A young French boy asked them to stop vandalising his school.
— Kosher (@koshercockney) October 1, 2026
They beat him senseless. pic.twitter.com/n7EPWVD9G9
A young French boy asked them to stop vandalising his school.
— Kosher (@koshercockney) October 1, 2026
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Uma política alemã que representa o partido de direita Alternativa para a Alemanha (AfD) está a ser investigada pelas autoridades estatais por incitamento ao ódio, difamação e divulgação de dados pessoais, depois de um activista defensor da legalização da pedofilia ter apresentado uma queixa criminal contra ela devido a publicações nas redes sociais em que denunciava o activismo pró-pedofilia.
O activista que denunciou Vanessa Behrendt à polícia devido às suas publicações nas redes sociais, gere um grupo de apoio online para «pessoas atraídas por menores», ou MAPs, e faz campanha para que a pedofilia seja legalmente reconhecida como uma característica LGBTQ+ protegida.
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Porque é que a extrema-direita sobe? Porque as autoridades ditas, do centro, renderam-se à (extrema) nova-esquerda que agora defende a pedofilia, a utilização de recém-nascidos como gratificação sexual, o direito dos homens religiosos imporem a lei da sharia, o sacrifício das raparigas violadas para importar islamitas, a castração e mutilação de crianças e adolescentes, a abolição dos direitos das mulheres como inclusão de trans homens que dizem ser mulheres e outras incivilidades do género. Não deixam alternativa às pessoas.
A demonização de Ed Sheeran é repugnante. Isso revela o quão vaidoso e tirânico se tornou o culto de Gaza. Se não te submeteres às suas mentiras e intolerância, destroem-te.
- Brendan O’Neill
A liberdade vem primeiro mas para entrares no Livre tens que te submeter aos meus 4 pilares.
Nós nascemos do zero mas com uma identidade definida (não há ninguém ali que perceba o princípio da contradição?)
Reclama ser o herdeiro de Passos Manuel e outros da 1ª República.
A ganância de poder escorre-lhe por todos os lados. Querem governar e estão a inventar uma identidade como se não estivessem na cena política há anos, como se fossem desconhecidos e nós não soubéssemos o que fizeram no Verão passado.
Uma página inteira de publicidade do jornal da nova-esquerda.
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“A liberdade é o início da nossa acção política”: rentrée do Livre prepara nova geração de quadros
Dos Setembristas a Flora Tristan, Rui Tavares recupera referências da esquerda progressista e libertária para explicar a identidade do Livre, numa rentréededicada à formação de novos quadros.
O Livre chega à rentrée deste fim-de-semana, no Porto, com uma tarefa que é simultaneamente ideológica e organizativa: formar uma nova geração de quadros sem diluir a identidade de um partido que quer crescer e preparar-se para governar. Sob o nome “Os Setembristas”, a iniciativa recupera uma tradição política que Rui Tavares identifica como antecessora do próprio partido: uma esquerda progressista, europeísta e libertária, que coloca a liberdade e os direitos humanos no centro da acção política.
Tavares, agora responsável pela estratégia, comunicação e formação, parte de uma premissa: o Livre não precisa de voltar a discutir quem é. “Nós nascemos desde logo como um partido criado do zero, sem tendências internas”, diz ao PÚBLICO. Ao contrário de outras forças da esquerda, construídas a partir da junção de partidos ou correntes políticas, o Livre nasceu já com uma identidade definida: “Essa questão ideológica está muito clarificada desde o início.”
Os quatro pilares — liberdade, esquerda, europeísmo e ecologia — não são, na leitura de Tavares, dimensões que possam ser escolhidas separadamente. “Toda a gente que entra no Livre tem de se rever nestes quatro pilares.” E a liberdade vem primeiro: “Só vale a pena fazer política se for de uma forma livre e para os humanos serem mais livres.”
É também aí que o partido estabelece uma fronteira com outras esquerdas. A defesa dos direitos humanos não pode depender da identidade política de quem os viola, argumenta. “Para nós, uma violação de direitos humanos é sempre uma violação de direitos humanos, seja por parte de um governo que se diz de direita ou esquerda.” Além disso, justifica, os estatutos não prevêem tendências internas ecologistas, libertárias ou europeístas: esses elementos não são correntes dentro do Livre, mas parte da sua identidade comum.
É para explicar essa identidade que a rentrée recupera o nome dos Setembristas. “Não é por acaso que esta nossa rentrée política tem este nome”, nota Tavares, recordando até que a designação desta iniciativa é anterior ao próprio partido e remonta a 2013, quando o Livre começou a construir a sua identidade política.
Do passado para o futuro
Com Passos Manuel — uma das figuras máximas do liberalismo português — como uma das principais referências, os Setembristas representam para o dirigente “a primeira esquerda que se afirmou esquerda em Portugal”, associada à educação, à cultura e à construção de “uma sociedade com direitos para todos, não só para alguns”. “Se nós olharmos para as raízes da história política de Portugal antes da ditadura do Estado Novo, desde o fim da monarquia até toda a primeira República, existe uma tradição que alia o progressismo e uma esquerda libertária”, afirma.
É a esse percurso que associa nomes como os de Fernão Botto Machado, Angelina Vidal e Adelaide Cabete, ligados a diferentes expressões do progressismo, do anarco-sindicalismo e do feminismo português. O Estado Novo, considera, “cortou essa tradição política e cortou a memória dessa tradição política”. Depois da ditadura, a esquerda portuguesa passou a organizar-se sobretudo em torno dos partidos da resistência e das forças que se consolidaram com a democracia.
Desde o fim da monarquia até toda a primeira República, existe uma tradição que alia o progressismo e uma esquerda libertária
Rui Tavares, co-fundador e dirigente do Livre
São esses os “os traços gerais dessa história política portuguesa” que o Livre quer levar às novas gerações, continua o dirigente e co-fundador do partido. A genealogia é também europeia, com referências a Victor Hugo e a Flora Tristan, figura do socialismo e do feminismo que Tavares quer incluir nas acções de formação do partido. Não se trata, porém, apenas de recuperar nomes ou correntes esquecidas, mas de sustentar uma ideia de sociedade, que, defende, “deve estar organizada de forma a que cada um possa florescer no seu máximo potencial”.
Do património à organização
É nesta concepção de sociedade que o Livre inclui o mutualismo, o associativismo e o cooperativismo. A aposta não é nova, mas ganhou outra importância depois do último congresso. “Mais do que apenas património ideológico”, passam a ser ferramentas de “crescimento e de enraizamento”. Enquanto o associativismo pode permitir criar meios de comunicação próprios, escolas de formação e capacidade de organização, o cooperativismo pode traduzir essa lógica em áreas como a habitação, o consumo e a produção, exemplifica. Paralelamente, explica, essa estratégia servirá também para disputar espaço político, construindo estruturas colectivas capazes de criar conhecimento, organização e influência fora do aparelho partidário.
Também Jorge Pinto, co-porta-voz do Livre, posiciona essa passagem da identidade à acção no centro da formação dos novos quadros. O partido quer transmitir os “princípios de esquerda do século XXI”, assentes no ecologismo e no europeísmo, mas também uma determinada cultura política. No Livre, “é a acção, a concretização, o tornar real as políticas que defendemos” que deve funcionar como motor, diz, traçando diferenças em relação ao PCP e ao BE. A luta e a resistência são essenciais, reconhece, mas “não o fim último da política”.
Para Pinto, o problema do Livre não é preencher uma lacuna ideológica, dado que acredita que “a base ideológica do Livre é sólida”. O desafio está em garantir que o crescimento acontece “de forma coesa à volta desse quadro ideológico” e que o partido consegue transformar princípios em políticas.
É essa passagem que a rentrée procura trabalhar. O programa que se prolonga até domingo inclui sessões sobre oposição construtiva, participação cívica, comunicação e capacidade de influência num executivo sem maioria, preparando o partido não apenas para fazer oposição, mas para exercer influência e, eventualmente, governar.
Liliana Borges, Público
Homens que são posto nas cadeias de mulheres. Muitos deles só após serem condenados 'descobrem' que são mulheres e exigem ir para cadeias de mulheres. Apesar das evidências o governo tem negado que reclusos trans que se identificam como mulheres violem reclusas, agridam e assediem sexualmente as prisioneiras. Só agora, depois de uma queixa formal em 2025, por parte de advogados financiados pelo Justice Centre for Constitutional Freedoms interporem uma ação judicial em nome da Canadian Women’s Sex-Based Rights (CAWSBAR), que obrigou à divulgação de documentos, o governo admite a verdade. No entanto, afirma que não faz mal porque pôr homens em prisões e celas de mulheres não infringe os direitos das mulheres porque... se eles dizem sentir-se mulheres é porque são mulheres.
https://reduxx.info/canada-government-admits-trans-identified-male-prisoners-have-raped-female-inmates-denies-infringing-womens-rights/
«Os progressistas assumem posições que os fazem parecer bem e sentir-se bem consigo mesmos — e demonstram muito pouco interesse pelas consequências reais das suas políticas para os outros, mesmo quando as suas políticas deixam um rasto de devastação.»
— Thomas Sowell
Os bons professores estão sob ataque, escreve o nosso editor Michael Gove no artigo de capa desta semana.
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[A ideia de 'educação' da nova-esquerda, seguida por todos os outros, é baseada em pensadores como Foucault, que defendia que a educação e a instituição escolar são, sobretudo, mecanismos de poder disciplinar que visam produzir corpos dóceis, obedientes e normalizados. Logo, a educação deve tirar a autoridade a professores, deve idolatrar a liberdade da criança fazer o que entende porque educá-la é um poder ditatorial que destrói a criança]
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A Vingança do 'Blob': os bons professores estão sob cerco
Michael Gove
Jolyon Maugham tem razão. É necessário realizar um inquérito na sequência da trágica morte de Jason Arday. Mas, e não é a primeira vez, o diretor do Good Law Project identificou o alvo errado.
Não é a imprensa que precisa de ser investigada e responsabilizada. Se os jornais e revistas, incluindo este, cometerem erros ou falharem, difamarem ou caluniarem, então os tribunais podem aplicar sanções e os leitores podem afastar-se. Sobrevivemos para publicar, graças à procura do público. O verdadeiro foco da investigação — sustentada e detalhada — deve ser a Universidade de Cambridge e, em particular, a sua Faculdade de Educação. Foram eles os empregadores do professor Arday. Na verdade, mais do que isso, foram os seus defensores e apoiantes, atraindo as luzes da ribalta para alardear a sua nomeação.
Uma conversa sobre este artigo de Michael Gove que toca em pontos fulcrais do desastre que são as políticas de educação nos últimos 20 anos, (pelo menos) e não dão mostras de mudar, pelo contrário. Quando mais sucesso tem uma escola em ser capaz de melhorar as capacidades e resultados académicos dos alunos, mais é desprezada pelos académicos das novas pedagogias de mediocridade nascidas da nova-esquerda pseudo-progressistas. Os blobs - blob é um termo que vem do filme de ficção científica dos anos 90 em que cai na Terra uma criatura sem intelecto nem consciência moral, uma massa viscosa e peganhenta cujo único objetivo é consumir tudo o que se move.
Como diz um dos interlocutores deste diálogo, os [pseudo]progressistas de esquerda defendem estas escolas com estas pedagogias [pseudo]progressistas mas põem os filhos nas outras onde há resultados visíveis de sucesso académico.
A conversa sobre este artigo passa-se nos primeiro 15 minutos.
Funniest thing I've watched this week.
— Casey Krol (@CaseyKrol) August 26, 2026
Boomers in Spain get asked if they'd accept a migrant into their home. They say yes. Chad offers them one. And instantly, they change their mind. pic.twitter.com/2ruX39i0Mh
Em Inglaterra a polícia agora distribui a quem quer duas identificações, uma de mulher e outra de homem e todos os dias os polícias quando chegam ao trabalho escolhem se nesse dia querem ser uma mulher ou um homem.
O que vai acontecer às raparigas e mulheres que todos os dias são violadas e que precisam de ser atendidas por uma mulher e não por um tipo qualquer que nesse dia lhe apeteceu ser mulher?
Entretanto, a deputada que se opôs veementemente ao inquérito e divulgação dos crimes dos gangs de violadores paquistaneses foi escolhida por Burnham para Ministra da Proteção e da Luta contra a Violência contra as Mulheres e as Raparigas.
Burnham é outro imbecil da nova-esquerda unineuronal.
A Inglaterra está perdida.
— Martina Navratilova (@Martina) August 25, 2026
Através da engenharia social - só que a sua escatologia é um inferno extremista opressivo de que temos de fugir a sete pés.
A Europa precisa de um partido de bom senso. Gente que tenha umas tintas de filosofia, como dizia Bertrand Russel, para não ser cega toda a vida. Gente que não esteja enfiada numa prisão mental.
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A Fundação Amadeu Antonio da Alemanha, uma organização de esquerda contra o extremismo que luta contra a «extrema-direita», publicou orientações para professores de jardim de infância sobre como identificar crianças de «famílias de extrema-direita ou völkisch».Entre os potenciais sinais de alerta descritos estão crianças que demonstrem «papéis de género tradicionais», como raparigas que usem vestidos e tenham o cabelo em tranças, ou rapazes encorajados a participar em actividades fisicamente exigentes.O guia também descreve crianças que são invulgarmente caladas e obedientes como potencialmente provenientes de famílias onde a obediência é fortemente enfatizada. -Rocky Yung FB
Ele disse mesmo isto?! É a nova-esquerda. Demonizam-se a si mesmos, apostam na destruição da Europa e na colonização islâmica.
“Fortunately, the Nazis (the German people) don’t reproduce much. That’s why we rely on immigrants from other countries.”
— Naomi Seibt (@NaomiSeibt) August 19, 2026
This is Gregor Gysi, Bundestag president and member of The Left, the modern extension of the GDR socialists.
Believe them when they tell you who they are. pic.twitter.com/UioIwWY4rq
“As pessoas que não pagam a renda não são bandidos”Entrevista com João Nabais, presidente da Deco
Expresso
Receber dinheiro de empresas que a Deco pode ter de confrontar não cria um conflito?
Tem toda a razão, é um perigo. Eu posso ter uma parceria com uma grande empresa e ela até me paga porque estou a prestar-lhe um serviço. Mas é só isto. Não estou — e nunca o poderei fazer — a dizer “esta empresa tem os melhores produtos”. Se assim fosse, estaria a violar os meus princípios e os meus valores. A Deco é independente. Tenho que estar atento e não deixar que esta proximidade com empresas ou associações possa levar à perda de independência ou de objetividade da parte da Deco. Esta questão é uma questão central da nossa vida. Dou-lhe outro exemplo de formas de financiamento novas: nós fazemos a segmentação das queixas em função dos sectores de atividade. Tenho para oferecer a uma empresa um pacote com as queixas no seu sector ou relativamente à sua empresa. É um produto a vender, como é evidente. E parece-me legítimo, porque isto tem a ver com a minha atividade de proteção do consumidor. Se eu puder transmitir às empresas ou às associações este capital de queixa, também estou a proteger o consumidor, porque estou a contribuir para que a empresa preste um melhor serviço.
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No campo da habitação, a Deco reconhece como legítimo reduzir a morosidade dos processos de despejo, mas alerta que a reforma não pode limitar-se a responder ao incumprimento. Considera que o Governo está a proteger mais os proprietários do que os inquilinos?
Eu acho que está. Criou-se um mito: os poderes públicos estão a ser demasiadamente complacentes com quem prevarica e o grande prevaricador é o arrendatário. A Deco não escolhe lados nesta matéria. Há muita gente que, em dadas situações, não paga porque não pode mesmo pagar. Qual é a solução? É avançar para o despejo? É acelerar o despejo? Ou é criar condições para que essa pessoa venha a pagar ou arranje uma solução alternativa? De certeza que a solução não é acelerar os despejos. Nós não podemos admitir que as pessoas que não estão a pagar a renda são bandidos, ou são delinquentes.
A verdadeira epopeia dos marroquinos
Isabela Figueiredo
Escritora, vencedora do Prémio Urbano Tavares Rodrigues
É errado, e deve ser castigado, o desejo de um povo a procurar lugares onde possa ter um futuro digno?
No final de julho, quando os marroquinos, os tais 60 mil, chegaram em massa a Ceuta, vindos de Marrocos a nado e enfrentando perigos, alegrei-me. Os seus sorrisos ao sair do mar, cansados, mas caminhando assertivos pela praia, depois nas ruas, ainda capazes de correr, gritando “Espanha, Espanha”, vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança, contagiaram-me. Tanta juventude, coragem e motivação. Chegaram sozinhos ou com a família. Explicaram-se para as câmaras de televisão: “Viemos para trabalhar, para construir uma nova vida. Em Marrocos não há trabalho.”
Era um grande feito. Pensei que as suas razões contagiariam o mundo. O amor e a compaixão pelo outro venceriam. Qual amor, qual compaixão? Os habituais canais de televisão falavam em crise. Eu só via oportunidade. Homens e mulheres na força da idade, a maior parte muito jovens, clamando por mudança. Imaginei o interior de Portugal a compor-se com gente construindo empreendimentos em diversas áreas, a progredir economicamente, recorrendo aos recursos de cada zona. Há tantas aldeias abandonadas pelo interior do país.
Os trans e estamos a falar sobretudo de homens que dizem sentir-se mulheres, não admitem que alguém defenda os seus direitos perante o seu narcisismo agressivo. Toda a critica é ódio e transfobia. Nunca ninguém considerou os gays, por defenderem os seus direitos, heterofobos; ou humanofobos se defendem os direitos dos animais. Até aparecerem estes trans homens que em todo o lado assediam as mulheres e os gays e depois se fazem de vítimas de transfobia. Porque o fazem? Porque resulta junto da nova-esquerda unineuroral.
À ceux qui nous traitent de "transphobes" depuis le premier jour, parce que notre collectif s'appelle Focus LGB : une association qui défend les droits des homosexuels n'est pas plus "transphobe" qu'une association LGBT n'est "hétérophobe" ou qu'une association de protection… https://t.co/cditMvQK76
— Focus LGB 🇫🇷🏳️🌈 (@FocusLGB) August 6, 2026
Ter posto os filhos contra os pais, os pais contra os professores e os professores contra os pais, os homens contra as mulheres, as mulheres contra os direitos das mulheres e a impossibilidade de bom senso, com ideologias agressivas e totalitárias. Que sociedade sobrevive a este abismo que se abriu entre ambos?
Tenho colegas que defendem -há mais de 20 anos- esta ideia de que os pais deviam ser vedados de decidir sobre tudo o que respeite a educação dos seus filhos em detrimento dos professores. Já discuti com alguns colegas muitas vezes. Estão absolutamente convencidos da sua missão de engenheiros sociais no aperfeiçoamento de toda a gente segundo os seus ideais e ideologia particular, que assumem como universalmente incontestável e moralmente superiores. É com esta ideologia que nos EUA, no Canadá, na Inglaterra, tiram os filhos aos pais (e por vezes criminalizam os pais) depois de terem andado a inculcar-lhes às escondidas a ideia de precisarem de terapias hormonais e mutilações cirúrgicas e de os pais descobrirem e oporem-se. Em certas escolas nos EUA, o mero acto de um EE perguntar à escola onde vai pôr o seu filho de 4 anos se ensinam teoria de género basta para ser sinalizado na polícia. Este homem aqui a defender este totalitarismo ideológico de ter miúdos recém-formados (ou não) 'especialistas' a poder decidir por cima dos pais sobre o interesse dos filhos é um professor de Yale. As grandes universidades de referência do mundo transformaram-se em madrassas ideológicas, sobretudo as de Humanidades. Quem tem dinheiro e possa fundar universidades que se dediquem ao desenvolvimento do conhecimento, do engenho e do espírito humano, em vez de se esgotarem em activismos políticos totalitários de intenção de fractura social, que o faça antes que seja tarde demais.
A Yale law professor says the insane part out loud.
— The DarkHorse Podcast (@thedarkhorsepod) August 6, 2026
HEYING: "Let me just say that last line again. This is from Yale law professor Samuel Moyn.
'Part of our goal as a society is trying to make sure that children aren't the hostages of their parents as much as we rely on… pic.twitter.com/NbYjAaTK3U
Com o argumento de 'ser a escolha das mulheres'.
I want you to really look at these two photos. Because one of them was called "my choice."
— Masih Alinejad (@AlinejadMasih) August 5, 2026
The top photo: me, after I broke free.
The bottom photo: me in Iran, buried in fabric in the water, full hijab and people call this a choice.
You know what that choice looked like?
They… https://t.co/WSMpDdxqjd pic.twitter.com/2mGEq1mxFB
A situação das raparigas e mulheres nos países do islão. Não se trata de uma violência contextual, resultado de uma guerra ou de uma catástrofe, por exemplo, mas de violência pensada e organizada pelo Estado. As raparigas e as mulheres são deliberadamente despojadas de quaisquer direitos, mesmo o de olhar e respirar e são mantidas em cativeiro sexual por toda a vida porque o islão manda que as mulheres sejam responsáveis e criminalizadas pelo comportamento lascivo dos rapazes, educados para a incontinência sexual e agressiva de todas as mulheres, sejam irmãs, mães ou estranhas. Isto é equivalente à ideologia nazi. Quem se diz progressista e feminista e compactua com isto mesmo que só pela passividade e silêncio é um/a impostor e não merece a confiança de ninguém, muito menos para estar em lugares públicos a decidir da vida dos outros.
We are at war. pic.twitter.com/FosLJMxTO3
— Kellie-Jay Keen (@ThePosieParker) July 28, 2026
O que esta mulher diz aqui é verdade: no dia em que estes islamitas com esta religião medieval guerreira que ainda defende e pratica a pedofilia, a escravatura das mulheres, a morte dos opositores e a destruição da sua cultura tiver lugares políticos significantes em número suficiente, destrói a nossa civilização de respeito pela livberdade e igualdade de direitos e impõe a todos a sua barbárie.
Como diz Lionel Shriver, o casamento entre a esquerda e o islão é absurdo e o pior é que a esquerda não parece aperceber-se disso. Apoiarem uma ideologia que defende a opressão das mulheres, a morte dos homossexuais e da liberdade de expressão, não parece incomodá-los nem um pouco. E ela pergunta-se o que poderão ter em comum estes dois movimentos aparentemente tão diferentes e chega à conclusão que é o ódio. Os islamitas têm ódio ao Ocidente, ódio aos judeus, ódio às mulheres independentes e é isso o que os motiva. As suas manifestações e lutas implicam sempre agressão, seja verbal (morte aos judeus, morte aos gays, morte aos países em que estão a viver), seja física, com actos de terrorismo e a nova-esquerda também hoje-em-dia tem manifestações de ódio aos judeus, ódio aos brancos, ódio ao Ocidente, ódio à direita, e actos de revolta que implicam partir vidros, ocupar casas, atirar tinta ou outra coisa qualquer às pessoas, roubar lojas.