June 29, 2026

Totalmente de acordo - é difícil acreditar que Costa não sabia e que não mandaram esconder a informação




Uma coisa é termos estrangeiros a virem, de modo legal, aos poucos e podermos integrá-los e evitar a entrada de certo tipo de imigração violenta e instabilizadora, outra diferente é fechar o SEF e abrir as portas a quase um milhão de pessoas que vão engrossar enclaves completamente impenetráveis com custos para todos nós, e não só económicos. 



"Em nome da transparência", o PSD vai avançar com audições parlamentares sobre imigração

O porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, quer responsabilizar o governo de António Costa pelo aumento populacional de estrangeiros em Portugal e as pressões nos serviços públicos, que segundo o também vice-presidente social democrata estão "mais difíceis de resolver hoje devido a essa forma de governação sem informação".

Vítor Moita Cordeiro

O porta‑voz do PSD – pela primeira vez nessa qualidade, desde que foi nomeado por Luís Montenegro no fim de semana passado –, Sebastião Bugalho, afirmou esta segunda-feira, 29 de junho, na sede nacional do partido, que os novos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre a população residente deixaram “perplexa” a sociedade portuguesa, ao revelarem que o número de estrangeiros duplicou entre 2021 e 2025, passando de 7,1% para 14%. 

Por esse motivo, o PSD vai avançar com uma série de audições parlamentares centradas nestes números, que, sustentou, demonstram que a política migratória do governo de António Costa teve impacto direto no rendimento per capita, na crise da habitação e na pressão sobre serviços públicos como o Serviço Nacional de Saúde e a escola pública.

Baseado em números do Instituto Nacional de Estatística (INE), Sebastião Bugalho disse que só em 2023 houve um aumento de 29,2% da população estrangeira e que, em 2022, o país cresceu mais de 330 mil pessoas.

Por este motivo, o PSD vai avançar com audições parlamentares para apurar responsabilidades políticas. O também eurodeputado social-democrata questionou se o Governo socialista sabia do aumento populacional e se projetou políticas públicas para dar resposta ao fenómeno.

O porta‑voz insistiu que os dados agora conhecidos não permitem perceber “o que é que quem governava sabia e não disse”, nem que medidas foram tomadas para proteger serviços públicos perante este crescimento populacional.

Sebastião Bugalho defendeu que governar sem números fiáveis tornou mais difícil enfrentar crises como a da habitação ou a do SNS e sublinhou que o Governo da AD, desde 2024, introduziu regras no sistema migratório – como o fim da manifestação de interesse, a criação da Unidade de Estrangeiros e Fronteiras na PSP e alterações às leis da imigração, nacionalidade e retorno – não para agradar a ninguém, mas para corrigir uma situação “desregrada” herdada do Executivo anterior.

Sebastião Bugalho afirmou que o atual líder do PS, José Luís Carneiro, deverá ser chamado ao Parlamento, dada a sua responsabilidade na extinção do SEF, na administração interna e na rede consular, tendo em conta que na altura era ministro da Administração Interna.

Reforçou que o objetivo das audições não é apenas responsabilizar, mas esclarecer o que foi feito, o que não foi feito e porquê. Bugalho apelou ainda a um compromisso dos partidos da oposição para resolver problemas que, segundo o PSD, foram agravados ou camuflados pelo Governo socialista.

Sebastião Bugalho rejeitou que o PSD esteja a promover um discurso contra a imigração, até porque, sublinhou, “esta não é uma conferência de imprensa a dizer que temos imigrantes a mais. Esta é uma conferência de imprensa a dizer que tivemos regras a menos para a integração desses imigrantes”.

“Nós não abdicamos da nossa forma gradualista, moderada e humanista de lidar com o fenómeno da imigração, mas isso só é possível com regras e com informação”, insistiu, acrescentando que “não é possível integrar ninguém se nós não soubermos quantas pessoas são para integrar”.


Exhaustion, not conviction, is the goal

 


Ficámos a saber porque é que o ME nunca sabe quanto professores estão a trabalhar e quantos faltam



Não têm as bases de dados actualizadas: chamaram para classificar exames professores já reformados, alguns que já faleceram. Como é que uma instituição que nem sequer consegue ter a base de dados actualizada espera conseguir organizar, à última da hora, uma classificação digitalizada dos exames? No ano passado experimentaram o processo apenas com os exames de Filosofia, que são poucos, cerca de 15 mil, dado o exame não ser obrigatório e, depois disso não parecer ter corrido mal (como era um teste não foi divulgado como correu), pensaram que podiam estender o processo a todos. Só que a totalidade dos alunos é de 160 mil alunos, cada um a fazer 1 (12º) ou 2 exames (11º), em cada exame a escrever 8 a 10 páginas (a organização das respostas agora é diferente: cada questão tem a sua página de resposta própria e só nela se pode responder; se o aluno quer escrever mais naquela resposta tem folhas próprias de continuação de resposta que podem ser no próprio caderno de respostas ou em folhas extra soltas, uma para cada continuação - também há queixas destas páginas soltas se terem extraviado [vê-se porque os alunos deixam frases a meio, o que implica que continuaram em outra folha]): são milhões de páginas para organizar e digitalizar e depois enviar aos professores correctores em plataforma digital. Era costume os alunos fazerem os exames de manhã e ao fim da tarde entregarem os exames aos professores classificadores. Agora, passaram mais de 10 dias do exame de Português, por exemplo, e ainda não têm os testes. Alguns têm uma resposta aqui e outra acolá.  Não há ali ninguém com 2 dedos de testa?



Directores das escolas respondem ao Eduqa e recusam responsabilidades por falhas na classificação de exames

Público

Dirigentes não gostaram de ser responsabilizados por alguns dos problemas que estão a afectar a operação de classificação digital dos exames nacionais.

Não é "aceitável que se procure transferir para as escolas responsabilidades que manifestamente não lhes pertencem". É a resposta da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) ao Júri Nacional de Exames (JNE) e ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (Eduqa).

As falhas no processo de digitalização dos exames têm marcado a ordem do dia. Há professores que não conseguem aceder às provas na plataforma desenvolvida para que estas sejam classificadas; outros que dizem que as folhas de resposta que aparecem têm problemas; e também abundam as notícias de erros nas convocatórias de classificadores, que têm chegado a aposentados ou a docentes que há muito não estão a trabalhar nas escolas às quais aparecem associados.

"A associação não pode deixar de manifestar a sua preocupação relativamente às referências constantes do comunicado [do JNE e do Eduqa] que parecem atribuir às escolas e aos directores responsabilidades nos problemas ocorridos. Importa recordar que as escolas cumpriram, dentro dos prazos estabelecidos, todos os procedimentos que lhes foram solicitados pelo JNE. Aliás, o próprio comunicado reconhece que o processo de preparação das provas para classificação digital enfrenta dificuldades técnicas e que se encontra em fase de resolução", afirmam os directores.

"Trata-se de um problema cuja origem se situa no domínio tecnológico e organizacional da entidade responsável pela operacionalização deste novo modelo, não sendo aceitável que se procure transferir para as escolas responsabilidades que manifestamente não lhes pertencem", continuam.

June 28, 2026

Toda a gente sabe isto. Até os hipócritas das flotilhas


O islamismo é um tipo de ideologia fascista religiosa e como tem, desde o seu nascimento com o seu profeta, um objectivo de violência, não acredito que possa reformar-se. Os muçulmanos individuais podem reformar-se, sim, não o islamismo, da mesma maneira que não se lutava contra os alemães individuais mas sim contra o nazismo e também não se luta contra os russos individuais mas contra o russismo. Sendo certo que, da mesma maneira que houve um processo de desnazificação, também tem de haver um de descolonialismo-russófilo e de descolonialismo-islamita.

 

Khaled Hassan
@Khaledhzakariah

Nunca fui um muçulmano praticante e observante.
No entanto, até à adolescência, até eu queria que o Islão dominasse a Europa e o Ocidente.
Ensinam-nos que as maiores conquistas do Islão são a conquista e o colonialismo.
Ensinam-nos que a maior coisa que poderíamos fazer é possibilitar a invasão e a conquista de países não-muçulmanos.
Este é um facto que só um ex-muçulmano vos dirá.

Uma breve história factual (incompleta) da violência (ainda em curso) islâmica




@03MarineGrunt

História factual do Islão. 

contra judeus

O Islão, fundado em 622, com o seu primeiro acto de violência em massa em 622. Zero anos como «a religião da paz». 

622 O Islão foi fundado

622 Limpeza étnica de judeus de Meca e Medina

622 Extermínio das 14 tribos árabe-judaicas

629 1.º massacre em Alexandria

1033 1.º pogrom de Fez (violência de caráter étnico), Marrocos

1066 Assassinato em massa em Granada

1106 Ali Ibn Yousef Ibn decreta a pena de morte para todos os judeus

1165 O rabino-chefe do Magrebe foi queimado vivo

1220 Dezenas de milhares de judeus massacrados no Iraque, na Síria, na Turquia e no Egito

1276 2.º pogrom de Fez, Marrocos

1385 Massacres de Khorasan, Irão

1438 1ºs massacres do gueto de Mellah

1465 3º pogrom de Fez, Marrocos

1517: 1º pogrom de Hebron (massacre de judeus), Palestina

1517: Massacre de Marsa Ibn Ghazi, Líbia

1577: Massacre da Páscoa judaica, Império Otomano

1588-1629: Pogroms de Mahalay (série de ataques violentos e assassinatos), Irão

1630-1700: Judeus iemenitas forçados a submeter-se à sharia dos dhimmi

1660 2º pogrom de Safed, Palestina

1679 Massacres de Sanaa, Iémen

1747 Massacres de Mashhad, Irão

1785 Pogrom de Trípoli, Líbia

1790 Pogrom de Tetuão

1805 1º pogrom de Argel, Argélia

1808 2º massacre do gueto de Mellah

1815 2º pogrom de Argel

1820 Massacre de Sahalu Lobiant, Síria

1828 Pogrom de Bagdade, Iraque

1830 3º Pogrom de Argel

1830 Limpeza étnica de judeus, Irão

1834 2º Pogrom de Hebron, Palestina

1834 Pogrom de Safed, Palestina

1839 Massacre dos judeus de Mashasi, Irão

1840 Incidente de Damasco

1844 1º pogrom do Cairo

1847 Pogrom de Dar al-Qamar, Líbano

1847 Limpeza étnica dos judeus de Jerusalém

1848 1º pogrom de Damasco, Síria

1850 1º pogrom de Alepo, Síria

1860 2º pogrom de Damasco

1862 1º pogrom de Beirute, Líbano

1864-1880 Massacre em Marraquexe, Marrocos

1866 Pogrom de Kuzguncuk, Turquia

1867 Massacre de Barfurush, Turquia

1868 Pogrom de Eyub

1869 Massacre em Tunes e Sfax, Tunísia

1870 2º pogrom de Alexandria

1870 1º pogrom de Istambul

1871 1º massacre de Damanhur, Egito

1872 Massacre de Edirne, Turquia

1872 1º pogrom de Esmirna, Turquia

1873 2º massacre de Damanhur

1874 2º pogrom de Esmirna

1874 2º pogrom de Istambul

1874 2º pogrom de Beirute

1875 2º pogrom de Alepo

1875 Massacre na ilha de Djerba, Tunísia

1877 3º massacre de Damanhur

1877 Pogrom de Mansura, Egito

1882 Pogrom de Homs, Síria

1882 3º massacre em Alexandria

1890 3º pogrom de Damasco

1890 Massacre de Tunes

1891 4º pogrom de Damasco

1897 Massacre na Tripolitânia, Líbia

1901 3º massacre no Cairo

1901 4º massacre em Alexandria

1903 Pogroms de Taza e Settat

1903 1º massacre de Port Sa’id, Egito

1907 Pogrom de Casablanca

1908 2º massacre de Port Sa’id

1911 Pogrom de Shiraz

1912 4º Pogrom de Fez

1917 Massacre de Bagdade

1920-30 Motins árabes, Palestina

1921 1º Motim de Jaffa, Palestina

1922 Massacres de Djerba, Tunísia

1929 3º Pogrom de Hebron

1929 3. Pogrom de Safed

1933: 2ºs motins de Jaffa

1934: Pogrom da Trácia, Turquia

1936: 3ºs motins de Jaffa

1941: Massacres de Farhud, Iraque

1945: 4º massacre do Cairo

1945: Pogrom da Tripolitânia

1947: Pogrom de Aden

1947: 3º Pogrom de Aleppo

1948 Pogroms de Oujda e Jerada, Marrocos

1948 Massacre na Líbia

1955 3º pogrom de Istambul

1965 5º pogrom de Fez

1967 Motins em Tunes

1967 Motins na Líbia

1969 Enforcamento de judeus em Bagdade

1970-PRESENTE Massacres de cristãos na Nigéria

1980-presente: Ataques dos fulani contra cristãos, na Nigéria

Décadas de 2000-2010: Ataques islâmicos contra cristãos, no Egito

2014-17: Genocídio de cristãos, na Síria e no Iraque

2015-presente: Massacre de cristãos pelo ISWAP na Nigéria

[2023 Pogrom no sul de Israel - massacres e extrema violência sexual]

2025: Massacre na igreja de Mar Elias, em Damasco

2025: Genocídio de cristãos, drusos e alauítas, na Síria


contra cristãos:


@ariginator

Eis os factos contra os cristãos:

666 Uqba ibn Nafi massacra cristãos nas cidades do sul, Tunísia
Séculos VII-VIII Destruição de igrejas durante as conquistas no Norte de África, Norte de África
850 Perfectus executado por blasfémia, Espanha
851 Isaac executado por denunciar o Islão, Espanha
852 Aurelius e Natalia executados, Espanha
853 Fandila executada, Espanha
853 Columba executada, Espanha
853 Pomposa executada, Espanha
856 Helias, Paulus e Isidorus executados, Espanha
856 Argimirus executado, Espanha
857 Rudericus e Salomão executados, Espanha
859 Eulógio executado, Espanha
859 Leocritia executada, Espanha
Século IX: Incêndios de igrejas e assassinatos de monges, Egito
1009: Destruição da Igreja do Santo Sepulcro por al-Hakim, Jerusalém
1009: Destruições generalizadas de igrejas e perseguição por al-Hakim, Egito
1009-1012: Perseguição aos cristãos sob o reinado de al-Hakim, Síria e Egito
Século XII: Conversões forçadas de cristãos pelos almóadas, Norte de África
Século XII: Destruição de igrejas e expulsões pelos almóadas, Espanha
Séculos XII-XIII: Eliminação de comunidades cristãs sob o domínio almóada, Norte de África
Século XIV: Massacres de cristãos por Timur, Mesopotâmia
Século XIV: Perseguições e massacres de cristãos por Timur, Pérsia
Século XIV: Assassinatos de cristãos por Timur, Síria
1822: Massacre de cristãos gregos em Quios, Grécia
1894-1896: Massacres de cristãos arménios sob o reinado de Hamid, Império Otomano
1915: Início do Genocídio Arménio, Império Otomano
1915: Genocídio Assírio (Sayfo), Império Otomano
1915 Início das deportações e massacres de gregos, Império Otomano
1915-1923 Genocídio arménio, Império Otomano
1915-1923 Genocídio assírio, Império Otomano
1914-1922 Genocídio grego, Império Otomano
1922 Novos massacres e expulsões de cristãos gregos, Turquia
1970 Massacres de cristãos, Nigéria
1980 Ataques dos fulani contra cristãos, Nigéria
Anos 2000 Ataques contra cristãos coptas, Egipto
2014 Ultimato do ISIS e assassinatos de cristãos em Mossul, Iraque
2014-2017: Genocídio de cristãos pelo ISIS, no Iraque e na Síria
2015: Decapitação de 21 coptas egípcios pelo ISIS, na Líbia
2015: Sequestro e assassinato de cristãos assírios pelo ISIS, na Síria
2015–presente: Massacres de cristãos pelo ISWAP e pelo Boko Haram, na Nigéria
2018: Ataque do ISIS a peregrinos coptas, no Egipto
2025: Massacre na igreja de Mar Elias, na Síria
2025: Violência contra comunidades cristãs, na Síria

E ainda:

A colonização e subjugação de parte da Europa.

E ainda:




O Irao e o Egipto querem que a FIFA proíba gays enquanto estiverem nos EUA para não ofenderem o islão

 

Dizem que é para que se respeitem os seus valores. Porque é que uma democracia deveria pisar os seus próprios valores ara promover valores de uma religião-ideologia violenta, implacável e intolerante? Os países islâmicos e os movimentos extremistas e terroristas como a Irmandade Muçulmana são como Putin e todos os ditadores e terroristas: quanto mais os apaziguam e toleram mais eles crescem em violência, em arrogância e assédio. Querem vir para o Ocidente mas não querem ver gays, mulheres livres, cães, carne de porco, cristãos, querem o direito de impedir ruas com rezas, incomodar toda a gente 5 vezes por dia com os chamamentos para orações, não cumprimentar as mulheres, 'casar' com crianças, violar raparigas, etc. Entretanto nas suas terras, os não muçulmanos nem sequer podem pisar as mesmas ruas que eles. E nós chamarmos a atenção para esta ideologia violentíssima e perigosa é islamofobia.


«Nunca vi tanta determinação em desafiar leis para enfiar homens nos espaços das mulheres.»

 

Um enxame de abelhas direitas ao alvo

 


Coisas boas - Um rapaz cria uma espécie de Tinder para a indústria têxtil portuguesa




Jovem de Ovar liga gigantes do vestuário a fábricas portuguesas
Fátima Castro

Criada por um jovem de 19 anos, a NovaSupplier reúne 30 fábricas e 120 marcas registadas numa plataforma que aproxima marcas internacionais da indústria têxtil portuguesa.

Aos 19 anos, Matias Santos tomou uma decisão pouco comum: abandonou o curso de Economia da Universidade Católica do Porto para dedicar-se a tempo inteiro a uma ideia que acreditava poder aproximar duas realidades que raramente se encontram sem intermediários — as marcas de moda internacionais e as fábricas portuguesas.

A ligação ao setor têxtil já vinha de trás. Natural de Ovar, cresceu num ambiente onde a indústria fazia parte das conversas do dia-a-dia. A mãe é acionista da Move On e os avós trabalharam toda a vida no setor.

O jovem empreendedor explica que “ao longo de várias gerações, as fábricas de Barcelos, Guimarães, Braga e do Vale do Ave produziram peças para algumas das maiores marcas do mundo. Os seus nomes raramente aparecem nas etiquetas, mas o seu trabalho chega aos quatro cantos do planeta”.

“A qualidade está lá. A capacidade está lá. O que faltava era uma forma simples de as marcas chegarem às fábricas“, resume.

Segundo o jovem empreendedor, grande parte das marcas independentes estrangeiras não consegue aceder diretamente aos fabricantes portugueses. Muitas vezes dependem de agentes e intermediários que fazem a ponte entre as duas partes, cobrando comissões que podem variar entre 10% e 20%.

Foi precisamente para eliminar essa barreira que criou a NovaSupplier apenas com 19 anos. Fundada no final de 2025, a startup funciona como uma plataforma digital de sourcing que permite a qualquer marca, em qualquer parte do mundo, encontrar o fabricante português mais adequado ao seu projeto, pedir orçamentos, comunicar diretamente e efetuar pagamentos.
“O objetivo da NovaSupplier é ligar marcas de vestuário europeias diretamente às fábricas portuguesas, sem nenhum agente ou intermediário pelo meio”.
A plataforma reúne atualmente cerca de 30 fábricas portuguesas e mais de 120 marcas registadas.

O fundador desenvolveu praticamente toda a programação da NovaSupplier recorrendo a ferramentas de Inteligência Artificial. Paralelamente, fez questão de conhecer pessoalmente cada uma das unidades industriais presentes na plataforma. “Fui visitar todas as fábricas que estão na NovaSupplier. Queria perceber realmente como funciona a indústria”, afirma.

A plataforma funciona como uma montra digital da indústria têxtil nacional. Cada fabricante dispõe de um perfil detalhado com fotografias, histórico da empresa, mercados de exportação, capacidade produtiva, número de colaboradores, materiais utilizados e tempos médios de produção.

Depois de criar uma conta, a marca descreve o projeto que pretende desenvolver. Com base nessa informação, a NovaSupplier recomenda os fabricantes mais adequados. Quando existe um “match”, é criado um canal de comunicação direta semelhante a um WhatsApp.

“A partir daí, a comunicação é a chave do sucesso. Debatem-se orçamentos, amostras, protótipos e todos os recursos necessários para uma relação de sourcing”, explica ao ECO/Local Online o empreendedor.

Segundo Matias Santos, a atividade tem vindo a crescer de forma consistente. “Todos os dias temos marcas novas a entrar, a interagir com as fábricas e a comunicar.Algumas já estão em processo de protótipos, outras em orçamentos e algumas prontas para avançar para a produção.”

Muitas destas empresas, garante, nunca tinham considerado Portugal como destino de produção. 
“São marcas que normalmente comunicavam com fábricas na China ou na Turquia e que nem sequer tinham Portugal no radar. Encontraram a NovaSupplier e estão a chegar encomendas novas para Portugal.”
O fundador da startup adianta que grande parte dos clientes são marcas emergentes do Reino Unido, Estados Unidos, Holanda e Austrália, sobretudo nos segmentos de streetwear e lifestyle. Muitas estão a desenvolver a sua primeira coleção.

A NovaSupplier cobra uma comissão de 3,5% às fábricas por cada transação realizada através da plataforma.

Para já, a prioridade passa por consolidar o produto e reforçar a confiança dos utilizadores. “No médio prazo, queremos ter um produto que satisfaça o mercado, que satisfaça as fábricas e que elas sintam confiança para utilizar a plataforma no dia-a-dia, mas também que responda às necessidades das marcas ao longo de todo o processo”, afiança Matias Santos.

O plano passa por continuar a crescer no setor do vestuário, mas o empreendedor já olha para novas áreas da indústria portuguesa. O calçado surge como o próximo passo natural para a expansão da plataforma.

A startup conquistou também o voto de confiança de um investidor internacional. No final de 2025, entrou no capital da empresa um investidor norte-americano residente em Portugal, através de um investimento de cinco dígitos e da aquisição de uma participação minoritária. O fundador prefere, para já, não divulgar mais detalhes sobre a operação.

Mas a ambição de Matias Santos vai além do sourcing. “Queremos mostrar ao mundo que algumas das melhores fábricas da Europa estão em Portugal e tornar esse acesso muito mais simples para a próxima geração de marcas.”

Se conseguir cumprir essa promessa, a NovaSupplier poderá tornar-se numa porta de entrada digital para uma indústria que exporta cerca de 5,5 mil milhões de euros por ano, mas que continua a depender, em grande medida, de redes de contactos e relações pessoais para conquistar novos clientes.

https://eco.sapo.pt/

Coisas boas

 


O WindFloat Atlantic é o primeiro parque eólico flutuante semi-submersível do mundo e fica em Viana do Castelo. 

Um parque eólico português torna-se refúgio para polvos e outras 270 espécies em oito anos”. Este é o título que surgiu na imprensa espanhola e que dá destaque ao relatório de um estudo de oito anos de monitorização ambiental do parque eólico flutuante WindFloat Atlantic, em Viana do Castelo e que pretende demonstrar que parques eólicos offshore podem coexistir com a biodiversidade marinha.


Entre as principais conclusões, os investigadores observaram um aumento geral da abundância de polvos e de várias espécies de peixes, particularmente elasmobrânquios. Foram identificadas mais de 270 espécies na área do parque eólico offshore WindFloat Atlantic, pode ler-se no site da Câmara Municipal de Viana do Castelo.

“Polvos, raias, tubarões, golfinhos-comuns, orcas e um tubarão-solene fazem parte de um ecossistema que os investigadores não esperavam encontrar com tanta densidade ou variedade”, pode ler-se no jornal espanhol Ok Diario.

A Ocean Winds (OW), líder global em energia eólica offshore e joint venture detida em partes iguais pela EDP Renewables e pela ENGIE, revelou os resultados do estudo sobre o primeiro parque eólico offshore flutuante semi-submersível do mundo, localizado a cerca de 20 quilómetros da costa de Viana do Castelo.

O relatório conclui que a variabilidade natural sazonal e interanual são os principais factores que moldam as comunidades marinhas em todos os níveis tróficos. Embora tenham sido observadas diferenças espaciais entre a área do WindFloat Atlantic e os locais de controlo, particularmente em invertebrados nectobentónicos, incluindo polvos, e em comunidades de peixes, como os elasmobrânquios, a abundância global foi superior na área do projecto, como se pode ler no site da autarquia.

Em linha com estes resultados, não foram detetados impactos negativos nos níveis tróficos inferiores, como fitoplâncton e zooplâncton, enquanto foram observados efeitos ecológicos positivos nos níveis superiores, incluindo invertebrados e peixes, pode ainda ler-se nas conclusões divulgadas pela autarquia.

A monitorização ambiental abrangente de mamíferos marinhos, aves, morcegos e biodiversidade em geral registou cinco espécies de mamíferos marinhos, 33 espécies de aves, três espécies de morcegos e 52 espécies de peixes na área do WindFloat Atlantic.

O local é utilizado sobretudo como rota migratória, tendo sido observada uma maior atividade de golfinhos e botos durante a fase de operação. Apesar de terem sido identificadas algumas espécies vulneráveis e criticamente ameaçadas, não foram detetados impactos negativos significativos, como colisões de aves ou abrigo de morcegos. A diversidade de peixes revelou-se elevada, incluindo espécies de interesse comercial e de conservação, algumas das quais apresentaram maior abundância dentro da área do projeto.


Arte supra-temporal

 

Mosaico de pavimento de Tauric Chersonesos [Ucrânia] - III e II séculos AEC.

 Foi roubado pelos russos em 1854 e levado para a Galeria Tretyakov, em Moscovo, onde permanece até hoje. Ao longo dos séculos, os russos roubaram sistematicamente artefactos da Ucrânia e transferiram-nos para museus russos.

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Mosaico «constelações espaciais» no cinema «Cosmos», em Zhytomyr, no oeste da Ucrânia.

Autor: Oleksandr Kostyuk, 1987.

O deslumbrante mosaico retrata o espaço com as constelações do zodíaco. Para criar esta composição, o autor utilizou várias toneladas de esmalte. O cinema «Cosmos» funcionou durante 19 anos, mas foi encerrado e abandonado em 2006. Recentemente, foi decidido demolir o edifício, mas, felizmente, o mosaico foi salvo e será reinstalado num novo local na cidade.



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Mosaico «Plakhta» no Instituto de Física Teórica de Kiev.
Autor: Ivan Marchuk, década de 1960.


Ivan Marchuk é um proeminente artista ucraniano. Fundou um novo estilo artístico chamado Pliontanismo, no qual linhas finas se entrelaçam e se fundem numa imagem. Foi também incluído na lista dos 100 maiores génios vivos pelo jornal The Telegraph. As suas pinturas são avaliadas em centenas de milhares de dólares e são adquiridas por colecionadores de todo o mundo.

Embora Marchuk seja mais famoso pelas suas pinturas, também criou incríveis mosaicos monumentais. Este mosaico está localizado na parede do edifício de cinco andares do instituto e simboliza a estrutura do Universo. No passado, era considerado o símbolo do instituto.



June 27, 2026

‼️ 🤩 🇺🇦 🍿

 

Mais um ministro russo cai de uma janela

 

Brutal. E Putin continua a enviá-los

 


A esperança média de vida de um novo recruta russo — desde a chegada a um campo de treino até à morte numa zona de combate — situa-se algures entre 10 dias e três semanas. Uma vez enviados para o campo de batalha, sobrevivem, em média, entre 20 e 35 minutos.

@peterfrankopan

Alastra-se como um vírus

 

ME, Eduqa, exame de Português e parecer... coisado


Cada vez parece 'mais pior', como dizia o título do jornal ontem. Visto de fora isto parece um caso abegoñado - mas talvez seja só incompetência e preguiça de quem fez exame.


Parecer sobre exame de Português foi feito à revelia de conselheiros científicos do Eduqa

Parecer que começou por ser apresentado como sendo do Conselho Científico do Eduqa causou mal-estar. Tema da pergunta de Português semelhante à de manual de preparação para as provas não foi debatido.

Foi pela rádio que um dos elementos do Conselho Científico do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (Eduqa) soube do parecer enviado na sexta-feira, dia 19, pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) às redacções, a propósito de uma polémica com o exame nacional de Português.

Nesta quinta-feira, dia 25, a publicação do parecer no site do Eduqa foi "actualizada", como se pode ler na informação que vem junto à mesma. Segundo uma quarta fonte, o que mudou foi que o documento que dantes tinha sido identificado pelo Eduqa e pelo MECI como "parecer do Conselho Científico do Eduqa" passou a ser um "parecer da Comissão Especializada da área de Português do Conselho Científico do Eduqa". O texto é o mesmo. Terá sido a forma de resolver o desconforto gerado entre os conselheiros que não haviam sido ouvidos.

Contudo, duas das pessoas que falaram ao PÚBLICO garantem que desconheciam a existência de qualquer comissão especializada em Português até este episódio, e uma terceira avança que foi constituída ad hoc para este efeito.

Outro simplex - desde quando não pensar nos problemas é positivo?



Ora, de entre os efeitos mais significativos resultantes desta alteração social destaca-se o crescimento da população em idade ativa, o que contagia positivamente o número de nascimentos, mitigando a quebra no saldo natural. Sem essa franja de imigrantes, Portugal seria um país ainda mais envelhecido. E, já agora, com uma economia bem mais frágil. Nem por acaso, o FMI publicou um documento quase em simultâneo que conclui que, entre as várias ameaças ao desenvolvimento do país, estão as políticas de imigração demasiado restritivas (pelo efeito negativo na mão de obra disponível) e o envelhecimento da população. Se somarmos a isto o expressivo aporte dos imigrantes para os cofres da Segurança Social (são hoje um quinto dos contribuintes e geraram um saldo líquido de 16,3 mil milhões de euros na última década), facilmente se percebe que os discursos taberneiros anti-imigração são, antes de tudo o resto, inconsequentes com a realidade e até antipatrióticos. É uma questão de inteligência e de sobrevivência. Sem estes novos portugueses, estaríamos condenados. Por tudo isto, a pergunta que devemos fazer não é "como é que conseguimos expulsá-los?", mas sim "como é que vamos mantê-los?"

Pedro Ivo Carvalho - JN

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Chamo simplex aos que falam no problema da imigração usando a proposição universal: "os imigrantes", como se 1 milhão e meio de pessoas fossem uma unidade indiferenciada. Como se os imigrantes legais fossem iguais ao ilegais; como se entre esses 1 milhão e meio de pessoas não houvesse quem vem para trabalhar e fazer parte da nossa sociedade, quem vem para o crime organizado, quem vem para o tráfico humano e quem vem para espalhar a jihad e modificar a liberdade expressão e os valores democráticos, como fazem em outros países há muitos anos.

Não existe a categoria "os imigrantes", existem pessoas individuais, cada uma com as suas 'agendas'. A Inglaterra, a Suécia, a França, a Holanda, a Dinamarca, a Suíça e outros, estão com problemas de divisão social (a Inglaterra quase numa guerra civil que opõe o governo ao povo), a França não sabe como controlar a Irmandade Muçulmana, as universidades minadas de extremistas e radicais, há uma epidemia de violência contra as raparigas e mulheres quase toda de certas comunidades de imigrantes que advogam o apartheid de género. Pois, agora sabemos que a nossa sociedade têm uma porcentagem de imigrantes muito maior que a deles. 

Portanto, a questão da imigração não pode ver-se apenas a curto prazo como um simplex de colunas com números, como faz este articulista. Há que pensar, prever e evitar custos de paz social, de violência contra as raparigas e mulheres, de fractura que depois não seremos capazes de controlar, de degradação dos valores democráticos. Não temos a riqueza dos países do Norte e vemos como eles mesmos estão com grande dificuldades em controlar as consequências da imigração em massa. 

Entre os imigrantes o saldo de género é muito desequilibrado para os homens, o que significa que estamos a importar homens solteiros, muitos que vêm de sociedades extremamente agressivas. Desde quando não pensar nos problemas é positivo?

E nunca, em momento nenhum do artigo deste senhor, ele põe a possibilidade de, em vez de importar imigrantes à toa, tomar medidas para que os portugueses não fujam daqui. Mais de meio milhão de portugueses, jovens licenciados, saiu daqui e está a ter filhos e a pagar impostos em outros países. Porque haveríamos de querer continuar a licenciar jovens para exportá-los? É masoquismo económico?


Nem os governantes nem a oposição estão comprometidos com a verdade

 


Números muito mais elevados para a população residente em Portugal vão obrigar à revisão em baixa de indicadores económicos como o PIB per capita, avisam economistas ouvidos pelo Expresso. Convergência com o nível de vida da União Europeia desde a pandemia pode, afinal, nunca ter existido. Face aos novos dados, é urgente rever políticas públicas na habitação, educação e saúde.

Estamos perante um aumento colossal da população residente em Portugal, da mesma ordem de grandeza que sucedeu com os retornados em 1975/1976“. É desta forma que Augusto Mateus, ex-ministro da Economia, classifica os novos números da população desde 2021. Um incremento “muito concentrado na grande Lisboa e Península de Setúbal, sem esquecer o litoral alentejano e o Algarve”, afirma. E interroga: ”Como é que só agora o INE calcula e divulga um choque populacional colossal?"

Ou seja, o nível de vida em Portugal será bem mais baixo do que sinalizavam os indicadores oficiais até agora.

Por isso, a revisão em alta da população pelo INE “devia originar uma rápida reação do Governo em termos de políticas públicas”, defende Augusto Mateus. E reforça: Os novos dados "têm de obrigar à reformulação das políticas públicas".

“Não se pode esperar por 2027. É ridículo”, frisa Augusto Mateus. “É essencial ter os indicadores corrigidos para se desenharem políticas públicas corretas”, enfatiza. E defende que “até setembro deste ano, no máximo, esse trabalho devia estar concluído pelo INE”.

Augusto Mateus deixa um último alerta: "Temos tido um fluxo perverso, com emigração mais jovem e qualificada a sair de Portugal, e imigração um pouco mais velha e menos qualificada a entrar em Portugal. Isto penaliza o esforço de qualificação da população e a melhoria do perfil qualitativo do emprego". E remata: "Este fluxo vai no sentido de reforçar a especialização do país em sectores de baixos salários e de baixa produtividade".


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Face a este terramoto, que é a reacção da "especialista em demografia", Maria João Rosa?

A especialista em demografia não esconde a surpresa com a revisão muito em alta dos números de população residente e destaca o impacto positivo da imigração na sociedade e na economia (...) e frisa que, sem os imigrantes, Portugal teria sérias dificuldades em assegurar serviços básicos. E critica o “discurso simplista" que faz deles "o bode expiatório”. https://expresso
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Notas:

Nós o povo, que não estamos fechados em gabinetes a largar chavões pseudo-moralistas e que vivemos e trabalhamos em contato com a população, há muito tempo que sabemos que a imigração é muito maior do que nos diziam e que está a causar grandes problemas nos serviços públicos e não só. 

Porém, as Marias Joões do rectângulo, do alto do seu dogmatismo, nem mesmo face ao agora revelado arredam pé do seu mandamento nº 2 que é dizer que sem os 'imigrantes' -assim em geral, como se 1 milhão e meio de pessoas fossem todos iguais-, já tínhamos caído no Atlântico e que quem não é da sua opinião é populista. 

Podiam estar a pensar em maneiras de não continuar a expulsar daqui os jovens que fogem por causa do mau nível de vida, mas não. 

Sim, porque também já sabíamos que o nível de vida está a cair muito (é por isso que os portugueses fugiram, e fogem daqui) apesar de Costacenteno, primeiro e agora Montenegro dizerem que estamos muito bem e somos a inveja da Europa. 

É por estas e outras do género que deixámos de ter respeito e confiança nas instituições, cada vez menos democráticas e mais fechadas nos seus discursos sagrados.

Há jornais que todos os dias trazem um título a dizer que precisamos de mais imigrantes. Esta semana li num jornal inglês que cada imigrante custa 400.000£ ao contribuinte inglês e fui tentar saber quantos euros custa cada imigrante ao contribuinte português. Não só não consegui a informação como ainda levei com uma homilia da IA a dizer que a pergunta é racista e xenófoba e que os imigrantes só trazem benefícios, riqueza e diversidade cultural.

Esta é a realidade hodierna: a mentira, a pseudo-moralidade-vitimização-indignada e a manipulação grosseira da opinião pública que substituíram o conhecimento dos factos e a discussão racional e informada, estão impregnadas em todas as instituições, discursos e plataformas.

Não podemos contar com os governantes ou com a oposição para sairmos desta situação porque nenhum deles está comprometido com a verdade.

Post só para fanáticos de ópera - começar o dia com o Mario Del Monaco

 

A soltar um si bemol largado como se fosse normal.

Bom dia

 



Quimera 
Catedral de Chartres