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April 13, 2026

Tratar a ruptura social como 'diversidade cultural'



Olhar para os outros países europeus que estão cheios de problemas de crime (sobretudo violações e crimes de faca) e de ruptura social a ameaçar a estabilidade social e política e chamar-lhe 'diversidade cultural' e afirmar que a entrada de 1,2 milhões de imigrantes, sendo 19% islamitas (ou mais, pois talvez os outros 14% vindos de Inglaterra também o sejam) vai promover a coesão social, apesar de constatar que a imigração não resolve o problema do envelhecimento da população, ou é cegueira ou desonestidade. 
Vou mais pela desonestidade, pois o artigo afirma que cabe a todos integrar seja como for estes imigrantes quando ela sabe que apenas uma parte da população vai sofrer com esta imigração em massa e não são os que vivem na bolha - ela fala especificamente nos professores terem que fazer esse trabalho. Neste país os responsáveis, sendo incompetentes para resolver os problemas, põem para cima das escolas e dos professores a solução de todos os problemas sociais - e têm sempre um rebanho a segui-los.
Quem, em particular, vai sofrer com esta imigração desenfreada em massa (a quem chama 'inédita'), são as raparigas e mulheres que serão as sacrificadas, como vemos que aconteceu imediatamente em todos os países com imigração massiva de islamitas. TODOS. 
São centenas de milhar de raparigas violadas nesses países e um nível de assédio diário e constante que impede que possam ter o direito de andar nas ruas do seu país em liberdade, pois é dada preferência aos direitos desses imigrantes islamitas. 
Já aqui em Portugal o número de violações subiu drasticamente. Portanto, a esquerda acha aceitável sacrificar raparigas e mulheres no altar da sua ideologia de integração de pessoas não-integráveis. Talvez por isso, nas definições das prioridades de crime a resolver não se achou de valor incluir os crimes sexuais, apesar de haver 11 violações por semana - sabendo nós que neste crime, a maioria dos casos nunca é denunciada.


O desafio da integração

Cristina Casalinho

(...) entre 2001 e 2021, a população estrangeira a viver em Portugal passou de 2,2% para 5,2% (informação dos Censos). Recorrendo aos registos na Segurança Social, de acordo com o Boletim Económico de março de 2026 do Banco de Portugal, no final de 2025, o número de estrangeiros em Portugal atingiu 1,13 milhões, que compara com 152 mil em 2010. Desde 2018, estima-se entrada total de 1,2 milhões, tendo-se registado o pico em 2024. Este movimento constitui o maior influxo de população desde 1974-1975.
(...)
A maioria dos trabalhadores estrangeiros registados na Segurança Social como empregados por conta de outrem tem proveniência do Brasil (38%), sul da Ásia (19%), PALOP (14%), e Europa, incluindo Reino Unido (14%)

Muito embora os fluxos migratórios não permitam resolver estruturalmente o envelhecimento populacional, mitigam tensões existentes no mercado de trabalho, evitando estrangulamentos em setores onde se deteta falta de mão-de-obra — seja na construção, agricultura ou turismo —, e contribuindo decisivamente para o crescimento económico.

Pela rapidez e magnitude do acréscimo de população estrangeira, tornando a sociedade portuguesa mais heterogénea, designadamente devido à percentagem significativa de não-falantes de português, impõe-se um esforço importante no sentido de assegurar condições de equidade e integração, através de acesso à educação, trabalho condigno, saúde, habitação, ou seja, à defesa de direitos, liberdades e garantias.

Com a nova diversidade da população, Portugal aproxima-se da realidade vivida na maioria dos países europeus, quebrando a tradicional homogeneidade cultural. 

Neste esforço coletivo de integração de um número inédito de migrantes, para o qual, pela sua vastidão, todos somos convocados, a sociedade civil tem um papel fulcral a desempenhar na busca de soluções práticas eficazes e facilitação do acesso a serviços. Nos acessos a disponibilizar, importa priorizar: educação, em particular o ensino do português para estrangeiros; justiça, designadamente o conhecimento do quadro legal relativo ao mercado de trabalho e acesso a bens públicos; ou habitação, materializada no acesso a alojamento digno.
(...)
Esta é uma prova exigente, mas plenamente superável, com benefícios claros para a coesão e o futuro coletivo.

Público

March 30, 2026

Saiu a ferros

 

Ate que enfim que alguém da esquerda diz o óbvio

 

 

Estou agora a trabalhar com os alunos do 10º ano o tema dos valores morais e das 3 posições relativamente à questão: os que defendem o subjectivismo dos valores, os que defendem o objectivimo dos valores e os que defendem o relativismo cultural dos valores.

De um modo grosseiramente simplificado, podemos dizer que o subjectivismo dos valores defende que os valores correspondem a desejos e sentimentos pessoais. Deste modo, toda a acção humana do subjectivista é moral, dado que emana do seu desejo ou sentimento íntimos. O problema desta perspectiva é a impossibilidade de vida em sociedade, dado nenhum acordo ser possível entre desejos particulares que só por coincidência são comuns. Nenhum debate é possível pois o sentimento ou desejo pessoais são o que são. Quando os transgéneros dizem que são mulheres porque o sentem ou desejam posicionam-se como subjectivistas dos valores. Assim como, quando dizem que sentem que pertencem aos espaços das mulheres, exigem não ser contrariados justamente porque a sua acção parte dos seus desejos pessoais que são sempre legítimos porque não precisam de razões para o ser. Só precisam afirmar-se enquanto tais. Ora, nenhuma sociedade comum é possível se cada um exige ser e fazer tudo o que deseja e ser respeitado por todos os outros, mesmo quando os seus desejos chocam com os direitos dos outros. Os subjectivistads dos valores querem transformar os seus desejos em leis para todos.

Depois, os relativistas dos valores afirmam que os valores são um produto da nossa educação cultural e, nessa medida, nenhuma cultura é melhor que outra, pois cada uma teve e tem o seu contexto que a legitima. Exigem a tolerância (uma contradição nos termos porque a tolerância não pode ser exigida) para com as acções da sua cultura por ser a sua. O problema do relativismo cultural é não explicar as discordâncias dentro de uma cultura. Por exemplo, quando os islamitas reivindicam que se respeite os valores da sua cultura, não leva em conta que há milhares ou milhões de pessoas, dentro da sua cultura, que a rejeita. O relativismo deixou de poder ser levado à letra quando o mundo se tornou uma aldeia global e todos em todas as culturas têm acesso aos direitos e valores de outras culturas e fazem comparações com a sua. Se o relativismo fosse levado ao extremos as culturas de tradições opostas deixariam de poder comunicar entre si por ser impossível encontrar um chão comum. Seriam como feudos.

Finalmente, o objectivismo dos valores defende que há valores objectivamente bons e valores objectivamente maus. Desse modo, defende que há culturas com valores superiores a outras e tenta impor universalmente os seus valores.

Cada uma das perspectivas tem os seus problemas mas a mais danosa em termos de convivência e coesão social é a subjectivista cujo extremo é o narcisismo. Torna impossível resolver um conflito e obrigatório aceitar acções moralmente erradas. Não havendo campo comum, a lei é a do mais forte.

Quanto às outras duas perspectivas, podem coexistir se aceitarem, cada uma, limites. A Carta dos Direitos Humanos Universais foi um passo na direcção de estabelecer valores universais, deixando alguma margem para a interpretação relativa desses valores no contexto das culturas diversas.

Porém, agora precisamos de ir mais longe e estabelecer uma carta dos deveres universais, como defendia Kant.

March 24, 2026

Testemunho de Robert Spencer no Congresso sobre a sharia

 

A sharia é um código supremacista e totalitário medieval, incivilizado e violento que renega a lei secular dos países e impõe a subjugação violenta. É preciso que a Europa expulse daqui todos esses islamitas que vêm para espalhar a lei da sharia.


O Islão em menos de 1 minuto

 

O casos dos outros muçulmanos que não são terroristas

 

Este vídeo diz tudo. Aqui está um belga com raízes turcas que vigia e assedia a própria mulher e quando a juíza lhe pede explicações ele responde, 'na minha cultura é permitido os homens vigiarem as mulheres e as pessoas com quem contactam e impedirem-nas de sair' e tal. A juíza pergunta-lhe, 'de onde é o senhor?' ao que ele responde que é belga. 'Então, diz ela, a sua cultura é esta'. Ele responde que é um belga turco e que na sua cultura é permitido. A juíza responde-lhe, 'a sua cultura não é turca porque o senhor escolheu a Bélgica, escolheu ficar aqui'. Essa cultura é incompatível com a cultura da Bélgica e a questão é que o senhor escolheu ficar aqui nesta cultura. 

Os outros muçulmanos que não são terroristas calam-se quanto ao terrorismo porque querem viver nas sociedades ocidentais, querem os seus benefícios em termos de liberdade e de respeitarem os seus direitos humanos mas sem terem de cumprir os deveres de eles mesmo respeitarem essa liberdade e direitos humanos dos outros.

Era bom que todos os juízes fossem como esta juíza: ou escolhes ficar na Bélgica e tens de cumprir os deveres desta sociedade ou se não queres a responsabilidade de respeitares esta cultura, voltas para aquela que queres praticar. Agora, estar aqui e exigir a tolerância de poder obedecer à sharia de outra cultura é que não.

March 10, 2026

Quem coloniza quem?

 

 

March 04, 2026

As raparigas e mulheres do Afeganistão foram enterradas vivas pelo mundo

 

Estão a morrer, muitas por suicídio porque vivem como vivem num inferno terrorista islamita e sentem que estão completamente abandonadas. A ONU não quer saber delas, ninguém fala por elas ou dá visibilidade à sua situação. Ninguém sanciona o regime terrorista dos talibãs. Os EUA abandonaram-nas à sua sorte sabendo perfeitamente o que estavam a fazer.


O Islão explica-se a si mesmo

 

Agora a França tem isto

 

O Islão explica-se a si mesmo

 

O Islão explica-se a si mesmo

 


O islão explica-se a si mesmo


Do manual de lei islâmica do aiatolá Khomeini, o Tahrir al-Wasilah. Página 229, Volume 3: «Não é permitido ter relações sexuais com uma mulher a menos que ela tenha atingido a idade de nove anos, independentemente de o casamento ser permanente ou temporário. No entanto, não há objecção a outros prazeres sexuais, como tocar lascivamente, abraçar e esfregar as coxas, mesmo com uma criança ainda a amamentar.»

 

March 03, 2026

Precisavas de um pontapé no traseiro que te enviasse de volta para o deserto para o teu camelo

 

Sad, but true


 

Falta aqui o outro para completar o trio da vida airada: Putin!




March 01, 2026

Imigração em massa de islamitas

 


Martin Sellner

Estágios da islamização

Muitas pessoas veem as árvores, mas não a floresta. Luzes do Ramadão, anúncios do McDonald's, igrejas em chamas, tudo isso se encaixa num processo gradual que leva à transformação cultural.

O modelo de estágios do Dr. Hammond ilustra esse padrão. 

Abaixo de 2% 💤

Visto como uma «minoria inofensiva». Pressão mínima. Primeiros pequenos sinais de visibilidade e afirmação cultural.

Exemplos:

EUA 1,1% 🇺🇸
Portugal 0,6% 🇵🇹
Irlanda 1,6%  🇮🇪


2–5% ⚠️
Começa o recrutamento. Surgem meios paralelos. Acções públicas, como orações nas ruas - testam os limites.
Recrutamento dentro de minorias étnicas, prisões e gangues de rua.
Incêndios de igrejas, ataques terroristas, violações colectivas, gangues de aliciamento.

Austrália 3,2% 🇦🇺
Itália ~4% 🇮🇹
Noruega ~5% 🇳🇴
Canadá 4,9% 🇨🇦
Espanha ~4% 🇪🇸


5%+ 🔥
Pressão política e cultural desproporcional. 
Exigências abertas por representação política, opções halal, feriados religiosos.
Acompanhado de intimidação e aumento da ameaça terrorista.
Manifestações em massa. Surgimento de movimentos jihadistas. Taqiyya táctica entre «moderados» e extremistas. Seguem-se concessões públicas.

Suécia ~8% 🇸🇪
Países Baixos ~7% 🇳🇱
Filipinas 6% 🇵🇭
Trinidad e Tobago ~5% 🇹🇹
Dinamarca ~6% 🇩🇰
Alemanha ~6% 🇩🇪
Reino Unido ~6,5% 🇬🇧

(Adenda: Na semana passada foi publicado um gráfico, a partir de dados oficiais, acerca dos casos de violação comparando o RU com países europeus. A imigração em massa de islamitas é uma ameaça à vida e liberdade das raparigas e mulheres. 



~10% 💥
Agitação e motins regulares, usados como forma de pressão. Áreas inacessíveis ao público ou polícias (enclaves).
Forte influência política através do voto étnico.
Controlo de redes de crime organizado em algumas regiões.
Pressão para leis anti-«islamofobia», financiamento para enclaves, mais imigração.
A pressão cultural pode desencadear conversões entre os nativos que procuram segurança ou aceitação social.

França ~9% 🇫🇷
Guiana 7% 🇬🇾
Índia 14,2% 🇮🇳
Israel 18% 🇮🇱


20%+ 🪖
A violência torna-se organizada. Milícias formam-se como extensões políticas.
Movimentos islâmicos separatistas intensificam a pressão.

Etiópia 34% 🇪🇹


40%+ 🩸
Terrorismo crónico. Violência sectária.
As áreas não muçulmanas enfrentam pressão sistemática.
A estabilidade do Estado enfraquece. Fase de predominância.

Bósnia 50% 🇧🇦
Chade 55% 🇹🇩
Líbano 62% 🇱🇧
Nigéria 50% 🇳🇬


60%+ ⚖️
Sociedade amplamente islamizada.
Estado, polícia, forças armadas e estruturas jurídicas moldadas pelas maiorias islâmicas.

Malásia 66% 🇲🇾


80%+ 🏴
Domínio quase total.
Perseguição sistemática de minorias religiosas.
Aplicação da Sharia.

Egito 90% 🇪🇬
Paquistão 97% 🇵🇰
Irão 99% 🇮🇷


Em que fase se encontra o seu país neste momento?




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