September 08, 2020

À atenção do senhor Costa

 


Nós somos um dos países que contribuímos para o florescimento intelectual de outros países em virtude da má governação: salários baixos, oportunidades nenhumas, desprezo pela educação e pela situação dos outros que não são banqueiros ou amigos políticos. Estão a condenar o país aos poucos e poucos.


Higher education in the UK is morally bankrupt. I’m taking my family and my research millions, and I’m off


After 25 years I feel Britain has broken my trust. I’m one of many academics who now see their future in Europe

Why am I am going back to the country of my birth? England no longer feels like home. Instead, since the Brexit vote of 2016, I have felt like a “leaver” in a waiting hall. Now I am going, and the emotional cost will take a long time to come to terms with.

I was from Germany, but I no longer feel I am from there. My seven-year-old son was born in England. His first language is English – he is English through and through. 

The problem cannot be fixed unless politicians and university leaders recognise that the commodification and commercialisation of knowledge is fundamentally flawed. Knowledge needs to be free.

Young people are told they are “consumers” in a shop where they can choose what and when to learn. They can expect a “service”. Some have taken their university to court if their course did not “deliver” promised results. This is no longer a viable, decent learning environment in which students from all walks of life and cultures are supported to achieve their potential. This is not a place in which the next generation of citizens can flourish. The rise in the number of students suffering from mental health issue speaks volumes. A student suicide is “managed” by the media department for fear of bad publicity. What matters are “bums on seat” to keep the ship afloat.

Britain’s cherished higher education sector, once the envy of the world, is on the brink of collapse. The humanities were world leading – and still are in many areas. Scholars in English literature, creative writing, the arts, languages, history and philosophy were acclaimed across the globe. But now the sector as a whole is bankrupt, not just financially, but morally. It has lost its integrity and seems unwilling to engage in critical reflection about the causes of this unprecedented malaise.

Likewise, research is taking a massive hit in post-Brexit, post-pandemic Britain. There is good evidence that the exodus of more than 10,000 scholars from Britain’s universities since the referendum continues unabated. Scotland has lost almost 2,500 academics. Countries such as Germany are beneficiaries of this mass migration of intellectual talent. Scholars and their families are voting with their feet. Britain is experiencing a significant “brain drain”. Life is too short to wait until the country has come to its senses is what most Europeans – and many British academics – think.

Berlin, Hamburg, Copenhagen, Frankfurt, Munich, Paris, Amsterdam, Vienna and all the other major European cities have not been idle. They know this is a historic opportunity to attract some of the best minds in the world. 

...

Prof Ulf Schmidt was director of the Centre for the History of Medicine, Ethics and Medical Humanities at the University of Kent. This month he becomes professor of modern history at Hamburg University.


Hoje era o dia marcado no calendário para ficar deprimida e não aconteceu 😁







William Haskell
Wrath


Porque é que o olho humano vê mais tonalidades de verde que de outra cor qualquer? II

 


Esta pergunta ouvi-a na série, Fargo (1ª temporada). É o assassino quem faz a pergunta -num tom entre o desafio e o ensinamento- ao polícia que sabe ser ele o assassino mas em quem ninguém acredita. Embora a detective-polícia -que acaba por casar com ele-, lhe dê parcialmente a resposta, só no último episódio ele a percebe inteiramente. 

(tive curiosidade em saber a resposta e daí o post anterior)

A série é muito boa. É sobre o bem e o mal e o espectro do comportamento humano, desde o ponto mais baixo, o do animal de instinto predador, ao mais alto: o animal com humanidade. Gira toda à volta de três pessoas: um vendedor de seguros que passa de vítima a assassino de oportunidade e que é um predador construído socialmente; um assassino profissional e sádico, um predador nato (uma das maçãs que tenta as vítimas a passarem-se para o lado dos predadores); e uma detective-polícia não-predadora mas que vê todos os tons de verde.

A série é passada no Minnesota num contexto duro de neve e frio permanente, florestas com lobos que aparecem em certas cenas para nos lembrar que há predadores entre nós. Os diálogos são muitos bons, com textos e sub-textos. As personagens muito boas. O chefe da polícia a partir do 2º episódio, por exemplo, que vomita quando vê mortos, não vê nenhum tom de verde e queixa-se do mundo não ser cor-de-rosa mas entretanto é um pescador daqueles que persegue peixes grandes e depois os pendura como troféus no escritório.

Há uma história que a detective conta ao vendedor de seguros que está sempre a dizer-lhe que é uma vítima e que se irrita com ela por perceber que ela sabe muito bem que foi ele que matou a mulher: 

"um dia -diz ela- um homem entra num comboio e sem se dar conta uma das luvas que leva nas mãos cai na linha do caminho de ferro. Ele dá por isso já com o comboio em andamento. Então, abre uma janela e deixa cair a outra luva para que, quem encontrar a primeira, possa encontrá-la e ficar com o par completo." 

Muito boa a série.


Porque é que o olho humano vê mais tonalidades de verde que de outra cor qualquer?

 


imagem da net



Os seres humanos são omnívoros. Diferenciar tons de verde ajuda a encontrar plantas comestíveis, a evitar plantas venenosas e a encontrar animais que se alimentam de certas plantas específicas.

As três cores que vemos (vermelho, verde, azul) são apenas uma cor para um dos três tipos de cones que os nossos olhos têm. Os seres humanos são tricomatas, o que significa que percepcionamos três cores primárias. A retina do olhos humano pode detectar luz entre comprimentos de onda de 400 e 700 nanómetros, uma faixa conhecida como, o espectro visível.


Cada cor primária corresponde a um comprimento de onda diferente, começando com o azul, o mais baixo, com 400 nanómetros, até ao vermelho, o mais alto, com 700 nanómetros. No meio do espectro está o verde, a 555 nanómetros. É neste comprimento de onda que a nossa percepção atinge o seu melhor. 

Quando vemos uma rã verde, a cor que vemos é a luz reflectida na superfície da pela da rã, percebida pelos nossos olhos como verde, mensagem que enviamos ao nosso cérebro.

"Podíamos ter evoluído para cones que detectam ultra-violeta, laranja e infra-vermelho ou outro conjunto de cores ou até um número diferente de conjuntos de cores. Há animais que têm apenas um (só vêm uma cor), os pássaros têm quatro, certos camarões têm doze." (orphism)

Se a bactéria roxa e não a verde se tivesse tornado o cloroplasto das células das plantas terrestres, talvez a nossa vista estivesse centrada no roxo e não no verde.

Os nossos ancestrais viviam em florestas e campos verdes. A capacidade de distinguir as tonalidades de cor nas plantas (quais comer, quais evitar) e frutos (quando estão verdes e quando estão maduros), deu-nos uma vantagem evolutiva.

Tal como nas plantas, também na fruta a clorofila lhes dá a cor verde. A banana, que pensamos como um fruto amarelo, começa por ser verde. A mudança da cor que corresponde ao processo da molécula presente na casca da banana se quebrar, indica uma cada vez maior concentração de açúcar.




Apesar de já não vivermos nas florestas, a nossa percepção do verde continua a jogar um papel importante nas nossas vidas e na nossa saúde. Sabemos que o relvado precisa de água pela mudança do tom de verde em amarelado; sabemos que a salada não é fresca pala mudança de cor das folhas verdes em tom acastanhado ou amarelado. Sabemos que as pessoas que vivem rodeadas de verde têm vidas mais saudáveis e que a cor verde tem importância na saúde mental. Certas tonalidades acalmam, outras revigoram.

Verde é a cor-sintoma que melhor indica a saúde do planeta.


September 07, 2020

Filosofias de vida - "We used to be gorillas"

 



Right...

 




Ainda sobre a disciplina de cidadania

 


Este advogado estranha a mudança de posição do CT porque está por fora daquilo em que as escolas se transformaram a partir da gestão imposta pela Rodrigues. Alguém da tutela manda o director forçar à obediência e este tem muiiitas maneiras de forçar os CT. 

Como li alguém outro dia, 'hoje em dia o autoritarismo já não passa por obrigar todas as teses a terem, como na URSS, pelo menos uma citação de Lenine para serem aprovadas, mas passa por matar a carreira das pessoas com posições dissidentes. Dão-lhes cabo da vida: maus horários, excesso de trabalho, obstáculos e sabotagens do trabalho, indisponibilidade para resolver qualquer problema... enfim, fazem-lhes a vida num inferno...  nomeadamente quando falamos de pessoas de má índole que mandam chumbar alunos por vingança. Sim, porque não há outra razão para que uma pessoa que faz legislação e pressiona para que passem todos, mesmo com 1000 faltas se for preciso e sem saber ler nem escrever, obrigue a chumbar alunos de elevado desempenho não só académico como comportamental. Não estamos a falar de alunos com mau comportamento.


O defensor, João Pacheco Amorim, estranha também que o mesmo Conselho de Turma — “órgão colegial, que não obedece a ordens de uma escala hierárquica” — “tenha decidido passar os alunos no ano letivo de 2018/2019, porque acharam que aqueles dois estudantes tinham todas as competências, e este ano, de uma forma limpinha, decidiu reprová-los, por faltas”. 


Se o SE queria chatear alguém, chateasse os pais, não os miúdos. O que devia ter acontecido era a escola tentar um compromisso com os pais; não sendo capaz, reportar o caso ao ME e o ME tentar um compromisso com os pais ou ter tomado uma iniciativa legal contra os pais, em último caso, mas não contra os miúdos... são miúdos, filhos adolescentes a obedecer aos pais. E sem faltas de respeito a professores.

Isto é muito-anti-pedagógico. E um grande exemplo de incompetência e autoritarismo.

A cidadania é uma atitude de respeito pela lei, mas também pela discordância da lei. É uma atitude de respeito pelos outros que não têm as nossas opiniões - não é considerá-los nojentos, abjectos e outros adjectivos que vejo pessoas supostamente educadas usarem para se referir a quem não partilha dos seus valores. 
Não o fazer, quer dizer, não educar para o respeito, é educar para a intransigência e maniqueísmo. 
A cidadania não pode ser só ensinar a respeitar as pessoas que querem ter dois sexos, ou que são gays ou que defendem uma legislação que proteja os direitos da comunidade LGBT, também tem que ser,  ensinar a respeitar os que não concordam com essa legislação.

E a disciplina de cidadania, bem como os que a defendem sem saberem que não há razão nenhuma para falar desses assuntos numa disciplina à parte, a não ser o SE querer pôr no seu currículo profissional que tem uma disciplina inovadora, o que é falso, não é inovadora, não fomenta o espírito crítico, não fomenta o respeito por todos os cidadãos nem pela diversidade de valores. Fomenta o respeito por certas posições nestas questões que são as que causam polémica nesta discussão.

Um exemplo: todos os anos, quando trabalho o tema dos valores (onde se fala no relativismo dos valores, no objectivismo e subjectivismo axiológicos, na influência da cultura, etc., etc) ponho os miúdos a argumentar um tema dos valores. Quando chega a essa altura já eles sabem que as questões dos valores são muito polémicas e dão azo a discussões intermináveis, porque não há uma resposta de certo ou errado. Não estamos no domínio das questões de facto (e até nesse domínio é complicado). As posições estão assentes em pressupostos valorativos ideológicos ou religiosas ou filosóficos que enformam toda a visão da pessoa nessa questão. Também falamos na revisão racional dos valores, nomeadamente através da discussão racional, argumentativa. 

Embora sugira temas para discutir, deixo-os escolher um tema que os interesse porque a discussão obriga a muito trabalho, muita pesquisa, construção de um corpo de argumentos fundamentados em factos, gráficos, testemunhos, etc. Muitos ligam para as associações LGBT, falam com pessoal da saúde...  enfim, é sério, não fazemos aquelas mediocridades da TV. 

Escolherem temas relacionados com os direitos da comunidade LGBT é muito comum. Um ano, isto já há muito tempo, um colega tinha uma turma comigo disse-me, num intervalo, 'os alunos estão num grande alvoroço por irem apresentar um trabalho a Filosofia. A não-sei-quantas disse-me que o grupo dela vai apresentar um trabalho a defender a legitimidade da adopção de crianças por casais homossexuais.' Eu esclareci: não é bem uma apresentação - o grupo dela vai argumentar com outro grupo que tem a posição oposta de defender a não-legitmidade da adopção de crianças por casais homossexuais. Ele ficou a olhar para mim muito sério. 'Como assim? És contra?' Disse-lhe que não, sou a favor. Pergunta ele, 'mas vai deixar que argumentem contra?' Sim, eu dou uma disciplina de Filosofia e eles estão a fazer o trabalho no âmbito dos valores e o meu objectivo é que percebem a legitimidade de se ter uma posição diferente da sua e que aprendam a respeitar as pessoas que defendem posições diferentes em vez de as rotularem e querem obrigar. Se querem mudar as opiniões dos outros têm de o fazer racionalmente, argumentando. 

Isto tudo para dizer que: a educação ou se faz a sério ou é melhor não fazer. Isso de criar umas aulas para os alunos ter uns pózinhos disto e daquilo (a educação, mesmo a universitária qualquer dia é um almanaque de assuntos que se discutiram como quem discute na TV) em vez de deixar que tratem os assuntos nas aulas respectivas, o que já fazem, não só não serve para nada como pode servir para conflitos, faltas de respeito e evangelizações que acabam com os mais altos funcionários do Estado e seus acólitos a chamar nomes uns aos outros no maior exemplo de deficiente noção de cidadania.
Melhor seria que a escola fomentasse os valores do respeito e da democracia em vez de fazer estes teatrinhos.

😁

 




Em contrapartida isto é só estúpido

 


Dantes muitas mulheres faziam festas para anunciar que estavam grávidas -e receber presentes- como se ficar grávida ou engravidar alguém fosse uma originalidade ou um trabalho de génio tipo, a fusão do átomo ou assim... Agora está na moda dar uma festa e convidar os amigos todos para revelar o sexo do bebé um mês ante de nascer... porque é evidente que toda a gente está muito interessada em saber. Então, começaram por revelar com um bolo estereotipado: azul ou rosa consoante o caso. Pois agora os pais também querem entrar na festa (porque as festas de dizer que está grávida eram só para mulheres) e é claro que querem marcar território com um Bang - rebentam explosivos e causam fogos. E até morrem pessoas.

Depois, como os bebés muito pequeninos são todos mais ou menos iguais (a não ser para os pais) e não se percebe sequer se são raparigas ou rapazes (o que não interessa um átomo à felicidade dos próprios...), põem as raparigas com uns laços ridículos na cabeça para parecerem, logo desde que nascem, não pessoas, mas presentes para oferecer a alguém. Depois treinam os rapazes para olharem as raparigas como presentes. Depois os revisores fazem comentários sobre o embrulho dos presentes...



How Many People Have to Die Before We’re Done With Gender Reveals?

Sadly, this is not a hypothetical question.

At least one human life has already been lost as a direct result of the widespread obsession with turning the sex of one’s unborn child into an explosive (often literally) spectacle. In October, an Iowa woman was killed when her family inadvertently built a pipe bomb as part of their gender-reveal party—a gathering at which expectant parents dramatically and colorfully announce the sex of their baby.

The methods for doing so seem to have started out as benign, if stereotypical—cutting into a cake to reveal either blue or pink frosting, say. But in the past couple of years, some kind of communal madness has taken hold, and many of these feats of gender performance have gotten more elaborate, more public, and more dangerous—putting lives and entire ecosystems at risk. Last year, a father-to-be started a 47,000-acre wildfire in Arizona when he shot a rifle at an explosive target full of blue powder (It’s a boy!), causing $8.2 million of damage, according to the Arizona Daily Star.

"Há normas para viajar num transporte público. Fique sabendo que não tem condições para viajar assim. Anda aí a provocar os homens todos!".

 


"Anda aí a provocar os homens todos!" - como sabemos até há 100 anos, quando as mulheres andavam todas tapadas da cabeça aos pés, não havia assédio nem violações... Isso só aconteceu quando começaram a mostrar as pernas ou peito... aliás, como é do conhecimento de todos, nos países do Médio Oriente onde as mulheres andam todas tapadas com burcas não há assédio nem violações...

Pois, há normas para viajar e uma delas devia ser a obrigação do revisor (para além de pagar multa à mulher) fazer e ficar aprovado numa formação sobre direitos humanos, assédio e machismo. 

Se um homem viajar com a camisa toda aberta o revisor, mesmo que seja gay, não lhe diz nada, porque um homem ter um corpo é normal e não o faz para ofender ninguém. Já a mulher ter um corpo, é uma provocação e um descaramento pelo qual se devia desculpar e esconder.



"Ainda bem que não está frio ou as mamocas constipavam-se”, terá dito o funcionário da CP.

Uma passageira do comboio que fazia a ligação entre Carrascal e Tomar, no sábado passado, acusou um revisor da CP de assédio e apresentou queixa à empresa e “às autoridades competentes”.

A situação foi denunciada pela própria nas redes sociais. “Quando fui abordada pelo revisor que no final de me cobrar o bilhete (que demorou bastante porque estava mais interessado em olhar para o meu peito do que para a máquina) disse o seguinte: - "Ainda bem que não está frio ou as mamocas constipavam-se”, revelou Sara Sequeira.

“Isto dito por um homem na sua hora e local de trabalho! Isto não é um comportamento normal em nenhum lado muito menos num sitio onde sou cliente”, acrescentou.

A passageira contou ainda que disse ao revisor que o seu “comportamento foi nojento. No mínimo deveria pedir desculpa”, mas segundo a própria não foi isso que aconteceu depois. “Mas não!!! ainda diz que eu é que ando aí a provocar os homens?”.

“Fui apresentar queixa às autoridades competentes porque este tipo de atitudes devem ter consequências para quem as pratica. Não se calem. Não deixem estas coisas passar em branco. Somos livres de andar de vestido fora e dentro de um comboio!!!! Estamos no século XXI! Chegaaaaaaaa de nos massacrarem com este tipo de comentários, de provocações, de toques, de assédio!”, lê-se no texto que acompanha um vídeo, onde é possível ouvir-se o funcionário da CP, confrontado pela passageira, a dizer: "Há normas para viajar num transporte público. Fique sabendo que não tem condições para viajar assim. Anda aí a provocar os homens todos!".


As vantagens de um mundo globalizado

 


Se não fosse o caso da notícia do envenenamento de Navalny ter, imediatamente, dado a volta ao mundo (obrigada Tim Berners-Lee pela internet e Franck Canova e mais uma data de gente pelos smartphones) é muito provável ele tivesse morrido antes sequer de se saber que estava doente. Nesse caso, a sua morte haveria de ser atribuída a uma causa qualquer natural.


Navalny wakes up from artificial coma in Berlin

Russian opposition leader Alexei Navalny is now out of a coma and "responding to verbal stimuli." Germany claims he had been poisoned by a weapons-grade Novichok nerve agent

The hospital added that Navalny was responding to speech but "long-term consequences of the serious poisoning can still not be ruled out."

Não há diferença entre a prisão e tortura de Assange e a prisão dos opositores russos ou bielorrussos

 


Todos são presos para serem silenciados e não constituirem obstáculos ao poder não-democrático.


o tempora, o mores!

 




Isto é o que acontece quando as pessoas perdem o medo



Imagine-se que na Rússia perdem o medo...

 

Belarus / Protests show no sign of fading as 100,000 turn out in Minsk

An immense protest in Minsk, the Belarusian capital, on Sunday appeared to be as large as those on the three previous Sundays. More than 100,000 people have gathered each week to denounce the president. Tut.by/Agence France-Presse — Getty Images


Tens of thousands of protesters flooded into towns and cities across Belarus, signaling the depth of anger at President Aleksandr Lukashenko, who has shown no sign of bending despite repeated calls to resign.

Bom dia

 


Photographer: @hikester_
Location: Coeur D'Alene, Idaho, U.S.



September 06, 2020

Nocturna

 







Citação deste dia

 


"Each time a man stands up for an ideal, or acts to improve the lot of others, or strikes out against injustice, he sends a tiny ripple of hope, and crossing each other from a million different centers of energy and daring, those ripples build a current that can sweep down the mightiest walls of oppression and injustice." ~ROBERT F. KENNEDY University of Cape Town June, 1966

Semiótica da arte

 


Uma pintura carregada de simbolismo erótico. Embora, à primeira e distraída vista, não o aparente.






Colin Fraser (Scottish, b.1957)

September 05, 2020

Filmes - On the Basis of Sex

 


Hoje vi este filme, On the Basis of Sex, sobre a advogada e juíza norte americana, associada de Justiça da Suprema Corte dos Estados Unidos, Ruth Bader Ginsburg.

Ruth Bader Ginsburg, uma mulher notável e de princípios, com uma cabeça brilhante e uma tenacidade, um fibra invulgares, que foi vítima de discriminação de género (expressão que tem origem na sua defesa de casos de discriminação no supremo tribunal) na profissão e conseguiu, aos poucos, com uma estratégia original mudar a Constituição.

Um filme inspirador.



Onde estão as mulheres?