Foreign Policy Research Institute
https://www.fpri.org › 2017/09Um relatório histórico do Governo austríaco alerta para o activismo da Irmandade Muçulmana no país.
«Islamização a partir da base.» Formar ideologicamente os indivíduos. Inseri-los na vida cívica, nos serviços públicos. Deixá-los abrir caminho até às instituições que moldam a forma como uma sociedade pensa e se governa. O relatório descreve como a Irmandade Muçulmana cria organizações da sociedade civil e instituições de caridade aparentemente moderadas para se infiltrar nas sociedades europeias, actuando em rede como uma «face oculta» no seio das instituições democráticas.
Este relatório dos serviços secretos austríacos é de 2019. Esteve escondido na gaveta até agora. O parlamento austríaco apresentou perguntou formalmente aos chefes dos serviços secretos se receberam ordens dos ministros de então para ocultar os resultados de vigilância sobre o islamismo político no país.
Porém, apesar de não ter sido divulgado, as autoridades austríacas e os serviços secretos não estiveram inactivos:
- Em novembro de 2020, as autoridades lançaram a «Operação Luxor», realizando mais de 60 rusgas contra indivíduos e grupos suspeitos de terem ligações à Irmandade Muçulmana ou de a financiarem.
- Em 2021, o Parlamento austríaco alargou a sua Lei dos Símbolos Extremistas para incluir oficialmente a Irmandade Muçulmana, tornando a exibição dos seus símbolos um crime.
- Fiscalização contínua: embora o governo trate a Irmandade como uma grave ameaça à segurança nacional, alguns casos de grande visibilidade relacionados com terrorismo e financiamento do terrorismo, decorrentes das rusgas de 2020, enfrentaram contratempos jurídicos devido à enorme complexidade das provas documentais.
De qualquer modo a Áustria está mais avançada do que qualquer outro país europeu nesta matéria. Proibiu os símbolos da Irmandade, encerrou mesquitas radicais, expulsou imãs extremistas e publicou agora uma estratégia de combate abrangente que identifica alvos institucionais específicos.
E a UE, o que está a fazer para combater a estratégia destruidora da IM? Nada... está a tentar criminalizar os que criticam esta estratégia de assimilação reversa. E a escrever papéis contra os judeus.
Em Portugal sabemos que a esquerda se aliou a esta estratégia (ou talvez sejam só idiotas úteis) e exige que os muçulmanos entrem nos serviços públicos, que os senhorios e empregadores sejam criminalizados se não aceitarem estas pessoas que foram chamadas às centenas de milhar sem nenhum escrutínio e ainda exigem plataformas onde possam chamar islamofobas às pessoas que os criticam e enviá-las para a cadeia, como fazem na Inglaterra e na França.
Enquanto a esquerda não fizer uma desintoxicação mental do vício de ideologias totalitárias destruidoras não se pode votar neles.
Há pouco tempo li isto (já não sei onde) relativamente aos canadianos:
Quando confrontado com algo desconfortável, o primeiro instinto do cidadão canadiano comum já não é: ¿Será que isto é verdade, mas algo do género: Será aceitável dizer isto? Vou parecer ofensivo? As pessoas vão pensar que sou racista? Será que alguém importante ou popular já disse isto?
Aqui no país estamos tramados: à direita a adoração à ilusão de uma ordem cristã (e à ética dos evangélicos) e a um passado de submissão e opressão, à esquerda a adoração à ilusão de uma ordem anti-liberdade e anti-capitalista, a adoração aos islamitas e a um futuro de submissão e opressão.
A única fuga a esta situação, não-não, é este governo de Montenegro melhorar a vida dos portugueses e fazê-lo com honestidade e transparência de maneira a evitar estes populistas da extrema-direita e da extrema-esquerda que estão aliados e submissos a poderosos grupos internacionais muito difíceis de combater, uma vez instalados. Aumentar a coluna do centro.
Porque é que movimentos como o comunismo, o islamismo e o nazismo são tão parecidos? As mesmas reivindicações de apagamento da individualidade, do pensamento crítico, do direito à livre expressão crítica, a mesma exigência de obediência e conformidade sociais. A mesma exigência de abdicarmos do nosso juízo moral individual com palavras-guilhotina, em forma de acusação: islamofobia, transfobia, ódio à religião, ódio à Pátria, ódio à Nação, ódio à família, etc.
Enfim, neste vídeo, Maral Salmassi oferece uma explicação:
As someone who fled the Islamic Republic as a child, I hope you'll watch this until the end. Iran's story is not just history. It's a warning.