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September 03, 2026

Se queres perceber os judeus e a sua resistência ao islamismo extremista, terrorista ouve isto

 

Quando os judeus dizem nunca mais, não estão a falar do seu genocídio mas do modo como o aceitaram com pouca resistência. Umas bolsas de resistência aqui e outras ali, mas sem significado no cômputo geral do genocídio. No geral, quase 6 milhões de judeus deitaram-se na vala, digamos assim, sem resistência e esperaram que os matassem. É isso que significa nunca mais: nunca mais nos deixaremos conduzir para a vala como cordeiros para sermos gaseados, queimados em fornos, assassinados à bala por exércitos de homens bárbaros e/ou sem alma humana. são hienas. Este soldado diz que tinha pena dos judeus que matava, e eu acredito, mas foi capaz de matar crianças de colo mais os seus irmãos e mães sem pestanejar. Vê-los a rastejar para os pais e disparar na mesma uma bala incendiária, o que num pequeno bebé o faz explodir.

Eu, se fosse judia nunca mais me deixava apanhar numa situação de vulnerabilidade, a viver em terra estranha, sem pátria onde me refugiar e onde deixasse que me conduzissem à vala com intuitos de genocídio. E se fosse atacada ripostava até ao aniquilamento dos terroristas e genocidas.

De maneira que percebo perfeitamente os israelitas não cederem ao terrorismo do Hamas, da IM e seus aliados (Qatar e quejandos) que fizeram exactamente o que este homem conta que fez durante a guerra dos nazis, no dia 7 de Outubro. Pior, porque quem matou, primeiro primeiro as raparigas, as crianças e as mulheres, às vezes em frente dos pais e os pais em frente dos filhos, sempre a gozar e a filmar e a publicar nas redes sociais. Nem um único palestiniano ajudou um único judeu. Celebraran a barbárie Não há nenhuma diferença entre o ímpeto dos islamitas extremistas que querem aniquilar os judeus e o dos nazis: é a mesma crueldade, barbaridade, espírito incivilizado, etc. 


Entrevistador: «Quando as mães tentavam proteger os seus filhos, quem era o seu alvo principal?»
«Primeiro matávamos os pais, depois as crianças. Para que os pais não vissem os seus filhos a morrer. Os pequenininhos... É monstruoso!
As crianças mais velhas sabiam o que os esperava. Deitavam-se na vala. Mas os mais pequenos tentavam rastejar até aos pais mortos. Rastejavam de gatas. Ninguém protestava. Os adultos deitavam-se na vala em cima dos mortos e esperavam que os matássemos. Alguns apontavam para o peito, para os matarmos mais depressa. Os nazis não disparavam, só organizavam o genocídio e tiravam fotografias»
Um atirador da polícia auxiliar nazi lituana fala sobre o genocídio judeu e o seu papel no fuzilamento de mulheres e crianças judias.

Traduzido do esloveno por @DrustvoHudajama


Guterres nunca desilude os seus amigos, aliados e patrocinadores

 


August 06, 2026

Testemunhos da regressão da Europa às mãos de incivilizados e seus cúmplices


«Uma carta assinada por um ginecologista de renome de Toulouse:

Um momento de grande alegria na sala de partos.

Um parto de sonho.

Recusa da epidural.

A paciente está com o véu; o marido não quer que um «homem» cuide dela (apesar de ter sido amplamente avisado com bastante antecedência. Documentação durante a gravidez, explicações orais.

Estou de serviço, vou lá na mesma e imponho-me.

Parto entre gritos e contorções, com a mãe em pânico e o pai barbudo a dar ordens e gritos a toda a gente.

A criança é alegremente batizada de Oussama; logo que nasce, o pai prostra-se e põe-se a rezar no chão da sala de partos, virado para Meca (uma direcção que ele tinha identificado previamente).

Seguem-se cânticos religiosos gritados aos ouvidos da criança, à direita, à esquerda. A mãe? Nem olha para ela; já cumpriu bem o seu propósito.

Já estou farto disto.

A tolerância tem limites, que são ultrapassados cada vez mais, a cada dia.

Na cidade de Mohamed Merah, questiono o futuro da sociedade em que vivo e estou preocupado.  É importante referir que, na altura da morte de Mohammed Merah em Toulouse (o terrorista de scooter que matou sete pessoas e feriu seis outras em Toulouse e Montauban no ano passado, N.d.R.), várias mulheres vieram dar à luz e informaram-nos de que o seu filho se chamaria Mohammed «em homenagem a Mohamed Merrah». Estamos no bairro de Mirail, em Toulouse, perto das instalações da AZF, onde reside uma elevada proporção de imigrantes. Os activistas estão longe de ser a maioria, mas manifestam abertamente as suas convicções. São frequentes os casos de recusa de cuidados de saúde devido ao sexo do profissional de saúde.

As minhas palavras não são nem racistas nem discriminatórias; são as de um profissional preocupado ao ver a religião entrar na sala de partos e no meu consultório médico, as de um cidadão preocupado com a multiplicação das incivilidades, as de um homem que sempre rejeitou o racismo comum, mas que está perturbado pelos excessos cada vez mais quotidianos.

Mesmo que as minhas palavras não sejam, sem dúvida, politicamente corretas, quis partilhar convosco este momento — traumático para toda a nossa equipa médica — e os meus receios quanto ao futuro dos meus filhos num país que não sabe estabelecer limites reais.

Cumprimentos,

Dr. Jean Thévenot
Ginecologista-Obstetra
Clinique Ambroise Paré
31082 Toulouse cedex 1
https://lesgeneralistes-csmf.fr/2013/03/12/islam-et-medecine-porter-le-malaise-au-grand-jour/?utm_source=chatgpt.com
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Este testemunho não é de hoje, é de 2012. Portanto, imagine-se como é hoje a situação.

Importámos para a Europa milhões de pessoas que vivem no século VII, numa crendice grosseira e que em vez de se integrarem na nossa sociedade exigem agressivamente, com gritos, murros, facadas, decapitações, violações e bombas que sejamos nós a fazer uma assimilação inversa. Onde chega quer colonizar.

A cultura e as religiões não são todas equivalentes. Um religião agressiva, intolerante, que pratica a pedofilia, a violação, o assassinato, a execução por honra, a escravização das mulheres, etc., não é uma religião como as outras. Não é uma fé, é um código de guerra e tem de ser combatido no seu extremismo até que se reforme e os seus membros extremistas postos daqui para fora. A Europa não é um albergue espanhol. É preciso impor limites.

August 01, 2026

🎯

 

Sánchez é o chefe de um governo atolado em corrupção até ao pescoço. É grande amigo do Irão e outros países islâmicos que vomitam milhões de islamitas, homens agressivos para Espanha, isto é, para o espaço Schengen. O Irão é um grande fornecedor da Rússia. Sánchez passa o tempo a pregar discursos de moral aos outros líderes e a chamar-lhes nomes por causa acerca dos imigrantes islamitas, mas agora ofende-se com a verdade? Há muitos anos que Sánchez e outros líderes da nova-esquerda trabalham para que a EU não controle as suas fronteiras e deixe que sejam os estrangeiros a controlá-las. Portanto, que não seja um espaço seguro para os seus habitantes. Que raio de líderes e de gente entrega a segurança do seu país a estrangeiros que trabalham para a sua destruição? É um Socas irresponsável que ali está em ponto grande. Hoje mesmo Sánchez estava na sua conta do Tik Tok a sugerir músicas de Verão... Como é que os espanhóis não o põem na rua? Quanto mais tempo lá estiver a estragar e a alimentar corruptos de alto coturno mais votos dá ao partido da direita radical.


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