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March 04, 2026

A esquerda quando o supremo líder lhes activa o botão do neo-racismo

 

February 20, 2026

A violência da direita é o mal radical, mas a de esquerda é catita e recomenda-se



Isabel do Carmo (parte 1): “No combate à ditadura tive medo. Mas se não resistisse, morreria aos meus olhos. Perderia a dignidade”

Isabel do Carmo é uma das mulheres que ajudaram a deitar abaixo o antigo regime. Participou nas revoltas estudantis de 62, fundou as Brigadas Revolucionárias, viveu na clandestinidade, esteve presa duas vezes e, na fase do PREC, esteve 4 anos em prisão preventiva, o que a levou a fazer uma longa greve de fome. Em 2004 recebeu de Jorge Sampaio o grau de grande oficial da Ordem da Liberdade. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça. expresso
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Isabel do Carmo perdia a dignidade se não fosse membro de um grupo que se dedicava a roubar bancos e a assassinar pessoas. É isso... essa é a definição de dignidade humana.
E veja-se como o Expresso a apresenta, "Participou nas revoltas estudantis de 62, fundou as Brigadas Revolucionárias", como se os protestos de estudantes fossem equivalentes a congeminar uma organização terrorista de roubos e assassinatos.
Salazar mandava prender pessoas e até mandou matar um ou outro opositor e isso é o mal radical, mas Isabel do Carmo e seus correligionários terroristas, roubavam bancos e assassinavam os opositores, e isso é catita e até levou uma medalha do presidente alcoólico que um dia advogou a escravidão dos professores (trabalhar 10 horas por dia na escola e depois ir para casa e ficar ao serviço online de alunos e pais).
E o Expresso, o jornal do irmão, promove estas merdas como grandes marcos da democracia e aconselha a ouvir o podcast com a fulana - o que é o mesmo que aconselhar ouvir um podcast com um qualquer bandido russo que anda a roubar e bombardear civis.
Isto é a esquerda portuguesa que manda no país desde o 25 de Abril. Glorificam a violência, desde que seja dos amigos de esquerda. É outro tipo de pocilga.

February 14, 2026

No que toca aos direitos humanos a esquerda é uma desgraça - são todos Guterres

 


January 18, 2026

O cinismo e hipocrisia

 


(A BBC pouco tem mostrado dos protestos que classificou como protestos contra o custo de vida. Enfim, é a nova esquerda cínica apoiante do islamofascismo totalitário)


Julien Dray

Esta manhã, os números macabros no Irão são terríveis... certamente já ultrapassaram os 50 000 mortos... Estes números coincidem com todos os relatórios das diferentes cidades iranianas... É um drama absoluto... mas discutimos, relativizamos, enfim, rendemo-nos ao cinismo!




January 15, 2026

O governo dos pueris

 


Este é o pedestal em Viena, Áustria, onde deveria estar a estátua em homenagem à gloriosa carga da cavalaria de Jan Sobieski contra os turcos otomanos que salvou a cidade de uma invasão brutal.

Mas não está lá nenhuma estátua porque a cidade teve medo que fosse considerado islamofóbico homenagear os heróis que salvaram a cidade da invasão.

A Guilda da Cavalaria

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Alguém imagina que daqui a 100 ou 200 anos a Ucrânia tenha medo de erigir uma estátua aos heróis que defenderam a pátria da invasão bárbara russa? Que tenham medo de ser considerados russofóbicos? Que os sentimentos dos invasores se sobreponham ao sacrifício dos patriotas? Que o direito a não ser emocionalmente incomodado pela verdade se sobreponha ao direito a não ser invadido?

January 11, 2026

I left the left

 

Enquanto o Ocidente dá dinheiro ao novo regime da Síria

 

O antigo líder do ISIS, al-Jolani, agora presidente do país, dá rédea solta aos jihadistas para perseguirem e matarem curdos. O país está infestado de jihadistas. Têm executado adultos e adolescentes, noite e dia sem parar, em Alepo. Mas como são islamitas, a esquerda aprova e cala-se.


O sofrimento dos iranianos não avança a narrativa ideológica da esquerda



January 10, 2026

Ser lúcido a ver os outros e cego a ver-se a si próprio



Neste artigo o jornalista faz um diagnóstico muito certeiro desta esquerda cúmplice com os autoritarismos anti-Ocidente. Critica o seu dogmatismo, cegueira e incapacidade de auto-crítica. Porém, exibe exactamente os mesmos males. Defende como repugnante a hostilidade contra Trump, fazendo tábua-rasa dos seus crimes - violação de menores, cumplicidade activa com redes de tráfico e prostituição de menores, tentativa de derrube do Estado democrático, perseguição a jornalistas e políticos, roubos de Estado, bullying internacional, promessas de invadir países, etc. Mais, defende a entrada de Trump com militares, com raptos e mortes na Venezuela com o argumento de que é sempre bom derrubar um ditador, dizendo que os seus críticos se agarram a um mero "formalismo legal", como se, criticar um ditador por raptar outro ditador para lhe roubar petróleo e outras riquezas fosse um pormenor técnico insignificante no grande esquema das coisas.

Este é o grande problema dos dias que correm: a direita defende ditadores, terroristas colonialistas e proto-fascistas como Trump e outros do género e a esquerda defende ditadores, terroristas colonialistas e fascistas como os Ayatolas, o Hamas e outros do género, enquanto se acusam uns aos outros de apoiantes de ditadores. Curiosamente, ou não, ambos os lados têm grandes defensores de Putin, o paradigma do fascismo colonialista imperialista... 

Onde é que nós, aqueles que não se revêem em fascistas, sejam políticos ou religiosos, ficamos? 

Quer um dos lados vença ou o outro, ficamos sempre subjugados por fascismo. Se a Europa não se une contra estes fascismos -o de Trump, o de Putin, o dos islamitas- baseada nas ideias do ilumiminismo (autonomia, liberdade, discussão racional, crítica, Estado de Direito) e não na fé, propaganda e ideologias radicais, e se não consegue tornar-se um bastião de resistência a estes fascismos, estaremos no início de uma nova Idade Média, emparedados entre o fascismo de Trump, a ocidente, o de Putin, a leste e o de islamitas a sul.

A entrada de Trump na Venezuela, se por um lado põe problemas a Putin, por causa do petróleo, por outro, reforça a sua ideologia fascista das esferas de influência e da legitimidade da força como única diplomacia.

Infelizmente o jornalismo já não faz um bom trabalho a lutar pela democracia. Está comprometido.

Ser de esquerda faz pessoas boas defenderem coisas más

A falência da bússola moral provocada pelo dogma político leva algumas pessoas a traírem os valores iluministas que dão à Humanidade a sua decência natural.

Ricardo Simões Ferreira
Editor-Executivo Adjunto do Diário de Notícias

Foi o físico e Nobel Steven Weinberg quem disse, em 1999, uma verdade que o jornalista Christopher Hitchens viria a transformar num pilar da sua crítica: "Com ou sem religião, as pessoas boas farão o bem e as pessoas más farão o mal. Mas, para que as pessoas boas façam coisas más, é necessária a religião." E em plena terceira década do século XXI, esta realidade, mesmo com o declínio das Igrejas no Ocidente, não desapareceu – mudou de pele.

O dogma, a infalibilidade e o fascínio pelo poder inquisitório encontraram um novo hospedeiro, numa certa esquerda radical que, perante os escombros morais do seu projeto social, derrotado no século passado, prefere a cegueira voluntária à admissão do erro.

É impossível olhar para a sociedade atual e não questionar: como chegámos a este abismo ético onde indivíduos que se autointitulam "humanistas" se tornam cúmplices abjetos da continuada repressão em Cuba, do regime dos ayatollahsno Irão ou da miséria na Nicarágua? Pela transformação da política numa "religião secular", como bem diagnosticou Raymond Aron em O Ópio dos Intelectuais (publicado logo em 1955). O marxismo não é uma teoria económica, é um sistema de fé totalitário que oferece tudo, da promessa de um paraíso terrestre (a utopia) a um bode expiatório para o mal (o capitalismo), passando por um clero académico encarregue de polir a narrativa.

Assim, quando a ideologia se torna fé, a realidade (essa, a que vivemos) passa a ser uma heresia a ser suprimida. Se o socialismo real produz invariavelmente fome e cadáveres, o crente não questiona a doutrina – culpa os "traidores" ou o "bloqueio". É uma dissonância cognitiva que raia a psicose: para não admitirem que a sua bússola moral está partida, estas "pessoas boas" preferem ignorar o sofrimento de milhões. O sofrimento humano resume-se então a um detalhe estatístico, porque o que importa é a preservação do dogma.

Este é ainda o subproduto de décadas de uma "Longa Marcha" realizada nas instituições Ocidentais. Escolas e meios de comunicação foram há muito capturados por uma hegemonia que substituiu o pensamento crítico por uma dita "clareza moral" – um eufemismo para a doutrinação. Isso hoje é bem patente no ódio patológico a figuras como Donald Trump, que funciona como uma lobotomia intelectual. Se Trump ordena a captura de um criminoso como Nicolás Maduro, a esquerda no seu todo, num espasmo de hipocrisia, corre a defender o tirano em nome de um "direito internacional" que nunca evocam para as vítimas da ditadura. O antiamericanismo tornou-se o seu único mandamento, mesmo que isso os obrigue a beijar (outra vez) a mão de déspotas sanguinários.

É de um narcisismo moral repugnante. Estas pessoas não amam os oprimidos que dizem defender. Apenas odeiam o sistema que lhes permite viver em liberdade. Defender Cuba enquanto bebem um café num bairro giro de Lisboa não é solidariedade, é um luxo que se torna obsceno porque essa mesma pessoa vive num regime que nunca a obrigará a comer pão racionado. A sua solidariedade é seletiva, pois desumaniza os venezuelanos, ou os cubanos, ou os que estiverem na mira no momento, tratando-os como meras peças descartáveis de um tabuleiro geopolítico.

A captura de Maduro pelos EUA pode ser, do ponto de vista do formalismo legal, muito discutível. E o futuro daquela nação permanece, tragicamente, incerto. Mas há uma clareza moral que nenhum jurista de conveniência pode ofuscar: um tirano sanguinário, responsável por tortura e miséria sistémica, foi finalmente posto atrás das grades. E isso, dê por onde der, é sempre uma excelente notícia para qualquer ser humano que ainda possua um átomo de decência.

Se queremos chegar a ser uma Humanidade minimamente iluminada, temos de recuperar o espírito iconoclasta de Hitchens – ele próprio um homem inicialmente de esquerda. É preciso denunciar a cobardia desta gente que, em nome de uma utopia morta, prefere validar a mensagem de autocratas do que dar o braço a torcer à realidade. Enquanto os deixarmos influenciar a opinião pública e as nossas crianças, continuaremos a produzir "pessoas boas" que marcham entusiasticamente ao lado do mal.


December 07, 2025

Começar logo aos três anos a formar pequenos fascistas ideológicos anti-científicos

 

Vamos lá educar pequenos fascistas para mais tarde engrossarem as fileiras dos soldados dos absolutos fascistas da intolerância e da violação dos direitos das raparigas e mulheres. É claro que sabem perfeitamente o que estão a fazer, pois de outro modo não o faziam às escondidas dos pais.


October 08, 2025

A nova esquerda neocolonialista



Na Suécia, num lar de idosos, nenhum membro do pessoal falava sueco. Chamaram uma ambulância mas não foram capazes de comunicar com o pessoal da ambulância nem com os idosos. Uma enfermeira de ambulância descreve num relatório de incidente como a comunicação foi quase impossível.
Foram ao lar de idosos para recolher um paciente com demência e suspeita de sépsis, mas não conseguiram comunicar com os funcionários, que não falavam sueco e falavam a sua própria língua entre si.
A nova esquerda neocolonialista pensa que ser obrigatório os imigrantes aprenderem a língua do país que os acolhe é racismo, serem educados nas leis e valores dos países que os acolhe, nomeadamente no que respeita ao comportamento com as mulheres, ao porte de armas brancas, aos crimes sexuais e de roubos, é tudo racismo. Controlar quem entra e impedir a entrada de pessoas com cadastro é racismo. Preferem esconder os factos, como na Inglaterra e na Suécia.
Uma pergunta: que mulher se sentiria segura, num lar ou numa enfermaria de um  hospital, estando incapaz de se defender, se o pessoal fosse, homens islamitas, paquistaneses, afegãos e outros islamitas que seguem os ensinamentos do profeta do ódio, controlo e tortura das mulheres, gente para quem a violação das mulheres, sobretudo não-islâmicas, é algo positivo?

 

October 05, 2025

Por quem marcha a esquerda portuguesa - e não só?

 


Esta é Roya Heshmatiam, uma iraniana que recebeu 74 chicotadas no Irão pelo crime de ter tirado o hijab em público. 

Ninguém marcha por ela porque a esquerda marcha, mas é em defesa dos islamitas na Europa poderem 'escolher' obrigar as mulheres a usar o hijab e a burka e obedecer à sharia. Isto é, marcham pelos direitos dos algozes e da sua violência contra as vítimas.

Ninguém marchou pelo genocídio de 500 mil yazidis pelo ISIS, pelas 7 mil mulheres yazidis raptadas e vendidas como escravas sexuais, pelos 2599 yazidis desaparecidos e pelos 10 mil yazidis mortos por se recusarem a converter-se ao islamismo.

Ninguém marchou pelos judeus raptados pelo Hamas, pelos bebés queimados vivos no 7 de Outubro, pelos pais mortos em frente dos filhos, as raparigas violadas, as decapitadas, as levadas para serem escravas sexuais. A esquerda não fala nelas e alguns dizem que falar nelas é uma sabotagem aos direitos dos islamitas.

Hoje li que Rui Tavares, que anda a capitalizar o suicídio do BE pela Mortágua, exige um pedido de desculpas à líder da IL por ter dito que eles incentivam à violência. A minha pergunta é: que nome se dá, então, ao apoio e defesa activos de movimentos que se dedicam exclusivamente ao terror e à mortandade, como o Hamas, por exemplo? 

September 23, 2025

A direita e a esquerda trocaram de fatos

 


Os conservadores extremistas estão muito mais alinhados com os terroristas do Hamas que com os israelitas: oposição através da violência e do incitamento ao ódio, ódios à voz das mulheres e às democracias. Aqui neste vídeo, os apoiantes do Hamas vieram para a rua, em Milão, de cara tapada e com pedras na mão, assim que souberam que o governo de Meloni não ia reconhecer o seu Estado de terroristas. O modo de estar dos islamitas do Hamas, seja em paz ou em guerra, é a violência. Isto bate certo com os conservadores americanos cujas estrelas são pessoas que incitam ao ódio, à violência armada (veja-se como Trump mudou o nome do «Ministério da Defesa» para «Ministério da Guerra» - e quer o Nobel da Paz...), à propagação de milícias, tendo como base comum aos palestinianos do Hamas, uma vivência fanática da religião.
Em contrapartida a esquerda moderada, que costumava estar alinhada com o diálogo, a discussão de ideias, o respeito pelos direitos humanos, etc., agora está alinhada com os terroristas, normaliza o fanatismo religioso (o fanatismo violento dos islamitas do Hamas não é diferente do fanatismo violento do KKK), a violência dos terroristas do Hamas, seja a de rua, seja a da violação de mulheres como um modo cultural legítimo que deve ser aceite, mais os assassinatos e a tortura como meios legítimos de ganhar poder - deixou-se engolir pelos extremistas.
Uns e outros estão em total contradição com os seus princípios e valores. Trocaram de posições e é estranho vê-los em negação, vestidos com os fatos do adversário como se fossem os seus.


August 26, 2025

A todos exigem comportamentos irrepreensíveis, menos aos islamitas. Neocolonialismo

 

O Hamas começa uma guerra terrorista contra Israel e em condições que tornam impossível Israel atacar o inimigo sem fazer baixas e o mundo exige que Israel se defenda sem tocar num cabelo dos palestinianos - tal como têm exigido à Ucrânia: defende-te mas sem atacar a Rússia, com o resultado da Rússia ter arrasado cidades inteiras, raptado e morto milhares de civis, propositadamente. Tal como fazem os palestinianos, os iranianos, os houtis, os do hezbollah que só visam alvos civis. Ah, mas os islamitas do Hamas podem queimar bebés em frente dos pais, matar os pais em frente dos filhos, raptar bebés e estrafegá-los, violar todas as raparigas, passeá-las como troféus, etc. Afinal, não são brancos e estão a defender-se de brancos colonialistas (os israelitas não são brancos. Uns são, outros não). Vão olhar para o mapa dos países colonizados por muçulmanos e o que fizeram às culturas locais. Porém, tudo se lhes desculpa, ao ponto de defenderem assassinos e esclavagistas confessos. Porque é que tudo se lhes desculpa? Acaso são moralmente inferiores aos brancos de modo que a fasquia no que lhes respeita está rente ao chão? São intelectualmente inferiores e não percebem o que fazem? É exactamente isso que pensa o neocolonialista racista da esquerda. 



«O Hamas levou-nos de ambulância para o Hospital Nasser, onde havia três salas onde os reféns eram mantidos, cada uma com 10 a 12 reféns.
As salas eram pequenas, por isso não havia muito espaço. Dormíamos em almofadas ensopadas de sangue e, para ir à casa de banho, tínhamos de esperar horas.»
O Hospital Nasser não é um hospital.

Testemunho da ex-refém Sharon Aloni Cunio, que foi mantida em cativeiro no Hospital Nasser.

A esquerda neocolonialista e a educação

 


Isto passa-se nos EUA mas podia ser cá ou em Inglaterra ou na Suécia ou em França... o miserabilismo é o racismo da esquerda neocolonialista. 

Parte do princípio que os alunos não-ricos e de meios mais economicamente difíceis, sobretudo os não-brancos, são todos uns incapazes, uns coitadinhos, de maneira que preconiza a piedade, a empatia com os pobrezinhos e passá-los a todos para que não se sintam mal. Isto é racismo e mentalidade colonialista de entender os outros como inferiores por terem menos. Se tens menos és menos. O campeão deste miserabilismo neocolonialista foi o anterior ministro da educação que dava uma importância excessiva a uma disciplina de cidadania em detrimento das disciplinas curriculares. O que interessava é que os alunos aprendessem a portar-se bem para no futuro serem cidadãos obedientes. Esta ideia vem de Guterres, esse pináculo de neocolonialismo de esquerda, que em seu tempo de primeiro-ministro, até queria deturpar a Filosofia e reduzi-la a um ensino da ética para formar cidadãos bem-comportados. Uma endoutrinação para os pobrezinhos. É a mesma mentalidade dos colonialistas que diziam, 'pobrezinhos mas felizes'.

É o mesmo racismo que alimenta a defesa dos terroristas islamitas. Na cabeça destas pessoas, os israelitas são todos brancos europeus e americanos que foram indevidamente para aquela terra, onde viviam os palestinianos que são negros e começaram a colonizá-los (como é próprio de todos os brancos), de maneira que agora temos que defender esses coitadinhos. Isto, para além de ser uma narrativa falsa, é neocolonialismo. É aquele paternalismo colonialista que entende os negros como inferiores. Daí que não se lhes exija padrões éticos e morais que se exigem aos outros humanos. Se formos ver o que dizem os juízes nas sentenças de islamitas condenados por violações que são às dezenas por dia na Europa, quase todos referem que eles são de uma cultura que não entende os direitos das mulheres. São uns coitadinhos. São tão coitadinhos que a esquerda neocolonialista fecha os olhos a todo o tipo de crimes contra as mulheres e contra as democracias para defender 'os seus pobrezinhos', como outrora as senhoras da caridadezinha.


August 21, 2025

A esquerda em todo o mundo está cada vez mais misógina

 

Imagine-se um grupo de mães que perderam filhos à nascença pedirem estudos de impacto e protecção e o responsável pela saúde, na comissão parlamentar, pedir que se incluam no grupo dessas mães os homens biológicos que se identificam com mulheres para que não se sintam excluídos, como se os homens pudessem ter filhos... a esquerda está cada vez mais misógina e agora usa os trans -falo de homens biológicos porque os trans mulheres biológicas não incomodam ninguém nem tentam tirar direitos aos homens, só os nascidos e educados como machos o fazem- para tirar direitos ás mulheres. Parece-me que têm que começar a surgir no mundo partidos políticos de defesa de direitos das mulheres, porque a direita religiosa (em franco crescimento) é contra os direitos das mulheres e a esquerda neocolonialista do tipo Guterres e quejandos também é contra os direitos das mulheres, de maneira que qualquer dia, ninguém em cargos políticos defende os direitos das mulheres, que estão sob ataque já há vários anos - em todo o mundo.




August 08, 2025

O neocolonialismo da esquerda

 

July 02, 2025

"Um 'case study' da esquerda atual"




As primárias democratas para o candidato a mayor de Nova Iorque são um bom case study da esquerda atual.

Maria João Marques

Andrew Cuomo. Antigo governador do estado de Nova Iorque. Foi afastado nos anos do #MeToo. Veio a saber-se, através de denúncias de várias mulheres, que tocava em excesso nas colaboradoras, as apalpava no rabo e nas mamas, mantinha conversas sexualizadas inapropriadas e, claro (é um clássico), que as perseguia se estas levantavam problemas.

Uma investigação do Departamento de Justiça americano concluiu: "Cuomo e o seu staff mantiveram 'um padrão ou prática de discriminação contra trabalhadoras femininas com base no sexo' e descobriu que retaliaram contra as mulheres."

[Cuomo] processou uma das mulheres que o denunciou. O #MeToo aconteceu pela falência organizacional e judicial a lidar com casos de assédio sexual em contexto laboral, pelo que os assediadores cedo perceberam que é fácil usar o sistema judicial contra as mulheres.
E foi este político um dos candidatos às primárias democratas para mayor de Nova Iorque. Ah, mas um assediador não é um caso geral. Bom, lamentamos, mas a esquerda está demasiado carregada de homens que se proclamam muito feministas e, afinal, são uns labregos (uso um eufemismo) nas relações com as mulheres. Podia ir a Bill Clinton, mas prefiro o caso espanhol, mais próximo. O escândalo de corrupção que corrói o PSOE, e levou Santos Cerdán à prisão preventiva por estes dias, não se esgota na corrupção. Um dos instrumentos do pagamento e aliciamento da corrupção foi o uso de prostitutas pelos altos militantes do PSOE. Isto, claro, enquanto se declaravam um partido progressista e até defensor das políticas abolicionistas da prostituição. O feminismo dos homens de esquerda é um teatro, tanto mais vazio quanto publicamente efusivo.

Donde, não levo a mal a ninguém ter desejado a derrota de Andrew Cuomo nas primárias para Nova Iorque. Eu também desejei. Mas seriam de evitar entusiasmos com o vencedor Zohran Mamdani.

Mamdani é o que os americanos chamam de "nepo baby". Um filho de nepotismo. Filho da aclamada (e rica) realizadora indiana Mira Nair, vinda ela própria de uma família de elite da administração civil da Índia britânica, e de um académico de prestígio da Universidade de Columbia de origem indiana, cuja família emigrou para o Uganda e lá enriqueceu

Nunca teve um emprego tradicional. Foi rapper, depois entrou para as campanhas políticas.

E depois há a Palestina, a grande causa de um "nepo baby" que teve a vida toda facilitada. As mensagens de Mamdani estão já bem dentro do antissemitismo.

Em suma, estas primárias trouxeram o que a esquerda tem de pior. O machismo mascarado de progressismo. As ideias alucinadas de meninos elitistas que se veem como Messias dos descamisados. A islamofilia. O complexo de culpa colonial (ou, no caso dos Estados Unidos, descontando as Filipinas, complexo de culpa imperial). O amoroso apologismo do terrorismo que não condena o mantra da "globalização da intifada". O extremismo pueril. Tanto que os eleitores mais novos aderiram em massa.

Eric Adams, o atual mayor que se candidata como independente, já deu tom à campanha: trata-se de "uma escolha entre um candidato de colarinho azul e um de berço de ouro", descrevendo Mamdani como "membro de assembleia que nunca passou uma lei". Mas pior do que a "silver spoon", são as ideias repelentes de Mamdani. As primárias de Nova Iorque deviam funcionar como alerta tóxico para a esquerda; ao invés, criaram um novo ídolo.

(excertos)

October 11, 2023

Completamente de acordo




Infelizmente já não espanta. Temos deputados do PC que vão à Ucrânia ocupada louvar eleições organizadas por um invasor brutal; temos articulistas que defendem que celebramos a violência e que é mesmo assim porque é pela violência que a História avança e agora até temos miúdas que defendem que a democracia está viva quando atacamos os outros, não com as palavras e a razão, mas com tinta ou outra coisa qualquer porque na sua incomensurável ignorância chama genocídio (a morte física de um povo inteiro como aconteceu aos judeus e está a acontecer aos ucranianos) à sua vitimização por antecipação imaginativa.



Não é pró-Palestina. É anti-Israel, antissemita e pró-terrorismo

É conveniente chamar a estas reações vindas da parte da esquerda mais à esquerda aquilo que são: desumanidade e antissemitismo.

Maria João Marques

Dos mais vis ataques que me lembro de ver. O Hamas fez uma incursão em território israelita onde deliberadamente alvejou civis. Filmou tudo: queria que o mundo não ficasse com dúvidas sobre a sua barbárie (e não ficámos). Decapitou bebés. Raptou crianças pequenas e pôs em jaulas. Caçou mulheres num festival de música e exibiu-as depois do cativeiro, umas mortas e despidas com soldados sentados em cima do corpo, outras ensanguentadas no meio das calças. Provavelmente violadas – sabemos bem, desde o ISIS, o que fazem às raparigas que sequestram. Senhoras de idade raptadas. Famílias exterminadas em casa. Jovens do festival de música massacrados.

Com este nível de crueldade e desumanidade contra civis não pode haver contemplações, certo? Errado. A esquerda do PCP e do BE entrou em mais um poço moral, tal o ódio a Israel.

Estes dias notabilizaram-se pela sua mais imoral ausência de condenação do Hamas. Pelo contrário, julgaram oportuno culpar a ocupação israelita (atualmente existe nos colonatos na Cisjordânia, que nada tem que ver com o Hamas, mas não na Faixa de Gaza). Foi o caso de Marisa Matias ou Pedro Filipe Soares. No PCP, Alma Rivera chamou “vassalos” ao Governo português por condenar o Hamas e comentou que é “preciso ser muito asqueroso” num retuíte que fez de Ursula von der Leyen.