by Sebastian Gräff
Muitos falaram. Sá Carneiro foi um dos que falou e foi claro na denominação dos instigadores de violência no país. Olha, assassinaram-no. Primeiro tentaram em Londres e não conseguiram e depois conseguiram. O silêncio deste assassinato que levou outros atrás também é uma traição ao 25 de Abril e à vontade de liberdade do povo. Não, o 25 de abril não foi só cravos e abraços. Depois do dia inteiro e limpo veio a violência. Mas no nosso país, a seguir ao 25 de Abril e, ainda hoje, é pecado ser de direita, mas é um pergaminho ser de extrema-esquerda e defender os fascismos de esquerda.
🇵🇹 Sá Carneiro, quando falou sobre o 25 de Novembro, deixou claro aquilo que muitos ainda hoje evitam admitir, a extrema esquerda sempre foi uma ameaça à liberdade e ele nunca teve medo de o denunciar enquanto foi vivo. pic.twitter.com/l8mrVL9F87
— A Voz do Povo (@vozdopovopt) November 25, 2025
O Qatar já é dono de Londres, meia Inglaterra e do governo espanhol e não tem sido bom.
Ontem nasceu mais um bebé em Nenhures. Desta vez, Nenhures foi o interior de um carro numa bomba de serviço de Loulé. Todos os dias nasce um bebé em Nenhures, sem ajuda de ninguém a não ser a mãe ou com a ajuda de um ocasional transeunte assarapantado.
Qualquer dia é notícia um bebé ter nascido num hospital, daqueles com médicos e tudo.
Setúbal. Deputado municipal do PS detido por roubo na via pública
E o pior é que é infeccioso porque se tem alastrado a todas as forças políticas. É por isto que deixei de ver os jornais na TV, não estou para ver estas ordinarices. Um não tem respeito a discutir, o outro interrompe, amua e vai-se embora. Isto é péssimo. Os do Chega são boçais a discutir mas os outros não ficam atrás, passam o tempo a chamar-lhes nomes. Estamos nós a educar alunos para argumentarem com racionalidade e respeito pelas ideias uns dos outros e depois à hora do jantar eles vêem estas ordinarices como exemplo da 'elite' política e intelectual do país. Péssimo, péssimo, péssimo.
Acabo de ver na Euronews que descemos uma posição entre os 27 da UE quanto ao rendimento mensal das famílias. Fomos ultrapassados pela Letónia e caímos para o 19º lugar. Quantos anos até chegar ao fim da lista?
Reconhecer o Estado da Palestina sem sequer fazer depender o reconhecimento da libertação dos reféns ou da saída dos terroristas do Hamas do governo da Palestina. Este é um reconhecimento do terrorismo como meio legítimo de alcançar ganhos no palco do mundo. Não há outra maneira de interpretar isto. A França, sabemos porque o faz: quer o voto dos islamitas e os negócios com os países islamitas da sua esfera de influência. Mas nós porque o fazemos? Porque temos políticos cobardes.
Dez países, entre os quais Portugal e França, vão reconhecer um Estado palestiniano na segunda-feira, numa conferência em Nova Iorque, à margem da Assembleia-Geral da ONU, anunciou esta sexta-feira, 19 de setembro, o Palácio do Eliseu.(...) a Declaração Oficial de Reconhecimento terá lugar ainda antes da Conferência de Alto Nível da próxima semana".
674 dias após a aparatosa operação policial, o PÚBLICO noticiou que Vítor Escária foi nomeado director do Instituto Superior de Gestão (ISG). A instituição vê nele “futuro, inovação, conhecimento e oportunidade para todos”. publico.pt/
Qualquer dia a naturalidade da maioria dos portugueses é: estrada nºX, Km tal e tal.
Isto são as réplicas do terramoto de PPC e das cativações de Centeno - que foram uma espécie de esburacar a ferida.
... mas há quem as cavalgue com coragem e perícia.
These monster waves captured by photographer at Nazaré, Portugal.
— Cat woman (@inertiaaaaaa) February 18, 2025
📷 Ben Hartley pic.twitter.com/tSEHLie8Fw
Uma história surreal mas que aconteceu mesmo. Depois a ex-assessora da ministra de não sei quê que agora está no tacho da Segurança Social diz que deve a CPCJ ir a casa das mães "não normais", portanto, anormais, que dão de mamar depois dos dois anos - que pelos visto são 6% das mães que amamentam, isto é, uma quantidade negligenciável. Somos governados por gente que nem para organizar uma sardinhada serviam.
Rangel reitera abertura para reconhecer Palestina, mas frisa que Portugal é soberano
Número um: a notícia não esclarece a que propósito um espectáculo de homenagem a Camões foi alvo de ataques da extrema-direita? Há alguma informação que estejam a esconder? É logo o que me passa pela cabeça porque na maneira como está escrita, sem contextualização, tudo aparece absurdo.
Número dois: foi benéfico terem escondido numa gaveta uma parte de um relatório da polícia que falava no crescimento da extrema-direita? A 1ª surpresa que tivemos foi o Chega ser o 2º partido mais votado e agora vamos passar a ter surpresas como esta da notícia. Esconder os problemas e fingir que não existem contribui como para a sua resolução? Devo ser muito parva porque não estou a ver...
Número três: o nosso país parece estar acantonado em dois extremos e nenhum deles se vê como tal. A extrema-direita vê-se como meros patriotas, apesar de só defenderem os do seu grupo pois os de esquerda são todos traidores à Pátria; a extrema-esquerda vê-se como mera defensora dos direitos humanos, apesar de só defender os direitos humanos do seu grupo, pois os da extrema-direita nem sequer são humanos.
Na terça-feira, Dia de Portugal, Adérito Lopes foi agredido por um grupo de extrema-direita, em Lisboa, quando entrava para o teatro para se preparar para o espetáculo com entrada livre "Amor é fogo que arde sem se ver", de homenagem a Camões.
Em declarações à Lusa, a também atriz Maria do Céu Guerra contou que foi por volta das 20:00, estavam os atores a chegar ao Cinearte, no Largo de Santos, quando se cruzaram à porta “com um grupo de neonazis com cartazes”, com várias frases xenófobas, que começaram por provocar uma das atrizes.
“Entretanto, os outros atores estavam a chegar. Dois foram provocados e um terceiro foi agredido violentamente, ficou com um olho ferido, um grande corte na cara”, afirmou a também encenadora, de 82 anos, que disse que o ator em causa, Adérito Lopes, teve de receber tratamento hospitalar.
Ryanair. “Portugal é o pior país no controlo de fronteiras em toda a Europa”
Companhia exige solução rápida para as longas filas no controlo dos passaportes nos aeroportos. Cerca de 270 passageiros da Ryanair já perderam voos devido à demora na fiscalização dos documentos.
Sónia Santos Pereira DN