October 14, 2026
Ainda não somos independentes dos oligarcas americanos?
Há muito tempo que é óbvio que não podemos confiar nos EUA e ainda menos nos seus bilionários oligarcas: Musk, Thiel, etc. São pessoas que não têm lealdade, nem honra nem palavra e vendem-se ao que der mais. Passaram mais de 4 anos e meio desde a 2ª invasão da Ucrânia, já era tempo de não precisarmos deles porque se eles têm o interruptor com eles, a qualquer momento o desligam, como estão a fazer agora à Ucrânia. O que é que é mais urgente para a Europa que o fim da guerra russa na Ucrânia?
Muito preocupante
A caixa negra dos dados e o silêncio português
Luís Vidigal
Governação eletrónica
No início deste ano, o sítio da Sociedade Civil perguntou se o Estado Português estava a preparar uma "caixa negra" de dados com a Palantir. A pergunta ficou até hoje sem resposta. Procurámos e não encontrámos nenhum contrato público, embora estas compras possam passar por integradores e subcontratados sem que a marca apareça.
O que nos preocupa não é o que já foi comprado. É a falta de regras orientadoras para a aquisição de uma futura plataforma de dados públicos.
Estas plataformas chegam normalmente através de consultoras parceiras. A Igeneris, de Madrid, é parceira oficial da Palantir e abriu um escritório em Lisboa em 2025. É uma atividade legítima e é assim que este mercado funciona.
Entretanto, vários países europeus mudaram de posição. Na Suíça, o Exército recusou a Palantir por receio de que o governo norte-americano pudesse aceder a dados militares sensíveis. Em França, a DGSI, os serviços de informações internos, decidiu substituí-la por uma solução francesa e a Alemanha fez o mesmo. Em Espanha, o Governo orientou as empresas em que o Estado participa a não celebrarem novos contratos com a Palantir.
Há, porém, uma lição comum. Em França a transição só termina em 2028 e em Espanha o contrato com as Forças Armadas manteve-se. Onde a plataforma já está profundamente integrada, sair é lento e muito caro.
O Reino Unido mostra como se entra. A Palantir chegou ao NHS em 2020, em plena pandemia, com um contrato simbólico de uma libra. Hoje gere os dados clínicos do país num contrato de 330 milhões. Primeiro foi a emergência, depois o piloto e depois a infraestrutura.
A questão não é a qualidade técnica da ferramenta. É o lugar que ela ocupa, onde os dados fiscais, de Saúde e de Segurança Social passam a orientar prioridades e decisões. Quem desenha esse lugar influencia a forma como o Estado olha para os cidadãos. E se o fornecedor está sujeito à lei de outro país, a questão passa a ser também de soberania.
Importa, por isso, conhecer as ideias de quem dirige a empresa. Peter Thiel, cofundador e presidente do conselho de administração, não é apenas um investidor com opiniões. É mentor e principal financiador político do vice-presidente norte-americano J.D. Vance e a Palantir nasceu com apoio do braço de capital de risco da CIA. Escreveu que deixou de acreditar que liberdade e democracia são compatíveis e, nas conferências que tem dado em São Francisco, Paris e Roma, apresenta qualquer projeto de governação global, incluindo a regulação da Inteligência Artificial ou o combate às alterações climáticas, como obra do Anticristo.
Alex Karp, o presidente executivo da Palantir, defende que as democracias devem acelerar a tecnologia militar e distingue culturas que produziram maravilhas de outras que considera regressivas. Uma plataforma de dados nunca é neutra, porque traz consigo uma forma de organizar o que conta e o que tem prioridade. Quando uma empresa dirigida por quem vê nas regras democráticas uma ameaça e se propõe organizar os dados de um Estado europeu, a pergunta sobre quem controla essa camada deixa de ser técnica e passa a ser política.
Em Portugal, este debate ainda não começou. Não conhecemos orientações públicas, avaliações do CNCS, pareceres da CNPD ou discussão parlamentar sobre o tema.
É natural que os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde e a eSPap sejam contactados por fornecedores de plataformas de dados. Seria útil saber se houve já demonstrações ou propostas e com que critérios serão avaliadas.
O momento torna esta transparência mais importante. A SPMS vai concentrar-se na área digital e o país está a construir a infraestrutura europeia de dados de saúde. O número único de utente, que permite cruzar a informação de cada cidadão, é um ativo valioso que merece proteção.
Há também uma necessidade real. O Governo estima que cerca de 800 milhões de euros por ano se perdem em fraudes no SNS e a deteção de fraude é precisamente uma das utilizações mais comuns destas plataformas. É um objetivo legítimo e, por isso mesmo, convém definir as regras antes que a urgência as defina por nós.
Essa prudência ganha peso quando o Governo propõe que o Tribunal de Contas deixe de fiscalizar previamente mais de 90% dos contratos públicos. Por isso, menos controlo prévio exige regras mais claras.
Propomos quatro medidas simples. Transparência sobre os contactos da SPMS e da eSPap com fornecedores destas plataformas; parecer prévio do CNCS e da CNPD sempre que se cruzem bases de dados de vários organismos; cláusulas de saída definidas antes de assinar; e uma orientação clara que valorize soluções europeias e competências internas nas funções de soberania.
A boa burocracia protege direitos antes de os reparar e este é um desses momentos. Tanto quanto sabemos, ainda não há caixa negra da Palantir no Estado português, por isso propomos apenas que as regras sejam decididas agora, enquanto é fácil, porque a eficiência e a soberania dos dados não se podem comprar a qualquer preço.
nenhum país do mundo deve ser deixado sozinho a enfrentar um país tão desequilibrado e belicista como a Rússia.
Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський
Durante a noite, os russos utilizaram 39 mísseis balísticos e mais de 120 drones de ataque e munições de voo prolongado contra as nossas infraestruturas energéticas e críticas em Kyiv, na região de Kyiv e em Kharkiv.
Pedimos aos Estados Unidos e a TODOS no mundo que não fechem os olhos à realidade que reajam – e que o façam com firmeza. A Rússia desperdiçou a oportunidade de acalmar os ânimos e optou claramente por continuar a sua guerra insana de aniquilação.
Solicitamos ao Presidente Trump que imponha sanções SÉRIAS à Rússia, especialmente porque o projecto de lei de Lindsey Graham, que foi recentemente aprovado e promulgado, autoriza e regulamenta tais medidas.
Lido muito mal com a incompetência, o absurdo lógico e o abuso de poder
Não falo de cometer erros que todos cometemos, falo da falta de competência, da falta de noção do que significa ser competente, da falta de vontade de melhorar, de consequências evitáveis devido a práticas de pessoas sem noção do absurdo lógico e, claro, do abuso de poder, nomeadamente dos pequenos poderes.
Fui a um hospital consultar um médico por causa de mais um problema. O médico disse-me o que pensava que era e mandou que fizesse um exame daqui a um mês ou dois, no máximo. Saí da consulta, fui ter com a senhora que marca consultas, com a prescrição do exame. Diz-me ela, 'vou marcar para o ano, para Fevereiro'. Disse-lhe a instrução do médico. Resposta: 'ah, se é assim não posso marcar, tem de ser «elas» a marcar'. «Elas», devem ser uma qualquer divindade que aparece nestas alturas. Enfim, disse-lhe que me ligassem porque tenho muitas marcações médicas. Muitas, mesmo. Resposta: 'ah, isso é que se calhar não é possível, elas não costumam ligar'. Como assim...? 'Elas marcam'. Chegados aqui fiz um esforço para não me irritar com o absurdo da resposta e disse-lhe: sou uma doente oncológica, tenho muitas patologias e muitas marcações médicas e não vejo qual é o benefício de «elas» marcarem o exame para um dia e hora em que já tenho outras marcações. Resposta: 'o mais que posso fazer é escrever aqui na prescrição que a senhora pede para ligarem porque tem muitas marcações'.
Quer dizer, qual é o sentido de um hospital marcar exames aos doentes sem perguntar se podem nesse dia? E nem sequer é preciso uma pessoa justificar os seus compromissos de saúde ou de trabalho ou de vida. Onde passa pela cabeça de alguém, não estúpido, que os doentes não têm vida própria e estão sempre livres às ordens do hospital?
O mais certo é ninguém me ligar e não me marcarem o exame e eu ter de ligar para lá e falar com alguém que me marque o exame.
Isto é de uma incompetência que brada aos céus. E evitável. Marcar um exame não é um problema grande. Um cancro é um problema grande que mesmo sendo competente nem sempre se resolve bem. Mas marcar um exame sem falar com o doente que o vai fazer? Quem são as «elas» que decidem tamanho absurdo só para complicarem a nossa vida e a deles? Isto é um mero abuso de poder, baseado no absurdo e na incompetência.
Se o pessoal administrativo é tolo e tem aquele tique do abuso dos pequenos poderes, próprio dos incompetentes, tanto faz que tenhas bons profissionais como não.
Seria incompreensível para toda a gente que os EUA abandonassem a Ucrânia para suportar a Rússia
Com certeza ainda há republicanos com memória da história e que zelam pelos valores do mundo livre.
📺🇫🇷 Sur #LCI, avec @PeurAvion : 💬 Si les Américains n'avertissent plus les Ukrainiens, les Ukrainiens n'allumant pas leur radar en permanence, ils vont simplement subir. Si les Américains sciemment s'interdisent ou refusent de fournir ces informations, c'est une collaboration directe avec les Russes, c'est criminel, c'est non-assistance à personne en danger. Ils tuent des Ukrainiens en leur interdisant de savoir que des missiles vont arriver. ▶️ Malheureusement, tout porte à croire que les Américains ont vraiment lâché les Ukrainiens dans le domaine de la détection, parce qu'autant d'échecs en si peu de temps rapprochés avec des missiles balistiques qui normalement sont détectés quasi systématiquement, ce serait vraiment incompréhensible qu'il y ait des défaillances techniques répétées si vite juste à ce moment-là. #Trump #Russie #Ukraine #Europe #Kyiv #Poutine
— Ryo (@iamlouay) October 13, 2026
Um comentador a fazer o trabalho próprio de jornalistas
Porquê? Porque os jornalistas de hoje limitam-se a ser megafones ideológicos. Para que serve um jornalismo que é mero megafone ideológico? Para desinformar. O que vale é que, de vez em quando, aparecem pessoas que pensam e analisam as situações a partir de factos em vez de slogans.
October 13, 2026
Soluções - refúgios climáticos
Há uma rede com 226 refúgios climáticos gratuitos pelo país — e ainda serão mais
Iniciativa do Turismo de Portugal já reuniu refúgios climáticos de 78 concelhos. Esta terça-feira, deu-se “luz verde” no financiamento para que mais três em Lisboa, Trancoso e Mira avancem.
Iniciativa do Turismo de Portugal já reuniu refúgios climáticos de 78 concelhos. Esta terça-feira, deu-se “luz verde” no financiamento para que mais três em Lisboa, Trancoso e Mira avancem.
O Goethe-Institut em Lisboa é um refúgio climático e pouca gente sabe. “As pessoas passam aqui e acham que não podem entrar”, notou Jana Binder, directora do instituto alemão, que se situa no Campo dos Mártires da Pátria, na central freguesia de Arroios. A responsável quer que se passe a olhar para este antigo palácio como o espaço público que é e seja encarado como um local para se descansar e trabalhar. Por isso, numa visita feita nesta terça-feira, fez questão de mostrar a biblioteca — que ao início da tarde estava quase sem lugares disponíveis — e o jardim que afasta o ruído citadino, que estava repleto de pessoas a estudar, a trabalhar e a conviver.
Essa foi também uma oportunidade para Jana Binder mostrar como os espaços se podem transformar. Uma das zonas do jardim, assinalou, foi, “durante anos, um estacionamento.” Certo dia, fez-se um evento no local e alguém sugeriu que poderia passar a ser um espaço público. “Foi uma luta, mas resultou”, lembrou a directora. Agora, o Goethe-Institut em Lisboa (tanto no exterior como no interior) é um dos 226 sítios que fazem parte da rede de refúgios climáticos “Stay Cool”, que foi criada este ano pelo Turismo de Portugal — e ainda serão mais. Esta terça-feira, foram assinados contratos de financiamento, em mais de 200 mil euros, para que venham a existir no Mercado do Forno do Tijolo, em Lisboa; na freguesia de Valdujo, em Trancoso; e na Praia de Mira, em Mira.
A rede de refúgios climáticos “Stay Cool” nasceu em Junho deste ano e engloba espaços exteriores ou interiores que estão preparados para dar conforto térmico, descanso e hidratação durante períodos de calor intenso, tendo como objectivo o bem-estar e segurança das pessoas. A iniciativa também permite que se criem condições para que os locais venham a ser considerados refúgios climáticos. Para isso, há um milhão de euros.
Para poderem entrar nesta rede, os locais têm de ter requisitos obrigatórios, tais como o acesso gratuito e sem condicionamento a consumo ou pagamento durante os períodos de calor extremo; ter lugares sentados suficientes para a capacidade prevista; possuir água potável; ter a sinalética da rede; e funcionar entre as 11h e as 17h nos dias de maior calor, horário que se alarga em situação de alerta ou ondas de calor, que são cada vez mais intensas e frequentes. Se o local for no interior, tem de ter temperaturas entre os 20 e os 27 graus Celsius. Já se for no exterior, terá de possuir uma sombra significativa e soluções de arrefecimento, como vegetação densa.
Os 226 refúgios climáticos ficam distribuídos por 78 concelhos: 147 são espaços interiores, 115 exteriores e 36 têm as duas valências. A sua localização pode ser consultada aqui em refugiosclimaticos.turismodeportugal.pt/. “Tem tido uma tracção grande”, assinalou, na visita desta terça-feira, Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, frisando que a rede ainda será maior. “Pretendemos criar ao longo do país um conjunto de espaços que sejam seguros do ponto de vista térmico e permitam acolher quem os procurar.”
Todas as semanas Zelenskyy faz uma proposta de cessar-fogo
E já fez dezenas de propostas de paz...
Our team has sent the American side proposals for possible next meetings and further talks. We are ready to meet in the coming days, and I sent this proposal to Steve Witkoff and Jared Kushner. On the Ukrainian side, there is always a constructive approach. https://t.co/qxGmL7djw9
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) October 13, 2026
Coisas boas
Ukraine has been elected to the UN Human Rights Council!
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) October 13, 2026
🎯
An open letter to women—from an only gay man. We should have spoken up sooner. #ProtectWomen #WomensSpaces #SexBasedRights https://t.co/0MxUHpNn7W
— Michael Pezzullo, LMFT (@GayMenTherapy) October 13, 2026
Mais uma medalha de ouro para Madalena Costa
(actual campeã do mundo) no World Skate Games.
Portugal por aí em caminhadas de Outono
Trilho "O Marão tem Sangue Azul" em Amarante
Percurso linear com aproximadamente 3.5km em cada sentido de dificuldade média.
Mais informações do percurso na plataforma: https://www.trilhosecaminhadas.pt/.../trilho-o-marao-tem.../
Well, well, well... no meio da guerra a Ucrânia arranja tempo para salvar a democracia americana
Following Ukrainian strikes on Russian data centers: Tucker Carlson's views dropped 71% Douglas Macgregor's views dropped 62% TCN views dropped 34% https://t.co/ekkReqo33O
— Matt Tardio (@angertab) October 13, 2026
A Ucrânia agora está a lutar contra a Rússia, contra o Irão, contra a China e contra os EUA de Trump. Portanto, contra os maiores poderes militares do mundo. No meio desta luta, ainda arranja tempo para salvar a democracia americana. A Ucrânia, apenas com a ajuda europeia e de mais 2 ou 3 países.
A Europa pode mais do que pensa. Só tem de largar o lastro que é a ideia de que no futuro precisa da Rússia. Uma ideia que vem daquele terço da Alemanha que é soviético, nasceu na URSS ou é filho de pais soviéticos. Tem familiares e amigos russos e confunde a Rússia com um país amigo. Não é. É um país predador e tem que se lhe arrancar as garras para que fique inofensivo.
Citação deste dia
Não há uma forma barata de o parar [a Putin]
Aspectos a considerar
Nos EUA e em outros países ricos os homens estão dispostos a sacrificar a economia para controlar as mulheres?
October 12, 2026
A realidade do comunismo (ou socialismo ou lá como lhe chamam na China)
Se nasces camponês serás sempre camponês, terás uma reforma de camponês e os teus filhos estão destinados ao mesmo. Não há cá elevadores sociais. O governo planeia a tua vida e os teus horizontes por ti.










