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March 17, 2026

Há vários níveis de guerra a decorrer no planeta

 

Há a guerra com bombas sobre a Ucrânia iniciada por Putin. Há a guerra no Médio Oriente iniciada pelos palestinianos do Hamas e os seus patrocinadores (Irão, Hezbollah, etc.), há a guerra no Irão iniciada com os ataques de Trump e depois há uma guerra sem bombas mas muito perigosa de homens poderosos contra as mulheres e essa está a alastrar por todo o lado e vai desde os islamitas aos cristão evangelistas misóginos, passando pelos trans homens biológicos.

Neste vídeo, este poderoso americano que pertence à Heritage Foundation, autora do Projeto 2025 de Trump, diz publicamente que deve vedar-se o acesso das mulheres a profissões como engenharia, medicina, Direito, etc. para se glorificar os homens. Esta é uma luta que tem de ser travada por todas as pessoas de bem e não apenas por mulheres, contra a educação misógina, contra o fanatismo religioso e contra a violência destes homens.

Há imensas mulheres, à esquerda e à direita que recusam ver os factos, umas porque os factos colidem com o seu anti-semitismo, outras porque colidem com o seu fanatismo religioso. Uma pessoa moderada começa a não ter em quem votar porque à esquerda validam os crimes islamitas e à direita validam os crimes dos fanáticos evangelistas.

Em França há uma organização feminista que também tem homens e é aberta a todos os que lutam pela igualdade de género e contra a toxicidade e espírito maléfico dos misóginos, com particular enfoque na imigração em massa de islamitas, porque representa um perigo para os direitos das mulheres na Europa. Chama-se Colectivo Nemesis. É claro que a comunicação social de esquerda chama-as extremistas da direita porque, lá está, estão aliados aos islamitas e recusam reconhecer a sua extrema misoginia.

Neste momento nem a direita nem a esquerda defendem os direitos das mulheres. Uns e outros atacam-nos abertamente, embora com motivos diferentes. Quem pensa que os direitos das mulheres na Europa são uma conquista do género, 'Fim da História', olhe para a História. 

São precisos movimentos públicos e activos que lutem contra esta tentativa de regressão de direitos por parte de homens maléficos e de cúmplices passivos.


 

Os EUA votaram, sozinhos, contra os direitos das mulheres na ONU



Foi a primeira vez, nos 70 anos de história do encontro mundial anual da Comissão sobre o Estatuto da Mulher (CSW) na ONU, que as suas «conclusões acordadas» — um texto negociado e elaborado pelos Estados-Membros — foram submetidas a votação pelos 45 membros eleitos da CSW, em vez de serem adoptadas por consenso. Numa manobra dramática de tentativa de sabotagem, Washington obrigou a que houvesse uma votação em vez do tradicional consenso. Apesar disso, os Estados-Membros presentes na sessão de abertura, a 9 de março, na lotada Sala da Assembleia Geral, explodiram num aplauso estrondoso e de pé após a aprovação das conclusões por maioria.

«As alterações regressivas propostas pelos EUA, que visavam a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos, os direitos humanos e as liberdades fundamentais e as reparações foram rejeitadas da versão final», afirmou Jen Rauch, responsável pela defesa de direitos a nível global da Fòs Feminista, uma organização de defesa da saúde reprodutiva, num e-mail enviado à PassBlue.

O documento final foi adotapdo por uma clara maioria, apesar das repetidas tentativas dos EUA para atrasar e inviabilizar o processo, o que por si só é um sinal que vale a pena destacar: «o multilateralismo não está morto», acrescentou Rauch. «O sistema da ONU continua a lutar pela igualdade de género na cena global.»Os Estados Unidos ficaram isolados na sua oposição à adopção das «conclusões acordadas» na Comissão sobre o Estatuto da Mulher (CSW) na terça-feira, tendo registado o único voto «contra» na sede das Nações Unidas em Nova Iorque na segunda-feira.
Houve 37 votos a favor e seis abstenções - Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Egito, Mali, Mauritânia eArábia Saudita. A CSW é composta por 45 membros eleitos.

«Antes da adopção, o representante dos Estados Unidos [Dan Negrea] propôs primeiro que a sua apreciação fosse adiada, depois que o texto fosse retirado e, por fim, propôs oito alterações ao texto», de acordo com um comunicado de imprensa da ONU.

As objeções dos EUA incluíram «linguagem ambígua que promove a ideologia de género», «compromissos vagos e não qualificados com a saúde sexual e reprodutiva que podem ser interpretados como implicando direitos ao aborto» e «linguagem de censura sobre a regulamentação da inteligência artificial», de acordo com o comunicado de imprensa da ONU.

Anteriormente, a Nigéria e o Egipto tinham solicitado mais tempo para chegar a um consenso – o caminho habitual para a tomada de decisões na ONU e o único caminho que a CSW tem seguido nos últimos 70 anos. Mais tarde, o Paquistão propôs votar separadamente cada uma das oito alterações dos EUA.

Medidas para combater a violência baseada no género

A CSW, criada em 1946, é o principal órgão intergovernamental mundial dedicado exclusivamente à promoção da igualdade de género, bem como aos direitos e à capacitação das mulheres.

O tema da CSW deste ano é «garantir e reforçar o acesso à justiça para todas as mulheres e raparigas», através da eliminação de leis, políticas e práticas discriminatórias, bem como de barreiras estruturais à justiça

As conclusões acordadas «visam criar sistemas de justiça que funcionem para todos de forma igualitária», segundo Valverde.

As propostas centram-se fortemente na justiça para as sobreviventes de violência baseada no género, incluindo a integração de um acesso à justiça sensível às questões de género em todos os setores, o reconhecimento formal dos atores da justiça comunitária e a introdução de nova terminologia sobre justiça digital e governação da IA, com o objectivo de proteger as mulheres e as raparigas.

O texto reforça também os sistemas normalizados para dados sobre violência baseada no género e promove uma abordagem que envolva toda a sociedade e reconheça o papel da sociedade civil.

A presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock, afirmou na abertura da CSW que a reacção contra os direitos das mulheres «dá a sensação de que somos obrigadas a travar as mesmas velhas batalhas vezes sem conta, batalhas de há 80 anos».

Baerbock, ex-ministra dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, salientou que é apenas a quinta mulher a ocupar o cargo de presidente da Assembleia Geral e que, em 80 anos, nunca houve uma mulher a ocupar o cargo de secretária-geral.

«Se não abordarmos o facto de que três quartos dos parlamentares em todo o mundo são homens e de que 103 países nunca tiveram uma mulher como Chefe de Estado, então dificilmente conseguiremos fazer justiça.

«Os direitos das mulheres não são nada de novo», acrescentou ela. «Estão enraizados no ADN desta instituição desde o início.»

A Relatora Especial da ONU sobre a violência contra as mulheres e as raparigas, Reem Alsalem, também se referiu a Jeffrey Epstein, observando que «a divulgação parcial das informações sobre as atrocidades cometidas pela organização criminosa de Epstein… tem vindo a ocorrer em todo o mundo há décadas, ao mesmo tempo que se ostenta um nível repugnante de impunidade».

https://healthpolicy-watch.news/us-isolated-in-opposition-to-un-womens-rights-document/

https://passblue.com/2026/03/10/how-us-tried-but-failed-to-wipe-out-70-years-of-global-consent-on-womens-rights/

March 11, 2026

Bom senso

 

Viver entre dois olhares e ser cego ao seu



Esta reflexão de Du Bois é interessante, mas o que ele diz dos afro-americanos viverem entre dois olhares aplica-se a todas as mulheres do mundo e não apenas por causa do olhar dos homens brancos, mas por causa do olhar de todos os homens, incluido os afro-americanos - ou indivíduos não brancos de outras sociedades. Aliás, a crítica que Macamo faz à intervenção dos EUA no Irão e à cumplicidade dos portugueses com essa posição, não leva em conta, precisamente, a escravatura das mulheres na sociedade iraniana, os pedidos insistentes em todos os canais abertos ao mundo de ajuda internacional para se libertarem da escravatura atroz dos islamitas, seus algozes. A condição "dolorosa" de que fala Du Bois é experimentada por muitos outros grupos e desde logo as mulheres, mas não só (os que têm deficiências, os obrsos, os que têm certas doenças, etc.), pois todos os que são vítimas de preconceito as sentem e não apenas os afro-americanos, de maneira que esta insistência na excepção da dor dos afro-americanos parece-me encaixar-se num processo de vitimização que, quanto a mim, não ajuda à solução de problemas, antes a perpétuá-los.

No início do século XX, o sociólogo afro-americano W.E.B. Du Bois formulou um dos conceitos mais elegantes da teoria social moderna. No seu livro The Souls of Black Folk, Du Bois falou da “dupla consciência” para descrever a experiência de quem vive permanentemente entre duas formas de ver o mundo. O negro americano, dizia ele, aprende a olhar para si próprio simultaneamente com os seus próprios olhos e com os olhos da sociedade que o julga e o mede. Vive dividido entre duas perspectivas que nem sempre coincidem. A sua vida torna-se, por assim dizer, um exercício permanente de visão estereoscópica.

Du Bois descrevia uma condição dolorosa, mas também extraordinariamente fértil. Quem vive entre dois olhares aprende a reconhecer incoerências que outros não vêem. Aprende a desconfiar de certezas demasiado confortáveis. Aprende, sobretudo, que os princípios universais proclamados pelas sociedades dominantes nem sempre são aplicados com a mesma generosidade a todos.    - Elísio Macamo in publico.pt

 

March 08, 2026

Porque é que ainda precisamos de feminismo

 




Happy International Reality Women's Day!

 


Happy International Reality Women's Day!

 

February 19, 2026

🎯

 


February 12, 2026

February 11, 2026

Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência




Criar caminhos reais para raparigas nas ciências

João Baracho

A recente aprovação, em Conselho de Ministros, do Programa Nacional das Raparigas nas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com um investimento de 13,25 milhões de euros, representa um passo decisivo para enfrentar uma desigualdade persistente em Portugal. Num país onde apenas uma em cada quatro especialistas em Tecnologias de Informação e Comunicação é mulher e onde só três em cada dez diplomados em áreas STEM são do sexo feminino, esta iniciativa deixa claro que a igualdade de género na ciência e na tecnologia deixou de ser apenas um ideal e passou a ser um compromisso político concreto.

Fixar como meta alcançar 30% de mulheres especialistas em TIC até 2030 é mais do que um objetivo estatístico. É um sinal de responsabilidade pública e de visão estratégica. A transformação digital que o país ambiciona não será plenamente alcançada se continuar a excluir - de forma estrutural - metade do talento disponível. A igualdade de género nas STEM não é apenas uma questão de justiça social; é uma condição essencial para a inovação, a competitividade e o desenvolvimento sustentável.

Contudo, políticas públicas só produzem impacto real quando se traduzem em experiências concretas na vida das pessoas. É aqui que o papel das organizações da sociedade civil se torna determinante. O CDI Portugal tem-se afirmado, ao longo dos últimos 13 anos, como um agente de mudança, promovendo a inclusão digital e a inovação social através da tecnologia. O nosso trabalho parte de uma convicção simples: a tecnologia só cumpre o seu potencial transformador quando é acessível, significativa e ligada aos problemas reais das comunidades.

Programas como os Centros de Cidadania Digital e o Apps for Good demonstram isso mesmo. Ao colocar jovens - desde o 5.º ao 12.º ano - a usar a tecnologia para responder a desafios sociais, ambientais ou comunitários, estamos a criar contextos de aprendizagem que quebram estereótipos e ampliam horizontes. Não se trata apenas de ensinar programação ou competências técnicas, mas de mostrar que a tecnologia pode ser uma ferramenta de cidadania, impacto social e mudança.

Os resultados são claros. Em onze anos de Apps for Good em Portugal, 41% dos mais de 31.500 alunos participantes foram raparigas; em oito anos, 47% dos participantes dos Centros de Cidadania Digital são mulheres. Só em 2025, os projetos do CDI Portugal impactaram mais de 12.300 pessoas, das quais cerca de 5500 são do género feminino. Estes números mostram que, quando as oportunidades são desenhadas de forma inclusiva, as raparigas participam, permanecem e destacam-se. Mostram também que o problema não está na falta de interesse ou capacidade, mas nas barreiras culturais, educativas e sociais que continuam a afastá-las destas áreas.Assinalar o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência (neste dia 11 de fevereiro), é, por isso, um convite à ação. Um convite para alinhar políticas públicas, escolas, organizações e empresas na criação de percursos consistentes, contínuos e inclusivos. Só assim garantiremos que mais raparigas não apenas escolhem as STEM, mas encontram nelas um espaço onde podem crescer, liderar e transformar o futuro digital de Portugal.


February 09, 2026

February 04, 2026

Man about men about women

 


Isto é, sobretudo, acerca dos homens não serem capazes de ver as mulheres como seres humanos. São objecto de desejo, são terapia emocional, terapia sexual, terapia de conforto, suportes de quotidiano. Não são serem que existem por si mesmas, com valor próprio. O seu valor é meramente instrumental e está relacionado com o bem-estar dos homens e o seu ego.


January 17, 2026

A imposição social da ideologia trans segundo a qual uma mulher é que um homem quiser é um perigo para as crianças e para as mulheres

 

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Para si. Se realmente acredita que:

As mulheres têm pénis,
Os homens podem engravidar,
As crianças podem nascer no corpo «errado».
Os homens que se identificam como mulheres devem ser autorizados a competir em desportos femininos.
Os violadores do sexo masculino devem ser alojados em prisões femininas simplesmente porque dizem que são mulheres.
São os homens que se identificam como mulheres quem deve dizer o que é uma mulher, o que uma mulher pode fazer e deve suportar para que esses homens se sintam confortáveis, então, lamento dizer-lhe:

Você foi radicalizado.
Já não está a agir com base na razão ou na realidade.
É um extremista.
Age como um misógino.
Efectivamente contribui para a erosão dos direitos das mulheres.
Representa um perigo para as mulheres, para as crianças e para a sociedade em geral.

Isto não é compaixão. Isto não é progresso. É ilusão, imposta através do medo, da culpa e da coerção ideológica.

E se se vir a defender agressivamente estas ideias, a silenciar a dissidência, a cancelar os que não se submetem à sua ideologia ou a rotular qualquer pessoa que as questione como odiosa, intolerante ou transfóbica, então está na hora de olhar bem para quem é o verdadeiro fanático.

@Aja♀️🇬🇧

January 01, 2026

Políticas de gente de bom senso

 

Escócia.



Diana Alastai XX
Inglaterra

Aqui está uma lista parcial dos homens que se identificam como transgéneros, [homens biológicos que se identificam como mulheres], que nos últimos ano agrediram sexualmente raparigas ou mulheres em espaços que deveria ser exclusivos femininos.
Note que esta é apenas uma lista parcial e não corresponde à totalidade das agressões/violações.

Michael Maria Pentholm
Karen White
Katie Dolatowski
Jessica Winfield
Tara Desousa
Janiah Monroe
Kristen Lukess
Lisa Hauxwell
Laken McKay
Aliea Rose Brown
Paula Witherspoon
Davina Ayrton
Johanna Wolf
Hanna Tubbs
Christopher Hambrook
Dakota Nieves
Tarah Jo Morgan
Marie Dean
Jessica Brennan
Rachel Smith
Marcia Walker
Synthia China Blast
Michelle Winter
Paris Bregazzi
Melissa Wilson
Barbie Kardashian
Jessica Smith
Wolfgang Schmidt
Chloe Thompson
Denen Anderson
Kadence Pinder
Beth Hannan
Leah Harvey
Julie Marshall
Blaine Maney
Amber Thorden
Evi Amat
Babs Longmire
Rachel Fenton
Jorven Seren
Claire Goodier
Kim Marie Johannson
Steven Hayes
Jacinta Brooks
Alexander Eshawn Lions
Ashley Winter
Steph Ricciardi
Vicky Green
Ella Davies
Melissa Addis
Madilyn Harks
Jessica Marie Hann
Michelle Martinez
Nicole Summers
Shauna Patricia Smith
Evelyn Young
Claire Goodier
Allison Woolbert
Nur Ahmed
Vyvyenne Ward
Laura McCann
Lisa Jones
Rayne Aloysius Constantine
Rose Bennett
Louise Ford
Robert Glanowski
Lily Bate
Alyssa Celusta
Sora Kuykendall
Lydia Helena Vision
Ava Jones
Alex Ray Scott
Diego Melendez
Paris Green
Tiffany Scott
Zoe Lynes
Vicky Green
Pauline Long
Chloe Walker
Toni Prince
Lana Laws
Christyl Knight
Carrie Cooper
Jasmine Hill
Diamond Blount
Nicola Florida
Dawn Love
Stacey Pool
Alexis Herschell
Scarlet Shadows
Karen Louise Lawson
Nicola Cope
Gina Owen
Kayleigh Louise Woods
Claire Darbyshire
Kira Leverton
Kathleen Carpenter
Donna Perry
Karen Jones
Carol Lea
Michelle Lewin
Alanna Nicole Partin
Yostin Murillo
Peter Selby
Wendy Jones
Rose Whitby
Daryl Graves
Diana Guevara
Jason Croker
Jody Matthew Burke
Patricia Trimble
Sally Dixon
Milan Wash
Adree Edmo
Jayden Dean
Paul Denyer
Bruno Meirelles
Pandora Electra
Robert Gordon Cummins
Danielle Rose Gemini
Brooke Lyn Sonia
Nonnie Lotusflower
Tianne Miller
Narsimha Bichappa Shirvati
Brandy Wood
Kelly McSean
Michelle Renee Lamb
Andrea Balcer
Ketan Shende
Serenity Alana Mann
Sacho Samson
Harryetta Thompson
Jenna Hansen
Jane Beck
Audrey Robinson
Lexi-Rose Crawford
Carissa Marie Radcliffe
Jolene Charisma Starr
Zara Jade
Rhiley Carlson
Claire Fox
Robert William Perry II
Tanya Howes
Loana Luna
Dwight Chisolm
Amy George
Stuart Bulling
Lorena Santana
Christopher Williams
Alyssa Christine Trenchard
Danielle Edney
Julie Shepherd
Izzabella Raymundo
Stephanie Hayden
Sophie Louise Carter
Autumn Cordellioné
Katana Paris
Shauna Kavanagh
Zera Lola Zombie
Nicole Rose Campbell
April Welsh
Tânia Ferrinho
Scarlet Moon Shadows
Laura Miller
Thorsten Heinz
Tara Pearsall
Adam McDonald
Samantha Norris
Abigail Waller
Rachel Queen Burton
Maria Childers
Xenia Jade Millar
Krystel Lauzon
Amber Faye Fox Kim
Ash Cooper
Natalie Pershall
Kazumi Watanabe
Claire Caballero
Jacqui McWilliams
Sabrina/Morrigan Hetke
Jo White
July Justine Shelby
Joanna Evans
Louise Thomas
Miquel Toni Riera Prats
Emma Davies
Lexi Secker
Pierre Parsons,
Claire Anderson
Michell Silva Perez
Michelle Blessent
Cassidy Honsinger
Elijah Thomas Berryman
Sean Windingland
Duane Owen
Dana Rivers
Alfie Howe
Marceline Harvey
Chloee-Mae Danvers
Jamie Kim Belladonna
Catarina da Lapa,
Renee Mills
Aria Peers
Danielle Marie Whitebird
Makayla Craig
Angel Hill
Farin Kinar
Reiyn Keohane
Michelle Ward
Levana Ballouz
Francesca Bartkus
María López Barrera
Autumn Tulip Harper
Richard Kenneth Cox
Oliver Smith
Rebecca Clark
Dakota Rose Austin
Catherine Lynn
Naomi O’Brien
Nicola Watson
Bunny Autumn Colasimone
Tiffany Aching
Sophie KoKo
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Estes agressores com nomes de mulher são homens biológicos trans que estão agora nas bases de dados, não como homens que agrediram mulheres, mas como mulheres que agrediram outras mulheres o que implica uma fraude nas estatísticas de violações/agressões de homens contra mulheres e tem consequências ao nível da prevenção e da resolução do problema da violência contra mulheres.

December 24, 2025

Enheduanna - a primeira autora nomeada em toda a História registada

 

Enheduanna, uma poetisa e sacerdotisa mesopotâmica pouco conhecida foi a primeira autora nomeada, em toda a história registada.

Os escritos de Enheduanna gravados numa tabuinha de argila, em escrita cuneiforme. (Crédito: The Yale Babylonian Collection/ Photo by Klaus Wagensonner)

O seu nome, em sumério, significa «Ornamento do Céu» e, como alta sacerdotisa da divindade lunar Nanna-Suen, ela compôs 42 hinos para o templo e três poemas independentes que, tal como a Epopeia de Gilgamesh (que não é atribuída a um autor específico), os estudiosos consideram uma parte importante do legado literário da Mesopotâmia.

Em conjunto com o seu estatuto de figura religiosa e sacerdotisa, Enheduanna exercia poder político como filha de Sargão, o Grande — uma figura creditada por alguns historiadores como o fundador do primeiro império do mundo. 

Ela desempenhou um papel essencial ao ajudar a unir a região norte da Mesopotâmia, Akkad, onde Sargão ascendeu ao poder, antes de conquistar as cidades-estado sumérias no sul. Fê-lo, ajudando a fundir as crenças e rituais associados à deusa suméria Inanna com os da deusa acádia Ishtar e enfatizando essas ligações nos seus hinos e poemas literários e religiosos, criando assim um sistema comum de crenças em todo o império. 

Cada um dos hinos que Enheduanna escreveu para 42 templos na metade sul da Mesopotâmia destacava o carácter único da deusa padroeira para os fiéis dessas cidades; os hinos foram copiados por escribas nos templos durante centenas de anos após a sua morte.

Em, Exaltação de Inanna, ela descreve o processo criativo:

«Eu dei à luz,
Ó senhora exaltada, (esta canção) para ti.
Aquilo que recitei para ti à meia-noite,
que o cantor repita para ti ao meio-dia!»


E ela reivindica a sua autoria na conclusão dos Hinos do Templo, afirmando:

«A compiladora da tabuinha (é) Enheduanna. Meu senhor, aquilo que foi criado (aqui) ninguém criou antes.»

Ela descreve a vida quotidiana, os cuidados e a natureza inerente das divindades e dos seus templos. Povoa todo o cosmos circundante com seres divinos activos, envolventes e incontroláveis.

Como sociedade, a Mesopotâmia era, naquela época, menos patriarcal do que outros lugares.

Esses poemas também podem sugerir o sólido domínio da matemática por Enheduanna — o que talvez não seja tão surpreendente quando se lembra que os historiadores traçam as origens da matemática até a Mesopotâmia, juntamente com o desenvolvimento da escrita cuneiforme e de outros sistemas de escrita antigos. Tanto a escrita quanto a contagem provavelmente foram desenvolvidas por necessidade na economia agrícola e têxtil activa da Mesopotâmia, onde os sistemas se entrelaçaram à medida que agricultores e comerciantes contavam o que era produzido e registravam o que era vendido e comercializado.

Uma cena de sacrifício gravada num dos lados deste disco de calcite; uma inscrição de Enheduanna aparece no outro lado (Credit: The Penn Museum)

Datada de aproximadamente 2300 a.C. e escavada por Woolley em 1927, a cena aqui esculpida retrata Enheduanna acompanhada por três servas vestidas com roupas simples, carregando objectos rituais, todas marchando solenemente em fila fora de um templo escalonado, semelhante a um zigurate. Identificamo-la pelo seu elaborado cocar circular e pelo seu manto com babados em camadas. O rosto de Enheduanna é mostrada de perfil, enquanto levanta os olhos para Inanna, deusa do amor e da guerra. Enheduanna manteve a sua posição por 40 anos, até à sua morte.  (bbc)
 


December 18, 2025

Nem tudo funciona mal III My Voice, My choice

 

December 08, 2025

Testemunhos

 

Estes testemunhos referem-se ao SNS inglês mas não devem ser diferentes do que se passa aqui. Aliás, aqui deve ser pior pois constantemente mandam as grávidas embora, ter filhos em ambulâncias ou no meio da rua. Os casos que se ouvem todos os dias são de meter medo e percebo perfeitamente que mulheres sem dinheiro para ir a um médico e hospital privados prefiram não ter filhos do que correr estes enormes riscos de mau acompanhamento, maus tratos durante a gravidez e o parto e sequelas graves para o resto da vida.


November 07, 2025

O Qatar contrata empresas de serviços de informações para silenciar mulheres



@HenMazzig

ÚLTIMA HORA: Uma reportagem do Guardian revela que o Qatar pagou a empresas de serviços de informação para descobrirem podres sobre a mulher que acusou o procurador do Tribunal Penal Internacional, Karim Khan de agressão sexual.

As empresas de 
de serviços de informação procuraram dados confidenciais sobre a mulher e a sua família, incluindo o seu filho. Descobriram para onde ela tinha voado e até a senha do seu e-mail pessoal.

Já é mau o suficiente não acreditar nas mulheres, mas chegar ao ponto de silenciá-las à força é de outro nível.

A investigação, conduzida pela empresa Highgate, sediada em Londres, tentou estabelecer ligações entre a mulher que acusou Khan e Israel. Aparentemente, o objectivo seria pôr a culpa de toda a situação numa campanha de difamação israelense.

Na verdade, o oposto é verdadeiro. Não é Israel que tenta desviar a culpa por meio de acusações, é Khan.