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July 12, 2026

O que está a UE a fazer para combater a estratégia da IM?



Foreign Policy Research Institute
https://www.fpri.org › 2017/09


Um relatório histórico do Governo austríaco alerta para o activismo da Irmandade Muçulmana no país.
 
Para quem quiser ler o relatório que traça a história e a estratégia da irmandade Muçulmana na Europa e enuncia os perigos desta organização hostil às democracias ocidentais: https://ecrgroup.eu/files/Unmasking_the_Muslim_Brotherhood_%282%29.pdf

O documento é muito preciso quanto ao método da IM:

«Islamização a partir da base.» Formar ideologicamente os indivíduos. Inseri-los na vida cívica, nos serviços públicos. Deixá-los abrir caminho até às instituições que moldam a forma como uma sociedade pensa e se governa. O relatório descreve como a Irmandade Muçulmana cria organizações da sociedade civil e instituições de caridade aparentemente moderadas para se infiltrar nas sociedades europeias, actuando em rede como uma «face oculta» no seio das instituições democráticas. 

Este relatório dos serviços secretos austríacos é de 2019. Esteve escondido na gaveta até agora. O parlamento austríaco apresentou perguntou formalmente aos chefes dos serviços secretos se receberam ordens dos ministros de então para ocultar os resultados de vigilância sobre o islamismo político no país.

Porém, apesar de não ter sido divulgado, as autoridades austríacas e os serviços secretos não estiveram inactivos: 
- Em novembro de 2020, as autoridades lançaram a «Operação Luxor», realizando mais de 60 rusgas contra indivíduos e grupos suspeitos de terem ligações à Irmandade Muçulmana ou de a financiarem. 
- Em 2021, o Parlamento austríaco alargou a sua Lei dos Símbolos Extremistas para incluir oficialmente a Irmandade Muçulmana, tornando a exibição dos seus símbolos um crime. 
- Fiscalização contínua: embora o governo trate a Irmandade como uma grave ameaça à segurança nacional, alguns casos de grande visibilidade relacionados com terrorismo e financiamento do terrorismo, decorrentes das rusgas de 2020, enfrentaram contratempos jurídicos devido à enorme complexidade das provas documentais.

De qualquer modo a Áustria está mais avançada do que qualquer outro país europeu nesta matéria. Proibiu os símbolos da Irmandade, encerrou mesquitas radicais, expulsou imãs extremistas e publicou agora uma estratégia de combate abrangente que identifica alvos institucionais específicos.

E a UE, o que está a fazer para combater a estratégia destruidora da IM? Nada... está a tentar criminalizar os que criticam esta estratégia de assimilação reversa. E a escrever papéis contra os judeus.
 
Em Portugal sabemos que a esquerda se aliou a esta estratégia (ou talvez sejam só idiotas úteis) e exige que os muçulmanos entrem nos serviços públicos, que os senhorios e empregadores sejam criminalizados se não aceitarem estas pessoas que foram chamadas às centenas de milhar sem nenhum escrutínio e ainda exigem plataformas onde possam chamar islamofobas às pessoas que os criticam e enviá-las para a cadeia, como fazem na Inglaterra e na França. 

Enquanto a esquerda não fizer uma desintoxicação mental do vício de ideologias totalitárias destruidoras não se pode votar neles. 

Há pouco tempo li isto (já não sei onde) relativamente aos canadianos:
Quando confrontado com algo desconfortável, o primeiro instinto do cidadão canadiano comum já não é: ¿Será que isto é verdade, mas algo do género: Será aceitável dizer isto? Vou parecer ofensivo? As pessoas vão pensar que sou racista? Será que alguém importante ou popular já disse isto?
Aqui no país estamos tramados: à direita a adoração à ilusão de uma ordem cristã (e à ética dos evangélicos) e a um passado de submissão e opressão, à esquerda a adoração à ilusão de uma ordem anti-liberdade e anti-capitalista, a adoração aos islamitas e a um futuro de submissão e opressão. 

A única fuga a esta situação, não-não, é este governo de Montenegro melhorar a vida dos portugueses e fazê-lo com honestidade e transparência de maneira a evitar estes populistas da extrema-direita e da extrema-esquerda que estão aliados e submissos a poderosos grupos internacionais muito difíceis de combater, uma vez instalados. Aumentar a coluna do centro.

Porque é que movimentos como o comunismo, o islamismo e o nazismo são tão parecidos? As mesmas reivindicações de apagamento da individualidade, do pensamento crítico, do direito à livre expressão crítica, a mesma exigência de obediência e conformidade sociais. A mesma exigência de abdicarmos do nosso juízo moral individual com palavras-guilhotina, em forma de acusação: islamofobia, transfobia, ódio à religião, ódio à Pátria, ódio à Nação, ódio à família, etc. 

Enfim, neste vídeo, Maral Salmassi oferece uma explicação:

As someone who fled the Islamic Republic as a child, I hope you'll watch this until the end. Iran's story is not just history. It's a warning.

March 02, 2026

A quantidade também tem influência na qualidade


Existem 2 mil milhões de muçulmanos no mundo. Se formos jogar o jogo do «mas nem todos os muçulmanos», então, exploremos as implicações numéricas. Sejamos extraordinariamente generosos e presumamos que apenas 10% dos muçulmanos são violentos no seu desejo de impor o Islão ao resto de nós. Isso significa que existem 200 milhões de muçulmanos que são um problema muito grande para o nosso modo de vida. Isso deixa 1,8 mil milhões de muçulmanos. Quantos deles ficariam de braços cruzados enquanto os 200 milhões matam e subjugam o mundo? Vamos supor que 50% dos 1,8 mil milhões restantes fossem apáticos (uma suposição muito generosa). Isso significaria que 200 milhões causariam o caos global enquanto 900 milhões assistiriam passivamente. E os outros 900 milhões? Eles pegariam em armas para lutar em nome dos não-muçulmanos? Bem, os 1400 anos de história do Islão sugerem o contrário. Portanto, o facto de haver centenas de milhões de muçulmanos que não sairão por aí a matar-te é totalmente irrelevante. Ah, e a propósito, há 15 milhões de judeus no mundo. Espero que estes números ajudem.   - Gad Saad


"Temos que dar passos imediatamente ou ficamos como a Europa"

 

Nos EUA já se admite como certa a islamização da Europa com o alastramento da lei da sharia: MGF, pedofilia, escravatura sexual, submissão à religião, etc. 

A ideia desta autora é pôr na lei um conjunto de requisitos, que eu chamaria civilizacionais, que as religiões e outras organizações teriam de cumprir para serem aceites, terem acesso a financiamento e direitos. Esses requisitos, concebidos à maneira dos requisitos que é necessário cumprir para entrar para a Universidade, por exemplo, seria elaborados tendo como base a Carta dos Direitos Humanos ou a Constituição.

January 15, 2026

Silêncios cúmplices