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September 03, 2026

Gloria Steinem morreu ontem com 92 anos

 


Uma mulher de referência, não só como escritora e jornalista, mas sobretudo como grande advogada dos direitos das mulheres.


Tanta luta e tantos anos e voltámos à estaca zero de ter leis que, não só discriminam as mulheres com base no sexo, como negam a existência de direitos femininos com base no sexo e até negam a existência das próprias mulheres a pedido de homens misóginos e com o apoio de dezenas de milhares de mulheres que aceitam a misoginia como benefício social. 

Não sei se Gloria Steinem estava lúcida e alerta nestes últimos anos mas se estava deve ter sentido uma grande desilusão  - a mesma de que fala aqui.


August 22, 2026

Produtos de segurança (sobretudo) para raparigas e mulheres

 

Uma espanhola, Julieta Rueff, farta de ser seguida e assediada em Barcelona pelos imigrantes do costume, inventou uma granada que emite um alarme de 110 decibéis e transmite automaticamente coordenadas GPS em tempo real e notificações de emergência para contactos ou serviços designados. Activa o GPS do telemóvel, a câmara e o microfone. Chama-se FlamAidpro e pode comprar-se aqui: flamaid.com/pt/products

Muitas destas geringonças foram inventadas por mulheres e a causa é comum: experiência de assédio, de perseguição e de ataques. She's Birdie, por exemplo, foi inventado por Amy Derber e a irmã para familiares, como dispositivo de dissuasão de crime contra ataques nas universidades, que têm taxas muito altas de violação. 


Há outros produtos semelhantes ao FlamAidpro:

She's Birdie (Original Birdie): Um alarme pessoal em forma de porta-chaves, popular e elegante, que emite uma sirene alta e uma luz estroboscópica intermitente quando o pino é puxado. 

Alarmes Pessoais Sabre: Sirenes com clipe, resistentes às intempéries (como o Sabre 2-em-1 Clip-On), que produzem tons de alerta de alto decibel, concebidas para corredores e caminhantes. 

Sirene de Auto-defesa Original Defense: Um alarme compacto e resistente à água, em formato de porta-chaves, com uma sirene extremamente alta e luzes LED brilhantes. 

Alternativas inteligentes ligadas a aplicações POM Safe: Um dispositivo de segurança pessoal que se veste, ligado a uma aplicação móvel, que envia alertas de emergência e dados de localização para contactos designados ou redes de segurança. 

ROAR for Good: fundada por Yasmine Mustafa, tem 2 dispositivos, o Athena, um dispositivo de segurança geral com sirene e envio de alertas de emergência e dados de localização para contactos designados ou redes de segurança; e o AlwaysOn, um dispositivo concebido para a segurança em ambiente de trabalho (Yasmine inventou-o para hospitais e hotéis) com um botão de pânico de funcionamento wireless.

Life360 / Tile Pro / Apple AirTag: Embora os localizadores de objetos padrão se concentrem principalmente em objetos perdidos, muitos utilizadores comparam os seus ecossistemas de localização ou utilizam as funcionalidades SOS integradas para partilhar a localização de forma básica com familiares.

July 23, 2026

WNBA

 

 

June 24, 2026

Tenho a certeza que as mulheres são melhores do que isto que se vê aqui

 

Uma mulher a enterrar as vítimas através da negação para defender o islamismo racista dos violadores. É uma tristeza.


June 09, 2026

Biologia sexual III

 

Biologia sexual II

 


June 07, 2026

Pôr as coisas em perspectiva

 

Aqui está porque é que os homens biológicos não devem poder entrar nos desportos das mulheres que implicam força física muscular explosiva. Vídeo: 4 mulheres-polícia tentam dominar 1 homem sem sucesso. Depois aparece 1 homem-polícia e deita-o ao chão num segundo.

May 25, 2026

As religiões são hostis às mulheres

 

E os machistas que mandam nelas culpam cobardemente as mulheres dos seus pecados.


May 11, 2026

Fazem falta mulheres nos governos

 

A diferença que faz ter uma mulher esclarecida à frente de um governo em vez de ter governos sempre e só com homens. É capaz de pôr a economia a ultrapassar o Reino Unido na melhoria do custo de vida e ao mesmo tempo progredir na igualdade de direitos entre homens e mulheres, ao contrário da quase totalidade de países que encara os direitos das mulheres como questões não-prioritárias e prejudiciais à economia ou prejudiciais aos direitos dos homens - PPC encarnado o primeiro caso e Rui Tavares e as esquerdistas progressistas defensoras da burka, o segundo. Na Europa as violações subiram 150% e os governos dos homens esquerdistas mandam esconder os números para que não se saiba porque são quase todos obra dos islamitas que se importam às dezenas de milhar.

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A Itália aprovou por unanimidade uma lei que torna o feminicídio punível com prisão perpétua — enviando uma das mensagens jurídicas mais fortes contra a violência contra as mulheres da história moderna.

A lei reconhece especificamente os crimes em que as mulheres são assassinadas por motivos de ódio, controlo ou discriminação baseados no género.

Os defensores da lei afirmam que isto é mais do que uma punição, é uma declaração de que a sociedade já não pode normalizar a violência escondida por trás de relações, ciúmes ou abusos.
Em todo o mundo, milhões de mulheres continuam a enfrentar violência de género todos os anos. 




March 17, 2026

Há vários níveis de guerra a decorrer no planeta

 

Há a guerra com bombas sobre a Ucrânia iniciada por Putin. Há a guerra no Médio Oriente iniciada pelos palestinianos do Hamas e os seus patrocinadores (Irão, Hezbollah, etc.), há a guerra no Irão iniciada com os ataques de Trump e depois há uma guerra sem bombas mas muito perigosa de homens poderosos contra as mulheres e essa está a alastrar por todo o lado e vai desde os islamitas aos cristão evangelistas misóginos, passando pelos trans homens biológicos.

Neste vídeo, este poderoso americano que pertence à Heritage Foundation, autora do Projeto 2025 de Trump, diz publicamente que deve vedar-se o acesso das mulheres a profissões como engenharia, medicina, Direito, etc. para se glorificar os homens. Esta é uma luta que tem de ser travada por todas as pessoas de bem e não apenas por mulheres, contra a educação misógina, contra o fanatismo religioso e contra a violência destes homens.

Há imensas mulheres, à esquerda e à direita que recusam ver os factos, umas porque os factos colidem com o seu anti-semitismo, outras porque colidem com o seu fanatismo religioso. Uma pessoa moderada começa a não ter em quem votar porque à esquerda validam os crimes islamitas e à direita validam os crimes dos fanáticos evangelistas.

Em França há uma organização feminista que também tem homens e é aberta a todos os que lutam pela igualdade de género e contra a toxicidade e espírito maléfico dos misóginos, com particular enfoque na imigração em massa de islamitas, porque representa um perigo para os direitos das mulheres na Europa. Chama-se Colectivo Nemesis. É claro que a comunicação social de esquerda chama-as extremistas da direita porque, lá está, estão aliados aos islamitas e recusam reconhecer a sua extrema misoginia.

Neste momento nem a direita nem a esquerda defendem os direitos das mulheres. Uns e outros atacam-nos abertamente, embora com motivos diferentes. Quem pensa que os direitos das mulheres na Europa são uma conquista do género, 'Fim da História', olhe para a História. 

São precisos movimentos públicos e activos que lutem contra esta tentativa de regressão de direitos por parte de homens maléficos e de cúmplices passivos.


 

Os EUA votaram, sozinhos, contra os direitos das mulheres na ONU



Foi a primeira vez, nos 70 anos de história do encontro mundial anual da Comissão sobre o Estatuto da Mulher (CSW) na ONU, que as suas «conclusões acordadas» — um texto negociado e elaborado pelos Estados-Membros — foram submetidas a votação pelos 45 membros eleitos da CSW, em vez de serem adoptadas por consenso. Numa manobra dramática de tentativa de sabotagem, Washington obrigou a que houvesse uma votação em vez do tradicional consenso. Apesar disso, os Estados-Membros presentes na sessão de abertura, a 9 de março, na lotada Sala da Assembleia Geral, explodiram num aplauso estrondoso e de pé após a aprovação das conclusões por maioria.

«As alterações regressivas propostas pelos EUA, que visavam a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos, os direitos humanos e as liberdades fundamentais e as reparações foram rejeitadas da versão final», afirmou Jen Rauch, responsável pela defesa de direitos a nível global da Fòs Feminista, uma organização de defesa da saúde reprodutiva, num e-mail enviado à PassBlue.

O documento final foi adotapdo por uma clara maioria, apesar das repetidas tentativas dos EUA para atrasar e inviabilizar o processo, o que por si só é um sinal que vale a pena destacar: «o multilateralismo não está morto», acrescentou Rauch. «O sistema da ONU continua a lutar pela igualdade de género na cena global.»Os Estados Unidos ficaram isolados na sua oposição à adopção das «conclusões acordadas» na Comissão sobre o Estatuto da Mulher (CSW) na terça-feira, tendo registado o único voto «contra» na sede das Nações Unidas em Nova Iorque na segunda-feira.
Houve 37 votos a favor e seis abstenções - Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Egito, Mali, Mauritânia eArábia Saudita. A CSW é composta por 45 membros eleitos.

«Antes da adopção, o representante dos Estados Unidos [Dan Negrea] propôs primeiro que a sua apreciação fosse adiada, depois que o texto fosse retirado e, por fim, propôs oito alterações ao texto», de acordo com um comunicado de imprensa da ONU.

As objeções dos EUA incluíram «linguagem ambígua que promove a ideologia de género», «compromissos vagos e não qualificados com a saúde sexual e reprodutiva que podem ser interpretados como implicando direitos ao aborto» e «linguagem de censura sobre a regulamentação da inteligência artificial», de acordo com o comunicado de imprensa da ONU.

Anteriormente, a Nigéria e o Egipto tinham solicitado mais tempo para chegar a um consenso – o caminho habitual para a tomada de decisões na ONU e o único caminho que a CSW tem seguido nos últimos 70 anos. Mais tarde, o Paquistão propôs votar separadamente cada uma das oito alterações dos EUA.

Medidas para combater a violência baseada no género

A CSW, criada em 1946, é o principal órgão intergovernamental mundial dedicado exclusivamente à promoção da igualdade de género, bem como aos direitos e à capacitação das mulheres.

O tema da CSW deste ano é «garantir e reforçar o acesso à justiça para todas as mulheres e raparigas», através da eliminação de leis, políticas e práticas discriminatórias, bem como de barreiras estruturais à justiça

As conclusões acordadas «visam criar sistemas de justiça que funcionem para todos de forma igualitária», segundo Valverde.

As propostas centram-se fortemente na justiça para as sobreviventes de violência baseada no género, incluindo a integração de um acesso à justiça sensível às questões de género em todos os setores, o reconhecimento formal dos atores da justiça comunitária e a introdução de nova terminologia sobre justiça digital e governação da IA, com o objectivo de proteger as mulheres e as raparigas.

O texto reforça também os sistemas normalizados para dados sobre violência baseada no género e promove uma abordagem que envolva toda a sociedade e reconheça o papel da sociedade civil.

A presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock, afirmou na abertura da CSW que a reacção contra os direitos das mulheres «dá a sensação de que somos obrigadas a travar as mesmas velhas batalhas vezes sem conta, batalhas de há 80 anos».

Baerbock, ex-ministra dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, salientou que é apenas a quinta mulher a ocupar o cargo de presidente da Assembleia Geral e que, em 80 anos, nunca houve uma mulher a ocupar o cargo de secretária-geral.

«Se não abordarmos o facto de que três quartos dos parlamentares em todo o mundo são homens e de que 103 países nunca tiveram uma mulher como Chefe de Estado, então dificilmente conseguiremos fazer justiça.

«Os direitos das mulheres não são nada de novo», acrescentou ela. «Estão enraizados no ADN desta instituição desde o início.»

A Relatora Especial da ONU sobre a violência contra as mulheres e as raparigas, Reem Alsalem, também se referiu a Jeffrey Epstein, observando que «a divulgação parcial das informações sobre as atrocidades cometidas pela organização criminosa de Epstein… tem vindo a ocorrer em todo o mundo há décadas, ao mesmo tempo que se ostenta um nível repugnante de impunidade».

https://healthpolicy-watch.news/us-isolated-in-opposition-to-un-womens-rights-document/

https://passblue.com/2026/03/10/how-us-tried-but-failed-to-wipe-out-70-years-of-global-consent-on-womens-rights/

March 11, 2026

Bom senso

 

Viver entre dois olhares e ser cego ao seu



Esta reflexão de Du Bois é interessante, mas o que ele diz dos afro-americanos viverem entre dois olhares aplica-se a todas as mulheres do mundo e não apenas por causa do olhar dos homens brancos, mas por causa do olhar de todos os homens, incluido os afro-americanos - ou indivíduos não brancos de outras sociedades. Aliás, a crítica que Macamo faz à intervenção dos EUA no Irão e à cumplicidade dos portugueses com essa posição, não leva em conta, precisamente, a escravatura das mulheres na sociedade iraniana, os pedidos insistentes em todos os canais abertos ao mundo de ajuda internacional para se libertarem da escravatura atroz dos islamitas, seus algozes. A condição "dolorosa" de que fala Du Bois é experimentada por muitos outros grupos e desde logo as mulheres, mas não só (os que têm deficiências, os obrsos, os que têm certas doenças, etc.), pois todos os que são vítimas de preconceito as sentem e não apenas os afro-americanos, de maneira que esta insistência na excepção da dor dos afro-americanos parece-me encaixar-se num processo de vitimização que, quanto a mim, não ajuda à solução de problemas, antes a perpétuá-los.

No início do século XX, o sociólogo afro-americano W.E.B. Du Bois formulou um dos conceitos mais elegantes da teoria social moderna. No seu livro The Souls of Black Folk, Du Bois falou da “dupla consciência” para descrever a experiência de quem vive permanentemente entre duas formas de ver o mundo. O negro americano, dizia ele, aprende a olhar para si próprio simultaneamente com os seus próprios olhos e com os olhos da sociedade que o julga e o mede. Vive dividido entre duas perspectivas que nem sempre coincidem. A sua vida torna-se, por assim dizer, um exercício permanente de visão estereoscópica.

Du Bois descrevia uma condição dolorosa, mas também extraordinariamente fértil. Quem vive entre dois olhares aprende a reconhecer incoerências que outros não vêem. Aprende a desconfiar de certezas demasiado confortáveis. Aprende, sobretudo, que os princípios universais proclamados pelas sociedades dominantes nem sempre são aplicados com a mesma generosidade a todos.    - Elísio Macamo in publico.pt

 

March 08, 2026

Porque é que ainda precisamos de feminismo

 




Happy International Reality Women's Day!

 


Happy International Reality Women's Day!

 

February 19, 2026

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