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August 29, 2026

"Os bons professores estão sob ataque"

 

Os bons professores estão sob ataque, escreve o nosso editor Michael Gove no artigo de capa desta semana.

Escolas verdadeiramente transformadoras, como a Michaela Community School e a Mercia School, que melhoram os resultados das crianças da classe trabalhadora e das minorias étnicas, são ridicularizadas ou ignoradas por grande parte do establishment educativo. 

Entretanto, os membros da Faculdade de Educação da Universidade de Cambridge, uma das instituições de formação de professores mais prestigiadas do país, propagam uma ideologia que rejeita a necessidade de disciplina, conhecimento, avaliações e até mesmo a própria ideia das escolas. 

Uma membro sénior do corpo docente, a professora Hilary Cremin, mostra-se céptica em relação ao conceito de «verdade empírica»; o seu último livro cita Foucault com aprovação, condena as escolas como relíquias de uma noção neoliberal falhada de modernidade e apresenta os seus próprios poemas como prova. 

No entanto, esta teoria é amplamente refutada pelos dados sobre o progresso académico dos alunos e pelas próprias escolas que os seus defensores desprezam. 

Jolyon Maugham quer um inquérito à imprensa na sequência da morte de Jason Arday, mas o verdadeiro alvo deveria ser a Universidade de Cambridge, argumenta Michael Gove. E se se concluir que a Faculdade de Educação deve encerrar, os fundos dos contribuintes assim libertados poderiam ser canalizados para ajudar mais escolas como a Michaela.
spectator

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[A ideia de 'educação' da nova-esquerda, seguida por todos os outros, é baseada em pensadores como Foucault, que defendia que a educação e a instituição escolar são, sobretudo, mecanismos de poder disciplinar que visam produzir corpos dóceis, obedientes e normalizados. Logo, a educação deve tirar a autoridade a professores, deve idolatrar a liberdade da criança fazer o que entende porque educá-la é um poder ditatorial que destrói a criança]

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A Vingança do 'Blob': os bons professores estão sob cerco

Michael Gove 

Jolyon Maugham tem razão. É necessário realizar um inquérito na sequência da trágica morte de Jason Arday. Mas, e não é a primeira vez, o diretor do Good Law Project identificou o alvo errado.

Não é a imprensa que precisa de ser investigada e responsabilizada. Se os jornais e revistas, incluindo este, cometerem erros ou falharem, difamarem ou caluniarem, então os tribunais podem aplicar sanções e os leitores podem afastar-se. Sobrevivemos para publicar, graças à procura do público. O verdadeiro foco da investigação — sustentada e detalhada — deve ser a Universidade de Cambridge e, em particular, a sua Faculdade de Educação. Foram eles os empregadores do professor Arday. Na verdade, mais do que isso, foram os seus defensores e apoiantes, atraindo as luzes da ribalta para alardear a sua nomeação.


spectator.com/article/revenge-of-the-blob-good-teachers-are-under-siege/?

Uma conversa sobre este artigo de Michael Gove que toca em pontos fulcrais do desastre que são as políticas de educação nos últimos 20 anos, (pelo menos) e não dão mostras de mudar, pelo contrário. Quando mais sucesso tem uma escola em ser capaz de melhorar as capacidades e resultados académicos dos alunos, mais é desprezada pelos académicos das novas pedagogias de mediocridade nascidas da nova-esquerda pseudo-progressistas. Os blobs - blob é um termo que vem do filme de ficção científica dos anos 90 em que cai na Terra uma criatura sem intelecto nem consciência moral, uma massa viscosa e peganhenta cujo único objetivo é consumir tudo o que se move.

Como diz um dos interlocutores deste diálogo, os [pseudo]progressistas de esquerda defendem estas escolas com estas pedagogias [pseudo]progressistas mas põem os filhos nas outras onde há resultados visíveis de sucesso académico.

A conversa sobre este artigo passa-se nos primeiro 15 minutos.

August 25, 2026

A esquerda tem obsessão em imanentizar a escatologia

 

Através da engenharia social - só que a sua escatologia é um inferno extremista opressivo de que temos de fugir a sete pés. 

A Europa precisa de um partido de bom senso. Gente que tenha umas tintas de filosofia, como dizia Bertrand Russel, para não ser cega toda a vida. Gente que não esteja enfiada numa prisão mental.

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A Fundação Amadeu Antonio da Alemanha, uma organização de esquerda contra o extremismo que luta contra a «extrema-direita», publicou orientações para professores de jardim de infância sobre como identificar crianças de «famílias de extrema-direita ou völkisch». 
Entre os potenciais sinais de alerta descritos estão crianças que demonstrem «papéis de género tradicionais», como raparigas que usem vestidos e tenham o cabelo em tranças, ou rapazes encorajados a participar em actividades fisicamente exigentes. 
O guia também descreve crianças que são invulgarmente caladas e obedientes como potencialmente provenientes de famílias onde a obediência é fortemente enfatizada.    -Rocky Yung FB


August 22, 2026

É difícil ver notícias

 

Quem é que deixa um indivíduo destes ficar a tomar conta dos filhos pequenos?

A nova-esquerda unineuronal da Nova Zelândia

 

As vítimas de violação de homens que dizem sentir-se mulheres têm de falar deles usando os pronomes femininos do modo que eles querem para não ofender os seus sentimentos. Ordens de juízes suínos.

August 16, 2026

Não ter entendimento para fazer perguntas pertinentes



Esta senhora pergunta, a propósito dos mais de 70 mil (não 60 mil como ela diz) rapazes e homens (não homens, mulheres e famílias, como ela diz, pois havia pouquíssimas mulheres e quase nenhuma família) marroquinos e de outras zonas da África, É errado, e deve ser castigado, o desejo de um povo a procurar lugares onde possa ter um futuro digno? Isto é não saber fazer perguntas, pois a pergunta que interessa é: temos obrigação de receber e acolher dezenas de milhar de imigrantes ilegais que não sabemos quem são nem ao que vêm e que no passado têm causado grande perturbação e fractura nas sociedades europeias? Não, não temos. Vejamos, se eu dissesse que a China tem o direito de preservar a sua cultura e ter cuidado com quem deixa entrar no país, todos concordariam. Porém, se dissermos que a Europa tem o direito de querer preservar a sua cultura e valores que tanto custaram a construir, isso é considerado pela nova-esquerda, racismo, intolerância, impiedade, etc. 

Por acaso se lhe aparecerem 30 imigrantes ilegais, marroquinos, sudaneses, etc., à porta de sua casa a pedir abrigo, comida e atenção, ela tem obrigação de os receber? Pelo seu discurso, teria que ter. Então, ofereça a sua casa a 20 ou 30 imigrantes ilegais arbitrários, quer dizer, terá de os receber, alimentar, vestir e providenciar dormida, sem saber se são criminosos, violadores ou vitoriosos com esperança. Deixe passar seis meses ou um ano e depois então, venha falar da sua experiência. Gostava que ela fosse morar por um ano ou dois para um desse enclaves europeus onde já vigora a sharia e as autoridades são todas islâmicas, constituídas por esses  vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança. E se tem filhas que as leve a morar consigo.

Agora, não atire essa experiência para cima de outros, sabendo que está a salvo, só para se sentir moralmente superior.

Os marroquinos vieram vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperançaViemos para trabalhar, para construir uma nova vida. Em Marrocos não há trabalho? Vinte marroquinos, sudaneses, etc. disseram em frente das câmaras das TVs que vierem para trabalhar. Estava à espera que dissessem o quê? Viémos porque sabemos que nos dão casa, comida, um cheque por mês e ainda temos raparigas sozinhas a andar na rua? Sabe esta senhora que das poucas raparigas que viram alguns foram violadas no caminho? Que estes vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança já fizeram violações em Ceuta, destruíram lojas, roubaram, atacaram com facas - um dos crimes com facas está na internet e vê-se um dos vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança a degolar um transeunte?

Imaginei o interior de Portugal a compor-se com gente construindo empreendimentos em diversas ­áreas, a progredir economicamente, recorrendo aos recursos de cada zona. Há tantas aldeias abandonadas pelo interior do país. Se não fosse ridículo era só patético mas penso que o objectivo do discurso dela é aparecer como virtuosa cheia de amor humano pela humanidade por contraste aos outros todos xenófobos.

E chama a isto uma epopeia. Estas pessoas são os optimates do país...


A verdadeira epopeia dos marroquinos

Isabela Figueiredo
Escritora, vencedora do Prémio Urbano Tavares Rodrigues

É errado, e deve ser castigado, o desejo de um povo a procurar lugares onde possa ter um futuro digno?

No final de julho, quando os marroquinos, os tais 60 mil, chegaram em massa a Ceuta, vindos de Marrocos a nado e enfrentando perigos, alegrei-me. Os seus sorrisos ao sair do mar, cansados, mas caminhando assertivos pela praia, depois nas ruas, ainda capazes de correr, gritando “Espanha, Espanha”, vitoriosos, orgulhosos e cheios de esperança, contagiaram-me. Tanta juventude, coragem e motivação. Chegaram sozinhos ou com a família. Explicaram-se para as câmaras de televisão: “Viemos para trabalhar, para construir uma nova vida. Em Marrocos não há trabalho.”

Era um grande feito. Pensei que as suas razões contagiariam o mundo. O amor e a compaixão pelo outro venceriam. Qual amor, qual compaixão? Os habituais canais de televisão falavam em crise. Eu só via oportunidade. Homens e mulheres na força da idade, a maior parte muito jovens, clamando por mudança. Imaginei o interior de Portugal a compor-se com gente construindo empreendimentos em diversas ­áreas, a progredir economicamente, recorrendo aos recursos de cada zona. Há tantas aldeias abandonadas pelo interior do país.

August 06, 2026

Para a nova-esquerda unineuronal que vota a favor de burkas

 

Com o argumento de 'ser a escolha das mulheres'.


July 29, 2026

A nova-esquerda unineuronal

 


Neo-colonialistas e neo-racistas: os imigrantes são todos uns coitadinhos burrinhos incapazes, vamos ter empatia e oferecer-lhes uns supermercados com arroz e massa muito baratos. Entretanto, estragam o negócio a esses mesmos imigrantes e nem falam com eles porque lá está, são o Jesus que oferece o milagre dos pães aos pobrezinhos - e com esse dinheiro podiam era comparticipar medicamentos, por exemplo. Mas com esses gigantes da indústria não se metem eles. É o socialismo Rolex.
Zohran Mamdani acaba de ser processado pela própria comunidade de imigrantes que afirma «proteger».
A Multicultural Business Coalition (empresários migrantes da África, Ásia e Médio Oriente) acusa-o de ter criado cinco supermercados financiados pelo Estado, com dinheiro dos contribuintes, que vendem a preços 30% mais baratos, destruindo os pequenos negócios dos imigrantes que trabalham 16 horas por dia.
E o mais descarado de tudo: Mamdani nem sequer se dignou a sentar-se à mesa com eles.
Primeiro, aumenta-lhes os impostos; depois, cria concorrência desleal para eles com fundos públicos; e quando os imigrantes que constroem esta cidade se queixam, o «defensor do povo» bate-lhes com a porta na cara. Fox News