August 06, 2026

Testemunhos da regressão da Europa às mãos de incivilizados e seus cúmplices


«Uma carta assinada por um ginecologista de renome de Toulouse:

Um momento de grande alegria na sala de partos.

Um parto de sonho.

Recusa da epidural.

A paciente está com o véu; o marido não quer que um «homem» cuide dela (apesar de ter sido amplamente avisado com bastante antecedência. Documentação durante a gravidez, explicações orais.

Estou de serviço, vou lá na mesma e imponho-me.

Parto entre gritos e contorções, com a mãe em pânico e o pai barbudo a dar ordens e gritos a toda a gente.

A criança é alegremente batizada de Oussama; logo que nasce, o pai prostra-se e põe-se a rezar no chão da sala de partos, virado para Meca (uma direcção que ele tinha identificado previamente).

Seguem-se cânticos religiosos gritados aos ouvidos da criança, à direita, à esquerda. A mãe? Nem olha para ela; já cumpriu bem o seu propósito.

Já estou farto disto.

A tolerância tem limites, que são ultrapassados cada vez mais, a cada dia.

Na cidade de Mohamed Merah, questiono o futuro da sociedade em que vivo e estou preocupado.  É importante referir que, na altura da morte de Mohammed Merah em Toulouse (o terrorista de scooter que matou sete pessoas e feriu seis outras em Toulouse e Montauban no ano passado, N.d.R.), várias mulheres vieram dar à luz e informaram-nos de que o seu filho se chamaria Mohammed «em homenagem a Mohamed Merrah». Estamos no bairro de Mirail, em Toulouse, perto das instalações da AZF, onde reside uma elevada proporção de imigrantes. Os activistas estão longe de ser a maioria, mas manifestam abertamente as suas convicções. São frequentes os casos de recusa de cuidados de saúde devido ao sexo do profissional de saúde.

As minhas palavras não são nem racistas nem discriminatórias; são as de um profissional preocupado ao ver a religião entrar na sala de partos e no meu consultório médico, as de um cidadão preocupado com a multiplicação das incivilidades, as de um homem que sempre rejeitou o racismo comum, mas que está perturbado pelos excessos cada vez mais quotidianos.

Mesmo que as minhas palavras não sejam, sem dúvida, politicamente corretas, quis partilhar convosco este momento — traumático para toda a nossa equipa médica — e os meus receios quanto ao futuro dos meus filhos num país que não sabe estabelecer limites reais.

Cumprimentos,

Dr. Jean Thévenot
Ginecologista-Obstetra
Clinique Ambroise Paré
31082 Toulouse cedex 1
https://lesgeneralistes-csmf.fr/2013/03/12/islam-et-medecine-porter-le-malaise-au-grand-jour/?utm_source=chatgpt.com
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Este testemunho não é de hoje, é de 2012. Portanto, imagine-se como é hoje a situação.

Importámos para a Europa milhões de pessoas que vivem no século VII, numa crendice grosseira e que em vez de se integrarem na nossa sociedade exigem agressivamente, com gritos, murros, facadas, decapitações, violações e bombas que sejamos nós a fazer uma assimilação inversa. Onde chega quer colonizar.

A cultura e as religiões não são todas equivalentes. Um religião agressiva, intolerante, que pratica a pedofilia, a violação, o assassinato, a execução por honra, a escravização das mulheres, etc., não é uma religião como as outras. Não é uma fé, é um código de guerra e tem de ser combatido no seu extremismo até que se reforme e os seus membros extremistas postos daqui para fora. A Europa não é um albergue espanhol. É preciso impor limites.

Porque é que a UE não tem um canal próprio com uma comunicação diária actualizada?

 


Ou uma secção na página oficial ou em outro sítio qualquer onde nos comunique, todos os dias, o que se fez e decidiu na UE. Desde as legislações que estão no prelo, ao que foi já aprovado, ao andamento das grandes questões: o que estão a fazer para acabar com a guerra na Ucrânia  e outras questões. Um resumo diário da actividade importante e notícias dos outros países da União.

Muita coisa relacionada com a defesa da Europa, sabemos pelo Presidente da Ucrânia que tem esse bom hábito de prestar contas, diariamente, ao seu povo e informa-nos também a nós. Outras informações vamos buscá-las ao X ou a outra rede social onde os políticos dos outros países europeus vão dizendo alguma coisa.

Sim, existe a página da UE com algumas notícias e informações, mas é pouco. Penso que seria uma iniciativa que criaria aproximação entre os países. Estarmos a par do que se passa diariamente em Bruxelas mas também nos outros países. 

Também existe a Euronews e tem programas bastante bons em que põe deputados do PE a discutir temas importantes ou chama pessoas decisivas em certos temas para entrevistas. É bom, mas é diferente de haver um canal onde possamos saber o que se anda a fazer nos países, quais são os seus principais problemas, que soluções encontraram, etc. 

O conhecimento dos pormenores aproxima as pessoas e o desconhecimento afasta. Os deputados do PE e os políticos que vão a reuniões a Bruxelas devem sentir-se próximos dos seus congéneres -falam com eles, vão almoçar juntos, vão aos países uns dos outros, estão por dentro dos dossiers- mas essas pessoas são uma pequena gota no oceano que são as centenas de milhão dos europeus e não têm noção que para nós que não estamos nesses circuitos, temos a sensação que temos pouco a ver com a Látvia, por exemplo ou com a Lituânia e esses países connosco.

Sabia alguma coisa do Kosovo e da Sérvia por causa da guerra, mas hoje-em-dia sei pouco do que lá se passa. 

Agora conhecemos a Ucrânia, pelas razões erradas mas antes da guerra, a Ucrânia era um país da Europa longe e desconhecido - chamava Ucrânia a um bloco de aulas lá na escola que ficava longe dos outros, depois do jardim com o poço. Quando tinha lá aulas, dizia, 'lá vou eu para a Ucrânia'. Pessoalmente, o que sabia da Ucrânia tinha que ver com Chernobyl e com o Holodomor, no tempo dos soviéticos. Sabia alguma coisa da revolução Maiden porque tinha um aluno ucraniano nesses anos de 2013-14-15, com quem me dava bem e falava muito (ele é um grande cinéfilo) e ele é que me contou o que se passava e fez-me interessar pelo país dele. Depois com a invasão russa da Crimeia em 2014 comecei a interessar-me e nunca mais deixei de me interessar porque se percebeu logo que Putin tinha um plano amplo. De resto, antes disso, a Ucrânia era um nome na Europa.

O Erasmus ajuda, claro, mas a experiência dessas pessoas nesse programa é limitada a um país ou dois e muitas vezes são países que já conhecem.

Eu leio muito e informo-me activamente, procuro informação quase obsessivamente, de maneira que imagino que a maioria das pessoas, que lê pouco, ainda saiba menos do que eu. No entanto, procuro informação de assuntos que me preocupam ou interessam, não procuro notícias da Látvia ou da Geórgia - agora sei mais desses países por causa da agressão da Rússia.

Portanto, volto a dizer, se querem uma Europa unida têm de dar passos para que as pessoas se sintam mais próximas e ligadas e isso só acontece através do conhecimento, não do afastamento. Por isso pergunto: porque é que a UE não tem um canal próprio com uma comunicação diária actualizada como faz Zelenskyy que todos os dias faz um apanhado dos acontecimentos e decisões?


Zelenskyy's update

 

Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський

Realizei uma reunião sobre o desenvolvimento das nossas capacidades balísticas e o estado de implementação do Programa de Mísseis Anti-balísticos FREYJA. 
As agências envolvidas apresentaram relatórios sobre as necessidades actuais e as fases já concluídas até ao momento. Estabelecemos um calendário e designámos os responsáveis pelos elementos dos programas que precisam de ser acelerados. 
O Conselho de Segurança Nacional e Defesa, o Primeiro-Ministro da Ucrânia e o Ministério da Defesa, o Serviço de Informações Externas, o Comando da Força Aérea das Forças Armadas da Ucrânia, a equipa Brave1 e as equipas tecnologicamente mais avançadas da indústria de defesa ucraniana estão envolvidos neste esforço.
Desenvolver as próprias capacidades balísticas e criar um novo sistema anti-balístico é uma tarefa que apenas uma muito pequena minoria de países em todo o mundo conseguiu realizar. A Ucrânia possui essa capacidade. Os ucranianos dispõem da base científica e dos conhecimentos especializados necessários. 
Podemos afirmar que os nossos fabricantes de armamento também atingiram o nível exigido. Esperamos que a Ucrânia alcance os resultados necessários em 2026–2027.
Durante a reunião, discutimos os principais desafios, nomeadamente o acesso a componentes essenciais, medidas adicionais no âmbito da cooperação tecnológica com os parceiros e a localização da produção. Agradeço a todos os envolvidos que cumprem tudo o que prometem dentro do prazo. 
Estou também grato aos nossos parceiros que estão a ajudar e que se juntaram aos nossos principais programas de defesa. O projeto FREYJA está a avançar, e isso é importante. 
A Europa necessita de uma capacidade partilhada e verdadeiramente em grande escala para se defender eficazmente contra quaisquer ameaças balísticas. 
Apoiamos e esperamos que mais dos nossos países parceiros, que têm capacidade para contribuir, adiram à Coligação Anti-balística.
Discutimos também o trabalho com os parceiros relativamente aos mísseis PAC-2 e PAC-3. 
Espero resultados do Ministério dos Negócios Estrangeiros e do Ministério da Defesa na sua comunicação com os parceiros que já foram identificados e mencionados em numerosas ocasiões. Glória à Ucrânia!

Sanções de longo alcance

 


A ideia de progresso é uma mentira perigosa - uma entrevista com John Gray

 

Isto é só a introdução á entrevista porque para ouvi-la toda é preciso subscrever... Hoje só vou dar com coisas de interesse às quais não tenho acesso...

Putin não leva a Europa a sério

 

Garry Kasparov escreve um artigo no telegraph.co.uk:
Putin não leva a Europa a sério. Quem pode culpá-lo?
A Rússia já está em guerra com o Ocidente. É isso que os nossos líderes têm de compreender para evitar ter de lutar contra as tropas do Kremlin nas nossas ruas.
Não tenho acesso ao artigo na totalidade mas calculo o que diz: a Europa não é consequente nos avisos e ameaças que faz ao Kremlin, não fornece as armas que devia fornecer à Ucrânia e passam o tempo a discutir uns com os outros em vez de aparecerem como um muro sólido e intransponível.

A Ucrânia acaba por ter de ser criativa e fazer o trabalho que os aliados deviam fazer. Mas o Kremlin, se bem que leve os ucranianos muito a sério, sabe que estão dependentes de outros para terem acesso a armas de defesa e, infelizmente, as coligações do mal de poder autoritário funcionam sempre melhor que as coligações do bem, de poder partilhado e discutido.

É por isso que penso que a Ucrânia deve argumentar de maneira mais decisiva. Como se viu, bastaram dois meses de drones sobre a Rússia para os russos começarem a renegar o poder de Putin. No entanto, antes de se destruir o mal é preciso destruir o seu mito e todos os símbolos poderosos de invencibilidade que lhe são associados.

Esta imagem mostra a densidade populacional russa e toda a gente sabe o que são, cada um destes picos. É neles que se concentram, o comando dos terroristas e os seus símbolos: o Kremlin, os ministérios e estruturas políticas e centros de decisão de guerra. E estão ao alcance de drones. 

Para a nova-esquerda unineuronal que vota a favor de burkas

 

Com o argumento de 'ser a escolha das mulheres'.


A nova-esquerda impostora e unineuronal

 

Jason Arday foi contratado pela Universidade de Cambridge e publicitado como um grande professor. Acontece que ninguém se deu ao trabalho de verificar o seu currículo, porque o objectivo dos responsáveis pela sua contratação foi exibirem a sua virtude de celebradores da diversidade. De cada vez que alguém na Academia o criticava, queixava-se de racismo e perseguição. Um jornalista foi investigar o seu currículo. O jovem Arday queixou-se de racismo e desconforto emocional. A polícia investigou o jornalista durante 4 meses -por fazer o seu trabalho- e assediou-o. Ameaçou-o de consequências se continuasse a sua investigação que causava desconforto emocional a Arday. No fim, todo o currículo de Arday, desde os cursos e graus académicos até às publicações que nunca escreveu, era fraude. Isto é o exemplo acabado do que se passa com a decadência das universidades e com a nova-esquerda unineuronal, que tem como grande objectivo na vida, não a verdade, não as evidências e os factos, não a integridade das instituições ou o mérito, mas a sua auto-imagem de seres virtuosos e moralmente superiores. E deixa claro o racismo de considerar que os indivíduos negros ou trans não devem ser escrutinados quanto ao mérito. Chamam a si mesmos progressistas apesar de assinarem de cruz a perseguição, a prisão por delito de opinião, a censura de divergentes, etc.

Depois admiram-se que as pessoas tenham deixado de acreditar em instituições, em especialistas, no conhecimento científicos saído das universidades se as maiores de entre elas se tornaram num espectáculo de ideologias unineuronais.


Também contrataram este homem que vai para as aulas neste desrespeito com as mulheres - não há diferença entre isto e os brancos que pintam a cara de negro para depreciar os negros. Mas calculo que a nova-esquerda unineuronal pense que as mulheres devem calar-se e ser tolerantes com estes misóginos. 


São estas políticas de gente impostora e narcisista ao ponto de só se preocuparem com a sua imagem que levaram a decadência às universidades. Quando se assiste online a aulas destes novos professores, de universidades de renome internacional, fica-se estupefacto pois muitas parecem conversas de café, com linguagem de senso comum. E quando lemos teses de mestrado e doutoramento destes novos professores universitários, tudo faz sentido porque algumas, nem os alunos do 12º ano têm a fasquia tão baixa.

O que quero dizer com gente unineuronal, impostora e narcisista que só se preocupa com a sua imagem de virtuoso? - e acredito que acreditem mesmo que são seres humanos moralmente superiores. Por exemplo, isto:

 

Lula entende-se às mil maravilhas com Putin



Lula vai candidatar-se a um 4º mandato. Aqui no rectângulo isso é noticiado como uma virtude: um homem velho em cima dos 81 anos tem muita energia, diz a imprensa unineuronal. Um proto-ditador de extrema-esquerda é encarado como um virtuoso. Biden foi trucidado diariamente pela imprensa unineuronal por ter 80 anos no fim do mandato, não no início. Calculo que Trump, se se candidatar a um 3º mandato seja trucidado na tal imprensa como fascista - o que não é totalmente falso. Porém Lula, que o imita em tudo na sua ganância de poder e total falta de escrúpulos e de ética (veja-se como se entende às mil maravilhas com Putin e é cúmplice com os seus acordos comerciais em crescendo, da guerra do Kremlin à Ucrânia), é e será falado como um progressista virtuoso e não como o proto-ditador que é.

Lula

@LulaOficial

Conversei na manhã desta terça-feira, 4 de agosto, com o presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin. No telefonema de cerca de uma hora, repassamos os principais temas da agenda bilateral, com destaque para as reuniões que ocorreram este ano, em Brasília, no âmbito da Comissão de Alto Nível (CAN) e da Comissão Intergovernamental de Cooperação Econômica, Comercial, Científica e Tecnológica (CIC). 
Reforçamos o caráter estratégico das relações Brasil-Rússia e a intenção de intensificar a cooperação em temas como energia, ciência e tecnologia e na área naval. 
Sublinhei a importância do comércio entre os dois países, com ênfase especial no fornecimento de diesel e fertilizantes. 
Também ressaltei a necessidade de buscar maior equilíbrio no intercâmbio comercial, com aumento das exportações brasileiras para a Rússia. Discutimos também a situação geopolítica atual. 
Expressei decepção com a incapacidade do Conselho de Segurança da ONU em encaminhar uma solução para os conflitos e sublinhei a importância do diálogo entre as grandes potências em busca da paz. 
Nesse contexto, ressaltei os aspectos humanitários dos conflitos e lamentei a perda de vidas humanas, inclusive civis. Expressamos determinação de continuar trabalhando conjuntamente nos foros internacionais, especialmente no BRICS, cujo papel no atual cenário internacional foi enfatizado. 
Concordamos também quanto ao valor do multilateralismo, baseado em um mundo multipolar. Mencionei a eleição para o cargo de Secretário-Geral das Nações Unidas, reiterando o apoio do Brasil à candidatura de Michelle Bachelet

 

É difícil confiar nas instituições? Sim

 

"Efetivamente, o infeliz desfecho poderá enquadrar-se na noção de acidente obstétrico súbito e imprevisível", lê-se no relatório, que se apoia nas conclusões do Hospital de Santa Maria sobre o episódio.

A Inspeção-Geral de Atividades em Saúde (IGAS) (...) arquivou o processo de esclarecimento aberto ao caso da grávida que em 2025 perdeu o bebé após o parto, depois de assistida em cinco hospitais.

Com base nas conclusões de inquéritos internos dos cinco hospitais, abertos para averiguar a assistência prestada à grávida desde que primeiro recorreu às urgências do Hospital de Setúbal até ao dia do parto induzido, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, que não concluíram por qualquer falha na assistência prestado, a IGAS decidiu arquivar o processo de esclarecimento aberto.

Entre este período, a grávida recorreu ainda ao Hospital do Barreiro, ao Hospital Garcia de Orta, em Almada, e ao Hospital de Cascais, onde foi tomada a decisão de a transferir para o Hospital de Santa Maria para internamento e indução do parto. 
https://expresso.pt/

Erro 404, decência básica não encontrada. 
Uma grávida vai à urgência de Setúbal e depois de ser recusada em 5 hospitais e ser transportada de ambulância centenas de quilómetros perdeu o bebé por acidente obstétrico súbito e imprevisível. 

August 05, 2026

Coisas boas

 


O mínimo dos mínimos seria enviar para a Ucrânia soldados em missão humanitária

 

Porque razão não se enviam soldados para tratar das questões humanitárias. Libertava os ucranianos para a defesa do país. Não entendo esta atitude blasé dos aliados em relação ao sacrifício de milhares e milhares de civis, fora os militares, todos os dias, para defender o nosso modo de vida e impedir o avanço da Rússia pela Europa de Leste. Acho imperdoável.


Um segundo drone com explosivos num aeroporto da Alemanha

 


Só os europeus do ocidente é que pensam que os terroristas do Kremlin não estão em guerra com eles.


A Coreia do Norte está em guerra com a Ucrânia a pedido dos terroristas do Kremlin

 

Nicolas Tenzer

Kiyv afirma que uma unidade norte-coreana equipada com cerca de 120 mísseis balísticos está a ser destacada para a Rússia.

Os Aliados sabem o que têm de fazer: neutralizar o arqueiro, em vez de tentarem, com todas as incertezas que isso acarreta, abater a flecha.

https://www.bfmtv.com/international/asie/coree-nord/


Quem alimenta o sentimento de impunidade dos terroristas do Kremlin?

 

Que mais precisam de ver?

 

A Rússia agora diariamente viola o espaço aéreo da NATO com drones, já disparou mísseis contra a Polónia e descobriu-se hoje estar por trás de um plano envolvendo drones para fazer explodir um avião num aeroporto alemão. Alguém se lembra do artigo 4.º? (War Monitor)

Macron: porque não fazes qualquer coisa, agora já, antes de saíres do cargo?

 

Sabe-se lá quem vem substituir-te. Apressa-te. Fala com o Merz, fala com os da NATO. Convence-os.


O que se pode dizer para convencer os aliados a serem mais aliados?

 

Não é só Trump que se desaliou ou Netanyahu que foi contra a Ucrânia ter acesso à defesa do dome. Merz disse que assim que fosse eleito dava Taurus à Ucrânia. Onde estão eles? 


 

Não consigo decidir se isto é desonestidade intelectual ou apenas imbecilidade pura

 

'Especialistas' do Público defendem que é preciso que Ceuta, com 80 mil habitantes, seja mais empática com uma invasão de 75 mil homens islamitas (números do governo espanhol) que vagabundeiam por lá a invadir e roubar (e que passarão de Ceuta para a Espanha e daí para a UE como eles próprios dizem) e a culpa disto é do Chega. O governo espanhol é do Partido Socialista dos Operários (😅) e é humanitário, ao contrário da extrema-direita que insiste em que a Europa não é um albergue para os habitantes que outros países não querem e atiram para cá. 


Crise em Ceuta expõe discurso “cada vez mais violento” e “securitário” sobre migrações

Especialistas ouvidos pelo PÚBLICO defendem que é preciso uma “posição mais acolhedora” e “planos de integração” por parte dos partidos moderados para contrabalançar discurso do Chega.

Ana Bacelar Begonha


Na senda de outros países, como os Estados Unidos da América ou Itália, o Chega tem utilizado a crise migratória em Ceuta para propagar a sua narrativa anti-imigração.

O discurso não é novo, mas está "cada vez mais violento" e a alastrar-se aos partidos moderados, segundo especialistas ouvidos pelo PÚBLICO, que avisam que colocar a dimensão securitária acima da dimensão humanitária vai potenciar o crescimento da direita radical e a "rejeição de estrangeiros".

O próprio primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sanchéz, do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), que tem adoptado uma política migratória menos restritiva, focou-se sobretudo na vertente securitária na sua primeira reacção pública.

Em sentido contrário, a esquerda, isto é, PS, Livre, PCP e BE e o PAN abordaram o tema distanciando-se do Chega, que acusaram de "cavalgar" o tema "de forma populista", de falta de "empatia", de "instrumentalizar pessoas em situação de fragilidade" ou de pôr em prática uma "agenda reaccionária e xenófoba".

Em 2016 "havia mais humanidade", diz o especialista.

"A direita mainstream abandonou uma posição razoável", defende o especialista em populismo, vincando que "há um discurso cada vez mais violento e baseado no medo" por parte da direita radical, que beneficia da "visão da UE" de "defesa das fronteiras e militarização do Mediterrâneo"

Público
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Em outro artigo do mesmo jornal diz-se:
As redes sociais são mais fortes do que a União?

O que é politicamente relevante é que a fronteira europeia foi vencida pela desinformação que circulou em telemóveis. Se a falha operacional é grave, a falha política é maior. 
Esta inédita escala não foi resultado de uma operação planeada meses a fio nem se materializou numa armada a invadir a costa. Foi a força orgânica das redes sociais, mal informada ou desinformada, que impulsionou este movimento.

Portanto, as redes sociais e não pessoas por detrás delas é que resolveram desinformar... epá... a sério? Olha aqui a polícia de Marrocos a organizar os autocarros para Ceuta com os invasores 'desinformados pelas redes orgânicas'.

 

Como é que tantos países e economias fortes não são capazes de fazer o que é preciso...

 

E acaba por ser a Ucrânia quem sozinha impõe as sanções mais eficazes? A destruição dos negócios de guerra e a destruição da frota marítima russa no Mar Negro.