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March 05, 2026

#transfascismo - testemunho




Janet Murray


Ao princípio não percebia qual era o problema com a ideologia de género.

Sou liberal em relação à maioria das coisas. “Vive e deixar viver” tem sido, em geral, o meu lema. Acreditava que a inclusão era importante. Acreditava na importância de ser gentil. Em não usar linguagem que pudesse perturbar desnecessariamente as pessoas.

Conhecia pessoas que se identificavam como transgénero. Sabia que alguns adultos escolhiam tratamentos médicos ou cirurgias para se assemelharem ao sexo oposto. Isso parecia-me uma questão de autonomia pessoal. Os adultos podem fazer o que quiserem com os seus próprios corpos.

O que eu não tinha percebido — e sinto algum embaraço em admiti-lo — é que tinha compreendido mal o que estava a ser defendido.

Eu pensava que “transgénero” significava uma forma de auto-expressão. Um homem que gostava de usar roupas de mulher. Alguém que mudava de nome. Não conformidade de género.

O que eu não tinha compreendido era que os activistas não estavam apenas a pedir tolerância. Estavam a afirmar que declarar-se como pertencendo ao sexo oposto transformava a pessoa no sexo oposto. Não metaforicamente. Literalmente.

E que isto não era apenas uma questão cultural. Tinha consequências legais.

Significava que homens que diziam ser mulheres exigiam acesso ao desporto feminino, às prisões femininas, aos abrigos para vítimas de violações e violência doméstica e às enfermarias hospitalares destinadas a mulheres.

Significava reescrever a linguagem na área da saúde — “pessoas grávidas”, “corpos com colo do útero” — tudo para evitar dizer “mulheres”.

Significava que crianças com dificuldades de identidade seriam encaminhadas para percursos médicos com implicações de saúde graves para toda a vida.

E também implicava redefinir a atracção pelo mesmo sexo. Lésbicas serem chamadas de “preconceituosas” por não quererem relações com homens biológicos que se identificam como mulheres. Homens gays serem acusados de preconceito por dizerem que não se sentem atraídos por corpos femininos. Nada disto fazia qualquer sentido.

Mas também tinha ignorado até onde tudo isto já tinha chegado — às políticas de recursos humanos, às ordens profissionais, às escolas, aos partidos políticos e às instituições públicas.

E como facilmente a discordância era apresentada como crueldade. Falar parecia arriscado — porque víamos como outras pessoas eram humilhadas publicamente por fazê-lo.

Nada disto é abstracto porque o sexo é a base sobre a qual funcionam as medidas de protecção. Sobre a qual são recolhidos dados. Sobre a qual funcionam os programas de rastreio do cancro, as doenças próprias das mulheres e os dados que permitem agir sobre essas doenças. Sobre a qual dependem o desporto justo e os espaços separados por sexo. Está inscrito na lei — incluindo na Lei da Igualdade — porque as diferenças materiais importam.

Se o sexo se tornar um “sentimento” em vez de uma categoria biológica, essas protecções tornam-se instáveis e quando a realidade se torna negociável, tudo se torna instável.

Quando vi isto, já não consegui deixar de o ver. Porém, queria ter a certeza. Por isso li, livros, artigos de investigação, documentos de políticas públicas. Quando finalmente falei publicamente, houve reacções negativas de todos os lados.

Muitas mulheres agradeceram-me — tanto em privado como publicamente, mas algumas feministas criticaram-me por ter falado demasiado tarde.

Outras ficaram zangadas por causa de uma entrevista que tinha feito no passado com o pai de uma pessoa transgénero, acusando-me de promover dano.

É preciso coragem para mudar de opinião publicamente. É preciso coragem para falar quando sabemos que a nossa reputação, amizades ou sustento podem estar em risco — quando sabemos que levantar a voz pode pôr sob tensão ou até terminar relações que valorizamos.

Quando percebi o que estava em causa, ficar em silêncio deixou de ser uma opção. Perdi o meu sustento simplesmente por dizer que não gostava da expressão “pessoas grávidas”. Só isso já diz muito sobre o que está profundamente errado. Não deveria ser assim.

Nunca julgarei nenhuma mulher pelo momento em que encontra a sua voz porque cada voz acrescenta valor — sempre que se levanta.

E sei quão persuasiva esta ideologia pode ser. Sei como facilmente me passou ao lado. E sei quanta coragem é necessária para admitir, publicamente, que nos enganámos em relação a alguma coisa.

#transfascismo - J. K. Rowling

 

J. K. Rowling

@jk_rowling

Uma jovem em processo de destransição, Fox Varian, ganhou US$ 2 milhões em indenização por danos morais em um processo por negligência médica, no qual processou o psicólogo e o cirurgião que aprovaram sua mastectomia dupla aos 16 anos. A mãe de Varian testemunhou que era contra a cirurgia, mas foi pressionada a concordar porque lhe disseram que, a menos que a sua filha fizesse a transição, ela provavelmente se suicidaria.

À medida que as comportas se abrem e mais e mais pessoas que abandonaram a transição processam os médicos que as submeteram a uma experiência médica não regulamentada, os ativistas da identidade de género continuarão quase certamente a ignorar qualquer evidência que não apoie a sua narrativa preferida. Continuarão a insistir que quase nenhuma pessoa que fez a transição se arrepende dos seus procedimentos irreversíveis, que os médicos especializados em género sabem exatamente o que estão a fazer, que as cirurgias, as hormonas do sexo oposto e os bloqueadores da puberdade têm benefícios comprovados e que os menores a quem são negados estes tratamentos se suicidarão. Tudo isto é mentira.

Falando na conferência WPATH em 2021, o consultor britânico de endocrinologia Leighton Seal admitiu que «estamos a fazer procedimentos aqui sem termos dados sobre os resultados». Uma mulher de Utah disse que sentia que os médicos especialistas em género como ela estavam a inventar à medida que avançavam: «Porque sinto que estamos todos a improvisar, sabe? E tudo bem, você também está improvisando. Mas talvez possamos simplesmente improvisar juntos.» (https://thefp.com/p/were-all-just-winging-it-what-the)

Isto ficará na história como um dos piores escândalos médicos de todos os tempos. Adultos dentro e fora da profissão médica venderam a jovens problemáticos como Varian a ideia de que todos os seus traumas complexos seriam resolvidos com a remoção de partes saudáveis do corpo.

À medida que mais e mais pessoas que abandonaram a transição chegam aos tribunais, o público ficará a saber toda a extensão dos danos causados às crianças em nome de uma ideologia. Os médicos que realizam esses «tratamentos» ficarão na história como ativistas bárbaros que traíram um juramento sagrado: não causar danos. Mas nunca devemos esquecer quantas pessoas fora da profissão médica incentivaram esses jovens, garantindo-lhes alegremente que qualquer pessoa que aconselhasse cautela era um intolerante malvado. Há pessoas em profissões elitistas, como a edição e a academia, sem mencionar políticos e celebridades com bases de fãs jovens, que fizeram tudo o que podiam para defender a ideia da identidade de género e continuaram a promovê-la mesmo com o aumento das evidências dos danos causados. Elas são tão culpadas quanto os médicos. Com preguiça de pensar mais profundamente do que os mantras da moda que lhes renderam curtidas nas redes sociais, arrogantes demais para olhar para as evidências de qualquer pessoa fora de sua bolha política, eles difamaram os denunciantes e atacaram qualquer pessoa com perguntas válidas. Ao fazer isso, criaram um clima cultural sem o qual essa tragédia terrível não poderia ter ocorrido.

Nunca se esqueça, porque só aprendendo a lição é que podemos impedir que isso aconteça novamente.

thefp.com/p/a-legal-first-that-could-change-gender

Transgenerismo MTF


Diana Alastai

Falamos muito sobre a natureza parafílica do transgenerismo MTF (Male-to-Female), mas também precisamos falar sobre os parafílicos em geral, agora que esses homens têm acesso ilimitado aos espaços femininos.

As parafilia não vêm sozinhas; noventa por cento dos homens que se excitam com o crossdressing têm mais de um fetiche, e a média é de 3 a 5. O voyeurismo e o exibicionismo são comuns, mas também há uma forte ligação entre o travestismo e o sadismo sexual.

Os estudos a que me refiro admitiram ter usado uma amostra pequena por necessidade, mas Dietz e Hazelwood descobriram que 40-60% dos violadores sexualmente sádicos e assassinos em série que estudaram também eram travestis. Precisamos de falar sobre isso.

Se voltarmos atrás e lermos livros sobre homicídios em série impressos no final dos anos 90/início dos anos 2000 (ou seja, os livros escritos pelos agentes do FBI que realmente inventaram o perfil comportamental), a ligação entre o travestismo e a violência sexual é discutida abertamente.

Os estudos realizados por Hazelwood, Dietz, Ressler e Douglas eram — e ainda são — considerados o padrão ouro para a investigação de homicídios sexuais em série, mas as discussões atuais sobre as suas descobertas evitam deliberadamente a ligação entre o travestismo e a violência sexual.

A ideologia de género abriu as portas aos espaços femininos, e o tipo de homens que aceitaram o convite para invadir um espaço onde sabem que não pertencem são precisamente aqueles de quem as mulheres devem ter mais cuidado.

#transfascismo

 

WDI Brasil

Caso alguém queira saber o que está a acontecer no Brasil... Um jornal acaba de divulgar a notícia de que, em Brasília, 86 detidos do sexo masculino que afirmam ser mulheres foram enviados para uma prisão feminina.

16 deles são violadores.

85 deles não tinham afirmado ser mulheres antes de serem condenados.

Quando homens biológicos trans se vestem de mulheres para poderem ser quem são -machistas e criminosos- e ficarem impunes

 

Pensam que se tiverem nome de mulher e se se vestirem como imaginam as mulheres, podem destilar à vontade a sua misoginia impunemente por 'serem' vistos como mulheres. Enquanto apareciam como homens tinham medo de mostrar o seu machismo e serem punidos, mas sendo mulheres, pensam, ninguém lhes toca. Quando não funciona, gritam que é transfobia. São como os islamitas com a islamofobia atrás da qual se escondem para violar raparigas e atacarem quem querem impunemente.