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March 06, 2026

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March 03, 2026

O ataque dos EUA e de Israel visto por dentro, por uma iraniana

 


A experiência da Ucrânia com drones é a mais avançada do mundo

 


Merz tem razão e põe o problema do Irão na perspectiva correcta



Independentemente do que levou Trump a atacar o Irão (afastar de si os ficheiros Epstein ou o impulsivismo de cowboy individualista que sonha com a glória militar) não é esta a altura de dar lições aos EUA e a Israel.

Não depois de vermos o terrorismo do Irão (e da Rússia) subir durante décadas a níveis de desumanidade obscena no maior desprezo pelo Direito Internacional e pela Carta das Nações Unidas. 

Os comentários de Merz, (...) representaram um afastamento dos seus predecessores alemães do pós-guerra, que viam o direito internacional como sagrado. Isto não é verdade. Aliás, é exactamente o oposto. Merz tem em mente que o Direito Internacional tem como fim impedir que novos Estados nazis desencadeiem guerras devastadoras e destabilizadoras da Ordem Internacional, que é o que o Irão e a Rússia estão a fazer e o que ele -e todos nós- constatamos é que as instituições que deviam ter reagido eficazmente a estes países predadores há dezenas de anos (as atrocidades do Irão e da Rússia não começaram este ano) evitando as catástrofes humanitárias que causam e o caos em que querem lançar o mundo, foram e são totalmente ineficazes.

Por conseguinte, apesar deste ataque ser mais um gesto duvidosos de Trump, temos aqui que escolher entre dois males, o mal menor e, neste caso, o mal menor é impedir o Irão de espalhar o caos e a barbárie - como já se devia ter feito à Rússia.

E aqueles que, como Sanchez, vêm criticar a violação do Direito Internacional por parte dos EUA, que expliquem antes como o seu silêncio relativamente às violações grosseiras do Direito Internacional e dos mais básicos direitos humanos por parte do Irão islâmico, cujas práticas fariam corar Béria, respeitam o Direito Internacional.

Merz ainda tem razão quando diz que Israel -e a Ucrânia- estão a fazer o trabalho sujo que nos cabia a nós todos fazer: acabar com o terrorismo islâmico (sendo o Irão o seu maior incentivador) que está a devastar, dividir e destruir a coesão social da Europa e com o terrorismo russo que está a destruir directamente a Ucrânia e indirectamente a Europa - terrorismo esse que também leva a marca do Irão, o grande fornecedor de mísseis à Rússia.

Parece-me claro que entre os dois males: os EUA e Israel tentarem acabar com o terrorismo internacional de um regime islâmico bárbaro e totalmente incivilizado ou deixar tudo andar como até aqui e ver esse regime (e o russo) destruirem o mundo, o primeiro é infinitamente menos mau que o segundo.

A situação da impotência do Direito Internacional tem remédio? Tem, mas isso fica para outro post.

Merz: O Irão não deve ser protegido pelo direito internacional

Numa intervenção, o chanceler alemão manifestou receios de que as regras do Direito Internacional estejam a tornar-se redundantes num mundo em que Estados pária as violam impunemente e os aliados não as fazem cumprir. (...) Acrescentou que “agora não é o momento” para os europeus “darem lições” aos Estados Unidos e a Israel sobre legalidade.

Os comentários de Merz, posicionaram-no como o aliado mais próximo de Donald Trump na Europa e representaram um afastamento dos seus predecessores alemães do pós-guerra, que viam o direito internacional como sagrado.

“Apelos da Europa, incluindo da Alemanha, e condenações das violações iranianas do direito internacional, bem como extensas sanções, alcançaram pouco ao longo dos anos e das décadas”, afirmou o chanceler, atribuindo em parte à fraqueza europeia a falha em confrontar Teerão.

Disse que o governo alemão concluiu que, no que respeita ao Irão, “as avaliações jurídicas internacionais terão relativamente pouco efeito. Isto é tanto mais verdade se permanecerem em grande medida sem consequências… portanto, agora não é o momento de dar lições aos nossos parceiros e aliados”.

O seu discurso levou a especulações na Alemanha de que o chanceler vê o direito internacional como um resquício do século XX. O Süddeutsche Zeitung, diário alemão de centro-esquerda, caracterizou as suas declarações como uma “longa despedida do direito internacional”.

“A implicação é que, se [confrontar o Irão]… não puder ser feito em conformidade com o direito internacional, então terá de ser feito sem ele”, escreveu Wolfgang Janisch, colunista do jornal.

Stefan Kornelius, porta-voz de Merz, declarou na segunda-feira: “A Alemanha não questiona o direito internacional. Quero deixar isso absolutamente claro. Mas existe também um interesse de segurança que não é abrangido pelo direito internacional.

No seu discurso, Merz também repreendeu alemães e governos europeus, como o de Espanha, que criticaram a guerra. “Apesar das nossas dúvidas, partilhamos muitos dos seus objectivos, embora não sejamos capazes de os alcançar por nós próprios”, afirmou.

Merz deu voz ao que muitos líderes europeus temem há anos: que a ordem internacional baseada em regras, construída a partir das cinzas da Segunda Guerra Mundial, está a desmoronar-se.

Citou também a invasão em grande escala da Ucrânia como exemplo dessa desintegração: “O ataque de Moscovo a um vizinho pacífico é tão injustificável quanto a guerra de terror que Teerão tem travado contra Israel há anos”, afirmou.

O chanceler disse que a fraqueza e a relutância da Europa em enfrentar aqueles que violam o direito internacional se revelaram parte central do problema. Argumentou que isso significa que, quando outros Estados, como Israel, se levantam e agem contra o Irão, não devem ser recebidos com “lições” por parte dos seus aliados.

No domingo, Abbas Araghchi, ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, escreveu numa carta às Nações Unidas que a morte de Khamenei constituiu “uma violação grave e sem precedentes das normas mais fundamentais que regem as relações entre Estados”.

“Sem regras de empenhamento estúpidas, sem atoleiros de construção nacional, sem exercícios de construção da democracia, sem guerras politicamente corretas. Lutamos para vencer e não desperdiçamos tempo nem vidas”, declarou  Hegseth no Pentágono.

Trump, que se referiu à operação como uma “guerra” numa declaração em vídeo no sábado, disse ao The Telegraph estar “muito desapontado” com o Reino Unido e com Sir Keir Starmer por terem impedido as forças armadas norte-americanas de utilizar Diego Garcia para realizar ataques contra o Irão. Afirmou que a recusa inicial do primeiro-ministro em permitir o uso da base nas Ilhas Chagos era algo que nunca tinha “acontecido antes entre os nossos países”.

“Israel está a fazer o trabalho sujo por todos nós”, disse Merz sobre a guerra de 12 dias com o Irão em 2025, afastando perguntas de um entrevistador televisivo alemão sobre a escala da destruição nas cidades iranianas.

A Alemanha é também uma das vozes mais firmes na Europa contra as acusações de que Israel cometeu genocídio na Faixa de Gaza em retaliação pelos ataques do Hamas a 7 de outubro.

Na segunda-feira, o governo alemão esclareceu que não tinha intenção de se juntar à guerra contra o Irão, apesar de Merz lhe ter dado uma aprovação genérica – ainda que com algumas dúvidas quanto aos objetivos de longo prazo do Presidente Trump.

Johann Wadephul, ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, admitiu que, em qualquer caso, o exército do país carecia dos “recursos militares” para entrar em guerra com o Irão. 

James Rothwell in https://www.telegraph.co.uk/world

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March 01, 2026

Isto não é mentira

 

Apesar do perigo que um presidente dos EUA que não pede autorização ao Congresso ou às NU para atacar um país representa, libertar o Irão de um tão maléfico e bárbaro governo teocrático é um bem e não um mal. Quem tem de mexer-se para impedir qualquer governo dos EUA de fazer guerra sem autorização do país são o Congresso e o Senado americanos. Internacionalmente isto é um precedente perigoso, mas quem devia ter feito alguma coisa para avançar a causa das democracias e do Direito Internacional no mundo e fez exactamente o oposto foi o SG da ONU que tem estado a apaparicar o Irão e todos os seus aliados terroristas, como o Hamas, o Qatar, etc. Não deu um passo para a causa da Justiça e o fim do terrorismo. Agora estamos nesta situação complexa e perigosa de um homem sozinho, sabendo que tem poder militar fazer o que quer, fazer o que quer. No futuro não sabemos, mas neste caso, a acção dele coincidiu com o bem. Porém, a esquerda anti-semita vem a correr criticar o fim do terrorismo islâmico do Irão e dos seus piores algozes, quando tem estado em silêncio quanto às suas acções absolutamente maléficas.


February 28, 2026

O Irão bombardeia civis com os mesmos mísseis que a Rússia usa para bombardear a Ucrânia

 

Agora já sabem como é.


Directamente de Teerão

 

A notícia do fim do pedófilo teocrata trouxe felicidade. A notícia dos israelitas e americanos andarem a matar civis iranianos é mentira.

Starmer já tem os aviões no céu iraniano: porque não faz o mesmo na Ucrânia?

 

O jornalista da SIC em França não consegue dizer a palavra 'islamitas' ou a expressão 'irmandade muçulmana'

 

Em vez disso diz que o MAI francês elevou o nível de alerta do país para vermelho por receio das 'pessoas extremistas' que estão espalhadas por França poderem retaliar os ataques contra o Irão. A submissão ao Islão é total, da parte da esquerda ocidental.

Entretanto, este ataque dos EUA ao Irão tem lados positivos e negativos. Positivo está livrar-se de um regime bárbaro e maléfico que governa com sangue a escorrer-lhe da boca e das mãos, contra tudo e todo, a começar pelo seu povo e pelas raparigas e mulheres. Coisas hediondas de fazer empalidecer um carrasco, ordenadas pelo teocrata psicopata que o governa mais os seus aliados. Portanto, por esse lado é bom.

O que é mau são estes precedentes de raptar ou matar líderes para fazer negócios e roubar petróleo. O ataque do Irão aos outros países árabes pode ser uma maneira de uns os árabes contra o terrorismo iraniano - ou não... uma guerra começada não desabe como acaba, como o estúpido do Putin percebeu tarde demais.


February 21, 2026

Islamofascismo iraniano

 

O New York Post e o NewsNation relatam, citando relatos de testemunhas oculares, que o regime islâmico no Irão cortou os úteros de manifestantes raparigas e mulheres para esconder as agressões sexuais de que foram alvo, violadas diariamente e mortas na prisão, actos que constituem crimes contra a humanidade.

Execuções no Irão continuam a ocorrer, dizem refugiados à NewsNation

Uma refugiada iraniana que falou à NewsNation sob condição de anonimato por medo de represálias disse: «Todos nós que fomos presas fomos vítimas de violação coletiva por homens mascarados, sob a mira de armas e sob as suas zombarias. Eles acreditam que, por as nossas crenças serem diferentes das deles, somos seus escravos sexuais e que podem violar-nos como quiserem».

Alguns dos corpos das mulheres, disse, tinham tido os úteros removidos, numa tentativa de ocultar os crimes sexuais.

«Alguns dos corpos das mulheres que foram devolvidos às suas famílias não tinham útero, para que os crimes não pudessem ser rastreados ou investigados. Para ser honesto, a maioria das famílias não levou o assunto adiante, a fim de evitar ainda mais sofrimento», disse.

A NewsNation obteve imagens de uma manifestante falecida que teria sido morta numa prisão em Bojnord, uma cidade na província de Khorasan, no norte do Irão.

A tortura «sempre foi o método do regime», disse uma fotógrafa iraniana

Shaghayegh Moradiannejad, uma fotógrafa iraniana que fugiu do país há cinco anos para garantir a sua segurança e a da sua família, disse à NewsNation que «sempre foi o método do regime» violar e torturar.

«Durante os interrogatórios, eles apertam os seios (das mulheres), usam linguagem obscena e degradante e submetem-nas a abuso sexual», disse Moradiannejad.

Trump encorajou os manifestantes em 13 de janeiro a continuarem a lutar contra o regime e disse que a ajuda estava a caminho.

Acordo nuclear não vai impedir execuções em curso, dizem refugiados iranianos.

O tenente-coronel reformado Mike Nelson, que tem uma vasta experiência no Comando Central dos EUA, disse à NewsNation que as tácticas de tortura do regime são bem conhecidas.

«Não acho que quaisquer sinais de tortura ou violações dos direitos humanos sejam fora do comum ou algo inesperado para este regime. Os detalhes podem ser difíceis de verificar, mas tortura, maus-tratos e abuso sexual — não acho que nada disso esteja fora do que se pode esperar do regime», disse Nelson.

Nelson acrescentou que um grupo miliciano conhecido como Hashd al-Sha'bi — considerado a polícia de ordem cívica do país — também pode estar envolvido em tortura, acrescentando que eles podem ser mais zelosos do que outras partes do regime.

As fontes que falaram com a NewsNation dizem que o número de mortes durante os protestos está mais próximo de 30.000, mas é difícil chegar a um número exacto.

February 10, 2026

Que morte inútil...

 

Um rapaz novo matar-se para chamar a tenção de um tipo como Trump qe não quer saber dele para nada. Que mundo...


January 30, 2026

86,677 é o número de pessoas assassinadas às ordens de Khamenei - por enquanto

 

January 28, 2026

Quel dommage, Mr. Macron...

 

🚨🇮🇷🇫🇷 A França opõe-se a classificar a Guarda Revolucionária Iraniana como organização terrorista na UE.

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A esquerda protege terroristas desde que sejam da sua facção ideológica. Li que a Catarina Martins, que queria ser nossa Presidente, se absteve no PE, na condenação do massacre brutal de dezenas de milhar de iranianos que o islamofascista Khamenei ordenou. 


January 27, 2026

Irão. Uma dezena de vídeos horríveis

 

A maioria piores que este, com centenas de corpos -quase todos jovens- ensanguentados em armazéns com pais que procuram filhos. Trump vendeu a Ucrânia à Rússia e vendeu os iranianos à Arábia Saudita. Estão calados quanto às 40.000 pessoas que já foram assassinadas por ordem de Khamenei, as dezenas de milhares de feridos, os médicos que os tratam raptados e posto na fila dos inimigos a executar. E o silêncio de Guterres é repugnante.


January 20, 2026

O pessoal do regime islamita iraniano foi expulso do PE 🙂

 


January 18, 2026

Masih Alinejad - os protestos no Irão islamofasista

 

Uma deserção do islamofascismo do Irão

 

Diplomata iraniano sénior na sede europeia da ONU desertou e solicitou asilo na Suíça, segundo noticiou a Iran International. Alireza Jeyrani Hokmabad tem o cargo de ministro na Missão Iraniana da ONU em Genebra. O regime islâmico está a desmoronar-se por dentro.


Islamofascistas falam com proto-fascistas (erro 404, democracia não encontrada)

 

ثنا ابراهیمی | Sana Ebrahimi

Esta é uma publicação importante. Por favor, leia com atenção:

O braço lobista da República Islâmica nos EUA, o Conselho Nacional Iraniano-Americano (NIAC), está a trabalhar horas extras em Washington. Ex-funcionários do Capitólio confirmam que o NIAC está a realizar reuniões consecutivas com legisladores e assessores seniores de ambos os partidos, apresentando-se como a voz dos iranianos-americanos. 

Neste tópico, também adiciono uma lista de algumas das suas figuras-chave e nomes conhecidos que estão diretamente associados ao NIAC ou colaboram com eles.

O NIAC diz aos funcionários que os iranianos querem que Khamenei saia, mas que seja substituído por «reformistas» da República Islâmica, como Rouhani. Argumentam que desmantelar o regime é irrealista e que os reformistas negociariam com os EUA e proporcionariam «alguma liberdade».

Este tem sido o objectivo da NIAC desde a sua fundação por Trita Parsi: preservar a República Islâmica, reciclando o poder através dos chamados reformistas. Os reformistas não são oposição. Eles não desmantelam o sistema. Eles administram-no. A estrutura permanece. A repressão permanece.

Os reformistas promovem sempre a mesma agenda: acordos nucleares, alívio das sanções, ausência de pressão externa e reenquadramento dos protestos em massa como queixas económicas, e não exigências políticas. Mesmo quando parecem moderados, mantêm as posições centrais do regime: antiamericanas, antiocidentais e anti-Israel.

É possível identificar um reformista pelo que ele valoriza e pelo que teme. Eles priorizam sanções e negociações em detrimento da liberdade. Eles alertam mais sobre o «caos» do que sobre execuções. Opõem-se à mudança de regime e atacam a liderança de transição, especialmente a liderança exigida pelos manifestantes dentro do Irão.

A NIAC e suas afiliadas estão entre as vozes mais visíveis que falam sobre o Irão. O seu acesso em Washington não é acidental. As suas mensagens não são neutras. A sua função é manter o sistema intacto.

Os manifestantes dentro do Irão são claros:
Sem reformas. Sem compromissos.
Esta é uma revolução que exige o fim da República Islâmica, uma liderança transitória e um referendo livre. Os iranianos não querem reformistas reciclados no poder. Querem que todo o regime desapareça.

Não caia nas mentiras.
Não deixe que os representantes do regime falem por nós.
Fique ao lado do povo iraniano.
Liberte o Irão.

January 17, 2026

O que é agora uma conversa normal no Irão entre jovens



ثنا ابراهیمی | Sana Ebrahimi

@__Injaneb96

Relato em primeira mão de uma mulher iraniana que deixou o Irão ontem de manhã:

«Uma das coisas mais estranhas que já vi é como, em reuniões amigáveis e familiares, as pessoas falam casualmente sobre isto: se eu for morta, não procurem o meu corpo, não assinem nada por causa disso e não paguem dinheiro a um mulá. Todos dizem isso com tanta naturalidade, sem qualquer sinal de medo ou hesitação.»

O islamofascismo no Irão continua a abater protestantes