É a mesma lógica e o mesmo raciocínio que se faz sobre a educação: não queremos investir na educação porque sai caro, vamos mediocrizá-la porque se certificarmos todos não se queixam. Aqui o argumento é: não queremos investir na melhoria da justiça e dos tribunais, logo, vamos mediocrizar as leis.
Conselho Superior diz que mudanças nas leis “não podem continuar a ser aprovadas sem estudo de impacto nos tribunais”. Constitucional não apontou irregularidades a mudanças aprovadas pelo Parlamento. publico.pt
Portanto, o legislador não legisla no interesse do país para não incomodar os tribunais com trabalho.
Onde vão buscar estas pessoas? E porque temos que levar com elas em cima a decidir das nossas vidas?