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June 09, 2026

Biologia sexual III

 

Biologia sexual II

 


June 07, 2026

Pôr as coisas em perspectiva

 

Aqui está porque é que os homens biológicos não devem poder entrar nos desportos das mulheres que implicam força física muscular explosiva. Vídeo: 4 mulheres-polícia tentam dominar 1 homem sem sucesso. Depois aparece 1 homem-polícia e deita-o ao chão num segundo.

May 25, 2026

As religiões são hostis às mulheres

 

E os machistas que mandam nelas culpam cobardemente as mulheres dos seus pecados.


May 11, 2026

Fazem falta mulheres nos governos

 

A diferença que faz ter uma mulher esclarecida à frente de um governo em vez de ter governos sempre e só com homens. É capaz de pôr a economia a ultrapassar o Reino Unido na melhoria do custo de vida e ao mesmo tempo progredir na igualdade de direitos entre homens e mulheres, ao contrário da quase totalidade de países que encara os direitos das mulheres como questões não-prioritárias e prejudiciais à economia ou prejudiciais aos direitos dos homens - PPC encarnado o primeiro caso e Rui Tavares e as esquerdistas progressistas defensoras da burka, o segundo. Na Europa as violações subiram 150% e os governos dos homens esquerdistas mandam esconder os números para que não se saiba porque são quase todos obra dos islamitas que se importam às dezenas de milhar.

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A Itália aprovou por unanimidade uma lei que torna o feminicídio punível com prisão perpétua — enviando uma das mensagens jurídicas mais fortes contra a violência contra as mulheres da história moderna.

A lei reconhece especificamente os crimes em que as mulheres são assassinadas por motivos de ódio, controlo ou discriminação baseados no género.

Os defensores da lei afirmam que isto é mais do que uma punição, é uma declaração de que a sociedade já não pode normalizar a violência escondida por trás de relações, ciúmes ou abusos.
Em todo o mundo, milhões de mulheres continuam a enfrentar violência de género todos os anos. 




March 17, 2026

Há vários níveis de guerra a decorrer no planeta

 

Há a guerra com bombas sobre a Ucrânia iniciada por Putin. Há a guerra no Médio Oriente iniciada pelos palestinianos do Hamas e os seus patrocinadores (Irão, Hezbollah, etc.), há a guerra no Irão iniciada com os ataques de Trump e depois há uma guerra sem bombas mas muito perigosa de homens poderosos contra as mulheres e essa está a alastrar por todo o lado e vai desde os islamitas aos cristão evangelistas misóginos, passando pelos trans homens biológicos.

Neste vídeo, este poderoso americano que pertence à Heritage Foundation, autora do Projeto 2025 de Trump, diz publicamente que deve vedar-se o acesso das mulheres a profissões como engenharia, medicina, Direito, etc. para se glorificar os homens. Esta é uma luta que tem de ser travada por todas as pessoas de bem e não apenas por mulheres, contra a educação misógina, contra o fanatismo religioso e contra a violência destes homens.

Há imensas mulheres, à esquerda e à direita que recusam ver os factos, umas porque os factos colidem com o seu anti-semitismo, outras porque colidem com o seu fanatismo religioso. Uma pessoa moderada começa a não ter em quem votar porque à esquerda validam os crimes islamitas e à direita validam os crimes dos fanáticos evangelistas.

Em França há uma organização feminista que também tem homens e é aberta a todos os que lutam pela igualdade de género e contra a toxicidade e espírito maléfico dos misóginos, com particular enfoque na imigração em massa de islamitas, porque representa um perigo para os direitos das mulheres na Europa. Chama-se Colectivo Nemesis. É claro que a comunicação social de esquerda chama-as extremistas da direita porque, lá está, estão aliados aos islamitas e recusam reconhecer a sua extrema misoginia.

Neste momento nem a direita nem a esquerda defendem os direitos das mulheres. Uns e outros atacam-nos abertamente, embora com motivos diferentes. Quem pensa que os direitos das mulheres na Europa são uma conquista do género, 'Fim da História', olhe para a História. 

São precisos movimentos públicos e activos que lutem contra esta tentativa de regressão de direitos por parte de homens maléficos e de cúmplices passivos.


 

Os EUA votaram, sozinhos, contra os direitos das mulheres na ONU



Foi a primeira vez, nos 70 anos de história do encontro mundial anual da Comissão sobre o Estatuto da Mulher (CSW) na ONU, que as suas «conclusões acordadas» — um texto negociado e elaborado pelos Estados-Membros — foram submetidas a votação pelos 45 membros eleitos da CSW, em vez de serem adoptadas por consenso. Numa manobra dramática de tentativa de sabotagem, Washington obrigou a que houvesse uma votação em vez do tradicional consenso. Apesar disso, os Estados-Membros presentes na sessão de abertura, a 9 de março, na lotada Sala da Assembleia Geral, explodiram num aplauso estrondoso e de pé após a aprovação das conclusões por maioria.

«As alterações regressivas propostas pelos EUA, que visavam a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos, os direitos humanos e as liberdades fundamentais e as reparações foram rejeitadas da versão final», afirmou Jen Rauch, responsável pela defesa de direitos a nível global da Fòs Feminista, uma organização de defesa da saúde reprodutiva, num e-mail enviado à PassBlue.

O documento final foi adotapdo por uma clara maioria, apesar das repetidas tentativas dos EUA para atrasar e inviabilizar o processo, o que por si só é um sinal que vale a pena destacar: «o multilateralismo não está morto», acrescentou Rauch. «O sistema da ONU continua a lutar pela igualdade de género na cena global.»Os Estados Unidos ficaram isolados na sua oposição à adopção das «conclusões acordadas» na Comissão sobre o Estatuto da Mulher (CSW) na terça-feira, tendo registado o único voto «contra» na sede das Nações Unidas em Nova Iorque na segunda-feira.
Houve 37 votos a favor e seis abstenções - Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Egito, Mali, Mauritânia eArábia Saudita. A CSW é composta por 45 membros eleitos.

«Antes da adopção, o representante dos Estados Unidos [Dan Negrea] propôs primeiro que a sua apreciação fosse adiada, depois que o texto fosse retirado e, por fim, propôs oito alterações ao texto», de acordo com um comunicado de imprensa da ONU.

As objeções dos EUA incluíram «linguagem ambígua que promove a ideologia de género», «compromissos vagos e não qualificados com a saúde sexual e reprodutiva que podem ser interpretados como implicando direitos ao aborto» e «linguagem de censura sobre a regulamentação da inteligência artificial», de acordo com o comunicado de imprensa da ONU.

Anteriormente, a Nigéria e o Egipto tinham solicitado mais tempo para chegar a um consenso – o caminho habitual para a tomada de decisões na ONU e o único caminho que a CSW tem seguido nos últimos 70 anos. Mais tarde, o Paquistão propôs votar separadamente cada uma das oito alterações dos EUA.

Medidas para combater a violência baseada no género

A CSW, criada em 1946, é o principal órgão intergovernamental mundial dedicado exclusivamente à promoção da igualdade de género, bem como aos direitos e à capacitação das mulheres.

O tema da CSW deste ano é «garantir e reforçar o acesso à justiça para todas as mulheres e raparigas», através da eliminação de leis, políticas e práticas discriminatórias, bem como de barreiras estruturais à justiça

As conclusões acordadas «visam criar sistemas de justiça que funcionem para todos de forma igualitária», segundo Valverde.

As propostas centram-se fortemente na justiça para as sobreviventes de violência baseada no género, incluindo a integração de um acesso à justiça sensível às questões de género em todos os setores, o reconhecimento formal dos atores da justiça comunitária e a introdução de nova terminologia sobre justiça digital e governação da IA, com o objectivo de proteger as mulheres e as raparigas.

O texto reforça também os sistemas normalizados para dados sobre violência baseada no género e promove uma abordagem que envolva toda a sociedade e reconheça o papel da sociedade civil.

A presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock, afirmou na abertura da CSW que a reacção contra os direitos das mulheres «dá a sensação de que somos obrigadas a travar as mesmas velhas batalhas vezes sem conta, batalhas de há 80 anos».

Baerbock, ex-ministra dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, salientou que é apenas a quinta mulher a ocupar o cargo de presidente da Assembleia Geral e que, em 80 anos, nunca houve uma mulher a ocupar o cargo de secretária-geral.

«Se não abordarmos o facto de que três quartos dos parlamentares em todo o mundo são homens e de que 103 países nunca tiveram uma mulher como Chefe de Estado, então dificilmente conseguiremos fazer justiça.

«Os direitos das mulheres não são nada de novo», acrescentou ela. «Estão enraizados no ADN desta instituição desde o início.»

A Relatora Especial da ONU sobre a violência contra as mulheres e as raparigas, Reem Alsalem, também se referiu a Jeffrey Epstein, observando que «a divulgação parcial das informações sobre as atrocidades cometidas pela organização criminosa de Epstein… tem vindo a ocorrer em todo o mundo há décadas, ao mesmo tempo que se ostenta um nível repugnante de impunidade».

https://healthpolicy-watch.news/us-isolated-in-opposition-to-un-womens-rights-document/

https://passblue.com/2026/03/10/how-us-tried-but-failed-to-wipe-out-70-years-of-global-consent-on-womens-rights/

March 11, 2026

Bom senso

 

Viver entre dois olhares e ser cego ao seu



Esta reflexão de Du Bois é interessante, mas o que ele diz dos afro-americanos viverem entre dois olhares aplica-se a todas as mulheres do mundo e não apenas por causa do olhar dos homens brancos, mas por causa do olhar de todos os homens, incluido os afro-americanos - ou indivíduos não brancos de outras sociedades. Aliás, a crítica que Macamo faz à intervenção dos EUA no Irão e à cumplicidade dos portugueses com essa posição, não leva em conta, precisamente, a escravatura das mulheres na sociedade iraniana, os pedidos insistentes em todos os canais abertos ao mundo de ajuda internacional para se libertarem da escravatura atroz dos islamitas, seus algozes. A condição "dolorosa" de que fala Du Bois é experimentada por muitos outros grupos e desde logo as mulheres, mas não só (os que têm deficiências, os obrsos, os que têm certas doenças, etc.), pois todos os que são vítimas de preconceito as sentem e não apenas os afro-americanos, de maneira que esta insistência na excepção da dor dos afro-americanos parece-me encaixar-se num processo de vitimização que, quanto a mim, não ajuda à solução de problemas, antes a perpétuá-los.

No início do século XX, o sociólogo afro-americano W.E.B. Du Bois formulou um dos conceitos mais elegantes da teoria social moderna. No seu livro The Souls of Black Folk, Du Bois falou da “dupla consciência” para descrever a experiência de quem vive permanentemente entre duas formas de ver o mundo. O negro americano, dizia ele, aprende a olhar para si próprio simultaneamente com os seus próprios olhos e com os olhos da sociedade que o julga e o mede. Vive dividido entre duas perspectivas que nem sempre coincidem. A sua vida torna-se, por assim dizer, um exercício permanente de visão estereoscópica.

Du Bois descrevia uma condição dolorosa, mas também extraordinariamente fértil. Quem vive entre dois olhares aprende a reconhecer incoerências que outros não vêem. Aprende a desconfiar de certezas demasiado confortáveis. Aprende, sobretudo, que os princípios universais proclamados pelas sociedades dominantes nem sempre são aplicados com a mesma generosidade a todos.    - Elísio Macamo in publico.pt

 

March 08, 2026

Porque é que ainda precisamos de feminismo

 




Happy International Reality Women's Day!

 


Happy International Reality Women's Day!

 

February 19, 2026

🎯

 


February 12, 2026

February 11, 2026

Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência




Criar caminhos reais para raparigas nas ciências

João Baracho

A recente aprovação, em Conselho de Ministros, do Programa Nacional das Raparigas nas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com um investimento de 13,25 milhões de euros, representa um passo decisivo para enfrentar uma desigualdade persistente em Portugal. Num país onde apenas uma em cada quatro especialistas em Tecnologias de Informação e Comunicação é mulher e onde só três em cada dez diplomados em áreas STEM são do sexo feminino, esta iniciativa deixa claro que a igualdade de género na ciência e na tecnologia deixou de ser apenas um ideal e passou a ser um compromisso político concreto.

Fixar como meta alcançar 30% de mulheres especialistas em TIC até 2030 é mais do que um objetivo estatístico. É um sinal de responsabilidade pública e de visão estratégica. A transformação digital que o país ambiciona não será plenamente alcançada se continuar a excluir - de forma estrutural - metade do talento disponível. A igualdade de género nas STEM não é apenas uma questão de justiça social; é uma condição essencial para a inovação, a competitividade e o desenvolvimento sustentável.

Contudo, políticas públicas só produzem impacto real quando se traduzem em experiências concretas na vida das pessoas. É aqui que o papel das organizações da sociedade civil se torna determinante. O CDI Portugal tem-se afirmado, ao longo dos últimos 13 anos, como um agente de mudança, promovendo a inclusão digital e a inovação social através da tecnologia. O nosso trabalho parte de uma convicção simples: a tecnologia só cumpre o seu potencial transformador quando é acessível, significativa e ligada aos problemas reais das comunidades.

Programas como os Centros de Cidadania Digital e o Apps for Good demonstram isso mesmo. Ao colocar jovens - desde o 5.º ao 12.º ano - a usar a tecnologia para responder a desafios sociais, ambientais ou comunitários, estamos a criar contextos de aprendizagem que quebram estereótipos e ampliam horizontes. Não se trata apenas de ensinar programação ou competências técnicas, mas de mostrar que a tecnologia pode ser uma ferramenta de cidadania, impacto social e mudança.

Os resultados são claros. Em onze anos de Apps for Good em Portugal, 41% dos mais de 31.500 alunos participantes foram raparigas; em oito anos, 47% dos participantes dos Centros de Cidadania Digital são mulheres. Só em 2025, os projetos do CDI Portugal impactaram mais de 12.300 pessoas, das quais cerca de 5500 são do género feminino. Estes números mostram que, quando as oportunidades são desenhadas de forma inclusiva, as raparigas participam, permanecem e destacam-se. Mostram também que o problema não está na falta de interesse ou capacidade, mas nas barreiras culturais, educativas e sociais que continuam a afastá-las destas áreas.Assinalar o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência (neste dia 11 de fevereiro), é, por isso, um convite à ação. Um convite para alinhar políticas públicas, escolas, organizações e empresas na criação de percursos consistentes, contínuos e inclusivos. Só assim garantiremos que mais raparigas não apenas escolhem as STEM, mas encontram nelas um espaço onde podem crescer, liderar e transformar o futuro digital de Portugal.


February 09, 2026

February 04, 2026

Man about men about women

 


Isto é, sobretudo, acerca dos homens não serem capazes de ver as mulheres como seres humanos. São objecto de desejo, são terapia emocional, terapia sexual, terapia de conforto, suportes de quotidiano. Não são serem que existem por si mesmas, com valor próprio. O seu valor é meramente instrumental e está relacionado com o bem-estar dos homens e o seu ego.


January 17, 2026

A imposição social da ideologia trans segundo a qual uma mulher é que um homem quiser é um perigo para as crianças e para as mulheres

 

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Para si. Se realmente acredita que:

As mulheres têm pénis,
Os homens podem engravidar,
As crianças podem nascer no corpo «errado».
Os homens que se identificam como mulheres devem ser autorizados a competir em desportos femininos.
Os violadores do sexo masculino devem ser alojados em prisões femininas simplesmente porque dizem que são mulheres.
São os homens que se identificam como mulheres quem deve dizer o que é uma mulher, o que uma mulher pode fazer e deve suportar para que esses homens se sintam confortáveis, então, lamento dizer-lhe:

Você foi radicalizado.
Já não está a agir com base na razão ou na realidade.
É um extremista.
Age como um misógino.
Efectivamente contribui para a erosão dos direitos das mulheres.
Representa um perigo para as mulheres, para as crianças e para a sociedade em geral.

Isto não é compaixão. Isto não é progresso. É ilusão, imposta através do medo, da culpa e da coerção ideológica.

E se se vir a defender agressivamente estas ideias, a silenciar a dissidência, a cancelar os que não se submetem à sua ideologia ou a rotular qualquer pessoa que as questione como odiosa, intolerante ou transfóbica, então está na hora de olhar bem para quem é o verdadeiro fanático.

@Aja♀️🇬🇧