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January 19, 2026

A Inglaterra está perdida

 


O Islão explica-se a si mesmo

 

Idiotas úeis do Ocidente

 

January 18, 2026

O cinismo e hipocrisia

 


(A BBC pouco tem mostrado dos protestos que classificou como protestos contra o custo de vida. Enfim, é a nova esquerda cínica apoiante do islamofascismo totalitário)


Julien Dray

Esta manhã, os números macabros no Irão são terríveis... certamente já ultrapassaram os 50 000 mortos... Estes números coincidem com todos os relatórios das diferentes cidades iranianas... É um drama absoluto... mas discutimos, relativizamos, enfim, rendemo-nos ao cinismo!




January 17, 2026

Porque aceitamos islamitas extremistas da Irmandade Muçulmana, do Hamas, do Daesch...

 

É um suicídio. É mandá-los embora para de onde vieram e fechar as mesquitas e madrassas onde formam soldados contras as nossa democracias.

Is this true?

 

January 15, 2026

Governos pueris puseram-nos na 'twilight zone'

 

Emigrar para os EUA ou para a Austrália já não serve para escapar a governos pueris, moralmente cobardes. Há Câmaras no Texas cujo Presidente é paquistanês e onde se tornou obrigatório as cantinas escolares só terem carne halal, um método de abate que valoriza o sofrimento cruel do animal na hora da morte, o que vai contra tudo o que consideramos justo e civilizado. E na Austrália pode-se ir preso durante anos por ofender a entidade imaginária adorada pelos islamitas ou criticar o único livro que lêem.

Um dia, será obrigatório celebrar como feriado o dia em que os mouros mataram um rei nosso, por exemplo, ou será considerado islamofóbico falar no D. Afonso Henriques ou teremos que tirar as quinas da bandeira para não ofender os adoradores de uma entidade imaginária tão ou mais sanguinária que o Drácula.

Estamos na twilight zone.

Em Marselha os não-islamitas já pagam a jizia aos islamitas

 

 

Pôr os olhos nos outros


A Suécia, a braços com falta de trabalhadores, como acontece com outros países europeus, deixou entrar sem nenhum controlo ou requisitos mínimos imigrantes, sobretudo de países islamitas. Quase todos homens sozinhos. Depois contrata-os para serem cuidadores de lares de idosos ou cuidadores domiciliários, sabendo que são homens que vêm de culturas onde são ensinados que as mulheres, sobretudo as europeias, são lixo e que violar mulheres é um direito dado por Alá. Há lares de idosos onde nem um único funcionário fala sueco. O governo cala-se porque o pior medo da esquerda é o medo cobarde de serem chamados racistas e não aparecerem como virtuosos. 

O medo é tão grande que em Inglaterra sacrificam milhares de crianças e adolescentes a islamitas violadores e raptores de crianças e adolescentes para violações colectivas e, na Suécia, sacrificam as mulheres idosas condenando-as a um inferno nos últimos anos de vida. Na Austrália, depois do ataque dos islmitas a judeus com imensas mortes, o governo aprovou (ontem) uma lei de islamofobia, em que se pode ir preso até 5 anos se se ofender um islmita. Em Londres, ontem, 200 indianos sikhs foram até ao apartamento de um paquistanês conhecido por manter raparigas de 10 e 12 anos raptadas e drogadas, presas, para serem violadas colectivamente por gangs de outros paquistaneses - geralmente familiares e amigos. Foi só com essa pressão de não saírem da porta do apartamento que a polícia apareceu para prender os criminosos.

Era bom que puséssemos os olhos no exemplo dos outros. Sobretudo aquelas pessoas que dizem publicamente que temos de deixar entrar qualquer um porque temos falta de trabalhadores e que quem não é a favor de deixar entrar qualquer um é racista. É isto o que queremos? Queremos o que se passa em Inglaterra? Queremos o que se passa na Suécia? Na Austrália?


Suécia. Como o Estado sacrificou mulheres idosas no altar do multiculturalismo e do medo de ser chamado de racista

Nos últimos anos, mulheres idosas têm sido violadas em números inaceitáveis dentro dos cuidados a idosos financiados pelo Estado sueco. Isso acontece repetidamente, de forma previsível e com total conhecimento das instituições, enquanto as autoridades fragmentam a responsabilidade e se recusam a intervir a nível nacional. 
Os municípios escondem-se atrás de procedimentos. Os prestadores de cuidados citam a falta de pessoal. O Estado invoca a autonomia local. 
O resultado é sempre o mesmo: mulheres idosas e indefesas são violadas, roubadas e humilhadas, enquanto o sistema permanece intacto, mesmo absorvendo um influxo maciço de homens estrangeiros totalmente inadequados para o trabalho de cuidados íntimos.

O que torna esse abuso verdadeiramente chocante é que ele não ocorre nas margens da sociedade. Ele acontece no coração do Estado de bem-estar social: nas próprias casas das mulheres, em instituições de cuidados residenciais, em casas de banho, chuveiros e sanitários. 
Acontece quando as mulheres estão frágeis, com deficiências cognitivas, confinadas a cadeiras de rodas, gravemente doentes ou em fase terminal, muitas vezes inteiramente  dependentes dos funcionários para sobreviver. É impossível escapar. As suas vozes são fracas ou inexistentes. 
E quando a pessoa designada para prestar cuidados é a mesma que as viola, a sociedade perde a sua dignidade.

Imagine os últimos meses da sua vida a ser violada e abusada, sem poder fugir, sem poder ser ouvida, sem ninguém para vir em seu socorro. Se o inferno existe, não é um lugar abstracto. É uma instituição de cuidados da terceira idade sueca onde os violadores se disfarçam de cuidadores, operando por trás de uniformes e procedimentos, enquanto você está incapacitada, indefesa e esquecida.

Desde 2021, quase 400 casos de violação de mulheres com mais de 60 anos foram denunciados à polícia sueca. Nos casos documentados e nas decisões judiciais, há uma notável representação excessiva de agressores imigrantes, um padrão que as autoridades têm relutado em abordar abertamente.

Este número por si só deveria ter desencadeado medidas de emergência a nível nacional. Em vez disso, foi normalizado como ruído de fundo num sistema que já falhou. Os profissionais que prestam cuidados a idosos reconhecem abertamente que o número oculto é muito maior, devido à sub-notificação, ao défice cognitivo, ao medo de denunciar e ao silêncio institucional.

O padrão torna-se claro quando os casos são examinados. Dois casos:

Em Uppsala, em 2023, uma idosa conhecida como Elsa, de 84 anos, alertou repetidamente as autoridades municipais que um cuidador domiciliar se expunha sexualmente e tinha um comportamento sexual impróprio na sua casa. Nenhuma acção decisiva foi tomada. Ele não foi demitido. Meses depois, Elsa relatou que o mesmo homem a violou. Quando o caso finalmente chegou aos investigadores, foi arquivado por falta de provas. Uma situação directamente ligada à falta de acção das autoridades quando os avisos foram feitos.

Este caso envolveu um alegado agressor. O caso seguinte em Uppsala envolveu um indivíduo diferente, mas com a mesma estrutura institucional:

Durante 2023-2024, outro prestador de cuidados domiciliários em Uppsala, com cerca de 25 anos, violou e agrediu sexualmente pelo menos quatro mulheres idosas com idades entre 77 e 88 anos nas suas próprias casas. O hoemem abusou da sua posição de confiança e filmou partes das agressões. Acabou por ser condenado a oito anos de prisão, mas até ser preso continuou a trabalhar nos mesmos sítios e a criar várias vítimas. A supervisão falhou repetidamente e a todos os níveis.

A falha institucional foi tão grave que, em 2024, reportagens investigativas revelaram muitas vítimas dentro do mesmo sistema municipal, levando à demissão de toda a comissão de cuidados a idosos em Uppsala. Não se tratou de um colapso causado por um único indivíduo, mas por um sistema que concedia acesso, ignorava avisos e não se interessava em proteger mulheres vulneráveis.

Em Outubro de 2025, na região de Estocolmo/Södertörn, uma mulher de 100 anos foi violada na sua própria casa por um cuidador domiciliário, cidadão iraquiano de 30 anos, durante uma visita de cuidados. O tribunal condenou-o a quatro anos de prisão, mas recusou-se a classificar o crime como agravado e rejeitou a deportação, apesar dos pedidos do Ministério Público. O mesmo indivíduo foi absolvido numa acusação separada de violação envolvendo uma mulher de 94 anos, devido a dificuldade em provar. 

(...) [segue-se a descrições de outros casos ]

Quando os dados contextuais são analisados, surge outro padrão desconfortável: o mais chocante, que as autoridades relutam em reconhecer publicamente. Uma representação significativa de agressores imigrantes aparece nos casos documentados, homens provenientes de culturas com visões fundamentalmente diferentes sobre as mulheres, a sexualidade, a autonomia corporal e o consentimento. Isto não é especulação. Está documentado. Evitar a questão não protege as mulheres vulneráveis, expõe-nas.

Entretanto, os cuidados a idosos na Suécia têm sido cada vez mais moldados pela política de integração [de islamitas], pela escassez de mão de obra e pela negação ideológica. Não há requisitos na contratação, não há verificações de antecedentes, não há exigência de falarem o sueco e os padrões e riscos conhecidos têm sido aceites ano após ano. Os municípios contratam. Os empreiteiros fornecem. O Estado define o quadro e depois faz vista grossa ao que lá se passa.

Se crianças fossem vítimas de abuso nesta escala em instituições com recursos públicos, o país entraria em colapso. Seria aprovada legislação de emergência. Ministros renunciariam. Quando mulheres idosas são estupradas pelos seus cuidadores contratados pelo Estado, a resposta é o silêncio, a relativização e frases burocráticas, como se suas vidas já não importassem.

Este não é um problema local e não é uma questão de pessoal. É uma traição nacional. Os crimes estão documentados, o padrão está estabelecido e a responsabilidade é clara. Ainda assim, o sistema protege-se a si próprio, enquanto as mulheres idosas pagam o preço.

EXIGÊNCIAS FORMAIS — O QUE DEVE ACONTECER AGORA

Este escândalo requer acção imediata e nacional. Não revisões, directrizes ou gestos simbólicos.

1. Comissão Nacional de Crise
Uma comissão de crise independente, nomeada pelo Estado, com mandato total para investigar abusos sexuais em lares de idosos em todo o país, incluindo falhas municipais, avisos ignorados, não denúncia de crimes e responsabilidade administrativa. Esta é uma emergência nacional, não uma questão local.

2. Denúncia criminal obrigatória por lei
Reforma legislativa imediata tornando obrigatória a denúncia à polícia de qualquer suspeita de crime sexual ou abuso grave em instituições de cuidados a idosos. Sem discricionariedade. Sem tratamento interno. A não denúncia deve acarretar consequências legais.

3. Verificações obrigatórias e recorrentes de antecedentes
Verificações criminais recorrentes e legalmente exigidas para todos os funcionários de instituições de cuidados a idosos, incluindo aqueles já empregados. Suspensão imediata sem remuneração quando surgirem alegações credíveis, enquanto se aguarda a investigação.

4. Normas nacionais para linguagem e competência
Requisitos legais de linguagem e competência para qualquer pessoa que tenha acesso íntimo a residentes idosos. A comunicação inadequada é um risco à segurança e não uma questão de diversidade.

5. Responsabilidade e sanções do Estado
O Estado deve assumir a responsabilidade directa pela supervisão e fiscalização. A autonomia municipal não pode ser usada como um escudo contra a responsabilização. Falhas repetidas devem acionar sanções, destituição de líderes e perda de licenças de funcionamento.

Qualquer coisa menos do que isso é cumplicidade. Cada dia de inacção é uma escolha institucional e é feita às custas das mulheres idosas.

KATERINA JANOUCH in katjanouch.se/

January 13, 2026

Por todo o lado o anti-semitismo cresce

 

Desde que o fascismo islamita se instalou na Europa com a conivência da esquerda.


Resistir aos fascismos

 

Aos estabelecidos e aos emergentes.

Mensagem do interior do Irão

 

Masih Alinejad 🏳️

Mensagem do interior do Irão:

Por favor, ajudem-nos. A situação aqui é terrível. É uma guerra em grande escala. As forças do regime não mostram misericórdia. Eles atiram nos manifestantes na cabeça e no coração e até mesmo matam aqueles que já estão feridos nas ruas. Nos hospitais, os feridos estão a ser sequestrados e mortos.

anda, de porta em porta, a confiscar as antenas de satélite para que não possam aceder à internet e divulgar os crimes do líder teocrático da religão do ódio.

January 12, 2026

O Irão é um Estado terrorista

 




Em França já se discute a razoabilidade de viver sob um regime islâmico

 


O Irão explica-se a si mesmo

 

January 11, 2026

Porque razão o Ocidente colabora com os defensores do Livro do Ódio?

 

⚔️
@hardseltzerr

Muslims have gotten way too comfortable shoving their beliefs down everyone else’s throats, thanks to Westerners spoiling them.
We in Iran don’t give a fuck if you call us Islamophobic.
Phobia means fear of something harmless
Islam has killed and fucked up enough lives in Iran for it to be real trauma, not some irrational fear.

 

Western feminists ...

 

O Islão explica-se a si mesmo

 

É esta mentalidade e hábitos que os islamitas trazem para a Europa e na Europa há governantes que apoiam a opressão islâmica das mulheres. Aqui no país, as mulheres da esquerda apoiam isto, ao ponto de uma delas ir com mulheres de burka para a rua defender a opressão das mulheres. São pessoas que andam pelas universidades e pelos governos a fazer propaganda aos islamitas e ao seu modo de vida violento e misógino. Deviam formar o partido político das hipócritas e levar com elas todos os machistas que rejubilam com isto.


First they came for the Yazidi women


Rawan Osman روان عثمان
@RawaneOsmane


First they came for the Yazidi women.
I said nothing —
I am not Islamophobic.

Then they came for the Christians.
I said nothing —
I am not Islamophobic.

Then they came for the Kurds.
I said nothing —
I am not Islamophobic.

Then they came for the Druze.
I said nothing —
I am not Islamophobic.

Then they came for the Jews.
I said nothing —
I am not Islamophobic.

Then they came for the Iranians.
I said nothing —
I am not Islamophobic.

They are still coming.
As long as it isn’t for me.


Irão: 2.000 manifestantes mortos em 48 horas

 




Rubina Aminian, uma estudante de 23 anos, foi assassinada pelo regime islâmico na noite de quinta-feira, 8 de janeiro, depois de sair da universidade e participar de um protesto em Teerão. Depois de identificar o corpo da filha, a mãe disse: «Não foi só a minha filha. Eu vi centenas de corpos com os meus próprios olhos».💔