July 17, 2026

Olha, mais outra admissão de falsas notícias contra os israelitas

 

Afinal, os 14,000 bebés à fome foi mais uma mentira anti-semita. Que surpresa...




Um povo auto-governado requer um 'demos' com história

 


Um povo auto-governado requer um demos com história, valores, interesses comuns, e responsabilidade partilhados — e um governante que contorna a formação desse demos não está a construir uma nação. Está a construir uma tirania.

Krzysztof Szczawinski 🇵🇱

The past is becoming a foreign language

 


A transmissão dos grandes épicos gregos

 

Os gregos estão chateados com o filme de Nolan. 

Confesso que ainda não o vi e, se por um lado tenho vontade de o ver (as críticas ao filme são díspares em extremo) por outro, talvez não. O filme foi filmado para ser visto em imax. Quantas salas têm esse tipo de projector? Li em revistas especializadas que ver um filme desses numa sala com um projector digital normal chega a cortar 40% da imagem.

Porém, não é por isso que os gregos estão chateados. 

A Grécia concedeu um subsídio de 6,5 milhões de euros à produção do filme para filmarem em todo o Peloponeso. O Ministério da Cultura grego esteve por trás desta iniciativa. 

A Odisseia é o épico nacional dos gregos. É um dos dois textos fundadores da cultura grega e ocidental. Pois, em todo o elenco importante — Odisseu, Penélope, Telémaco, Helena, Menelau, Agamenon, Atena, Calipso, os pretendentes, Eumeu, Sinon, Tirésias — não há, nem um único grego. Aliás, nem em mais nenhum papel com nome nos créditos.

Sim, a Odisseia já é universal. Mas é grega. Não é americana. A sua mentalidade não é americana.

Durante as filmagens, escritores gregos e cipriotas enviaram cartas abertas à produção com uma única mensagem: Ainda aqui estamos. Somos um povo vivo cuja história nunca deixou de ser escrita.

Conta-se que Nolan quis um filme inclusivo e que por isso, apesar da Odisseia ser um épico grego com 2600 anos em forma escrita, tem representantes de cada minoria: trans, negros, asiáticos, etc. Mas nenhum grego. Nem um.

Foi uma produção de 250 milhões de euros que se utilizou da Grécia, do seu mito e do seu dinheiro. No entanto, não encontrou nenhum espaço para os gregos. Seja o que for isso, não é inclusão. 

Parece ter sido um exercício feito para irritar uma certa direita extremista. Isso, a ser verdade, não torna o filme melhor.

Se Nolan não teve intenção de ser fiel ao espírito e à letra da obra, o que é legítimo, não devia ter-lhe chamado pelo nome que Homero e os gregos lhe deram, A Odisseia. Devia ter encontrado um nome qualquer mais pessoal que não induzisse em erro os espectadores. É que as audiências de hoje, pouco ou nada lêem e muito menos estas obras fundadoras da nossa cultura que deixaram de ser abordadas por influência da educação de esquerda que renega a história do Ocidente e, por isso, não têm termo de comparação e, ao ver o filme, A Odisseia, acreditam estar a ver a verdade da obra. 

Portanto, talvez fosse melhor ficar com as imagens do livro como diz Frederico Lourenço. Acabei há um mês o livro na tradução portuguesa de Frederico Lourenço que fui comparando com a tradução inglesa de Emily Wilson, a primeira mulher a traduzi-la. (há diferenças, sim)

Entretanto, fica aqui um pequeno vídeo que mostra o modo como a Odisseia e a Ilíada eram divulgadas e passavam de geração em geração até chegarem à escrita.

Como é possível manter a confiança neste ME?

 

Ouço o ministro dizer que tudo foi alarmista, que está tudo classificado, que tudo foi feito com rigor e muito bem, que a segunda fase vai ser excelente... 

Estas declarações, ou têm uma intenção de falsidade ou são uma negação total da realidade demonstrando uma incapacidade de a ler e, seja um caso ou outro, como é possível manter a confiança neste ME? Não vejo como uma pessoa com uma destas características pode resolver os complexos problemas da educação e das escolas.

Aliás, os professores classificadores que se cuidem porque esta situação só não vai cair para cima deles porque a dimensão da incompetência foi de tal ordem que tornou-se um assunto nacional. Porém, se as barracadas tivessem afectado apenas uns 50 professores, por exemplo, crucificavam esses professores para desviar de si as responsabilidades. Assim como assim o ME e, sobretudo o PM, tentaram transferir as suas incapacidades para os professores.


🎯

 

Damn right!

 



Sou só que estou farta do transfascismo?

 

Uma cadeia de supermercados britânica -Waitrose- vai deixar de chamar 'produtos de higiene femininina' aos ditos produtos porque um único homem que diz sentir-se mulher se queixou dessa categoria ofender os seus sentimentos e exigir que validem os seus sentimentos. 
Que loucura é esta?
Sou só eu que eu farta destes homens misóginos que invadiram agressivamente todos os domínios da sociedade e da cultura para apagar os direitos das mulheres e dos gays? Que foram ao ponto de mutilar os seus próprios filhos? De fomentar o divórcio entre pais e filhos? Que advogam o ensino do transgenerismo pela pornografia trans a crianças do pré-escolar? E o que dizer dos poderes que aceitaram e querem impor esta loucura a todos ao ponto de mandar prender os críticos e até tirar-lhes os filhos? E os médicos que mutilam crianças e adolescentes para obedecer a um culto ideológico com vontade de poder?




Esta não é a altura de escrever memórias

 

E contar que havia corrupção e que se não fosse ele continuava tudo na mesma. A Ucrânia está a querer entrar na UE, o tema da corrupção é extraordinariamente sensível e este indivíduo põe-no em foco, contra o seu próprio país. O Presidente, desde o início da guerra, nunca fez o auto-elogio. Põe sempre o foco no povo ucraniano e no que de positivo fazem. Claro que sabemos que um povo em urgência de guerra com mil fogos a que acorrer ao mesmo tempo 24 horas por dia e muito dinheiro a entrar tem bolsas de corrupção mas para quê pôr o foco nisso? Tudo o que os políticos ucranianos dizem agora, faz eco na Europa e no mundo - e na Rússia - e tem consequências. Do lado de fora o que vemos aqui é uma luta pelo poder. Esta não é a altura certa. Esta é a altura de fazer o seu trabalho calado e resolver os problemas internamente. Se o ex-ministro da Defesa quiser, depois da guerra, candidatar-se a Presidente, que o faça, mas não agora. É claro que os media estão a explorar esta divisão até ao tutano. Uma imprudência.


July 16, 2026

Esta não é a altura de fazer campanha política contra o presidente

 

Só aprofunda a divisão quando deviam estar todos unidos na luta contra a Rússia. Quando a guerra acabar e fizerem eleições se quiserem podem mudar de presidente mas agora podem criticar, sim, mas não fazer oposição para dividir o povo. Se os ucranianos não se unem quem é que se une a eles?


Quanto mais falam mais se enterram

 



Em busca da folha de continuação perdida

 


roubado no FB


O debate do estado da Nação

 

No concurso de quem ganhou as bocas e os ditos espirituosos, que é a maior parte do evento, a oposição perdeu. E tinham a vida facilitada.

Agora mesmo, há mais perguntas a Ventura que ao PM e ao governo.

É uma gritaria que ninguém se ouve.

Temos um desemprego jovem de 18%?! Dramático.

Ventura tem razão na questão dos impostos. Este governo fez campanha com a descida dos impostos para criar riqueza.


Quando há conflitos insanáveis em tempo de guerra é preciso tomar decisões

 

O mais importante é não pôr em causa o trabalho feito e o que ainda há para fazer e dar presentes a Putin com divisões internas. 


A nova esquerda e o islamismo


"Estar à esquerda é ser uma pessoa moral, boa e consciente. Quem não está à esquerda é uma pessoa maligna; é alguém maligno. E quem duvidar disto é maligno".

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“Os infiéis que não aceitam o Islã são malignos.”


Um retrato do país em 12 gráficos - interessante

 

Há mais gente a trabalhar do que nunca e os contratos precários estão em mínimos. A média salarial aumenta, ainda que a inflação tenha comido parte desse ganho. Já a carga fiscal continua a subir. Este é um retrato que ajuda a contar a história de um país que dentro de algumas horas discute o Estado da Nação: dos salários ao emprego, passando pela educação, saúde e habitação, sem esquecer a criminalidade, justiça e pobreza

https://multimedia.expresso.pt/estadodanacao2026graficos/?utm_medium=root&utm_campaign=WEB&utm_source=expresso&utm_content=https://multimedia.expresso.pt/estadodanacao2026graficos


Já sabíamos, era óbvio

 

Exames nacionais: Ministro diz que “há risco" de as notas não serem publicadas amanhã.

Expresso

Só não entendo porque é que, assim que os problemas se avolumaram em qualidade e quantidade, não anunciaram logo que havia problemas, que tinham sido feitas opções que resultaram mal e que iam conter os danos o melhor possível e depois perceber o que foi mal feito e rectificar os procedimentos para o futuro. 

Era só isto e tinham evitado todo o alarido que se criou à volta do tema devido a tentarem esconder os factos e manipular as narrativas.

O que é o Conselho Geral das escolas e porque importa quem é o seu presidente?

 

O Conselho Geral é o orgão com maior poder da escola. É quem define as estratégias orientadoras de toda a actividade escolar, é quem gere o processo eleitoral e escolha do director da escola e outros temas.

Integra professores eleitos pelos pares, representantes dos EE, dos funcionários da escola,  dos alunos, representantes designados pela Câmara Municipal, pessoas da comunidade local e o director que tem assento no CG por inerência do cargo.

Aqui no país o Conselho Geral tem de ser presidido por um professor, justamente por se tratar de uma escola e o trabalho ser académico e pedagógico e o seu Presidente ser quem imprime a dinâmica aos trabalhos. É este aspecto que vai mudar. Vai ser mais parecido com o Governing Board que existe em Inglaterra ou com o que existe nos EUA a que chamam o School Board - embora nos EUA este orgão seja distrital e não de uma escola ou agrupamento de escolas e tenha poderes económicos.

No entanto, nestes sistemas, o que acontece é que o Presidente do orgão, que geralmente é alguém representante da autarquia não percebe nada de educação escolar e usa a escola para fins ideológicos e políticos.

É assim que vemos nos EUA (e em muitas escolas de Inglaterra) acontecerem situações destas consoante os interesses do Presidente e sua clique:

- são a favor da ideologia trans: obrigam a ter na biblioteca livros a promover a ideologia, obrigam as raparigas a partilhar casas-de-banho e balneários com rapazes, obrigam os professores a tratar os alunos como eles querem (podem querer ser um rapaz, uma rapariga ou um cão).

- se são cristãos evangélicos obrigam a ter os 10 mandamentos nas aulas e as escolas a incluir o estudo da Bíblia em todas as disciplinas; proíbem que se fale de sexo; mandam retirar livros da biblioteca; proíbem o estudo da teoria evolucionista, promovem acções contra o uso de preservativos e contra o aborto.

- se são autarquias de maioria islamita, obrigam a que toda a carne da escola seja halal; visitas obrigatórias a mesquitas e promoção do Islão; promoção do hijab; promoção da aceitação do islamismo; separação e diminuição das raparigas em relação aos rapazes.

- se são republicanos MAGAs, proíbem o estudo e até a referência ao racismo e história da escravatura nos EUA; censuram livros da biblioteca sobre o tema; promovem o uso ou mesmo obrigação, de porte de armas por parte dos professores; obrigam a uma aprendizagem da História americana glorificada.

- se são democratas censuram livros que falem da realidade biológica dos seres humanos e despedem os professores que criticam a ideologia trans ou o islamismo; obrigam à revisão do ensino da história de maneira a focar-se no racismo e colonialismo dos ocidentais; promovem o apagamento de figuras históricas que tenham vivido no tempo da escravatura ocidental e não tenham activamente lutado contra ela; censuram todos os autores clássicos que fundaram a nossa civilização com acusações de racismo; promovem o anti-semitismo através de acções pró-Palestina.

Enfim, podia continuar... A questão é: estas pessoas não se preocupam com a educação escolar dos alunos, não têm um sentido de missão pública apartidária, não têm conhecimentos especializados para tomar decisões pedagógicas independentes e usam os cargos para promover as suas ideologias e interesses particulares. Acontece muito os nossos representantes dos EE no Conselho Geral aqui no país, em todas as escolas, irem para lá falar dos seus filhos e das suas notas...

O ensino público americano e inglês estão nas ruas da amargura. O inglês, abaixo do nosso nos índices internacionais. E o que fazemos nós? Continuamos a imitar as suas políticas desastrosas.

Alguém que me explique isto como se tivesse 3 anos.


O Novo Rosto da Gestão Escolar

 

do blog arlindovsky


Os professores desapareceram da equação. Há muitos anos os professores estavam representados no Conselho Pedagógico e tinham voto nos assunto pedagógicos da escola. O que é importante, pois os professores são quem lida directamente com os alunos e quem desenvolve as estratégias pedagógicas. Nessa altura, os seus representantes ao Conselho Pedagógico eram eleitos pelos seus pares. Fazia-se muito trabalho nos grupos pedagógicos e as decisões eram assumidas, porque partilhadas.

Depois, os coordenadores passaram a ser condicionados: os directores indicavam duas ou três pessoas para serem os coordenadores de cada departamento e era só nessas que se podia votar. Os coordenadores passaram a representar e responder, não aos seus pares, mas ao director que os tinha escolhido.

O trabalho dos grupos pedagógicos praticamente desapareceu porque as decisões passaram a ser tomadas de cima para baixo.

Neste novo modelo que se vê nesta representação, os coordenadores dos departamentos pedagógicos são nomeados pelo director. Os professores desapareceram da equação e os coordenadores são agora os capatazes dos professores.

O Presidente do Conselho Geral já não tem que ser um professor, pode ser qualquer pessoa, mesmo que alheia às questões e problemas da escola. Um bombeiro, um representante dos pais, enfim, alguém que está por fora das questões pedagógicas e não só, da educação. Isto é gravíssimo. 

O director deixa de ser avaliado e o seu poder de pôr e dispor é quase absoluto. Portanto, tirando a lei, a que tem que obedecer, no resto, a escola fica à mercê da índole particular do director, das pessoas da sua equipa e da autarquia que passa a poder influenciar politicamente as decisões e trabalhos da escola.

Isto é o oposto de qualquer gestão democrática e eficiente no sentido do interesse dos alunos em particular e do país em geral. Para quem diz que este ME está a fazer um trabalho muito competente, sim, é competente se o objectivo do trabalho for destruir a escola enquanto local académico, pedagógico, de formação de pessoas num ambiente democrático e substitui-lo por uma espécie de organização fabril indiferenciada gerida por critérios economicistas.

Esta tendência de fazer da escola uma comunidade fabril gerida a pensar na poupança económica, que vem desde a Lurdes Rodrigues e tem sido assumida por todos que lhe sucederam já teve como efeito afastar os professores das escolas. Situação que este ministro não resolveu e continua a aprofundar-se.

Suponho que vai acontecer nas escolas o que está a acontecer nos hospitais: não havendo médicos, nos hospitais para os pobrezinhos, os enfermeiros passam a fazer de médicos. Nas escolas, não havendo professores, os funcionários auxiliares ou alguém que esteja no Centro de Desemprego ou outra pessoa qualquer passam a fazer de professores.

Os políticos não compreendem a especificidade e complexidade do trabalho da educação escolar.

E resta ver se o documento da inclusão ainda vai piorar mais a escola miserabilista de educar coitadinhos pobrezinhos que vem do incompetente do ME anterior.

É o novo rosto da escola do século XXI.

Nada vai ao ministro?





Nada vai ao ministro

Paulo Guinote
Opinião DN


Faz hoje uma semana, que o ministro Fernando Alexandre, em entrevista ao canal Now declarou, em relação ao que esteve na origem desta confusão na digitalização dos exames do Ensino Secundário, algo como “o processo não veio ao ministro”, remetendo para o EduQA a responsabilidade maior pela condução do dito processo.

Num primeiro momento, a minha reacção foi, quiçá injustamente, achar que o ministro se estava a desresponsabilizar por todas as trapalhadas que marcaram estas primeiras semanas de Julho, com sucessivas declarações desastradas, avanços, recuos e piruetas.

Repensando, com menos imediatismo e recuando a memória aos dois anos e alguns meses do seu mandato na pasta da Educação, sou obrigado a reconhecer que talvez fosse apenas um lamento sincero por muito daquilo que tem marcado a acção do seu ministério não ter passado por ele.

Comecemos pelo marco mais tonitruante da sua governação: a recuperação alegadamente integral do tempo de serviço docente. Em boa verdade, essa foi uma promessa anterior à sua chegada à pasta, feita pelo PSD e pelo seu líder, e actual primeiro-ministro, durante a campanha eleitoral de 2024. Ou seja, fosse quem fosse o ministro da Educação, essa era uma medida que já estava decidida, pelo que quem lhe atribui a responsabilidade por tal decisão está lamentavelmente equivocado. Acredito que até gostaria de ter sido ele a impor-se num Conselho de Ministros hostil e a exigir essa recuperação, mas não foi.

Quanto à reforma da estrutura orgânica do MECI, tudo indica que também esse processo não foi ao ministro. Pelo menos a este ministro. Terá ido a outro. Ao ministro Gonçalo Matias e aos seus colaboradores, que decidiram, sem perceber grande coisa do assunto, agarrar nuns organigramas e cortar serviços, alegando que isso permitia poupanças de pessoal e maior eficácia administrativa.

Num segundo momento, Fernando Alexandre apareceu a garantir que com esta reforma, o seu ministério iria transformar “o funcionamento do sistema educativo, do ponto de vista administrativo, para ser muito mais eficiente, mais simples, mais amigo dos professores, dos diretores, e melhor para as famílias e para os estudantes” (Eco, 22 de Dezembro de 2026). O primeiro grande exemplo que estamos a ter demonstra até que ponto é melhor não termos amigos assim.

Existem ainda outras políticas, da reavaliação e revisão do Decreto 54/2018 (o da chamada “Educação Inclusiva”) à recente proposta de um “novo” modelo de gestão escolar, que foram tratadas por uma espécie de comités de sábios, não se sabendo se, ao longo do processo, algo foi ao ministro. Para não falarmos do número de professores em falta nas escolas, que o ministro garante ser impossível saber. Não é impossível, apenas acho que a informação relevante não foi ao ministro. Parece que ao ministro apenas vão PowerPoints cheios de números e grafismos de IA no dia ou véspera das idas ao Parlamento.

Nada foi ao ministro. Até o anúncio da compensação devida aos professores classificadores foi deixada para um jovem em ascensão no PSD, como se a medida fosse decisão partidária e não do governante que só depois surgiu a confirmar que assim seria.

Nada foi ao ministro. Antes tivesse ido.