September 01, 2026

Guterres. Aberrante...

 

Não tem uma palavra para os crimes de terrorismo que o Irão comete sobre o seu próprio povo. Todos os dias. As mulheres e raparigas em particular. Mais de 50 mil iranianos assassinados em dois dias de Janeiro e de lá para cá, todos os dias enforcados nos guindastes das cidades, mas Guterres, 'el cobardito' é só salamaleques com os islamitas e compreende o seu terrorismo. A culpa será de Israel, certamente. Dele é que não é porque ele "não manda em ninguém, não controla ninguém, não tem influência em ninguém". Completamente aberrante.


✈️ "Safe moments in Russian skies are over" - Zelensky




Foi da Rússia que vieram os primeiros mísseis e os primeiros drones, e estes atravessaram a fronteira do nosso país a partir do espaço aéreo russo. Esta escalada não pode nem irá permanecer confinada ao território ucraniano.

Hoje, queremos alertar todas as companhias aéreas que utilizam o espaço aéreo russo, todas as seguradoras e todos aqueles que ainda utilizam os principais aeroportos da Rússia: o espaço aéreo russo está a tornar-se completamente inseguro. A Ucrânia não representa uma ameaça para a aviação civil enquanto tal – nem para uma única aeronave civil. Simplesmente, haverá drones nos céus da Rússia numa escala que tem de ser tida em conta. Embora as autoridades russas não estejam a informar devidamente as pessoas sobre isto, o espaço aéreo russo estará, na prática, a fechar-se – a guerra iniciada pela Rússia está a fechar os seus céus.

Nós, na Ucrânia, não queremos que se percam vidas inocentes. É por isso que estamos a alertar os nossos parceiros: os dias de segurança nos céus da Rússia acabaram. É importante que isto seja ouvido pelos embaixadores dos países aqui representados na Ucrânia, bem como pelos embaixadores que trabalham em Moscovo. Cada um deles sabe exatamente o que a guerra da Rússia significa para o nosso país e para o nosso povo, e devem transmitir esta informação às suas capitais. É importante que as companhias aéreas que actualmente voam para aeroportos, principalmente em Moscovo, São Petersburgo e outros destinos-chave na Rússia, também tomem conhecimento disto.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia e as nossas outras instituições fornecerão às organizações internacionais informações completas sobre os perigos existentes no espaço aéreo russo. Os céus infestados de drones não são local adequado para a aviação civil.

 


Inglaterra: soube-se de centenas de 'casamentos' islâmicos pedófilos forçados com crianças



Tal qual como no Afeganistão e no Sudão. O fundador do Instituto de Oxford para o Islão Britânico diz aqui que não percebe como a sociedade está em silêncio (eu percebo: quem fala vai para a prisão) e também que as culturas não são todas iguais, umas são melhores e outras piores pois ficaram no barbarismo e nunca evoluíram.


E isto será a ponta do iceberg pois os pedófilos que impõem lá a lei da sharia não andam a fazer publicidade dos seus crimes de forçarem crianças e adolescentes a 'casar'.
A Inglaterra, vista de fora, é um país a caminhar para a guerra civil e para a auto-destruição, pela razão de uns terem medo dos islamitas e outros lhes venderem o país para ganhar votos na próxima eleição.
Não podemos esquecer que é exactamente este apodrecimento da sociedade que a nova-esquerda portuguesa todos os dias defende para o país.

Fui dar com este espanto de um japonês que podia subscrever:


NOBUNAGA🇯🇵🏯_Natsuki Aoi
@japan_nobunaga

Como japonês, não consigo compreender o que está a acontecer no Reino Unido.
Centenas de milhares de raparigas vítimas de violação por parte de gangues de aliciamento.
Os pais que denunciaram o caso foram detidos.
As raparigas foram castigadas pela polícia.
Os violadores são desculpados em tribunal.
Os cidadãos são intimidados a ficar calados.
Se isto acontecesse aqui no Japão, já haveria uma guerra civil.
Porque é que as forças armadas britânicas não fazem um golpe de Estado? O que estão sequer a fazer?
Isto não faz absolutamente nenhum sentido para nós. Algum britânico pode explicar esta loucura?

Os americanos a darem tiros nos pés

 


A França acaba de proibir a utilização do Windows em 2,5 milhões de computadores do governo.

Os EUA impuseram sanções ao Tribunal Penal Internacional. A Microsoft bloqueou o acesso do procurador-geral ao seu email da noite para o dia. Com um simples clique toda uma instituição ficou sem acesso ao email.

A Europa percebeu que qualquer governo que utilize software americano está a uma ordem executiva de perder o acesso aos seus próprios dados.

Eis o que deve fazer para proteger os seus:

1. A França ordenou a todos os ministérios que abandonassem o Windows, o Teams, o Zoom e toda a tecnologia norte-americana. 2,5 milhões de computadores estão a migrar para o Linux. 
A Dinamarca abandonou o Microsoft Office. 
A Alemanha migrou 30 000 computadores para o Linux. 
Todos os 27 Estados-Membros da UE assinaram uma carta de soberania digital. 
A lei norte-americana CLOUD Act permite que as autoridades norte-americanas obriguem qualquer empresa norte-americana a entregar dados armazenados em qualquer parte do mundo. É por isso que estão a abandonar esses sistemas.

2/ Transferir e-mails confidenciais
Todos os e-mails no Gmail ou no Outlook estão sujeitos à legislação dos EUA.

Crie uma conta gratuita no ProtonMail. Com sede na Suíça. Criptografia de ponta a ponta. Fora da jurisdição dos EUA. Transfira para lá os e-mails médicos, jurídicos e financeiros. Guarde o Gmail para as newsletters.

3/ Transferir ficheiros confidenciais

O Google Drive e o OneDrive são empresas norte-americanas. A lei CLOUD Act aplica-se a tudo o que estiver armazenado nessas plataformas.

Transfira tudo o que for sensível para um disco local, uma pen USB encriptada ou uma nuvem europeia, como o Tresorit ou o Filen.

Guarde o Google Drive para ficheiros que não se importe que outras pessoas vejam.

4/ Encripte as suas mensagens

O iMessage e o WhatsApp são empresas dos EUA. O Signal tem encriptação de ponta a ponta, é de código aberto e não armazena nada.

Instale o Signal. Transfira para lá as conversas sensíveis. Só funciona quando ambas as partes o utilizam.

5/ Substitua o Microsoft Office

Tudo o que escreve no Word, Excel ou PowerPoint passa pelos servidores da Microsoft.

Descarregue o LibreOffice. É gratuito. É de código aberto. Funciona offline. Os seus documentos ficam no seu computador. Sem nuvem. Sem servidores americanos.

6/ Proteja o seu navegador

O Chrome é da Google. Cada pesquisa, cada site, cada separador é reportado.

Mude para o Brave ou o Firefox. Ambos bloqueiam os rastreadores por predefinição. Nenhum deles envia o seu histórico de navegação para uma empresa americana.

  - Ayzaa


(o Brave e o Firefox continuam a ser dos EUA. Por outro lado, o Vivaldi é um navegador da UE. Ou o .

Putin diz publicamente que está a ajudar o Irão a atacar os EUA

 

🎯

 


«As mulheres interiorizaram a misoginia ao ponto de o conforto do homem ter prioridade sobre a segurança da mulher.
Esta é a coisa mais absurda que já me aconteceu na vida, o facto de as mulheres serem agora um sentimento.»

Alguns ministros não têm noção dos estragos que fazem

 

Pensa que gritar contra o Chega o torna popular... Estas atitudes do ex-chefe das polícias diz muito, acima de tudo, sobre as polícias.


Contra o “populismo” de Ventura, Luís Neves garante: “Podem continuar a gritar, vou continuar a governar”

O ministro da Administração Interna tinha prometido explicar os "assuntos todos", mas o discurso desta terça-feira serviu sobretudo para atirar ao líder do Chega, que acusou de promover a "criação de um caos que dá jeito" e para garantir que não vai abandonar o Governo. Público

Kallas: diz quem são!

 

Para que se saiba quem são os países que estão a trabalhar para Putin e o seu bando de terroristas do Kremlin.


🇪🇺🇺🇦 Kallas: «Sabemos que alguns países possuem mísseis interceptores cujo prazo de validade está prestes a expirar. Seria muito bom que fossem transferidos para a Ucrânia, para que esta os pudesse utilizar para proteger a sua população.»

Entretanto, todos os dias os ceutenses desmascaram as mentiras do Begoño

 


Aqui está mais um argumento virado ao contrário

 

É a mesma lógica e o mesmo raciocínio que se faz sobre a educação: não queremos investir na educação porque sai caro, vamos mediocrizá-la porque se certificarmos todos não se queixam. Aqui o argumento é: não queremos investir na melhoria da justiça e dos tribunais, logo, vamos mediocrizar as leis.

Conselho Superior diz que mudanças nas leis “não podem continuar a ser aprovadas sem estudo de impacto nos tribunais”. Constitucional não apontou irregularidades a mudanças aprovadas pelo Parlamento. publico.pt

Portanto, o legislador não legisla no interesse do país para não incomodar os tribunais com trabalho. 

Onde vão buscar estas pessoas? E porque temos que levar com elas em cima a decidir das nossas vidas? 


E que tal falar sem demagogia?

 


Que tal ser mais exigente com as universidades, em vez de o ser com os jovens?
Que tal aprender e fazer como fazem os países sem numerus clausus, como a Bélgica ou França, ou universidades como a University of California que recusam exames estandardizados?

Luis M. Rocha

Público 
Deveria chocar todos os portugueses que alunos mais pobres sejam apenas 3% dos novos colocados no ensino superior público este ano. Mas ler as declarações de reitores das universidades públicas ou outros responsáveis pela educação em Portugal é ainda mais frustrante e enfurecedor.

Estes frequentemente relacionam “exigência” académica com a prática nacional de definir a entrada na universidade pública por numerus clausus baseados em (um ou dois) exames e notas da escola secundária. 

Transmitida por reitores, governantes e pelos meios de comunicação nacionais, esta falácia é uma ideia zombie sem qualquer evidência empírica que a justifique (já anteriormente escrevi sobre essa falta de evidência). Notas em exames ou médias do secundário não revelam as pessoas com maior criatividade e desempenho profissional. Alguém acha que os melhores futuros médicos ou engenheiros se revelam pelas notas em exames de Biologia, Química, Matemática ou Geometria Descritiva do secundário?

O objetivo do numerus clausus e dos exames de acesso à universidade (como implementados) é o elitismo. Na prática, essa chamada “exigência” é um mecanismo de autosseleção e preservação das classes dominantes que têm melhores recursos para preparar os seus filhos — Engenharia Aeroespacial e Medicina são símbolos valiosos na dinâmica social deste elitismo. Isto não é a procura da excelência, exigência, capacidade ou mesmo inteligência (se esses conceitos fossem definidos) e explica tanto da falta de imaginação observada na academia, governação, inovação, economia e sociedade portuguesa.

O sistema educacional português parece estar viciado neste elitismo, mas as coisas não têm de ser necessariamente assim. Não temos de aceitar que a promessa da nossa Constituição esteja por cumprir, com o sistema "exigente" vigente a levar necessariamente ao corolário agora observado em que só 3% dos alunos que entram na universidade são de famílias pobres. Também as bolsas de incentivo não são mais do que caridadezinha sem impacto na trajetória garantida do sistema atual — além de criarem ressentimento justificado nos alunos e famílias da classe média que não são suficientemente pobres para as bolsas, nem têm os recursos das famílias mais ricas.

Que tal aprender e fazer como fazem os países sem numerus clausus, como a Bélgica ou França, ou universidades como a University of California que recusam exames estandardizados? Ou Cambridge ou Oxford que usam métricas holísticas? Será que os engenheiros formados em Berkeley, Cambridge ou na França não são capazes?

Entretanto, as universidades de Lisboa e Porto estão na posição 300-400 no ranking de Xanghai. Será a "exigência" e a "excelência"? O reitor da universidade do Porto (e ex-governante) está feliz que manteve a "exigência" de dois exames. Se exigíssemos classificações tão altas às universidades portuguesas como estas exigem aos jovens portugueses, um numerus clausus a elas aplicado, pelas "notas" no ranking de Xanghai, por exemplo, resultaria num grande chumbo. Certamente não é uma prestação equivalente à nota de entrada em engenharia aeroespacial que estas exigem aos jovens portugueses.

Esta falta de imaginação da universidade portuguesa lembra-me a história de Walter Pitts, um dos inventores das primeiras redes neuronais que eventualmente deu na inteligência artificial atual. Ele não acabou a escola secundária, abandonando-a aos 15. Ficou até um jovem sem abrigo. Mas, após impressionar os melhores cientistas da universidade Chicago à conversa (certamente não com exames e médias de escolinha), acabou por fazer um doutoramento no MIT — já depois do artigo famoso de 1943 com Warren McCulloch sobre redes neuronais que motivou a cibernética. Quantos Walter Pitts pode a sociedade portuguesa dar-se ao luxo de não aproveitar (e até destruir pela saúde mental), para preservar os privilégios das suas elites?
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Este é um artigo ideológico cheio de demagogia por parte de um indivíduo com muitos títulos (fui ver quem era porque os jornais pensam que as pessoas são mundialmente conhecidas) mas nenhuma deles ligado à pedagogia ou à filosofia da educação ou à filosofia política. 

Vejamos: 

1. Alega que as notas do secundário e as notas dos exames são irrelevantes para se seriar alunos para as universidades, mas em vez de fundamentar esta petição de princípio, argumenta com exemplos que são excepções: indivíduos com boas notas que vieram a não ser bons profissionais ou aquelas pessoas, que são tão poucas que até as conhecemos pelo nome, que desistiram de estudar e tiveram sucesso na vida. Anda aí um miúdo com 4 anos na internet que compõe músicas e toca como um adulto. Alguém aceitaria que se usasse o seu caso excepcional como exemplo para alegar que o bom estudo da música é irrelevante para os músicos?  

Não podemos nunca ter a certeza que um indivíduo vai ser bom médico por ter tido 18 ou 19 a biologia, química, matemática, português, filosofia, inglês, etc. No entanto, temos a certeza que é alguém capaz de seriedade no trabalho, auto-disciplina, concentração, dedicação e interesse por aprender e actualizar-se, qualidades sem as quais nenhum médico pode ser bom médico. Quem diz médico, diz outra profissão qualquer que requeira estudo, actualização de conhecimentos, auto-disciplina, capacidade de trabalho, inteligência, etc. Já um aluno que passou com médias de 10 ou 12 a todas as disciplinas, até pode ter jeito para a medicina ou a engenharia ou a política, mas os sinais que mostrou foram de não ter vontade de conhecimento, de auto-disciplina, de progressão, de esforço e de dedicação. Quem é que quer um trabalhador (ou um político) com essas características?

2. Dizer que o objetivo do numerus clausus e dos exames de acesso à universidade (como implementados) é o elitismo é uma afirmação ideológica de cariz comunista ou por aí, pois resume as relações sociais a classes: as elites e os oprimidos. Ao fazê-lo até entra em contradição, pois ao criticar as universidades elitistas, argumenta com o caso do MIT, de Berkeley, Cambridge e Oxford, algumas das universidades mais elitistas do mundo dizendo que as universidades portuguesas são pindéricas e que deviam querer ser como as elites. É o que se chama tropeçar nas próprias pernas.

3. O caso de Portugal não ser um país rico, não ter universidades para toda a gente poder ir estudar e ter de escolher quem entra, nomeadamente em cursos que implicam equipamentos e materiais caros que só por si limitam o número de estudantes não lhe passa pela cabeça. É um pormenor irrelevante...

4. Também não lhe passa pela cabeça que os empregadores não estão interessados em alunos que entraram para a universidade com média de 10 e saíram de lá com média de 10 só para agradar à ideologia da esquerda. Estão interessados nos que prometem ser bons. Alguns até podem vir a ser maus trabalhadores, assim como algum que tenha tido sempre más notas pode revelar-se bom trabalhador, mas esses casos são a-normais e ninguém os busca porque nenhum empregador quer apostar o seu dinheiro no imprevisível como se fosse um jogo de sorte e azar.

5. A única coisa que ele diz com verdade objectiva é que os mais pobres têm mais dificuldade em entrar em certos cursos, porque são caros e porque o seu contexto os prejudica à partida relativamente aos outros. No entanto, a solução não é abrir as portas das universidades a toda a gente (nem é útil ou importante que toda a gente tire um curso universitário), a solução é apostar em melhorar a vida das pessoas e apostar na educação pública. 

Já tivemos uma educação que era mesmo um elevador social, e se calhar este tipo até beneficiou dela. Acontece que por todo o lado se desinvestiu na educação pública para canalizar o dinheiro para qualquer outro lado -políticos, corrupção, administradores de universidades com Ferraris, etc.- e não querendo investir na qualidade do ensino, tem-se optado por torná-lo medíocre, burocrático e miserabilista, de modo que todos possam ser certificados. 

Este indivíduo que escreve este artigo com incapacidade argumentativa é mais um exemplo da nova-esquerda que advoga o miserabilismo e a mediocridade vestidos com as roupas da superioridade moral humanista de defender os que têm menos. 

Só que as coisas são ao contrário do que diz: quanto menos recursos tem um aluno, mais temos que lhe dar em qualidade e exigir dele, para que possa ir armado com uma formação de qualidade e mérito, sólida, para o meio dos outros que tiveram vantagens de partida, justamente porque não tem cunhas e dependerá apenas si mesmo e da sua qualidade. Logo, tem de dar nas vistas pelo seu mérito e não com argumentos de apelo à piedade e de ideologia marxista e trotskista de ir destrui o mundo das elites, pois como sabemos, essas ideologias não destroem elites, criam é outras elites, muito mais facínoras.

E que tal falar sem demagogia e sem falácias de apelo à piedade?

 


“Que vida portuguesa melhora por uma criança estar detida?” Associação reage à decisão do TC

A associação há cinco anos trabalha na inclusão de crianças e jovens estrangeiros não acompanhados em Portugal.

Amanda Lima, DN

"O Acórdão faz referência à tensão entre o 'assegurar a efetividade do controlo de fronteiras' e 'ingerências na liberdade pessoal de cidadãos estrangeiros'. Que responsabilização pode ser feita de uma criança de 10 anos que foi metida num avião ou autocarro sozinha por pais que só queriam uma vida melhor para ela?", lê-se.

E dá mais exemplos. "Que crime cometeu um miúdo que, aos 14 anos, decidiu que queria mais do que só apanhar cacau a vida toda e, depois de deixar todas as suas poupanças, família e dignidade para trás, chegou a Portugal aos 16 anos para estudar e trabalhar e conseguir ajudar a mãe que ficou lá longe sozinha? Que ingerências cometeu um adolescente de 15 anos que fugiu dos talibã depois de lhe matarem o pai e os irmãos e lhe dizerem que ele era o próximo?".
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A questão que foi ao TC é a da imigração ilegal ser, ou não, um prejuízo para o país e também a de saber se todo o imigrante ilegal tem direito a ser recebido e beneficiar dos recursos do Estado português. Este artigo põe a questão em termos dos imigrantes ilegais serem crianças ou adolescentes e os portugueses estarem a fazer-lhes mal gratuitamente.

Em primeiro lugar, e olhando para o que se tem passou e passa em outros países quase à beira da guerra civil por causa das questões da imigração em massa, vemos que acontece muito os pais mandarem crianças e adolescentes à frente sozinhas para depois as usarem para pedir reagrupamento familiar e trazerem a família toda atrás, que podem ser dezenas de pessoas, entre as quais vêm criminosos.

Em segundo lugar, contam-se às dezenas de milhar os rapazes que vêm sozinhos sem documentos e dizem ter 14 ou 16 anos e depois de se investigar, com muito trabalho, vem-se a saber que têm 20 anos ou mais e usaram esse estratagema para conseguir entrar.

Em terceiro lugar, mesmo se os rapazes têm 14 ou 16 anos, ter 14 ou 16 anos no Afeganistão ou no Bangladesh é muito diferente de os ter aqui na Europa. Aqui, rapazes dessa idade são ainda infantis, mas nesses países, pode acontecer que já tenham violado alguém, ou espancado uma irmã por honra, ou visto os pais violarem e matarem infiéis, etc. Quando olhamos para a Inglaterra e Suécia, esses casos são mato.

Portanto, uma coisa é uma rapariga vir sozinha ou com outra fugida do Afeganistão ou outro país islamofascista de pedófilos e pedir asilo, outra são imigrantes ilegais que vêm à procura de beneficiar do sistema do Estado social europeu.

Este artigo fala como se todos os imigrantes fossem almas puras em busca de trabalho e com vontade de integração. As evidências de centenas de milhar ou milhões de casos em outros países europeus desprovam-no.

Uau! Que coragem...

 

Um alemão disse a um russo que deve acabar com a guerra. Ok... e depois de falares, o que fizeste? É que ainda estamos à espera que Merz decida se vai fazer alguma coisa como anunciou. Há vários dias...


Há universidades a banir o uso de equipamentos electrónicos no 1º ano

 

E a banir permanentemente certas práticas durante as avaliações ou de tirar notas com uso desses equipamentos. Perceberam finalmente os danos que a IA faz a mentes em desenvolvimento de processos cognitivos.

Portugal por aí

 



Forte de São Filipe. Setúbal.
Foto de Hello Portugal

August 31, 2026

'Farmar aura' foi um termo que aprendi no ano passado com um aluno

 

No ano passado, lá para o fim do 2º período, um aluno de uma turma péssima que tive (péssima em todos os sentidos) perguntou-me numa aula, 'a professora farma a sua aura?' Nem percebi a pergunta e aliás, o que ouvi foi, 'a professora forma a saura?' Disse-lhe, não percebo que está a perguntar-me. Só à 2ª repetição, quando ele falou devagar é que ouvi a pergunta correctamente. Disse-lhe, 'não sei o que é farmar, nunca ouvi essa palavra, esse verbo'. -É brasileiro dos jogos, disse ele. 'Ok, mas o que significa isso de farmar?' -Bem, queria saber se a professora faz alguma coisa pela aura. 'Faço alguma coisa pela aura. Qual aura?' Estava a interpretar aquilo no sentido das pessoas que vêem cores à volta das outras. -A sua aura. Sempre a teve ou farmou-a? Só então percebi: 1. pelos vistos tenho uma aura; 2. ele queria saber se desenvolvi estratégias específicas para ter a tal aura. Respondi-lhe: se está a perguntar se tenho estratégias para causar impacto significante na sala de aula, sim, claro que tenho. -Ah, então já farmou a sua aura.


Batalhas para 'farmar aura': nova moda já está a ocupar espaços públicos



Este homem andou a dar baixa na garrafeira...

 

Com certeza sabe que tudo o que disser aos americanos vai diretamente parar a Putin, não sabe? 

Tratados de paz com a Rússia

 


No dia 31 de agosto de 1996, a Rússia e a Chechénia assinaram um acordo de paz. A Rússia não tinha conseguido destruir a independência da Chechénia pela força, pelo que assinou um «acordo de paz». A fotografia de cima mostra esse momento.
A fotografia de baixo passa-se três anos mais tarde, em 1999, quando a Rússia voltou a invadir o país, depois de se ter rearmado.
Os tratados de paz com a Rússia só podem ser feitos com a Rússia de joelhos e a parte contrária em posição de força permante. 
A Rússia não respeita nenhum tratado. Respeita a força e a demonstração da força.



A morte de raparigas menores por estrangulamento sexual não pára de aumentar



É uma moda que vem directamente da pornografia e que os rapazes/homens induzem as raparigas menores a consentir. Mesmo quando não morrem, podem ficar com lesões cerebrais (pela falta de oxigénio), défice cognitivo, ter AVCs e ganhar problemas crónicos para a vida.
Também concordo com a ideia de responsabilizar as plataformas digitais pelo assédio de pornografia que vomitam para cima de crianças e adolescentes, mas enquanto isso se discute e implementa, o que levará anos, milhões e milhões de rapazes e muitas raparigas, logo aos 12 anos já estão viciados em pornografia extremamente violenta - contra as raparigas. De notar que os homens são quem vê pornografia extremamente violenta: violações reais, não encenadas, tortura, mutilações, etc.  Enquanto isso, discute-se se proibir o acesso a pornografia e redes sociais que a divulgam é ir contra os direitos das crianças e adolescentes. A geração que estará no poder nos anos 40/50 que aí vêm é uma geração sem saber ler nem escrever, educada pela mediocridade das redes sociais, pela pornografia e pelo activismo extremista das actuais elites unineuronais que pululam nas universidades.

Genevieve Gluck

Tem sido repugnante ver homens a surgirem do nada após a morte de uma rapariga de 16 anos por estrangulamento sexual para dizer coisas como: «As mulheres gostam mais de sexo violento do que os homens.» Uma rapariga morreu e estes falhados estão mais interessados em defender os seus preciosos hábitos pornográficos.

 

Zelenskyy's update