February 02, 2026

Acho que esta citação é inventada, mas gosto dela 😁

 

"Há uma diferença decisiva entre os portugueses e os espanhóis. É que os portugueses são mais sábios do que parecem. Já os espanhóis parecem mais sábios do que são."

Napoleão Bonaparte

Portugal por aí



Nascente do Rio Alviela.

February 01, 2026

Público: mais um artigo enganoso de propaganda a imigrantes ilegais




Este é um artigo grande que faz deste senhor uma vítima até chegarmos ao fim e nos dizerem que ele nasceu em Portugal mas os pais não o legalizaram, dizem-nos que por várias razões mas não as explicam o que é suspeito (os pais também seriam ilegais), ele próprio podia ter-se legalizado mas não o fez, entretanto andou a cometeu crimes, foi condenado, andava por aí a guiar sem carta, fugido à polícia que tentava notificá-lo e não conseguia apanhá-lo... enfim, agora vem para os jornais queixar-se de injustiça da polícia e de "estar num limbo jurídico" e o jornal fala da polícia como se fossem seus carrascos. Este indivíduo tem 40 anos de idade e ainda foge à polícia. E tem 11 anos de prisão. 11 anos de prisão não se dão por dá cá aquela palhinha. Onde vão buscar estas pessoas que escrevem estes artigos? Porque razão havemos de ser um asilo de imigrantes ilegais e ainda por cima de pessoas que se dedicam ao crime? Mas querem destruir o país como a Inglaterra fez? O problema da imigração ilegal e do crime na Europa, sobretudo de islamitas, já é dado como exemplo negativo em todo o mundo, inclusive nos próprios países islamitas.


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Mas vamos à origem da situação que levou Bruno Furtado a ter de pagar uma multa por condução sem habilitação. Nascido em Portugal, filho de cabo-verdianos, Bruno Furtado está num limbo jurídico. Não consegue tirar a carta porque não tem nem nacionalidade portuguesa, nem autorização de residência. O seu passaporte de Cabo Verde, país onde nunca viveu nem visitou, não lhe vale de muito em Portugal sem o papel da regularização.

Por várias razões, os pais de Bruno Furtado não trataram da nacionalidade portuguesa; tinham de comprovar que já estavam a viver há vários anos em Portugal, e a trabalhar, mas quando ele nasceu tinham acabado de chegar.

Durante uns anos teve autorização de residência permanente, que caducou – e Bruno Furtado não a renovou, algures entre o período em que foi para um centro educativo entre os 13 e os quase 16 anos. Mais tarde, por volta dos 21, Bruno Furtado cumpriu pena de prisão por cúmulo jurídico de vários crimes, mas há anos que está reinserido socialmente e, portanto, esse “processo está fechado”, vinca a advogada.

A verdade é que o centro educativo onde esteve poderia ter desencadeado o processo para a obtenção da nacionalidade como alguém que nasceu em Portugal, lembra a advogada. Agora, já não o pode fazer pela via da aquisição porque foi condenado a uma pena de prisão efectiva superior a três anos.

Em paralelo, Bruno Furtado está a tratar da renovação da autorização de residência, mas afirma que na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) não lhe dão indicação sobre onde está o seu processo. De resto, no filme Complô, vê-se mesmo Ghoya a falar com uma funcionária que tratava dos processos a dizer que não tem conhecimento do mesmo.

Diz a Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais ao PÚBLICO que comunicava ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, e agora à Agência para a Integração, Migrações e Asilo, "todas as situações de todos os reclusos que se encontram irregulares no país" e que "facilita através dos serviços de tratamento prisional, os contactos com a AIMA, ainda no decurso da reclusão com vista à regularização das das situações".

Mas Bruno Furtado diz que não foi assim.

January 31, 2026

Está tudo metido nesta pocilga de pedófilos

 

Orquestrada pelo KGB. E continuam nos cargos como se nada fosse. 

Quanto mais se sabe pior fica

 

Putin mencionado mais de 1.000 vezes nas gravações de Epstein.

 

🎯 Mesmo

 


Não há a noção de como isto é patético?

 

O que estão os aliados a fazer?

 



Enviaram para lá tropas com ajuda humanitária? Engenheiros e técnicos que ponham a electricidade a funcionar? Mísseis capazes de rebentar com todas as bases aéreas militares russas? O que estão a fazer? É que nem há notícias acerca disso. 

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@olgatokariuk

É chocante como há pouca cobertura sobre a catástrofe humanitária que se desenrola na Ucrânia devido à destruição da sua rede energética pela Rússia. 
Estão -20 °C lá fora e metade do país sofreu hoje um apagão total. 
Os comboios do metro deixaram de funcionar hoje em Kiev e Kharkiv. Há semanas que se verificam apagões contínuos, muitas vezes sem aquecimento nem água corrente nas casas das pessoas. 
As pessoas adoecem e morrem por causa disso. Enquanto isso, os russos riem e pedem mais ataques para punir a Ucrânia por sua relutância em se render. São ataques que afectam milhões de civis em meio ao inverno mais rigoroso em décadas. São crimes contra a humanidade que a Rússia está confiante de que vai conseguir escapar impune. Não podemos permitir que isso aconteça.

Ukraine ran out of Patriot missiles to intercept Russian ballistic…

 


😁

 



WEll, well, well

 

Educação: impor a mediocridade a todos


Este professora americana com mais de três décadas de experiência de ensino preocupa-se, como todos nós que estamos no ramo da educação escolar, com a degradação das capacidades e desenvolvimento cognitivos dos alunos que vêm sendo demonstradas a nível mundial há mais de duas décadas, de modo consistente e gradual, num vector negativo.

Ela sintetiza aqui os pontos principais do artigo de Jared HorvathWe Gave Students Laptops and Took Away Their Brains que acompanhou a publicação do seu livro, The Digital Delusion. Horvath mostra e explica o efeito devastador dos ecrãs no desenvolvimento cognitivo e linguístico das crianças e dos jovens e propõe algumas estratégias de reversão desse fenómeno.






Uma das estratégias que ele propõe dirige-se aos pais e consiste em aconselhá-los a desconfiar das «inovações» que os governos querem impor na educação e que em geral não passam de soluções fáceis como, vamos dar um tutor digital a cada um que é igual a apenas darem acesso a uma OpenAI qualquer, para problemas complexos, muitas vezes por cedência a lobbies de empresas tecnológicas - isto digo eu. 

Horvath propõe que essas inovações sejam sujeitas a escrutínio de evidências como em qualquer projecto científico - antes de fazerem dos filhos cobaias com intuitos economicistas, sem respeito nenhum pela educação, dignidade e projecto de vida autónoma dos alunos.

Há outras estratégias propostas: ler em papel, fazer anotações. O acto de anotar um texto, construir notas de um texto ou de uma discussão oral obriga a um trabalho complexo do cérebro que engloba quase todas as áreas do córtex, nomeadamente a tarefa de seleccionar a informação relevante, organizá-la conceptualmente, apresentá-la numa sequência lógica e pertinente, encadear raciocínios de modo lógico, utilizar o vocabulário adequado, etc. Estar a ler num ecrã dispensa todo esse trabalho e pôr uma plataforma de IA a fazer trabalho por si e a dar as respostas é uma burrificação de todas as potencialidades. É como dizer: não é preciso usares o teu pensamento que a IA faz isso por ti, deixa-o aí inerte ou usa-o para te divertires. Não é preciso pensares.

Ontem dei-me ao trabalho de ouvir um podcast, que é uma coisa que detesto porque não é possível passar por cima das gorduras das conversas como se faz num texto, pela razão de ter curiosidade no assunto e querer saber de novidades na área em questão: a inteligência. A tese da psiquiatria especialista é a de que uma pessoa inteligente e muito boa numa área tende a ser muito boa em muitas outras áreas, ao contrário do que em geral se intui. 

O estudo da inteligência ainda está na pré-história, ainda se baseia em teorias do início do século XX não desenvolvidas ou testadas e várias razões que ela apresenta para a sua tese não me convenceram porque fui capaz, não sendo nenhuma especialista no assunto, de pensar imediatamente em variáveis que não foram consideradas. 

Seja como for, o que me parece é que pessoas que são bastante boas numa área, em geral tendem a pensar que também serão boas em outras áreas só por serem inteligentes naquela, esquecendo que são bons na sua área porque têm conhecimentos sólidos e experiência. De maneira que quando tentam entrar em outras áreas, faltando-lhes os conhecimentos e a experiência cometem imensos erros, dos quais não se apercebem porque partem do pressuposto que a sua inteligência basta.

É assim que vemos governantes decidir sobre assuntos dos quais pouco ou nada sabem como se fossem peritos nessas áreas. Podia acontecer rodearem-se de peritos com provas dadas, mas não, rodeiam-se de 'peritos' da sua confiança política e em consonância com os seus interesses. 

No nosso país, o último ministro da educação que fez um trabalho com mérito foi o Roberto Carneiro - que nem sequer gostava de professores. Carneiro tinha respeito pela educação e embora a sua visão da educação tenha um fundamento cristão era virada para o futuro, aberta e pluralista, mas humanista, com respeito pela autonomia da pessoa e não uma manipulação tecnocrata e meramente pragmática de engenharia social como foi apanágio de todos os que se lhe seguiram, até aos dias de hoje. Nesse sentido, investiu na educação: na riqueza do currículo escolar e na na formação continua dos professores. O empobrecimento do currículo escolar foi decidido por Crato (os alunos só têm que saber português e matemática era o seu lema) que se julga um especialista em educação; a destruição da formação contínua dos professores e até da própria, iniciada pelo anterior ministro (caso típico de se pensar um ás em todas as áreas por ter tido sucesso como linguista), está agora em plena destruição por este ministro.

O actual ME, como os anteriores, porque são professores universitários com uma carreira de sucesso, convencem-se que também serão bons em outras áreas, nomeadamente a educação escolar, a psicologia do desenvolvimento, as estruturas cognitivas, os instrumentos digitais, etc. 
É assim que decidem com critérios economicistas sem pensar ou sequer perceber o impacto que as suas medidas de merceeiro terão no futuro das crianças e jovens, logo, do país. 

Mesmo quando todos os indícios e evidências desde há mais de 20 anos são consistentes a mostrar os efeitos negativos da educação com ecrãs no desenvolvimento da linguagem e capacidades cognitivas vão impô-lo e já começaram a chamar retrógrados aos que advertem sobre os seus perigos, irreversíveis, no desenvolvimento linguístico e cognitivo.

Copiam as priores práticas -como as de Inglaterra cuja educação está um desastre- em vez de olharem para a reversão deste erro em países que consistentemente estão à frente nos índices de competências e conhecimentos dos alunos, como Singapura, Suécia, Finlândia, China.

Se a associação de pais deste país fossem composta por pessoas interessadas na educação dos filhos em vez de sicofantas de ministros, adoptavas algumas das estratégias propostas por Horvath, de cada vez que um governo vem impor mediocridade ao sistema de educação, seja com tutores digitais, seja com empresas a colocarem a leccionar nas escolas pessoas que fizeram uma cadeira de qualquer coisa num curso de qualquer coisa.

Por exemplo, de cada vez que anunciam a imposição de mais tempo de ecrã, perguntar: 'essa medida já foi validada por evidências?'; 'há países que melhoraram o desempenho dos seus alunos nos testes internacionais depois de a adoptar?', 'há evidências de prejuízo no desenvolvimento dos alunos e na sua saúde mental?' etc. Não havendo respostas positivas não deixar que se faça dos alunos cobaias de experimentos economicistas que lhes estragam a vida a eles e o futuro a nós todos enquanto país. 

Americanos ajudam Putin a matar ucranianos de frio

 


Como não conseguem ganhar a guerra de maneira nenhuma, nem mesmo com bombardeios a hospitais, maternidades, prédios cheios de civis a dormir... estão a tentar matá-los com o frio. Os americanos ajudam.

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🇺🇸 Ajuda energética dos EUA à Ucrânia fica paralisada durante onda de frio intenso 🇺🇦
A ajuda energética dos EUA destinada à Ucrânia, avaliada em cerca de US$ 250 milhões segundo fontes da Reuters, continua sem ser liberada devido a confusão burocrática e disputas internas.
Uma crise que se agrava: a decisão da administração Trump de encerrar efetivamente a USAID deixou os fundos em limbo, enquanto a Ucrânia sofre com temperaturas abaixo de zero e ataques devastadores da Rússia à sua rede elétrica. | Reuters


January 30, 2026

86,677 é o número de pessoas assassinadas às ordens de Khamenei - por enquanto

 

A Rússia é um Estado terrorista e devia ser banida de todas as organizações internacionais

 

O governo e o ME interessa-se imenso pelos estudantes...

 

Não querem que lhes construam residências universitárias porque... vão eles construir... um dia... talvez... O governo e o ME interessa-se imenso pelos estudantes...


Ministério da Educação recusou plano para criar residência estudantil a custo zero

Expresso

Universidade Nova, o ISCTE e o Instituto Politécnico de Lisboa (IPL) apresentaram ao Governo, há três meses, uma proposta para a criação de uma residência de estudantes na antiga sede do Ministério da Educação, na Avenida 5 de Outubro, comprometendo-se a assumir, com fundos próprios, o valor das obras, que assim não seriam suportadas pelo Estado. Mas nunca tiveram resposta. E, na semana passada, foram surpreendidos com a decisão anunciada pelo Executivo de transformar aquele edifício na sede da Universidade Aberta, recebendo em troca o Palácio Ceia e outro imóvel adjacente onde esta instituição de ensino à distância atualmente funciona, junto ao Príncipe Real, que serão vendidos em hasta pública.

A proposta apresentada pelas três instituições de ensino superior, a que o Expresso teve acesso, previa a criação de uma residência estudantil com 453 camas, aproveitando o projeto de arquitetura que foi aprovado pela Câmara de Lisboa em agosto de 2023 e que custou aos cofres públicos €700 mil, que desse modo não seriam desperdiçados. Como o projeto já estava licenciado, a obra de reconversão estaria pronta a arrancar. Avaliada em €25,2 milhões, a empreitada seria suportada por um consórcio constituído pela UNL, ISCTE e IPL, com recurso a fundos próprios e a um empréstimo ao Banco Europeu de Investimentos. O Estado teria apenas de ceder o direito de superfície do edifício, desocupado há oito anos.

Ao Expresso, o reitor da Universidade Nova de Lisboa, Paulo Pereira, frisa que “o projeto dava resposta a uma necessidade real de criação de alojamento para estudantes na cidade”, já que as três instituições são frequentadas, em conjunto, por cerca de 50 mil alunos, mas dispõem de apenas 600 camas na capital.

“Contactámos investidores privados e desenhámos um projeto realista, sem custos para o Estado, mas infelizmente não tivemos nenhuma resposta. Pelo esforço que fizemos em prol de uma solução que seria útil para todos merecíamos pelo menos uma justificação”, critica a reitora do ISCTE, Lurdes Rodrigues. “Não podemos deixar de sentir que este projeto não foi visto pelo ministro da Educação com a atenção que deveria ter”, lamenta o presidente do IPL, António Belo.

Questionado pelo Expresso, o Ministério da Educação e da Ciência (MECI) não explica por que razão não deu resposta à proposta, mas alega, agora, que a conversão do edifício numa residência gerida por instituições de ensino supe­rior públicas “não teria sustentabilidade financeira” sem a utilização de fundos do PRR e culpa o Governo PS pelos atrasos que afirma terem impossibilitado o uso daquelas verbas para este fim.


Segundo o MECI, as instituições públicas recebem atualmente €132 por cama, valor que considera não ser compatível com os preços incluídos na proposta e que variavam entre os €250 e os €750 mensais. “A racionalidade económica desta proposta só poderia fazer sentido numa iniciativa privada”, argumenta.

Confrontados pelo Expresso com esta resposta, a Nova, o ISCTE e o IPL contrapõem: “As questões colocadas pelo ministro só podem ter origem em dúvidas resultantes de uma leitura superficial da proposta — dúvidas que po­diam ter sido esclarecidas em diálogo.”

As instituições salientam que a proposta, que previa uma compensação ao Estado pela cedência do imóvel, assentava numa parceria público-privada que disponibilizava camas a um valor muito inferior ao do mercado — mais de 200 camas a €250/mês, quartos com kitchenette a €400/€500 e sete suítes para professores estrangeiros a €750. O objetivo era “disponibilizar quartos acessíveis a estudantes que, mesmo não beneficiando de ação social, têm dificuldades económicas para pagar os preços do mercado”, sublinham, lamentando a “oportunidade perdida”.

Com esta decisão do Governo, o histórico edifício da 5 de Outubro virá a acolher a Universidade Aberta, instituição de ensino à distância atualmente dispersa por três instalações próprias e arrendadas e frequentada por 13 mil estudantes em cursos de licenciatura, mestrado e doutoramento em modo remoto. “Vamos ocupá-lo na íntegra, não só com a reitoria e serviços administrativos mas com estúdios digitais, laboratórios remotos, auditório para conferências e um polo dedicado ao acolhimento de empresas ligadas às tecnologias educativas. Finalmente, teremos instalações condignas”, congratula-se a reitora, Carla Oliveira, sem adiantar o valor das obras, que será assumido pela instituição.

Em troca da antiga sede do Ministério, a Universidade Aberta dará ao Estado €5,3 milhões e os dois edifícios que detém na capital, entre eles o Palácio Ceia, na Rua da Escola Politécnica. Ambos serão vendidos em hasta pública e a receita será “aplicada na disponibilização de soluções de habitação e em residências académicas”, desconhecendo-se quando, onde e em que moldes.

Cenas

 


Uma pessoa passa o dia num enorme stress por ter que ir fazer uma cirurgia pequena mas chata e já imagina injecções, facas, cozimento, idas ao hospital para mudar pensos e o diabo a nove e depois chega lá já com cara de sofrimento e o médico olha para aquilo, toca e diz, "olhe, isto desapareceu tudo completamente, não vai ser preciso fazer a cirurgia" 😀 adorei, adorei! Desapareceu o stress todo num segundo.


Ninguém percebe a falta de engajamento dos europeus na defesa aérea da Ucrânia

 

Não vêem o que lá se passa? E se vêm porque não agem?


Baby, I can see your halo