de cima as piores características narcísicas das pessoas, que de outro modo estariam recalcadas ou, pelo menos, não teriam terreno fértil para se desenvolverem. E a hipocrisia com que adultos se tornam carrascos da liberdade dos outros é pior que a dos adolescentes porque é plenamente consciente e amadurecida.


Que propósito serve teres a password dele/a?


O comportamento de violência mais legitimado pela população jovem portuguesa é exatamente pegar no telemóvel ou entrar nas redes sociais sem autorização — 37,1%.

Quando me contou, não quis acreditar, não era só um número, eram os dados biométricos de outra pessoa no seu telemóvel. Como pode alguém permitir tal invasão da privacidade? Como posso deixar que um namorado, marido, tenha acesso ao meu telemóvel só para que se sinta confortável relativamente à minha fidelidade? Como pode ser isso uma prova ou atestado de conduta? Pior, como podem os adolescentes normalizar esse comportamento, partilhando palavras passe de contas de emails, de redes sociais e pins do cartão do telemóvel?


January 21, 2024

Os criminosos da alta finança e da política são plenamente conscientes do que fazem

 


Na imagem vemos Michael Marin, um criminoso da alta finança, um mórmon, formado em Direito pela  Yale Law School que trabalhou para a Lehman Brothers, Merrill Lynch e Salomon Brothers. Levava uma vida de extra-luxo bilionária. Atirou milhares para a pobreza e para a miséria, situações particularmente vulneráveis ao crime e à vida em prisões. Na imagem vemo-lo a ouvir a sentença de prisão (até 27 anos) por fraude (lançou fogo a uma propriedade sua para ganhar o prémio dos seguros) e a ingerir uma dose de veneno fatal. Os criminosos da alta finança e da política são plenamente conscientes do que fazem quando atiram pessoas para vidas de miséria e por isso, quando apanhados e sem hipóteses de manipular a justiça, preferem matar-se a ter um único dia que seja da vida desses que desprezam. 


September 15, 2023

"Sim, [viola adolescentes de 12 anos] mas ele traz-nos títulos”.




É preciso mudar as regras no desporto quando há homens que lidam com crianças e adolescentes de maneira a que eles não tenham oportunidade de entrar nos seus quartos ou nos balneários ou outros lugares em que estejam sozinhos e vulneráveis. Por exemplo, passar a haver mulheres cuja função é acompanhar em permanência as crianças e adolescentes. 
A quantidade de notícias de abusos por treinadores no desporto é repugnante. O Irão mata mulheres por questões de vestuário mas o Ocidente continua com níveis de machismo e de destruição de mulheres às mãos de homens repugnantes, insuportáveis. 
Em Inglaterra vai para lá um escândalo porque as mulheres na profissão de cirurgia são alvo de abusos na ordem dos 40%. O que sabe... há dias vi um programa com entrevistas a várias cirurgiãs, algumas agora consultoras, que contavam que quando eram internas foram vítimas de abusos por parte do cirurgião que era o seu orientador, muitas vezes em frente de toda a equipa de cirurgiões que fingiam não ver. Veja-se a confiança na impunidade para se fazer uma coisa destas. Muitas foram vítimas de violação e tiveram que gramar o indivíduo até ao fim do internato, como seu chefe, caladas, pois senão sofriam retaliações de destruição de carreira. Absolutamente repugnante. 

Antiga promessa do ténis francês revela que foi “violada 400 vezes” pelo treinador


Angélique Cauchy tinha apenas 12 anos quando começaram os abusos sexuais.


A ex-tenista adiantou que durante um estágio de 15 dias em La Baule viveu “as piores semanas” da sua vida. “Ele violava-me três vezes por dia. Na primeira noite pediu-me para ir ao quarto dele e eu não fui. Então veio ao meu. Foi pior. Estava presa, não podia sair quando queria”, acrescentou. Os abusos sexuais duraram dois anos.

Angélique Cauchy, agora com 36 anos, recordou o medo que sentiu, numa altura em que era apenas criança, “eram 13 os passos que me separavam do quarto dele” e sublinhou que as agressões também eram verbais. “Tentei defender-me e pedia-lhe que parasse, repetindo dia após dia ‘não me toque, isto não está bem, não quero’. Mas ele respondia ‘não te preocupes, isto acontece muitas vezes entre os treinadores e as alunas’. Mas eu não queria, ele tinha a idade da minha mãe…”, disse.

O treinador em causa é Andrew Guedes, já condenado a 18 anos de prisão, e que na altura lhe dizia que que estava infetado com HIV. “Vivi entre os 13 e os 18 anos a pensar que tinha sida. Pensei muitas vezes em suicidar-me, violou-me três vezes por dia! Vivi um pesadelo que arruinou a minha carreira”, afirmou.

Cauchy garantiu ainda que havia pessoas à sua volta que sabiam o que estava a acontecer. “No mundo do ténis sabia-se que ele não era correto com as raparigas. Às vezes diziam-me ‘sim, está com esta ou saiu com aquela’. Mas aos 38 anos não sais com uma miúda de 15 e muito menos a violas! Uma mulher avisou o presidente do clube, ao que ele respondeu ‘sim, mas ele traz-nos títulos”.


May 27, 2023

"A ausência de visibilidade das vítimas da criminalidade económica não é sinónimo da sua inexistência"




Crime e Castigo – Atitude Pública: Afinal o que pretendemos?


Raquel Brito

O conceito white-collar crime surgiu pela primeira vez com Edwin Sutherland, na 34ª reunião anual da Sociedade de Criminologia Americana, em 1939. O sociólogo associou a criminalidade económica a indivíduos providos de responsabilidades (nomeadamente sociais, empresariais e públicas) e com elevado estatuto social. 
Desconstruindo, deste modo, algumas condições de outos modelos teóricos, para os quais o crime está mormente correlacionado com as condições físicas e psicológicas individuais, e que reiteram que grande parte da essência criminal reside na pobreza dos indivíduos. 
Desta forma, surge algum desvalor pelas teorias que condicionam as atividades criminosas exclusivamente à “anormalidade” dos indivíduos, reconhecendo-se que estes atos envolvem o comum cidadão. 

Em boa verdade, é quebrado o ciclo ao qual subjaz a estigmatização associada às classes mais desfavorecidas.

A realidade nacional (e internacional) demonstra, diariamente, que a criminalidade é transversal a todos os cidadãos, quer como autores de crimes quer como vítimas deles. Mas, a presente crónica reporta à atitude pública face ao crime de colarinho branco e ao castigo a mesma lhe dita.

Longe de minimizar os crimes das elites, estudos recentes revelam que na grande maioria das vezes a opinião pública tende a considerar estes crimes como sendo tão graves quanto a criminalidade violenta. 
Encontrando-se geralmente mais inclinada a apoiar punições severas contra os seus perpetradores. No mesmo contexto, a literatura tem vindo a demonstrar a predominância de um endurecimento das atitudes públicas em relação aos criminosos de colarinho branco. 

Apesar destes permanecerem ainda significativamente mais propensos a evitar processos criminais e encarceramento em comparação com os infratores de rua. Como afirmaria Maurice Cusson em 2002 “As práticas passíveis de contestação dos miseráveis e das minorias são mais facilmente proibidas e punidas do que as dos ricos e poderosos. Ao longo da história, a vagabundagem foi mais vezes objeto de punição do que as práticas monopolistas. Os crimes cometidos pelos pobres, como o assalto, são mais sistematicamente punidos, e punidos com prisão, do que os crimes dos ricos, como o abuso de confiança”.

Ora, afigura-se urgente alicerçar mudanças neste pensamento. Que só pode ainda prevalecer pelo facto de, sendo o mais consequente e causador de mais danos que a criminalidade violenta, o crime de colarinho branco será o menos entendido.

Menos entendido, talvez. Contudo, não menos conhecido.

Somam-se casos do envolvimento de personalidades sociais, empresariais e políticas na criminalidade económica. É, assumidamente considerável a lista de dirigentes de altos comandos de instituições públicas e privadas que acabam por se envolver em crimes de corrupção, evasão fiscal, conflito de interesses, peculato, entre outros. Causando perturbações na sã convivência social e que por vezes provocam consequências económicas e sociais desastrosas.

Neste seguimento, teremos por certo bem presente o caso de um autarca condenado por vários crimes (corrupção passiva, abuso de poder, fraude fiscal, entre outros) sendo, posteriormente, eleito para o mesmo cargo.

Num caso em que não é possível declarar que a “justiça dos tribunais” falhou no castigo, indaga-se a sobre a eficácia da efetiva concretização da “justiça dos homens”. Por esta mesma circunstância, destaco duas análises principais. A primeira reflete a consequência penal sofrida pelo ofensor, ou seja, o normal funcionamento das instituições de controlo formal. A segunda, a consequência social (e potencialmente estigmatizante) que parece não se ter concretizado.

Pois bem, revela-se peculiar ter sido possível a sua reeleição após condenação para o mesmo cargo que o capacitou para os crimes que cometeu. Não obstante, ser admissível reconhecer que após o cumprimento da sentença o cidadão foi integrado na sociedade como normativamente cumpridor.

Obviamente, não é de todo possível registar qualquer evidência científica, não deixando de ser intrigante constatar que parte da população não imprimiu qualquer cunho sancionatório ao individuo condenado. Assim, importa refletir sobre a atitude pública e se a pouca censura que fez refletir no caso seria igual perante um homicida.

Note-se que a ausência de visibilidade das vítimas da criminalidade económica não é sinónimo da sua inexistência.


February 13, 2023

Até as palavras faltam

 


Deixar-se escrutinar? Vivemos numa sociedade civil, num Estado de Direito. Portugal não é a monarquia eletiva do Vaticano. Já havia tanta denúncia que não era mais possível impedir a investigação e a questão é que a Igreja tentou ao máximo e por todos os meios negar que houvesse pedófilos entre os padres e outros responsáveis cristãos; evitar até onde podia a investigação; influenciou as leis para safar padres pedófilos e encobriu todos os crimes durante dezenas e dezenas de anos. Não deu à comissão acesso aos arquivos e tentou menosprezar a investigação quando ela começou. 

"a Igreja Católica recuperou parte da credibilidade perdida"? Não vive neste mundo. O encobrimento sistemático ao mais alto nível das cúpulas lançou uma mancha de desconfiança sobre todos os padres, os que são pedófilos e a maioria que não são. O nome deles é: bestas! Um termo muito usado na Bíblia para certas pessoas.

E não são cinco centenas de vítimas, são 5000! As que falaram até agora - e sabemos que nestes crimes são muito poucos os que falam. Por vergonha e porque a igreja tem muito poder que não hesita em usar contra as vítimas se isso for necessário para manter a sua imagem.

A Igreja precisa de encontrar formas de impedir que isso aconteça, acolhendo as vítimas, oferecendo-lhes meios de reconstrução psicológica, permitindo-lhes caminhos de recuperação da confiança em si mesmo e procurando com elas modos de lhe dar protagonismo público.  O quê?? Mas quem é que são as vítimas de violações sistemáticas que querem uma relação de amizade com os seus algozes violadores? Mas estas pessoas vivem em que mundo?? Os criminosos que cometeram estes crimes têm de ir para a prisão e nunca mais incomodar as vítimas. As pessoas da igreja não estão acima da lei. 

Há ainda, pelo menos, 100 padres pedófilos no activo. A quantas crianças e adolescentes têm acesso? Quem são os pais que agora, olham para os padres e orientadores católicos em geral dos seus filhos sem pensar duas vezes?

Este é um artigo de relativização do crime e até elogio do comportamento da igreja... até as palavras faltam... repugnante.


Três exigências de uma dor imensa



Jorge Wemans

Ao tornar-se a primeira instituição do país a deixar-se escrutinar sobre esta matéria por uma comissão independente, a Igreja Católica recuperou parte da credibilidade perdida.


December 27, 2022

A história desta garota, da mãe e dos carrascos que a torturaram parece saída dos mais terríveis contos de Grimm

 


A mãe gasta o dinheiro em bruxas e feitiços de amarração, seja lá isso que for e depois entrega-a para saldar dívidas a uma família de predadores torturadores ao melhor estilo dos contos aterrorizantes de Grimm. O pai foge e não quer saber, só pensa em droga. Incrivelmente, ficamos a saber que antes da garota morrer já a Segurança Social tinha tirado 5 filhos à mulher que é mãe... como é que uma pessoa a quem têm de tirar todos os filhos não é proibida de ter filhos? Como não é tutelada assim que tem um filho? Como é que a Segurança Social a deixa à solta, sem tutela, sabendo do seu historial? E a família dos predadores, a tal Tita, como é que os deixam ter os filhos com eles ou sequer aproximar-se de crianças? Pergunto mas sei a resposta: a Segurança Social, tal como os outros organismo do Estado não governamentais e dirigentes são pobres e desfalcados de pessoal  e com precários porque a prioridade é dar meio milhão aos parasitas do Estado e empregar os filhos dos amigos às dezenas como assessores de fazer nada e sacar dinheiro. Esta história é difícil de representar mentalmente, quer dizer, são pessoas atrasadas mentais e com patologias de violência extrema que deviam ser proibidas de voltar a aproximar-se de uma criança. E a dificuldade em aceder ao telemóvel dos criminosos porque os políticos exercem pressão para que não se possa aceder a essa prova. E porquê? Porque têm muito a perder. Tudo uma hipocrisia... mas alguém tem dúvidas que os políticos e jornalistas, que são tu cá tu lá com os serviços de informação, devassam os telemóveis e computadores de todos os que querem controlar ou só porque podem?




November 26, 2022

Hoje é o Dia da Memória do Holodomor




Hoje é o Dia da Memória do Holodomor.

Provavelmente, a maioria dos ucranianos (com excepção da Ucrânia Ocidental, que não fazia então parte da URSS) têm uma história da família no Holodomor. Eu também, mas um pouco não-convencional.

Todos os meus antepassados ucranianos que sobreviveram ap Holodomor morreram antes de os meus pais nascerem, excepto uma uma bisavó que morreu mais tarde. Era russa. Alguns anos antes do Holodomor, a sua família tinha fugido das repressões soviéticas para o Donbas. Trabalhavam aí como mineiros.
Devido à constante escassez de mão-de-obra no Donbas, as estruturas estatais da região muitas vezes fizeram vista grossa ao passado das pessoas. Isto permitiu a muitas pessoas esconderem-se aí da repressão. Esta história é bem contada por Hiroaki Kuromiya no livro Freedom and Terror in the Donbas.

A família da minha bisavó era de uma aldeia na região de Lipetsk, na Rússia, onde o seu avô tinha ficado. Quando ele soube que tinha começado uma fome na Ucrânia, pegou num saco de cereais para levar aos seus filhos.
Ele sabia que na fronteira ucraniana a sua carga seria verificada e que os cereais seriam confiscados. Por conseguinte, saltou do comboio em Valuyki, uma cidade na fronteira. Como resultado, ficou gravemente ferido. No entanto, conseguiu atravessar a fronteira a pé e entregou o grão, quase sem vida. Despediu-se da família e voltou à Rússia, para morrer em casa.

A minha bisavó contou esta história ao meu pai quando ele era jovem. Ela desempenhou um papel importante na educação do meu pai e influenciou o facto de, mesmo nos tempos soviéticos, ele ter-se politizado e ter-se tornado num um nacionalista ucraniano.
Muitos ucranianos, durante muito tempo, tinham medo de falar sobre esses acontecimentos. Como escreveu Hanna Perekhoda, também uma socialista ucraniana do Donbas:

"A minha bisavó, uma residente da aldeia de Chicherino na região de Donetsk, foi uma das três sobreviventes de uma família de onze crianças... A primeira vez que ela falou do que tinha passado foi aos noventa anos de idade, quando finalmente ficou convencida de que o martelo e a foice tinham sido retirados definitivamente do edifício do conselho da aldeia".

Taras Bilous

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A colecção de fotografias do Holodomor de Alexander Wienerberger, é talvez a evidência visual mais viva e detalhada da fome que os soviéticos tentaram tão arduamente esconder.
Um engenheiro químico austríaco que passou quase duas décadas a trabalhar na URSS, Wienerberger foi designado para gerir uma fábrica em Kharkiv em 1932.
Pouco depois de chegar, o impacto devastador do Holodomor tornou-se claramente visível nas ruas da cidade.
Armado com uma pequena e simples máquina fotográfica alemã Leica II, passou meses a fotografar secretamente vítimas da fome.
Com as zonas rurais devastadas pela colectivização, muitos deles eram camponeses que tinham fugido em massa para Kharkiv, então a capital da Ucrânia soviética. Tinham ido para lá na esperança de conseguir trabalho e comida, mas em vez disso encontraram apenas a morte.

Algumas das suas fotografias:








Outro fotógrafo da fome foi Whiting Williams, um jornalista especialista em relações laborais que este infiltrado no Donbass da Ucrânia soviética.

This photo taken by Whiting Williams in August 1933 appeared in an article he wrote for a British magazine a year later but had been largely forgotten until now. It was originally published with the caption "Factory women passing a tiny victim of famine: a dead child lying on a pavement in [Kharkiv]."


Já Mykola Bokan era um fotógrafo ucraniano cuja própria família foi gravemente afectada pela fome.

Tal como muitos ucranianos, Bokan e os seus sete filhos começaram a passar fome quando a situação se tornou especialmente tensa em 1932.

Sem ninguém capaz de lhe pagar como fotógrafo profissional, ele não tinha nada com que viver, mas resolveu usar as ferramentas do seu ofício para documentar as experiências da sua família.

Uma das fotografias mais pungentes retrata-o a si (à direita) e à sua família, sentados à mesa. A legenda diz, "300 dias sem pão".



Intitulada, "No Caixão", esta fotografia mostra Konstantin Bokan (seu filho) pouco depois da sua morte por desnutrição, aos 22 anos. (Arquivo do Serviço de Segurança da Ucrânia, fonds 6, caso № 75489-fp, volume 2)

Written by Coilin O'Connor based on a report by Dmytro Dzhulay for RFE/RL's Ukrainian Service.

June 04, 2022

Navalny faz hoje 46 anos #FreeNavalny #FreeAllPoliticalPrisoners

 


Dia 5⃣0⃣2⃣ na prisão! 

Hoje é 46º aniversário de Alexey Navalny Алексей Навальный, injustamente encarcerado pelo regime de Putin. Que ele conheça o próximo ano livre, como deve ser. 
#FreeNavalny 
#FreeAllPoliticalPrisoners



April 27, 2022

O que estão os russos a fazer na Ucrânia?