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July 14, 2026

Por que razão os alemães comuns escolheram Hitler? E o que faria você?




Por que razão os alemães comuns escolheram Hitler é o título de um excelente ensaio de Celina101. O artigo é enorme. Vou fazer aqui uma suma porque o paralelismo entre a época que ela analisa e nossa é gritante. 

Diz ela:

A queda da República de Weimar é, geralmente, reduzida a uma narrativa simplista sobre como um louco hipnotizou uma população racional, através de propaganda e carisma. Estas explicações não resistem ao escrutínio histórico e infantilizam o eleitorado da época. Encarar a ascensão do Terceiro Reich apenas como um triunfo do ódio, do fanatismo ou da ilusão colectiva obscurece deliberadamente a realidade contingente do período entre guerras.
 
Segundo a autora, milhões de cidadãos comuns apoiaram ou aceitaram o Partido Nazi porque acreditavam que a Alemanha enfrentava uma crise existencial, viam-se entalados entre duas alternativas perigosas e más e escolheram a direita como a menos má. O nacional-socialismo foi apoiado, tolerado ou passivamente aceite por milhões de alemães comuns e racionais porque acreditavam que a sua nação se encontrava à beira de um colapso existencial. 

De um lado a esquerda radical com a revolta marxista-leninista revolucionária, destrutora da propriedade, activamente dirigida por uma potência exterior aos interesses dos alemães: Moscovo; do outro, a direita radical com um movimento militante e nacionalista que, apesar da sua violência bruta, prometia ordem e salvação nacional.

A ascensão de Hitler dependeu, em grande parte, de uma crise histórica multi-facetada: a derrota traumática na Primeira Guerra Mundial com a humilhação do Tratado de Versalhes, ciclos devastadores de ruína económica, a normalização da violência para-militar e a paralisia das instituições democráticas liberais. 

A República de Weimar tinha falhado redondamente em proporcionar segurança básica, prosperidade económica ou dignidade nacional. A democracia liberal era amplamente vista como um sistema fraco e estranho, imposto pelas potências conquistadoras, um sistema incapaz de proteger a nação da ameaça muito real de uma revolução bolchevique.

Neste clima de intensa polarização, o NSDAP era cada vez mais visto como uma força contra-revolucionária necessária, como um movimento implacável, mas restaurador, capaz de impor a ordem e defender a civilização europeia tradicional da dissolução comunista.

Quando a Alemanha se rendeu, ainda ocupava uma parte grande da França, Bélgica e Europa Oriental. A repentina capitulação, aliada ao colapso da monarquia dos Hohenzollern e à abdicação do Kaiser Guilherme II, foi um choque. Tendo sido alvo de uma enorme propaganda que prometia uma vitória iminente, a população estava totalmente impreparada para a derrota.

Criou-se o mito da "facada nas costas": difundiu-se a ideia de que o exército alemão não tinha sido derrotado militarmente, mas traído por políticos democratas, socialistas, comunistas e judeus corruptos, o que enfraqueceu desde o início a legitimidade da democracia.

O sentimento de traição estava ligado ao Tratado de Versalhes, entendido como uma vingança. A Alemanha foi desmembrada, privada de 13% do seu território europeu, incluindo a Alsácia-Lorena — de vital importância industrial — e o Corredor Polaco, uma perda que separou completamente a Prússia Oriental do resto do Estado alemão. Foram confiscadas todas as colónias ultramarinas, um abalo da «mentalidade imperial» pré-guerra, de proeza global e destino económico que tinha sido fundamental para a identidade da classe média alemã desde o final do século XIX. O exército ficou limitado a 100,000 homens, não podiam ter aviação, artilharia pesada ou submarinos. Foram esmagados económica e psicologicamente.

Mais do que um Estado derrotado, era uma sociedade desonrada, traída e degradada, onde milhões de veteranos desmobilizados regressavam a uma pátria fragmentada, alimentando ressentimentos insolúveis. A república democrática nasceu à sombra sufocante desta derrota, o que fez com que tivesse dificuldade em conquistar a lealdade patriótica das elites conservadoras, dos funcionários públicos e da classe média em geral, que associavam fundamentalmente a democracia à fraqueza nacional e à humilhação internacional.

A República de Weimar passou a ser associada à rendição e à humilhação nacionais.

O medo do comunismo: a Revolução Russa e as tentativas de revolução comunista na Alemanha criaram um profundo receio entre a classe média, os agricultores, os empresários e os conservadores. Muitos acreditavam que um governo comunista significaria expropriações, violência e destruição da ordem social. [e tinham muita razão]

Os alemães leram com horror sobre o extermínio da família Romanov, as execuções sumárias de inimigos de classe levadas a cabo pela Cheka e a expropriação total e sem remorsos da propriedade privada, das terras agrícolas e das empresas. Além disso, o anti-clericalismo militante do regime soviético, que resultou na destruição generalizada de igrejas e no assassinato de padres, aterrorizou profundamente as populações cristãs devotas da Alemanha, tanto católicas como protestantes. Muitos defendem que a polarização da sociedade entre-guerras se deveu ao perigo da ameaça agressiva do totalitarismo bolchevique. O nacional-socialismo e outros movimentos fascistas tiveram um impulso fundamental devido à genuína ameaça do totalitarismo da revolução marxista-leninista. 

Fundamentalmente, o bolchevismo era radical e militantemente internacionalista. Lenin e Trotsky consideravam o Estado russo, ainda atrasado, como o palco inicial para uma revolta operária global, sendo o Estado alemão — altamente industrializado e politicamente instável — o prémio necessário para a sobrevivência da revolução global. A criação da Internacional Comunista (Comintern) em 1919 sinalizou claramente a intenção de Moscovo de financiar activamente e exportar a revolução para o Ocidente.

Para o Mittelstand alemão (classe média), funcionários públicos, lojistas e agricultores independentes, uma vitória comunista não significava uma melhoria de vida. Significava «deskulakização», coletivização forçada, a perda de todos os bens pessoais e familiares e a potencial liquidação física por serem definidos como «inimigos de classe». Este medo criou um ambiente em que qualquer força política que prometesse esmagar impiedosamente a ameaça marxista era vista como um potencial salvador da civilização europeia tradicional, independentemente dos seus outros atributos extremos.

Por todo o país, mas sobretudo a sul, cidades alemãs espelhavam o sistema soviético, desafiando directamente o establishment de uma democracia parlamentar liberal e ameaçando contornar por completo a autoridade estatal tradicional.

O recém-formado Partido Comunista da Alemanha (KPD) tentou uma insurreição armada para derrubar o governo provisório social-democrata (SPD). Privado de um exército nacional fiável na sequência da desmobilização, o governo do SPD tomou a decisão de se aliar aos Freikorps, unidades para-militares de direita fortemente armadas, compostas por veteranos de guerra amargurados e por anti-republicanos.

Os Freikorps esmagaram a revolta nas ruas de Berlim, executando sumariamente Rosa Luxemburg e Liebknecht sem julgamento, um acontecimento que envenenou de forma permanente as relações entre o SPD moderado e o KPD radical, fracturando fatalmente a esquerda alemã.

No sul a violência ainda era pior. Em 1919, socialistas radicais e comunistas proclamaram a República Soviética da Baviera em Munique e começaram o seu terror vermelho. Capturaram propriedade privada e fizerem reféns entre a nobreza e figuras da direita. Quando as forças governamentais se aproximara da cidade, os revolucionários executaram reféns. Os Freikorps conquistaram Munique em Maio de 1919 com artilharia e lança-chamas, massacrando entre 600 e 1 200 comunistas, anarquistas e suspeitos de simpatizar com a esquerda.

A Baviera, tradicionalmente um bastião conservador e católico, virou-se drasticamente para a extrema-direita radical, encarando a breve república soviética como um terrível reinado de terror, escassez alimentar e ocupação estrangeira. Eis porque Munique se tornou um terreno fértil para o partido nazi de Hitler. Aliás, Hitler esteve presente em Munique durante estes eventos e aproveitou-os mais tarde nos seus discursos.

A violência política: durante a República de Weimar, nos anos 20 e 30, eram frequentes os confrontos armados entre comunistas e grupos para-militares de direita. Os governos sucediam-se uns aos outros. Esta instabilidade levou muitos cidadãos a concluir que apenas um governo forte conseguiria restaurar a ordem.

As fragilidades da República de Weimar: governos de coligação instáveis, sucessivas crises políticas e a utilização frequente de poderes de emergência sem escrutínio legal ou democrático fizeram muitos alemães perder a confiança na democracia parlamentar. A esquerda continuava aliada a Moscovo na tentativa de destruir a ordem democrática.

As crises económicas: a hiperinflação de 1923 destruiu as poupanças da classe média e a Grande Depressão provocou desemprego em massa e falências. Em vez de apoiar a economia com despesa pública, o governo impôs uma autoridade sufocante. Muitos passaram a considerar que os partidos tradicionais eram incapazes de resolver a situação. 

A estratégia política dos nazis: o NSDAP apresentou-se como um partido capaz de unir a nação, restaurar o orgulho nacional, combater o comunismo, criar emprego e revogar o Tratado de Versalhes. Adaptava a sua mensagem aos diferentes grupos sociais, prometendo soluções específicas para trabalhadores, agricultores, empresários e funcionários públicos.

Porque escolheram a extrema-direita e não a extrema-esquerda? 
A autora argumenta que, para muitos alemães, os nazis prometiam preservar a propriedade privada, a família, a religião e a identidade nacional, enquanto os comunistas eram vistos como uma ameaça revolucionária que destruiria essas instituições. A esquerda significava um perigo existencial, a direita um perigo conjuntural. 

Antes um extremismo temporário que ser uma colónia da Rússia.

Além disso, a divisão entre comunistas e sociais-democratas impediu uma frente comum contra Hitler.

O papel das elites conservadoras: Hitler não conquistou a maioria absoluta dos votos. Foi nomeado chanceler porque políticos conservadores e o presidente Hindenburg acreditavam que conseguiriam controlá-lo e utilizar a sua popularidade para estabilizar o país. Esse cálculo revelou-se desastroso.

A transformação em ditadura: depois de chegar legalmente ao poder, Hitler aproveitou o incêndio do Reichstag para suspender liberdades, prender opositores e obter poderes extraordinários, eliminando rapidamente a democracia.

Conclusão

O colapso da República de Weimar resultou da combinação de humilhação nacional, de crises económicas profundas, do medo do comunismo, da violência política e policial, da perda de confiança na democracia e suas instituições e dos erros das elites conservadoras. 

A autora defende que muitos alemães não viam a escolha entre democracia e ditadura, mas sim entre dois extremismos, considerando o nazismo o "mal menor" perante a ameaça de uma revolução comunista idêntica à da Rússia, da qual tinham tido uma amostra assustadora em várias cidades alemãs.

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É difícil não traçar um paralelismo entre esta situação e a nossa. Também hoje estamos desiludidos com o falhanço das instituições democráticas, as alianças  partidárias para formar governos são instáveis, a corrupção está generalizada, a justiça capturada, a cedência dos políticos a grupos canibais multinacionais, os poderes políticos que vivem e trabalham de costa voltadas para os 'soberanos' que somos nós, como diz a atriz alemã no vídeo do post anterior. Tomam decisões que prejudicam a maioria, desinvestem nos serviços públicos para fazer enriquecer boys e primos.

Quantos nos dias de hoje consideram que os partidos tradicionais não são capazes de resolver a situação de decadência das sociedades? O desinvestimento na educação em todo o mundo civilizado e a captura das universidades, seja por islamitas aliados à esquerda extrema, seja por bilionários aliados à direita radica, deu origem a extrema desconfiança das instituições que projectavam a nossa prosperidade e avanço no conhecimento. A saúde capturada por multi-nacionais vorazes, sem que os políticos intervenham. Por todo o lado a descrença e o medo.

Compreende-se que a seguir à Segunda Guerra as sociedades em geral tenham virado à esquerda, mas essa esquerda já não é esta esquerda que agora existe.

Esta nova esquerda está aliada a movimentos agressivos e alguns, como os islamistas radicais da IM (e não só), totalitários e extremamente violentos que querem impor a todos através da censura e da prisão a submissão ao seu ponto de vista. Tal como antes, usam o termo ódio como uma acusação de culpa e inventam fobias e ódios para calar a crítica. Os governos de esquerda, outrora vistos como bastiões da justiça social e da moralidade, agora mentem deliberadamente ao povo para poder impor ideologias devastadoras, não se separando em nada do MO da direita.

O islamismo radical é uma ameaça existencial ao nosso modo de vida, às nossas democracias, aos direitos humanos. E a esquerda, mesmo a moderada, está aliada a esse movimento e protege-o. Em Inglaterra já ninguém confia em nenhuma instituição, em França, na Bélgica, na Espanha, na Suécia... e aqui em Portugal estamos a caminho do caos de Inglaterra e pela mesma razão.

Na semana passada ouvi um governante belga, na Euronews, defender que estavam a ponderar pôr o exército a patrulhar as ruas porque já não controlam os imigrantes: só este ano houve mais de 100 tiroteios, fora os ataques com sabre e facas. Portanto, também entrámos na fase de ter grupo para-militares a necessitar da intervenção do exército nas ruas, onde dantes andávamos à vontade. São forças a tentar derrubar a os governos da democracia.

Para além do islamismo radical, temos o imperialismo russo, outra fonte de terrorismo apoiado pela esquerda radical e extremista. Ainda hoje li que os 60 bloquistas que abandonaram o partido o fizerem, em grande parte, por os dirigentes não apoiarem Putin contra Zelensky.

A esquerda radical, por toda a Europa, EUA, Austrália e Canadá aliou-se a movimentos que representam perigos existenciais para as democracias.

Tal como aconteceu na Alemanha, também nós que não nos revemos na esquerda radical ambiciosa de poder, apoiante de forças totalitárias, terroristas, nem na direita radical, apoiante de ditadores de fanatismo religioso e ganância de dinheiro, nos sentimos encurralados. 

Os poucos governos de centro que restam não estão a fazer o seu trabalho de fortalecer as democracias e suas instituições de maneira a afastar estes perigos que, uma vez instalados, como se vê nos países islâmicos, na Rússia e na China, são extremamente difíceis de desinstalar. Veja-se o sacrifico da Ucrânia. Ou o do povo iraniano. Ou o que aconteceu aos alemães depois de terem escolhido a direita e terem levado com o Hitler em cima. Porém, a questão é: nessa altura dos anos 30, que alternativa tinham? O terror vermelho com a obliteração de si mesmos?

Quando as pessoas no Ocidente forem chamadas a escolher entre a esquerda radical aliada às forças terroristas russas e islâmicas que dizem publicamente querer fazer desaparecer a cultura europeia e a direita radical, que diz ser a salvação desse perigo, quem vão as pessoas escolher? Quem escolheria você? Parece-me óbvio. Nos EUA já responderam a essa questão.
Os eleitores desesperados, considerando os partidos moderados do establishment como os arquitectos deliberados da sua ruína, acorreram aos milhões aos extremos políticos.

 

July 12, 2026

O que está a UE a fazer para combater a estratégia da IM?



Foreign Policy Research Institute
https://www.fpri.org › 2017/09


Um relatório histórico do Governo austríaco alerta para o activismo da Irmandade Muçulmana no país.
 
Para quem quiser ler o relatório que traça a história e a estratégia da irmandade Muçulmana na Europa e enuncia os perigos desta organização hostil às democracias ocidentais: https://ecrgroup.eu/files/Unmasking_the_Muslim_Brotherhood_%282%29.pdf

O documento é muito preciso quanto ao método da IM:

«Islamização a partir da base.» Formar ideologicamente os indivíduos. Inseri-los na vida cívica, nos serviços públicos. Deixá-los abrir caminho até às instituições que moldam a forma como uma sociedade pensa e se governa. O relatório descreve como a Irmandade Muçulmana cria organizações da sociedade civil e instituições de caridade aparentemente moderadas para se infiltrar nas sociedades europeias, actuando em rede como uma «face oculta» no seio das instituições democráticas. 

Este relatório dos serviços secretos austríacos é de 2019. Esteve escondido na gaveta até agora. O parlamento austríaco apresentou perguntou formalmente aos chefes dos serviços secretos se receberam ordens dos ministros de então para ocultar os resultados de vigilância sobre o islamismo político no país.

Porém, apesar de não ter sido divulgado, as autoridades austríacas e os serviços secretos não estiveram inactivos: 
- Em novembro de 2020, as autoridades lançaram a «Operação Luxor», realizando mais de 60 rusgas contra indivíduos e grupos suspeitos de terem ligações à Irmandade Muçulmana ou de a financiarem. 
- Em 2021, o Parlamento austríaco alargou a sua Lei dos Símbolos Extremistas para incluir oficialmente a Irmandade Muçulmana, tornando a exibição dos seus símbolos um crime. 
- Fiscalização contínua: embora o governo trate a Irmandade como uma grave ameaça à segurança nacional, alguns casos de grande visibilidade relacionados com terrorismo e financiamento do terrorismo, decorrentes das rusgas de 2020, enfrentaram contratempos jurídicos devido à enorme complexidade das provas documentais.

De qualquer modo a Áustria está mais avançada do que qualquer outro país europeu nesta matéria. Proibiu os símbolos da Irmandade, encerrou mesquitas radicais, expulsou imãs extremistas e publicou agora uma estratégia de combate abrangente que identifica alvos institucionais específicos.

E a UE, o que está a fazer para combater a estratégia destruidora da IM? Nada... está a tentar criminalizar os que criticam esta estratégia de assimilação reversa. E a escrever papéis contra os judeus.
 
Em Portugal sabemos que a esquerda se aliou a esta estratégia (ou talvez sejam só idiotas úteis) e exige que os muçulmanos entrem nos serviços públicos, que os senhorios e empregadores sejam criminalizados se não aceitarem estas pessoas que foram chamadas às centenas de milhar sem nenhum escrutínio e ainda exigem plataformas onde possam chamar islamofobas às pessoas que os criticam e enviá-las para a cadeia, como fazem na Inglaterra e na França. 

Enquanto a esquerda não fizer uma desintoxicação mental do vício de ideologias totalitárias destruidoras não se pode votar neles. 

Há pouco tempo li isto (já não sei onde) relativamente aos canadianos:
Quando confrontado com algo desconfortável, o primeiro instinto do cidadão canadiano comum já não é: ¿Será que isto é verdade, mas algo do género: Será aceitável dizer isto? Vou parecer ofensivo? As pessoas vão pensar que sou racista? Será que alguém importante ou popular já disse isto?
Aqui no país estamos tramados: à direita a adoração à ilusão de uma ordem cristã (e à ética dos evangélicos) e a um passado de submissão e opressão, à esquerda a adoração à ilusão de uma ordem anti-liberdade e anti-capitalista, a adoração aos islamitas e a um futuro de submissão e opressão. 

A única fuga a esta situação, não-não, é este governo de Montenegro melhorar a vida dos portugueses e fazê-lo com honestidade e transparência de maneira a evitar estes populistas da extrema-direita e da extrema-esquerda que estão aliados e submissos a poderosos grupos internacionais muito difíceis de combater, uma vez instalados. Aumentar a coluna do centro.

Porque é que movimentos como o comunismo, o islamismo e o nazismo são tão parecidos? As mesmas reivindicações de apagamento da individualidade, do pensamento crítico, do direito à livre expressão crítica, a mesma exigência de obediência e conformidade sociais. A mesma exigência de abdicarmos do nosso juízo moral individual com palavras-guilhotina, em forma de acusação: islamofobia, transfobia, ódio à religião, ódio à Pátria, ódio à Nação, ódio à família, etc. 

Enfim, neste vídeo, Maral Salmassi oferece uma explicação:

As someone who fled the Islamic Republic as a child, I hope you'll watch this until the end. Iran's story is not just history. It's a warning.

March 02, 2026

A quantidade também tem influência na qualidade


Existem 2 mil milhões de muçulmanos no mundo. Se formos jogar o jogo do «mas nem todos os muçulmanos», então, exploremos as implicações numéricas. Sejamos extraordinariamente generosos e presumamos que apenas 10% dos muçulmanos são violentos no seu desejo de impor o Islão ao resto de nós. Isso significa que existem 200 milhões de muçulmanos que são um problema muito grande para o nosso modo de vida. Isso deixa 1,8 mil milhões de muçulmanos. Quantos deles ficariam de braços cruzados enquanto os 200 milhões matam e subjugam o mundo? Vamos supor que 50% dos 1,8 mil milhões restantes fossem apáticos (uma suposição muito generosa). Isso significaria que 200 milhões causariam o caos global enquanto 900 milhões assistiriam passivamente. E os outros 900 milhões? Eles pegariam em armas para lutar em nome dos não-muçulmanos? Bem, os 1400 anos de história do Islão sugerem o contrário. Portanto, o facto de haver centenas de milhões de muçulmanos que não sairão por aí a matar-te é totalmente irrelevante. Ah, e a propósito, há 15 milhões de judeus no mundo. Espero que estes números ajudem.   - Gad Saad


"Temos que dar passos imediatamente ou ficamos como a Europa"

 

Nos EUA já se admite como certa a islamização da Europa com o alastramento da lei da sharia: MGF, pedofilia, escravatura sexual, submissão à religião, etc. 

A ideia desta autora é pôr na lei um conjunto de requisitos, que eu chamaria civilizacionais, que as religiões e outras organizações teriam de cumprir para serem aceites, terem acesso a financiamento e direitos. Esses requisitos, concebidos à maneira dos requisitos que é necessário cumprir para entrar para a Universidade, por exemplo, seria elaborados tendo como base a Carta dos Direitos Humanos ou a Constituição.

January 15, 2026

Silêncios cúmplices