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January 13, 2026

Por todo o lado o anti-semitismo cresce

 

Desde que o fascismo islamita se instalou na Europa com a conivência da esquerda.


January 12, 2026

Inglaterra - o anti-semitismo em plena expansão

 

A BBC, mas não só, também as universidades islamizadas, são os grandes motores do anti-semitismo e da ascensão do fascismo islamita.

January 09, 2026

Anti-semitismo em ascendência, também em Portugal

 


Isto é obra de islamitas e seus servos da nova esquerda neo-colonialista e neo-racista capitaneada internacionalmente por Guterres. Só para pôr as coisas em perspectiva: os Emirados Árabes Unidos anunciaram que vão cortar os fundos destinados aos seus cidadãos que desejem estudar no Reino Unido, por receio de que sejam sejam radicalizados pelos islamistas da Irmandade Muçulmana nos campus britânicos. Portanto, um Estado árabe muçulmano que pratica a sharia, agora vê um Estado europeu como um perigoso foco de radicalização islâmica.


Antissemitismo em Portugal: documentar para agir

João Taborda da Gama

Coordenador Nacional da Estratégia Europeia para Combater o Antissemitismo e Promover a Vida Judaica

Prevenir e combater o antissemitismo é uma obrigação moral e política. Essa responsabilidade torna-se ainda mais urgente face ao seu recrudescimento nos últimos anos, tanto no mundo, como em Portugal.

Uma sociedade que leve a sério esse combate precisa de monitorizar de forma direcionada e sistemática os atos e incidentes que possam configurar manifestações de antissemitismo, com o objetivo de os prevenir e agir de forma inequívoca.

Essa é a minha primeira prioridade enquanto Coordenador Nacional da Estratégia Europeia para Combater o Antissemitismo. Só assim serão eficazes os esforços que dirigiremos às comunidades educativas, ao sistema de justiça e às forças de segurança.

Mas não se pode monitorizar ou combater algo sem um critério de referência claro: uma definição de antissemitismo. Ao longo da história, o termo assumiu contornos diversos, mas tem sempre no seu núcleo um preconceito e uma atuação discriminatória contra uma minoria: os judeus.

A definição adotada por Portugal foi elaborada em 2016 pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA), organização internacional de 35 países, da qual fazemos parte: “o antissemitismo é uma determinada perceção dos judeus, que se pode exprimir como ódio em relação aos judeus. Manifestações retóricas e físicas de antissemitismo são orientadas contra indivíduos judeus e não judeus e/ou contra os seus bens, contra as instituições comunitárias e as instalações religiosas judaicas.”

É com base nesta definição que demos os primeiros passos para a recolha, inventariação e classificação de incidentes ocorridos em Portugal. Lançámos o apelo às várias comunidades judaicas e instituições relevantes, que responderam com generosidade e sentido de urgência, fazendo-nos chegar cerca de cem incidentes, a que se juntarão outros de conhecimento público ou oficioso. Com os factos relativos a 2025 estamos a construir uma primeira base que permitirá acompanhar, de forma longitudinal, a evolução de demonstrações de antissemitismo.

A definição de antissemitismo, como qualquer definição, não é um algoritmo. É uma ferramenta interpretativa com base sólida e margem interpretativa valorativa. Haverá incidentes que, mesmo ancorados em preconceito e sendo inaceitáveis ou insultuosos, não se enquadram formalmente na definição. Mas há diversos casos cuja qualificação como antissemitas é inequívoca, e que devem ser desde já firmemente repudiados, independentemente das consequências legais, criminais ou outras, que possam ainda vir a ter.

Quando, há poucos meses, o Memorial às Vítimas do Massacre Judaico de 1506, no Largo de São Domingos, em Lisboa, foi grafitado com “Haltz Juden” e o número “1488”, referência direta a Hitler e ao nazismo, não há margem para dúvidas. O mesmo se aplica a outros incidentes recentes: a inscrição “Morte aos Judeus” na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa; a glorificação do grupo terrorista Hamas, responsável pelos ataques de 7 de outubro, com frases como “Hamas Vencerá” pintadas em paredes um pouco por todo o país; ou ainda o cartaz “We are all Yahya Sinwar”, exposto numa galeria na Póvoa de Santa Iria. Como são antissemitas os repetidos ataques de vandalismo ao Centro Cultural Judaico Rua da Judiaria, como a inscrição a vermelho de “Blood” por debaixo da estrela de David.

Um dos slogans mais repetidos em protestos recentes - “Palestina do rio até ao mar” - é outro exemplo de antissemitismo contemporâneo, sob a forma de anti sionismo radical. Quem o diz não está apenas a criticar Israel, está a negar o direito de existir ao único Estado judaico. Sei que esta leitura não será unânime, e por isso recorro a David Grossman, o intelectual de esquerda israelita, opositor declarado do atual governo, que escreve, a propósito desse slogan, que ele representa “um precipício”, não uma crítica legítima, mas sim “uma recusa de lhe conceder [a Israel] aquilo que é dado a qualquer outro Estado: uma existência plena, definitiva e estável” (Prefácio a O Coração Pensante, Dom Quixote, 2024).

A perseguição a empresas ou estabelecimentos apenas por serem propriedade de judeus ou israelitas também deve ser reconhecida como tal. Veja-se o vandalismo e a campanha inqualificável dirigida contra o restaurante Tantura, em Lisboa, que leva ao seu encerramento definitivo esta semana, ao fim de dez anos; ou as listas de empresas judaicas a cancelar que circulam nas redes sociais, tudo numa espécie de pogrom, ou Noite de Cristal, da era digital.

Normalizar o antissemitismo, não o nomear, tem perigos óbvio. Os sinais globais mais recentes não são auspiciosos. Só nos últimos três meses tivemos, por exemplo o ataque à sinagoga de Manchester, em outubro; em dezembro, o atentado de Bondi Beach, em Sidney. Há poucos dias, em Espanha, foi mandada encerrar uma aplicação que mapeava estabelecimentos judaicos, incluindo uma escola.

Já esta semana, na Alemanha, Andreas Büttner, comissário do estado de Brandemburgo para o combate ao antissemitismo, viu a sua propriedade ser alvo de um incêndio intencional, seguido de uma carta com ameaças de morte contendo um pó desconhecido (em ambos os casos, foram pintados triângulos vermelhos, símbolo associado ao Hamas) - atos cobardes de cariz terrorista, tentando intimidar quem, no Estado, tem a seu cargo o combate ao antissemitismo.

Que nenhuma divergência geopolítica ou debate sobre direitos humanos, muitas vezes com origem num legítimo desejo de paz, seja causa ou sirva de pretexto para banalizar ataques a judeus no nosso país. Reconhecer é o primeiro passo para agir. Sem dados, sem critérios e sem coragem de enfrentar a realidade, não há clareza. E sem clareza, não há combate eficaz ao antissemitismo. Este tem sido o início do nosso trabalho.


November 16, 2025

13 meses e meio


(é o tempo que falta para Guterres deixar a ONU)

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Reem Alsalem, 

Relatora Especial da ONU sobre Violência contra Mulheres e Meninas

@UNSRVAW

14 de novembro

Nenhum palestino aplaudiu os estupros em Gaza. Nenhuma investigação independente concluiu que ocorreram violações no dia 7 de outubro.

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Qualquer representante da ONU que negue a violação cometida pelo Hamas deve ser destituído do seu cargo. Ponto final. É uma mancha na reputação da ONU que Reem Alsalem, Relatora Especial sobre Violência contra Mulheres e Meninas, negue a violência sexual que ocorreu em 7 de outubro. 

Isso é uma vergonha moral, um insulto às vítimas e suas famílias e uma violação de todos os padrões internacionais básicos.

Israel não permitirá que os crimes horríveis do Hamas sejam encobertos. @antonioguterres, o seu silêncio é cumplicidade.

Danny Danon 🇮🇱 דני דנון

@dannydanon

 

November 09, 2025

Tristes aniversários - Kristallnacht

 

Kristallnacht, há 87 anos, no dia de hoje. Casas, sinagogas e lojas de judeus destruídas em toda a Alemanha e Áustria. Foi assim que tudo começou.
Hoje, judeus em todo o mundo enfrentam ameaças e ataques — por serem judeus. Já vimos a escuridão antes. Nunca mais voltaremos a entrar nela.
Desta vez, temos um lar soberano, uma voz que não ficará em silêncio. 🇮🇱

@Israel




"O ostracismo anti-semita e, portanto, racista, ocorre sob o pretexto da virtude democrática"

 


Eva Illouz: «O ostracismo antissemita ocorre agora sob o pretexto da virtude democrática»

Persona non grata. Quando deveria intervir na Universidade de Roterdão no final de Novembro, Eva Illouz viu o seu convite ser retirado sob o pretexto de que a sua antiga afiliação à Universidade Hebraica de Jerusalém violava o boicote académico e cultural contra Israel. Em sinal de apoio, convidámos a autora de La Civilisation des émotions (Seuil, 2025) a voltar a um incidente ainda mais absurdo, uma vez que o governo israelita a desqualificou do prémio Israel no início do ano pelas suas declarações consideradas «anti-israelitas».

Em que circunstâncias tomou conhecimento da decisão da universidade holandesa?

Eva Illouz: A decisão não foi exatamente da universidade, mas de uma unidade de investigação, neste caso um consórcio de pessoas de diferentes disciplinas, mas que têm em comum o estudo do «apego» e que se auto-denominam Love Lab – embora, na minha opinião, devessem chamar-se Hate Lab! Para ser mais precisa, estava previsto um duplo evento: o primeiro e mais importante, organizado pelo departamento de sociologia por ocasião do lançamento da tradução em holandês do meu ensaio Explosive Modernité, mantém-se na íntegra, e foi o segundo, organizado pelo Love Lab em conjunto com o primeiro, que foi cancelado. 
Contactaram-me para explicar que, de facto, a Universidade Erasmus de Roterdão tinha rompido todos os laços com a Universidade Hebraica de Jerusalém, ao que respondi que era cidadã francesa e professora numa universidade francesa. Responderam-me que estavam perfeitamente cientes disso, mas que algumas pessoas se tinham declarado desconfortáveis com a minha presença. Nenhuma razão ou motivo. Nada. Julguem por vocês mesmos: aqueles que se opuseram à minha presença consideraram como prova da minha filiação à universidade hebraica o facto de eu ter mantido o meu endereço de e-mail da universidade: isso mostra até onde se pode levar a culpa! Eles até acrescentaram que eu podia ficar tranquila, pois a decisão tinha sido tomada de forma perfeitamente democrática...

Imagino como isso deve ter sido reconfortante para si!

Oh, sim, muito! Fiquei encantada ao saber que uma decisão verdadeiramente anti-semita tinha sido tomada de forma muito democrática! Ironia à parte, acho que eles não compreenderam bem o que estavam a fazer. Não quero dizer com isso que não tivessem más intenções – claro que tinham –, mas quero dizer que é um sinal dos tempos: hoje em dia, já não se mede o ostracismo e a exclusão de que os judeus são vítimas, porque tudo isso está envolto em opiniões virtuosas. 
É preciso ter consciência de que o que está a acontecer não é, ou já não é, um problema específico dos judeus ou dos sionistas, mas de toda a comunidade científica. Não se pode fazer ciência assim. Vejo nisso o sintoma de outra coisa, de outra doença, que não é apenas o antissemitismo, mas uma patologia própria da própria democracia. 
Os judeus são a vanguarda da infelicidade, o primeiro grupo a experimentar a crise, hoje uma democracia em crise, ou seja, uma democracia cujo vocabulário entrou em colapso, cujos valores estão confusamente misturados com valores reaccionários (progressismo com anti-semitismo; extrema-direita com defesa dos judeus) e quais grupos sociais a defendem já não se sabe. E penso que estamos no início de um processo de decomposição se não corrigirmos esta imensa confusão moral e intelectual.

Está atualmente em curso uma ampla revisão das colaborações científicas entre a Europa e Israel. Será que o mundo académico pode continuar a ser um santuário à prova de questões políticas?

O mundo científico deveria ter sido esse santuário, mas é evidente que já não o é, e isso desde a década de 1970. Não só está envolvido no ódio que caracteriza o discurso político da sociedade, como, por vezes, parece até encarná-lo, ou mesmo precedê-lo. Os campus tornaram-se actores políticos, ao lado dos partidos. Por um lado, somos testemunhas do resultado de um processo em curso há cerca de cinquenta anos e que apenas acentuou o papel político das universidades, mas, por outro lado, parece-me que o que está a acontecer marca a vanguarda de algo que está por vir.

O quê?

O colapso da social-democracia, que se baseava em valores e métodos de conhecimento. A social-democracia também se baseia no Iluminismo e, além disso, na possibilidade de invocar a herança do Ocidente. O que está a ruir e já ruiu é a articulação da moral com a verdade, com um método para procurar a verdade. 
A democracia é um projeto epistémico. Se não se pressupõe um mundo comum de factos, provas, raciocínios, a possibilidade de vivermos juntos ruí. Ora, quando fazemos a realidade dizer o que queremos, quando cada grupo tem a sua própria teoria da conspiração, sendo os judeus as estrelas das galáxias conspiratórias de todos os tipos, entramos na lógica da força e da guerra – e já não estamos num Estado de Direito.

Recebeu apoio dos membros da universidade holandesa?

Fiquei a saber que alguns colegas da universidade se opuseram a essa decisão. Provavelmente deviam ter-se oposto de forma mais firme, mas você sabe que o Homo academicus é um ser singularmente covarde. A própria universidade reagiu de uma forma muito embaraçosa para si mesma, pois limitou-se a declarar oficialmente que não se intrometia nas decisões das unidades de investigação – o que parece ser uma não resposta, mas que é, ainda assim, uma resposta, pois espero que, se tivesse sido desinvitada por ser mulher ou homem de cor, a universidade teria encontrado algo a dizer sobre as escolhas da sua unidade de investigação... Tudo acontece como se hoje a exclusão dos judeus e dos sionistas se tivesse tornado quase invisível e aceitável.

Além disso, você publica nestes dias La Civilisation des émotions (A Civilização das Emoções), um livro de entrevistas onde conta, nomeadamente, como a sua família deixou Marrocos pouco depois da Guerra dos Seis Dias, num contexto que já era de ascensão do anti-semitismo. Há algum paralelo?

De modo algum, porque o que se passa hoje é muito mais violento. Naquela época, havia uma espécie de contrato jurídico entre os árabes marroquinos e os judeus: estes últimos eram subjugados, mas gozavam da protecção do rei, e isso funcionou na maioria das vezes (embora tenha havido pogroms). 
Havia duas populações que coexistiam com histórias diferentes, a situação era clara e também existia, muitas vezes, uma certa fraternidade entre judeus e árabes. Essa fraternidade não desapareceu completamente, mas tornou-se muito mais difícil com o desenvolvimento da história nacionalista israelita e pan-árabe. 
O que aconteceu em Roterdão é de outra natureza: é o sentimento de perversão das palavras e dos valores, porque o ostracismo anti-semita e, portanto, racista, ocorre sob o pretexto da virtude democrática. Trata-se de uma discriminação que viola os valores elementares da comunidade europeia, mas toda a linguagem é mobilizada para negar essa violação. Esse sentimento de viver uma realidade orwelliana é extremamente perturbador e muito inquietante.

Neste livro, o senhor também fala do seu amor pelo universalismo francês, inspirado na filosofia do Iluminismo. Esse amor ainda o habita? E o senhor acha que a França está mais protegida?

É mais graças à laicidade que existe aqui, mais do que em outros lugares, uma aliança objectiva entre muçulmanos e judeus laicos. É isso que faz a força da França, mesmo que ela nem sempre perceba isso. 
Diante dessas forças cataclísmicas que estão a destruir a democracia, ou pelo menos a social-democracia, a França resiste um pouco melhor. Por quanto tempo? Não sei. Isso não significa que tudo seja perfeito, longe disso, mas as coisas estão piores noutros lugares. Vemos que, nos Estados Unidos, o multiculturalismo não os protegeu de forma alguma do trumpismo e que até permitiu reforçar facilmente a ideologia do que podemos chamar, para simplificar, de supremacia branca.


October 03, 2025

Porque é que se permite isto?

 


August 26, 2025

Na Irlanda médicos filmam-se a deitar medicamentos israelitas que podiam ajudar doentes para o lixo

 

Por serem israelitas. O anti-semitismo voltou à Europa em força, desta vez pela mão dos islamitas.


A Inglaterra está perdida

 

Um cirurgião de um hospital do Serviço Nacional de Saúde (NHS) de Londres usava um crachá com a bandeira da «Palestina» enquanto operava uma paciente judia, que ficou assustada ao vê-lo. Para muitos judeus, o símbolo da «Palestina» é semelhante à suástica nazi, pois simboliza a erradicação de Israel e dos judeus. 

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Que médico faz questão de aterrorizar um doente na mesa de operações quando tem a faca na mão? O anti-semitismo voltou em força à Europa, desta vez pela mão dos islamitas que pregam a violência e a morte com o seu livro do ódio na mão.

August 22, 2025

O anti-semitismo voltou à Europa

 


July 25, 2025

O governo espanhol anti-semita não distingue a França de Israel

 

O ministro dos Transportes de Espanha, Oscar Puente, está a defender a companhia aérea Vueling e a referir-se aos 50 adolescentes judeus franceses expulsos do voo como «fedelhos israelitas».

(eles são franceses, não são israelitas)

November 09, 2024

Europa: um pogrom organizado por turbas muçulmanas em Amesterdão




Linchar judeus só porque são judeus, esfaqueá-os, abalroá-os com carros. O Estado Islâmico está espalhado pela Europa e é um perigo. É preciso defender os judeus, hoje. Não olhar para o lado e fingir que não se vê, como se fez no passado. 
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Ursula von der Leyen
@vonderleyen

Indignada com os ataques vis de ontem à noite contra cidadãos israelitas em Amesterdão.
Acabei de falar com @MinPres Schoof.
Condeno veementemente estes actos inaceitáveis.
O antissemitismo não tem lugar na Europa. E estamos determinados a combater todas as formas de ódio.




May 10, 2024

Isto é triste... ela pensa que está a ser muito progressista

 

Não percebe que está a ser anti-semita e que o anti-semitismo não é novo no mundo e ser anti-semita é o contrário de ser progressista. Também não percebe que se fosse assim vestida lá para a terra do Hamas a enfiavam num jipe com 10 terroristas...


March 16, 2024

Coisas inaceitáveis

 


Num acto eleitoral, um representante de um partido político num acto oficial nacional, atacar um eleitor devido ao nome judeu, o que significa declará-lo culpado de existir é completamente inaceitável e a pessoa em questão devia ser impedida de voltar a participar em mesas eleitorais.

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Esta semana também li Esther Mucznik contar que, quando foi votar, no domingo, em Miraflores, o membro da mesa de voto a quem entregou o cartão de cidadão olhou com atenção para o documento e disse:


— Não gosto!

— Não gosta de quê?

— Não gosto do nome e de andarem por lá a fazer massacres.

Bárbara Reis in publico.pt

March 05, 2024

A ONU é anti-semita?

 

Hoje, passados 5 meses do ataque de 7 de Setembro, a ONU fez declarações sobre o ataque dizendo que há fundamentos razoáveis(!) para concluir que houve violações sistemáticas e assassinatos. Quando, logo em Outubro, um hospital foi atingido por um míssil do Hamas mal manobrado onde morreram 20 pessoas ou algo do género, Guterres, no mesmo dia, antes de saber o que se tinha passado, veio chamar assassinos e organizadores de massacres aos israelitas. Pois para concluir que, talvez(!), tenha havido violações e assassinatos no dia 7 de Outubro, -coisa que todos vimos porque os terroristas filmaram-se a cometer os crimes e puseram-nos online- levaram 5 meses, sendo que os terroristas do Hamas, infiltrados na UNRWA, que devem ser às dezenas, continuam no mesmo sítio. Uma lástima.


December 05, 2023

Alemanha - zero tolerância para anti-semitas e defensores do terrorismo do Hamas

 


November 24, 2023

A BBC foi pelo cano abaixo

 


November 23, 2023

Aos apaziguadores do Hamas na ONU

 


Um em cada cinco cidadãos de Israel, é árabe.
Os árabes servem no exército israelita, têm assento no parlamento israelita e já tiveram assento no Supremo Tribunal de Israel.
Israel não está a travar uma guerra contra os árabes.
Israel está a travar uma guerra contra os terroristas que massacram indiscriminadamente judeus e árabes em Israel.   
@visegrad24

November 17, 2023

Origens do anti-semitismo

 


MeToo unless you’re a Jew

 


MeToo-unless-you're-a-jew

Grupos feministas estão a branquear os crimes do Hamas

POR NICOLE LAMPERT

Depois de acompanhar as tropas britânicas na libertação de Bergen-Belsen em abril de 1945, Richard Dimbleby produziu um dos despachos mais terríveis - e poderosos - da história da BBC. "É-me difícil descrever adequadamente as coisas horríveis que vi e ouvi", começou ele, "mas aqui estão os factos sem adornos".

A sua linguagem era simples, as suas descrições factuais e, no entanto, os seus chefes não queriam transmitir a reportagem. Só se chegou a um compromisso depois de ele ter ameaçado demitir-se e de o relato ter sido cortado ao meio. A razão, revelou mais tarde o seu filho Jonathan, foi que "a BBC precisava de mais fontes para apoiar o que tinha acontecido aos judeus e receava que, se mencionasse um grupo de pessoas (os judeus) e não outros, pudessem parecer tendenciosos ou errados".

Os acontecimentos de 7 de outubro não se comparam ao Holocausto, mas mantém-se a relutância em considerar as vítimas primárias mantém-se. Vemo-lo nos cartazes desfigurados de israelitas raptados por pessoas que afirmam tratar-se de "propaganda", na desinformação anti-semita difundida online e nas manifestações semanais pró-Palestina que nunca denunciam o terrorismo do Hamas. Talvez o mais significativo seja também o vermos no silêncio das organizações e grupos de activistas dedicados à luta pela segurança das mulheres.

Depois de os terroristas do Hamas terem começado a assassinar, violar e raptar o maior número possível de mulheres, poder-se-ia esperar uma condenação generalizada por parte dos grupos feministas do Ocidente. Afinal de contas, o Hamas tinha fornecido provas suficientes dos seus crimes - eles mesmos publicaram imagens de jovens mulheres raptadas, com calças ensanguentadas, a desfilar por Gaza. Mesmo antes deste ataque, as suas credenciais feministas são terríveis: impõe o hijab, tornaram ilegal uma mulher viajar sem um tutor masculino e recusam a proibir a violência e abuso físico ou sexual no seio da família (legitimam a violação).

A resposta da maioria dos grupos empenhados em acabar com a violência contra as mulheres e as raparigas (VAWG) foi tripla: mantêm-se em silêncio, não acreditam nas vítimas ou insinuam que elas mereciam o seu destino. Nas palavras de 140 "prominentes feministas académicas" americanas, ser solidário com as mulheres israelitas é ceder ao "feminismo colonial".

Aqui no Reino Unido, esta abordagem é melhor personificada no trabalho das Sisters Uncut, uma instituição de caridade empenhada em "tomar medidas directas contra a violência doméstica". Até este mês, o trabalho das activistas assumia geralmente a forma de actos mediáticos: tingir de vermelho a água das fontes de Trafalgar Square, acionar alarmes de violação à porta de esquadras de polícia, ocupar os telhados de edifícios municipais. No entanto, no início deste mês, numa manifestação que organizaram e 
acabou por encerrar a Liverpool Street Station de Londres, fazem um apelo a Israel para que deponha as armas.

Depois disso, a instituição emitiu um comunicado de 600 palavras, repleto de referências ao "apartheid", ao "genocídio". Não foi feita qualquer referência aos 239 israelitas raptados, cerca de 100 dos quais se crê serem mulheres, ou às agressões sexuais que tiveram lugar a 7 de outubro. 
Quando a jornalista Hadley Freeman chamou a atenção para o facto de isto não ser muito feminista da sua parte, o grupo respondeu afirmando que as notícias sobre os ataques sexuais do Hamas constituíam "a utilização islamofóbica e racista da violência sexual como arma". No final da sua declaração, concluíram que "nenhum povo aceitaria ser assassinado, humilhado, desapossado, racialmente visado, oprimido, limpo, exilado e colonizado sem resistir".

Outros grupos feministas fizeram igualmente a culpabilização da vítima. Southall Black Sisters, outra instituição de caridade empenhada em acabar com a violência contra as mulheres, pelo menos lamentou a perda de vidas de ambos os lados, mas culpou "a declaração de guerra do governo israelita a Gaza". Por outro lado, a Women for Women UK, especializada na ajuda a "mulheres sobreviventes de guerra" e que se auto-denomina uma "organização não partidária", decidiu angariar fundos apenas para as mulheres palestinianas. Até a Women's Place UK, outrora considerada um caso isolado pela sua corajosa campanha em prol de espaços só para mulheres, decidiu apelar a um "cessar-fogo imediato" sem mencionar a violência sexual.

De facto, a única instituição de caridade VAWG no Reino Unido a chamar a atenção para a violência sexual do Hamas foi a Jewish Women's Aid. "Tais actos têm um impacto permanente nas sobreviventes e efeitos psicológicos terríveis nas mulheres, em particular nas mulheres que são vítimas-sobreviventes de violência sexual", afirmou a organização num comunicado. "O silêncio público de muitas organizações britânicas do sector da violência doméstica/sexual tem um impacto ainda maior no isolamento e no medo que as nossas clientes estão a sentir."

Uma judia britânico que trabalha no sector há 20 anos, pensa que o silêncio das outras organizações era de esperar: "Vi isto tornar-se uma realidade nos últimos anos - onde as ideias são importadas da América: se fores branco, serás sempre o opressor. Se trabalharmos para uma destas instituições de solidariedade social, estamos habituados a uma narrativa vítima/perpetrador que é normalmente verdadeira no contexto da violência doméstica, mas não quando se trata de geopolítica".

Ela descreve como, durante a formação obrigatória na última instituição de caridade para a qual trabalhou, foi dito à sua equipa que os judeus não sofrem racismo. "Incrivelmente, utilizaram a Segunda Guerra Mundial como exemplo de racismo, mas contra os negros, devido à forma como as pessoas das Índias Ocidentais foram tratadas".

Para aqueles cujas filhas foram raptadas pelo Hamas, o sentimento de traição é palpável. "É inacreditável que grupos como a Cruz Vermelha e a ONU Mulheres não estejam a fazer nada para ajudar o nosso povo", diz-me Keren Sharf Shem, cuja filha franco-israelita Mia, de 21 anos, foi raptada do festival de música Nova. "É certo que o povo de Gaza merece receber ajuda humanitária, mas nós merecemos o mesmo... Sei por uma mensagem que a Mia enviou a um amigo que foi baleada na perna. Também tem um problema de saúde, e o vídeo dos reféns mostrava-a depois de uma operação ao braço. Isso foi há semanas - não sei se ainda está viva. E há outras pessoas doentes, bem como bebés e uma mulher grávida. Demasiadas pessoas parecem ter-se esquecido deles".

Para remediar esta situação, as feministas israelitas lançaram esta semana a campanha #MeTooUnlessUrAJew, que apela ao grupo ONU Mulheres para que se concentre na violência de género contra as mulheres israelitas. "A ONU Mulheres fecha os olhos aos crimes de guerra do Hamas, mantendo-se em silêncio", afirmam.

Na mesma linha, Claire Waxman, a primeira Comissária para as Vítimas de Londres, escreveu a Reem Alsalem, Relatora Especial da ONU para a Violência contra as Mulheres e as Raparigas, para perguntar por que razão a organização se mantém em silêncio. Em resposta, diz-me Waxman, Alsalem afirmou que as provas não são "suficientemente sólidas" para justificar uma declaração. Incrédulo, Waxman recorda que 25 de novembro é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres e as Raparigas: "Como podemos falar de eliminação da violência contra as mulheres e as raparigas se estamos a dizer tacitamente que é aceitável violar judias?

Para contrariar esta narrativa, foi também fundada esta semana a Comissão Civil sobre os Crimes de 7 de outubro do Hamas contra Mulheres e Crianças, que está atualmente a recolher depoimentos sobre as atrocidades cometidas pelo Hamas, desde relatos de vítimas e de testemunhas oculares a imagens divulgadas pelo próprio Hamas. Muitas das pessoas violadas estão mortas ou continuam reféns raptadas; outras estão demasiado traumatizadas para falar. Mas a história que começou a emergir é insuportável no seu horror - uma história de violação colectiva de mulheres e crianças, de cadáveres de mulheres cortadas durante ou após a agressão sexual e de mutilação genital.

Nachman Dyksztejna, um ucraniano-israelita, é uma das pessoas que testemunha estes horrores. Socorrista voluntário de uma organização chamada Zaka, foi enviado para vários locais do massacre, incluindo o local do festival Nova e vários kibutzim. Para evitar a repetição do seu trauma, Zaka gravou o seu depoimento com apoio psicológico e enviou-me uma tradução escrita. Zaka também forneceu fotografias que corroboram as suas descrições. (Os redactores desta publicação também viram as fotografias).

O testemunho de Dyksztejna - reproduzido nos dois parágrafos seguintes - está entre os mais angustiantes que já li:
"No Kibbutz Be'eri, vi os corpos de duas mulheres com as mãos e as pernas amarradas a uma cama. Um dos corpos que encontrámos foi torturada sexualmente com uma faca enfiada na vagina e todos os seus órgãos internos removidos. Depois de violar brutalmente estas mulheres, o Hamas detonou a casa em cima delas, pelo que as encontrámos debaixo de um monte de pedras.

"Os mini-abrigos espalhados desde o local do festival Nova até à estrada 34, abrigos esses que tinham sido arrombados, estavam cheios de pilhas de mulheres. As suas roupas estavam rasgadas na parte de cima do corpo, mas estavam completamente nuas da cintura para baixo. Pilhas e pilhas de mulheres, cadáveres, assim deitados. Quando olhámos mais de perto para as suas cabeças, vimos um único tiro diretamente no cérebro de cada uma delas".
Em 1945, Dimbleby teve várias quebras de tensão enquanto fazia a sua reportagem sobre Belsen. "Atravessei a barreira e dei por mim no mundo de um pesadelo", explicou. Mas ele sabia que tinha de testemunhar o horror - tal como os israelitas de hoje sentem que não têm outra opção senão relatar o que viram. Mas quando os vídeos criados pelos perpetradores não são considerados provas "sólidas", o que será considerado suficiente? Durante muito tempo, o mantra das organizações feministas foi "acreditar nela". No entanto, como o mês passado revelou, isso só vai até certo ponto - e torna-se insignificante se vivermos em Israel.