An open letter to women—from an only gay man. We should have spoken up sooner. #ProtectWomen #WomensSpaces #SexBasedRights https://t.co/0MxUHpNn7W
— Michael Pezzullo, LMFT (@GayMenTherapy) October 13, 2026
An open letter to women—from an only gay man. We should have spoken up sooner. #ProtectWomen #WomensSpaces #SexBasedRights https://t.co/0MxUHpNn7W
— Michael Pezzullo, LMFT (@GayMenTherapy) October 13, 2026
Chegámos, assim, a uma conclusão que desafia directamente a narrativa da vitimização: as mulheres trans [homens biológicos] seguem um padrão de violência tipicamente masculino.
No Dia Internacional da Memória Transgénero, honramos as vidas ceifadas por crimes de ódio contra pessoas trans.Felizmente, são extremamente poucas as mortes de britânicos que há para assinalar. A mensagem transmitida ao público, porém, sugere o contrário.
Todos os nossos alvos têm sangue nas mãos. Recusamo-nos a deixá-los lavá-lo em paz. Bem-vindos a uma nova era de fúria trans.Grupos como o Trans Kids Deserve Better escrevem palavras de ordem em caixões de cartão e organizam die-ins[protestos em que os participantes se deitam no chão, fingindo estar mortos].
Vou viver por despeito. [O cuidado queer] é a coragem de amar e ser amado, é a sabedoria de permanecer vigilante. Estejam preparados para lutar pela vossa vida.Felizmente, o “despeito” da estudante de Oxford, oriunda do ensino privado, parece mantê-la de perfeita saúde.
Morgwn Davies
Em resposta a @labourunionsuk
Após 43 anos como membro e tendo sido uma representante sénior muito activa do pessoal no Serviço Nacional de Saúde (NHS), acabei por me demitir do meu sindicato, o Unite, devido à sua recusa em respeitar os direitos das mulheres.
.@Martina: “I describe what they are doing as "the ultimate patriarchal battle." Because, once again, it's about men wanting to dominate women, this time with a progressive discourse wrapped around it. Beneath those new clothes, their movement is regressive, patriarchal, and… https://t.co/QjO4rGbcbh
— Nancy Hogshead, JD, Oly (@Hogshead3Au) September 20, 2026
Sou contra terapias de conversão mas a terapia de conversão mais violenta e criminosa de todas é aquela que convence uma criança ou adolescente que está no corpo errado e que para ficar bem no corpo certo tem de mutilar-se, deixar de falar aos aos pais, à família, aos amigos e adoptar novas relações sociais com psiquiatras, médicos que o enchem de medicamentos perigosos ou até pornógrafos e pedófilos. Ao pé destas terapias de conversão, as conversas e rezas são histórias da carochinha.
Este mulher foi barrada de um ginásio por se queixar contra a presença de um homem nos balneários a espreitar mulheres a despirem-se. De cada vez que se queixa de isso acontecer, que é todos os dias, é assediada pela segurança que protege os pervertidos. Agora iniciou um movimento de protesto e pressão para reverter as leis que retiraram segurança às raparigas e mulheres para permitir que pervertidos tenham o seu dia de gratificação sexual nos espaços das mulheres.
As mulheres têm de juntar-se e fazer grupos de pressão e grupos de vigilância. Uns para fazer mudar estas leis misóginas contra as mulheres e outros para impedir que raparigas e mulheres sejam ameaçadas, assediadas e violadas nos seus espaços por pervertidos que dizem ser mulheres.
This fight is for all WOMEN ! Last October, I reported men repeatedly showing up in the women's locker room at my gym. I reported it four times. Nothing was done. Then, instead of protecting me, they walked me out with police and terminated my membership.
— Tish Hyman (@listen2tish) September 21, 2026
I've spent the last ten… pic.twitter.com/s3chJzAFya
Women, listen up. It's time to face reality and fight back smart.
— Tish Hyman (@listen2tish) September 27, 2026
Locker rooms. Showers. Shelters. The places we need privacy most are the places we're losing it.
We're organizing state by state. DM me TRUTH to join.#UnitedInTruth #WomensSpaceshttps://t.co/7ttaFcCktT pic.twitter.com/EMIHuHaR9i
Women are 51% of the population, yet laws allow men to enter women's intimate spaces, posing a danger. The law isn't on our side. We need lawyers and professional women to unite and fight for our rights. Please comment time preference and zone. I want as many women on this call… pic.twitter.com/MM4s3AnExM
— Tish Hyman (@listen2tish) September 16, 2026
This happened to me. Four times in two weeks, I turned around in that bathroom and there was a man standing there. I reported it every single time. Nothing was done. I stood there naked and vulnerable, telling him to leave, and he wouldn't. Staff said their hands were tied. Other… pic.twitter.com/XcVYireJA9
— Tish Hyman (@listen2tish) September 21, 2026
"Female is real, and it's sex, and femininity is unreal, and it's gender.
— Genevieve Gluck (@WomenReadWomen) January 17, 2024
For that to become the given identity of women is a profoundly disabling notion."
— Germaine Greerpic.twitter.com/qXut9m4C6L
Se a vossa versão de «inclusão» exige que eu negue a realidade biológica, isso não é inclusão. É uma exigência de submissão. Declino.
-Alex
Uma rapariga que se atire contra um rapaz de 1.80m, um atleta, portanto, já com aquela envergadura de corpo própria dos atletas, a disputar uma bola, corre risco de lesões muito sérias ou risco de vida. As pessoas que obrigam raparigas a competir com rapazes, a ter de despir-se em frente de rapazes e a partilhar celas com homens deviam ir presas porque põem em risco as raparigas e mulheres e fazem-no plenamente conscientes dos riscos.
So sad to see @GuyattGH flush his career down the toilet by endorsing the quackery of Dr. McNamara. Watch @Miriam_Grossman destroy her testimony in under 5 minutes. pic.twitter.com/eSUIaEGatr https://t.co/AZh1RGtA26
— January Littlejohn (@JanuaryDoNoHarm) September 15, 2026
Está a decorrer uma batalha ideológica sobre o significado do género e do ser feminino e isso tem consequências no mundo real. Alguns dos activistas mais veementes que exigem que as mulheres aceitem novas definições de si mesmas são homens, apoiados por aliados que, com demasiada frequência, tratam a dissidência como intolerância e os limites como ódio. Quando a intimidação, as ameaças ou a apologia da violência entram nessa discussão, os homens de consciência não devem ficar de braços cruzados e deixar as mulheres sozinhas na defesa dos seus direitos baseados no género.
Uma mulher não precisa de um prefixo ideológico. «Cis» é um rótulo político imposto às mulheres para abrir espaço aos homens dentro da categoria feminina. Tenham muito cuidado quando as pessoas começarem a alterar a linguagem, porque assim que controlarem a definição de «mulher», começarão também a controlar quais os direitos que pertencem às mulheres.
«Não se pode proteger o que não se consegue definir»...There is an ideological battle taking place over the meaning of sex and womanhood, and it has real-world consequences. Some of the loudest activists demanding that women accept new definitions of themselves are male, backed by allies who too often treat dissent as bigotry and… pic.twitter.com/fDgEGxVro3
— The Heartlands Tribune (@HeartlandsTrib) August 18, 2026
Prisha Mosley🦎
Quem me dera poder recuperar o tempo que perdi com a transição. Grande parte da minha juventude e da minha vida foi desperdiçada a obcecar-me com o meu género, os meus pronomes e a medicalização. Gostaria imenso de ter passado esses anos a aprender uma competência, ou mesmo apenas um passatempo que valesse a pena. Não tenho nada para mostrar, a não ser os vestígios físicos que restaram do meu estado de doença mental. Que desperdício de tempo e de saúde.
Os trans alegam não ter nenhuma patologia, mas: precisam urgentemente de intervenções médicas, cirurgias, medicamentos agressivos psiquiátricos e de acompanhamento psiquiátrico para a vida.
Os homens que se dizem sentir-se mulheres alegam que a mulher não existe e é o que cada um quiser, mas: moldam o seu corpo e os seus comportamentos tendo as mulheres como modelo.
Os trans afirmam que o sexo não existe, mas para mudar de género: fazem cirurgias para mudar de sexo e ficarem parecidos às pessoas do sexo oposto.
Os trans homens que dizem sentir-se mulheres afirmam que não têm transtorno mental, mas: se não entrarem nos balneários ou casas-de-banho das mulheres e se não puderem ver raparigas a despir-se ou despirem-se eles diante delas ficam traumatizados, com doenças mentais e até suicidas.
Os médicos e ideólogos trans dizem que é normal desejar ser castrado, desejar destruir os orgão sexuais, cortar as mamas, etc. e deve ser totalmente apoiado, logo desde a infância, mas: a psiquiatria define esses desejos e comportamentos como doenças e transtornos mentais - apotemnofilia, síndrome de Klingsor, Síndrome Skóptica, etc.
Os trans homens que dizem sentir-se mulheres pedem às mulheres que abdiquem da sua segurança para os incluir mas: eles não abdicam das suas exigências de submissão de mulheres, apesar de só querem viver em paz.
Os trans homens que dizem sentir-se mulheres só querem ser aceites e viver em paz mas: se as mulheres (e os homens) discordarem da sua auto-percepção e não os validarem exigem o seu castigo social e às vezes até judiciário.
Os trans homens que dizem sentir-se mulheres só querem viver em paz, mas: se as lésbicas não se submeterem e não disserem publicamente que os homens podem ser lésbicas têm de ser castigadas e se não quiserem dormir com eles, têm de ser condenadas por transfobia.
Os trans homens que dizem sentir-se mulheres só querem ser incluídos mas: agora os desportos femininos têm mulheres, homens que dizem ser mulheres e mulheres que dizem ser homens. Se os homens que dizem ser mulheres são incluídos nas equipas de mulheres, porque razão as mulheres que dizem ser homens não são automaticamente incluídas nas equipas de homens...? As equipas de homens só têm homens, as das mulheres têm tudo o que cada um quiser e qualquer dia também têm teranos.
Trans homens que dizem sentir-se mulheres, que toda a vida fantasiaram com dar de mamar a bebés como gratificação sexual (provavelmente enquanto se masturbavam), agora realizam a sua fantasia de usar bebés como instrumentos sexuais, com o apoio de autoridades públicas.
Homens que têm fetiche de mamas grandes agora dizem que são mulheres, fazem cirurgias para pôr mamas grandes (para poderem apalpar-se enquanto se masturbam?) e exigem que todos validem o seu fetiche.
Estas são as pessoas que as escolas chamam para ler às crianças, para dar conselhos a crianças e adolescentes e para educarem as mulheres na ideologia certa da submissão e que abdiquem dos seus direitos para se sentirem confortáveis na exploração dos seus fetiches.
🚨 WOKE CULT MEMBERS DESPERATELY TRY TO HIDE WHAT’S HAPPENING AS DAD EXPOSES DRAG QUEENS DRESSED AS PROSTITUTES READING SEXUAL BOOKS TO CHILDREN pic.twitter.com/ejEgJs73Yk
— Wild Media (@FightStorage) August 30, 2026
At a debate over "trans women" at UC Berkeley, a molecular geneticist said:
— Genevieve Gluck (@WomenReadWomen) August 23, 2022
"Women have internalized misogyny to the point where the man's comfort takes precedence over the woman's safety.
This is the most insane thing that has happened in my life, that women are a feeling now." pic.twitter.com/Go7IAqhecm
«Em conjunto, estes resultados apoiam a tese central do artigo: a ideologia de género pode funcionar como um “acelerador” ideológico, dizendo à psicologia autoritária de esquerda quem é o inimigo, porque é que a situação é urgente e — naqueles que já estão predispostos a recorrer à força — que a violência é legítima.»Acreditamos que a ideologia de género institucionalizada pode funcionar como uma espécie de «pacote de conteúdos» ideológico para pessoas já predispostas ao autoritarismo de esquerda.