August 05, 2026

Não consigo decidir se isto é desonestidade intelectual ou apenas imbecilidade pura

 

'Especialistas' do Público defendem que é preciso que Ceuta, com 80 mil habitantes, seja mais empática com uma invasão de 75 mil homens islamitas (números do governo espanhol) que vagabundeiam por lá a invadir e roubar (e que passarão de Ceuta para a Espanha e daí para a UE como eles próprios dizem) e a culpa disto é do Chega. O governo espanhol é do Partido Socialista dos Operários (😅) e é humanitário, ao contrário da extrema-direita que insiste em que a Europa não é um albergue para os habitantes que outros países não querem e atiram para cá. 


Crise em Ceuta expõe discurso “cada vez mais violento” e “securitário” sobre migrações

Especialistas ouvidos pelo PÚBLICO defendem que é preciso uma “posição mais acolhedora” e “planos de integração” por parte dos partidos moderados para contrabalançar discurso do Chega.

Ana Bacelar Begonha


Na senda de outros países, como os Estados Unidos da América ou Itália, o Chega tem utilizado a crise migratória em Ceuta para propagar a sua narrativa anti-imigração.

O discurso não é novo, mas está "cada vez mais violento" e a alastrar-se aos partidos moderados, segundo especialistas ouvidos pelo PÚBLICO, que avisam que colocar a dimensão securitária acima da dimensão humanitária vai potenciar o crescimento da direita radical e a "rejeição de estrangeiros".

O próprio primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sanchéz, do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), que tem adoptado uma política migratória menos restritiva, focou-se sobretudo na vertente securitária na sua primeira reacção pública.

Em sentido contrário, a esquerda, isto é, PS, Livre, PCP e BE e o PAN abordaram o tema distanciando-se do Chega, que acusaram de "cavalgar" o tema "de forma populista", de falta de "empatia", de "instrumentalizar pessoas em situação de fragilidade" ou de pôr em prática uma "agenda reaccionária e xenófoba".

Em 2016 "havia mais humanidade", diz o especialista.

"A direita mainstream abandonou uma posição razoável", defende o especialista em populismo, vincando que "há um discurso cada vez mais violento e baseado no medo" por parte da direita radical, que beneficia da "visão da UE" de "defesa das fronteiras e militarização do Mediterrâneo"

Público
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Em outro artigo do mesmo jornal diz-se:
As redes sociais são mais fortes do que a União?

O que é politicamente relevante é que a fronteira europeia foi vencida pela desinformação que circulou em telemóveis. Se a falha operacional é grave, a falha política é maior. 
Esta inédita escala não foi resultado de uma operação planeada meses a fio nem se materializou numa armada a invadir a costa. Foi a força orgânica das redes sociais, mal informada ou desinformada, que impulsionou este movimento.

Portanto, as redes sociais e não pessoas por detrás delas é que resolveram desinformar... epá... a sério? Olha aqui a polícia de Marrocos a organizar os autocarros para Ceuta com os invasores 'desinformados pelas redes orgânicas'.

 

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