July 15, 2026

Ana Mendes, no intervalo no seu tacho dourado, dá entrevistas de propaganda

 

Os políticos em geral pensam que somos todos idiotas. Aqui está uma política, participante no governo com maior número de casos de primismo, abuso de poder, ordinarice e corrupção a seguir a Socas, premiada com um tacho chorudo em Bruxelas, a falar como se os portugueses fossem todos idiotas. Diz que no governo deles um terço da imigração era altamente qualificada. Sobram os outros 70% que andam a fazer subir os crimes à faca, os roubos, as mutilações genitais das raparigas, etc. E diz que todos contribuem muito para a SS. Pois, isso não sei, como vocês mentem muito, não há razão para acreditar no que diz.





O País precisa imenso destes atalibãzados

 

Será um cristão evangélico, esse primo dos khameneis?? O País precisa imenso destes grunhos. São uma grande mais-valia, sobretudo para o objectivo da igualdade de direitos das mulheres.



Um homem de nacionalidade brasileira, de 25 anos, foi identificado pela PSP, na manhã de terça-feira, no Hospital de Vila Franca de Xira, por ter agredido uma equipa médica e causado danos na ala de obstetrícia da referida unidade hospitalar.

A notícia avançada pelo Correio da Manhã, indica que na altura dos desacatos encontravam-se no Hospital vários agentes da PSP em serviço gratificado, que foram chamados pelas 11h10, devido a distúrbios no bloco de partos.

O homem acompanhava a mulher que estaria a ser preparada para o trabalho de parto, reagiu com violência quando viu uma equipa médica constituída por 3 homens e 2 mulheres, a levantar a roupa da cama e a manusear zonas do corpo da parturiente.

https://diariodistrito.sapo.pt/


Senhor PM, continue assim que vai bem...

 

Luís Montenegro reconhece que o processo de digitalização e posterior correção é complexo e difícil, mas diz que há professores que estão contra esta mudança e estão a criar todo este clima que está a perturbar o processo.

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Montenegro acusa os professores de serem responsáveis pelas barracas dos exames. O ME e o governo não têm nenhuma responsabilidade. Estavam calmamente a lidar com um processo complexo e os professores tomaram estas decisões todas contra o processo: contrataram as firmas, desenharam a plataforma, receberam os 8 milhões, esconderam as folhas de continuação, engataram a plataforma, mandaram digitalizar mal os exames, mandaram o ME dar desculpas esfarrapadas, etc., etc.,  etc.,  etc.,  etc.,  etc.,  etc.,  etc.,  etc.,  etc.,  etc.,  etc.,  etc.,  etc., etc.,  etc....

O PM e o ME anunciam que o processo é complexo e difícil. Jura? Se tivesse perguntado aos professores eles tinham-lhe dito. Ah, compreendo! Nunca pensaram que o processo fosse tão complexo porque afinal os professores das escolas, essa gente menor, fazia aquilo sem espinhas. 

Já temos pouca confiança nas instituições e o PM quer cavar um bocadinho mais esse fosso. 

Senhor PM, continue assim que vai bem. 

nota: sabe onde é que é proibido ser pessimista? Na China. Deve saber que as pessoas que criticam o governo e chamam a atenção para o que está mal são consideradas culpadas de pessimismo e castigadas. Não é um bom modelo de governança para se copiar.

Reapreciações de exames: falta aqui neste artigo um 'pormenor' de suma importância

 

Problemas nos exames podem desencadear aumento de reapreciações das provas. Mas como funciona o processo?

Expresso
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Este artigo só explica o procedimento do lado do aluno e esquece de dizer o lado do professor reapreciador.

Há dois tipos de pedido de reapreciação: um refere-se a erros técnicos, outro a discordância na interpretação da aplicação dos critérios de correcção. 

No primeiro, o aluno detecta algum erro que pode ser, por exemplo, na soma total das cotações parciais ou na avaliação da escolha múltipla - acertou em 8 e a classificação só contabilizou 7 como correctas. Esses são simples e rápidos de resolver.

O segundo tipo de pedido de reapreciação é muito mais complexo. O aluno contesta a aplicação dos critérios de correcção e nessa medida argumenta, relativamente a uma ou mais questões, por que razão entende que o classificador do seu exame aplicou mal e em seu prejuízo, as indicações dos critérios de correcção. Nestes casos, o professor reapreciador tem que reavaliar a prova tendo em conta a classificação original, os critérios de correcção e os argumentos apresentados pelo aluno. 

Se concorda com o aluno, pode apenas dizer isso, que reconhece que a argumentação do aluno tem mérito e concede o seu pedido de subida de classificação. Porém, se não concorda, terá de argumentar por escrito e pormenorizadamente uma contestação dos argumentos do aluno e explicar porque concorda com a classificação original: terá de referir os critérios de correcção, o conteúdo da resposta do aluno em várias dimensões, o modo com a apresentou, o raciocínio, a linguagem, os erros de conteúdo, os que cometeu previstos nos critérios de correcção, como a classificação original cumpre os critérios de correcção e o que mais for pertinente. Como tem de ler e apreciar todo o teste e não apenas a questão ou questões alvo de pedido de reapreciação, se considerar que a nota do aluno em outras questões deve subir ou descer, terá de construir uma argumentação própria para cada questão em que altere a classificação inicial.

Isto dá um enorme trabalhão! Ouço dizer que para fazer este tipo de trabalho os advogados levam mais mais de 1000 euros à peça e se forem muito conhecidos e o caso importante, podem levar 50 mil euros. Isto é só para pôr as coisas em perspectiva.

É especialmente irritante termos que fazer esse trabalho de escrever longos e pormenorizados textos de argumentação, quando pegamos em alguns desses testes com pedidos de subida de nota e vemos claramente que a classificação original já beneficiou extraordinariamente o aluno.

Estou de acordo em que o pedido de reapreciação seja pago e a nota possa descer, pois não sendo, todos os alunos a pedem por não terem nada a perder, como acontecia no passado, o que representa um acréscimo enorme e injustificado de trabalho para os professores.

Compreendo que este ano, dadas estas barracas todas vá haver muitos pedidos de reapreciação por parte de alunos que precisam das notas, mas mesmo assim penso que devem ser pagas e ser mais caras do que são. Se o pedido do aluno tiver mérito, então devolve-se o dinheiro, como já se faz no primeiro tipo de reapreciações.

July 14, 2026

Uma aldeia inglesa votou tornar-se independente do Reino Unido

 

Pensam ser a única maneira de evitarem que o governo inglês vá lá descarregar 1000 imigrantes ilegais - a aldeia tem 180 pessoas.



Há uns meses uma mulher ligou para um programa da TV e falou da experiência das pessoas onde vive (o medo de saírem à rua sozinhas por conta da quantidade de assassinatos e facadas dos imigrantes) e do governo inglês estar-se nas tintas para as situações que cria às pessoas normais que não vivem protegidas por guarda-costas e não vivem em condomínios fechados e continuar com políticas de importar imigrantes incivilizados. As pessoas já não se sentem em casa no seu próprio país.

Há poucos dias uma ex-governante e deputada foi assassinada com traços de tortura. Isto é o que nos espera. 


Rússia - bastaram dois meses e meio

 

Quando é que a Ucrânia começou a bombardear sistematicamente refinarias e depósitos de armas na Rússia? Maio? Bastaram dois meses e meio de falta de gasolina, drones a voar, preços malucos e zero internet para os russos saírem das tocas e começarem a dizer que querem Putin no outro mundo. Todos eles dizem que só morto ele sai de lá. Imagine-se se os aliados fechassem os céus à Ucrânia e as bombas dele fizessem ricochete? Já isto tinha acabado.



 

 

Asabiyyah

 


Os alicerces da civilização: o sentimento de grupo

LEO AND THINKINGWEST

Ibn Khaldun é um dos maiores historiadores e cientistas sociais da Idade Média, embora seja frequentemente ignorado no mundo ocidental. A sua obra lançou as bases para vários campos — incluindo a historiografia, a sociologia, a economia e a demografia — devido à sua abordagem abrangente.

A sua obra-prima, A Muqaddimah (que significa «A Introdução»), constitui uma tentativa de escrever uma história universal das civilizações, descrever como estas surgem e declinam, e assenta inteiramente no conceito de asabiyyah.

Segundo Ibn Khaldun, a asabiyyah é a força motriz central do desenvolvimento da civilização. Pode ser traduzida, em termos gerais, como «sentimento de grupo» ou «solidariedade de grupo» — trata-se do profundo laço cultural e social que um povo partilha. O sucesso de uma sociedade está intrinsecamente ligado à intensidade da sua asabiyyah e, para preservar o poder, um povo deve manter uma asabiyyah mais forte do que a dos grupos seus concorrentes.

Pode parecer um conceito nebuloso à primeira vista, mas Ibn Khaldun afirma que a asabiyyah pode ser resumida a algo bastante concreto: a vontade de lutar pelo próprio grupo e de defender o seu bem-estar. Ibn Khaldun escreve: 
«A asabiyyah gera a capacidade de se defender, de opor resistência, de se proteger e de fazer valer as próprias reivindicações.» E, de forma ainda mais simples: a asabiyyah «significa afecto e vontade de lutar e morrer uns pelos outros».
Tendo isto em conta, torna-se claro por que razão a asabiyyah tem consequências graves para uma cultura, uma vez que Ibn Khaldun a associa directamente à capacidade de vencer guerras. Ele afirma que, quando dois grupos de igual número entram em confronto, o lado com um sentimento de grupo mais unificado prevalecerá. Assim, a força da asabiyyah determina o destino final de uma cultura.

Mas a asabiyyah afecta mais do que apenas a força do exército de uma nação; orienta também os movimentos políticos e as hierarquias sociais no seio de uma civilização. Ibn Khaldun escreve que 
«... todo o empreendimento (político) de massas requer, por necessidade, um sentimento de grupo.» 
A asabiyyah é, segundo Ibn Khaldun, vital para a saúde a longo prazo de uma civilização — moldando a sua política interna e a sua posição na cena internacional —, mas como é que uma cultura adquire a asabiyyah, em primeiro lugar? Por que razão algumas culturas têm um forte sentimento de grupo, enquanto outras não?


E já agora: alguém imagina a Ucrânia ter sido capaz de defender-se da Rússia sem uma forte asabiyyah?
Alguém imagina a Europa a ser capaz de defender-se das forças que a querem destruir sem uma forte asabiyyah? Não só entre os países mas dentro de cada país? Fracturados por extremistas ao serviço de asabiyyahs alienígenas à nossa?

Por que razão os alemães comuns escolheram Hitler? E o que faria você?




Por que razão os alemães comuns escolheram Hitler é o título de um excelente ensaio de Celina101. O artigo é enorme. Vou fazer aqui uma suma porque o paralelismo entre a época que ela analisa e nossa é gritante. 

Diz ela:

A queda da República de Weimar é, geralmente, reduzida a uma narrativa simplista sobre como um louco hipnotizou uma população racional, através de propaganda e carisma. Estas explicações não resistem ao escrutínio histórico e infantilizam o eleitorado da época. Encarar a ascensão do Terceiro Reich apenas como um triunfo do ódio, do fanatismo ou da ilusão colectiva obscurece deliberadamente a realidade contingente do período entre guerras.
 
Segundo a autora, milhões de cidadãos comuns apoiaram ou aceitaram o Partido Nazi porque acreditavam que a Alemanha enfrentava uma crise existencial, viam-se entalados entre duas alternativas perigosas e más e escolheram a direita como a menos má. O nacional-socialismo foi apoiado, tolerado ou passivamente aceite por milhões de alemães comuns e racionais porque acreditavam que a sua nação se encontrava à beira de um colapso existencial. 

De um lado a esquerda radical com a revolta marxista-leninista revolucionária, destrutora da propriedade, activamente dirigida por uma potência exterior aos interesses dos alemães: Moscovo; do outro, a direita radical com um movimento militante e nacionalista que, apesar da sua violência bruta, prometia ordem e salvação nacional.

A ascensão de Hitler dependeu, em grande parte, de uma crise histórica multi-facetada: a derrota traumática na Primeira Guerra Mundial com a humilhação do Tratado de Versalhes, ciclos devastadores de ruína económica, a normalização da violência para-militar e a paralisia das instituições democráticas liberais. 

A República de Weimar tinha falhado redondamente em proporcionar segurança básica, prosperidade económica ou dignidade nacional. A democracia liberal era amplamente vista como um sistema fraco e estranho, imposto pelas potências conquistadoras, um sistema incapaz de proteger a nação da ameaça muito real de uma revolução bolchevique.

Neste clima de intensa polarização, o NSDAP era cada vez mais visto como uma força contra-revolucionária necessária, como um movimento implacável, mas restaurador, capaz de impor a ordem e defender a civilização europeia tradicional da dissolução comunista.

Quando a Alemanha se rendeu, ainda ocupava uma parte grande da França, Bélgica e Europa Oriental. A repentina capitulação, aliada ao colapso da monarquia dos Hohenzollern e à abdicação do Kaiser Guilherme II, foi um choque. Tendo sido alvo de uma enorme propaganda que prometia uma vitória iminente, a população estava totalmente impreparada para a derrota.

Criou-se o mito da "facada nas costas": difundiu-se a ideia de que o exército alemão não tinha sido derrotado militarmente, mas traído por políticos democratas, socialistas, comunistas e judeus corruptos, o que enfraqueceu desde o início a legitimidade da democracia.

O sentimento de traição estava ligado ao Tratado de Versalhes, entendido como uma vingança. A Alemanha foi desmembrada, privada de 13% do seu território europeu, incluindo a Alsácia-Lorena — de vital importância industrial — e o Corredor Polaco, uma perda que separou completamente a Prússia Oriental do resto do Estado alemão. Foram confiscadas todas as colónias ultramarinas, um abalo da «mentalidade imperial» pré-guerra, de proeza global e destino económico que tinha sido fundamental para a identidade da classe média alemã desde o final do século XIX. O exército ficou limitado a 100,000 homens, não podiam ter aviação, artilharia pesada ou submarinos. Foram esmagados económica e psicologicamente.

Mais do que um Estado derrotado, era uma sociedade desonrada, traída e degradada, onde milhões de veteranos desmobilizados regressavam a uma pátria fragmentada, alimentando ressentimentos insolúveis. A república democrática nasceu à sombra sufocante desta derrota, o que fez com que tivesse dificuldade em conquistar a lealdade patriótica das elites conservadoras, dos funcionários públicos e da classe média em geral, que associavam fundamentalmente a democracia à fraqueza nacional e à humilhação internacional.

A República de Weimar passou a ser associada à rendição e à humilhação nacionais.

O medo do comunismo: a Revolução Russa e as tentativas de revolução comunista na Alemanha criaram um profundo receio entre a classe média, os agricultores, os empresários e os conservadores. Muitos acreditavam que um governo comunista significaria expropriações, violência e destruição da ordem social. [e tinham muita razão]

Os alemães leram com horror sobre o extermínio da família Romanov, as execuções sumárias de inimigos de classe levadas a cabo pela Cheka e a expropriação total e sem remorsos da propriedade privada, das terras agrícolas e das empresas. Além disso, o anti-clericalismo militante do regime soviético, que resultou na destruição generalizada de igrejas e no assassinato de padres, aterrorizou profundamente as populações cristãs devotas da Alemanha, tanto católicas como protestantes. Muitos defendem que a polarização da sociedade entre-guerras se deveu ao perigo da ameaça agressiva do totalitarismo bolchevique. O nacional-socialismo e outros movimentos fascistas tiveram um impulso fundamental devido à genuína ameaça do totalitarismo da revolução marxista-leninista. 

Fundamentalmente, o bolchevismo era radical e militantemente internacionalista. Lenin e Trotsky consideravam o Estado russo, ainda atrasado, como o palco inicial para uma revolta operária global, sendo o Estado alemão — altamente industrializado e politicamente instável — o prémio necessário para a sobrevivência da revolução global. A criação da Internacional Comunista (Comintern) em 1919 sinalizou claramente a intenção de Moscovo de financiar activamente e exportar a revolução para o Ocidente.

Para o Mittelstand alemão (classe média), funcionários públicos, lojistas e agricultores independentes, uma vitória comunista não significava uma melhoria de vida. Significava «deskulakização», coletivização forçada, a perda de todos os bens pessoais e familiares e a potencial liquidação física por serem definidos como «inimigos de classe». Este medo criou um ambiente em que qualquer força política que prometesse esmagar impiedosamente a ameaça marxista era vista como um potencial salvador da civilização europeia tradicional, independentemente dos seus outros atributos extremos.

Por todo o país, mas sobretudo a sul, cidades alemãs espelhavam o sistema soviético, desafiando directamente o establishment de uma democracia parlamentar liberal e ameaçando contornar por completo a autoridade estatal tradicional.

O recém-formado Partido Comunista da Alemanha (KPD) tentou uma insurreição armada para derrubar o governo provisório social-democrata (SPD). Privado de um exército nacional fiável na sequência da desmobilização, o governo do SPD tomou a decisão de se aliar aos Freikorps, unidades para-militares de direita fortemente armadas, compostas por veteranos de guerra amargurados e por anti-republicanos.

Os Freikorps esmagaram a revolta nas ruas de Berlim, executando sumariamente Rosa Luxemburg e Liebknecht sem julgamento, um acontecimento que envenenou de forma permanente as relações entre o SPD moderado e o KPD radical, fracturando fatalmente a esquerda alemã.

No sul a violência ainda era pior. Em 1919, socialistas radicais e comunistas proclamaram a República Soviética da Baviera em Munique e começaram o seu terror vermelho. Capturaram propriedade privada e fizerem reféns entre a nobreza e figuras da direita. Quando as forças governamentais se aproximara da cidade, os revolucionários executaram reféns. Os Freikorps conquistaram Munique em Maio de 1919 com artilharia e lança-chamas, massacrando entre 600 e 1 200 comunistas, anarquistas e suspeitos de simpatizar com a esquerda.

A Baviera, tradicionalmente um bastião conservador e católico, virou-se drasticamente para a extrema-direita radical, encarando a breve república soviética como um terrível reinado de terror, escassez alimentar e ocupação estrangeira. Eis porque Munique se tornou um terreno fértil para o partido nazi de Hitler. Aliás, Hitler esteve presente em Munique durante estes eventos e aproveitou-os mais tarde nos seus discursos.

A violência política: durante a República de Weimar, nos anos 20 e 30, eram frequentes os confrontos armados entre comunistas e grupos para-militares de direita. Os governos sucediam-se uns aos outros. Esta instabilidade levou muitos cidadãos a concluir que apenas um governo forte conseguiria restaurar a ordem.

As fragilidades da República de Weimar: governos de coligação instáveis, sucessivas crises políticas e a utilização frequente de poderes de emergência sem escrutínio legal ou democrático fizeram muitos alemães perder a confiança na democracia parlamentar. A esquerda continuava aliada a Moscovo na tentativa de destruir a ordem democrática.

As crises económicas: a hiperinflação de 1923 destruiu as poupanças da classe média e a Grande Depressão provocou desemprego em massa e falências. Em vez de apoiar a economia com despesa pública, o governo impôs uma autoridade sufocante. Muitos passaram a considerar que os partidos tradicionais eram incapazes de resolver a situação. 

A estratégia política dos nazis: o NSDAP apresentou-se como um partido capaz de unir a nação, restaurar o orgulho nacional, combater o comunismo, criar emprego e revogar o Tratado de Versalhes. Adaptava a sua mensagem aos diferentes grupos sociais, prometendo soluções específicas para trabalhadores, agricultores, empresários e funcionários públicos.

Porque escolheram a extrema-direita e não a extrema-esquerda? 
A autora argumenta que, para muitos alemães, os nazis prometiam preservar a propriedade privada, a família, a religião e a identidade nacional, enquanto os comunistas eram vistos como uma ameaça revolucionária que destruiria essas instituições. A esquerda significava um perigo existencial, a direita um perigo conjuntural. 

Antes um extremismo temporário que ser uma colónia da Rússia.

Além disso, a divisão entre comunistas e sociais-democratas impediu uma frente comum contra Hitler.

O papel das elites conservadoras: Hitler não conquistou a maioria absoluta dos votos. Foi nomeado chanceler porque políticos conservadores e o presidente Hindenburg acreditavam que conseguiriam controlá-lo e utilizar a sua popularidade para estabilizar o país. Esse cálculo revelou-se desastroso.

A transformação em ditadura: depois de chegar legalmente ao poder, Hitler aproveitou o incêndio do Reichstag para suspender liberdades, prender opositores e obter poderes extraordinários, eliminando rapidamente a democracia.

Conclusão

O colapso da República de Weimar resultou da combinação de humilhação nacional, de crises económicas profundas, do medo do comunismo, da violência política e policial, da perda de confiança na democracia e suas instituições e dos erros das elites conservadoras. 

A autora defende que muitos alemães não viam a escolha entre democracia e ditadura, mas sim entre dois extremismos, considerando o nazismo o "mal menor" perante a ameaça de uma revolução comunista idêntica à da Rússia, da qual tinham tido uma amostra assustadora em várias cidades alemãs.

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É difícil não traçar um paralelismo entre esta situação e a nossa. Também hoje estamos desiludidos com o falhanço das instituições democráticas, as alianças  partidárias para formar governos são instáveis, a corrupção está generalizada, a justiça capturada, a cedência dos políticos a grupos canibais multinacionais, os poderes políticos que vivem e trabalham de costa voltadas para os 'soberanos' que somos nós, como diz a atriz alemã no vídeo do post anterior. Tomam decisões que prejudicam a maioria, desinvestem nos serviços públicos para fazer enriquecer boys e primos.

Quantos nos dias de hoje consideram que os partidos tradicionais não são capazes de resolver a situação de decadência das sociedades? O desinvestimento na educação em todo o mundo civilizado e a captura das universidades, seja por islamitas aliados à esquerda extrema, seja por bilionários aliados à direita radica, deu origem a extrema desconfiança das instituições que projectavam a nossa prosperidade e avanço no conhecimento. A saúde capturada por multi-nacionais vorazes, sem que os políticos intervenham. Por todo o lado a descrença e o medo.

Compreende-se que a seguir à Segunda Guerra as sociedades em geral tenham virado à esquerda, mas essa esquerda já não é esta esquerda que agora existe.

Esta nova esquerda está aliada a movimentos agressivos e alguns, como os islamistas radicais da IM (e não só), totalitários e extremamente violentos que querem impor a todos através da censura e da prisão a submissão ao seu ponto de vista. Tal como antes, usam o termo ódio como uma acusação de culpa e inventam fobias e ódios para calar a crítica. Os governos de esquerda, outrora vistos como bastiões da justiça social e da moralidade, agora mentem deliberadamente ao povo para poder impor ideologias devastadoras, não se separando em nada do MO da direita.

O islamismo radical é uma ameaça existencial ao nosso modo de vida, às nossas democracias, aos direitos humanos. E a esquerda, mesmo a moderada, está aliada a esse movimento e protege-o. Em Inglaterra já ninguém confia em nenhuma instituição, em França, na Bélgica, na Espanha, na Suécia... e aqui em Portugal estamos a caminho do caos de Inglaterra e pela mesma razão.

Na semana passada ouvi um governante belga, na Euronews, defender que estavam a ponderar pôr o exército a patrulhar as ruas porque já não controlam os imigrantes: só este ano houve mais de 100 tiroteios, fora os ataques com sabre e facas. Portanto, também entrámos na fase de ter grupo para-militares a necessitar da intervenção do exército nas ruas, onde dantes andávamos à vontade. São forças a tentar derrubar a os governos da democracia.

Para além do islamismo radical, temos o imperialismo russo, outra fonte de terrorismo apoiado pela esquerda radical e extremista. Ainda hoje li que os 60 bloquistas que abandonaram o partido o fizerem, em grande parte, por os dirigentes não apoiarem Putin contra Zelensky.

A esquerda radical, por toda a Europa, EUA, Austrália e Canadá aliou-se a movimentos que representam perigos existenciais para as democracias.

Tal como aconteceu na Alemanha, também nós que não nos revemos na esquerda radical ambiciosa de poder, apoiante de forças totalitárias, terroristas, nem na direita radical, apoiante de ditadores de fanatismo religioso e ganância de dinheiro, nos sentimos encurralados. 

Os poucos governos de centro que restam não estão a fazer o seu trabalho de fortalecer as democracias e suas instituições de maneira a afastar estes perigos que, uma vez instalados, como se vê nos países islâmicos, na Rússia e na China, são extremamente difíceis de desinstalar. Veja-se o sacrifico da Ucrânia. Ou o do povo iraniano. Ou o que aconteceu aos alemães depois de terem escolhido a direita e terem levado com o Hitler em cima. Porém, a questão é: nessa altura dos anos 30, que alternativa tinham? O terror vermelho com a obliteração de si mesmos?

Quando as pessoas no Ocidente forem chamadas a escolher entre a esquerda radical aliada às forças terroristas russas e islâmicas que dizem publicamente querer fazer desaparecer a cultura europeia e a direita radical, que diz ser a salvação desse perigo, quem vão as pessoas escolher? Quem escolheria você? Parece-me óbvio. Nos EUA já responderam a essa questão.
Os eleitores desesperados, considerando os partidos moderados do establishment como os arquitectos deliberados da sua ruína, acorreram aos milhões aos extremos políticos.

 

Porque acorrem os eleitores aos extremos políticos?

 


Os eleitores desesperados, considerando os partidos moderados do establishment como os arquitectos deliberados da sua ruína, acorreram aos milhões aos extremos políticos. O que diz esta atriz sobre a Alemanha, serve à Inglaterra, a Portugal, à Espanha, à Bélgica, à Hungria, etc., etc., etc.


 «ESTÃO SEMPRE A MENTIR-NOS.» E ela tem toda a razão...
🇩🇪 A atriz alemã Tina Ruland quebra o silêncio sobre a actual classe política e as suas palavras estão a causar um verdadeiro estrondo na Alemanha. 💥
Neste vídeo explosivo, ela expõe algumas verdades difíceis:
Os políticos esqueceram-se de quem manda: «O soberano somos nós. Nós somos os seus empregadores.»

Impunidade zero: Ela critica os escândalos estatais (como o caso das máscaras), em que os responsáveis saem impunes ou até recebem promoções.
 
A ascensão dos extremos: «A culpa não é dos cidadãos — a culpa é dos partidos tradicionais que seguem políticas desastrosas. O voto de frustração é apenas uma consequência lógica. »
O fim da honra: uma crítica mordaz ao enriquecimento pessoal e aos «paraquedas dourados» vitalícios para os representantes eleitos.
Um diagnóstico que ressoa muito além das fronteiras da Alemanha...

Seja na Alemanha, em França ou noutro local da Europa, acha que a ruptura entre o povo e a classe política se tornou irreversível? 👇

Está explicado

 

Que versão foi respondida pelo alunos? À beira do fim do prazo, escolas recebem novo pedido de informação

“Nós já tínhamos detectado este ano que, por lapso, no início do caderno de respostas dos alunos não aparecia um sítio para se identificar qual a versão a que estava a ser respondida. Para corrigir esse lapso, foi enviado um documento que os alunos deviam preencher com essa indicação”, diz Cristina Mota. “Essa folha devia seguir juntamente com o caderno para digitalização.” Não terá acontecido.

https://www.publico.pt/

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Todos nós que estivemos a vigiar exames ficámos a olhar para o caderno de resposta dos alunos à procura do sítio onde escrever a versão da prova. Não havia e deram uma folha à parte para cada aluno escrever a versão da sua prova, cheia de porcarias de círculos que nós, professores, temos de andar a pintar a azul ou preto (calculo que a porcaria do programa não leia números e só leia bolas pintadas). Logo ali, percebemos que ia haver barraca com centenas de milhar de provas com folhas soltas lá dentro a indicar a versão da prova em vez dessa indicação vir no próprio caderno de respostas e ninguém percebeu a lógica desse procedimento.

Está explicado, quem mandou fazer ou desenhou os cadernos de resposta não sabe que têm versões.

De cada vez que se sabe mais uma cena dos exames as coisas ficam um bocadinho piores.


Ensinar a curiosidade...

 


A curiosidade é importante? Uau! Se não o dissesse nunca nos passaria pela cabeça... Obrigada por esse 'conselho' aos professores sobre a importância da curiosidade. 

Deixem-me contar uma pequena história elucidativa. Aqui há uns anos, fui DT de uma turma do 10º ano. Ao fim de duas semanas já nós, professores, tínhamos percebido que a turma era boa, tinha potencial, tinha três ou quatro alunos muito bons e poucos alunos fracos - também três ou quatro. Para melhorar a situação, os pais iam todos às reuniões, eram pessoas interessadas e a grande maioria era colaborante. 

A meio de Novembro entrou um rapaz novo para a turma, transferido de outra turma da mesma área. Estava a trabalhar a Filosofia de uma maneira completamente diferente: estava a seguir o manual. Expliquei-lhe o que estávamos a fazer, dei-lhe os testes de diagnóstico de atitudes e comportamentos importantes para o sucesso nas disciplinas, metodologia, etc. Inclui a EE dele no grupo dos pais da turma e enviei-lhe as informações todas. Na reunião de pais do segundo período, a que já veio, já no fim da reunião, tomou a palavra para fazer uma cena, porque o filho tinha tido má nota no 1º período: que ele não sabia estudar, que eu não enviava apontamentos aos alunos por email, nem PPs, etc. Disse à senhora que tirava duas semanas logo no início do ano para ensinar aos alunos como estudar, como fazer um plano de estudo para todas as disciplinas, etc. Chamou-me mentirosa, disse que o filho não tinha nada disso. Com uma enorme paciência de santo (hoje-em-dia temos de nos mentalizar para aturar estes pais - obrigada, Lurdes Rodrigues) disse à senhora que ele entrou tarde na turma mas ainda a tempo de fazer um trabalho sobre estas metodologias -mais não disse porque não falo de alunos em particular em frente dos pais todos. Diz ela, 'não é isso o que o .... diz', ao que lhe respondi, 'isso, é um assunto que terá de esclarecer com ele e tirar daí ilações'. Isto tudo com muita calma por fora mas por dentro, não digo o que estava a pensar...

Em suma, no fim da reunião, há sempre EE que ficam para fazer perguntas sobre os seus educandos em particular. Vi que ela e o marido estavam à espera para falar comigo. Então que queria ela? Começou por pedir desculpa (insultou-me em público mas pede desculpa em privado...), disse que não queria ofender-me, que não foi por mal (então, foi por bem?) mas que ela e o marido estavam preocupados porque o filho não estudava nada de nada (Ah!!) e não sabiam o que fazer porque ele não ligava nenhuma ao que eles diziam. 

Perguntei-lhe qual a disciplina que ele gosta? Nenhuma. Quais os interesses dele fora da escola? Nenhum, não se interessa por nada. Só joga no computador e na playstation. Então e quando é que ele começou a desinteressar-se e a deixar de ser curioso? Não sei, foi a resposta, nunca repararam - acham que os filhos são um software que corre sozinho. Mas o que é que os senhores faziam com ele quando ele era criança, quando queria saber e fazia perguntas? Jogos em família, levavam-no a algum sítio, liam-lhe histórias? Não. Nunca. Nem se lembravam de ele fazer perguntas e, como ele sempre teve boas notas na escola deixaram-no sempre à solta, entregue a si mesmo.

É claro que isto não é verdade porque os miúdos todos, quando entram ali nos três anos desatam a querer saber tudo sobre tudo e antes disso são curiosos com as mãos, mas se os pais guilhotinam essa curiosidade porque não têm paciência para dar seguimento à curiosidade e irrequietude dos filhos, eles  refugiam-se nos telemóveis, nos jogos, na TV. Não sei, porque não tenho experiência de trabalhar com crianças, até que ponto os professores do 1º ciclo conseguem contrariar os maus hábitos que os miúdos trazem de casa já nessa idade: passividade, necessidade de imagens digitais, desinteresse pelo mundo natural e social extra-ecrã, desmotivação, incapacidade de ultrapassar frustrações, chantagem emocional, resistência ao esforço individual, etc.

Resultado. A EE perguntou-me o que é que eu podia fazer para o filho se interessar por estudar e mostrar interesse fosse pelo que fosse. Disse-lhes que ia tentar algumas estratégias e que, dado ele estar numa turma boa, talvez isso ajudasse mas que não faço milagres. 

Isto hoje em-dia é muito comum. Os pais põem telemóveis nas mãos dos filhos para não terem que se chatear e depois, quando eles chegam ao 10º ano vêm perguntar-nos, depois de nos chamarem nomes por causa das notas deles (durante o básico qualquer um tira boas notas porque é proibido exigir resultados aos alunos), se podemos activar a curiosidade e interesse que eles mesmo embotaram nos seus filhos.

A curiosidade não é uma técnica que se ensine, como ensinar a resolver equações. É uma capacidade como a linguagem e desenvolve-se da mesma maneira: imitando os adultos que nos rodeiam. Há uma janela de intervalo para a desenvolver, tal como acontece com a linguagem, após a qual, o mais que se consegue são rudimentos e, com muita dificuldade. 

O desenvolvimento da curiosidade começa desde o nascimento e é em casa que primeiro se desenvolve, respondendo positivamente ao interesse que os miúdos naturalmente têm pelo mundo. Planear iniciativas de desenvolvimento de interesses. Se os filhos vêem os pais agarrados ao telemóvel e à TV é o que passam a valorizar. A escola primária vem a seguir e paralelamente ao trabalho dos pais: reforça-a, desenvolve-a e ramifica-a para outras áreas - estão a perceber a importância dos professores que primeiro lidam com as crianças terem condições para trabalhar com os alunos? É ali que se faz a sementeira.

Portanto, senhor Norton, escusa de vir ensinar o Padre Nosso ao vigário e vá antes pregar para outras paróquias: a dos pais e a dos decisores políticos, sendo que uns descuram o interesse natural da criança pelo mundo e outros descuram as condições de trabalho dos professores do 1º ciclo.


Ensinemos a curiosidade

Pedro Norton

E a boa notícia é esta: a curiosidade não é um dom. Por mais extraordinários que pareçam ser (e foram) Plínio ou Diderot, o vírus da curiosidade não lhes foi inculcado à nascença. Não sei se o esforço foi deliberado ou se lhes bastou, como tantas vezes basta, sentir a alegria contagiosa da curiosidade de um pai, de um professor ou de um avô. Mas sei – até porque sei o muito que devo ao meu próprio pai – que a curiosidade de que fizeram prova terá sido fruto de um paciente ensinamento. Que é, aliás, o mais gratificante e o mais valioso de todos os ensinamentos. Precisamente porque abre caminho a todos os demais ensinamentos.

6. Numa altura em que a escola parece por vezes perdida num labirinto burocrático e processual, numa altura em que, malgrado os esforços bem-intencionados de muitos, parece bloqueada por forças contraditórias que se anulam e ameaçam fazer perder o sentido último do seu propósito, talvez não seja má ideia regressar a esta ideia simples: ensinemos a curiosidade.


Exames - O problema não foi técnico, foi político



(...) 
A história desta crise não começou este ano.

Em 2025, o exame de Filosofia serviu de projeto-piloto para a classificação digital. Os professores classificadores relataram inúmeros problemas: itens trocados, folhas de continuação desaparecidas, digitalizações incorretas, respostas que apareciam e desapareciam do ecrã e outras anomalias difíceis de compreender num sistema destinado a suportar um processo crítico. A principal conclusão parecia evidente: antes de generalizar o modelo, seria necessário um extenso trabalho de correção, validação e teste.

Importa também desfazer um equívoco que marcou o debate público.

O problema não foi político. Foi técnico.

A tecnologia falha. Sempre falhou e continuará a falhar.
(...)
Apesar de tudo, continuo otimista.

Portugal dispõe de excelentes engenheiros, excelentes especialistas em avaliação educacional e excelentes professores. Não falta competência ao país; faltou, desta vez, a capacidade de a mobilizar no momento certo. Os cargos distribuídos pelos boys do sistema pagam-se caro, sobretudo nos momentos de crise.

João Marôco, https://www.publico.pt/
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O problema não foi técnico, foi político, como o próprio o diz: 

1º - Houve o recurso a uma empresa-boy amadora e sem referências neste tipo de trabalho, apesar de "Portugal dispor de excelentes engenheiros, excelentes especialistas em avaliação educacional e excelentes professores."

2º - Houve um teste piloto com os exames de Filosofia feito com um ano de antecedência onde tudo correu mal como agora (a propósito: ontem disseram-me que no ano passado as notas do exame de Filosofia foram todas redondas o que, a ser verdade, é uma coincidência tão grande que não parece ser coincidência) e, no entanto, o responsável do Ministério tomou a decisão política de manter tudo na mesma, sem sequer ter a prudência de pedir a "excelentes engenheiros, excelentes especialistas " que verificassem, independentemente, a causa de tantos problemas técnicos.

Isto já impressiona muito mal, mas pior que este desastre, anunciado há um ano, foram as explicações algo infantis do ministro, a fazer lembrar as desculpas dos alunos quando fazem as coisas mal: os professores agrafaram provas em cim do código; talvez não faltem folhas de continuação e o caso será os alunos não porem ponto final nas frases; os professores classificadores não foram bem escolhidos; os pais foram imprudentes e outras patetices do género.

Se tivesse havido a decisão política de averiguar quem é a firma escolhida por outro governo para o trabalho e se após os erros do ano passado tivesse havido a consciência de que não estavam à altura e a decisão política de ir buscar técnicos especialistas competentes, o ministro não estaria agora neste aperto.

Cada vez menos surpreendente


A ex-diretora da Amnistia Internacional, ex-relatora da ONU para a liberdade de expressão, vai integrar o Grupo Islâmico de Estados como nova representante do Bangladesh na ONU. Irene Zubaida Khan, prima da esposa do primeiro-ministro, deixou a Amnistia no meio de um escândalo, tendo recebido 900 000 dólares. Conflito de interesses: a ONU ainda a lista como sua relatora para a liberdade de expressão,

July 13, 2026

Nocturna

 






Sempre bonito, o amarelo

 

Uma amiga brasileira esteve há muito pouco tempo na China. Foi com um grupo de reformadas, acho. O guia era o tradutor deste livro. Trouxe de lá um chá maravilhoso que partilhou comigo e emprestou-em este livro de poemas. Cai neste.




Kaja Kallas, isso não chega



Vai falar com os teus colegas europeus e diz-lhes para darem armas de defesa à Ucrânia e diz-lhe para decidirem, na NATO, que têm de fechar os céus da Ucrânia. 


What?! Isto é outro nível...

 

https://www.nytimes.com/2026/07/13/us/politics/israel-mahmoud-ahmadinejad-iran.html?eafs_enabled


Coisas boas

 

Em apenas uma semana, a Ucrânia destruiu ou imobilizou 105 navios russos que operavam nos mares de Azov e Negro.

Foram precisos 3 anos para a ONU admitir que o Hamas rouba a comida em Gaza

 

Rouba a ajuda humanitária para poder acusar Israel de deixar os palestinianos à fome, de genocídio e outras mentiras.




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