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January 22, 2026

O silêncio de Guterres acerca do islamofascismo iraniano é criminoso

 

O Irão executa adolescentes como se fossem gado num matadouro. Miúdos com 16 e 18 anos, assassinados às escondidas, sordidamente. 


ایلیای‌ولی2

@iliaaaa66

Relatos vindos do interior do Irão dizem que as execuções estão a ser realizadas secretamente, sem qualquer anúncio oficial, por medo de Trump. Uma rapariga de 18 anos foi executada e um rapaz de 16 anos é o próximo. Isto é um crime contra a humanidade. O mundo não pode ficar calado.

#IranMassacre


January 18, 2026

Andrij Melnik tenta que a ONU aja na recuperação das crianças raptadas pela Rússia

 

January 16, 2026

Alinejad Masih diz a Guterres palavra duras mas verdadeiras e justas

 

January 15, 2026

O Irão pede a Guterres para usar a sua influência no Conselho de Segurança a seu favor

 


Pede-lhe que fala circular a carta como documento oficial no Conselho. Ora, se o embaixador do Irão escreve a carta com este pedido, é porque está confiante em que Guterres está do seu lado.




January 13, 2026

🎯

 




 

January 11, 2026

Não somos obrigados a seguir a cegueira mental só porque vem de um organismo internacional

 


A nova esquerda neo-colonislista e neo-racista embarcou numa luta contra a racionalidade e liberdade de pensamento e quer impôr a todos a sua ideologia de estupidez. Segundo essa ideologia, a nossa existência está condicionada pela sensibilidade alheia, como se a sensibilidade fosse uma bússula de verdade ou de moralidade. 


Agora os museus já não têm que ver com arte e a arte não pode ser provocadora. Não, a arte tem de acomodar-se aos sentimentos e emoções de cada um (em Inglaterra, como é sabido, já se vai preso por dizer qualquer coisa que ofenda um islamita ou um homem biológico trans que se identifica como mulher).


Desde que se pertença a uma minoria (haverá um catálogo das minorias aprovadas pela esquerda neo-racista e neo-colonialista?) passa a ser possível censurar as peças no museu e até obrigar o museu a retirá-las. 

O facto da ONU, de que depende a UNESCO, estar liderada por um dos maiores paradigmas do neo-colonialismo e neo-racismo, não nos obriga a seguir a sua cegueira mental. Espero. Estes constantes absurdos de organisnos da ONU têm-lhe retirado toda a credibilidade.


December 14, 2025

Quem desculpou o terrorismo islamita e normalizou o anti-semitismo...?



A senior Hamas official told Al Jazeera-“We welcome the blessed attack in Australia. It was a major and inspiring event that strengthens the resistance worldwide.”

A ONU de Guterres é uma desgraça mundial

 


Parece brincadeira mas não é: Este é Nasser Hinzab, do Qatar, o novo presidente do Conselho Executivo da UNESCO.

Credenciais: 🇶🇦 O Qatar patrocina o terrorismo; financia a incitação jihadista global da Al Jazeera; escravizou migrantes para construir a Copa do Mundo, causando milhares de mortes; criminaliza a dissidência; detenções arbitrárias; tortura, lei da Soaria.

Guterres é totalmente cúmplice, não sei se por crença se por estupidez, da expansão do islamismo terrorista no mundo, do recuo diário dos direitos das mulheres, do sofrimento das raparigas às mãos de islamitas, do anti-semitismo que cresce no mundo.


December 13, 2025

Francesca Albanese ameaça a imprensa que não concorda consigo



@ThinkingClear1y

Itália critica Francesca Albanese: 
«Totalmente desprovida de credibilidade e imparcialidade» https://italyun.esteri.it/en/news/dalla_
No início de dezembro de 2025, manifestantes pró-palestinianos invadiram e vandalizaram a redação do jornal diário italiano La Stampa. Deixaram graffiti e slogans «Free Palestine»
Os manifestantes acusaram o jornal de ser tendencioso na sua cobertura. Albanese condenou a violência, mas acrescentou que «o que aconteceu é uma mensagem aos jornalistas, de que precisam de começar a fazer o seu trabalho». 
Esta declaração foi amplamente interpretada em todo o espectro político italiano como uma justificação do ataque e uma ameaça implícita à imprensa.

October 12, 2025

Guterres: quanto mais abusas dos direitos humanos mais gosto de ti

 


October 05, 2025

Como sabemos que Guterres ainda está à frente da ONU? Mais um terrorista escolhido para liderar as NU



Primeiro o Hamas a liderar a ajuda e educação dos palestinianos (leio que agora a ONU, AKA, o Hamas, é contra o cessar-fogo), depois o Irão a liderar os Direitos Humanos, agora a Rússia a liderar o contra-terrorismo. A seguir o ISIS a liderar o fim da escravatura das mulheres nos regimes islamitas?

Isto não seria possível ser inventado e a coincidência destas nomeações é de tal ordem que é muito difícil não interpretar isto como algo que ultrapassa a mera estupidez, incompetência ou conivência ingénua.



September 27, 2025

Como se compra um voto




Por mera coincidência Portugal mudou a sua posição quanto a reconhecer um Estado terrorista, mesmo antes do «feedback positivo».


Paulo Rangel "muito confiante" na eleição de Portugal para Conselho de Segurança da ONU

Apesar de estar otimista, o ministro dos Negócios Estrangeiros diz que nunca poderá haver confiança a mais. A eleição será em junho de 2026.
DN/Lusa

Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros, admitiu esta sexta-feira, 27 de setembro, estar "muito confiante" de que Portugal possa ser eleito para o Conselho de Segurança da ONU em junho de 2026, indicando que recebeu um feedback "muito positivo" em Nova Iorque.

August 30, 2025

Sim, discordo deste enviesado artigo-líxivia do mandato desastroso de Guterres na ONU




Não é de hoje que os países presentes na ONU têm problemas em entender-se, sobretudo quando as questões afectam as grandes potências. É que estão lá quase todos os países do mundo, mais de 190. 

A ONU é um local de influência e tem de zelar por esse poder de influência, porque não tem força de lei. Porém, tem -tinha- aquilo que os anglo-saxónicos chamam de, “Halo Effect”. Uma projecção de credibilidade, de seriedade, de boas intenções e de carácter impoluto.

Este Efeito Halo depende na sua maioria, do Secretário Geral, a pessoa que escolhe os líderes dos vários sectores, os problemas em foco, as dinâmicas da organização e que exerce uma influência de credibilidade e boa vontade entre os povos. Ao contrário do que diz o Ângelo, é um poder enorme. O poder é tão grande que ele cita a não reeleição de Boutros Ghali como consequência de ter feito uma crítica aos EUA. A não eleição de Boutros Ghali por esta razão, aumentou a credibilidade da ONU como instituição orientada para a justiça e comprometida com a verdade.

Guterres está tão pouco comprometido com a verdade e com os princípios da organização que destruiu completamente o Efeito Halo da Instituição. Tem terroristas nas suas fileiras, dá primazia a líderes de países e organizações terroristas.

O Secretário Geral das NU não pode ser imparcial porque lhe cabe o dever de defender a Carta dos Direitos Humanos. Não pode, como ele fez, negociar direitos humanos por simpatia ou antipatia com países ou povos. Guterres detesta os judeus e gosta dos religiosos islâmicos a quem recusa chamar terroristas; gosta de Putin, mais do que do direito dos povos à auto-determinação.

E este artigo completamente enviesado que fala abusivamente em nome do cidadão comum, na sequência do exemplo de Guterres, fala de Israel ser um país agressor como a Rússia. Qual foi a parte do dia 7 de Outubro de 2023 que escapou a esta articulista? Ou será mais uma neocolonialista, ao modo de Guterres que limpa o sangue da faca do Hamas e tenta enterrá-la nos israelitas? 

Para quem não sabe, só agora neste Agosto de 2025, passados quase dois anos dos ataques do Hamas a Israel é que Guterres anunciou a intenção de adicionar o Hamas à lista negra da ONU de organizações e países que cometem violência sexual sistematizada. Até agora tinha recusado fazê-lo com o falso argumento de não haver evidências, quando os terroristas filmaram tudo. Que credibilidade pode ter uma organização liderada por uma pessoa que se comporta com o Hamas e outros grupos e governos terroristas como Trump se comporta com Putin?

Penso que todos nos lembramos que Guterres, quando estava em campanha para o tacho cargo, prometeu ir avançar os direitos humanos das mulheres - isto para responder aos que preferiam uma mulher no cargo. Pois, foi o que se viu e o que se tem visto. Agora prepara-se para nomear por aclamação uma fanática religiosa do governo do Kahmenei que há mais de 15 anos persegue raparigas e mulheres, muitas que acabam torturadas, violadas e mortas, por terem cabelos à mostra. 

E sim, é preciso mudar as regras e reformar o Conselho de Segurança da ONU, mas ele queimou o Efeito Halo da ONU e a sua credibilidade pessoal é zero, a não ser junto do Hamas, dos talibãs, do Kahmenei e quejandos, devido às opções desastrosas e contrárias ao espírito da Carta das Nações Unidas. 

Portanto, não é verdade que a irrelevância das NU se deva à incapacidade das grandes potências se entenderem. No passado também se desentendiam, mas a voz do SG da organização e as pessoas que o rodeavam, tinham peso. De maneira que a irrelevância, ao contrário do que diz este artigo-lixívia, é sobretudo, obra do seu SG.

As Nações Unidas são demasiado importantes para serem postas nas mãos de tachistas. Emotivistas medíocres, que choram muito mas pensam pouco. Há muita gente com estatura profissional e moral para o cargo. Espero que a próxima pessoa eleita recupere o prestígio da ONU que muita falta faz ao mundo.


80.º aniversário da ONU: “Se as Nações Unidas atravessam uma certa irrelevância, deve-se à incapacidade das grandes potências se entenderem”

Margarida Mota


Nos últimos anos, a fragilidade da organização ficou evidenciada pela turbulência política gerada em torno das guerras na Ucrânia e na Faixa de Gaza. Na Assembleia-Geral — onde estão representados os 193 Estados-membros, cada qual com o mesmo peso nas votações — foram aprovadas resoluções a exigir o fim das duas ofensivas e a proteção das vidas civis. Não sendo vinculativas, essas resoluções, aprovadas por maiorias expressivas, tomaram o pulso ao sentimento do mundo relativamente a essas crises.

No entanto, no Conselho de Segurança — composto por 15 membros, cinco dos quais permanentes e artilhados com o poder de vetar decisões —, nem a Federação Russa nem Israel foram sequer condenados numa qualquer resolução.

Para o cidadão comum, que projeta na mais universal das organizações todo o poder necessário para resolver as charadas mais complexas das relações internacionais, a incapacidade da organização travar os dois países agressores torna-a irrelevante.

“Na realidade, o que está a ser posto em causa é o papel político das Nações Unidas. Esse papel deveria ser o mais importante, na medida em que tem a ver com estabilidade, segurança e paz internacionais. E isso depende muito de como funciona o Conselho de Segurança”, diz Ângelo, que trabalhou 32 anos nas Nações Unidas.

A reforma do Conselho de Segurança é exigência antiga de muitos países, que sentem que decisões da organização ficam reféns da ditadura do veto.

(...) à luz da Carta da ONU, as funções do secretário-geral são muito limitadas.

“Também deveria ser claramente estabelecido na Carta que o secretário-geral tem a possibilidade de criticar ou chamar a atenção de todos os membros do Conselho de Segurança, e que quando essa crítica disser respeito a um membro permanente, este não deve poder usar o veto sobre essa questão” [como aconteceu com Boutros Ghali], acrescenta Victor Ângelo.

expresso.pt/ (pequenos excertos)


August 27, 2025

Take note

 



Porque é que Guterres apoia sistematicamente grupos e regimes terroristas?



A ONU planeia eleger por aclamação, no dia 8 de outubro, Afsaneh Nadipour, uma representante oficial do regime islâmico do Irão para o seu comité consultivo do Conselho de Direitos Humanos da ONU.
Hillel Neuer

 Afsaneh Nadipour é uma apoiante do regime islâmico do Irão há 33 anos e dos seus assassinatos. É uma opositora declarada aos direitos das mulheres e uma apoiante da lei da sharia.

 Afsaneh Nadipour foi nomeada embaixadora da República Islâmica do Irão na Dinamarca e ficou conhecida por pressionar as mulheres muçulmanas na Dinamarca a aceitar a lei da sharia, nomeadamente no que respeita aos contratos de divórcio religiosos feitos pelos Imans, cheio de exigências de violência psicológica, como perder o direito aos filhos se voltar a casar, se mudar de morada para mais de 130 km, se não lhe pagar uma soma choruda pelo divórcio e outros absurdos idênticos. 

De tal maneira que foi chamada pelo governo da Dinamarca para se explicar e os Imans foram avisados que se tentassem impor aquelas leis de sharia podiam ser criminalizados e presos.

Durante o período em que Afsaneh Nadipour serviu o regime na Holanda, assassinaram dois dissidentes no país: Ali Motamed em 2015 e, dois anos depois, Ahmad Mola Nissi.


Afsaneh Nadipour serviu o regime assassino durante 33 anos, desde 1992 — inclusive como assistente do ministro da Propaganda, Javad Zarif. 


 
Serviu o regime na perseguição grave e sistemática contra as mulheres, tanto na lei quanto na prática.
Serviu aos mulás fundamentalistas do Irão, que obrigam as mulheres a cobrir os cabelos, com muitas delas sendo presas e agredidas, violadas e até mortas, sob a lei misógina do hijab.
Afsaneh Nadipour serviu a um regime que exige que as mulheres recebam permissão do pai para se casarem. A idade legal para uma menina se casar no Irão é 13 anos — com meninas ainda mais jovens podendo se casar com o consentimento paterno e judicial.
Afsaneh Nadipour serviu ao regime de Khamenei, que prende corajosas activistas dos direitos das mulheres pelo crime de exigir pacificamente dignidade humana.

Por que, então, a ONU vai eleger uma das piores opressoras das mulheres, do mundo como juíza mundial de direitos humanos?

Para o cargo de representante e conselheiro no Comité dos Direitos Humanos da ONU é obrigatório ser uma pessoa moral, de ética irrepreensível e obra feita na defesa dos DH com imparcialidade e independência.

Porque é que Guterres vai nomear esta mulher fanática religiosa e grande adversária dos direitos humanos, nomeadamente das mulheres?

Porque é Guterres que apoia sistematicamente grupos e regimes terroristas? Se tivesse sido contratado para destruir a credibilidade e influência positiva da ONU numa ordem internacional de leis e não de força não faria melhor serviço.

August 17, 2025

A ter em conta

 


Órgão de fiscalização da ONU alterou o critério para declarar fome em Gaza, baixando a métrica

O último relatório da Classificação Integrada da Segurança Alimentar introduziu uma nova medida de desnutrição, que não era utilizada para tais determinações: o MUAC (the mid-upper arm circumference) a circunferência do braço médio-superior

A Classificação Integrada da Segurança Alimentar (IPC), afiliada à ONU, declarou recentemente o «pior cenário de fome» em Gaza, embora tenha discretamente ajustado um dos seus principais padrões de medição no processo, tornando mais fácil emitir tal designação, informou o The Washington Free Beacon na terça-feira.

O IPC também reduziu pela metade o limite percentual de crianças que sofrem de desnutrição, necessário para determinar uma situação de fome para 15%. Historicamente, a fome é declarada quando 30% das crianças sofrem de desnutrição aguda, medida por cálculos de peso e altura, um método mais trabalhoso e preciso do que o MUAC, que envolve uma simples medição do braço.

Estas alterações apareceram apenas numa pequena nota com um asterisco abaixo de um gráfico intitulado «Quando é que a fome é classificada?» e não foram mencionados na «Ficha Informativa sobre a Fome» oficial do IPC.

A mudança suscitou preocupações entre os trabalhadores humanitários veteranos. «É uma mudança de padrões bastante grande», disse um deles ao Free Beacon. «Baixar o nível torna mais fácil determinar a existência de uma fome.» Outro observou que as declarações anteriores de fome na Somália, Sudão do Sul e Sudão basearam-se no padrão mais elevado de 30% de peso para altura.

O relatório de julho também citou «mais de 20 000 crianças» tratadas por desnutrição aguda entre Abril e meados de Julho, incluindo mais de 3000 gravemente desnutridas e pelo menos 16 mortes recentes de crianças, relacionadas com a fome. No entanto, estes números foram retirados de «documentos internos» que não estão disponíveis ao público. Não são confirmáveis.

Grande parte dos dados do IPC provém do Ministério da Saúde de Gaza, gerido pelo Hamas, e de organizações afiliadas, incluindo a Ard el Insan, um grupo de ajuda humanitária que enfrentou acusações de ligações ao grupo militante, observou o Free Beacon.

O IPC não respondeu às perguntas do Free Beacon sobre a sua metodologia alterada ou a fiabilidade das suas fontes.


July 31, 2025

Quando a Liga Árabe consegue envergonhar Guterres

 


Pela primeira vez, toda a Liga Árabe condenou o ataque de 7 de Outubro e disse ao Hamas que libertasse todos os reféns e depusesse as armas.

July 27, 2025

Quando é que a ONU começou a fazer parte dos problemas e não das soluções?

 

Quando foi para lá o senhor que se sabe. Este coronel, ex-IDF expõe a aliança da ONU ao Hamas, a recusa da ONU em trabalhar com Israel na ajuda humanitária devido a estar cheia de operativos do Hamas, o retomar da distribuição da comida em Gaza, apenas depois de Israel ter levado os jornalistas a Gaza e mostrado os 900 camiões de comida, comida de bebé e combustível a apodrecer ao calor e o desserviço que os países europeus fazem ao processo de paz de cada vez que pressionam, não o Hamas a libertar os reféns e ajudar o seu próprio povo, mas Israel, como se a responsabilidade da situação em Gaza fosse de Israel. De cada vez que o fazem, dão força aos terroristas do Hamas contra Israel e atrasam um possível cessar-fogo. (é exactamente a mesma estratégia de Trump com Putin. Só abre a boca para lhe dar força - porque é que a ONU e outros países europeus querem dar força a uma organização terrorista?). Quando é que a ONU começou a fazer parte dos problemas e não das soluções?


July 25, 2025

Mas quem ainda confia na UNWRA

 

E demais agências da ONU, infiltrada por agentes do Hamas, denunciada uma e outra vez por fraudes na informação, fraudes nos vídeos, fraude nos números, cumplicidade nos raptos de reféns, cumplicidade no desvio de biliões em ajuda humanitária para construção de túneis e compra de armas... ainda ontem vi uma imagem, num jornal, de uma mãe gorda e anafada ao lado de um filho esquelético, com o título, 'Fome'. É caso para perguntar, 'se a mãe tem comida para estar assim gorda, porque não a deu ao filho?'

Outra pergunta que fazemos é: porque razão o Hamas tem como prioridade serem eles a distribuir a comida e porque razão há tantos camiões carregados e a ONU não deixa distribui-los?

Outra pergunta ainda é: porque não libertam os reféns?

Outra pergunta é: porque é que tanta gente que quer o cessar-fogo não obriga o Hamas a libertar os reféns? Estão de acordo com esta acção de reivindicar através de raptos e assassinatos?

Outra questão ainda é: que justificação moral têm as pessoas para defender o rapto e assassinato de bébés, a decapitação de mães e pais à frente dos filhos, a violação sistemática de crianças, adolescentes e mulheres e como acham isso um bom argumento para pedir um Estado que fique às ordens destas pessoas?


“Esta é a minha vida. Uma mãe com crianças com fome”: o “grito de sobrevivência” de Randa em Gaza

“As pessoas em Gaza não estão nem vivas nem mortas — são cadáveres ambulantes”, diz o director da agência da ONU para os refugiados.


July 23, 2025

Uma notícia do lado das vítimas dos ataques para jejuar da imprensa defensora de terroristas

 


IDF: Não há fome em Gaza porque 950 camiões de ajuda da ONU estão parados devido à burocracia e não à política israelita

Por Vered Weiss, worldisraelnews.com

Os funcionários israelitas contestam as alegações de fome, salientando que se baseiam em dados fornecidos por uma organização terrorista designada com um longo historial de propaganda.

As Forças de Defesa de Israel (IDF) esclareceram na terça-feira que, ao contrário do que foi divulgado pelos meios de comunicação social, não há fome em Gaza.


No entanto, a situação humanitária continua a ser precária - não devido às restrições israelitas, mas devido aos cerca de 950 camiões de ajuda que se encontram bloqueados no lado de Gaza da fronteira, à espera de serem distribuídos pelas Nações Unidas e pelas agências internacionais de ajuda humanitária.

Estes desenvolvimentos surgem no meio da cobertura mediática baseada em relatórios do Ministério da Saúde de Gaza, dirigido pelo Hamas, que afirma que 15 palestinianos morreram de fome nas últimas 24 horas e que 600.000 estão subnutridos.

As autoridades israelitas contestam estas afirmações, salientando que se baseiam em dados fornecidos por uma organização terrorista designada com um longo historial de propaganda.

Na terça-feira, um alto funcionário das FDI confrontou os representantes da ONU, exigindo respostas sobre como podiam acusar Israel de causar fome quando centenas de camiões de ajuda permanecem parados sob o controlo da ONU.

De acordo com as IDF, os funcionários da ONU permaneceram em silêncio durante cerca de 20 segundos antes de responderem que iriam tentar retomar a entrega de ajuda.