Construir uma indústria de defesa independente dos EUA. Com a Ucrânia. Mesmo continuando paralelamente na NATO. Quanto mais se adia pior é e quanto mais tempo os terroristas do Kremlin tiverem oxigénio pior é. Merz, manda os Taurus.
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Visioner
@visionergeo
🇺🇸🇪🇺O Pentágono está a preparar várias opções para reestruturar ou reduzir a presença militar dos EUA na Europa, o que acrescenta mais uma camada de incerteza para a NATO num momento em que cresce a preocupação com as intenções da Rússia em relação ao flanco oriental da Aliança.
De acordo com a Reuters, a revisão da NATO pelo Pentágono irá apresentar ao Secretário da Defesa Pete Hegseth, até 6 de Novembro, pelo menos quatro opções para uma potencial redução ou reestruturação das forças americanas destacadas na Europa. Os aliados serão, alegadamente, avaliados de acordo com as suas despesas com a defesa, as contribuições para as forças da NATO, o acesso concedido às operações militares dos EUA e o apoio às prioridades mais amplas da defesa e da política externa americanas.
Washington já começou a alterar a sua postura na Europa, incluindo a retirada de tropas da Alemanha e o cancelamento da rotação prevista de cerca de 4 000 soldados baseados nos EUA para a Polónia.
O momento é particularmente delicado para a NATO. Os governos europeus temem que Washington possa já estar a avançar para uma presença militar mais reduzida, precisamente quando a Rússia está a reconstruir as suas forças e os serviços de informações ocidentais estão cada vez mais focados na potencial pressão russa contra os membros orientais da NATO.
A frustração de Trump com os aliados relativamente aos gastos com a defesa e à sua recusa em apoiar aspectos da guerra dos EUA contra o Irão intensificou ainda mais essas preocupações. Qualquer redução substancial da presença americana aceleraria, portanto, a pressão sobre a Europa para que assuma a responsabilidade por capacidades há muito financiadas pelos Estados Unidos