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January 01, 2026

Old Fashion Women

 

A última frase dele é brutal. Os trans homens biológicos e os seus apoiantes importam-se pouco com a protecção das vítimas de assaltos sexuais e violações e importam-se muito com a protecção dos direitos dos violadores a serem considerados mulheres.

Políticas de gente de bom senso

 

Escócia.



Diana Alastai XX
Inglaterra

Aqui está uma lista parcial dos homens que se identificam como transgéneros, [homens biológicos que se identificam como mulheres], que nos últimos ano agrediram sexualmente raparigas ou mulheres em espaços que deveria ser exclusivos femininos.
Note que esta é apenas uma lista parcial e não corresponde à totalidade das agressões/violações.

Michael Maria Pentholm
Karen White
Katie Dolatowski
Jessica Winfield
Tara Desousa
Janiah Monroe
Kristen Lukess
Lisa Hauxwell
Laken McKay
Aliea Rose Brown
Paula Witherspoon
Davina Ayrton
Johanna Wolf
Hanna Tubbs
Christopher Hambrook
Dakota Nieves
Tarah Jo Morgan
Marie Dean
Jessica Brennan
Rachel Smith
Marcia Walker
Synthia China Blast
Michelle Winter
Paris Bregazzi
Melissa Wilson
Barbie Kardashian
Jessica Smith
Wolfgang Schmidt
Chloe Thompson
Denen Anderson
Kadence Pinder
Beth Hannan
Leah Harvey
Julie Marshall
Blaine Maney
Amber Thorden
Evi Amat
Babs Longmire
Rachel Fenton
Jorven Seren
Claire Goodier
Kim Marie Johannson
Steven Hayes
Jacinta Brooks
Alexander Eshawn Lions
Ashley Winter
Steph Ricciardi
Vicky Green
Ella Davies
Melissa Addis
Madilyn Harks
Jessica Marie Hann
Michelle Martinez
Nicole Summers
Shauna Patricia Smith
Evelyn Young
Claire Goodier
Allison Woolbert
Nur Ahmed
Vyvyenne Ward
Laura McCann
Lisa Jones
Rayne Aloysius Constantine
Rose Bennett
Louise Ford
Robert Glanowski
Lily Bate
Alyssa Celusta
Sora Kuykendall
Lydia Helena Vision
Ava Jones
Alex Ray Scott
Diego Melendez
Paris Green
Tiffany Scott
Zoe Lynes
Vicky Green
Pauline Long
Chloe Walker
Toni Prince
Lana Laws
Christyl Knight
Carrie Cooper
Jasmine Hill
Diamond Blount
Nicola Florida
Dawn Love
Stacey Pool
Alexis Herschell
Scarlet Shadows
Karen Louise Lawson
Nicola Cope
Gina Owen
Kayleigh Louise Woods
Claire Darbyshire
Kira Leverton
Kathleen Carpenter
Donna Perry
Karen Jones
Carol Lea
Michelle Lewin
Alanna Nicole Partin
Yostin Murillo
Peter Selby
Wendy Jones
Rose Whitby
Daryl Graves
Diana Guevara
Jason Croker
Jody Matthew Burke
Patricia Trimble
Sally Dixon
Milan Wash
Adree Edmo
Jayden Dean
Paul Denyer
Bruno Meirelles
Pandora Electra
Robert Gordon Cummins
Danielle Rose Gemini
Brooke Lyn Sonia
Nonnie Lotusflower
Tianne Miller
Narsimha Bichappa Shirvati
Brandy Wood
Kelly McSean
Michelle Renee Lamb
Andrea Balcer
Ketan Shende
Serenity Alana Mann
Sacho Samson
Harryetta Thompson
Jenna Hansen
Jane Beck
Audrey Robinson
Lexi-Rose Crawford
Carissa Marie Radcliffe
Jolene Charisma Starr
Zara Jade
Rhiley Carlson
Claire Fox
Robert William Perry II
Tanya Howes
Loana Luna
Dwight Chisolm
Amy George
Stuart Bulling
Lorena Santana
Christopher Williams
Alyssa Christine Trenchard
Danielle Edney
Julie Shepherd
Izzabella Raymundo
Stephanie Hayden
Sophie Louise Carter
Autumn Cordellioné
Katana Paris
Shauna Kavanagh
Zera Lola Zombie
Nicole Rose Campbell
April Welsh
Tânia Ferrinho
Scarlet Moon Shadows
Laura Miller
Thorsten Heinz
Tara Pearsall
Adam McDonald
Samantha Norris
Abigail Waller
Rachel Queen Burton
Maria Childers
Xenia Jade Millar
Krystel Lauzon
Amber Faye Fox Kim
Ash Cooper
Natalie Pershall
Kazumi Watanabe
Claire Caballero
Jacqui McWilliams
Sabrina/Morrigan Hetke
Jo White
July Justine Shelby
Joanna Evans
Louise Thomas
Miquel Toni Riera Prats
Emma Davies
Lexi Secker
Pierre Parsons,
Claire Anderson
Michell Silva Perez
Michelle Blessent
Cassidy Honsinger
Elijah Thomas Berryman
Sean Windingland
Duane Owen
Dana Rivers
Alfie Howe
Marceline Harvey
Chloee-Mae Danvers
Jamie Kim Belladonna
Catarina da Lapa,
Renee Mills
Aria Peers
Danielle Marie Whitebird
Makayla Craig
Angel Hill
Farin Kinar
Reiyn Keohane
Michelle Ward
Levana Ballouz
Francesca Bartkus
María López Barrera
Autumn Tulip Harper
Richard Kenneth Cox
Oliver Smith
Rebecca Clark
Dakota Rose Austin
Catherine Lynn
Naomi O’Brien
Nicola Watson
Bunny Autumn Colasimone
Tiffany Aching
Sophie KoKo
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Estes agressores com nomes de mulher são homens biológicos trans que estão agora nas bases de dados, não como homens que agrediram mulheres, mas como mulheres que agrediram outras mulheres o que implica uma fraude nas estatísticas de violações/agressões de homens contra mulheres e tem consequências ao nível da prevenção e da resolução do problema da violência contra mulheres.

December 13, 2025

Aspectos a considerar

 

December 12, 2025

A Europa tem de corrigir as suas políticas de ataque às mulheres

 

Para defender islamitas com as suas leis da sairia de violência contra as raparigas e mulheres e para defender homens biológicos que querem tirar direitos às mulheres. 

A Inglaterra é um dos piores casos, mas não é o único. A Suécia tem agora uma epidemia de violações de mulheres com mais de 65 anos. Acontece que há lares de idosos que não têm um único falante de sueco. Há pouco tempo aconteceu um lar desses chamar o 112 e quando estes lá chegaram, nem um único funcionário, todos imigrantes islamitas, falava sueco e foi capaz de dizer o que tinha acontecido. É nesses lares que as violações dispararam. Malmö está agora classificada como tão perigosa quanto Bagdade. Têm 65 zonas no go. Houve quase 450 ataques bombistas desde 2023.

November 05, 2025

O ataque dos misóginos trans às raparigas e mulheres



Em algumas escolas onde estes temas já eram trabalhados e tinham sido criadas soluções nada parece, contudo, ter mudado. O PÚBLICO falou com directores escolares que tendem a minimizar o impacto prático do veto presidencial. Na Escola Secundária Almeida Garrett, em Vila Nova de Gaia, por exemplo, há muito que, por exemplo, se um aluno diz não se sentir confortável em utilizar a casa de banho destinada aos rapazes, o director dá autorização para que possa ir à das raparigas e isso nunca causou problemas, como contava Paulo Mota, em Janeirode 2024, numa reportagem do PÚBLICO. Agora, questionado sobre o que mudou começa por dizer que considera que é "completamente desprezível o facto de se vetar ou se promulgar normas deste teor.»

O direito a SER é universal e devo confessar que, quando este direito é violado por algum/a aluno/a, sou muito assertivo e exigente para com quem prevarica.
"

Concordo com estas soluções de ter casas-de-banho e balneários individuais:

(...) na Escola Básica do 2.º e 3.º ciclosFrei João, em Vila do Conde: (...) Actualmente são três casas de banho assim, individuais, "que podem ser usadas por qualquer pessoa", além das tradicionais, com cabines, que encontramos em todas as escolas, como conta Paula Lobo, professora e presidente do Conselho Geral do agrupamento.

Há também dois balneários individuais: alunos que os pretendam usar, seja por não se sentirem confortáveis nos colectivos, seja por razões de saúde ou de deficiência, devem informar a escola e passam a ter acesso aos mesmos.

Andreia Sanches, www.publico

Não concordo com esta imposição, às raparigas, de rapazes biológicos em casas de banho e balneários das raparigas e penso que os pais devem mexer-se contra estas ideias misóginas para salvaguarda da saúde e segurança das suas filhas. 

O direito a querer viver como se fosse uma rapariga/mulher não pode ser feito à custa da destruição dos espaços, da segurança e dos direitos das raparigas. Os alunos trans têm os direitos de todos os seres humanos, mas isto de querem invadir os espaços das raparigas e forçá-las a abdicarem de espaços seguros onde estão vulneráveis não é um direito humano, é uma exigência de privilégio misógino de poderem anular os direitos das mulheres para satisfazer as suas fantasias e/ou problemas de identidade. 

A expressão, o direito a SER, é vazia de sentido. Uma coisa é o direito a sentir-se subjectivamente como isto ou aquilo, outra é o direito a SER, que invoca uma realidade objectiva. Direito a SER o quê? Uma gato, um ser invisível, um egípcio do tempo dos faraós? Imagine-se que eu dizia sentir-me um homem negro. Depois exigia ter os direitos das vítimas de racismo... E como é que ia a um médico tratar-me seja do que for exigindo que me tratassem segundo esse sentimento subjectivo tão distante da realidade? Há pouco tempo «um homem biológico com o direito a SER» fez queixa de um hospital por não o terem atendido na unidade de ginecologia-obstetrícia. Seria como eu fazer queixa de um barbeiro por se recusar a fazer-me a barba e isso violar o meu direito «a SER um homem com barba»...

Qual é o requisito necessário para se ser uma mulher trans? Ser um homem. 

O mundo não se desorganiza nem a classificação dos seres vivos, das doenças, dos sexos, etc. se deita fora porque um rapaz biológico diz que quer ser uma mulher e quer que as mulheres sejam forçadas a inclui-lo nos seus espaços e grupos específicos. Isto é extremamente misógino.

Os movimentos trans que promovem o fim ou anulação dos direitos das raparigas e das mulheres para satisfazer as fantasias de homens biológicos com problemas de identidade é misógina até ao tutano. 

O argumento segundo o qual a segurança de rapazes/homens biológicos trans deve ser feito através da retirada de segurança e dos direito das raparigas/mulheres, é misógino até ao tutano. Com esse argumento as mulheres passaram a ser 'um sentimento', uma não-existência real e objectiva. 

Os crimes de voyerismo e exposição pública desapareceram enquanto crimes, dado que os homens agora têm agora o direito de ir para balneários de ginásios e escolas expôr-se e observar raparigas/mulheres nuas.

Casos como este abaixo que tem dominado as redes sociais nos últimos dias, em que se chegou ao ponto de expulsar mulheres das instalações reservadas para mulheres para que os homens biológicos trans possam continuar a deambular pelos balneários a fixar mulheres a tomar banho, são agora às centenas: 


Na Austrália e em Inglaterra, de cada vez que as mulheres tentam manifestar-se pelos direitos das mulheres, os trans aparecem, extremamente agressivos contra elas de maneira que a polícia já impede as manifestações das mulheres. 

Por todo o lado se assiste ao crescimento da misoginia, também por conta das políticas dos homens biológicos trans que exigem impôr a anulação dos direitos das mulheres ao seu serviço e o que temos é:

Homens biológicos em desportos femininos a expulsarem as mulheres dos seus próprios grupos;
Homens biológicos em prisões femininas a abusarem de mulheres;
Homens biológicos em abrigos femininos de vítimas traumatizadas de violência masculina;
Homens biológicos em listas restritas a mulheres; 
Homens biológicos em conselhos/painéis restritos a mulheres; 
Crimes cometidos por homens biológicos registrados como crimes cometidos por mulheres;
Homens biológicos que obtêm reconhecimento legal como mulheres, contra as próprias mulheres;
Homens biológicos em concursos de beleza femininos; 
Homens biológicos elogiados como «A primeira mulher a fazer isto e aquilo». 
Homens biológicos que afirmam ser melhores mulheres do que as mulheres;
Homens biológicos que processam mulheres por não se referirem a eles como mulheres;
Homens biológicos que expulsam as mulheres de ginásios por exigirem que as mulheres aceitem tê-los nos seus espaços como exibicionistas e voyeurs.
Escapou-me alguma coisa?

Mais de 98% da violência e dos crimes sobre mulheres são feitos por homens biológicos.

Algumas fontes argumentam que a adesão rígida a formas dominantes de masculinidade, que pode ser reforçada pela visão do género como puramente identitário, pode ser um factor que impulsiona a violência contra as mulheres.

Para se combater eficazmente a violência masculina contra as mulheres, a sociedade deve reconhecer a realidade da «mulher» para além de uma mera identidade, uma vez que implica que o quadro actual não aborda adequadamente as causas profundas da violência. 

Essa perspectiva argumenta que, se ser mulher é visto apenas como uma identidade, isso enfraquece as estruturas sociais e jurídicas necessárias para proteger as mulheres, especialmente se for visto como uma categoria fluida ou subjectiva, em vez de uma realidade objectiva com dimensões biológicas e históricas específicas que podem tornar as mulheres vulneráveis à violência. 

Identidade versus realidade: esse ponto de vista enfatiza uma distinção entre a “identidade” de uma mulher e sua “realidade”. Reconhecer a «realidade» de ser mulher é visto por alguns como necessário para compreender as vulnerabilidades específicas que as mulheres enfrentam, que muitas vezes são moldadas por factores biológicos, históricos e sociais que diferem dos dos homens.

Impacto na violência: O argumento é que, se «mulher» é percebida apenas como uma questão de identidade e carece de uma realidade tangível e partilhada, isso pode minar os esforços para lidar com a violência. Isso pode levar a uma situação em que a violência enfrentada pelas mulheres não seja consistentemente reconhecida ou combatida pela sociedade.

A ideia de forçar raparigas e mulheres a anularem-se enquanto tais para conforto de homens biológicos com problemas de identidade é misógina e perigosa para a segurança das raparigas e mulheres. Como tem sido amplamente visto desde que os lobbies da ideologia de género se impuseram às sociedades.

October 28, 2025

Quantas crianças e adolescentes foram prejudicados por esta ideologia?

 

Uma ideologia que apoia o auto-diagnóstico emocional como se fosse um diagnóstico científico.


September 21, 2025

A sigla LBGTQIA+ acabou

 

Os LBG separaram-se dos trans devido ao abuso destes contra eles e os seus direitos (quando é que as feministas se separam desses ditadores machistas que são os trans homens-biológicos?)


August 24, 2025

Um trans, homem biológico filma-se a rondar miúdas

 

Se as miúdas forem à casa-de-banho o trans vai atrás delas... Quem são os pais que ficam confortáveis com estas situações? Os trans são uma categoria diferente das mulheres e devem ter casas-de-banho próprias para si, espaços próprios seus, etc, em vez de roubarem os espaços e os direitos das mulheres. Não são mulheres, são trans.


July 25, 2025

A história de Sandie Peggie que ainda não acabou

 


Peggie v NHS Fife é um caso em andamento num tribunal do trabalho em Dundee, na Escócia. A reclamação formal foi apresentada em Maio de 2024 por Sandie Peggie, enfermeira do Victoria Hospital do NHS Fife há mais de 30 anos, contra o NHS Fife e a Dra. Beth Upton, uma mulher transgénero -homem biológico- que trabalha no mesmo hospital. 

Peggie alegou assédio sexual, discriminação por crença e vitimização ao abrigo da Lei da Igualdade de 2010, depois de ter sido suspensa na sequência de um incidente em que confrontou Upton por estar no vestiário feminino quando ela se se está a despir. 

Peggie está a ser representada no tribunal por Naomi Cunningham, presidente do grupo de defesa, Sex Matters, que está a actuar como advogada a título pessoal.

Sandie Peggie afirmou ter visto a Beth Upton pela primeira vez num vestiário feminino em Agosto de 2023 e levantou a questão com o seu superior hierárquico. 

Relatou que um segundo incidente ocorreu no final de Outubro ou Novembro de 2023, quando Upton entrou num vestiário feminino enquanto ela estava de sutiã e calças de trabalho, novamente levando o assunto ao seu superior hierárquico. 

Em 24 de Dezembro de 2023, Peggie e Upton tiveram uma discussão, na qual Upton alega que Peggie comparou o uso do vestiário feminino por Upton à presença da violadora transgénero Isla Bryson numa prisão feminina. (Isla Bryson é um homem biológico, violador, que alegou ser mulher para ser presa numa prisão feminina e violou lá mulheres.)

O Conselho de Saúde de Fife registou o incidente como um «caso  de ódio a trangéneros» e afirmou que Upton é que estava correcto. 

De acordo com uma testemunha, Upton estava «muito abalada», «visivelmente angustiada e perturbada», «bastante pálida» e «assustada» após o confronto. (Upton é um ex-jogador de râguebi de 28 anos com 1,80 m de altura...)

Em seguida, Upton procurou o NHS Fife para obter apoio e fez uma denúncia alegando bullying e assédio por parte da enfermeira. Mais tarde, Upton acrescentou à denúncia, preocupações com a segurança dos pacientes da enfermeira, devido ao ódio a transgéneros - na sua cabeça.

Upton alegou que, depois de ter aparecido numa sala de reanimação para atender um paciente em estado grave, Peggie — que estava com o paciente naquele momento — saiu e pediu a Upton para completar suas tarefas de enfermagem. Peggie negou e o hospital não levou a sério a queixa de Upton.

Entretanto, Peggie apresentou uma queixa dizendo que se sentia intimidada e sem à vontade para partilhar um vestiário com um homem biológico, mulher trans. Após o incidente de 24 de dezembro, Peggie foi colocada em «licença especial» até Abril. 

Uma investigação interna foi iniciada pelo NHS Fife, que alegou má conduta e uso incorreto do pronome de género de Upton, por parte da enfermeira. A investigação durou nove meses, terminando em Dezembro de 2024 com uma recomendação para uma audiência formal. 

Em Julho de 2025, Peggie foi absolvida de todas as acusações na investigação interna, pois o NHS Fife afirmou que não tinha provas para sustentar uma conclusão de má conduta.

Em 3 de Janeiro de 2025, Peggie entrou com uma acção no tribunal do trabalho contra o NHS Fife e contra Upton, alegando assédio sexual ou assédio relacionado a uma crença protegida pela Lei da Igualdade de 2010, e dizendo que ela havia sido “forçada” a trocar de roupa na frente de um “homem”. 

O NHS Fife negou que Peggie tivesse sido assediada e descreveu a nomeação de Upton como réu como «desnecessária e vexatória». Vários grupos críticos em relação ao abuso da questão de género rapidamente se envolveram, principalmente o Sex Matters, e embora o NHS Fife e Upton tenham solicitado que o caso fosse julgado em privado, o juiz Antoine Tinnion ordenou, a favor da requerente, que o caso fosse julgado em público.

Em 27 de Janeiro, a juíza do trabalho Sandy Kemp decidiu que Peggie poderia usar o género errado para se referir a Upton durante todo o tribunal, afirmando que, embora pudesse ser «doloroso e angustiante» para Upton, usar o género errado para se referir a alguém não constituía assédio, pois, na sua opinião, seria injusto forçar Peggie e os seus advogados a usar termos que consideram imprecisos. 

O porta-voz do NHS Fife descreveu isso como «activismo... que contribui para um clima de hostilidade e ódio contra as pessoas trans».

As audiências, com duração de dez dias, começaram a 3 de Fevereiro. No segundo dia de depoimentos, Peggie confirmou ter chamado homem a Upton, mas afirmou que não sabia que Isla Bryson era um violador e que «nunca comparou Beth a um violador», mas sim que estava «descrevendo como as mulheres devem sentir-se com um homem numa prisão feminina» e que disse a Upton que «era inaceitável que estivesse no vestiário feminino» quando Upton começou a despir-se e trocar de roupa. Upton negou ter-se despido durante a conversa.

Peggie reconheceu que o seu comportamento de usar o pronome diferente do requerido pelo trans era considerado assédio no hospital, de acordo com as orientações de diversidade.

Peggie disse que a interacção em 24 de Dezembro de 2023 a deixou «a tremer como uma folha». O gestor de serviços clínicos mencionou que outros membros seniores do pessoal do NHS Fife diziam que já havia outras queixas de Peggie.

Cunningham, advogada de Peggie alegou que o confronto entre eles tinha perturbado Upton porque, «Todos podem ver que você é um homem. Todos sabem que você é um homem. Você quer ter controle total sobre o comportamento de todos e apesar de todos saberem que você é um homem".

Upton negou tudo isso, dizendo que a maioria de seus colegas de trabalho não a via como um homem, que ela não era obviamente trans e que estava apenas pedindo para ser tratada com respeito por seus colegas.

Cunningham também questionou o Conselho Médico Geral sobre ter «falsificado registos públicos» ao permitir que Upton alterasse o seu primeiro nome em documentos oficiais. 

Segundo Jane Russell KC, advogada do NHS Fife, «O sexo biológico é apenas uma crença.» As elites inglesas que defendem esta crença de que o sexo não passa de uma crença, impuseram-na de cima para baixo a todos os trabalhadores do NHS e obrigaram as médicas e enfermeiras a aceirar nos seus balneários e vestiários a presença de homens biológicos, que tanto podem estar a despir-se como apenas a observar-las enquanto se vestem e despem.



Segundo, J.K. Rowling

"O tribunal do trabalho de Sandie Peggie está atualmente a expor, como talvez nenhum outro processo judicial até à data tenha feito, a questão da classe social no que se refere à imposição de cima para baixo da ideologia da identidade de género no local de trabalho.

A «oficial de diversidade» do hospital, Isla Bumba, admitiu agora em tribunal que não se preocupou sequer em consultar os regulamentos de 1992 que garantem espaços separados por sexo, quando disse a um homem trans, o Dr. Beth Upton, para usar o vestiário feminino no hospital onde trabalhava. Bumba justificou esta decisão com comentários que, presumo, soaram muito inteligentes e convincentes, dentro da sua própria cabeça. 

«Não sei nada sobre o corpo de Beth. Não sabia na altura. Não sei agora. Não preciso de saber. Nunca poderia saber o que ela é, biologicamente.»

Kate Searle, consultora em medicina de emergência, apoiou Bumba, expressando indignação no banco das testemunhas pelo facto de alguém ser tão insensível a ponto de perguntar sobre os cromossomas de Upton. 

«Eu só podia imaginar o quão perturbadora e invasiva essa pergunta seria para Beth, além de não ser relevante para um colega perguntar a outro colega. Se Beth se identifica como mulher, é uma mulher e não importa quais são os seus cromossomas.»

No mundo de Bumba e Searle, a crença de que a identidade de género supera o sexo biológico é prova de que se é intelectualmente e moralmente superior a mulheres como Sandie Peggie. Imagino que tenha sido um choque descobrir, sob o escrutínio público e da imprensa, o quão idiotas e cruéis eles parecem para as pessoas fora do seu círculo de jantares. 

Quando Upton, um ex-jogador de râguebi de 28 anos com 1,80 m de altura, alegou que uma enfermeira pequena de 50 anos o fazia sentir-se «inseguro», as suas palavras parecem ter sido tomadas como verdadeiras. 

Searle, Bumba e a administração esforçaram-se para mimar o médico de classe média que compartilhava as suas visões pós-modernas da moda sobre género. 

Sandie importava a alguém? Ela é apenas uma daquelas intolerantes horríveis e desinformadas que ainda acham que o sexo biológico é real e importante — tão embaraçosamente rude e simplista! 

De acordo com @tribunaltweets, um Searle emocionado, deixou escapar no banco das testemunhas: «Eu sou gentil.» Isso não é algo que pessoas genuinamente gentis precisam dizer. Pessoas genuinamente gentis não se sentem compelidas a explicar em tribunal por que ajudaram a incitar uma caça às bruxas contra uma mulher cujo único crime foi querer trocar de roupa sem um homem a observá-la

Bem, a enfermeira que deveria ter saído em desgraça não aceitou isso. Sandie Peggie recusou-se a ser sacrificada no altar de ideólogos elitistas que se consideram superiores e melhores do que ela. Lutou, por si mesma e por todas as outras mulheres que actualmente estão a ser silenciadas, perseguidas e punidas por uma classe administrativa presunçosa que se orgulha da sua virtude enquanto impõe políticas misóginas desenfreadas à sua força de trabalho.

Sandie Peggie é uma heroína. A mulher que o NHS Fife pensava poder tratar de forma abominável sem quaisquer consequências para si próprio conseguiu colocar em evidência a podridão mental e a falta de compaixão de que sofrem pessoas supostamente inteligentes quando abraçam a ideologia da identidade de género contra os direitos das mulheres. 

As mulheres de todo o mundo têm com ela uma dívida de gratidão. Seja qual for o resultado deste tribunal, Sandie Peggie já ganhou.


April 16, 2025

A misoginia dos trans que se identificam com mulheres

 


Um trans homem biológico sugere que deve ser autorizado a violar os espaços das mulheres porque não se sente seguro perto de outros homens. O que estes homens biológicos precisam de perceber é que não é função de uma mulher proteger os homens que escolhem identificar-se com mulheres; e que não é função das mulheres porem em causa a sua própria segurança para acomodar os interesses de homens biológicos que dizem identificar-se com mulheres. Que lutem por espaços próprios para pessoas trans.
O que esta pessoa precisa de perceber é que está a sugerir que a sua segurança como homem que se identifica como mulher é mais importante e deve passar à frente da segurança das mulheres.
Os trans que se identificam com mulheres e exigem retirar direitos às mulheres são machistas. Eles podem ter saído do mundo dos machos, mas o machismo não saiu deles.

April 10, 2025

O emotivismo é uma ideologia anti-ética que leva ao absurdo

 


Em Inglaterra, a final do Campeonato de Bilhar Feminino foi disputada por dois homens biológicos que dizem sentir-se mulheres...

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E os trans homens-biológicos que por todo o lado exigem, não ter a sua própria categoria, o que seria correcto, mas anular a das mulheres são apenas machistas que encontraram uma forma alternativa de prejudicar mulheres. 


March 12, 2025

"O que significa viver como uma mulher?"

 

September 18, 2024

Aqui está uma mulher trans que ainda traz colado o macho em si

 


Não é capaz de ouvir uma mulher dizer, 'não' sem tentar calá-la, intimidá-la e fazer-lhe bullying.